1. DISTINÇÃO: DEFESA PRÉVIA, DEFESA PRELIMINAR E RESPOSTA À ACUSAÇÃO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "1. DISTINÇÃO: DEFESA PRÉVIA, DEFESA PRELIMINAR E RESPOSTA À ACUSAÇÃO"

Transcrição

1 1. DISTINÇÃO: DEFESA PRÉVIA, DEFESA PRELIMINAR E RESPOSTA À ACUSAÇÃO Para a correta identificação da peça adequada ao problema proposto, é fundamental ter em mente as seguintes fases: PRÉ-PROCESSUAL PROCESSUAL PÓS-PROCESSUAL A fase pré-processual engloba tudo o que antecede o RECEBIMENTO da petição inicial (denúncia ou queixa), inclusive o OFERECIMENTO, ato do legitimado ativo de oferecer a petição inicial (ex.: o promotor oferece a denúncia). O recebimento ocorre quando o juiz, nos termos do art. 395 do CPP, aceita a petição inicial e dá início à ação penal. Em resumo: a) o OFERECIMENTO é quando o legitimado ativo oferece a petição inicial ao juiz; b) oferecida a petição inicial, o juiz pode RECEBÊ-LA ou NÃO RECEBÊ-LA. A decisão se dá com fundamento no art. 395 do CPP (destaque o artigo em seu vade mecum), e, se recebida a petição inicial, tem início a ação penal. Em regra, antes do recebimento da petição inicial, o acusado não tem oportunidade de oferecer qualquer defesa. A sua primeira manifestação ocorre em resposta à acusação (CPP, art. 396), logo após o recebimento da denúncia ou queixa. OFERECIMENTO DA (DENÚNCIA OU QUEIXA) RECEBIMENTO DA (CPP, ART. 395) CITAÇÃO DO ACUSADO PRAZO PARA O OFERECIMENTO DE RESPOSTA À ACUSAÇÃO Portanto, a resposta à acusação é a primeira peça da fase processual. Como já comentei, em regra, não existe peça de defesa antes do recebimento da petição inicial. Entretanto, como tudo em Direito, há exceções. São elas: 1ª Lei de Drogas (Lei /06) Art. 55. Oferecida a denúncia, o juiz ordenará a notificação do acusado para oferecer defesa prévia, por escrito, no prazo de 10 (dez) dias. 2ª Rito dos Crimes Funcionais (CPP)

2 Art Nos crimes afiançáveis, estando a denúncia ou queixa em devida forma, o juiz mandará autuá-la e ordenará a notificação do acusado, para responder por escrito, dentro do prazo de quinze dias. A peça do artigo 55 da Lei de Drogas é intitulada defesa prévia. Perceba que o dispositivo deixa bem claro que a denúncia foi OFERECIDA, mas ainda não houve o RECEBIMENTO. Por isso, a defesa prévia da Lei de Drogas é uma peça de defesa oferecida em fase pré-processual, e não se confunde com a resposta à acusação. No art. 514 do CPP, temos a resposta por escrito, peça denominada defesa preliminar em manuais de prática e em julgados do STJ: No caso concreto, a suposta violação ao artigo 514 do CPP não acarretaria qualquer das hipóteses previstas no artigo 397 do Código de Processo Penal expostas acima, sendo orientação firme no sentido de que a ausência de defesa preliminar, nessas demandas, somente acarreta nulidade quando comprovado o prejuízo. (RHC 46100/RJ, de ). A defesa preliminar é cabível na hipótese de crime funcional crime praticado por funcionário público contra a administração pública. A maioria desses delitos está entre os arts. 312 a 325 do CP, mas há outros espalhados pela legislação especial. Em resumo: a) Defesa Prévia da Lei de Drogas: é cabível logo após o oferecimento da denúncia, mas antes do recebimento. Só é cabível nos crimes previstos na Lei /06; b) Defesa Preliminar: é cabível logo após o oferecimento da denúncia, mas antes do recebimento. Só é cabível nos crimes funcionais; c) Resposta à Acusação: é cabível logo após o recebimento da denúncia e a citação do acusado, e não está limitada a um ou outro crime, como as duas peças anteriores. OFERECIMENTO DA (DENÚNCIA OU QUEIXA) RECEBIMENTO DA (CPP, ART. 395) CITAÇÃO DO ACUSADO PRAZO PARA O OFERECIMENTO DE RESPOSTA À ACUSAÇÃO Momento de oferecimento da defesa prévia e da defesa preliminar 2. DEFESA PRÉVIA DA LEI DE DROGAS 2.1. INTRODUÇÃO

3 Prevista no art. 55 da Lei /06, é a peça cabível logo após o oferecimento da denúncia, mas antes do seu recebimento. Só é possível oferecê-la se o cliente tiver sido denunciado pelos crimes previstos na Lei de Drogas COMO IDENTIFICÁ-LA O problema dirá que o seu cliente foi denunciado por algum crime da Lei de Drogas e NOTIFICADO para o oferecimento de defesa, mas ainda não houve o recebimento da petição inicial. Se o enunciado disser que a denúncia já foi recebida e que o réu foi CITADO, faça resposta à acusação TESES DE DEFESA Em defesa prévia, não há como pedir a absolvição do cliente. O seu objetivo na peça é convencer o juiz a não receber a petição inicial, nos termos do art. 395 do CPP: Art A denúncia ou queixa será rejeitada quando: I - for manifestamente inepta; II - faltar pressuposto processual ou condição para o exercício da ação penal; ou III - faltar justa causa para o exercício da ação penal. Com base no dispositivo, temos três pontos que devem ser combatidos: a) denúncia inepta: o problema deixará bem claro que a denúncia foi mal feita. Denúncia inepta é aquela peça acusatória que não presta ao fim que se destina a imputação de um delito e a possibilidade de que a pessoa se defenda adequadamente. Ex.: o promotor denunciou várias pessoas, inclusive o seu cliente, mas não especificou o envolvimento de cada um na prática do delito. Neste caso, a denúncia é inepta porque inviabiliza o exercício do direito de defesa; b) falta de pressuposto processual ou condição para o exercício da ação penal: o enunciado descreverá algum vício processual. Exemplo: oferecimento de denúncia a juiz incompetente (fique atento à competência da Justiça Federal, no art. 109 da CF) ou denúncia oferecida por quem não tem legitimidade (MPF oferece denúncia em hipótese que deveria ter sido o MPE, ou vice-versa); c) falta de justa causa: das três hipóteses, é a única que tenho certeza que estará presente. Aqui, você atacará a materialidade e a autoria. Alguns exemplos: falta de laudo de constatação da droga, erro de tipo, erro de proibição e todas aquelas teses que aprendemos no estudo de teoria do crime. O enunciado dirá, por exemplo, que o seu cliente é um caminhoneiro, e que recebeu um carregamento para frete e desconhecia a existência de droga escondida no interior da carga. Em qualquer peça da fase processual, você pediria a absolvição. No entanto, em defesa prévia, o seu pedido será o de rejeição da inicial por falta de justa causa; 2.4. DESCLASSIFICAÇÃO Talvez o problema traga hipótese de desclassificação do delito do art. 33 para o 28, por exemplo, da Lei /06. Neste caso, fale em emendatio libelli, do art. 383 do CPP.

