A nova Formação à Distância

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1 III Série - nº8 - Director: Maria do Carmo Cafede Sub-directores: José Falcão Tavares, Antónia Lavinha Editor: Miguel Múrias Mauritti Redacção: Vitor Frias, Nuno Bessone, Paulo Pereira Coutinho Propriedade e Administração: INFORSALUS Apartado Tomar Codex Redacção: Estrada de Benfica, 719-1º Esq Lisboa Publicação mensal de informação geral e médica Registo ICS: ; Depósito Legal: 84639/94 - ISSN X Preço: 200$00-1 (IVA incluído) Crónica Mário Moura Isto é um escândalo! Pág. 38 Opinião António Branco A Regra é a excepção Pág. 15 Posição JP Santos Gonçalves Carta aberta à Ministra da Saúde Actualidade Tema em destaque Pág. 18 Enfermeiros trocam hospitais por Centros de Saúde Pág. 22 Proposta para uma nova definição de Medicina Geral e Familiar Pág. 23 5º Congresso MF Alfredo Pequito denuncia: O Presidente da República, três Ministros da Administração Interna, duas da Saúde, Secretários de Estado da Saúde e Deputados, o Procurador Geral da República, dois Directores da Polícia Judiciária, coadjuvados por Inspectores, Graduados, Cabos e simples Agentes, o SIS, Bastonários da Ordem dos Médicos e dos Farmacêuticos, os Presidentes do INFARMED, da ANF e o da Apifarma, grande número de Directores Gerais de companhias Farmacêuticas e de Delegados de Informação Médica, milhares de médicos, enfermeiros, maqueiros e outro pessoal auxiliar, entre muitas outras pessoas, nacionais e estrangeiras, estão envolvidos no caso Pequito. Em maior ou menor grau, todos intervieram ou intervêm activamente no processo do ex-delegado de Informação Médica da Bayer Portugal Pág. 8 Políticos exigem medidas de segurança idênticas às dispensadas a Bill Clinton PEQUITOGATE Pág. 39 Centro de Saúde de S. João Pág. 3 Tubo de Ensaio em risco de fechar: já há salários em atraso

2 Editorial Número 8 2 No recente Congresso da Associação Mundial de Médicos de Família, em Viena, fui mais uma vez questionado por vários colegas, Alemães e Italianos, que procuravam saber o segredo da enorme representação Portuguesa, a contrastar com a reduzida participação de outros Países. A pergunta não era, obviamente, nem inocente nem desinteressada, pois como confessaram, nos seus Países, ao contrário das outras especialidades, os Médicos de Família não se podem deslocar a acções de formação ao estrangeiro financiados pela Industria Farmacêutica. O que queriam saber é como é que nós conseguimos. Lá vou explicando como posso a conjuntura favorável e o facto de em Portugal termos uma situação ímpar a nível europeu, pois temos o reconhecimento do Ministério da Saúde da importância da formação contínua, com a concessão de dispensa gratuita de serviço de 15 dias anuais para esse efeito, e termos a Industria Farmacêutica disposta a financiar essa formação. Temos, pois, algo muito importante que é tempo e dinheiro. Falta-nos a organização. A nova Formação à Distância Luís Pisco Presidente da APMCG Esta aposta levar-nos-á a que um dia destes uma qualquer Comissão Organizadora nacional ou internacional se recuse a compactuar com a situação e não emita os Certificados de Presença. A médio prazo, é de recear que um dia possamos vir a estar na mesma situação dos nossos colegas Italianos e Alemães. Não viajar a expensas da Indústria O Desenvolvimento Profissional Contínuo deve ser gerido e não pode ser deixado ao acaso ou a iniciativas individuais. Não estou a falar de desenvolver novas maneiras de aprender, mas sim da criação de um processo de gestão que suporte o Desenvolvimento Profissional Contínuo e que o torne evidente e relevante, não só para todos os profissionais de saúde, mas também para o Centro de Saúde como um todo. A Educação Contínua tem que ter reflexos no Centro de Saúde, influenciando a Qualidade dos Cuidados prestados aos doentes, assim como a própria organização da prestação desses cuidados. Devem ser avaliadas as necessidades formativas individuais e organizacionais de molde a poder preparar planos de formação individuais e institucionais, que devem ser geridos localmente. Estamos, pois, a desperdiçar uma oportunidade e uma conjuntura favoráveis para implantar no nosso País um sistema de desenvolvimento profissional contínuo credível, prestigiante e útil para todos os profissionais dos cuidados de saúde primários, com