Curso de Fisioterapia. Carlos Eduardo Santos de Farias AVALIAÇÃO FUNCIONAL DO IDOSO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Curso de Fisioterapia. Carlos Eduardo Santos de Farias AVALIAÇÃO FUNCIONAL DO IDOSO"

Transcrição

1 0 Curso de Fisioterapia Carlos Eduardo Santos de Farias AVALIAÇÃO FUNCIONAL DO IDOSO Rio de Janeiro 2007

2 1 CARLOS EDUARDO SANTOS DE FARIAS AVALIAÇÃO FUNCIONAL DO IDOSO Monografia de Conclusão de Curso apresentada ao Curso de Fisioterapia da Universidade Veiga de Almeida, como requisito para obtenção do título de Fisioterapeuta. Orientador: Profª Eliane Ferreira. Rio de janeiro 2007

3 2 CARLOS EDUARDO SANTOS DE FARIAS AVALIAÇÃO FUNCIONAL DO IDOSO MONOGRAFIA Objetivo: Este trabalho tem por finalidade mostrar a importância da fisioterapia, na avaliação funcional do idoso através da utilização dos instrumentos voltados para a qualidade de vida e independência funcional. UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA CURSO DE FISIOTERAPIA Data de Aprovação / /. Prof.:Eliane Ferreira Professor(a) da Faculdade de Fisioterapia da UVA. Presidente da Banca Examinadora. Prof.: Professor(a) da Faculdade de Fisioterapia da UVA. Membro da Banca Examinadora. Prof.: Professor(a) da Faculdade de Fisioterapia da UVA. Membro da Banca Examinadora. Grau:.

4 Dedico a Deus, meus pais, irmão, minha namorada e meus amigos que contribuíram na elaboração deste trabalho. 3

5 4 AGRADECIMENTOS Agradeço a professora Eliane Ferreira, que tem tido muita paciência comigo e pela ajuda no desenvolvimento do meu trabalho.

6 Excelência não é um ato, mas um hábito. (ARISTÓTELES) 5

7 6 RESUMO A utilização da avaliação funcional do idoso serve para medir o grau de dificuldade que este idoso se encontra e tentar promover uma melhor capacidade funcional juntamente com uma qualidade de vida mais produtiva, até mesmo para suas atividade de vida diária (AVD S). Foram abordados neste trabalho alguns instrumentos de avaliação para ter como parâmetro em que condições este idoso se encontram. Palavra Chave: Capacidade funcional, atividade de vida diária e qualidade de vida.

8 7 ABSTRACT The use of the functional assessment of the elderly consists on measuring the level of difficulty that they present, and also to try to stimulate the functional capacity with a more productive quality of life and even to their daily activity of life. In this research it was approached some instruments of assessment to have like compared to the conditions of the elderly in each case in their lives. Key words: functional capacity, daily activity of life, quality of life.

9 8 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CAPACIDADE FUNCIONAL FUNÇÕES SEQUENCIA DE DETERIORIZAÇÃO E RECUPERAÇÃO DAS FUNÇÕES ALTERAÇÕES DO ENVELHECIMENTO ALTERAÇÕES BIOLÓGICAS E FISIOLÓGICAS BIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO FISIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO CONCEPÇÃO GLOBAL DO ENVELHECIMENTO ALGUMAS TEORIAS SOBRE O PROCESSO DE ENVELHECIMENTO QUALIDADE DE VIDA NA VELHICE CONCEITOS DE QUALIDADE DE VIDA NA VELHICE ESTRURURA DA QUALIDADE DE VIDA A MEDIDA DA QUALIDADE DE VIDA NA VELHICE AVALIAÇÃO FUNCIONAL CONCEITO E ABRANGÊNCIA DA AVALIAÇÃO MULTIDIMENSIONAL AVALIAÇÃO INTEGRAL DO PACIENTE IDOSO AVALIAÇÃO FUNCIONAL MULTIDIMENSIONAL INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO ÍNDICE DE BARTHEL ÍNDICE DE KATZ SF MEDIDA DE INDEPENDENCIA FUNCIONAL...39 CONCLUSÃO...42 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...43

10 9 INTRODUÇÃO A problemática das questões gerontológicas no Brasil ganhou ênfase no seu desenvolvimento nos últimos anos, com isso, Pickles et al (2000, p. XV) estabeleceu um conceito-modelo para a assistência aos idosos saudáveis e aos pacientes da terceira idade que são atendidos em instituições fechadas em esquemas comunitários. Através de estudos foi observado que na medida da utilização de uma boa avaliação juntamente com o progresso da medicina e o avanço tecnológico, levaram ao aumento da expectativa de vida e da qualidade de vida nos pacientes da terceira idade, fazendo com que os idosos de hoje em dia sejam capazes de ter uma independência funcional melhor e capazes também de agir normalmente nas suas atividades de vida diária. O preconceito para com os indivíduos idosos é lastimável, uma vez que a tendência natural do ser humano é tornar-se, no futuro, integrante da terceira idade. O desenvolvimento de sistemas que busquem a completa reintegração e resocialização deste segmento social é de extrema importância uma vez que o envelhecimento é um processo completamente natural na sociedade humana.

11 10 1. CAPACIDADE FUNCIONAL Em Geriatria e Gerontologia, a saúde da pessoa mais velha é entendida como a interação entre saúde física, saúde mental, independência na vida diária, integração social, suporte familiar e independência econômica, de acordo com Ramos apud Saldanha (2002, p. 133). Em relação à capacidade funcional, Agree apud Saldanha (1999, p. 133) relata que: [...] como um indicador de saúde dos idosos e a dependência como um sinal de falência da habilidade física, psicológica ou social seja por doença, por uso de medicamentos, por trauma ou pelo processo contínuo do envelhecimento. Mais do que saber a idade ou as doenças que porventura estejam acompanhando o processo de envelhecimento, o importante é saber o que o idoso é capaz de fazer. A atenção e o cuidado a indivíduos idosos nos fazem acreditar que temos um potencial infinito e podemos sempre melhorar a nossa maneira de viver FUNÇÕES Existem diversas funções que exercem um papel de suma importância para a nossa sobrevivência, nas quais podemos relatar que essas atividades são rotineiras, onde qualquer ser humano tem necessidade de realizar e está apto a realizar essas funções ao longo de um dia comum. Tais funções vitais ou atividade de vida diária podem ser divididas em: Funções de autocuidado no ambiente doméstico Dentro desta função podemos citar atividades como: beber e comer; tomar banho e aprontar-se; vestir-se e despir-se; ter controle vesical e das fezes; exercer a sexualidade; cozinhar; manter a casa limpa (fazer faxina); tomar seus remédios, entre outros. Habilidades instrumentais São as atividades que realizamos em meio à sociedade, tais como fazer compras; resolver assuntos como ir ao banco e administrar interesses financeiros e legais. Funções relacionadas à mobilidade no ambiente doméstico Está função está ligada aos deslocamentos do indivíduo dentro de sua residência, nos quais podemos citar: mexer-se na cama; ser capaz de realizar transferências como, por exemplo, sair da cama para a cadeira; andar sem ajuda de dispositivos como bengalas e andadores, independente que a superfície seja plana ou não; ter equilíbrio; entre outros.

12 11 Funções mentais Entre elas podemos citar funções que abrange a audição; a visão; a orientação; a atenção; a memória; a linguagem que está incluída a fala e os gestos; a percepção espacial; a organização; o uso de telefones; a utilização da escrita e da leitura e a capacidade de supervisão de outras pessoas em atividades de autocuidado e nas necessidades de mobilidades. Como base nas funções supracitadas Saldanha (2004, p. 133) complementa dizendo que: Se estamos vivos e ativos, é sinal de que, pela manhã, fomos capazes de acordar, sair da cama, ir ao banheiro, fazer nossa higiene com produtos que, ocasionalmente, nós mesmos fomos comprar; usar o sanitário, tomar o café da manhã que, por vezes, nós mesmos preparamos; interagir; conosco mesmos ou com outros saber das notícias do dia, da agenda a ser cumprida, de planos e projetos; sair de casa ou do apartamento, usando a escada ou elevador, ir a algum lugar a pé, ou por outro meio de transporte, adquirir um livro, que lemos porque somos capazes de fazê-lo. Voltar para a casa e continuar o dia até a hora de ir para a cama. Essas atividades simples, que são da rotina diária, caso não nos seja possível efetuá-las, será necessário que alguém mais o faça por nós. A independência funcional é conceituada como a aptidão de realizar sozinho todas as funções essenciais expostas anteriormente. Néri & Sommerhalder (2002 p. 134) expõe que a existência de uma incapacidade funcional seja ela de ordem física, psicologia ou cognitiva - determina a necessidade de um cuidador. O idoso que não possui mais a capacidade de promover seu autocuidado para uma ou mais funções básicas da vida cotidiana que envolve como, por exemplo, o vestir-se, o banharse, o transferir-se de uma cadeira e o alimentar-se, passa a necessitar de ajuda que o faça com ele. Essa pessoa é denominada como cuidador, por que ela oferece todos os cuidados para suprir a dependência instalada - seja ela temporária ou definitiva. O cuidador pode ser informal, ou seja, aquele que tem ou não algum grau de parentesco com a pessoa que precisa de acompanhamento, e ele faz isso de forma voluntária. Há também o cuidador formal é um profissional adequado para este tipo de trabalho, e ele faz isso através de remuneração. Saldanha (2004, p. 134) relata que a figura do cuidador já é assimilada, nos países desenvolvidos como parceiro da equipe de saúde, mais ainda não tem seu papel reconhecido no sistema de saúde brasileiro. E ainda complementa dizendo que Deve-se ressaltar que a família permanece a instituição responsável por 75 a 80% dos cuidados para que os idosos sejam mantidos no domicilio.

