PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO"

Transcrição

1 Colégio Paroquial Nossa Senhora do Carmo EI EF EM Paranavaí - PR PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 2013 COLÉGIOECURSO 1

2 PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Frei Ivani Pinheiro Ribeiro Diretor Geral Emerson Avelar Garcia Diretor Adjunto Mariza Bateloqui Diretora Pedagógica Giane Rodrigues de Souza Andrade Emanuela de Araújo Tavares da Silva Coordenação Pedagógica Tássia Ávila Brescancin Caroline Gomes Berenice Bettini Costa Anelissa Rizzo de Oliveira Marques Equipe Pedagógica Auxiliar

3 SUMÁRIO Projeto Político Pedagógico I. APRESENTAÇÃO...6 II. INTRODUÇÃO...8 Identificação...8 Caracterização Geral...8 Histórico do Estabelecimento...9 Entidade Mantenedora Paroquial hoje Organização do Espaço Físico e dos Recursos Humanos Oferta de Cursos e Modalidades Comunidade Escolar Equipe de Direção: Equipe Pedagógica: Corpo Docente: Plantonistas: Monitoria em Matemática: Auxiliares de Sala: Equipe Técnico-Administrativa: Equipe de Formação Humana e Religiosa: Equipe Auxiliar Operacional: Órgãos Colegiados: III. MARCO SITUACIONAL Do perfil da comunidade escolar: Do aspecto físico: Do corpo docente Do corpo discente Dos resultados educacionais: Aprovação e reprovação Processo ensino-aprendizagem Do Material Didático Dados das avaliações externas

4 Dos projetos e atividades desenvolvidos no contra turno Da proposta de formação humana e religiosa: Do atendimento o aluno com necessidades educacionais especiais Do corpo administrativo e de apoio Das relações de trabalho: IV. MARCO CONCEITUAL A Logomarca: Quem somos Orgulho Carmelitano Conceito de Educação Conceito de Homem Conceito de Deus Conceito de Sociedade Conceito de Escola O pensar e o fazer pedagógico Conceito de Aprendizagem Conceito de Ensino Papel do Professor Conceito de Cultura Conceito de conhecimento Conceito de Currículo Conceito de Metodologia Conceito de Avaliação e Recuperação de Estudos Recuperação de Estudos Conselho de Classe Conceitos Complementares Fundamentais Conceito de Infância Educação Infantil Alfabetização e Letramento Trabalho, Ciência e Tecnologia Inclusão Educacional Conceito de Gestão Escolar V. MARCO OPERACIONAL Gestão Escolar:

5 Trabalho Pedagógico: Formação Continuada Organização do Tempo Escolar Qualificação dos espaços e equipamentos da escola Eventos e projetos científicos, culturais e esportivos VI. AVALIAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E PROPOSTA CURRICULAR VII. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS VIII. ANEXOS

6 I. APRESENTAÇÃO Mais de seis décadas a serviço da educação de Paranavaí e região. Assim iniciamos a apresentação do Projeto Político Pedagógico do Colégio Paroquial Nossa Senhora do Carmo EIEFEM. Queremos convidá-lo a conhecer nossa história, nosso espaço, os profissionais que aqui atuam, o trabalho que desenvolvemos, o perfil de nossa comunidade escolar e a definição de objetivos e metas para superação dos obstáculos, visando atingir a qualidade de ensino expressa na missão educacional da instituição. A Leitura deste projeto desvenda a realidade e a busca da concretização de um sonho acalentado pela comunidade escolar do Colégio Paroquial Nossa Senhora do Carmo de Paranavaí. Este Projeto Político Pedagógico foi elaborado em consonância com o disposto na Constituição Federal, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394/96 e nos demais dispositivos legais da Educação do Estado do Paraná. Sua elaboração contou com a participação dos diferentes segmentos da comunidade escolar em vários momentos de estudos e leituras, preenchimento de questionários específicos para cada segmento escolar, e ainda, através de discussões, debates, seminários sempre com o intuito de organizar conceitos, definir metas, propor ações, para que a instituição cumpra com sua missão: promover a fraternidade, a defesa da vida e a educação de qualidade, inspirados em Jesus Cristo e no carisma carmelitano. O presente Projeto Político Pedagógico além de atender aos preceitos legais, tem por finalidade: Definir a intencionalidade da ação educativa; Construir a participação de todos na gestão democrática; Organizar o trabalho pedagógico da escola; Fortalecer o grupo para enfrentar conflitos e contradições; 6

7 Estabelecer um caráter unitário na práxis pedagógica e administrativa do colégio e superar o caráter fragmentado de suas práticas. 7

8 II. INTRODUÇÃO Quem sabe aonde ir é porque analisou, planejou, propôs objetivo, traçou metas, buscou como chegar; pois só quem sabe onde está pode definir aonde quer chegar. (Mariza Bateloqui). O Colégio Paroquial Nossa Senhora do Carmo consciente de sua missão educacional, o convida a conhecer sua história, seu espaço, seus atores, seus sonhos e desejos através da leitura deste documento que desvenda o que é, onde está e até onde deseja chegar. Identificação Nome: Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio Endereço: Rua Antonio Felipe, nº 747 Paroquial Júnior Rua Antonio Felipe, nº 780 Paroquial Sênior Rua Silvio Vidal, s/n Paroquial Master Centro Fone/Fax: (44) Site: Mantenedora: Associação Casas do Servo Sofredor Município: Paranavaí Paraná Caracterização Geral O Colégio Paroquial Nossa Senhora do Carmo EI, EF e EM, caracteriza-se como instituição confessional e filantrópica, mantida e dirigida pela Comunidade Carmelitana de Paranavaí. Com princípios inspirados na Filosofia Cristã, no Carisma Carmelitano e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394/96, tem sua Organização Pedagógica Curricular orientada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais e pelo Sistema Positivo de Ensino. 8

9 Histórico do Estabelecimento Um sonho... Uma realidade... Fig. 1: Frei Ulrico Goevert Em 1951 o missionário carmelita de origem alemã, frei Ulrico Goevert, chegou a Paranavaí. Ele estava trabalhando com os carmelitas de Pernambuco desde Na época a Paróquia São Sebastião de Paranavaí pertencia à diocese de Jacarezinho e tinha uma extensão territorial maior do que a atual diocese paranavaiense. Nos anos sucessivos chegaram outros padres carmelitas da Alemanha e desenvolveu um intenso trabalho pastoral nas nascentes cidades do noroeste paranaense, entre os rios Ivaí-Paraná-Paranapanema. Dentre eles, Frei Estanislau José de Souza que tendo um refinado talento para lidar com crianças, formou a primeira turma de catequese. Observou-se então, que muitas crianças não sabiam ler e escrever. Frei Ulrico Goevert não só atento às coisas da igreja e aos afazeres pastorais, percebeu no seu rebanho um grande número de crianças que não podiam estudar por falta de escola. E o sonho nasce. Para oferecer educação às crianças da comunidade de Paranavaí, Frei Ulrico Goevert, fundou em 1952, a Escola Paroquial Nossa Senhora do Carmo. Um sonho que se tornou possível com o trabalho da Comunidade Carmelitana de Paranavaí. A Comunidade Carmelitana Beneficente e Educativa de Paranavaí torna-se, então, a entidade mantenedora da Escola Paroquial. Em 1953 o Colégio Paroquial Nossa Senhora do Carmo tem autorização de funcionamento e inicia o curso primário. 9

10 Fig. 2: Frei Estanislau José de Souza ( 1º professor Paroquial) Em 1956, o Colégio Paroquial Nossa Senhora do Carmo foi eleito o melhor estabelecimento de ensino do Paraná, após uma série de exames que avaliaram o nível de conhecimento dos estudantes. O primeiro lugar trouxe a Paranavaí o inspetor estadual de ensino, cargo que equivale hoje ao de Secretário Estadual de Educação, que fez questão de parabenizar o padre Ulrico Goevert. Neste mesmo ano, a escola foi registrada na Secretaria de Estado da Educação e Cultura do Paraná, sob o nº 427. Em 1960, a escola passou a denominar-se Ginásio Nossa Senhora do Carmo, autorizado a funcionar pelo ato nº 4 de 22/02/1960 e Ofício nº 183/60 da Inspetoria Seccional de Londrina/PR. Pelo ato nº 1 da Inspetoria Seccional de Londrina/PR, de 25 de fevereiro de 1971, o Ginásio Nossa Senhora do Carmo obteve autorização de funcionamento do 2º Ciclo, passando a denominar-se Colégio Nossa senhora do Carmo. No ano letivo de 1976, o Colégio Nossa Senhora do Carmo funcionou somente com 5ª e 6ª séries do Ensino de 1º Grau lei 5692/71 e o Ensino de 2º Grau. No ano letivo de 1977, foi extinto o Ensino de 1º Grau, permanecendo apenas o 2º Ciclo em consonância com a Lei 4024/61. 10

