UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES AVM FACULDADE INTEGRADA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

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1 1 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES AVM FACULDADE INTEGRADA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU A TERCEIRIZAÇÃO NO SETOR DE CONTACT CENTER AUTOR RAQUEL VIANNA COSTA ORIENTADOR PROF. CARLOS AFONSO LEITE LEOCADIO RIO DE JANEIRO 2012

2 2 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES AVM FACULDADE INTEGRADA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU A TERCEIRIZAÇÃO NO SETOR DE CONTACT CENTER Monografia apresentada à Universidade Candido Mendes AVM Faculdade Integrada, como requisito parcial para a conclusão do curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Direito e Processo do Trabalho. Por: Raquel Vianna Costa

3 A Deus, por sempre estar comigo e me dar forças para não desistir dos meus objetivos. A minha família, que é minha vida, por me apoiar e estar presente em todos os momentos. Aos colegas de turma, pelo companheirismo e parceria durante esta jornada. A todos aqueles que de alguma forma contribuíram para realizar esta conquista, o meu sincero agradecimento. 3

4 4 RESUMO No que tange ao setor de Contact Center, vale dizer que como regra geral, esta atividade cuida-se, claramente, de atividade periférica para as empresas que integram a grande maioria dos segmentos econômicos, como fornecimento de energia elétrica, aviação e bancos. Sendo assim, é necessário que se aceite a presença firme e frequente do fenômeno da terceirização na atualidade. Rejeitá-la representaria a involução no desenvolvimento econômico, social e jurídico nacional. Trata-se de um fato importante para todo o aparato privado e estatal, por descentralizar as atividades-meio, permitindo uma maior especialização destas, melhorando os serviços do empreendimento. Além disso, para evitar discussões que levam ao Judiciário, diariamente, um grande número de processos, poderia a questão ser solucionada com o estabelecimento das atividades passíveis de terceirização, o que teria como ponto de partida a definição clara do que é atividade-meio e atividade-fim.

5 5 METODOLOGIA O presente trabalho constitui-se em uma descrição detalhada das relações jurídicas e sociais do fenômeno da terceirização, dos conceitos impostos de licitude e ilicitude deste instituto. Detalha o tratamento conferido a casa corrente pelo posicionamento jurídico nacional e de sua interpretação pela doutrina especializada, tudo sob o ponto de vista específico do direito positivo brasileiro. O estudo que ora se apresenta foi levado a efeito a partir do método da pesquisa bibliográfica em livros de doutrina, legislação, revistas e pesquisas acadêmicas e de instituições sindicais, jornais, artigos e julgados dos diversos tribunais trabalhistas. A pesquisa que resultou nesta monografia também foi empreendida através do método dogmático, porque teve como base a coleta de posicionamentos dos mais diversos doutrinadores, porque buscou identificar a realidade social em estudo e o tratamento jurídico a ela conferido, sob o ponto de vista específico do direito positivo brasileiro, além da pesquisa descritiva, porque visou a obtenção de um resultado sem a pretensão de uma análise crítica do tema.

6 6 SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 7 CAPÍTULO I CONSIDERAÇÕES ACERCA DO SETOR DE CONTACT CENTER Conceito e evolução histórica O mercado de trabalho de Call Center CAPÍTULO II TERCEIRIZAÇÃO NO DIREITO DO TRABALHO BRASILEIRO Terminologia e definição Evolução legislativa no Direito Pátrio Classificação da terceirização CAPÍTULO III A QUESTÃO DA TERCEIRIZAÇÃO DO SERVIÇO DE CONTACT CENTER E O POSICIONAMENTO DOS TRIBUNAIS Licitude da terceirização do serviço de Contact Center Posicionamento dos Tribunais CONCLUSÃO BIBLIOGRAFIA... 38

