O PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA DO BRASIL COLÉGIO PEDRO II PROFESSOR: ERIC ASSIS

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1 O PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA DO BRASIL COLÉGIO PEDRO II PROFESSOR: ERIC ASSIS

2 O 7 DE SETEMBRO: A INDEPENDÊNCIA FOI SOMENTE O GRITO DO IPIRANGA?

3 OS SIGNIFICADOS DA INDEPENDÊNCIA Emancipação ou libertação de Portugal. Conquistar a autonomia política e econômica

4 A VINDA DA CORTE JÁ HAVIA CONQUISTADO AUTONOMIA POLÍTICA E ECONÔMICA COMO? 1- A abertura dos Portos (1808) e os Tratados de Comércio e Amizade com a Inglaterra (1810) Eliminado o Pacto Colonial 2- A inversão metropolitana: Rio de Janeiro se tornou a sede da Monarquia Portuguesa e o centro do Império Ultramarino Português 3- A elevação do Brasil a Reino Unido em 1816.

5 3 FATORES QUE EXPLICAM A NOSSA INDEPENDÊNCIA: I- As disputas políticas e sociais geradas com a presença da Corte no Brasil (conflitos no Brasil e em Portugal) II- O contexto internacional do século XIX: independências na América e ideias liberais. III- A revolução liberal em Portugal

6 I-A CORTE PORTUGUESA NO RIO DE JANEIRO: TENSÕES POLÍTICAS E SOCIAIS NO BRASIL Disputa entre as elites: quem se beneficiaria com as políticas de D. João? Insatisfações sociais: a carga de impostos. Insatisfações regionais: a Revolução Pernambucana de 1817.

7 REVOLUÇÃO PERNAMBUCANA DE 1817 Contexto - Decadência econômica do Nordeste; - Seca de 1816; Forças militares - convocação de tropas portuguesas para guarnecer as principais cidades; - Organizou o exército reservando os melhores postos para a nobreza lusa; Impostos - Aumentava consideravelmente; Desigualdade regional - Não havia forte ligação com o Rio de Janeiro; - Privilégios dos portugueses no comércio; - Sentimento antilusitano era forte entre as camadas da população;

8 A REVOLUÇÃO PERNAMBUCANA DE 1817 Composição social Camadas populares - artesãos, trabalhadores, negros - defesa da ideia de igualdade; Elite - proprietários, comerciantes, sacerdotes, militares, juízes; - acabar com a centralização imposta por Portugal Extensão - Recife, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Processo -Governo provisório, igualdade de direitos e a tolerância religiosa Término - Desentendimentos prejudicaram o movimento; - Repressão portuguesa;

9

10 I-A CORTE PORTUGUESA NO RIO DE JANEIRO: TENSÕES POLÍTICAS E SOCIAIS EM PORTUGAL Insatisfação com a crise econômica (perdido privilégios comerciais com o Brasil) Insatisfação política: com a permanência de D. João VI no Brasil e pelo governo de William Carr Beresford

11 II- CONTEXTO INTERNACIONAL DO SÉCULO XIX: AS INDEPENDÊNCIAS NA AMÉRICA As Colônias Inglesas (Estados Unidos) se tornaram independentes em Durante a Revolução Francesa, o Haiti começou a lutar por sua independência: se tornou a primeira República comandada por negros nas Américas. No século XVIII várias revoltas indígenas tomaram conta da colônia espanhola na América: revolta de Tupac Amaru. Toussant Louverturie Uma das lideranças da independência do Haiti. Túpac Amaru Líder de uma revolta indígena no Peru

12 II- CONTEXTO INTERNACIONAL DO SÉCULO XIX: AS INDEPENDÊNCIAS NA AMÉRICA Napoleão capturou o rei da Espanha: Fernando VII. José Bonaparte governou a Espanha e suas colônias. Os colonos criaram as Juntas de Gobierno, conquistando autonomia administrativa e política. Após a derrota de Napoleão, Fernando VII voltou ao poder, revogando as medidas de autonomia. Iniciou-se as lutas pela independência em toda a América Espanhola. Simón Bolívar Juana Azurduy San Martín Bernardo O Higgins

13 Copiando o modelo político dos Estados Unidos, todos os países da América Espanhola se tornaram Repúblicas.

14 II- CONTEXTO INTERNACIONAL DO SÉCULO XIX PÓS-CONGRESSO DE VIENA O embate entre a volta do Absolutismo e a defesa das ideias liberais. Que ideias liberias? - Liberdade de comércio; - Criar leis e Constituições; - Eleger os governantes; Revoluções liberais

15 III- A REVOLUÇÃO LIBERAL DO PORTO 1820

16 II- A REVOLUÇÃO LIBERAL DO PORTO 1820 Fatores: - Crise social - Crise política

17 AÇÕES DOS REVOLUCIONÁRIOS Criaram um Governo Provisório em Portugal Decretaram as eleições para a realização de uma Assembleia Constituinte com os representantes de todas as províncias do Império. Reivindicavam o retorno de D. João VI e da Corte Portuguesa a Lisboa. Demandavam o fim da influência inglesa no comércio português.

18 O IMPACTO DAS CORTES DE LISBOA NO BRASIL APOIAR UM GOVERNO DE D.JOÃO VI A PARTIR DO BRASIL RJ/SP/MG DILEMA ADERIR ÀS CORTES DE LISBOA E SUAS MEDIDAS LIBERIAS PA/BA/PE

19 PRESSÕES POPULARES PELA ADESÃO AS CORTES Ruas do Recife, Belém e Rio de Janeiro. As eleições para deputados nas províncias do Brasil para compor as Cortes. O juramento de D. João VI à futura Constituição de Portugal A criação de uma Regência no Brasil governada por D. Pedro

20 AS DECISÕES DAS CORTES DE LISBOA 1- Decretam Juntas de Governo provisório em todas as províncias do Império. 2- Propõem uma revisão da relação entre Portugal e Brasil 3- Exigem o retorno de D. Pedro a Portugal

21 9 DE JANEIRO DE 1822: DIA DO FICO

22 A NEGOCIAÇÃO COM AS ELITES D. Pedro teve de buscar apoio político para convencer as elites sobre o projeto político que representava. José Bonifácio de Andrade e Silva Patriarca da Independência

23 MEDIDAS DE D. PEDRO QUE CONFIRMARAM A INDEPENDÊNCIA: 3 de junho de 1822: convocação das eleições provinciais para compor uma Assembleia Constituinte para o Brasil. 1º de agosto de 1822: declara as tropas portuguesas no Brasil como inimigas. 7 de setembro de 1822: Proclama a Independência.

24 GUERRAS DE INDEPENDÊNCIA Maranhão, Ceará, Piauí, Pará, parte da Bahia e na Província Cisplatina. Essas regiões só aceitam a independência em Maria Quitéria: lutou pelas tropas da Independência na Bahia. Foi a primeira mulher a ser incorporada no exército.

25 O BRASIL SE TORNA... UMA MONARQUIA O Império do Brasil

26 APESAR DE TODA A DIVERGÊNCIAS, AS ELITES PRIORIZAVAM: A manutenção do território; A manutenção da escravidão

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