Relatório do Desenvolvimento Humano Sustentar o Progresso Humano: Reduzir as Vulnerabilidades e Reforçar a Resilência

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1 Relatório do Desenvolvimento Humano 2014 Sustentar o Progresso Humano: Reduzir as Vulnerabilidades e Reforçar a Resilência

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3 Relatório do Desenvolvimento Humano 2014 Sustentar o Progresso Humano: Reduzir as Vulnerabilidades e Reforçar a Resiliência Empoderando vidas. Fortalecendo nações Publicado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) Agradecimento: A tradução e a publicação da edição portuguesa do Relatório do Desenvolvimento Humano 2014 só foram possíveis graças ao apoio do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua

4 Relatórios do Desenvolvimento Humano Conceito e Medição do Desenvolvimento Humano 1991 Financiamento do Desenvolvimento Humano 1992 Dimensões Globais do Desenvolvimento Humano 1993 Participação das Pessoas 1994 Novas Dimensões da Segurança Humana 1995 Género e Desenvolvimento Humano 1996 Crescimento Económico e Desenvolvimento Humano 1997 Desenvolvimento Humano para Erradicar a Pobreza 1998 Padrões de Consumo para o Desenvolvimento Humano 1999 Globalização com Uma Face Humana 2000 Direitos Humanos e Desenvolvimento Humano 2001 Fazer as Novas Tecnologias Trabalhar para o Desenvolvimento Humano 2002 Aprofundar a Democracia num Mundo Fragmentado 2003 Objetivos de Desenvolvimento do Milénio: Um Pacto Entre Nações para Eliminar a Pobreza Humana 2004 Liberdade Cultural num Mundo Diversificado 2005 Cooperação Internacional numa Encruzilhada: Ajuda, Comércio e Segurança num Mundo Desigual 2006 A Água para lá da Escassez: Poder, Pobreza e a Crise Mundial da Água 2007/2008 Combater as Alterações Climáticas: Solidariedade Humana num Mundo Dividido 2009 Ultrapassar Barreiras: Mobilidade e Desenvolvimento Humanos 2010 A Verdadeira Riqueza das Nações: Vias para o Desenvolvimento Humano 2011 Sustentabilidade e Equidade: Um Futuro Melhor para Todos 2013 A Ascensão do Sul: Progresso Humano num Mundo Diversificado 2014 Sustentar o Progresso Humano: Reduzir as Vulnerabilidades e Reforçar a Resiliência Relatórios do Desenvolvimento Humano Regionais: Nas últimas duas décadas, foram produzidos RDH de âmbito regional sobre as principais regiões do mundo em desenvolvimento, com o apoio dos gabinetes regionais do PNUD. Com análises provocadoras e recomendações políticas claras, estes RDH regionais analisaram questões tão cruciais como o empoderamento político nos países árabes, a segurança alimentar em África, as alterações climáticas na Ásia, o tratamento das minorias étnicas na Europa Central e os desafios suscitados pela desigualdade e a segurança dos cidadãos na América Latina e nas Caraíbas. Relatórios de Desenvolvimento Humano Nacionais: Desde o lançamento do primeiro Relatório do Desenvolvimento Humano Nacional em 1992, foram produzidos RDH Nacionais em 140 países por equipas editoriais locais com o apoio do PNUD. Estes relatórios cerca de 700 até à data trazem uma perspetiva de desenvolvimento humano às preocupações das políticas nacionais através de consultas e investigação geridas localmente. Os RDH nacionais têm abordado muitas das questões fundamentais relacionadas com o desenvolvimento, desde as alterações climáticas ao emprego dos jovens, passando pelas desigualdades alimentadas por questões de género ou de etnia. Copyright 2014 do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento 1 UN Plaza, New York, NY 10017, USA Todos os direitos reservados. Nenhum excerto desta publicação poderá ser reproduzido, armazenado num sistema de recuperação ou transmitido sob qualquer forma ou por qualquer meio, nomeadamente, eletrónico, mecânico, de fotocópia, de gravação ou outro, sem prévia permissão ISBN eisbn Está disponível um registo de catálogo para este livro na Biblioteca Britânica e na Biblioteca do Congresso. Impresso nos Estados Unidos por PBM Graphics, RR Donnelley, com papel livre de cloro elementar certificado pelo Forest Stewardship Council. Impresso com tintas à base de óleos vegetais. [FSC LOGO WILL BE INSERTED HERE] Edição e produção: Communications Development Incorporated, Washington DC, EUA Design de informação e visualização de dados: Accurat s.r.l., Milão, Itália Para uma lista de erros e omissões detetados após a impressão, visite o nosso sítio Web em

