A IMPLANTAÇÃO DE CONSELHO CONSULTIVO EM SOCIEDADES LIMITADAS COMO FORMA DE GOVERNANÇA CORPORATIVA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A IMPLANTAÇÃO DE CONSELHO CONSULTIVO EM SOCIEDADES LIMITADAS COMO FORMA DE GOVERNANÇA CORPORATIVA"

Transcrição

1 A IMPLANTAÇÃO DE CONSELHO CONSULTIVO EM SOCIEDADES LIMITADAS COMO FORMA DE GOVERNANÇA CORPORATIVA Ana Carolina Rovida de Oliveira Especialista em Direito da Economia e Empresarial I INTRODUÇÃO A estabilização da economia brasileira tornou o país alvo de investimentos estrangeiros, com o consequente aumento de sua participação em empresas brasileiras. Nada mais natural que o investidor, após o aporte inicial de recursos, queira também participar da administração da empresa investida, como forma de assegurar a boa aplicação dos recursos investidos e garantir o retorno de seu investimento inicial. Conforme a legislação em vigor, as formas de se influir na administração de uma sociedade no Brasil são através dos cargos de (i) sócio; (ii) administrador; (iii) membro do conselho fiscal; ou (iv) membro do conselho de administração (em se tratando de sociedades anônimas). Existem inúmeras sociedades com caráter mais complexo, mesmo que sociedades limitadas, e, em razão de sua natureza, necessitam de regras e parâmetros para gestão. 1

2 As Sociedades de Responsabilidade Limitada sofreram mudanças, com a entrada em vigor do Novo Código Civil 1, que trouxe regras mais específicas visando a profissionalização da forma de gestão a ser adotada nas Sociedades Limitadas, como, por exemplo, a aceitação do administrador não sócio, que cria segurança para investimentos e seus investidores, gerando maior credibilidade perante o mercado, em razão da transparência e eficiência na administração. Vejamos as características das Sociedades Limitadas e sua administração. II - SOCIEDADE DE RESPONSABILIDADE LIMITADA: DEFINIÇÃO E SUA ADMINISTRAÇÃO A Sociedade de Responsabilidade Limitada 2 é aquela formada por duas ou mais pessoas, físicas ou jurídicas, na qual todas assumem, de forma subsidiária, responsabilidade solidária limitada ao valor do capital social até a sua integralização. Após tal integralização, a responsabilidade limita-se ao valor de sua participação na Sociedade. A Sociedade de Responsabilidade Limitada também é autorizada a aplicar subsidiariamente as regras das Sociedades Anônimas 3. A administração de uma Sociedade Limitada independe de todos os requisitos e formalidades da administração de uma Sociedade Anônima. Apesar de não determinar que haja órgãos diretivos além da administração, os sócios podem de comum acordo e conforme o estabelecido no contrato social, estipularem os meios de administração que melhor atendam às necessidades da sociedade. 1 Lei , de Regulada pelo Novo Código Civil (Lei , de 2002). 3 Artigo do Novo Código Civil. 2

3 Não é vedado às Sociedades Limitadas constituírem sua administração por meio de Diretorias e Conselhos Consultivos cuja composição seja distinta da que é formada pelos sócios. Conclui-se que é juridicamente possível a criação de um Conselho Consultivo, como órgão de controle de uma Sociedade Limitada, por vontade dos sócios, como forma de criar maior Governança Corporativa e usufruir de seus benefícios, conforme melhor apresentado a seguir. Inicialmente, define-se Governança Corporativa como o conjunto de práticas que tem por finalidade otimizar o desempenho de uma sociedade ao proteger todas as partes interessadas, tais como investidores, empregados e credores, facilitando o acesso ao capital. A análise das práticas de Governança Corporativa aplicada ao mercado de capitais envolve, principalmente, transparência, equidade de tratamento dos acionistas e prestação de contas. As regras e práticas de Governança Corporativa concretizam a aplicação da ética e da transparência no seu funcionamento e estrutura organizacional, criando obrigações como as auditorias internas independentes, a existência de conselhos de administração e a profissionalização de seus membros, bem como a instalação de conselhos fiscais. III - DO CONSELHO CONSULTIVO Diante desse cenário, a criação de um Conselho Consultivo aparece como alternativa para a implementação de uma nova política para decisões estratégicas e inserção na Sociedade de pessoas que os sócios considerem importantes, mas que não podem, ou simplesmente não desejam, também se tornar sócios ou assumir cargos de administração pura e simples. 3

4 A exemplo do que ocorre nas sociedades anônimas com relação ao conselho de administração, nas sociedades limitadas os sócios e administradores delegam ao Conselho Consultivo a análise de algumas questões estratégicas da empresa. Os sócios da Limitada têm liberdade para fixar o número de membros do Conselho Consultivo, sua competência e regras de funcionamento. O Conselho Consultivo, composto por membros apontados pelos sócios da Sociedade, terá como função rever e avaliar, bem como aconselhar e orientar os administradores da Sociedade na preparação dos planos estratégicos, além de ditar as normas e diretrizes da sociedade. Portanto, os membros do Conselho Consultivo possuem funções administrativas no âmbito gerencial da Sociedade Limitada, sendo-lhes permitido vetar qualquer medida ou ato de gestão dos administradores. Os administradores necessitarão da aprovação prévia dos conselheiros para certos atos da Sociedade Limitada. Decidida a criação do Conselho Consultivo, a Sociedade incluirá em seu contrato social todas as matérias que podem (ou devem) ser submetidas à análise dos conselheiros (ressalvando-se aquelas de competência exclusiva dos sócios, enumeradas no art do Código Civil 4 ). São exemplos de algumas matérias que podem ser submetidas previamente ao Conselho: (i) abertura ou fechamento de filiais; (ii) aquisição ou alienação de 4 Art Dependem da deliberação dos sócios, além de outras matérias indicadas na lei ou no contrato: I - a aprovação das contas da administração; II - a designação dos administradores, quando feita em ato separado; III - a destituição dos administradores; IV - o modo de sua remuneração, quando não estabelecido no contrato; V - a modificação do contrato social; VI - a incorporação, a fusão e a dissolução da sociedade, ou a cessação do estado de liquidação; VII - a nomeação e destituição dos liquidantes e o julgamento das suas contas; VIII - o pedido de concordata. 4

