Efeitos da sucessão no Direito Tributário. Os efeitos da sucessão estão regulados no art. 133 do CTN nos seguintes termos:

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Efeitos da sucessão no Direito Tributário. Os efeitos da sucessão estão regulados no art. 133 do CTN nos seguintes termos:"

Transcrição

1 Efeitos da sucessão no Direito Tributário Kiyoshi Harada Os efeitos da sucessão estão regulados no art. 133 do CTN nos seguintes termos: Art A pessoa natural ou jurídica de direito privado que adquirir de outra, por qualquer título, fundo de comércio ou estabelecimento comercial, industrial ou profissional, e continuar a respectiva exploração, sob a mesma ou outra razão social ou sob firma ou nome individual, responde pelos tributos, relativos ao fundo ou estabelecimento adquirido, devidos até a data do ato: I integralmente, se o alienante cessar a exploração do comércio, indústria ou atividade; II subsidiariamente com o alienante, se este prosseguir na exploração ou iniciar dentro de seis meses, a contar da data da alienação, nova atividade no mesmo ou em outro ramo de comércio, indústria ou profissão. 1º O disposto no caput deste artigo não se aplica na hipótese de alienação judicial: I em processo de falência; II de filial ou unidade produtiva isolada, em processo de recuperação judicial. 2º Não se aplica o disposto no 1º deste artigo quando o adquirente for: I sócio da sociedade falida ou em recuperação judicial, ou sociedade controlada pelo devedor falido ou em recuperação judicial; II parente, em linha reta ou colateral até o quarto grau, consanguíneo ou afim, do devedor falido ou em recuperação judicial ou de qualquer de seus sócios; ou III identificado como agente do falido ou do devedor em recuperação judicial com o objetivo de fraudar a sucessão tributária. 3º Em processo da falência, o produto da alienação judicial de empresa, 1

2 filial ou unidade produtiva isolada permanecerá em conta de depósito à disposição do juízo de falência pelo prazo de um ano, contado da data de alienação, somente podendo ser utilizado para o pagamento de créditos extraconcursais ou de créditos que preferem ao tributário. ( 1º a 3º acrescidos pela LC nº 118, de ). Quem adquirir o fundo comercial, ou estabelecimento comercial, industrial ou de serviço e continuar explorando a atividade do alienante sob a mesma ou outra denominação social responde pelos débitos tributários existentes até a data da aquisição na forma prevista adiante: I integralmente, se o alienante cessar a exploração da respectiva aquisição; II subsidiariamente com o alienante, caso este continue a exploração ou iniciar, dentro de seis meses, nova atividade, no mesmo ou diferente ramo. Convém recapitular antes de mais nada o conceito de fundo de comércio. Não há unanimidade na doutrina quanto a esse respeito, sendo certo que ele não se confunde com o conceito de ponto comercial. Pode-se dizer genericamente que o fundo de comércio é designação que abrange a soma de bens corpóreos (instalações, máquinas, móveis etc.) e incorpóreos (marca, nome comercial, ponto comercial etc.) que compõem um estabelecimento comercial, industrial ou profissional. A expressão que mais se adequa aos dias atuais é o fundo empresarial que abrange toda a atividade econômica de natureza especulativa. Dessa forma, o adquirente do fundo comercial ou fundo empresarial é equiparado ao adquirente do próprio estabelecimento onde se exerce a atividade empresarial. Posto isso, analisemos as duas hipóteses de responsabilização do sucessor. Criticáveis são os textos dos incisos I e II do caput do art. 133 do CTN por falta de clareza. A palavra integralmente constante do inciso I conduz à interpretação de que libera o alienante que deixa de exercer a atividade, ainda que solvente, reservando ao adquirente apenas a ação de regresso. 2

3 Hugo de Brito Machado sustenta que a palavra integralmente que está no inciso I, do art. 133 do CTN, quer dizer solidariamente. Dessa forma, para esse autor o devedor alienante do fundo de comércio ou estabelecimento comercial continua respondendo, como devedor que é, pelos tributos relativos ao fundo de comércio ou estabelecimento que alienou. E como a responsabilidade assumida pelo adquirente é solidária, a Fazenda Pública pode cobrar o seu crédito de um, ou do outro, ou dos dois. Não há benefício de ordem, nem a responsabilidade integral do adquirente elide a responsabilidade do devedor. 1 É, sem dúvida, uma interpretação que se harmoniza com o sistema jurídico vigente. Entretanto, em caso de responsabilização integral do adquirente pelos débitos tributários da empresa sucedida, como é a tendência do fisco em geral mediante interpretação literal do inciso I sob exame, devem ser transferidos ao sucessor, também os direitos da sucedida e não apenas os encargos. A sucessão implica transferência de direitos e obrigações tributárias da sucedida ao sucessor. Assim, se a empresa alienante do seu fundo comercial ou de seu próprio estabelecimento estava sob o regime de parcelamento (REFIS), a transferência do débito tributário para o sucessor não deve implicar rompimento do regime especial de pagamento do tributo. Deve o fisco assegurar a sub-rogação do sucessor nos direitos e obrigações do sucedido e não exigir o pagamento integral do débito dando por rescindido o regime especial de pagamentos parcelados. Na hipótese prevista no inciso II a responsabilidade do adquirente é subsidiária, isto é, cabe a invocação do benefício de ordem, incabível na hipótese do inciso I que trata de responsabilidade solidária no nosso entender. No caso do inciso II é indispensável para a caracterização da sucessão a aquisição do fundo comercial ou do estabelecimento e a continuidade pelo adquirente da atividade do alienante. O objetivo da norma do art. 133 é exatamente o de alcançar a unidade produtiva evitando que o contribuinte escape do dever de pagar tributo transferindo essa unidade produtiva a um terceiro. 1 Comentários ao código tributário nacional. São Paulo: Atlas, 2003, v. II, p

