DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ENGENHARIA AMBIENTAL DISCIPLINAS OPTATIVAS

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1 DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ENGENHARIA AMBIENTAL DISCIPLINAS OPTATIVAS CÓDIGO PERÍODO DISCIPLINAS DO OITAVO PERÍODO CRÉDITOS TEÓRICOS PRÁTICOS TOTAL PRÉ -REQUISITOS CO- REQUISITOS ENG Produção mais Limpa ENG Organização Industrial ENG Gerenciamento do Empreendimento da Engenharia ENG Fundamentos de Saúde Pública ENG Gestão do Recurso Ar ENG Gestão de Unidades de Conservação ENG Fontes Alternativas de Energia ENG Barragens

2 Disciplina: PRODUÇÃO MAIS LIMPA ENG Optativa - - Otimização dos processos industriais, visando a redução da geração de resíduos na fonte geradora. O princípio básico da metodologia de Produção Mais Limpa é a aplicação contínua de uma estratégia ambiental de prevenção da poluição na empresa visando não gerar ou minimizar a geração de resíduos. Elaboração de Programa de produção mais limpa. Metodologia do PNUMA para produção mais limpa. Possibilitar conhecer a metodologia da Produção mais Limpa da UNEP; Desenvolver habilidades na identificação, visualização e aplicação sistemática e contínua de estratégias de P+L nos processos da empresa. Módulo 1 Introdução à metodologia da Produção mais Limpa Módulo 2 Diagnóstico ambiental Módulo 3 Balanço material e energia Módulo 4 Geração de opções de P+L Módulo 5 Geração de opções de P+L Módulo 6 Oficina de P+L; Avaliação ALVES, J. S. PALOMBO, C. R. Prevenção a poluição: manual para a implementação do programa.. São Paulo: CETESB GOMES, J. A et al.. Proposta para prevenção à poluição. Disseminação dos conceitos de P2 na CETESB. São Paulo: CETESB, GOMES, J. A et al. Curso pró-regional: noções de prevenção à poluição (P2) e ferramentas de gestão ambiental. São Paulo: CETESB, UNIDO/UNEP Manual (a). Cleaner Production Assesment Manual. Part One. Introduction to Cleaner Production. Draft, 30 June 1995a. UNIDO/UNEP Manual (b). Cleaner Production Assesment Manual. Part Four. Draft, 30 June b. UNIDO/UNEP Manual (c). Cleaner Production Assesment Manual. Part Four. Phase I, Planning and Organization. Draft, 30 June 1995c. UNIDO/UNEP Manual (d). Cleaner Production Assesment Manual. Part Four. Phase V, Implementation. Draft, 30 June 1995d. VACHON, D. Checklist de gerenciamento ambiental e questionário de avaliação. In: SEMINÁRIO PARTICIPATIVO ações de controle e prevenção à poluição nas indústrias. São Paulo, 1997, Anais... São Paulo: SMA/CETESB, Módulo 3, Ap. A EPA (Washington) Facility polluition prevention guide. Ohio:EPA, 1992, 143 p. (EPA 600/R-92/088) FUNDAÇÃO VANZOLINI (Ed.) : Prevenção de resíduos na fonte e economia de água e energia. 1 ed. vol. 1. São Paulo: Fundação Vanzolini