5 ativos de alto valor da Sociedade; (iii) assunção de obrigações em valores acima de determinado limite; (iv) desenvolvimento de novos negócios, etc. As deliberações do Conselho podem ainda se dar através de pareceres individuais escritos, enviados pelos conselheiros individualmente à Administração, ou mesmo através de decisão conjunta única, tomada em reunião do Conselho, de acordo com o disposto no contrato social. De modo a garantir maior segurança às recomendações do Conselho, é possível registrar as atas de reuniões do Conselho Consultivo perante a Junta Comercial, o que tornaria tal documento válido perante terceiros. Não há qualquer limitação em relação à nacionalidade dos conselheiros e a Sociedade pode, inclusive, nomear estrangeiros, sem domicílio no país, como membros de seu Conselho Consultivo. Cabe ressaltar que os conselheiros são responsáveis pelos atos praticados pela administração de acordo com suas deliberações. Sendo assim, caso recomendem a prática de determinado ato que seja ilegal ou contrário ao disposto no contrato social, deverão ser responsáveis, de forma solidária, juntamente com os administradores da Sociedade. IV CONCLUSÃO De fato, a implementação de um Conselho Consultivo traz vários benefícios para as Sociedades Limitadas, quais sejam: (i) reduzir a carga de responsabilidade dos sócios, levando à sua apreciação somente matérias de natureza societária, ou que, por força de lei, sejam de sua competência privativa, ou matérias que (ii) ocasionem divergências entre administradores e Conselho Consultivo; 5

6 (iii) a possibilidade de o sócio estrangeiro incluir, no dia-a-dia da Sociedade investida, pessoas que considere importantes em suas operações fora do país, o que possibilita uma maior absorção, por parte da última, da visão e valores de sua investidora; (iv) maior transparência com prestação de contas por parte dos administradores, ao ter que submeter à aprovação prévia do Conselho Consultivo atos estratégicos da Sociedade; e, (v) aumento da Governança Corporativa, visando dar segurança ao mercado no qual a Sociedade está inserida. 6

TEORIA GERAL DO DIREITO EMPRESARIAL

TEORIA GERAL DO DIREITO EMPRESARIAL Direito Societário É subárea do direito empresarial que disciplina a forma de exercício coletivo de atividade econômica empresária; Importante observação sobre as questões da primeira fase da OAB: 25%

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ UNIDADE VII CIÊNCIAS CONTÁBEIS TEMA: SOCIEDADE LIMITADA PROFª: PAOLA SANTOS SOCIEDADE LIMITADA

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ UNIDADE VII CIÊNCIAS CONTÁBEIS TEMA: SOCIEDADE LIMITADA PROFª: PAOLA SANTOS SOCIEDADE LIMITADA UNIDADE VII CIÊNCIAS CONTÁBEIS TEMA: SOCIEDADE LIMITADA PROFª: PAOLA SANTOS SOCIEDADE LIMITADA 1. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL A sociedade limitada é o tipo societário de maior presença na economia brasileira.

Leia mais

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A.

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REGIMENTO INTERNO DOS COMITÊS COMITÊ DE FINANÇAS E ORÇAMENTO APROVADO PELO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EM 24 DE SETEMBRO DE 2014 SUMÁRIO I INTRODUÇÃO

Leia mais

FUNDOS DE PENSÃO - (Ante)Projeto de Lei Complementar PLC (ENTIDADES ASSOCIADAS: Proposta Consolidada Aprimora LC 108/2001)

FUNDOS DE PENSÃO - (Ante)Projeto de Lei Complementar PLC (ENTIDADES ASSOCIADAS: Proposta Consolidada Aprimora LC 108/2001) FUNDOS DE PENSÃO - (Ante)Projeto de Lei Complementar PLC (ENTIDADES ASSOCIADAS: Proposta Consolidada Aprimora LC 108/2001) Texto Atual Texto Proposto Justificativas Art. 4º. Nas sociedades de economia

Leia mais

PONTÍFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS CURSO DE DIREITO

PONTÍFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS CURSO DE DIREITO PONTÍFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS CURSO DE DIREITO Disciplina: Direito Empresarial II JUR 1022 Turma: C02 Prof.: Luiz Fernando Capítulo VI SOCIEDADES ANÔNIMAS 1. Evolução Legal: a) Decreto n. 575/49;

Leia mais

As principais alterações trazidas pela Instrução CVM 571 encontram-se resumidas abaixo.

As principais alterações trazidas pela Instrução CVM 571 encontram-se resumidas abaixo. MERCADO DE CAPITAIS 01/12/2015 CVM ALTERA INSTRUÇÃO QUE DISPÕE SOBRE A CONSTITUIÇÃO, A ADMINISTRAÇÃO, O FUNCIONAMENTO, A OFERTA PÚBLICA DE DISTRIBUIÇÃO E A DIVULGAÇÃO DOS FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da Estácio Participações S.A. 1. Propósito Este Manual visa a consolidar as regras e procedimentos que devem ser observados pelos (i) Administradores

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL O QUE É?

ESTATUTO SOCIAL O QUE É? ESTATUTO SOCIAL O QUE É? O Estatuto Social é o documento que constitui a Empresa Júnior como associação civil, pessoa jurídica de direito privado sem fins lucrativos. É o Estatuto que traz a EJ para o

Leia mais

CÓDIGO DE GOVERNO DAS SOCIEDADES DA CMVM (RECOMENDAÇÕES)

CÓDIGO DE GOVERNO DAS SOCIEDADES DA CMVM (RECOMENDAÇÕES) CÓDIGO DE GOVERNO DAS SOCIEDADES DA CMVM (RECOMENDAÇÕES) I. VOTAÇÃO E CONTROLO DA SOCIEDADE I.1. As sociedades devem incentivar os seus acionistas a participar e a votar nas assembleias gerais, designadamente

Leia mais

BANCO LATINO-AMERICANO DE COMÉRCIO EXTERIOR S.A. ESTATUTOS DO COMITÊ DE NOMEAÇÃO E REMUNERAÇÃO

BANCO LATINO-AMERICANO DE COMÉRCIO EXTERIOR S.A. ESTATUTOS DO COMITÊ DE NOMEAÇÃO E REMUNERAÇÃO BANCO LATINO-AMERICANO DE COMÉRCIO EXTERIOR S.A. ESTATUTOS DO COMITÊ DE NOMEAÇÃO E REMUNERAÇÃO I. Objetivos O Comitê de Nomeação e Remuneração (o Comitê ) do Banco Latino-Americano de Comércio Exterior

Leia mais

Melhores Práticas de Governança

Melhores Práticas de Governança Melhores Práticas de Governança Corporativa Eletros Novembro de 2011 Eliane Lustosa Objetivos Introdução Governança Corporativa (GC) Conceito e princípios básicos Sistema Importância e benefícios Principais

Leia mais

Diretrizes de Governança Corporativa

Diretrizes de Governança Corporativa Diretrizes de Governança Corporativa DIRETRIZES DE GOVERNANÇA CORPORATIVA DA BM&FBOVESPA Objetivo do documento: Apresentar, em linguagem simples e de forma concisa, o modelo de governança corporativa da

Leia mais

POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLÉIAS PARA FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO.

POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLÉIAS PARA FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO. POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLÉIAS PARA FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO. (Política de Voto para FII) SOMENTE PARA USO INTERNO Este material foi elaborado pela Leste Administração

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO CAPÍTULO I - CONCEITO E FINALIDADE Art. 1º O Conselho de Administração é o órgão de orientação geral dos negócios e serviços da Caixa Econômica Federal, responsável

Leia mais

Regimento Interno do Comitê de Remuneração e Sucessão

Regimento Interno do Comitê de Remuneração e Sucessão Regimento Interno do Comitê de Remuneração e Sucessão 1 ARTIGO Artigo 1º - NATUREZA, OBJETO E APROVAÇÃO DO REGIMENTO INTERNO Artigo 2º - COMPOSIÇÂO, CARGOS E MANDATOS Artigo 3º - DA PRESIDÊNCIA E SECRETARIADO

Leia mais

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE RENAR MAÇÃS S/A

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE RENAR MAÇÃS S/A POLÍTCA DE DVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE RENAR MAÇÃS S/A A Política estabelece diretrizes e procedimentos a serem observados na divulgação de ato ou fato relevante e na manutenção do sigilo de tais

Leia mais

SOCIEDADES COMERCIAIS

SOCIEDADES COMERCIAIS Legislação Societária / Direito Comercial Profª Mestre Ideli Raimundo Di Tizio p 11 SOCIEDADES COMERCIAIS Sociedade comercial é a pessoa jurídica de direito privado, nãoestatal, que tem por objeto social

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA LE LIS BLANC DEUX COMÉRCIO E CONFECÇÕES DE ROUPAS S.A. I. PROPÓSITO

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA LE LIS BLANC DEUX COMÉRCIO E CONFECÇÕES DE ROUPAS S.A. I. PROPÓSITO POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA LE LIS BLANC DEUX COMÉRCIO E CONFECÇÕES DE ROUPAS S.A. I. PROPÓSITO Este Manual visa a consolidar as regras e procedimentos que devem ser observados

Leia mais

CNPJ/MF nº 29.978.814/0001-87. Comitê de Auditoria Estatutário. Regimento Interno. Capítulo I Introdução

CNPJ/MF nº 29.978.814/0001-87. Comitê de Auditoria Estatutário. Regimento Interno. Capítulo I Introdução PÁGINA 1 DE 7 DO PÁGINA 1 DE 7 DO CNPJ/MF nº 29.978.814/0001-87 Comitê de Auditoria Estatutário Regimento Interno Capítulo I Introdução Artigo 1º. O Comitê de Auditoria Estatutário ( Comitê ou CAE ) da

Leia mais

Acordo de Acionistas. Corporativa da CPFL Energia S.A. Atual Denominação Social da Draft II Participações S.A.

Acordo de Acionistas. Corporativa da CPFL Energia S.A. Atual Denominação Social da Draft II Participações S.A. Acordo de Acionistas Diretrizes da CPFL de Energia Governança S.A. Corporativa da CPFL Energia S.A. Atual Denominação Social da Draft II Participações S.A. 1 Sumário I Introdução 3 II Estrutura Corporativa

Leia mais

ANEXO II À ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA JULIO SIMÕES LOGÍSTICA S.A. REALIZADA EM 30 DE NOVEMBRO DE 2009

ANEXO II À ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA JULIO SIMÕES LOGÍSTICA S.A. REALIZADA EM 30 DE NOVEMBRO DE 2009 ANEXO II À ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA JULIO SIMÕES LOGÍSTICA S.A. REALIZADA EM 30 DE NOVEMBRO DE 2009 POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA JULIO SIMÕES LOGÍSTICA

Leia mais

VULCABRAS AZALEIA S.A. Companhia Aberta CNPJ 50.926.955/0001-42 NIRE 35.300.014.910

VULCABRAS AZALEIA S.A. Companhia Aberta CNPJ 50.926.955/0001-42 NIRE 35.300.014.910 VULCABRAS AZALEIA S.A. Companhia Aberta CNPJ 50.926.955/0001-42 NIRE 35.300.014.910 MANUAL DA ADMINISTRAÇÃO PARA A ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DA VULCABRAS AZALEIA S. A. DE 31 DE JANEIRO DE 2011. O

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE PESSOAS DE LOJAS RENNER S.A. Capítulo I Dos Objetivos

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE PESSOAS DE LOJAS RENNER S.A. Capítulo I Dos Objetivos REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE PESSOAS DE LOJAS RENNER S.A. Capítulo I Dos Objetivos Artigo 1º - O Comitê de Pessoas ( Comitê ) de Lojas Renner S.A. ( Companhia ), órgão estatutário, de caráter consultivo

Leia mais

ALGUNS APONTAMENTOS SOBRE O ACORDO DE QUOTISTAS NO CÓDIGO CIVIL DE 2002

ALGUNS APONTAMENTOS SOBRE O ACORDO DE QUOTISTAS NO CÓDIGO CIVIL DE 2002 ALGUNS APONTAMENTOS SOBRE O ACORDO DE QUOTISTAS NO CÓDIGO CIVIL DE 2002 JEAN CARLOS FERNANDES Mestre em Direito Comercial pela UFMG Professor da Faculdade de Direito do Centro Universitário Newton Paiva

Leia mais

2.1. Nesse contexto, o Pronunciamento visa a contribuir para as melhores práticas concernentes:

2.1. Nesse contexto, o Pronunciamento visa a contribuir para as melhores práticas concernentes: CODIM COMITÊ DE ORIENTAÇÃO PARA DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÃO AO MERCADO (ABRAPP - ABRASCA AMEC ANBIMA ANCORD - ANEFAC APIMEC BM&FBOVESPA CFC IBGC IBRACON IBRI) Proposta de Texto Final PRONUNCIAMENTO DE ORIENTAÇÃO

Leia mais

CAPÍTULO I Denominação, sede, duração e objeto social

CAPÍTULO I Denominação, sede, duração e objeto social ESTATUTOS DA PARPÚBLICA PARTICIPAÇÕES PÚBLICAS (SGPS), S.A. CAPÍTULO I Denominação, sede, duração e objeto social Artigo 1.º (Denominação) A sociedade adota a denominação PARPÚBLICA Participações Públicas

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA FORNO DE MINAS ALIMENTOS S.A.

