SUMÁRIO. Colaboração em contextos educacionais: possibilidades para a aprendizagem e a produção de conhecimentos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SUMÁRIO. Colaboração em contextos educacionais: possibilidades para a aprendizagem e a produção de conhecimentos"

Transcrição

1

2

3

4 SUMÁRIO Apresentação 2 Colaboração em contextos educacionais: possibilidades para a aprendizagem e a produção de conhecimentos Daniela Guerreiro-Casanova e Joseane Vasconcellos de Freitas 3 Design e roteiro de vídeos educativos Marcia Izabel Fugisawa Souza, Tércia Zavaglia Torres e Fernando Attique Máximo 12 Usabilidade na TV digital Sérgio Varga 20 Ambientes virtuais de aprendizagem e a mobilidade Mônica Cristina Garbin, Luana Rodrigues de Souza da Silva, Patrícia Hernandes Chaves e Barbara Pereira Barbosa 25 A tecnologia vídeo digital na educação: fator de inclusão ou de exclusão? Nadir Rodrigues Pereira, Adriane Pelissoni, Jéfferson Castro e Wagner Ferreira de Sousa 37 As tecnologias digitais interativas e a prática docente Marta Fernandes Garcia, Dóris Firmino Rabelo, Lana Paula Crivelaro, Thiago Mancilha Cancela e Sérgio Ferreira do Amaral 45 Aprendizagem significativa e a utilização de mapa conceitual para o desenvolvimento de atividade em sala de aula: estudo de caso no ensino de geometria da educação básica Lilian de Souza Vismara, Bruno Gâmbaro, Rita de Cassia Gargantini, Lilia Maria Reginato Gallana, Josiane Heloisa de Campos Lourenço e Sérgio Ferreira do Amaral 61 Microconteúdo educacional em plataforma móvel Joelma Choma, Luciana Ferreira Baptista, Ronildo Aparecido Ferreira, Tania Lucía Maddalena 77

5 2 Apresentação Esta coletânea reúne textos produzidos pelos alunos da disciplina Conteúdo educacional para TV digital interativa, oferecida anualmente na pós-graduação em Educação, na Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Nessa disciplina são discutidos os principais aspectos teóricos e práticos da produção de conteúdos educacionais aplicados a ambientes virtuais de ensino e aprendizagem. Os textos aqui reunidos sintetizam o resultado da dedicação dos alunos, que no decorrer das aulas protagonizaram intensos debates organizados em seminários, culminando na elaboração e apresentação de vários conteúdos educacionais digitais e interativos. A cada ano novos textos serão adicionados ao conteúdo deste livro, gerando uma produção colaborativa e atualizada, centrada no espírito de compartilhamento de conhecimento. Acredita-se que esta coletânea possa estimular a participação de alunos e pesquisadores interessados na produção colaborativa de conteúdos educacionais interativos. Sérgio Ferreira do Amaral Professor Livre Docente Faculdade de Educação/UNICAMP Laboratório de Novas Tecnologias Aplicadas na Educação (LANTEC)

6 3 COLABORAÇÃO EM CONTEXTOS EDUCACIONAIS: UMA POSSIBILIDADE PARA A APRENDIZAGEM E A PRODUÇÃO DE CONHECIMENTOS Daniela Guerreiro-Casanova Joseane Vasconcellos de Freitas RESUMO Este artigo é dedicado à discussão sobre a colaboração no contexto de aprendizagem e na produção de conhecimento. A temática da aprendizagem e produção de conhecimento cresce em importância na razão direta da obsolescência dos conhecimentos aplicados, bem como o desenvolvimento de novas tecnologias. Desta forma, o conhecimento aplicado tende a ficar obsoleto mais rapidamente, um número maior de pessoas precisa aprender mais em menos tempo, sendo necessária maior disponibilidade de tempo para aprender e ensinar, a aprendizagem torna-se um processo contínuo. Outro fator preponderante é relativo às teorias pedagógicas que lidam com aspectos do processo de aprendizado também características dos meios virtuais. Para analisar esses elementos desenvolvem-se, neste trabalho, alguns eixos de análise dentre os quais se destaca a aprendizagem colaborativa como uma possibilidade para a aprendizagem e a produção de conhecimentos. PALAVRAS-CHAVE: aprendizagem, colaboração, educação, mapa conceitual COLLABORATION IN EDUCATIONAL SETTINGS: A POSSIBILITY FOR LEARNING AND KNOWLEDGE PRODUCTION ABSTRACT This article describes the importance of collaboration in educational settings for learning and knowledge production. The theme of learning and knowledge production grows in importance in direct ratio to the obsolescence of knowledge applied, and the development of new technologies. Thus the applied knowledge tends to become obsolete more quickly, more people need to learn more in less time, and more time is needed for learning and teaching, learning becomes a continuous process. Another important factor is the pedagogical theories that deal with aspects of learning which characteristics of virtual media are also. To examine these aspects developed in this work, some lines of analysis among which stand out collaborative learning as an opportunity for learning and knowledge production. KEYWORDS: learning, collaboration, education, conceptual map

7 4 Era do conhecimento, mundo globalizado. Esses dois conceitos retratam uma transição histórica, à qual a humanidade tem vivenciado nos últimos anos, como também cria expectativas em relação a um futuro que requererá novas maneiras de vida. Essa transição não se refere apenas às questões econômicas ou políticas, mas sim, relaciona-se profundamente com a educação, conferindo-lhe implicações (GUERREIRO, 2007). Nesse sentido, este artigo visa apresentar algumas considerações iniciais sobre produção colaborativa de conhecimentos, bem como sua aplicabilidade como recurso pedagógico, por meio da aprendizagem colaborativa, de modo que este possa auxiliar o docente da educação básica em sua prática cotidiana. Pode-se afirmar que a abundância de informações disponíveis atualmente na sociedade do conhecimento é potencializada por meio da tecnologia (LIMA; SANTINI, 2007). Esta serve de instrumento para a produção, o acesso e o uso da informação, mudando o modo de produção de conhecimento utilizado há algumas décadas. Esta transição alterou, inclusive, o modo pelo qual as pessoas conectam-se entre si, bem como o modo pelo qual as pessoas conectam-se aos novos conteúdos informacionais produzidos cotidianamente neste mundo globalizado disseminados quase que instantaneamente. Por exemplo, ao utilizar a internet para acessar uma rede social como o Orkut, o Facebook, o Twitter, dentre outros, uma pessoa, seja ela criança ou idosa, pode, mesmo estando sozinho em sua residência, vivenciar uma experiência social, na qual ela pode expressar seus pensamentos e seu modo de ser; pode, ainda, receber informações referentes às pessoas com as quais está conectada no momento, sendo que, em muitos casos, essa interação social via web acontece com mais de dois participantes, permitindo que o internauta, por exemplo, tenha amigos residentes no Brasil ou em outros países. Por meio dessas redes sociais, as pessoas podem também adquirir informações sobre as quais se interessam. Além disso, por meio de sites diversos as pessoas podem obter informações sobre inúmeras áreas do conhecimento, as quais englobam desde assuntos cotidianos até pesquisas científicas complexas. Toda essa amplitude de informação e conhecimento está apenas a um toque de distância: basta apertar o enter. Estes novos meios de produção de conhecimento, bem como as diversas intensificações tecnológicas que surgem a cada dia podem auxiliar a liberar potencial humano e social (LIMA; SANTINI, 2007). Neste contexto, vive-se um período de integração entre as mídias digitais, que por meio de dispositivos portáteis, possibilitam acesso a múltiplos serviços, de maneira dinâmica e com novas linguagens, proporcionando uma facilidade de comunicação nunca vista. Por meio de um celular é possível comunicar-se com as pessoas usando mensagens de texto, e- mails, Skype, dentre outros recursos, bem como baixar e ouvir músicas, navegar pela internet,

8 5 de modo a obter informações sobre qualquer assunto e de qualquer relevância em qualquer lugar, desde que haja conexão. Para tanto, a Web 2.0 constitui um marco referencial à integração entre as mídias digitais, bem como possibilidade de participação do usuário na formação, na troca e na divulgação da informação. Isto, de modo simplista, caracteriza a produção colaborativa, a qual pode ser definida como um processo criativo coletivo no qual a informação não possui caráter único, podendo ser alterada por todos que tenham contato com ela. Resulta uma obra em construção que sofre constante evolução, podendo ser adaptada para formatos distintos, de acordo com as características e necessidades dos usuários. Talvez, o mais conhecido exemplo de obra de produção colaborativa seja o Wikipideia. Este site consagrou-se por ser uma das maiores enciclopédias virtuais e é produzido colaborativamente, por meio das informações disponibilizadas pelos usuários. Neste caso, as pessoas que desejarem podem incluir conteúdo, alterar ou completá-lo. Para que a produção colaborativa seja efetiva, a interatividade coloca-se como um requisito básico. Esta pode tornar possível a construção e a desconstrução imagética e linguística, as trocas de saberes, a participação ativa e mútua entre os usuários (ALVES; MÉDOLA, 2009). Neste contexto de produção colaborativa, o usuário pode ser: Participante - pois pertence e desenvolve uma das partes da produção coletiva de forma voluntária e atendendo a regras de uso definidas no ambiente; Cooperador - o qual demonstra um sentimento maior de comprometimento à produção, desempenhando algumas responsabilidades frente ao conjunto de atividades e a grupos presente no ambiente; Colaborador - que coordena uma ou mais atividades desenvolvidas para o sistema, em que se responsabiliza em gerenciá-las a partir das atividades feitas por outros integrantes do ambiente. Diante desse cenário, brevemente descrito, faz-se necessário desenvolver as habilidades de comunicação, reflexão, análise e crítica, dentre outras habilidades cognitivas, para que o homem possa adaptar-se às constantes mudanças tecnológicas e, conseqüentemente, comportamentais desencadeadas por estas. Nesse contexto, tanto a educação que possibilita ao homem o desenvolvimento das habilidades, anteriormente citadas, quanto à capacidade de aprendizagem colaborativa colocam-se como importantes aspectos a serem considerados pela educação formal, para a qual a tecnologia educacional coloca-se como um importante instrumento. Moreira et al. (2001) ressaltam três principais concepções do processo de ensinoaprendizagem que determinam a prática pedagógica com uso da tecnologia educacional. Na

