INTERVENÇÕES DE REGENERAÇÃO URBANA EM PORTUGAL

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1 INTERVENÇÕES DE REGENERAÇÃO URBANA EM PORTUGAL JESSICA KICK-OFF MEETING FÁTIMA FERREIRA

2 POLÍTICA DE CIDADES NO ÂMBITO DO QREN - PORTUGAL PO Regional Programas integrados de regeneração urbana Programas estratégicos de redes urbanas com objectivos de competitividade e inovação Projectos de mobilidade urbana PO Temático Valorização do Território Desenvolvimento do Sistema Urbano Nacional Equipamentos urbanos Acções Inov. Desenv. Urbano Qualificação como caso particular de estratégias de eficiência colectiva possibilitando um tratamento mais favorável, em matéria de incentivos às actividades económicas.

3 Centros urbanos antigos e núcleos históricos Áreas do aglomerado urbano com usos obsoletos ou desactivadas Espaços urbanos com solos disponíveis que constituem uma oportunidade estratégica para o desenvolvimento urbano.

4 CENTROS URBANOS ANTIGOS CENTROS HISTÓRICOS SRU do Porto e de Coimbra

5 DIAGNÓSTICO Ao nível do edificado: Imóveis degradados Elevado número de prédios devolutos, por vezes acompanhado da terciarização dos pisos inferiores e do abandono dos pisos superiores Edifícios de reduzida dimensão, que não cumprem os padrões de habitabilidade actuais Algum património classificado Mobilidade prejudicada pela configuração da malha urbana Inexistência de estacionamento Falta de qualidade ambiental

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10 DIAGNÓSTICO A nível económico: Rendas baixas Regime de compropriedade nos imóveis particulares Proprietários com fraca capacidade de investimento Alguma percentagem de edifícios de propriedade pública Fraco dinamismo económico e cultural Elevado custo das obras de reabilitação Algum potencial turístico

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12 DIAGNÓSTICO A nível social População envelhecida Residentes com problemas sociais População com baixos recursos económicos, incapaz de suportarem as rendas de mercado População com fracos níveis de escolaridade

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14 OBJECTIVOS Atracção de novos segmentos populacionais, com especial menção para os jovens Reabilitação do edificado Qualificação do espaço público Melhorar a mobilidade e o parqueamento Modernizar e acolher novas actividades económicas Apostar no sector do turismo

15 ACTORES Municípios Sociedades de Reabilitação Urbana - SRUs Particulares

16 MODELO DE FINANCIAMENTO Constrangimentos Investimento elevado com retorno diminuto Propriedade Pública

17 MODELO DE FINANCIAMENTO 3 modelos: parcerias público-privadas constituição de Fundos de Investimento Imobiliário assunção do investimento directamente pela SRU

18 INTERVENÇÕES DE REGENERAÇÃO URBANA EM PORTUGAL DIFICULDADES No estabelecimento de parcerias com os proprietários. Na mobilizar outros parceiros privados para a operação, Financiamento avultado para aquisição pelas SRUs da propriedade dos edifícios a reabilitar Fraca capacidade de endividamento, associada a um reduzido capital social. Rentabilidade financeira incerta, associada a uma pequena percentagem de investimento susceptível de retorno. Intervenções candidatáveis a FEDER espartilhadas pela questão da inelegibilidade da habitação

19 QUESTÕES Fará sentido criar um Fundo de Desenvolvimento Urbano para cada uma destas áreas? Como é que se poderia aproveitar o vasto património público existente no âmbito da montagem de tal fundo?

