USO DE MICROSSIMULAÇÃO PARA AVALIAR BENEFÍCIOS NA REDUÇÃO DE ESTÁGIOS EM INTERSEÇÕES SEMAFORIZADAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "USO DE MICROSSIMULAÇÃO PARA AVALIAR BENEFÍCIOS NA REDUÇÃO DE ESTÁGIOS EM INTERSEÇÕES SEMAFORIZADAS"

Transcrição

1 USO DE MICROSSIMULAÇÃO PARA AVALIAR BENEFÍCIOS NA REDUÇÃO DE ESTÁGIOS EM INTERSEÇÕES SEMAFORIZADAS João Paulo Nascimento de Sousa Waldemiro de Aquino Pereira Neto

2 USO DE MICROSSIMULAÇÃO PARA AVALIAR BENEFÍCIOS NA REDUÇÃO DO NÚMERO DE ESTÁGIOS EM INTERSEÇÕES SEMAFORIZADAS João Paulo Nascimento de Sousa Controle de Tráfego em Área de Fortaleza Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania Waldemiro de Aquino Pereira Neto Departamento de Engenharia de Transportes Universidade Federal do Ceará RESUMO No processo de gestão do sistema viário urbano, as redes semafóricas apresentam papel fundamental para garantir um desempenho satisfatório nas condições de fluidez. Além de ações relacionadas à adequada programação dos tempos semafóricos, algumas ações simples, como mudanças nas regras de circulação das vias podem permitir a obtenção de ganhos significativos. Neste trabalho são avaliados, através de recursos de microssimulação, os impactos decorrentes de mudanças no sentido de circulação das vias, visando a redução da quantidade de estágios em uma interseção semaforizada. A pesquisa contemplou a realização de um estudo de caso em um cruzamento semaforizado da cidade de Fortaleza-CE, cujos resultados obtidos apontaram para a obtenção de melhorias nas condições de fluidez. 1. INTRODUÇÃO A cada ano a problemática envolvendo a circulação de pessoas e mercadorias assume maior relevância, principalmente em grandes centros urbanos. Vários fatores podem ser descritos como possíveis catalisadores de problemas, e já são de conhecimento comum. O aumento do volume de veículos, a dificuldade na implementação de alterações na infraestrutura viária, assim como a falta de integração do planejamento nas diversas esferas públicas, têm sido listados como vilões da deterioração das condições de mobilidade urbana, o que é evidenciado pelos congestionamentos recorrentes, além de conflitos mais graves entre os diversos elementos do sistema de transportes. Os profissionais de engenharia de tráfego têm utilizado diversas técnicas para amenizar e gerenciar os transtornos no sistema viário. Alguns exemplos como o uso de semáforos, construção de túneis, viadutos, rotatórias e binários tem sido sistematicamente utilizados no enfrentamento dos conflitos de circulação dos veículos. No entanto, para aplicação destas técnicas, a engenharia de tráfego exige que sejam realizados diversos estudos de planejamento, abrangendo pesquisas volumétricas (classificatória e direcional), de atraso, de origem e destino, o uso de simuladores de tráfego, entre outros. Embora os sistemas modernos de controle de tráfego possibilitem um melhor desempenho na operação da rede viária, permitindo uma otimização dos resultados, é fundamental acompanhar continuamente o desempenho deste sistema. Considerando especificamente o uso de semáforos em interseções, algumas medidas simples relacionadas a uma melhor operação destes dispositivos são capazes de trazer melhorias significativas na redução dos atrasos e elevação da velocidade média do tráfego. Um plano de operação bem ajustado à demanda de tráfego, com a utilização de tempos de verde, ciclo e defasagens bem dimensionadas em uma rede semafórica são medidas básicas para atingir esta finalidade. O desenvolvimento de tecnologias modernas, como controladores de tráfego demandados pelo tráfego, com planos semafóricos otimizados em tempo real facilitaram sobremaneira a atividade de gestão destas redes semafóricas. Entretanto, algumas ações simples relacionadas a mudanças na circulação das vias, também são capazes de trazer ganhos de desempenho. Um exemplo deste tipo de situação é a possibilidade de redução da quantidade de estágios em um 1

3 semáforo através de mudanças na circulação geral do tráfego. Ao se eliminar um estágio do plano semafórico de uma interseção é possível gerar uma maior capacidade nas aproximações do cruzamento, permitindo uma redução nos atrasos e uma possível melhoria da velocidade média, podendo assim elevar as condições gerais de fluidez. Porém, para avaliar este tipo de medida, é também importante avaliar os impactos gerados pela mudança na circulação dos veículos, como por exemplo, o tempo de percurso adicional do tráfego desviado para outras vias (ex: realização de laço de quadra) para se estimar o impacto da medida, comparando as perdas e ganhos para, assim, avaliar se a medida de uma forma global é favorável ou não. O objetivo deste trabalho é apresentar uma estratégia para identificar situações onde a implantação de mudanças na circulação, visando à redução no número de estágios semafóricos, pode contribuir para a melhoria das condições de fluidez do tráfego geral. Esta estratégia prevê o uso de recursos de simulação da operação do tráfego. Como objetivo complementar, o trabalho visa avaliar a utilização dessa estratégia em um cruzamento semaforizado na cidade de Fortaleza. 2. ANÁLISE DAS CONDIÇÕES DE REDUÇÃO DE ESTÁGIOS EM SEMÁFOROS Uma análise preliminar visando a redução da quantidade de estágio veicular de um semáforo, deve ser conduzida, levando em consideração os aspectos relacionados a configuração de geometria das vias existentes, bem como suas condições de trafegabilidade. Esses fatores interferem diretamente na viabilidade da proposta, e devem ser avaliados antes da aplicação da redução do estágio semafórico. Dentre os fatores a serem avaliados, podem ser destacados: a) Existência de vias alternativas Como a redução na quantidade de estágios de um semáforo está associada à eliminação de conflitos entre os movimentos de tráfego, é necessário verificar a disponibilidade de vias adjacentes para receber os fluxos decorrentes da transferência destes deslocamentos para outros locais. A inexistência de ruas para a realização do movimento de laço de quadra (movimento de mudança de direção ou de transposição da via por meio do contorno da quadra) e/ou existência de ruas muito distantes do cruzamento, dificultam a realização de tal movimento, muitas vezes inviabilizando a mudança proposta. b) Condições de circulação das vias alternativas A existência de vias estreitas ou com pequeno raio de giro, por exemplo, para a realização do laço de quadra, irá comprometer a capacidade de receber o tráfego desviado, especialmente se o mesmo tiver participação significativa de veículos comercias. Outro aspecto que deve ser considerado diz respeito ao uso e ocupação do solo lindeiro a estas vias. O carregamento de tráfego em vias estritamente residenciais pode elevar o potencial da ocorrência de acidentes, assim como o desvio para vias de comércio intenso pode resultar na penalização destes veículos, elevando significativamente seus níveis de atraso. c) Necessidade da implantação de outras intervenções na área de influência do cruzamento Dependendo de cada cenário viário e volumes de tráfego, algumas alterações à rede viária devem ser realizadas para viabilizar a redução de estágios em um cruzamento semaforizado. Em alguns casos, dependendo da dificuldade de acesso e do volume de veículos desviados, a implantação de um novo semáforo se faz necessária para garantir o acesso com uma maior segurança e com menos atraso à demanda veicular. 3. AVALIAÇÃO DA ESTRATÉGIA DE REDUÇÃO DE ESTÁGIOS EM UM SEMÁFORO ESTUDO DE CASO NA CIDADE DE FORTALEZA Com o intuito de se avaliar os possíveis ganhos de desempenho a partir da redução da quantidade de estágios em um semáforo, após a verificação dos aspectos tratados na Seção 2, 2