7 7 INTRODUÇÃO Ante as mudanças sociais e econômicas oriundas da globalização, com implicações para os sistemas de produção das empresas, a terceirização de diversas atividades intensificou-se, visando o aprimoramento da capacidade produtiva das organizações e permitindo a manutenção da competitividade no mercado. Sendo assim, pode-se dizer que o termo terceirização é resultado de um neologismo decorrente da palavra intermediário, terceiro. Em sentido amplo significa transferir uma parcela ou o total de suas atividades ou serviços a terceiros. Sua importância está relacionada à necessidade de especialização de certos serviços e do fato de desincumbir a empresa da preocupação com atividades que não são o centro de suas funções. Consiste, portanto, na descentralização de serviços, onde o tomador contrata uma empresa intermediária, oferecendo a mão de obra estipulada em contrato. Inicialmente no Brasil admitiam-se como modalidades de intermediação de mão de obra a empreitada e a subempreitada (art. 455, CLT), o trabalho temporário (Lei nº /74), bem como a vigilância bancária (Lei nº /83). Mais tarde, o que se observou foi a prática de terceirização sobre objetos que não se incluíam nas hipóteses previstas em lei. No contexto das empresas de teleatendimento nota-se que é cada vez mais comum a utilização de mão de obra terceirizada. As empresas passaram a terceirizar os serviços intermediários ou mesmo os produtivos por ser mais vantajoso, por proporcionar a diminuição de custos e por vir ao encontro dos esforços para reduzir suas estruturas organizacionais.

8 8 Neste contexto, cumpre mencionar que o presente trabalho é um estudo sobre a terceirização no setor de Contact Center e dedica-se a verificar a licitude da terceirização utilizada neste setor. Destarte, o estudo do tema e das questões analisadas em torno do mesmo justifica-se pelo fato da terceirização constituir um dos dados essenciais da moderna organização empresarial, impondo-se como fato inafastável, difundida por todo mundo. Dessa forma, embora haja a divergência de posicionamento da doutrina, não há como não reconhecer a sua importância prática e até sua inevitabilidade. A pesquisa que precedeu esta monografia teve como ponto de partida o pressuposto de que a subdivisão do trabalho é uma necessidade não só útil, mas também indispensável para o funcionamento adequado deste grande complexo, apresentando sua licitude em sua especialização. Vale destacar que a presente monografia dedica-se, especificamente, às questões relativas à terceirização de serviços das empresas privadas no setor de Contact Center, com abrangência nacional. Desse modo, tem-se como objetivo geral: estudar os aspectos relevantes na terceirização do serviço de Contact Center. E como objetivos específicos: pontuar as responsabilidades decorrentes da terceirização; compreender o conceito de atividade-meio e atividade-fim; analisar fatos que descaracterizam a licitude da terceirização no serviço de Contact Center; identificar hipóteses de licitude na terceirização do serviço de Contact Center; identificar posicionamento dos Tribunais quanto a terceirização.

9 9 CAPÍTULO I CONSIDERAÇÕES ACERCA DO SETOR DE CONTACT CENTER 1.1 Conceito e evolução histórica O Call Center consiste em uma central de atendimentos que visa interagir com o cliente, dando ou recebendo informações sobre determinado produto ou serviço, solucionando problemas, vendendo produtos ou serviços, utilizando-se de telefones e computadores para tal fim. Segundo Mancini (2006, p.29-30): O Call Center, portanto, já é um conceito ampliado do telemarketing, pois sua estrutura faz parte da (e confunde-se com a) própria missão da empresa. O Call Center surge no momento em que a organização sente necessidade não só de atender as demandas do mercado, mas também de antecipar-se a elas, ultrapassando as expectativas do cliente. [...] Em um Call Center típico, um conjunto de pessoas (agentes) atende às chamadas de clientes, relacionadas aos diversos serviços que podem ser oferecidos, tais como: suporte técnico; vendas de produtos; sugestões; solicitação de informações; reclamações etc. Nesse contexto, é importante explicitar que há um equívoco ao se dizer que o Call Center significa o mesmo que telemarketing. O que ocorre é que o telemarketing faz parte dos serviços oferecidos pelos Call Centers e por ser largamente utilizado como um canal de vendas, que constantemente está em

10 contato com os consumidores através das ligações ativas, gera-se essa compreensão conceitual equivocada por parte da sociedade. 10 Vale destacar que nos últimos anos um novo conceito vem se apresentando, tratam-se dos Contact Centers, que nada mais são do que Call Centers que possibilitam a comunicação não apenas pelo telefone, permitindo a convergência de várias mídias com o consumidor, como s, fax e web chats, além da utilização de outros instrumentos tecnológicos capazes de baratear o custo das operações. que: Sendo assim, Mancini (2006, p.30) expõe acerca do Contact Center Este é o conceito mais recente de relacionamento com o cliente. Neste modelo, todas as relações da empresa com o mundo externo, não importando a mídia, o veículo utilizado (telefone, correio, computador, etc.) são administradas e geridas por um único polo. Tudo e todos, na empresa, trabalham para que ela ocupe um lugar de sucesso e destaque no mercado. Diante dos conceitos, pode-se dizer que o Call Center é a central onde as chamadas são processadas ou recebidas, com objetivos ligados às funções de vendas, marketing, serviço ao consumidor, telemarketing, suporte técnico e qualquer outra atividade administrativa especializada. Uma central de atendimento é composta por estrutura física e de pessoal, que tem por objetivo centralizar o recebimento de ligações telefônicas, distribuindo-as automaticamente aos atendentes e possibilitando o atendimento aos usuários finais, utilizando softwares que monitoram e/ou gravam as ligações

