GRUPO TECHNOS ANUNCIA OS RESULTADOS DO 1º TRIMESTRE DE 2016

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1 RESULTADO 1T16 GRUPO TECHNOS ANUNCIA OS RESULTADOS DO 1º TRIMESTRE DE 2016 Rio de Janeiro, 28 de abril de As informações financeiras e operacionais a seguir são apresentadas em base consolidada, de acordo com a Legislação Societária, exceto quando indicado o contrário. DATA 28/04/2016 COTAÇÃO DE FECHAMENTO R$4,81 /ação VALOR DE MERCADO R$377,6 milhões TELECONFERÊNCIA 29/04/ :00h Brasília Telefone: Brasil: +55 (11) EUA: +1 (646) EUA Toll Free: +44 (203) Código conexão: Technos CONTATO RI Victor Bicalho - Diretor Financeiro e de RI André Rodrigues Coordenador de RI Luís Ricardo Analista de RI (21) DESTAQUES DO TRIMESTRE Receita Bruta caiu 2,3% versus o 1T15, atingindo R$89,4 milhões; Crescimento de 8,6% nas vendas para lojas especializadas; Segmento Moda cresce 12,6% de receita com aumento de participação de 5,3 p.p; Segmento Esporte cresce 22,8% de receita com ganho de participação de 2,8 p.p; Sólida geração de caixa operacional em linha com o 1T15; Redução do endividamento líquido de R$36,4 milhões no 1T16. R$ milhões 1T15 1T16 % Receita Bruta 91,5 89,4-2,3% Receita Líquida 74,2 72,2-2,8% Lucro Bruto 37,7 33,7-10,5% Margem Bruta 50,7% 46,7% -4,0p.p. Lucro Líquido 1,6-12,2-882,4% Margem Líquida 2,1% -16,9% -19,0p.p. EBITDA Ajustado 8,2 0,4-95,4% Margem EBITDA Ajustada 11,0% 0,5% -10,5p.p. Volume de Relógios (mil) ,5% Preço Médio (R$/produto) ,2% EBITDA Ajustado Representa o EBITDA CVM (Lucro Líquido acrescido da depreciação e amortização, despesas financeiras, receitas financeiras, impostos correntes e diferidos) ajustado por: realização do ativo fiscal diferido gerado pelo ágio de aquisição de controle acionário da nossa controlada TASA, ajuste a valor presente sobre vendas e impostos sobre vendas, provisões para contingências não operacionais, resultados não recorrentes, recuperação Escrow de passivos gerados antes da aquisição da Dumont Saab e pelo plano de opções de ações. RESULTADO 1T16 1

2 COMENTÁRIOS DA ADMINISTRAÇÃO O primeiro trimestre de 2016 foi desafiador e observamos um ambiente comercial progressivamente mais difícil. Adotamos uma postura mais promocional em janeiro e fevereiro e encerramos este período com crescimento nas vendas sobre o ano passado. Em março observamos uma dificuldade maior nas vendas, principalmente no canal Magazines. Pela maior representatividade deste mês, encerramos o trimestre com queda de 2,3% na receita bruta. Vale ressaltar o crescimento de 8,6% nas vendas para lojas especializadas, principal canal de distribuição que representa aproximadamente 75% das vendas totais da Companhia. A desaceleração que observamos nas vendas é corroborada pelos dados de sell out de nossos clientes, onde observamos, em média, uma leitura negativa sobre o ano passado. Nossas operações de varejo tiveram um resultado positivo e cresceram versus o ano passado com o aumento da receita nas franquias, maturação de alguns pontos de venda e melhoria na gestão destes canais levando ao crescimento de vendas mesmas lojas. No trimestre perdemos 4,0 pontos percentuais de margem bruta, atingindo 46,7%, frente a 50,7% no ano anterior. A queda de margem bruta ocorreu mesmo com o repasse de preços, uma vez que, o repasse não compensou integralmente o aumento do câmbio médio do nosso estoque, e pelo efeito mix, onde tivemos um crescimento na venda de itens com margens mais baixas. Realizamos em 1º de março um novo reajuste de preços de aproximadamente 10%. No 1T16, demos continuidade à nossa estratégia de aproximação e apoio aos nossos parceiros varejistas, expandindo ações de fomento do sell out, principalmente focadas na melhoria do ponto de venda. Nesse momento de cenário adverso é ainda mais relevante termos participação ativa na ponta para fomentar as vendas ao consumidor. Reduzimos nosso endividamento líquido em R$36,4 milhões no 1T16. Dedicamos muito esforço a uma boa gestão do capital de giro e acompanhamos de perto a evolução dos estoques e das contas a receber. Em 2016, planejamos aumentar significativamente os investimentos de marketing para expandir o projeto de apoio a nossos clientes varejistas e franqueados. Procuramos agregar conhecimento técnico à operação de nossos clientes para aumentar a eficiência de giro dos seus estoques e, desta forma, aumentar a rentabilidade de suas lojas. Além do conhecimento técnico, aumentamos os investimentos em publicidade feita em parceria com estes clientes e mídia online. Acreditamos que estes investimentos serão a fundação para a retomada de um novo ciclo de crescimento. RESULTADO 1T16 2

