Curso de Fisioterapia. Carlos Eduardo Santos de Farias AVALIAÇÃO FUNCIONAL DO IDOSO

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1 0 Curso de Fisioterapia Carlos Eduardo Santos de Farias AVALIAÇÃO FUNCIONAL DO IDOSO Rio de Janeiro 2007

2 1 CARLOS EDUARDO SANTOS DE FARIAS AVALIAÇÃO FUNCIONAL DO IDOSO Monografia de Conclusão de Curso apresentada ao Curso de Fisioterapia da Universidade Veiga de Almeida, como requisito para obtenção do título de Fisioterapeuta. Orientador: Profª Eliane Ferreira. Rio de janeiro 2007

3 2 CARLOS EDUARDO SANTOS DE FARIAS AVALIAÇÃO FUNCIONAL DO IDOSO MONOGRAFIA Objetivo: Este trabalho tem por finalidade mostrar a importância da fisioterapia, na avaliação funcional do idoso através da utilização dos instrumentos voltados para a qualidade de vida e independência funcional. UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA CURSO DE FISIOTERAPIA Data de Aprovação / /. Prof.:Eliane Ferreira Professor(a) da Faculdade de Fisioterapia da UVA. Presidente da Banca Examinadora. Prof.: Professor(a) da Faculdade de Fisioterapia da UVA. Membro da Banca Examinadora. Prof.: Professor(a) da Faculdade de Fisioterapia da UVA. Membro da Banca Examinadora. Grau:.

4 Dedico a Deus, meus pais, irmão, minha namorada e meus amigos que contribuíram na elaboração deste trabalho. 3

5 4 AGRADECIMENTOS Agradeço a professora Eliane Ferreira, que tem tido muita paciência comigo e pela ajuda no desenvolvimento do meu trabalho.

6 Excelência não é um ato, mas um hábito. (ARISTÓTELES) 5

7 6 RESUMO A utilização da avaliação funcional do idoso serve para medir o grau de dificuldade que este idoso se encontra e tentar promover uma melhor capacidade funcional juntamente com uma qualidade de vida mais produtiva, até mesmo para suas atividade de vida diária (AVD S). Foram abordados neste trabalho alguns instrumentos de avaliação para ter como parâmetro em que condições este idoso se encontram. Palavra Chave: Capacidade funcional, atividade de vida diária e qualidade de vida.

8 7 ABSTRACT The use of the functional assessment of the elderly consists on measuring the level of difficulty that they present, and also to try to stimulate the functional capacity with a more productive quality of life and even to their daily activity of life. In this research it was approached some instruments of assessment to have like compared to the conditions of the elderly in each case in their lives. Key words: functional capacity, daily activity of life, quality of life.

9 8 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CAPACIDADE FUNCIONAL FUNÇÕES SEQUENCIA DE DETERIORIZAÇÃO E RECUPERAÇÃO DAS FUNÇÕES ALTERAÇÕES DO ENVELHECIMENTO ALTERAÇÕES BIOLÓGICAS E FISIOLÓGICAS BIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO FISIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO CONCEPÇÃO GLOBAL DO ENVELHECIMENTO ALGUMAS TEORIAS SOBRE O PROCESSO DE ENVELHECIMENTO QUALIDADE DE VIDA NA VELHICE CONCEITOS DE QUALIDADE DE VIDA NA VELHICE ESTRURURA DA QUALIDADE DE VIDA A MEDIDA DA QUALIDADE DE VIDA NA VELHICE AVALIAÇÃO FUNCIONAL CONCEITO E ABRANGÊNCIA DA AVALIAÇÃO MULTIDIMENSIONAL AVALIAÇÃO INTEGRAL DO PACIENTE IDOSO AVALIAÇÃO FUNCIONAL MULTIDIMENSIONAL INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO ÍNDICE DE BARTHEL ÍNDICE DE KATZ SF MEDIDA DE INDEPENDENCIA FUNCIONAL...39 CONCLUSÃO...42 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...43