4 2.5. EXCEÇÕES O art. 55, 1º, diz que a defesa prévia é o momento oportuno para alegar as exceções do art. 95 do CPP. Portanto, fique atento, pois pode cair em sua peça uma das hipóteses PRAZO O prazo é de 10 dias, contados da notificação, e não da juntada do mandado aos autos. A contagem é corrida, e não em dias úteis. Se cair defesa prévia, é bem provável que a FGV peça que a data ao final seja a do último dia de prazo TESTEMUNHAS Certamente, a FGV pontuará o arrolamento de testemunhas. Se o enunciado trouxer o nome de alguma, não deixe de arrolá-la COMPETÊNCIA Cuidado: é comum imaginar que o julgamento do crime de tráfico de drogas seja, em regra, de competência da Justiça Federal. Entretanto, o art. 109 da CF não fala nada a respeito, razão pela qual, em regra, a competência é da Justiça Estadual. Se a FGV fizer alguma pegadinha com o assunto, provavelmente envolverá o tráfico internacional de drogas, de competência da Justiça Federal, e pontuará como tese a incompetência do juízo MODELO DE PEÇA EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ DE DIREITO DA... VARA CRIMINAL DA COMARCA... 1ª Em algumas cidades, há varas especializadas para o julgamento dos crimes da Lei de Drogas. Em outras, esses crimes são julgados por juízes de varas criminais comuns. Para não errar, veja o que diz o enunciado. É bem provável que o problema diga que o promotor ofereceu denúncia ao juízo da Vara de Drogas. Neste caso, diga, no endereçamento, Vara de Drogas. Caso contrário, enderece à Vara Criminal, afinal, não é permitido inventar dados. 2ª Fique atento à competência da Justiça Federal (CF, art. 109). No entanto, cuidado: se o promotor ofereceu a denúncia ao juiz estadual (ou vice-versa), mas a competência é da Justiça Federal, a sua peça será endereçada ao juiz estadual, incompetente, e a incompetência será alegada como tese em sua peça a peça deve ser endereçada ao juiz que mandou notificar seu cliente. Caso o problema não diga a quem a denúncia foi endereçada, você terá de analisar se a competência é da Justiça Estadual ou da Justiça Federal para endereçá-la corretamente.

5 FULANO, já qualificado na denúncia, vem, por seu advogado, oferecer DEFESA PRÉVIA, com fundamento no art. 55 da Lei /06, pelas razões a seguir: 1ª Como o cliente já foi qualificado na denúncia, não precisa qualificá-lo novamente. Mas, se preferir dizer estado civil..., nacionalidade... etc., não tem problema. 2ª Escrevi o nome da peça em letra maiúscula, mas isso não faz a menor diferença para a pontuação. I. DOS FATOS No dia 20 de julho, o denunciado foi preso em flagrante por estar transportando 10 kg (dez quilos) de cocaína no interior do caminhão por ele conduzido. Questionado pela polícia sobre a droga, ele informou que é motorista da transportadora XYZ há muitos anos, e que não sabia da existência da droga escondida no interior do baú do caminhão. Na delegacia, os carregadores José e Francisco disseram que o denunciado não teve acesso ao interior do baú do caminhão em momento algum. O Ministério Público, no entanto, ofereceu denúncia contra ele, com fundamento no art. 33 da Lei /06. É interessante a divisão da peça em dos fatos e do direito, pois facilita a correção da prova e reduz a chance de erros do examinador. Entretanto, não faça confusão entre os tópicos: em dos fatos, apenas resuma o enunciado. Deixe para alegar as teses de defesa no tópico Do Direito. II. DO DIREITO Portanto, Excelência, está evidente que o denunciado agiu em hipótese de erro de tipo, do art. 20 do Código Penal, e, em virtude disso, falta justa causa à ação penal. Ele trabalha na empresa há muitos anos, e o seu trabalho está limitado à condução do caminhão, e não ao controle de carga. Ainda que se entenda que o erro era evitável, a denúncia deve ser rejeitada, pois não é típico o tráfico culposo. Na 2ª fase, o tempo é muito curto, e você não poderá se dar ao luxo de encher linguiça. Seja o mais objetivo possível: alegue a tese e a fundamente. Se quiser, pode até transcrever o dispositivo, mas nenhuma pontuação será atribuída a isso. III. DO PEDIDO

6 Diante do exposto, requer a rejeição da petição inicial, com fundamento no art. 395, III, do CPP, por falta de justa causa. Caso Vossa Excelência receba a inicial, requer a oitiva das testemunhas ao final arroladas. Pede deferimento. Comarca..., data... Advogado... Rol de testemunhas: 1. José, endereço Francisco, endereço... em defesa prévia, não peça absolvição, mas rejeição da petição inicial. Ademais, não se esqueça de arrolar as testemunhas. 3. DEFESA PRELIMINAR A defesa preliminar está prevista no art. 514 do CPP, e é cabível quando oferecida denúncia por prática de crime funcional há outros pela legislação especial, mas, em prova, é certo que cairá um daqueles dos arts. 312 a 325 do CP. Embora o art. 514 diga que a peça é cabível apenas se o crime for afiançável, não há qualquer análise a se fazer, pois, atualmente, cabe fiança em todos os crimes funcionais COMO IDENTIFICÁ-LA O problema dirá que o cliente foi denunciado por crime funcional (ex.: peculato) e que a petição inicial ainda não foi recebida PRAZO O prazo é de 15 dias, a partir da notificação, pouco importando a data da juntada do mandado aos autos. Os dias são corridos, e não úteis. Fique atento a isso, pois a FGV costuma pedir para que a peça seja datada no último dia de prazo TESES O objetivo da peça é o convencimento do juiz a rejeitar a inicial, nos termos do art. 395 do CPP COMPETÊNCIA A peça deve ser endereçada ao juiz que notificou o denunciado, ainda que incompetente neste caso, a incompetência deverá ser alegada no corpo da peça. Caso isso ocorra, é bem provável que a FGV traga uma tese de incompetência por violência de competência por prerrogativa de função. Exemplo: Deputado Federal é denunciado pelo MP perante juiz de 1ª instância SÚMULA 330 DO STJ A súmula diz o seguinte: É desnecessária a resposta preliminar de que trata o artigo 514 do Código de Processo Penal, na ação penal instruída por inquérito policial.. O STJ permanece

7 aplicando o enunciado. No entanto, caso caia defesa preliminar como peça da segunda fase, não vejo como ele poderia ser útil. Por outro lado, o assunto pode ser objeto de alguma das questões MODELO DE PEÇA O modelo utilizado na defesa prévia serve para a defesa preliminar.

QUEIXA-CRIME REDE JURIS

QUEIXA-CRIME REDE JURIS I. CABIMENTO Os crimes podem ser de ação penal pública, condicionada ou incondicionada, e de ação penal privada. Nos crimes de ação pública, quem oferece a petição inicial, denominada denúncia, é o Ministério

Leia mais

REINALDO ROSSANO LÉO MATOS INFORMÁTICA EXERCÍCIOS QUADRIX LINUX DIREITO PROCESSUAL PENAL

REINALDO ROSSANO LÉO MATOS INFORMÁTICA EXERCÍCIOS QUADRIX LINUX DIREITO PROCESSUAL PENAL REINALDO ROSSANO LÉO MATOS INFORMÁTICA EXERCÍCIOS QUADRIX LINUX DIREITO PROCESSUAL PENAL CARGOS: OFICIAL DE JUSTIÇA E ANALISTA JUDICIÁRIO FUNÇÃO JUDICIÁRIA PROVA OBJETIVA: 9.1.3. A Prova Objetiva será

Leia mais

Direito Processual Penal

Direito Processual Penal Direito Processual Penal Procedimento Especial dos Crimes de Responsabilidade dos Funcionários Públicos Professor Joeberth Nunes www.acasadoconcurseiro.com.br Direito Processual Penal PROCEDIMENTO ESPECIAL

Leia mais

PROCEDIMENTOS ESPECIAIS Crimes afiançáveis imputados a funcionário público

PROCEDIMENTOS ESPECIAIS Crimes afiançáveis imputados a funcionário público PROCEDIMENTOS ESPECIAIS Crimes afiançáveis imputados a funcionário público 1. Verificar se o funcionário público possui foro por prerrogativa de função, se possuir rito previsto pela Lei 8038/90 2. Se

Leia mais

Aula 10. Qual o vício quando o Ministério Público oferece denúncia em face de agente que possui apenas 17 anos?