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA FORNO DE MINAS ALIMENTOS S.A. POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA FORNO DE MINAS ALIMENTOS S.A. 1 PROPÓSITO A presente Política de Negociação de Valores Mobiliários tem como propósito estabelecer regras para

Leia mais

Preparação da Empresa para o Capital Empreendedor. Sidney Chameh ABVCAP

Preparação da Empresa para o Capital Empreendedor. Sidney Chameh ABVCAP Preparação da Empresa para o Capital Empreendedor Sidney Chameh ABVCAP Agenda Mudança Cultural Passos para obtenção do capital empreendedor O que os fundos procuram Seleção de projetos Ciclo de Investimento

Leia mais

POLÍTICA DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A.

POLÍTICA DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A. POLÍTICA DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A. 28.03.2013 1. OBJETIVO 1.1 A presente Política de Transações com Partes Relacionadas da BB Seguridade Participações S.A.

Leia mais

ESTATUTO DO COMITÊ DE AUDITORIA DO CONSELHO DIRETOR 23 DE OUTUBRO DE 2014

ESTATUTO DO COMITÊ DE AUDITORIA DO CONSELHO DIRETOR 23 DE OUTUBRO DE 2014 ESTATUTO DO COMITÊ DE AUDITORIA DO CONSELHO DIRETOR 23 DE OUTUBRO DE 2014 I. FINALIDADE A finalidade do Comitê de Auditoria da AGCO Corporation (a Empresa ) é auxiliar o Conselho Diretor (o Conselho )

Leia mais

Recomendações para Empresas e Grupos Empresariais Familiares RECOMENDAÇÕES PARA EMPRESAS E GRUPOS EMPRESARIAIS FAMILIARES

Recomendações para Empresas e Grupos Empresariais Familiares RECOMENDAÇÕES PARA EMPRESAS E GRUPOS EMPRESARIAIS FAMILIARES RECOMENDAÇÕES PARA EMPRESAS E GRUPOS EMPRESARIAIS FAMILIARES 2014 1 RELATÓRIO FINAL 1. Objectivos do Grupo de Trabalho 1.1. Caracterizar as Empresas Familiares, em termos da sua definição, especificidades

Leia mais

b) Função: dar maior agilidade ao processo de tomada de decisão no interior da organização empresarial.

b) Função: dar maior agilidade ao processo de tomada de decisão no interior da organização empresarial. 1. Conselho de Administração a) Conceito: é órgão deliberativo e fiscalizador, integrado por no mínimo três pessoas físicas, com competência para qualquer matéria do interesse social, exceto as privativas

Leia mais

CEMIG TRADING S.A. ESTATUTO SOCIAL. CAPÍTULO I Denominação, Sede, Objeto e Duração

CEMIG TRADING S.A. ESTATUTO SOCIAL. CAPÍTULO I Denominação, Sede, Objeto e Duração CEMIG TRADING S.A. O presente Estatuto é uma consolidação do aprovado pela Escritura Pública de Constituição, em 29-07-2002 - arquivada na JUCEMG em 12-08-2002, sob o nº 3130001701-0, e pelas Assembléias

Leia mais

Práticas Corporativas

Práticas Corporativas Práticas Corporativas Nível 1 de Governança Corporativa Fontes: Estatuto Social Código de Conduta Relatório de Sustentabilidade Formulário de Referência Política de divulgação e negociação Atualizado em

Leia mais

DIREITO SOCIETÁRIO. Sociedades não personificadas

DIREITO SOCIETÁRIO. Sociedades não personificadas DIREITO SOCIETÁRIO As sociedades são classificadas como simples ou empresárias (art. 982, CC). As sociedades empresárias têm por objeto o exercício da empresa: as sociedades simples exercem uma atividade

Leia mais

ELEKEIROZ S.A. CNPJ 13.788.120/0001-47 Companhia Aberta NIRE 35300323971

ELEKEIROZ S.A. CNPJ 13.788.120/0001-47 Companhia Aberta NIRE 35300323971 ELEKEIROZ S.A. CNPJ 13.788.120/0001-47 Companhia Aberta NIRE 35300323971 ATA SUMÁRIA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 7 DE FEVEREIRO DE 2014 DATA, HORA E LOCAL: Em 7 de fevereiro de

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DE CORRÊA RIBEIRO S/A COMÉRCIO E INDÚSTRIA CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO SOCIAL E PRAZO DE DURAÇÃO:

ESTATUTO SOCIAL DE CORRÊA RIBEIRO S/A COMÉRCIO E INDÚSTRIA CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO SOCIAL E PRAZO DE DURAÇÃO: ESTATUTO SOCIAL DE CORRÊA RIBEIRO S/A COMÉRCIO E INDÚSTRIA CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO SOCIAL E PRAZO DE DURAÇÃO: Denominação Artigo 1º - Corrêa Ribeiro S/A Comércio e Indústria é uma sociedade

Leia mais

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL GOVERNANÇA CORPORATIVA

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL GOVERNANÇA CORPORATIVA 1. INTRODUÇÃO 1.1 A CAIXA A Caixa Econômica Federal é uma instituição financeira sob a forma de empresa pública, vinculada ao Ministério da Fazenda. Instituição integrante do Sistema Financeiro Nacional

Leia mais

PARTICIPAÇÃO % NO CAPITAL TOTAL: 6,09

PARTICIPAÇÃO % NO CAPITAL TOTAL: 6,09 PARTICIPAÇÃO EM ASSEMBLÉIAS DE ACIONISTAS 4º TRIMESTRE 2011 Setor de Governança em Participações EMPRESA: INEPAR ENERGIA DATA DA REALIZAÇÃO: 03/11/2011 TIPO DE ASSEMBLÉIA: AGE REPRESENTANTE: CRISTIANO