11 A partir de 1978, o Colégio Nossa Senhora do Carmo passa a ofertar o Ensino de 2º Grau, em atendimento a Lei de Diretrizes e Bases da Educação nº 5692/71. No ano de 1981, pela Resolução nº 2467/81 SEED/PR, o Colégio Nossa Senhora do Carmo Ensino de 2º Grau, fica autorizado a ministrar a habilitação parcial de Auxiliar de Patologia Clínica, com implantação gradativa. Em 1985, pela Resolução nº 5329/85 SEED/PR, o Colégio Nossa Senhora do Carmo tem autorização de funcionamento do curso de 2º Grau Regular Propedêutico com oferta a partir do ano letivo de No ano de 1986, pela Resolução nº 5472/86 SEED/PR, fica autorizado o funcionamento do Ensino de 1º Grau 5ª a 8ª séries a partir do ano letivo de 1987, passando o estabelecimento de ensino a denominar-se Colégio Nossa Senhora do Carmo Ensino de 1º e 2º Graus. Em 1988, pela Resolução nº 2999/88 SEED/PR, o Colégio Nossa Senhora do Carmo recebe autorização de funcionamento do Curso Auxiliar de Patologia Clínica. Pela Resolução nº 2889/88 SEED/PR recebe prorrogação e autorização de funcionamento do curso de Educação Geral. Em 1989 pela Resolução nº 1617/89 SEED/PR, é reconhecido o curso de 2º Grau Educação Geral no Colégio Nossa Senhora do Carmo Ensino de 1º e 2º Graus. O curso de Educação Geral passa a integrar o reconhecimento originalmente declarado pela Resolução nº 210/82. Pela Resolução nº 3245/89 SEED/PR fica reconhecido o Ensino de 1º Grau do Colégio Nossa Senhora do Carmo. Pela Resolução nº 4450/97 SEED/PR e pelo Parecer nº 2478/97, fica autorizado o Ensino Fundamental (1ª à 4ª séries) com início de oferta ano letivo de Fica também autorizado o funcionamento do curso de Educação Infantil, nas modalidades Jardim I, II e III. Pela Resolução nº 3120/98 SEED/PR e pela Deliberação 003/98 CEE/PR, o estabelecimento de ensino passa a denominar-se Colégio Nossa Senhora do 11

12 Carmo Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio, nos termos da Lei 9394/96. Pelo Parecer nº 765/99 de 09/12/1999 é aprovada a Proposta Curricular do Ensino Médio com implantação gradativa a partir do ano A Resolução nº 3833/09 SEED/PR e o Parecer nº 2591/09 autorizam o funcionamento do Ensino Fundamental do 1º ao 9º ano, com oferta desde o ano letivo de 2007, com implantação gradativa. A Resolução nº 2461/08 SEED/PR e o Parecer nº 1524/08 altera a denominação do Colégio Nossa Senhora do Carmo Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio para EDUCAÇÃO INFANTIL, ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO e da mantenedora, de Comunidade Carmelitana Beneficente e Educativa de Paranavaí, para ASSOCIAÇÃO CASAS DO SERVO SOFREDOR, sendo assim denominado desde Em 2012 a oferta do Ensino Fundamental de 9 anos estende-se até o 9º ano, com implantação simultânea a partir do 6º ano, em acordo com o Parecer nº 407/2012 do Conselho Estadual de Educação CEE. Entidade Mantenedora CASAS DO SERVO SOFREDOR A Associação Casas do Servo Sofredor, fundada em 13 de novembro de 1994, com sede na Rua La Salle nº 850, Bairro Pinheirinho em Curitiba, Estado do Paraná, é uma associação civil sem finalidade lucrativa, inscrita no CNPJ/MF sob o nº /0001/97, no CNAS sob o nº / , com o Título de 12

13 Utilidade Pública Federal pela Portaria nº de 03 de dezembro de 2004, publicado no Diário Oficial da União de 06/12/2004, torna-se, então, pela citada Resolução nº 2461/08 SEED/PR, a entidade mantenedora do Colégio Paroquial Nossa Senhora do Carmo-EI, EF e EM. O sonho iniciado em 1952 é hoje uma grande realidade. Paroquial hoje Com um número de 820 alunos - da Educação Infantil ao Ensino Médio - o Colégio Paroquial Nossa Senhora do Carmo é referência educacional em Paranavaí e região. Ao longo de sua história contribuiu com a formação de profissionais ilustres nas diferentes áreas de atuação, mantendo o firme propósito de cumprir sua missão de promover a fraternidade, a defesa da vida e a educação de qualidade inspirados em Jesus Cristo e no Carisma Carmelitano. Organização do Espaço Físico e dos Recursos Humanos O Colégio Paroquial Nossa Senhora do Carmo funciona em imóvel pertencente à Comunidade Carmelitana. O Colégio organiza seu trabalho numa área dividida em três espaços físicos, formando o complexo escolar Paroquial. A divisão se concretiza com um espaço destinado ao Paroquial Júnior com funcionamento da Educação Infantil e Ensino Fundamental até o 5º ano, outro espaço para o Paroquial Sênior que abriga o Ensino Fundamental 6º ao 9º ano e um terceiro espaço denominado Paroquial Master que atende ao Ensino Médio. Paroquial Júnior: 13

14 Fig.3: Fachada Paroquial Júnior O Paroquial Júnior vem ampliando seu espaço ano a ano e atualmente possui 10 turmas de Educação Infantil, no período vespertino e, 13 turmas de Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) nos períodos, matutino e vespertino. O prédio do Paroquial Júnior dispõe de 15 salas de aula, sendo que seis salas são preparadas exclusivamente para atender a educação infantil com espaço adequado e mobiliário próprio para as crianças menores, equipadas com recursos visuais e audiovisuais, ventiladores e umidificadores de ar. Nas turmas do maternal I e II as salas também dispõem de banheiros próprios. Quatro salas são utilizadas no matutino para alunos do ensino fundamental e ao término do período troca-se o mobiliário para atender as crianças da educação infantil (jardim I e II). Para os alunos do ensino fundamental são disponibilizadas 13 salas sendo que quatro salas estão no pavimento superior, servidas por escadas equipadas com corrimão e grades de segurança, com capacidade para atender 30 alunos cada uma, todas com ventiladores e umidificadores de ar. As demais salas também possuem capacidade para atender até 30 alunos. No prédio do Paroquial Júnior tem uma recepção, uma cantina comercial terceirizada, uma cozinha para organização do cardápio da Educação Infantil, uma sala de coordenação pedagógica, uma sala para os professores equipada com computadores para elaboração de atividades, um almoxarifado, uma biblioteca servida de acervo específico e literaturas para atender os alunos da Educação Infantil e da 1ª fase do Ensino Fundamental. Para atendimento aos alunos a escola possui banheiros masculino e feminino divididos em 02 sanitários e 01 chuveiro cada um, 02 banheiros com acessibilidade para deficientes, além de pias e espelho. Um banheiro masculino possui além do citado, 02 mictórios. E ainda, um banheiro para professores. O pátio do Colégio possui um espaço com mesas para os alunos realizarem o lanche, outro espaço adaptado para recreação com brinquedo plástico (parquinho) e ainda um espaço livre coberto para demais atividades lúdicas. Anexo ao pátio existe uma quadra para realização de aulas de educação física e outras atividades escolares e também, um parque de areia com brinquedos infantis e uma casinha da boneca. 14

