Garantias legais de equilíbrio do exercício do direito de antena durante o processo eleitoral

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Garantias legais de equilíbrio do exercício do direito de antena durante o processo eleitoral"

Transcrição

1 Garantias legais de equilíbrio do exercício do direito de antena durante o processo eleitoral Por: Cremildo Paca Falar sobre as garantias legais de equilíbrio do direito de antena é um exercício desafiante. Em primeiro lugar, porque nada direi de desconhecido, simplesmente quero problematizar e suscitar questões que o tema encerra. Em segundo lugar, não se pode esquecer a dupla natureza política e jurídica que o tema encerra. As eleições são o meio, por excelência, mediante o qual se (re) adquire a legitimidade para o exercício do poder político. Assim, ultrapassado o impedimento objectivo ao regular funcionamento das instituições do Estado, é imperioso que os órgãos de soberania, designadamente os órgãos Presidente da República e Assembleia Nacional estejam dotados de legitimidade para, em nome da colectividade, realizarem o projecto de sociedade a que se propõem. As eleições antes de serem uma reivindicação dos partidos políticos, são uma imposição constitucional. Cristalizam um dos objectivos fundamentais do Estado angolano, descrito no art. 1º da Lei Constitucional, ao referir que a República de Angola é uma Nação soberana e independente que tem como objectivo fundamental a construção de uma sociedade democrática (...). Significa que nos termos constitucionais, a organização do poder político deve resultar de um processo eleitoral, de tal modo que o Estado não pode abdicar deste princípio axial sobre o qual assenta a sua própria organização e funcionamento. As eleições são, assim, um imperativo de construção da democracia, entendida esta como forma de organização do governo do povo, pelo povo e para o povo.

2 Não há, em democracia, autoridade e exercício do poder político sem eleições. Por sua vez, o art. 2º da Lei Constitucional vem asseverar este objectivo ao estabelecer que a República de Angola é um Estado democrático de direito e tem como objectivo (...) o pluralismo de expressão e de organização política (...). Mas do que isso, o n.º 1 do art. 3º da Lei Constitucional é peremptório ao estabelecer que a soberania reside no povo. É o povo que também exerce o poder político através do sufrágio universal periódico para a escolha dos seus representantes. Os representantes a quem o povo incumbe a tarefa de exercer o poder político são, nos termos da Constituição, o Presidente da República e os Deputados à Assembleia Nacional. Não é acaso que o art. 57º da L. C. prescreve que o Presidente da República é eleito por sufrágio (...) pelos cidadãos. Do mesmo modo, os Deputados à Assembleia Nacional, ao abrigo do art. 79º da L. C., são eleitos por sufrágio universal, directo (...). Para concretizar a designação desses órgãos por meio de eleição, deve decorrer a disputa eleitoral feito pelos candidatos à Presidência e pelo Partidos Políticos ou Coligações de Partidos às eleições legislativas. Esta disputa é acompanhada de campanha e propaganda eleitorais. É claro que a campanha e propaganda eleitorais são veiculadas pela imprensa. A imprensa passa a ser um meio por excelência de divulgação de factos, argumentos eleitorais que servem de base para a escolha daqueles que irão exercer o poder político. Aliás, arriscase mesmo a dizer que a imprensa é imprescindível da

3 divulgação de mensagens com finalidades eleitorais. Os Partidos Políticos não podem realizar o seu trabalho eleitoral sem um aliado eficaz e poderoso que é a imprensa. A forma de acesso à imprensa, concretamente o exercício do direito de antena é, porém, regulada por normas jurídicas eleitorais. Destaca-se aqui a Lei 8/92, de 16 de Abril, sobre o Direito de Antena e do direito de resposta e réplica política dos partidos políticos. Por sua vez, o art. 74º da Lei Eleitoral determina que a campanha eleitoral consiste na actividade de justificação e de promoção das candidaturas, sob diversos meios, com vista à captação de votos através da explicitação dos princípios ideológicos, programas políticos, sociais e económicos. É fácil notar que o Direito Eleitoral angolano estabelece dois princípios básicos para o exercício do direito de antena, designadamente o princípio da liberdade de escolha dos meios de expressão (art. 74º Todos os Partidos e candidatos devem defender livre e publicamente a sua política, utilizando todos os meios que julguem úteis ) e o princípio da igualdade de tratamento e oportunidades das diversas candidaturas (art. 77º da Lei Eleitoral). A igualdade tem a ver com acesso a certos meios ou suporte de informação. O legislador neste aspecto deu particular ênfase ao direito de antena. Por isso, o art. 2º da Lei 8/92 é claro ao estabelecer que aos partidos políticos é garantido o direito a tempo de antena no serviço público de radiodifusão e de televisão. Por tempo de antena entende-se o espaço de programação própria, da responsabilidade do titular do respectivo direito expresso e claramente identificado como tal no início e termo de cada programa. Para evitar imposição desigual de produto de propaganda, estabeleceu-se critérios de controlo e

4 limitação. Inicialmente, o art. 3º da Lei 8/92 estabeleceu 30 minutos de antena na Rádio Nacional de Angola para os partidos legalmente constituídos e 15 minutos na TPA. Este tempo foi derrogado pela actual Lei Eleitoral. O tempo de para fins eleitorais para os candidatos ao cargo de PR, Partidos Políticos e as coligações de partidos às eleições passa para 10 minutos diários de antena na Rádio entre 12 e 22h e 5 minutos (120x 5m= 600m:60m=10h) diários na Televisão entre 18 e as 22h. Portanto, não se atendeu ao princípio da proporcionalidade, que atende à importância do partido ou do candidato e o tempo que lhes são reservados, tal como em França. Não se aplica para o nosso caso a situação de existência de uma igualdade de tratamento quanto ao acesso aos meios de informação, no entretanto uma discriminação quanto à distribuição do tempo de antena em função da importância do Partido ou do candidato presidencial. Ou seja, a divisão do tempo de antena não teve em conta o critério da representatividade, felizmente. Mas uma coisa deve ficar clara. As máquinas de propaganda das campanhas eleitorais exigem avançadas e dispendiosas técnicas de marketing, o que por si só implicam montantes avultados: dinheiro, dinheiro e dinheiro. Não quer dizer que o partido financeiramente folgado ganha necessariamente as eleições. Em todo caso, tem uma vantagem sobre os seu rivais. Mas a historial eleitoral universal mostra que este obstáculo pode ser ultrapassado através da propaganda, cuja finalidade é justamente conquistar angariar votantes. O meio mais eficaz traduz-se nos chamados debates eleitorais obrigatórios que a nossa lei não prevê. A Lei estabelece o acesso gratuito à rádio e à televisão, mas não impõe expressamente sobre a obrigatoriedade por parte das emissoras de rádio e televisão a realização e transmissão de debates entre candidatos.