13 SEQÜÊNCIA DE DETERIORAÇÃO E RECUPERAÇÃO DAS FUNÇÕES O desaparecimento da capacidade funcional compõe uma das maneiras de apresentação de doenças em indivíduos idosos, onde ela reúne sintomas na esfera física, psicológica e social. A diminuição da função geralmente demonstra um regime hierárquico. Apresenta seu pico com a imobilidade, ou seja, quando o idoso fica confinado ao leito. Saldanha (2004, p. 139) refere que: Segundo a concepção funcional de saúde, a autonomia repousa sobre um equilíbrio justo entre a incapacidade funcional do idoso e os recursos sociais e materiais disponíveis para corrigir a incapacidade. Uma modificação em algum dos pratos da balança diretamente modifica outro. Assim, se as incapacidades se agravam, os recursos tendem a se esgotar mais rapidamente. Por outro lado, o esgotamento dos recursos também aumenta o risco de piora funcional do idoso. É preciso tentar compreender os dois lados da balança e intervir de modo a melhorar tanto a capacidade funcional do idoso, de um lado, quanto à capacidade dos recursos de lidarem com a realidade de outro. O declínio funcional pode se estabelecer de forma aguda ou subaguda. A seguir, temse a descrição das duas formas de incidência: Declínio funcional de forma aguda: Pode por exemplo, acontecer após um acidente vascular cerebral (derrame), uma pneumonia, a fratura de um membro, a descompensação de uma situação crônica (diabete, insuficiência renal). Caso necessário deve-se corrigir o mais rápido possível essa situação e iniciar prontamente a reabilitação. Declínio funcional de forma subaguda Este ocorre ao durante semanas ou meses, como é o caso de uso de medicamentos ou de uma doença crônica que piora (doença de Parkinson, insuficiência renal). A perda da autonomia na maioria das vezes passa de forma despercebida e é referido ao envelhecimento, o que não é verdade. Por esse motivo, a realização periódica de uma avaliação da capacidade funcional é essencial. Sejam quais forem os motivos que levaram à deterioração, o idoso deverá ser submetido a uma tentativa de reabilitação, na tentativa de bloquear essa deterioração e recuperar a autonomia perdida. Devemos sempre, tentar alcançar o nível anterior da autonomia, mas caso isso não haja possibilidades, é de suma importância orientar a família e o idoso a encontrarem os meios para restabelecer o equilíbrio da balança. É fundamental proceder de maneira clara, quanto aos objetivos realistas e preciosos, negociados ao longo de todo o processo.

14 13 Saldanha (2004, p. 140) relata que [...] Ajudar a não improvisar com situações que são definitivas poupa desgastes, evita situações de crise e previne constrangimentos para ambos (o idoso e o meio familiar).

15 14 2. ALTERAÇÕES DO ENVELHECIMENTO 2.1. ALTERAÇÕES BIOLÓGICAS E FISIOLÓGICAS Pickles et al. (2000, p. 67) relata que [...] O envelhecimento biológico normal leva às diminuições das reservas funcionais do organismo. Este efeito pode ser observado em todos os aparelhos e sistemas: molecular, ósseo, nervoso, circulatório, pulmonar, endócrino e imunológico. A velocidade e a extensão dessas diminuições variam entre os tecidos e funções, como diferem também de um indivíduo para outro. Como exemplo, pode-se citar a freqüência cardíaca máxima que diminui progressivamente ao longo da vida. Já o máximo da força muscular se mantém quase inalterado no adulto, até a sexta década de vida. As diminuições verificadas nos sistemas demonstram seja a perda de células em decorrência da idade, seja a diminuição da capacidade de um grupo de células no exercício de sua função especializada. A seguir, o quadro apresenta alguns exemplos mostrando a variabilidade dos efeitos da idade sobre a função fisiológica, de acordo com Pickles et al. (2000, p. 68). Variável Freqüência cardíaca máxima Hemograma Capacidade vital Flexibilidade das articulações Força muscular Velocidade espontânea da marcha Prazo de reação simples Prazo de reação voluntário Acuidade Visual Audição Função vestibular Acidez gástrica Função renal Respostas imunológicas Hormônios sexuais Efeitos Diminui progressivamente ao longo da vida Não se modifica com a idade Começa a diminuir no adulto jovem Começa a diminuir no jovem Começa a diminuir a partir do período médio da vida Diminui a partir do período médio da vida Pouco sujeito à idade Mais lento nas pessoas idosas Começa diminuir no período médio da vida Diminuída na terceira idade Diminuída na terceira idade Diminuída na terceira idade Reduzida na terceira idade Reduzida na terceira idade Diminuição após o período médio da vida

16 BIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO Papaléo Netto (2000, p. 44) refere que [...] o fenótipo do envelhecimento, que é representado por marcadores típicos, como perda de peso, redução da massa corpórea magra, cabelos grisalhos, pele enrugada, etc., é o reflexo de um somatório de alterações somáticas que, mais rápidas ou mais lentamente, estarão presentes em todos os idosos. Estas manifestações embora bem evidentes e claramente observáveis, não têm hoje esclarecidos os mecanismos envolvidos em sua evolução, apesar do envelhecimento biológico ser um fenômeno comum a todos os seres vivos, sendo um processo inevitável. As dúvidas dos mecanismos que levam às alterações nas funções orgânicas dos idosos, não são muito claras, particularmente daqueles que atingem idades mais avançadas da vida, o que torna adultos saudáveis em velhos frágeis, com redução das reservas funcionais e elevação significativa da probabilidade de muitas doenças, levando no fim de tudo à morte. O processo de envelhecimento é difícil de ser entendido devido à numerosos conceitos. Papaléo Netto (2000, 44) refere que: Entre todas as definições existentes, cremos que a que melhor satisfaz é aquela que conceitua o envelhecimento como um processo dinâmico e progressivo, no qual há modificações morfológicas, fisiológicas, bioquímicas e psicológicas, que determinam perda progressiva da capacidade de adaptação do individuo ao meio ambiente, ocasionando maior vulnerabilidade e maior incidência de processos patológicos, que terminam por levá-lo à morte. Como se percebe, apesar da melhor, esta definição longe está de vislumbrar os intrincados caminhos que levam o individuo a envelhecer. Os motivos para essa falta de conhecimento devem-se, pelo menos em parte, a negligência dos biologistas durante décadas. Para o autor citado acima, para compreender melhor o processo de envelhecimento, é necessário definir também o ponto exato de seu início. Sejam quais forem as ressalvas acerca do início do envelhecimento (ou na terceira e quarta década de vida ou em fases mais avançadas), o que podemos destacar é a inexistência de um ponto ou limite de transição, semelhante ao que se acha presente entre as fases de desenvolvimento, puberdade e maturidade. Com isso, o autor refere que [...] isto se deve, certamente, a dois fatos: primeiro, à carência de marcadores biológicos eficazes e confiáveis, e, por ultimo, à própria natureza do envelhecimento, cujas perdas funcionais caracteristicamente tendem a ser lineares em função do tempo.