4 Contudo, esse inciso II poderá gerar sérias dúvidas se aplicado literalmente. Suponha-se que o adquirente quite a dívida do alienante, que veio à luz, por exemplo, no terceiro mês da aquisição e que o alienante só no quinto mês deu início à nova atividade. Os textos devem ser interpretados conjugadamente no sentido de que: a) o fisco exigirá as dívidas anteriores à alienação diretamente do adquirente, se o alienante cessar a exploração da atividade e não iniciar outra dentro do prazo de seis meses; b) diretamente do alienante, se este continuar com a atividade ou iniciar outra no prazo de seis meses, mas sem prejuízo da responsabilidade do adquirente nas hipóteses de insolvência do alienante, de seu desaparecimento ou da impraticabilidade da cobrança contra ele. Os 1º, 2º e 3º foram introduzidos pela LC nº 118/2005, que veio à luz em função da nova Lei de Falências, Lei nº /2005, a fim de excluir a responsabilidade tributária por sucessão na hipótese de alienação judicial em processo de falência, ou de filial ou unidade produtiva isolada, em processo de recuperação judicial. Nas hipóteses do 1º não haverá responsabilidade tributária integral ou subsidiária da pessoa física ou jurídica adquirente. A exclusão de responsabilidade tributária vai de encontro ao objetivo da nova Lei de Falências que é a manutenção da unidade produtiva em dificuldade econômico-financeira, atenta à finalidade social da empresa de sorte a não interromper a atividade produtiva, assegurar o nível de emprego e acautelar os interesses dos credores em geral, por meio de um plano viável de recuperação da empresa devedora. O 2º, por sua vez, prescreve hipóteses de inaplicação da exceção prevista no parágrafo anterior, a fim de prevenir possíveis fraudes na sucessão empresarial. Dessa forma, não se opera a exclusão de responsabilidade quando o adquirente for sócio da falida ou da empresa em recuperação judicial; for parente do devedor falido ou em recuperação judicial; ou for identificado como agente do falido ou do devedor em recuperação judicial com o objetivo de fraudar a sucessão tributária etc. Por derradeiro, o 3º disciplina a administração do produto da alienação 4

5 judicial que deverá permanecer em conta de depósito à disposição do juízo da falência pelo prazo de um ano a contar da data da alienação, somente podendo ser utilizado para o pagamento de créditos extraconcursais ou de créditos que preferem ao tributário. Os créditos extraconcursais são aqueles referidos no art. 84 da Lei nº /2005: a) remunerações devidas ao administrador judicial e seus auxiliares, e créditos derivados de legislação do trabalho relativos a serviços prestados após a decretação da falência; b) quantias fornecidas à massa pelos credores; c) despesas com a arrecadação, administração, realização do ativo e distribuição de seu produto, bem como custas do processo de falência; d) custas judiciais relativas às ações e execuções em que a massa falida tenha sido vencida; e) obrigações resultantes de atos jurídicos válidos praticados durante a recuperação judicial, ou após a decretação da falência, e tributos relativos a fatos geradores ocorridos após a decretação da falência, respeitada a ordem estabelecida no art. 83 da Lei nº /2005. * Professor de Direito Administrativo, Financeiro e Tributário. Parecerista na área do Direito Público. Vice-Presidente da Academia Brasileira de Direito Tributário e Acadêmico da Academia Paulista de Letras Jurídicas e da Academia Paulista de Direito. Autor de 27 obras jurídicas, dentre as quais, Direito tributário e financeiro. 23ª ed. São Paulo: Atlas, Sócio fundador da Harada Advogados Associados. Ex Procurador-Chefe a Consultoria Jurídica do Município de São Paulo. 5

OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA. FATO GERADOR e OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA. Curso Online Intensivo OAB/FGV - V Exame Unificado

OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA. FATO GERADOR e OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA. Curso Online Intensivo OAB/FGV - V Exame Unificado Curso Online Intensivo OAB/FGV - V Exame Unificado Direito Tributário Aula 07 Professor Claudio Carneiro Fato Gerador Classificação do Fato Gerador Elementos do Fato Gerador Integral Relação Jurídica Tributária

Leia mais

DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO NA RECUPERAÇÃO E NA FALÊNCIA DE EMPRESÁRIO OU SOCIEDADE EMPRESÁRIA

DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO NA RECUPERAÇÃO E NA FALÊNCIA DE EMPRESÁRIO OU SOCIEDADE EMPRESÁRIA DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO NA RECUPERAÇÃO E NA FALÊNCIA DE EMPRESÁRIO OU SOCIEDADE EMPRESÁRIA José da Silva Pacheco SUMÁRIO: 1. Introdução. 2. Da nova lei sobre recuperação judicial e falência. 2.1. Da referida

Leia mais

Responsabilidade Tributária: Na Sucessão Empresarial, na Dissolução Irregular e na Substituição Tributária. Marcelo Campos

Responsabilidade Tributária: Na Sucessão Empresarial, na Dissolução Irregular e na Substituição Tributária. Marcelo Campos Responsabilidade Tributária: Na Sucessão Empresarial, na Dissolução Irregular e na Substituição Tributária Marcelo Campos Responsabilidade Tributária Art. 121. Sujeito passivo da obrigação principal é

Leia mais

CURSO DE ATUALIZAÇÃO JURÍDICA Disciplina: Direito Comercial Tema: Recuperação Judicial Prof.: Alexandre Gialluca Data: 12/04/2007 RESUMO

CURSO DE ATUALIZAÇÃO JURÍDICA Disciplina: Direito Comercial Tema: Recuperação Judicial Prof.: Alexandre Gialluca Data: 12/04/2007 RESUMO RESUMO 1) Falência. Continuação. 1.1) Da realização ativo. Art. 108, Lei 11.101/05. O administrador Judicial providenciará a realização do ativo. Pode ser por: leilão; proposta fechada ou pregão O porduto

Leia mais

Prof. Alexandre Lugon LEI FATO GERADOR DEVER JURÍDICO = PRESTAÇÃO TRIBUTO SANÇÃO DO ATO ILÍCITO

Prof. Alexandre Lugon LEI FATO GERADOR DEVER JURÍDICO = PRESTAÇÃO TRIBUTO SANÇÃO DO ATO ILÍCITO UNIDADE IV OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA LEI FATO GERADOR SUJEITO ATIVO SUJEITO PASSIVO DEVER JURÍDICO = PRESTAÇÃO Obrigação Trib Principal Prestação DE DAR: TRIBUTO SANÇÃO DO ATO ILÍCITO PENALIDADE PECUNIÁRIA

Leia mais

Simulado Super Receita 2013 Direito Tributário Simulado Rafael Saldanha

Simulado Super Receita 2013 Direito Tributário Simulado Rafael Saldanha Simulado Super Receita 2013 Direito Tributário Simulado Rafael Saldanha 2013 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. 01 - (ESAF/2012) Analise as proposições a seguir e

Leia mais

Fato gerador do ISS. Kiyoshi Harada*

Fato gerador do ISS. Kiyoshi Harada* Fato gerador do ISS Kiyoshi Harada* Este é um tema aparentemente pacífico, mas na prática vem causando muitas dúvidas. senão confusões. Façamos considerações pertinentes para melhor explicitar o aspecto

Leia mais

Desse modo, esse adquirente

Desse modo, esse adquirente 1-(FCC - 2012 - Prefeitura de São Paulo - SP - Auditor Fiscal do Município) Uma pessoa adquiriu bem imóvel, localizado em área urbana de município paulista, sem exigir que o vendedor lhe exibisse ou entregasse

