Notas sobre o IDH/PNUD 2010

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Notas sobre o IDH/PNUD 2010"

Transcrição

1 Notas sobre o IDH/PNUD 2010 Rogério Vianna, agosto de 2013 O PNUD vem de publicar o IDH 2010 dos municípios e estados brasileiros (http://www.atlasbrasil.org.br/2013). Conquanto nem sempre se possa encontrar uma relação direta entre este indicador e as reais condições de vida das populações dos municípios, é sem dúvida útil fazer-se esse exercício, e insights interessantes podem ser obtidos especialmente quando se utilizam outros dados municipais para fins de comparação. Nesta nota procuramos estudar a evolução do IDH nos últimos 20 anos, atribuindo grosseiramente a década de 1990 ao período FHC e a década de 2000 ao período Lula. Claro está que os períodos não coincidem totalmente e, mais importante, a evolução do IDH não é obra de um governo, tendo o Brasil evoluido constantemente não importa o partido que ocupe o governo. O leitor poderá fazer suas próprias análises utilizando o sistema que disponibilizamos em nosso site: Vejamos a evolução do IDH brasileiro nos períodos FHC (1991 a 2000) e Lula (2000 a 2010): Evolução do IDHM em Brasil m = municípios, p = população (* estimativa: média ponderada sobre a população) Ano IDHM Muito baixo Baixo Médio Alto Muito alto % M % P % M % P % M % P % M % P % M % P , ,76 46,58 13,38 33,83 0,77 19, ,605 (+ 25,6 %) 41,8 20,17 29,66 18,5 26,05 36,47 2,39 24,78 0,02 0, ,7185 (+ 18,7 %) 0,57 0,31 24,54 11,01 40,09 21,5 33,91 51,53 0,79 15,65 1. Municípios com IDH Muito Baixo: FHC: a população que vivia nesse nível reduziu-se em 56,7%, de 46,58% para 20,17%. LULA: essa população reduziu-se em mais 98,5%, de 20,17% para meros 0,31%. 2. Municípios com IDH Alto e Muito Alto: FHC: a população que vivia nesses níveis subiu de 0% para 24,86%. LULA: a população que vivia nesses níveis subiu de 24,86% para 67,18%. Em alguns estados a evolução foi ainda mais dramática: Evolução do IDHM em AC m = municípios, p = população (* estimativa: média ponderada sobre a população) Ano IDHM Muito baixo Baixo Médio Alto Muito alto % M % P % M % P % M % P % M % P % M % P , ,451 (+ 82,6 %) 90,91 43,53 9,09 56, ,604 (+ 33,9 %) 4,55 0,9 54,55 23,6 36,36 29,64 4,55 45, Municípios com IDH Muito Baixo: FHC: a população que vivia nesse nível reduziu-se em 56,47%, de 100% para 43,53%. LULA: essa população reduziu-se em mais 97,9%, de 43,53% para meros 0,9%. 2. Municípios com IDH Alto e Muito Alto: FHC: a população que vivia nesses níveis manteve-se em zero porcento. LULA: a população que vivia nesses níveis subiu de zero para 45,86%! Comparando com a evolução havida no estado mais avançado, São Paulo: Evolução do IDHM em SP m = municípios, p = população (* estimativa: média ponderada sobre a população) Ano IDHM Muito baixo Baixo Médio Alto Muito alto % M % P % M % P % M % P % M % P % M % P ,592 51,94 13,68 44,65 41,88 3,41 44, ,721 (+ 21,8 %) 0,78 0,1 14,88 3,5 71,63 36,99 12,56 59,05 0,16 0, ,79 (+ 9,6 %) ,61 1,37 86,67 54,56 3,72 44,07

2 1. Municípios com IDH Muito Baixo: FHC: a população que vivia nesse nível reduziu-se a quase zero. LULA: essa população reduziu-se a zero. 2. Municípios com IDH Alto e Muito Alto: FHC: a população que vivia nesses níveis subiu de 0% para 59,41%. LULA: a população que vivia nesses níveis subiu de 59,41% para 98,63%. Essa melhoria pode ser vista no mapa, que mostra a situação dos municípios do Acre nos dois períodos: Legenda do mapa: muito alto: de 0,8 a 1 - alto: de 0,7 a 0,799 médio: de 0,6 a 0,699 - baixo: de 0,5 a 0,599 - muito baixo: até 0,499 Situação do Acre no final do período FHC (2000) Situação do Acre no final do período LULA (2010) Todos os municípios tinham IDH Muito Baixo, exceto Rio Branco e Cruzeiro do Sul, com IDH Baixo. Apenas o município de Jordão, com populacao de habitantes, manteve-se com IDH muito baixo: IDHM 2010: 0,469, IDHM 2000: 0,222, IDHM 1991: 0,1 O desenvolvimento brasileiro, segundo a ótica do IDH, foi bastante desigual (ver Gini abaixo), havendo municípios que evoluiram extraordinariamente no Ranking, e outros que nele regrediram, embora tenham melhorado seus índices. Por exemplo, entre 1991 e 2010 o município com maior evolução percentual no Ranking foi Rio Fortuna em SC, que evoluiu da posição 970 º para a posição 25º, tendo no período FHC evoluído para a posição 625º e no período Lula desta para a posição 25º no Ranking brasileiro. No mesmo período de 20 anos o município com a maior regressão percentual no Ranking foi Muritinga do Sul, SP, que saiu da posição 133º para posição 383º no período FHC e desta para a posição º no período Lula. Um outro ângulo permite obter outras informações. Quando se observa não a variação percentual no Ranking, mas a variação absoluta no IDH, os resultados são os seguintes: no período de 20 anos o município que mais evoluiu seu IDH foi Ribamar Fiquene, MA, cujo IDH passou de 0,131 em 1991 para 0,615 em 2010, tendo alcançado o valor de 0,402 no ano Nesses 20 anos seu Ranking variou da posição 5.559º para a posição 3.796º, tendo alcançado a posição 4.746º no ano 2000: embora melhorando sempre, o município ainda ocupa baixo nível de IDH e baixa posição no Ranking. Já o município que menos evoluiu seu IDH nesses 20 anos foi Santos, SP, que em 1991 tinha o valor de 0,689, em 2000 tinha o valor de 0,785 e em 2010 alcançou o valor de 0,840. Neste caso, porém, a informação tem utilidade limitada pelo fato do município ter em 1991 um IDH já elevado, o que se aplica aos demais municípios que em 1991 já possuiam IDH mais elevado (como o IDH varia de 0 a 1 é mais fácil haver uma grande evolução se o IDH parte de um valor baixo, especialmente se a variável Expectativa de Vida evolui bastante, o que tem sido observado em todo o Brasil devido a melhores condições de saneamento, vacinação e alimentação, sem que os indicadores de Educação e Renda precisem elevar-se substancialmente).