4 a estratégia proposta inclui a realização de simulações da operação do tráfego com a utilização do simulador INTEGRATION. Essas simulações visam permitir a comparação do cenário atual do cruzamento (número atual de estágios) com o cenário modificado (redução do número de estágios), utilizando-se na avaliação as medidas de desempenho atraso veicular médio e tempo médio de viagem. Para a avaliação dessa estratégia foi realizado um estudo de caso em um cruzamento na cidade de Fortaleza (Av. Dr. Theberge e Av. Francisco Sá). A Figura 1 ilustra o cenário atual, onde a programação semafórica possui três estágios, apresentando a formação de grandes filas em todos os sentidos, principalmente nos horários de pico, gerando grandes atrasos e retenção de fluxo Obs: Dados de volume observados na hora de pico (7:00-8:00am) Figura 1: Cruzamento analisado e diagrama de estágios da situação atual. Através de coleta de dados em campo foi observado que a hora de pico no cruzamento corresponde ao horário 7:00 às 8:00 da manhã, com um volume total no cruzamento de 2450 veículos. Analisando os volumes por movimento, verificou-se que os maiores fluxos são os dos sentidos sul/norte da Av. Dr. Theberge e do sentido oeste/leste da Av. Francisco Sá. Avaliando-se as conversões à esquerda, percebe-se que o volume do sentido norte/leste da Av. Dr. Theberge é baixo, enquanto que a demanda do movimento de conversão sul-oeste é bastante considerável, com 293 veículos para a hora de pico. Com base nestas informações foi proposto o cenário apresentado na Figura 2, com a redução de um estágio, com os movimentos de conversão à esquerda da Av. Dr. Theberge sendo realizados através de laços de quadra. Para o processo de calibração do microssimulador a variável atraso médio veicular foi utilizada para comparar os resultados do simulador e os valores observados em campo, sendo encontrados erros percentuais médios relativamente baixos, inferiores a 10%. Figura 2: Cenário proposto avaliado 3

5 4. RESULTADOS E CONCLUSÕES Na Tabela 1estão apresentados os resultados da simulação do cenário atual e proposto para as medidas de desempenho utilizadas. Com base nos resultados, é possível perceber uma redução nos valores dos atrasos médios observados, proporcionando menores valores de atraso no cruzamento. Destaca-se a aproximação oeste do cruzamento, que teve uma redução do atraso de aproximadamente 40 segundos. Se considerada por sua vez a velocidade média estimada para cada aproximação do cruzamento nos dois cenários analisados, é observado um ganho para todas as aproximações, as quais passaram a imprimir velocidades médias maiores que 25 km/h. Tabela 1: Resultados da simulação do cenário atual x cenário proposto Aproximação Atraso Médio Veicular (s) Velocidade Média de Viagem (km/h) Atual Proposto Diferença Atual Proposto Diferença Norte 62,16 41,45-20,71 20,03 26,07 6,04 Sul 81,02 50,04-30,98 17,70 28,28 10,58 Leste 45,88 28,41-17,47 29,48 35,70 6,22 Oeste 74,32 33,05-41,27 16,51 29,20 12,69 Foi simulado ainda um cenário hipotético, considerando a realização do laço de quadra para a conversão a esquerda da aproximação sul através de via mais afastada do cruzamento, com um percurso total de 900 metros, a fim de verificar seu impacto nas medidas de desempenho. Foram levados em consideração para essa análise os indicadores atraso médio veicular e tempo médio de viagem das aproximações do cruzamento, cujos resultados estão apresentados na Tabela 2. Tabela 2: Resultados da simulação do cenário atual x cenário hipotético (laço de quadra estendido) Aproximação Atraso Médio Veicular (s) Tempo Médio de Viagem (s) Cen. Atual Cen. Hipotético Diferença Cen. Atual Cen. Hipotético Diferença Norte 62,16 42,46-19,70 102,89 104,78-1,89 Sul 81,02 51,17-29,85 115,52 118,33-2,81 Leste 45,88 29,72-16,16 70,44 59,98 10,46 Oeste 74,32 34,67-40,05 103,50 64,05 39,45 Comparando os resultados obtidos é verificado que mesmo com o aumento da extensão do laço de quadra no cenário hipotético, uma redução significativa do atraso em todas as aproximações do semáforo permanece sendo observada para a situação em análise. Se considerada por sua vez a variável tempo de viagem, é possível perceber um pequeno aumento nas aproximações norte e sul, sendo estas mais impactadas pela nova configuração do laço de quadra proposta pelo cenário hipotético, em comparação ao cenário atual. Percebese também que na aproximação leste houve uma redução do tempo de viagem de 10s, enquanto que na aproximação oeste, que não teve alteração na extensão do laço de quadra, foi observada uma redução de quase 40s no tempo médio de viagem. Vale ressaltar que estes resultados dizem respeito são aplicáveis estritamente ao cruzamento analisado. Interseções com outras configurações, como por exemplo, com volumes de conversão à esquerda mais elevados irão gerar resultados diferentes, cabendo uma análise específica caso a caso. Neste sentido, o uso da ferramenta de simulação em revela útil por permitir ao tomador de decisão ter uma estimativa dos resultados gerados na fase de concepção de intervenções no sistema viário. 4

Resultados de pesquisa Antes e Depois Corredor Pompéia

Resultados de pesquisa Antes e Depois Corredor Pompéia NT 205 Resultados de pesquisa Antes e Depois Corredor Pompéia Arqª: Denise de Campos Bittencourt 1. Apresentação Este relatório visa apresentar e analisar os resultados da pesquisa antes/depois realizada

Leia mais

Simulação do Trânsito da Praça Portugal

Simulação do Trânsito da Praça Portugal Relatório Técnico Simulação do Trânsito da Praça Portugal Fortaleza/CE Fevereiro/2014 Fone / Fax : (85) 3472-1900 1 Índice 1. Introdução... 3 2. Caracterização da área de estudo... 3 2.1. Definição da

Leia mais

ANALISE DE COMPATIBILIDADE DA GEOMETRIA VIÁRIA URBANA PARA A CIRCULAÇÃO DE VEÍCULOS DO TIPO CEGONHEIRO O CASO DE FORTALEZA-CE

ANALISE DE COMPATIBILIDADE DA GEOMETRIA VIÁRIA URBANA PARA A CIRCULAÇÃO DE VEÍCULOS DO TIPO CEGONHEIRO O CASO DE FORTALEZA-CE ANALISE DE COMPATIBILIDADE DA GEOMETRIA VIÁRIA URBANA PARA A CIRCULAÇÃO DE VEÍCULOS DO TIPO CEGONHEIRO O CASO DE FORTALEZA-CE Waldemiro de Aquino Pereira Neto Marcos José Timbó Lima Gomes Nadja Glheuca

