Grandes Opções do Plano 2008

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Grandes Opções do Plano 2008"

Transcrição

1

2 Grandes Opções do Plano 2008 ENQUADRAMENTO Nos termos do Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais, Decreto-Lei nº 54-A/99, de 22 de Fevereiro, os documentos previsionais a adoptar pelas autarquias locais são as Grandes Opções do Plano (GOP`s) e o Orçamento. As GOP`s constituem um elemento primordial e estruturante das políticas macroeconómicas da autarquia, definindo as linhas estratégicas de desenvolvimento. Constituem as Grandes Opções do Plano, o Plano Plurianual de Investimentos (PPI) e as Actividades Relevantes de Gestão Autárquica (PAM). De acordo com a alínea c) do nº 2 do artigo 64º da Lei nº 169/99, de 18 de Setembro, alterada pela Lei nº 5-A/2002, de 11 de Janeiro, compete à Câmara Municipal elaborar e submeter a aprovação da Assembleia Municipal as Grandes Opções do Plano e a proposta de Orçamento, competindo a aprovação das Grandes Opções do Plano e a proposta do Orçamento à Assembleia Municipal, nos termos da alínea b) do nº 2 do artigo 53º do referido diploma. 2 C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e

3 Grandes Opções do Plano 2008 Mensagem do Presidente da Câmara Municipal Novos desafios, novas oportunidades Nos últimos anos tem-se registado um elevado volume de investimentos em todo o concelho, requalificando e valorizando o território, e imprimindo dinâmicas que conduzam a um desenvolvimento sustentado. O Orçamento e as Grandes Opções do Plano para o ano 2008, continuarão a traduzir políticas municipais, nos mais diversos domínios, que visem a coesão territorial e a elevação dos padrões de qualidade de vida de todos os resendenses. O ano de 2008 marca o arranque efectivo do QREN, significa que novos desafios e novas oportunidades surgirão. Estamos preparados para continuar a imprimir um ritmo de desenvolvimento que prime pela qualidade e excelência e que conduza o concelho e as nossas populações a patamares de qualidade de vida, ao nível das sociedades mais desenvolvidas. Questões como igualdade de oportunidades e de acesso, qualificar, requalificar e valorizar obedecendo a padrões de qualidade e excelência, continuarão a marcar as políticas constantes das GOP`s de O Presidente da Câmara, (Eng. António Borges) C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e 3

4 Grandes Opções do Plano 2008 ADMINISTRAÇÃO GERAL Novo Logótipo do Município Edifício da Câmara Municipal de Resende Programa de Gestão Documental Modernizar para melhor servir Neste domínio, continuaremos a implementar políticas que conduzam à modernização geral dos serviços do município, com o objectivo de constantemente melhorar a qualidade do serviço prestado. A administração dos recursos públicos disponíveis continuará a ser pautada por critérios de rigor, eficácia e eficiência na sua aplicação. O cidadão, continuará a ser o principal destinatário das políticas municipais, que deverão possibilitar a elevação da qualidade de vida e contribuir para o crescimento de uma sociedade mais preparada para enfrentar os desafios que se vão colocando. C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e 4

5 Grandes Opções do Plano 2008 Continuaremos a promover a valorização e qualificação dos recursos humanos que colaboram com a instituição, pois cremos que só desta forma estaremos preparados para alcançar os objectivos propostos. No que respeita á Administração Geral, continuaremos a seguir linhas estratégicas de desenvolvimento em que o Município assume um papel activo no desenvolvimento local e em que a satisfação das necessidades dos cidadãos são o objectivo principal. Neste domínio, tem-se vindo a desenvolver com grande sucesso uma política de desmaterialização e desburocratização dos serviços, de forma a agilizar procedimentos e processos, contribuindo para uma constante melhoria de eficácia e eficiência. O processo de desmaterialização em curso, que em 2007 se consolidou, como a gestão documental, a realização das reuniões da Câmara e Assembleia com recurso à transmissão electrónica de dados, registará em 2008 a consolidação do projecto de integração de todas as aplicações informáticas a implementação do projecto de Licenciamento Electrónico, e a implementação do projecto de comunicações VoIP. A implementação de medidas que conduzam à consolidação do processo de desmaterialização e à certificação de qualidade dos serviços, será durante o próximo ano uma prioridade que nos conduzirá à linha da frente dos municípios mais desenvolvidos nestas matérias, que consequentemente se reflectirá no serviço ao cidadão, não sendo bastante servir o cidadão, mas sim, servir o cidadão com qualidade. A modernização dos serviços municipais, de forma a torná-los mais eficazes, eficientes e mais próximos dos munícipes tem sido e continuará a ser uma prioridade do executivo. C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e 5

6 Grandes Opções do Plano 2008 Projectos/Acções Durante o ano de 2008 dar-se-á continuidade à aposta nas novas tecnologias e, continuar a consolidar e a desenvolver o projecto de gestão documental que neste momento, pela dinâmica da implementação e pelas suas funcionalidades, já se encontra ao nível das melhores práticas nacionais. Continuaremos a desenvolver processos e procedimentos, com vista à melhoria da qualidade do serviço prestado, ao aumento da rentabilidade, eficácia, eficiência dos serviços municipais, para tal continuarão a realizar-se auditorias internas regulares. A melhoria das instalações e das condições de trabalho têm sido uma prioridade, assim continuaremos a executar as acções necessárias a garantir tais condições. A preocupação com o bem-estar dos trabalhadores implica a continuidade das acções no âmbito do apoio social e da higiene, segurança e saúde no trabalho. A formação e a qualificação profissional dos trabalhadores continuarão a assumir importância relevante no ano de Em matéria de Administração Geral, as grandes opções da Câmara Municipal vão no sentido de continuar a modernizar os Serviços Municipais, com o objectivo de nos afirmar-mos como um dos municípios de referência a nível nacional, nas questões da desmaterialização, de forma a melhorar cada vez mais a qualidade dos serviços, dado que cada vez são mais as competências dos municípios e conscientes que as políticas a seguir só terão sentido se desenvolvidas de forma a resolver os problemas do munícipes, a política ao serviço do cidadão. A modernização administrativa é um factor chave do desenvolvimento de uma política de proximidade ao munícipe. C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e 6

7 Grandes Opções do Plano 2008 EDUCAÇÃO Centro Escolar de S. Martinho de Mouros Qualificar com qualidade para uma melhor educação Os investimentos que o município tem concretizado neste domínio, quer ao nível de criação de infra-estruturas, como na disponibilização dos recursos físicos e humanos necessários e essenciais à construção de uma escola de qualidade, traduzem uma opção clara de qualificar com qualidade para uma melhor educação. Porque estamos cientes de que o caminho que estamos a percorrer aponta na direcção certa, continuaremos a implementar políticas ao nível da educação que assentem na constante valorização da escola, na procura das melhores solução para os inúmeros e complexos problemas que constantemente se colocam às actuais sociedades, na criação de dinâmicas sociais e comunitárias, englobando todos os agentes que contribuem para o desenvolvimento dos sistemas educativos, desde as administrações central e local, professores, pais e alunos. C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e 7

8 Grandes Opções do Plano 2008 Assim, à semelhança do que tem vindo a suceder nos anos anteriores, a linha de orientação estratégica municipal no domínio da educação, continuará a basear-se: - Na valorização da escola como factor preponderante do desenvolvimento das sociedades modernas; - Na observação das constantes dinâmicas da sociedade; - Na inovação e da rápida evolução das tecnologias da informação e do conhecimento; - No envolvimento de todos os agentes que contribuem para o desenvolvimento dos sistemas educativos, desde as administrações central e local, professores, pais e alunos; As linhas de orientação estratégica continuarão a materializar-se pelo desenvolvimento de uma política assente nos seguintes vectores: Continuação da planificação e implementação da rede e infra-estruturas escolares de modo que haja uma organização coerente e estruturada dos recursos educativos em todo o território concelhio; Avaliação contínua do sistema educativo do concelho; Regulamentação da rede escolar; Atribuição de verbas de financiamento. No domínio da educação, o Município tem seguido uma linha estratégica que lhe permite alcançar entre outros os seguintes objectivos: Modernizar os espaços escolares; Investir numa escola onde todos possam ter igualdade de oportunidades de acesso ao conhecimento; C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e 8

9 Grandes Opções do Plano 2008 Apetrechar a escola com os meios necessários ao desenvolvimento das suas actividades curriculares e extracurriculares em igualdade de circunstâncias com as escolas de todo o país, de modo a que todas as crianças e jovens do concelho possam melhorar os seus níveis de formação. São já bem visíveis resultados da política definida e implementada neste domínio, observemos a realidade do Centro Escolar de S. Martinho de Mouros e facilmente nos aperceberemos que esta é a escola do futuro capaz de proporcionar a todos os intervenientes no processo educativo, melhor qualidade de ensino, qualificando todos para enfrentar os novos desafios e agarrar as novas oportunidades. Assim, as GOP`s para 2008, continuarão a contemplar o desenvolvimento de projectos, programas, acções, parcerias necessárias à valorização e humanização do processo educativo, efectuando-se o esforço possível no sentido do investimento na educação, no conhecimento, na ciência e novas tecnologias, de modo a que os resendenses possam acompanhar este processo de desenvolvimento global. Com determinação e motivação que continuaremos a desenvolver uma política educativa municipal que responda de forma eficaz e eficiente aos inúmeros e constantes problemas e desafios que se colocam nesta área, de forma a contribuir para o desenvolvimento sustentado do concelho, promovendo a igualdade de oportunidades. 9 C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e