3 Finalmente, observemos a comparação entre o IDH, que se define pelo IDH_M (M de municipal), o qual é obtido a partir de três outros IDHs municipais: Renda, Educação e Expectativa de Vida, e esses seus componentes. No ano de 2000 haviam apenas três municípios cujo IDH-Educação fosse maior ou igual ao seu IDH-Renda, Já no ano de 2010 esse número subiu para 330 municípios. Porém a Educação permanece sendo o indicador que mais diminue o IDH dos municípios. Quando se compara o IDH-Educação com o IDH médio dos municípios, vêse que no ano de 2000 não havia nenhum município cujo primeiro fosse igual ou superior ao segundo. E em 2010 haviam somente 5 municípios com essa característica. E quando se compara o IDH-Renda com o IDH médio dos municípios, vê-se que no ano de 2000 haviam municípios com o primeiro igual ou maior que o segundo, e no ano 2010 esse número reduziu-se a municípios. Neste caso, poder-se-ia interpretar este resultado supondo ter havido considerável melhoria nos demais índices (Educação e Expectativa de Vida), havendo portanto uma redução na importancia do IDH-Renda sobre o IDH médio dos municípios. Infelizmente tal não parece ser a realidade: dos municípios brasileiros particamente todos, 5.560, têm IDH-Educação inferior ao seu IDH Médio! O que parece comprovar que a educação no Brasil permanece sendo seu ponto mais fraco. E quando se observa que em todos os municípios brasileiros o IDH-L (logevidade ou expectativa de vida ao nascer, o índice mais associado a saúde) é superior aos seus IDH, conclui-se ser este o componente do IDH que mais o eleva. De fato, isto coincide com a informação de que o brasileiro está vivendo bem mais que no passado. Sem dúvida isto se deve em muito a melhorias no saneamento, na vacinação em massa e na melhoria da alimentação. Mas a conhecida precariedade do sistema de saúde não autoriza pensar que aqueles que ficam doentes estejam sendo melhor atendidos ou tendo sobrevida superior à do passado (a ser pesquisado). Uma última informação que complementa os dados apresentados no início desta nota: quantos municípios se enquadram em cada nível do IDH? Em 1991 não havia no Brasil nenhum município com IDH Muito Alto ou mesmo Alto, havendo 43 no nível Médio, 745 no nível Baixo e no nível Muito Baixo. Em 2000 havia apenas 1 município no nível Muito Alto, 133 no nível Alto, no nível Médio, 1652 no nível Baixo e no nível Muito Baixo. Em 2010 haviam 44 municípios no nível Muito Alto, no nível Alto, no nível Médio, no nível Baixo e apenas 32 municípios no nível Muito Baixo. E quanto a evolução dos IDH no Brasil: SISTEMA PNUD SISTEMA SISTEMA SISTEMA ,4816 0,279 0,2830 0,6776 0, ,6050 0,456 0,4578 0,7497 0, ,7185 0,637 0,6352 0,8233 0, % 25,6 % 63,4 % 61,8 % 10,6 % 7,8 % % 18,7 % 39,7 % 38,8 % 9,8 % 8,1 % % 49,2 % 128,3 % 124,4 % 21,5 % 16,6 % Obs 1: o PNUD publicou os IDH anuais apenas para o IDH Educação; os valores do PNUD pouco diferem (~3%) do cálculo feito pelo Sistema (IDHs municipais ponderados por suas populações). Obs 2: comparativamente ao crescimento de 18,7% do IDH entre 2000 e 2010, o índice Firjan (IDFM) cresceu 32,7% no mesmo período.

4 Obs 3: comparativamente ao crescimento de 8,1% do IDH Renda, o índice Firjan Renda (IDFMR) cresceu 61,9%. O IDH Renda foi o que menos evoluiu. Em tendo evoluído menos que o IDH E-Vida pode-se supor que este último se valeu de melhorias na qualidade e vida que pouco dependem da renda das pessoas. Porém a avaliação dessa evolução entre os dois indicadores difere bastante, o que deve ser investigado. Obs 4: comparativamente o crescimento de 39,7% do IDH Educação, o índice Firjan Educação (IDFME) cresceu 31,4%. O IDH e o índice Firjan em Educação foram os que mais evoluiram nesse período, mas ainda são os que mais reduzem os indicadores gerais (ver grafico abaixo). Vejam-se os valores publicados pelo PNUD para 2011: O Brasil é o 84º país no Ranking geral, mas apenas o 115º no ranking Educação entre 187 países, embora esteja na posição 77º quanto a renda per capita! Relação IDHM Educação versus IDH: melhorando, mas ainda o pior. Média Brasil: 1991: 43,7%, 2000: 65,4%, 2010: 84,3% Obs 5: comparativamente ao crescimento de 9,8% do IDH Expectativa de Vida, o índice Firjan Saúde (IDFMS) cresceu 13,4%. Obs 6: Como os dois índices tomam por base componentes diferentes, é natural que apresentem valores e comportamentos algo distintos mas que, ao nosso ver, se complementam por visarem alcançar indicadores que representem a situaçãode desenvolvimento dos municípios em eixos similares. Estudo sobre as diferenças e complementaridade está em elaboração. Quando se investiga a correlação entre os dois indicadores: IDH Pnud e IDFM Firjan, se encontra forte coeficiente Pearson (0,7704):

5 Qualquer que seja a importancia que se atribua ao índice IDH essa grande evolução brasileira que ele aponta parece estar de acordo com avaliações realizadas a partir de outros indicadores. Para estimular nossas reflexões veja se existe correlação entre os IDHs municipais e o valor médio do Bolsa Familia que lhes são destinados: é possível verificar-se, como seria de se esperar, que quanto maior é o IDH menor é o valor médio do bolsa família per capita do municipio (coeficiente de correlação Pearson -0,8875). A dispersão relativamente grande se explicaria pelo fato de que, mesmo nos municípios maiores e mais desenvolvidos, ainda há uma importante parcela de pobres em suas populações.