reflexos positivos nos cuidados prestados aos cidadãos. Tempo e dinheiro parecem não faltar. O caminho parece, contudo, não ser esse e receio que se continue a apostar numa nova forma de Educação à distância que se efectua o mais distante possível do País e o mais distante possível do local das sessões, tão em voga no nosso meio médico e não só na Medicina Geral e Familiar. Esta aposta levar-nos-á a que um dia destes uma qualquer Comissão Organizadora nacional ou internacional se recuse a compactuar com a situação e não emita os Certificados de Presença. A médio prazo, é de recear que um dia possamos vir a estar na mesma situação dos nossos colegas Italianos e Alemães. Não viajar a expensas da Indústria. Crónica Humanização II Acalmem- se os mais atentos porque não me aconteceu nada e não visitei nenhum recanto perdido do nosso 'SNS' Apenas voltei ao tema devido à coincidência de três razões. A primeira, porque ao recordar a frase (que celebrizou o meu professor de físico-química do 9º ano de escolaridade), "o calor não dilata os corpos", antes os diminui em densidade e concentração, apercebi-me que também a humanização se afastou dos locais onde era mais necessária. O calor, o número reduzido de profissionais por sector, a ansiedade perante as férias (por gozar ou já gozadas, tanto faz), a maior quantidade de trabalho, tudo contribui para o esquecimento de algumas regras básicas, de educação, ou como é politicamente correcto dizer, de cidadania. Os mais desprotegidos (os doentes, os socialmente excluídos, os idosos, etc.) são os que mais sofrem. Talvez não seja difícil, a nível local, tomar consciência do problema e passar a implementar algumas medidas práticas. E para slogan de campanha, Verão rima com humanização A segunda razão chama-se "HUMANA" e é uma publicação periódica da Sociedade Espanhola de Medicina Familiar e Comunitária dedicada, como se pode deduzir, às questões da humanização. Já não me lembro de como a conheci, mas foi uma boa surpresa e passo a partilhar alguns temas do Vol. 3, n.º 4 de Outubro de 1999: divisão familiar das tarefas domésticas; a minha mulher tem Alzheimer; as necessidades formativas podem ter origem nas emoções?; ética de bem morrer. Interessantes? O seu desenvolvimento não desapontou e, de um modo científico, são apresentados trabalhos que abordam a humanização das actividades diárias, sejam elas praticadas por médicos ou não. São quatro números por ano, a não perder. Por último, a questão da humanização durante a formação. O último n.º da publicação "Medical Education" (Agosto 2000), apresenta três artigos sobre o desenvolvimento de qualidades humanísticas nos estudantes de medicina. Ao considerar a medicina como 'a ciência mais humana e a mais científica das humanidades', os textos abordam as questões da comunicação com os pacientes e as qualidades humanistas da maioria dos tutores. Mas o artigo que cativou a minha atenção revela um estudo exploratório sobre os hábitos de leitura (não médica) dos estudantes de medicina, as suas atitudes perante a literatura e a introdução de humanidades no currículo formativo. Algumas das conclusões são interessantes: todos os estudantes liam mais antes de entrarem para a faculdade, e a falta de tempo não é o único factor, a perda de um ambiente facilitador, a família, foi referido como importante; um dos efeitos da leitura era permitir um melhor conhecimento da vida, para lá da Directora Maria do Carmo Cafede do próprio estudante ; por outro lado estimulava a inspiração e a introspecção; os livros podiam evocar respostas emocionais, como o medo, humor e contentamento; o livro mais citado foi 'A Bíblia' e o segundo 'Os Cisnes Selvagens'; George Orwell e Jane Austen são dois dos autores referidos como importantes para os próprios e como sugestões para outros estudantes. Este estudo fez-me pensar se não estaremos presentes perante um caso de 'ovo ou galinha', ou seja, o que surge primeiro, a paixão pela leitura e logo o gosto pelas humanidades e uma capacidade diferente de olhar o mundo, ou a humanidade é uma qualidade intrínseca e a leitura é uma consequência? Se assim fosse não valeria a pena o investimento em novas formas de ensino e aprendizagem, porque tudo se aprende, treina e melhora. E fico cheia de inveja se as escolas médicas introduzirem nos currículos aulas de literatura!