9 6 concepção empirista, o aluno é considerado um ser passivo onde são depositados os conhecimentos, configurando o que Freire (1975, p.70) chama de "educação bancária". Neste modelo, o uso de tecnologias consiste em disponibilizar conteúdos no ambiente tecnológico por meio de recursos, como textos, sons, animações, softwares e vídeos e, ao finalizar o processo, realizar avaliações para testar os conteúdos adquiridos. Já, na concepção racionalista, a aprendizagem é um processo autônomo regulado pelo amadurecimento orgânico das estruturas racionais. As atividades são centradas no aluno, que depende exclusivamente do seu potencial cognitivo para realizar a aprendizagem; a mediação docente neste processo é vista como secundária. Uma das possibilidades de se estabelecerem transformações no sistema educacional consiste em desenvolver processos de comunicação, que envolvam as dimensões cognitivas, afetivas, sociais e éticas, entre alunos e professores abertos, democráticos e interativos (MORAN, 2003). Valorizam-se, cada vez mais, a interação e a troca de informações entre os atores envolvidos no processo educativo e o estímulo à criatividade em substituição à reprodução passiva de conhecimentos já existentes. Compreende-se que uma educação que propicie autonomia, liberdade, cooperação e solidariedade pode acontecer com ou sem o uso de novas tecnologias de mediação eletrônica. O que promove o processo educativo é a atitude e o compromisso dos sujeitos em estabelecer processos comunicativos autênticos, considerando os diferentes contextos institucionais, sociais e políticos (FREIRE, 1975). Mas, educar também é estar atento às diferentes possibilidades e recursos que nossa realidade nos apresenta; a diversificação de instrumentos, estratégias e ambientes de ensino-aprendizagem podem aumentar as possibilidades de interação, criar condições para a autonomia, respeitando os diferentes ritmos, momentos e estilos cognitivos. Nesse contexto destaca-se a aprendizagem colaborativa, entendida como aprendizagem realizada em grupo. Isto é, por meio da interação entre os educandos, da partilha de saberes e das discussões em torno do tema, os quais são debatidos, buscando o esclarecimento das dúvidas, e, a partir disso, constroem a aprendizagem coletiva. Esta, por sua vez, possibilita também a construção do conhecimento individual de cada agente participante do processo educativo (FINO, 2004). Para que a aprendizagem colaborativa seja realizada é necessário um conjunto de métodos e técnicas de aprendizagem, bem como de desenvolvimento pessoal e social, as quais possibilitem que, no grupo, cada pessoa se responsabilize pela própria aprendizagem, bem como pela dos outros colegas.

10 7 Os mapas conceituais constituem uma, dentre diversas, estratégia de aprendizagem colaborativa. Estes são compreendidos como mapas de conceitos, representados por diagramas e setas, os quais buscam estabelecer relações de significados e não de hierarquia. Estes podem ser redigidos ou elaborados por meio de softwares, dentre eles o Cmap Tools, cujo acesso é livre. Por meio dos mapas conceituais pode-se desenvolver a aprendizagem colaborativa, pois os mapas podem ser construídos individualmente ou em grupos. No entanto, pode servir de meio para estimular uma discussão sobre os conceitos estudados, bem como sobre as relações que cada aluno estabeleceu entre esses conceitos. Desse modo, por meio da discussão, pode-se desenvolver a aprendizagem colaborativa (MOREIRA, 1998). Um exemplo de mapa conceitual pode ser verificado a seguir, na Figura 1. Ainda como possível estratégia de aprendizagem colaborativa, pode-se comentar a importância das redes sociais. Por exemplo, um professor pode abrir uma comunidade no Orkut destinada à discussão de determinado conteúdo. Este professor poderia diariamente lançar questões que estimulassem a reflexão dos alunos sobre o tema escolhido. Como etapas posteriores, o professor poderia acompanhar a participação dos alunos nas discussões realizadas no ambiente virtual, bem como trazer alguns aspectos que surgiram nessa discussão virtual para a sala de aula, tendo, assim, a oportunidade de complementar a discussão com algum tópico do conteúdo integrante do currículo, bem como de corrigir algum posicionamento incorreto. Por meio da aprendizagem colaborativa são estabelecidas comunidades de aprendizagem, as quais podem ser reais, além das virtuais. Estas são entendidas como a estrutura social que sustenta o trabalho de um grupo a fim de atingir um objetivo comum. Segundo Afonso (2001, p. 429), as comunidades de aprendizagem constituem um ambiente intelectual, social, cultural e psicológico, que facilita e sustenta a aprendizagem, enquanto promove a interação, a colaboração e a construção de um sentimento de pertença entre os membros. Para tanto, faz-se necessário a adoção de um novo modelo educativo, que abrigue uma mudança de paradigma, no qual o empenho contínuo e colaborativo dos membros seja reconhecido e valorizado, servindo ao mesmo de tempo como estímulo da capacidade criadora dos membros de determinada comunidade de aprendizagem. As comunidades de aprendizagem podem ser classificadas em: Comunidades orientadas para a tarefa: as quais compreendem pessoas unidas para realizar determinada tarefa e obter um produto como resultado final; Comunidades orientadas para a prática: que proporcionam a união de pessoas a fim de partilhar uma prática em comum;

11 8 Comunidades orientadas para a construção de conhecimento: cuja participação e comprometimento de todas as pessoas envolvidas são nitidamente maiores. Neste caso, as pessoas buscam a união para produzir conhecimento através da partilha de informações e de experiência, bem como da colaboração e da compreensão de que o todo é formado por partes, de modo que cada comunidade pode ser metaforicamente comparada a um quebra-cabeça, no qual cada parte possui uma informação única e imprescindível para a constituição do todo. Figura 1: Exemplo de mapa conceitual sobre produção e aprendizagem colaborativa

12 9 Um recurso que pode contribuir para a realização da aprendizagem colaborativa e para a produção colaborativa de conhecimento por meio das comunidades de aprendizagem é o vídeo didático. Hoje, com a facilidade tecnológica, a qual praticamente todos têm acesso para produzir um vídeo didático constitui-se uma tarefa relativamente simples, seja para os docentes, seja para os educandos. Desse modo, os professores podem produzir vídeos didáticos os quais tenham por objetivos: proporcionar uma reflexão inicial sobre o conteúdo que será estudado, bem como uma avaliação diagnóstica sobre o conhecimento da classe sobre a unidade didática a ser trabalhada; proporcionar o aprofundamento do conteúdo trabalhado; ou, ainda, estimular um exercício de análise crítica a ser realizado ao término da unidade didática trabalhada em sala de aula, possibilitando um momento de avaliação sobre a aprendizagem dos alunos em relação àquele conteúdo. Para produzir um vídeo didático, é necessário que o professor/produtor desenvolva um roteiro. Para tanto, o mapa conceitual, citado anteriormente, coloca-se como uma importante ferramenta. Isto porque ao elaborar um roteiro de vídeo por meio do mapa conceitual, pode-se identificar as diversas cenas e os diversos temas que serão mostrados no vídeo didático, de modo que o professor/produtor possa seguir esse roteiro no momento da captação e da edição de imagens. Além disso, caso o professor busque auxílio de uma profissional da área de produção de vídeo, o roteiro elaborado por meio do mapa conceitual proporcionará melhor compreensão deste profissional em relação aos temas didáticos e ao desenvolvimento dos mesmos durante o vídeo a ser produzido, como mostra a Figura 2. É interessante pontuar que a produção do vídeo didático pelo professor/produtor possibilita autonomia docente. Além disso, a produção do próprio material torna possível a aplicabilidade e a assertividade do vídeo em relação às especificidades de cada classe de alunos, viabilizando a educação coletiva, porém adequada às características únicas que formam cada ambiente de ensino, com seus aspectos cognitivos, afetivos e sociais. Ainda, a produção de vídeo didático pode facilitar a aprendizagem colaborativa se a tarefa de elaborar tal instrumento for direcionada aos alunos. Dessa maneira, trabalhando por meio de comunidades de atividades, grupos de alunos podem produzir vídeos que sintetizem o conteúdo discutido em sala de aula, bem como vídeos que ampliem tal conteúdo. Esta estratégia além de contribuir para a aprendizagem significativa dos alunos pode facilitar a motivação para aprender, pois se constitui como um recurso altamente valorizado pelos adolescentes.