3 RECEITA BRUTA A receita bruta atingiu R$ 89,4 milhões no 1T16, queda de 2,3% em relação ao 1T15. R$ Milhões 1T15 1T16 Var % Var R$ Venda de Produtos 89,1 87,0-2,4% -2,1 Assistência Técnica 2,4 2,4-0,7% 0,0 Receita Bruta 91,5 89,4-2,3% -2,1 VENDA DE PRODUTOS Análise Geral A receita bruta com a venda de produtos passou de R$89,1 milhões no 1T15 para R$87,0 milhões no 1T16, representando uma queda de 2,4%. O volume de produtos vendidos no trimestre totalizou 507 mil unidades, apresentando uma queda de 14,5% em relação ao 1T15. O preço médio atingiu R$172 no 1T16, aumento de 14,2% em relação ao preço médio de R$150 no 1T15. O aumento do preço médio é explicado pelos aumentos na precificação ocorridos em novembro de 2015 e em março de 2016 para contrapor à desvalorização cambial. Análise por Categoria A tabela a seguir demonstra a abertura da receita bruta de venda de produtos entre as categorias: R$ Milhões 1T15 1T16 Var % Var R$ Clássico 48,5 40,3-16,9% -8,2 Esporte 9,6 11,7 22,8% 2,2 Moda 31,1 35,0 12,6% 3,9 Total 89,1 87,0-2,4% -2,1 RESULTADO 1T16 3

4 RECEITA BRUTA O gráfico abaixo demonstra como as marcas são classificadas na divulgação de resultados: A categoria Clássico passou de uma participação de 54,4% da receita bruta no 1T15 para 46,3% no 1T16, representando uma queda de 8,1 p.p, e queda de receita de R$8,2 milhões ou 16,9%. A categoria Esporte passou de uma participação da receita bruta de 10,7% no 1T15 para 13,5% no 1T16 com crescimento de receita de R$2,2 milhões ou 22,8% em comparação com o mesmo período do ano anterior. A categoria Moda passou de uma participação de 34,8% no 1T15 para uma participação de 40,2%, representando um aumento de 5,3 p.p e um aumento de R$3,9 milhões na receita ou 12,6%. Tivemos bom desempenho na categoria Esporte com crescimentos de todas as marcas do segmento frente ao mesmo período do ano anterior. Diferentemente das categorias Esporte e Moda, a categoria Clássico demonstrou queda de receita ano contra ano, principalmente pelas vendas mais fracas do mês de março. RESULTADO 1T16 4