Leia mais

Departamento de Eng. Produção. Engenharia de Tráfego

Departamento de Eng. Produção. Engenharia de Tráfego Departamento de Eng. Produção Engenharia de Tráfego Prof. Dr. Rodrigo de Alvarenga Rosa rodrigoalvarengarosa@gmail.com (27) 9941-3300 1 Semáforos 2 1 Conceitos Sinalização semafórica - subsistema da sinalização

Leia mais

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação PROPOSTA DE QUALIFICAÇÃO DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA NO BRASIL Brasília, Junho/2004

Leia mais

SP 01/06/92 NT 146/92. Justificativa da Necessidade de Reavaliação dos Critérios de Instalação de Semáforos. Núcleo de Estudos de Tráfego

SP 01/06/92 NT 146/92. Justificativa da Necessidade de Reavaliação dos Critérios de Instalação de Semáforos. Núcleo de Estudos de Tráfego SP 01/06/92 NT 146/92 Justificativa da Necessidade de Reavaliação dos Critérios de Instalação de Semáforos Núcleo de Estudos de Tráfego Situação Atual A cada ano 250 novos semáforos são instalados em São

Leia mais

Mobilidade na Vistoria e Entrega de Obras

Mobilidade na Vistoria e Entrega de Obras Mobilidade na Vistoria e Entrega de Obras Sumário 1. Introdução... 03 2. Vistoria e Entrega com auxílio de tecnologias móveis - Mobuss Construção.......... 05 3. Construção.... 10 4. Inspeção Final.. 12

Leia mais

GRUPO COM 04 PESSOAS

GRUPO COM 04 PESSOAS Departamento de Transportes Engenharia de Tráfego TT056 TRABALHO II ESTUDO DE FILAS EM INTERSEÇÕES NÃO SEMAFORIZADAS GRUPO COM 04 PESSOAS Profa.Márcia de Andrade Pereira Bernardinis TRABALHO II 1. Escolha

Leia mais

Gerenciamento Ativo de Tráfego: Avaliação das Condições Operacionais em Trecho de Uso do Acostamento como Faixa de Tráfego

Gerenciamento Ativo de Tráfego: Avaliação das Condições Operacionais em Trecho de Uso do Acostamento como Faixa de Tráfego Gerenciamento Ativo de Tráfego: Avaliação das Condições Operacionais em Trecho de Uso do Acostamento como Faixa de Tráfego Técnicas de gerenciamento de tráfego apoiadas em informações obtidas em tempo

Leia mais

Aula 11. Sinalização semafórica: programação semafórica

Aula 11. Sinalização semafórica: programação semafórica Universidade Presbiteriana Mackenzie Escola de Engenharia Depto. de Engenharia Civil 2 0 semestre de 2016 Aula 11 Sinalização semafórica: programação semafórica 11. Programação semafórica 11.1. Introdução

Leia mais

Plano de Mobilidade de Praia da Vitória Propostas de Intervenção

Plano de Mobilidade de Praia da Vitória Propostas de Intervenção Plano de Mobilidade Plano de Mobilidade de Praia da de Praia da Vitória Vitória Propostas de Intervenção Propostas de Intervenção 16 11-09 Apresentação Resumo Diagnóstico Propostas de Intervenção Solução

Leia mais

Aula 7. Relações básicas: volume, densidade e velocidade

Aula 7. Relações básicas: volume, densidade e velocidade Universidade Presbiteriana Mackenzie Escola de Engenharia Depto. de Engenharia Civil 1 0 semestre de 2.013 Aula 7 Relações básicas: volume, densidade e velocidade 7.1. Relações básicas: modelo linear de

Leia mais

ESTRATÉGIAS PARA ADAPTAÇÃO DA OFERTA À PROCURA NUMA REDE DE METRO SEM GRANDES INVESTIMENTOS

ESTRATÉGIAS PARA ADAPTAÇÃO DA OFERTA À PROCURA NUMA REDE DE METRO SEM GRANDES INVESTIMENTOS XI Congresso Nacional da ADFERSIT Os Transportes, a Energia e o Ambiente ESTRATÉGIAS PARA ADAPTAÇÃO DA OFERTA À PROCURA NUMA REDE DE METRO SEM GRANDES INVESTIMENTOS Pedro Vazão de Almeida (Engenheiro reformado)

Leia mais

Rede Cicloviária de Moema uma experiência inicial.

Rede Cicloviária de Moema uma experiência inicial. Rede Cicloviária de Moema uma experiência inicial. AUTORES: Bruno Cosenza Botelho Nogueira (1) ; Edmundo José Moraes Negrão da Silva (1) ; Maria Ermelina Brosch Malatesta (1) (1) Companhia de Engenharia

Leia mais

Otimizar a água nos centros comerciais

Otimizar a água nos centros comerciais Otimizar a água nos centros comerciais Otimizar a água nos centros comerciais A Sonae Sierra necessita de energia, de água e de matéria-prima não renovável para que seja possível construir e operar os

Leia mais

ESTUDO DA VIABILIDADE ENERGÉTICA DE IMPLANTAÇÃO DE UMA USINA EÓLICA DE 100 KW PARA ABASTECER UMA COMUNIDADE RURAL ISOLADA 1

ESTUDO DA VIABILIDADE ENERGÉTICA DE IMPLANTAÇÃO DE UMA USINA EÓLICA DE 100 KW PARA ABASTECER UMA COMUNIDADE RURAL ISOLADA 1 ESTUDO DA VIABILIDADE ENERGÉTICA DE IMPLANTAÇÃO DE UMA USINA EÓLICA DE 100 KW PARA ABASTECER UMA COMUNIDADE RURAL ISOLADA 1 Felipe Alex Trennepohl 2, Leandro Becker Kehler 3. 1 Estudo realizado para a

Leia mais

CONTAGEM DE CICLISTAS ÁGUAS CLARAS

CONTAGEM DE CICLISTAS ÁGUAS CLARAS CONTAGEM DE CICLISTAS ÁGUAS CLARAS Cruzamento Rua das Pitangueiras x Avenida das Araucárias Segunda-feira, 05 de setembro de 2016 1 INTRODUÇÃO Com o objetivo de fomentar o uso do metrô, propondo intervenções

Leia mais

Empreitada n.º Execução das Redes de Saneamento de Benavente Cerrado das Águas Vale Tripeiro - Benavente

Empreitada n.º Execução das Redes de Saneamento de Benavente Cerrado das Águas Vale Tripeiro - Benavente Dono de Obra Entidade Executante AR Águas do Ribatejo, EM, S.A. PROTECNIL - Sociedade Técnica de Construções, S.A. PROJECTO DE SINALIZAÇÃO TEMPORÁRIA DE SEGURANÇA A IMPLEMENTAR NA EMPREITADA Empreitada

Leia mais

ANÁLISE DA CAPACIDADE EM CRUZAMENTOS NO MUNICÍPIO DE PONTE NOVA-MG. Lucas Maciel de Aguiar Sérgio Pacífico Soncim Universidade Federal de Itajubá