6 Anexo: Gráfico dos IDH: observa-se claramente a redução dos municípios com IDH no vermelho (melhora substancial), mas melhora bem menos acentuada no IDH-Educação, que continua sendo o indicador que mais diminui o IDH. Distribuição dos IDHM em Brasil, 2010 Distribuição dos IDHM em Brasil, 2000 Distribuição dos IDHM em Brasil, 1991 Gráfico dos IDH Educação Distribuição dos IDHME em Brasil, 2010 Distribuição dos IDHME em Brasil, 2000 Distribuição dos IDHME em Brasil, 1991

7 Anexo: Sobre a desigualdade na melhoria dos índices no Brasil, um experimento sobre os coeficientes Gini dos IDH. #1) os coeficientes Gini são em geral bastante elevados, o que indica a permanência de grande desigualdade no Brasil. #2) não obstante, parece ter havido gande diminuição na desigualdade entre 1991 e 2010 exceto onde abaixo indicado. #3) a evidente melhoria nos indicadores brasileiros não ocorreu por igual para todos os municípios. #4) a desigualdade é menor nos pequenos municípios (< 50 mil habitantes), e também nos grandes (> 1milhão) Coeficientes Gini - Brasil: ,90 % 84,20 % 74,17 % 77,22 % ,79 % 80,04 % 73,73 % 76,38 % ,08 % 76,27 % 73,40 % 75,55 % * melhora na desigualdade em todos os indicadores em todos os períodos Coeficientes Gini Brasil pequenos municípios (até 50 mil habitantes em 2010): ,48 % 52,60 % 43,31 % 45,28 % ,60 % 47,46 % 43,19 % 44,49 % ,54 % 44,16 % 43,09 % 43,70 % * melhora na desigualdade em todos os indicadores em todos os períodos Coeficientes Gini Brasil grandes municípios (mais que 1milhão de habitantes em 2010): ,05 % 36,69 % 34,94 % 36,65 % ,68 % 36,14 % 34,64 % 36,31 % ,05 % 34,52 % 34,65 % 35,99 % * melhora na desigualdade, exceto na Expectativa de Vida entre 2000 e 2010 Coeficientes Gini São Paulo: ,10 % 84,10 % 80,22 % 81,81 % ,17 % 81,92 % 80,07 % 81,50 % ,74 % 80,85 % 80,10 % 81,26 % * melhora na desigualdade, exceto na Expectativa de Vida entre 2000 e 2010 Coeficientes Gini - Acre: ,68 % 77,36 % 57,93 % 62,68 % ,46 % 69,66 % 57,62 % 61,92 % ,74 % 63,93 % 57,28 % 60,79 % * melhora na desigualdade em todos os indicadores em todos os períodos

A POSIÇÃO DO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS (SP) EM RELAÇÃO AO ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO (IDH) E AO ÍNDICE DE GINI

A POSIÇÃO DO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS (SP) EM RELAÇÃO AO ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO (IDH) E AO ÍNDICE DE GINI A POSIÇÃO DO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS (SP) EM RELAÇÃO AO ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO (IDH) E AO ÍNDICE DE GINI Roland Anton Zottele 1, Friedhilde M. K. Manulescu 2 1, 2 Faculdade de Ciências

Leia mais

Anexo 1. Definição das variáveis de análise

Anexo 1. Definição das variáveis de análise Métodos Anexo 1 Definição das variáveis de análise 1. Saúde: a. Taxa de mortalidade infantil (TMI): número de óbitos de menores de um ano de idade, por mil nascidos vivos, na população residente em determinado

Leia mais

TERESINA ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO

TERESINA ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO TERESINA ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO Teresina (PI), Setembro 2014 1 ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO (IDH-m) As informações deste estudo são extraídas do site do Programa das Nações Unidas - PNUD,

Leia mais

erradicar a pobreza extrema e a fome

erradicar a pobreza extrema e a fome objetivo 1. erradicar a pobreza extrema e a fome Para a Declaração dos Direitos Humanos toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem-estar, inclusive

Leia mais

Perfil Municipal - Florianópolis (SC)

Perfil Municipal - Florianópolis (SC) Caracterização do Território Área: 436,5 km² Densidade Demográfica: 760,1 hab/km² Altitude da Sede: 3 m Ano de Instalação: 1.726 Distância à Capital: 0,0 km Microrregião: Florianópolis Mesorregião: Grande

Leia mais

Tema: Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) Professor: Jonathan Kreutzfeld

Tema: Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) Professor: Jonathan Kreutzfeld Tema: Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) Professor: Jonathan Kreutzfeld O que é IDH? O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida comparativa de renda, escolaridade e longevidade para os diversos

Leia mais

São Paulo. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado de São Paulo (1991, 2000 e 2010)

São Paulo. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado de São Paulo (1991, 2000 e 2010) São Paulo Em 21, no estado de São Paulo (SP), moravam 41,3 milhões de pessoas, onde uma parcela considerável (7,8%, 3,2 milhões) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 645 municípios,

Leia mais

PORTO ALEGRE DESIGUAL: OS VÁRIOS RETRATOS DE UMA METRÓPOLE

PORTO ALEGRE DESIGUAL: OS VÁRIOS RETRATOS DE UMA METRÓPOLE PORTO ALEGRE DESIGUAL: OS VÁRIOS RETRATOS DE UMA METRÓPOLE Valéria D.Sartori Bassani 1 Introdução Este artigo tem por objetivo apresentar uma descrição sintética socioeconômica da cidade de Porto Alegre,

Leia mais

Oficina Índice de Desenvolvimento Humano IDH

Oficina Índice de Desenvolvimento Humano IDH Oficina Índice de Desenvolvimento Humano IDH Oficina CH/EM Caro Aluno, Esta oficina tem por objetivo analisar as principais características de um dos principais indicadores socioeconômicos utilizados na

Leia mais

Entenda o que é IDH Secretaria de Saúde Pública do Pará

Entenda o que é IDH Secretaria de Saúde Pública do Pará Entenda o que é IDH Secretaria de Saúde Pública do Pará O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), divulgado pela ONU, parte do pressuposto de que para aferir o avanço de uma população não se deve considerar

Leia mais

Índice de Gini e IDH. Prof. Antonio Carlos Assumpção

Índice de Gini e IDH. Prof. Antonio Carlos Assumpção Índice de Gini e IDH Prof. Antonio Carlos Assumpção Redução da pobreza e Desigualdade de Renda Redução da pobreza e Desigualdade de Renda A partir da estabilização da economia, em 1994, houve no Brasil

Leia mais

Rio Grande do Sul. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado do Rio Grande do Sul (1991, 2000 e 2010)

Rio Grande do Sul. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado do Rio Grande do Sul (1991, 2000 e 2010) Rio Grande do Sul Em 21, no estado do Rio Grande do Sul (RS), moravam 1,7 milhões de pessoas, onde parcela importante (9,3%, 989,9 mil) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 496 municípios,

Leia mais

Um país menos desigual: pobreza extrema cai a 2,8% da população Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) foram divulgados pelo IBGE

Um país menos desigual: pobreza extrema cai a 2,8% da população Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) foram divulgados pelo IBGE Um país menos desigual: pobreza extrema cai a 2,8% da população Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) foram divulgados pelo IBGE Brasília, 7 A pobreza extrema no país caiu a 2,8%

Leia mais

Perfil Municipal - Natal (RN)

