Monitorização de SLA IP

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1 Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Monitorização de SLA IP Paulo Jorge Lopes Soares Vaz Relatório de Projecto realizado no âmbito do Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Major Telecomunicações Orientador: Prof. João Manuel Couto das Neves Julho de 2010

2 Paulo Vaz, 2010 ii

3 Resumo Com o crescimento exponencial da Internet e a sua contínua evolução, assiste-se a um aumento da importância e dependência nos serviços de rede por parte das empresas, o que as leva a procurar junto das operadoras e fornecedoras de serviços maiores garantias de desempenho e qualidade de serviço, uma vez que uma eventual falha pode ser muito prejudicial, quer ao nível financeiro, quer ao nível da competitividade da empresa. Para tal existe o chamado Service Level Agreement, um contrato entre um Service Provider e um cliente (empresa) que define quais as expectativas que ambos devem ter em termos de definição de serviços, disponibilidade, desempenho e operacionalidade do sistema. Para essa contratualização quer o administrador da rede quer os SP têm de saber quais as métricas a monitorizar, quem as vai monitorar e como elas irão ser monitorizadas. Se isto não estiver bem definido pode levar a confusões sobre as responsabilidades atribuídas a cada entidade e à insatisfação com o SLA acordado. Este projecto procura desenvolver uma ferramenta que utilizando um interface Web permita a monitorização, geração de alertas e gestão dos vários SLA contratados para circuitos ou serviços e sistemas de uma rede empresarial. iii

4 iv

5 Abstract With the exponential growth of Internet and its continuing evolution, we are witnessing an increasing importance and reliance on network services for businesses, which leads them to look at operators and service providers for greater assurance in terms of quality and performance service, since a failure can be very damaging, both financial and in terms of competitiveness. To this end, there is the Service Level Agreement, a contract between a Service Provider and a client that defines the expectations that both should have in terms of services, availability, performance and operability of the system. For such contracts, either the network administrator or the SP has to know what metrics to monitor, how they will be monitored and those who will monitor. If this is not well defined, it can lead to confusion about the responsibilities assigned to each entity and to dissatisfaction with the agreed SLA. This project seeks to develop a tool using a web interface that allows monitoring, alarm generation and management of various SLA contracted for circuits or services and systems in a corporate network. v

6 vi

7 ÍNDICE INTRODUÇÃO TEMA E CONTEXTO OBJECTIVO ESTRUTURA DA DISSERTAÇÃO... 3 SLA OBJECTIVOS E PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DESCRIÇÃO PROBLEMAS SLA EM REDES IP... 7 ESTADO DA ARTE NAGIOS CACTI OPSVIEW OPENNMS ZABBIX ZENOSS CISCO IOS IP SERVICE LEVEL AGREEMENTS CONCLUSÕES PLANO DE TRABALHO PLANO DE TAREFAS CALENDARIZAÇÃO REFERÊNCIAS vii

8 viii

9 Lista de figuras Figura Tripla redundância de rede... 2 Figura 3.1 Nagios: Interface Gráfica Figura 3.2 Nagios: Sumário Figura 3.3 Nagios: Estado dos serviços Figura 3.4 Nagios: Alertas Figura 3.5 Nagios: Notificações Figura 3.6 Cacti: Princípios de Funcionamento Figura 3.7 Cacti: Equipamentos Figura 3.8 Cacti: Árvore de gráficos Figura 3.9 Cacti: Gestão Utilizadores Figura 3.10 Opsview: Interface Gráfica Figura Opsview: Estado de host e serviços Figura 3.12 Opsview: Mapa da rede Figura 3.13 OpenNMS: Interface Gráfica Figura OpenNMS: Alertas e Notificações Figura 3.15 Zabbix: Organização Figura 3.16 Zabbix: Interface Gráfica Figura 3.17 Zenoss: Interface Gráfica Figura 3.18 Zenoss: Visão Geral Figura 3.19 Cisco IOS IP SLA funções, métricas e operações ix

