CARLOS VAZ diretor seminário alteração do regime de bens em circulação. novidades legais e fiscais

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1 CARLOS VAZ diretor seminário alteração do regime de bens em circulação novidades legais e fiscais

2 Megatronica, Carlos Vaz Autoridade Tributária, Carlos Carvalho Cofee Break, Consultores Megatronica Primavera, Pedro Montêz Debate, Perguntas e Respostas

3 MEGATRONICA 17 anos A Empresa A Megatrónica, sociedade LDA comemora 10 anos, Mas a sua história inicia quase uma década antes, as lojas MEGATRÓNICA.

4 MEGATRONICA Informática e Electrónica, Lda. A Empresa Sede Braga, Portugal Lojas Barcelos e Guimarães Operação Lisboa, Portugal Luanda, Angola Maputo, Moçambique Inicio de actividade 2003 Lda, 10 Anos Capital social Colaboradores, Total 51, 26 consultores/técnicos Ranking das 200 maiores TI Portugal 103ª posição

5 Help Desk Todas as áreas no mesmo espaço. Acabou-se a espera por outro técnico ou equipa e resolvemos várias situações na mesma chamada. O trabalho de equipa é importante e a proximidade facilita-o.

6 A Megatrónica oferece de base soluções integradas que cobrem todas as áreas funcionais da empresa. Interlocutor Único

7 A melhor aplicação em cada área com a garantia tecnológica que fala com o ERP existente e partilha as mesmas regras de negócio! Integração fatura eletrónica

8 6 sessões de formação em 2013, 2 seminários temáticos, mais 10 de vídeos no youtube, são algumas das formas de partilhar conhecimento Partilha Inovadora

9 OBRIGADO CARLOS VAZ diretor

10 CONTATOS Dra. Sónia Silva Gestora da Comunidade Primavera

11 CAMPANHAS EXCLUSIVAS desconto 20% aplicações Primavera aplicações novas, aumento de postos, aumento de postos, upgrade de versão oferecemos 25% do valor da continuidade, em horas de serviço que acrescentam ao pack de horas ou plano de suporte oferta da instalação em postos de trabalho e servidores mega

12

13 Carlos Carvalho Paulo Marques JUNHO 2013

14 Desmaterializar e informatizar o processo de forma a: Permitir o armazenamento e fácil consulta à informação; Criar bases de dados sobre o fluxo das mercadorias; Criar informação susceptível de ser estudada e analisada Objectivos pretendidos com as alterações Aumentar a eficácia no controle dos bens em circulação Passar a ter o conhecimento prévio do circuito dos bens; Dificultar que haja mercadoria em circulação sem DT Aumentar a eficácia inspectiva e de cobrança Permitir cruzar esta informação com a proveniente dos sistemas de faturação detectar omissões na faturação; Conhecimento prévia do circuito dos bens Exercer os direitos de cobrança mediante penhora dos bens ou créditos. 2

15 Regime de Bens em Circulação Aprova o regime de bens em circulação objecto de transações entre sujeitos passivos de IVA, nomeadamente quanto à obrigatoriedade e requisitos dos documentos de transporte que os acompanham Regulamenta o modo de cumprimento das obrigações de comunicação dos elementos dos documentos de transporte, previstas no regime de bens em circulação As alterações ao RBC apenas entram em vigor a 1 de Julho de

16 Regras Aspetos relevantes Regras de sujeição Sem alterações Nova Relevância Tipo de Documentos de Transporte (DT) Documento de Transporte Inicial Documento de Transporte Acessório ao Inicial Determina a utilização de certos meios eletrónicos e informáticos Determina que certos Sujeitos Passivos utilizem determinados meios Regras de emissão (meios de emissão) Por via eletrónica ou informática Pré impresso Regras de comunicação A emissão do DT Os Dados do DT (Inserção dos dados) Por via eletrónica ou informática Por Telefone Por via eletrónica ou informática Inserção dos dados através do Portal da Finanças 4