Aula 10. Qual o vício quando o Ministério Público oferece denúncia em face de agente que possui apenas 17 anos? Turma e Ano: Regular 2015 / Master B Matéria / Aula: Direito Processual Penal / Aula 10 Professor: Elisa Pittaro Monitora: Kelly Soraia Aula 10 NULIDADES EM ESPÉCIE Art. 564. A nulidade ocorrerá nos seguintes

Leia mais

SUMÁRIO 1. PEÇAS DE LIBERDADE, 17 PREFÁCIO, 5 SUMÁRIO, 7

SUMÁRIO 1. PEÇAS DE LIBERDADE, 17 PREFÁCIO, 5 SUMÁRIO, 7 SUMÁRIO PREFÁCIO, 5 SUMÁRIO, 7 1. PEÇAS DE LIBERDADE, 17 1. Primeiro passo: identificar qual a peça ou instituto o caso concreto apresenta ou requer, 17 1.1. Peças práticas que podem ser requeridas a qualquer

Leia mais

DIREITO PROCESSUAL PENAL IV

DIREITO PROCESSUAL PENAL IV AULA DIA 18/05 Docente: TIAGO CLEMENTE SOUZA E-mail: tiago_csouza@hotmail.com DIREITO PROCESSUAL PENAL IV 2.3 PROCEDIMENTO DA LEI DE DROGAS (Lei 11.343/06) - Procedimento Previsto nos artigos 54 a 59 da

Leia mais

SUMÁRIO PARTE 1 PEÇAS PRÁTICO-PROFISSIONAIS E TEORIA ASSOCIADA CAPÍTULO 1. PEÇAS DE LIBERDADE...

SUMÁRIO PARTE 1 PEÇAS PRÁTICO-PROFISSIONAIS E TEORIA ASSOCIADA CAPÍTULO 1. PEÇAS DE LIBERDADE... SUMÁRIO PARTE 1 PEÇAS PRÁTICO-PROFISSIONAIS E TEORIA ASSOCIADA CAPÍTULO 1. PEÇAS DE LIBERDADE... 19 1. Primeiro passo: identificar qual a peça ou instituto o caso concreto apresenta ou requer... 19 1.1.

Leia mais

PONTOS INICIAS: Procedimentos a) COMUM: a.1) Ordinário (395/405) pena máxima igual ou sup. a 4 anos

PONTOS INICIAS: Procedimentos a) COMUM: a.1) Ordinário (395/405) pena máxima igual ou sup. a 4 anos Prof. Vinícius Abdala Me. em Ciências Criminais pela Universidade de Lisboa Juiz da Inter-American Human Rigthts Moot Court Competition, Washington, DC. Advogado Criminalista. Resposta à Acusação PONTOS

Leia mais

Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da 1ª Vara Criminal da Comarca de Porto Alegre/RS

Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da 1ª Vara Criminal da Comarca de Porto Alegre/RS Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da 1ª Vara Criminal da Comarca de Porto Alegre/RS Ref.: processo n.º 9876543210 AURÉLIO PIO, já qualificado nos autos da ação penal que lhe move o Ministério

Leia mais

Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Procedimento comum: ordinário e sumário. Gustavo Badaró aulas 22 e 29 de março de 2017

Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Procedimento comum: ordinário e sumário. Gustavo Badaró aulas 22 e 29 de março de 2017 Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo Procedimento comum: ordinário e sumário Gustavo Badaró aulas 22 e 29 de março de 2017 PLANO DA AULA 1. Comparação dos procedimentos ordinários 2. Procedimento

Leia mais

4. AÇÃO CIVIL EX DELICTO 4.1 Questões

4. AÇÃO CIVIL EX DELICTO 4.1 Questões SUMÁRIO 1. APLICAÇÃO DO DIREITO PROCESSUAL PENAL 1.1 A lei processual no espaço 1.2 A lei processual no tempo (irretroatividade) 1.3 A lei processual em relação às pessoas 1.3.1 Imunidades 1.3.2 Imunidade

Leia mais

DIREITO PROCESSUAL PENAL IV

DIREITO PROCESSUAL PENAL IV AULA DIA 04/05 Docente: TIAGO CLEMENTE SOUZA E-mail: tiago_csouza@hotmail.com DIREITO PROCESSUAL PENAL IV 1.2. Procedimento dos crimes contra a propriedade imaterial - Os crimes contra a propriedade imaterial

Leia mais

XXIII EXAME DE ORDEM PROCESSO PENAL PROF CHRISTIANO GONZAGA

XXIII EXAME DE ORDEM PROCESSO PENAL PROF CHRISTIANO GONZAGA XXIII EXAME DE ORDEM PROCESSO PENAL PROF CHRISTIANO GONZAGA Princípios Devido Processo Legal Juiz Natural PRINCÍPIOS IMPORTANTES Ampla Defesa Presunção de Inocência Aplicação da lei processual Art. 2º,

Leia mais

Capítulo 1 Introdução...1. Capítulo 2 Inquérito Policial (IP)...5

Capítulo 1 Introdução...1. Capítulo 2 Inquérito Policial (IP)...5 S u m á r i o Capítulo 1 Introdução...1 Capítulo 2 Inquérito Policial (IP)...5 2.1. Início do IP... 17 2.2. Indiciamento... 24 2.3. Identificação Criminal a Nova Lei nº 12.037/2009... 27 2.4. Demais Providências...

Leia mais

XXII EXAME DE ORDEM PROCESSO PENAL PROF. CHRISTIANO GONZAGA

XXII EXAME DE ORDEM PROCESSO PENAL PROF. CHRISTIANO GONZAGA XXII EXAME DE ORDEM PROCESSO PENAL PROF. CHRISTIANO GONZAGA Princípios Devido Processo Legal Juiz Natural PRINCÍPIOS IMPORTANTES Ampla Defesa Presunção de Inocência Aplicação da lei processual Art. 2º,

Leia mais

CALÚNIA (art. 138, CP) DIFAMAÇÃO (art. 139, CP) INJÚRIA (art. 140, CP)

CALÚNIA (art. 138, CP) DIFAMAÇÃO (art. 139, CP) INJÚRIA (art. 140, CP) CALÚNIA (art. 138, CP) DIFAMAÇÃO (art. 139, CP) INJÚRIA (art. 140, CP) 1 PEDIDO DE EXPLICAÇÕES - não está disciplinado no CPP - art. 144, CP Se, de referências, alusões ou frases, se infere calúnia, difamação

Leia mais

CJEB - Curso Jurídico Prof.ª Elaine Borges Prática Penal

CJEB - Curso Jurídico Prof.ª Elaine Borges Prática Penal REQUERIMENTO DE RELAXAMENTO DE PRISÃO EM FLAGRANTE DICA: O problema vai falar que não é caso de habeas Corpus, e nem de liberdade provisória, e o candidato deve examinar as normas do flagrante, pois no

Leia mais

PROCESSO PENAL MARATONA OAB XXI PROF. FLÁVIO MILHOMEM

PROCESSO PENAL MARATONA OAB XXI PROF. FLÁVIO MILHOMEM PROCESSO PENAL MARATONA OAB XXI PROF. FLÁVIO MILHOMEM 1ª QUESTÃO José Augusto foi preso em flagrante delito pela suposta prática do crime de receptação (Art. 180 do Código Penal pena: 01 a 04 anos de reclusão

Leia mais

Autoritarismo do Código de Processo Penal de 1941 vs. Constituição Federal de Processo Penal...8. Sistema Acusatório...