11 telefônicas e controlam o fluxo das chamadas, fornecendo dados para o melhor gerenciamento dos recursos humanos e tecnológicos. 11 Atualmente as maiores empresas e corporações utilizam as centrais de atendimento como forma de interagir e criar relacionamento com seus clientes. Quanto ao surgimento dos Call Centers é possível afirmar que eles passaram a existir a partir do momento em que as empresas disponibilizaram telefones aos seus colaboradores para atendimento ao cliente. As primeiras centrais de atendimento foram instaladas pelas companhias telefônicas e destinadas à conexão de chamadas locais, ainda sem a denominação de telemarketing. De acordo com Bagnara (2000) o início oficial do telemarketing se deu após os anos 60, quando um juiz federal americano ordenou a Ford Motor Company que estabelecesse uma linha de telefone gratuita para atendimento de comunicações de defeitos de veículos. Inicialmente a única tecnologia de suporte era o telefone. O representante da organização, que posteriormente seria chamado de operador de telemarketing, ou conseguia responder imediatamente às questões colocadas ou pedia o nome e número de telefone do chamador para lhe telefonar posteriormente, após uma consulta manual em registros, ficheiros e outros elementos suportados em papel. Tratava-se de umaatividade que demandava muito tempo (HAWKINS et al., 2001 apud RIJO et al., 2006). Nos anos 60 e 70, com o uso dos computadores, foi possível reduzir/eliminar a necessidade de pesquisa manual e da chamada de retorno (KOOLE et al., 2002 apud RIJO et al., 2006). Em 1972, a Rockwell, empresa de automação eletrônica, desenvolveu uma central automática de distribuição de chamadas telefônicas. Entretanto foi somente no início da década de 1980 que as centrais de teleatendimento se difundiram mundialmente, surgindo formalmente o conceito de Call Center (TESSLER, 2002).

12 12 Ao longo da década de 1990 houve um crescimento acelerado do setor de Call Center, devido ao surgimento de novas tecnologias e pelo aumento da concorrência, que fez com que as empresas buscassem uma maior fidelização dos consumidores (MANCINI, 2006). Com isso surgiram empresas especializadas neste tipo de serviço, que se tornaram grandes prestadoras de serviços e atualmente empregam milhares de pessoas em todo país, sendo este segmento, um dos principais geradores do primeiro emprego. 1.2 O mercado de trabalho de Call Center De acordo com McHatton citado por Montoro (1998, p.21) o telefone é a ferramenta de marketing que tem custo mais eficaz e que usa o tempo de maneira mais eficiente. Ou seja, o custo e o tempo justificam claramente a opção pelo mercado de telemarketing e o seu rápido crescimento. O maior polo mundial dos Call Centers é a Índia, principalmente pela língua nativa em inglês e pelos baixos custos trabalhistas, fazendo com que as empresas inglesas, canadenses e americanas terceirizem seus serviços de atendimento ao cliente neste país. Segundo dados do site Portal do Call Center (2010), o Brasil detém 60% dos Call Centers da América Latina e uma das vantagens é a tecnologia de ponta e a mão de obra capacitada para atender diversos tipos de serviços de empresas brasileiras e estrangeiras. Para a Associação Brasileira de Telesserviços, somente nos três últimos anos o crescimento do setor de telemarketing no Brasil atingiu 235%, tornando-se um dos maiores empregadores do país. Cerca de 45% dos profissionais contratados pelas empresas têm entre 18 e 24 anos e 76,8% são mulheres muitos sem qualquer experiência anterior. A jornada de trabalho, geralmente 36 horas semanais, é uma das grandes vantagens para os