17 Âmbito de Aplicação Todos os bens em circulação, em território nacional, seja qual for a sua natureza ou espécie, que sejam objecto de operações realizadas por sujeitos passivos de imposto sobre o valor acrescentado deverão ser acompanhados de documentos de transporte processados nos termos do DL 147/

18 Exceções As taras e embalagens retornáveis Os Bens que possam ser objecto de transmissão nos termos do artigo 3º do CIVA Exceções Os bens de uso pessoal ou doméstico do próprio Situações enquadráveis no RBC Quando as operações são realizadas pelos Sujeitos Passivos referidos na a) n.º 1 do artigo 2ª do CIVA Exceções Os bens respeitantes a transações intracomunitárias; Quando circulem () no território nacional Os que, por transmissão, troca, devolução, incorporação em prestações de serviços ou simples transferência, efectuadas por sujeitos passivos de IVA, se encontrem fora dos locais de fabrico, venda, armazenagem ou exposição; Os encontrados em veículos nos atos de descarga ou transbordo, mesmo quando tenham lugar no interior dos estabelecimentos comerciais, que não sejam casa de habitação, bem como os bens expostos para venda em feiras e mercados. 6

19 Situações excecionadas do RBC Os bens provenientes de retalhistas quando se destinem a consumidores finais que previamente os tenham adquirido Exceção: materiais de construção, artigos de mobiliário, máquinas eléctricas, aparelhos receptores, gravadores ou reprodutores de imagem ou de som, quando transportados em veículos de mercadorias; Os bens pertencentes ao ativo imobilizado; Os bens provenientes de produtores agrícolas e afins, resultantes da sua própria produção, quando transportados pelo próprio ou por sua conta; Os bens dos mostruários e de propaganda entregues aos pracistas e viajantes, bem como as amostras de pequeno valor destinadas a ofertas, quando não se destinem a venda; Os filmes e material publicitário destinados à exibição e exposição nas salas de espetáculos cinematográficos, enviados pelas empresas distribuidoras; Os veículos automóveis com matrícula definitiva; 7

20 Situações excecionadas do RBC Os resíduos sólidos urbanos provenientes das recolhas efectuadas pelas entidades competentes; Os produtos sujeitos a impostos especiais de consumo quando circularem em regime suspensivo; Os bens respeitantes a transações com países terceiros sempre que sujeitos a um destino aduaneiro, designadamente os regimes de trânsito e de exportação; Os bens que circulem por motivo de mudança de instalações do sujeito passivo, desde que o facto e a data da sua realização sejam comunicados à AT, com pelo menos oito dias úteis de antecedência. 8

21 Situações excecionadas do RBC Sempre que existam dúvidas sobre a legalidade da sua circulação Pode exigir-se prova da sua proveniência e destino A qual pode ser feita mediante apresentação de qualquer documento comprovativo da natureza e quantidade dos bens, sua proveniência e destino 9

22 Emissão São considerados documentos de transporte: Fatura Guia de remessa Nota de devolução Guia de transporte Documentos equivalentes (SAF-T) Guia de movimentação de ativos próprios (SAF-T) Guia de consignação 10

23 Emissão - Elementos a constar dos documentos de transporte: Nome, firma ou denominação social, domicílio ou sede e NIF do remetente; Nome, firma ou denominação social, domicílio ou sede do destinatário ou adquirente; NIF do destinatário ou adquirente, quando este seja sujeito passivo de IVA Designação comercial dos bens, com indicação das quantidades Os documentos de transporte cujo conteúdo não seja processado por computador devem conter, em impressão tipográfica, a referência à autorização ministerial relativa à tipografia que os imprimiu, a respectiva numeração atribuída e ainda os elementos identificativos da tipografia As facturas, guias de remessa ou documentos equivalentes devem ainda indicar os locais de carga e descarga, referidos como tais, e a data e hora em que se inicia o transporte Emissão em triplicado nos casos de emissão em papel; 11

