O jingle eleitoral na campanha de Júlio Prestes a presidência do Brasil 1 RESUMO

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1 O jingle eleitoral na campanha de Júlio Prestes a presidência do Brasil 1 RESUMO Malena Araújo Mota 2 O presente trabalho tem como objetivo resgatar a história do primeiro jingle eleitoral brasileiro usado na campanha de Júlio Prestes a presidência da República. A pesquisa foi realizada com base nos escritos científicos de Randazzo, Tchockhotine, Manhanelli, entre outros teóricos da Comunicação e Propaganda Política. A metodologia usada foi de cunho qualitativo e como técnica a pesquisa bibliográfica e documental. O estudo conclui que a campanha de Prestes utilizou pioneiramente o jingle eleitoral, em 1929, intitulado Comendo Bola. A pesquisa ainda aponta para uma escassez bibliográfica sobre a história dos jingles eleitorais no Brasil, e sobre a campanha eleitoral a presidência do referido político acima citado. Fatos que sugerem uma vasta pesquisa sobre estes temas. Palavras-Chave: Júlio Prestes; Eleições; Jingle Eleitoral; Marketing Político. ABSTRACT This work have to recount the history of the first jingle used in the Brazilian electoral campaign for the presidency of Julio Prestes Republic. The survey was conducted based on the scientific writings of Randazzo, Tchockhotine, Manhanelli, among other theorists of Communication and Propaganda. The methodology was a qualitative research technique and how literature and documents. The study concludes that the campaign pioneered the use of Prestes jingle election in 1929, entitled "Eating Bola. The survey also pointed to a scarcity of literature on the history of jingles election in Brazil, and on the presidential campaign of that policy above. Facts suggest that an extensive research on these topics. Keywords: Júlio Prestes; Elections; Jingle Election, Political Marketing. Introdução Traçamos um breve relato de como surgiram os primeiros jingles no Brasil, desde os primeiros jingles de cunho político, eleitoral e comercial, questão esta que 1 Trabalho apresentado XV Colóquio Internacional da Escola Latino-americana de Comunicação - CELACOM Mestranda no programa de pós-graduação em comunicação social da Universidade Metodista de São Paulo - UMESP.

2 ainda sucinta muitas discussões, indações e pesquisas. Um campo hávido por desbravadores do conhecimento. Partimos do presuposto de que o jingle eleitoral é uma peça fundamental dentro de uma campanha eleitoral, ele, quando bem feito, pode marcar não só uma campanha eleitoral, mas também, uma carreira política, como por exemplo, Jânio Quadros, com seu jingle Varre, varre, varre vassourinha, marcou não só sua campanha vitóriosa a presidência da República, mas também foi utilizado em outras campanhas seguintes, e, até hoje ainda é um dos mais lembrados entre todos os jingles eleitorais no Brasil. Analisamos brevemente a campanha eleitoral a presidência da República do candidato Júlio Prestes, fazendo um aparato na contextualização política da época. Júlio Prestes mesmo não assumindo a presidência deixou grande contribuíção para a história política e principalmente para o marketing político. Foi na campanha de Prestes que pudemos constatar a utilização do primeiro jingle eleitoral, em 1929, intitulado (Comendo Bola), sendo logo seguido pelo seu adversário Getúlio Vargas, que inovou com a marchinha Gegê(Seu Getúlio). Jingles no Marketing Político Atualmente falar de campanhas políticas e não falar de jingles é quase improvavél. Segundo Lourenço (apud Siegel, 1992) podemos definir jingle como sendo [...] uma pequena peça musical cuja função é a de facilitar e estimular a retenção da mensagem pelo ouvinte. O jingle é geralmente curto e sua melodia é ao mesmo tempo simples e de fácil compreensão. Ainda de acordo com o autor este tipo de peça publicitária surgiu no rádio na década de 1930, nos EUA e depois se tornou popular no mundo. De acordo com Poli (apud Branco et all.,1999, p.171) o primeiro jingle comercial teve início no Brasil em 1932, no Programa Casé. Este programa de rádio criado por Ademar Casé tinha quadros de humor, musicais e um sistema de comercialização inédito, inaugurando a venda de espaços de tempo no rádio, nos quais revendia ao comércio. Contudo, a história do jingle político no Brasil ainda é uma questão que sucinta bastante controvérsas entre os autores pesquisados, bem como sua definação. podemos definir um jingle político como sendo qualquer canção com um propósito político e publicitário. Esse objetivo pode ser tanto conseguir apoio e votos para um político (partido, frente ou causa) quanto para criticar