Leia mais

RECURSOS DIREITO TRIBUTÁRIO- ALEXANDRE LUGON PROVA 2 ATRFB (ÁREA GERAL) -DIREITO TRIBUTÁRIO

RECURSOS DIREITO TRIBUTÁRIO- ALEXANDRE LUGON PROVA 2 ATRFB (ÁREA GERAL) -DIREITO TRIBUTÁRIO RECURSOS DIREITO TRIBUTÁRIO- ALEXANDRE LUGON QUESTÃO 1 1 - Responda às perguntas abaixo e em seguida assinale a opção correta. I. É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios cobrar

Leia mais

ITBI - recepção parcial dos dispositivos do CTN Kiyoshi Harada*

ITBI - recepção parcial dos dispositivos do CTN Kiyoshi Harada* ITBI - recepção parcial dos dispositivos do CTN Kiyoshi Harada* Como se sabe, em decorrência das disputas entre Estados e Municípios na partilha de impostos, o legislador constituinte de 1988 cindiu o

Leia mais

3. COMENTÁRIOS À JURISPRUDÊNCIA 3.1 FUNÇÃO SOCIAL DE EMPRESA E EXECUÇÃO FISCAL SUCESSÃO RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA (ART.

3. COMENTÁRIOS À JURISPRUDÊNCIA 3.1 FUNÇÃO SOCIAL DE EMPRESA E EXECUÇÃO FISCAL SUCESSÃO RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA (ART. 3. COMENTÁRIOS À JURISPRUDÊNCIA 3.1 FUNÇÃO SOCIAL DE EMPRESA E EXECUÇÃO FISCAL SUCESSÃO RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA (ART. 133, I, DO CTN) BRÁULIO LISBOA LOPES Bacharel em Direito Especialista em Direito

Leia mais

- Crédito trabalhista: obrigação solidária do adquirente e alienante;

- Crédito trabalhista: obrigação solidária do adquirente e alienante; Aula de 02/03/15 5. ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL - Conceito: corresponde ao conjunto de bens reunidos pelo empresário (individual ou sociedade empresária) para a realização de sua atividade econômica; -

Leia mais

Sociedade uniprofissional registrada na JUCESP e o ISS Kiyoshi Harada*

Sociedade uniprofissional registrada na JUCESP e o ISS Kiyoshi Harada* Sociedade uniprofissional registrada na JUCESP e o ISS Kiyoshi Harada* A maioria esmagadora dos municípios seguindo o modelo equivocado da legislação paulistana, Lei n 13.701/2003, somente permite a tributação

Leia mais

A limitação da responsabilidade do adquirente de estabelecimento empresarial

A limitação da responsabilidade do adquirente de estabelecimento empresarial A limitação da responsabilidade do adquirente de estabelecimento empresarial O emprego da analogia no preenchimento das lacunas do Art. 133 do CTN Gerd Willi Rothmann Professor mestre, doutor e livre-docente

Leia mais

Inserindo-se no tema maior objeto do presente Encontro a recuperação

Inserindo-se no tema maior objeto do presente Encontro a recuperação RECUPERAÇÃO JUDICIAL E EMPREGADOS. BREVES COMENTÁRIOS Gisela de Castro Chamoun * Inserindo-se no tema maior objeto do presente Encontro a recuperação judicial e seus reflexos nos créditos trabalhistas

Leia mais

Ilegalidade e inconstitucionalidade da cobrança da Contribuição Sindical Rural. Proposta de sua extinção

Ilegalidade e inconstitucionalidade da cobrança da Contribuição Sindical Rural. Proposta de sua extinção Ilegalidade e inconstitucionalidade da cobrança da Contribuição Sindical Rural. Proposta de sua extinção Kiyoshi Harada* É pacífico na doutrina e na jurisprudência que o crédito tributário resulta do ato

Leia mais

RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Empresarial Aula nº 01 DIREITO EMPRESARIAL

RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Empresarial Aula nº 01 DIREITO EMPRESARIAL DIREITO EMPRESARIAL 1. Atividade Empresarial ( art. 966 e ss do CC) Art. 966. Considera-se empresário quem exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de bens

Leia mais

FERRAMENTAS PARA O EMPRESÁRIO SUPERAR A SITUAÇÃO DE CRISE ECONÔMICO-FINANCEIRA COM A NOVA LEI DE RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS E FALÊNCIAS

FERRAMENTAS PARA O EMPRESÁRIO SUPERAR A SITUAÇÃO DE CRISE ECONÔMICO-FINANCEIRA COM A NOVA LEI DE RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS E FALÊNCIAS FERRAMENTAS PARA O EMPRESÁRIO SUPERAR A SITUAÇÃO DE CRISE ECONÔMICO-FINANCEIRA COM A NOVA LEI DE RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS E FALÊNCIAS Alexandre Cezar Florio. Líbia Cristiane Corrêa de Andrade e Florio.

Leia mais

Responsabilidade na sucessão. Maria Rita Ferragut Doutora PUC/SP e Livre-docente USP

Responsabilidade na sucessão. Maria Rita Ferragut Doutora PUC/SP e Livre-docente USP Responsabilidade na sucessão Maria Rita Ferragut Doutora PUC/SP e Livre-docente USP Responsabilidade por sucessão Arts. 129 a 133 do CTN Transferência da obrigação de quitar o crédito tributário para um

Leia mais

RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA NA CISÃO PARCIAL

RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA NA CISÃO PARCIAL RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA NA CISÃO PARCIAL Gilberto de Castro Moreira Junior * O artigo 229 da Lei das Sociedades Anônimas (Lei nº 6.404/76) define a cisão como sendo a operação pela qual a companhia

Leia mais

ROTEIRO DE ESTUDOS DIREITO DO TRABALHO SUJEITOS DA RELAÇÃO DE EMPREGO

ROTEIRO DE ESTUDOS DIREITO DO TRABALHO SUJEITOS DA RELAÇÃO DE EMPREGO ROTEIRO DE ESTUDOS DIREITO DO TRABALHO SUJEITOS DA RELAÇÃO DE EMPREGO I. EMPREGADOR 1. Conceito A definição celetista de empregador é a seguinte: CLT, art. 2º - Considera-se empregador a empresa, individual

Leia mais

OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA PRINCIPAL E ACESSÓRIA

OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA PRINCIPAL E ACESSÓRIA 1 OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA PRINCIPAL E ACESSÓRIA Conceito: A relação tributária surge da ocorrência de um fato previsto em uma norma como capaz de produzir esse efeito; a lei descreve um fato e atribui a este