24 Emissão - Destinatários ou adquirentes não sujeitos passivos Quando exista a obrigação de emissão de documento de transporte para destinatários ou adquirentes não sujeitos passivos (particulares), não é obrigatório incluir o NIF desse destinatário ou adquirente, sendo obrigatória a colocação de uma menção expressa no Documento de transporte de tal situação (por exemplo consumidor final, particular ou não sujeito passivo 12

25 Emissão dos documentos de transporte: Os documentos devem ser emitidos por uma das seguintes vias: a) Por via eletrónica (Programa de faturação eletrónica - Sistema EDI, assinatura eletrónica avançada ou outro sistema que garanta a autenticidade e integridade do conteúdo dos documentos) b) Através de programa informático que tenha obtido prévia certificação. c) Através de software produzido internamente pela empresa (ou do grupo). d) Diretamente no Portal das Finanças. e) Em papel, utilizando-se impressos numerados seguida e tipograficamente. Os exemplares dos documentos de transporte referidos são destinados: Um, que acompanha os bens, ao destinatário ou adquirente dos mesmos; Outro, que igualmente acompanha os bens, à inspecção tributária, sendo recolhido nos actos de fiscalização durante a circulação dos bens; O terceiro, ao remetente dos bens. 13

26 Emissão dos documentos de transporte: Os documentos de transporte (que não sejam faturas) comunicados via eletrónica, estão dispensados da sua impressão, sendo bastante a apresentação do código atribuído. Se emitido em papel terá de ser emitido em triplicado. As faturas devem conter obrigatoriamente os elementos referidos no n.º 5 do art. 36.º do CIVA. 14

27 Dispensa de emissão de documento de transporte: Em relação aos bens transportados por vendedores ambulantes e vendedores em feiras e mercados, destinados a venda a retalho, abrangidos pelo regime especial de isenção ou regime especial dos pequenos retalhistas a que se referem os artigos 53.º e 60.º do Código do IVA, respetivamente, o documento de transporte pode ser substituído pelas faturas de aquisição processadas nos termos e de harmonia com o artigo 36.º do mesmo Código. Para além das situações que se encontram excluídas dos RBC, já anteriormente referidas 15

28 Tipos de Documento de Transporte (Meios de Emissão, Requisitos e Autorização para a Impressão de DT) REGIME DE BENS EM CIRCULAÇÃO Tipo de Documento Emissão Requisitos Factura Electrónica DL 196/07 Reserva de aceitação do destinatário Garantia de autenticidade da sua origem, da integralidade do seu conteúdo e da sua legibilidade DOCUMENTO DE TRANSPORTE Guia de Remessa Guia de Transporte Nota de Devolução Programa Informático Portal das Finanças Numeração progressiva, continua e aposta no ato de emissão Doc Equivalente Pré Impressa Numeração prévia, seguida e impressa tipograficamente; Identificação da tipografia e a autorização ministerial SAFT(PT) Guia de movimentação de ativos próprios; Guias de consignação Pedido Tipografias Autorizadas Notificação Comunica pedido à AT (Portal das Finanças) Situação Tributária em sede de IVA 21

29 Comunicação dos Documentos de Transporte Os sujeitos passivos são obrigados a comunicar à AT os elementos dos documentos de transporte, antes do início do transporte. A comunicação é efetuada da seguinte forma: Nos casos em que o documento de transporte é emitido em papel impresso tipograficamente através de serviço telefónico disponibilizado para o efeito, com indicação dos elementos essenciais do documento emitido, com inserção no Portal das Finanças até ao 5.º dia útil seguinte; Nos demais casos por transmissão eletrónica de dados para a AT. 22