3 Investigação Número 8 3 Médicos com salários em atraso Tubo de Ensaio corre risco de encerrar O Centro de Saúde de S. João, no Porto, carinhosamente baptizado de Tubo de Ensaio pelos subscritores do projecto inovador que ali se desenvolve, corre o risco de encerrar. Tudo porque o Departamento de Clínica Geral (DCG) da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) já esgotou os recursos próprios que até aqui têm permitido cobrir o déficit que se regista ao nível das receitas, cujo acumulado ascende já a cerca de trinta mil contos. A situação é de tal modo crítica que os médicos ali destacados gozaram férias sem terem posto olho no respectivo subsídio e no final do mês, tudo o indica, não haverá dinheiro para pagar, por inteiro, os salários a clínicos, enfermeiros e administrativos. Cumprindo o que já constitui imagem de marca do seu mandato, Manuela Arcanjo, a Ministra, logo que informada, despachou sinais de que este problema era mesmo para resolver. Só não disse quando, nem por quem. Conclusão: a promessa feita aos clínicos do Porto - como a maioria das que tem feito - ainda está por cumprir

4 Número 8 4 Investigação Em Setembro de 1998, a ARS Norte e a Faculdade de Medicina da Universidade do Porto assinaram um acordo de cooperação - que Maria de Belém homologaria no mês seguinte - através do qual as duas instituições estabeleceram os termos em que se iria desenvolver o projecto "Tubo de Ensaio", cujo objectivo genérico era o da criação de uma Unidade de Saúde Familiar (USF) ligada funcionalmente ao Departamento de Clínica Geral da Faculdade de Medicina, englobada na rede de centros de saúde do SNS. Uma USF que, no compromisso assumido pela FMP se deveria constituir como centro de excelência e modelo de boa prática. De modo a garantir a realização do objectivo proposto, ficou assente que o Tubo de Ensaio teria de adoptar, como referência obrigatória, a Declaração de Alma-Ata, de que define a área dos cuidados de saúde primários como alicerce fundamental de qualquer sistema de saúde. Ora, como os princípios e valores devem traduzir-se em realizações efectivas, a equipa coordenadora do projecto comprometeu-se, entre muitos outros objectivos, a promover a inovação, a criatividade e a experimentação no quotidiano das estruturas prestadoras de cuidados de saúde primários e dos profissionais que aí exercem actividade; a possibilitar o "ensaio" de novos modelos e novas práticas; a possibilitar a criação de um modelo tão eficaz que pudesse servir de referência e tão real que fosse comparável; a constituir um espaço de formação pré e pós-graduada, destinado aos profissionais dos CSP, que permitisse o desenvolvimento, não só dos conhecimentos e capacidades, como também das atitudes que devem possuir estes profissionais. Um negócio da China... Nos termos do protocolo, a ARS Norte disponibilizou as instalações necessárias à implementação do projecto, adaptadas e equipa- de salários. Porém, ao atingir os 1500 utentes por médico - um número que corresponde à carga de trabalho existente no SNS - o déficit estabiliza-se em cerca de contos mensais a que é necessário acrescentar os 13º e 14º meses. O déficit acumulado nos primeiros 6 meses de actividade ultrapassa já os 17 mil contos, a que se junta o investimento inicial feito pelo Departamento, no montante de um pouco mais de 5 mil contos. O esforço financeiro do Departamento atinge já contos e não será possível estendê-lo mais. A Universidade do Porto e a Faculdade de Medidas de acordo com as necessidades descritas pelo grupo coordenador, ficando a administração, organização e funcionamento a cargo do Departamento de Clínica Geral da FMUP. A autonomia financeira do "Tubo de Ensaio" foi também fixada no acordo homologado por Maria de Belém: "pelo serviço prestado pagará a ARS à FMP a retribuição prevista (...) no n.º 2 do Despacho de S. Exa. A Ministra da Saúde n.