Leia mais

A RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA NA PRÁTICA

A RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA NA PRÁTICA A RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA NA PRÁTICA CONSIDERAÇÕES INICIAIS A RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA É UMA DAS MODALIDADES DE SUJEIÇÃO PASSIVA TRIBUTÁRIA; ANÁLISE DAS HIPÓTESES DE RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA

Leia mais

Sujeição passiva e responsabilidade tributária

Sujeição passiva e responsabilidade tributária Sujeição passiva e responsabilidade tributária O art. 121 do Código Tributário Nacional trata da sujeição passiva. Diz o artigo: Art. 121. Sujeito passivo da obrigação principal é a pessoa obrigada ao

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.140.655 - PR (2009/0094447-0) RELATORA : MINISTRA ELIANA CALMON EMENTA TRIBUTÁRIO - RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA - SUCESSÃO POR AQUISIÇÃO DE ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL OU FUNDO DE

Leia mais

Sumário. Proposta da Coleção Leis Especiais para Concursos... 11. Roteiro simplificado da Falência... 13

Sumário. Proposta da Coleção Leis Especiais para Concursos... 11. Roteiro simplificado da Falência... 13 Lei de Falência e Recuperação de Empresas Sumário Proposta da Coleção Leis Especiais para Concursos... 11 Roteiro simplificado da Falência... 13 Roteiro simplificado da Recuperação Judicial... 15 Resumo

Leia mais

TESTES SOBRE RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA

TESTES SOBRE RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA TESTES SOBRE RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA Caros Alunos da TURMA INTENSIVO 2: este é mais um simulado do nosso projeto de estudo. Ele versa sobre a Responsabilidade Tributária. O material anexo contém importantes

Leia mais

Aspectos Legais em Fusões e Aquisições

Aspectos Legais em Fusões e Aquisições Aspectos Legais em Fusões e Aquisições - 27 de março de 2008 - VI CONGRESSO BRASILEIRO DE GESTÃO EDUCACIONAL Índice: 1. Ensino Superior: Situação do Setor e Tendências Atuais 2. A Visão do Adquirente 3.

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Transferência de Crédito de ICMS de Fornecedor Optante do Simples Nacional

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Transferência de Crédito de ICMS de Fornecedor Optante do Simples Nacional 09/01/2015 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 4 3.1 Transferência de Crédito do ICMS pelos Optantes do... 4 3.2 Do Ressarcimento

Leia mais

Estabelecimento Empresarial

Estabelecimento Empresarial Estabelecimento Empresarial É a base física da empresa, que consagra um conjunto de bens corpóreos e incorpóreos, constituindo uma universalidade que pode ser objeto de negócios jurídicos. É todo o complexo

Leia mais

Limitações na ação de consignação em pagamento. Sumário: 1 Conceito. 2 Sua disciplina legal. 3 Limites da ação em consignação em pagamento.

Limitações na ação de consignação em pagamento. Sumário: 1 Conceito. 2 Sua disciplina legal. 3 Limites da ação em consignação em pagamento. Limitações na ação de consignação em pagamento Kiyoshi Harada* Sumário: 1 Conceito. 2 Sua disciplina legal. 3 Limites da ação em consignação em pagamento. 1 Conceito O que significa consignação em pagamento?

Leia mais

UNIDADE 5 OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA

UNIDADE 5 OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA UNIDADE 5 OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA Sujeito Ativo Sujeito Passivo Objeto Causa Sujeito Ativo (Credor) Pode ser: Direto Estado (Capacidade Plena) Por delegação Por Sub-rogação - Desmembramento territorial Sujeito

Leia mais

PATRIMÔNIO DE AFETAÇÃO. Advogado: Marcelo Terra

PATRIMÔNIO DE AFETAÇÃO. Advogado: Marcelo Terra PATRIMÔNIO DE AFETAÇÃO Advogado: Marcelo Terra 1. Objetivo do patrimônio de afetação O patrimônio de afetação se destina à consecução da incorporação correspondente e entrega das unidades imobiliárias

Leia mais

Caderno Eletrônico de Exercícios Recuperação de Empresas

Caderno Eletrônico de Exercícios Recuperação de Empresas 1) Das empresas abaixo relacionadas, em quais não se aplicam as novas leis de Falências? a) Empresa pública, sociedade de economia mista e instituições financeiras públicas ou privadas; b) Sociedade de

Leia mais

Decadência e Prescrição em Matéria Tributária

Decadência e Prescrição em Matéria Tributária CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO TRIBUTÁRIO Decadência e Prescrição em Matéria Tributária F A B I A N A D E L P A D R E T O M É G O I Â N I A, 1 1 / 0 4 / 2 0 1 5 CICLO DE POSITIVAÇÃO DO DIREITO CONSTITUIÇÃO

Leia mais

DO PARCELAMENTO DO DÉBITO TRIBUTÁRIO DO DEVEDOR EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL

DO PARCELAMENTO DO DÉBITO TRIBUTÁRIO DO DEVEDOR EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL DO PARCELAMENTO DO DÉBITO TRIBUTÁRIO DO DEVEDOR EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL José da Silva Pacheco SUMÁRIO: 1. Introdução. 2. Do projeto sobre parcelamento dos créditos tributários de devedores em recuperação

Leia mais

RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA

RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA Apresenta uma visão geral da responsabilidade tributária em conformidade com as modalidades previstas no CTN, art 129-138. Ana Carolina Fialho Barbosa Leal 1. Conceito Preliminarmente,

Leia mais

RESPONSABILIDADE PESSOAL DOS SÓCIOS ADMINISTRADORES NOS DÉBITOS TRIBUTÁRIOS QUANDO DA DISSOLUÇÃO IRREGULAR DA SOCIEDADE

RESPONSABILIDADE PESSOAL DOS SÓCIOS ADMINISTRADORES NOS DÉBITOS TRIBUTÁRIOS QUANDO DA DISSOLUÇÃO IRREGULAR DA SOCIEDADE compilações doutrinais RESPONSABILIDADE PESSOAL DOS SÓCIOS ADMINISTRADORES NOS DÉBITOS TRIBUTÁRIOS QUANDO DA DISSOLUÇÃO IRREGULAR DA SOCIEDADE Carlos Barbosa Ribeiro ADVOGADO (BRASIL) VERBOJURIDICO VERBOJURIDICO

Leia mais

RECUPERAÇÃO JUDICIAL E EXTRAJUDICIAL

RECUPERAÇÃO JUDICIAL E EXTRAJUDICIAL CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS MATERIAL DIDÁTICO RECUPERAÇÃO JUDICIAL E EXTRAJUDICIAL DIREITO COMERCIAL E LEGISLAÇÃO SOCIETÁRIA 3º SEMESTRE PROFESSORA PAOLA JULIEN OLIVEIRA DOS SANTOS ESPECIALISTA EM PROCESSO..