3 Disciplina: ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL ENG Optativa - - Estruturas de organização industrial. Abordagens tradicionais e contemporâneas da organização industrial. Organização dos recursos produtivos industriais. Aprendizagem e inovação industrial. Dominar os conhecimentos básicos necessários à atividade de organização industrial. OBJETIVO ESPECÍFICOS Desenvolver a capacidade para entender a organização empresarial. Caracterizar os processos produtivos. Compreender a estrutura e a dinâmica organizacional do trabalho. Organização Empresarial: evolução da organização de uma empresa industrial. Organização típica de uma empresa industrial de porte médio. Fluxo de informações e de produção. Organização de uma empresa prestadora de serviços. Organização estratégica da produção: o papel estratégico da função produção, nas organizações. Objetivos estratégicos de desempenho da produção. A formulação da estratégias de produção. Priorização objetivos de desempenho: a influência do consumidor, objetivos qualificadores e ganhadores de pedidos, influência do ciclo de vida do produto/serviço. Sistemas de produção: proposta de classificação de Wemmerlöv. Proposta de classificação de Hayes & Wheelwright. Tipos de processos em manufatura: processos de projeto, processos de jobbing, processos em lotes, processos de produção em massa, processos contínuos. Estruturas de organização do trabalho. A divisão do trabalho. A administração científica. A abordagem tradicional Taylorista/Fordista. Abordagem sociotécnica do trabalho. A abordagem japonesa. A organização qualificante. As abordagens comportamentais. O empowerment. A organização da tecnologia de processo: Tecnologia de processamento de materiais. Tecnologia de processamento de informações. Tecnologia de processamento de consumidores. FLEURY, A.C.C. & FLEURY, M.T.L. Aprendizagem e inovação organizacional: as experiências de Japão, Coréia e Brasil, 2. ed. São Paulo: Editora Atlas, RUSSOMANO, V. H.. Planejamento e controle da produção. 6 ed. São Paulo: Editora Pioneira, SLACK, N. et al.. Administração da produção. São Paulo: Atlas, CONTADOR, J. C. et al. Gestão de operações., São Paulo: Edgard Blücher Ltda, FLEURY, A.C.C. & VARGAS, N. Organização do trabalho. São Paulo: Atlas, 1994.

4 Disciplina: GERENCIAMENTO DO EMPREENDIMENTO DE ENGENHARIA ENG Optativa - - O empreendimento de Engenharia Ambiental: planejamento, gerenciamento e controle econômico e financeiro. Capacitar-se para as atividades de concepção e gerenciamento de empreendimentos de engenharia. OBJETIVO ESPECÍFICOS Transmitir conceitos teóricos e experiências práticas de planejamento empresarial, com ênfase no empreendimento de Engenharia. Capacitar-se para a utilização de técnicas que instruem os procedimentos de tomadas de decisão através de simulação de casos. Preparar os alunos para a utilização de softwares aplicados a modelagem e análise de empreendimentos Noções de macro economia flutuação de taxas de câmbio. O mercado financeiro produtos, serviços e oportunidades. Noções de matemática financeira. Análise de empreendimentos e estudos de viabilidade técnico econômico - financeira de empreendimentos de engenharia. As organizações empresariais na área de Engenharia : setores de atuação, o papel do Engenheiro na empresa, fontes de financiamento para empreendimentos de Engenharia. O empreendimento de Engenharia: geração, desenvolvimento, licitação, contratação e execução. Gerenciamento de empreendimentos: as relações cliente / empreiteiro / gerenciador/ financiador - planejamento e controle do empreendimento. Comparação entre investimentos especulativos e produtivos tomada de decisão, estudos de casos. LAPPONI, J. Avaliação de projetos de investimentos. São Paulo: LTC, 1996 LUQUET, M. Guia valor econômico de finanças pessoais. São Paulo: Globo, 2000 PESSOA, S. Gerenciamento de empreendimentos. Florianópolis: Insular, ESCRIVÃO FILHO, E. Gerenciamento na Construção Civil. São Carlos, EESC/USP, FORTUNA, E. Mercado financeiro: produtos e serviços. Rio de Janeiro: Qualitymark, LIMMER,C.V. Planejamento, orçamentação e controle de projetos e obras. Rio de Janeiro, LTC Ed.,1997. MORAES, M. et al. Aplicação de métodos de análise de viabilidade de empreendimentos no setor da construção civil. Projeto Final UFG, 1999 SAYAD, João O dolar. São Paulo: Publifolha, 2001 (Folha explica) SOUZA, R. et al. Sistema de gestão da qualidade para empresas construtoras. São Paulo, PINI SOUZA, R. et al. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. São Paulo, PINI, 1996.