15 Paroquial Sênior: Fig. 4: Fachada paroquial Sênior Com as alterações nas instalações, o Paroquial Sênior abriga hoje 10 turmas do Ensino Fundamental 6º ao 9º ano, distribuído no espaço físico, abaixo descrito: O prédio do Paroquial Sênior possui 11 salas de aulas. Destas, 07 têm capacidade para até 35 alunos, todas elas possuem equipamentos multimídia. Duas salas estão dispostas em pavimento superior, servidas por escadas e com capacidade para abrigar até 30 alunos, outras duas salas abrigam até 50 alunos. As salas de aula estão dispostas em frente ao pátio interno e interligadas por corredores cobertos. O prédio conta ainda, com espaço para Biblioteca, sala para o trabalho de Suporte Técnico de Informática, sala de estudos e atividades extras (antigo laboratório de Física, Química e Biologia) ambas dispostas em pavimento superior servida também por escadas. Uma sala no pavimento térreo aloja o Laboratório de Informática. No pavimento térreo encontra-se também uma Sala Multifuncional para aulas de Arte, Flauta, Violão, Teatro e Dança. Um auditório com capacidade para 150 pessoas sentadas, localizado no pátio inferior, provido de equipamento multimídia, quadro branco, ar condicionado serve para a realização de reuniões de pais, professores e eventos com alunos. O setor administrativo e pedagógico conta com 01 sala para direção; 01 sala para o setor financeiro; 01 área aberta para recepção; 01 sala para secretaria; 01 sala para o setor de coordenação e orientação pedagógica; 01 sala para abrigar o serviço de coordenação da pastoral escolar junto com a coordenação de pessoal de apoio; 01 sala para o setor de mecanografia e 01 sala para professores. 15

16 O setor de alimentação conta com uma cozinha para preparo de café e lanches para professores e funcionários e 01 cantina comercial, terceirizada, para atendimento aos alunos durante os intervalos. Esta possui uma praça de alimentação servida de mesas e cadeiras. No espaço externo o colégio é servido por dois pátios sem cobertura. Um pátio possui arborização, bancos e mesas para utilização dos alunos. O outro pátio possui 05 quiosques providos de mesas e banquetas que também servem de abrigo aos alunos durante os intervalos. Para atendimento aos alunos a escola possui banheiros adaptados masculino e feminino divididos em 04 sanitários e 01 chuveiro em cada um deles e um banheiro para professores. Para as aulas práticas de Educação Física dos alunos do Ensino Fundamental séries finais e Ensino Médio o Colégio dispõe de um Centro Esportivo, em fase de conclusão, mas disponível para as aulas a partir de Para treino de atletas em diferentes modalidades esportivas, o colégio possui um ginásio de esportes, distante 500m do Complexo Escolar Paroquial, em local pertencente à Comunidade Carmelitana. O ginásio de esportes atende os requisitos de medidas propostas pelas normas técnicas de esportes nas diferentes modalidades esportivas. É ainda, provido de 02 salas para materiais, sanitários (masculino e feminino), área externa com quadra de areia e espaço para realização de atividades de recreação. Em 2012 o colégio estendeu sua estrutura física para o espaço anteriormente, destinado a seminaristas da Comunidade Carmelitana. Com as devidas readequações, este espaço abriga o Ensino Médio e recebe a denominação de Paroquial Master. 16

17 Paroquial Master: Fig. 5: Fachada Paroquial Master Para atender 160 alunos matriculados no Ensino Médio, o Paroquial Master conta no térreo, com 03 salas de aulas; 01 capela; 01 sala de coordenação pedagógica; 01 espaço de recepção e telefonista; 01 sala para equipamentos e controle de som; 01 sala para a direção pedagógica; 01 espaço de lazer com cantina e praça de alimentação; 01 área verde para circulação e movimentação dos alunos durante os intervalos, servida de mesas e bancos. O piso superior possui 02 salas de aula (ainda em fase de construção), que entrará em funcionamento em 2014; 01 sala para a Direção Geral; 01 sala para estudos, 01 espaço para a Biblioteca Escolar e 01 banheiro para uso de funcionários. No subsolo encontra-se a nova sala dos professores e o Laboratório Escolar, construídos dentro das especificações legais, banheiro para professores (masculino e feminino) e o corredor de acesso às dependências do Paroquial Sênior. Os alunos do Ensino Médio têm acesso às dependências do colégio pelo portal identificado como Paroquial Master sito à Rua Sílvio Vidal. A entrada dos alunos é servida por catracas para identificação dos mesmos através de cartão magnético. Para atender aos alunos o ambiente do Paroquial Master possui 02 banheiros 01 masculino e 01 feminino com 03 sanitários cada, sendo um deles com acessibilidade para deficientes, além de pias e espelho. O banheiro masculino possui além do citado, 03 mictórios. A consolidação do espaço do Paroquial Master torna-se a realização de um sonho: intensificar a qualidade do Ensino Médio e ampliar a oferta de vagas. 17

18 A conclusão da construção do Centro Esportivo Paroquial disponibilizará aos alunos além da quadra esportiva, um espaço para música, dança e academia. O Centro Esportivo é parte da rede física do Complexo Educacional Paroquial, situando-se ao lado dos prédios do Paroquial Júnior e Paroquial Sênior à Rua Pará, s/n. Oferta de Cursos e Modalidades O Colégio Paroquial Nossa Senhora do Carmo atende seus alunos em dois turnos: matutino e vespertino. A oferta dos níveis e etapas de ensino e das atividades complementares ao currículo está assim distribuída nas unidades do Colégio Paroquial: Período Matutino: PAROQUIAL JÚNIOR Das 07h30 12h00 Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) Plantões coletivos e Plantões individuais Atividades de Complementação Curricular Aulas de coral (Participação Facultativa) Recreio Orientado Aulas de musicalização Incentivo ao esporte: aulas de Futsal (Participação Facultativa), de xadrez e de capoeira (Participação Facultativa) PAROQUIAL SÊNIOR Das 07h30 12h00: Ensino Fundamental (6º ao 9º ano) PAROQUIAL MASTER Das 07h15 12h10: Ensino Médio 18

19 PAROQUIAL JÚNIOR: Das 13h30 às 17h30 Educação Infantil Período Vespertino: Das 13h30 às 17h40 Ensino Fundamental (1º ao 3º ano) Atividades de Complementação Curricular Aulas de canto/coral (Participação Facultativa) Aulas de violão (Participação Facultativa) Aulas de balé (Participação Facultativa) Aulas de musicalização Recreio orientado Incentivo ao esporte: aulas de Futsal, xadrez e de capoeira (Participação Facultativa) PAROQUIAL SÊNIOR: Aulas de Plantão - 6º ao 8º ano (Matemática e Língua Portuguesa) Aulas de Plantão 9º ano (Língua Portuguesa, Matemática, Redação, Física e Química). Aulas de Espanhol (matrícula facultativa). Aulas de Matemática Básica Aulas de Violão (Participação Facultativa) Aulas de Flauta (Participação Facultativa) PAROQUIAL MASTER Aulas de Plantão: Ensino Médio (Língua Portuguesa, Matemática, Física e Química) Aulas de Monitoria: (Língua Portuguesa, Matemática, Física, Química, Biologia) Aulas de Espanhol (matrícula facultativa) Aulas de Violão (Participação Facultativa) Aulas de Flauta (Participação Facultativa) 19

20 O Ensino Médio tem carga horária ampliada, segundo a matriz curricular aprovada pela SEED/PR, a saber: 1º ano: 34 horas/aulas semanais, sendo: 30 h/a no período matutino 04 h/h no período vespertino 2º ano: 38 horas/aulas semanais, sendo: 30 h/a no período matutino 08 h/a no período vespertino 3º ano: 42 horas/aulas semanais, sendo: 30 h/a no período matutino 12 h/a no período vespertino Além das atividades descritas, o colégio oferta no período vespertino, atividades extras como aulas de música (violão e flauta), treinamento em voleibol, basquetebol, futsal e, encontra-se em fase preparatória a oferta de aulas de dança e teatro para alunos do ensino fundamental II e Ensino Médio. Período Noturno e/ou finais de semana: O Colégio Paroquial, além da Educação Básica, oferta o curso de Extensão em Teologia e Liturgia, em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Paraná. CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM TEOLOGIA I ETAPA Colégio Paroquial / PUC-PR / Diocese de Paranavaí Objetivos do Curso: - Promover o estudo da Sagrada Escritura. - Situar o papel da teologia no contexto atual da sociedade. - Analisar os fundamentos antropológicos da religião. - Identificar os desafios morais atuais e estudá-los a partir da perspectiva da moral cristã. - Fortalecer o diálogo da Igreja com as realidades sociais de nossos dias. - Apresentar subsídios para a ação pastoral. 20