3 e diminuir apoio e votos a outro político (partido, frente ou causa) adversário (LOURENÇO, 2007). Enquanto Poli (2007) afirma que ao contrário de promover políticos, como acontece hoje, o objetivo da maioria dos jingles políticos, no seu surgimento, era destruir reputações, dando como exemplo o jingle da campanha de 1914 do então presidente da república, Marechal Hermes da Fonseca. Ai, Philomena Autor: José Praxedes e Marinho A minha sogra Morreu em Caxambu Com a tal urucubaca Que lhe deu o seu Dudu Ai, Philomena Se eu fosse como tu Tirava a urucubaca Da careca (cabeça) do Dudu... (ALENCAR, 1978; apud. MANHANELI, 2009) Ligado ao que modernamente se intitula marketing político, o jingle é uma ferramenta de propaganda política, que irradia persuasão de alto poder, tanto que na história política do Brasil há inúmeros exemplos de jingles que perpetuaram no tempo e no espaço. Exemplo disto são os jingles dos presidentes do Brasil, Juscelino Kubitschek, com o inesquecível Peixe Vivo ; e de Jânio Quadros, Varre, varre, vassorinha, que levou milhares de pessoas às ruas empunhando vassouras ao ritmo de sua canção (GROSSI, 2001, p.61). O sucesso do efeito psicológico do jingle nas pessoas remete ao sentimento, à emoção, a alegria é transmitida facilmente. A propaganda ideológica e política incrustada nos jingles atinge diretamente o self, ou seja, o inconsciente do indivíduo, perpetuando essas informações contidas neste instrumento. E é lá neste inconsciente individual, teorizado por Sigmundo Freud, que as pessoas ao ouvirem sentem-se pertencentes e de uma certa forma, se indentificam com ele. Os homens encontram alívio em histórias que retratam as lutas deles [...] As pessoas precisam sentir-se arraigadas e espiritualmente centradas (RANDAZZO, 1997, p ). Garcia ainda explica o sentido de propaganda política: Elaborada, a ideologia é generalizada através do processo de difusão que se realiza de duas formas fundamentais: Em primeiro lugar, a ideologia é difundida de forma indireta, estabelecendo a orientação e os limites de funcionamento das instituições que Althusser denomina aparelhos ideológicos do Estado e que compreendem os sistemas religioso, escolar, familiar, jurídico, político, sindical, de informação, cultural etc. Por outro

4 lado, a ideologia é difundida diretamente, pela transmissão sistemática de seus componetes, através dos meios de comunicação, aos agentes que vivem em uma formação social. A este segundo processo denominaremos propaganda ideológica, ou sisplesmente propaganda (Garcia, 1982, p.15). A propaganda política não é um advento da modernidade, como muitos costumam caracterizar, e sim, segundo Tchakhotine, a ideia da propaganda política é tão velha quanto a própria política, para ele já se fazia propaganda política com: as alocuções ao povo reunido, as discussões nas ruas ou nos edifícios públicos, as inscrições em muros, as letras e as fórmulas gravadas na frente de templos ou dos palácios, os ritos e as cerimônias... (TCHAKHOTINE, 1967, p.300). A partir deste pressuposto, entendemos que o jingle faz parte da propaganda política. Porém, nem sempre o jingle foi usado em campanhas eleitorais. Getúlio Vargas (...) em 1930, na sua primeira campanha para presidente da República, inovou com cartazes, rádio e marchinhas populares (MANHANELLI, 2009, p. 72). Confirmando assim seu poder de persuasão usando a propaganda política, que mais tarde seria consagrado como mito e conhecido como pai dos pobres. Coicidendemente nesta mesma campanha de 1930, seu adversário político era Julio Prestes (PRP). Indicado por Washigton Luis, Júlio Prestes teve um pleito acirrado e inflado de meandros politicos. Contexto histórico-político Deve-se levar em conta que na época o enfraquecimento da economia cafeeira fluminese, principal base de sustentação do regime monárquico, e o crescimento econômico da burguesia cafeeira de São Paulo, as mudanças na estrutura política do Brasil tornou-se uma necessidade, encontrando na promulgação da República Federativa 1891 sua principal base de sustenção e dominação....os interesses econômicos da oligarquia paulista, que se tornara republicana na medida em que passara a ver na República _ e em especial no federalismo_a melhor forma de garantir a sua autonomia diante das demais facções da classe dominante (PRESTES, 1991, p. 60) Esta hegemonia paulista perdurou por algum tempo, tendo início à época de Deodoro, com o fortalecimento do Partido Republicano Federal, por ocasião da eleição de Prudente de Morais, consolidada na denominada política dos Governadores, que logo depois levou a presidencia Campos Sales. Era uma composição que se baseava na aceitação da hegemônia paulista em nível nacional e, em troca, no reconhecimento da autonomia das oligarquias em nível local. Fato sintomático dessa hegemônia foi a