5 Equipa do Relatório do Desenvolvimento Humano 2014 Diretor e autor principal Khalid Malik Diretora-Adjunta Eva Jespersen Investigação e estatística Maurice Kugler (Chefe de Investigação), Milorad Kovacevic (Chefe de Estatística), Subhra Bhattacharjee, Astra Bonini, Cecilia Calderon, Alan Fuchs, Amie Gaye, Sasa Lucic, Arthur Minsat, Shivani Nayyar, Pedro Martins, Tanni Mukhopadhyay e José Pineda Comunicações e produção William Orme (Chefe de Comunicações), Botagoz Abreyeva, Eleonore Fournier-Tombs, Anna Ortubia, Admir Jahic, Brigitte Stark-Merklein, Samantha Wauchope e Grace Sales Apoio aos Relatórios de Desenvolvimento Humano Nacionais Jon Hall (Head of Team), Christina Hackmann and Mary Ann Mwangi Áreas operacional e administrativa Sarantuya Mend (Diretora Operacional), Mamaye Gebretsadik e Fe Juarez-Shanahan v

6 Prefácio O Relatório do Desenvolvimento Humano de 2014 Sustentar o Progresso Humano: Reduzir as Vulnerabilidades e Reforçar a Resiliência debruça-se sobre dois conceitos interligados e extremamente importantes para a salvaguarda do progresso realizado em matéria de desenvolvimento humano. Desde a primeira publicação do Relatório do Desenvolvimento Humano (RDH) global pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), em 1990, é possível observar que a maioria dos países registou um desenvolvimento humano significativo. O Relatório do corrente ano mostra que as tendências gerais a nível mundial são positivas e que o progresso continua a ser uma realidade. Contudo, há vidas perdidas e meios de subsistência e desenvolvimento comprometidos por crises e catástrofes naturais ou de origem humana. Tais reveses não são, todavia, inevitáveis. Muito embora todas as sociedades sejam vulneráveis a riscos, algumas são muito menos penalizadas e recuperam com maior celeridade do que outras quando se veem confrontadas com a adversidade. O presente Relatório procura saber as razões dessa dicotomia e, pela primeira vez n um HDR global, contempla as questões da vulnerabilidade e da resiliência pelo prisma do desenvolvimento humano. Grande parte da atual investigação sobre vulnerabilidade tem em conta a exposição das pessoas a determinados riscos e, frequentemente, num setor específico. Este Relatório adota uma abordagem diferente e mais holística. Tem em consideração os fatores que comportam riscos para o desenvolvimento humano e, em seguida, analisa formas possíveis de reforçar a resiliência a um leque alargado de riscos emergentes. Esta abordagem é especialmente importante num mundo interligado como o nosso. Muito embora a globalização tenha sido benéfica para muitos, também deu azo a novas preocupações, manifestando-se por vezes como reações locais às repercussões de acontecimentos longínquos. Preparar os cidadãos para um futuro menos vulnerável significa reforçar a resiliência intrínseca de comunidades e de países. O presente Relatório lança as bases desse processo. Em consonância com o paradigma do desenvolvimento humano, o Relatório adota uma abordagem centrada nas pessoas, prestando especial atenção às disparidades existentes entre os países e no interior dos mesmos. Identifica os grupos de indivíduos estruturalmente vulneráveis, que são mais vulneráveis do que outros em razão da sua história ou da desigualdade de tratamento de que são alvo pelo resto da sociedade. Muitas vezes, estas vulnerabilidades não só passam por transformações sucessivas como persistem por longos períodos