10 Grandes Opções do Plano 2008 Projectos/Acções As GOP`s para 2008 continuarão a contemplar os projectos e acções que materializem a estratégia definida, de entre os investimentos destacam-se: - Conservação e manutenção dos edifícios escolares; - Dinamização da utilização das novas tecnologias; - Dinamização da utilização de conteúdos multimédia educativos para as escolas; - Transferência de verbas para o Agrupamento de Escolas de Resende; - Transportes escolares; - Refeições escolares; - Projecto Escola a tempo inteiro (inglês, música e educação física); - Apoio a crianças com necessidades especiais; - Atribuição do prémio Rebelo Moniz. De salientar que assim que possível a apresentação de candidaturas aos fundos comunitários, o projecto de construção do Centro Escolar de Resende será uma prioridade, prevendo-se o seu arranque em 2008, à semelhança do Centro Escolar de S. Martinho de Mouros, assumirá um papel fundamental no desenvolvimento futuro da educação em Resende, promovendo o reordenamento escolar, contribuindo para uma educação de qualidade, valorizando a escola e todos os agentes que com ela interagem. 10 C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e

11 Grandes Opções do Plano 2008 SAÚDE Obras do Centro de Saúde de Resende Maior qualidade no serviço de saúde Neste domínio, da responsabilidade da Administração Central, no ano de 2008 registar-se-á a conclusão da construção do novo Centro de Saúde de Resende. Este equipamento representará uma melhoria da qualidade no serviço de saúde, proporcionando melhor serviço para todos os resendenses e também melhores condições de trabalho para todos os profissionais que aqui prestam serviço. 11 C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e

12 Grandes Opções do Plano 2008 ACÇÃO SOCIAL Passeio Sénior Obras do Centro Noite/Centro Comunitário de S. Romão Obras do Centro Noite/Centro Comunitário de Felgueiras Uma sociedade mais solidária Os fenómenos sociais que vão atravessando transversalmente as sociedades actuais, terão de ser sempre observados, analisados, valorizados, na definição de políticas de desenvolvimento sustentado de qualquer sociedade. Atentos a estas realidades sociais, desde o envelhecimento da população, à exclusão social, a marginalidade, o aumento do desemprego, o aumento das desigualdades sociais, as alterações no seio da família, a solidão, o abandono de crianças e jovens, a pobreza, etc., temos vindo a implementar políticas de promoção da inclusão social, em que a acção social assume relevância como forma de responder a alguns novos desafios resultantes destas alterações constantes dos padrões da sociedade. 12 C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e

13 Grandes Opções do Plano 2008 A preocupação pela Coesão Social em que a promoção da inclusão social aos seus diversos níveis, tem sido uma prioridade nas políticas municipais através da realização de projectos e acções no âmbito das atribuições e competências nesta matéria. Cada vez mais, as constantes mutações das sociedades, o ritmo veloz a que tudo se processa, obriga a que os agentes públicos, instituições promovam dinâmicas de inclusão social, contribuindo para a diminuição das desigualdades sociais de forma a construir uma sociedade mais justa e solidária. Neste domínio, continuaremos a implementação de políticas de promoção da inclusão social, o investimento nas pessoas continuará a ser uma prioridade no planeamento para o próximo ano, quer através da realização de investimentos na criação de infra-estruturas de apoio social, da realização de actividades de Acção Social, e de parcerias com entidades que intervêm neste domínio. As GOP`s para 2008 contemplam projectos e acções que pretendem alcançar os seguintes objectivos: - Dar continuidade ao desenvolvimento de programas e projectos de apoio aos grupos mais vulneráveis e desfavorecidos; - Dar continuidade à prestação de serviços de apoio à comunidade; - Qualificar para a empregabilidade, através do desenvolvimento de competências pessoais e profissionais; - Dinamizar e apoiar o funcionamento de parcerias locais. 13 C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e

14 Grandes Opções do Plano 2008 Projectos/Acções Os projectos e acções que se continuarão a desenvolver, têm por base a estratégia política definida para esta área e que assenta na avaliação, valorização e análise das realidades sociais do concelho, ponderando todos os factores que a compõem, e que visa promover a coesão social intervindo de forma integrada e integradora, conferindo complementaridade, coerência e equilíbrio à intervenção social no Município. De entre os projectos e acções a desenvolver, destacam-se: - Conclusão da construção do Centro Comunitário de S. Romão; - Construção do Centro Comunitário de Felgueiras; - Desenvolver o projecto da Rede Social; - Apoiar as famílias mais desfavorecida na realização de pequenas obras na habitação através do Fundo de Solidariedade Social. - Dinamizar iniciativas de promoção e de valorização dos nossos idosos e deficientes. - Atribuir bolsas de estudo. - Prestar serviços de apoio social disponibilizando os recursos humanos qualificados; - Parcerias necessárias à promoção de acções de formação profissional destinadas a desempregados e jovens à procura de primeiro emprego; - Apoiar a concretização de projectos neste domínio, por parte de instituições do concelho, nomeadamente a construção do lar de idosos, centro de dia e apoio social da Irmandade de São Francisco Xavier em S. Martinho de Mouros. 14 C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e

15 Grandes Opções do Plano 2008 ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO Requalificação Urbana no Centro Histórico de S. Martinho de Mouros Coninuar a requalificar e planear o futuro As politicas de ordenamento do território continuarão a merecer uma atenção acentuada de forma a prosseguir o caminho jà iniciado em Resende e S.Martinho d Mouros. Por outro lado a questão central da revisão do PDM deverá absorver os serviços e mobilizar os órgãos autárquicos no ano de 2008 para decisões com evidente alcance no processo de desenvolvimento económico do concelho e na sua sustentabilidade. 15 C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e

16 Grandes Opções do Plano 2008 Assim, as GOP`s para 2008, a exemplo do que vem a ser feito, continuarão a contemplar a realização de projectos e acções que objectivamente promoverão um crescimento sustentável, a qualificação urbana quer através da realização de obras de requalificação como da elaboração de projectos e de instrumentos de regulamentação e ordenamento. Com a execução do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) e necessariamente, para que o Município possa aproveitar os financiamentos disponíveis, estão previstos neste domínio a elaboração de alguns projectos de execução. Aponta-se para um maior envolvimento nas políticas imateriais bem como em acções que representem uma evidente aposta no perfil e na qualificação do cidadão, no acesso á nova sociedade de informação e a novos conceitos produtivos. 16 C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e

17 Grandes Opções do Plano 2008 Projectos/Acções De entre outros, as GOP`s para 2008 contemplam a execução dos seguintes projectos: - Continuação da Revisão do Plano Director Municipal; - Elaboração do Plano de Pormenor da Unidade Operativa de Porto de Rei; - Elaboração do Plano de Pormenor do Bernardo Barro; - Elaboração do projecto do Parque Desportivo; - Elaboração do projecto da Casa do Concelho em S. Martinho de Mouros; - Projecto de Requalificação Urbana de Caldas de Aregos; - Projecto de Requalificação das Aldeias Serranas; - Conclusão da empreitada do Arranjo Urbano no Centro Histórico de São Martinho de Mouros. 17 C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e

18 Grandes Opções do Plano 2008 AMBIENTE Saneamento Básico e Abastecimento de Água Obras de Saneamento Básico e Abastecimento de Água Garantir a qualidade ambiental do futuro Trata-se de continuar politicas que evidenciam já um elevado grau de transformação infra-estrutural e que respondem à qualidade de vida das populações, a preservação e a valorização das condições ambientais. A promoção da qualidade ambiental tem sido e continuará a ser uma das prioridades do Município, de forma a garantir o cumprimento das normas comunitárias e nacionais neste domínio. 18 C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e

19 Grandes Opções do Plano 2008 De forma a dar corpo a esta política de promoção da qualidade ambiental, a Câmara Municipal tem canalizado muitos recursos financeiros e físicos, o que se tem traduzido num aumento significativo da taxa de cobertura da rede de infra-estruturas de água e saneamento, dotando as populações do concelho destas infra-estruturas básicas, respondendo às suas necessidades, e resolvendo os problemas nesta área. As GOP`s para 2008, continuarão a contemplar projectos no sentido de se executarem obras de saneamento básico e rede de distribuição de água nas áreas do Concelho ainda não abrangidas, através da execução de obras por empreitada e por administração directa, destacando-se a conclusão das redes nas freguesias de Cárquere, Anreade, Miomães, S. Cipriano, S. Romão e Barro e o inicio em Freigil. 19 C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e

20 Grandes Opções do Plano 2008 RESÍDUOS SÓLIDOS Ecotainers A valorização dos resíduos depende de todos nós Esta é uma área em que claramente todos somos chamados a participar activamente de forma a garantir melhor qualidade ambiental. Continuaremos a implementar políticas de recolha, tratamento e valorização dos resíduos sólidos que garantam melhor qualidade ambiental para as actuais e futuras gerações. Desenvolveremos em 2008 acções que promovam a recolha selectiva e diferenciada dos resíduos sólidos e a educação ambiental de forma a promover a participação de todos os cidadãos num processo contínuo, a valorização dos resíduos sólidos depende de todos nós. 20 C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e