10 9 INTRODUÇÃO A problemática das questões gerontológicas no Brasil ganhou ênfase no seu desenvolvimento nos últimos anos, com isso, Pickles et al (2000, p. XV) estabeleceu um conceito-modelo para a assistência aos idosos saudáveis e aos pacientes da terceira idade que são atendidos em instituições fechadas em esquemas comunitários. Através de estudos foi observado que na medida da utilização de uma boa avaliação juntamente com o progresso da medicina e o avanço tecnológico, levaram ao aumento da expectativa de vida e da qualidade de vida nos pacientes da terceira idade, fazendo com que os idosos de hoje em dia sejam capazes de ter uma independência funcional melhor e capazes também de agir normalmente nas suas atividades de vida diária. O preconceito para com os indivíduos idosos é lastimável, uma vez que a tendência natural do ser humano é tornar-se, no futuro, integrante da terceira idade. O desenvolvimento de sistemas que busquem a completa reintegração e resocialização deste segmento social é de extrema importância uma vez que o envelhecimento é um processo completamente natural na sociedade humana.

11 10 1. CAPACIDADE FUNCIONAL Em Geriatria e Gerontologia, a saúde da pessoa mais velha é entendida como a interação entre saúde física, saúde mental, independência na vida diária, integração social, suporte familiar e independência econômica, de acordo com Ramos apud Saldanha (2002, p. 133). Em relação à capacidade funcional, Agree apud Saldanha (1999, p. 133) relata que: [...] como um indicador de saúde dos idosos e a dependência como um sinal de falência da habilidade física, psicológica ou social seja por doença, por uso de medicamentos, por trauma ou pelo processo contínuo do envelhecimento. Mais do que saber a idade ou as doenças que porventura estejam acompanhando o processo de envelhecimento, o importante é saber o que o idoso é capaz de fazer. A atenção e o cuidado a indivíduos idosos nos fazem acreditar que temos um potencial infinito e podemos sempre melhorar a nossa maneira de viver FUNÇÕES Existem diversas funções que exercem um papel de suma importância para a nossa sobrevivência, nas quais podemos relatar que essas atividades são rotineiras, onde qualquer ser humano tem necessidade de realizar e está apto a realizar essas funções ao longo de um dia comum. Tais funções vitais ou atividade de vida diária podem ser divididas em: Funções de autocuidado no ambiente doméstico Dentro desta função podemos citar atividades como: beber e comer; tomar banho e aprontar-se; vestir-se e despir-se; ter controle vesical e das fezes; exercer a sexualidade; cozinhar; manter a casa limpa (fazer faxina); tomar seus remédios, entre outros. Habilidades instrumentais São as atividades que realizamos em meio à sociedade, tais como fazer compras; resolver assuntos como ir ao banco e administrar interesses financeiros e legais. Funções relacionadas à mobilidade no ambiente doméstico Está função está ligada aos deslocamentos do indivíduo dentro de sua residência, nos quais podemos citar: mexer-se na cama; ser capaz de realizar transferências como, por exemplo, sair da cama para a cadeira; andar sem ajuda de dispositivos como bengalas e andadores, independente que a superfície seja plana ou não; ter equilíbrio; entre outros.