de tempo e podem estar associadas a determinados fatores, designadamente género, etnicidade, indigenismo ou localização geográfica, entre outros. Muitos dos grupos e indivíduos mais vulneráveis veem a sua capacidade de resposta aos contratempos reduzida por restrições várias e concomitantes. Por exemplo, os indivíduos que são pobres e pertencem simultaneamente a uma minoria, ou que são do sexo feminino e portadores de deficiência, enfrentam numerosas barreiras que podem reforçar-se mútua e negativamente. O Relatório analisa as mutações das vulnerabilidades ao longo da vida, adotando uma abordagem de ciclo de vida. Ao contrário de modelos mais estáticos, esta análise sugere que crianças, adolescentes e adultos enfrentam diferentes conjuntos de riscos que exigem respostas específicas. Algumas fases da vida são identificadas como especialmente importantes: por exemplo, os primeiros dias da vida de uma criança, a transição da escola para o trabalho ou do trabalho para a reforma. Os contratempos ocorridos nestes períodos podem ser especialmente difíceis de superar e ter repercussões de efeito prolongado. Com base na análise dos dados disponíveis, o presente Relatório formula uma série de recomendações importantes suscetíveis de criar um mundo capaz de enfrentar as vulnerabilidades e reforçar a resiliência a futuros choques. Apela ao acesso universal aos serviços sociais básicos, em especial saúde e educação, a uma proteção social mais forte, designadamente pensões e subsídios de desemprego, e a um compromisso com o pleno emprego que reconheça que o valor do emprego vai muito vi RELATÓRIO DO DESENVOLVIMENTO HUMANO 2014

7 além do rendimento que gera. Examina a importância de instituições equitativas e com capacidade de resposta e de uma maior coesão social que favoreça o reforço da resiliência ao nível das comunidades e a redução do potencial de eclosão de conflitos. O Relatório reconhece que, independentemente do grau de eficácia das políticas na redução de vulnerabilidades inerentes, as crises continuarão a ocorrer com consequências potencialmente devastadoras. É, pois, vital o reforço de capacidades de resposta e recuperação de catástrofes, que permita às comunidades fazer frente e recuperar de choques ou impactos. A nível mundial, reconhecendo que os riscos são, por natureza, transfronteiriços e requerem uma ação coletiva, o Relatório exorta a compromissos globais e a uma melhor governação internacional. Estas recomendações são importantes e oportunas. No momento em que os Estados Membros das Nações Unidas se preparam para concluir as negociações sobre a agenda do desenvolvimento pós 2015 e lançar um conjunto de objetivos de desenvolvimento sustentável, os dados recolhidos e analisados no presente Relatório, bem como a perspetiva do desenvolvimento humano que lhe serve de base, revelam-se particularmente valiosos. Por exemplo, a erradicação da pobreza será um objetivo central da nova agenda. No entanto, o Relatório defende que a precariedade dos progressos alcançados no domínio do desenvolvimento se mantém, se as pessoas continuarem em risco de regressar a uma situação de pobreza devido a fatores estruturais e vulnerabilidades persistentes. A erradicação da pobreza não passa apenas por chegar ao nível zero, mas também por o manter. Para realizar a visão do PNUD de ajudar os países a alcançar simultaneamente a erradicação da pobreza e a redução significativa de desigualdades e de exclusão, bem como de promover o desenvolvimento humano e sustentável, importa aprofundar os conceitos de vulnerabilidade e resiliência. A menos que e até que as vulnerabilidades sejam resolvidas com eficácia e todas as pessoas tenham a oportunidade de participar do progresso alcançado no desenvolvimento humano, os avanços conseguidos não serão nem equitativos nem sustentáveis. O presente Relatório visa ajudar os decisores e outros atores no domínio do desenvolvimento a preservar as conquistas em matéria de desenvolvimento através de políticas que reduzam as vulnerabilidades e reforcem a resiliência. Recomendo-o a todos os que aspiram a um progresso sustentado do desenvolvimento, em especial em benefícios das pessoas mais vulneráveis do mundo. Helen Clark Administradora do PNUD Prefácio vii