17 16 Com diversos trabalhos publicados na área ao longo de todos esses anos, demonstrando os efeitos da idade, seus principais mecanismos ainda permanecem desconhecidos. O processo de envelhecimento ainda permanece obscuro. Mesmo assim, o esforço em demonstrar o papel de fatores internos e externos no processo de envelhecimento e a existência de numerosas teorias não foi em vão, contribuindo muito acerca do estudo do tema FISIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO Papaléo Netto (2000, p. 60), conceituou o envelhecimento e ainda descreveu, o envelhecimento de acordo com a capacidade funcional. [...] O envelhecimento pode ser conceituado como um processo dinâmico e progressivo, no qual há alterações moforlógicas, funcionais e bioquímicas, que vão alterando progressivamente o organismo, tornando-o mais suscetível há as agressões intrínsecas e extrínsecas que terminam por levá-lo há morte. O processo do estudo do envelhecimento, do ponto de vista científico, foi sempre deixado de lado, uma vez que não havia interesse em função das verbas e tempo que deveriam ser gastos em se utilizar laboratórios sofisticados, para estudar uma fase do ser vivo em que ele deixa de ser produtivo e passa a ser, muitas vezes, dependente. Papaléo Netto (2000, p. 60) destaca que, devido ao crescimento do número de idosos nos últimos anos e devido também fazendo com que o interesse acerca do estudo do envelhecimento se desenvolvesse de maneira progressiva. Assim, na segunda metade deste século, os estudos experimentais e clínicos se multiplicaram e muitos aspectos do envelhecimento e do idoso passaram a ser discutidos e mais bem conhecidos. Uma alteração das proteínas que compõe o organismo está relacionada atualmente com o envelhecimento. Constituindo cerca de 15% dos componentes orgânicos, as proteínas são os elementos responsáveis pela formações de estruturas nobres do organismo como células, tecidos, órgãos, sendo também componentes dos sistemas bioquímicos relacionados à produção de energia. Várias teorias procuram explicar essa alteração protéica no envelhecimento, sendo que duas delas são mais aceitas pelos pesquisadores e provavelmente se complementam: a) teoria da deterioração da síntese protéica; b) teoria do relógio biológico.

18 17 Além disso, diversos fatores teriam influência sobre esse mecanismo de alteração protéica. Eles têm sido classificados em intrínsecos e extrínsecos. Entre os intrínsecos encontram-se a hereditariedade, os radicais livres, as alterações imunológicas e, entre os extrínsecos, a alimentação, as variações climáticas e a radioatividade. Essas alterações da síntese protéica refletem-se nas células, nos tecidos, nos órgãos, alterando-os morfológica e funcionalmente CONCEPÇÃO GLOBAL DO ENVELHECIMENTO Para Filho e Papaléo Netto (2005, p. 73), mesmo que a natureza e a origem do fenômeno do envelhecimento sejam desconhecidas, devido à inexistência de um marcador biológico de seu início e, por tanto, a impossibilidade de mensurá-lo, não parece haver dúvidas que o processo que o origina seja multifatorial. Os autores ainda relatam que sobre uma base genética, atuam em maior ou menos intensidade, fatores extrínsecos que podem ser reunidos sob o rótulo de estilo de vida, além de fatores ambientais e psicosociais, que levam as alterações funcionais, celulares e moleculares, que resulta em diminuição da capacidade de manutenção do equilíbrio homeostático, tornando a pessoa idosa mais vulnerável ao surgimento de doenças. Podemos destacar que a maior ou menor participação desses fatores tem sido responsabilizada pela grande heterogeneidade entre os idosos, a ponto de serem aceitos a existência de dois tipos de envelhecimento: o comum ou usual e o saudável ou bem-sucedido. Papaléo Netto Filho (2005, p. 74) destacam que [...] é necessário acrescentar que particularmente os últimos anos de vida são também marcados por mudanças profundas na composição familiar e doméstica que pode ser, por exemplo, resultado da viuvez. Agregados a este fato, temos problemas importantes como privações de ordem econômica, juntamente às aposentadorias insatisfatórias que podem em conjunto com outros fatores psicosociais, como a solidão, estar diretamente relacionado às mudanças do estado de saúde da população idosa. Os fatos referidos demonstram com clareza que o fenômeno do envelhecimento é de origem multifatorial, o que justifica que a atenção à saúde da população idosa deve ser prioritariamente multidimensional.

19 ALGUMAS TEORIAS SOBRE O PROCESSO DE ENVELHECIMENTO Pickles et al. (2000, p. 68) indagaram acerca das alterações ocorridas no organismo: [...] A perda de algumas funções fisiológicas é inevitável na pessoa que envelhece, por melhores que sejam os seus hábitos de vida. Há muito que os cientistas de se sentem fascinados pelo estudo dos mecanismos responsáveis pelo processo de envelhecimento. Por que as células do córtex sensitivo-motor e dos gânglios da base do cérebro degeneram na pessoa idosa? Como explicar a atrofia muscular que se observam nas pessoas idosas de ambos os sexos, mesmo que tenham mantido o habito de se exercitar energicamente? O que causa a rigidez dos tecidos conjuntivos e a redução da substancia óssea nas pessoas saudáveis e ativas da terceira idade? Têm sido aventadas numerosas teorias sobre o envelhecimento, cuja importância aumenta e cai de acordo com os resultados de novos trabalhos experimentais Uma das teorias mais importantes admite a existência de um grupo essencial de células, cuja deterioração daria início a uma reação em cadeia, provocando efeitos sobro o corpo todo. Atenção especial tem sido dedicada ao sistema neuroendócrino e, particularmente, ao hipotálamo, em vista da sua regulação da função glicocorticóide das supra-renais e de algumas outras funções relacionadas com a homeostasia do organismo. Algumas alterações do controle endócrino provocam modificações profundas como é a diminuição dos estrógenos durante a menopausa feminina e a redução do hormônio de crescimento, acarretando diminuição da massa muscular no homem. Existem dois conceitos gerais que devem ser considerados: Primeiro, um envelhecimento é um acontecimento programado geneticamente, dentro da seqüência normal que vai do desenvolvimento até a morte; Segundo, tem-se o envelhecimento quando ocorre o colapso gradativo das funções celulares. Pesquisas realizadas em células fibroblásticas demonstraram de modo elegante que a senescência pode estar programada pela regulação genética do código celular do DNA. É possível que existam certos gens que sejam responsáveis pela diminuição da função; ou, então, pode ser que ao longo do tempo a regulagem da síntese protéica, que normalmente é muito exata, sofra erosão capaz de induzir os erros em vários pontos deste processo. Essa ultima teoria, ou teoria do erro, resultou na incriminação de possíveis fatores causais tais como: erros aleatórios não percebidos nem corrigidos, lesão das células por raios ionizantes, ligação cruzada entre moléculas e impacto dos radicais livres sobre a função celular. Como relatam os autores, [...] essa última proposta se baseia no conceito segundo o qual um produto do metabolismo aeróbio, um íon dotado de intensa carga elétrico chamado

20 19 radical livre, teria propriedades destrutivas. O sistema de proteção da célula contra esses íons é limitado, de modo que as lesões repetitivas acabariam provocando a disfunção celular. Finalizando, Pickles et al. (2000, p. 79) resumem as alterações biológicas e fisiológicas: [...] Um processo intrínseco, progressivo, devastador e irreversível. As suas bases biológicas continuam sendo assunto do maior interesse; elas traduzem provavelmente a interação complicada entre um relógio interno, determinado por fatores genéticos, e a deterioração progressiva que a função celular sofre al longo do tempo. O aparelho de locomoção é particularmente suscetível diante do processo de envelhecimento, visto que as células nervosas e musculares não podem ser substituídas, por serem células pós-mitóticas. Muitas alterações fisiológicas ligadas ao processo de envelhecimento podem ser atribuídas às mudanças perniciosas da composição do corpo, consistindo em aumento do tecido adiposo e em diminuição da massa muscular e óssea. Coincidindo com o processo de envelhecimento, temos a considerar muitas vezes os efeitos prejudiciais da vida sedentária que algumas pessoas de idade levam hábito esse que por sua vez leva diminuição da capacidade de reserva, por outro lado, sabendo que a capacidade para a adaptação fisiológica diante do aumento da atividade é preservada ate à idade mais avançada. Existe uma forte relação direta entre a capacidade de reserva disponível para a execução de tarefas físicas e a capacidade para adiar a fadiga. Por mais discreto que seja o aumento da função fisiológica é capaz de resultar em melhora da capacidade funcional e em maior grau de independência para pessoa da terceira idade.

