REVOLTAS EMANCIPACIONISTAS (CONJURAÇÃO BAIANA E INCONFIDÊNCIA MINEIRA)

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1 REVOLTAS EMANCIPACIONISTAS (CONJURAÇÃO BAIANA E INCONFIDÊNCIA MINEIRA) PERÍODO JOANINO ( ) PROF. JOÃO GABRIEL DA FONSECA

2 Voltaire Rousseau Declaração de Independência dos EUA 1. Inconfidência Mineira (1789) Atrás de portas fechadas. À luz de velas acesas. Entre sigilo e espionagem Acontece a Inconfidência. Cecília Meireles Influências externas mais significativas: * A difusão do movimento liberal iluminista e Independência dos EUA.

3 > Principais fatores internos: * A decadência da atividade mineradora e a consequente ameaça da derrama. Antiga casa de fundição e Intendência das Minas, em Diamantina. PROF. JOÃO GABRIEL DA FONSECA

4 > Liderança: A elite econômica e cultural das Minas Gerais, temerosa por seu patrimônio diante da derrama, encontrou no rompimento com Portugal a solução mais segura. Tomás Antônio Gonzaga Cláudio Manuel da Costa Alferes Joaquim José da silva Xavier Ten.Cel. Paula Freire em reunião com os inconfidentes, 26/12/1788

5 > Objetivos: Além da emancipação política, pretendiam criar manufaturas e uma universidade em São João Del Rei. A maioria, no entanto, posicionouse contra a abolição da escravidão. Universidade de Coimbra São João Del Rei

6 > A conspiração Casa de Cláudio Manuel da Costa

7 Casa do Padre Oliveira Rolim, em Diamantina Casa de Padre Carlos Correia de Toledo, em Tiradentes

8 > A denúncia e a devassa Luís Antônio Furtado de Mendonça O Fanfarrão Menésio Joaquim Silvério dos Reis D. Maria I, a rainha louca PROF. JOÃO GABRIEL DA FONSECA

9 Casa dos Contos, cativeiro do poeta Cláudio Manuel da Costa > Após três longos anos, houve 11 condenações à morte na forca. No entanto, D. Maria I reverteu a pena de 10 dos condenados ao degredo perpétuo na África. PROF. JOÃO GABRIEL DA FONSECA

10 Tiradentes, instantes antes da execução. No final, apenas Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, foi executado, tornando-se, posteriormente, mártir do movimento. Apesar do fracasso, a Inconfidência Mineira passou para a história como a mais expressiva revolta anticolonial.

11 Conjuração Baiana ou dos Alfaiates (1798)

12 1. Fatores externos: Influência do Iluminismo, da Revolução Francesa e da Independência do Haiti. Jean Jaques Deslines Jean Jacques Rousseau

13 Animai-vos, povo bahiense, pois está para chegar o dia feliz da nossa liberdade. O dia em que seremos todos irmãos. O dia em que seremos todos iguais. (Trecho de um dos panfletos que os Cavaleiros da Luz espalhavam pelas ruas de Salvador à época da Conjuração Baiana.)

14 2. Fatores internos: Decadência econômica (crise de abastecimento), baixos salários e opressão fiscal. Soldados mulatos Negras forras

15 3. Liderança: Artesãos (alfaiates e sapateiros), soldados, negros forros e alguns membros das camadas intermediárias da sociedade ligados à Maçonaria. Ritual de iniciação maçônica

16 4. Objetivos: Além da emancipação política, pretendiam implantar uma república democrática, aumentar salários, abolir a escravidão e promover a igualdade social e racial. Mercado de escravos, em Salvador. Obra de Debret

17 5. A atuação da Sociedade Secreta Cavaleiros da Luz: Responsável pela organização do movimento e pela panfletagem pelas ruas de Salvador. Cipriano Barata

18 6. As denúncias, a devassa, as sentenças e execuções: O governo ofereceu recompensas e favores aos delatores; Foram abertos mais de 30 processos e, ao final, houve 4 execuções à forca: os soldados Lucas Dantas e Luís Gonzaga das Virgens e os alfaiates João de Deus Nascimento e Manuel Faustino. Praça da Piedade. Local de execução dos conjurados baianos

19 7. Analogia entre as Conjurações Mineira e Baiana Conjuração Mineira (1789) Baiana (1798) Principais influências externas Iluminismo e Independência dos EUA Fatores internos Crise da mineração / Ameaça da derrama Iluminismo, Independência do Haiti e Revolução Francesa Decadência econômica Liderança Elitizada Popular Objetivos Emancipação e desenvolvimento da capitania/moderada Emancipação e garantia de liberdade e igualdade social / Radical

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