Perfil Municipal - Natal (RN) Caracterização do Território Área: 169,9 km² Densidade Demográfica: 4.175,5 hab/km² Altitude da Sede: 30 m Ano de Instalação: 1.599 Distância à Capital: 0,0 km Microrregião: Natal Mesorregião: Leste Potiguar

Leia mais

Rio de Janeiro. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado do Rio de Janeiro (1991, 2000 e 2010)

Rio de Janeiro. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado do Rio de Janeiro (1991, 2000 e 2010) Rio de Janeiro Em, no estado do Rio de Janeiro (RJ), moravam 16 milhões de pessoas, onde 8,9% (1,4 milhões) tinham 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 92 municípios, dos quais sete (7,6%)

Leia mais

Perfil Municipal - Queimada Nova (PI)

Perfil Municipal - Queimada Nova (PI) Caracterização do Território Área: 1.438,4 km² Densidade Demográfica: 5,8 hab/km² Altitude da Sede: 410 m Ano de Instalação: 1.993 Distância à Capital: 416,7 km Microrregião: Alto Médio Canindé Mesorregião:

Leia mais

Santa Catarina. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado de Santa Catarina (1991, 2000 e 2010)

Santa Catarina. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado de Santa Catarina (1991, 2000 e 2010) Santa Catarina Em 21, no estado de Santa Catarina (SC), moravam 6,3 milhões de pessoas, onde parcela relevante (6,9%, 43,7 mil) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 293 municípios,

Leia mais

Crescimento e Desenvolvimento Econômico

Crescimento e Desenvolvimento Econômico FURG ICEAC UAB Especialização em Gestão Pública Municipal Disciplina Indicadores Socioeconômicos na gestão pública Crescimento e Desenvolvimento Econômico Prof. Tiarajú A. de Freitas Bem-vindo! É com grande

Leia mais

Determinantes da queda recente no grau de desigualdade de renda no Brasil

Determinantes da queda recente no grau de desigualdade de renda no Brasil Determinantes da queda recente no grau de desigualdade de renda no Brasil Ricardo Barros (IPEA) Mirela de Carvalho (IPEA) Samuel Franco (IPEA) Brasília, Abril de 2006 1. A evolução da distribuição de renda

Leia mais

Fernanda de Paula Ramos Conte Lílian Santos Marques Severino RESUMO:

Fernanda de Paula Ramos Conte Lílian Santos Marques Severino RESUMO: O Brasil e suas políticas sociais: características e consequências para com o desenvolvimento do país e para os agrupamentos sociais de nível de renda mais baixo nas duas últimas décadas RESUMO: Fernanda

Leia mais

Tabela 1.1 - Expectativa de vida dos indivíduos menores de 1 ano de idade segundo Brasil, Pará e Regiões de Integração 2006-2010

Tabela 1.1 - Expectativa de vida dos indivíduos menores de 1 ano de idade segundo Brasil, Pará e Regiões de Integração 2006-2010 Apresentação O Mapa de Exclusão Social do Pará elaborado pelo Instituto do Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará IDESP e pela Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças

Leia mais

Indicadores Anefac dos países do G-20

Indicadores Anefac dos países do G-20 Indicadores Anefac dos países do G-20 O Indicador Anefac dos países do G-20 é um conjunto de resultantes de indicadores da ONU publicados pelos países: África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina,

Leia mais

A CAB. e os impactos do saneamento. impactos na saúde vida de seus clientes

A CAB. e os impactos do saneamento. impactos na saúde vida de seus clientes Doenças Relativas ao Saneamento ambiental inadequado (DRSAI) A CAB e os impactos do saneamento básico A na CAB e os impactos na saúde vida de seus clientes qualidade 1 índice APRESENTAçÃO 3 Objetivos da

Leia mais

Perfil Municipal - Rio Bom (PR)

Perfil Municipal - Rio Bom (PR) Caracterização do Território Área: 177,4 km² u Densidade Demográfica: 20,0 hab/km² Altitude da Sede: 680 m Ano de Instalação: 1.964 Distância à Capital: 284,5 km Microrregião: Faxinal Mesorregião: Norte

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Santos, SP 30/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 281,35 km² IDHM 2010 0,840 Faixa do IDHM Muito Alto (IDHM entre 0,8 e 1) (Censo 2010) 419400 hab. Densidade

Leia mais

Índices de Desenvolvimento e de Desigualdade

Índices de Desenvolvimento e de Desigualdade Martin Handford, Where s Wally? População, Espaço e Ambiente Abordagens Espaciais em Estudos de População: Métodos Analíticos e Técnicas de Representação Índices de Desenvolvimento e de Desigualdade Antonio

Leia mais

Workshop: Como usar o software estatístico DAD?

Workshop: Como usar o software estatístico DAD? Workshop: Como usar o software estatístico DAD? Medidas de Pobreza e Desigualdade: algumas aplicações teóricas Prof. Caio Piza CCSA - Depto de Economia/NPQV Medidas de Pobreza e Desigualdade O que é DAD

Leia mais

Cenpec Coordenação de Desenvolvimento de Pesquisas. Projeto Equidade e políticas de melhoria da qualidade da educação: os casos do Acre e Ceará

Cenpec Coordenação de Desenvolvimento de Pesquisas. Projeto Equidade e políticas de melhoria da qualidade da educação: os casos do Acre e Ceará Cenpec Coordenação de Desenvolvimento de Pesquisas Projeto Equidade e políticas de melhoria da qualidade da educação: os casos do Acre e Ceará Introdução Estudos desenvolvidos pelo Cenpec a partir do exame

Leia mais

Indicador ANEFAC dos países do G-20 Edição 2013. Por Roberto Vertamatti*

Indicador ANEFAC dos países do G-20 Edição 2013. Por Roberto Vertamatti* Indicador ANEFAC dos países do G-20 Edição 2013 Por Roberto Vertamatti* Brasil recua novamente para a 15ª posição por não melhorar índices de saúde, educação e renda e piorar em relação a pobreza e desigualdade

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Areado, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 282,6 km² IDHM 2010 0,727 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 13731 hab. Densidade demográfica

Leia mais

Paraná. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado do Paraná (1991, 2000 e 2010)

Paraná. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado do Paraná (1991, 2000 e 2010) Paraná Em, no estado do Paraná (PR), moravam 1,4 milhões de pessoas, onde uma parcela considerável (7,5%, 786,6 mil) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 399 municípios, dos quais 23

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Botelhos, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 335,24 km² IDHM 2010 0,702 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 14920 hab. Densidade

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Alto Boa Vista, MT 01/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 2248,35 km² IDHM 2010 0,651 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 5247 hab. Densidade

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Sorriso, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 9382,37 km² IDHM 2010 0,744 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 66521 hab. Densidade