Leia mais

1. Introdução. Relatório Anual 2002

1. Introdução. Relatório Anual 2002 1. Introdução Na última Assembléia Geral Ordinária de Acionistas da Telefónica S.A. (doravante, Telefónica, a Companhia, ou a Sociedade ) que teve lugar no dia 12 de abril passado, seu Presidente renovou

Leia mais

Senise, Moraes & Maggi Sociedade de Advogados surgiu da união de advogados com diversos anos de experiência e sólida formação jurídica que perceberam

Senise, Moraes & Maggi Sociedade de Advogados surgiu da união de advogados com diversos anos de experiência e sólida formação jurídica que perceberam Senise, Moraes & Maggi Sociedade de Advogados surgiu da união de advogados com diversos anos de experiência e sólida formação jurídica que perceberam as necessidades dos clientes na realidade hipercomplexa

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 108, DE 29 DE MAIO DE 2001

LEI COMPLEMENTAR Nº 108, DE 29 DE MAIO DE 2001 LEI COMPLEMENTAR Nº 108, DE 29 DE MAIO DE 2001 Dispõe sobre a relação entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, suas autarquias, fundações, sociedades de economia mista e outras entidades

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA MARFRIG FRIGORÍFICOS E COMÉRCIO DE ALIMENTOS S.A.

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA MARFRIG FRIGORÍFICOS E COMÉRCIO DE ALIMENTOS S.A. POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA MARFRIG FRIGORÍFICOS E COMÉRCIO DE ALIMENTOS S.A. APROVADA NA RCA DE 18/03/2009 SUMÁRIO I OBJETIVO... 3 II - ADMINISTRAÇÃO DA POLÍTICA... 3 II.1

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO ELEKTRO ELETRICIDADE E SERVIÇOS S.A.

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO ELEKTRO ELETRICIDADE E SERVIÇOS S.A. CNPJ 02.328.280/0001-97 POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA ELEKTRO ELETRICIDADE E SERVIÇOS S.A. Companhia Aberta CNPJ/MF nº 02.238.280/0001-97 Rua Ary Antenor de Souza, nº 321,

Leia mais

"DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S.A. NIRE nº 35.300.172.507 CNPJ/MF nº 61.486.650/0001-83 Companhia Aberta

DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S.A. NIRE nº 35.300.172.507 CNPJ/MF nº 61.486.650/0001-83 Companhia Aberta "DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S.A. NIRE nº 35.300.172.507 CNPJ/MF nº 61.486.650/0001-83 Companhia Aberta REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIO Este Regimento Interno dispõe sobre os procedimentos

Leia mais

Radar Stocche Forbes Março 2015

Radar Stocche Forbes Março 2015 Março 2015 RADAR STOCCHE FORBES - SOCIETÁRIO Ofício-Circular CVM-SEP 2015 Principais Novidades No dia 26 de fevereiro de 2015, a Comissão de Valores Mobiliários ( CVM ) emitiu o Ofício-Circular nº 02/2015

Leia mais

Política de Divulgação de Ato ou Fato Relevante do BRB BANCO DE BRASÍLIA S.A. Companhia Aberta CNPJ 00.000.208/0001-00 NIRE 5330001430 CVM 01420-6

Política de Divulgação de Ato ou Fato Relevante do BRB BANCO DE BRASÍLIA S.A. Companhia Aberta CNPJ 00.000.208/0001-00 NIRE 5330001430 CVM 01420-6 Política de Divulgação de Ato ou Fato Relevante do BRB BANCO DE BRASÍLIA S.A. Companhia Aberta CNPJ 00.000.208/0001-00 NIRE 5330001430 CVM 01420-6 FINALIDADE 1. - São regulados pelas disposições da presente

Leia mais

Nossas soluções para o setor sucroenergético

Nossas soluções para o setor sucroenergético www.pwc.com.br Nossas soluções para o setor sucroenergético Centro PwC de Serviços em Agribusiness Outubro de 2013 Agrícola Gestão de fornecedores de cana Revisão da estrutura de relacionamento entre usina

Leia mais

PROCESSOS DE REORGANIZAÇÃO SOCIETÁRIA 1

PROCESSOS DE REORGANIZAÇÃO SOCIETÁRIA 1 PROCESSOS DE REORGANIZAÇÃO SOCIETÁRIA 1 1.1 - Aspectos Introdutórios 1.1.1 - Objetivos Básicos Tais operações tratam de modalidades de reorganização de sociedades, previstas em lei, que permitem às empresas,

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA VIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A.

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA VIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A. POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA VIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A. 1. OBJETIVO, ADESÃO E ADMINISTRAÇÃO 1.1 - A presente Política de Negociação tem por objetivo estabelecer

Leia mais

CLARO TELECOM PARTICIPAÇÕES S.A. CNPJ/MF n.º 07.043.628./0001-13 NIRE 35 3 003537 49

CLARO TELECOM PARTICIPAÇÕES S.A. CNPJ/MF n.º 07.043.628./0001-13 NIRE 35 3 003537 49 ESTATUTO SOCIAL DE CLARO TELECOM PARTICIPAÇÕES S.A. CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, OBJETO, SEDE E DURAÇÃO Artigo 1º - Claro Telecom Participações S.A. é uma sociedade anônima que se rege por este Estatuto Social

Leia mais

Sumário APRESENTAÇÃO... 15

Sumário APRESENTAÇÃO... 15 Sumário APRESENTAÇÃO... 15 Capítulo 1 DIREITO EMPRESARIAL... 17 1. Evolução histórica... 17 2. Evolução do Direito Comercial no Brasil... 18 3. Fontes... 21 4. Conceito e autonomia... 22 5. Questões...

Leia mais

POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIAS GERAIS

POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIAS GERAIS POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIAS GERAIS Índice 1. Objetivo... 2 2. Regulação e Autoregulação CVM e Anbima... 2 3. Princípios Gerais... 3 4. Tratamento dos assuntos que fazem parte

Leia mais

ETERNIT S.A. C.N.P.J. nº 61.092.037/0001-81 NIRE 35.300.013.344 ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 17 DE SETEMBRO DE 2.