5 Disciplina: FUNDAMENTOS DE SAÚDE PÚBLICA ENG Optativa - - : Conhecer os fundamentos da Saúde Pública, dando ênfase à epidemiologia e Saneamento, e sua associação com a Engenharia Ambiental. OBJETIVOS Conhecer a história das doenças e os meios para a correspondente prevenção. Conhecer as características dos hospedeiros e dos agentes de doença, bem como as relações que estabelecem entre si. Conhecer os diferentes componentes do ecossistema, com ênfase para o papel exercido pelo meio ambiente sobre agentes de doenças e hospedeiros. Identificar a influência sócio-econômica-cultural no contexto da qualidade de vida da população humana. Compreender os mecanismos utilizados pelos agentes no processo de doença e as conseqüências dos correspondentes agravos. Conhecer os recursos disponíveis para a descoberta (identificação) da doença onde quer que ela se encontre nas populações e os correspondentes instrumentos de prevenção. : Introdução ao estudo da Epidemiologia (Histórico; Definições e Objetivos). Conceitos básicos em Epidemiologia. Doença (História natural; Fatores determinantes na ocorrência). Indicadores Epidemiológicos. Transmissão e manutenção de doenças (Conseqüências da transmissão; Mecanismos ou vias de transmissão). Métodos de descrição de doenças no tempo e espaço. Vigilância Epidemiológica (Propósitos e funções; Coleta de dados e informações; Processamento e análise dos dados). Vigilância Sanitária (Objetivos e funções; Instrumentos para a ação; Sistema Nacional de Vigilância Sanitária). Noções básicas de saneamento. BIBLIOGRAFIA BASICA FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE. Manual de saneamento. 3. ed. rev. Brasília : FUNASA, 2004.* FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE. Guia de vigilância epidemiológica. Vol I. 5. ed. Brasília. FUNASA, ROUQUAVROL, M. Z.; ALMEIDA FILHO, N. M. de. Epidemiologia e saúde. 6 ed. Rio de Janeiro: Medsi, 2003.* MEDRONHO R. A. Epidemiologia. São Paulo: Editora Atheneu, PEREIRA, M. G.. Epidemiologia: Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, ZÉLIA M, R. M. Epidemiologia e Saúde.5 ed. Rio de Janeiro, 1999.

6 Disciplina: GESTÃO RECURSO DO AR ENG Optativa - - O recurso ar, a atmosfera, poluentes e origem. Efeitos, padrões de qualidade do ar, prevenção controle e monitoramento. O som e ruídos. Equipamentos e unidade de medida. Efeitos no aparelho auditivo humano e na natureza. Normas, leis, resoluções. Controle e monitoramento. Radioatividade. Partículas alfa e beta, ondas gama. Tratamento de rejeitos radioativos. OBJETIVO GERAL Conhecer o recurso ar e os fatores que interferem na sua qualidade, de forma a adotar mecanismos de gestão das fontes poluidoras. Conhecer os princípios geradores de poluição sonora e radioativa. Adotar mecanismos de gestão que possibilitem prevenção, controle e monitoramento. Parte I 1 O meio atmosférico 1.1 Atmosfera: características e composição 1.2 Conceito de Poluição atmosférica 1.3 Principais episódios históricos 1.4 Fontes poluidoras 1.5 Principais contaminantes 1.6 Classificação dos poluentes 1.7 Escalas espaciais da poluição atmosférica 1.8 Efeitos da poluição atmosférica 1.9 Fatores climáticos correlacionados 1.10 Padrões de qualidade do ar 1.11 Prevenção e Controle da poluição atmosférica 1.12 Monitoramento da qualidade do ar Parte II 2 Poluição sonora 2.1 Introdução 2.2 Som e ruído 2.3 Principais fontes de ruídos 2.4 Conseqüências ao aparelho auditivo humano e à natureza 2.5 Unidades de medida e equipamentos 2.6 Leis, normas e resoluções 2.7 Prevenção, Controle e monitoramento AGÊNCIA GOIÂNA DE M. AMBIENTE. Relatórios de monitoramento da qualidade do ar. Goiânia, INICIATIVA DO AR LIMPO. Gestão da Qualidade do ar em centros urbanos. Banco Mundial/UFRJ Disponível em 08 de agosto de ALVARES, M. Jr. et al. Emissões atmosféricas. Brasília: SENAI CONGRESSO INTERAMERICANO DE QUALIDADE DO AR, 3, 2003, Canoas. Anais... ULBRA/AIDIS/ABES, CD-ROM. CUNHA, R. R. da. Poluição sonora. O Popular. Goiânia,, 14 de mar. de Caderno Cidades, p. 4 PASQUALETTO, A et al. Níveis de poluição atmosférica em Goiás. Estudos: vida e saúde. v.29, n. 3, p , 2002 PASQUALETTO, A. et al. Níveis de ruídos no campus II da Universidade Católica de Goiás. Estudos: vida e saúde, v.28, no. 2, p , 2001