21 Grandes Opções do Plano 2008 Desta forma, as questões de educação ambiental em que assumem especial relevância a recolha selectiva e o incentivo à reciclagem, reutilização e redução da produção de lixos, continuarão a ser um objectivo plasmado nas GOP`s para Neste domínio o ano de 2008 registará um acréscimo na qualidade do serviço, com a entrada em funcionamento de novos equipamentos, a varredora de limpeza urbana e veículo de recolha, acondicionamento e transporte de resíduos sólidos urbanos. As GOP`s de 2008, contemplam a realização dos investimentos necessários à melhoria da recolha de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU). 21 C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e

22 Grandes Opções do Plano 2008 CULTURA Centro Cultural de Resende Auditório Adaptação da Ex-Cadeia a Museu Municipal Centro Cultural e Auditório de S. Cipriano Viver com cultura O percurso que se tem vindo a seguir neste domínio conduziu a que neste momento esteja criada uma rede de equipamentos de grande relevância e que são postos à disposição de todos os resendenses, de forma a permitir igualdade no acesso à cultura. Nas GOP`s de 2008, no que respeita à construção de equipamentos assume especial relevância o Centro Cultural de S. Cipriano Casa da Música de S. Cipriano, obra a concluir em 2008 e a entrar em funcionamento. 22 C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e

23 Grandes Opções do Plano 2008 Se a rede de equipamentos de índole cultural é já uma realidade, continuaremos, à semelhança do que tem vindo a acontecer, a desenvolver políticas de dinamização destes equipamentos, de forma integrada, promovendo uma agenda cultural diversificada e de qualidade. A igualdade no acesso á cultura, continuará a ser o pilar no desenvolvimento das políticas municipais. Baseado nesta política de construção de equipamentos e infra-estruturas que permitem a criação de uma rede integrada de espaços culturais onde se podem realizar as mais diversas manifestações culturais, continuaremos a trabalhar no sentido da ampliação desta rede de espaços, através da criação de novos equipamentos e da valorização de espaços existentes, de forma a continuar a alargar a rede por todo o concelho. A promoção da participação nas mais diversas formas e expressões culturais, a salvaguarda e valorização do património continuarão em 2008 a merecer especial atenção. Continuaremos fortemente a dinamizar os espaços, como o Museu Municipal, o Auditório Municipal, o Centro de Animação Multiusos de Caldas de Aregos, destinados à promoção de manifestações culturais. Pela sua relevância, pela projecção que já alcançaram e pela importância para a economia do concelho e sua afirmação no exterior, reforçaremos em 2008 a dinâmica dos eventos, Festival da Cereja e Festa da Cavaca, pois estamos certos pela sua qualidade e diferenciação se constituem com acções de grande expressão e significado para o concelho. 23 C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e

24 Grandes Opções do Plano 2008 Projectos/Acções Na linha do que tem vindo a ser implementado, as GOP para 2008 contemplam a realização de diversos projectos e acções traduzindo-se num grande salto quantitativo e qualitativo na realização de diversas manifestações culturais, impulsionando e permitindo a todos o acesso à cultura, valorizando o património cultural e contribuindo para qualificar com cultura Assim, de entre os diversos projectos/acções destacam-se: - Construção do Centro Cultural de S. Cipriano Casa da Música de S. Cipriano - Actividades de animação e exploração do Museu Municipal; - Actividades de animação e exploração do Auditório Municipal; - Actividades de animação e exploração do Centro de Animação Multiusos de Caldas de Aregos; - Actividades de leitura e animação da Biblioteca; - Festival da Cereja; - Festa das Cavacas; - Festa da Labareda - Dinamização do Espaço Internet - Realização de parcerias com entidades para a realização de projectos; - Comparticipação em investimentos a realizar por entidades; 24 C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e

25 Grandes Opções do Plano 2008 DESPORTO, RECREIO E LAZER Marina de Caldas de Aregos Piscinas Municipais Aquecidas Pavilhão Gimnodesportivo de Freigil Desporto prática para todos Também neste domínio, a política que tem vindo a ser seguida, visa a criação das infra-estruturas necessárias de forma a constituir uma rede de equipamentos que responda eficazmente às necessidades do concelho. Assim, os equipamentos construídos permitem o acesso ao desporto a todos os resendenses, especialmente aos alunos das nossas escolas e às associações e colectividades desportivas. 25 C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e

26 Grandes Opções do Plano 2008 Continuará a ser uma prioridade a implementação de medidas e acções que promovam a prática desportiva para todos, de forma a contribuir para uma sociedade mais saudável. Está criada uma rede municipal de infra-estruturas desportivas que permite satisfazer as necessidades de utilização da generalidade das populações, em particular da comunidade escolar e associativismo, construídas de forma a cobrir todo o território concelhio, tendo em consideração a sua rentabilização em termos de utilização. Durante o ano de 2008 pretendemos desenvolver e apoiar programas, projectos e acções necessárias à promoção de diversas modalidades desportivas, incentivando a sua prática, como acontece actualmente com o voleibol. No que respeita ao recreio e lazer, continuaremos a desenvolver uma política direccionada para a dinamização das infra-estruturas criadas, como os arranjos das zonas envolventes das pontes da Panchorra e Lagariça,o Parque Fluvial de Porto de Rei e de Caldas de Aregos, em cooperação com o IND, tendo sempre por base uma visão estratégica integrada de todos estes investimentos e sua articulação com outros, de forma a desenvolver um crescimento sustentado do concelho, pugnando pela coesão territorial e social. 26 C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e

27 Grandes Opções do Plano 2008 Projectos/Acções Das GOP`s para 2008 destacam-se os seguintes projectos/acções: - Dinamização do pavilhão gimnodesportivo de Anreade; - Dinamização do pavilhão gimnodesportivo de Freigil; - Comparticipação para obras em instalações desportivas; - Continuaremos a apoiar seriamente as associações e colectividades de todo o concelho; - Elaboração do projecto do Parque Desportivo; - Organização de actividades desportivas, nomeadamente perícia automóvel, provas náuticas, voleibol, judo, etc. - Desenvolvimento do projecto Escolinhas do Desporto ; - Dinamização das piscinas municipais; - Acções de manutenção dos equipamentos existentes; - Conclusão da Marina de Caldas de Aregos. 27 C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e

28 Grandes Opções do Plano 2008 TRANSPORTES RODOVIÁRIOS As condições de acessibilidade de acesso ao concelho e no interior do mesmo continuarão a ser uma prioridade contida nas GOP`s para Depois de se terem beneficiado largos quilómetros de estradas municipais, sendo bem sentidos os benefícios para as populações, continuaremos em 2008 a beneficiar estradas municipais que garantam uma boa acessibilidade no interior do concelho. Quanto às acessibilidades de acesso ao concelho, com determinação, continuaremos a desenvolver as iniciativas necessárias, junto dos organismos com competência nesta matéria, para que sejam construídas as vias rodoviárias de acesso ao concelho, que consideramos imprescindíveis e essenciais ao seu desenvolvimento. 28 C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e

29 Grandes Opções do Plano 2008 Projectos/Acções Deste modo, as GOP`s para 2008, contemplam entre outros os seguintes projectos: - Conclusão da Beneficiação da E.M de ligação entre Feirão (limite do Concelho) e Resende; - Beneficiação das Estradas Municipais de ligação Resende-Cárquere e Cárquere-S.Romão; - Continuarão a executar-se trabalhos de abertura, pavimentação, beneficiação e manutenção da rede viária de todas as freguesias. 29 C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e

30 l o t e 1 4 lo t e 1 5 l o te 1 6 Grandes Opções do Plano 2008 COMÉRCIO E TURISMO lo te 1 2 lo t e 9 lo te 1 0 lote 11 lo te 1 3 lo te 7 lo te 8 lo te 6 lo te 5 lote 2 lote 1 lo te 33 ll ot e e 44 Projecto do Parque Empresarial de Anreade A estratégia no domínio do comércio continuará assentar na valorização do comércio local, interagindo com os diversos agentes com vista á melhoria das condições do comércio em geral, tendo sempre em consideração o binómio comerciante/consumidor. A implementação desta política assenta na requalificação dos espaços públicos, como forma de valorizar toda a envolvência do comércio, na valorização dos produtos locais e regionais que se constituem como mais-valias para a economia do concelho. Contribuir para a valorização do comércio, tornando-o mais atractivo e competitivo, continuará a ser um objectivo constante das GOP`s para C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e

31 Grandes Opções do Plano 2008 A construção do projecto do Parque Empresarial de Anreade, ultrapassadas as questões administrativas, será uma prioridade a enquadrar no QREN. No que respeita à política na área do Turismo, é bem visível que esta tem assentado na criação das infra-estruturas necessárias ao desenvolvimento sustentado do concelho, construindo equipamentos e criando zonas de lazer que complementem as excelentes condições naturais existentes no concelho e que permitem a realização de projectos e acções de interesse turístico, aumentando desta forma a oferta. Facilmente nos apercebemos que existem hoje no concelho infra-estruturas em quantidade e qualidade capazes de criar uma oferta turística diversificada e de qualidade. As infra-estruturas foram projectadas e construídas, obedecendo a uma estratégia que assentou no seguinte: - Potencial endógeno do concelho; - Recursos naturais existentes; - Criação de uma rede de equipamentos integrados e complementares, estrategicamente distribuídos de forma a valorizar todo o território do concelho; - Criação de circuitos turísticos no concelho. O concelho dispõe já de um conjunto importante de infra-estruturas e equipamentos de apoio, que de uma forma integrada nos permitem a realização diversificada de projectos direccionados ao turismo, desde actividades culturais, a actividades desportivas e de lazer. Durante o ano de 2008, continuaremos a desenvolver os projectos, acções necessárias à promoção e divulgação turística do concelho, nomeadamente impulsionando entidades privadas a concretizar de circuitos turísticos no concelho, como o circuito da água (Parque Fluvial de Porto de Rei - Cais Fluvial de Caldas de Aregos Ponte da Lagariça Ponte da Panchorra). 31 C â m a r a M u n i c i p a l d e R e s e n d e