Leia mais

Investidores diminuem participação no mercado imobiliário

Investidores diminuem participação no mercado imobiliário Investidores diminuem participação no mercado imobiliário Investimentos representaram 20% das compras de imóveis no 3º trimestre deste ano; em 2013, esse percentual foi 41% O Raio-X do Comprador de Imóveis

Leia mais

ALTO IGUAL OU MAIOR QUE 0,8 MÉDIO DE 0,5 A 0,79 BAIXO MENOS QUE 0,5 COLOCAÇÃO DO BRASIL NO RANKING MUNDIAL 69º CLASSIFICAÇÃO MÉDIA 0,792

ALTO IGUAL OU MAIOR QUE 0,8 MÉDIO DE 0,5 A 0,79 BAIXO MENOS QUE 0,5 COLOCAÇÃO DO BRASIL NO RANKING MUNDIAL 69º CLASSIFICAÇÃO MÉDIA 0,792 IDH ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO O IDH foi criado pelas Nações Unidas para medir o grau de desenvolvimento humano dos países. O índice é composto por uma série de indicadores sociais e econômicos,

Leia mais

Democratização da educação básica no Brasil: as desigualdades do financiamento.

Democratização da educação básica no Brasil: as desigualdades do financiamento. Democratização da educação básica no Brasil: as desigualdades do financiamento. *Tavares, Tais Universidade Federal do Paraná, Brasil, tavarestais@ufpr.br Nienkötter, Giselle - Universidade Federal do

Leia mais

ASPECTOS DO DESENVOLVIMENTO HUMANO NO RECIFE

ASPECTOS DO DESENVOLVIMENTO HUMANO NO RECIFE ASPECTOS DO DESENVOLVIMENTO HUMANO NO RECIFE Em 2000, três Unidades de Desenvolvimento Humano (UDHs) do Recife superam o IDH da Noruega, país com o mais alto índice no Relatório da ONU. Por outro lado,

Leia mais

Eixo Temático ET-05-018 - Meio Ambiente e Recursos Naturais

Eixo Temático ET-05-018 - Meio Ambiente e Recursos Naturais Anais do Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental e Sustentabilidade - Vol. 1: Congestas 2013 269 Eixo Temático ET-05-018 - Meio Ambiente e Recursos Naturais ANÁLISE DOS IMPACTOS SOCIOECONÔMICOS EM MUNICÍPIOS

Leia mais

SAÚDE PÚBLICA NA REGIÃO NORTE: DISCREPÂNCIAS, DISPARIDADES E ASSIMETRIAS DA SAÚDE COMO DIREITO SOCIAL

SAÚDE PÚBLICA NA REGIÃO NORTE: DISCREPÂNCIAS, DISPARIDADES E ASSIMETRIAS DA SAÚDE COMO DIREITO SOCIAL SAÚDE PÚBLICA NA REGIÃO NORTE: DISCREPÂNCIAS, DISPARIDADES E ASSIMETRIAS DA SAÚDE COMO DIREITO SOCIAL Prof. Dr. David Lopes Neto - UFAM Prof a Dr a Eliana Ofélia Llapa-Rodriguez - UFS Prof. Dr. António

Leia mais

Nesta subseção, estimaremos via mínimos quadrados ordinários (MQO), a seguinte regressão:

Nesta subseção, estimaremos via mínimos quadrados ordinários (MQO), a seguinte regressão: 46 4 Resultados MQO Nesta subseção, estimaremos via mínimos quadrados ordinários (MQO), a seguinte regressão: PoupancaPC = α 0 + α 1 Crime100 + Xβ + ε onde PoupancaPC é o logaritmo da medida principal

Leia mais

RAIO-X FipeZap: Perfil da demanda de imóveis

RAIO-X FipeZap: Perfil da demanda de imóveis RAIO-X FipeZap: Perfil da demanda de imóveis Investidores diminuem participação no mercado imobiliário Investimentos representaram 20% das compras de imóveis no 3º trimestre deste ano; em 2013, esse percentual

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DOS PROGRAMAS DE TRANSFERÊNCIA MONETÁRIA NA QUEDA DA DESIGUALDADE DE RENDA NO BRASIL

A CONTRIBUIÇÃO DOS PROGRAMAS DE TRANSFERÊNCIA MONETÁRIA NA QUEDA DA DESIGUALDADE DE RENDA NO BRASIL A CONTRIBUIÇÃO DOS PROGRAMAS DE TRANSFERÊNCIA MONETÁRIA NA QUEDA DA DESIGUALDADE DE RENDA NO BRASIL: uma análise a partir do rendimento domiciliar per capita no período 2001-2006 Juliana Carolina Frigo

Leia mais

O Brasil e o IDH. No mês de setembro de 2005 o PNUD (Programa das Nações Unidas para o

O Brasil e o IDH. No mês de setembro de 2005 o PNUD (Programa das Nações Unidas para o O Brasil e o IDH No mês de setembro de 2005 o PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) divulgou o Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH 2005), com a análise de 177 países. Com dados

Leia mais

4. O perfil dos consórcios intermunicipais no Brasil e no Estado do Rio de Janeiro

4. O perfil dos consórcios intermunicipais no Brasil e no Estado do Rio de Janeiro 143 4. O perfil dos consórcios intermunicipais no Brasil e no Estado do Rio de Janeiro A partir deste capítulo, será discutida a parte empírica da dissertação através da apresentação de uma análise dos

Leia mais

Sistema de Gestão Estratégica

Sistema de Gestão Estratégica Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Índice de Desenvolvimento Sustentável Brasília, março de 2011 Índice de Desenvolvimento Sustentável

Leia mais

ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS

ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS Ernesto Friedrich de Lima Amaral 24 de setembro de 2008 Universidade Federal de Minas Gerais Faculdade de Ciências Humanas e Filosofia Departamento de Sociologia e Antropologia

Leia mais

Nº 60. Desigualdade da renda no território brasileiro

Nº 60. Desigualdade da renda no território brasileiro Nº 60 Desigualdade da renda no território brasileiro 12 de agosto de 2010 Governo Federal Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República Ministro Samuel Pinheiro Guimarães Neto Fundação

Leia mais

V ENCONTRO DE ECONOMIA CATARINENSE Área Temática: 6. Economia Social e Políticas Públicas

V ENCONTRO DE ECONOMIA CATARINENSE Área Temática: 6. Economia Social e Políticas Públicas V ENCONTRO DE ECONOMIA CATARINENSE Área Temática: 6. Economia Social e Políticas Públicas UMA ANÁLISE DAS POLÍTICAS SOCIAIS E DOS INDICADORES DE EDUCAÇÃO NOS MUNICÍPIOS DO COREDE METROPOLITANO DELTA DO