13 10 Figura 2: Exemplo de roteiro de vídeo didático sobre aprendizagem colaborativa Diante do exposto, pode-se comentar que a aprendizagem e a produção colaborativa constituem importantes meios para que o homem reencontre a própria identidade, neste período transitório da história. Para tanto, a formação educacional deve assegurar resposta não só sobre o como viver, mas o porquê da vida (PROTA, 1987, p. 165), melhorando a qualidade da existência. A educação precisa preparar o homem para a transitoriedade do conhecimento, derivada da cultura eletrônica, para a atualização constante e para a emancipação como pessoas agentes (PEREIRA, 2000), cada vez mais conectadas às diversas culturas, possibilitando meios intelectuais, autocrenças e capacidades autorreguladoras para que as próprias pessoas conduzam os seus processos de educação durante a vida (BANDURA, 2001; BANDURA, 1993), coletivamente. REFERÊNCIAS AFONSO, A. P. Comunidades de aprendizagem: um modelo para gestão da aprendizagem. In: CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E

14 11 COMUNICAÇÃO NA EDUCAÇÃO CHALLENGES 2001 / DESAFIOS 2001, Braga. Proceedings... Braga, Disponível em: <https://cisucpt.dei.uc.pt/isg/view_member.php?id_m=2057>. Acesso em: 10 out ALVES, K.; MÉDOLA, A. S. D. L. Lógicas colaborativas do telejornalismo no espaço digital. SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE TELEVISÃO DIGITAL, 1., 2009, Bauru. 1º Simpósio Internacional de Televisão Digital: resumos. Bauru: Universidade Estadual de São Paulo, p BANDURA, A. Perceived self-efficacy in cognitive development and functioning. Educational Psychologist, v. 28, n. 2, p , BANDURA, A. Social cognitive theory: an agentic perspective. Asian Journal of Social Psychology, v. 2, n. 1, p , Apr FINO, C. N. O que é aprendizagem colaborativa Disponível em <http://www3.uma.pt/carlosfino/documentos/powerpoint_aprendizagem_colaborativa.pdf>. Acesso em: 20 ago FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. 2. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, GUERREIRO, D. C. Integração e autoeficácia na formação superior na percepção de ingressantes: mudanças e relações f. Dissertação (Mestrado em Educação) Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, LIMA, M. R. C.; SANTINI, R. M. Trabalho imaterial, compartilhamento de informação e produção colaborativa na sociedade da informação. Revista Eletrônica Biblioteconomia, Florianópolis, v. 23, p , Disponível em: <http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/viewfile/407/399>. Acesso em: 10 out MORAN, J. M. Contribuições para uma pedagogia on-line. In: SILVA, M. (Org.). Educação on-line: teorias, práticas, legislação e formação corporativa. São Paulo: Loyola, p MOREIRA, M. A. Mapas conceituais e aprendizagem significativa. Cadernos do Aplicação, Porto Alegre, v. 11, n. 2, p , MOREIRA, M.; COSTA, J. W.; OLIVEIRA, C. C. Ambientes informatizados de aprendizagem. Campinas, SP: Papirus, p. PEREIRA, E. M. A. Pós-modernidade: desafios à universidade. In: SANTOS FILHO, J. C. dos; SILVIA, E. M. (Org.). Escola e universidade na pós-modernidade. São Paulo: Mercado de Letras, p. PROTA, L. Um novo modelo de universidade. São Paulo: Convívio, Daniela Guerreiro Casanova Doutoranda em Educação Faculdade de Educação/UNICAMP Campinas, São Paulo, Brasil Joseane Vasconcellos de Freitas Professora da UNIFIA

15 12 DESIGN E ROTEIRO DE VÍDEOS EDUCATIVOS Marcia Izabel Fugisawa Souza Tércia Zavaglia Torres Fernando Attique Máximo RESUMO Propõe-se a elaboração de design e roteiro de conteúdo de vídeos educativos sob o enfoque da aprendizagem significativa, que se baseia no modelo construtivista do processo cognitivo humano. Mapas conceituais são adotados como uma opção para a organização e representação do conhecimento em construção pelo aluno, sob a mediação do professor. PALAVRAS-CHAVE: produção de conteúdo, vídeo educativo, aprendizagem significativa, mapa conceitual DESIGN AND EDUCATIONAL VIDEO CONTENTS GUIDE ABSTRACT The article proposes the development of design and guide for educational video content under meaningful learning focus, which is based on constructivist model of human cognitive process. From the perspective of meaningful learning, concept maps are adopted as an option for the organization and representation of knowledge in construction by the student, under the teacher mediation. KEYWORDS: content production content, educational content, educational video, meaningful learning, conceptual map As Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) aplicadas ao processo de ensinoaprendizagem abrem espaços inovadores na elaboração de materiais didáticos e nas práticas pedagógicas. O uso de novas tecnologias na aprendizagem abre possibilidades de construção participativa e coletiva do conhecimento, a partir da interação entre professor e aluno. Entretanto, essas novas tecnologias devem adequar-se às necessidades específicas do projeto político-pedagógico. Dias e Moura (2006, p. 80) defendem a utilização de suportes tecnológicos, não como meros recursos técnicos ou meios modernos que veiculam conteúdos pedagógicos, mas como meios que possam ser concebidos como um instrumento dialógico de interação e de mediação de saberes. Ao professor cabe, no entanto, coordenar essa utilização, de modo a contrapor a memorização do saber hierarquizado, o que levará ao

16 13 subaproveitamento da tecnologia. A elaboração de materiais didáticos mediatizados pelas TIC também podem favorecer o surgimento de novas abordagens teóricas sobre a aprendizagem. A partir da introdução de novas concepções de construção de conhecimento, de aluno e de professor, é possível transformar uma série de elementos que compõem o processo de ensinoaprendizagem (SANTOS, 2002). O construtivismo tem sido a abordagem teórica predominante na fundamentação e desenvolvimento de diferentes propostas didático-pedagógicas, sobretudo, para ambientes virtuais de aprendizagem. Entretanto, a produção de conteúdo educativo baseado em ambiente digital interativo, nessa perspectiva, requer cuidado por parte dos educadores no tocante ao design e ao seu roteiro pedagógico, para que atenda aos pressupostos teóricos previamente estabelecidos. Toda atenção deve ser dada à escolha de soluções de informática que propiciem o diálogo e a troca entre professor e aluno, contrapondo-se ao modelo de educação bancária, como definida por Paulo Freire. O exercício das múltiplas inteligências individuais, as possibilidades de abordagem multidisciplinar e a construção colaborativa do conhecimento também devem ser consideradas. Souza (1999) acrescenta que a forma como a tecnologia será utilizada tanto poderá revolucionar as estruturas de ensino vigentes, como poderá contribuir para perpetuá-las. A introdução de uma nova tecnologia deverá vir acompanhada de uma mudança nos processos educacionais, representando uma melhoria dos métodos praticados até então. APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA A teoria da aprendizagem significativa desenvolvida por David Ausubel é baseada no modelo construtivista do processo cognitivo humano, que descreve como os conceitos são adquiridos e organizados na estrutura cognitiva do aluno (LIMA, 2004). De acordo com Ausubel (1968), a aprendizagem significativa ocorre quando o novo conhecimento adquire significado à luz dos conceitos prévios que o aluno já tem, portanto, o fator que mais influencia a aprendizagem é o que o ele já sabe. Para Moreira e Masini (2006), a aprendizagem significativa é um processo pelo qual uma nova informação se relaciona com um aspecto relevante da estrutura de conhecimento do indivíduo. Segundo Ausubel, a aprendizagem significativa quando ocorre produz várias alterações na estrutura cognitiva do aluno, modificando os conceitos preexistentes e criando novas conexões entre conceitos, que dificilmente serão esquecidos, diferentemente da aprendizagem mecânica.

17 14 A aprendizagem significativa propõe a participação ativa do aluno na aquisição de conhecimento, de maneira a evitar-se uma mera reprodução de conceitos formulados pelo professor ou pelo livro-texto, mas uma reelaboração do aluno (PELIZZARI et al., 2002). Durante o processo de aprendizagem, segundo Ausubel, dois conceitos importantes devem ser observados (MOREIRA; MASINI, 2006): a diferenciação progressiva e a reconciliação integrativa. Diferenciação progressiva é um princípio que deve ser levado em conta ao se programar o conteúdo educativo, de modo que as idéias mais gerais e inclusivas sejam apresentadas no início, e partir de então, serem progressivamente diferenciadas, em termos de detalhes e especificidades. Por sua vez, a reconciliação integrativa é um princípio que norteia a programação do material instrucional, de modo a explorar as relações entre idéias, apontar similaridades e diferenças significativas, reconciliando discrepâncias reais e aparentes. Outro destaque são os organizadores prévios, que podem ser definidos como materiais introdutórios, na forma de recursos instrucionais (por exemplo, os mapas conceituais), que são apresentados inicialmente para servir de ponte entre o que o aluno já sabe e o que ele deve saber. As teorias cognitivistas se diferenciam pelos modelos adotados para descrever como se dá a construção da estrutura cognitiva e de como uma nova informação é incorporada a ela (ROSA, 2003). Para Ausubel, cada disciplina tem uma estrutura articulada e hierarquicamente organizada de conceitos (MOREIRA; MASINI, 2006). Outro ponto importante da teoria de Ausubel é que a aprendizagem ocorre por assimilação, processo que acontece quando um novo conceito ou proposição é ligado a conceitos mais inclusivos, já existentes na estrutura cognitiva do aluno. MAPAS CONCEITUAIS Mapa conceitual é uma ferramenta gráfica, desenvolvida a partir da teoria da aprendizagem significativa, e que pode ser utilizada para organizar e representar conhecimentos, sobretudo, em contextos educacionais, inclusive para planejamento de currículos e elaboração de conteúdos instrucionais (NOVAK; CAÑAS, 2008). Mapa conceitual também pode ser entendido como diagramas hierárquicos que procuram refletir a organização conceitual de uma disciplina ou parte dela. Os conceitos mais gerais aparecem no início do mapa, seguidos dos conceitos mais específicos, arranjados em forma hierárquica, como pode ser observado na Figura 1, que apresenta uma representação de mapa conceitual.