º 3181/97", ou seja, 400 escudos por utente inscrito (380 escudos pelos serviços médicos e 20 pelos de enfermagem). Com esta verba, o Departamento de Clínica Geral asseguraria o pagamento de água, luz, telefone e... dos salários devidos a médicos, enfermeiros e pessoal administrativo e auxiliar. O negócio não poderia ser melhor para o Ministério. Isto porque o custo médio por utente nos demais centros de saúde da Região Norte ultrapassa os mil e trezentos escudos. Por outras palavras: o Ministério da Saúde passaria a pagar, por um pacote de serviços que incluía, entre outros, um atendimento mais eficaz dos utentes, consultoria científica e de gestão e formação médica especializada, menos de um terço do que paga pelo mais comum dos serviços que os centros de saúde prestam aos utentes do SNS. Maria de Belém não hesitou e a 7 de Julho de 1999 a nova unidade abriu as portas. No final desse mesmo ano, já tinha inscritos os 15 mil utentes previstos no acordo. Contar com o ovo... Diz o povo que quando a esmola é grande o Santo desconfia. No caso em apreço, não duvidou. E os problemas financeiros não tardaram a surgir. Contas feitas, a verba transferida pela ARS Norte não cobria as despesas com salários. Enquanto aguardavam resposta a uma exposição entregue na ARS e no Gabinete da Ministra, Por outras palavras: o Ministério da Saúde passaria a pagar, por um pacote de serviços que incluía, entre outros, um atendimento mais eficaz dos utentes, consultoria científica e de gestão e formação médica especializada, menos de um terço do que paga pelo mais comum dos serviços que os centros de saúde prestam aos utentes do SNS alertando para o problema, os responsáveis do projecto decidiram avançar com verbas provenientes do orçamento do DCG. Ao todo, a Universidade do Porto adiantou cerca de trinta mil contos, sem os quais não teria sido possível pagar, por inteiro, o salário a médicos, enfermeiros e administrativos. Na exposição enviada à tutela, a 20 de Fevereiro deste ano os responsáveis do Tubo fazem o relato dos altos e baixos financeiros vividos na instituição: "os déficites mensais vieram a diminuir à medida que as inscrições iam aumentando, com excepção do mês de Dezembro, devido ao 13º mês

5 Número 8 5 Investigação A manterem-se as actuais circunstâncias, é de prever o encerramento deste Projecto antes de completado um ano do seu funcionamento". Sete meses após ter recebido a carta, Manuela Arcanjo ainda não encontrou tempo - ou vontade - para lhe dar uma qualquer resposta cina não têm recursos passíveis de afectação a este efeito, ainda menos num ano em que o Governo obriga estas instituições a uma refracção das despesas orçamentadas. A manterem-se as actuais circunstâncias, é de prever o encerramento deste Projecto antes de completado um ano do seu funcionamento". Sete meses após ter recebido a carta, Manuela Arcanjo ainda não encontrou tempo - ou vontade - para lhe dar uma qualquer resposta. Contas mal feitas Para os críticos do projecto - que sempre suspeitaram da insuficiência do financiamento - o Ministério da Saúde não deveria ter fechado negócio: "a Ministra sabia que a importância paga por utente não era suficiente para fazer face às despesas previstas, pelo que deveria ter "chumbado" o acordo", explicou ao nosso jornal um responsável do Ministério. Por outro lado, acusa a mesma fonte, "o Professor Sousa Pinto (Presidente da Comissão Directiva do Centro de Saúde de S. João - Tubo de Ensaio e Director do DCG da A Ministra sabia que a importância paga não era suficiente para fazer face às despesas, pelo que deveria ter "chumbado" o acordo". Por outro lado "o Prof. Sousa Pinto também sabia que a verba era insuficiente. Assinou o acordo porque contava que a Ministra actualizaria o Despacho que fixa a retribuição a pagar por utente até ao final de Só que não contou com a hipótese de uma mudança ministerial e com a possibilidade da nova responsável não se mostrar interessada em resolver a situação. Agora, tem a criança nos braços e não sabe o que lhe há-de fazer" FMUP) também sabia que a verba era insuficiente. Assinou o acordo porque contava que a Ministra actualizaria o Despacho que fixa a retribuição a pagar por utente até ao final de Só que não contou com a hipótese de uma mudança ministerial - como veio a acontecer - e com a possibilidade da nova responsável não se mostrar interessada em resolver a situação. Agora, tem a criança nos braços e não sabe o que lhe há-de fazer". Contactado pelo Médico de Família, Sousa Pinto reconheceu ter assinado o acordo porque recebera da anterior inquilina da João Crisóstomo a promessa de uma actualização rápida do valor atribuído por utente. "Aliás - explicou-nos - essa promessa também tinha sido feita aos dois ou três centros de saúde que estão a funcionar em regime de