10 x

11 Lista de tabelas Tabela Disponibilidade: Tempo de downtime em minutos... 2 Tabela 4.1 Calendarização do Projecto xi

12 xii

13 Lista de acrónimos e abreviaturas AP Access Point CLI Command Line Interface DHCP Dynamic Host Configuration Protocol DNS Domain Name System FCAPS Fault, Configuration, Accounting, Performance, Security FTP File Transfer Protocol GPL General Public License HTTP Hypertext Transfer Protocol ICMP Internet Control Message Protocol IETF Internet Engineering Task Force IP Internet Protocol IPMI Intelligent Platform Management Interface LDAP Lightweight Directory Access Protocol MAC Media Access Control MPLS Multiprotocol Label Switching NMS Network Management System NNTP Network News Transfer Protocol NRPE Nagios Remote Plugin Executor POP3 Post Office Protocol versão 3 QoS Quality of Service RRD Round Robin Database RTT Round-Trip Delay Time SLA Service Level Agreement SMTP Simple Mail Transfer Protocol SNMP Simple Network Management Protocol SP Service Provider SQL Structured Query Language SSH Secure Shell UPS Uninterruptible Power Supply WMI Windows Management Instrumentation xiii

14 xiv

15 Capítulo 1 Introdução Este capítulo pretende apresentar uma visão geral do trabalho a desenvolver para a presente dissertação, através da exposição do tema abordado, descrição dos seus objectivos e finalmente a apresentação da estrutura do relatório. 1.1 Tema e Contexto Com o crescimento exponencial da Internet e a sua contínua evolução, que permitiu o acesso a novos tipos de serviço, verifica-se actualmente um aumento da importância e da dependência nos serviços de rede por parte das empresas, o que as leva a procurar maiores garantias de desempenho e qualidade de serviço por parte das operadoras e fornecedoras de serviços, uma vez que uma eventual falha pode ser muito prejudicial, quer ao nível financeiro, quer ao nível da competitividade da empresa. Um administrador de rede tem de controlar um sistema mais complexo, com um número cada vez maior de equipamentos e serviços, o que aliado à necessidade de obtenção de informação rápida sobre problemas que tenham ocorrido ou que estejam prestes a acontecer devido aos prejuízos que uma eventual falha na rede ou um tempo de downtime, por mínimo que seja podem provocar, tornam incomportável a monitorização manual do sistema. Assim as empresas necessitam de ter uma forma de previsão e monitorização de serviços IP independentemente do custo. Aí entra o SLA (Service Level Agreement), que por definição, é um contrato entre um SP (Service Provider) e um cliente que define as expectativas que ambos devem ter em termos de definição de serviços e consequente disponibilidade, desempenho e operacionalidade do sistema. Para a gestão apropriada dos serviços deve haver um consenso sobre os serviços entre o SP e o cliente. Com um SLA o administrador da rede tem a capacidade de definir quais os níveis de serviço adequados para aplicações e serviços críticos e essenciais para o normal funcionamento da empresa, tendo em atenção a eficiência da rede e a experiência de utilização por parte do utilizador comum, podendo proceder a alterações na configuração da rede com base em métricas de desempenho optimizadas. Ao isolar de forma proactiva os 1

16 2 Introdução problemas da rede podem também reduzir o tempo de detecção e reparação de problemas. Na óptica do cliente, os SLA servem também para verificar se o SP está a cumprir com os níveis acordados e contratados e em caso de falha procurar ser ressarcido pelos eventuais prejuízos causados. Como tal as empresas procuram junto dos SP garantir níveis de disponibilidade de serviço altos para que os tempos de downtime sejam os mais reduzidos possíveis. Essa disponibilidade, tal como descrito em [1], pode ser expressa como uma percentagem de uptime por ano, mês, semana, dia ou hora comparada com o tempo total desse período. Algumas empresas poderão mesmo necessitar de 99,999%, os chamados cinco noves, de disponibilidade, que tal como se encontra indicado na Tabela 1.1, indica 5 minutos de downtime por ano. Tabela Disponibilidade: Tempo de downtime em minutos Disponibilidade Hora Diária Semanal Anual Anual (Horas) 99,999% 0,0006 0,01 0,1 5 99,98% 0,012 0, h 45min 99,95% 0,03 0, h 23min 99,90% 0,06 1, h 46min 99,70% 0,18 4, h 17min 99,50% 0,3 7,2 50, h 48min Algo que para se conseguir obter implica tripla redundância, isto, é 3 ISP diferentes a fornecer o serviço a uma mesma empresa, tal como é apresentado na Figura 1.1. Figura Tripla redundância de rede, em [1]