ANÁLISE DA CAPACIDADE EM CRUZAMENTOS NO MUNICÍPIO DE PONTE NOVA-MG. Lucas Maciel de Aguiar Sérgio Pacífico Soncim Universidade Federal de Itajubá ANÁLISE DA CAPACIDADE EM CRUZAMENTOS NO MUNICÍPIO DE PONTE NOVA-MG Lucas Maciel de Aguiar Sérgio Pacífico Soncim Universidade Federal de Itajubá RESUMO O objetivo desse trabalho foi desenvolver uma proposta

Leia mais

Urbanismo,Transportes Vias de Comunicação Area de Especialização DEC-FCTUC

Urbanismo,Transportes Vias de Comunicação Area de Especialização DEC-FCTUC Urbanismo,s Vias de Comunicação Area de Especialização DEC-FCTUC UTVC Urbanismo,s e Vias de Comunicação ÁREAS TEMÁTICAS Tráfego e s Vias de Comunicação Sistemas de Gestão de Cidades e Infraestruturas Urbanismo

Leia mais

CP poderá poupar cinco milhões com condução económica

CP poderá poupar cinco milhões com condução económica 6/16/2016 CP poderá poupar cinco milhões com condução económica Tese de Mestrado em Planeamento e Operação de Transportes no IST desenvolve protótipo de sistema de apoio à condução ferroviária que, dando

Leia mais

INTRODUÇÃO À ENGENHARIA CIVIL

INTRODUÇÃO À ENGENHARIA CIVIL ESCOLA POLITÉCNICA DA USP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ESTRUTURAS E FUNDAÇÕES DEFESA DE TESE PROGRAMA DE DOUTORADO ENGENHARIA DE ESTRUTURAS 0313101 APRIMORAMENTO DE UM CURSO DE ENGENHARIA INTRODUÇÃO À

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE CARAPICUÍBA PLANO DE ENSINO

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE CARAPICUÍBA PLANO DE ENSINO FACULDADE DE TECNOLOGIA DE CARAPICUÍBA PLANO DE ENSINO 1º semestre de 2010 Curso: Logística e Transportes Disciplina: Tráfego e trânsito Sigla: Carga Horária Carga Horária Modalidade: Período: Matutino

Leia mais

Empreitada n.º Execução das Redes de Saneamento de Benavente Avenida Egas Moniz Samora Correia

Empreitada n.º Execução das Redes de Saneamento de Benavente Avenida Egas Moniz Samora Correia Dono de Obra Entidade Executante AR Águas do Ribatejo, EM, S.A. PROTECNIL - Sociedade Técnica de Construções, S.A. PROJECTO DE SINALIZAÇÃO TEMPORÁRIA DE SEGURANÇA A IMPLEMENTAR NA EMPREITADA Empreitada

Leia mais

Plano de mobilidade urbana de carga: proposta e desafios para as cidades brasileiras. Leise Kelli de Oliveira UFMG

Plano de mobilidade urbana de carga: proposta e desafios para as cidades brasileiras. Leise Kelli de Oliveira UFMG Plano de mobilidade urbana de carga: proposta e desafios para as cidades brasileiras Leise Kelli de Oliveira UFMG Distribuição Urbana de Mercadorias n Entrega ou Coleta de mercadorias no ambiente urbano

Leia mais

Determinação Volume Tráfego

Determinação Volume Tráfego Departamento de Eng. Produção Engenharia de Tráfego Prof. Dr. Rodrigo de Alvarenga Rosa rodrigoalvarengarosa@gmail.com (27) 9941-3300 1 Determinação Volume Tráfego 2 1 - VMDa (AADT) - Volume médio diário

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DE DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO VERTICAL E HORIZONTAL PARA REDUÇÃO DE ACIDENTES: ESTUDO DE CASO DE INTERVENÇÕES NA RODOVIA MG

AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DE DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO VERTICAL E HORIZONTAL PARA REDUÇÃO DE ACIDENTES: ESTUDO DE CASO DE INTERVENÇÕES NA RODOVIA MG AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DE DISPOSITIVOS DE SINALIZAÇÃO VERTICAL E HORIZONTAL PARA REDUÇÃO DE ACIDENTES: ESTUDO DE CASO DE INTERVENÇÕES NA RODOVIA MG 050 Rogério D Avila UFMG - Brasil Guilherme Cardoso

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES SINALIZAÇÃO E SEGURANÇA NO TRANSPORTE FERROVIÁRIO

AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES SINALIZAÇÃO E SEGURANÇA NO TRANSPORTE FERROVIÁRIO AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES SINALIZAÇÃO E SEGURANÇA NO TRANSPORTE FERROVIÁRIO São Paulo 14 de Agosto de 2007 HISTÓRICO DO SETOR FERROVIÁRIO DE TRANSPORTES - ATÉ A DÉCADA DE 40: FERROVIA

Leia mais

ANEXO I : CRITÉRIOS DE SELEÇÃO PARA O INGRESSO NO MESTRADO E DOUTORADO DIRETRIZES BÁSICAS USADAS NO PROCESSO SELETIVO DO MESTRADO

ANEXO I : CRITÉRIOS DE SELEÇÃO PARA O INGRESSO NO MESTRADO E DOUTORADO DIRETRIZES BÁSICAS USADAS NO PROCESSO SELETIVO DO MESTRADO ANEXO I : CRITÉRIOS DE SELEÇÃO PARA O INGRESSO NO MESTRADO E DOUTORADO O programa de Pós-Graduação em Engenharia Química (PPGEQ) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) aplicará os critérios

Leia mais

FACULDADE HORIZONTINA - FAHOR PAE - PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS

FACULDADE HORIZONTINA - FAHOR PAE - PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS FACULDADE HORIZONTINA - FAHOR PAE - PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS HORIZONTINA - RS 2011 PAE Programa de Acompanhamento de Egressos I HISTÓRICO Desde 2006, ano em que formou a sua primeira turma,

Leia mais

PLANO DE RELACIONAMENTO NTO COM OS AGENTES PARA DESENVOLVIMENTO DE TEMAS RELACIONADOS À PREVISÃO E ACOMPANHAMENTO DA CARGA - CRIAÇÃO DE COMISSÃO

PLANO DE RELACIONAMENTO NTO COM OS AGENTES PARA DESENVOLVIMENTO DE TEMAS RELACIONADOS À PREVISÃO E ACOMPANHAMENTO DA CARGA - CRIAÇÃO DE COMISSÃO PLANO DE RELACIONAMENTO NTO COM OS AGENTES PARA DESENVOLVIMENTO DE TEMAS RELACIONADOS À PREVISÃO E ACOMPANHAMENTO DA CARGA - CRIAÇÃO DE COMISSÃO DE ESTUDOS DE PREVISÃO E ACOMPANHAMENTO DA CARGA - CEPAC

Leia mais

LOTEAMENTO GRAN FLORATTA RESIDENCIAL BAURU

LOTEAMENTO GRAN FLORATTA RESIDENCIAL BAURU LOTEAMENTO GRAN FLORATTA RESIDENCIAL BAURU ESTUDO DE IMPACTO NO TRÁFEGO Loteamento Fazenda Flores SPE Ltda ABRIL / 2015 1 INDICE INTRODUÇÃO...2 1. EMPREENDIMENTO...3 1.1 ATIVIDADES E DIMENSÕES...3 1.2