convenção". Telefonei-lhe todos os dias Confrontado com as alterações na equipa ministerial, Alexandre Sousa Pinto decidiu informar o Gabinete de Manuela Arcanjo da precária situação financeira do "Tubo": "em Janeiro deste ano, o Departamento de Clínica Geral e a Comissão Directiva expuseram a situação à ARS e ao Ministério da Saúde, advertindo que não seria possível pagar o mês de férias, o que levaria ao seu encerramento em Julho. Nessa exposição, sugeriam-se diferentes soluções, chamando a atenção para as consequências que resultariam de cada uma delas para o normal funcionamento do Centro de Saúde". Paralelamente, Sousa Pinto tentou, em vão, encontrar-se com Manuela Arcanjo: "logo que a Ministra tomou posse, tentei marcar uma audiência. Telefonei todos os dias para o Gabinete, sem sucesso. Disseram-me que ligariam marcando a data. Não ligaram e a certa altura desisti de tentar!" Quanto é preciso? Para evitar o eminente fim do "Tubo de Ensaio", Sousa Pinto aponta a necessidade de se "alterar o quantitativo do Despacho para, pelo menos, 580 escudos pelos cuidados médicos mais 55 pelos de enfermagem, com efeitos retroactivos a partir de 1 de Janeiro deste ano". Segundo este responsável, a alteração proposta "obrigaria a um aumento da despesa da ARS de apenas contos por mês, valor muito aquém do que teria de pagar se o centro de saúde funcionasse nos moldes em que funcionam todos os outros centros da Região". Já no que respeita ao montante a pagar em retroactivos, "o valor apurado é de 24 mil e seiscentos contos, quantia muito aquém dos cerca de 30 mil de déficit que o Departamento de Clínica Geral acumulou com despesas de administração do centro, pagas com receitas próprias provenientes dos mestrados que realiza, verbas essas que terão de ser repostas", explicou ao nosso jornal aquele responsável. Prognósticos Descrito o caso, uma das questões que de imediato se coloca é a de saber o que acontecerá se a situação não for resolvida. Recorde-se que o Centro de Saúde de S. João assiste uma população de cerca de 15 mil utentes, inseridos nas listas de 10 médicos. De acordo com responsáveis contactados pelo Médico de Família, é pouco provável, se não mesmo impossível, o encerramento da unidade, por todas as razões políticas, assistenciais e económicas. No memorandum enviado a Manuela Arcanjo, Sousa Pinto adianta algumas hipóteses de solução, que a seguir se transcrevem: Hipótese A Aguardar a actualização "A solução ideal é, obviamente, a de continuar a esperar a actualização anunciada do quantitativo do Despacho 3181 / 97, visto que um dos objectivos do Projecto Tubo de Ensaio é o de permitir analisar em pormenor o que se passa no regime da convenção e não há nenhum interesse em criar para este Projecto um ambiente de excepção. Porém, aguarda-se já há anos essa actualização e não parece que o actual ambiente de polémica em tormo deste assunto apresse a decisão. Se essa actualização não for despachada antes do fim do mês de Março, será necessário, antes dessa data, atribuir ao Projecto um subsídio extraordinário que lhe permita continuar à espera mais outro ano.

6 Número 8 6 Investigação Esse subsídio terá de ser suficiente para cobrir o déficit acumulado, isto é, cerca de 22 mil contos. Hipótese B Subsídios extraordinários "Mais barato e, certamente, tentador, seria atribuir subsídios extraordinários de cerca de contos mensais, para cobrir o déficit futuro. Tal solução criará um ambiente de incerteza e ansiedade no pessoal e será seguramente uma forma de destruir o ambiente de trabalho e a motivação do pessoal que é indispensável para conseguir ganhos de eficiência e produtividade. Seria, seguramente, a forma de conseguir instalar no Centro de Saúde de S. João o ambiente prevalecente noutros centros de saúde e baixar a sua produtividade para os mesmos níveis, o que aumentaria os custos e, a curto prazo, o déficit. Não nos parece uma solução aceitável, e apenas a poderíamos aceitar por poucos meses, e apenas para que ficassem demonstradas, para quem não quiser ver, as suas nefastas consequências aqui previstas". Hipótese C Reduzir as despesas "Menos realista e menos conveniente nos parece a tentativa de reduzir as despesas. (...) As contas "mostram uma estrutura de despesas que não permite reduções significativas sem alterações importantes da quantidade e qualidade dos