E N T I D A D E P L A N O P L U R I A N U A L D E I N V E S T I M E N T O S - F U N C. P L A N O DOTAÇÕES INICIAIS Município de Resende DO ANO 2007

E N T I D A D E P L A N O P L U R I A N U A L D E I N V E S T I M E N T O S - F U N C. P L A N O DOTAÇÕES INICIAIS Município de Resende DO ANO 2007 PÁGINA : 1 1. FUNÇÕES GERAIS: 411'507,69 411'507,69 425'500,00 425'500,00 425'500,00 1'688'007,69 1.1. SERVIÇOS GERAIS DE 369'507,69 369'507,69 389'000,00 389'000,00 389'000,00 1'536'507,69 ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

PLANO PLURIANUAL DE INVESTIMENTOS Inicial ANO FINANCEIRO DE 2010 Câmara Municipa l DATAS DAS DELIBERAÇÕES Asse mbleia Municipal Revisã o Alteração Observações: E N T I D A D E P L A N O P L U R I A N U

Leia mais

RELATIVOS AO ANO FINANCEIRO DE 2009

RELATIVOS AO ANO FINANCEIRO DE 2009 Documentos de Prestação de Contas E DOCUMENTOS ANEXOS Segundo a Resolução nº04/2001-2ª Secção RELATIVOS AO ANO FINANCEIRO DE 2009 APROVAÇÃO Câmara Municipal - Reunião de / / Assembleia Municipal - Sessão

Leia mais

OPÇÕES DO PLANO 2015:2018 datas 2015 2016 2017 2018. conclusão. Respons. início 1 EDUCAÇÃO 207.000,00 186.840,00 191.282,00 196.

OPÇÕES DO PLANO 2015:2018 datas 2015 2016 2017 2018. conclusão. Respons. início 1 EDUCAÇÃO 207.000,00 186.840,00 191.282,00 196. 1 EDUCAÇÃO 207.000,00 186.840,00 191.282,00 196.916,00 1 ENSINO PRÉ-ESCOLAR E DO 1º CICLO 116.500,00 93.625,00 100.574,00 103.487,00 1 Apoios e subsídios CM 13 18 5 05-06-02-03-99 1.000,00 1.030,00 2.122,00

Leia mais

MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DA PESQUEIRA DO ANO 2009

MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DA PESQUEIRA DO ANO 2009 PÁGINA : 1 1. FUNÇÕES GERAIS 200.000,00 200.000,00 200.000,00 1.1. 180.000,00 180.000,00 180.000,00 1.1.1. ADMINISTRAÇÃO GERAL 180.000,00 180.000,00 180.000,00 1.1.1. 01 2005 ADMINISTRAÇÃO GERAL 55.000,00

Leia mais

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2011

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2011 GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2011 1. Análise do Plano Plurianual de Investimentos (PPI) Neste orçamento, o Município ajustou, as dotações para despesas de investimento, ao momento de austeridade que o país

Leia mais

FREGUESIA DE VILARINHO SANTO TIRSO MANDATO 2014/2017. Grandes opções do plano de atividades e investimentos ANO 2014

FREGUESIA DE VILARINHO SANTO TIRSO MANDATO 2014/2017. Grandes opções do plano de atividades e investimentos ANO 2014 1 FREGUESIA DE VILARINHO SANTO TIRSO MANDATO 2014/2017 Grandes opções do plano de atividades e investimentos ANO 2014 2 ÍNDICE - INTRODUÇÃO 3 - AÇÃO SOCIAL E EMPREGO 3,4 - EDUCAÇÃO SAÚDE 4 CULTURA, DESPORTO

Leia mais

Execução Anual das Grandes Opções do Plano

Execução Anual das Grandes Opções do Plano das Grandes Opções do Plano 01 EDUCAÇÃO 01 01 EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR E ENSINO BÁSICO 01 01 /1 Infraestruturas de Ano Anos seguintes Anos Anteriores Ano 01 01 /1 1 Centro Escolar de Caria 0102 07010305 E

Leia mais

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2009

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2009 GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2009 1. Análise do Plano Plurianual de Investimentos (PPI) O plano plurianual de investimentos para 2009 tem subjacente um planeamento financeiro que perspectiva a execução dos

Leia mais

1. Funções gerais 377.419,00 377.419,00 377.419,00. 1.1. Serviços gerais de 230.507,00 230.507,00 230.507,00 administração pública

1. Funções gerais 377.419,00 377.419,00 377.419,00. 1.1. Serviços gerais de 230.507,00 230.507,00 230.507,00 administração pública PÁGINA : 1 1. Funções gerais 377.419,00 377.419,00 377.419,00 1.1. Serviços gerais de 230.507,00 230.507,00 230.507,00 administração pública 1.1.1. Administracao geral 230.507,00 230.507,00 230.507,00

Leia mais

JUNTA DE FREGUESIA DE Nª. SRª GUADALUPE. Concelho de Évora OPÇÕES DO PLANO PARA 2006. Largo Abel Augusto nº 4 7000-222 Nª. Sr.

JUNTA DE FREGUESIA DE Nª. SRª GUADALUPE. Concelho de Évora OPÇÕES DO PLANO PARA 2006. Largo Abel Augusto nº 4 7000-222 Nª. Sr. JUNTA DE FREGUESIA DE Nª. SRª GUADALUPE Concelho de Évora OPÇÕES DO PLANO PARA 2006 Largo Abel Augusto nº 4 7000-222 Nª. Sr.ª Guadalupe Tel. e Fax: 266 781 165 Tel.: 266 747 916 email: jfguadalupe@mail.evora.net

Leia mais

Nota Introdutória Erro! Marcador não definido.

Nota Introdutória Erro! Marcador não definido. GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2015 ÍNDICE Nota Introdutória Erro! Marcador não definido. Ações Educação e Formação 2 Ação Social 3 Gestão Participada e Finanças 4 Saúde 5 Desporto 5 Juventude 6 Cultura 6 Turismo

Leia mais

Execução Anual do Plano Plurianual de Investimentos

Execução Anual do Plano Plurianual de Investimentos (signação da autarquia local) Município Valença do Plano Plurianual Investimentos (unida: ) 01 FUNÇÕES GERAIS 01 001 SERVIÇOS GERAIS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 01 001 2010/1 AQUISIÇÃO, CONSTRUÇÃO, CONSERVAÇÃO

Leia mais

A TRANSPORTAR... 40.275,19 98.800,00 81.800,00 18.000,00 18.000,00 18.000,00 193.075,19

A TRANSPORTAR... 40.275,19 98.800,00 81.800,00 18.000,00 18.000,00 18.000,00 193.075,19 PÁGINA : 1 DESPESAS D (PREVISÃO) 1. FUNÇOES GERAIS 132.059,77 470.000,00 470.000,00 157.250,00 107.500,00 62.700,00 929.509,77 1.1. SERVIÇOS GERAIS DE 93.277,77 410.000,00 410.000,00 147.250,00 97.500,00

Leia mais

PROPOSTA DE PLANO DE ACTIVIDADES PARA A VILA DE ARCOZELO

PROPOSTA DE PLANO DE ACTIVIDADES PARA A VILA DE ARCOZELO PROPOSTA DE PLANO DE ACTIVIDADES PARA A VILA DE ARCOZELO ANO ECONÓMICO DE 2010 GRANDES OPÇÕES DO PLANO PARA O QUADRIÉNIO 2009 2013 É tempo de um novo mandato autárquico, resultante das eleições do passado

Leia mais

MUNICIPIO DE ILHAVO DO ANO 2010

MUNICIPIO DE ILHAVO DO ANO 2010 PÁGINA : 1 1. Funções gerais 1.851.000,00 1.851.000,00 860.000,00 280.000,00 2.991.000,00 1.1. Serviços gerais de administração pública 1.601.000,00 1.601.000,00 610.000,00 2.241.000,00 1.1.1. 1.1.1.1.