17 Introdução 3 Esta, ou outras soluções que garantam qualidade de serviço com níveis inferiores, pode apresentar custos muito elevados, o que aliado à necessidade que a empresa tem de verificar se o acordo com os SP está a ser cumprido, implementando soluções de monitorização e gestão de serviços, pode levar a que a empresa seja incapaz de suportar os custos associados a este conjunto de soluções. Para os SP a definição dos SLA também tem vantagens. Obtêm maiores margens de lucro, aumentam a satisfação do cliente e melhoram a posição competitiva. 1.2 Objectivo O objectivo desta dissertação passa por desenvolver uma ferramenta que permita monitorar e gerir os SLA contratados para circuitos ou sistemas de uma rede empresarial. Esta ferramenta resultará da integração e configuração de ferramentas open source, utilizando um interface Web que permitirá a monitorização, geração de alertas e gestão dos vários SLA definidos para serviços e sistemas na rede. 1.3 Estrutura da dissertação Este relatório encontra-se organizado em quatro capítulos. No primeiro capítulo é descrita a motivação para o desenvolvimento desta dissertação e os objectivos da mesma. No segundo capítulo é descrito o que são SLAs e IP SLAs fazendo referência a métricas típicas, operações suportadas e a sua evolução. No terceiro capítulo são apresentadas soluções actuais, disponíveis no mercado, para a monitorização de SLAs IP. No quarto capítulo é apresentado o plano de trabalho a desenvolver, bem como a calendarização das diferentes fases de trabalho.

18 4 Introdução

19 Capítulo 2 SLA Neste capítulo é descrito o que são SLAs e IP SLAs fazendo uma breve apresentação sobre os objectivos, desenvolvimento e problemas. 2.1 Objectivos e processo de desenvolvimento Os objectivos de um SLA passam por ser um meio de prevenção e resolução de conflitos, melhor gestão dos recursos financeiros, definição da qualidade de serviço entre outras. Deve ser definido e usado de acordo com as características dos serviços pretendidos pelo cliente e especificam as obrigações que clientes e SPs devem respeitar em termos de desempenho, disponibilidade e segurança de serviços bem como os procedimentos a realizar em caso de falha desse serviço. Um SLA pode ser especificado quer para serviços já utilizados pelo cliente, quer para sistemas que ainda nem sequer foram projectados. O processo de desenvolvimento de um SLA passa por: Identificação das necessidades do cliente; Determinação dos níveis de serviço; Acordo entre cliente e SP em termos de: o Níveis de serviço; o Prevenção de conflitos; o Gestão de expectativas; Definição das regras de colaboração entre cliente e SP. 5

20 6 SLA 2.2 Descrição Um SLA é a formalização de QoS (Quality of Service) num contrato entre um cliente e um SP, tal como descrito em [1]. Geralmente um SLA, tal como é descrito em [2] é composto por: Descrição do serviço a ser disponibilizado; Descrição do nível de desempenho do serviço, definindo parâmetros como fiabilidade, disponibilidade e segurança; Descrição de procedimentos para comunicação de problemas, desde entidade a contactar até à forma de apresentação formal do problema; Definição do tempo máximo de resposta (tempo desde que o problema é comunicado pelo cliente até que alguém do SP o comece a resolver) a um problema; Definição de tempo máximo de resolução do problema; Descrição da forma como se processa a monitorização e gestão dos serviços, quem está a monitorizar o sistema, que tipos de dados podem ser monitorizados, período de amostragem, onde e como esses dados devem ser guardados e permissões de acesso a esses dados; Descrição das consequências a que o SP está sujeito em caso de falha no cumprimento das obrigações acordadas, que passam por condições para rescisão de contrato até indemnizações a atribuir em caso de perda de receitas por falha de serviço; Definição das condições que permitem ao SP não respeitar, num determinado momento, os níveis de serviço acordados. Um SLA deverá assim apresentar uma visão geral dos diferentes parâmetros que compõem os serviços contratados, as situações em que podem ocorrer falhas e como resolvê-las, procurando encontrar um equilíbrio entre as necessidades e expectativas do cliente e aquilo que o SP pode ou quer fornecer. Um SLA deve ser especificado em termos de eficiência e características de negócio: o Conhecimento das necessidades do cliente leva à correcta identificação das prioridades em relação aos elementos que compõem um SLA; o O peso relativo dos elementos de um SLA deve ter em conta as características do negócio da empresa; O desenvolvimento de um SLA deve ser efectuado de forma organizada e estruturada o que permite evitar tomadas de decisões precipitadas que possam levar à obtenção de um SLA incompleto; Um SLA é mais efectivo se tanto o SP como o cliente compreendam o seu conteúdo; Um SLA deve ser baseado em elementos como disponibilidade, segurança, desempenho, apoio ao utilizador e prevenção de desastres de preferência utilizando termos que possam ser mensuráveis de forma a aumentar o nível de compreensão e limitar os problemas e conflitos que especificações subjectivas podem provocar; Diferentes grupos de utilizadores têm diferentes necessidades, o que deve levar a uma diferenciação de serviços e a uma mais eficiente utilização destes.