serviços, isto é, sem reduzir os serviços, e a sua disponibilidade. Das despesas, 90,96% são com pessoal e, destas, 90,9% são os vencimentos dos médicos e do pessoal administrativo, insusceptíveis de redução, visto serem tabelados e constituírem direitos adquiridos. Uma redução das despesas correntes mesmo que fosse possível para metade, não atingiria mais de 400 contos mensais. A supressão dos serviços de enfermagem e dos serviços domiciliários atingiria 600 contos mensais, mas seria muito ressentida pelos utentes e reflectir-se-ia muito negativamente na qualidade dos serviços prestados. Seria, na verdade, uma outra forma de destruir este Projecto". Hipótese Alargar as listas de utentes "Igualmente irrealista e condenada ao fracasso seria a tentativa de esperar que o aumento das inscrições venha a cobrir o déficit. Seria necessário esperar mais inscrições o que ao actual ritmo de crescimento de cerca de 500 mensais demorará 9 a 10 meses, acumulando-se, nesse espaço de tempo, mais 15 mil contos de prejuízo que o Departamento de Clínica Geral não está em condições de suportar. E, para isso, seria necessário impor aos médicos listas de utentes sem qualquer compensação ou esperança dela, o que seria uma outra forma de destruir o ambiente de trabalho e de efectivamente destruir este Projecto. Recorda-se que os médicos têm o direito de regressar ao seu lugar de origem e não temos dúvidas de que o farão se as condições de remuneração se tomarem inferiores às que tinham nesses seus lugares. A opinião dos analistas Na opinião de analistas contactados pelo Médico de Família, caso a situação não seja resolvida rapidamente e o Departamento de Clínica Geral da FMUP decida denunciar o acordo, a ARS Norte assumirá o controlo do Centro, evitando as consequências negativas que um encerramento certamente traria. Se assim acontecer, o Tubo não será mais de Ensaio passando a funcionar de acordo Uma redução das despesas correntes mesmo que fosse possível para metade, não atingiria mais de 400 contos mensais. A supressão dos serviços de enfermagem e dos serviços domiciliários atingiria 600 contos mensais, mas seria muito ressentida pelos utentes e reflectir-se-ia muito negativamente na qualidade dos serviços prestados. Seria, na verdade, uma outra forma de destruir este Projecto" com o modelo adoptado para os restantes centros da Região. Os médicos seriam pagos pela ARS e o restante pessoal - com vínculo ao DCG - contratado ou dispensado de acordo com as necessidades detectadas. A ARS passaria a gastar, por utente, 1340 escudos, ascendendo a despesa mensal a cerca de vinte mil contos. Uma outra hipótese adiantada foi a do Ministério propor aos clínicos envolvidos a adesão ao Regime Remuneratório Experimental. Nesta hipótese, os médicos seriam pagos pela ARS, podendo o "Estamos a trabalhar para a saúde dos portugueses; sacrificamos muitas horas que deveriam ser de descanso, tentando encontrar modelos que permitam melhorar as condições de atendimento dos utentes. Não ganhamos mais um centavo por isso, pelo contrário. Um ano depois, com ordenados em atraso e o risco de chegar ao fim do mês e não receber nada, é natural que nos questionemos sobre se valeu mesmo a pena... DCG decidir pela manutenção do acordo (alterado) ou pelo abandono do projecto. Certo, certo, é o péssimo ambiente que se vive no Tubo, com médicos, enfermeiros e administrativos a deitarem contas à vida, confrontados com a iminente suspensão do pagamento dos salários... Que no caso dos médicos já estão em atraso. Certa, também, é a desilusão que nos confessaram: "estamos a trabalhar para a saúde dos portugueses; sacrificamos muitas horas que deveriam ser de descanso, tentando encontrar modelos que permitam melhorar a prática, as condições de atendimento dos utentes e trabalho dos profissionais; cumprimos todos os compromissos a que nos obrigámos quando assinámos o acordo. Não ganhamos mais um centavo por isso, pelo contrário. Um ano depois, com ordenados em atraso e o risco de chegar ao fim do mês e não receber nada, é natural que nos questionemos sobre se valeu mesmo a pena... Se vale a pena fazer alguma coisa quando o prémio por se fazer é o que recebemos". Miguel Múrias Mauritti