Leia mais

ÍNDICE IPARDES DE DESEMPENHO MUNICIPAL - IPDM

ÍNDICE IPARDES DE DESEMPENHO MUNICIPAL - IPDM ÍNDICE IPARDES DE DESEMPENHO MUNICIPAL - IPDM CURITIBA 2010 2 1 ÍNDICE IPARDES DE DESEMPENHO MUNICIPAL - IPDM O Índice Ipardes de Desempenho Municipal (IPDM) procura avaliar a situação dos municípios paranaenses,

Leia mais

Brasil. Valores de IDH e mudanças de classificação no Relatório de Desenvolvimento Humano 2011

Brasil. Valores de IDH e mudanças de classificação no Relatório de Desenvolvimento Humano 2011 Relatório de Desenvolvimento Humano 2011 Sustentabilidade e igualdade: Um futuro melhor para todos Nota explicativa sobre os índices compostos do IDH 2011 Brasil Valores de IDH e mudanças de classificação

Leia mais

de 1,000 (um) for o IDH, melhor a qualidade de vida de sua população.

de 1,000 (um) for o IDH, melhor a qualidade de vida de sua população. RESULTADOS O Espírito Santo que se deseja em 2015 é um Estado referência para o País, na geração de emprego e renda na sua indústria, com conseqüente eliminação das desigualdades entre os municípios capixabas.

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de São José do Rio Claro, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 5074,56 km² IDHM 2010 0,682 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 17124 hab.

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Novo Mundo, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 5826,18 km² IDHM 2010 0,674 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 7332 hab. Densidade

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Vera, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 2962,4 km² IDHM 2010 0,680 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 10235 hab. Densidade demográfica

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Peruíbe, SP 30/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 323,17 km² IDHM 2010 0,749 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 59773 hab. Densidade

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Porto Alegre do Norte, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 3994,51 km² IDHM 2010 0,673 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 10748 hab.

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Cabo Verde, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 368,15 km² IDHM 2010 0,674 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 13823 hab. Densidade

Leia mais

3 INDICADORES SOCIAIS

3 INDICADORES SOCIAIS 3 INDICADORES SOCIAIS Investigar o estágio de desenvolvimento de uma sociedade é uma tarefa extremamente desafiante, visto a inexistência de um indicador absoluto, consensual, inquestionável. Medir qualidade

Leia mais

Nº 56 Março 2013. Desequilíbrios Regionais no Brasil e a Distribuição Desigual de Recursos Entre os Estados

Nº 56 Março 2013. Desequilíbrios Regionais no Brasil e a Distribuição Desigual de Recursos Entre os Estados Nº 56 Março 2013 Desequilíbrios Regionais no Brasil e a Distribuição Desigual de Recursos Entre os Estados GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Cid Ferreira Gomes Governador Domingos Gomes de Aguiar Filho Vice Governador

Leia mais

3 O Panorama Social Brasileiro

3 O Panorama Social Brasileiro 3 O Panorama Social Brasileiro 3.1 A Estrutura Social Brasileira O Brasil é um país caracterizado por uma distribuição desigual de renda. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios

Leia mais

OBSERVATÓRIO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL BANCO DE DADOS REGIONAL. Eixo temático: Indicadores Sociais 1. Variável: IDESE

OBSERVATÓRIO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL BANCO DE DADOS REGIONAL. Eixo temático: Indicadores Sociais 1. Variável: IDESE OBSERVATÓRIO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL BANCO DE DADOS REGIONAL Eixo temático: Indicadores Sociais 1 Variável: IDESE O Idese (Índice de Desenvolvimento Sócio-Econômico) é um índice sintético, inspirado

Leia mais

RENDA, POBREZA E DESIGUALDADE NOTA CONJUNTURAL JANEIRO DE 2014 Nº28

RENDA, POBREZA E DESIGUALDADE NOTA CONJUNTURAL JANEIRO DE 2014 Nº28 RENDA, POBREZA E DESIGUALDADE NOTA CONJUNTURAL JANEIRO DE 2014 Nº28 no Estado do Rio de Janeiro NOTA CONJUNTURAL JANEIRO DE 2014 Nº28 PANORAMA GERAL Na última década, o Brasil passou por profundas mudanças

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Guaranésia, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 294,28 km² IDHM 2010 0,701 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 18714 hab. Densidade

Leia mais

REPRESENTAÇÕES CARTOGRÁFICAS DOS INDICADORES ESTATÍSTICOS DA MESORREGIÃO CENTRO OCIDENTAL PARANAENSE COM DESTAQUE PARA O CONTEXTO DE CORUMBATAÍ DO SUL

REPRESENTAÇÕES CARTOGRÁFICAS DOS INDICADORES ESTATÍSTICOS DA MESORREGIÃO CENTRO OCIDENTAL PARANAENSE COM DESTAQUE PARA O CONTEXTO DE CORUMBATAÍ DO SUL REPRESENTAÇÕES CARTOGRÁFICAS DOS INDICADORES ESTATÍSTICOS DA MESORREGIÃO CENTRO OCIDENTAL PARANAENSE COM DESTAQUE PARA O CONTEXTO DE CORUMBATAÍ DO SUL PAGLIARINI JR., Sérgio Norberto. IC, Fecilcam, Geografia,

Leia mais

11.3.7. Condições de Vida da População. 11.3.7.1. Introdução

11.3.7. Condições de Vida da População. 11.3.7.1. Introdução 11.3.7. Condições de Vida da População 11.3.7.1. Introdução Integram essa área de estudo para o meio socioeconômico, oito municípios, a saber: Apiaí, Barra do Chapéu, Itapirapuã Paulista e Ribeira, em

Leia mais

Estrutura Populacional e Indicadores socioeconômicos

Estrutura Populacional e Indicadores socioeconômicos POPULAÇÃO BRASILEIRA Estrutura Populacional e Indicadores socioeconômicos Desde a colonização do Brasil o povoamento se concentrou no litoral do país. No início do século XXI, a população brasileira ainda

Leia mais

e-mail: lucilene_lima@uol.com.br Nome do Professor PDE: Lucilene de Souza Lima Corrêa Escola: Escola Estadual Desembargador Clotário Portugal - EFM

e-mail: lucilene_lima@uol.com.br Nome do Professor PDE: Lucilene de Souza Lima Corrêa Escola: Escola Estadual Desembargador Clotário Portugal - EFM 1 NRE: Área Metropolitana Sul Nome do Professor PDE: Lucilene de Souza Lima Corrêa Escola: Escola Estadual Desembargador Clotário Portugal - EFM Disciplina: Geografia Conteúdo Estruturante: Dimensão socioambiental

Leia mais

Salário Mínimo e Mercado de Trabalho no Brasil no Passado Recente

Salário Mínimo e Mercado de Trabalho no Brasil no Passado Recente Salário Mínimo e Mercado de Trabalho no Brasil no Passado Recente João Saboia 1 1. Introdução A questão do salário mínimo está na ordem do dia. Há um reconhecimento generalizado de que seu valor é muito

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº DE DE 2015.