Autoritarismo do Código de Processo Penal de 1941 vs. Constituição Federal de Processo Penal...8. Sistema Acusatório... Sumário Autoritarismo do Código de Processo Penal de 1941 vs. Constituição Federal de 1988...2 Contexto Político e Histórico... 2 Características da Constituição de 1937... 4 Código de Processo Penal de

Leia mais

INQUÉRITO POLICIAL - V TERMO CIRCUNSTANCIADO - ARQUIVAMENTO

INQUÉRITO POLICIAL - V TERMO CIRCUNSTANCIADO - ARQUIVAMENTO INQUÉRITO POLICIAL - V TERMO CIRCUNSTANCIADO - ARQUIVAMENTO TERMO CIRCUNSTANCIADO TERMO CIRCUNSTANCIADO -Substitui o inquérito policial, é utilizado para crimes de menor potencial ofensivo (pena máxima

Leia mais

Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Correlação entre acusação e sentença. Gustavo Badaró aula de

Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Correlação entre acusação e sentença. Gustavo Badaró aula de Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo Correlação entre acusação e sentença Gustavo Badaró aula de 11.08.2015 1. Noções Gerais PLANO DA AULA 2. Distinção entre fato penal e fato processual penal

Leia mais

Professor Wisley Aula 09

Professor Wisley Aula 09 - Professor Wisley www.aprovaconcursos.com.br Página 1 de 5 FORRO POR PRERROGATIVA DE FUNÇÃO 1. OBSERVAÇÕES I Não se fala mais em manutenção

Leia mais

Sumário CAPÍTULO I CAPÍTULO II

Sumário CAPÍTULO I CAPÍTULO II Sumário CAPÍTULO I Introdução ao processo penal... 17 1. Conceito e função do processo penal... 17 2. Ação. Processo. Procedimento... 18 3. Princípios do processo penal... 19 3.1. Devido processo legal...

Leia mais

Direito Processual Penal

Direito Processual Penal Direito Processual Penal Procedimento Comum e Ordinário Professor Joerberth Nunes www.acasadoconcurseiro.com.br Direito Processual Penal PROCEDIMENTO COMUM E ORDINÁRIO LIVRO II Dos Processos em Espécie

Leia mais

Olá, amigos! Valeu! 1. Apresentação e estrutura textual (0,40). 2. Endereçamento à Vara Criminal da Comarca de São Paulo (0,20),

Olá, amigos! Valeu! 1. Apresentação e estrutura textual (0,40). 2. Endereçamento à Vara Criminal da Comarca de São Paulo (0,20), Olá, amigos! A peça do simulado é a prova prática do Exame de Ordem 2009.3 (CESPE). Percebam que o gabarito elaborado pela banca é bastante simples em comparação àquele da queixa do ciclo de correções.

Leia mais

Tóxicos. O OBJETIVO DESTE AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM SERÁ A APRESENTAÇÃO DO PROCEDIMENTO ESPECIAL DA LEI DE DROGAS

Tóxicos. O OBJETIVO DESTE AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM SERÁ A APRESENTAÇÃO DO PROCEDIMENTO ESPECIAL DA LEI DE DROGAS Tóxicos. O OBJETIVO DESTE AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM SERÁ A APRESENTAÇÃO DO PROCEDIMENTO ESPECIAL DA LEI DE DROGAS Drogas PROCEDIMENTO NOS CRIMES DA LEI ANTIDROGAS A Lei 11.343/2006, ab-rogou a

Leia mais

CJEB - Curso Jurídico Prof.ª Elaine Borges Prática Penal

CJEB - Curso Jurídico Prof.ª Elaine Borges Prática Penal MEMORIAL DEFENSÓRIO DICA: O problema vai falar que trata-se de caso complexo ou com vários réus e o juiz deferiu os memoriais; Ou o problema vai falar que o Promotor de Justiça já apresentou a acusação;

Leia mais

23/09/2012 PROCESSO PENAL I. Processo penal I

23/09/2012 PROCESSO PENAL I. Processo penal I I 10ª -Parte Professor: Rubens Correia Junior 1 Processo penal I 2 1 CLASSIFICAÇÃO - Quanto ao titular; A ação penal pública é condicionada sempre que houver exigência de alguma observância formal à sua

Leia mais

Em primeiro lugar, deverá o examinando requerer, em preliminar, o desentranhamento das provas ilícitas.

Em primeiro lugar, deverá o examinando requerer, em preliminar, o desentranhamento das provas ilícitas. OAB 2010.3 GABARITO COMENTADO SEGUNDA FASE PENAL PEÇA PRÁTICO PROFISSIONAL O recurso cabível é o recurso em sentido estrito, na forma do art. 581, IV, do Código de Processo Penal, dirigido ao Juiz da 1ª

Leia mais

AULA COMPLEMENTAR PROCESSO DOS CRIMES DE RESPONSABILIDADE DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS

AULA COMPLEMENTAR PROCESSO DOS CRIMES DE RESPONSABILIDADE DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS AULA COMPLEMENTAR PROCESSO DOS CRIMES DE RESPONSABILIDADE DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS Futuros Aprovados, A fim de complementar o curso aos que realizarão o concurso para o TRE-PR, apresento abaixo o tema

Leia mais

Juizados Especiais Criminais

Juizados Especiais Criminais Direito Processual Penal Juizados Especiais Criminais Constituição Federal Art. 98. A União, no Distrito Federal e nos Territórios, e os Estados criarão: I - juizados especiais, providos por juízes togados,

Leia mais

19/08/2012 PROCESSO PENAL II PROCESSO PENAL II

19/08/2012 PROCESSO PENAL II PROCESSO PENAL II II 4ª - Parte Professor: Rubens Correia Junior 1 II Acessem!!!!!! www.rubenscorreiajr.blogspot.com 2 1 Conteúdo programático UNIDADE I PROCESSOS E PROCEDIMENTOS PENAIS: Tribunal do júri, comum, sumário,

Leia mais

Conteúdo: Ação Penal nos Crimes contra a Honra: Pedido de explicações, audiência de conciliação, exceção da verdade. Jurisdição: Conceito, Princípios.