12 11 Funções mentais Entre elas podemos citar funções que abrange a audição; a visão; a orientação; a atenção; a memória; a linguagem que está incluída a fala e os gestos; a percepção espacial; a organização; o uso de telefones; a utilização da escrita e da leitura e a capacidade de supervisão de outras pessoas em atividades de autocuidado e nas necessidades de mobilidades. Como base nas funções supracitadas Saldanha (2004, p. 133) complementa dizendo que: Se estamos vivos e ativos, é sinal de que, pela manhã, fomos capazes de acordar, sair da cama, ir ao banheiro, fazer nossa higiene com produtos que, ocasionalmente, nós mesmos fomos comprar; usar o sanitário, tomar o café da manhã que, por vezes, nós mesmos preparamos; interagir; conosco mesmos ou com outros saber das notícias do dia, da agenda a ser cumprida, de planos e projetos; sair de casa ou do apartamento, usando a escada ou elevador, ir a algum lugar a pé, ou por outro meio de transporte, adquirir um livro, que lemos porque somos capazes de fazê-lo. Voltar para a casa e continuar o dia até a hora de ir para a cama. Essas atividades simples, que são da rotina diária, caso não nos seja possível efetuá-las, será necessário que alguém mais o faça por nós. A independência funcional é conceituada como a aptidão de realizar sozinho todas as funções essenciais expostas anteriormente. Néri & Sommerhalder (2002 p. 134) expõe que a existência de uma incapacidade funcional seja ela de ordem física, psicologia ou cognitiva - determina a necessidade de um cuidador. O idoso que não possui mais a capacidade de promover seu autocuidado para uma ou mais funções básicas da vida cotidiana que envolve como, por exemplo, o vestir-se, o banharse, o transferir-se de uma cadeira e o alimentar-se, passa a necessitar de ajuda que o faça com ele. Essa pessoa é denominada como cuidador, por que ela oferece todos os cuidados para suprir a dependência instalada - seja ela temporária ou definitiva. O cuidador pode ser informal, ou seja, aquele que tem ou não algum grau de parentesco com a pessoa que precisa de acompanhamento, e ele faz isso de forma voluntária. Há também o cuidador formal é um profissional adequado para este tipo de trabalho, e ele faz isso através de remuneração. Saldanha (2004, p. 134) relata que a figura do cuidador já é assimilada, nos países desenvolvidos como parceiro da equipe de saúde, mais ainda não tem seu papel reconhecido no sistema de saúde brasileiro. E ainda complementa dizendo que Deve-se ressaltar que a família permanece a instituição responsável por 75 a 80% dos cuidados para que os idosos sejam mantidos no domicilio.

13 SEQÜÊNCIA DE DETERIORAÇÃO E RECUPERAÇÃO DAS FUNÇÕES O desaparecimento da capacidade funcional compõe uma das maneiras de apresentação de doenças em indivíduos idosos, onde ela reúne sintomas na esfera física, psicológica e social. A diminuição da função geralmente demonstra um regime hierárquico. Apresenta seu pico com a imobilidade, ou seja, quando o idoso fica confinado ao leito. Saldanha (2004, p. 139) refere que: Segundo a concepção funcional de saúde, a autonomia repousa sobre um equilíbrio justo entre a incapacidade funcional do idoso e os recursos sociais e materiais disponíveis para corrigir a incapacidade. Uma modificação em algum dos pratos da balança diretamente modifica outro. Assim, se as incapacidades se agravam, os recursos tendem a se esgotar mais rapidamente. Por outro lado, o esgotamento dos recursos também aumenta o risco de piora funcional do idoso. É preciso tentar compreender os dois lados da balança e intervir de modo a melhorar tanto a capacidade funcional do idoso, de um lado, quanto à capacidade dos recursos de lidarem com a realidade de outro. O declínio funcional pode se estabelecer de forma aguda ou subaguda. A seguir, temse a descrição das duas formas de incidência: Declínio funcional de forma aguda: Pode por exemplo, acontecer após um acidente vascular cerebral (derrame), uma pneumonia, a fratura de um membro, a descompensação de uma situação crônica (diabete, insuficiência renal). Caso necessário deve-se corrigir o mais rápido possível essa situação e iniciar prontamente a reabilitação. Declínio funcional de forma subaguda Este ocorre ao durante semanas ou meses, como é o caso de uso de medicamentos ou de uma doença crônica que piora (doença de Parkinson, insuficiência renal). A perda da autonomia na maioria das vezes passa de forma despercebida e é referido ao envelhecimento, o que não é verdade. Por esse motivo, a realização periódica de uma avaliação da capacidade funcional é essencial. Sejam quais forem os motivos que levaram à deterioração, o idoso deverá ser submetido a uma tentativa de reabilitação, na tentativa de bloquear essa deterioração e recuperar a autonomia perdida. Devemos sempre, tentar alcançar o nível anterior da autonomia, mas caso isso não haja possibilidades, é de suma importância orientar a família e o idoso a encontrarem os meios para restabelecer o equilíbrio da balança. É fundamental proceder de maneira clara, quanto aos objetivos realistas e preciosos, negociados ao longo de todo o processo.