8 Agradecimentos O Relatório do Desenvolvimento Humano 2014 é o produto de um esforço coletivo do Gabinete do Relatório do Desenvolvimento Humano (GRDH) do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e de numerosos e eminentes consultores e colaboradores externos. No entanto, como em anteriores Relatórios, as conclusões, análises e recomendações políticas nele contidas vinculam exclusivamente os respetivos autores, não representando a posição oficial do PNUD e do seu Conselho Executivo. A Assembleia-Geral da ONU reconheceu oficialmente o Relatório do Desenvolvimento Humano como um exercício intelectual independente que se tornou um importante instrumento de sensibilização em matéria de desenvolvimento humano no mundo. 1 Congratulamo-nos por incluir neste Relatório contribuições especiais de Sua Excelência a Presidente da Libéria Ellen Johnson Sirleaf, Bill Gates, Stephen Hawking, James Heckman, Rajendra Pachauri, Juan Somavia, Joseph Stiglitz e M.S. Swaminathan. Estamos também muito gratos aos autores dos trabalhos encomendados para o presente Relatório 2014: Connie Bayudan; Des Gasper e Oscar Gomez; Andrew Fischer; Thomas Hale; Khalil Hamdani; Abby Hardgrove, Kirrilly Pells, Jo Boyden e Paul Dornan; Naila Kabeer; Inge Kaul; William Kinsey; Samir K.C., Wolfgang Lutz, Elke Loichinger, Raya Muttarak e Erich Striessnig; Rehman Sobhan; Adam Rose; Till von Wachter; Mary E. Young; e Ashgar Zaidi. Ao longo da elaboração do Relatório, o GRDH recebeu a contribuição e orientação valiosa do nosso distinto painel de consultores, que integra Hanan Ashrawi, Edward Ayensu, Cristovam Ricardo Cavalcanti Buarque, Michael Elliott, Patrick Guillaumont, Ricardo Hausmann, Nanna Hvidt, Rima Khalaf, Nora Lustig, Sir James Alexander Mirrlees, Thandika Mkandawire, José Antonio Ocampo, Rajendra Pachauri, Samir Radwan, Rizal Ramli, Gustav Ranis, Frances Stewart, Akihiko Tanaka, e Ruan Zongze. Gostaríamos também de agradecer ao painel responsável pelas estatísticas do GRDH, que proporcionou aconselhamento especializado sobre as escolhas de metodologias e de dados relacionadas com o cálculo dos Índices de Desenvolvimento Humano utilizados no presente Relatório: Jose Ramon Albert, Sir Anthony Atkinson, Birol Aydemir, Rachid Benmokhtar Benabdellah, Wasmalia Bivar, Grant Cameron, Nailin Feng, Enrico Giovannini, D.C.A. Gunawardena, Peter Harper, Yemi Kale, Hendrik van der Pol e Eduardo Sojo Garza-Aldape. Os Índices compostos do Relatório e outros recursos estatísticos assentam na experiência dos principais fornecedores internacionais de dados nas respetivas áreas de especialização, pelo que manifestamos a nossa gratidão pela sua contínua colaboração colegial com o GRDH. James Foster, Stephan Klasen e Conchita D Ambrosio contribuíram com revisões críticas dos índices compostos do Relatório. A fim de garantir a exatidão e a clareza, a análise estatística do Relatório beneficiou ainda de uma revisão externa das conclusões estatísticas por Sabina Alkire, Adriana Conconi, Maria Emma Santos, Kenneth Harttgen, Hiroaki Matsuura, Claudio Montenegro, Atika Pasha e Jackie Yiptong. As consultas realizadas em todo o mundo durante a elaboração do Relatório contaram com o generoso apoio de muitas instituições e indivíduos, demasiado numerosos para os enumerar aqui. Esses eventos tiveram lugar entre abril de 2012 e fevereiro de 2014 em Addis Abeba, Almaty, Bruxelas, Genebra, Islamabad, Manágua, Nova Iorque e Tóquio. 2 O apoio de instituições parceiras, incluindo os gabinetes nacionais e regionais do PNUD - enumerados em é reconhecido com enorme gratidão. A Conferência anual do GRDH sobre Medição do Progresso Humano permitiu-nos, igualmente, prosseguir um diálogo sistemático sobre os nossos índices e respetivo aperfeiçoamento com parceiros estratégicos governamentais, académicos e da sociedade civil. Muitos dos nossos colegas do PNUD em todo o mundo - na qualidade de membros do Grupo de Leitores e do Grupo Executivo do GRDH - deram importantes contributos para a elaboração e redação final do Relatório. viii RELATÓRIO DO DESENVOLVIMENTO HUMANO 2014