5 Independentemente do tempo de antena atribuído a candidatos ou Partidos Políticos, deveria ser assegurado os debates eleitorais. Hoje, diga-se, há quase uma impossibilidade de apanhar os mais variados programas eleitorais a inundar a televisão. A preocupação exagerada da Lei em garantir certa equidade na distribuição do espaço na mídia pouco se traduz em discussão política que possa capacitar a formação da convicção do eleitor. Isso ocorre, invariavelmente, devido à fragilidade das propostas apresentadas. Certamente os debates eleitorais de nível, aqueles que realmente são de interesse de todo o eleitorado, capazes de formar uma verdadeira convicção de valores e certeza da utilidade do voto depositado na urna, seriam mais frutíferos, ao invés de programas eleitorais televisivos e radiofónicos ocos, ou sem conteúdo, que muitas vezes fazem o eleitor desligar o aparelho de rádio ou mudar o canal da televisão.

TÍTULO VIII PODER LOCAL

TÍTULO VIII PODER LOCAL TÍTULO VIII PODER LOCAL CAPÍTULO I Princípios gerais Artigo 235.º Autarquias locais 1. A organização democrática do Estado compreende a existência de autarquias locais. 2. As autarquias locais são pessoas

Leia mais

Sua Excelência Presidente da República de Angola, Engenheiro José Eduardo dos Santos,

Sua Excelência Presidente da República de Angola, Engenheiro José Eduardo dos Santos, Sua Excelência Presidente da República de Angola, Engenheiro José Eduardo dos Santos, Excelentíssima Primeira-Dama da República de Angola, Drª Ana Paula dos Santos, Excelentíssimo Senhor Vice-Presidente

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA DISCURSO DE TOMADA DE POSSE DE SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA NA XI LEGISLATURA

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA DISCURSO DE TOMADA DE POSSE DE SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA NA XI LEGISLATURA DISCURSO DE TOMADA DE POSSE DE SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA NA XI LEGISLATURA 15 de Outubro de 2009 Sr. as e Srs. Deputados: Como Presidente eleito da Assembleia da República,

Leia mais

Tempos de Antena. Regime Jurídico do Referendo Local Lei Orgânica n.º 4/2000, de 24 de agosto. Pág. 1 de 6

Tempos de Antena. Regime Jurídico do Referendo Local Lei Orgânica n.º 4/2000, de 24 de agosto. Pág. 1 de 6 R e f e r e n d o L o c a l d e 1 6 d e s e t e m b r o d e 2 0 1 2 F r e g u e s i a d e M i l h e i r ó s d e P o i a r e s Tempos de Antena Regime Jurídico do Referendo Local Lei Orgânica n.º 4/2000,

Leia mais

ola eu sou o Everton e vou falar do poder de vargas introdução vargas como era : o seu poder, como ele tomou posse e as tres fases politicas

ola eu sou o Everton e vou falar do poder de vargas introdução vargas como era : o seu poder, como ele tomou posse e as tres fases politicas ola eu sou o Everton e vou falar do poder de vargas introdução vargas como era : o seu poder, como ele tomou posse e as tres fases politicas O PODER DE VARGAS ERA : PROVISÓRIO, CONSTITUCIONAL e ESTADO

Leia mais

A farsa democrática. :: portada :: Brasil :: Laerte Braga Rebelión

A farsa democrática. :: portada :: Brasil :: Laerte Braga Rebelión :: portada :: Brasil :: 11-09-2004 A farsa democrática Laerte Braga Rebelión A existência de uma justiça especializada para eleições, por si só, já é um fato caracterizador de arbítrio. Não há sentido

Leia mais

Glossário. Apuramento de votos é a contabilização dos votos feita na mesa da assembleia de voto.

Glossário. Apuramento de votos é a contabilização dos votos feita na mesa da assembleia de voto. ANEXO Glossário Para efeitos da presente Lei, entende-se por: A Abertura da assembleia de voto é o procedimento através do qual o presidente da mesa de assembleia de voto, em cumprimento das directivas

Leia mais

REFLEXOS DA REFORMA POLÍTICA NAS ELEIÇÕES DE 2016

REFLEXOS DA REFORMA POLÍTICA NAS ELEIÇÕES DE 2016 REFLEXOS DA REFORMA POLÍTICA NAS ELEIÇÕES DE 2016 Dr. Felipe Ferreira Lima Diretor do Instituto Egídio Ferreira Lima 1. Introdução: O debate sobre a Reforma Política no Brasil 2. Registro de Candidatura

Leia mais

Definição como se transformam votos em poder

Definição como se transformam votos em poder Definição. Sistema eleitoral é o conjunto de regras que define como, em uma determinada eleição, o eleitor pode fazer suas escolhas e como os votos são contabilizados para serem transformados em mandatos.

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Proposta de Regulamento Eleitoral das eleições primárias abertas a militantes e simpatizantes do PS para a designação do candidato do PS ao cargo do Primeiro-Ministro CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo

Leia mais

O programa Parlamento dos Jovens é uma iniciativa da Assembleia da República (AR) dirigida aos jovens do 2.º e do 3.ºciclos do ensino básico e do

O programa Parlamento dos Jovens é uma iniciativa da Assembleia da República (AR) dirigida aos jovens do 2.º e do 3.ºciclos do ensino básico e do O programa Parlamento dos Jovens é uma iniciativa da Assembleia da República (AR) dirigida aos jovens do 2.º e do 3.ºciclos do ensino básico e do ensino secundário Quem orienta este programa na Escola?

Leia mais

DIREITO CONSTITUCIONAL DIREITOS POLÍTICOS E SISTEMAS ELEITORAIS (ARTS 14 AO 17)

DIREITO CONSTITUCIONAL DIREITOS POLÍTICOS E SISTEMAS ELEITORAIS (ARTS 14 AO 17) DIREITO CONSTITUCIONAL DIREITOS POLÍTICOS E SISTEMAS ELEITORAIS (ARTS 14 AO 17) Atualizado em 02/12/2015 DIREITOS POLÍTICOS E SISTEMAS ELEITORAIS (ARTIGOS 14 a 17) GENERALIDADES Os direitos políticos estão

Leia mais

PARLAMENTO DOS JOVENS E N S I N O B Á S I C O E S E C U N D Á R I O

PARLAMENTO DOS JOVENS E N S I N O B Á S I C O E S E C U N D Á R I O PARLAMENTO DOS JOVENS E N S I N O B Á S I C O E S E C U N D Á R I O O QUE É? O programa Parlamento dos Jovens é uma iniciativa da Assembleia da República (AR) dirigida aos jovens do 2.º e do 3.º ciclos

Leia mais

Decreto-Lei n. 279/97 de 11 de Outubro

Decreto-Lei n. 279/97 de 11 de Outubro Decreto-Lei n. 279/97 de 11 de Outubro Definição... 2 Natureza... 2 Sede... 2 Denominação... 2 Objecto... 2 Constituição... 3 Estatutos... 3 Inscrição no Registo Nacional de Clubes e Federações Desportivas...