18 15 Figura 1. Estrutura de mapas conceituais Fonte: Tarouco (2001). A ferramenta de mapas conceituais possibilita a elaboração de roteiros didáticos sem o estabelecimento prévio de regras fixas, tornando possível o desenvolvimento de propostas de design e de roteiro de conteúdos educativos, de modo a privilegiar a construção dialógica de contextos educacionais. Uma das principais funções da mente é interpretar o significado das informações adquiridas e transformá-las em conhecimento, operação que pode se tornar mais fácil quando apresentadas em formato gráfico (LIMA, 2004). Mapas conceituais permitem representar, de forma concisa, as estruturas conceituais que estão sendo ensinadas, além de mostrar as relações significativas entre conceitos ensinados. É uma ferramenta dotada de interface atraente e interativa, e de fácil manipulação pelo professor e aluno em um mesmo elemento de aprendizagem. No processo de aprendizagem é capaz de explicitar graficamente a integração de conhecimentos novos adquiridos pelo aluno aos conhecimentos anteriores, já existentes em sua bagagem. ROTEIROS DE CONTEÚDOS DE VÍDEOS EDUCATIVOS Vídeos educativos produzidos a partir de roteiros educacionais, gerados por professores baseados em ferramentas tecnológicas que favoreçam aos alunos elaborarem e reelaborarem novos conteúdos, poderão servir como um excelente recurso instrucional. Com isso, contribuirá para agregar às metas de aprendizagem previstas a possibilidade do aluno construir novos conhecimentos e compreendê-los. Contudo, se faz necessário que tanto a

19 16 construção destes conteúdos quanto a forma como devem ser estruturados e organizados seja compatível com a lógica pedagógica estabelecida permitindo aos alunos desenvolver um percurso de aprendizagem significativa e colaborativa. Mapas conceituais associados à concepção de aprendizagem significativa e de construção de design ou roteiro educacional poderão ser adotados, de forma a orientar a movimentação do professor e dos alunos na escolha de uma determinada rota, dentre várias alternativas. Roteiros educacionais são conteúdos didáticos que contribuem para o processo de aprendizagem dos alunos. Os roteiros educacionais devem se apoiar em recursos instrucionais que se constituem em formas de estimular os alunos a seguirem um percurso de aprendizagem previamente estabelecido com base nos objetivos de aprendizagem traçados (ZUASNÁBAR, 2000). Podem ser considerados recursos instrucionais: mapas conceituais, nós de integração progressiva, nós de reconciliação integrativa, organizadores prévios, fatores instrucionais, tópicos de autor e outros. Conforme dito anteriormente, os organizadores prévios são materiais introdutórios apresentados antes do material a ser aprendido; servem de ponte entre o que o aluno já sabe o que ele deve saber, a fim de que o novo material possa ser aprendido de forma significativa (ZUASNÁBAR, 2000). Os tópicos de autor correspondem a conceitos ou atividades inseridos no roteiro pelo professor, por considerá-los imprescindíveis à compreensão do assunto por parte do aluno, e que não constavam no mapa conceitual. Os fatores instrucionais têm a função de auxiliar no direcionamento da aprendizagem por parte do aluno, suprindo e compensando uma possível falha de organização no ambiente, no atendimento virtual do professor, na motivação e no feedback. Existem diversas possibilidade e recursos didático-pedagógicos que podem ser tomados como fatores instrucionais, como: estimulação prévia do conhecimento; aplicação de pré-testes para conhecer o nível ou grau de conhecimento do aluno; apresentação da informação/conteúdo em diferentes formatos e suportes (texto, gráfico, som, áudio etc.); motivação por meio técnicas e didáticas diferenciadas (jogos, ambientes virtuais, desafios etc.); resumo e dicas; pós-testes para sondar o nível ou grau de conhecimento do aluno aprendido, e ainda, se os objetivos traçados no início foram alcançados (ZUASNÁBAR, 2000). Um exemplo de roteiro de conteúdo educacional para Produção de alimentos é mostrado na Figura 2, baseado nos conceitos de aprendizagem significativa de Ausubel, na proposta de roteiros instrucionais de Zuasnábar (2000) e na utilização da técnica de mapas conceituais.

20 17 Fig. 2. Roteiro de conteúdo educacional. Fonte: Tavares (2007), adaptada por Amaral (2010). Um roteiro de conteúdo educacional é mostrado na Figura 2, em que o tema produção de alimentos é proposto pelo professor para que o aluno desenvolva uma atividade de modo a incorporar os elementos de aprendizagem que lhe despertem o desejo de aprender, dotado de significado e sentido. O processo inicia-se com a problematização do conteúdo proposto como elemento motivador, colocando-se em seguida os organizadores prévios e/ou tópicos de autor (professor). O aluno interage com a atividade, adicionando e complementando conteúdos intencionalmente propostos pelo professor. Na etapa seguinte, o professor retoma com novas orientações, chamando o aluno à participação para que expresse e crie novos conteúdos, de modo a relacionar as idéias, apontar similaridades e diferenças significativas, reconciliando discrepâncias entre o sabia antes e o que sabe agora. CONSIDERAÇÕES FINAIS Conteúdos de vídeos educativos produzidos com base na concepção de aprendizagem significativa, desenhados e roteirizados por meio de mapas conceituais e outros recursos instrucionais, poderão contribuir de forma inovadora para a construção coletiva e colaborativa do conhecimento. Novos conhecimentos são construídos à medida que o aluno se movimenta no sentido de articulá-los aos saberes que já possui, assimilando, construindo e aprendendo de

9º Congresso de Pós-Graduação AGENTE PARA MEDIAÇÃO DE APRENDIZAGEM ELETRÔNICA

9º Congresso de Pós-Graduação AGENTE PARA MEDIAÇÃO DE APRENDIZAGEM ELETRÔNICA 9º Congresso de Pós-Graduação AGENTE PARA MEDIAÇÃO DE APRENDIZAGEM ELETRÔNICA Autor(es) MICHELE CRISTIANI BARION FREITAS Orientador(es) CECÍLIA SOSA ARIAS PEIXOTO 1. Introdução A partir de ferramentas

Leia mais

Uma análise sobre a produção de conteúdo e a interatividade na TV digital interativa

Uma análise sobre a produção de conteúdo e a interatividade na TV digital interativa Uma análise sobre a produção de conteúdo e a interatividade na TV digital interativa Mariana da Rocha C. Silva Mariana C. A. Vieira Simone C. Marconatto Faculdade de Educação-Unicamp Educação e Mídias

Leia mais

Novas tecnologias no ensino de matemática: possibilidades e desafios

Novas tecnologias no ensino de matemática: possibilidades e desafios Novas tecnologias no ensino de matemática: possibilidades e desafios Marcelo Antonio dos Santos Mestre em Matemática Aplicada UFRGS, Professor na Faculdade Cenecista de Osório (FACOS) e professor da rede

Leia mais

ESTUDO SOBRE A APRENDIZAGEM DA DOCÊNCIA NA ATUAÇÃO NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: UMA ANÁLISE DA PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES

ESTUDO SOBRE A APRENDIZAGEM DA DOCÊNCIA NA ATUAÇÃO NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: UMA ANÁLISE DA PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES ESTUDO SOBRE A APRENDIZAGEM DA DOCÊNCIA NA ATUAÇÃO NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: UMA ANÁLISE DA PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES Nara Dias Brito 1 ; Daniel Mill 2 Grupo 2.1. Docência na educação a distância: Formação

Leia mais

TCC2036. fevereiro de 2006. Pricila Kohls dos Santos. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul PUCRS. pricilas.ead@pucrs.

TCC2036. fevereiro de 2006. Pricila Kohls dos Santos. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul PUCRS. pricilas.ead@pucrs. 1 O PEDAGOGO EM MULTIMEIOS E INFORMÁTICA EDUCATIVA E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A EFICÁCIA DA UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA EDUCAÇÃO TCC2036 fevereiro de 2006 Pricila Kohls dos Santos

Leia mais

A Utilização de Mapas Conceituais na Compreensão de Novas Tecnologias na Educação

A Utilização de Mapas Conceituais na Compreensão de Novas Tecnologias na Educação A Utilização de Mapas Conceituais na Compreensão de Novas Tecnologias na Educação Marcos A. Betemps 1, Vitor B. Manzke 1, Vera L. Bobrowski 1,2, Rogério A. Freitag 1,3, Cristiano da S. Buss 1 1 Núcleo

Leia mais

Unidade 4: Contextualização de Objetos de Aprendizagem

Unidade 4: Contextualização de Objetos de Aprendizagem Coordenação: Juliana Cristina Braga Autoria: Rita Ponchio Você aprendeu na unidade anterior a importância da adoção de uma metodologia para a construção de OA., e também uma descrição geral da metodologia

Leia mais

www.sbempb.com.br/epbem APRENDIZAGEM COLABORATIVA EM AMBIENTES VIRTUAIS E AS POSSIBILIDADES PARA OS PROFESSORES DE MATEMÁTICA

www.sbempb.com.br/epbem APRENDIZAGEM COLABORATIVA EM AMBIENTES VIRTUAIS E AS POSSIBILIDADES PARA OS PROFESSORES DE MATEMÁTICA APRENDIZAGEM COLABORATIVA EM AMBIENTES VIRTUAIS E AS POSSIBILIDADES PARA OS PROFESSORES DE MATEMÁTICA Ronaldo Vieira Cabral Abdias de Brito Aguiar Júnior José Sidney Nunes de Araújo Resumo: A parte das

Leia mais

EDUCAÇÃO E COMUNICAÇÃO: NOVAS PRÁTICAS PARA PROMOVER INSERÇÃO SOCIAL E DIGITAL

EDUCAÇÃO E COMUNICAÇÃO: NOVAS PRÁTICAS PARA PROMOVER INSERÇÃO SOCIAL E DIGITAL EDUCAÇÃO E COMUNICAÇÃO: NOVAS PRÁTICAS PARA PROMOVER INSERÇÃO SOCIAL E DIGITAL Nadir Rodrigues Pereira (nadir@cnptia.embrapa.br) Faculdade de Educação/UNICAMP - Embrapa Informática Agropecuária Sérgio

Leia mais

UM ESTUDO SOBRE A LOUSA DIGITAL 1

UM ESTUDO SOBRE A LOUSA DIGITAL 1 UM ESTUDO SOBRE A LOUSA DIGITAL 1 MARTINS, Sandro Luís Moresco 2 ; VARASCHINI, Patricia 3 ; SANTOS, Leila Maria Araújo 4 1 Trabalho de Pesquisa _ UFSM 2 Programa Especial de Formação de Professores (UFSM),