Leia mais

Ampliação do Conceito de Estabelecimento e a Responsabilidade Solidária. Lei Nº 13.918 de 22 de dezembro de 2009. Setembro/2010. www.simonaggio.adv.

Ampliação do Conceito de Estabelecimento e a Responsabilidade Solidária. Lei Nº 13.918 de 22 de dezembro de 2009. Setembro/2010. www.simonaggio.adv. Ampliação do Conceito de Estabelecimento e a Responsabilidade Solidária Lei Nº 13.918 de 22 de dezembro de 2009 Setembro/2010 1 O ESTABELECIMENTO E O CÓDIGO CIVIL O estabelecimento como objeto de direito

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XVIII EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XVIII EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL O Município Beta instituiu por meio de lei complementar, publicada em 28 de dezembro de 2012, Taxa de Iluminação Pública (TIP). A lei complementar previa que os proprietários

Leia mais

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE- FANESE

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE- FANESE FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE- FANESE MATHEUS BRITO MEIRA GUIA DE ESTUDOS Aracaju 2013 BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE O DIREITO TRIBUTÁRIO. INTRODUÇÃO À DISCIPLINA 1 Matheus Brito Meira

Leia mais

ASPECTOS TRIBUTÁRIOS DAS AQUISIÇÕES E REESTRUTURAÇÕES DE EMPRESAS (M&As)

ASPECTOS TRIBUTÁRIOS DAS AQUISIÇÕES E REESTRUTURAÇÕES DE EMPRESAS (M&As) ASPECTOS TRIBUTÁRIOS DAS AQUISIÇÕES E REESTRUTURAÇÕES DE EMPRESAS (M&As) 9ª Reunião Mensal do Grupo Legal & Regulatório (Comitê Legal) da BRITCHAM de 2014 26/09/2014, às 8:30h 1. CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE

Leia mais

Contatos RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS. Conectando Oportunidades em Fusões & Aquisições LEI DE RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS (LEI Nº 11.101, DE 09/02/2005).

Contatos RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS. Conectando Oportunidades em Fusões & Aquisições LEI DE RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS (LEI Nº 11.101, DE 09/02/2005). A nova legislação brasileira destinada às empresas em dificuldades econômico-financeiras. Lei de Recuperação de Empresas disciplina a recuperação judicial, a recuperação extrajudicial. Aspectos legais.

Leia mais

PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO Nº 26, DE 2015

PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO Nº 26, DE 2015 PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO Nº 26, DE 2015 (À MEDIDA PROVISÓRIA Nº 690, DE 2015) Dispõe sobre a incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI sobre as bebidas classificadas nas posições 22.04,

Leia mais

A jurisprudência da Lei de Falências e Recuperação de Empresas e a

A jurisprudência da Lei de Falências e Recuperação de Empresas e a A jurisprudência da Lei de Falências e Recuperação de Empresas e a Lei Complementar 147/14 Impactos para o mercado de crédito. Glauco Alves Martins Objetivo geral: aperfeiçoamento do SIMPLES e modificações

Leia mais

ESTADO DE SERGIPE PREFEITURA MUNICIPAL DE ARACAJU Secretaria Municipal de Governo LEI COMPLEMENTAR N.º 64/2003 DE 23 DE DEZEMBRO DE 2003

ESTADO DE SERGIPE PREFEITURA MUNICIPAL DE ARACAJU Secretaria Municipal de Governo LEI COMPLEMENTAR N.º 64/2003 DE 23 DE DEZEMBRO DE 2003 Institui a Segunda Etapa do Programa de Recuperação de Créditos Fiscais do Município REFIS II e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE ARACAJU. Faço saber que a Câmara Municipal de Aracaju aprovou

Leia mais

Direito Tributário. Sucessão Empresarial, Responsabilidade Tributária e Responsabilidade de Terceiro. Professora Giuliane Torres

Direito Tributário. Sucessão Empresarial, Responsabilidade Tributária e Responsabilidade de Terceiro. Professora Giuliane Torres Direito Tributário Sucessão Empresarial, Responsabilidade Tributária e Responsabilidade de Terceiro Professora Giuliane Torres www.acasadoconcurseiro.com.br Direito Tributário SUCESSÃO EMPRESARIAL, RESPONSABILIDADE

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br Responsabilidade Tributária Clarissa Costa De Almeida * Cassiano Lúcio Lisboa Veríssimo ** Marcelo Cunha Barata *** TEXTO: INTRODUÇÃO Segundo o dicionário jurídico a palavra responsabilidade

Leia mais

Em regra, todos os créditos podem ser cedidos (art. 286 CC) a) Créditos de natureza personalíssima;

Em regra, todos os créditos podem ser cedidos (art. 286 CC) a) Créditos de natureza personalíssima; Turma e Ano: Flex B (2013) Matéria / Aula: Direito Civil / Aula 11 Professor: Rafael da Mota Mendonça Conteúdo: V- Transmissão das Obrigações: 1. Cessão de Crédito. V - Transmissão das Obrigações: 1. CESSÃO

Leia mais

Controvérsias sobre o fato gerador do IPI

Controvérsias sobre o fato gerador do IPI Controvérsias sobre o fato gerador do IPI Kiyoshi Harada* Não há unanimidade na doutrina e na jurisprudência quanto ao fato gerador do IPI. Muitos doutrinadores sustentam que o produto industrializado

Leia mais

RESPONSABILIDADE ADMINISTRADORES SUCESSORES AQUISIÇÃO DE EMPRESAS. Paulo Roberto Riscado Junior PGFN

RESPONSABILIDADE ADMINISTRADORES SUCESSORES AQUISIÇÃO DE EMPRESAS. Paulo Roberto Riscado Junior PGFN RESPONSABILIDADE ADMINISTRADORES DE E SUCESSORES AQUISIÇÃO DE EMPRESAS. Paulo Roberto Riscado Junior PGFN CARF aprecia lançamentos com imputação de responsabilidade desde há muito tempo. alguns acórdãos,

Leia mais

Contribuinte x Responsável Regulamento do Imposto de Importação e Exportação

Contribuinte x Responsável Regulamento do Imposto de Importação e Exportação Contribuinte x Responsável Regulamento do Imposto de Importação e Exportação Guilherme Ehlers Farias é sócio do escritório Rodrigues, Ehlers & Neves. Formado em Ciências Contábeis no Centro Universitário

Leia mais

Incidência ou não do ITBI sobre o valor do bem excedente ao do capital integralizado

Incidência ou não do ITBI sobre o valor do bem excedente ao do capital integralizado Incidência ou não do ITBI sobre o valor do bem excedente ao do capital integralizado Kiyoshi Harada* Grassa séria controvérsia doutrinária e jurisprudencial quanto à questão de saber se incide ou não o