21 20 3. QUALIDADE DE VIDA NA VELHICE Em países desenvolvidos, a preocupação com a qualidade de vida, aconteceu após a segunda Guerra Mundial que se deu ao encontro com o crescimento de procedimentos e técnicas direcionados a recuperação da vida de enfermos crônicos e em estados terminais, além de bebes prematuros que se encontravam sob o risco de morte. Por razão deste conflito, houve um avanço em relação á preocupação na qualidade de vida, levando a uma discussão referente ao custo-benefício, promovendo o bem estar do indivíduo e os interesses da sociedade. A partir deste acontecimento, começou a falar em qualidade de vida dentro da área médica. Rebelatto (2004, p.01) em continuação ao exposto anteriormente, ressalta que: Na área médica, a avaliação da qualidade de vida passou a ser vista como a terceira dimensão a ser considerada, além da eficácia (modificação da doença por efeito das drogas) e da segurança (prevenção de reações adversas a drogas), principalmente em especialidades como a oncologia, em que a dignidade e o bem-estar psicológico do paciente pode ser muito prejudicado, por cauda e apesar dos procedimentos destinados a preserva-lhe a vida. Essa questão é igualmente recorrente em geriatria, campo em que muitas vezes ocorrem dilemas de ordem ética e pratica envolvendo a legitimidade e a oportunidade do prolongamento da vida de idosos, muito frágeis do ponto de vista físico e mental. Os investimentos realizados, relacionado à qualidade de vida foi reforçado na mesma época em que se redefiniu a definição de saúde, a Organização Mundial da Saúde (OMS) que inclui a noção do bem-estar físico, emocional e social, desencadeando a possibilidade de aferir o bem-estar individual e populacional. Rebelatto (2004, p. 02) diz que: Ainda nos paises desenvolvidos, a década de 1960 foi marcada por notável interesse pela promoção do bem-estar social pela caracterização de seus indicadores. Incorporou-se a noção de que o sucesso das pessoas e dos países, bem como seu bem-estar material, são determinados pelo progresso econômico, traduzido em melhoria nas condições materiais de subsistência, na possibilidade de aquisição de bens, no acesso a oportunidades de educação, saúde, moradia, lazer, trabalho e desenvolvimento pessoal. Tal ideologia determinou que o tema qualidade de vida emergisse como o foco de atenção de estudos sociológicos, econômicos e políticos. Rebelatto (2004,02) deixa explicito que o termo Qualidade de Vida apareceu pela primeira vez na Medline em 1966, no Sociological Abstracts em 1964, e no Psychological Abstracts em E complementa dizendo que desde sua origem, o termo foi sofrendo

22 21 especificações, e diferentes pesquisadores voltaram-se para os assuntos mais diversos, entre elas a velhice. A preocupação com a promoção de uma boa vida se dá por pelo menos cinqüenta anos, o mesmo pode ser dito com relação à qualidade de vida na velhice, até mesmo devido longevidade foram acompanhados pelo fortalecimento da crença de que a velhice patológica acarreta altos custos para o individuo e para a sociedade. O medo e a negação da velhice, associados às aspirações individuais e coletivas, tem como objetivo manter a saúde funcionando cada vez melhor e espelhados em sua vaidade para proporcionar uma aparência melhor nos adultos jovens, promovendo uma melhor qualidade de vida na velhice. Há algumas preocupações centrais se ocupam da qualidade de vida na velhice, entre elas se encontra: a independência e a autonomia, a continuidade de papeis sociais e de relações sociais e a aceitação e o envolvimento social, o conforto e a segurança ambientais, a qualidade de vida nas instituições, a presença de condições econômicas que permitam uma vida digna, a disponibilidade de serviços de saúde, o apoio formal e informal a idosos portadores de doenças e incapacidade, e as políticas sociais dirigidas à assistência e ao cuidado dos idosos. A qualidade de vida e qualidade de vida na velhice não tem sido um objetivo de investigação nos programas integrados a pesquisa. No âmbito da medicina e campos associados, predomina a avaliação e saúde e doença, da capacidade funcional e dos padrões de atividades, usados, sobretudo para medir a qualidade do cuidado prestado e a relação custo-benefício das intervenções. No âmbito das ciências sociais e da psicologia predominam estudos que levam em conta a subjetividade expressa e medidas de satisfação -, o bem-estar, o moral, a felicidade, a percepção de qualidade de vida e de saúde. Especificamente na psicologia, são enfatizados mecanismos de auto-regulação do self, tais como auto-conceito, auto-eficácia e senso de controle. Segundo Rebelatto (2004, p.) explica que: No Brasil, assim como em outros paises em desenvolvimento, o interesse pela qualidade de vida na velhice é ainda incipiente e fragmentado, com certeza porque a emergência da velhice como fenômeno social é muito recente e, em especial, por inserir-se num quadro de forte desigualdade social e de acentuadas carências, no qual uma minoria, como os idosos, não chega a constituir demandas capazes de mobilizar a sociedade em favor do atendimento de suas necessidades. Essas ocorrências parecem refletir-se na presença de publicações sobre o tema na base de dados Lilacs, que indexa a produção latino-americana e caribenha no campo as saúde. Nela encontramos referencias sobre qualidade de vida publicada entre 1990 e 1999, sendo apenas sete sobr4e qualidade de vida na velhice.

Inovações Assistenciais para Sustentabilidade da Saúde Suplementar. Modelo Assistencial: o Plano de Cuidado

Inovações Assistenciais para Sustentabilidade da Saúde Suplementar. Modelo Assistencial: o Plano de Cuidado Inovações Assistenciais para Sustentabilidade da Saúde Suplementar Modelo Assistencial: o Plano de Cuidado Linamara Rizzo Battistella 04.10.2012 Universal Irreversível Heterôgeneo Perda Funcional Progressiva

Leia mais

FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DISCIPLINA DE GERIATRIA 4º ANO / 2012

FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DISCIPLINA DE GERIATRIA 4º ANO / 2012 FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DISCIPLINA DE GERIATRIA CURSO DE CLÍNICA MÉDICA 4º ANO / 2012 Coordenação: Dra. Elina Lika Kikuchi Professor Responsável: Prof. Dr. Wilson Jacob Filho

Leia mais

Qualidade de vida no Trabalho

Qualidade de vida no Trabalho Qualidade de Vida no Trabalho Introdução É quase consenso que as empresas estejam cada vez mais apostando em modelos de gestão voltados para as pessoas, tentando tornar-se as empresas mais humanizadas,

Leia mais

PROJETO DE CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL JN.M@TOS RNC REDE NOVO CURSO END.: AV. 15 DE NOVEMBRO, N 200 GUARANI PIABETÁ MAGÉ/ RJ www.rnc.org.

PROJETO DE CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL JN.M@TOS RNC REDE NOVO CURSO END.: AV. 15 DE NOVEMBRO, N 200 GUARANI PIABETÁ MAGÉ/ RJ www.rnc.org. PROJETO DE CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL JN.M@TOS RNC REDE NOVO CURSO END.: AV. 15 DE NOVEMBRO, N 200 GUARANI PIABETÁ MAGÉ/ RJ www.rnc.org.br ÍNDICE FUNÇÕES E ATRIBUIÇÕES DO CUIDADOR... 01 a 03 CUIDADOR...

Leia mais

5º Congresso Internacional dos Hospitais Serviço Nacional de Saúde. (Re)Conhecer as Mudanças

5º Congresso Internacional dos Hospitais Serviço Nacional de Saúde. (Re)Conhecer as Mudanças 5º Congresso Internacional dos Hospitais Serviço Nacional de Saúde. (Re)Conhecer as Mudanças Refletir sobre as resposta de saúde e a inclusão da família Relembrar os objetivos das famílias Questionar as

Leia mais

Necessidades e Restrições do Idoso Como o corpo envelhece?

Necessidades e Restrições do Idoso Como o corpo envelhece? Necessidades e Restrições do Idoso Como o corpo envelhece? Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Não está exatamente claro como nosso corpo

Leia mais

ATIVIDADE FÍSICA ASILAR. Departamento de Psicologia e Educação Física

ATIVIDADE FÍSICA ASILAR. Departamento de Psicologia e Educação Física ATIVIDADE FÍSICA ASILAR Departamento de Psicologia e Educação Física 1. INTRODUÇÃO Compreensivelmente, à medida que envelhecemos podemos observar várias mudanças, tanto com relação aos nossos órgãos e

Leia mais

AVALIAÇÃO DAS NECESSIDADES DO IDOSO ACAMADO NA COMUNIDADE

AVALIAÇÃO DAS NECESSIDADES DO IDOSO ACAMADO NA COMUNIDADE AVALIAÇÃO DAS NECESSIDADES DO IDOSO ACAMADO NA COMUNIDADE Cristina Katya Torres Teixeira Mendes 1, Maria Adelaide Silva Paredes Moreira 2, Luípa Michele Silva 3, Antonia Oliveira Silva 4 INTRODUÇÃO O envelhecimento

Leia mais

Aspectos externos: contexto social, cultura, rede social, instituições (família, escola, igreja)

Aspectos externos: contexto social, cultura, rede social, instituições (família, escola, igreja) Lembretes e sugestões para orientar a prática da clínica ampliada e compartilhada Ampliar a clínica significa desviar o foco de intervenção da doença, para recolocá-lo no sujeito, portador de doenças,

Leia mais

A Atuação da Terapia Ocupacional Junto ao Idoso

A Atuação da Terapia Ocupacional Junto ao Idoso A Atuação da Terapia Ocupacional Junto ao Idoso Apresentação: O objetivo deste texto é apresentar a Terapia Ocupacional, em sua atuação específica junto ao idoso (área geronto-geriátrica). No mundo atual

Leia mais

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA GABINETE DA DEPUTADA LUZIA TOLEDO PROJETO DE LEI Nº 157/2010

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA GABINETE DA DEPUTADA LUZIA TOLEDO PROJETO DE LEI Nº 157/2010 PROJETO DE LEI Nº 157/2010 A semana de conscientização sobre transtornos de aprendizagem, no âmbito do Estado do Espírito Santo. A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO DECRETA: Art. 1º Fica

Leia mais

Fonte: Jornal Carreira & Sucesso - 151ª Edição

Fonte: Jornal Carreira & Sucesso - 151ª Edição IDENTIFICANDO A DEPRESSÃO Querida Internauta, Lendo o que você nos escreveu, mesmo não sendo uma profissional da área de saúde, é possível identificar alguns sintomas de uma doença silenciosa - a Depressão.