Leia mais

Estruturas de Dados 2

Estruturas de Dados 2 Estruturas de Dados 2 Análise Empírica de Algoritmos IF64C Estruturas de Dados 2 Engenharia da Computação Prof. João Alberto Fabro - Slide 1/13 Análise da Eficiência de Algoritmos: Velocidade de Execução;

Leia mais

Empreitada n.º Execução das Redes de Saneamento de Benavente Avenida António Calheiros Lopes Benavente 3º prolongamento

Empreitada n.º Execução das Redes de Saneamento de Benavente Avenida António Calheiros Lopes Benavente 3º prolongamento Dono de Obra Entidade Executante AR Águas do Ribatejo, EM, S.A. PROTECNIL - Sociedade Técnica de Construções, S.A. PROJECTO DE SINALIZAÇÃO TEMPORÁRIA DE SEGURANÇA A IMPLEMENTAR NA EMPREITADA Empreitada

Leia mais

Formulário de Informações Complementares

Formulário de Informações Complementares Formulário de Informações Complementares BTG PACTUAL ABSOLUTO FIQ FIA 09.120.774/0001-20 Outubro 2015 A PRESENTE INSTITUIÇÃO ADERIU AO CÓDIGO ANBIMA DE REGULAÇÃO E MELHORES PRÁTICAS PARA OS FUNDOS DE INVESTIMENTO.

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE UM SOFTWARE GRATUITO PARA ANÁLISE E PROJETO DE COLUNAS DE DESTILAÇÃO

UTILIZAÇÃO DE UM SOFTWARE GRATUITO PARA ANÁLISE E PROJETO DE COLUNAS DE DESTILAÇÃO UTILIZAÇÃO DE UM SOFTWARE GRATUITO PARA ANÁLISE E PROJETO DE COLUNAS DE DESTILAÇÃO Sávia Del Vale TERRA 1 ; João Lameu SILVA JUNIOR 2 ; Rejane Barbosa SANTOS 3 RESUMO A destilação é o processo de separação

Leia mais

Empreitada n.º Execução das Redes de Saneamento de Benavente Avenida António Calheiros Lopes Benavente 7º prolongamento

Empreitada n.º Execução das Redes de Saneamento de Benavente Avenida António Calheiros Lopes Benavente 7º prolongamento Dono de Obra Entidade Executante AR Águas do Ribatejo, EM, S.A. PROTECNIL - Sociedade Técnica de Construções, S.A. PROJECTO DE SINALIZAÇÃO TEMPORÁRIA DE SEGURANÇA A IMPLEMENTAR NA EMPREITADA Empreitada

Leia mais

2.1. Construção da Pista

2.1. Construção da Pista 2 Malha de Controle Para que se possa controlar um dado sistema é necessário observar e medir suas variáveis de saída para determinar o sinal de controle, que deve ser aplicado ao sistema a cada instante.

Leia mais

Resultados obtidos nas medições.

Resultados obtidos nas medições. Resultados obtidos nas medições. Os dados na sequência representam dois ensaios de aquecimento da água no reservatório de 200 litros de duas formas distintas. No primeiro aquecimento se faz o ensaio do

Leia mais

CURVAS DE AGREGAÇÃO DE RECURSOS: UMA ANÁLISE DE SITUAÇÕES REAIS EM OBRAS RESIDENCIAIS

CURVAS DE AGREGAÇÃO DE RECURSOS: UMA ANÁLISE DE SITUAÇÕES REAIS EM OBRAS RESIDENCIAIS CURVAS DE AGREGAÇÃO DE RECURSOS: UMA ANÁLISE DE SITUAÇÕES REAIS EM OBRAS RESIDENCIAIS Lucia Bressiani (1); (2) Humberto Ramos Roman; (3) Luiz F. M. Heineck (1) Departamento de Engenharia de Civil Faculdade

Leia mais

Empreitada n.º Execução das Redes de Saneamento de Benavente Avenida Egas Moniz troço até à Estrada das Sesmarias Samora Correia 9º prolongamento

Empreitada n.º Execução das Redes de Saneamento de Benavente Avenida Egas Moniz troço até à Estrada das Sesmarias Samora Correia 9º prolongamento Dono de Obra Entidade Executante AR Águas do Ribatejo, EM, S.A. PROTECNIL - Sociedade Técnica de Construções, S.A. PROJECTO DE SINALIZAÇÃO TEMPORÁRIA DE SEGURANÇA A IMPLEMENTAR NA EMPREITADA Empreitada

Leia mais

POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL

POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL Informação Pública 13/5/2016 ÍNDICE 1 OBJETIVO... 3 2 ABRANGÊNCIA... 3 3 REFERÊNCIA... 3 4 CONCEITOS... 3 5 DIRETRIZES... 4 6 RESPONSABILIDADES... 7 7 INFORMAÇÕES DE CONTROLE... 10 13/5/2016 Informação

Leia mais

Avaliação dos efeitos da implantação de faixas exclusivas em SP: tempo de viagem, consumo de combustível e emissões de poluentes - 1ª etapa -

Avaliação dos efeitos da implantação de faixas exclusivas em SP: tempo de viagem, consumo de combustível e emissões de poluentes - 1ª etapa - Avaliação dos efeitos da implantação de faixas exclusivas em SP: tempo de viagem, consumo de combustível e emissões de poluentes - 1ª etapa - São Paulo, Agosto de 2014 Organização Não Governamental fundada

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE CAMPI JOÃO CÂMARA RATIONAL UNIFIED PROCESS - RUP

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE CAMPI JOÃO CÂMARA RATIONAL UNIFIED PROCESS - RUP 1 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE CAMPI JOÃO CÂMARA RATIONAL UNIFIED PROCESS - RUP Nickerson Fonseca Ferreira nickerson.ferreira@ifrn.edu.br Introdução 2 Modelo

Leia mais

RESULTADO PRELIMINAR DA IMPLANTAÇÃO DO HORÁRIO DE VERÃO 2008/2009

RESULTADO PRELIMINAR DA IMPLANTAÇÃO DO HORÁRIO DE VERÃO 2008/2009 RESULTADO PRELIMINAR DA IMPLANTAÇÃO DO HORÁRIO DE VERÃO 2008/2009 2009/ONS Todos os direitos reservados. Qualquer alteração é proibida sem autorização. ONS NT- 016/2009 RESULTADO PRELIMINAR DA IMPLANTAÇÃO

Leia mais

Seminário de Mobilidade Urbana e Acessibilidade 23/11/2016

Seminário de Mobilidade Urbana e Acessibilidade 23/11/2016 Seminário de Mobilidade Urbana e Acessibilidade 23/11/2016 Lei de Uso e Ocupação do Solo Paulo Roberto Secretário de Planejamento Ponte Nova 31 99989-1636 23/11/2016 Mobilidade Urbana: é a condição em

Leia mais

Prêmio Nacional de Inovação

Prêmio Nacional de Inovação Prêmio Nacional de Inovação 2013 Caderno de Avaliação Categoria EMPRESA: Agentes Locais de Inovação Método: Esta dimensão visa facilitar o entendimento de como estão sendo utilizados sistemas, métodos