Leia mais

E N T I D A D E DOTAÇÕES INICIAIS P L A N O P L U R I A N U A L D E I N V E S T I M E N T O S DO ANO 2015 CÂMARA MUNICIPAL DE MONTIJO

E N T I D A D E DOTAÇÕES INICIAIS P L A N O P L U R I A N U A L D E I N V E S T I M E N T O S DO ANO 2015 CÂMARA MUNICIPAL DE MONTIJO PÁGINA : 1 1. FUNÇÕES GERAIS 30.951,63 10.509,00 960.567,00 960.567,00 42.565,00 1.044.592,63 1.1. SERVIÇOS GERAIS DE 30.951,63 10.509,00 960.567,00 960.567,00 42.565,00 1.044.592,63 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

Leia mais

A Participação Voluntária No Planeamento, Execução E Controlo Social Do Orçamento. Participativo

A Participação Voluntária No Planeamento, Execução E Controlo Social Do Orçamento. Participativo Cecília Branco Programa Urbal Red 9 Projecto Orçamento Participativo Reunião de Diadema Fevereiro 2007 A Participação Voluntária No Planeamento, Execução E Controlo Social Do Orçamento Participativo Município

Leia mais

E N T I D A D E EXECUÇÃO DO PLANO PLURIANUAL DE INVESTIMENTOS ANO CONTABILÍSTICO 2008 MUNICIPIO DE REDONDO. Pagina : 1

E N T I D A D E EXECUÇÃO DO PLANO PLURIANUAL DE INVESTIMENTOS ANO CONTABILÍSTICO 2008 MUNICIPIO DE REDONDO. Pagina : 1 Pagina : 1 1. Funções gerais 610.500,00 610.500,00 334.850,49 334.850,49 54.85 54.85 1.1. Serviços gerais de administração pública 525.500,00 525.500,00 334.640,59 334.640,59 63.68 63.68 1.1.1. Administracao

Leia mais

ORÇAMENTO E GRANDES OPÇÕES DO PLANO PARA 2015

ORÇAMENTO E GRANDES OPÇÕES DO PLANO PARA 2015 ANÁLISE DO ORÇAMENTO E GRANDE OPÇÕES DO PLANO Para o ano económico de 2015, o Município perspetiva um orçamento global 26.954.700, o que representa um aumento de 8,6% relativamente ao ano transacto. Este

Leia mais

MUNICIPIO DE VINHAIS DO ANO 2015 PÁGINA : 1

MUNICIPIO DE VINHAIS DO ANO 2015 PÁGINA : 1 PÁGINA : 1 1. FUNCOES GERAIS 4.670.218,46 1.262.000,00 1.262.000,00 761.000,00 201.000,00 201.000,00 7.095.218,46 1.1. SERVICOS GERAIS DE 4.670.218,46 1.262.000,00 1.262.000,00 761.000,00 201.000,00 201.000,00

Leia mais

EXECUÇÃO DO PLANO PLURIANUAL DE INVESTIMENTOS ANO CONTABILÍSTICO 2011. Até ao mês de Rectificação

EXECUÇÃO DO PLANO PLURIANUAL DE INVESTIMENTOS ANO CONTABILÍSTICO 2011. Até ao mês de Rectificação EXECUÇÃO DO PLANO PLURIANUAL DE S ANO CONTABILÍSTICO 2011 Pagina : 1 1. FUNÇOES GERAIS 239.200,00 505.000,00 744.200,00 177.311,45 177.311,45 74.13 23.83 1.1. SERVIÇOS GERAIS DE ADMINISTRAÇAO PUBLICA 232.200,00

Leia mais

RESUMO DAS OBRAS VISITADAS:

RESUMO DAS OBRAS VISITADAS: RESUMO DAS OBRAS VISITADAS: Bairro da Laje, freguesia de Porto Salvo: - Parque Urbano Fase IV Os Arranjos Exteriores do Parque Urbano Fase IV do bairro da Laje, inserem-se num vasto plano de reconversão

Leia mais

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Aprovado pela Câmara em 6/02/2003, alterado em Reunião de Câmara de 18/09/2003 Aprovado pela Assembleia Municipal em

Leia mais

PLANO PLURIANUAL DE INVESTIMENTOS

PLANO PLURIANUAL DE INVESTIMENTOS Datas Despesas Anos Seguintes 1. FUNÇÕES GERAIS 938.000 688.000 250.000 125.786 108.000 1.171.786 1.1 SERVIÇOS GERAIS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 938.000 688.000 250.000 125.786 108.000 1.171.786 1.1.1 ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

Estrutura Orgânica dos Serviços do Município de Paredes de Coura

Estrutura Orgânica dos Serviços do Município de Paredes de Coura Estrutura Orgânica dos Serviços do Município de Paredes de Coura Nos termos do disposto na alínea a) do artigo 7.º e no n.º 3 do artigo 10.º do Decretolei n.º 305/2009, de 23 de Outubro e dentro dos limites

Leia mais

APRESENTAÇÃO DOS DOCUMENTOS PREVISIONAIS 2010. Generalidades / Enquadramento

APRESENTAÇÃO DOS DOCUMENTOS PREVISIONAIS 2010. Generalidades / Enquadramento APRESENTAÇÃO DOS DOCUMENTOS PREVISIONAIS 2010 Os Documentos Previsionais para o Ano Financeiro 2010 foram elaborados de acordo com as regras definidas no POCAL Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias

Leia mais

Município de Ourique Resumo Orçamental das Grandes Opções do Plano para 2013

Município de Ourique Resumo Orçamental das Grandes Opções do Plano para 2013 0102 020214 Estudos, pareceres, projectos e consultadoria 1 1.1 2010/5007 Agenda 21-Local 1 1.2 2011/5005 Plano Municipal de Emergência-Protecção Civil 6.000,00 6.000,00 0102 020225 s serviços 1 1.1 2012/5001

Leia mais

MODIFICAÇÕES AO PLANO PLURIANUAL DE INVESTIMENTOS

MODIFICAÇÕES AO PLANO PLURIANUAL DE INVESTIMENTOS MODIFICAÇÕES AO PLANO PLURIANUAL DE INVESTIMENTOS Página : 1 1. FUNÇOES GERAIS 1.1. SERVIÇOS GERAIS DE ADMINISTRAÇAO PUBLICA 1.1.1. ADMINISTRAÇAO GERAL 1.1.1. 01 2002 I 1 AQUISIÇAO/REPARAÇAO DE OUTRO MATERIAL

Leia mais

DELIBERAÇÕES APROVADAS EM MINUTA E PARA EFEITOS IMEDIATOS

DELIBERAÇÕES APROVADAS EM MINUTA E PARA EFEITOS IMEDIATOS DELIBERAÇÕES APROVADAS EM MINUTA E PARA EFEITOS IMEDIATOS (Nos termos do nº3 do artº 92º do Decreto-Lei nº 169/99, de 18/09) --------- Reunião de 2 de Novembro de 2004 ------- ----6ª ALTERAÇÃO AO ORÇAMENTO

Leia mais

PNAI Plano Nacional de Acção para a Inclusão (2003-2005)

PNAI Plano Nacional de Acção para a Inclusão (2003-2005) V Articulação O PDS deve integrar orientações de outros programas a nível nacional, regional e localmente com os diversos planos, projectos, serviços e sectores específicos do Município, criando sinergias

Leia mais

FREGUESIA DE ARRUDA DOS VINHOS

FREGUESIA DE ARRUDA DOS VINHOS FREGUESIA DE ARRUDA DOS VINHOS lano de Activida e es Orçamento PPI 2012 À INTRODUCÃO Para cumprimento do disposto na alínea a) do n 2 do artigo 34 da lei n 169/99 de 18 de Setembro, na redacção que lhe

Leia mais

www.antonioborges-resende.com

www.antonioborges-resende.com www.antonioborges-resende.com Eng. António Borges O projecto que afirmamos com o Partido Socialista nos últimos dois mandatos representa muito em obras, em acçõese em políticas dirigidas a todososresendenses.

Leia mais

E N T I D A D E P L A N O P L U R I A N U A L D E I N V E S T I M E N T O S DOTAÇÕES INICIAIS MUNICÍPIO DE ÍLHAVO DO ANO 2015

E N T I D A D E P L A N O P L U R I A N U A L D E I N V E S T I M E N T O S DOTAÇÕES INICIAIS MUNICÍPIO DE ÍLHAVO DO ANO 2015 PÁGINA : 1 1. FUNÇÕES GERAIS 995.500,00 995.500,00 50.000,00 50.000,00 50.000,00 1.145.500,00 1.1. SERVIÇOS GERAIS DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 995.500,00 995.500,00 50.000,00 50.000,00 50.000,00 1.145.500,00

Leia mais

O Sistema Integrado de Gestão de Qualidade e Ambiente da Câmara Municipal de Esposende

O Sistema Integrado de Gestão de Qualidade e Ambiente da Câmara Municipal de Esposende SEMINÁRIO: QUALIDADE E EXCELÊNCIA NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO ÃO Porto, 3 e 4 de Novembro de 2005 O Sistema Integrado de Gestão de Qualidade e Ambiente da Câmara Municipal de Esposende Carla Dias carla.dias@cm-esposende.pt

Leia mais

Integrado do Vale do Minho. Av. Miguel Dantas, n.º 69. 4930-678 Valença. Tel.: +351 251 825 811/2. Fax: +351 251 825 620. adriminho@mail.telepac.