Leia mais

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE RONDÔNIA

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE RONDÔNIA PATRULHA ELEITORAL TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE RONDÔNIA A palavra república é derivada de RES PUBLICA, expressão latina que significa COISA DO POVO, COISA PÚBLICA, O QUE É DE TODOS. Forma de governo

Leia mais

EXCELENTÍSSIMO JUIZ AUXILIAR DO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO ESTADO DE MATO GROSSO

EXCELENTÍSSIMO JUIZ AUXILIAR DO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO ESTADO DE MATO GROSSO EXCELENTÍSSIMO JUIZ AUXILIAR DO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO ESTADO DE MATO GROSSO NF n. 1.20.000.001536/2014-16 O MINISTÉRIO PÚBLICO, pela procuradora eleitoral auxiliar signatária, vem à presença de

Leia mais

PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº, de 2006.

PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº, de 2006. PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº, de 2006. Altera os artigos 46, 56 e 79 da Constituição Federal. As Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, nos termos do art. 60 da Constituição Federal,

Leia mais

DEMOCRACIA, ÉTICA E CIDADANIA

DEMOCRACIA, ÉTICA E CIDADANIA DEMOCRACIA, ÉTICA E CIDADANIA Seminário do ENADE Agronomia, Biomedicina, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Educação Física, Medicina Veterinária e Estética e Cosmética Profª. Ma. Denise Tatiane Girardon

Leia mais

Relatório Final da Consulta sobre o Desenvolvimento do Sistema Político. Maio de 2012

Relatório Final da Consulta sobre o Desenvolvimento do Sistema Político. Maio de 2012 Relatório Final da Consulta sobre o Desenvolvimento do Sistema Político Maio de 2012 1 1. Aspecto geral sobre o trabalho de consulta 2. Alterações à metodologia para a constituição da Assembleia Legislativa

Leia mais

Comunicação e marketing na campanha municipal após a reforma eleitoral

Comunicação e marketing na campanha municipal após a reforma eleitoral Comunicação e marketing na campanha municipal após a reforma eleitoral ANDRÉ LACERDA Instituto Teotônio Vilela. Vitória, 4 de junho de 2016 Comunicação e marketing na campanha municipal após a reforma

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 280/XII/2.ª DESIGNAÇÃO E DESTITUIÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA RTP PELA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

PROJETO DE LEI N.º 280/XII/2.ª DESIGNAÇÃO E DESTITUIÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA RTP PELA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Grupo Parlamentar PROJETO DE LEI N.º 280/XII/2.ª DESIGNAÇÃO E DESTITUIÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA RTP PELA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Exposição de motivos O Bloco de Esquerda tem desde sempre alertado

Leia mais

TEMPO DE JUSTIÇA A REFORMA DA CONSTITUIÇÃO DA REPUBLICA PORTUGUESA E DO ESTATUTO DA ORDEM DOS ADVOGADOS

TEMPO DE JUSTIÇA A REFORMA DA CONSTITUIÇÃO DA REPUBLICA PORTUGUESA E DO ESTATUTO DA ORDEM DOS ADVOGADOS TEMPO DE JUSTIÇA A REFORMA DA CONSTITUIÇÃO DA REPUBLICA PORTUGUESA E DO ESTATUTO DA ORDEM DOS ADVOGADOS Visa esta comunicação submeter a reflexão alguns pontos que me parece oportuno debater, acerca da

Leia mais

Excelência Jorge Carlos de Almeida Fonseca, Presidente da República de Cabo-Verde e Presidente em Exercício dos PALOP,

Excelência Jorge Carlos de Almeida Fonseca, Presidente da República de Cabo-Verde e Presidente em Exercício dos PALOP, Discurso pronunciado por Sua Excelência José Eduardo dos Santos, Presidente da República de Angola, por ocasião da Cimeira dos PALOP Luanda, 30 de Junho de 2014 Excelência Jorge Carlos de Almeida Fonseca,

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUVENTUDE E DESPORTOS

MINISTÉRIO DA JUVENTUDE E DESPORTOS MINISTÉRIO DA JUVENTUDE E DESPORTOS REGIME JURÍDICO DAS ASSOCIAÇÕES JUVENIS E ESTUDANTIS Decreto nº 15/03 de 22 de Abril (Diário da República I Série nº 31, de 22 de Abril de 2003) A juventude angolana

Leia mais

MPRJ DISTRIBUIÇÃO DOS ELEITORES NAS ELEIÇÕES Eleitoral

MPRJ DISTRIBUIÇÃO DOS ELEITORES NAS ELEIÇÕES Eleitoral O na defesa do regime democrático Compreendendo os desafios de 2016 por meio de um diagnóstico das eleições de 2012 A defesa do regime democrático é prerrogativa do Ministério Público assegurada pelo art.

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 369/IX

PROJECTO DE LEI N.º 369/IX PROJECTO DE LEI N.º 369/IX CONCESSÃO E EMISSÃO DE PASSAPORTE ESPECIAL AO PESSOAL DOS SERVIÇOS EXTERNOS DO MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS E DAS COMUNIDADES PORTUGUESAS (ALTERA O DECRETO-LEI N.º 83/2000,

Leia mais

EMAIL/FACE: prof.fabioramos@hotmail.com www.facebook.com/prof.fabioramos 1

EMAIL/FACE: prof.fabioramos@hotmail.com www.facebook.com/prof.fabioramos 1 DIREITOS POLÍTICOS Prof. Fábio Ramos prof.fabioramos@hotmail.com Conjunto de normas que disciplinam as formas de exercício da soberania popular. Princípio da Soberania Popular: Art. 1º, par. único: Todo

Leia mais

Administração Pública

Administração Pública Administração Pública O direito administrativo é o direito que regula a Administração pública Administração pública: é o objeto do direito administrativo Fernanda Paula Oliveira 1. Administração: gestão

Leia mais

LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL VEDAÇÕES EM ÚLTIMO ANO DE MANDATO

LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL VEDAÇÕES EM ÚLTIMO ANO DE MANDATO LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL VEDAÇÕES EM ÚLTIMO ANO DE MANDATO 1 ART. 42 - VEDAÇÕES de 1º de maio a 31 de dezembro: Contrair obrigação de despesa, nos últimos 8 meses, que não possa ser cumprida (paga)

Leia mais

A propaganda eleitoral no rádio e na televisão restringe-se ao horário gratuito definido na Lei 9.504/97, vedada a veiculação de propaganda paga.