5 sucessão de presidentes Paulistas: Prudente de Morais, Campos Sales e Rodrigues Alves (PRESTES, 1991, p. 61). Gradativamente as oligarquias regionais passam a se organizar e obter forças nas suas bases estaduais, proporcionando assim ao enfraquecimento do partido Repúblicano Federal, e o declínio da hegemônia paulista. Dentre os partidos criados podemos destacar como principais: Partido Repúblicano Paulista (PRP), de Minas Gerais (PRM), do Rio Grando do Sul (PRR). Com a eleição, em 1906, do mineiro Afonso Pena a Presidência da República, verifica-se uma primeira rachadura no sistema...era o estabelecimento de um sistema de auxílio mútuo entre as duas oligarquias, que vira a dar substância à política do café-com-leite, e continuaria a vigorar até o colapso da República Velha (PRESTES, 1991, p. 61). Com a crise da bolsa da valores de Nova Iorque em 1929, o Brasil também vivia uma grave crise interna, não somente econômica, mas também, política social, ideológica e cultural, que colocava em xeque todo arcabolço político da República Velha, que se agravou ainda mais com a escolha de mais representante da oligarquia paulista para suceder Washington Luís. Era nítida sua preferência pelo presidente de São Paulo, Júlio Prestes. Mas quando, afinal, o presidente confirmou seu nome como candidato à sucessão, iniciou uma crise política sem precedentes. Apesar do apoio de dezessete Estados brasileiros ao candidato de bolso de colete, como era de fato quase todos, os outros três Estados _Minas Gerais com Antônio Carlos Ribeiro de Andrada, Paraíba com João Pessoa e Rio Grande do Sul com Getúlio Vargas _Rebelaram-se. (KOIFMAN, 2002, p.271/272). Desfeita a aliança entre São Paulo e Minas Gerais, o então pretenso candidato de Minas Antônio C. R. Andrada apóia a candidatura de Getúlio Vargas (Rio Grande do Sul) a presidência do Brasil, e como vice, João Pessoa (Paraíba), formando assim, a aliança liberal (PRM+PRR). O candidato oficial vence folgadamente, recebendo votos contra computados para Getúlio Vargas. O resultado mostrava como havia sido dura a competição entre os candidatos, apesar da conhecida manipulação de votos da época (KOIFMAN, 2002, p.272). Após o resultado das eleições, na qual os partidários da aliança liberal alegaram ter ocorrido fraudes, desencandearam-se uma série manifestações, dentre os motivos, a morte do candidato a vice-presidência pela aliança liberal, João Pessoa, fato este bastante explorado pelos aliancistas foi o estopim para a eclosão da chamada Revolução de 30. Em 24 de outubro de 1930, o então presidente Washington Luís é deposto, e o presidente eleito, Júlio Preste é impedido de assumir a presidência.