ETERNIT S.A. C.N.P.J. nº 61.092.037/0001-81 NIRE 35.300.013.344 ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 17 DE SETEMBRO DE 2. ETERNIT S.A. C.N.P.J. nº 61.092.037/0001-81 NIRE 35.300.013.344 ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 17 DE SETEMBRO DE 2.008 Aos 17 dias do mês de setembro do ano de dois mil e oito,

Leia mais

Estatutos da Caixa Geral de Depósitos

Estatutos da Caixa Geral de Depósitos Estatutos da Caixa Geral de Depósitos Conforme aprovado em Assembleia Geral de 22 de julho de 2011 e posterior alteração pela Deliberação Unânime por Escrito de 27 de junho de 2012. CAPÍTULO I Natureza,

Leia mais

POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIAS

POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIAS DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIAS ENTIFICAÇÃO Versão Publicado em A revisar em 06 13/02/2016 1 DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIA RESUMO DESCRITIVO Princípios e diretrizes utilizados

Leia mais

Regra de Governança Corporativa da NYSE para Emissoras Norte-Americanas. Abordagem da Vale

Regra de Governança Corporativa da NYSE para Emissoras Norte-Americanas. Abordagem da Vale Comparação das práticas de governança corporativa adotadas pela VALE com aquelas adotadas pelas companhias norte-americanas em cumprimento às exigências da Bolsa de Valores de Nova Iorque De acordo com

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS TEGMA GESTÃO LOGÍSTICA S.A. ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO E PRINCÍPIOS GERAIS 2. DEFINIÇÕES 3. OBJETIVOS E ABRANGÊNCIA 4. PERÍODO DE VEDAÇÕES ÀS NEGOCIAÇÕES 5. AUTORIZAÇÃO

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES E ADQUIRENTES DO CONDOMÍNIO ALTO DA BOA VISTA CAPÍTULO I - FINALIDADES

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES E ADQUIRENTES DO CONDOMÍNIO ALTO DA BOA VISTA CAPÍTULO I - FINALIDADES ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES E ADQUIRENTES DO CONDOMÍNIO ALTO DA BOA VISTA CAPÍTULO I - FINALIDADES Art. 1º A Associação dos Moradores e Adquirentes do Condomínio Alto da Boa Vista é uma sociedade

Leia mais

O sócio que ceder suas quotas continua responsável pelas obrigações sociais até dois anos depois de modificado o contrato social:

O sócio que ceder suas quotas continua responsável pelas obrigações sociais até dois anos depois de modificado o contrato social: AULA 2 4. Tipos societários 4.1 Sociedade Simples Se a sociedade simples não optar por outra forma essa é a forma que será a ela aplicada. Esse tipo é também subsidiário aos outros tipos sociais, ou seja,

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO Aprovada em Reunião do Conselho de Administração da Companhia realizada em 29 de agosto de 2013. 1 POLÍTICA

Leia mais

EMPRESA DE SERVIÇOS DE COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA S.A.

EMPRESA DE SERVIÇOS DE COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA S.A. EMPRESA DE SERVIÇOS DE COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA S.A. O presente Estatuto é uma consolidação do aprovado pela Escritura Pública de Constituição, em 25-07-2002 - arquivada na JUCEMG em 01-08-2002,

Leia mais

AULA 10 Sociedade Anônima:

AULA 10 Sociedade Anônima: AULA 10 Sociedade Anônima: Conceito; características; nome empresarial; constituição; capital social; classificação. Capital aberto e capital fechado. Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e Bolsa de Valores.

Leia mais

Por que abrir o capital?

Por que abrir o capital? Por que abrir capital? Por que abrir o capital? Vantagens e desafios de abrir o capital Roberto Faldini Fortaleza - Agosto de 2015 - PERFIL ABRASCA Associação Brasileira de Companhias Abertas associação

Leia mais

Política de Exercício de Direito de Voto. (Versão 4.0 - Março/2015)

Política de Exercício de Direito de Voto. (Versão 4.0 - Março/2015) Política de Exercício de Direito de Voto (Versão 4.0 - Março/2015) 1. Objeto e Aplicação 1.1. Esta Política de Exercício de Direito de Voto ( Política de Voto ), em conformidade com as disposições do Código

Leia mais

Índice POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIAS GERAIS. Página. Data de Publicação. Versão. Área responsável 03/11/2015

Índice POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIAS GERAIS. Página. Data de Publicação. Versão. Área responsável 03/11/2015 POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIAS GERAIS Índice 1. Objetivo... 2 2. Princípios Gerais... 2 2.1. Presença Facultativa... 2 2.2. Exceções... 3 3. Matérias Relevantes Obrigatórias...

Leia mais

CONTRATO DE SOCIEDADE DA TOMÁS TIMBANE E ASSOCIADOS ADVOGADOS SOCIEDADE UNIPESSOAL, LDA

CONTRATO DE SOCIEDADE DA TOMÁS TIMBANE E ASSOCIADOS ADVOGADOS SOCIEDADE UNIPESSOAL, LDA CONTRATO DE SOCIEDADE DA TOMÁS TIMBANE E ASSOCIADOS ADVOGADOS SOCIEDADE UNIPESSOAL, LDA CAPÍTULO I FIRMA, OBJECTO SOCIAL E SEDE ARTIGO PRIMEIRO (Firma) Um) A Sociedade é constituída sob a forma de sociedade

Leia mais

A COMISSÃO DE AUDITORIA DA MOTA-ENGIL AFRICA N.V. MANDATO

A COMISSÃO DE AUDITORIA DA MOTA-ENGIL AFRICA N.V. MANDATO -1- A COMISSÃO DE AUDITORIA DA MOTA-ENGIL AFRICA N.V. MANDATO A Mota-Engil Africa N.V. (a "Empresa") adotou um modelo de governação de um nível. Nos termos do disposto no princípio III.5 (e nas disposições

Leia mais

REGIMES ESPECIAIS PARA RESOLUÇÃO DE INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS NO BRASIL: PREMISSAS DO MODELO VIGENTE E NECESSIDADE DE REESTRUTURAÇÃO

REGIMES ESPECIAIS PARA RESOLUÇÃO DE INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS NO BRASIL: PREMISSAS DO MODELO VIGENTE E NECESSIDADE DE REESTRUTURAÇÃO REGIMES ESPECIAIS PARA RESOLUÇÃO DE INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS NO BRASIL: PREMISSAS DO MODELO VIGENTE E NECESSIDADE DE REESTRUTURAÇÃO Seminário Internacional sobre Regimes de Resolução no Sistema Financeiro

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA TECNISA S.A., OU A ELES REFERENCIADOS, POR POTENCIAIS OU EFETIVOS DETENTORES DE INFORMAÇÃO

Leia mais

POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA

POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA 1 1. APRESENTAÇÃO Esta política estabelece os princípios e práticas de Governança Cooperativa adotadas pelas cooperativas do Sistema Cecred, abordando os aspectos de

Leia mais

EVEN CONSTRUTORA E INCORPORADORA S.A.