Leia mais

Quadro de Organização Curricular

Quadro de Organização Curricular Lei Federal n o 9394/96 Resoluções CNE/CEB nº 6/12 e 3/08, alterada pela Resolução CNE/CEB nº4/12 LEGISLAÇÃO Quadro de Organização Curricular UNIDADES CURRICULARES SEMESTRES CARGA HORÁRIA TOTAL 1 º 2 º

Leia mais

A Logística Urbana para a melhoria da Mobilidade nas cidades brasileiras. Prof. Leise Kelli de Oliveira DETG

A Logística Urbana para a melhoria da Mobilidade nas cidades brasileiras. Prof. Leise Kelli de Oliveira DETG A Logística Urbana para a melhoria da Mobilidade nas cidades brasileiras DETG 5,69 5,39 4,92 4,83 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Importância da mobilidade urbana Aumento

Leia mais

Pesquisa Distribuição Urbana de Mercadorias

Pesquisa Distribuição Urbana de Mercadorias www.fdc.org.br Núcleos de Pesquisa e Desenvolvimento Pesquisa Distribuição Urbana de Mercadorias - 2017 Núcleo de Logística, Supply Chain e Infraestrutura Equipe Coordenadores Leise Kelli de Oliveira (UFMG)

Leia mais

PROJECTO DE SINALIZAÇÃO TEMPORÁRIA DE SEGURANÇA A IMPLEMENTAR NA EMPREITADA

PROJECTO DE SINALIZAÇÃO TEMPORÁRIA DE SEGURANÇA A IMPLEMENTAR NA EMPREITADA Dono de Obra AR Águas do Ribatejo, EM, S.A. Entidade Executante Consórcio: PROTECNIL - Sociedade Técnica de Construções, S.A. e PEOP Projecto e Execução de Obras Publicas, Lda. PROJECTO DE SINALIZAÇÃO

Leia mais

APTIDÃO PARA A SILVICULTURA DE EUCALIPTO NAS DIFERENTES REGIÕES DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO. Documento Síntese

APTIDÃO PARA A SILVICULTURA DE EUCALIPTO NAS DIFERENTES REGIÕES DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO. Documento Síntese APTIDÃO PARA A SILVICULTURA DE EUCALIPTO NAS DIFERENTES REGIÕES DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Documento Síntese Coordenação Apoio Institucional Vitória ES 2015 1 APTIDÃO PARA A SILVICULTURA DE EUCALIPTO

Leia mais

O USO DO CONTROLE ESTATÍSTICO DE PROCESSOS PARA MELHORAR O DESEMPENHO DAS EMPRESAS DE SANEAMENTO

O USO DO CONTROLE ESTATÍSTICO DE PROCESSOS PARA MELHORAR O DESEMPENHO DAS EMPRESAS DE SANEAMENTO 1 O USO DO CONTROLE ESTATÍSTICO DE PROCESSOS PARA MELHORAR O DESEMPENHO DAS EMPRESAS DE SANEAMENTO Tema V: Institucionalização do setor. Organização e gestão dos Serviços Autônomos de Saneamento. Formulação

Leia mais

Os processos de segurança da informação devem assegurar a integridade, a disponibilidade e a confidencialidade dos ativos de informação da Apex.

Os processos de segurança da informação devem assegurar a integridade, a disponibilidade e a confidencialidade dos ativos de informação da Apex. 1 POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Disposições Gerais Os sistemas de informação, a infraestrutura tecnológica, os arquivos de dados e as informações internas ou externas, são considerados importantes

Leia mais

Posicionamento Consultoria De Segmentos Norma Regulamentadora Nº 9 - Descrição das medidas de controles já existentes

Posicionamento Consultoria De Segmentos Norma Regulamentadora Nº 9 - Descrição das medidas de controles já existentes Norma Regulamentadora Nº 9 - Descrição das medidas de controles já existentes 04/04/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação...

Leia mais

2 O Processo de Avaliação de Recursos de Petróleo Não Descobertos

2 O Processo de Avaliação de Recursos de Petróleo Não Descobertos 2 O Processo de Avaliação de Recursos de Petróleo Não Descobertos Antes do processo de exploração de recursos não descobertos, são as atividades de prospecção de petróleo que identificam regiões que pela

Leia mais

SP 01/07/92 NT 150/92. Custos de Sinalização. Núcleo de Estudos de Tráfego. 1. Introdução

SP 01/07/92 NT 150/92. Custos de Sinalização. Núcleo de Estudos de Tráfego. 1. Introdução SP 01/07/92 NT 150/92 Custos de Sinalização Núcleo de Estudos de Tráfego 1. Introdução Neste trabalho procura-se quantificar as vantagens e desvantagens das diversas possibilidades ou alternativas de sinalização,

Leia mais

Técnica de análise de conflitos

Técnica de análise de conflitos NT 210 Técnica de análise de conflitos Engº Sun Hsien Ming 1. Apresentação Tendo em vista a importância cada vez maior da análise de conflitos, julgou-se útil divulgar alguns conceitos e resultados constantes

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO DE BACABEIRA-MA - Plano de Trabalho - PLANO DE TRABALHO. Bacabeira-MA

PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO DE BACABEIRA-MA - Plano de Trabalho - PLANO DE TRABALHO. Bacabeira-MA PLANO DE TRABALHO Bacabeira-MA 2015 1. INTRODUÇÃO O presente Plano de Trabalho refere-se ao contrato firmado entre a Prefeitura Municipal de Bacabeira e a empresa de consultoria especializada de razão

Leia mais

Planejamento integrado em 4D. Metodologia BIM de planejamento e controle de obras, com integração através do REVIT, PRIMAVERA e NAVISWORKS

Planejamento integrado em 4D. Metodologia BIM de planejamento e controle de obras, com integração através do REVIT, PRIMAVERA e NAVISWORKS Planejamento integrado em 4D Metodologia BIM de planejamento e controle de obras, com integração através do REVIT, PRIMAVERA e NAVISWORKS A GDP Gerenciamento e Desenvolvimento de Projetos nasceu da convicção

Leia mais

EFICIÊNCIA OPORTUNIDADES NO ENSINO PRESENCIAL. Américo Matiello

EFICIÊNCIA OPORTUNIDADES NO ENSINO PRESENCIAL. Américo Matiello EFICIÊNCIA OPORTUNIDADES NO ENSINO PRESENCIAL Américo Matiello Focos de Eficiência Canal Campus 3 grupos representam 78% do total de custos e despesas previstos em 2015 no Canal Presencial Cada grupo possui

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O TOKYO-MITSUBISHI UFJ MIX FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA CRÉDITO PRIVADO

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O TOKYO-MITSUBISHI UFJ MIX FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA CRÉDITO PRIVADO LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O TOKYO-MITSUBISHI UFJ MIX FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA CRÉDITO PRIVADO 02.129.653/0001-09 Informações referentes a Setembro de 2016 Esta lâmina contém um resumo

Leia mais

Customização e Implantação da Solução Project Explorer para CNI Versão em Espanhol

Customização e Implantação da Solução Project Explorer para CNI Versão em Espanhol Customização e Implantação da Solução Project Explorer para CNI Versão em Espanhol Brasília 06/11/2008 CDIS Empresa especializada em desenvolvimento de sistemas e consultoria em gerência de projetos SUMÁRIO

Leia mais

ESTIMATIVA DE RADIAÇÃO SOLAR NA REGIÃO DO MACIÇO DE BATURITÉ: ABORDAGEM VIA REDES NEURAIS ARTIFICIAIS.