21 - Promover o estudo da História da Igreja. Grade Curricular e Carga Horária Curso - Introdução à Teologia 14h - Antigo Testamento 70h - Novo Testamento 56h - Teologia Pastoral / Projeto Pastoral 14h - Aconselhamento Pastoral 14h - Miss iologia 14h - Teologia Moral / Bioética 14h - Ensino Social da Igreja / Eclesiologia 14h - Liturgia 28h - Sacramentos 09h - Direito Canônico 05h - Trindade 14h - Mariologia 14h - T. Espiritualidade 14h - História da Igreja 14h - Cristologia 14h - Carga Horária Total 322 h/aula - Dois anos: Um final de semana por mês, com 14 horas/aula. - Sábado: das 08h00 às 12h00 e das 13h30 às 17h40 - Domingo: das 08h00 às 12h00 Destinatários - Educadores - Empresários - Profissionais Liberais - Estudantes - Agentes de Pastoral - Lideranças Comunitárias O curso de Teologia também é ofertado de forma descentralizada, pelo Colégio Paroquial, no município de Loanda, nas dependências da Facinor. Emissão de certificado de Curso de Aperfeiçoamento em Teologia pela PUCPR. 21

22 Comunidade Escolar A comunidade escolar do Colégio Paroquial está organizada da seguinte forma: ORGANOGRAMA Conselho Mantenedor Direção Geral Direção Adjunta Direção Pedagógica Equipe Pedagógica Corpo Docente Estagiários Laboratório de Informática Secretaria e Recepção Equipe Auxiliar Operacional Tesouraria e RH Suporte e Operação de Multimeios Serviço de Limpeza e Preservação Vigilância e Movimentação de Alunos Serviço de Cozinha Laboratório de Ciências Marketing e Comunicação Biblioteca Serviço de Formação Humana e Religiosa O quadro de pessoal do Colégio Paroquial Nossa Senhora do Carmo EI, EF e EM, é composto por equipes organizadas para dar cumprimento à sua missão educacional exposta neste documento e no Regimento Escolar. Está, portanto, assim constituída: Equipe de Direção: À Equipe de Direção cabe a gestão dos serviços escolares, no sentido de garantir o alcance dos objetivos educacionais da entidade mantenedora e do estabelecimento de ensino, presentes neste Projeto Político Pedagógico e no Regimento Escolar. 22

23 Compõem a Equipe de Direção: - Diretor Geral: Frei Ivani Pinheiro Ribeiro - Diretor Adjunto: Emerson Avelar Garcia - Diretora Pedagógica: Mariza Bateloqui Equipe Pedagógica: A Equipe Pedagógica é responsável pela coordenação, implantação e implementação, no estabelecimento de ensino, das diretrizes pedagógicas definidas neste Projeto Político Pedagógico e no Regimento Escolar, em consonância com os fundamentos políticos e pedagógicos do estabelecimento de ensino. Compõem a Equipe Pedagógica: Coordenação Pedagógica - Paroquial Sênior e Master: Giane Rodrigues de Souza Andrade Coordenação Pedagógica - Paroquial Júnior: Emanuela de Araújo Tavares da Silva Para cada segmento (espaço/escolar) a equipe pedagógica conta com o serviço de auxiliares, com formação em pedagogia, que atuam como colaboradores na organização do trabalho pedagógico escolar. - Pedagogo auxiliar - Paroquial Master: Tássia Ávila Brescancin - Pedagogo auxiliar - Paroquial Sênior: Caroline Gomes de Oliveira Berenice Bettini Costa - Pedagogo auxiliar - Paroquial Júnior: Anelissa Rizzo de Oliveira Marques Corpo Docente: O Corpo Docente é constituído de professores regentes de sala, devidamente habilitados, em atendimento às disposições legais. É organizado e orientado para fazer a gestão da sala de aula efetivando a Proposta Pedagógica Curricular e atendendo ao disposto nos fundamentos teóricos expressos neste Projeto Político Pedagógico. 23

24 PAROQUIAL JÚNIOR: - Professores: 21 regentes de sala PAROQUIAL SÊNIOR: - Professores: 26 professores PAROQUIAL MASTER - Professores: 16 professores 07 em áreas de complementação curricular Plantonistas: São professores contratados para trabalhar, em contra turno, com resolução de exercícios, encaminhamento de tarefas extras, revisão de conteúdos, recuperação de estudos, etc. PAROQUIAL JÚNIOR: - Plantonistas: 08 professores PAROQUIAL SÊNIOR: - Plantonistas: 05 PAROQUIAL MASTER - Plantonistas: 04 Plantonistas (01 para cada área específica Língua Portuguesa, Matemática, Física e Química) Monitoria em Matemática: Professores contratado para trabalhar em horários determinados com alunos do Ensino Médio, que necessitam esclarecimentos de dúvidas, reforço de conteúdos, preparação para avaliações, etc. PAROQUIAL MASTER - 01 monitor para atender a disciplina. 24

25 Auxiliares de Sala: São contratados para atender a demanda anual de turmas, no geral são acadêmicos de cursos específicos de licenciatura ofertados pelas universidades da cidade, contratados como estagiários, mas com a obrigatoriedade de ter formação média em curso de magistério. PAROQUIAL JÚNIOR: - Auxiliares de sala: 16 estagiárias (de cursos de licenciatura). Equipe Técnico-Administrativa: A Equipe Técnico-Administrativa é o setor que dá suporte ao funcionamento de todos os setores do estabelecimento de ensino, proporcionando condições para que os mesmos cumpram suas reais funções. A Equipe Técnico-Administrativa é composta pelos setores de Secretaria, Tesouraria, Suporte e Operação de Multimeios, Laboratórios, Bibliotecas e Mecanografia. SECRETARIA A Secretaria é o órgão administrativo encarregado da execução dos trabalhos pertinentes à escrituração, correspondência e ao arquivo da Escola. Secretária: Silvana Catarina Simonetti TESOURARIA À tesouraria compete a execução de todas as atribuições que lhe são inerentes, entre as quais as de recebimentos, pagamentos, aquisições e encaminhamentos de documentos ao serviço de contabilidade. Responsável pelo setor financeiro: Luciene Soraia de Paula tesouraria. Para garantia de qualidade de atendimento, o setor conta com uma auxiliar de 25

26 SUPORTE E OPERAÇÃO DE MULTIMEIOS O serviço de suporte e operação de multimeios é o setor responsável pela instalação manutenção e orientação de uso dos equipamentos de informática e dos programas e sistemas disponibilizados pela escola. O serviço de suporte e operação de multimeios é formado pelo profissional de suporte e operação e pelo funcionário responsável pelo laboratório de informática. Suporte de Multimeios: José de Moura Júnior Laboratorista de informática: Adriano Luiz Amaral Laboratorista (Física/Química e Biologia): Luis Henrique Martins da Silva BIBLIOTECAS A biblioteca constitui-se em espaço pedagógico, cujo acervo estará à disposição de toda a comunidade escolar, sendo regida por regulamento próprio conforme expressa o Regimento Escolar. O Colégio dispõe de três bibliotecárias, uma em cada segmento: Júnior, Sênior e Master. Responsável pela Biblioteca Paroquial Júnior: Mislene Rosa Lino Responsável pela Biblioteca Paroquial Sênior: Joseane Ruiz Miranda Moreira Responsável pela Biblioteca Paroquial Master: Carem Celestino MECANOGRAFIA A mecanografia constitui-se em espaço de suporte ao trabalho administrativo e pedagógico, com a finalidade de executar e cuidar da reprodução de documentos, materiais didático-pedagógicos, além do recebimento e distribuição dos mesmos. Mecanografia: Eli Cristina de Oliveira RECEPÇÃO/TELEFONISTA Setor responsável pelo atendimento ao público e atendimento telefônico. 26

O GRUPO DOM BOSCO ENSINO FUNDAMENTAL DOM BOSCO

O GRUPO DOM BOSCO ENSINO FUNDAMENTAL DOM BOSCO ENSINO FUNDAMENTAL DOM BOSCO O GRUPO DOM BOSCO Este é o momento de dar espaço à curiosidade, de fazer novas descobertas e formar suas próprias ideias. SEDE HORTO - Berçário - Educação Infantil - 1º Ano

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO JACARÉ ESTADO DO PARANÁ

PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO JACARÉ ESTADO DO PARANÁ PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO JACARÉ ESTADO DO PARANÁ A N E X O I E D I T A L D E C O N C U R S O P Ú B L I C O Nº 01/2015 D O S R E Q U I S I T O S E A T R I B U I Ç Õ E S D O S C A R G O S RETIFICAÇÃO

Leia mais

LEI Nº 1528/2004. A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 1528/2004. A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1528/2004 "INSTITUI O SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO DO MUNICÍPIO DE ARAUCÁRIA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS". A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono

Leia mais

DIMENSÃO 1 A MISSÃO E O PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL

DIMENSÃO 1 A MISSÃO E O PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL Faculdade Educacional da Lapa 1 FAEL RESULTADOS - AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012 O referido informativo apresenta uma súmula dos resultados da autoavaliação institucional, realizada no ano de 2012, seguindo

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS LEI Nº 1059, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2009. Dispõe sobre a Organização do Sistema Municipal de Ensino do Município de Pinhais e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE PINHAIS,, aprovou e eu, PREFEITO

Leia mais

II - obrigatoriedade de participação quando realizados no período letivo; III - participação facultativa quando realizados fora do período letivo.

