PLANO ANUAL DE ATIVIDADES

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1 PLANO ANUAL DE ATIVIDADES

2 Com vista ao sucesso escolar dos alunos e ao desejo da melhoria do serviço prestado pelo Agrupamento de Escolas Pedro Alexandrino, é elaborado este Plano Anual de Atividades (PAA) que pretende, em função dos PEE(s)das duas Unidades Orgânicas, definir os objetivos, as formas de organização e de programação das atividades, procedendo à identificação dos recursos necessários à sua execução, tal como se encontra preconizado na alínea c) do ponto 1 do artigo 9º do Decreto-lei nº 137/2012 de 2 de julho. 1

3 I. INTRODUÇÃO De forma objetiva e colaborativa, os agentes educativos intervenientes no processo de ensino e aprendizagem são corresponsáveis na planificação, organização e gestão da sua ação pedagógica e educativa. Por forma a dar sentido ao que se ensina e aprende, é inevitável que a escola se adapte a uma realidade em constante mutabilidade. O Plano Anual de Atividades (PAA), que agora se apresenta, constitui, tal como estatuído no Decreto-lei 137/2012 de 2 de julho, um dos principais elementos de trabalho do Agrupamento de Escolas Pedro Alexandrino (ESPA), e deverá ser necessariamente o ponto de partida para todas as tarefas a desenvolver em cada estrutura educativa. Considera-se, assim, que o mesmo deve ser um documento aberto e em constante atualização, exigindo, deste modo, atitudes de cooperação e de compromisso por toda a Comunidade Educativa. 2

4 II. ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS O PAA insere-se num quadro de ação educativa, assente nos objetivos estratégicos e metas, definidos nos antigos Projetos Educativos, ainda em vigor, capazes de promover a excelência e reforçar a equidade baseada numa liderança atenta à qualidade da educação, na clarividência de um ensino que apoie efetivamente todos os alunos, na confiança em relação à capacidade de êxito de cada um, em ambientes colaborativos favoráveis ao processo ensino e aprendizagem, na manutenção de um clima de segurança e em atuações comuns que guiem e avaliem o progresso educativo. Deste modo, as atividades a desenvolver visam impulsionar as seguintes vertentes: 1. A dimensão humanizadora do trabalho e do estudo; 2. O carácter criativo e construtivo do saber; 3. A promoção do diálogo entre os diferentes saberes e culturas; 4. A comunicação permanente entre os vários agentes educativos; 5. A participação dos jovens no desenvolvimento de ações/na tomada de decisões que contribuam para um ambiente saudável e sustentável; 6. A formação de cidadãos responsáveis e intervenientes na sociedade; 7. O desenvolvimento de uma cultura de partilha de boas práticas e de trabalho colaborativo; 8. A manutenção e o incremento de uma política inclusiva e de apoio social. Pretende-se assim, dar relevância às linhas estratégicas de ação e ao compromisso assumido pela Comunidade Educativa, e optando-se por apresentar, num quadro metodológico que enumera as atividades promovidas pelos diversos órgãos de gestão e estruturas educativas intermédias, ter como referência as vertentes anteriormente enunciadas. 3

5 III. TIPOLOGIA DAS ATIVIDADES Visitas de Estudo; Atividades de leitura; Exposições/Mostras; Feiras: Concursos; Ações de formação/divulgação; Colóquios/Seminário/Conferência; Cinema/Teatro/Bailado; Tertúlias Convívios; Dias comemorativos; Música; Produção de espetáculos; Atividades Desportivas; Atividades de outra natureza. IV. DIVULGAÇÃO Partindo do pressuposto que todos os elementos da Comunidade Educativa são fundamentais na implementação das atividades deste plano, pretende-se assegurar a divulgação generalizada deste documento pelas comunidades escolar e educativa, privilegiando-se os seguintes instrumentos de comunicação e suportes informativos: Publicitação de um documento síntese na página do agrupamento; Divulgação à Associação de Pais e à Associação de Estudantes; Divulgação à CMO. 4

6 V. AVALIAÇÃO O presente documento de intervenção deve ser monitorizado de forma mais ou menos sistemática pelo Conselho Pedagógico e Conselho Geral por forma a acompanhar a evolução e o impacto da concretização das diversas ações. Neste sentido, será objeto de avaliação pelo(s) ator(es) proponente em aplicação informática própria e proceder-se-á a uma avaliação global no final do ano letivo. VI. RECOMENDAÇÕES No 3º período, só excecionalmente devem ser realizadas visitas de estudo. Estas carecem, sempre, de aprovação no Conselho Pedagógico e devem ser devidamente fundamentadas. 5

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