5 RECEITA BRUTA Análise por Canal de Distribuição A tabela a seguir demonstra a abertura da receita bruta com a venda de produtos em cada um dos canais de distribuição: R$ Milhões 1T15 1T16 Var % Var R$ Lojas Especializadas 61,3 66,6 8,6% 5,3 Magazines e Outros 27,9 20,4-26,6% -7,4 Total 89,1 87,0-2,4% -2,1 Na análise da venda de produtos por canal de distribuição, no 1T16 apresentamos crescimento de 8,6% em Lojas Especializadas e queda de 26,6% no canal Magazines e Outros, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Temos observado maiores dificuldades no canal de lojas de departamento. VAREJO E FRANQUIAS Atualmente contamos com 74 pontos de venda exclusivos, sendo 58 Touch e 16 Euro. A unificação das equipes de gestão de franquias Euro e Touch e o foco que a Companhia vem dando a este canal tem apresentando melhoras na rentabilidade. Cabe destacar também as iniciativas de varejo através de sites e outlets. Possuímos atualmente sete sites de comércio eletrônico. Seis deles são dedicados às marcas Euro, Timex, Touch, Allora, Condor e Dumont, e o outro voltado para a venda online de nossas demais marcas, o Timecenter. Possuímos atualmente oito outlets. Os outlets são parte da estratégia de gestão de estoques, servindo como um canal para venda de produtos de baixo giro fora dos canais tradicionais da companhia e tem apresentado um bom resultado de vendas. Pretendemos continuar a desenvolver este canal com novas aberturas em RESULTADO 1T16 5

6 RECEITA BRUTA ASSISTÊNCIA TÉCNICA A receita bruta com assistência técnica atingiu R$2,4 milhões no 1T16, 0,7% abaixo do mesmo período do ano anterior. Promovemos em outubro um aumento de preço das peças de reposição para repassar parte da variação cambial. RECEITA LÍQUIDA A receita líquida atingiu R$72,2 milhões no 1T16, representando queda de 2,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. R$ Milhões 1T15 1T16 Var % Var R$ Receita Bruta 91,5 89,4-2,3% (2,1) Ajuste a Valor Presente sobre Receita (3,6) (3,9) 8,1% (0,3) Impostos sobre Vendas (14,1) (13,8) -2,0% 0,3 Ajuste a Valor Presente sobre Impostos 0,5 0,5 12,0% 0,1 Receita Líquida 74,2 72,2-2,8% (2,1) LUCRO BRUTO O lucro bruto atingiu R$33,7 milhões no 1T16, queda de 10,5% se comparado ao 1T15. A margem bruta ficou em 46,7% no 1T16, representando uma queda de 4,0 p.p. em relação ao mesmo período do ano anterior. A queda de margem obtida ocorre em função da variação do dólar frente ao mesmo período do ano anterior e também pelo fato de termos sido mais promocionais em janeiro e fevereiro de 2016 frente ao mesmo período de RESULTADO 1T16 6

7 DEPESAS COM VENDAS As despesas com vendas passaram de R$24,8 milhões no 1T15, representando 33,4% do total da receita líquida, para R$28,1 milhões no 1T16, representando 38,9% do total da receita líquida. São duas as principais variações do volume de despesas do 1T16 frente ao 1T15: (i) mudança de sazonalidade nas despesas de publicidade onde temos uma grande coleção a ser lançada no meio do ano e (ii) crescimento das despesas do varejo com expansão de lojas frente ao mesmo período do ano anterior. DESPESAS ADMINISTRATIVAS As despesas administrativas aumentaram de R$8,6 milhões no 1T15 para R$9,2 milhões no 1T16, ou 7,4%. O aumento das despesas administrativas ocorre em função de dois fatores principais: (i) honorários da diretoria, com aumento de quadro na diretoria de varejo e sucessão da diretora de marketing R$0,3 milhão e (ii) acordo coletivo R$0,2 milhão. OUTROS RESULTADOS OPERACIONAIS, LÍQUIDOS O resultado das outras contas representou uma despesa de R$5,3 milhões no 1T16 versus R$3,7 milhões no 1T15, aumento de 44,9%. No 1T16, as outras contas operacionais foram impactadas principalmente por: (i) R$0,8 milhão referente à realização de estoque da Dumont e amortização da carteira de clientes da Dumont a valor justo (ii) provisão de estoques de baixa qualidade ou baixo giro no valor de R$1,6 milhão, (iii) provisão de PLR no valor de R$1,1 milhão e (iv) plano de opções de ações de R$1,2 milhão. RESULTADO 1T16 7