13 estudantes, já que o trabalho não atrapalha os estudos e vice-versa (PORTAL DO CALL CENTER, 2010). 13 Cumpre salientar que os serviços prestados pelos Call Centers podem ser realizados de duas maneiras, seja através de uma ação ativa ou receptiva, selecionadas de acordo com a natureza do serviço oferecido. Melo (2007) explicita que ativo é o atendente de Call Center é quem entra em contato com o usuário do serviço, sendo utilizado principalmente em vendas, cobranças, pesquisas de mercado e de opinião. Já atendente receptivo não entra em contato com o usuário, este é quem o faz, sendo este tipo comumente empregado nos SAC's (Serviço de Atendimento ao Consumidor), vendas, suporte e assistência técnica (help desk). Quanto ao perfil dos colaboradores de Call Center observa-se que consiste em um público predominantemente jovem, muito destes em seu primeiro emprego. Conforme dados da pesquisa realizada Oliveira Jr. et al.(2006, p.40), 74% dos operadores de Call Center cursaram o ensino médio completo, 22% possuem ensino superior e apenas 4% portam apenas o diploma do primeiro grau. Na atividade de teleoperador nota-se uma grande rotatividade dos empregados, causada principalmente pela atividade desgastante e estressante. Os operadores consideram seu trabalho excessivamente rotineiro e repetitivo, pois os atendimentos tendem a ocorrer sempre da mesma forma, várias vezes ao dia, totalmente padronizada. Em função do estresse, causado principalmente devido às reclamações de clientes, acaba existindo uma rotatividade grande. O absenteísmo também é fator importante nesta rotatividade (SILVA, 2007).

14 14 CAPÍTULO II TERCEIRIZAÇÃO NO DIREITO DO TRABALHO BRASILEIRO 2.1 Terminologia e definição Antônio Álvares da Silva (2011) vislumbra que a terceirização é um dado inerente à empresa no mundo capitalista, logo, nenhum país industrializado ou que está se industrializando ficará fora de seus efeitos que, se bem administrados, podem ser um aliado do progresso e não um prejuízo ao trabalhador. No Brasil, esta temática vem sendo amplamente discutida e constatase que o debate, em sua grande maioria, tem como ponto de partida a questão que envolve a atividade-meio e a atividade-fim que, não sendo definida especificamente pela legislação vigente, tem como ponto de apoio o Enunciado 331 do Tribunal Superior do Trabalho. Pode-se afirmar que o instituto da terceirização consiste na contratação feita por uma empresa de serviços, de trabalho a ser prestado por uma pessoa física ou jurídica, especializada para realizar determinado serviço que não esteja relacionado às atividades-fim da contratante, sem a existência dos elementos que caracterizam a relação de emprego, como subordinação, habitualidade, horário, pessoalidade e salário. Gabriela Delgado (2003, p.142), ao discorrer sobre o tema, apresenta a seguinte conceituação: Pode-se compreender a terceirização dos serviços como a relação trilateral que possibilita à empresa tomadora de serviços (empresa cliente) descentralizar e intermediar suas

15 15 atividades acessórias (atividades-meio), para empresas terceirizantes (empresa fornecedora), pela utilização de mão de obra terceirizada (empregado terceirizado), o que, do ponto de vista administrativo, é tido como instrumento facilitador para a viabilização da produção global, vinculada ao paradigma da eficiência nas empresas. Para Sérgio Pinto Martins (2011, p ) a terceirização, também chamada de desverticalização, exteriorização, subcontratação, parceria, consiste na colocação de mão de obra, intermediação de mão de obra, contratação de serviço ou contratação de trabalhador por interposta pessoa. Esta expressão está relacionada ao setor terciário, ligada essencialmente aos serviços. Por sua vez, Maurício Godinho (2008, p.430) expõe que: Terceirização é o fenômeno pelo qual se dissocia a relação econômica de trabalho da relação justrabalhista que lhe seria correspondente. Por tal fenômeno insere-se o trabalhador no processo produtivo do tomador de serviços sem que se estendam a estes laços justrabalhistas, que se preservam fixados com uma entidade interveniente. O autor ainda salienta que a terceirização provoca uma relação trilateral, composta pelo obreiro/prestador de serviços (realiza suas atividades materiais e intelectuais junto à empresa tomadora de serviços), pela empresa terceirizante (que contrata o obreiro, firmando com ele os vínculos jurídicos trabalhistas) e pela empresa tomadora de serviços (que recebe a prestação de labor, mas não assume a posição clássica de empregadora desse trabalhador envolvido).