Leia mais

CARTA DE BRASÍLIA. Com base nas apresentações e debates, os representantes das instituições e organizações presentes no encontro constatam que:

CARTA DE BRASÍLIA. Com base nas apresentações e debates, os representantes das instituições e organizações presentes no encontro constatam que: CARTA DE BRASÍLIA Contribuições do I Seminário Internacional sobre Políticas de Cuidados de Longa Duração para Pessoas Idosas para subsidiar a construção de uma Política Nacional de Cuidados de Longa Duração

Leia mais

CENTRO DE OSTEOPATIA MAÇÃS PLACE

CENTRO DE OSTEOPATIA MAÇÃS PLACE CENTRO DE OSTEOPATIA MAÇÃS PLACE Quem somos A nossa equipa apresenta um atendimento personalizado ao nível da Osteopatia através de uma abordagem multidisciplinar de qualidade, avaliação, diagnóstico e

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Anais. III Seminário Internacional Sociedade Inclusiva. Ações Inclusivas de Sucesso

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Anais. III Seminário Internacional Sociedade Inclusiva. Ações Inclusivas de Sucesso Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Anais III Seminário Internacional Sociedade Inclusiva Ações Inclusivas de Sucesso Belo Horizonte 24 a 28 de maio de 2004 Realização: Pró-reitoria de Extensão

Leia mais

De volta para vida: a inserção social e qualidade de vida de usuários de um Centro de Atenção Psicossocial

De volta para vida: a inserção social e qualidade de vida de usuários de um Centro de Atenção Psicossocial De volta para vida: a inserção social e qualidade de vida de usuários de um Centro de Atenção Psicossocial Eliane Maria Monteiro da Fonte DCS / PPGS UFPE Recife PE - Brasil Pesquisa realizada pelo NUCEM,

Leia mais

Doença de Alzheimer: uma visão epidemiológica quanto ao processo de saúde-doença.

Doença de Alzheimer: uma visão epidemiológica quanto ao processo de saúde-doença. Doença de Alzheimer: uma visão epidemiológica quanto ao processo de saúde-doença. Bruno Araújo da Silva Dantas¹ bruno_asd90@hotmail.com Luciane Alves Lopes² lucianesevla.l@gmail.com ¹ ²Acadêmico(a) do

Leia mais

Colégio Estadual Juracy Rachel Saldanha Rocha Técnico em Administração Comportamento Organizacional Aílson José Senra Página 1

Colégio Estadual Juracy Rachel Saldanha Rocha Técnico em Administração Comportamento Organizacional Aílson José Senra Página 1 Página 1 COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL As pessoas que supervisionam as atividades das outras e que são responsáveis pelo alcance dos objetivos nessas organizações são os administradores. Eles tomam decisões,

Leia mais

Foco Critérios de diagnóstico Dependente, não participa Necessita de ajuda de pessoa Necessita de equipamento Completamente independente

Foco Critérios de diagnóstico Dependente, não participa Necessita de ajuda de pessoa Necessita de equipamento Completamente independente Índice ANDAR... 2 ANDAR COM AUXILIAR DE MARCHA... 5 AUTOCONTROLO: CONTINÊNCIA URINÁRIA... 8 AUTOCONTROLO: CONTINÊNCIA INTESTINAL... 11 AUTOCUIDADO: ARRANJAR-SE... 13 AUTOCUIDADO: BEBER... 15 AUTOCUIDADO:

Leia mais

Tais mudanças podem ser biológicas, psicológicas e até social, todas inerentes a nossa condição humana.

Tais mudanças podem ser biológicas, psicológicas e até social, todas inerentes a nossa condição humana. I - A PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO 1.1. Caracterização O desenvolvimento humano (DH) enquanto área de estudo, preocupa-se em investigar e interpretar todos os processos de mudanças pelos quais o ser humano

Leia mais

QUALIDADE E SEGURANÇA EM ASSISTÊNCIA DOMICILIAR E HOSPITALAR

QUALIDADE E SEGURANÇA EM ASSISTÊNCIA DOMICILIAR E HOSPITALAR QUALIDADE E SEGURANÇA EM ASSISTÊNCIA DOMICILIAR E HOSPITALAR HOME CARE Ajudar o paciente a resgatar a qualidade de vida em sua própria residência, é o compromisso do NADH. O atendimento personalizado é

Leia mais

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DOS CUIDADOS PREVENTIVOS PARA O ENVELHECER SAUDÁVEL E ATIVO

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DOS CUIDADOS PREVENTIVOS PARA O ENVELHECER SAUDÁVEL E ATIVO TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DOS CUIDADOS PREVENTIVOS PARA O ENVELHECER SAUDÁVEL E ATIVO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO SOCIAL INSTITUIÇÃO: FACULDADES INTEGRADAS DE BOTUCATU

Leia mais

Fator emocional. Fertilidade Natural: Fator emocional CAPÍTULO 8

Fator emocional. Fertilidade Natural: Fator emocional CAPÍTULO 8 CAPÍTULO 8 Fator emocional O projeto comum de ter filhos, construir a própria família, constitui um momento existencial muito importante, tanto para o homem como para a mulher. A maternidade e a paternidade

Leia mais

ME DEIXA CRESCER! SOU DIFERENTE, E DAÍ? CASO

ME DEIXA CRESCER! SOU DIFERENTE, E DAÍ? CASO ME DEIXA CRESCER! SOU DIFERENTE, E DAÍ? CASO PARTE 1 D. Ruth procurou o agente comunitário Fábio, preocupada com a mudança de comportamento do filho de 16 anos, que tem síndrome de Down. Ela observou que

Leia mais

0 ponto - Não há perda de memória óbvia. Esquecimentos irregulares que não interferem com as atividades diárias

0 ponto - Não há perda de memória óbvia. Esquecimentos irregulares que não interferem com as atividades diárias Para fazer o teste é preciso focar nas mudanças que eventualmente tenham ocorrido na capacidade cognitivas e funcionais do paciente. Em cada categoria, deve ser escolhida a frase que melhor descrever o

Leia mais

CENTRO DE TERAPIA INTENSIVA ADULTO

CENTRO DE TERAPIA INTENSIVA ADULTO CENTRO DE TERAPIA INTENSIVA ADULTO O que fazer para ajudar seu familiar quando ele se encontra na UTI Versão eletrônica atualizada em Abril 2010 A unidade de terapia intensiva (UTI) é um ambiente de trabalho

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM TERAPIA OCUPACIONAL 1 º PERÍODO

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM TERAPIA OCUPACIONAL 1 º PERÍODO EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM TERAPIA OCUPACIONAL 1 º PERÍODO 1) História da Terapia Ocupacional (30 hs) EMENTA: Marcos históricos que antecederam o surgimento formal da profissão de

Leia mais

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO Autoria: Elaine Emar Ribeiro César Fonte: Critérios Compromisso com a Excelência e Rumo à Excelência

Leia mais

REGULAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO JOVEM

REGULAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO JOVEM REGULAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO JOVEM APROVADO POR MAIORIA EM ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DE 20 DE NOVEMBRO DE 2010 Proposta

Leia mais

Organização de serviços para o tratamento da dependência química

Organização de serviços para o tratamento da dependência química Organização de serviços para o tratamento da dependência química Coordenação: Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira Apresentação: Dr. Elton P. Rezende UNIAD /INPAD/UNIFESP Agradecimentos: Dr. Marcelo Ribeiro Fatores

Leia mais

Apêndice IV ao Anexo A do Edital de Credenciamento nº 05/2015, do COM8DN DEFINIÇÃO DA TERMINOLOGIA UTILIZADA NO PROJETO BÁSICO

Apêndice IV ao Anexo A do Edital de Credenciamento nº 05/2015, do COM8DN DEFINIÇÃO DA TERMINOLOGIA UTILIZADA NO PROJETO BÁSICO Apêndice IV ao Anexo A do Edital de Credenciamento nº 05/2015, do COM8DN DEFINIÇÃO DA TERMINOLOGIA UTILIZADA NO PROJETO BÁSICO - Abordagem multiprofissional e interdisciplinar - assistência prestada por