6 Getúlio Vargas, lider civil do movimento armado oposicionista, toma posse em novembro de 1930, tornando-se presidente em caráter provisório. Pela primeira vez, desde a proclamação da República, em 1889, o candidato do governo não conseguia chegar à Presidência ( SKIDMORE, 2007, p.21). Júlio Prestes Júlio Prestes nasceu em Itapetininga, estado de São Paulo, no dia 15 março do ano de Advogado militante, entrou na vida política, no qual foi eleito a deputado estadual no ano de 1909, algum tempo depois foi eleito deputado federal em 1924 e por último presidente do Estado de São Paulo em 1927, cargo este equivalente ao atual de governador (Netsaber). Em 1929, Júlio Prestes foi candidado a presidência do Brasil, pelo Partido Repúblicano Paulista (PRP), apoiando pelo entao presidente Washington Luis ( ). Júlio Prestes foi eleito, mas o paulista não chegou a assumir a presidência da República. Quem assume a presidência em 03 de novembro de 1930, é o lider da Revolução de 1930, Getúlio Vargas. Para Honório de Sylos (1982), exaltar o vulto de Júlio Prestes, não é necessário pedir colorido, por empréstimo, a imaginação. Tal a proeminência de sua figura no cenário nacional que não poder á ser esquecido. Incompreensível, inútil qualquer conspiração do silêncio em torno de seu nome e de sua obra. Ninguém morre enquanto perdure sua memória. Assim, SYLOS (1982) mostra que: São Paulo deve, tem o dever de cultuar a memória de Júlio Prestes, recordando que ele, trabalhador sem canseira, amou sua terra, lecionou otimismo, e, na expressão feliz de um seu contemporâneo, plantou sementes e acendeu esperanças (SYLOS, 1982, p. 34). A eleição de Júlio Prestes ainda é uma incógnita para muitos historiadores, mesmo porque este trabalho é apenas um passo inicial para um trabalho maior que se propõe a estudar como foi utilizado o marketing político na campanha eleitoral deste vulto nacional. Aqui neste paper a intenção é mostrar o uso do jingle na campanha de Júlio Prestes. Fato este de grande relevância no cenário da Propaganda Política, pois, apesar do jingle com cunho político já ter sido utilizado anteriormente, é na précampanha de 1930, que surge de fato o jingle eleitoral. Segundo MANHANELLI.(2009), o jingle eleitoral inciou-se com Júlio Prestes em 1929 com os jingles Comendo Bola e seu Julinho.

7 (...)não é jingle encomendado como peça publicitária do seu Dudu, ou de qualquer outro candidato ou político, ou seja, é uma paródia em tom satírico e não se encaixa no conceito de jingle, assim como todas as músicas encontradas antes dos primeiros jingles eleitorais, compostas dentro dos primeiros jingles eleitorais, compostas dentro de princípios mínimos de conceituação aceita para essa classificação feita de 1929, para campanha de Júlio Prestes, intitulada Comendo Bola e Seu Julinho Vem Nos jingles de cunho político antes do jingle Comendo Bola de utilizado na campnha de Prestes, segundo os critérios do Marketing Político, não foram utilizadas como ferramentas de persuasão, comunicação, propaganda e marketing eleitoral (MANHANELLI, 2009). Comendo Bola Autor: Hekel Tavares e Luiz Peixoto Gaúcho, meu irmãozinho Meu irmãozinho mineirinho Seu Julinho é que vai ser Porque esse tá de Julinho É um caboclo brasileiro Brasileiro como quê Tudo o mais é gauchada Tudo o mais não vale nada Meu irmãozinho gaúcho Se tu amarra a cavalada Vendo as coisas mal parada Não aguenta com o repuxo Getúlio, Você tá comendo bola Não te mete com seu Júlio Não te mete com seu Júlio Que seu Júlio tem escola Atrás do liberalismo Ninguém vá que esse cinismo É potoca, é brincadeira Eu conheço muito tolo Que acabou levando bolo E bateu na geladeira Eles pensam, seu Julinho Que esse povo é zé-povinho Que isso é pau de galinheiro Que sem nota e sem carinho O Brasil anda sozinho Porque Deus é Brasileiro (MARTINS 2008; apud. MANHANELLI, p.74/75) Já a campanha de Getúlio Vargas, além de utilizar jingle eleitoral, também inovou em outros aspectos de sua campanha, imprimindo cartazes, usando o rádio, ainda que embrionário, com desembaraço e patrocinando a marchinha mais popular, entre os jingles que também aportavam pela primeira vez no cenário eleitoral. Escrita e interpretada por Lamartine Babo, a