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Breves considerações tributárias quanto a atividade de empresário (antiga firma individual) na atividade de representação comercial Juliano César Borges de Vito* Um dos fatores preponderantes

Leia mais

1.1. Origem histórica da compra e venda. 1.2. Objeto da compra e venda de empresas

1.1. Origem histórica da compra e venda. 1.2. Objeto da compra e venda de empresas 1. Compra e Venda de Empresas 1.1. Origem histórica da compra e venda No Brasil e no mundo a compra e venda de empresas é um negócio jurídico relativamente novo. Diz-se relativamente porque, apesar de

Leia mais

Direito Empresarial Dr. José Rodrigo

Direito Empresarial Dr. José Rodrigo 1 Falência e Recuperação de Empresas 1. Considere as afirmativas a respeito das manifestações processuais nos processos de falência e de recuperação judicial de empresas, nos termos da Lei 11.101/05: I.

Leia mais

DE IMPORTANTES ASPECTOS SOBRE A RECUPERAÇÃO JUDICIAL

DE IMPORTANTES ASPECTOS SOBRE A RECUPERAÇÃO JUDICIAL DE IMPORTANTES ASPECTOS SOBRE A RECUPERAÇÃO JUDICIAL José da Silva Pacheco SUMÁRIO: 1. Introdução. 2. Da suspensão das ações e execuções contra o devedor. 3. Dos credores que devem habilitar-se no processo

Leia mais

DIREITO EMPRESARIAL. Falência e Recuperação de Empresas

DIREITO EMPRESARIAL. Falência e Recuperação de Empresas Falência e Recuperação de Empresas 1. Considere as afirmativas a respeito das manifestações processuais nos processos de falência e de recuperação judicial de empresas, nos termos da Lei 11.101/05: I.

Leia mais

Dissolução, Liquidação e Extinção da PJ

Dissolução, Liquidação e Extinção da PJ Dissolução, Liquidação e Extinção da PJ 001 O que se entende por extinção da pessoa jurídica? A extinção da firma individual ou de sociedade mercantil é o término da sua existência; é o perecimento da

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XV EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XV EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL Em 2003, João ingressou como sócio da sociedade D Ltda. Como já trabalhava em outro local, João preferiu não participar da administração da sociedade. Em janeiro

Leia mais

AULA 12. Produtos e Serviços Financeiros VI

AULA 12. Produtos e Serviços Financeiros VI AULA 12 Produtos e Serviços Financeiros VI Operações Acessórias e Serviços As operações acessórias e serviços são operações de caráter complementar, vinculadas ao atendimento de particulares, do governo,

Leia mais

Tipos societários P A U L A F R E I R E 2 0 1 2

Tipos societários P A U L A F R E I R E 2 0 1 2 Tipos societários P A U L A F R E I R E 2 0 1 2 Espécies: empresárias ou simples Sociedade em nome coletivo; Sociedade em comandita simples; Sociedade em comandita por ações. Sociedade limitada; Sociedade

Leia mais

A Alienação do Estabelecimento no Novo Código Civil: Aspectos Práticos e J urídicos

A Alienação do Estabelecimento no Novo Código Civil: Aspectos Práticos e J urídicos DOUTRINA NACIONAL A Alienação do Estabelecimento no Novo Código Civil: Aspectos Práticos e J urídicos Antonio Affonso Leite de Castro Graduado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de

Leia mais

No Direito Civil, conforme preceitua o Código Civil, são absolutamente incapazes de exercer pessoalmente aos atos da vida civil:

No Direito Civil, conforme preceitua o Código Civil, são absolutamente incapazes de exercer pessoalmente aos atos da vida civil: 1. SUJEITO PASSIVO DA OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA 1.1 CAPACIDADE TRIBUTÁRIA PASSIVA No Direito Civil, conforme preceitua o Código Civil, são absolutamente incapazes de exercer pessoalmente aos atos da vida civil:

Leia mais

TEORIA DO ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL

TEORIA DO ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL TEORIA DO ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL Prof. MSc. Wilson Alberto Zappa Hoog i Resumo: Apresentamos uma breve análise sobre a teoria do estabelecimento empresarial, considerando o seu teorema e axiomas,

Leia mais

EMPRESA INDIVIDUAL DE RESPONSABILIDADE LIMITADA

EMPRESA INDIVIDUAL DE RESPONSABILIDADE LIMITADA 174 EMPRESA INDIVIDUAL DE RESPONSABILIDADE LIMITADA KATYLENE COLLYER PIRES DE FIGUEIREDO¹ Inspirada na Palestra dos Professores Leonardo Marques e Monica Gusmão. Está em vigor desde janeiro a Lei nº 12.441,

Leia mais

a) conjunto de atos administrativos tendentes ao reconhecimento de uma situação jurídica pertinente à relação entre o Fisco e o contribuinte

a) conjunto de atos administrativos tendentes ao reconhecimento de uma situação jurídica pertinente à relação entre o Fisco e o contribuinte Unidade VIII I. PROCESSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO 1. Acepções e espécies a) conjunto de atos administrativos tendentes ao reconhecimento de uma situação jurídica pertinente à relação entre o Fisco e o

Leia mais

PARECER Nº, DE 2011. RELATOR: Senador LUIZ HENRIQUE

PARECER Nº, DE 2011. RELATOR: Senador LUIZ HENRIQUE PARECER Nº, DE 2011 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS ECONÔMICOS, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 244, de 2011, do Senador Armando Monteiro, que acrescenta os arts. 15-A, 15-B e 15-C à Lei nº 6.830, de 22 de

Leia mais

ANOTAÇÃO DE AULA. E ainda, o administrador terá preferência nos honorários (crédito extraconcursal).

ANOTAÇÃO DE AULA. E ainda, o administrador terá preferência nos honorários (crédito extraconcursal). MATERIAL DE APOIO Disciplina: Direito Empresarial Professor: Elisabete Vido Aula: 17 e 18 Data: 06/10/2015 ANOTAÇÃO DE AULA SUMÁRIO 7. Falência (continuação) 7.4 Órgãos 7.5 Credores 7.6 Procedimento da

Leia mais

A FAZENDA PÚBLICA X PROCESSO FALIMENTAR: Pode a Fazenda Pública. Resumo: Surge com a Lei nº 11.101/2005 novos institutos, como o da Recuperação

A FAZENDA PÚBLICA X PROCESSO FALIMENTAR: Pode a Fazenda Pública. Resumo: Surge com a Lei nº 11.101/2005 novos institutos, como o da Recuperação A FAZENDA PÚBLICA X PROCESSO FALIMENTAR: Pode a Fazenda Pública requerer a falência do contribuinte empresário? Emerson Luiz Xavier Pereira 1 Resumo: Surge com a Lei nº 11.101/2005 novos institutos, como

Leia mais

Fiscal Online Disciplina: Direito Tributário Prof. Eduardo Sabbag Data: 13.07.2012 MATERIAL DE APOIO MONITORIA. Índice 1.