Conteúdo: Ação Penal nos Crimes contra a Honra: Pedido de explicações, audiência de conciliação, exceção da verdade. Jurisdição: Conceito, Princípios. Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Processo Penal / Aula 08 Professor: Elisa Pittaro Conteúdo: Ação Penal nos Crimes contra a Honra: Pedido de explicações, audiência de conciliação, exceção da

Leia mais

Prática Processual Penal

Prática Processual Penal Material Teórico Prática Processual Penal Aula 1 Elementos fundamentais na prática penal; Elaboração da peça prática no processo penal. Conteudista Responsável: Prof. Ms. Wagner Antonio Alves cod PratProcessPenalCDSG1109_a01

Leia mais

PREPARATÓRIO 2ª ETAPA Direito Penal e Processual Penal Professor: Maurício Lopes

PREPARATÓRIO 2ª ETAPA Direito Penal e Processual Penal Professor: Maurício Lopes PREPARATÓRIO 2ª ETAPA Direito Penal e Processual Penal Professor: Maurício Lopes DIREITO PENAL 1 - Quem pode ser o sujeito ativo dos crimes comuns, próprios e de mão própria? Esclareça qual deles não admite

Leia mais

Art Extingue-se o processo, sem resolução de mérito: I - quando o juiz indeferir a petição inicial; II - quando ficar parado durante mais de 1

Art Extingue-se o processo, sem resolução de mérito: I - quando o juiz indeferir a petição inicial; II - quando ficar parado durante mais de 1 CONTESTAÇÃO PRELIMINARES - requerer extinção sem resolução do mérito (ver se é ação toda ou se apenas alguns pedidos...), nos termos do art.267 do CPC. É a denominada defesa processual. Art. 267. Extingue-se

Leia mais

PRINCIPAIS PEÇAS PENAIS

PRINCIPAIS PEÇAS PENAIS PRINCIPAIS PEÇAS PENAIS QUEIXA CRIME CABIMENTO FUNDAMENTO LEGAL ENDEREÇAMENTO PRAZO PEDIDOS AÇÃO PENAL PRIVADA AÇÃO PENAL PRIVADA SUBSIDIÁRIA DA PÚBLICA ART. 30 E 41, CPP SÓ PODE SER OFERECIDA A UM JUIZ

Leia mais

DISPOSIÇÕES PENAIS. CRIMES ELEITORAIS São todas condutas que, durante o

DISPOSIÇÕES PENAIS. CRIMES ELEITORAIS São todas condutas que, durante o CRIMES ELEITORAIS São todas condutas que, durante o processo eleitoral atingem ou maculam a liberdade do direito ao voto, os procedimentos das atividades eleitorais, desde o alistamento até a diplomação

Leia mais

Pós Penal e Processo Penal. Legale

Pós Penal e Processo Penal. Legale Pós Penal e Processo Penal Legale NULIDADES Existem vários graus de vícios processuais: Irregularidade Nulidade Relativa Nulidade Absoluta Inexistência irregularidade: vício que não traz prejuízo nulidade

Leia mais

QUESTÃO 1 ASPECTOS MACROESTRUTURAIS QUESITOS AVALIADOS

QUESTÃO 1 ASPECTOS MACROESTRUTURAIS QUESITOS AVALIADOS QUESTÃO 2. Foro competente (ECA, art. 209) 0.75 2.2 Legitimidade para a propositura da ação civil pública (ECA, art. 20) 0.75 2.3 Cabimento da ação mandamental / objetivo da ação (ECA, art. 22) 0.75 QUESTÃO

Leia mais

Conteúdo: Reparação dos danos no Processo Penal. Procedimentos. Reparação de Danos no Processo Penal:

Conteúdo: Reparação dos danos no Processo Penal. Procedimentos. Reparação de Danos no Processo Penal: Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Processo Penal / Aula 13 Professor: Elisa Pittaro Conteúdo: Reparação dos danos no Processo Penal. Procedimentos. Reparação de Danos no Processo Penal: Por conta

Leia mais

Pós Penal e Processo Penal. Legale

Pós Penal e Processo Penal. Legale Pós Penal e Processo Penal Legale PROCEDIMENTOS JUDICIAIS PROCEDIMENTOS Procedimento é uma série de atos seqüenciados cronologicamente. PROCEDIMENTOS Existem procedimentos extrajudiciais (p. ex.: IP, fiscal,

Leia mais

VÜ Åxá wx exáñéçátu Ä wtwx wéá YâÇv ÉÇöÜ Éá cøuä véá Crimes de Responsabilidade dos Funcionários Públicos

VÜ Åxá wx exáñéçátu Ä wtwx wéá YâÇv ÉÇöÜ Éá cøuä véá Crimes de Responsabilidade dos Funcionários Públicos Crimes de Responsabilidade dos Funcionários Públicos 01. Marque a alternativa incorreta: a) Nos crimes de responsabilidade dos funcionários públicos, cujo processo e julgamento competirão aos juízes de

Leia mais

QUESTÃO 1 ASPECTOS MACROESTRUTURAIS QUESITOS AVALIADOS

QUESTÃO 1 ASPECTOS MACROESTRUTURAIS QUESITOS AVALIADOS QUESTÃO Capacidade de expressão na modalidade escrita e do uso das normas do registro formal culto da língua portuguesa 2. Responsabilidade do juiz, do Estado ou de ambos por ato jurisdicional doloso.00

Leia mais

CURSO DE DIREITO PROCESSUAL PENAL. Volume IV

CURSO DE DIREITO PROCESSUAL PENAL. Volume IV LEONIR BATISTI Professor de Direito Processual Penal na Escola da Magistratura-Londrina e Universidade Estadual de Londrina; Promotor de Justiça da Comarca de Londrina; Especializado em Metodologia do

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA PRIMEIRA REGIÃO SEÇÃO JUDICIÁRIA DO DISTRITO FEDERAL

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA PRIMEIRA REGIÃO SEÇÃO JUDICIÁRIA DO DISTRITO FEDERAL DECISÃO Cuida-se de denúncia ofertada contra VITOR GARCIA SANDRI, GUIDO MANTEGA, JOSÉ RICARDO DA SILVA, VALMAR FONSECA DE MENEZES, ALBERT RABÊLO LIMOEIRO, BRUNO DOS SANTOS PADOVAN, DORIVAL PADOVAN, PAULO

Leia mais

TEMA 2 DIREITO PROCESSUAL PENAL

TEMA 2 DIREITO PROCESSUAL PENAL PROVA ORAL QUESTÃO 1 Em meio a escuta telefônica autorizada judicialmente, a autoridade policial captou incidentalmente diálogos entre o investigado e seu patrono constituído, ocasião em que ambos combinavam

Leia mais

1. Sobre as medidas cautelares pessoais no processo penal, é correto afirmar que:

1. Sobre as medidas cautelares pessoais no processo penal, é correto afirmar que: P á g i n a 1 PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS DIREITO PROCESSUAL PENAL 1. Sobre as medidas cautelares pessoais no processo penal, é correto afirmar que: I - De acordo com o Código de Processo Penal, as

Leia mais

SUMÁRIO. Capítulo 5 Inquérito policial (arts. 4º a 23 do cpp) 5.1 Conceito

SUMÁRIO. Capítulo 5 Inquérito policial (arts. 4º a 23 do cpp) 5.1 Conceito SUMÁRIO Introdução Capítulo 1 PRINCÍPIOS INFORMADORES DO PROCESSO PENAL 1.1 Devido processo legal (due process of law) ou justo processo 1.2 Publicidade dos atos processuais 1.3 Presunção de inocência,

Leia mais

Sumário PARTE I TEORIA CAPÍTULO 1 TEORIA PASSO A PASSO

Sumário PARTE I TEORIA CAPÍTULO 1 TEORIA PASSO A PASSO Sumário PARTE I TEORIA CAPÍTULO 1 TEORIA PASSO A PASSO 1.º PASSO COMPREENDENDO O PROBLEMA 1. Qual o crime tratado pelo problema 2. Qual é a ação penal 2.1 Quais os tipos de ação penal 2.1.1 Ação penal

