Estratégia de Desenvolvimento Regional, Política Pública Negociada e Novas Institucionalidades.

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1 Seminário Internacional. Desarrollo Económico Territorial: nuevas praxis em América Latina y el el Caribe em el siglo XXI CEPAL/ILPES, Santiago de Chile, 19 al 21 de octubre de 2010 Estratégia de Desenvolvimento Regional, Política Pública Negociada e Novas Institucionalidades. Liana Carleial e Bruno Cruz DIRUR-IPEA (Brasil)

2 Estrutura Apresentação Parte I: Evolução dos PIB Regionais no Brasil Estrutura produtiva Lenta Convergência Tendências Recentes da Economia Brasileira Crescimento significativo do emprego formal Ampliação do mercado interno ( ampliaçao do crédito, bolsa-familia, transferência de rendas, aumento do valor real do salário mínimo) Recuperação do Investimento (Grandes Projetos, PAC 1 e Pac2). Ampliação da Rede de Universidades Federais Criação dos IFETS

3 O Brasil e as suas Macro Regiões Segundo o IBGE, em 2007, 45% do PIB foi gerado nos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro: é uma das mais importantes concentrações econômicas do mundo. O Brasil é uma federação que agrega 27 estados e 5564 municípios. O país tem 60 anos de políticas de desenvolvimento regional

4 ,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1 0 Participação do PIB regional no PIB Brasileiro Centro-oeste Norte Nordeste Sul Sudeste

5 Razão do PIB per capita das macrorregiões e o PIB per capita brasileiro ( ) 1,40 1,30 1,20 1,10 1,00 0, ,80 0,70 0,60 0,50 0,40 CO N NE S SE nte: IPEA a partir de dados do IBGE (2010).

6 Brasil - Participação do PIB Industrial e Agropecuário por Macrorregião 1970 e %PIB Industrial %PIB Agropecuário CO N NE S SE Fonte:IPEADATA

7 Sudeste perde participação no PIB industrial em favor das demais regiões. Centro-Oeste e Norte ampliam a participação no PIB agropecuário. NE perde e demais regiões perdem partticipação.

8 Evidencia da Reduzida Diversificação e Forte Concentração Regional da Produção Fonte: RAIS/MTE

9 Evidencia da Reduzida Diversificação e Forte Concentração Regional da Produção

10 A Estrutura Produtiva Brasileira

11 A Estrutura Produtiva Brasileira

12 Relação entre a taxa de crescimento anual do PIB ( ) e o PIB em 1995 por Unidade Federativa 8% 7% 6% TO MT 5% 4% 3% 2% RR AC AP MA RO RN SE MS PB PI AL PA GO ES AM PE CE SC BA PR RS MG RJ SP DF 1% 0% Fonte: IPEA a partir de dados do IBGE (2010). Nota: o eixo das abscissas está milhões de R$ e em escala logarítmica.

13 Relação entre a taxa de crescimento anual do PIB per capita ( ) e o PIB em 1995 por Unidade Federativa 6,0% TO 5,0% MT 4,0% 3,0% 2,0% 1,0% MA RO PB RN BA SE PI PA AL PE AC CE MS GO ES SC PR MG RJ AM RS RR SP 0,0% AP ,0% DF Fonte: IPEA a partir de dados do IBGE (2010).

14 Os Estados do Nordeste estão crescendo mais do que média nacional. O Nordeste passou de 42% para 47% entre 1995 e Contudo ao ritmo do período examinado, o PIB per capita do Nordeste só chegaria à marca de 75% do valor nacional ao redor do ano 2074.

15 Índice de Theil para o PIB dos estados e macrorregiões ( ) excluindo-se o Distrito Federal 0,40 0,35 0,30 0,25 0,20 0,15 0,10 0,05 0, Theil Theil entre regiões Theil intra regional Fonte: IPEA a partir de dados do IBGE (2010).

16 A partir de 1999, há uma reversão na queda do índice. A partir de 2003, a desigualdade medida pelo índice de Theil volta a cair, contudo a desigualdade intraregional aumenta.

17 Tendência Recentes da Economia Brasileira Crescimento Real dos rendimentos médios entre 2004 e Nordeste cresce acima da média, com uma taxa anual real de 5,2%

18 Taxa Anual de Crescimento do Rendimento Médio Regional( ) Brasil Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Fonte: IBGE/PNAD

19 Tendências Recentes: Criação de empregos Formais

20 Criação de Empregos Setores e Regiões Brasil - Setores da Atividade Econômica com Maior Participação Percentual na Variação do Emprego Formal entre 2003 e 2008 por Macro Região 40.0 (%) Brasil Sudeste Sul Nordeste Norte Centro-Oeste Fonte: MTE/RAIS Comercio Inds. Transf. Adm. Publica Constr. Ativ. Imob.