A propaganda eleitoral no rádio e na televisão restringe-se ao horário gratuito definido na Lei 9.504/97, vedada a veiculação de propaganda paga. A propaganda eleitoral no rádio e na televisão restringe-se ao horário gratuito definido na Lei 9.504/97, vedada a veiculação de propaganda paga. Ocorrerá a veiculação apenas nos Municípios em que houver

Leia mais

PROJECTO DE RESOLUÇÃO. Alimentação Humana Promoção e Consumo dos Produtos Regionais

PROJECTO DE RESOLUÇÃO. Alimentação Humana Promoção e Consumo dos Produtos Regionais PROJECTO DE RESOLUÇÃO Alimentação Humana Promoção e Consumo dos Produtos Regionais Exmo. Sr. Presidente da Assembleia Exma. Sras. Deputadas e Srs. Deputados Exmo. Sr. Presidente do Governo Exma. Sra. e

Leia mais

Filosofia política na Antiguidade romana: Cícero

Filosofia política na Antiguidade romana: Cícero Filosofia política na Antiguidade romana: Cícero As influências de Platão e Aristóteles no terreno da reflexão política foram marcantes tanto na Antiguidade como na Idade Média. A ideia de que a política

Leia mais

A Constituição não admite emenda constitucional tendente a abolir a República;

A Constituição não admite emenda constitucional tendente a abolir a República; ssinale a opção correta: onstituição não admite emenda constitucional tendente a abolir a República; vedação de emenda constitucional tendente a abolir os direitos e garantias individuais aplica-se aos

Leia mais

Discurso de Abertura do Seminário Metodológico para a mudança em 2017

Discurso de Abertura do Seminário Metodológico para a mudança em 2017 Discurso de Abertura do Seminário Metodológico para a mudança em 2017 União Nacional Para a Independência Total de Angola UNITA I SEMINÁRIO METODOLÓGICO PARA A MUDANÇA EM 2017 Discurso de Abertura do Presidente

Leia mais

Diretório Acadêmico de Letras Luiz Eurico Tejera Lisbôa Universidade Federal do Pampa Campus Bagé

Diretório Acadêmico de Letras Luiz Eurico Tejera Lisbôa Universidade Federal do Pampa Campus Bagé EDITAL DE ELEIÇÕES PARA OS CARGOS DA DIRETORIA EXECUTIVA DO DIRETÓRIO ACADÊMICO DE LETRAS LUIZ EURICO TEJERA LISBÔA - UNIPAMPA/BAGÉ A atual diretoria executiva do Diretório Acadêmico de Letras Luiz Eurico

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular TEORIA GERAL DO PODER PÚBLICO Ano Lectivo 2016/2017

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular TEORIA GERAL DO PODER PÚBLICO Ano Lectivo 2016/2017 Programa da Unidade Curricular TEORIA GERAL DO PODER PÚBLICO Ano Lectivo 2016/2017 1. Unidade Orgânica Direito (1º Ciclo) 2. Curso Direito 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular TEORIA GERAL DO PODER

Leia mais

CIDADANIA Direitos políticos e sufrágio

CIDADANIA Direitos políticos e sufrágio CIDADANIA Direitos políticos e sufrágio Introdução Direitos políticos são os direitos do cidadão que permitem sua participação e influência nas atividades de governo. Para Pimenta Bueno, citado por Silva

Leia mais

panorama eleitoral VI - Conclusões

panorama eleitoral VI - Conclusões I Introdução II Os modelos de organização política III Teoria dos Poderes próprios/partilhados IV funções do Presidente da República V Análise de questões jurídicoconstitucionais com relevância no actual

Leia mais

Diminuir o número de círculos de 22 para 2. Diminuir o número de deputados de 230 para 181. Só exige alteração de 3 artigos da Lei Eleitoral

Diminuir o número de círculos de 22 para 2. Diminuir o número de deputados de 230 para 181. Só exige alteração de 3 artigos da Lei Eleitoral RESUMO DA PROPOSTA Diminuir o número de círculos de 22 para 2 Diminuir o número de deputados de 230 para 181 Só exige alteração de 3 artigos da Lei Eleitoral DOIS PROBLEMAS DA LEI ACTUAL Desrespeito pelo

Leia mais

INSTITUIÇÕES DE DIREITO

INSTITUIÇÕES DE DIREITO INSTITUIÇÕES DE DIREITO Prof. Rogério Dias Correia Tipos de democracia Democracia direta Democracia indireta Democracia semidireta 2 Conceito de Sistemas eleitorais Conjunto de regras e procedimentos utilizados

Leia mais

DA FALTA DE REGULAMENTAÇÃO DO EOA

DA FALTA DE REGULAMENTAÇÃO DO EOA DA FALTA DE REGULAMENTAÇÃO DO EOA 1. Hoje, quando se fala na reforma do actual Estatuto, que constitui um processo moroso e dependente do poder político, ocorre-nos a estranheza da ausência de preocupação

Leia mais

2012/ Ao presidente do partido e ao juiz eleitoral

2012/ Ao presidente do partido e ao juiz eleitoral 2012/2014 2016 20/07 a 05/08 Data das Convenções Partidárias 10/06 a 30/06 (Art. 8º da Lei nº. 9.504/97 e 93, 2º da Lei 4.737/65) Prazo de filiação partidária Comunicação de desfiliação partidária Janela

Leia mais

SISTEMA PRESIDENCIALISTA-PARLAMENTAR

SISTEMA PRESIDENCIALISTA-PARLAMENTAR REPÚBLICA DE ANGOLA COMISSÃO CONSTITUCIONAL PROJECTO DE CONSTITUIÇÃO C SISTEMA PRESIDENCIALISTA-PARLAMENTAR (Texto de Apresentação Pública) O Projecto C comporta 221artigos e os seus principais aspectos

Leia mais

O Funcionamento do Triângulo Institucional

O Funcionamento do Triângulo Institucional Construção da União Europeia O Funcionamento do Triângulo Institucional 25 de Junho de 2009 Centro de Informação Europeia 1 1 Como funciona a União Europeia? O sistema político da União Europeia tem vindo

Leia mais

Reflexões sobre Reforma Política

Reflexões sobre Reforma Política Reflexões sobre Reforma Política Texto Faculdade Assis Gurgacz Cascavel Paraná 27.Set.2013 Roteiro da Apresentação 1a. Parte: Circunstâncias Históricas 2a. Parte: Identificado os caminhos (doutrina de