9 Gostaríamos, em especial, de agradecer a Adel Abdellatif, Pedro Conceição, Samuel Doe, George Ronald Gray Molina, Heraldo Muñoz, Selim Jehan, Natalia Linou, Abdoulaye Mar Dieye, Magdy Martinez-Soliman, Stan Nkwain, Thangaval Palanivel, Jordan Ryan, Turhan Saleh, Ben Slay, Mounir Tabet, Antonio Vigilante e Mourad Wahba. Os nossos colegas da Helpage, do Fundo das Nações Unidas para a Infância e da Organização Internacional do Trabalho contribuíram igualmente com observações e pontos de vista muito apreciados. Laurent Thomas e Neil Marsland, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, partilharam também generosamente o seu saber. Agradecimentos especiais aos Governos de França (AFD) e da Alemanha (BMZ) pelas suas contribuições financeiras para o Relatório, e ao Governo do Japão ( JICA) pelo seu apoio à Consulta Regional da Ásia Oriental. Estamos muito gratos à nossa equipa de revisores e consultores, composta por Akmal Abdurazakov, Melissa Mahoney, Agnes Zabsonre e Simona Zampino. Os nossos estagiários Caterina Alacevich, Ruijie Cheng, Bouba Housseini, Yoo Rim Lee, Élisée Miningou, Ji Yun Sul, Petros Tesfazion e Lin Yang são igualmente dignos de reconhecimento pelo seu contributo e dedicação. O Relatório beneficiou ainda dos muitos amigos do GRDH que não se pouparam a esforços para ajudar a reforçá-lo. Beneficiámos muito das leituras críticas do projeto de Relatório e inerentes contributos de ordem textual de James Heintz, Shiva Kumar, Peter Stalker e Frances Stewart. Estamos muito gratos a Amartya Sen e a Joseph Stiglitz pela revisão e pelas observações que formularam sobre o Relatório. Desejamos agradecer, em particular, o trabalho altamente profissional dos nossos editores da Communications Development Incorporated, liderados por Bruce Ross-Larson, bem como o de Joe Caponio, Christopher Trott e Elaine Wilson, e dos designers Federica Fragapane, Michele Graffieti e Gabriele Rossi, da Accurat Design. Estou sobretudo profundamente grato, como sempre, a Helen Clark, Administradora do PNUD, pela sua liderança e visão, e a toda a equipa do GRDH pela dedicação e empenho em produzir um Relatório que se bate pela causa do desenvolvimento humano. Khalid Malik Director Gabinete do Relatório do Desenvolvimento Humano Notas 1 Resolução 57/264 da AG da ONU, 30 de janeiro de Os agradecimentos e a relação dos participantes estão disponíveis em Agradecimentos ix

10 Índice Prefácio Agradecimentos iv vi Notas 137 Bibliografia 143 Síntese 1 CAPITULO 1 Vulnerabilidade e desenvolvimento humano 15 Uma perspetiva de desenvolvimento humano 17 Pessoas vulneráveis, mundo vulnerável 19 Escolhas e capacidades 23 Políticas e ação coletiva 25 CAPITULO 2 Estado do desenvolvimento humano 33 Progresso humano 33 Ameaças ao desenvolvimento humano 46 CAPITULO 3 Pessoas vulneráveis, mundo vulnerável 55 Capacidades relacionadas com a vida e vulnerabilidades do ciclo de vida - interdependentes e cumulativas 56 Vulnerabilidades estruturais 73 Violência de grupo e vidas inseguras 79 CAPITULO 4 Reforçar a resiliência: liberdades alargadas, escolhas protegidas 83 Aprovisionamento universal de serviços sociais básicos 85 Lidar com as vulnerabilidades no ciclo de vida a importância de uma intervenção oportuna 91 Promover o pleno emprego 94 Reforçar a proteção social 99 Abordar a inclusão na sociedade 104 Melhoria das capacidades com vista à preparação para as crises e à recuperação 109 CAPITULO 5 Aprofundar o progresso: bens globais e ação coletiva 113 Vulnerabilidades transnacionais e aspetos comuns 113 Colocar as pessoas em primeiro lugar num mundo globalizado 120 Medidas coletivas em prol de um mundo mais seguro 132 ANEXO ESTATÍSTICO Guia do leitor 160 Classificação do IDH de Tabelas estatísticas 1. Índice de Desenvolvimento Humano e seus componentes Tendências dos Indicadores do Desenvolvimento Humano, Índice de Desenvolvimento Humano Ajustado à Desigualdade Índice de Desigualdade de Género Índice de Desenvolvimento Humano por Género Índice de Pobreza Multidimensional 186 6A. Índice de Pobreza Multidimensional - alterações ao longo do tempo em alguns países selecionados (países selecionados) Saúde infantil e juvenil Saúde dos adultos e despesas de saúde Educação Controlo e afetação dos recursos Competências sociais Insegurança pessoal Integração internacional Ambiente Tendências populacionais Indicadores suplementarem: perceções de bem-estar 226 Regiões 230 Referências estatísticas 231 CONTRIBUIÇÃO ESPECIAL Medição do progresso humano Bill Gates 47 Responder ao «Desafio Fome Zero» Professor M.S. Swaminathan 49 Combater as alterações climáticas Rajendra Pachauri 52 Desenvolvimento humano e desenvolvimento na primeira infância James Heckman 58 Valorizar a dignidade do trabalho Dr. Juan Somavia 7 Deficiência e vulnerabilidade Stephen Hawking 77 Aprofundar a nossa reflexão sobre vulnerabilidade 84 CAIXAS 1.1 Rumo à resiliência humana: conceitos e definições Choques e ameaças ao desenvolvimento humano Medição da vulnerabilidade Observação sobre o rendimento disponível Macroeconomia e austeridade Diferenças significativas: mais 30 milhões de palavras Somália: conflito e exclusão dos jovens 65 x RELATÓRIO DO DESENVOLVIMENTO HUMANO 2014

11 3.3 Violência contra as mulheres Resiliência às catástrofes a experiência do Japão Políticas macroeconómicas em prol do pleno emprego Sucessos das políticas na Ásia Oriental Reduzir a vulnerabilidade através de instituições com capacidade de resposta Cadeias de valor mundiais prós e contras Migração internacional Entraves sistémicos à ação coletiva Impasse na governação mundial em matéria de segurança Pode a doutrina da responsabilidade de proteger ser alargada? Quem é vulnerável às alterações climáticas? Quatro agendas essenciais a nível mundial 130 FIGURAS 1.1 Quem é vulnerável a quê e porquê Políticas de redução da vulnerabilidade e reforço da resiliência Apesar das melhorias registadas em matéria de IDH em todas as regiões, começam a surgir sinais de abrandamento Os quatro grupos de desenvolvimento humano experimentaram um abrandamento no crescimento do IDH Progresso para a integração nos grupos de desenvolvimento humano mais elevado desde A perda média devido à desigualdade no Índice de Desenvolvimento Humano registou um decréscimo na maioria das regiões A situação e o desempenho económicos de um país podem parecer menos relevantes quando ajustada à distribuição de rendimento Nos países que registam uma desigualdade elevada ou crescente, a taxa de crescimento do consumo para os 40 por cento da população que vive em situação de maior pobreza tem sido mais lenta do que para o conjunto da população Apesar de muitos países registarem um decréscimo da pobreza multidimensional e da pobreza de rendimentos no período , o ritmo do progresso é muito variável A pegada ecológica do consumo mundial é atualmente superior à biocapacidade total Desde a liberalização dos fluxos de capital e de uma maior integração financeira na década de 1980, a incidência de crises bancárias regista um forte aumento Os preços dos produtos alimentares têm oscilado consideravelmente e de forma inesperada desde Entre 1901 e 1910, registaram-se 82 catástrofes naturais; entre 2003 e 2012 registaram-se mais de Os conflitos armados internos e não-estatais representam a grande maioria dos conflitos em todo o mundo Quando os investimentos nas capacidades relacionadas com