21 2,00 Coeficiente Locacional por Região Setores Selecionados 1,80 1,60 Aumento da part. Relativa da Adm. Publica Aumento da part. Relativa da 1,40 1,20 1,00 0,80 0,60 0,40 0,20 0, Sudeste Sul Nordeste Centro-Oeste Norte Inds. Transf. Comercio Construção Adm. Pública Agricultura

22 Tendência Recentes da Economia Brasileira Criação de empregos no NE e N ampliou a participação da Administração pública no total do emprego. Comércio e Construção

23 Tendência Recentes da Economia Brasileira Escolaridade e Emprego

24 TABELA 3.1 Média de anos de estudos de instrução formal, segundo categorias selecionadas Brasil e Grandes Regiões a 2008 Categorias anos ou mais Brasil 5,2 5,3 5,5 5,7 5,8 5,9 6,1 6,4 6,5 6,7 6,8 7,0 7,1 7,3 7,4 Norte 5,4 5,3 5,5 5,6 5,7 5,8 6,1 6,3 6,5 6,6 6,3 6,5 6,7 6,8 7,0 Nordeste 3,8 4,0 4,1 4,3 4,3 4,5 4,6 4,9 5,1 5,3 5,5 5,6 5,8 6,0 6,2 Sudeste 5,9 6,0 6,2 6,4 6,5 6,7 6,8 7,1 7,2 7,4 7,5 7,6 7,8 8,0 8,1 Sul 5,6 5,7 5,9 6,1 6,2 6,3 6,5 6,8 7,0 7,2 7,3 7,4 7,6 7,6 7,8 Centro-Oeste 5,4 5,5 5,7 5,8 6,0 6,2 6,2 6,5 6,8 6,9 7,1 7,2 7,4 7,5 7,7 Fonte: Microdados da Pnad (IBGE) Elaboração: IPEA/DISOC/NINSOC - Núcleo de Gestão de Informações Sociais Nota: 1 A Pnad não foi realizada em 1994 e Raça negra é composta de pretos e pardos 3 A partir de 2004 a Pnad passa a contemplar a população rural de Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará e Amapá

25 O Nordeste passa de 3,8 anos de estudos em média em 1992 para 6,8 anos de estudos em Ainda assim, este valor representa apenas 83% da média nacional.

26 Brasil População Ocupada - Distribuição por anos de estudos

27 Participação relativa percentual do emprego por grau de instrução e ano para a região Nordeste 2002 a 2009 Grau de instrução ANALFABETO 3,84 2,64 2,38 2,04 1,83 1,68 1,50 1,35 4.SER INCOMP 10,17 9,61 9,20 8,36 7,41 6,75 6,10 5,73 4.SER COMP 6,76 6,56 6,04 5,59 5,17 4,85 4,52 4,11 8.SER INCOMP 10,20 9,40 9,16 8,89 8,50 8,15 7,81 7,44 8.SER COMP 13,33 12,55 12,29 12,48 13,21 12,80 12,44 12,75 2.GR INCOMP 7,30 7,03 7,32 7,29 7,33 7,18 7,02 6,86 2.GR COMP 33,33 34,67 36,06 37,31 38,80 40,27 42,06 43,18 SUP. INCOMP 3,02 3,40 3,49 3,92 4,00 3,63 3,64 3,65 SUP. COMP 12,06 14,14 14,07 14,14 13,37 14,43 14,39 14,41 MESTRADO ,33 0,22 0,46 0,45 DOUTORADO ,04 0,05 0,06 0,07 Fonte: MTE / RAIS Relação Anual de Informações Sociais. OBS: Entre 2002 e 2005 não existiam as categorias MESTRADO e DOUTORADO.

28 Ampliação da participação de pessoas ocupadas com 2º. grau no Nordeste. Segue a tendência nacional.

29 Recuperação do investimento ( Grandes projetos, PAC 1 e 2, pré-sal)

30

31 Desembolso Anual do Sistema BNDES - R$ milhões região NORTE 1.954, , , , , ,50 NORDESTE 2.737, , , , , ,30 SUDESTE , , , , , ,40 SUL 8.682, , , , , ,10 CENTRO OESTE 5.160, , , , , ,10 TOTAL , , , , , ,40 Desembolso Anual do Sistema BNDES - % região NORTE 5% 3% 3% 5% 5% 8% NORDESTE 7% 8% 9% 8% 8% 16% SUDESTE 53% 61% 61% 58% 56% 53% SUL 22% 20% 19% 20% 19% 15% CENTRO OESTE 13% 7% 7% 9% 11% 8% TOTAL 100% 100% 100% 100% 100% 100% Fonte: BNDES

32

33 Tendências Recentes do Desenvolvimento Brasileiro

34 Ampliação da Rede de Universidades Federais e Criação dos IFETS (Instituições Federais de Educação Profissional e Tecnológica)

35 Ampliação do número de Universidade Federais

36 FONTE:

37 Tendências Recentes do Desenvolvimento Brasileiro Ampliação do mercado interno ( ampliaçao do crédito, bolsa-familia, transferência de rendas, aumento do valor real do salário mínimo) Crescimento significativo do emprego formal Ampliação da Rede de Universidades Federais Criação dos IFETS Maior liberdade para a definição de trajetórias para a construção do desenvolvimento Educação: desafio incontornável

38 Tendências Recentes do Desenvolvimento Brasileiro Recuperação do investimento ( Grandes projetos, PAC 1 e 2, pré-sal) Ampliação dos recursos para C&T Melhor distribuição de renda e redução da pobreza Estabilidade de preços

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