Leia mais

Artigo 1.º. Artigo 2.º

Artigo 1.º. Artigo 2.º REGULAMENTO DO PROCESSO ELEITORAL DA MESA DA ASSEMBLEIA GERAL, DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO E DO CONSELHO FISCAL DA PARCERIA PORTUGUESA PARA A ÁGUA (PPA) Artigo 1.º 1. A eleição da Mesa da Assembleia Geral,

Leia mais

CURRICULUM VITAE RAUL CARLOS VASQUES ARAÚJO

CURRICULUM VITAE RAUL CARLOS VASQUES ARAÚJO CURRICULUM VITAE RAUL CARLOS VASQUES ARAÚJO Março 2011 I - IDENTIFICAÇÃO Nome - RAUL CARLOS VASQUES ARAÚJO Estado civil - Casado Naturalidade - Luanda Nacionalidade - Angolana Data de nascimento - 21 de

Leia mais

SUMÁRIO CAPÍTULO I DIREITOS POLÍTICOS... 1 CAPÍTULO II DIREITO ELEITORAL... 15 CAPÍTULO III PRINCÍPIOS DE DIREITO ELEITORAL... 23

SUMÁRIO CAPÍTULO I DIREITOS POLÍTICOS... 1 CAPÍTULO II DIREITO ELEITORAL... 15 CAPÍTULO III PRINCÍPIOS DE DIREITO ELEITORAL... 23 SUMÁRIO CAPÍTULO I DIREITOS POLÍTICOS... 1 1. Compreensão dos direitos políticos... 1 1.1. Política... 1 1.2. Direito Político... 2 1.3. Direitos políticos... 2 2. Direitos humanos e direitos políticos...

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE GABINETE DO PRIMEIRO-MINISTRO

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE GABINETE DO PRIMEIRO-MINISTRO REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE GABINETE DO PRIMEIRO-MINISTRO ALOCUÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTRO KAY RALA XANANA GUSMÃO POR OCASIÃO DO SEMINÁRIO SOBRE INFORMAÇÕES Dili, 2 de Julho de 2009

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE COMISSÃO NACIONAL DE ELEIÇÕES

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE COMISSÃO NACIONAL DE ELEIÇÕES REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE COMISSÃO NACIONAL DE ELEIÇÕES REGULAMENTO SOBRE DISTRIBUIÇÃO DO FUNDO DE FINANCIAMENTO PÚBLICO PARA A CAMPANHA E PROPAGANDA ELEITORAL DOS CONCORRENTES E PARTIDOS POLÍTICOS PROPONENTES

Leia mais

IUS RESUMOS. Direitos Políticos. Organizado por: Samille Lima Alves

IUS RESUMOS. Direitos Políticos. Organizado por: Samille Lima Alves Direitos Políticos Organizado por: Samille Lima Alves SUMÁRIO I. DIREITOS POLÍTICOS... 3 1. Caracterizando os Direitos Políticos... 3 1.1 Conceito de Direitos Políticos... 3 1.2 Direitos políticos, nacionalidade

Leia mais

1. DIREITOS POLÍTICOS (art. 1o, II; artigos 14 a 17, da CF) ESPÉCIES: DIREITOS POLÍTICOS POSITIVOS DIREITOS POLÍTICOS NEGATIVOS

1. DIREITOS POLÍTICOS (art. 1o, II; artigos 14 a 17, da CF) ESPÉCIES: DIREITOS POLÍTICOS POSITIVOS DIREITOS POLÍTICOS NEGATIVOS 1. DIREITOS POLÍTICOS (art. 1o, II; artigos 14 a 17, da CF) ESPÉCIES: DIREITOS POLÍTICOS POSITIVOS DIREITOS POLÍTICOS NEGATIVOS DIREITOS POLÍTICOS e REGIME DEMOCRÁTICO O REGIME DEMOCRÁTICO como princípio:

Leia mais

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE RONDÔNIA

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE RONDÔNIA PATRULHA ELEITORAL TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE RONDÔNIA O Brasil tornou-se uma República em 1889, quando um golpe militar liderado pelo Marechal Deodoro da Fonseca tirou D. Pedro II do poder. No Brasil,

Leia mais

AS INSTITUIÇÕES EUROPEIAS

AS INSTITUIÇÕES EUROPEIAS AS INSTITUIÇÕES EUROPEIAS Para atingir os seus objectivos, a União dispõe de uma série de instituições, visando cada uma prosseguir determinados fins específicos, de acordo com o seu carácter próprio.

Leia mais

Abreviaturas, xvii Nota à 7a edição, xix Prefácio, xxi

Abreviaturas, xvii Nota à 7a edição, xix Prefácio, xxi Abreviaturas, xvii Nota à 7a edição, xix Prefácio, xxi I Direitos políticos, 1 1 Compreensão dos direitos políticos, 1 1.1 Política, 1 1.2 Direito político, direito constitucional e ciência política, 3

Leia mais

Objeto de Aprendizagem. Bases Legais do SUS: Leis Orgânicas da Saúde

Objeto de Aprendizagem. Bases Legais do SUS: Leis Orgânicas da Saúde Objeto de Aprendizagem Bases Legais do SUS: Leis Orgânicas da Saúde Bases Legais do SUS: Leis Orgânicas da Saúde Objetivo: Apresentar sucintamente a Lei Orgânica de Saúde nº 8080 de 19 de setembro de 1990,

Leia mais

Reunião do Diretório Nacional do PT Brasília, 29 de outubro de 2015 RESOLUÇÃO SOBRE AS ELEIÇÕES DE 2016

Reunião do Diretório Nacional do PT Brasília, 29 de outubro de 2015 RESOLUÇÃO SOBRE AS ELEIÇÕES DE 2016 Reunião do Diretório Nacional do PT Brasília, 29 de outubro de 2015 RESOLUÇÃO SOBRE AS ELEIÇÕES DE 2016 O Diretório Nacional do PT abre formalmente o debate sobre as eleições municipais de 2016 convicto

Leia mais

JORNAL IMPRESSO E POLÍTICA: A COBERTURA DAS ELEIÇÕES 2010 E 2012 NAS CAPAS DOS JORNAIS FOLHA DE LONDRINA E GAZETA DO POVO

JORNAL IMPRESSO E POLÍTICA: A COBERTURA DAS ELEIÇÕES 2010 E 2012 NAS CAPAS DOS JORNAIS FOLHA DE LONDRINA E GAZETA DO POVO JORNAL IMPRESSO E POLÍTICA: A COBERTURA DAS ELEIÇÕES 2010 E 2012 NAS CAPAS DOS JORNAIS FOLHA DE LONDRINA E GAZETA DO POVO Leonardo Migues de Léon, Centro Universitário Internacional Uninter leomiguesleon@gmail.com