14 13 Saldanha (2004, p. 140) relata que [...] Ajudar a não improvisar com situações que são definitivas poupa desgastes, evita situações de crise e previne constrangimentos para ambos (o idoso e o meio familiar).

15 14 2. ALTERAÇÕES DO ENVELHECIMENTO 2.1. ALTERAÇÕES BIOLÓGICAS E FISIOLÓGICAS Pickles et al. (2000, p. 67) relata que [...] O envelhecimento biológico normal leva às diminuições das reservas funcionais do organismo. Este efeito pode ser observado em todos os aparelhos e sistemas: molecular, ósseo, nervoso, circulatório, pulmonar, endócrino e imunológico. A velocidade e a extensão dessas diminuições variam entre os tecidos e funções, como diferem também de um indivíduo para outro. Como exemplo, pode-se citar a freqüência cardíaca máxima que diminui progressivamente ao longo da vida. Já o máximo da força muscular se mantém quase inalterado no adulto, até a sexta década de vida. As diminuições verificadas nos sistemas demonstram seja a perda de células em decorrência da idade, seja a diminuição da capacidade de um grupo de células no exercício de sua função especializada. A seguir, o quadro apresenta alguns exemplos mostrando a variabilidade dos efeitos da idade sobre a função fisiológica, de acordo com Pickles et al. (2000, p. 68). Variável Freqüência cardíaca máxima Hemograma Capacidade vital Flexibilidade das articulações Força muscular Velocidade espontânea da marcha Prazo de reação simples Prazo de reação voluntário Acuidade Visual Audição Função vestibular Acidez gástrica Função renal Respostas imunológicas Hormônios sexuais Efeitos Diminui progressivamente ao longo da vida Não se modifica com a idade Começa a diminuir no adulto jovem Começa a diminuir no jovem Começa a diminuir a partir do período médio da vida Diminui a partir do período médio da vida Pouco sujeito à idade Mais lento nas pessoas idosas Começa diminuir no período médio da vida Diminuída na terceira idade Diminuída na terceira idade Diminuída na terceira idade Reduzida na terceira idade Reduzida na terceira idade Diminuição após o período médio da vida