Integrado do Vale do Minho. Av. Miguel Dantas, n.º 69. 4930-678 Valença. Tel.: +351 251 825 811/2. Fax: +351 251 825 620. adriminho@mail.telepac. Eixo 3 do PRODER Dinamização das zonas Rurais Englobam no eixo 3 do PRODER Abordagem Leader as seguintes Medidas e Acções Medida 3.1 Diversificação da Economia e Criação de Emprego 3.1.1 Diversificação

Leia mais

E N T I D A D E P L A N O D E A C T I V I D A D E S M U N I C I P A L MUNICIPIO DE MORA DO ANO 2013

E N T I D A D E P L A N O D E A C T I V I D A D E S M U N I C I P A L MUNICIPIO DE MORA DO ANO 2013 PÁGINA : 1 1. Funções gerais 25.122,75 53.500,00 53.500,00 55.105,00 51.456,00 53.001,00 238.184,75 1.1. Serviços gerais de 12.275,53 30.500,00 30.500,00 31.415,00 27.054,00 27.866,00 129.110,53 administração

Leia mais

Município de Nisa. Balancete das Grandes Opções do Plano por Objectivos e Programas para o ano de 2011. No periodo de 01-01-2011 a 30-09-2011

Município de Nisa. Balancete das Grandes Opções do Plano por Objectivos e Programas para o ano de 2011. No periodo de 01-01-2011 a 30-09-2011 1 Funções Gerais 641.160,00 623.375,67 17.784,33 609.638,87 491.604,67 363.182,89 128.421,78 1 1,1 Administração Geral 577.940,00 571.093,15 6.846,85 557.356,35 449.322,15 324.728,79 124.593,36 1 1,1 2001/1

Leia mais

MAPA DE PESSOAL. Gabinete de Apoio ao Presidente. Gabinete de Fiscalização Sanitária

MAPA DE PESSOAL. Gabinete de Apoio ao Presidente. Gabinete de Fiscalização Sanitária Preenchidos A preencher Preenchidos Gabinete de Apoio ao Presidente Coordenar e executar todas as atividades inerentes à assessoria, secretariados, protocolos da Presidência e assegurar a interligação

Leia mais

Lei n.º 159/99, de 14 de Setembro. Estabelece o quadro de transferência de atribuições e competências para as autarquias locais CAPÍTULO I

Lei n.º 159/99, de 14 de Setembro. Estabelece o quadro de transferência de atribuições e competências para as autarquias locais CAPÍTULO I Lei n.º 159/99, de 14 de Setembro Estabelece o quadro de transferência de atribuições e competências para as autarquias locais A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º

Leia mais

Plano PluriAnual de Investimentos do ano 2014

Plano PluriAnual de Investimentos do ano 2014 Plano PluriAnual Investimentos do ano (b)=+ finido não finido previsto +++ 1 FUNÇÕES GERAIS 1 001 ADMINISTRAÇÃO GERAL 1 001 2002/2 Aquisição mobiliário 0102 070109 O 01 01/2002 12/ 4 17.288 1 001 2002/3

Leia mais

1.1.1. 0103/070109 04 2002 142 AQUISICAO E REPARACAO DE OUTRA 100.0 CM 2014/01/01 2014/12/31 9 5.000,00 5.000,00 5.000,00

1.1.1. 0103/070109 04 2002 142 AQUISICAO E REPARACAO DE OUTRA 100.0 CM 2014/01/01 2014/12/31 9 5.000,00 5.000,00 5.000,00 MUNICIPIO SAO DO ANO 2014 PÁGINA : 1 1. Funções gerais 114.600,00 114.600,00 114.600,00 1.1. Serviços gerais de 52.200,00 52.200,00 52.200,00 administração pública 1.1.1. Administracao geral 52.200,00

Leia mais

Ação Social e Inclusão

Ação Social e Inclusão Ação Social e Inclusão Ação Social O campo de actuação da Ação Social compreende, em primeira instância, a promoção do bem estar e qualidade de vida da população e a promoção duma sociedade coesa e inclusiva,

Leia mais

INTRODUÇÃO O QUE É O PLANO «SALATIA»?

INTRODUÇÃO O QUE É O PLANO «SALATIA»? INTRODUÇÃO O QUE É O PLANO «SALATIA»? No actual cenário económico-financeiro do Mundo e do País, é obrigação de todas as entidades públicas, à sua escala, promoverem medidas de apoio às empresas e às famílias

Leia mais

E N T I D A D E DOTAÇÕES INICIAIS MUNICIPIO VAGOS DO ANO 2009

E N T I D A D E DOTAÇÕES INICIAIS MUNICIPIO VAGOS DO ANO 2009 PÁGINA : 1 1. Funções gerais 674.458,82 124.591,58 1.509.000,00 1.509.000,00 2.617.000,00 2.662.000,00 995.000,00 8.582.050,40 1.1. Serviços gerais de 674.458,82 124.591,58 1.504.000,00 1.504.000,00 2.617.000,00

Leia mais

BALANÇO ANO 2010 ENTIDADE M. V.N.Cerveira MUNICIPIO DE VILA NOVA DE CERVEIRA PAG. 1 EXERCÍCIOS CÓDIGO DAS N N - 1 CONTAS

BALANÇO ANO 2010 ENTIDADE M. V.N.Cerveira MUNICIPIO DE VILA NOVA DE CERVEIRA PAG. 1 EXERCÍCIOS CÓDIGO DAS N N - 1 CONTAS BALANÇO ANO 2010 ENTIDADE M. V.N.Cerveira MUNICIPIO DE VILA NOVA DE CERVEIRA PAG. 1 EXERCÍCIOS CÓDIGO DAS N N - 1 CONTAS ACTIVO AB A/P AL AL Imobilizado: Bens de domínio público 451 Terrenos e recursos

Leia mais

Apresentação do Projeto do Centro Social Paroquial de Lustosa

Apresentação do Projeto do Centro Social Paroquial de Lustosa Centro Social Paroquial de Lustosa Apresentação do Projeto do Centro Social Paroquial de Lustosa 1. Identificação da Instituição: Centro Social Paroquial de Lustosa, NPC: 502431440, com sede em Alameda

Leia mais

GRANDES OPÇÕES DO PLANO PARA 2014 01. APRESENTAÇÃO

GRANDES OPÇÕES DO PLANO PARA 2014 01. APRESENTAÇÃO GRANDES OPÇÕES DO PLANO PARA 2014 01. APRESENTAÇÃO O artigo 61.º da Lei 75/2013, de 12 de Setembro, estabelece que a aprovação das opções do Plano e da proposta de orçamento para o ano imediato ao da realização

Leia mais

- CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE LAGOS - PREÂMBULO

- CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE LAGOS - PREÂMBULO PREÂMBULO A Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei nº 46/86 de 14 de Outubro) consagrou a interacção com a comunidade educativa local como um pilar fundamental da política educativa. Por essa razão o nº

Leia mais

1ª Revisão do Orçamento, PPI e PPA do ano 2013

1ª Revisão do Orçamento, PPI e PPA do ano 2013 2013 1ª Revisão do Orçamento, PPI e PPA do ano 2013 Junta de Freguesia de Gâmbia-Pontes-Alto da Guerra Branco Lima FREGUESIA DE GÂMBIA-PONTES-ALTO DA GUERRA Pág. 1 MODIFICAÇÕES DO ORÇAMENTO DA RECEITA

Leia mais

MUNICÍPIO DE ALCOCHETE CÂMARA MUNICIPAL. Regimento do Conselho Municipal de Educação de Alcochete

MUNICÍPIO DE ALCOCHETE CÂMARA MUNICIPAL. Regimento do Conselho Municipal de Educação de Alcochete MUNICÍPIO DE ALCOCHETE CÂMARA MUNICIPAL Regimento do Conselho Municipal de Educação de Alcochete A construção de um futuro impõe que se considere fundamental investir na capacitação e formação das pessoas,

Leia mais

NORMAS DE FUNCIONAMENTO PROGRAMA VIVER SOLIDÁRIO. Programa Viver Solidário/ Normas Página 1

NORMAS DE FUNCIONAMENTO PROGRAMA VIVER SOLIDÁRIO. Programa Viver Solidário/ Normas Página 1 NORMAS DE FUNCIONAMENTO PROGRAMA VIVER SOLIDÁRIO Programa Viver Solidário/ Normas Página 1 PROGRAMA VIVER SOLIDÁRIO NORMAS DE FUNCIONAMENTO 1.INTRODUÇÃO A prática de actividades de animação regular e sistemática,

Leia mais

45.761,92 61.02 45.761,92 45.761,92 75.000,00 45.761,92 7.500,00 730.800,00 864.800,00 134.000,00 730.800,00 75.000,00 75.000,00

45.761,92 61.02 45.761,92 45.761,92 75.000,00 45.761,92 7.500,00 730.800,00 864.800,00 134.000,00 730.800,00 75.000,00 75.000,00 Pagina : 1 1. Funções gerais 2.391.613,00 2.641.653,00 5.033.266,00 711.967,19 711.967,19 29.77 14.15 1.1. Serviços gerais de administração pública 2.301.613,00 2.441.653,00 4.743.266,00 637.867,59 637.867,59

Leia mais

ANO 2006 ENTIDADE CMVM - MUNICIPIO DE VIEIRA DO MINHO PÁG. 1. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) ( 10 = 7-9 ) (11=4+5-6-7) (12)a

ANO 2006 ENTIDADE CMVM - MUNICIPIO DE VIEIRA DO MINHO PÁG. 1. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) ( 10 = 7-9 ) (11=4+5-6-7) (12)a MAPA DO CONTROLO ORÇAMENTAL DA RECEITA ANO 2006 ENTIDADE CMVM - MUNICIPIO DE VIEIRA DO MINHO PÁG. 1 CLA SIFICAÇÃO ECONÓMICA PREVISÕES RECEITAS POR RECEITAS LIQUIDAÇÕES RECEITAS REEMBOLSOS/RESTITUIÇÕES

Leia mais

Projecto REDE CICLÁVEL DO BARREIRO Síntese Descritiva

Projecto REDE CICLÁVEL DO BARREIRO Síntese Descritiva 1. INTRODUÇÃO Pretende-se com o presente trabalho, desenvolver uma rede de percursos cicláveis para todo o território do Município do Barreiro, de modo a promover a integração da bicicleta no sistema de