7 Número 8 8 Primeira página Pequitogate a história de um atentado A rapidez com que o leitor veio saber pormenores do título da primeira página, dá-me a certeza de que a história é importante e merece ser contada. É verdade! O Presidente da República, três Ministros da Administração Interna (o anterior ao ex, o ex e o actual) duas da Saúde (a ex e a reconduzida), um número indeterminado de Secretários de Estado da Saúde e de Deputados à Assembleia da República, o Procurador Geral da República, os dois Directores que a Polícia Judiciária teve desde 1997, coadjuvados por Inspectores, Graduados, Cabos e simples Agentes, o SIS (o número de colaboradores envolvido é secreto), alguns Bastonários da Ordem dos Advogados, da dos Médicos e o da Ordem dos Farmacêuticos, os Presidentes do INFARMED, da ANF e o da Apifarma, um número ainda não apurado de Directores Gerais de companhias Farmacêuticas e de Delegados de Informação Médica, alguns milhares de médicos (a fazer fé nas duas listas de alegados subornos, mais de cinco mil), enfermeiros, maqueiros e outro pessoal auxiliar, cidadãos anónimos de diferentes idades, sexos, filiações partidárias, graus académicos, credos e preferências sexuais, entre muitas outras pessoas, nacionais e estrangeiras, estão envolvidas no caso Pequito. Em maior ou menor grau, todas intervieram ou intervêm activamente, quase todas contra o ex-delegado de Informação Médica, que processou e foi processado pela Bayer Portugal

8 Número 8 9 Primeira página Alegadamente, algumas delas levaram o desagra do pela denúncia de ligações perigosas entre médicos e indústria farmacêutica a extremos de coacção: perseguiram-no de carro - e a Garcia Pereira, o abnegado causídico que o aceitou defender; ameaçaram-no na via pública e na da PT. No limite, houve mesmo quem alegadamente o tivesse agredido, por duas vezes, com uma arma branca, causandolhe ferimentos na cara, na parede torácica, no braço e flanco direitos com extensões até 15 centímetros e uma profundidade máxima de três milímetros, garantem os médicos que o assistiram e a polícia que o acompanhou. Depois de ter resistido três anos à tentação de abordar em letra de imprensa o muito mediático Bayergate, decidi quebrar o jejum e levar ao prelo, preto no branco, toda a História do Delegado cujo relato, iniciado pelo Diário de Notícias e pela SIC, em 4 de Setembro de 1997, não mais deixou de marcar presença nas primeiras páginas dos jornais e na abertura dos noticiários das TV`s. Mas contá-la toda, sem omitir os pormenores com que o principal actor, Alfredo Pequito, a enriquece quando a conta aos jornalistas e que estes invariavelmente omitem. A versão integral de uma entrevista a Pequito é no mínimo bombástica e todos os meus queridos camaradas de profissão que tiveram a felicidade de o contactar o sabem. Só que, divulgados por grosso, os horrores que se denunciam, pela sua dimensão obscena, ou lançariam no descrédito toda estrutura social ou levariam as almas menos crentes à tentação de não acreditar: a julgarem o texto fruto da mente alucinada de um redactor. O respeito que me merecem os leitores e a fé que deposito na sua capacidade crítica, obrigam-me a nada sonegar. Neste primeiro fascículo que entendi apodar de Pequitogate, divulgo alguns dados recolhidos de fontes que conheceram de perto o nosso herói e uma entrevista telefónica que este amavelmente concedeu ao nosso jornal e que foi gravada em simultâneo, garantiunos, pelos serviços da Procuradoria Geral da República, Polícia Judiciária, SIS e muito possivelmente por muitas outras pessoas ao serviço de outras tantas sinistras instituições. O percurso de um DIM Antes de ingressar na Bayer, em 1992, Alfredo Pequito passou por outros laboratórios. Entre 1986 e 1989 foi DIM da Schering-Plough, de onde se trasladou para a já extinta Farmofer, para a área hospitalar. A selecção de Alfredo para a casa da Aspirina esteve a cargo de Teixeira da Cruz, à altura director de marketing e vendas, hoje trabalhador independente, que acompanharia todo o seu percurso na companhia. Com Pequito, entraram nessa leva cerca de 40 novos DIM, no que constituiu a maior contratação que a Bayer efectuara até então. Contactado pelo Médico de Família, um antigo chefe de Alfredo Pequito explicou os critérios que conduziram à contratação: "era muita gente ao mesmo tempo e a selecção foi feita com menos segurança do que era habitual. O Pequito foi beneficiado pelo facto de ser filho de uma médica do Hospital de Santa