16 BIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO Papaléo Netto (2000, p. 44) refere que [...] o fenótipo do envelhecimento, que é representado por marcadores típicos, como perda de peso, redução da massa corpórea magra, cabelos grisalhos, pele enrugada, etc., é o reflexo de um somatório de alterações somáticas que, mais rápidas ou mais lentamente, estarão presentes em todos os idosos. Estas manifestações embora bem evidentes e claramente observáveis, não têm hoje esclarecidos os mecanismos envolvidos em sua evolução, apesar do envelhecimento biológico ser um fenômeno comum a todos os seres vivos, sendo um processo inevitável. As dúvidas dos mecanismos que levam às alterações nas funções orgânicas dos idosos, não são muito claras, particularmente daqueles que atingem idades mais avançadas da vida, o que torna adultos saudáveis em velhos frágeis, com redução das reservas funcionais e elevação significativa da probabilidade de muitas doenças, levando no fim de tudo à morte. O processo de envelhecimento é difícil de ser entendido devido à numerosos conceitos. Papaléo Netto (2000, 44) refere que: Entre todas as definições existentes, cremos que a que melhor satisfaz é aquela que conceitua o envelhecimento como um processo dinâmico e progressivo, no qual há modificações morfológicas, fisiológicas, bioquímicas e psicológicas, que determinam perda progressiva da capacidade de adaptação do individuo ao meio ambiente, ocasionando maior vulnerabilidade e maior incidência de processos patológicos, que terminam por levá-lo à morte. Como se percebe, apesar da melhor, esta definição longe está de vislumbrar os intrincados caminhos que levam o individuo a envelhecer. Os motivos para essa falta de conhecimento devem-se, pelo menos em parte, a negligência dos biologistas durante décadas. Para o autor citado acima, para compreender melhor o processo de envelhecimento, é necessário definir também o ponto exato de seu início. Sejam quais forem as ressalvas acerca do início do envelhecimento (ou na terceira e quarta década de vida ou em fases mais avançadas), o que podemos destacar é a inexistência de um ponto ou limite de transição, semelhante ao que se acha presente entre as fases de desenvolvimento, puberdade e maturidade. Com isso, o autor refere que [...] isto se deve, certamente, a dois fatos: primeiro, à carência de marcadores biológicos eficazes e confiáveis, e, por ultimo, à própria natureza do envelhecimento, cujas perdas funcionais caracteristicamente tendem a ser lineares em função do tempo.

17 16 Com diversos trabalhos publicados na área ao longo de todos esses anos, demonstrando os efeitos da idade, seus principais mecanismos ainda permanecem desconhecidos. O processo de envelhecimento ainda permanece obscuro. Mesmo assim, o esforço em demonstrar o papel de fatores internos e externos no processo de envelhecimento e a existência de numerosas teorias não foi em vão, contribuindo muito acerca do estudo do tema FISIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO Papaléo Netto (2000, p. 60), conceituou o envelhecimento e ainda descreveu, o envelhecimento de acordo com a capacidade funcional. [...] O envelhecimento pode ser conceituado como um processo dinâmico e progressivo, no qual há alterações moforlógicas, funcionais e bioquímicas, que vão alterando progressivamente o organismo, tornando-o mais suscetível há as agressões intrínsecas e extrínsecas que terminam por levá-lo há morte. O processo do estudo do envelhecimento, do ponto de vista científico, foi sempre deixado de lado, uma vez que não havia interesse em função das verbas e tempo que deveriam ser gastos em se utilizar laboratórios sofisticados, para estudar uma fase do ser vivo em que ele deixa de ser produtivo e passa a ser, muitas vezes, dependente. Papaléo Netto (2000, p. 60) destaca que, devido ao crescimento do número de idosos nos últimos anos e devido também fazendo com que o interesse acerca do estudo do envelhecimento se desenvolvesse de maneira progressiva. Assim, na segunda metade deste século, os estudos experimentais e clínicos se multiplicaram e muitos aspectos do envelhecimento e do idoso passaram a ser discutidos e mais bem conhecidos. Uma alteração das proteínas que compõe o organismo está relacionada atualmente com o envelhecimento. Constituindo cerca de 15% dos componentes orgânicos, as proteínas são os elementos responsáveis pela formações de estruturas nobres do organismo como células, tecidos, órgãos, sendo também componentes dos sistemas bioquímicos relacionados à produção de energia. Várias teorias procuram explicar essa alteração protéica no envelhecimento, sendo que duas delas são mais aceitas pelos pesquisadores e provavelmente se complementam: a) teoria da deterioração da síntese protéica; b) teoria do relógio biológico.