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE JATAÍ - CESUT A s s o c i a ç ã o J a t a i e n s e d e E d u c a ç ã o

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE JATAÍ - CESUT A s s o c i a ç ã o J a t a i e n s e d e E d u c a ç ã o EMENTA - Sentença em Geral; - Sentença Absolutória; - Sentença Condenatória; - Publicação e Intimação de Sentença; - Coisa Julgada de Sentença; - Instrução Criminal dos Procedimentos Ordinário e Sumário;

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE JATAÍ - CESUT A s s o c i a ç ã o J a t a i e n s e d e E d u c a ç ã o

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE JATAÍ - CESUT A s s o c i a ç ã o J a t a i e n s e d e E d u c a ç ã o EMENTA - Sentença em Geral; - Sentença Absolutória; - Sentença Condenatória; - Publicação e Intimação de Sentença; - Coisa Julgada de Sentença; - Instrução Criminal dos Procedimentos Ordinário e Sumário;

Leia mais

a) a ação penal deverá ser proposta perante o Tribunal Regional Eleitoral, necessariamente, não importando o cargo que exerça o candidato.

a) a ação penal deverá ser proposta perante o Tribunal Regional Eleitoral, necessariamente, não importando o cargo que exerça o candidato. QUESTÕES SOBRE AÇÃO PENAL ELEITORAL 1) O candidato a governador A alega que candidato a governador B, em sua propaganda eleitoral, acusou-o de ter praticado o crime de estelionato, o que afirma não ser

Leia mais

Atos de Ofício Processo Penal. Professor Luiz Lima CONCURSO TJMG - BANCA CONSULPLAN

Atos de Ofício Processo Penal. Professor Luiz Lima CONCURSO TJMG - BANCA CONSULPLAN Atos de Ofício Processo Penal Professor Luiz Lima CONCURSO TJMG - BANCA CONSULPLAN Cargo Especialidade Escolaridade Vencimentos Oficial de apoio judicial Oficial Judiciário (Classe D) --- Conclusão de

Leia mais

Júri moderno: Inglaterra - Willian o conquistador/ jurados. *Papa Inocente III, 1215, 4º Concílio de Latrão, proibiu o uso das ordálias

Júri moderno: Inglaterra - Willian o conquistador/ jurados. *Papa Inocente III, 1215, 4º Concílio de Latrão, proibiu o uso das ordálias PROCEDIMENTO DO TRIBUNAL DO JÚRI Histórico Tribunal da Heliéia: Grécia antiga Heliastas Júri moderno: Inglaterra - Willian o conquistador/1066-12 jurados *Papa Inocente III, 1215, 4º Concílio de Latrão,

Leia mais

03/05/2017 DEUSDEDY SOLANO DIREITO PROCESSUAL PENAL CÓDIGO DE PROCESSO PENAL

03/05/2017 DEUSDEDY SOLANO DIREITO PROCESSUAL PENAL CÓDIGO DE PROCESSO PENAL DEUSDEDY SOLANO DIREITO PROCESSUAL PENAL CÓDIGO DE PROCESSO PENAL 1 LIVRO I TÍTULO VII CAPÍTULO I e II DO JUIZ, DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ACUSADO E DEFENSOR, DOS ASSISTENTES E AUXILIARES DA JUSTIÇA Arts.

Leia mais

OAB 2ª Fase Processo Penal Assunto: Marcação do CPP Estefânia Rocha

OAB 2ª Fase Processo Penal Assunto: Marcação do CPP Estefânia Rocha OAB 2ª Fase Processo Penal Assunto: Marcação do CPP Estefânia Rocha 2013 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. MARCAÇÃO DO CÓDIGO de PROCESSO PENAL conforme o EDITAL

Leia mais

SALA DE ESTUDO CONCURSOS JURÍDICOS

SALA DE ESTUDO  CONCURSOS JURÍDICOS CONCURSOS JURÍDICOS SALA DE ESTUDO www.concursosjuridicos.com.br Prática Jurídica da Ação Penal A Ação Penal Pública Noções Gerais Recebendo os autos do inquérito policial ou outra peça de informação,

Leia mais

Nos termos do artigo 55 da lei /06, com base nos fatos e fundamentos que passa a expor:

Nos termos do artigo 55 da lei /06, com base nos fatos e fundamentos que passa a expor: EXCELENTÍSSIMO JUIZ DE DIREITO DA 2ª VARA CRIMINAL DE APARECIDA DE GOIÂNIA- GOIÁS. PROCESSO: XXXXX URGENTE RÉU PRESO MURILO de tal, brasileiro, solteiro, auxiliar de vendas, nascido em 16 de agosto de

Leia mais

Docente: TIAGO CLEMENTE SOUZA

Docente: TIAGO CLEMENTE SOUZA Docente: TIAGO CLEMENTE SOUZA E-mail: tiago_csouza@hotmail.com 1. Procedimentos 1.1. Procedimento Ordinário. Considerações Preliminares * Processo e Procedimento: Enquanto o processo é uma sequência de

Leia mais

OAB 2ª Fase de Direito Penal Penal Agravo em Execução Emerson Castelo Branco

OAB 2ª Fase de Direito Penal Penal Agravo em Execução Emerson Castelo Branco OAB 2ª Fase de Direito Penal Penal Agravo em Execução Emerson Castelo Branco 2013 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. 3. AGRAVO EM EXECUÇÃO 3. 1 HIPÓTESES DE CABIMENTO

Leia mais

PETIÇÃO INICIAL. ENDEREÇAMENTO QUALIFICAÇÃO PRELIMINAR MÉRITO PEDIDOS REQUERIMENTOS FINAIS Valor da causa!!!!!

PETIÇÃO INICIAL. ENDEREÇAMENTO QUALIFICAÇÃO PRELIMINAR MÉRITO PEDIDOS REQUERIMENTOS FINAIS Valor da causa!!!!! PETIÇÃO INICIAL ENDEREÇAMENTO QUALIFICAÇÃO PRELIMINAR MÉRITO PEDIDOS REQUERIMENTOS FINAIS Valor da causa!!!!! ENDEREÇAMENTO EXCELENTISSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DA VARA DO TRABALHO DE... art. 651 do CPC QUALIFICAÇÃO

Leia mais

OBRA: GUILHERME DE SOUZA NUCCI-MANUAL DE PROCESSO PENAL E EXECUÇÃO PENAL EDITORA RT OBRA: EUGÊNIO PACELLI DE OLIVEIRA CURSO DE PROCESSO PENAL EDITORA

OBRA: GUILHERME DE SOUZA NUCCI-MANUAL DE PROCESSO PENAL E EXECUÇÃO PENAL EDITORA RT OBRA: EUGÊNIO PACELLI DE OLIVEIRA CURSO DE PROCESSO PENAL EDITORA OBRA: GUILHERME DE SOUZA NUCCI-MANUAL DE PROCESSO PENAL E EXECUÇÃO PENAL EDITORA RT OBRA: EUGÊNIO PACELLI DE OLIVEIRA CURSO DE PROCESSO PENAL EDITORA LUMEN JURIS CONCEITO PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO, preparatório

Leia mais

SUMÁRIO. Capítulo 1. Da Aplicação da Lei Processual Penal, 17

SUMÁRIO. Capítulo 1. Da Aplicação da Lei Processual Penal, 17 SUMÁRIO Capítulo 1. Da Aplicação da Lei Processual Penal, 17 1.1. Aplicação da lei processual penal no espaço, 17 1.2. Lei processual penal no tempo, 20 1.3. Imunidades (aplicação da lei processual quanto

Leia mais

AÇÃO PENAL. Noções preliminares e conceito. Características:

AÇÃO PENAL. Noções preliminares e conceito. Características: AÇÃO PENAL Noções preliminares e conceito Características: 1 Condições para o exercício da ação penal 1.1 Condições genéricas a) Possibilidade jurídica do pedido Art. 395. A denúncia ou queixa será rejeitada

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO EM MANDADO DE SEGURANÇA Nº 37.293 - SP (2012/0049242-7) RECORRENTE : ARAUCO FOREST BRASIL S/A ADVOGADO : ANTÔNIO SÉRGIO ALTIERI DE MORAES PITOMBO E OUTRO(S) RECORRIDO : MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO

Leia mais

Procedimento comum ordinário.