Leia mais

VOTO EM SEPARADO. AUTORIA: Senador RANDOLFE RODRIGUES I RELATÓRIO

VOTO EM SEPARADO. AUTORIA: Senador RANDOLFE RODRIGUES I RELATÓRIO VOTO EM SEPARADO Perante a COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, sobre a Proposta de Emenda à Constituição nº 43, de 2013 (nº 349, de 2001, na Câmara dos Deputados), primeiro signatário o Deputado

Leia mais

SINDICATO INTERMUNICIPAL DOS PROFESSORES DE INSTITUIÇÕES FEDERAIS DE ENSINO SUPERIOR DO RIO GRANDE DO SUL - ADUFRGS-SINDICAL ASSENTO ELEITORAL

SINDICATO INTERMUNICIPAL DOS PROFESSORES DE INSTITUIÇÕES FEDERAIS DE ENSINO SUPERIOR DO RIO GRANDE DO SUL - ADUFRGS-SINDICAL ASSENTO ELEITORAL SINDICATO INTERMUNICIPAL DOS PROFESSORES DE INSTITUIÇÕES FEDERAIS DE ENSINO SUPERIOR DO RIO GRANDE DO SUL - ADUFRGS-SINDICAL ASSENTO ELEITORAL Art. 1º. A eleição da DIRETORIA e dos representantes aposentados

Leia mais

AUTONOMIA EDITORIAL E PROPRIEDADE DOS MEIOS

AUTONOMIA EDITORIAL E PROPRIEDADE DOS MEIOS AUTONOMIA EDITORIAL E PROPRIEDADE DOS MEIOS Autonomia editorial Princípio de separação entre matéria de gestão empresarial, que compete aos órgãos de direção da entidade proprietária do órgão de comunicação

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL PARA O CONSELHO GERAL. Do Agrupamento de Escolas Elias Garcia

REGULAMENTO ELEITORAL PARA O CONSELHO GERAL. Do Agrupamento de Escolas Elias Garcia REGULAMENTO ELEITORAL PARA O CONSELHO GERAL Do Agrupamento de Escolas Elias Garcia Introdução Nos termos do artigo 15º do Decreto-Lei nº 75/2008 de 22 de abril, na redação dada pelo Decreto-Lei n.º 137/2012,

Leia mais

PPP Perfil Profissiográfico Previdenciário quais as prerrogativas do sindicato.

PPP Perfil Profissiográfico Previdenciário quais as prerrogativas do sindicato. Ações do PIS/PASEP (Programa de Integração Social/ Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público e FGTS Detalhes no site www.fsindical.org.br - www.sindicatodosaposentados.org.br PPP Perfil Profissiográfico

Leia mais

Protocolo de Atuação no Relacionamento com funcionários públicos e autoridades públicas. Endesa Brasil

Protocolo de Atuação no Relacionamento com funcionários públicos e autoridades públicas. Endesa Brasil Protocolo de Atuação no Relacionamento com funcionários públicos e autoridades públicas Endesa Brasil ÍNDICE 3 3 3 3 4 6 6 1. Objeto 2. Alcance 3. Aplicação 4. Conceitos 5. Conteúdo 6. Responsabilidades

Leia mais

CURRICULUM VITAE RAUL CARLOS VASQUES ARAÚJO

CURRICULUM VITAE RAUL CARLOS VASQUES ARAÚJO CURRICULUM VITAE RAUL CARLOS VASQUES ARAÚJO Novembro de 2016 I - IDENTIFICAÇÃO Nome - RAUL CARLOS VASQUES ARAÚJO Estado civil - Casado Naturalidade - Luanda Nacionalidade - Angolana Data de nascimento

Leia mais

O JOGO DAS ELEIÇÕES A C T I V I D A D E S M A T E M Á T I C A S

O JOGO DAS ELEIÇÕES A C T I V I D A D E S M A T E M Á T I C A S O JOGO DAS ELEIÇÕES A C T I V I D A D E S M A T E M Á T I C A S ÍNDICE Tabelas de Preferência Transitividade e Eliminação de Candidatos Movimentação das preferências individuais Transitividade Eliminação

Leia mais

Programas e projetos implementados pelo Governo Federal A EDUCAÇÃO E A CONSTITUIÇÃO

Programas e projetos implementados pelo Governo Federal A EDUCAÇÃO E A CONSTITUIÇÃO Programas e projetos implementados pelo Governo Federal A EDUCAÇÃO E A CONSTITUIÇÃO Aula 6 META Demonstrar a evolução dos objetivos e finalidades da educação nas diferentes Constituições brasileiras. OBJETIVOS

Leia mais

---------------------------------------------------------------------------------------------- O ESTADO DE DIREITO DEMOCRÁTICO E OS ADVOGADOS

---------------------------------------------------------------------------------------------- O ESTADO DE DIREITO DEMOCRÁTICO E OS ADVOGADOS ORDEM DOS ADVOGADOS DELEGAÇÃO DE BARCELOS DIA DO ADVOGADO 19 DE MAIO DE 2010 ---------------------------------------------------------------------------------------------- O ESTADO DE DIREITO DEMOCRÁTICO

Leia mais

Fontes do Direitos: Constituição, lei, costumes, jurisprudência, doutrina e contrato. A Constituição Federal e os tópicos da Economia

Fontes do Direitos: Constituição, lei, costumes, jurisprudência, doutrina e contrato. A Constituição Federal e os tópicos da Economia Fontes do Direitos: Constituição, lei, costumes, jurisprudência, doutrina e contrato. A Constituição Federal e os tópicos da Economia No Brasil, vigora o princípio da Supremacia da Constituição, segundo

Leia mais

Excelência Senhor Pier Paolo Balladelli, Coordenador Residente do Sistema das Nações Unidas e Representante do PNUD em Angola;

Excelência Senhor Pier Paolo Balladelli, Coordenador Residente do Sistema das Nações Unidas e Representante do PNUD em Angola; REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES Gabinete do Ministro Excelência Senhor Pier Paolo Balladelli, Coordenador Residente do Sistema das Nações Unidas e Representante do PNUD em Angola;

Leia mais

COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA

COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA PROJETO DE LEI N o 2.189, DE 2007 Estabelece normas para a utilização de marca publicitária pelo Governo Federal e para seus investimentos em

Leia mais

Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Directiva 1/2008. Sobre publicações periódicas autárquicas.

Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Directiva 1/2008. Sobre publicações periódicas autárquicas. Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social Directiva 1/2008 Sobre publicações periódicas autárquicas Lisboa 24 de Setembro de 2008 Conselho Regulador da Entidade Reguladora para

Leia mais

Campus de Paranavaí EDITAL N.º 001/2016-CEL

Campus de Paranavaí EDITAL N.º 001/2016-CEL EDITAL N.º 001/2016-CEL A Comissão Eleitoral Local - CEL nomeada pela portaria nº 005/2016-DG, no uso de sua atribuição prevista na Resolução n. 003/2014-COU/Unespar, art. 2.º, 1.º: T O R N A P Ú B L I

Leia mais

JUNTA DE FREGUESIA DE VILA DO PORTO

JUNTA DE FREGUESIA DE VILA DO PORTO ANEXO II Formulário de candidatura a Contrato-Programa A preencher pela Junta de Freguesia DATA DE ENTRADA / / A preencher pela Junta de Freguesia DELIBERAÇÃO DA JUNTA: APROVADO NÃO APROVADO DATA / / ASSINATURA

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS CENTRO DE FORMAÇÃO, TREINAMENTO E APERFEIÇOAMENTO PÓS-GRADUAÇÃO: POLÍTICA E REPRESENTAÇÃO PARLAMENTAR PROJETO DE PESQUISA

CÂMARA DOS DEPUTADOS CENTRO DE FORMAÇÃO, TREINAMENTO E APERFEIÇOAMENTO PÓS-GRADUAÇÃO: POLÍTICA E REPRESENTAÇÃO PARLAMENTAR PROJETO DE PESQUISA CÂMARA DOS DEPUTADOS CENTRO DE FORMAÇÃO, TREINAMENTO E APERFEIÇOAMENTO PÓS-GRADUAÇÃO: POLÍTICA E REPRESENTAÇÃO PARLAMENTAR PROJETO DE PESQUISA ALUNO: Idelfonso V. Salmito Professor: Antônio T. Barros Brasília,

Leia mais

Pedro Bandeira Simões Professor

Pedro Bandeira Simões Professor Ano Lectivo 2010/2011 ÁREA DE INTEGRAÇÃO Agrupamento de Escolas de Fronteira Escola Básica Integrada Frei Manuel Cardoso 12º Ano Apresentação nº 10 Os fins e os meios: que ética para a vida humana? Pedro

Leia mais

Glossário. Assembleia de Voto É o local onde o eleitor vota, ou o conjunto de cerca de 1.000 eleitores que a integram.

Glossário. Assembleia de Voto É o local onde o eleitor vota, ou o conjunto de cerca de 1.000 eleitores que a integram. Glossário Apuramento Geral É a determinação final e a nível nacional através de escrutínio, da vontade expressa pelos eleitores relativamente à escolha dos Deputados ao Parlamento e do Presidente da República.

Leia mais

Discurso. (Em Defesa da Autonomia)

Discurso. (Em Defesa da Autonomia) Discurso (Em Defesa da Autonomia) Combato politicamente o Governo Regional socialista há mais de 14 anos. Sempre considerei e continuo a considerar que os Açores estão a perder tempo com a estratégia de

Leia mais

Regulamento Interno da Comissão de Curso

Regulamento Interno da Comissão de Curso Regulamento Interno da Comissão de Curso Janeiro 2013 TÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS (1.º- 2.º) TÍTULO II VALIDADE E CONSTITUIÇÃO (3.º- 4.º) TÍTULO III - CANDIDATURA(5.º) TÍTULO IV ELEIÇÕES E DESTITUIÇÃO

Leia mais

Ref. Procedimento Administrativo nº /

Ref. Procedimento Administrativo nº / MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA REGIONAL ELEITORAL EM MATO GROSSO Rua Estevão de Mendonça, 830, Quilombo, Ed Green Tower, Cuiabá/MT, CEP: 78043-405 Fone (65) 3612-5000 - Fax (65) 3612-5005 EXCELENTÍSSIMA

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DAS ELEIÇÕES DO GRÊMIO ESTUDANTIL IFSP CAMPUS REGISTRO

REGIMENTO INTERNO DAS ELEIÇÕES DO GRÊMIO ESTUDANTIL IFSP CAMPUS REGISTRO REGIMENTO INTERNO DAS ELEIÇÕES DO GRÊMIO ESTUDANTIL IFSP CAMPUS REGISTRO Capítulo I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 01. O presente Regimento será aplicado pela Comissão Eleitoral no período das eleições

Leia mais

ACORDO DE COOPERAÇÃO NO DOMÍNIO DA JUVENTUDE E DO DESPORTO

ACORDO DE COOPERAÇÃO NO DOMÍNIO DA JUVENTUDE E DO DESPORTO ACORDO DE COOPERAÇÃO NO DOMÍNIO DA JUVENTUDE E DO DESPORTO ----- ENTRE ----- A REPÚBLICA DE ANGOLA, A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, A REPÚBLICA DE CABO VERDE, A REPÚBLICA DA GUINÉ-BISSAU, A REPÚBLICA

Leia mais

EMENTA PROPOSIÇÃO. PROPOSTA DE RECOMENDAÇÃO. PROGRAMA DE PRORROGAÇÃO DA LICENÇA- PATERNIDADE. APROVAÇÃO NA ÍNTEGRA.

EMENTA PROPOSIÇÃO. PROPOSTA DE RECOMENDAÇÃO. PROGRAMA DE PRORROGAÇÃO DA LICENÇA- PATERNIDADE. APROVAÇÃO NA ÍNTEGRA. Processo: Proponente: 1.00411/2016-15 (PROP) Orlando Rochadel Moreira EMENTA PROPOSIÇÃO. PROPOSTA DE RECOMENDAÇÃO. PROGRAMA DE PRORROGAÇÃO DA LICENÇA- PATERNIDADE. APROVAÇÃO NA ÍNTEGRA. 1. Recomenda-se

Leia mais

cnt COMISSÃO NACIONAL DE ELEiÇÕES ATA N.o 137/XIV Teve lugar no dia onze de março de dois mil e catorze, a reunião número cento

cnt COMISSÃO NACIONAL DE ELEiÇÕES ATA N.o 137/XIV Teve lugar no dia onze de março de dois mil e catorze, a reunião número cento cnt ATA N.o 137/XIV Teve lugar no dia onze de março de dois mil e catorze, a reunião número cento e trinta e sete da Comissão Nacional de Eleições, na sala de reuniões sita na Avenida D. Carlos I, n.o

Leia mais

A política de Saúde na Ilha de São Jorge. Petição sobre o Centro de Saúde das Velas O PANFLETO DA AGONIA

A política de Saúde na Ilha de São Jorge. Petição sobre o Centro de Saúde das Velas O PANFLETO DA AGONIA Intervenção proferida no Plenário de Maio de 2003. Deputado Mark Marques Senhor Presidente Senhoras e Senhores Deputados Senhor Presidente e membros do Governo. A política de Saúde na Ilha de São Jorge