18 17 Além disso, diversos fatores teriam influência sobre esse mecanismo de alteração protéica. Eles têm sido classificados em intrínsecos e extrínsecos. Entre os intrínsecos encontram-se a hereditariedade, os radicais livres, as alterações imunológicas e, entre os extrínsecos, a alimentação, as variações climáticas e a radioatividade. Essas alterações da síntese protéica refletem-se nas células, nos tecidos, nos órgãos, alterando-os morfológica e funcionalmente CONCEPÇÃO GLOBAL DO ENVELHECIMENTO Para Filho e Papaléo Netto (2005, p. 73), mesmo que a natureza e a origem do fenômeno do envelhecimento sejam desconhecidas, devido à inexistência de um marcador biológico de seu início e, por tanto, a impossibilidade de mensurá-lo, não parece haver dúvidas que o processo que o origina seja multifatorial. Os autores ainda relatam que sobre uma base genética, atuam em maior ou menos intensidade, fatores extrínsecos que podem ser reunidos sob o rótulo de estilo de vida, além de fatores ambientais e psicosociais, que levam as alterações funcionais, celulares e moleculares, que resulta em diminuição da capacidade de manutenção do equilíbrio homeostático, tornando a pessoa idosa mais vulnerável ao surgimento de doenças. Podemos destacar que a maior ou menor participação desses fatores tem sido responsabilizada pela grande heterogeneidade entre os idosos, a ponto de serem aceitos a existência de dois tipos de envelhecimento: o comum ou usual e o saudável ou bem-sucedido. Papaléo Netto Filho (2005, p. 74) destacam que [...] é necessário acrescentar que particularmente os últimos anos de vida são também marcados por mudanças profundas na composição familiar e doméstica que pode ser, por exemplo, resultado da viuvez. Agregados a este fato, temos problemas importantes como privações de ordem econômica, juntamente às aposentadorias insatisfatórias que podem em conjunto com outros fatores psicosociais, como a solidão, estar diretamente relacionado às mudanças do estado de saúde da população idosa. Os fatos referidos demonstram com clareza que o fenômeno do envelhecimento é de origem multifatorial, o que justifica que a atenção à saúde da população idosa deve ser prioritariamente multidimensional.

19 ALGUMAS TEORIAS SOBRE O PROCESSO DE ENVELHECIMENTO Pickles et al. (2000, p. 68) indagaram acerca das alterações ocorridas no organismo: [...] A perda de algumas funções fisiológicas é inevitável na pessoa que envelhece, por melhores que sejam os seus hábitos de vida. Há muito que os cientistas de se sentem fascinados pelo estudo dos mecanismos responsáveis pelo processo de envelhecimento. Por que as células do córtex sensitivo-motor e dos gânglios da base do cérebro degeneram na pessoa idosa? Como explicar a atrofia muscular que se observam nas pessoas idosas de ambos os sexos, mesmo que tenham mantido o habito de se exercitar energicamente? O que causa a rigidez dos tecidos conjuntivos e a redução da substancia óssea nas pessoas saudáveis e ativas da terceira idade? Têm sido aventadas numerosas teorias sobre o envelhecimento, cuja importância aumenta e cai de acordo com os resultados de novos trabalhos experimentais Uma das teorias mais importantes admite a existência de um grupo essencial de células, cuja deterioração daria início a uma reação em cadeia, provocando efeitos sobro o corpo todo. Atenção especial tem sido dedicada ao sistema neuroendócrino e, particularmente, ao hipotálamo, em vista da sua regulação da função glicocorticóide das supra-renais e de algumas outras funções relacionadas com a homeostasia do organismo. Algumas alterações do controle endócrino provocam modificações profundas como é a diminuição dos estrógenos durante a menopausa feminina e a redução do hormônio de crescimento, acarretando diminuição da massa muscular no homem. Existem dois conceitos gerais que devem ser considerados: Primeiro, um envelhecimento é um acontecimento programado geneticamente, dentro da seqüência normal que vai do desenvolvimento até a morte; Segundo, tem-se o envelhecimento quando ocorre o colapso gradativo das funções celulares. Pesquisas realizadas em células fibroblásticas demonstraram de modo elegante que a senescência pode estar programada pela regulação genética do código celular do DNA. É possível que existam certos gens que sejam responsáveis pela diminuição da função; ou, então, pode ser que ao longo do tempo a regulagem da síntese protéica, que normalmente é muito exata, sofra erosão capaz de induzir os erros em vários pontos deste processo. Essa ultima teoria, ou teoria do erro, resultou na incriminação de possíveis fatores causais tais como: erros aleatórios não percebidos nem corrigidos, lesão das células por raios ionizantes, ligação cruzada entre moléculas e impacto dos radicais livres sobre a função celular. Como relatam os autores, [...] essa última proposta se baseia no conceito segundo o qual um produto do metabolismo aeróbio, um íon dotado de intensa carga elétrico chamado