a vida ocorrem precocemente, as perspetivas futuras são favorecidas As regiões com as mais elevadas percentagens de crianças com idade inferior a 5 anos entre a população mundial são a África Subsariana, os Estados Árabes e a Ásia do Sul As competências cognitivas, sociais, emocionais e verbais são interdependentes, pois todas são moldadas por experiências numa fase precoce da vida e todas contribuem para a formação de capacidades para o resto da vida Aos 6 anos de idade, as crianças pobres já se encontram em situação de desvantagem em termos de aquisição de vocabulário, como o demonstra o caso do Equador A introdução de políticas de educação acelerada e um crescimento económico acelerado colmatariam o fosso entre a oferta e a procura de jovens trabalhadores na Ásia do Sul e reduzi-lo-iam na África Subsariana entre 2010 e Na América Latina e Caraíbas, as taxas de homicídio entre a população masculina tendem a concentrar se na faixa etária dos anos, enquanto as taxas respeitantes à população feminina, muito inferiores, praticamente não variam ao longo do ciclo de vida Na maioria dos países com dados disponíveis, o emprego atípico aumentou entre 2007 e 2010, enquanto o emprego total diminuiu Prevê se que, até 2050, a percentagem de pessoas com idade igual ou superior a 60 anos entre a população mundial duplicará para 15,5%, devendo o maior aumento registar se na Ásia Oriental e Pacífico Nos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico, a taxa de pobreza tende a ser mais elevada entre os idosos do que entre a população em geral, e também mais elevada entre as mulheres idosas do que entre os homens idosos Cerca de 1,2 mil milhões de pessoas vivem com menos de 1,25 dólares americanos por dia, e 1,5 mil milhões vivem em situação de pobreza multidimensional Vários países possuem legislação discriminatória das mulheres em matéria de família, atividades económicas, violência e outros aspetos Em 2011, os índices de pobreza entre as famílias Roma eram muito superiores aos registados entre as famílias não Roma Vários países começaram a adotar medidas no domínio da segurança social quando o seu PIB per capita era inferior ao PIB atual da maioria dos países da Ásia do Sul Evolução da cobertura da proteção na saúde em percentagem da população total em países selecionados As despesas com a saúde, a educação e a segurança social que aumentam ao longo do ciclo de vida não promovem nem apoiam o desenvolvimento de capacidades durante os primeiros anos de vida, que são cruciais Investimento na primeira infância: o exemplo sueco O grau e a qualidade das interações com os pais e os cuidadores estão correlacionados com o comportamento futuro da criança, as suas capacidades cognitivas e o seu desenvolvimento emocional Após a crise económica mundial de 2008, as taxas de desemprego eram mais baixas nos países nórdicos do que no resto da Europa As sociedades coesas têm tendencialmente um melhor desempenho do que as sociedades menos coesas Há um desfasamento entre os mecanismos de governação mundiais e os desafios globais O aumento dos fluxos líquidos de capitais privados com destino aos países em desenvolvimento em deixou muitas economias e populações em situação de vulnerabilidade Nos últimos anos, os países de todas as regiões tornaram-se mais dependentes das importações e exportações 126 MAPA 3.1 Prevê se que a percentagem de jovens entre a população total diminuirá na maioria das regiões entre 2010 e TABELAS 2.1 Índice de Desenvolvimento Humano e seus componentes, 2010 e Diferenças positivas mais acentuadas entre a classificação por Rendimento Nacional Bruto per capita e a classificação por Índice de Desenvolvimento Humano por grupo de Desenvolvimento Humano de Países com uma desigualdade de rendimento por região ascendente ou descendente, Emprego vulnerável e trabalhadores pobres, 2010 e Pobreza de rendimentos e pobreza multidimensional, por região 73 Índice xi