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE TERAPIA OCUPACIONAL DA UNESP CAMPUS DE MARÍLIA

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE TERAPIA OCUPACIONAL DA UNESP CAMPUS DE MARÍLIA PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE TERAPIA OCUPACIONAL DA UNESP CAMPUS DE MARÍLIA Objetivos do Curso Curso da área da saúde, centrado nos aspectos ergonômicos e sociais da atividade humana. Visa à formação

Leia mais

Prof. MS. Ellen H. Magedanz

Prof. MS. Ellen H. Magedanz Prof. MS. Ellen H. Magedanz As transformações nos padrões de saúde/doença constituíram-se em uma das características do último século, estão associadas às mudanças na estrutura etária populacional. América

Leia mais

PLANO DE TRABALHO IDOSO

PLANO DE TRABALHO IDOSO PLANO DE TRABALHO IDOSO Telefone: (44) 3220-5750 E-mail: centrosesportivos@maringa.pr.gov.br EQUIPE ORGANIZADORA SECRETARIO MUNICIPAL DE ESPORTES E LAZER Francisco Favoto DIRETOR DE ESPORTES E LAZER Afonso

Leia mais

Ginástica Laboral como Meio de Promoção da Qualidade de Vida no Trabalho

Ginástica Laboral como Meio de Promoção da Qualidade de Vida no Trabalho 6 Ginástica Laboral como Meio de Promoção da Qualidade de Vida no Trabalho José Cicero Mangabeira Da Silva Gestor Em Recursos Humanos - Anhanguera Educacional - Campinas-SP Especialista Em Gestão Da Qualidade

Leia mais

FISIOTERAPIA - GRADUAÇÃO

FISIOTERAPIA - GRADUAÇÃO FISIOTERAPIA - GRADUAÇÃO CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DENOMINAÇÃO: Curso De Graduação Em Fisioterapia. DIPLOMA CONFERIDO: BACHAREL NÚMERO DE VAGAS: 225 VAGAS ANUAIS TURNOS DE OFERTA: NOTURNO REGIME LETIVO:

Leia mais

BIOINDICADORES E BIOMARCADORES DE AGROQUÍMICOS NO CONTEXTO DA RELAÇÃO SAÚDE-AMBIENTE

BIOINDICADORES E BIOMARCADORES DE AGROQUÍMICOS NO CONTEXTO DA RELAÇÃO SAÚDE-AMBIENTE BIOINDICADORES E BIOMARCADORES DE AGROQUÍMICOS NO CONTEXTO DA RELAÇÃO SAÚDE-AMBIENTE Cláudio Martin Jonsson Vera Lúcia Castro Jaguariúna, outubro 2005. O modelo de agricultura utilizado atualmente visa

Leia mais

Ao Agente Comunitário de Saúde:

Ao Agente Comunitário de Saúde: : COMO IDENTIFICAR O IDOSO E O SEU CUIDADOR NA VISITA DOMICILIAR Pesquisadora CNPq Grupo de Pesquisa Epidemiologia do Cuidador Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUCSP Bolsista de Produtividade

Leia mais

Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres

Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres 2 Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres Ana Paula Bueno de Moraes Oliveira Graduada em Serviço Social Pontifícia Universidade Católica de Campinas - PUC Campinas Especialista

Leia mais

Curso de Técnico Auxiliar de Geriatria

Curso de Técnico Auxiliar de Geriatria Curso de Técnico Auxiliar de Geriatria Área de Formação: 762. Trabalho Social e Orientação O Técnico Auxiliar de Geriatria é o profissional com múltiplas competências para poder desempenhar as suas funções

Leia mais

TÍTULO: AVALIAÇÃO GERIÁTRICA DE IDOSOS INSERIDOS EM UM CENTRO ESPECIALIZADO DE CONVIVÊNCIA SOB A ÓTICA DA ATENÇÃO BÁSICA

TÍTULO: AVALIAÇÃO GERIÁTRICA DE IDOSOS INSERIDOS EM UM CENTRO ESPECIALIZADO DE CONVIVÊNCIA SOB A ÓTICA DA ATENÇÃO BÁSICA TÍTULO: AVALIAÇÃO GERIÁTRICA DE IDOSOS INSERIDOS EM UM CENTRO ESPECIALIZADO DE CONVIVÊNCIA SOB A ÓTICA DA ATENÇÃO BÁSICA CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: MEDICINA INSTITUIÇÃO:

Leia mais

Create PDF with PDF4U. If you wish to remove this line, please click here to purchase the full version

Create PDF with PDF4U. If you wish to remove this line, please click here to purchase the full version A FAMÍLIA COMO CUIDADOR DO IDOSO: UMA RELAÇÃO FORTALECIDA PELA AJUDA DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE OLIVEIRA, Monica Caldas de RESUMO Este artigo acerca da família como cuidador do idoso: uma relação fortalecida

Leia mais

Documento Técnico A Actividade Física e a Promoção da Saúde na 3ª Idade

Documento Técnico A Actividade Física e a Promoção da Saúde na 3ª Idade Documento Técnico A Actividade Física e a Promoção da Saúde na 3ª Idade DIVISÃO DESPORTO - CME A Actividade Física e a Promoção da Saúde na 3ª Idade 1.1. Conceito de Saúde Segundo a Organização Mundial

Leia mais

TREINO COGNITIVO E ENVELHECIMENTO: na busca da autonomia dos idosos

TREINO COGNITIVO E ENVELHECIMENTO: na busca da autonomia dos idosos TREINO COGNITIVO E ENVELHECIMENTO: na busca da autonomia dos idosos Samara Pereira Cabral - UFPB samarapcj@hotmail.com Monica Dias Palitot - UFPB monicadiaspt@yahoo.com.br Joseane da Silva Meireles - UFPB

Leia mais

Glossário. Caso Pendente de Intoxicação: aquele que não passou por avaliação médica.(oms)

Glossário. Caso Pendente de Intoxicação: aquele que não passou por avaliação médica.(oms) Toxicovigilância Glossário Agente Tóxico (Toxicante): é qualquer substância, ou seus metabólitos, capaz de produzir um efeito tóxico (nocivo, danoso) num organismo vivo, ocasionando desde alterações bioquímicas,

Leia mais

Título: Monitoria: Recurso de integração teórico - prática

Título: Monitoria: Recurso de integração teórico - prática Título: Monitoria: Recurso de integração teórico - prática Caracterização do problema: o laboratório de praticas integradas busca proporcionar aos acadêmicos de medicina da UNIDERP um ambiente que favoreça

Leia mais

PROGRAMA DE MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM (PMCQCE)

PROGRAMA DE MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM (PMCQCE) PROGRAMA DE MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM (PMCQCE) INSTITUIÇÃO Nome Morada Código Postal CONTEXTO PRÁTICA CLÍNICA ou UNIDADE DE SAÚDE FUNCIONAL Nome CONTATOS Enfermeiro(a) Chefe

Leia mais

TEORIAS DE CONTÉUDO DA MOTIVAÇÃO:

TEORIAS DE CONTÉUDO DA MOTIVAÇÃO: Fichamento / /2011 MOTIVAÇÃO Carga horária 2 HORAS CONCEITO: É o desejo de exercer um alto nível de esforço direcionado a objetivos organizacionais, condicionados pela habilidade do esforço em satisfazer

Leia mais

VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível.

VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível. VALÊNCIAS FÍSICAS RESISTÊNCIA AERÓBICA: Qualidade física que permite ao organismo executar uma atividade de baixa para média intensidade por um longo período de tempo. Depende basicamente do estado geral

Leia mais

PROJETO ONG PEDRA BRUTA Lapidando talentos: A sexualidade e a integração do grupo para adolescentes.