Procedimento comum ordinário. Procedimento comum ordinário. O OBJETIVO DESSE AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM SERÁ A APRESENTAÇÃO DO PROCEDIMENTO COMUM ORDINÁRIO Devido processo legal PROCESSO E PROCEDIMENTO Inicialmente, é importante

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARÁ. Concurso Público Aplicação: 5/5/2002. Cargo: JUIZ SUBSTITUTO INSTRUÇÕES

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARÁ. Concurso Público Aplicação: 5/5/2002. Cargo: JUIZ SUBSTITUTO INSTRUÇÕES TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARÁ Concurso Público Aplicação: 5/5/2002 Cargo: JUIZ SUBSTITUTO INSTRUÇÕES 1 Este caderno contém a prova discursiva III matéria penal da Segunda Etapa e duas páginas para

Leia mais

COLEÇÃO SINOPSES PARA CONCURSOS GUIA DE LEITURA DA COLEÇÃO AGRADECIMENTOS NOTA À 5ª EDIÇÃO APRESENTAÇÃO PREFÁCIO...

COLEÇÃO SINOPSES PARA CONCURSOS GUIA DE LEITURA DA COLEÇÃO AGRADECIMENTOS NOTA À 5ª EDIÇÃO APRESENTAÇÃO PREFÁCIO... Sumário Sumário COLEÇÃO SINOPSES PARA CONCURSOS... 19 GUIA DE LEITURA DA COLEÇÃO... 21 AGRADECIMENTOS... 23 NOTA À 5ª EDIÇÃO... 25 APRESENTAÇÃO... 27 PREFÁCIO... 29 Capítulo I SUJEITOS NO PROCESSO PENAL...

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO Vara Regional Leste 1 de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher do Foro Regional VI Penha de França Autos n 0007200-21.2015.8.26.0006 Controle n 2136/15 Meritíssimo Juiz, O Ministério Público do

Leia mais

PROVISÓRIA É PRECISO QUE O CANDIDATO ANALISE SE A PRISÃO EM FLAGRANTE FOI OU

PROVISÓRIA É PRECISO QUE O CANDIDATO ANALISE SE A PRISÃO EM FLAGRANTE FOI OU 1 RELAXAMENTO DE PRISÃO EM FLAGRANTE E LIBERDADE PROVISÓRIA PARA SABER SE É CASO DE PLEITEAR O RELAXAMENTO DO FLAGRANTE OU LIBERDADE PROVISÓRIA É PRECISO QUE O CANDIDATO ANALISE SE A PRISÃO EM FLAGRANTE

Leia mais

Pós Penal e Processo Penal. Legale

Pós Penal e Processo Penal. Legale Pós Penal e Processo Penal Legale CITAÇÃO Citação é o ato de comunicar e chamar o réu ao processo Quem é citado é o réu. Quem é citado é o réu. Só em uma hipótese quem é citado não é o réu: no caso de

Leia mais

RECURSO SUSEPE (Agente Penitenciário)

RECURSO SUSEPE (Agente Penitenciário) RECURSO SUSEPE (Agente Penitenciário) BANCA: La Salle ANO: 2017 MATÉRIA: Legislação PROFESSORA: Joerberth Nunes AVISO: O texto abaixo, para o pedido de recurso, é meramente ilustrativo e não deve ser copiado.

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO Vara Regional Leste 1 de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher do Foro Regional VI Penha de França Autos nº 0010470-72.2016.8.26.0635 Controle nº 2496/16 Meritíssimo Juiz, O Ministério Público

Leia mais

Mini Simulado GRATUITO de Direito Processual Penal. TEMA: Diversos

Mini Simulado GRATUITO de Direito Processual Penal. TEMA: Diversos Mini Simulado GRATUITO de Direito Processual Penal TEMA: Diversos 1. A prisão em flagrante deve: a) ser comunicada apenas à família do preso, sob pena de nulidade. b) ser comunicada ao juiz competente,

Leia mais

Pós Penal e Processo Penal. Legale

Pós Penal e Processo Penal. Legale Pós Penal e Processo Penal Legale Ações de Impugnação revisão criminal Órgão competente para julgar a revisão criminal: (art. 624, CPP) Ações de Impugnação revisão criminal STF TFR (???), TJ, TACRIM (???)

Leia mais

OAB 2ª Fase Processo Penal Assunto: Identificando a PEÇA Estefânia Rocha

OAB 2ª Fase Processo Penal Assunto: Identificando a PEÇA Estefânia Rocha OAB 2ª Fase Processo Penal Assunto: Identificando a PEÇA Estefânia Rocha 2013 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. IDENTIFICANDO A PEÇAS Ao entrar na sala da PROVA no

Leia mais

SUMÁRIO A ȃ.!... A ȃ.x.! A...

SUMÁRIO A ȃ.!... A ȃ.x.! A... SUMÁRIO... 23 1. ANTECEDENTES HISTÓRICOS DA FUNÇÃO DE ADVOGADO... 23 2. O ADVOGADO NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL... 24 3. LEI DE REGÊNCIA DA CARREIRA DE ADVOGADO E A ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL... 24 3.1.

Leia mais

PI juízo de admissibilidade (negativo) sentença 485, I, CPC (sem a citação).

PI juízo de admissibilidade (negativo) sentença 485, I, CPC (sem a citação). 1) Juca propôs ação de cobrança, pelo procedimento comum, em face de Marcio. Ocorre que, de plano, a ação foi extinta sem resolução de mérito, nos termos do artigo 485 do Código de Processo Civil, sem

Leia mais

Direito Processual Penal

Direito Processual Penal Direito Processual Penal Citação e Intimação Professor Joerberth Nunes www.acasadoconcurseiro.com.br Direito Processual Penal CITAÇÃO E INTIMAÇÃO TÍTULO X Das Citações e Intimações CAPÍTULO I DAS CITAÇÕES

Leia mais

A denúncia foi recebida em 25 de agosto de 2015.