Maria, professora catedrática e parente próximo dois outros clínicos". Deram-lhe carro e depois de uma estadia em Lisboa, enviaram-no para Évora a visitar médicos. Com o tempo, viria a constatar-se que Alfredo era senhor de um feitio especial: "era uma pessoa muito conflituosa, dada a provocar barulho. Quando se lhe metia uma ideia na cabeça ai de quem o contestasse". Os infractores, garante o ex-chefe, eram brindados com intenções de "porrada", que sempre procuravam evitar. Alegadamente, ele mesmo terá sido vítima de um desses avanços emotivos que quase sempre se antecediam com característicos "o que é queres, hamm!? O que é que foi, hamm!?" acompanhados de movimentos coordenados dos membros superiores e agressões a gravatas e colarinhos. "Não respeitava os chefes"... desabafou ao nosso jornal este ex-responsável. Ao feitio belicoso, juntava-se uma fraca produtividade: "chegava a passar um mês sem enviar para a sede os relatórios semanais de visita. E depois, havia relatórios de visitas falsas... Houve mesmo um médico de Elvas, da lista do Pequito, que me veio pedir informações, dizendo que não era visitado por ele". Os chefes directos de Pequito queixaram-se a Teixeira da Cruz, pedindo uma intervenção que este sempre recusou. E porquê? O exchefe e um ex-colega explicam: "é preciso perceber como é que naquele tempo as coisas funcionavam na Bayer. Era o Dr. Teixeira da Cruz quem seleccionava os delegados e por isso era-lhe difícil reconhecer que se tinha enganado a respeito de um. Era corrente ouvir o Dr. Teixeira da cruz dizer que os delegado eram bestiais "porque fui eu que os escolhi". Era assim...! Nunca quis dar o braço a torcer. Quando nos queixávamos, a sua resposta era sempre a mesma: vocês é que o acompanham por isso ensinem-no, expliquemlhe como é que as coisas são...ponham o gajo na ordem... E não saía disto. Houve mesmo o caso de um delegado, que toda a "(Jorge Sampaio) sabe que corro risco de vida. Deve estar à espera de receber em audiência a viúva" Alfredo Pequito, 24 Horas, 29/02/00 Maria de Belém telefonava para conversar comigo (...) era uma pessoa muito afável. Sabia de tudo mas tinhas as mãos atadas Alfredo Pequito, Médico de Família Pequito acusa Manuela Arcanjo de nada fazer, António Guterres de não o receber e Cunha Rodrigues de omissão. Alfredo Pequito, 24 Horas, 29/02/00 Pequito denuncia: Médicos prescrevem a troco de prendas da Bayer. DN, 4/9/97 Pressões e ameaças da Ordem dos Médicos. CM, 22/9/98 Pequito: "farmacêuticos ajudaram a Bayer a corromper médicos". Euronotícias, 5/11/99 Algumas acusações e denúncias de Pequito "Há uma recompensa de 500 mil contos para quem me matar" Alfredo Pequito, 24 Horas, 29/02/00 "(Jorge Sampaio) sabe que corro risco de vida. Deve estar à espera de receber em audiência a viúva" Ibidem DN (4/9/97) 1ª acusação - Médicos prescrevem a troco de prendas da Bayer. Público (18/9/97) - Denúncia: destruição de documentos por parte das multinacionais. Ministério Público não actua. Capital (16/10/97) - Denúncia: as farmácias também colaboram com a indústria, ao fornecerem aos DIM informações sobre venda de medicamentos prescritos pelos médicos. Independente (29/5/98) - Ameaça de morte e carro abalroado. Independente (21/8/98) - Denúncia: Inspecção Geral da Saúde não trabalha bem. Público (22/9/98) - "despedimento da Bayer foi injusto". DN (4/9/98) - "Estou a ser perseguido". Público (4/09/98) - Pequito acusa partidos políticos e deputados de silêncio ensurdecedor sobre o seu caso. CM (22/9/98) - Denuncia: pressões e ameaças da Ordem dos Médicos. Capital (25/11/98) - Denuncia pressões do Governo alemão sobre o Governo português. E diz: "a minha cabeça vale meio milhão de contos"; "as autoridades sabem quanto vale darem-me um tiro". DN (26/11/98) - "Estado tem dívida moral para comigo" 24H (1/2/99) - "Quem manda em Portugal? A Bayer ou o Estado português?" 24H (10/3/99 - Pequito acusa hospitais de Santa Maria, S. José, Santa Marta e Capuchos de realizarem ensaios clínicos com ciproxina, também em crianças. Euronotícias (16/6/99) - "Pequito vai requerer a abolição do segredo de justiça. A partir de então, pode ser que se saibam algumas coisas incómodas para muitos intervenientes no processo, ameaça" Euronotícias (9/7/99) - "Pequito volta ao ataque" - "o ex-delegado

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