Leia mais

COMO CRIAR MAPAS CONCEITUAIS UTILIZANDO O CMAPTOOLS

COMO CRIAR MAPAS CONCEITUAIS UTILIZANDO O CMAPTOOLS COMO CRIAR MAPAS CONCEITUAIS UTILIZANDO O CMAPTOOLS Luiz Antonio Schalata Pacheco schalata@cefetsc.edu.br Sabrina Moro Villela Pacheco sabrinap@cefetsc.edu.br EDIÇÃO PRELIMINAR Sumário 1 INTRODUÇÃO...3

Leia mais

INFLUÊNCIAS E POSSIBILIDADES DO USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO

INFLUÊNCIAS E POSSIBILIDADES DO USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFLUÊNCIAS E POSSIBILIDADES DO USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO Gustavo Cançado de Azevedo O autor relaciona educação e tecnologia, tomando como ponto de partida a maneira com que os avanços

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO COMPUTADOR EM ATIVIDADES PEDAGÓGICAS DESENVOLVIDAS NO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DA ACEG FAHU: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

UTILIZAÇÃO DO COMPUTADOR EM ATIVIDADES PEDAGÓGICAS DESENVOLVIDAS NO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DA ACEG FAHU: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - ISSN 1807-1872 P UBLICAÇÃO C IENTÍFICA DA F ACULDADE DE C IÊNCIAS J URÍDICAS E G ERENCIAIS DE G ARÇA/FAEG A NO II, NÚMERO, 03, AGOSTO DE 2005.

Leia mais

Introdução. múltiplas interferências (SILVA, 2006).

Introdução. múltiplas interferências (SILVA, 2006). 1 FORMAÇÃO E AÇÃO DO DOCENTE ONLINE RODRIGUES, Tatiana Claro dos Santos UNESA taticlaro@globo.com GT-16: Educação e Comunicação Agência Financiadora: CAPES Introdução As tecnologias da informação e comunicação

Leia mais

Utilização do Ambiente virtual de aprendizagem TelEduc para a aprendizagem de línguas estrangeiras Girlene Medeiros (2013)

Utilização do Ambiente virtual de aprendizagem TelEduc para a aprendizagem de línguas estrangeiras Girlene Medeiros (2013) Utilização do Ambiente virtual de aprendizagem TelEduc para a aprendizagem de línguas estrangeiras Girlene Medeiros (2013) Questionamentos que devem ser enfrentados 1. Como você descreveria esse ambiente

Leia mais

SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO EM REDE. Resumo

SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO EM REDE. Resumo SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO EM REDE Cleide Aparecida Carvalho Rodrigues 1 Resumo A proposta para a realização do SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO EM REDE surgiu durante uma das atividades do Grupo de Estudos de Novas Tecnologias

Leia mais

Mídia, linguagem e educação

Mídia, linguagem e educação 21 3 22 Mídia, Linguagem e Conhecimento Segundo a UNESCO (1984) Das finalidades maiores da educação: Formar a criança capaz de refletir, criar e se expressar em todas as linguagens e usando todos os meios

Leia mais

O ENSINO DE ESPANHOL COMO LE COM OS RECURSOS EDUCACIONAIS ABERTOS NA PLATAFORMA MOODLE*

O ENSINO DE ESPANHOL COMO LE COM OS RECURSOS EDUCACIONAIS ABERTOS NA PLATAFORMA MOODLE* 1 O ENSINO DE ESPANHOL COMO LE COM OS RECURSOS EDUCACIONAIS ABERTOS NA PLATAFORMA MOODLE* Resumo Este trabalho se propõe a analisar o curso de extensão universitária CESB (Curso de Espanhol Básico) para

Leia mais

I SILE-Seminário Integrado de Letras Espanhol a Distância /UFSC

I SILE-Seminário Integrado de Letras Espanhol a Distância /UFSC A história da construção do conhecimento pessoal é a história da vida de cada um de nós, pois construímos esse conhecimento de uma maneira específica e individual. A teoria a respeito dos Mapas Conceituais

Leia mais

A Utilização de Softwares Livres no Desenvolvimento de Cursos de Educação a Distância (EAD) nas Universidades e a Inclusão Digital² RESUMO

A Utilização de Softwares Livres no Desenvolvimento de Cursos de Educação a Distância (EAD) nas Universidades e a Inclusão Digital² RESUMO 1 A Utilização de Softwares Livres no Desenvolvimento de Cursos de Educação a Distância (EAD) nas Universidades e a Inclusão Digital² Bruna Barçante¹ Aylla Barbosa Ribeiro¹ Fernanda Teixeira Ferreira Leite¹

Leia mais

Christiane dos Santos PEREIRA*, Samuel Pereira DIAS, Gabriel da SILVA Centro Federal de Educação Tecnológica de Bambuí-MG

Christiane dos Santos PEREIRA*, Samuel Pereira DIAS, Gabriel da SILVA Centro Federal de Educação Tecnológica de Bambuí-MG A UTILIZAÇÃO DE AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM COMO FERRAMENTA DE APOIO AO ENSINO PRESENCIAL: estudos preliminares e proposta de uma metodologia de implantação no CEFET-Bambuí Christiane dos Santos

Leia mais

ÀGORA, Porto Alegre, Ano 3, jan/jun.2012. ISSN 2175-3792

ÀGORA, Porto Alegre, Ano 3, jan/jun.2012. ISSN 2175-3792 ÀGORA, Porto Alegre, Ano 3, jan/jun.2012. ISSN 2175-3792 70 A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E O USO DE AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Rita de Cássia Viegas dos Santos

Leia mais

Consultoria para desenvolvimento de estratégias de treinamento on-line

Consultoria para desenvolvimento de estratégias de treinamento on-line 1 2 A HIPOCAMPUS é uma empresa de consultoria em comunicação e ensino digital com foco nos profissionais de saúde. Estamos prontos a auxiliar empresas dos diferentes segmentos da área de saúde a estabelecer

Leia mais

Curso de Especialização em Saúde da Família

Curso de Especialização em Saúde da Família MÓDULO: FAMILIARIZAÇÃO TECNOLÓGICA COM EAD UNIDADE 02 PROCESSO DE INTERAÇÃO EM EAD Prof. Msc Rômulo Martins 2.1 Interação em EAD A partir das novas mídias e tecnologias, tais como a televisão, o telefone

Leia mais

Metodologias Utilizadas na Educação a Distância no Brasil

Metodologias Utilizadas na Educação a Distância no Brasil Metodologias Utilizadas na Educação a Distância no Brasil Resumo Autores: Bruno Antônio de Oliveira Yuri Cravo Fernandes Rodrigues de Oliveira O recente avanço das tecnologias de informação e comunicação

Leia mais

A MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA SOB A ÓTICA CONSTRUTIVISTA: UMA ANÁLISE DO CURSO DE TURISMO DA CATÓLICA VIRTUAL. Brasília DF, 05/2014

A MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA SOB A ÓTICA CONSTRUTIVISTA: UMA ANÁLISE DO CURSO DE TURISMO DA CATÓLICA VIRTUAL. Brasília DF, 05/2014 1 A MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA SOB A ÓTICA CONSTRUTIVISTA: UMA ANÁLISE DO CURSO DE TURISMO DA CATÓLICA VIRTUAL Brasília DF, 05/2014 Camila Aparecida de Carvalho Universidade Católica de

Leia mais

AVANÇOS DAS AÇÕES EDUCATIVAS EM EAD, UTILIZANDO TELEDUC, DESENVOLVIDAS NA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DE SANTOS COMPARTILHANDO SABERES NA REDE

AVANÇOS DAS AÇÕES EDUCATIVAS EM EAD, UTILIZANDO TELEDUC, DESENVOLVIDAS NA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DE SANTOS COMPARTILHANDO SABERES NA REDE AVANÇOS DAS AÇÕES EDUCATIVAS EM EAD, UTILIZANDO TELEDUC, DESENVOLVIDAS NA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DE SANTOS COMPARTILHANDO SABERES NA REDE Santos/SP- 02/2014 Carlos Eduardo da Silva Fontoura SEDUC/Santos

Leia mais

AS RELAÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO

AS RELAÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO AS RELAÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E O TRABALHO DO TUTOR COMO MEDIADOR DO CONHECIMENTO SOEK, Ana Maria (asoek@bol.com.br) Universidade Federal do Paraná (UFPR) - Brasil HARACEMIV,

Leia mais

TÍTULO: AUTORES: ÁREA TEMÁTICA: INTRODUÇÃO

TÍTULO: AUTORES: ÁREA TEMÁTICA: INTRODUÇÃO TÍTULO: ACESSIBILIDADE AO COMPUTADOR POR PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS: EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES AUTORES: Silvia Sales de Oliveira; Maria da Piedade Resende da Costa; Nadja

Leia mais

EM BUSCA DA MELHORIA DA QUALIDADE DA INTERAÇÃO ASSÍNCRONA: SNAPP OS SEUS FÓRUNS

EM BUSCA DA MELHORIA DA QUALIDADE DA INTERAÇÃO ASSÍNCRONA: SNAPP OS SEUS FÓRUNS EM BUSCA DA MELHORIA DA QUALIDADE DA INTERAÇÃO ASSÍNCRONA: SNAPP OS SEUS FÓRUNS Brasília, maio de 2012 Iara Carneiro Tabosa Pena - Universidade de Brasília (iarapena@yahoo.com.br) Wilsa Maria Ramos Universidade

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO FERNANDA SERRER ORIENTADOR(A): PROFESSOR(A) STOP MOTION RECURSO MIDIÁTICO NO PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM

Leia mais

4. CURSO DE EDUCAÇÃO NA DIVERSIDADE E CIDADANIA. 4.1. Apresentação

4. CURSO DE EDUCAÇÃO NA DIVERSIDADE E CIDADANIA. 4.1. Apresentação 4. CURSO DE EDUCAÇÃO NA DIVERSIDADE E CIDADANIA 4.1. Apresentação O Curso de Educação na Diversidade e Cidadania é um curso de formação continuada de professores de educação básica, com carga horária de

Leia mais

MAPAS CONCEITUAIS E APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA. MOREIRA, Marco Antonio. Mapas Conceituais e Aprendizagem Significativa. São Paulo: Centauro, 2010.