30 Comunicação dos Documentos de Transporte Emissão do DT Via eletrónica Programa informático certificado Programa produzido internamente Portal das Finanças Comunicação por transmissão eletrónica de dados Código fornecido pela AT Dispensada a impressão(exceto Doc. Global) Emissão do DT Em papel impresso tipograficamente Comunicação através de serviço telefónico Código fornecido pela AT Inserção dos restantes dados no Portal das Finanças até ao 5.º dia útil seguinte 23

31 Comunicação dos Documentos de Transporte Nos casos de inoperacionalidade do sistema informático de comunicação (devidamente comprovado pelo respetivo operador) através de serviço telefónico disponibilizado para o efeito, com inserção no Portal das Finanças até ao 5.º dia útil seguinte. 24

32 Comunicação dos Documentos de Transporte A comunicação é efetuada pelos sujeitos passivos remetentes dos bens, podendo estes habilitar terceiros a fazê-la, em seu nome e por sua conta, em funcionalidade disponibilizada no Portal das Finanças. 25

33 Dispensa de comunicação Se o documento de transporte for uma fatura e esta for emitida por sistemas informáticos previstos nas alíneas a) a d), fica dispensada da comunicação, devendo a circulação dos bens ser acompanhada da respetiva fatura. Se emitida em papel pré-impresso continua a obrigação de comunicação 26

34 Dispensa de comunicação Não é obrigatória a comunicação para os sujeitos passivos que tenham obtido no ano anterior, para efeitos de IRS e IRC, um volume de negócios não superior a Este limite não dispensa a emissão, mas apenas a sua comunicação. Este limite não se aplica à obrigação de comunicação dos elementos das faturas. 27

35 Dispensa de comunicação Estão excluídos da obrigação de comunicação os documentos de transporte em que o destinatário ou adquirente seja consumidor final. Menção expressa no documento 28

36 Comunicação telefónica Para os documentos emitidos em papel Ou, Nos casos de inoperacionalidade do sistema informático da comunicação, desde que devidamente comprovado pelo respetivo operador. 29

37 Comunicação telefónica Se a emissão do DT for efetuada pela via papel (via 5) a comunicação dos dados do DT incluirá, numa primeira fase, a comunicação dos elementos essenciais do DT emitido N.º da guia (4 últimos dígitos), data e hora de início do transporte e NIF do adquirente se obrigatório. Esta comunicação é feita por telefone e antes do início do transporte. Numa segunda fase serão comunicados os restantes elementos obrigatórios do DT bens transportados no que respeita às quantidades e designações comerciais, locais de carga e descarga, devendo completar-se o n.º da guia de transporte. Esta comunicação é feita por inserção destas dados através do Portal das Finanças até ao 5º dia útil seguinte ao transporte. Nos DT adicional emitidos em papel não há necessidade de comunicar previamente a emissão do DT, havendo apenas de inserir todos os elementos obrigatórios do DT até ao 5º dia útil seguinte através do Portal das Finanças. 30

38 Comunicação eletrónica Se a emissão do documento de transporte for efetuada pela via eletrónica ou informática, a comunicação dos dados do DT incluirá todos os elementos obrigatórios pelo que as duas fases atrás referidas ocorrerão em simultâneo. 31

39 Emissão e impressão: Em regra, os documentos deverão ser emitidos em triplicado, impressos em papel. Se o SP possuir o código de Identificação fornecido pela AT (através de comunicação eletrónica das faturas), fica dispensado da impressão dos documentos de transporte, devendo se fazer acompanhar pelo respetivo código. 32

40 Anulação de documentos emitidos e comunicados O DT inicialmente emitido e comunicado pode ser anulado através de comunicação desta anulação desde que efetuada até à hora/minuto que foi comunicado como início de transporte 33