8 EBITDA E EBITDA AJUSTADO O EBITDA Ajustado, de R$0,4 milhão no 1T16, foi 95,4% abaixo do 1T15. A redução do EBITDA Ajustado ocorre em função de três fatores: (i) queda nas vendas de produtos, (ii) redução de margem bruta, tanto em função da valorização do dólar como pela maior agressividade nos descontos de janeiro e fevereiro, (iii) alteração na sazonalidade das despesas de publicidade e aumento das despesas do varejo com abertura de 3 outlets e 3 sites. No 1T16 ajustamos o EBITDA pelos seguintes itens: (i) ajuste a valor presente no valor de R$3,4 milhões, (ii) despesa não caixa gerada pelo plano de opções no valor de R$1,2 milhão e (iii) provisão de imposto sobre estoque obsoleto R$0,7 milhão. R$ Milhões 1T15 1T16 (=) Lucro Líquido 1,6 (12,2) (+) Depreciação e Amortização (2,9) (3,6) (+/-) Resultado Financeiro 2,4 (4,8) (+) Impostos Correntes (1,0) (0,7) (+/-) Impostos Diferidos (0,4) 1,9 (=) EBITDA (CVM 527/12) 3,5 (5,0) (+/-) Provisão para Contingências Não Recorrentes (0,2) (0,7) (+/-) Outros Não-Recorrentes 0,5 0,0 (+) Recuperação Escrow (0,8) 0,0 (+) Realização de Valor Justo do Estoque Dumont (0,3) (0,0) (+) Outras Despesas Não Caixa (0,7) (1,2) (+) Impacto do AVP sobre o Resultado Operacional (3,2) (3,4) (=) EBITDA Ajustado 8,2 0,4 RESULTADO FINANCEIRO LÍQUIDO O resultado financeiro passou de uma receita de R$2,4 milhões no 1T15 para uma despesa de 4,5 milhões no 1T16. As despesas financeiras passaram de R$15,8 milhões no 1T15 para R$10,7 milhões no 1T16. Essa despesa financeira é impactada, principalmente, (i) pelos juros incidentes na dívida contratada para a aquisição da Dumont, que ocorreu no segundo trimestre de 2013, posteriormente substituída por uma linha 4131 com alongamento do prazo e redução do prêmio de risco, conforme divulgado no comunicado de 24 de setembro de 2015, (ii) pelo aumento médio do CDI, que incide sobre nossa dívida pós-fixada, e (iii) o impacto do câmbio nas operações de hedge. A receita financeira passou de R$18,2 milhões no 1T15 para R$6,2 milhões no 1T16. RESULTADO 1T16 8