Fiscal Online Disciplina: Direito Tributário Prof. Eduardo Sabbag Data: 13.07.2012 MATERIAL DE APOIO MONITORIA. Índice 1. Fiscal Online Disciplina: Direito Tributário Prof. Eduardo Sabbag Data: 13.07.2012 MATERIAL DE APOIO MONITORIA Índice 1. Anotações de Aula 1. ANOTAÇÕES DE AULA DIREITO TRIBUTARIO NO CTN Art. 155-A CTN.

Leia mais

RETENÇÃO DE INSS SOBRE FATURAS. Formas de retorno e garantia de direito

RETENÇÃO DE INSS SOBRE FATURAS. Formas de retorno e garantia de direito RETENÇÃO DE INSS SOBRE FATURAS Formas de retorno e garantia de direito Orientações sobre retenção http://www.mpas.gov.br A Lei nº 9.711 de 20 de novembro de 1998, que passou a vigorar a partir de fevereiro

Leia mais

Unidade I CONTABILIDADE EMPRESARIAL. Prof. Amaury Aranha

Unidade I CONTABILIDADE EMPRESARIAL. Prof. Amaury Aranha Unidade I CONTABILIDADE EMPRESARIAL Prof. Amaury Aranha Sumário Unidade I Unidade I Provisão para devedores duvidosos Operações financeiras (duplicatas) Unidade II Empréstimos (pré e pós) Aplicações financeiras

Leia mais

DECISÃO INTERLOCUTÓRIA HOMOLOGAÇÃO DO PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL ANÁLISE APÓS ÚLTIMO DESPACHO NO MOV. 2304

DECISÃO INTERLOCUTÓRIA HOMOLOGAÇÃO DO PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL ANÁLISE APÓS ÚLTIMO DESPACHO NO MOV. 2304 DECISÃO INTERLOCUTÓRIA HOMOLOGAÇÃO DO PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL 2379] ANÁLISE APÓS ÚLTIMO DESPACHO NO MOV. 2304 1. PETIÇÃO DA CREDORA AUNDE BRASIL S/A. [mov. Considerando que não há previsão legal

Leia mais

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA LEI Nº 3.256, DE 24 DE DEZEMBRO DE 2003 Institui o programa de recuperação de créditos tributários da fazenda pública municipal REFIM e dá outras providências. Piauí Lei: O PREFEITO MUNICIPAL DE TERESINA,

Leia mais

CIESP CAMPINAS 21-08-2014. Incentivos Fiscais à Inovação. Análise da Legislação em vigor. Susy Gomes Hoffmann

CIESP CAMPINAS 21-08-2014. Incentivos Fiscais à Inovação. Análise da Legislação em vigor. Susy Gomes Hoffmann CIESP CAMPINAS 21-08-2014 Incentivos Fiscais à Inovação Tecnológica Análise da Legislação em vigor Susy Gomes Hoffmann Breve Histórico da Legislação. Breve Histórico do Trabalho realizado pela FIESP/CIESP

Leia mais

A indevida contribuição de 10% sobre o FGTS

A indevida contribuição de 10% sobre o FGTS Informe Jurídico - nº I - 2014 A indevida contribuição de 10% sobre o FGTS De acordo com o artigo 1º da Lei Complementar nº 110, de 29 de junho de 2001, em caso de demissão de empregado sem justa causa,

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA LEI Nº 2913, DE 03 DE DEZEMBRO DE 2012. PUBLICADA NO DOE Nº 2110, DE 03.12.2012. Consolidada, alterada pela Lei nº: 3212, de 03.10.13 DOE nº 2312, DE 03.10.13. Autoriza a Procuradoria Geral do Estado de

Leia mais

2ª ATIVIDADE: (TRABALHO MANUSCRITO): COMENTÁRIO LIVRE EM 10 LINHAS REFERENTE A UMA PESQUISA LEGISLATIVA.

2ª ATIVIDADE: (TRABALHO MANUSCRITO): COMENTÁRIO LIVRE EM 10 LINHAS REFERENTE A UMA PESQUISA LEGISLATIVA. MATRÍCULA: CURSO: SEMESTRE: UNIDADE: ENTREGA / / - PRAZO LIMITE AV1. Vide dicas MDE: Material Didático Estácio. 1ª ATIVIDADE: Pesquisar um tema referente a matéria na biblioteca e redigir um artigo nos

Leia mais

TRESPASSE: A TRANSMISSÃO DAS OBRIGAÇÕES NA ALIENAÇÃO DO ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL

TRESPASSE: A TRANSMISSÃO DAS OBRIGAÇÕES NA ALIENAÇÃO DO ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL TRESPASSE: A TRANSMISSÃO DAS OBRIGAÇÕES NA ALIENAÇÃO DO ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL AMILCAR DE MARCO Advogado. Bacharel em Direito na FUNOESC Campus de Joaçaba-SC; Pós graduado em Direito Processual Civil

Leia mais

SOCIEDADE LIMITADA. Sociedade Limitada. I - responsável integralmente e ilimitadamente pelas dívidas assumidas em seu próprio nome

SOCIEDADE LIMITADA. Sociedade Limitada. I - responsável integralmente e ilimitadamente pelas dívidas assumidas em seu próprio nome Sociedade Limitada I - responsável integralmente e ilimitadamente pelas dívidas assumidas em seu próprio nome II a limitação refere-se aos sócios 2. Responsabilidade dos Sócios I - Decreto 3.708/19 (sociedade

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Altera e acrescenta dispositivos à Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966 - Código Tributário Nacional. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1 o A Lei n o 5.172, de 25 de outubro

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO ASSESSORIA TÉCNICO-LEGISLATIVA DECRETO Nº 110, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2009

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO ASSESSORIA TÉCNICO-LEGISLATIVA DECRETO Nº 110, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2009 DECRETO Nº 110, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2009 PUBLICADO EM PLACAR Em / / Dispõe sobre a regulamentação da Lei Complementar nº 187, de 12 de agosto de 2009, que autoriza a transação tributária para fins de

Leia mais

DIREITO EMPRESARIAL PROFESSORA ELISABETE VIDO

DIREITO EMPRESARIAL PROFESSORA ELISABETE VIDO DIREITO EMPRESARIAL PROFESSORA ELISABETE VIDO SUMÁRIO 1. EVOLUÇÃO HISTÓRICA 2. TEORIA DA EMPRESA 3. ATIVIDADE EMPRESARIAL 4. EMPRESÁRIO INDIVIDUAL 5. ATIVIDADE RURAL 6. EMPRESÁRIO INDIVIDUAL REGULAR X

Leia mais

RETROATIVIDADE DO SEGURO: O Protector possibilita a contratação de cobertura retroativa para fatos desconhecidos de até 5 anos.