PROJETO ONG PEDRA BRUTA Lapidando talentos: A sexualidade e a integração do grupo para adolescentes. MARCELA GARCIA MANOCHIO PROJETO ONG PEDRA BRUTA Lapidando talentos: A sexualidade e a integração do grupo para adolescentes. Projeto de Estágio extracurricular em Processos Educativos, desenvolvido para

Leia mais

CARTA DE OTTAWA. PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986

CARTA DE OTTAWA. PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986 CARTA DE OTTAWA PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986 A Primeira Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde, realizada em Ottawa, Canadá, em novembro

Leia mais

FISCO. Saúde. Atendimento. Hospitalar GUIA DE PROCEDIMENTOS ANS 41.766-1

FISCO. Saúde. Atendimento. Hospitalar GUIA DE PROCEDIMENTOS ANS 41.766-1 FISCO Saúde ANS 41.766-1 Atendimento Hospitalar GUIA DE PROCEDIMENTOS Prezados Associados, Pra facilitar a comunicação e dirimir as principais dúvidas sobre a utilização dos nossos serviços, o FISCO SAÚDE

Leia mais

C O M P E T Ê N C I A S A D E S E N V O L V E R :

C O M P E T Ê N C I A S A D E S E N V O L V E R : AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOÃO DA SILVA CORREIA ANO LETIVO 2015-2016 CURSO PROFISSIONAL DE NÍVEL SECUNDÁRIO TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE DISCIPLINA: HIGIENE, SEGURANÇA E CUIDADOS GERAIS 11º ANO TURMA F DOCENTE:

Leia mais

PRINCÍPIOS Prevenção e o controle das doenças, especialmente as crônico-degenerativas estimulam desejo

PRINCÍPIOS Prevenção e o controle das doenças, especialmente as crônico-degenerativas estimulam desejo PRINCÍPIOS Prevenção e o controle das doenças, especialmente as crônico-degenerativas estimulam o desejo de participação social direciona as ações para a estruturação de um processo construtivo para melhoria

Leia mais

Terapia Comportamental de Casais

Terapia Comportamental de Casais CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO Terapia Comportamental de Casais Ana Paula M. Carvalho Cinthia Cavalcante

Leia mais

ATIVIDADE FÍSICA, APTIDÃO FÍSICA, SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA

ATIVIDADE FÍSICA, APTIDÃO FÍSICA, SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA ATIVIDADE FÍSICA, APTIDÃO FÍSICA, SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA Revolução industrial Antes da revolução industrial as pessoas eram mais ativas porque viviam constantemente se movimentando no trabalho na escola,

Leia mais

O PSICÓLOGO NA COMUNIDADE: UMA PESPECTIVA CONTEMPORÂNEA

O PSICÓLOGO NA COMUNIDADE: UMA PESPECTIVA CONTEMPORÂNEA O PSICÓLOGO NA COMUNIDADE: UMA PESPECTIVA CONTEMPORÂNEA (2011) Dayana Lima Dantas Valverde Psicóloga, graduada pela Faculdade de Tecnologia e Ciências de Feira de Santana, BA. Pós-graduanda em Saúde Mental

Leia mais

Segurança e Higiene do Trabalho. Volume XIX Gestão da Prevenção. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção. www.oportaldaconstrucao.

Segurança e Higiene do Trabalho. Volume XIX Gestão da Prevenção. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção. www.oportaldaconstrucao. Guia Técnico Segurança e Higiene do Trabalho Volume XIX Gestão da Prevenção um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído sem a expressa

Leia mais

Cuidados continuados dirigidos a pessoas idosas em situação de dependência

Cuidados continuados dirigidos a pessoas idosas em situação de dependência Cuidados continuados dirigidos a pessoas idosas em situação de dependência Angela Valença médica Neurologista Este tema é muito actual. A situação de dependência não é exclusiva de pessoas idosas mas o

Leia mais

PERCEPÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS DO PONTO DE VISTA FÍSICO E NUTRICIONAL

PERCEPÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS DO PONTO DE VISTA FÍSICO E NUTRICIONAL PERCEPÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS DO PONTO DE VISTA FÍSICO E NUTRICIONAL Nilza Matias Oliver Cruz Faculdade Maurício de Nassau/CG nilzamoc31@hotmail.com Débora de Araújo Targino Faculdade Maurício

Leia mais

Projeto de Pesquisa Pergunte a um Profissional

Projeto de Pesquisa Pergunte a um Profissional Projeto de Pesquisa Pergunte a um Profissional ATENÇÃO ESTE MATERIAL É UMA TRADUÇÃO DO ORIGINAL EM INGLÊS DISPONIBILIZADO PELA FIRST ESTADOS UNIDOS. SOMENTE AS REGRAS CONTIDAS NESSE ARQUIVO E NO PORTAL

Leia mais

DIAS AULA TEMA CONTEÚDO

DIAS AULA TEMA CONTEÚDO MARÇO 04/03 Teórica Noções em Geriatria e Gerontologia - Histórico - Temas básicos: saúde, autonomia, independência, incapacidade e fragilidade - Epidemiologia do envelhecimento - Papel do cuidador - Qualidade

Leia mais

Seminário Nacional Envelhecimento e Subjetividade Saúde e Envelhecimento: Prevenção e Promoção CRP Novembro 2008. Instituto de Psiquiatria FMUSP

Seminário Nacional Envelhecimento e Subjetividade Saúde e Envelhecimento: Prevenção e Promoção CRP Novembro 2008. Instituto de Psiquiatria FMUSP Seminário Nacional Envelhecimento e Subjetividade Saúde e Envelhecimento: Prevenção e Promoção CRP Novembro 2008 Mônica Yassuda Mônica Sanches Yassuda Gerontologia EACH USP EACH USP Ambulatório de Psicogeriatria

Leia mais

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo Evolução dos Fatores de Risco para Doenças Crônicas e da prevalência do Diabete Melito e Hipertensão Arterial na população brasileira: Resultados do VIGITEL 2006-2009 Luiz Augusto Carneiro Superintendente

Leia mais

ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETOR GERAL: DAMIÃO MENDONÇA VIEIRA CREDENCIAMENTO DE DOCENTE ESP-MG Nº 006/2013

ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETOR GERAL: DAMIÃO MENDONÇA VIEIRA CREDENCIAMENTO DE DOCENTE ESP-MG Nº 006/2013 ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETOR GERAL: DAMIÃO MENDONÇA VIEIRA CREDENCIAMENTO DE DOCENTE ESP-MG Nº 006/2013 Projeto: Qualificação em Cuidado Domiciliar da pessoa Idosa Frágil INSCRIÇÃO/CRECENCIAMENTO

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

EXEMPLOS DE QUESTÕES DA PROVA DE NIVELAMENTO DE PORTUGUÊS PRODUÇÃO DE TEXTO

EXEMPLOS DE QUESTÕES DA PROVA DE NIVELAMENTO DE PORTUGUÊS PRODUÇÃO DE TEXTO EXEMPLOS DE QUESTÕES DA PROVA DE NIVELAMENTO DE PORTUGUÊS PRODUÇÃO DE TEXTO QUESTÕES QUE ENVOLVEM CONHECIMENTO RELATIVO À NORMA CULTA DA LÍNGUA (CONCORDÂNCIA VERBAL, REGÊNCIA VERBAL E NOMINAL, PONTUAÇÃO,

Leia mais

A importância da Ergonomia Voltada aos servidores Públicos

A importância da Ergonomia Voltada aos servidores Públicos A importância da Ergonomia Voltada aos servidores Públicos Fisioterapeuta: Adriana Lopes de Oliveira CREFITO 3281-LTT-F GO Ergonomia ERGONOMIA - palavra de origem grega, onde: ERGO = trabalho e NOMOS

Leia mais

O Paradigma da nova liderança

O Paradigma da nova liderança O Paradigma da nova liderança Robert B. Dilts Um dos mais importantes conjuntos de habilidades Um dos mais importantes conjuntos de habilidades necessárias num mundo em transformação são as habilidades

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PSICOLOGIA Ementário/abordagem temática/bibliografia básica (3) e complementar (5) Morfofisiologia e Comportamento Humano Ementa: Estudo anátomo funcional

Leia mais

Critérios para Admissão em Longo e Curto Internamento e Unidade de Dia

Critérios para Admissão em Longo e Curto Internamento e Unidade de Dia Critérios para Admissão em Longo e Curto Internamento e Unidade de Dia Critérios de Admissão em Longo Internamento O Centro Psicogeriátrico Nossa Senhora de Fátima (CPNSF), oferece serviços especializados

Leia mais

Qualidade de Vida no Trabalho

Qualidade de Vida no Trabalho 1 Qualidade de Vida no Trabalho Alessandra Cristina Rubio¹ Thiago Silva Guimarães² Simone Cristina Fernandes Naves³ RESUMO O presente artigo tem como tema central a Qualidade de Vida no Trabalho, com um

Leia mais

SERVIÇO: ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL PARA PESSOAS ADULTAS

SERVIÇO: ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL PARA PESSOAS ADULTAS SERVIÇO: ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL PARA PESSOAS ADULTAS DESCRIÇÃO: Modalidade: Centro Dia para pessoa Idosa Serviço voltado para o atendimento, regime parcial, de pessoas idosas de 60 anos ou mais, de

Leia mais

APOSENTADORIA + VOLUNTARIADO = TRANSFORMAÇÃO RUBENS DE FRAGA JÚNIOR

APOSENTADORIA + VOLUNTARIADO = TRANSFORMAÇÃO RUBENS DE FRAGA JÚNIOR APOSENTADORIA + VOLUNTARIADO = TRANSFORMAÇÃO RUBENS DE FRAGA JÚNIOR ROTEIRO O QUE É ENVELHECIMENTO? APOSENTADORIA : UMA TRANSIÇÃO BENEFÍCIOS PARA A SAÚDE DO VOLUNTÁRIO O Envelhecimento O que é? Conceito

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS Manual de Aplicação Questionário de Levantamento Organizacional e de Fatores Humanos Brasília, novembro

Leia mais

13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS

13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS 13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS A importância da formação pessoal e social da criança para o seu desenvolvimento integral e para a

Leia mais

O GUIA COMPLETO TIRE TODAS SUAS DÚVIDAS SOBRE ANDROPAUSA

O GUIA COMPLETO TIRE TODAS SUAS DÚVIDAS SOBRE ANDROPAUSA O GUIA COMPLETO TIRE TODAS SUAS DÚVIDAS SOBRE ANDROPAUSA O QUE É ANDROPAUSA? Problemas hormonais surgidos em função da idade avançada não são exclusivos das mulheres. Embora a menopausa seja um termo conhecido

Leia mais

Envelhecimento com qualidade: Como as operadoras de planos de saúde estão se organizando. 10ª Jornada PRONEP Rio de Janeiro, setembro 2010

Envelhecimento com qualidade: Como as operadoras de planos de saúde estão se organizando. 10ª Jornada PRONEP Rio de Janeiro, setembro 2010 Envelhecimento com qualidade: Como as operadoras de planos de saúde estão se organizando 10ª Jornada PRONEP Rio de Janeiro, setembro 2010 CONTEXTUALIZANDO: A variação de despesas nos últimos 8 anos superou

Leia mais

Você conhece a Medicina de Família e Comunidade?