16 Neste mesmo sentido, Vólia Bomfim Cassar (2011, p.510) afirma que: 16 A terceirização é a relação trilateral formada entre trabalhador, intermediador de mão de obra (empregador aparente, formal ou dissimulado) e o tomador de serviços (empregador real ou natural), caracterizada pela não coincidência do empregador real com o formal. Conclui-se, portanto, que terceirizar é atribuir a outrem determinadas etapas do processo produtivo, o que enseja a diminuição de gastos e a prestação de serviços de forma especializada, propiciando a contratação, por uma determinada empresa, de serviços de terceiros para o desempenho de atividademeio da empresa tomadora. A terceirização é um fenômeno que se estabeleceu no meio empresarial de forma abrangente e vem se solidificando na medida em que possibilita uma maior agilidade na execução dos serviços, flexibilidade e transformação do sistema produtivo. As empresas ao terceirizar seus serviços buscam melhoria da qualidade, maior acesso à tecnologia e a redução de custos. 2.2 Evolução legislativa no Direito Pátrio A terceirização é um fenômeno relativamente novo no Brasil. A CLT faz menção apenas a duas figuras delimitadas de subcontratação de mão de obra: a empreitada e a subempreitada (art. 455), englobando ainda a figura da pequena empreitada (art. 652, a, III). De acordo com Sérgio Pinto Martins (2010), exceto essas menções celetistas, não houve qualquer destaque ao fenômeno da terceirização em textos

17 17 legais ou jurisprudenciais das primeiras décadas de evolução do ramo justrabalhista brasileiro. Somente a partir das décadas de 60 e 70 é que a ordem jurídica imprimiu-lhe maior destaque, no entanto, referindo-se apenas ao segmento público do mercado de trabalho. O autor atribui as multinacionais a primeira noção de terceirização, pois essas não queriam se preocupar com o modo como seus negócios, produtos e serviços eram realizados, apenas lhe importava sua essência. Cumpre mencionar que os Decretos-leis nº e 1.216, ambos de 1966, permitiram aos bancos dispor de serviços por empresas de segurança bancária. E em 1968 o Decreto nº veio estabelecer regras para o funcionamento das agências de colocação ou intermediação de mão de obra, revelando, a partir daí, certa licitude na contração de funcionários por meio dessas agências. A partir da década de 70 foi incorporado na legislação pátria um diploma normativo que tratava especificamente da terceirização, estendendo-a ao campo privado da economia: a Lei do Trabalho Temporário (Lei nº /74). Posteriormente surgiu a Lei nº /80, visando dirigir-se a um específico e delimitado conjunto de trabalhadores, vinculados à segurança bancária. O tipo legal desta lei foi ampliado pela Lei nº /94, que abrangeu, como atividade submetida à modalidade de terceirização, a vigilância patrimonial de qualquer instituição, não mais apenas bancária, e estabelecimento público ou privado, inclusive segurança de pessoas físicas, além de transporte de qualquer tipo de carga. Embora sejam escassas as normas autorizadoras da terceirização, tal processo acentuou-se e generalizou-se no segmento privado da economia em situações e proporções aquém das permitidas pelos diplomas legais, o que fez com que os Tribunais do Trabalho empenhassem esforços na busca de compreensão da natureza do processo de terceirização e da ordem jurídica aplicável.