7 Disciplina: GESTÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ENG Optativa - - Conhecimento de formas e complexidades de biodiversidade; situação atual no Estado de Goiás: bioma cerrado; situação atual da biodiversidade no Brasil e no mundo: condições de degradação, manejo, conservação, preservação e inventário atual. Política Nacional de Biodiversidade e procedimentos para atuação em projetos. Análise de conceitos, tipos e condições de Unidades de Conservação (UCs) no Estado de Goiás e no Brasil. Estudo do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) e do Sistema Estadual de Unidades de Conservação (SEUC) e elaboração de Planos de Manejo (PMs) de Unidades de Conservação. Estudos de caso de Unidades de Conservação do Estado de Goiás. OBJETIVOS Desenvolver a capacidade para reconhecer as condições de identificação dos diferentes biomas. Capacitar-se na gestão e legislação de unidades de conservação. Desenvolver conhecimento específico dos principais ecossistemas regionais. CONTEUDO PROGRAMATICO Estudo da situação atual da biodiversidade na Terra. Os biomas brasileiros: conceituação, fauna, flora, características bióticas e abióticas específicas, abrangência, nível de degradação e unidades de conservação presentes nesses biomas. Política florestal O sistemas nacional, estadual e municipal de unidades de conservação Classificação das unidades de conservação Plano de manejo Indicadores ambientais Medidas de prevenção e controle. COSTA, P. C. Unidades de conservação. São Paulo: Aleph, 2002.* DOUROJEANNI, M.J.; PÁDUA, M.T.J. Biodiversidade: a hora decisiva. Curitiba: UFPR LORENZI, H. Árvores brasileiras. 4 ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2002.* ESCOLA SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO. Compensação ambiental como fonte de custeio de unidades de conservação. Boletim Científico. Mês 1, v4, n.14, p.73-86, 2005.* ICMS ecológico na criação e consolidação de unidades de conservação estaduais no Paraná. Cadernos da Biodiversidade. Mês 1, v.4, p , 2003.* MEIO ambiente e as unidades de conservação. Cadernos Centro Universitário São Camilo. Mês 7, v.7, n.2,p , 2001.* MILLER, K. R. Diretrizes para aumentar as oportunidades de conservação da biodiversidade por meio do manejo biorregional. Brasília: IBAMA, 1997.* MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. Cerrado: caracterização e recuperação de Matas de Galeria. RIBEIRO, J. F. et al. (Org.). Planaltina: EMBRAPA PRIMACK, R.B.; RODRIGUES, E. Biologia da Conservação. Londrina: Vida, 2001.