Leia mais

PLANO E ORÇAMENTO 2014

PLANO E ORÇAMENTO 2014 PLANO E ORÇAMENTO 2014 Junta de Freguesia Assembleia de Freguesia Em reunião de 02 de Dezembro de 2013 Em sessão de 16 de Dezembro 2013 Plano e Orçamento 2014 Página 1 Índice INTRODUÇÃO... 3 EXECUÇÃO E

Leia mais

Ficha de candidatura para os representantes docentes do Conselho Municipal de Educação - download aqui ( 98.62KB)

Ficha de candidatura para os representantes docentes do Conselho Municipal de Educação - download aqui ( 98.62KB) Ficha de candidatura para os representantes docentes do Conselho Municipal de Educação - download aqui ( 98.62KB) Candidaturas ao Conselho Municipal de Educação - download aqui ( 864KB) Resultados das

Leia mais

VISEU PRIMEIRO, VISEU EDUCA

VISEU PRIMEIRO, VISEU EDUCA Setembro 2014 VISEU PRIMEIRO, VISEU EDUCA O lançamento de um programa pedagógico e de desenvolvimento educativo de crianças e jovens, partilhado por todos os agentes do sistema escolar e educativo local,

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Gestão. Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas

Plano de Prevenção de Riscos de Gestão. Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas Plano de Prevenção de Riscos de Gestão Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas Introdução No âmbito da sua actividade, o Conselho de Prevenção da Corrupção (CPC), aprovou a Recomendação n.º 1/2009,

Leia mais

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE SUBSÍDIOS E APOIOS ÀS ASSOCIAÇÕES/COLECTIVIDADES SEM FINS LUCRATIVOS DO MUNICÍPIO DE BORBA

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE SUBSÍDIOS E APOIOS ÀS ASSOCIAÇÕES/COLECTIVIDADES SEM FINS LUCRATIVOS DO MUNICÍPIO DE BORBA REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE SUBSÍDIOS E APOIOS ÀS ASSOCIAÇÕES/COLECTIVIDADES SEM FINS LUCRATIVOS DO MUNICÍPIO DE BORBA Praça da República 7150-249 Borba Telf.: 268 891 630 Fax: 268 894 806 balcaounico@cm-borba.pt

Leia mais

2. FICHAS DE PROJECTO NO ÂMBITO DA REVISÃO DO PDM DE VAGOS... 4

2. FICHAS DE PROJECTO NO ÂMBITO DA REVISÃO DO PDM DE VAGOS... 4 1. PROGRAMA DE EXECUÇÃO E PLANO DE FINANCIAMENTO... 2 2. FICHAS DE PROJECTO NO ÂMBITO DA REVISÃO DO PDM DE VAGOS... 4 2.1 FICHA 1 - REQUALIFICAÇÃO DO PARQUE DESPORTIVO E DE LAZER DA VILA DE SOSA...6 2.2

Leia mais

PRODER Sub-Programa 3 Dinamização das Zonas Rurais ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO PARA O INTERIOR DO ALGARVE CENTRAL

PRODER Sub-Programa 3 Dinamização das Zonas Rurais ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO PARA O INTERIOR DO ALGARVE CENTRAL PRODER Sub-Programa 3 Dinamização das Zonas Rurais ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO PARA O INTERIOR DO ALGARVE CENTRAL Medida 3.1 - Diversificação da economia e criação de emprego Objectivos : - Promover

Leia mais

REUNIÃO ORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE SESIMBRA REALIZADA NO DIA 17 AGOSTO DE 2011

REUNIÃO ORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE SESIMBRA REALIZADA NO DIA 17 AGOSTO DE 2011 REUNIÃO ORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE SESIMBRA REALIZADA NO DIA 17 AGOSTO DE 2011 A Câmara deliberou, por unanimidade, justificar a falta do Senhor Presidente e do Vereador Senhor Eng.º Sérgio Manuel

Leia mais

MAPAS DE FLUXOS FINANCEIROS

MAPAS DE FLUXOS FINANCEIROS DOCUMENTOS DE PRESTAÇÃO DE CONTAS 2010 MAPAS DE FLUXOS FINANCEIROS Documentos de Prestação de Contas 2010 DOCUMENTOS DE PRESTAÇÃO DE CONTAS 2010 Fluxos de Caixa Documentos de Prestação de Contas 2010 DOC

Leia mais

GRANDES OPÇÕES DO PLANO ORÇAMENTO DA RECEITA E DA DESPESA 2014

GRANDES OPÇÕES DO PLANO ORÇAMENTO DA RECEITA E DA DESPESA 2014 GRANDES OPÇÕES DO PLANO ORÇAMENTO DA RECEITA E DA DESPESA 2014 INTRODUÇÃO O próximo ano estará marcado pelo fim do atual QREN o que provocará com que o investimento previsto seja reduzido significativamente.

Leia mais

BOLETIM MUNICIPAL INFO-MAIL. Junho 2009. www.cm-vilareal.pt

BOLETIM MUNICIPAL INFO-MAIL. Junho 2009. www.cm-vilareal.pt BOLETIM Junho 2009 www.cm-vilareal.pt MUNICIPAL INFO-MAIL Mensagem do Presidente 2009 não será um ano fácil para Portugal. Assistimos ao agravamento dos problemas sociais com o crescimento da pobreza,

Leia mais

DIVISÃO DE GESTÃO FINANCEIRA E PATRIMONIAL ORÇAMENTO. (Transposto 2014)

DIVISÃO DE GESTÃO FINANCEIRA E PATRIMONIAL ORÇAMENTO. (Transposto 2014) ORÇAMENTO 2015 (Transposto 2014) A presente proposta de Orçamento foi elaborada no respeito pelas regras previsionais constantes no ponto 3.3 do POCAL (Plano Oficial das Autarquias Locais), aprovado pelo

Leia mais

Plano de Pormenor da Frente Ribeirinha de Alhandra

Plano de Pormenor da Frente Ribeirinha de Alhandra Plano de Pormenor da Frente Ribeirinha de Alhandra O Plano de Pormenor da Frente Ribeirinha de Alhandra estabelece a concepção do espaço urbano, para a área de intervenção do Plano, dispondo, designadamente,

Leia mais

E N T I D A D E P L A N O P L U R I A N U A L D E I N V E S T I M E N T O S DOTAÇÕES INICIAIS MUNICIPIO DO PORTO SANTO DO ANO 2015

E N T I D A D E P L A N O P L U R I A N U A L D E I N V E S T I M E N T O S DOTAÇÕES INICIAIS MUNICIPIO DO PORTO SANTO DO ANO 2015 PÁGINA : 1 1. FUNÇÕES GERAIS 33.356,00 25.856,00 7.500,00 1.002.856,00 677.500,00 380.000,00 2.093.712,00 1.1. SERVIÇOS GERAIS DE 33.356,00 25.856,00 7.500,00 1.002.856,00 677.500,00 380.000,00 2.093.712,00

Leia mais

BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto

BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto Define as bases gerais do regime jurídico da prevenção,

Leia mais

NOTA INTRODUTÓRIA... 3 DESENHO E MONTEGEM DAS ACÇÕES...4. Eixo de Desenvolvimento 1: Situações de Risco Social... 5

NOTA INTRODUTÓRIA... 3 DESENHO E MONTEGEM DAS ACÇÕES...4. Eixo de Desenvolvimento 1: Situações de Risco Social... 5 INDICE NOTA INTRODUTÓRIA... 3 DESENHO E MONTEGEM DAS ACÇÕES...4 Eixo de Desenvolvimento 1: Situações de Risco Social... 5 Eixo de Desenvolvimento 2: Empregabilidade de Formação Profissional... 13 Eixo

Leia mais

Norma de Procedimentos

Norma de Procedimentos FEADER A Europa investe nas zonas rurais Governo dos Açores Norma de Procedimentos Acção 3.2.1 Serviços Básicos para a Economia e Populações Rurais 2011 A CONSULTA DESTA NORMA NÃO DISPENSA A CONSULTA DA

Leia mais

ANEXO I. FICHAS DE CARACTERIZAÇÃO DAS MEDIDAS 3.1. e 3.2. - EIXO 3 DO PRORURAL versão 7

ANEXO I. FICHAS DE CARACTERIZAÇÃO DAS MEDIDAS 3.1. e 3.2. - EIXO 3 DO PRORURAL versão 7 3.1.1. Diversificação de Actividades Não-Agrícolas na Exploração Descrição Apoio a iniciativas empresariais promotoras do saber fazer tradicional Apoio a actividades lúdicas de carácter inovador nas explorações

Leia mais

para um novo ano lectivo

para um novo ano lectivo Ano Lectivo 2008/09 20 medidas de política para um novo ano lectivo Este documento apresenta algumas medidas para 2008/09: Apoios para as famílias e para os alunos Modernização das escolas Plano Tecnológico

Leia mais

Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento

Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento A Lei de Bases do Sistema Educativo assume que o sistema educativo se deve organizar de forma a descentralizar, desconcentrar

Leia mais

Enquadramento Turismo Rural

Enquadramento Turismo Rural Enquadramento Turismo Rural Portugal é um País onde os meios rurais apresentam elevada atratividade quer pelas paisagens agrícolas, quer pela biodiversidade quer pelo património histórico construído o

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DA RIBEIRA GRANDE

CÂMARA MUNICIPAL DA RIBEIRA GRANDE CÂMARA MUNICIPAL DA RIBEIRA GRANDE Proposta de Regulamento do Serviço Municipal de Protecção Civil do Concelho da Ribeira Grande Preâmbulo Atendendo que: A Protecção Civil é, nos termos da Lei de Bases

Leia mais

São igualmente tidas em conta situações de pobreza e de exclusão social que necessitam um tratamento específico no âmbito do PRODESA.