II - obrigatoriedade de participação quando realizados no período letivo; III - participação facultativa quando realizados fora do período letivo. Capítulo II DA EDUCAÇÃO Art. 182. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada pelo Município, com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO Programa Especial de Formação Pedagógica de Docentes para as Disciplinas do Currículo da Educação Profissional de Nível Médio ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO COMISSÃO COORDENADORA DO

Leia mais

MANUAL DO ALUNO SISTEMA DE AVALIAÇÃO

MANUAL DO ALUNO SISTEMA DE AVALIAÇÃO MANUAL DO ALUNO No presente Manual você encontrará uma síntese de procedimentos pedagógicos adotados pela Instituição e conhecerá as instalações e departamentos de apoio ao aluno. SISTEMA DE AVALIAÇÃO

Leia mais

PLANO DE AÇÃO NA GESTÃO DA ESCOLA 2012 A 2014

PLANO DE AÇÃO NA GESTÃO DA ESCOLA 2012 A 2014 PLANO DE AÇÃO NA GESTÃO DA ESCOLA 2012 A 2014 1 IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR COLÉGIO ESTADUAL CHATEAUBRIANDENSE ENSINO MÉDIO, NORMAL E PROFISSIONAL R. ESTADOS UNIDOS, 170 - JD. AMÉRICA ASSIS CHATEAUBRIAND

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 003/99 RESOLVE: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO INFANTIL

RESOLUÇÃO Nº 003/99 RESOLVE: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO INFANTIL RESOLUÇÃO Nº 003/99 Fixa normas para a Educação Infantil no âmbito do Sistema Municipal de Educação de São José. O PRESIDENTE DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SÃO JOSÉ no uso de suas atribuições, de

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE PEDAGOGIA, Licenciatura REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente documento

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA PARA SOLUCIONAR E/OU MINIMIZAR

PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA PARA SOLUCIONAR E/OU MINIMIZAR PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO COORDENADORIA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL SÍNTESE DE RELATORIO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E DE AVALIAÇÃO EXTERNA PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO ESCOLA MUNICIPAL DE TEMPO INTEGRAL CAROLINE CAMPELO CRUZ DA SILVA

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO ESCOLA MUNICIPAL DE TEMPO INTEGRAL CAROLINE CAMPELO CRUZ DA SILVA 1. DO OBJETO: PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO ESCOLA MUNICIPAL DE TEMPO INTEGRAL CAROLINE CAMPELO CRUZ DA SILVA EDITAL DE SELEÇÃO SIMPLIFICADA DE PROFISSIONAIS A Secretaria

Leia mais

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO Conselho de Educação do Distrito Federal

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO Conselho de Educação do Distrito Federal Homologado em 29/9/2011 e publicado no DODF nº 191, de 30/9/2011, página 12. Portaria nº 138, de 30/9/2011, publicada no DODF nº 192, de 3/10/2011, página 7. PARECER Nº 185/2011-CEDF Processo nº 460.001040/2009

Leia mais

:: Organização Pedagógica ::

:: Organização Pedagógica :: 1. DA GESTÃO DA ESCOLA :: Organização Pedagógica :: A gestão da escola é desenvolvida de modo coletivo com a participação de todos os segmentos nas decisões e encaminhamentos, oportunizando alternância

Leia mais

Capítulo I Da Educação Infantil

Capítulo I Da Educação Infantil RESOLUÇÃO Nº 443, de 29 de maio de 2001 Dispõe sobre a Educação Infantil no Sistema Estadual de Ensino de Minas Gerais e dá outras providências. O Presidente do Conselho Estadual de Educação, no uso das

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MOGI DAS CRUZES PLANO DE GOVERNO 2009 / 2012 EDUCAÇÃO

PREFEITURA MUNICIPAL DE MOGI DAS CRUZES PLANO DE GOVERNO 2009 / 2012 EDUCAÇÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE MOGI DAS CRUZES PLANO DE GOVERNO 2009 / 2012 EDUCAÇÃO O que buscamos Proporcionar educação com qualidade social para todas as crianças. Erradicar o analfabetismo, ampliar o nível

Leia mais

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO Conselho de Educação do Distrito Federal

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO Conselho de Educação do Distrito Federal Homologado em 1º/4/2015, DODF nº 65, de 2/4/2015, p. 13. Portaria nº 45, de 8/4/2015, DODF nº 70, de 10/4/2015, p. 8. PARECER Nº 56/2015-CEDF Processo nº 080.003821/2012 Interessado: Escola de Educação

Leia mais

LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA - FAPEPE

LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA - FAPEPE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA - FAPEPE APRESENTAÇÃO DO CURSO O curso de licenciatura em Educação Física da FAPEPE tem como objetivo formar profissionais que estejam aptos a atuarem no contexto escolar,

Leia mais

FACULDADE SETE LAGOAS - FACSETE COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO / CPA RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DA CPA NO ANO DE 2013

FACULDADE SETE LAGOAS - FACSETE COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO / CPA RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DA CPA NO ANO DE 2013 FACULDADE SETE LAGOAS - FACSETE COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO / CPA RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DA CPA NO ANO DE 2013 Sete Lagoas Março de 2014 Sumário 1. DADOS DA INSTITUIÇÃO... 4 1.1. Composição da Comissão

Leia mais

2º RELATÓRIO PARCIAL DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

2º RELATÓRIO PARCIAL DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2º RELATÓRIO PARCIAL DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL - CPA Mantenedora: Fundação Presidente Antônio Carlos Mantida: Faculdade Presidente Antônio Carlos de Araguari

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE VÁRZEA GRANDE CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. Resolução nº 021 de 10 de junho de 2009.

ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE VÁRZEA GRANDE CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. Resolução nº 021 de 10 de junho de 2009. Resolução nº 021 de 10 de junho de 2009. Fixa normas para Educação Infantil no âmbito do Sistema Municipal de Ensino do Município de Várzea Grande Estado de Mato Grosso O Conselho Municipal de Educação

Leia mais

LOCALIZAÇÃO: PAVIMENTO TÉRREO IDENTIFICAÇÃO ÁREA (M 2 ) CAPACIDADE Auditório 367,23 406

LOCALIZAÇÃO: PAVIMENTO TÉRREO IDENTIFICAÇÃO ÁREA (M 2 ) CAPACIDADE Auditório 367,23 406 INFRA-ESTRUTURA FÍSICA E TECNOLÓGICA As salas de aula da FACULDADE BARRETOS estão aparelhadas para turmas de até 60 (sessenta) alunos, oferecendo todas as condições necessárias para possibilitar o melhor

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

Educação Infantil ESTRATÉGIAS:

Educação Infantil ESTRATÉGIAS: Educação Infantil META 1: Ampliar a oferta de educação infantil de forma a atender, em 100% da população de 4 e 5 anos até 2016 e, até o final da década, alcançar a meta de 50% das crianças de 0 a 3 anos,

Leia mais

MANUAL DO CANDIDATO PROCESSO SELETIVO 2011-2º.