9 FLUXO DE CAIXA R$ Milhões 1T15 1T16 Lucro antes do IR e CSLL 3,0 (13,4) (+/-) Ajustes que não afetam o caixa 14,4 (5,3) (+/-) Atividades operacionais 16,4 46,8 (+/-) Atividades de investimento (0,0) (3,4) (+/-) Atividades de financiamento 1,8 (23,8) (=) Aumento (redução) de caixa 35,4 0,9 (+) Caixa e equivalentes de caixa Inicial 32,6 20,0 (=) Caixa e equivalentes de caixa Final 68,0 20,9 ATIVIDADES OPERACIONAIS No 1T16, o caixa gerado nas atividades operacionais totalizou R$46,8 milhões. Destacam-se no 1T16 (i) aumento de R$7,6 milhões em estoques, (ii) redução de R$29,9 milhões em contas a receber, (iii) aumento de R$18,2 milhões em fornecedores. No 1T15, o caixa gerado nas atividades operacionais totalizou R$16,4 milhões. Destacam-se no 1T15 (i) redução de R$33,5 milhões em contas a receber, (ii) aumento de R$23,2 milhões em estoques, (iii) aumento de R$10,0 milhões em fornecedores e (iv) aumento de R$3,9 milhões aplicados em outras contas. Somado ao lucro e ajustado pelos itens que não afetam o caixa, geramos um caixa líquido operacional de R$33,7 milhões. ATIVIDADES DE INVESTIMENTO O caixa líquido utilizado em nossas atividades de investimento é afetado principalmente pelo nosso investimento em capital imobilizado e recebimentos decorrentes da venda de ativos permanentes. Apresentamos investimentos em ativo fixo e intangível no valor de R$2,6 milhões líquido do recebimento de venda de imobilizado no valor de R$0,6 milhão. ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO O caixa líquido gerado ou consumido nas nossas atividades de financiamento decorre principalmente da captação e pagamento de empréstimos, bem como e da distribuição de dividendos. No 1T16 amortizamos R$23,8 milhões da dívida. RESULTADO DE CAIXA As atividades resultaram em um aumento das disponibilidades de R$0,9 milhão, que somadas ao saldo inicial em caixa de R$20,0 milhões resultaram em um saldo final em caixa de R$20,9 milhões no 1T16. RESULTADO 1T16 9

10 CAPITAL DE GIRO R$ milhões 1T15 % Receita Líquida 1T16 % Receita Líquida (+) Contas a Receber 197,1 46,9% 195,9 49,6% (+) Estoques 156,1 37,1% 161,6 40,9% (-) Contas a Pagar 27,7 6,6% 17,3 4,4% (=) Capital de Giro 325,6 77,5% 340,2 86,1% O capital de giro totalizou no 1T16 R$340,2 milhões, representando 86,1% da receita líquida dos últimos 12 meses. Em igual período do ano anterior, o capital de giro somava R$325,6 milhões e representava 77,5% da receita líquida. No contas a receber, observamos um aumento de 2,7 p.p, em função do aumento da inadimplência. O ambiente macroeconômico enfraquecido tem levado alguns clientes a solicitar a prorrogação das datas de pagamento. Nos estoques, houve um aumento de 3,8 p.p, reflexo do volume de vendas mais fracas no período. O contas a pagar ficou 2,2 p.p. abaixo do 1T15, principalmente em função da redução do volume de compras na base comparativa ano contra ano. SALDO DE CAIXA O Grupo Technos encerrou o 1T16 com uma dívida líquida de R$111,1 milhões. Em relação ao 4T15, demonstramos queda de 24,7% ou R$36,4 milhões na dívida líquida. Em relação ao mesmo período de 2015 houve queda de 14,8%, ou R$19,3 milhões. Essa redução é reflexo da amortização de R$23,8 milhões comentada nas atividades de financiamento. R$ milhões 1T15 4T15 1T16 Dívida Bruta (198,3) (167,4) (132,0)¹ (-) Caixa 68,0 20,0 20,9 (=) (Dívida)/Caixa Líquido (130,3) (147,4) (111,1) ¹ Esse valor não considera o montante de R$18,7 milhões referentes a ponta passiva do Swap Cambial da dívida, conforme nota 22 do ITR. Sendo considerado este montante, teríamos 150,7 milhões de dívida bruta e R$129,8 milhões de dívida líquida. RESULTADO 1T16 10