São igualmente tidas em conta situações de pobreza e de exclusão social que necessitam um tratamento específico no âmbito do PRODESA. 1. Medida 3.4: Apoio ao desenvolvimento do Emprego e da Formação Profissional 2. Descrição: A Medida Apoio ao desenvolvimento do Emprego e Formação Profissional do PRODESA visa criar as condições para

Leia mais

III. DESENVOLVIMENTO DA PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA DO INVESTIMENTO

III. DESENVOLVIMENTO DA PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA DO INVESTIMENTO PIDDAR 2009 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA 111 III. DESENVOLVIMENTO DA PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA DO INVESTIMENTO PIDDAR 2010 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA 113 Quadro I Programação do Investimento por Programas

Leia mais

NORMA DE PROCEDIMENTOS

NORMA DE PROCEDIMENTOS Emissor: GRATER Entrada em vigor: 12-10-2009 Associação de Desenvolvimento Regional Assunto: Norma de Procedimentos n.º 5/2008 Âmbito: Estratégia Local de Desenvolvimento Abordagem LEADER NORMA DE PROCEDIMENTOS

Leia mais

Relatório de Atividades à Assembleia de Freguesia relativo ao período entre 21 de abril a 20 de junho de 2014

Relatório de Atividades à Assembleia de Freguesia relativo ao período entre 21 de abril a 20 de junho de 2014 Relatório de Atividades à Assembleia de Freguesia relativo ao período entre 21 de abril a 20 de junho de 2014 Representação Externa No período em análise no âmbito das suas funções, a Presidente da Junta

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO FUNDÃO + ESCOLA + PESSOA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA 2013-2017 Agrupamento de Escolas do Fundão Página 1 Perante o diagnóstico realizado, o Agrupamento assume um conjunto de prioridades

Leia mais

O Governo a apostar nos Cabo-verdianos. Incentivos Fiscais. Principais Beneficiários: Empresas /Juventude

O Governo a apostar nos Cabo-verdianos. Incentivos Fiscais. Principais Beneficiários: Empresas /Juventude O Governo a apostar nos Cabo-verdianos Incentivos Fiscais Principais Beneficiários: Empresas /Juventude Ganhos do Orçamento Geral do Estado 2010 Incentivos Fiscais A Política de Investimento para 2010

Leia mais

Execução Anual das Grandes Opções do Plano

Execução Anual das Grandes Opções do Plano das Grandes Opções do Plano 1 FUNÇÕES GERAIS 1 111 ADMINISTRAÇÃO GERAL de Ano Anos seguintes Anos Anteriores Ano 1 111 2002/169 Aquisição de equipamento e mobiliário 0102 070109 O 01/2003 12/2013 35.00

Leia mais

Agenda 21 Local de Arganil 3ª Sessão do Fórum Participativo

Agenda 21 Local de Arganil 3ª Sessão do Fórum Participativo Agenda 21 Local de Arganil 3ª Sessão do Fórum Participativo 22 de Fevereiro 2010 Índice Índice PARTE I SÍNTESE DO 2º FÓRUM PARTICIPATIVO (10 minutos) PARTE II SÍNTESE DA ESTRATÉGIA DE SUSTENTABILIDADE

Leia mais

INTRODUÇÃO OPÇÕES DO PLANO

INTRODUÇÃO OPÇÕES DO PLANO INTRODUÇÃO O presente Orçamento para o ano de 2014 para o qual o órgão Executivo da Junta de Freguesia de Labruja elaborou e aprovou, orientar-se-á na linha do plano traçado para os quatro anos do mandato,

Leia mais

c u r r i c u l u m v i t a e

c u r r i c u l u m v i t a e c u r r i c u l u m v i t a e Informação pessoal Nome Morada Telefone 912079346 Fax Sousa, Cláudia Cristina Assunção Rua Miguel Bombarda, n.º 3, 4ºDto Viseu Correio electrónico floresdelivro@gmail.com

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES E ORÇAMENTO PARA 2014

PLANO DE ACTIVIDADES E ORÇAMENTO PARA 2014 PLANO DE ACTIVIDADES E ORÇAMENTO PARA 2014 No âmbito das suas competências e de acordo com o estabelecido na alínea a) do n.º 2 do artigo 34º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, alterada e republicada

Leia mais

SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS

SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS Sistema de Incentivos às Empresas O que é? é um dos instrumentos fundamentais das políticas públicas de dinamização económica, designadamente em matéria da promoção da

Leia mais

GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2011 DA CIM ALTO MINHO RELATÓRIO DE PROGRESSO 31 MARÇO 2011

GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2011 DA CIM ALTO MINHO RELATÓRIO DE PROGRESSO 31 MARÇO 2011 GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2011 DA CIM ALTO MINHO RELATÓRIO DE PROGRESSO 31 MARÇO 2011 Versão Preliminar Este relatório tem por objectivo da conta do que de mais relevante foi realizado no cumprimento

Leia mais

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO FUNDÃO Publicação II SÉRIE N.º 98 20 de Maio de 2010 Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão Preâmbulo A Lei de Bases do Sistema Educativo

Leia mais

OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO

OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO MUNICÍPIO DE PAREDES DE COURA OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO APROVAÇÕES Câmara Municipal Assembleia Municipal ANO FINANCEIRO DE 2015 MUNICÍPIO DE PAREDES DE COURA INFORMAÇÃO Nos termos do nº 1 do art.º 50º

Leia mais

Fls. 1. Fich: EDITAL L N.º 11 - Reunião ordinária de 12 de Junho de 2008.doc

Fls. 1. Fich: EDITAL L N.º 11 - Reunião ordinária de 12 de Junho de 2008.doc Fls. 1 EDITAL ANTÓNIO MAGALHÃES, PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE GUIMARÃES, FAZ SABER, em cumprimento do disposto no art. 91º da Lei nº 169/99, de 18 de Setembro, alterada e republicada pela Lei 5-A/2002,

Leia mais

P L A N O P L U R I A N U A L D E I N V E S T I M E N T O S DOTAÇÕES INICIAIS MUNICIPIO DE PONTA DO SOL DO ANO 2009

P L A N O P L U R I A N U A L D E I N V E S T I M E N T O S DOTAÇÕES INICIAIS MUNICIPIO DE PONTA DO SOL DO ANO 2009 PÁGINA : 1 1. Funções gerais 84.620,00 84.620,00 84.620,00 1.1. Serviços gerais de administração pública 29.620,00 29.620,00 29.620,00 1.1.1. Administracao geral 29.620,00 29.620,00 29.620,00 1.1.1. SO/0707

Leia mais

E N T I D A D E P L A N O P L U R I A N U A L D E I N V E S T I M E N T O S DOTAÇÕES INICIAIS MUNICIPIO DE MONTALEGRE DO ANO 2008

E N T I D A D E P L A N O P L U R I A N U A L D E I N V E S T I M E N T O S DOTAÇÕES INICIAIS MUNICIPIO DE MONTALEGRE DO ANO 2008 PÁGINA : 1 1. Funções gerais 1.060.000,00 1.060.000,00 1.060.000,00 1.1. Serviços gerais de 990.000,00 990.000,00 990.000,00 administração pública 1.1.1. Administracao geral 990.000,00 990.000,00 990.000,00

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTARÉM. Preâmbulo

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTARÉM. Preâmbulo REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTARÉM Preâmbulo A Lei n.º 159/99, de 14 de Setembro estabelece, no seu artigo 19.º, n.º 2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os

Leia mais

Mensagem do Presidente

Mensagem do Presidente Mensagem do Presidente MENSAGEM DO PRESIDENTE PRESTAÇÃO DE CONTAS 2014 www.cm-estarreja.pt Os documentos relativos ao Relatório de Atividades e Prestação de Contas 2014 do município de Estarreja têm, como

Leia mais

E N T I D A D E P L A N O D E A C T I V I D A D E S M U N I C I P A L MUNICÍPIO DE ALMEIRIM DO ANO 2012

E N T I D A D E P L A N O D E A C T I V I D A D E S M U N I C I P A L MUNICÍPIO DE ALMEIRIM DO ANO 2012 PÁGINA : 1 1. FUNÇÕES GERAIS 196.000,00 196.000,00 196.000,00 1.2. Segurança e ordem públicas 196.000,00 196.000,00 196.000,00 1.2.1. Protecção civil e luta 196.000,00 196.000,00 196.000,00 contra incêndios

Leia mais

MUNICIPIO DE CALHETA DO ANO 2016

MUNICIPIO DE CALHETA DO ANO 2016 PÁGINA : 1 1. Funções gerais 415.272,00 415.272,00 331.772,00 78.772,00 78.772,00 157.540,71 1.062.128,71 1.1. Serviços gerais de 400.272,00 400.272,00 325.772,00 78.772,00 78.772,00 157.540,71 1.041.128,71

Leia mais

Plano de Desenvolvimento Social de Ponte de Lima 2014-2017

Plano de Desenvolvimento Social de Ponte de Lima 2014-2017 Plano de Desenvolvimento Social de Ponte de Lima 2014-2017 Página 2 de 29 Plano de Desenvolvimento Social de Ponte de Lima 2014-2017 Índice Índice de Siglas. 4 Nota Prévia... 5 Exposição e Explicação dos

Leia mais