41 Emissão e Comunicação dos DT REGIME DE BENS EM CIRCULAÇÃO Emissão Comunicação Antes do Início do Transporte DT Electrónica (1) Programa Informático (2) Certificado Produção Própria Transmissão Electrónica Código de Identificação Dispensada a impressão do DT Inoperacionalidade do Sistema de Comunicação Portal das Finanças (3) Pré impressa (4) Telefone Elementos Essenciais DT tem de ser impresso (3) Factura que sirva de DT Pré impressa Emitida pela forma (1), (2) Não tem de comunicar Inserir dados no Portal das Finanças Prazo Máximo 5º dia útil seguinte DT tem de ser impresso (3) Dispensa Emissão Comunicação Vendedores Ambulantes e de Feiras isentos de IVA ou no RPR (Bens se destinem à venda a retalho e sejam acompanhados pela factura não simplificada de compra) Sujeito Passivo c/ VN <= DT tem de ser impresso (3) Destinatário é consumidor final DT tem de ser impresso (3) 34

42 Sujeitos Passivos (Formas de Emissão e Comunicação dos DT) REGIME DE BENS EM CIRCULAÇÃO Sujeito Passivo Emissão Comunicação SP Obrigados à Utilização de Programas Certificados de Emissão de Faturas SP que Utilizem Sistemas Informáticos de Emissão de DT Electrónica Programa Informático (Certificado) Programa Informático (Software Próprio) Transmissão Electrónica em Tempo Real Transmissão Electrónica em Tempo Real Envio de Ficheiro Exportado do SAFT Portal das Finanças Automático Inoperacionalidade do Sistema de Comunicação Restantes SP Pré impressa Telefone Inoperacionalidade dos Sistema da AT Não há Comunicação prévia NIF + Senha de Acesso ao Serviço Telefónico N.º Guia (4 dig) Data e Hora Início NIF Adquirente Código Comunicação Telefónica (Voz + SMS) 35

43 Documentos de transporte com destinatário desconhecido (Documento GLOBAL) Os documentos de transporte, quando o destinatário seja desconhecido, são processados globalmente; No caso de entrega efectiva dos bens, devem ser processados em duplicado, utilizando-se o duplicado para justificar a saída dos bens; No caso de saída de bens a incorporar em serviços prestados pelo remetente dos mesmos, deve a mesma ser registada em documento próprio, nomeadamente folha de obra ou qualquer outro documento equivalente. Deverão sempre fazer referência ao respectivo documento global. Aplicar nos casos em que seja desconhecido o destinatário, bem como desconhecimento das quantidades de bens a entregar ou a consumir em prestação de serviços ou de desconhecimento dos locais de descarga 36

44 Processamento dos Documentos Globais Os documentos poderão ser processados por qualquer uma das vias anteriormente referidas; Qualquer que seja a via utilizada é sempre obrigatório a impressão de documento em papel (triplicado), acompanhando o transporte dos bens, ainda que exista o código de identificação; 37

45 Documentos de entregas efetivas e folhas de obra À medida que forem realizadas entregas efetivas de bens, deverá processar-se em duplicado, documento de entrega, ou fatura, com referência ao documento global, utilizando-se o duplicado para justificar a saída dos bens; À medida que forem incorporados bens em prestação de serviços, deverá processar-se folha de obra ou similar, com referência ao documento global, utilizando-se para justificar a saída dos bens; Estes documentos das entregas efetivas e das folhas de obra (ou documento de consumo de bens) poderão ser emitidos em papel sem qualquer formalismo (não precisa de ser pré-impresso tipograficamente) ou por sistema informático. 38

46 Documentos de entregas efetivas e folhas de obra Estes documentos das entregas efetivas e as folhas de obra (ou documento de consumo de bens) deverão ser comunicados por inserção no Portal das Finanças, até ao 5.º dia útil seguinte ao das entregas efetivas ou do consumo dos bens evidenciados na folha de obra, com base no documento de transporte global. Esta inserção poderá ser efetuada manualmente ou por ficheiro informático. 39

