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1 Número do Processo: Autos Vistos etc. I - Trata-se de ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Estado de Goiás em desfavor de Carlos Saraiva Importação e Comércio Ltda. (Ricardo Eletro), partes qualificadas nos autos, pelos fatos e fundamentos constantes da peça vestibular, os quais passam a fazer parte integrante do presente relatório. O Ministério Público narra que o réu vem realizando práticas comerciais desleais e abusivas neste Município, fatos constatados após a conclusão do inquérito civil público atrelado à petição inicial, restando consignado no mencionado documento que o requerido vendia produtos e não oferecia assistência técnica aos consumidores quando era necessário, praticava venda casada em relação aos produtos 'seg caminhão da sorte' e 'passaporte cresça Brasil' e comercializava sorteios não autorizados. Pugnou pela antecipação dos efeitos da tutela, tal como especificado às fls. 14, pedidos deferidos (fls. 1567/1570), dando ensejo a interposição de agravo de instrumento, tendo o juízo ad quem, quando da análise do mérito, reformado parcialmente a decisão liminar (fls. 1767/1780). Ao final, a parte autora requereu a convalidação dos pedidos liminares. O demandado apresentou contestação (fls. 1617/1660) aduzindo, preliminarmente, que o Ministério Público é parte ilegítima, seus pedidos são juridicamente impossíveis e que é descabida a ação civil pública. No mérito, relatou que não praticou as condutas indicadas na peça vestibular e que o seguro comercializado é devidamente regulamentado pela SUSEP. Houve impugnação (fls. 1781/1792). Na audiência de instrução e julgamento foram dispensados os depoimentos das partes e das testemunhas. Vieram-me, então, os autos conclusos.

2 II - Devidamente instruído o feito e não havendo nenhuma irregularidade ou nulidade a ser sanada, passo à regular apreciação das preliminares suscitadas e, se for o caso, os pedidos formulados na presente ação, no sentido de proferir sentença de mérito. Inicialmente, assevero que as preliminares merecem ser afastadas. O Ministério Público é parte legitima para a propositura da presente demanda que visa tutelar interesses disponíveis de determinado grupo social, uma vez que não há falar em interesses privados. A inicial descreve que o requerido teria realizado práticas comerciais desleais e abusivas, condutas contrárias à lei, não só aos consumidores que efetivamente adquiriram as mercadorias, como também à coletividade exposta à prática abusiva de mercado, o que legitima o Ministério Público para a propositura da ação civil pública em que o principal objetivo é reprimir a prática abusiva e ilegal a direitos difusos e coletivos da sociedade. O que se deve ressaltar é que os termos difusos e coletivos se contrapõem à noção de direito individual e o Ministério Público não está a defender direito individual, de uma pessoa física determinada, mas de toda a categoria de consumidores de determinado serviço contra os abusos cometidos por entidades privadas. A própria Constituição Federal o legitima para tanto, nos termos do inciso III do art. 129, relatando ser função institucional do Ministério Público 'promover o inquérito civil e ação civil pública, para a proteção do patrimônio público e social, do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos'. Ademais, o artigo 81 do CDC dispõe que 'a defesa dos interesses e direitos dos consumidores e das vítimas poderá ser exercida em juízo individualmente, ou a título coletivo'. Além disso, o art. 82 do mesmo diploma legal complementa que 'para os fins do art. 81, parágrafo único, são legitimados concorrentemente: O Ministério Público [...]' Destarte, verifica-se que a ação civil pública é util e necessária, os pedidos insertos da exordial são juridicamente possíveis e que o Ministério Público é parte legítima para mover a ação civil pública na tutela de qualquer interesse difuso ou coletivo, tutela de interesses transindividuais, legitimação conferida constitucionalmente, além de ratificada pelas normas infraconstitucionais referidas. Superadas as questões processuais, passo à análise do mérito. Nesse sentido, saliento o que dispõe o art. 18, caput, do Código de Defesa do Consumidor, in verbis: 'Art. 18. Os fornecedores de produtos de consumo duráveis ou não duráveis