12 O progresso humano não é, nem automático, inevevitável... Martin Luther King, Jr.

13 Síntese O clássico Um Conto de Duas Cidades de Charles Dickens explora os múltiplos contrastes a melhor de todas as épocas, a pior de todas as épocas das cidades de Paris e Londres no século XVIII. Apesar de muito distinto, o mundo contemporâneo apresenta contrastes semelhantes uns agudos, outros porventura mais complexos. Como os sucessivos Relatórios do Desenvolvimento Humano têm demonstrado, regista se uma melhoria constante no plano do desenvolvimento humano para a maioria das pessoas na maioria dos países. Os avanços na tecnologia, educação e rendimentos constituem uma promessa sempre crescente de uma vida mais longa, mais saudável e mais segura. 1 No cômputo geral, a globalização propiciou grandes progressos no desenvolvimento humano, sobretudo em muitos países do Sul. No entanto, também se vive hoje, em todo o mundo, um sentimento generalizado de precariedade - no que respeita aos meios de subsistência, à segurança pessoal, ao ambiente e à política mundial. 2 As grandes conquistas em aspetos cruciais do desenvolvimento humano, como a saúde e a nutrição, rapidamente podem ser postas em causa por uma catástrofe natural ou uma grave crise económica. Os roubos e agressões podem deixar as pessoas debilitadas, física e psicologicamente. A corrupção e instituições públicas sem capacidade de resposta podem privar aqueles que carecem de ajuda, dos necessários recursos. As ameaças de índole política, as tensões entre comunidades, os conflitos violentos, a negligência perante a saúde pública, os danos ambientais, a criminalidade e a discriminação constituem, todos eles, fatores de agravamento da vulnerabilidade dos indivíduos e das comunidades. Conseguir um progresso real em matéria de desenvolvimento humano não passa, assim, unicamente por ampliar o leque de opções de escolha determinantes das pessoas e a sua capacidade de acederem à educação e à saúde e de desfrutarem de um nível de vida razoável e de uma sensação de segurança. Depende também do grau de solidez dessas conquistas e da existência de condições suficientes para um desenvolvimento humano sustentado. Um balanço dos progressos em matéria de desenvolvimento humano que não inclua a abordagem e avaliação da vulnerabilidade estará sempre incompleto. O conceito de vulnerabilidade é tradicionalmente utilizado para descrever a exposição ao risco e a gestão de risco, incluindo a prevenção de choques e a diversificação de ativos e fontes de receita. 3 No presente Relatório faz-se uso de uma abordagem mais ampla, que realça a correlação estreita que existe entre a redução da vulnerabilidade e a o progresso no domínio do desenvolvimento humano. Introduzimos o conceito de vulnerabilidade humana para descrever situações de deterioração das capacidades e possibilidades de escolha dos indivíduos. Examinando a vulnerabilidade por um prisma de desenvolvimento humano, chama-se a atenção para o risco de deterioração futura das circunstâncias e das conquistas individuais, comunitárias e nacionais, e propomos políticas e outras medidas tendentes a prevenir ameaças e a reforçar o processo de desenvolvimento humano. Colocamos especial ênfase nos fatores sistémicos e persistentes de vulnerabilidade e questionamos os motivos que levam a que alguns indivíduos superem melhor do que outros a adversidade. Por exemplo, em quase toda a parte, as mulheres são mais vulneráveis do que os homens à insegurança pessoal. Indagamos também as causas estruturais que tornam algumas pessoas mais vulneráveis do que outras. As pessoas experimentam graus variáveis de insegurança e diferentes tipos de vulnerabilidade em diferentes fases do ciclo de vida. Visto que as crianças, os adolescentes e os idosos são intrinsecamente vulneráveis, questionamos os tipos de investimentos e intervenções que podem reduzir a vulnerabilidade própria dos períodos sensíveis de transição do ciclo de vida. O presente Relatório advoga a ideia de que um desenvolvimento sustentado das capacidades dos indivíduos e das sociedades é necessário à redução das vulnerabilidades persistentes - muitas das quais são estruturais ou estão ligadas ao ciclo de vida. O progresso tem de consistir na promoção de um desenvolvimento humano resiliente. Embora o significado de resiliência seja muito controvertido, pomos a ênfase na resiliência humana - em assegurar que as pessoas façam escolhas sólidas, Síntese 1

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