11 DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO Em milhares de Reais Consolidado 1T15 1T16 Receita Líquida Custo das vendas (36.564) (38.433) Lucro bruto Despesas com vendas (24.820) (28.085) Despesas administrativas (8.578) (9.213) Outros, líquidos (3.684) (5.338) Lucro operacional 584 (8.916) Resultado financeiro, líquido (4.462) Receitas financeiras Despesas financeiras (15.848) (31.289) Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social (13.378) Imposto de renda e contribuição social (1.403) Corrente (1.020) (684) Diferido (383) Lucro líquido (12.192) RESULTADO 1T16 11

12 BALANÇO PATRIMONIAL Em milhares de Reais 31 de março de 2015 Consolidado 31 de março de 2016 Ativo Circulante Caixa e equivalentes de caixa Contas a receber de clientes Estoques Impostos a recuperar Outros ativos Ativos mantidos para venda Não circulante Adiantamento a fornecedores Impostos a recuperar Títulos e valores mobiliários Depósitos judiciais Contas a receber de clientes 626 Outros ativos Intangível Imobilizado Total do ativo RESULTADO 1T16 12

13 BALANÇO PATRIMONIAL Em milhares de Reais Passivo 31 de março de 2015 Consolidado 31 de março de 2016 Circulante Empréstimos Fornecedores Impostos, taxas e contribuições sociais a pagar Valor a pagar por aquisição de participação de não controladores Salários e encargos sociais a pagar Dividendos a pagar Instrumentos financeiros derivativos Licenciamentos a pagar Outras contas a pagar Não circulante Empréstimos Imposto de renda e contribuição social diferidos Provisão para contingências Instrumentos financeiros derivativos Licenciamentos a pagar Valor a pagar por aquisição de participação acionária Outras contas a pagar Total do passivo Patrimônio Líquido Capital social Ações em Tesouraria (11.208) (11.208) Gastos com emissão de ações (10.870) (10.870) Reservas de capital Reservas de lucros Ajuste de avaliação patrimonial (14.112) (14.112) Lucros (prejuízos) acumulados (12.192) Total do patrimônio líquido Total do passivo e patrimônio líquido RESULTADO 1T16 13

14 FLUXO DE CAIXA Em milhares de Reais Consolidado 1T15 1T16 Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social (13.378) Ajuste de itens que não afetam o caixa Amortização e depreciação Provisão para valor recuperável de estoques 656 (1.351) Provisão para valor recuperável de contas a receber (585) 874 Provisão (reversão) para contingências Resultado na venda de ativos permanentes (334) 123 Impairment bens de ativos permanentes (18) 165 Juros sobre empréstimos Juros outros (10.469) Prêmio de opção de ações Participação de não controladores 0 0 Outros (143) (1) Variações nos ativos e passivos Redução (aumento) de contas a receber Redução (aumento) nos estoques (23.169) (7.561) Redução (aumento) nos impostos a recuperar (1.235) (354) Redução (aumento) nos outros ativos (4.739) Aumento (redução) em fornecedores e contas a pagar Aumento (redução) em salários e encargos sociais a pagar Aumento (redução) em impostos, taxas e contribuições sociais a pagar (861) (705) Juros pagos 0 (509) Imposto de renda e contribuição social pagos 0 0 Caixa líquido (aplicado nas) gerado pelas atividades operacionais Fluxos de caixa das atividades de investimento Redução (aumento) de títulos e valores mobiliários (222) (677) Aquisição de participação societária 0 (187) Compras de imobilizado (902) (1.670) Valor recebido pela venda de imobilizado Compra de ativos intangíveis (198) (1.529) Caixa líquido (aplicado nas) gerado pelas atividades de investimento (46) (3.436) Fluxos de caixa das atividades de financiamento Valor recebido pela emissão de ações ordinárias 0 0 Integralização de capital 0 0 Aquisição de ações próprias mantidas em tesouraria (439) 0 Empréstimos Pagamento de empréstimos (315) (23.785) Dividendos pagos aos acionistas da Companhia (14.511) (60) Caixa líquido aplicado nas atividades de financiamento (23.845) Aumento (redução) de caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa no início do período Caixa e equivalentes de caixa no final do período RESULTADO 1T16 14

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