PROJETO DE LEI Nº DE DE 2015. PROJETO DE LEI Nº DE DE 2015. Cria o Fundo de Desenvolvimento Regional FDR - no Estado de Goiás. A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE GOIÁS, nos termos do art. 10 da Constituição Estadual decreta e eu

Leia mais

mhtml:file://e:\economia\ibge Síntese de Indicadores Sociais 2010.mht

mhtml:file://e:\economia\ibge Síntese de Indicadores Sociais 2010.mht Page 1 of 7 Comunicação Social 17 de setembro de 2010 Síntese de Indicadores Sociais 2010 SIS 2010: Mulheres mais escolarizadas são mães mais tarde e têm menos filhos Embora abaixo do nível de reposição

Leia mais

Níveis e tendências da desigualdade económica e do desenvolvimento humano em Moçambique: 1996-2006

Níveis e tendências da desigualdade económica e do desenvolvimento humano em Moçambique: 1996-2006 Níveis e tendências da desigualdade económica e do desenvolvimento humano em Moçambique: 1996-2006 Rosimina Samusser Ali Conference Paper Nº2 II Conferência IESE Dinâmicas da Pobreza e Padrões de Acumulação

Leia mais

Desenvolvimento e Subdesenvolvimento: O que é preciso saber para começar entender?

Desenvolvimento e Subdesenvolvimento: O que é preciso saber para começar entender? Desenvolvimento e Subdesenvolvimento: O que é preciso saber para começar entender? PIB - Produto Interno Bruto. Ele representa o montante de todas as riquezas do país, quanto maior o PIB, mais alto o nível

Leia mais

Oficina Índice de Desenvolvimento Humano IDH CH / EM

Oficina Índice de Desenvolvimento Humano IDH CH / EM Oficina Índice de Desenvolvimento Humano IDH CH / EM Oficina CH/EM Caro Monitor, Esta oficina tem por objetivo analisar as principais características de um dos principais indicadores socioeconômicos utilizados

Leia mais

Nº 19 Novembro de 2011. A Evolução da Desigualdade de Renda entre os anos de 2000 e 2010 no Ceará e Estados Brasileiros Quais foram os avanços?

Nº 19 Novembro de 2011. A Evolução da Desigualdade de Renda entre os anos de 2000 e 2010 no Ceará e Estados Brasileiros Quais foram os avanços? Nº 19 Novembro de 2011 A Evolução da Desigualdade de Renda entre os anos de 2000 e 2010 no Ceará e Estados Brasileiros Quais foram os avanços? GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Cid Ferreira Gomes Governador Domingos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ-UFPR ESTATÍSTICA COMPUTACIONAL CE

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ-UFPR ESTATÍSTICA COMPUTACIONAL CE UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ-UFPR ESTATÍSTICA COMPUTACIONAL CE 083 Conrado Mattei de Cabane Oliveira GRR 20124694 Daniel Tyszka Júnior GRR 20124667 Prof Walmes Zeviani Análise Exploratória dos dados

Leia mais

RESULTADOS DO ÍNDICE DE VULNERABILIDADE SOCIAL DO PARANÁ - 2010 *

RESULTADOS DO ÍNDICE DE VULNERABILIDADE SOCIAL DO PARANÁ - 2010 * RESULTADOS DO ÍNDICE DE VULNERABILIDADE SOCIAL DO PARANÁ - 2010 * Os resultados aqui apresentados foram extraídos do Atlas da Vulnerabilidade Social nos Municípios Brasileiros, elaborado pelo Instituto

Leia mais

Correlação e Regressão Linear

Correlação e Regressão Linear Correlação e Regressão Linear A medida de correlação é o tipo de medida que se usa quando se quer saber se duas variáveis possuem algum tipo de relação, de maneira que quando uma varia a outra varia também.

Leia mais

Emprego, Desenvolvimento Humano e Trabalho Decente

Emprego, Desenvolvimento Humano e Trabalho Decente 3 Emprego, Desenvolvimento Humano e Trabalho Decente 77 78 CEPAL PNUD OIT Capítulo 3 79 Emprego, Desenvolvimento Humano e Trabalho Decente Este capítulo vai discutir as relações entre a geração de trabalho

Leia mais

Patrocínio Institucional Parceria Apoio

Patrocínio Institucional Parceria Apoio Patrocínio Institucional Parceria Apoio O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através da cultura e da arte, desperta potencialidades artísticas que elevam a autoestima

Leia mais

Déficits de trabalho decente no Brasil

Déficits de trabalho decente no Brasil 4 41 2 Déficits de trabalho decente no Brasil 42 CEPAL PNUD OIT Capítulo 2 43 Déficits de trabalho decente no Brasil 1 Introdução Para mensurar desenvolvimento humano já há um conjunto consagrado e sintético

Leia mais

A Utilização do IDH para Políticas Públicas de Inclusão Digital nos Municípios Brasileiros: Conceitos Metodológicos e Legitimidade desse Critério.

A Utilização do IDH para Políticas Públicas de Inclusão Digital nos Municípios Brasileiros: Conceitos Metodológicos e Legitimidade desse Critério. A Utilização do IDH para Políticas Públicas de Inclusão Digital nos Municípios Brasileiros: Conceitos Metodológicos e Legitimidade desse Critério. Autoria: Steven Dutt-Ross, Leonardo Lobo Pires, Janaina

Leia mais

O Desempenho Socioeconômico Recente dos Municípios Cearenses e seus Principais Desafios. Flávio Ataliba Barreto Diretor Geral - IPECE

O Desempenho Socioeconômico Recente dos Municípios Cearenses e seus Principais Desafios. Flávio Ataliba Barreto Diretor Geral - IPECE O Desempenho Socioeconômico Recente dos Municípios Cearenses e seus Principais Desafios Flávio Ataliba Barreto Diretor Geral - IPECE 30 de Agosto de 2013 Dados Recentes sobre o Ceará Gráfico 1: Taxa de

Leia mais

Índice de Desenvolvimento Humano do Espírito Santo

Índice de Desenvolvimento Humano do Espírito Santo 1) Introdução Índice de Desenvolvimento Humano do Espírito Santo Eduardo Neto Érica Amorim Mauricio Blanco O desenvolvimento humano, como conceito, tem-se mostrado polêmico e, muitas vezes, provisório.

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DA RENDA NO BRASIL EM 1999 1. Palavras-chaves: desigualdade, pobreza, equações de rendimento, distribuição de renda.