18 18 Preocupados com o tema e com os riscos aos trabalhadores advindos da terceirização, em face da multiplicidade de interpretações jurisprudenciais quando da prolação de decisões em processos trabalhistas envolvendo a questão, o Tribunal Superior do Trabalho editou a Súmula nº. 256 de Visando controlar os efeitos causados pela disseminação da terceirização, em fins de 1994, o Tribunal Superior do Trabalho promoveu a revisão desta súmula, criando a Súmula nº. 331 em seu lugar, O novo texto tomou em consideração as hipóteses do Decreto-lei nº. 200/67 e da Lei nº /70. Contemplou, ainda, os casos das relações de trabalho firmadas com o Estado sem concurso público. Ademais, em face da inexistência de legislação que tratasse amplamente da questão, a jurisprudência trabalhista de então distinguiu as atividades-meio das atividades-fim, criando com isso um critério de aferição da licitude (ou não) da terceirização perpetrada (DELGADO, 2008). A Súmula 331 analisou e expressou as hipóteses de legalidade e de ilegalidade da terceirização no ordenamento jurídico brasileiro, esclarecendo ainda como funciona a questão da extensão da responsabilidade pelo pagamento de verbas trabalhistas nas relações terceirizadas. Ainda no ano de 1994, foi introduzida no ordenamento jurídico trabalhista a Lei nº , que acresceu um parágrafo único ao artigo 442 da CLT, nos seguintes termos: qualquer que seja o ramo de atividade da sociedade cooperativa, não existe vínculo empregatício entre ela e seus associados, nem entre estes e os tomadores de serviços daquela. Cabe mencionar que, apesar do aparente caráter absoluto da presunção legal contida no novo parágrafo único do artigo 442, a jurisprudência conferiu-lhe apenas condição de presunção relativa, declarando o vínculo empregatício se verificada fraude que oculte verdadeiros empregados, transvestidos formalmente de trabalhadores autônomos.

19 Classificação da terceirização Segundo Alexandre Agra Belmonte (2009), com base na Súmula 331 do TST, pode-se, para fins metodológicos, compilar a classificação da terceirização observada segundo vários aspectos, destacando os seguintes: quanto ao objeto (atividade-fim e atividade-meio), quanto aos efeitos (lícita e ilícita), quanto à duração (temporária e permanente), quanto à responsabilidade (solidária e subsidiária), quanto à natureza da atividade (pública e privada) Quanto ao objeto: atividade-fim e atividade-meio A Súmula 331, III do TST chama atenção para uma distinção implícita entre atividades-meio e atividades-fim, contudo, tal diferenciação está longe de compreender um só entendimento doutrinário. Entende-se que a atividade-fim é a atividade central, essencial e direta da empresa, ou seja, tudo o que disser respeito aos seus objetivos principais, os quais sempre requererão especialização e maior dedicação. Na visão de Maurício Godinho Delgado (2008, p.418): Atividades-fim podem ser conceituadas como as funções e tarefas empresariais e laborais que se ajustam ao núcleo da dinâmica empresarial do tomados dos serviços, compondo a essência dessa dinâmica e contribuindo inclusive para a definição no contexto empresarial e econômico. São, portanto, atividades nucleares e definitórias da essência da dinâmica empresarial do tomador de serviços.

20 20 Como atividades-meio podem ser entendidas aquelas complementares ou suplementares, mas que não representam o objeto social da empresa, não sendo diretamente necessárias para a consecução dos fins empresariais, apesar de contribuírem indiretamente para os mesmos. Com base nessas premissas genéricas, formou-se o consenso que acabou por classificar como ilegal a terceirização das atividades-fim. Ocorre que, na tentativa de encontrar uma solução jurisdicional, o Tribunal acabou por editar a Súmula utilizando-se de conceitos elásticos e imprecisos de atividade-fim e atividade-meio. De maneira lúcida e considerando a elasticidade no conceito de terceirização, preleciona Luiz Carlos Amorim Robortella (1998, p ): A atividade-meio, considerando-se o grau de especialização atingido pelos novos métodos e tecnologias, nem sempre é de fácil conceituação. Há atividades-fim que, a depender da orientação tecnológica, podem converter-se em atividadesmeio e vice-versa. Por outro lado, o que se deve reprimir é a fraude a direitos do trabalhador, praticada através da ilícita intermediação de empresas fornecedoras de mão de obra, que lucram mediante a exploração do trabalho alheio. O Enunciado 331, que só admite a terceirização da atividademeio e não da atividade-fim, não parece estar em compasso com a doutrina mais recente a respeito da matéria. Pode-se afirmar que é tarefa árdua e praticamente impossível diferenciar com clareza o que é uma atividade-meio e uma atividade-fim para efeito de caracterização de licitude ou ilicitude da terceirização de serviços.