8 marchinha Gegê (Seu Getúlio) se sobrepunha ao jingle de Júlio Prestes Comendo Bola. (MANHANELI, 2009,p.72). Considerações finais Seu Getúlio ou Gê-Gê Autor: Lamartine Babo Só mesmo com revolução Graças ao rádio e ao parabélum, Nós vamos ter transformação Neste Brasil verde-amarelo Ge-e-Gê-/t-u-tu/l-i-o-lio/Getúlio Certa menina de Encantado, Cujo papai foi senador Ao ver o povo de encarnado Sem se pintar mudou de cor Ge-e-Gê-/t-u-tu/l-i-o-lio/Getúlio (MARTINS 2008; apud. MANHANELLI, p.76) Ao analisarmos a escassa bibliografia existente sobre os jingles eleitorais, encontramos muitas dificuldades, pois, a este campo ainda cabe uma vasta pesquisa, e suas devidas publicações. O material que encontramos ainda nos deixa um pouco confusa sobre os diferentes tipos de jingles. Não podemos analisar os jingles de outras épocas apenas de uma forma simplista, ou seja, se usarmos os padrões de hoje, de como fazer um jingle, acabariamos recusando toda a história de construção destes. Podemos notar que a maioria dos autores pesquisados, os estudos dos jingles de cunho políticos são classificados apenas como jingles políticos. Por isso, existe uma certa confusão, e desentedimentos quanto a datas de utilização de jingles políticos no Brasil. Alguns autores não fazem a classificação de jingles políticos eleitorais, e sim, classificam-os apenas como jingles políticos, no entanto, entre eles existem um vasta diferença, tanto na concepção, como na sua utilização. Apesar da campanha eleitoral do candidato a presidência, Júlio Prestes, ainda ser uma incógnita em vários aspectos, podemos concluir que foi nela em que constatamos o uso do primeiro Jingle político eleitoral no Brasil. E mesmo este trabalho sendo apenas um passo inicial para um trabalho maior que se propõe a estudar, como foi utilizado o marketing político na campanha eleitoral deste grande vulto nacional, este certamente é um fato instigador para novas descobertas a que me proponho adiante na dissertação de mestrado, que deverá contribuir para elucidar esta lacuna na história política do Brasil.

9 Referências Bibligráficas: GARCIA, Nelson Jahr: Propraganda Ideologica: Coleção primeiros passos: São Paulo; Brasiliense; GROSSI, Eduardo: A vassoura e o voto:publicidade eleitoral de Jânio Quadros na Campanha de Jânio Quadros na Campanha Presidencial de Tese apresentada no Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Metodista de São Paulo; São Paulo, KOIFMAN, Fábio: Presidentes do Brasil/Departamento de Pesquisa da Universidade Estácio de Sá: São Paulo: Cultura, LOURENÇO, Luiz Claúdio: Abrindo a Caixa-Preta: da indecisão à escolha. A campanha presidencial de 2002: Tese apresentada ao Instituto Universitário de Pesquisa do Rio de Janeiro; Rio de Janeiro, LOURENÇO, Luiz Claúdio: Jingles Políticos: estratégias, cultura e memória nas eleições brasileiras: Artigo publicado na Revista Aurora n. 4, São Paulo, MANHANELLI, Carlos Augusto Bonacorso: Os jingles eleitorais nas campanhas presidenciais brasileiras: Dissertação apresentada no Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Metodista de São Paulo; São Paulo, 2009 NETSABER BIOGRAFIAS. Júlio Prestes. Disponível em Acesso em 24 de abril de POLI, de Silva Thais: A Função Sinestésica do Jingle Político:Artigo apresentado no II Congresso da Associação Brasileira de Pesquisadores em Comunicação e Política Compolítica, Taubaté, PRESTES, Anita Leocádia: A coluna Prestes: São Paulo; Brasiliense; 1991 RANDAZZO, Sal: A criação de mitos na publicidade: Como os publicitários usam o poder do mito e do simbolismo para cria marcas de sucesso: Rio de Janeiro; Rocco, SKIDMORE, Thomas E.: Brasil: de Getúlio Vargas a Castelo Branco, : Rio de Janeio; Paz e Terra; SYLOS, Honório de: Júlio Prestes, o estadista e o intelectual. São Paulo: Arquivo do Estado, 1982.

10 TCHAKHOTINE, Serge: A mistificação das massas pela propaganda política: Rio de Janeiro; Civilização Brasileira S.A.; WOLFGANG, Leo Maar: O que é política: Coleção primeiros passos : São Paulo; Brasiliense;1982.

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