MANUAL DO CANDIDATO PROCESSO SELETIVO 2011-2º. MANUAL DO CANDIDATO PROCESSO SELETIVO 2011-2º. semestre Caro Candidato, Este é o manual do processo seletivo para o Curso de Pedagogia do Instituto Superior de Educação de São Paulo Singularidades para

Leia mais

PLANO DE AÇÃO NA GESTÃO ESCOLAR DO CANDIDATO A DIREÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ

PLANO DE AÇÃO NA GESTÃO ESCOLAR DO CANDIDATO A DIREÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ DO CANDIDATO A DIREÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO COLÉGIO ESTADUAL MARQUÊS DE HERVAL - EFM Município: PARANAVAÍ NÚCLEO REGINONAL DE EDUCAÇÃO DE PARANAVAÍ GESTÃO

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1

AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1 AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1 Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO COLEGIADO DE ARTES VISUAIS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO COLEGIADO DE ARTES VISUAIS ANEXO A SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO COLEGIADO DE ARTES VISUAIS REGULAMENTO ESPECÍFICO DOS COMPONENTES CURRICULARES PRÁTICAS DE ENSINO DO CURSO DE LICENCIATURA

Leia mais

FACULDADE GLOBAL DE UMUARAMA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA FACULDADE GLOBAL DE UMUARAMA FGU / UNIESP RELATÓRIO FINAL 2012/2013

FACULDADE GLOBAL DE UMUARAMA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA FACULDADE GLOBAL DE UMUARAMA FGU / UNIESP RELATÓRIO FINAL 2012/2013 FACULDADE GLOBAL DE UMUARAMA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA FACULDADE GLOBAL DE UMUARAMA FGU / UNIESP RELATÓRIO FINAL 2012/2013 UMUARAMA, DEZEMBRO, 2012 RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO I DADOS DA INSTITUIÇÃO Nome/

Leia mais

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO Conselho de Educação do Distrito Federal

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO Conselho de Educação do Distrito Federal Homologado em 13/12/2010, DODF nº 236 de 14/12/2010, pág. 36 Portaria nº 231 de 15/12/2010, DODF nº 239 de 17/12/2010, pág. 7 PARECER Nº 284/2010-CEDF Processo nº 460.000894/2009 Interessado: Centro de

Leia mais

REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU DO COLEGIADO DE CURSO

REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU DO COLEGIADO DE CURSO REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU DO COLEGIADO DE CURSO Art. 1º O colegiado de curso é órgão consultivo da Coordenação de Curso, destinado a subsidiar a

Leia mais

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública 1 A construção histórica do Curso de Pedagogia 2 Contexto atual do Curso de Pedagogia 3 O trabalho do Pedagogo prática

Leia mais

PARECER CME/THE Nº078/2010

PARECER CME/THE Nº078/2010 PARECER CME/THE Nº078/2010 CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE TERESINA Rua Lizandro Nogueira, 1536 - Centro. Telefone: (0xx86)3215-7639 CEP: 64.000-200 - Teresina - Piauí E-Mail: cmethe2009@hotmail.com

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA FORMAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização:

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO DA LEI 9394/1996 E DA LEI 12.796/2013

ESTUDO COMPARATIVO DA LEI 9394/1996 E DA LEI 12.796/2013 ESTUDO COMPARATIVO DA LEI 9394/1996 E DA LEI 12.796/2013 1 Art. 3º. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: [...] Art. 3 O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:

Leia mais

LEI 3.948, de 16 de novembro de 2009 Sistema Municipal de Ensino

LEI 3.948, de 16 de novembro de 2009 Sistema Municipal de Ensino LEI 3.948, de 16 de novembro de 2009 Sistema Municipal de Ensino Disciplina a organização do Sistema Municipal de Ensino do Município de Mococa e dá outras providências. CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO MUNICIPAL

Leia mais

RESOLUÇÃO CEE Nº 127 de 1997 Regulamenta a Lei 9394/96 Câmara de Educação Básica

RESOLUÇÃO CEE Nº 127 de 1997 Regulamenta a Lei 9394/96 Câmara de Educação Básica RESOLUÇÃO CEE Nº 127 de 1997 Regulamenta a Lei 9394/96 Câmara de Educação Básica Fixa normas preliminares visando à adaptação da legislação educacional do Sistema Estadual de Ensino às disposições da Lei

Leia mais

Atividades Extraclasse

Atividades Extraclasse Atividades Extraclasse No Marista Assunção, o estudante também descobre novos conhecimentos além da sala de aula. Crianças e jovens desenvolvem talentos por meio de atividades artísticas, esportivas e

Leia mais

CORPO DISCENTE 1. 1º ano 1.1 2º ano 1.2 3º ano 1.3 4º ano 1.4 5º ano 5ª série 1.5 6º ano 1.6 7º ano 1.7 8º ano 1.8 9º ano 1.

CORPO DISCENTE 1. 1º ano 1.1 2º ano 1.2 3º ano 1.3 4º ano 1.4 5º ano 5ª série 1.5 6º ano 1.6 7º ano 1.7 8º ano 1.8 9º ano 1. EMEF NEUSA NUNES GONÇALVES Diretor: Roberto de Olveira Silva E-mail.: emefnng@vitoria.es.gov.br Fundação: 03/02/1993 Criação: Lei nº 3.906 Endereço: Rua do Caju, 249 Bairro: Nova Palestina CEP.: 29030-015

Leia mais

Escola Estadual Helen Keller

Escola Estadual Helen Keller Anexo 2 Pré projeto de pesquisa - Biológicas Tema 1: Perfil da Escola Estadual Helen Keller Título: Contextualizando o Universo Escolar e Institucional Justificativa O Programa Institucional de Bolsa de

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTOS ESTÂNCIA BALNEÁRIA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO. 1 Nome da Unidade: 2 Nome do Diretor: 3 Endereço da Unidade:

PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTOS ESTÂNCIA BALNEÁRIA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO. 1 Nome da Unidade: 2 Nome do Diretor: 3 Endereço da Unidade: I - PERFIL E FUNCIONAMENTO DA UNIDADE ESCOLAR 1 Nome da Unidade: 2 Nome do Diretor: 3 Endereço da Unidade: 4 Telefone: E-mail: 5 Localização: ( ) área urbana ( ) área rural ( ) área urbana periférica 6

Leia mais

POLO 19 POLO 17 POLO 18 POLO 22 POLO 24 POLO 21 POLO 25. E.M. Nilcelina S. Ferreira

POLO 19 POLO 17 POLO 18 POLO 22 POLO 24 POLO 21 POLO 25. E.M. Nilcelina S. Ferreira 17 19 18 E.M. Nilcelina S. Ferreira 20 22 21 23 24 25 5 Metas para a Gestão Democrática META 1 a. garantir a autonomia políticod i d á t i c o - p e d a g ó g i c a e administrativa às instituições educacionais

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 24/03/2006. Portaria MEC nº 772, publicada no Diário Oficial da União de 24/03/2006. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO

Leia mais

I - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

I - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA I - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA O Colégio Ceom, fundamenta seu trabalho educacional na área da Educação Infantil, Ensino Fundamental I, Fundamental II e Ensino Médio, a partir das teorias de Jean Piaget e Emília

Leia mais

FESURV UNIVERSIDADE DE RIO VERDE CPA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO 2009-2010

FESURV UNIVERSIDADE DE RIO VERDE CPA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO 2009-2010 FESURV UNIVERSIDADE DE RIO VERDE CPA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO 2009-2010 1 Fragilidade resultado inferior a 50% Ponto a ser melhorado 50% e 59,9% Potencialidade igual ou

Leia mais

RESOLUÇÃO N 276/ 2000-CEE/MT.