MAPAS CONCEITUAIS E APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA. MOREIRA, Marco Antonio. Mapas Conceituais e Aprendizagem Significativa. São Paulo: Centauro, 2010. MAPAS CONCEITUAIS E APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA MOREIRA, Marco Antonio. Mapas Conceituais e Aprendizagem Significativa. São Paulo: Centauro, 2010. OBJETIVO Abordar mapas conceituais essencialmente como

Leia mais

Palavras-chave: estilos de aprendizagem; atividades pedagógicas; lousa digital.

Palavras-chave: estilos de aprendizagem; atividades pedagógicas; lousa digital. A UTILIZAÇÃO DA LOUSA DIGITAL COMO ESTÍMULO NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM* Adnael Belford Martins - (UEMG - Campus Carangola) Patricia Silva Rocha - (UEMG - Campus Carangola) André Luis Adenes Deusdará

Leia mais

A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA PARA A EDUCAÇÃO SUPERIOR: ESTUDO NA UNICAMP

A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA PARA A EDUCAÇÃO SUPERIOR: ESTUDO NA UNICAMP 1 A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA PARA A EDUCAÇÃO SUPERIOR: ESTUDO NA UNICAMP Campinas, S.P. - Maio 2014 Gilberto Oliani - Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) gilberto.oliani@gmail.com Investigação Científica

Leia mais

AS REDES SOCIAIS E A EDUCAÇÃO: O USO DO FACEBOOK NA MODALIDADE DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DO SESI EM SANTA CATARINA

AS REDES SOCIAIS E A EDUCAÇÃO: O USO DO FACEBOOK NA MODALIDADE DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DO SESI EM SANTA CATARINA 1 AS REDES SOCIAIS E A EDUCAÇÃO: O USO DO FACEBOOK NA MODALIDADE DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DO SESI EM SANTA CATARINA Florianópolis SC Abril de 2014 Tania Cordova SESI/SC tania.cordova@sesisc.org.br

Leia mais

A Implementação do Ambiente Moodle na Educação de Jovens e Adultos a Distância

A Implementação do Ambiente Moodle na Educação de Jovens e Adultos a Distância A Implementação do Ambiente Moodle na Educação de Jovens e Adultos a Distância Maria Vandete de Almeida Especialista em Desenvolvimento de Sistemas para Web Aluna não-regular Programa de Pós-graduação

Leia mais

Mapas conceituais como ferramenta para negociação de significados no desenvolvimento de cursos EAD

Mapas conceituais como ferramenta para negociação de significados no desenvolvimento de cursos EAD 1 Mapas conceituais como ferramenta para negociação de significados no desenvolvimento de cursos EAD Campinas, 28 de abril de 2011 Ronaldo Barbosa Anhanguera Educacional Ltda ronaldo.barbosa@aesapar.com

Leia mais

ENSINO DE MATEMÁTICA PONTO BLOG

ENSINO DE MATEMÁTICA PONTO BLOG ENSINO DE MATEMÁTICA PONTO BLOG Moema Gomes Moraes 1 RESUMO: Este trabalho faz uma reflexão sobre os aspectos relacionados ao uso de Blogs no ensino de Matemática. Para isto, ele inicia fazendo uma reflexão

Leia mais

AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM: UM PANORAMA DA PRODUÇÃO NACIONAL

AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM: UM PANORAMA DA PRODUÇÃO NACIONAL 1 AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM: UM PANORAMA DA PRODUÇÃO NACIONAL Belo Horizonte, Maio/2010. Vanessa Belmonte - CEFET-MG - vabelmonte@yahoo.com.br - (31) 9225-1923 Márcia Gorett Ribeiro Grossi - CEFET-MG

Leia mais

MODELAGEM CONCEITUAL EM MATEMÁTICA. UMA EXPERIÊNCIA COM O USO DO SOFTWARE CMAPTOOLS

MODELAGEM CONCEITUAL EM MATEMÁTICA. UMA EXPERIÊNCIA COM O USO DO SOFTWARE CMAPTOOLS MODELAGEM CONCEITUAL EM MATEMÁTICA. UMA EXPERIÊNCIA COM O USO DO SOFTWARE CMAPTOOLS Dr. André Ricardo Magalhães andrerm@gmail.com Universidade do Estado da Bahia Brasil Modalidade: Comunicação Breve Nível

Leia mais

Desenvolvimento de uma plataforma virtual para construção e avaliação de diagramas V

Desenvolvimento de uma plataforma virtual para construção e avaliação de diagramas V Desenvolvimento de uma plataforma virtual para construção e avaliação de diagramas V Felipe Damasio Sabrina Moro Villela Pacheco Jefferson Martins Resumo Neste trabalho, serão apresentadas a definição,

Leia mais

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA UFMG: EAD E O CURSO DE LETRAS

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA UFMG: EAD E O CURSO DE LETRAS Aline Passos Amanda Antunes Ana Gabriela Gomes da Cruz Natália Neves Nathalie Resende Vanessa de Morais EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA UFMG: EAD E O CURSO DE LETRAS Trabalho apresentado à disciplina online Oficina

Leia mais

II ENCONTRO DE MATEMÁTICA

II ENCONTRO DE MATEMÁTICA Perspectivas atuais para pesquisa em : Ensino e TECNOLOGIA EDUCACIONAL: POSSIBILIDADES DE INTERAÇÃO ENTRE PROFESSOR DE MATEMÁTICA E O ALUNO NO AMBIENTE ESCOLAR Ediênio Farias Célia Gomes Resumo: O presente

Leia mais

Relatos do processo de elaboração de um componente online de inglês: desafios e reflexões

Relatos do processo de elaboração de um componente online de inglês: desafios e reflexões Relatos do processo de elaboração de um componente online de inglês: desafios e reflexões Reports on the developmental process of an English online component: challenges and reflections Bruna Lopes Scheiner

Leia mais

PROJETO POLITICO PEDAGÓGICO PARA EaD: UMA ANÁLISE DE CONTEÚDO SOB O OLHAR DA TEORIA AUSUBELIANA

PROJETO POLITICO PEDAGÓGICO PARA EaD: UMA ANÁLISE DE CONTEÚDO SOB O OLHAR DA TEORIA AUSUBELIANA 1 PROJETO POLITICO PEDAGÓGICO PARA EaD: UMA ANÁLISE DE CONTEÚDO SOB O OLHAR DA TEORIA AUSUBELIANA Cachoeiro de Itapemirim ES 05/2015 Elizangela Tonelli - IFES elizangelat@ifes.edu.br João Paulo de Brito

Leia mais

A TECNOLOGIA VÍDEO DIGITAL NA EDUCAÇÃO: FATOR DE INCLUSÃO OU DE EXCLUSÃO? 1

A TECNOLOGIA VÍDEO DIGITAL NA EDUCAÇÃO: FATOR DE INCLUSÃO OU DE EXCLUSÃO? 1 37 A TECNOLOGIA VÍDEO DIGITAL NA EDUCAÇÃO: FATOR DE INCLUSÃO OU DE EXCLUSÃO? 1 Nadir Rodrigues Pereira Adriane Pelissoni Jéfferson Castro Wagner Ferreira de Sousa RESUMO A convergência das mídias em uma

Leia mais

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: AS NOVAS TECNOLOGIAS E O PAPEL DO TUTOR NA PERSPECTIVA DA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: AS NOVAS TECNOLOGIAS E O PAPEL DO TUTOR NA PERSPECTIVA DA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: AS NOVAS TECNOLOGIAS E O PAPEL DO TUTOR NA PERSPECTIVA DA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO Campo Grande MS abril de 2011 Ari Gonçalves Silva Universidade Anhanguera Uniderp laquicho13@yahoo.com.br

Leia mais

A PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES SOBRE A INSERÇÃO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO/TIC NA PRÁTICA DOCENTE

A PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES SOBRE A INSERÇÃO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO/TIC NA PRÁTICA DOCENTE 399 A PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES SOBRE A INSERÇÃO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO/TIC NA PRÁTICA DOCENTE Maryana Barrêtto Pereira¹; Solange Mary Moreira Santos² e Kamilla de Fátima Magalhães

Leia mais

Contribuição das Tecnologias da Informação e Comunicação no Processo Ensino-Aprendizagem

Contribuição das Tecnologias da Informação e Comunicação no Processo Ensino-Aprendizagem Contribuição das Tecnologias da Informação e Comunicação no Processo Ensino-Aprendizagem Prof. Dr. Luis Paulo Leopoldo Mercado Programa de Pós-Graduação em Educação Universidade Federal de Alagoas Conteúdos

Leia mais

Projeto Escola com Celular

Projeto Escola com Celular Projeto Escola com Celular Rede Social de Sustentabilidade Autores: Beatriz Scavazza, Fernando Silva, Ghisleine Trigo, Luis Marcio Barbosa e Renata Simões 1 Resumo: O projeto ESCOLA COM CELULAR propõe

Leia mais

A importância da Informática na Educação

A importância da Informática na Educação A importância da Informática na Educação AGUIAR, Juliana Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais FAEG - Rua das Flores, 740 Bairro Labienópolis - CEP 17400-000 Garça (SP) Brasil Telefone

Leia mais

Alfabetização Digital

Alfabetização Digital Ferramentas de interação e sua utilização pedagógica nos Ambientes Virtuais de Aprendizagem evidenciando o papel do professor e do estudante Prof. Ana Carolina de Oliveira Salgueiro de Moura Prof. Antônio