DISTRIBUIÇÃO DA RENDA NO BRASIL EM 1999 1. Palavras-chaves: desigualdade, pobreza, equações de rendimento, distribuição de renda. DISTRIBUIÇÃO DA RENDA NO BRASIL EM 1999 1 Rodolfo Hoffmann 2 RESUMO Este trabalho analisa a distribuição da renda no Brasil e em seis regiões do país, utilizando os dados da PNAD de 1999. É examinada a

Leia mais

População, PIB e Emprego na Amazônia Legal: Evolução no Período 2000 a 2012.

População, PIB e Emprego na Amazônia Legal: Evolução no Período 2000 a 2012. Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia SUDAM Assessoria Técnica da Superintendência População, PIB e Emprego na Amazônia Legal: Evolução no Período 2000 a 2012. Dr. Djalma Melo Superintendente

Leia mais

Histórico. Com o final da Segunda Guerra Mundial, tem. sofre um freio em seu crescimento global. O final da Velha Ordem Mundial entre os anos

Histórico. Com o final da Segunda Guerra Mundial, tem. sofre um freio em seu crescimento global. O final da Velha Ordem Mundial entre os anos Histórico As iniciadas no século XV, são consideradas como o marco inicial da (capitalismo comercial). O fenômeno segue crescendo com o período do Neocolonialismo europeu na Ásia e na África. Paralelamente

Leia mais

COMUNICADO DA PRESIDÊNCIA

COMUNICADO DA PRESIDÊNCIA Desigualdade e Pobreza no Brasil Metropolitano Durante a Crise Internacional: Primeiros COMUNICADO DA PRESIDÊNCIA Ipea - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada BRASIL Brasília, 4 de agosto de 2009 Brasil:

Leia mais

Resultados preliminares e análise do Indicador Multidimensional de Pobreza (MPI-OPHI) e IDH-M 2010 (PNUD)

Resultados preliminares e análise do Indicador Multidimensional de Pobreza (MPI-OPHI) e IDH-M 2010 (PNUD) Resultados preliminares e análise do Indicador Multidimensional de Pobreza (MPI-OPHI) e IDH-M 2010 (PNUD) Departamento de Monitoramento (DM) Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação (SAGI) Ministério

Leia mais

GASTO SOCIAL FEDERAL E MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA NO CONTEXTO DO MODELO ORÇAMENTÁRIO FEDERAL BRASILEIRO*

GASTO SOCIAL FEDERAL E MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA NO CONTEXTO DO MODELO ORÇAMENTÁRIO FEDERAL BRASILEIRO* GASTO SOCIAL FEDERAL E MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA NO CONTEXTO DO MODELO ORÇAMENTÁRIO FEDERAL BRASILEIRO* Danielle Sandi Pinheiro** 1 INTRODUÇÃO O financiamento do gasto público no Brasil está intrinsecamente

Leia mais

A queda da desigualdade e da pobreza no Brasil

A queda da desigualdade e da pobreza no Brasil 28 set 2006 Nº 14 A queda da desigualdade e da pobreza no Brasil Por Antonio Prado 1 Economista do BNDES O salário mínimo subiu 97% de 1995 a 2006, enquanto a concentração de renda diminuiu O desenvolvimento

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos RORAIMA OUTUBRO DE 2015

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos RORAIMA OUTUBRO DE 2015 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos RORAIMA OUTUBRO DE 2015 DADOS GERAIS DO ESTADO DA RORAIMA Total Part % Brasil Part % Região Área Total - km² 224.118 2,64% 5,82% População - mil (1)

Leia mais

Bônus demográfico, crescimento econômico e redução da pobreza no Brasil

Bônus demográfico, crescimento econômico e redução da pobreza no Brasil Bônus demográfico, crescimento econômico e redução da pobreza no Brasil José Eustáquio Diniz Alves i As eleições de 2 nem começaram de fato, mas já existe uma grande quantidade de textos circulando na

Leia mais

Boletim Econômico. Federação Nacional dos Portuários. Sumário

Boletim Econômico. Federação Nacional dos Portuários. Sumário Boletim Econômico Federação Nacional dos Portuários Agosto de 2014 Sumário Indicadores de desenvolvimento brasileiro... 2 Emprego... 2 Reajuste dos salários e do salário mínimo... 3 Desigualdade Social

Leia mais

Elementos de Estatística

Elementos de Estatística Elementos de Estatística Lupércio F. Bessegato & Marcel T. Vieira UFJF Departamento de Estatística 2013 Séries Séries Temporais 1 Exemplo Número de visitas ao Facebook e Google no período de 15/10/2011

Leia mais

4.1 A distribuição das características escolares: Infraestrutura

4.1 A distribuição das características escolares: Infraestrutura 52 4. Análise dos dados 4.1 A distribuição das características escolares: Infraestrutura Depois de formadas as escalas, o próximo passo foi analisar como as características das escolas estão distribuídas

Leia mais

Aplicação dos Royalties do Petróleo: uma Proposta de Avaliação Qualitativa da Eficácia das Ações de Governo

Aplicação dos Royalties do Petróleo: uma Proposta de Avaliação Qualitativa da Eficácia das Ações de Governo Aplicação dos Royalties do Petróleo: uma Proposta de Avaliação Qualitativa da Eficácia das Ações de Governo João Alberto Neves S. joaoneves@vm.uff.br UFF Marcelo dos Santos de Oliveira marcelooliveira@criterioauditores.com.br

Leia mais

INDICADORES DE DESENVOLVIMENTO SÓCIOECONÔMICO: UM OLHAR A PARTIR DA REALIDADE LOCAL

INDICADORES DE DESENVOLVIMENTO SÓCIOECONÔMICO: UM OLHAR A PARTIR DA REALIDADE LOCAL INDICADORES DE DESENVOLVIMENTO SÓCIOECONÔMICO: UM OLHAR A PARTIR DA REALIDADE LOCAL Jordana de Souza Morais 1 Amélia Carla Sobrinho Bifano 2 Flávia Leão Almeida Silva 3 Luis Gustavo Ferreira Cabral 4 Maria

Leia mais

II SEMINÁRIO: GESTÃO DA INFORMAÇÃO E MONITORAMENTO DE POLÍTICAS SOCIAIS

II SEMINÁRIO: GESTÃO DA INFORMAÇÃO E MONITORAMENTO DE POLÍTICAS SOCIAIS II SEMINÁRIO: GESTÃO DA INFORMAÇÃO E MONITORAMENTO DE POLÍTICAS SOCIAIS Painel 3 A Importância da Integração das Estatísticas Oficiais Paulo de Martino Jannuzzi IDH Data: 14 e 15 de abril de 2014. 1 Limitações

Leia mais