RESOLUÇÃO N 276/ 2000-CEE/MT. RESOLUÇÃO N 276/ 2000-CEE/MT. Fixa normas para a oferta da Educação Infantil no Sistema Estadual de Ensino. O CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO, no uso de suas atribuições legais, em consonância

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 28/11/2005 (*) Portaria/MEC nº 4.043, publicada no Diário Oficial da União de 28/11/2005 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO

Leia mais

ATIVIDADES EXTRACURRICULARES

ATIVIDADES EXTRACURRICULARES ATIVIDADES EXTRACURRICULARES ATIVIDADES EXTRACURRICULARES Todas as manifestações artísticas, comunicativas e esportivas fazem parte da formação integral do aluno, proporcionando o convívio social, despertando

Leia mais

(Anexo II) DESCRIÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO

(Anexo II) DESCRIÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO (Anexo II) DESCRIÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO... 3 2 ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO Missão: Atuar nas diferentes áreas (administração, planejamento e orientação educacional) com o intuito

Leia mais

ANEXO I PROGRAMAS E AÇÕES DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA SEB

ANEXO I PROGRAMAS E AÇÕES DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA SEB (Continuação da Resolução/FNDE/CD nº 020/2006) ANEXO I PROGRAMAS E AÇÕES DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA SEB 1. VALORIZAÇÃO E FORMAÇÃO DE PROFESSORES E TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA DIRETORIA DE ESTATÍSTICAS EDUCACIONAIS NOTA TÉCNICA 020/2014 Indicador de adequação da formação do docente

Leia mais

ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO. A disciplina de Estágio Supervisionado ocorrerá, sempre que possível, da seguinte

ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO. A disciplina de Estágio Supervisionado ocorrerá, sempre que possível, da seguinte ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO forma: A disciplina de Estágio Supervisionado ocorrerá, sempre que possível, da seguinte 1. Primeiro contato com a administração e o serviço de supervisão

Leia mais

AUGUSTO-SILVA, Alexandre 1 - PUCPR. LIMA, Paola Borges 2 - PUCPR. LOPES, Eduardo R 3 - PUCPR. SILVA, Karla M 4 - PUCPR

AUGUSTO-SILVA, Alexandre 1 - PUCPR. LIMA, Paola Borges 2 - PUCPR. LOPES, Eduardo R 3 - PUCPR. SILVA, Karla M 4 - PUCPR CONSTRUÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO PROJETO DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO PIBID/PUCPR: A IMPORTÂNCIA DA PRÁTICA DOCENTE NO PROCESSO DA FORMAÇÃO ACADÊMICA DA LICENCIATURA Resumo AUGUSTO-SILVA, Alexandre 1 - PUCPR LIMA,

Leia mais

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO Portaria nº 808, de 8 de junho de 00. Aprova o instrumento de avaliação para reconhecimento de Cursos Pedagogia, no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES. O MINISTRO DE

Leia mais

ARACY MARIA BRAGA DE MIRANDA. FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE NITERÓI. O DESAFIO DAS INICIATIVAS: ROMPER BARREIRAS E CONCRETIZAR ESPAÇOS.

ARACY MARIA BRAGA DE MIRANDA. FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE NITERÓI. O DESAFIO DAS INICIATIVAS: ROMPER BARREIRAS E CONCRETIZAR ESPAÇOS. ARACY MARIA BRAGA DE MIRANDA. FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE NITERÓI. O DESAFIO DAS INICIATIVAS: ROMPER BARREIRAS E CONCRETIZAR ESPAÇOS. Resumo: Quebrar paradigmas, gerar e concretizar iniciativas:

Leia mais

Escolher a melhor escola faz parte do desenvolvimento de seu filho. Por isso, essa decisão deve ser tomada com muito cuidado.

Escolher a melhor escola faz parte do desenvolvimento de seu filho. Por isso, essa decisão deve ser tomada com muito cuidado. Todos os anos, o Colégio Monteiro Lobato se prepara para receber seus alunos com muitas novidades. Aqueles que estão retornando vão poder rever os amigos, os professores queridos e aprender novidades.

Leia mais

Resolução 048/Reitoria/Univates Lajeado, 02 de maio de 2012

Resolução 048/Reitoria/Univates Lajeado, 02 de maio de 2012 Resolução 048/Reitoria/Univates Lajeado, 02 de maio de 2012 Aprova a Política de Inclusão de Discentes com Necessidades Educacionais Especiais do Centro Universitário UNIVATES O Reitor do Centro Universitário

Leia mais

LIDERANÇA NO AMBIENTE EDUCACIONAL E IDENTIDADE DA EDUCAÇÃO INFANTIL:

LIDERANÇA NO AMBIENTE EDUCACIONAL E IDENTIDADE DA EDUCAÇÃO INFANTIL: LIDERANÇA NO AMBIENTE EDUCACIONAL E IDENTIDADE DA EDUCAÇÃO INFANTIL: A Primeira Etapa da Educação Básica CÉLIA REGINA B. SERRÃO EXERCÍCIO UM OLHAR UMA DADA COMPREENSÃO lócus específico trajetória profissional

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO DRE 3 COLÉGIO ESTADUAL DJENAL TAVARES DE QUEIROZ MOITA BONITA SE

GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO DRE 3 COLÉGIO ESTADUAL DJENAL TAVARES DE QUEIROZ MOITA BONITA SE GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO DRE 3 COLÉGIO ESTADUAL DJENAL TAVARES DE QUEIROZ MOITA BONITA SE O Colégio Estadual Djenal Tavares de Queiroz, foi fundado

Leia mais

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos.

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos. Etapa de Ensino Faixa Etária Prevista Duração Educação Infantil 3 a 5 anos Ensino Fundamental: Anos Iniciais 6 a 10 anos 5 anos Ensino Fundamental: Anos Finais 11 a 14 anos 4 anos EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Prefeitura Municipal de Passo Fundo Secretaria Municipal de Educação

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Prefeitura Municipal de Passo Fundo Secretaria Municipal de Educação PREFEITURA MUNICIPAL DE PASSO FUNDO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO INFANTIL REGIMENTO ESCOLAR PASSO FUNDO, 2006. IDENTIFICAÇÃO Cidade: Passo Fundo SUMÁRIO I Filosofia do Estabelecimento...04

Leia mais

Formação de Formadores

Formação de Formadores REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO: Formação de Formadores São Paulo 2012 1 Sumário Título I Da Constituição do Programa... 03 Capítulo I Dos Fins e Objetivos... 03 Capítulo II

Leia mais

TÍTULO I - DA IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA E FINALIDADES...03 TÍTULO II - DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVO-PEDAGÓGICA...03

TÍTULO I - DA IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA E FINALIDADES...03 TÍTULO II - DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVO-PEDAGÓGICA...03 SUMÁRIO TÍTULO I - DA IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA E FINALIDADES...03 TÍTULO II - DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVO-PEDAGÓGICA...03 Seção I - Da Direção...03 Subseção I - Do Diretor Geral...04 Subseção II - Da

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR 1.ª SÉRIE DE OFERTA 99-8791-04 DIDÁTICA 160 0 160 99-8792-04

MATRIZ CURRICULAR 1.ª SÉRIE DE OFERTA 99-8791-04 DIDÁTICA 160 0 160 99-8792-04 Curso: Graduação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA PLENA MATRIZ CURRICULAR SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO INSTRUÇÃO N 020/2010 - SUED/SEED

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO INSTRUÇÃO N 020/2010 - SUED/SEED INSTRUÇÃO N 020/2010 - SUED/SEED Assunto: orientações para organização e funcionamento do Atendimento Educacional Especializado na Área da Deficiência Visual. A Superintendente da Educação, no uso de suas

Leia mais

MANUAL DO EAD FACULDADE REFIDIM CEEDUC

MANUAL DO EAD FACULDADE REFIDIM CEEDUC MANUAL DO EAD FACULDADE REFIDIM CEEDUC MANUAL DO EAD 2 Sumário Palavra do Diretor...3 1. Breve Histórico da Faculdade Refidim...4 2. Estrutura Institucional Responsável pela Educação a Distância...5 2.1

Leia mais

As instalações físicas encontram-se detalhadas no quadro seguinte. QUADRO DE INSTALAÇÕES FÍSICAS

As instalações físicas encontram-se detalhadas no quadro seguinte. QUADRO DE INSTALAÇÕES FÍSICAS As instalações físicas encontramse detalhadas no quadro seguinte. QUADRO DE INSTALAÇÕES FÍSICAS ESPAÇO FÍSICO QUANTIDADES GERAL FACULDADE ÁREA M 2 Salas de aula, medindo cada uma, 69, com um quadro branco,

Leia mais

Considerando o disposto no artigo 12, inciso V; artigo 13, inciso IV, e artigo 24, inciso V, alínea e, da Lei Federal 9394/96;

Considerando o disposto no artigo 12, inciso V; artigo 13, inciso IV, e artigo 24, inciso V, alínea e, da Lei Federal 9394/96; ATO NORMATIVO da Secretaria Municipal da Educação Resolução SME nº4, de 05 de março de 2015. Dispõe sobre a Recuperação da Aprendizagem, de maneira Contínua e/ou Paralela, no Ensino Fundamental da Rede

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM HISTÓRIA

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM HISTÓRIA Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás Departamento de Áreas Acadêmicas I Coordenação de Ciências Humanas

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS CAMPUS JUIZ DE FORA / CTU

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS CAMPUS JUIZ DE FORA / CTU PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS CAMPUS JUIZ DE FORA / CTU Nos dias 15 e 16 de dezembro de 2008, a comunidade escolar do Instituto