20 19 radical livre, teria propriedades destrutivas. O sistema de proteção da célula contra esses íons é limitado, de modo que as lesões repetitivas acabariam provocando a disfunção celular. Finalizando, Pickles et al. (2000, p. 79) resumem as alterações biológicas e fisiológicas: [...] Um processo intrínseco, progressivo, devastador e irreversível. As suas bases biológicas continuam sendo assunto do maior interesse; elas traduzem provavelmente a interação complicada entre um relógio interno, determinado por fatores genéticos, e a deterioração progressiva que a função celular sofre al longo do tempo. O aparelho de locomoção é particularmente suscetível diante do processo de envelhecimento, visto que as células nervosas e musculares não podem ser substituídas, por serem células pós-mitóticas. Muitas alterações fisiológicas ligadas ao processo de envelhecimento podem ser atribuídas às mudanças perniciosas da composição do corpo, consistindo em aumento do tecido adiposo e em diminuição da massa muscular e óssea. Coincidindo com o processo de envelhecimento, temos a considerar muitas vezes os efeitos prejudiciais da vida sedentária que algumas pessoas de idade levam hábito esse que por sua vez leva diminuição da capacidade de reserva, por outro lado, sabendo que a capacidade para a adaptação fisiológica diante do aumento da atividade é preservada ate à idade mais avançada. Existe uma forte relação direta entre a capacidade de reserva disponível para a execução de tarefas físicas e a capacidade para adiar a fadiga. Por mais discreto que seja o aumento da função fisiológica é capaz de resultar em melhora da capacidade funcional e em maior grau de independência para pessoa da terceira idade.

21 20 3. QUALIDADE DE VIDA NA VELHICE Em países desenvolvidos, a preocupação com a qualidade de vida, aconteceu após a segunda Guerra Mundial que se deu ao encontro com o crescimento de procedimentos e técnicas direcionados a recuperação da vida de enfermos crônicos e em estados terminais, além de bebes prematuros que se encontravam sob o risco de morte. Por razão deste conflito, houve um avanço em relação á preocupação na qualidade de vida, levando a uma discussão referente ao custo-benefício, promovendo o bem estar do indivíduo e os interesses da sociedade. A partir deste acontecimento, começou a falar em qualidade de vida dentro da área médica. Rebelatto (2004, p.01) em continuação ao exposto anteriormente, ressalta que: Na área médica, a avaliação da qualidade de vida passou a ser vista como a terceira dimensão a ser considerada, além da eficácia (modificação da doença por efeito das drogas) e da segurança (prevenção de reações adversas a drogas), principalmente em especialidades como a oncologia, em que a dignidade e o bem-estar psicológico do paciente pode ser muito prejudicado, por cauda e apesar dos procedimentos destinados a preserva-lhe a vida. Essa questão é igualmente recorrente em geriatria, campo em que muitas vezes ocorrem dilemas de ordem ética e pratica envolvendo a legitimidade e a oportunidade do prolongamento da vida de idosos, muito frágeis do ponto de vista físico e mental. Os investimentos realizados, relacionado à qualidade de vida foi reforçado na mesma época em que se redefiniu a definição de saúde, a Organização Mundial da Saúde (OMS) que inclui a noção do bem-estar físico, emocional e social, desencadeando a possibilidade de aferir o bem-estar individual e populacional. Rebelatto (2004, p. 02) diz que: Ainda nos paises desenvolvidos, a década de 1960 foi marcada por notável interesse pela promoção do bem-estar social pela caracterização de seus indicadores. Incorporou-se a noção de que o sucesso das pessoas e dos países, bem como seu bem-estar material, são determinados pelo progresso econômico, traduzido em melhoria nas condições materiais de subsistência, na possibilidade de aquisição de bens, no acesso a oportunidades de educação, saúde, moradia, lazer, trabalho e desenvolvimento pessoal. Tal ideologia determinou que o tema qualidade de vida emergisse como o foco de atenção de estudos sociológicos, econômicos e políticos. Rebelatto (2004,02) deixa explicito que o termo Qualidade de Vida apareceu pela primeira vez na Medline em 1966, no Sociological Abstracts em 1964, e no Psychological Abstracts em E complementa dizendo que desde sua origem, o termo foi sofrendo