47 Alterações no transporte ou não aceitação dos bens As alterações de local de destino nos documentos de transporte, ocorridas durante o transporte, ou a não aceitação dos bens pelo adquirente, obrigarão à emissão de um novo documento de transporte adicional em papel, Identificar a alteração e o documento alterado no novo documento de transporte. 40

48 Alterações no transporte ou não aceitação dos bens Esse documento de transporte adicional é emitido em papel tipográfico. Não obstante a sua emissão em papel, esta não necessita de ser previamente comunicada à AT através do serviço telefónico, devendo, no entanto, o emitente inserir no Portal das Finanças até ao 5.º dia útil seguinte ao da emissão do DT adicional, os elementos desse DT adicional. 41

49 Alterações no transporte ou não aceitação dos bens Os DT adicionais poderão também ser emitidos: Programas informáticos de faturação certificados. Programas informáticos produzidos internamente (dispensados de utilizar programas certificados nos termos da Portaria 363/2010, com redação da Portaria 22-A/2012). Via portal das finanças. Nestes casos é fornecido o código, não sendo necessária a impressão do documento. 42

50 Alterações no transporte ou não aceitação dos bens Caso o transporte seja efetuado por transportador e ocorra a alteração do destino ou a não aceitação de bens o transportador poderá emitir um documento de transporte impresso em tipografia autorizada, sendo comunicada pelos remetentes até ao 5.º dia útil seguinte. O mesmo é aplicável caso se verifique, após a comunicação pela via eletrónica e antes do início do transporte, a necessidade de retificação da data e hora do início do transporte e estas alterações sejam feitas pelos transportadores (poderá ser o próprio vendedor) em documentos impressos em tipografias autorizadas. 43

51 Elementos obrigatórios do DT REGIME DE BENS EM CIRCULAÇÃO Remetente Nome / Den. Social (O) Sede / Domicílio (O) NIF (O) Sujeito Passivo Nome (O) Não exige Comunicação prévia Destinatário N / Sujeito Passivo (O) Domicílio ( O) NIF ( F) Referência ao DT Original (O) DT Desconhecido DT Global emitida pela forma 1 a 4 e comunicada conforme esquema do quadro 6 Código não dispensa DT impresso em triplicado DT Entrega Folha Obra DT impresso em duplicado Inserir dados no Portal das Finanças até ao 5º dia útil seguinte à emissão manualmente ou por via electrónica Local de Carga/Descarga e Data e Hora de Início (O) Alteração à Data e Hora de início Alteração ao Local de Destino ou Não Aceitação Total Designação dos Bens e Quantidades (O) DT Alteração DT Retorno Referência ao DT Original (O) DT impresso em triplicado OU Emitida pela forma 1 a 3 e comunicada conforme esquema quadro 6 Código Factura Os elementos das GR + Valores / Taxas / Isenções (O) Não exige Comunicação prévia 44

52 Comunicação-Bens provenientes de produtores agrícolas Caso o transporte seja não seja efetuado pelo produtor ou por sua conta, a obrigação de comunicação considera-se cumprida, desde que, cumulativamente: a) Seja comunicado previamente pelo adquirente, em documento próprio, pelo menos o NIF do produtor e a data de início do transporte; b) Sejam emitidos DT em papel impresso tipograficamente, à medida que os bens forem objeto de carga, identificando o NIF do produtor, os bens, as quantidades, o local, a data e a hora, devendo estes documentos acompanhar a carga; c) Os DT referidos no ponto anterior sejam inseridos no Portal das Finanças até ao 5.º dia útil seguinte, fazendo referência ao documento comunicado nos termos da alínea a). 45