RETROATIVIDADE DO SEGURO: O Protector possibilita a contratação de cobertura retroativa para fatos desconhecidos de até 5 anos. SEGURADO: Sócio Administrador (Pessoa Física) Limite: São 6 opções entre R$ 100.000 e R$ 500.000. O limite do seguro poderá ser utilizado para um ou uma série de sinistros indenizados durante a vigência

Leia mais

PROGRAMA REGULARIZE. Secretaria de Estado de Fazenda Advocacia Geral do Estado

PROGRAMA REGULARIZE. Secretaria de Estado de Fazenda Advocacia Geral do Estado PROGRAMA REGULARIZE Secretaria de Estado de Fazenda Advocacia Geral do Estado Programa Regularize Perfil dos Créditos Tributários Unidade Fase Qtde Tributo (R$ x mil) Multa (R$ x mil) Juros (R$ x mil)

Leia mais

DE LÉO, PAULINO E MACHADO ADVOGADOS

DE LÉO, PAULINO E MACHADO ADVOGADOS 01 02 Apresentação DE LÉO, PAULINO E MACHADO ADVOGADOS é um escritório que foi constituído para atuar nas mais diversas áreas do Direito Empresarial, tendo como principal objetivo a prestação de serviços

Leia mais

Para poder concluir que chegamos a: a) registrar os eventos; b) controlar o patrimônio; e c) gerar demonstrações

Para poder concluir que chegamos a: a) registrar os eventos; b) controlar o patrimônio; e c) gerar demonstrações Contabilidade: é objetivamente um sistema de informação e avaliação, destinado a prover seus usuários com demonstrações e análise de natureza econômica financeira. tratar as informações de natureza repetitiva

Leia mais

PROGRAMA REGULARIZE. Secretaria de Estado de Fazenda Advocacia Geral do Estado

PROGRAMA REGULARIZE. Secretaria de Estado de Fazenda Advocacia Geral do Estado PROGRAMA REGULARIZE Secretaria de Estado de Fazenda Advocacia Geral do Estado Programa Regularize Perfil dos Créditos Tributários Unidade Fase Qtde Tributo (R$ x mil) Multa (R$ x mil) Juros (R$ x mil)

Leia mais

Convém ressaltar, de início, que o benefício do diferimento não se confunde com a isenção ou com a suspensão do imposto.

Convém ressaltar, de início, que o benefício do diferimento não se confunde com a isenção ou com a suspensão do imposto. ICMS/SP - Diferimento - Tratamento fiscal 6 de Abril de 2010 Em face da publicação do Decreto nº 55.305/2009 - DOE SP de 31.12.2009, este procedimento foi atualizado (tópico 9 - bens do ativo imobilizado

Leia mais

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte TEORIA DA CONTABILIDADE 1. CONTA: Conta é o nome técnico que identifica cada componente patrimonial (bem, direito ou obrigação), bem como identifica um componente de resultado (receita ou despesas). As

Leia mais

75 ANOS DE TRADIÇÃO JURÍDICA.

75 ANOS DE TRADIÇÃO JURÍDICA. ANOS 75 ANOS DE TRADIÇÃO JURÍDICA. Fundado em 1937, URBANO VITALINO ADVOGADOS é um escritório com larga experiência e tradição jurídica, que prima pela excelência na prestação de seus serviços e atua em

Leia mais

DIREITO EMPRESARIAL Módulo I Matutino Prof. ELISABETE VIDO Data: 24.06.2009 Aula: 6 e 7

DIREITO EMPRESARIAL Módulo I Matutino Prof. ELISABETE VIDO Data: 24.06.2009 Aula: 6 e 7 TEMAS TRATADOS EM AULA DIREITO EMPRESARIAL 1) Títulos de crédito (continuação): a) Cheque (Lei 7.357/85). A lei diz que cheque é ordem de pagamento à vista. A Súmula 370 do STJ menciona a expressão cheque

Leia mais

SOCIEDADES COMERCIAIS

SOCIEDADES COMERCIAIS Legislação Societária / Direito Comercial Profª Mestre Ideli Raimundo Di Tizio p 11 SOCIEDADES COMERCIAIS Sociedade comercial é a pessoa jurídica de direito privado, nãoestatal, que tem por objeto social

Leia mais

Contribuição de melhoria. Aspectos controvertidos

Contribuição de melhoria. Aspectos controvertidos Contribuição de melhoria. Aspectos controvertidos Kiyoshi Harada* Sumário: 1 Conceito. 2 Normas gerais aplicáveis. 3 Necessidade de lei especifica? 4. Momento da publicação do edital. 1 Conceito A Constituição

Leia mais

DIREITO EMPRESARIAL JOSÉ RODRIGO D. VIEIRA PONTO 1: ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL PONTO 2: REGISTRO PÚBLICO PONTO 3: ---

DIREITO EMPRESARIAL JOSÉ RODRIGO D. VIEIRA PONTO 1: ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL PONTO 2: REGISTRO PÚBLICO PONTO 3: --- DIREITO EMPRESARIAL PONTO 1: ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL PONTO 2: REGISTRO PÚBLICO PONTO 3: --- ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL: ART. 1142-49 1 CC e ART. 51 2 E SS lei 8245/91 complexo de bens. Integram a

Leia mais

Liberty International Underwriters Specialty Casualty

Liberty International Underwriters Specialty Casualty Liberty International Underwriters Specialty Casualty RESPONSABILIDADE DE ADMINISTRADORES D&O Liberty Mutual Insurance Company (LMIC) Proprietary and Confidential Fundada no ano de 1912 em Boston, EUA

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos ICMS-SP Transferência de mercadoria entre estabelecimento de mesmo titular.

Parecer Consultoria Tributária Segmentos ICMS-SP Transferência de mercadoria entre estabelecimento de mesmo titular. ICMS-SP Transferência de mercadoria entre estabelecimento de mesmo titular. 13/02/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Consultoria...

Leia mais

Ministério da Fazenda. 25 de junho de 2009

Ministério da Fazenda. 25 de junho de 2009 1 MACRO PROCESSO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO 25 de junho de 2009 P 1 2 Causas da instabilidade jurídica e do conflito Burocracia rígida, segmentada e incomunicável Legislação complexa (característica do processo

Leia mais