21 21 que: Quanto a esta discussão, Sérgio Martins Pinto (2010, p.95) enfatiza Não se pode afirmar, entretanto, que a terceirização deva se restringir à atividade-meio da empresa, ficando a cargo do administrador decidir tal questão, desde que a terceirização seja lícita, sob pena de ser desvirtuado o princípio da livre iniciativa contido no art. 170 da Constituição. A indústria automobilística é exemplo típico de delegação de serviços de atividade-fim, decorrente, em certos casos, das novas técnicas de produção e até da tecnologia, pois uma atividade que antigamente era considerada principal pode hoje ser acessória. Contudo, ninguém acoimou-a de ilegal. As costureiras que prestam serviços em sua própria residência para as empresas de confecção de maneira autônoma, não são consideradas empregadas, a menos que exista o requisito subordinação, podendo aí serem consideradas empregadas em domicílio (art. 6º da CLT), o que também mostra a possibilidade de terceirização da atividade-fim. O fato é que não existe, na realidade, uma distinção exata entre os dois termos. A atividade-meio quase sempre se confunde com a atividade-fim e sem a primeira a segunda não seria concluída. É possível considerar-se o que se chama atualmente como atividade-meio, como uma atividade acessória do principal, que seria a atividade-fim, mas ambas são necessárias para a realização final dos serviços. Esta diversificação jurisprudencial existente deixa ao arbítrio do juiz, o entendimento do que venha a ser terceirização lícita, sendo que desestabiliza as empresas quando de boa-fé contratam terceirizadas e correm o risco de uma

22 22 contratação legal tornar-se ilegal porque, em determinados Tribunais, aquele tipo de contratação passou a caracterizar-se como fraudulenta, dependendo do magistrado ou da alteração de composição de turmas do Tribunal, transformandose o que era legal em ilegal, sem possibilidade de revisão pelo Tribunal Superior do Trabalho, vez que esta caracterização é considerada como matéria fática. A inexistência de uma conceituação e possibilidade de verificação objetiva do que efetivamente seja atividade-meio e atividade-fim causa insegurança jurídica e uma série de transtornos às empresas, com fiscalizações e decisões judiciais extremamente discrepantes. Acerca desta problemática, importante destacar o texto do Ministro Vantuil Abdala (2008): Todos sofrem as consequências da total ausência de normatização no campo dos serviços terceirizados: Os trabalhadores, porque vítimas das fraudes por parte de prestadoras de serviços inidôneas; as prestadoras de serviços idôneas, pelas consequências à imagem negativa da sua atividade e ainda pela concorrência predatória; as tomadoras de serviços de boa fé, pela indefinição e insegurança jurídicas; e por fim, o próprio Estado, vítima não só como tomador de serviços, mas também como arrecadador do que lhe é devido por contribuições fiscais e previdenciárias. Some-se a isto a questão grave relativa à saúde e à segurança na prestação de serviços terceirizados. Não se trata mais de ser contra ou a favor da terceirização. Está-se diante de uma realidade inexorável: A terceirização não vai acabar. Ninguém razoavelmente imagina uma economia saudável no Brasil se a contratação de empresas especializadas na execução de serviços determinados fosse impossibilitada. Estamos, pois, diante da advertência de

23 23 George Ripert: quando o direito ignora a realidade, a realidade se vinga ignorando o direito. E, de fato, a realidade tem se vingado por esta anomia. Basta verificar que no Tribunal Superior do Trabalho (TST) existem processos em que o trabalhador cobra do tomador de serviços os direitos que não conseguiu receber da prestadora. Se considerarmos que chegam à Corte Superior trabalhista menos de dez por cento de todas as ações ajuizadas por empregados no país, podemos ter uma ideia da dimensão da insegurança jurídica e da litigiosidade que tem gerado a ausência de regulamentação desse tipo de contratação. É necessário que se estabeleçam requisitos para a criação e o funcionamento de empresas de prestação de serviços a terceiros, a delimitação do objeto do contrato e a forma de fiscalização do cumprimento das obrigações trabalhistas e previdenciárias por parte destas. Precisam ser definidos a extensão e o grau da responsabilidade do tomador de serviços, quanto ao direito dos empregados da empresa prestadora, quando ela não tem idoneidade econômico-financeira para suportar os respectivos encargos. As questões relativas às condições de segurança, higiene e salubridade no ambiente de trabalho merece especial atenção, até por respeito à dignidade do trabalhador. Atento a esse princípio fundamental e, ainda, ao princípio da isonomia, preocupa a situação em que o trabalhador terceirizado executa os mesmos serviços que o empregado da empresa tomadora, mas em condições inferiores. [ ] O Direito do Trabalho, nas palavras de Rafael Caldera, "não pode ser inimigo do progresso, porque é fonte e instrumento do progresso. Não pode ser inimigo da riqueza, porque sua aspiração é que ela alcance um número cada vez maior de

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