Leia mais

Cooperativismo e Eleições 2014 Resultados do 2º turno

Cooperativismo e Eleições 2014 Resultados do 2º turno Cooperativismo e Eleições 2014 Resultados do 2º turno Apresentação Dando continuidade ao estudo realizado após o fim do 1º turno, o Sistema OCB apresenta esta análise com a intenção de subsidiar as lideranças

Leia mais

PROPOSTA DE REGULAMENTO ELEITORAL ELABORADO NOS TERMOS DO ARTIGO 50.º DOS ESTATUTOS

PROPOSTA DE REGULAMENTO ELEITORAL ELABORADO NOS TERMOS DO ARTIGO 50.º DOS ESTATUTOS PROPOSTA DE REGULAMENTO ELEITORAL ELABORADO NOS TERMOS DO ARTIGO 50.º DOS ESTATUTOS Artigo 1.º (Âmbito) O presente regulamento contém as normas a que se devem submeter as eleições para os órgãos sociais

Leia mais

Eleição para os órgãos colegiais de governo da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (Ato eleitoral em 30 de Outubro de 2013)

Eleição para os órgãos colegiais de governo da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (Ato eleitoral em 30 de Outubro de 2013) ASSEMBLEIA DA FMUC Eleição para os órgãos colegiais de governo da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (Ato eleitoral em 30 de Outubro de 2013) REGULAMENTO ELEITORAL CAPÍTULO I Princípios Gerais

Leia mais

LABORATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE 2015 O ASSOCIATIVISMO E O SEU QUADRO LEGAL

LABORATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE 2015 O ASSOCIATIVISMO E O SEU QUADRO LEGAL LABORATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE 2015 O ASSOCIATIVISMO E O SEU QUADRO LEGAL A VIDA ASSOCIATIVA É UM INSTRUMENTO DE EXERCÍCIO DA SOCIABILIDADE. POR MEIO DELA CONQUISTA SE NOVOS AMIGOS, EXPANDE SE CONHECIMENTOS,

Leia mais

DIREITO ADMINISTRATIVO E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

DIREITO ADMINISTRATIVO E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIREITO ADMINISTRATIVO E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Autonomia e controle no setor público Controlar é qualquer ação tomada pela administração pública com o objetivo de atingir metas preestabelecidas. A administração

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 242/XI/1.ª

PROJECTO DE LEI N.º 242/XI/1.ª Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 242/XI/1.ª ALTERA O DECRETO-LEI N.º 91/2009, DE 9 DE ABRIL, REFORÇANDO O REGIME DE PROTECÇÃO NA PARENTALIDADE DO SISTEMA PREVIDENCIAL E DO SUBSISTEMA DE SOLIDARIEDADE

Leia mais

O poder e a política SOCIOLOGIA EM MOVIMENTO

O poder e a política SOCIOLOGIA EM MOVIMENTO Capítulo 6 Poder, política e Estado 1 O poder e a política Poder se refere à capacidade de agir ou de determinar o comportamento dos outros. As relações de poder perpassam todas as relações sociais. As

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 452/IX RECONHECIMENTO DA LÍNGUA GESTUAL PORTUGUESA COMO MEIO OFICIAL DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO DO ESTADO PORTUGUÊS

PROJECTO DE LEI N.º 452/IX RECONHECIMENTO DA LÍNGUA GESTUAL PORTUGUESA COMO MEIO OFICIAL DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO DO ESTADO PORTUGUÊS PROJECTO DE LEI N.º 452/IX RECONHECIMENTO DA LÍNGUA GESTUAL PORTUGUESA COMO MEIO OFICIAL DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO DO ESTADO PORTUGUÊS 1 Estima-se serem mais de 30 000 os cidadãos portugueses surdos que,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO NORMA Nº 02/ DO REGULAMENTO ELEIÇÕES DA DIRETORIA EXECUTIVA E CONSELH0 FISCAL

REGIMENTO INTERNO NORMA Nº 02/ DO REGULAMENTO ELEIÇÕES DA DIRETORIA EXECUTIVA E CONSELH0 FISCAL REGIMENTO INTERNO NORMA Nº 02/2010 - DO REGULAMENTO ELEIÇÕES DA DIRETORIA EXECUTIVA E CONSELH0 FISCAL Art. 1º - Este Regulamento fixa normas para eleição da Diretoria Executiva e Conselho Fiscal da, de

Leia mais

Formação Geral. Caminhos para condução das respostas a respeito do Direito das meninas/jovens/mulheres:

Formação Geral. Caminhos para condução das respostas a respeito do Direito das meninas/jovens/mulheres: Formação Geral PADRÃO DE RESPOSTA O estudante deve elaborar um texto dissertativo que contemple alguns dos seguintes argumentos e exemplos possíveis: Item a: Caminhos para condução das respostas a respeito

Leia mais

DIREITO CONSTITUCIONAL PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS (ARTS 1 AO 4)

DIREITO CONSTITUCIONAL PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS (ARTS 1 AO 4) DIREITO CONSTITUCIONAL PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS (ARTS 1 AO 4) Atualizado até 13/10/2015 PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS (ARTS. 1º AO 4º DA CF88): Todo princípio fundamental é constitucional, mas nem todo princípio

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL

REGULAMENTO ELEITORAL REGULAMENTO ELEITORAL Eleição dos Representantes dos Pais e Encarregados de Educação para o Conselho Geral do Agrupamento de Escolas Sá da Bandeira Aprovado pelo Conselho Geral em 24 de setembro de 2015

Leia mais

III Estado Romano de um pequeno grupamento humano ao primeiro império mundial. Características: a) Base familiar de organização; b) Cristianismo.

III Estado Romano de um pequeno grupamento humano ao primeiro império mundial. Características: a) Base familiar de organização; b) Cristianismo. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO ESTADO I Estado Antigo, Oriental ou Teocrático não se distingue o pensamento político da religião, da moral, da filosofia, ou das doutrinas econômicas. Características: a) Natureza

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 154/XI ELIMINA AS RESTRIÇÕES DE ACESSO AO PROVEDOR DE JUSTIÇA POR PARTE DOS ELEMENTOS DAS FORÇAS ARMADAS

PROJECTO DE LEI N.º 154/XI ELIMINA AS RESTRIÇÕES DE ACESSO AO PROVEDOR DE JUSTIÇA POR PARTE DOS ELEMENTOS DAS FORÇAS ARMADAS Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 154/XI ELIMINA AS RESTRIÇÕES DE ACESSO AO PROVEDOR DE JUSTIÇA POR PARTE DOS ELEMENTOS DAS FORÇAS ARMADAS Exposição de motivos O Provedor de Justiça tem por função

Leia mais