53 Aquisição a produtores agrícolas REGIME DE BENS EM CIRCULAÇÃO Tipo Documento Elem. Obrigatórios Emissão Comunicação Nome / Den. Social Portal das Finanças Automático DT Inicial Remetente (adquirente) NIF do(s) produtores Sede / Domicílio NIF Sistema informático Transmissão eletrónica em tempo Real Envio de Ficheiro Data de Início Exige Comunicação prévia Dispensada a impressão do DT Código de Identificação Nome / Den. Social Remetente Sede / Domicílio Pré impressa Não Exige Comunicação prévia NIF do Produtor NIF DT impresso em triplicado DT Acessório Local de Carga Data e Hora de Início Designação dos Bens e Quantidades Referência ao DT Original Inserir dados no Portal das Finanças até ao 5º dia útil seguinte à emissão por ficheiro ou manualmente 46

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65 Documentos de Transporte Comunicação Obrigatória à AT Pedro Montez :: Braga, 11 junho 2013

66 Comunicação dos Documentos de Transporte à AT Índice Enquadramento Emissão e Comunicação de Documentos de Transporte Melhorias implementadas no ERP PRIMAVERA Casos Práticos Pedro Montez :: Braga, 11 junho

67 Comunicação dos Documentos de Transporte à AT Enquadramento Decreto-Lei nº 197/2012, de 24 de Agosto Novas regras em matéria de faturação Tipologia de Documentos Elementos exigíveis de fatura Novas menções exigíveis na fatura Pedro Montez :: Braga, 11 junho

68 Comunicação dos Documentos de Transporte à AT Enquadramento Decreto-Lei nº 198/2012, de 24 de Agosto Altera o Regime de Bens em Circulação Introduz a obrigação de comunicação de documentos de transporte à AT Pedro Montez :: Braga, 11 junho

69 Comunicação dos Documentos de Transporte à AT Enquadramento Lei nº 66-B/2012, de 31 de Dezembro OE2013 Alterações ao DL 198/2012. Adiamento para 1 de maio de Pedro Montez :: Braga, 11 junho

70 Comunicação dos Documentos de Transporte à AT Enquadramento Portaria nº 161/2013, de 23 de abril Regulamentação do RBC. Adiamento para 1 de julho de Pedro Montez :: Braga, 11 junho

71 Comunicação dos Documentos de Transporte à AT Enquadramento Objetivos Desmaterializar e informatizar o processo Aumentar a eficácia no controlo dos bens em circulação Aumentar a eficácia inspetiva e de cobrança Pedro Montez :: Braga, 11 junho

72 Novas Funcionalidades PRIMAVERA Pedro Montez :: Braga, 11 junho

73 Funcionalidades PRIMAVERA Meio de Comunicação à AT Possibilidade de escolha da forma de comunicação com a AT. Pedro Montez :: Braga, 11 junho

74 Funcionalidades PRIMAVERA Comunicação Webservice No momento de gravação Em momento posterior à gravação Pedro Montez :: Braga, 11 junho

75 Funcionalidades PRIMAVERA Comunicação SAF-T Novo utilitário Comunicação AT permite: Comunicação de Faturas; Comunicação de Documentos de Transporte; Retorno de Documentos de Transporte Pedro Montez :: Braga, 11 junho

76 Funcionalidades PRIMAVERA Documentos de Transporte Novos Separadores Pedro Montez :: Braga, 11 junho

77 Funcionalidades PRIMAVERA Documentos de Transporte Não valorizados Pedro Montez :: Braga, 11 junho

78 Funcionalidades PRIMAVERA Documentos de Transporte Sem Código da AT Pedro Montez :: Braga, 11 junho

79 Outras Questões Pedro Montez :: Braga, 11 junho

80 Outras Questões Para obter as novas funcionalidades, como devo proceder? Através do parceiro MEGATRÓNICA Através do Deployment Center PRIMAVERA Pedro Montez :: Braga, 11 junho

81 Outras Questões Para informação adicional, como devo proceder? PRIMAVERA Knowledgebase (PKB) Documentos disponibilizados no site PRIMAVERA Pedro Montez :: Braga, 11 junho

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