Leia mais

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014 A CPA (Comissão Própria De Avaliação) apresentou ao MEC, em março de 2015, o relatório da avaliação realizada no ano de 2014. A avaliação institucional, realizada anualmente, aborda as dimensões definidas

Leia mais

FICHA DE ESTÁGIO. Nome do Estagiário (a): Endereço: RA.: Data de Nascimento: / / Turma: Semestre:

FICHA DE ESTÁGIO. Nome do Estagiário (a): Endereço: RA.: Data de Nascimento: / / Turma: Semestre: UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO - UNINOVE Mantido pela Associação Educacional Nove de Julho Rua Diamantina, 310 - CEP 02117-010 Vila Maria - São Paulo - SP Fone: 11 2633-9000 FICHA DE ESTÁGIO Nome do Estagiário

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE DESIGN, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais O estágio não obrigatório,

Leia mais

Ministério da Educação

Ministério da Educação Página 1 de 25 Ministério da Educação Nº 1229 - Segunda feira, 21 de junho de 2010 Gabinete do Ministro - Portaria nº 807, de 18 de junho de 2010 Gabinete do Ministro - Portaria nº 808, de 18 de junho

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENÇÃO PEDAGOGICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENÇÃO PEDAGOGICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENÇÃO PEDAGOGICA A ELABORAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESCOLAR O Planejamento é o principal instrumento norteador da ação dos coordenadores e profissionais

Leia mais

Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes

Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes Elaborada pela Diretoria de Assuntos Estudantis 1 1 Esta minuta será apreciada pelo Colegiado de Ensino, Pesquisa e Extensão nos dias

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 16/5/2011, Seção 1, Pág.17. Portaria n 573, publicada no D.O.U. de 16/5/2011, Seção 1, Pág.14. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE

Leia mais

MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010

MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010 MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010 Aprova o instrumento de avaliação para reconhecimento de Cursos Pedagogia, no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação

Leia mais

LEI Nº 3480/2014, DE 06 DE MAIO DE 2014.

LEI Nº 3480/2014, DE 06 DE MAIO DE 2014. LEI Nº 3480/2014, DE 06 DE MAIO DE 2014. ALTERA DISPOSITIVOS CONSTANTES NA LEI Nº 3224/2011, QUE ESTABELECE O PLANO DE CARREIRA E REMUNERAÇÃO DO MAGISTÉRIO PÚBLICO MUNICIPAL, INSTITUI O RESPECTIVO QUADRO

Leia mais

Página 1. 1.11 Dos alunos matriculados, quantos estão em Tempo Integral 80

Página 1. 1.11 Dos alunos matriculados, quantos estão em Tempo Integral 80 1. CORPO DISCENTE: Quantidade de alunos matriculados 1º ano 90 1.1 2º ano / 1ª série 95 1.2 3º ano / 2ª série 77 1.3 4º ano / 3ª série 74 1.4 5º ano / 4ª série 55 1.5 6º ano / 5ª série 32 1.6 7º ano /

Leia mais

COLÉGIO SETE DE SETEMBRO

COLÉGIO SETE DE SETEMBRO Paulo Afonso, 01 de novembro de 2008. CARTA ABERTA AOS PAIS OU RESPONSÁVEIS Prezado pai / mãe ou responsável, Ao longo do ano letivo de 2008 estivemos juntos na parceria para a educação de seu(s) filho(s)

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2004.1. Disciplinas do Núcleo Comum 01 ANTROPOLOGIA CULTURAL

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2004.1. Disciplinas do Núcleo Comum 01 ANTROPOLOGIA CULTURAL Disciplinas do Núcleo Comum 01 ANTROPOLOGIA CULTURAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 10 h/a Créditos: 2 : A Antropologia enquanto ciência e seus principais ramos. Metodologia da pesquisa em Antropologia

Leia mais

15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME. Política Nacional de Educação Infantil. Mata de São João/BA Junho/2015. Secretaria de Educação Básica

15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME. Política Nacional de Educação Infantil. Mata de São João/BA Junho/2015. Secretaria de Educação Básica 15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME Política Nacional de Educação Infantil Mata de São João/BA Junho/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores urbanos e rurais

Leia mais

PLANOS DECENAIS DE EDUCAÇÃO NA ATUALIDADE. Luzenir Poli Coutinho da Silveira Pres. da Comissão do PME e militante do FEITO SEMED maio / 2012

PLANOS DECENAIS DE EDUCAÇÃO NA ATUALIDADE. Luzenir Poli Coutinho da Silveira Pres. da Comissão do PME e militante do FEITO SEMED maio / 2012 PLANOS DECENAIS DE NA ATUALIDADE Luzenir Poli Coutinho da Silveira Pres. da Comissão do e militante do FEITO SEMED maio / 2012 NOVO PNE DIRETRIZES GERAIS I - erradicação do analfabetismo; II - universalização

Leia mais

Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais

Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP Diretoria de Avaliação da Educação

Leia mais

PLANO GESTÃO QUADRIENAL PERÍODO : 2014-2018

PLANO GESTÃO QUADRIENAL PERÍODO : 2014-2018 PLANO GESTÃO QUADRIENAL PERÍODO : 2014-2018 1 - IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR E. E. Prof.Daniel Verano 1.1 - LOCALIZAÇÃO: Rua Carlos Luvison, nº. 180, PBV Votorantim. CEP : 18110-035 1.2- LEGISLAÇÃO

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 190/00-CEE/MT.

RESOLUÇÃO Nº 190/00-CEE/MT. RESOLUÇÃO Nº 190/00-CEE/MT. Fixa normas complementares, para o Sistema Estadual de Ensino, à lmplementação das Diretrizes Curriculares para a Formação de Professores da Educação Infantil e dos anos iniciais

Leia mais

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO FACULDADE UNIÃO

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO FACULDADE UNIÃO COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO FACULDADE UNIÃO A avaliação institucional tem sido objeto de discussões na Faculdade Educacional de Ponta Grossa - Faculdade União e sempre foi reconhecida como um instrumento

Leia mais

PROPOSTA PEDAGOGICA CURRICULAR DE EDUCAÇÃO ESPECIAL - SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAL - TIPO I - DI, DFN, TGD e TFE.

PROPOSTA PEDAGOGICA CURRICULAR DE EDUCAÇÃO ESPECIAL - SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAL - TIPO I - DI, DFN, TGD e TFE. COL. EST. PADRE ÂNGELO CASAGRANDE -ENS. FUND., MÉDIO E NORMAL Autorização de Funcionamento do Estab.: Decreto 1354/79 D.O.E. de 29/10/79 Reconhecimento do Estabelecimento: Resolução 67/82 D.O.E. de 27/01/82

Leia mais

1/5. Parecer CME/THE Nº017/2007

1/5. Parecer CME/THE Nº017/2007 PARECER CME/THE Nº. 017/2007 CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE TERESINA Rua Lizandro Nogueira, 1536 - Centro. Telefone: (0xx86)3215-7639 CEP.: 64.000-200 - Teresina - Piauí E-Mail: semec.cme@teresina.pi.gov.br

Leia mais

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO PROVÍNCIA LA SALLE BRASIL - CHILE APRESENTAÇÃO O Setor de Educação Superior da Província

Leia mais

PLANO DE GESTÃO 2014 2015

PLANO DE GESTÃO 2014 2015 PLANO DE GESTÃO 2014 2015 1 APRESENTAÇÃO Este documento apresenta o Plano de Gestão proposto para ser executado, inicialmente, até Janeiro de 2015, da Direção-Geral do Campus Gurupi, e comunidade, pertencente

Leia mais

NOTA TÉCNICA SEESP/GAB/Nº 11/2010

NOTA TÉCNICA SEESP/GAB/Nº 11/2010 Ministério da Educação Secretaria de Educação Especial Esplanada dos Ministérios, Bloco L 6º andar - Gabinete -CEP: 70047-900 Fone: (61) 2022 7635 FAX: (61) 2022 7667 NOTA TÉCNICA SEESP/GAB/Nº 11/2010

Leia mais

Instruções para Construção dos Sites das Escolas Públicas Estaduais do Paraná

Instruções para Construção dos Sites das Escolas Públicas Estaduais do Paraná SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SEED SUPERINTENDÊNCIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUED Instruções para Construção dos Sites das Escolas Públicas Estaduais do Paraná MARÇO/2008 GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ Roberto

Leia mais