EVEN CONSTRUTORA E INCORPORADORA S.A. POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA EVEN CONSTRUTORA E INCORPORADORA S.A. Aprovada em Reunião do Conselho de Administração da Companhia realizada em 27 de abril de 2012

Leia mais

9) Política de Investimentos

9) Política de Investimentos 9) Política de Investimentos Política e Diretrizes de Investimentos 2010 Plano de Benefícios 1 Segmentos Macroalocação 2010 Renda Variável 60,2% 64,4% 28,7% 34,0% Imóveis 2,4% 3,0% Operações com Participantes

Leia mais

MANUAL DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA.

MANUAL DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA. MANUAL DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA. 1 Objetivos e Princípios Este Manual tem por objeto o estabelecimento de padrões de conduta e transparência

Leia mais

AULA 5 SOCIEDADE LIMITADA

AULA 5 SOCIEDADE LIMITADA AULA 5 SOCIEDADE LIMITADA Introdução A sociedade decorre de um contrato entre pessoas que contribuem com bens e serviços para o exercício de determinada atividade visando a partilha de resultados. A Sociedade

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARANÁ, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, inciso V, da Constituição Estadual,

O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARANÁ, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, inciso V, da Constituição Estadual, Institui o Conselho de Controle das Empresas Estaduais - CCEE e dá providências correlatas O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARANÁ, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, inciso V, da Constituição

Leia mais

Preâmbulo. resultado econômico, ao mesmo tempo em que protege o meio ambiente e melhora a qualidade de vida das pessoas com as quais interage.

Preâmbulo. resultado econômico, ao mesmo tempo em que protege o meio ambiente e melhora a qualidade de vida das pessoas com as quais interage. Preâmbulo Para a elaboração da Política de Sustentabilidade do Sicredi, foi utilizado o conceito de Sustentabilidade proposto pela abordagem triple bottom line (TBL), expressão que reúne simultaneamente

Leia mais

1. COMISSÃO EXECUTIVA DE RECURSOS HUMANOS

1. COMISSÃO EXECUTIVA DE RECURSOS HUMANOS Governança Corporativa se faz com Estruturas O Itaú se orgulha de ser um banco essencialmente colegiado. A Diretoria atua de forma integrada e as decisões são tomadas em conjunto, buscando sempre o consenso

Leia mais

PLANO DE ENSINO. Disciplina: DIREITO EMPRESARIAL B Código: DV 450

PLANO DE ENSINO. Disciplina: DIREITO EMPRESARIAL B Código: DV 450 PLANO DE ENSINO Disciplina: DIREITO EMPRESARIAL B Código: DV 450 Pré-requisito: Direito Civil A, B. Carga horária: 90 (noventa) horas aula Créditos: 6 (seis) Natureza: anual Docente: EMENTA Sociedades

Leia mais

a) Título (Alteração contratual), recomendando-se indicar o nº de seqüência da alteração;

a) Título (Alteração contratual), recomendando-se indicar o nº de seqüência da alteração; ALTERAÇÃO DE SOCIEDADE EMPRESÁRIA: *ELEMENTOS DA ALTERAÇÃO CONTRATUAL a) Título (Alteração contratual), recomendando-se indicar o nº de seqüência da alteração; b) Preâmbulo; c) Corpo da alteração: Nova

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DE LOJAS RENNER S.A. Capítulo I Dos Objetivos

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DE LOJAS RENNER S.A. Capítulo I Dos Objetivos REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DE LOJAS RENNER S.A. Capítulo I Dos Objetivos Artigo 1º - Observadas as disposições estabelecidas no estatuto social ( Estatuto Social ) de Lojas Renner S.A.

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA TRISUL S.A. Companhia Aberta CNPJ nº o8.811.643/0001-27 / NIRE 35.300.341.627 Av. Paulista, 37 15º andar Bairro Paraíso, CEP 01311-000 - São

Leia mais

Política de Exercício de Direito de Voto em Assembleia BBM INVESTIMENTOS

Política de Exercício de Direito de Voto em Assembleia BBM INVESTIMENTOS Política de Exercício de Direito de Voto em Assembleia BBM INVESTIMENTOS 01. OBJETIVO:... 2 02. CONCEITUAÇÃO / DEFINIÇÃO:... 2 03. ABRANGÊNCIA:... 2 04. RESPONSABILIDADES:... 3 04.01. Responsáveis pela

Leia mais

11/11/2010 (Direito Empresarial) Sociedades não-personificadas. Da sociedade em comum

11/11/2010 (Direito Empresarial) Sociedades não-personificadas. Da sociedade em comum 11/11/2010 (Direito Empresarial) Sociedades não-personificadas As sociedades não-personificadas são sociedades que não tem personalidade jurídica própria, classificada em: sociedade em comum e sociedade

Leia mais

Tendências da Governança Corporativa Tá na Mesa Porto Alegre, 7/04/2010. Gilberto Mifano

Tendências da Governança Corporativa Tá na Mesa Porto Alegre, 7/04/2010. Gilberto Mifano Tendências da Governança Corporativa Tá na Mesa Porto Alegre, 7/04/2010 Gilberto Mifano Agenda Panorama atual da GC no Brasil 2009 x 2003 Temas em discussão no Brasil e no Mundo 2 GOVERNANÇA CORPORATIVA

Leia mais

SOCIEDADE LIMITADA. Sociedade Limitada. I - responsável integralmente e ilimitadamente pelas dívidas assumidas em seu próprio nome