Você conhece a Medicina de Família e Comunidade? Texto divulgado na forma de um caderno, editorado, para a comunidade, profissionais de saúde e mídia SBMFC - 2006 Você conhece a Medicina de Família e Comunidade? Não? Então, convidamos você a conhecer

Leia mais

Curso de Técnico Auxiliar de Saúde (Auxiliar de Ação Médica)

Curso de Técnico Auxiliar de Saúde (Auxiliar de Ação Médica) Curso de Técnico Auxiliar de Saúde (Auxiliar de Ação Médica) Área de Formação: 729. Serviços de Saúde O Técnico Auxiliar de Saúde, vulgarmente designado por Auxiliar de Ação Médica, é o profissional capacitado

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA:

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚ ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA

Leia mais

O acelerado ritmo de envelhecimento no Brasil cria novos desafios para a sociedade brasileira contemporânea. O envelhecimento ocorre num cenário de

O acelerado ritmo de envelhecimento no Brasil cria novos desafios para a sociedade brasileira contemporânea. O envelhecimento ocorre num cenário de Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária Belo Horizonte 12 a 15 de setembro de 2004 Programa de Melhoria da Qualidade de Vida dos Idosos Institucionalizados Área Temática de Saúde Resumo

Leia mais

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO A presente pesquisa aborda os conceitos de cultura e clima organizacional com o objetivo de destacar a relevância

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA NAS ORGANIZAÇÕES

QUALIDADE DE VIDA NAS ORGANIZAÇÕES 1 QUALIDADE DE VIDA NAS ORGANIZAÇÕES Alguns pesquisadores brasileiros que se destacaram por seus trabalhos sobre Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) consideram que só recentemente a abordagem da Qualidade

Leia mais

O IMPACTO DA DOR CRÔNICA NA VIDA DAS PESSOAS QUE ENVELHECEM

O IMPACTO DA DOR CRÔNICA NA VIDA DAS PESSOAS QUE ENVELHECEM O IMPACTO DA DOR CRÔNICA NA VIDA DAS PESSOAS QUE ENVELHECEM Eliane de Sousa Leite. Universidade Federal de Campina Grande/UFCG. Email: elianeleitesousa@yahoo.com.br. Jéssica Barreto Pereira. Universidade

Leia mais

A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram

A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram Esquema de Palestra I. Por Que As Pessoas Compram A Abordagem da Caixa Preta A. Caixa preta os processos mentais internos que atravessamos ao tomar uma

Leia mais

GERIATRIA E SAUDE: ENVELHECIMENTO ATIVO NA PREVENÇÃO DA OSTEOPOROSE

GERIATRIA E SAUDE: ENVELHECIMENTO ATIVO NA PREVENÇÃO DA OSTEOPOROSE GERIATRIA E SAUDE: ENVELHECIMENTO ATIVO NA PREVENÇÃO DA OSTEOPOROSE Bianca Emanuelle Silva Constâncio Acadêmica do curso de Fisioterapia do Centro Universitário de João Pessoa UNIPÊ, email: biancaemanuelle@live.com

Leia mais

relataram que mesmo com os cursos de treinamento oferecidos, muitas vezes se

relataram que mesmo com os cursos de treinamento oferecidos, muitas vezes se PEDAGOGIA HOSPITALAR: PERSPECTIVAS PARA O TRABALHO DO PROFESSOR. Bergamo, M.G. (Graduanda em Pedagogia, Faculdades Coc); Silva, D.M. (Graduanda em Pedagogia, Faculdades Coc); Moreira, G.M. (Curso de Pedagogia,

Leia mais

ENVELHECIMENTO, SUBJETIVIDADE E SAÚDE: EXPERIÊNCIAS DE INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA POR MEIO DA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

ENVELHECIMENTO, SUBJETIVIDADE E SAÚDE: EXPERIÊNCIAS DE INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA POR MEIO DA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA ENVELHECIMENTO, SUBJETIVIDADE E SAÚDE: EXPERIÊNCIAS DE INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA POR MEIO DA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA Hilma Khoury Psicóloga, Doutora em Psicologia, Professora na Universidade Federal do Pará

Leia mais

Programa Melhoria da Qualidade de Vida dos Idosos Institucionalizados

Programa Melhoria da Qualidade de Vida dos Idosos Institucionalizados Programa Melhoria da Qualidade de Vida dos Idosos Institucionalizados SIEXBRASIL: 17805 Área Temática Principal: Saúde Autores Professora Leani Souza Máximo Pereira - Doutora em Ciências Biológicas/UFMG

Leia mais

Classificação de deficiência mental - Evolução do conceito na história

Classificação de deficiência mental - Evolução do conceito na história Classificação de deficiência mental - Evolução do conceito na história Classificação de deficiência mental (1976) 1- Variação normal da inteligência (VNI) QI entre 71e 84 Geralmente sem atraso do DNPM

Leia mais

Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer. A importância de todos os familiares no processo de recuperação.

Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer. A importância de todos os familiares no processo de recuperação. Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer A importância de todos os familiares no processo de recuperação. Introdução Criar um filho é uma tarefa extremamente complexa. Além de amor,

Leia mais

3 Método. 3.1 Sujeitos

3 Método. 3.1 Sujeitos 30 3 Método 3.1 Sujeitos A amostra deste estudo foi composta de idosos atendidos no ambulatório de geriatria de um hospital público do estado do Rio de Janeiro. Foram investigados 51 idosos com diagnóstico

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Lúcia Peranzoni 1 Fabiana Lacerda da Silva 2 Resumo: O presente trabalho foi desenvolvido na disciplina Estágio Básico II no segundo semestre de 2011, tendo

Leia mais

Instituições de Longa Permanência: Desafios e Modelos Possíveis. Neuma Nogueira Coordenadora do Grupo Vida - Brasil

Instituições de Longa Permanência: Desafios e Modelos Possíveis. Neuma Nogueira Coordenadora do Grupo Vida - Brasil Instituições de Longa Permanência: Desafios e Modelos Possíveis Neuma Nogueira Coordenadora do Grupo Vida - Brasil Há 17 anos promovendo os direitos dos idosos com qualidade de vida. Nossa História O Grupo

Leia mais

DO PLANO DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA

DO PLANO DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA GUIA PARA A ESCOLHA DO PERFIL DE INVESTIMENTO DO PLANO DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA Caro Participante: Preparamos para você um guia contendo conceitos básicos sobre investimentos, feito para ajudá-lo a escolher

Leia mais

O IDOSO EM CONTEXTO INSTITUCIONAL DE CURTA E LONGA PERMANÊNCIA

O IDOSO EM CONTEXTO INSTITUCIONAL DE CURTA E LONGA PERMANÊNCIA O IDOSO EM CONTEXTO INSTITUCIONAL DE CURTA E LONGA PERMANÊNCIA Aline Arruda da Fonseca Maria do Socorro Lemos de Oliveira Maria Isabel Alves Batista Oliveira Samara Melo Silva Thiago dos Santos Aguiar

Leia mais

A GINÁSTICA LABORAL COMO FERRAMENTA PARA A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA NO SETOR DE COZINHA EM RESTAURANTES

A GINÁSTICA LABORAL COMO FERRAMENTA PARA A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA NO SETOR DE COZINHA EM RESTAURANTES A GINÁSTICA LABORAL COMO FERRAMENTA PARA A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA NO SETOR DE COZINHA EM RESTAURANTES Alexandre Crespo Coelho da Silva Pinto Fisioterapeuta Mestrando em Engenharia de Produção UFSC

Leia mais