A denúncia foi recebida em 25 de agosto de 2015. Comarca de Santa Maria 4ª Vara Criminal Processo Crime n.º 027/2.15.0012855-1 Denunciados: Sérgio da Silva e Flávio José da Silva. Imputação: artigo 138, caput, c/c artigo 141, incisos II e III, na forma

Leia mais

ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Recurso Em. Sentido Estrito nº , da Comarca de São Paulo, em

ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Recurso Em. Sentido Estrito nº , da Comarca de São Paulo, em fls. 1 Registro: 2013.0000772487 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Recurso Em Sentido Estrito nº 0116304-15.2012.8.26.0050, da Comarca de São Paulo, em que é recorrente/querelante ALI

Leia mais

Sumário. Capítulo 1 Introdução Capítulo 2 Processo Penal Capítulo 3 Ação Penal... 5

Sumário. Capítulo 1 Introdução Capítulo 2 Processo Penal Capítulo 3 Ação Penal... 5 Sumário Capítulo 1 Introdução... 1 Capítulo 2 Processo Penal... 3 Capítulo 3 Ação Penal... 5 3.1. Considerações Gerais...5 3.1.1. Ação penal pública incondicionada...5 3.1.2. Ação penal pública condicionada

Leia mais

Anderson Nogueira Oliveira Doutorando em Direito pela PUC-SP Mestre em Direito - Professor Universitário - Advogado CONTESTAÇÃO

Anderson Nogueira Oliveira Doutorando em Direito pela PUC-SP Mestre em Direito - Professor Universitário - Advogado CONTESTAÇÃO 1. Previsão Legal CONTESTAÇÃO CPC -Art. 335. O réu poderá oferecer contestação, por petição, no prazo de 15 (quinze) dias, cujo termo inicial será a data: I - da audiência de conciliação ou de mediação,

Leia mais

Prof. Luis Fernando Alves

Prof. Luis Fernando Alves 1 Prof. Luis Fernando Alves www.professorluisfernando.jur.adv.br 2 PARTE I - TEORIA 1º PASSO - COMPREENDENDO O PROBLEMA 1. DICAS INICIAIS 3 Compreensão do problema: é a partir dos dados nele contidos que

Leia mais

OAB 2ª Fase Direito Tributário Técnicas Para Prova Rafael Saldanha

OAB 2ª Fase Direito Tributário Técnicas Para Prova Rafael Saldanha OAB 2ª Fase Direito Tributário Técnicas Para Prova Rafael Saldanha 2014 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. TÉCNICAS PARA PROVA FORMATO DA PROVA 1ª Parte Peça => pontuação

Leia mais

CONCEITO DE AUTORIDADE

CONCEITO DE AUTORIDADE - LEGISLAÇÃO PENAL ESPECIAL - - Lei nº 4.898/65 - Abuso de Autoridade - Professor: Marcos Girão - CONCEITO DE AUTORIDADE 1 CONCEITO DE AUTORIDADE LEI Nº 4.898/65 Pode ser considerado autoridade o servidor

Leia mais

RESPOSTA DO RÉU CONTESTAÇÃO

RESPOSTA DO RÉU CONTESTAÇÃO RESPOSTA DO RÉU CONTESTAÇÃO ESQUELETO MEMORIZE: ENDEREÇAMENTO QUALIFICAÇÃO PRELIMINAR PREJUDICIAL MÉRITO REQUERIMENTOS FINAIS - art. 847 da CLT fala em defesa - apresentada em audiência reclamado tem 20

Leia mais

Processo Civil Prof. Darlan Barroso Aula de Respostas do Réu 2ª Fase Civil XXIII Exame de Ordem

Processo Civil Prof. Darlan Barroso Aula de Respostas do Réu 2ª Fase Civil XXIII Exame de Ordem Enunciado aula de defesa Processo Civil Lupicínio, em 2000, realizou doação de um de seus imóveis ao sobrinho Ticio com a finalidade de permitir que ele pudesse realizar casamento com Aurélia, constando

Leia mais

PRÁTICA PENAL. 3. Bibliografia trata-se da bibliografia indicada para a correta preparação para a 2ª fase da prova do Exame de Ordem.

PRÁTICA PENAL. 3. Bibliografia trata-se da bibliografia indicada para a correta preparação para a 2ª fase da prova do Exame de Ordem. CURSO COMPLETO DE PEÇAS E QUESTÕES 2ª FASE PRÁTICA PENAL Prezado Aluno, Este material tem como objetivo complementar o conteúdo das aulas que serão ministradas ao longo do curso. Mais especificamente,

Leia mais

SUJEITOS NO PROCESSO PENAL...

SUJEITOS NO PROCESSO PENAL... Sumário CapítuloI SUJEITOS NO PROCESSO PENAL... 29 1. NOÇÕES GERAIS... 29 2. JUIZ... 30 2.1. Breves noções... 30 2.2. O papel do juiz moderno... 30 2.3. O princípio da identidade física do juiz (art. 399,

Leia mais

IUS RESUMOS. Inquérito Policial Parte II. Organizado por: Max Danizio Santos Cavalcante

IUS RESUMOS. Inquérito Policial Parte II. Organizado por: Max Danizio Santos Cavalcante Inquérito Policial Parte II Organizado por: Max Danizio Santos Cavalcante SUMÁRIO I INQUÉRITO PÓLICIAL PARTE II... 3 1. Destino do Inquérito Policial... 3 2. Novas diligências requeridas pelo Ministério

Leia mais

PRÁTICA EM DIREITO ADMINISTRATIVO

PRÁTICA EM DIREITO ADMINISTRATIVO PRÁTICA EM DIREITO ADMINISTRATIVO 9º PERÍODO CURSO DE DIREITO UDC PROFESSOR: Me. Luis Miguel Barudi de Matos E-MAIL: miguelbarudi@gmail.com CONTESTAÇÃO ESTRUTURA BÁSICA REQUISITOS: Arts. 335 a 342 CPC

Leia mais

INICIO DA AÇÃO PENAL

INICIO DA AÇÃO PENAL AÇÃO PENAL INICIO DA AÇÃO PENAL OFERECIMENTO DA DENÚNCIA OU QUEIXA ART.24CPPeART.129,I,CF/88 REJEIÇÃO DA DENÚNCIA OU QUEIXA- APLICA-SE AO DIREITO AO CASO CONCRETO, RESPONDENDO AO PLEITO DO INTERESSADO.

Leia mais

Pós Penal e Processo Penal. Legale

Pós Penal e Processo Penal. Legale Pós Penal e Processo Penal Legale JURISDIÇÃO E COMPETÊNCIA Jurisdição * Jurisdição é a capacidade de dizer o Direito Jurisdição * Competência é a delimitação do poder jurisdicional. A competência determina-se:

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Direito PLANO DE ENSINO

Ministério da Educação Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Direito PLANO DE ENSINO Ministério da Educação Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Direito PLANO DE ENSINO 1) IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA Disciplina Processo Penal I Código

Leia mais

Pós Penal e Processo Penal. Legale

Pós Penal e Processo Penal. Legale Pós Penal e Processo Penal Legale (continuação procedimentos) Lei 13.285 de 10 de maio de 2016 Art. 1 o Esta Lei acrescenta o art. 394-A ao Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941 Código de Processo

Leia mais

1. Procedimento sumaríssimo continuação:

1. Procedimento sumaríssimo continuação: 1 DIREITO PROCESSUAL PENAL PONTO 1: Procedimento Comum Sumaríssimo PONTO 2: Procedimento dos crimes contra a honra PONTO 3: Procedimento dos crimes praticados por funcionários públicos Procedimento: 1.

Leia mais

ALEGAÇÕES FINAIS POR MEMORIAIS

ALEGAÇÕES FINAIS POR MEMORIAIS ALEGAÇÕES FINAIS POR MEMORIAIS ALEGAÇÕES FINAIS POR MEMORIAIS EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA XX VARA CRIMINAL DA COMARCA DE CURITIBA / PR. Pular 3 linhas Processo n Pular 10 linhas JORGE,

Leia mais