ESTIMATIVA DE RADIAÇÃO SOLAR NA REGIÃO DO MACIÇO DE BATURITÉ: ABORDAGEM VIA REDES NEURAIS ARTIFICIAIS. ESTIMATIVA DE RADIAÇÃO SOLAR NA REGIÃO DO MACIÇO DE BATURITÉ: ABORDAGEM VIA REDES NEURAIS ARTIFICIAIS. Arini de Menezes Costa 1, Kaio Martins Ramos 2, Hugo Hermano da Costa Castro 3, Antonio Alisson P.

Leia mais

Uma pesquisa sobre a percepção da legenda DEVAGAR pelos motoristas

Uma pesquisa sobre a percepção da legenda DEVAGAR pelos motoristas O texto a seguir é a reprodução fiel de um trabalho publicado como Nota Técnica 154, pela CET, de São Paulo, em setembro de 1992. A série Nota Técnica é de circulação interna à Companhia e serve para divulgar

Leia mais

8 Conclusões e Sugestões para Trabalhos Futuros

8 Conclusões e Sugestões para Trabalhos Futuros 8 Conclusões e Sugestões para Trabalhos Futuros No presente trabalho foi proposta uma metodologia capaz de estimar o valor incremental do mercado de carbono nos projetos que utilizam as fontes renováveis

Leia mais

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Março Semana Operativa de 05/03/2016 11/03/2016 1. APRESENTAÇÃO Na semana de 27/02 a 04/03 ocorreu chuva fraca a moderada nas bacias da região Sul

Leia mais

ISO/IEC Processo de ciclo de vida

ISO/IEC Processo de ciclo de vida ISO/IEC 12207 Processo de ciclo de vida O que é...? ISO/IEC 12207 (introdução) - O que é ISO/IEC 12207? - Qual a finalidade da ISO/IEC 12207? Diferença entre ISO/IEC 12207 e CMMI 2 Emendas ISO/IEC 12207

Leia mais

Faixas Exclusivas de Motocicletas Resultados da Experiência de Implantação para a Segurança Viária em São Paulo

Faixas Exclusivas de Motocicletas Resultados da Experiência de Implantação para a Segurança Viária em São Paulo Faixas Exclusivas de Motocicletas Resultados da Experiência de Implantação para a Segurança Viária em São Paulo GST- Gerência de Segurança no Trânsito DPS- Departamento de Projetos de Segurança Setembro

Leia mais

ATUALIDADE S. Prof. Roberto. Um desafio ATUAL.

ATUALIDADE S. Prof. Roberto. Um desafio ATUAL. ATUALIDADE S Prof. Roberto Um desafio ATUAL. MOBILIDADE URBANA Todas as atividades dependem de um bom deslocamento na cidade! Ir a escola; Ir ao Trabalho; Frequentar uma academia; Usar um posto de saúde;

Leia mais

Intervenções para melhorar mobilidade em cidade de pequeno porte: Estudo em Solânea PB.

Intervenções para melhorar mobilidade em cidade de pequeno porte: Estudo em Solânea PB. Intervenções para melhorar mobilidade em cidade de pequeno porte: Estudo em Solânea PB. Milton Paulo de Souza Filho¹; Romállia Maria Pontes da Silva Medeiros²; ¹Universidade Federal da Paraíba Campus I.

Leia mais

PARECERES DO PROJETO

PARECERES DO PROJETO PARECERES DO PROJETO COMISSÃO DE IMPLANTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO(CEPE) UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COMISSÃO DE

Leia mais

FAZENDO CIDADES FUNCIONAREM PARA AS PESSOAS.

FAZENDO CIDADES FUNCIONAREM PARA AS PESSOAS. FAZENDO CIDADES FUNCIONAREM PARA AS PESSOAS simule a vida real Legion Spaceworks Reconhecido mundialmente como o software líder de mercado em sua categoria, SpaceWorks simula o movimento de pedestres com

Leia mais

BIM - Building Information Modeling Os benefícios do planejamento através da Plataforma BIM

BIM - Building Information Modeling Os benefícios do planejamento através da Plataforma BIM BIM - Building Information Modeling Os benefícios do planejamento através da Plataforma BIM A crescente complexidade e a maior quantidade de sistemas envolvidos na construção civil atualmente exige s mais

Leia mais

4 Exemplos de verificação

4 Exemplos de verificação Exemplos de Verificação 66 4 Exemplos de verificação Neste capitulo são apresentados exemplos para verificar o programa computacional desenvolvido para fluxo 3D em meios porosos saturados ou nãosaturados,

Leia mais

Praça da Bandeira e Estrada Grajaú-Jacarepaguá fecham para simulado de chuva forte neste domingo

Praça da Bandeira e Estrada Grajaú-Jacarepaguá fecham para simulado de chuva forte neste domingo Praça da Bandeira e Estrada Grajaú-Jacarepaguá fecham para simulado de chuva forte neste domingo A Prefeitura do Rio realiza no próximo domingo, dia 6 de novembro, o primeiro exercício simulado de emergência

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade IV GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS

Prof. Marcelo Mello. Unidade IV GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS Prof. Marcelo Mello Unidade IV GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS Gerenciamento de serviços Nas aulas anteriores estudamos: 1) Importância dos serviços; 2) Diferença entre produtos x serviços; 3) Composto de Marketing

Leia mais

1. Avaliação de impacto de programas sociais: por que, para que e quando fazer? (Cap. 1 do livro) 2. Estatística e Planilhas Eletrônicas 3.

1. Avaliação de impacto de programas sociais: por que, para que e quando fazer? (Cap. 1 do livro) 2. Estatística e Planilhas Eletrônicas 3. 1 1. Avaliação de impacto de programas sociais: por que, para que e quando fazer? (Cap. 1 do livro) 2. Estatística e Planilhas Eletrônicas 3. Modelo de Resultados Potenciais e Aleatorização (Cap. 2 e 3

Leia mais

VIX LOGÍSTICA S/A COMITÊ DE GOVERNANÇA CORPORATIVA E GESTÃO DE PESSOAS

VIX LOGÍSTICA S/A COMITÊ DE GOVERNANÇA CORPORATIVA E GESTÃO DE PESSOAS VIX LOGÍSTICA S/A COMITÊ DE GOVERNANÇA CORPORATIVA E GESTÃO DE PESSOAS 1. Objetivo O Comitê de Governança Corporativa e Gestão de Pessoas é um órgão acessório ao Conselho de Administração (CAD) da VIX

Leia mais

INDICADORES SMART. Indicadores SMART

INDICADORES SMART. Indicadores SMART INDICADORES SMART 1 1. Introdução A identificação de Indicadores é de grande utilidade na medida em que evidencia como se vão alcançando os objetivos e os resultados no âmbito da execução de uma determinada

Leia mais

ATENDIMENTO EMISSÃO DE GUIAS

ATENDIMENTO EMISSÃO DE GUIAS 82 5.2 RESULTADO DO PROCESSO 2: SATISFAÇÃO DO USUÁRIO Para controlar este processo foram utilizados os seguintess indicadores: - Atendimento na emissão de guias: visa verificar comoo o beneficiário está

Leia mais

para uma cidade melhor

para uma cidade melhor PLANO DE MOBILIDADE URBANA DE SÃO CARLOS A participação da sociedade A participação da sociedade para uma cidade melhor Problemas urbanos Perda de tempo e dinheiro Viagens sem conforto Maior risco de

Leia mais

Curso de Gestão da Mobildiade Urbana Ensaio Crítico Turma 19 Mobilidade Urbana na Região Metropolitana de Fortaleza

Curso de Gestão da Mobildiade Urbana Ensaio Crítico Turma 19 Mobilidade Urbana na Região Metropolitana de Fortaleza Curso de Gestão da Mobildiade Urbana Ensaio Crítico Turma 19 Mobilidade Urbana na Região Metropolitana de Fortaleza José Nauri Cazuza de Sousa Júnior(*) A mobilidade urbana é um dos principais temas abordados

Leia mais

Resumo Aula-tema 05: Estrutura e Análise das Demonstrações Financeiras I.

