Revoltas provinciais no período Regencial Brasil século XIX. Colégio Ser! História 8º ano Profª Marilia Coltri

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1 Revoltas provinciais no período Regencial Brasil século XIX Colégio Ser! História 8º ano Profª Marilia Coltri

2 Revoltas provinciais do período regencial Devido a excessiva centralização do poder político na corte brasileira, o período regencial foi marcado por grandes conturbações nas províncias. O descontentamento das elites, pela falta de autonomia política acabou atraindo outros setores sociais, tais como: pequenos comerciantes, profissionais liberais e a classe mais baixa ( escravos, sertanejos, etc).

3 Revoltas provinciais do período regencial O agravamento da crise econômica (crise do mercado exportador falta de um produto) e os altos gastos da corte do RJ, levou o Brasil a um déficit comercial externo e um endividamento com outras nações (Inglaterra). Para cobrir as despesas, o governo central recorria às províncias mais distantes, por exemplo: Maranhão e Bahia.

4 Cabanagem ( ) - Pará Introdução A Cabanagem foi uma revolta popular que aconteceu entre os anos de 1835 e 1840 na província do Grão-Pará (região norte do Brasil, atual estado do Pará). Recebeu este nome, pois grande parte dos revoltosos era formada por pessoas pobres que moravam em cabanas nas beiras dos rios da região. Estas pessoas eram chamadas de cabanos.

5 Cabanagem ( ) - Pará Os cabanos queriam sair da situação de miséria em que viviam. Para isso, tinham que lutar contra os responsáveis pela exploração social e pelas injustiças (a elite portuguesa). Ressentimentos por parte da elite local do Grão-Pará levaram a conflitos que receberam a adesão dos cabanos. Os rebeldes tomaram o quartel de Belém (a revolta já tomava o interior).

6 Cabanagem ( ) - Pará Com o envio das forças imperiais, Belém foi retomada, embora os líderes continuavam lutando no interior da província, apoiados pela população rural. Numa segunda invasão do revoltosos, Belém (capital), foi declarada independente.

7 Cabanagem ( ) - Pará A reação imperial ocorreu em 1936, quando a Marinha Imperial cercou o porto de Belém, reprimindo o movimento. Boa parte dos líderes foi presa e/ou executada e até 1840, todos os revoltosos foram exterminados.

8 Balaiada ( ) Maranhão Maranhão pouca relação com a capital RJ. Disputa entre democratas radicais X grandes proprietários levou a agitações em São Luís MA. Revolta recebeu adesão de setores pobres da população, radicalizando contra os grandes proprietários.

9 Balaiada ( ) Maranhão Devido a radicalização (abolição da escravidão), os Democratas radicais saem do movimento que é assumido pelo fabricante de balaio Manuel Francisco dos Anjos Ferreira, com vários levantes na capital e interior. Período conturbado com fuga de escravos quilombos.

10 Balaiada ( ) Maranhão Com o envio de forças do RJ, comandadas pelo coronel Luís Alves de Lima e Silva, a revolta foi sufocada.

11 Balaiada ( ) Maranhão

12 Sabinada ( ) - Bahia Revoltas e movimentos antilusitanos no Recôncavo Bahiano. Grande insatisfação da província em relação a administração do sudeste, pela monarquia centralizadora. Membros das classes urbanas, liderados por Francisco Sabino Vieira, declaram a fundação da República Bahiana rompendo com o RJ.

13 Sabinada ( ) - Bahia O movimento toma a capital Salvador. A reação do RJ sufocou o movimento tendo seus líderes presos e julgados; com alguns mortos ou exilados, como foi o caso de Sabino Vieira.

14 Farroupilha ( ) Rio G. do Sul A província do RS (possível influência Cisplatina), mantinha ideias separatistas. Destaque econômico da província do RS, pelo comércio de animais (gado dos pampas), couro e charque (carne salgada) charque brasileiro concorria com o charque argentino.

15 Farroupilha ( ) Rio G. do Sul Os estancieiros (fazendeiros) pediram uma taxação do produto estrangeiro/argentino como medida protecionista ao produto nacional. A recusa do governo pela taxação foi o estopim do movimento separatista da elite sulista.

16 Farroupilha ( ) Rio G. do Sul Grandes proprietários, militares e comerciantes iniciaram a revolução e tomaram a capital. Bento Gonçalves destacou-se como líder, que destitui o governo provincial na capital Porto Alegre e declara independência do RS.

17 Farroupilha ( ) Rio G. do Sul Os estancieiros controlavam as milícias provinciais. A repressão ao movimento, que durou muitos anos, veio com o envio de mercenários ao RS. No entanto, somente foi sufocada no governo de Pedro II, quando o barão de Caxias comandou 11 mil homens, vencendo a Revolução Farroupilha.

18 Revoltas Regenciais

19 FIM PROFª MARILIA COLTRI

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