8 Disciplina: FONTES ALTERNATIVAS DE ENERGIA Código Créditos Carga Horária Período Pré-requisito Co-requisito ENG Optativa - - Fontes alternativas de energia primária para geração de energia elétrica. Centrais hidrelétricas de pequeno porte perspectivas. Bioenergias. Energia solar. Energia eólica. Conhecer o estado da arte no aproveitamento de energia primária das seguintes fontes: biomassa, solar térmica, fotovoltáica e eólica. Conhecer as perspectivas de uso comercial das centrais hidrelétricas abaixo de 30 MW, no Brasil e de outras fontes de energia alternativas. Fontes alternativas de energia: dispositivos de aproveitamento, avaliação qualitativa, aspectos quantitativos. Pequenas usinas hidroelétricas Bionergias Energia solar; Energia Eólica Outras fontes alternativas de energia BRASIL. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA. Condições gerais de fornecimento de energia elétrica. Brasília: Agência Nacional de Energia Elétrica, 2000.* ENERGIA do futuro. Como combater o aquecimento global sem prejudicar a economia. Energia limpa. A hora e a vez da energia renovável. No futuro, células solares, turbinas eólicas e biocombustíveis se... Scientific American Brasil, mês 10. v.5 n. 53, p.52-59, 2006.* LORA, E. S. Prevenção e controle da poluição nos setores energético, industrial e de transporte. Brasília: ANEEL, 2000.* BIODÍESEL fonte de energia alternativa. Conjuntura Econômica Goiana, mês5, n. 4, p , 2005.* CONGRESSO NACIONAL. A Crise de abastecimento de energia elétrica. Brasília: Congresso Nacional, ENERGIA alternativas T & C Amazônia, mês 2, v.1, n.1,p 74-80, 2003.* R$ 1,2 BILHÃO para financiar a energia alternativa. Gazeta Mercantil, mês 12, v.84, n.22980, 2004.*

9 Disciplina: BARRAGENS ENG Optativa - - Introdução aos estudos de barragens e reservatórios de acumulação. Cálculo de volume de reservatório, a preservação da qualidade da água, quando o reservatório destina se ao abastecimento de água. Noções de dimensionamento de barragens de nível, Condições de carregamento de barragens, segurança auscultação e aparelhamento de barramentos. Projeto Básico Ambiental e instalação e logística de obras de grandes barragens. Desenvolver o conhecimento sobre barragens. Dominar os conceitos e definições de barragens, reservatórios e suas finalidades. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Compreender a necessidade de conservação da qualidade e quantidade das águas dos reservatórios. Capacitar-se para dimensionar uma pequena barragem de nível segundo critérios de estabilidade. Capacitar-se para apresentar detalhes de projetos e construção de barragem, materiais de construção e noções de segurança de barragens. Generalidades e finalidades dos reservatórios de acumulação; qualidade da água do reservatório de acumulação; volume do reservatório (quantidade); tipos de barragem; critérios de projeto de barragens; estabilidade de barragens; aspectos, hidráulicas, hidrológicos, geológicos e geotécnicos; materiais de construção; detalhes de projeto e construção; segurança de barragens noções de auscultação e aparelhamento; PBA projeto básico ambiental; aspectos gerais de instalação de canteiros de logística da obra. CRUZ, P. T. da. 100 barragens brasileiras: casos históricos, materiais de construção, projeto. São Paulo: FAPESP. 2007? LOPES, J. D. S. Pequenas barragens de terra. Belo Horizonte: Aprenda Fácil Editora SILVEIRA, J. F. A. Instrumentação e comportamento de fundações e barragens em concreto COMISSÃO PASTORAL DA TERRA. Conflitos no campo Brasil (CPT). Barragens - uma nova forma de gerar exclusão social. p , 2004.* RBE (REVISTA BRASILEIRA DE ENGENHARIA). Caderno de grandes barragens. Mês 5, v.4, n.1, 1991.* REVISTA UFG (UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS) Brasil rural: barragens para aproveitamento hidrelétrico (AHE): a mais recente ameaça ao bioma cerrado. Mês 6, v.7, n.1, p.21-24, 2005.*

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