Leia mais

Educação a distância: os ambientes virtuais e algumas possibilidades pedagógicas

Educação a distância: os ambientes virtuais e algumas possibilidades pedagógicas Educação a distância: os ambientes virtuais e algumas possibilidades pedagógicas Maria Elisabette Brisola Brito Prado 1 Nos últimos anos, a educação a distância via telemática ganhou uma nova dimensão,

Leia mais

Fasci-Tech TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA NOVA DINÂMICA SOCIOCULTURAL

Fasci-Tech TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA NOVA DINÂMICA SOCIOCULTURAL TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA NOVA DINÂMICA SOCIOCULTURAL ROGÉRIO FERNANDES DA COSTA 1 Resumo: A Tecnologia da informação possibilita a interação com a informação e as transmissões em rede encurtam as distâncias

Leia mais

O GESTOR ESCOLAR E AS NOVAS TECNOLOGIAS 1

O GESTOR ESCOLAR E AS NOVAS TECNOLOGIAS 1 O GESTOR ESCOLAR E AS NOVAS TECNOLOGIAS 1 Mirivan Carneiro Rios 1 RESUMO O uso de novas tecnologias na mediação escolar é cada vez mais um fator preponderante para que o processo de ensino e aprendizagem

Leia mais

Construindo disciplinas de Gestão de Pessoas com Mapas Conceituais

Construindo disciplinas de Gestão de Pessoas com Mapas Conceituais Construindo disciplinas de Gestão de Pessoas com Mapas Conceituais Dra. Sonia Mara Thater Romero 1 Ms. Sergio da Costa Nunes 2 1 soniaromero@pop.com.br 2 sergiocnunes@pop.com.br 1 Doutora em Psicologia,

Leia mais

INTERDISCIPLINARIDADE E APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA COM O USO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS

INTERDISCIPLINARIDADE E APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA COM O USO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS 1 INTERDISCIPLINARIDADE E APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA COM O USO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Kelly Cristina da Silva Ruas 1 Daniela da Costa Britto Pereira Lima 2 Resumo Este trabalho trata-se de um relato de

Leia mais

Amadeus-TV: Portal Educacional na TV Digital Integrado a um Sistema de Gestão de Aprendizado

Amadeus-TV: Portal Educacional na TV Digital Integrado a um Sistema de Gestão de Aprendizado Amadeus-TV: Portal Educacional na TV Digital Integrado a um Sistema de Gestão de Aprendizado Bruno de Sousa Monteiro Orientação: Prof. Dr. Fernando da Fonseca de Souza Prof. Dr. Alex Sandro Gomes 1 Roteiro

Leia mais

INTRODUÇÃO. Palavras-chave: Alfabetização, EJA, Inclusão, Facebook.

INTRODUÇÃO. Palavras-chave: Alfabetização, EJA, Inclusão, Facebook. A INCLUSÃO DIGITAL E O FACEBOOK NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS EJA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NA ESCOLA MUNICIPAL FRANCISCO JOSÉ DE SANTANA POMBAL PB Autor (1) Amélia Maria

Leia mais

ENSINO DE CIÊNCIA DOS MATERIAIS, COM AUXÍLIO DA PLATAFORMA MOODLE, A EXPERIÊNCIA DA ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO

ENSINO DE CIÊNCIA DOS MATERIAIS, COM AUXÍLIO DA PLATAFORMA MOODLE, A EXPERIÊNCIA DA ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO 1 ENSINO DE CIÊNCIA DOS MATERIAIS, COM AUXÍLIO DA PLATAFORMA MOODLE, A EXPERIÊNCIA DA ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO MAIO 2008 Ericksson Rocha e Almendra - Escola Politécnica

Leia mais

EDUCACIONAIS E SOFTWARES

EDUCACIONAIS E SOFTWARES SOFTWARES EDUCACIONAIS E SOFTWARES DE APOIO PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA DISPONÍVEIS NA WEB: UMA ANÁLISE CRÍTICA EM RELAÇÃO ÀS FALHAS CONCEITUAIS E PEDAGÓGICAS João COELHO NETO FAFICOP Armando Paulo da

Leia mais

WEB 2.0 NA EDUCAÇÃO: O FACEBOOK COMO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES

WEB 2.0 NA EDUCAÇÃO: O FACEBOOK COMO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES ISSN 2316-7785 WEB 2.0 NA EDUCAÇÃO: O FACEBOOK COMO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES Arlam Dielcio Pontes da Silva Universidade Federal Rural de Pernambuco arllan_dielcio@hotmail.com

Leia mais

MUSICALIZANDO ATRAVÉS DA INFORMÁTICA

MUSICALIZANDO ATRAVÉS DA INFORMÁTICA 1 MUSICALIZANDO ATRAVÉS DA INFORMÁTICA 039-TC-B5 05/2005 Cláudia Valéria Nascimento de Araújo Unicarioca claudia@idgrupo.net Carla Araújo Forte Unicarioca - carlaaforte@yahoo.com.br Denise Voigt Kallás

Leia mais

O PROCESSO DE ELABORAÇÃO DE UM CURSO DE ESPANHOL EAD PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: DESAFIOS E POSSIBILIDADES

O PROCESSO DE ELABORAÇÃO DE UM CURSO DE ESPANHOL EAD PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: DESAFIOS E POSSIBILIDADES O PROCESSO DE ELABORAÇÃO DE UM CURSO DE ESPANHOL EAD PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: DESAFIOS E POSSIBILIDADES OLIVEIRA, Janio Davila de; 1 FONTANA, Marcus. 2 RESUMO: O presente artigo se propõe a

Leia mais

SEMI-PRESENCIALIDADE NO ENSINO SUPERIOR: ALGUNS RESULTADOS DESSA MODALIDADE NA FGF

SEMI-PRESENCIALIDADE NO ENSINO SUPERIOR: ALGUNS RESULTADOS DESSA MODALIDADE NA FGF 1 SEMI-PRESENCIALIDADE NO ENSINO SUPERIOR: ALGUNS RESULTADOS DESSA MODALIDADE NA FGF Fortaleza CE Junho/2009 Karla Angélica Silva do Nascimento - Faculdade Integrada da Grande Fortaleza karla@fgf.edu.br

Leia mais

A INTERNET COMO RECURSO PEDAGÓGICO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

A INTERNET COMO RECURSO PEDAGÓGICO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A INTERNET COMO RECURSO PEDAGÓGICO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Jacqueline Liedja Araujo Silva Carvalho Universidade Federal de Campina Grande (UFCG CCTA Pombal) jliedja@hotmail.com

Leia mais

As tecnologias Informacionais e Comunicacionais (TIC) como instrumento de experimentação e investigação matemática¹

As tecnologias Informacionais e Comunicacionais (TIC) como instrumento de experimentação e investigação matemática¹ As tecnologias Informacionais e Comunicacionais (TIC) como instrumento de experimentação e investigação matemática¹ Ana Caroline Lazaro Stoppa², Idalci Cruvinel dos Reis³ ¹Pesquisa realizada por acadêmica

Leia mais

Uma Análise da História da Matemática Apresentada nos Planos de Aulas para o Ensino Fundamental no Espaço da Aula do Portal do Professor (MEC)

Uma Análise da História da Matemática Apresentada nos Planos de Aulas para o Ensino Fundamental no Espaço da Aula do Portal do Professor (MEC) Uma Análise da História da Matemática Apresentada nos Planos de Aulas para o Ensino Fundamental no Espaço da Aula do Portal do Professor (MEC) Rosana Rodrigues da Silva 1 GD5 História da Matemática e Cultura

Leia mais

AS REDES SOCIAIS COMO ESPAÇO DE COMUNICAÇÃO E INTERAÇÃO ENTRE PROFESSOR E ALUNOS NA EDUCAÇÃO SUPERIOR

AS REDES SOCIAIS COMO ESPAÇO DE COMUNICAÇÃO E INTERAÇÃO ENTRE PROFESSOR E ALUNOS NA EDUCAÇÃO SUPERIOR 1 AS REDES SOCIAIS COMO ESPAÇO DE COMUNICAÇÃO E INTERAÇÃO ENTRE PROFESSOR E ALUNOS NA EDUCAÇÃO SUPERIOR Maceió AL Maio 2013 Carloney Alves de Oliveira Universidade Federal de Alagoas (UFAL) carloneyalves@gmail.com

Leia mais

O USO DA INTERNET E SUA INFLUÊNCIA NA APRENDIZAGEM COLABORATIVA DE ALUNOS E PROFESSORES NUMA ESCOLA PÚBLICA DE MACEIÓ

O USO DA INTERNET E SUA INFLUÊNCIA NA APRENDIZAGEM COLABORATIVA DE ALUNOS E PROFESSORES NUMA ESCOLA PÚBLICA DE MACEIÓ O USO DA INTERNET E SUA INFLUÊNCIA NA APRENDIZAGEM COLABORATIVA DE ALUNOS E PROFESSORES NUMA ESCOLA PÚBLICA DE MACEIÓ Rose Maria Bastos Farias (UFAL) rmbfarias@hotmail.com RESUMO: Trata-se de uma pesquisa

Leia mais

AS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA EDUCAÇÃO. O presente texto discute as Tecnologias da Informação e Comunicação na educação.