20 ESPAÇOS URBANOS ABANDONADOS OU COM USOS OBSOLETOS QUE CARECEM DE REQUALIFICAÇÃO Campurbis em Guimarães

21 DIAGNÓSTICO património degradado espaços vazios, sem pessoas elevado número de edifícios com valor histórico ligados às actividades económicas ancestrais fraca qualidade ambiental, face à obsolescência do uso anterior necessidade de encontrar novos modelos de desenvolvimento para a zona localização estratégica predomínio da propriedade publica

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25 OBJECTIVOS Regeneração da área, de uma forma sustentável e de acordo com um modelo empresarial inovatório Privilegiar a recuperação e reabilitação do edificado Reconverter a área para novos usos: Aproveitar a dinâmica gerada pelas instituições de ensino superior que se encontram no concelho e aumentar a sua atractividade, apostando no segmento dos jovens universitários Desenvolver novos paradigmas de utilização dos espaços Fortalecimento de novos modelos de relacionamento entre a educação, a cultura e a economia Alargar o conceito de Universidade Sem Muros Atrair públicos-alvo para um nível de escolaridade superior

26 Município. ACTORES Universidade, que em conjunto com a Câmara Municipal, pretende promover um projecto conjunto, ligado às actividades do conhecimento.

27 SÍNTESE Grandes áreas espaciais sem ocupação humana Espaços a reconverter para novos usos Grande percentagem das acções da responsabilidade dos poderes públicos. Generalidade das intervenções previstas parecem ser elegíveis no âmbito do FEDER. Retorno financeiro com um grau de incerteza bastante elevado.

28 QUESTÕES Qual o papel que a iniciativa privada pode ter neste tipo de programas? Se o programa for maioritariamente de iniciativa pública poderá ainda haver espaço de intervenção para os fundos JESSICA?

29 ESPAÇOS URBANOS COM SOLOS DÍSPONIVEIS Câmara Municipal de Lisboa

30 DIAGNÓSTICO Parque habitacional degradado Condicionantes físicos que promovem o isolamento físico e social dos bairros Deficiente acessibilidade pedonal Reduzida qualidade do espaço público Homogeneidade social com predominância de residentes com origem em operações de realojamento; Pouca diversidade de usos, com predominância do uso residencial

31 A existência na zona de instituições com potencial para se constituírem parceiras A perspectiva de a curto médio/prazo se instalarem na zona equipamentos e infra-estruturas de grande relevância A existência de espaço disponível A parceria entre a autarquia e o serviços da administração que são proprietários de imóveis na área

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36 OBJECTIVOS Reabilitação dos bairros de iniciativa pública Valorização do espaços públicos e equipamentos colectivos Melhoria da mobilidade e da acessibilidade Requalificação ambiental Melhoria da utilização dos equipamentos existentes Promoção da coesão social e da integração das diversas comunidades Promoção do comércio e actividades criadoras de emprego Contribuir para que no futuro esta área possa constituir uma nova centralidade da cidade.

37 Câmara Municipal ACTORES Proprietários Institucionais Proprietários privados com capacidade de investimento na reabilitação são escassos.

38 INTERVENÇÕES DE REGENERAÇÃO URBANA EM PORTUGAL MODELO DE FINANCIAMENTO Parceria institucional do IHRU com o município IHRU dispõe de um empréstimo do BEI A autarquia promove: novas parcerias com os demais proprietários institucionais obtenção de receitas através da rentabilização de terrenos disponíveis na zona eventual candidatura aos PO Lisboa.

39 INTERVENÇÕES DE REGENERAÇÃO URBANA EM PORTUGAL QUESTÕES Qual o papel que se pode esperar dos Fundos de Desenvolvimento Urbano no tipo de projectos referidos? Como aplicar os princípios subjacentes à Iniciativa Jessica em operações cujo retorno financeiro do investimento realizado se configura extremamente diminuto?

40 QUESTÕES Como resolver o problema da propriedade pública existente nas áreas a intervencionar se a sua afectação se justifica por razões sociais, incompatível com considerações de índole financeira? Como podem as entidades responsáveis pela concepção e execução da política de cidades animar e interessar o mercado privado para as operações de regeneração urbana?

41 O B R I G A D O

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