3 respondem solidariamente pelos vícios de qualidade ou quantidade que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo a que se destinam ou lhes diminuam o valor, assim como por aqueles decorrentes da disparidade, com a indicações constantes do recipiente, da embalagem, rotulagem ou mensagem publicitária, respeitadas as variações decorrentes de sua natureza, podendo o consumidor exigir a substituição das partes viciadas.' Depreende-se, portanto, nos termos do supracitado artigo, que os fornecedores de produtos de consumo respondem solidariamente pelos vícios de qualidade que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo a que se destinam. Cabe ao fornecedor sanar o vício apresentado no prazo de 30 (trinta) dias, e se assim não o fizer, cabe ao consumidor escolher, alternativamente, entre a substituição do produto por outro da mesma espécie e em perfeitas condições de uso; a restituição da quantia paga, acrescida de eventuais perdas e danos; ou o abatimento proporcional do preço. No presente caso, analisando o inquérito civil público, verifico que o réu não garantiu a vários consumidores o direito consagrado no art. 18 do Código de Defesa do Consumidor. Insta salientar que o inquérito civil público trata-se de procedimento facultativo que visa colher elementos probatórios e informações para o ajuizamento da ação civil pública. As provas colhidas no inquérito têm valor probatório relativo, porque colhidas sem a observância do contraditório, mas só devem ser afastadas quando há contraprova de hierarquia superior, hipótese não verificada no presente caso, uma vez que a requerida não comprovou os fatos impeditivos que alegou na contestação, ou seja, não produziu nenhuma contraprova de hierarquia superior ao inquérito. Destarte, pelo exposto, entendo que o réu deverá sempre garantir o direito do consumidor consagrado no art. 18 do Código de Defesa do Consumidor, e assim o fazendo não há falar em imposição de 'abster de vender, ter em depósito para vender ou expor à venda, ou de qualquer forma, entregar ao consumidor produtos sem o respaldo de assistência técnica, quando necessário', nos termos do pedido do Ministério Público. Além disso, acrescento que, nos termos da Lei Municipal 6191/2012 (fls. 1471) - que dispõe sobre normas para atendimento ao consumidor quando se tratar de produtos comercializados com vícios, estabelecendo quais as informações devem ser fornecidas ao consumidor - o fornecedor que for solicitado a reparar o vício do produto, na ausência de assistência técnica no Município de Rio Verde, deverá manter posto de coleta dos produtos (art. 3º), isso desde que as mercadorias estejam dentro do prazo da garantia legal e/ou contratual. No mais, em relação à venda casada dos produtos 'seg caminhão da sorte' e 'passaporte

4 cresça Brasil', gizo, inicialmente, que o Código de Defesa do Consumidor, modelo de diploma protetivo no mundo todo, tem a finalidade precípua de proteger a parte mais fraca da relação consumerista, evitando, desta feita, que ela seja devorada pela parte mais forte, restando obrigada a atender as suas imposições. É por isso que a Constituição Federal denomina o consumidor de parte vulnerável. De um lado a parte requerente, Órgão da Administração Pública encarregado de defender a sociedade das mazelas, inclusive a defesa do consumidor, seja em juízo ou fora dele. De outro, a requerida enquadra-se na definição legal de fornecedor (artigo 3º, 'caput'), uma vez que se organiza empresarialmente para oferta de bens e serviços no mercado de consumo. O Código de Defesa do Consumidor foi publicado para proteção do consumidor contra armadilhas do comércio e para equilíbrio das relações, tendo em vista a desvantagem natural. O dever de informação, previsto na Constituição Federal [art. 5º, XIV] e no Código de Defesa do Consumidor [art. 6º, III], consiste em um direito constitucional básico do consumidor e deve ser respeitado. Se não bastasse o ordenamento jurídico interno, há, da mesma forma, a Resolução 30/248 da Assembleia Geral das Nações Unidas que determina, em seu art. 3º, que é necessário promover o acesso dos consumidores à informação. A presente demanda nada mais é do que uma forma de proteger os consumidores que estão sendo ultrajados no seu direito à informação, uma vez que acreditam que estão pagando o preço bruto do produto, enquanto que, na verdade, estão arcando, também, com uma garantia não desejada e não avaliada por eles. Ou seja, arca com o valor de um produto ou de um serviço que não foi submetido ao seu crivo. O dever de informar encontra sua essência no princípio da boa-fé objetiva. A empresa exploradora de atividade econômica deve ser leal ao seu cliente, expondo a ele todos as nuances dos produtos. Alertar os pontos positivos e também os maléficos, tudo de acordo com o perfil do cliente. O Ministério Público, com base no inquérito civil público, comprovou a prática abusiva de embutir seguros e outros produtos na venda, como o 'seg caminhão da sorte' e 'passaporte cresça Brasil', sem o consentimento prévio do consumidor, que vai de encontro à proteção garantida pelo Código de Defesa do Consumidor, in verbis:

5 'Art. 39. É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras práticas: [...] III - enviar ou entregar ao consumidor, sem solicitação prévia, qualquer produto ou fornecer qualquer serviço.' Tanto o Código de Defesa do Consumidor bem como Lei Antitruste proíbem que o fornecedor se prevaleça de sua superioridade econômica ou técnica para determinar condições negociais desfavoráveis ao consumidor. O Código proíbe, expressamente, duas espécies de condicionamento do fornecimento de produtos e serviços. Na primeira delas o fornecedor nega-se a fornecer o produto ou serviço, a não ser que o consumidor concorde em adquirir também um outro produto ou serviço. É a chamada venda casada. Só que, agora, a figura não está limitada apenas à compra e venda, valendo também para outros tipos de negócios jurídicos, de vez que o texto fala em fornecimento, expressão muito mais ampla. No mais, consolidando o meu posicionamento, colaciono o seguinte julgado: 'PROCESSUAL CIVIL E DIREITO DO CONSUMIDOR. AÇÃO CIVIL PÚBLICA. PRELIMINARES. ILEGITIMIDADE ATIVA AD CAUSAM. INÉPCIA DA PETIÇÃO INICIAL. SENTENÇA EXTRA PETITA. REJEIÇÃO. OFERECIMENTO DE SERVIÇO SEM PRÉVIA SOLICITAÇÃO DO CONSUMIDOR. OFENSA AO ART. 39, III, DO CDC. DIREITO À RESTITUIÇÃO EM DOBRO. PENA PECUNIÁRIA EXORBITANTE. ILEGALIDADE DA CLÁUSULA QUE ESTABELECE RESPONSABILIDADE DO TITULAR DE COMUNICAR A PERDA, ROUBO OU EXTRAVIO DO CARTÃO. DANO MORAL COLETIVO. AUSÊNCIA. I - O inquérito civil público é procedimento administrativo e facultativo que visa colher informações para a propositura da ação civil pública. O Ministério Público, porém, não está obrigado a apresentá-lo junto com a petição inicial da ação civil pública. II - O Ministério Público possui legitimidade para o ajuizamento de ação civil pública, com o fito de salvaguardar os direitos difusos, coletivos e individuais homogêneos. III - Não é extra petita a sentença que dá à petição inicial uma interpretação adequada a real pretensão do autor, deferindo o pedido de modo consentâneo com os aspectos legais da demanda. IV - É abusiva a conduta da instituição financeira que oferece serviço de proteção adicional contra perda, furto ou roubo do cartão de crédito, sem prévia solicitação por escrito do consumidor, mediante a cobrança de taxa mensal inserida nas faturas, em ofensa ao art. 39, inc. III, do CDC. V - Constatada a cobrança indevida da taxa de seguro na fatura dos consumidores, impõe-se a condenação do réu à restituição em dobro dos valores relativos ao Seguro Proteção Ouro, além da cominação de pena pecuniária. VI - A multa cominatória não pode ser fixada em valor exorbitante, sob pena de desvirtuar sua finalidade precípua. VII - É nula a cláusula contratual que estabelece a responsabilidade absoluta do consumidor pelo uso indevido do cartão de crédito, até a comunicação de extravio, perda, furto ou roubo. VIII - Sendo indeterminável o número de pessoas que sofreram com a cobrança indevida do seguro, não há como afirmar a extensão do dano moral coletivo com vistas a enfatizar a função punitiva que emerge da Teoria do Desestímulo. IX - Deu-se parcial provimento ao recurso do réu. Negou-se provimento ao apelo do autor (Acórdão n /tjdft, APC, Relator: JOSÉ DIVINO DE OLIVEIRA, Revisor: VERA ANDRIGHI, 6ª Turma Cível, Data de Julgamento: 16/11/2011, Publicado no DJE: 24/11/2011. Pág.: 221).

6 Por fim, em relação ao pedido para que a requerida seja proibida de comercializar o produto 'seg caminhão da sorte', assevero que não merece prosperar a pretensão do Ministério Público, já que a parte demandanda comprovou a licitude do produto, regulado e fiscalizado pela SUSEP - Superintendência de Seguros Privados. É o quanto basta. III - A teor do exposto, à luz do art. 269, I, do Código de Processo Civil, JULGO PARCIALMENTE PROCEDENTES os pedidos da ação para determinar que o réu: a) CUMPRA integralmente o disposto no art. 18 do Código de Defesa do Consumidor, ou seja, sane os vícios apresentados nos produtos que comercializa no prazo de 30 (trinta) dias, desde que estejam no prazo de garantia legal e/ou contratual, sempre observando o disposto na Lei Municipal n. 6191/2012, e se assim não o fizer, possibilite ao consumidor escolher, alternativamente, entre a substituição do produto por outro da mesma espécie e em perfeitas condições de uso; a restituição da quantia paga, acrescida de eventuais perdas e danos; ou o abatimento proporcional do preço; b) CESSE imediatamente a prática da 'venda casada' de seus produtos em conjunto com os produtos 'seg caminhão da sorte' e 'passaporte cresça Brasil', ou qualquer outra que venha substituí-los. CONVALIDO a liminar, nos termos da reforma da Instância Superior, e, cumprindo a determinação que exposta pelo juízo ad quem, fixo multa R$ 200,00 (duzentos reais) por cada infração. Deixo de condenar as partes em custas, despesas processuais e honorários advocatícios, à luz do art. 18 da Lei 7.47/1985. Publique-se. Registre-se. Intimem-se. Após o trânsito em julgado e nada sendo requerido em 6 (seis) meses, arquive-se com as cautelas necessárias. Rio Verde, 18 de junho de Rodrigo de Melo Brustolin Juiz de Direito

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