AS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA EDUCAÇÃO. O presente texto discute as Tecnologias da Informação e Comunicação na educação. AS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA EDUCAÇÃO Maria Auxiliadora Marques Vasconcelos 1 Deize, Fabíola, Francielle, Jucely, Luciana, Priscila, Rosângela, Suzana 2 RESUMO O presente texto discute

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

HISTÓRIA EM QUADRINHO: A CRIAÇÃO E A EXPRESSÃO NA WEB

HISTÓRIA EM QUADRINHO: A CRIAÇÃO E A EXPRESSÃO NA WEB HISTÓRIA EM QUADRINHO: A CRIAÇÃO E A EXPRESSÃO NA WEB Luzivone Lopes GOMES - PPGFP UEPB luzivone@gmail.com Kennedy Machado OLIVIERA prof.kennedy@hotmail.com RESUMO: Este artigo trata de um relato de experiência

Leia mais

UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem

UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem 2.1 Introdução Caro Pós-Graduando, Nesta unidade, abordaremos o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) que será utilizado no curso: o Moodle. Serão

Leia mais

Florianópolis SC - maio 2012. Categoria: C. Setor Educacional: 3. Classificação das Áreas de Pesquisa em EaD Macro: A / Meso: L / Micro: N

Florianópolis SC - maio 2012. Categoria: C. Setor Educacional: 3. Classificação das Áreas de Pesquisa em EaD Macro: A / Meso: L / Micro: N LABORATÓRIO DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UM ESPAÇO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E AMPLIAÇÃO DE CONHECIMENTOS REFERENTES À INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Florianópolis SC - maio 2012 Categoria: C Setor

Leia mais

APRENDENDO BIOSSEGURANÇA COM O USO DE WIKIS. Janara de Camargo Matos 1 *

APRENDENDO BIOSSEGURANÇA COM O USO DE WIKIS. Janara de Camargo Matos 1 * 1 APRENDENDO BIOSSEGURANÇA COM O USO DE WIKIS Janara de Camargo Matos 1 * RESUMO A internet ou Web 2.0 é um espaço onde se pode criar, editar e transformar páginas de maneira simples. A utilização de tecnologias

Leia mais

Novas Tecnologias no Ensino de Física: discutindo o processo de elaboração de um blog para divulgação científica

Novas Tecnologias no Ensino de Física: discutindo o processo de elaboração de um blog para divulgação científica Novas Tecnologias no Ensino de Física: discutindo o processo de elaboração de um blog para divulgação científica Pedro Henrique SOUZA¹, Gabriel Henrique Geraldo Chaves MORAIS¹, Jessiara Garcia PEREIRA².

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

2- GESTÃO DOS AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM NOS CURSOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO ÂMBITO DO PROINFO INTEGRADO

2- GESTÃO DOS AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM NOS CURSOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO ÂMBITO DO PROINFO INTEGRADO 2- GESTÃO DOS AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM NOS CURSOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO ÂMBITO DO PROINFO INTEGRADO Maria do Rozario Gomes da Mota Silva 1 Secretaria de Educação do

Leia mais

LETRAMENTO DIGITAL E FORMAÇÃO DE PROFESSORES NA MODALIDADE A DISTÂNCIA

LETRAMENTO DIGITAL E FORMAÇÃO DE PROFESSORES NA MODALIDADE A DISTÂNCIA LETRAMENTO DIGITAL E FORMAÇÃO DE PROFESSORES NA MODALIDADE A DISTÂNCIA Resumo PEREIRA, Josiane de Nazaré Ferreira 1 - SEDUC/UEPA SILVEIRA, Andréa Pereira 2 - UFPA Grupo de Trabalho Comunicação e Tecnologia

Leia mais

USO DE MAPAS CONCEITUAIS NA AUTORIA DE CURSOS A DISTÂNCIA

USO DE MAPAS CONCEITUAIS NA AUTORIA DE CURSOS A DISTÂNCIA USO DE MAPAS CONCEITUAIS NA AUTORIA DE CURSOS A DISTÂNCIA Anderson Ricardo Yanzer Cabral Resumo Em instituições que trabalham com o desenvolvimento de cursos e treinamentos a distância um dos grandes desafios

Leia mais

A EDUCAÇÃO ALIADA AS NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (NTIC)

A EDUCAÇÃO ALIADA AS NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (NTIC) A EDUCAÇÃO ALIADA AS NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (NTIC) José Wellithon Batista Zacarias (1); Programa de Pós Graduação, Faculdade Leão Sampaio - wellithonb@gmail.com RESUMO No mundo informatizado

Leia mais

SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL.

SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL. SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL. TayaraCrystina P. Benigno, UERN; tayara_bbg@hotmail.com Emerson Carlos da Silva, UERN; emersoncarlos90@hotmail.com

Leia mais

REDES SOCIAIS COMO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA

REDES SOCIAIS COMO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA REDES SOCIAIS COMO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA Guilherme Garcez Cunha, UNIPAMPA Campus Dom Pedrito, guilhermecunha@unipampa.edu.br; Franciele B. de O. Coelho,

Leia mais

UM OLHAR PARA AS REPRESENTAÇÕES GRÁFICAS ATRAVÉS DO SOFTWARE GRAFEQ

UM OLHAR PARA AS REPRESENTAÇÕES GRÁFICAS ATRAVÉS DO SOFTWARE GRAFEQ ISSN 2316-7785 UM OLHAR PARA AS REPRESENTAÇÕES GRÁFICAS ATRAVÉS DO SOFTWARE GRAFEQ Marinela da Silveira Boemo Universidade Federal de Santa Maria marinelasboemo@hotmail.com Carmen Reisdoerfer Universidade

Leia mais

UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS DE UM SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE APRENDIZAGEM NO PORTAL ESPAÇO

UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS DE UM SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE APRENDIZAGEM NO PORTAL ESPAÇO 1 UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS DE UM SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE APRENDIZAGEM NO PORTAL ESPAÇO Luciana Guimarães Rodrigues de Lima Mestranda em Lingüística Aplicada - LATEC- UFRJ, lucianagrlima@globo.com Cristina

Leia mais

Conexão na Escola, o princípio para a Construção de Conhecimentos.

Conexão na Escola, o princípio para a Construção de Conhecimentos. Conexão na Escola, o princípio para a Construção de Conhecimentos. Elizabeth Sarates Carvalho Trindade 1 Resumo: A utilização e articulação das tecnologias e mídias pela educação no processo de aprendizagem

Leia mais

Formação continuada e Prática Profissional: Um olhar sobre o curso de formação de Ingressantes do Estado de São Paulo

Formação continuada e Prática Profissional: Um olhar sobre o curso de formação de Ingressantes do Estado de São Paulo Formação continuada e Prática Profissional: Um olhar sobre o curso de formação de Ingressantes do Estado de São Paulo Idalise Bernardo Bagé 1 GD6- Educação Matemática, Tecnologias Informáticas e Educação

Leia mais

EDUCAÇÃO CONVENCIONAL X EDUCAÇÂO MEDIADA

EDUCAÇÃO CONVENCIONAL X EDUCAÇÂO MEDIADA EDUCAÇÃO CONVENCIONAL X EDUCAÇÂO MEDIADA por Anelise Pereira Sihler é Pedagoga, Especialista em Gestão de Pessoas, Gestão Educacional, Educação a Distância, Educação colaborativa, Relações Humanas, mestre

Leia mais

Quais as competências e habilidades para aprender a

Quais as competências e habilidades para aprender a Educação a Distância e Tecnologias Como aprendem os adultos? Quais as competências e habilidades para aprender a distância? Por que os adultos procuram os cursos a distância? O que precisamos saber sobre

Leia mais

Educação, Tecnologias e Formação de Professores

Educação, Tecnologias e Formação de Professores Educação, Tecnologias e Formação de Professores Luís Paulo Leopoldo Mercado Universidade Federal de Alagoas Coordenadoria Institucional de Educação a Distância Universidade Aberta do Brasil Aula Inaugural

Leia mais

ANA LÚCIA DE OLIVEIRA BARRETO

ANA LÚCIA DE OLIVEIRA BARRETO COLÉGIO MILITAR DO RIO DE JANEIRO GUIA BÁSICO DE UTILIZAÇÃO DA REDE COLABORATIVA Construçãoo de Saberes no Ensino Médio ANA LÚCIA DE OLIVEIRA BARRETO CMRJ - 2010 2 LISTA DE FIGURAS Figura 01: Exemplo de

Leia mais

USO DO COMPUTADOR NA CONSTRUÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE GRÁFICOS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

USO DO COMPUTADOR NA CONSTRUÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE GRÁFICOS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL USO DO COMPUTADOR NA CONSTRUÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE GRÁFICOS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Olga Cristina Teixeira Lira Carlos Eduardo Monteiro Universidade Federal de Pernambuco olgactlira@hotmail.com;

Leia mais

USO DE OBJETOS DE APRENDIZAGEM COMO FORMA DE POPULARIZAR O CONHECIMENTO CIENTÍFICO

USO DE OBJETOS DE APRENDIZAGEM COMO FORMA DE POPULARIZAR O CONHECIMENTO CIENTÍFICO USO DE OBJETOS DE APRENDIZAGEM COMO FORMA DE POPULARIZAR O CONHECIMENTO CIENTÍFICO Autor e Orientador Eduardo Lima Leite 1 (Universidade Federal de Campina Grande, eduardo@cstr.ufcg.edu.br) Resumo: O trabalho

Leia mais

Mapa de Conteúdos e Mapa de Dependências: ferramentas para um planejamento com base em objetivos educacionais

Mapa de Conteúdos e Mapa de Dependências: ferramentas para um planejamento com base em objetivos educacionais Mapa de Conteúdos e Mapa de Dependências: ferramentas para um planejamento com base em objetivos educacionais Rommel Wladimir de Lima 1, Sergio Vianna Fialho 2 1 Departamento de Informática Universidade

Leia mais

Desafios e vantagens da Educação a distância para uma aprendizagem significativa na Universidade

Desafios e vantagens da Educação a distância para uma aprendizagem significativa na Universidade Desafios e vantagens da Educação a distância para uma aprendizagem significativa na Universidade José Walter Fagundes de Souza Filho RESUMO Conhecer e analisar fatores que interferem de forma positiva

Leia mais