Resumo Aula-tema 05: Estrutura e Análise das Demonstrações Financeiras I. Resumo Aula-tema 05: Estrutura e Análise das Demonstrações Financeiras I. Nessa aula, vamos relembrar os métodos de análise do Balanço Patrimonial e da Demonstração do Resultado do Exercício, através da

Leia mais

Definição / Abordagem de Processos

Definição / Abordagem de Processos Definição / Abordagem de Processos Ao longo da história dos processos produtivos e administrativos, as organizações têm crescido em tamanho, complexidade e requisitos. Para assegurar a qualidade, a eficácia

Leia mais

6 ANÁLISE DOS RESULTADOS

6 ANÁLISE DOS RESULTADOS 6 ANÁLISE DOS RESULTADOS A SULGAS iniciou a construção do seu SAD, para o planejamento da distribuição de granéis líquidos, em setembro de 2002. Começando pela análise do seu processo de distribuição,

Leia mais

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 11 Distribuição de Sustentação, Arrasto e Efeito Solo

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 11 Distribuição de Sustentação, Arrasto e Efeito Solo Introdução ao Projeto de Aeronaves Aula 11 Distribuição de Sustentação, Arrasto e Efeito Solo Tópicos Abordados Distribuição Elíptica de Sustentação. Aproximação de Schrenk para Asas com Forma Geométrica

Leia mais

ORIENTAÇÃO TÉCNICA - DISTRIBUIÇÃO PLANO DE CONTIGÊNCIA PARA OPERAÇÃO DO COD

ORIENTAÇÃO TÉCNICA - DISTRIBUIÇÃO PLANO DE CONTIGÊNCIA PARA OPERAÇÃO DO COD 1/6 1. Objetivo O objetivo desta orientação técnica é estabelecer planos de contingência a serem aplicados nos casos de alteração das condições normais de operação do COD, seja por motivo de concentração

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER VALE 4 AÇÕES / Informações referentes a Dezembro de 2016

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER VALE 4 AÇÕES / Informações referentes a Dezembro de 2016 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER VALE 4 AÇÕES 04.889.781/0001-78 Informações referentes a Dezembro de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o SANTANDER FI

Leia mais

MODELAGEM E SIMULAÇÃO

MODELAGEM E SIMULAÇÃO MODELAGEM E SIMULAÇÃO Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Análise da Decisão Pela própria natureza da vida, todos nós devemos continuamente

Leia mais

Introdução controle manual pelo coordenador da disciplina: abordagem conceitual: jogos lúdicos:

Introdução controle manual pelo coordenador da disciplina: abordagem conceitual: jogos lúdicos: 1 Introdução Desde a última década, uma nova forma de ensino na área administrativa tem chamado a atenção por seu espírito inovador, pela forma dinâmica de seu aprendizado e pela criatividade estimulada

Leia mais

ELABORAÇÃO DE PLANO MUNICIPAL DE MOBILIDADE URBANA

ELABORAÇÃO DE PLANO MUNICIPAL DE MOBILIDADE URBANA PROGRAMA MUNICIPAL DE MOBILIDADE URBANA ELABORAÇÃO DE PLANO MUNICIPAL DE MOBILIDADE URBANA PREFEITURA DE CAÇAPAVA DO SUL-RS JULHO DE 2013 Pág. 1 : 5 SRCRETARIA DE MUNICÍPIO DO PLANEJAMENTO E MEIO AMBIENTE

Leia mais

Plano de Gerenciamento de Configuração

Plano de Gerenciamento de Configuração Plano de Gerenciamento de Configuração Controle de Versões Versão Data Autor Notas da Revisão 0.1 29/11/2016 Deborah Araujo Denis Ferreira Ezio Mendonça - Plano de gerenciamento de Configuração Página

Leia mais

USO TÉCNICO DOS PAINÉIS DE MENSAGENS VARIÁVEIS

USO TÉCNICO DOS PAINÉIS DE MENSAGENS VARIÁVEIS USO TÉCNICO DOS PAINÉIS DE MENSAGENS VARIÁVEIS Roberto França Machado* 1 Introdução O Painel de Mensagens Variáveis (PMV) é uma ferramenta útil para orientação aos motoristas e controle de tráfego urbano

Leia mais

10ª SEMANA DE TECNOLOGIA METROVIÁRIA 21 a 24 de setembro de 2004

10ª SEMANA DE TECNOLOGIA METROVIÁRIA 21 a 24 de setembro de 2004 10ª SEMANA DE TECNOLOGIA METROVIÁRIA 21 a 24 de setembro de 2004 AUTOMAÇÃO DE SUBESTAÇÕES: PROPOSTA DE IMPLANTAÇÃO DE SISTEMA SUPERVISÓRIO DE CARGA EM SUBESTAÇÕES RETIFICADORAS DE SISTEMAS DE TRANSPORTE

Leia mais

Manutenção Revisão: 02 Página 1 de 6

Manutenção Revisão: 02 Página 1 de 6 Manutenção Revisão: 02 Página 1 de 6 1. HISTÓRICO DE REVISÕES DATA REVISÃO RESUMO DE ALTERAÇÕES 20.08.2013 00 Emissão inicial. Revisão para maior clareza no texto do documento. Adequação da responsabilidade

Leia mais

Sincronização de semáforos em uma via de tráfego

Sincronização de semáforos em uma via de tráfego Instituto Federal Sul-Rio-Grandense Campus Pelotas - Curso de Engenharia Elétrica Sincronização de semáforos em uma via de tráfego Disciplina: Projeto Integrador II Professor: Renato Neves Allemand Equipe:

Leia mais

FATORES DE INFLUÊNCIA PARA OTIMIZAÇÃO DO NIVEL DE EMISSÃO IRRADIADA DO SISTEMA DE IGNIÇÃO

FATORES DE INFLUÊNCIA PARA OTIMIZAÇÃO DO NIVEL DE EMISSÃO IRRADIADA DO SISTEMA DE IGNIÇÃO Blucher Engineering Proceedings Setembro de 2015, Número 1, Volume 2 FATORES DE INFLUÊNCIA PARA OTIMIZAÇÃO DO NIVEL DE EMISSÃO IRRADIADA DO SISTEMA DE IGNIÇÃO Marcelo Sartori Campi Robert Bosch Ltda. E-mail:

Leia mais