22 21 especificações, e diferentes pesquisadores voltaram-se para os assuntos mais diversos, entre elas a velhice. A preocupação com a promoção de uma boa vida se dá por pelo menos cinqüenta anos, o mesmo pode ser dito com relação à qualidade de vida na velhice, até mesmo devido longevidade foram acompanhados pelo fortalecimento da crença de que a velhice patológica acarreta altos custos para o individuo e para a sociedade. O medo e a negação da velhice, associados às aspirações individuais e coletivas, tem como objetivo manter a saúde funcionando cada vez melhor e espelhados em sua vaidade para proporcionar uma aparência melhor nos adultos jovens, promovendo uma melhor qualidade de vida na velhice. Há algumas preocupações centrais se ocupam da qualidade de vida na velhice, entre elas se encontra: a independência e a autonomia, a continuidade de papeis sociais e de relações sociais e a aceitação e o envolvimento social, o conforto e a segurança ambientais, a qualidade de vida nas instituições, a presença de condições econômicas que permitam uma vida digna, a disponibilidade de serviços de saúde, o apoio formal e informal a idosos portadores de doenças e incapacidade, e as políticas sociais dirigidas à assistência e ao cuidado dos idosos. A qualidade de vida e qualidade de vida na velhice não tem sido um objetivo de investigação nos programas integrados a pesquisa. No âmbito da medicina e campos associados, predomina a avaliação e saúde e doença, da capacidade funcional e dos padrões de atividades, usados, sobretudo para medir a qualidade do cuidado prestado e a relação custo-benefício das intervenções. No âmbito das ciências sociais e da psicologia predominam estudos que levam em conta a subjetividade expressa e medidas de satisfação -, o bem-estar, o moral, a felicidade, a percepção de qualidade de vida e de saúde. Especificamente na psicologia, são enfatizados mecanismos de auto-regulação do self, tais como auto-conceito, auto-eficácia e senso de controle. Segundo Rebelatto (2004, p.) explica que: No Brasil, assim como em outros paises em desenvolvimento, o interesse pela qualidade de vida na velhice é ainda incipiente e fragmentado, com certeza porque a emergência da velhice como fenômeno social é muito recente e, em especial, por inserir-se num quadro de forte desigualdade social e de acentuadas carências, no qual uma minoria, como os idosos, não chega a constituir demandas capazes de mobilizar a sociedade em favor do atendimento de suas necessidades. Essas ocorrências parecem refletir-se na presença de publicações sobre o tema na base de dados Lilacs, que indexa a produção latino-americana e caribenha no campo as saúde. Nela encontramos referencias sobre qualidade de vida publicada entre 1990 e 1999, sendo apenas sete sobr4e qualidade de vida na velhice.

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