SOCIEDADE LIMITADA. Sociedade Limitada. I - responsável integralmente e ilimitadamente pelas dívidas assumidas em seu próprio nome Sociedade Limitada I - responsável integralmente e ilimitadamente pelas dívidas assumidas em seu próprio nome II a limitação refere-se aos sócios 2. Responsabilidade dos Sócios I - Decreto 3.708/19 (sociedade

Leia mais

INSTRUMENTO PARTICULAR DE CONSTITUIÇÃO DA SOCIEDADE LIMITADA EMPRESA 1

INSTRUMENTO PARTICULAR DE CONSTITUIÇÃO DA SOCIEDADE LIMITADA EMPRESA 1 INSTRUMENTO PARTICULAR DE CONSTITUIÇÃO DA SOCIEDADE LIMITADA EMPRESA 1 Pelo presente instrumento particular, atendendo as formalidades legais, SÓCIA 2; SÓCIO 2, resolvem constituir uma sociedade limitada,

Leia mais

QUAL É A ESTRUTURA SOCIETÁRIA IDEAL? Vanessa Inhasz Cardoso 17/03/2015

QUAL É A ESTRUTURA SOCIETÁRIA IDEAL? Vanessa Inhasz Cardoso 17/03/2015 QUAL É A ESTRUTURA SOCIETÁRIA IDEAL? Vanessa Inhasz Cardoso 17/03/2015 2 CONSIDERAÇÕES INICIAIS Há vários tipos de estruturas societárias possíveis; Análise da realidade de cada empresa; Objetivos dos

Leia mais

UMA ANÁLISE DA RELAÇÃO ENTRE MERCADO DE CAPITAIS E DESENVOLVIMENTO

UMA ANÁLISE DA RELAÇÃO ENTRE MERCADO DE CAPITAIS E DESENVOLVIMENTO UMA ANÁLISE DA RELAÇÃO ENTRE MERCADO DE CAPITAIS E DESENVOLVIMENTO João Ricardo Santos Torres da Motta Consultor Legislativo da Área IX Política e Planejamento Econômicos, Desenvolvimento Econômico, Economia

Leia mais

POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE VOTO

POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE VOTO 1/8 CONTROLE DE APROVAÇÃO ELABORADOR REVISOR APROVADOR Ana Bezerra Diretora Corporativa Carolina Vilela Analista de Controles Internos e Compliance Luiz Eduardo Franco de Abreu Diretor-Presidente Antonio

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA BRASCAN RESIDENTIAL PROPERTIES S.A.

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA BRASCAN RESIDENTIAL PROPERTIES S.A. POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA BRASCAN RESIDENTIAL PROPERTIES S.A. I. PROPÓSITO 1.1 A presente Política visa a consolidar as regras e procedimentos que devem ser observados

Leia mais

Política de Direito de Voto

Política de Direito de Voto Política de Direito de Voto Abril/2013 1 de 5 POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLÉIAS GERAIS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO E COMPANHIAS EMISSORAS DE VALORES MOBILIÁRIOS QUE INTEGREM AS CARTEIRAS

Leia mais

POLÍTICA CORPORATIVA BACOR CCVM. Página: 1 Título: Exercício de Direito de Voto em Assembleia

POLÍTICA CORPORATIVA BACOR CCVM. Página: 1 Título: Exercício de Direito de Voto em Assembleia Sumário: 01. OBJETIVO:... 2 02. CONCEITUAÇÃO / DEFINIÇÃO:... 2 03. ABRANGÊNCIA:... 2 04. RESPONSABILIDADES:... 2 04.01. Responsáveis pela execução das atribuições desta política:... 2 04.02. Responsáveis

Leia mais

MODELO BÁSICO DE CONTRATO SOCIAL SOCIEDADE SIMPLES PURA OU LIMITADA CONTRATO DE CONSTITUIÇÃO DE:

MODELO BÁSICO DE CONTRATO SOCIAL SOCIEDADE SIMPLES PURA OU LIMITADA CONTRATO DE CONSTITUIÇÃO DE: MODELO BÁSICO DE CONTRATO SOCIAL SOCIEDADE SIMPLES PURA OU LIMITADA CONTRATO DE CONSTITUIÇÃO DE: 1. FULANO DE TAL, nacionalidade, naturalidade, estado civil (se casado indicar o regime de bens), categoria

Leia mais

Estrutura de Governança Corporativa

Estrutura de Governança Corporativa Estrutura de Governança Corporativa Conselho de Administração Composto de nove membros, sendo dois independentes (sem vínculos com os acionistas signatários do acordo de acionistas, na forma da regulamentação

Leia mais

Governança Corporativa Profa. Patricia Maria Bortolon

Governança Corporativa Profa. Patricia Maria Bortolon Governança Corporativa Investidores Institucionais e Governança Corporativa Aula 11 Participação Acionária de Investidores Institucionais No Reino Unido: Tipo de Investidor 1963 % 2006 % Indivíduos 54

Leia mais

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa 3 Metodologia Neste capítulo é descrita a metodologia da presente pesquisa, abordandose o tipo de pesquisa realizada, os critérios para a seleção dos sujeitos, os procedimentos para a coleta, o tratamento

Leia mais

MARCOPOLO S.A. C.N.P.J nr. 88.611.835/0001-29 NIRE Nº. 43 3 0000723 5 Companhia Aberta ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

MARCOPOLO S.A. C.N.P.J nr. 88.611.835/0001-29 NIRE Nº. 43 3 0000723 5 Companhia Aberta ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Reunião: Política de Negociação de Valores Mobiliários (Portuguese only) MARCOPOLO S.A. C.N.P.J nr. 88.611.835/0001-29 NIRE Nº. 43 3 0000723 5 Companhia Aberta ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

Líder em consultoria no agronegócio

Líder em consultoria no agronegócio MPRADO COOPERATIVAS mprado.com.br COOPERATIVAS 15 ANOS 70 Consultores 25 Estados 300 cidade s 500 clientes Líder em consultoria no agronegócio 3. Gestão empresarial 3.1 Gestão empresarial Objetivo: prover

Leia mais

Mandato do Comité de Auditoria

Mandato do Comité de Auditoria BCE-PÚBLICO Mandato do Comité de Auditoria O Comité de Auditoria de alto nível, estabelecido pelo Conselho do Banco Central Europeu (BCE) nos termos do artigo 9.º-A do Regulamento Interno do BCE, reforça

Leia mais