21 SLA Problemas Tal como descrito em [3] os SLA apresentam alguns problemas que passam por: Especificação do esforço vs especificação de resultados: Geralmente os SLAs referem apenas o esforço que um SP tem de despender em caso da ocorrência de falhas na rede, não existe referências para os objectivos que um dado serviço deve cumprir; Especificação de métricas pouco clara: Alguns dos termos utilizados na especificação dos elementos dos SLAs podem ser de difícil compreensão. Por exemplo, será que um cliente sabe o que quer dizer uma disponibilidade de serviço de 98%? Saberá qual a diferença entre disponibilidade de 98% ou 99%? Especificação de serviços incompleta: Existe dificuldade em especificar com exactidão parâmetros como controlo de segurança e previsão de catástrofes, uma vez que geralmente só após estes problemas ocorrerem é que se consegue descrever com exactidão tudo o que pode ocorrer; Gestão de custos incorrecta: Apesar de indicar qual o custo que um determinado serviço possuí, geralmente este não se encontra diferenciado e relacionado com as necessidades do cliente. Ou seja a relação preço/desempenho para o cliente não é optimizada. Como consequência, um SLA pode torna-se um documento de difícil compreensão, restrita apenas a um pequeno conjunto de pessoas com elevada formação técnica, o que pode levar a confusões sobre as responsabilidades atribuídas a cada entidade, à dificuldade de interpretar correctamente os serviços acordados e à insatisfação do cliente com o SLA acordado. 2.4 SLA em Redes IP Tal como descrito em [2] no contexto das redes IP um SLA pode ser fornecido para três tipos de ambientes, serviços de conectividade de rede, serviços de alojamento e serviços de integração entre os serviços de conectividade e alojamento, sendo os recursos dentro da rede fornecidos para cumprir os objectivos de desempenho e disponibilidade desejados, reduzindo dessa forma o custo operacional sem provocar um impacto negativo na satisfação do cliente. Nos serviços de conectividade de rede, as redes dos clientes encontram-se ligadas directamente à rede do ISP através de routers que se encontram nos APs (Acess Points). Para este tipo de redes os limites de disponibilidade e desempenho passam por exemplo por: Latência através da rede do ISP entre 2 routers de acesso do cliente na mesma área; Latência através da rede do ISP entre 2 routers de acesso do cliente no mesmo país; Latência através da rede do ISP entre 2 routers de acesso do cliente em continentes diferentes; Tempo de quebra de ligação (perda de 100% de pacotes medidos através de um ping).

22 8 SLA Serviços de alojamento são oferecidos por operadores que suportam e alojam os diferentes tipos de servidores dos seus clientes. Estes serviços vão desde alojamento de sítios Web (Web Hosting), locais para guardar servidores, manutenção de servidores ou dos conteúdos e aplicações alojadas no sítio. Os SLA oferecidos para este tipo de serviços passam pelos tempos de uptime e o nível de desempenho dos servidores que estão a ser alojados. Estes operadores controlam apenas as comunicações do lado do servidor, não têm nenhum controlo sobre as comunicações do lado do cliente, nem sobre o desempenho da rede. Pode também alojar múltiplos clientes num mesmo sítio e dessa forma é responsável por assegurar que a performance de um servidor de um cliente não é afectada pelos pedidos direccionados a outros clientes. Elementos típicos de performance e disponibilidade são os seguintes: Tempo de indisponibilidade de um servidor alojado; Número de pedidos que um servidor pode suportar; Número mínimo de servidores disponíveis em todo o momento; Throughput (taxa de transferência) suportado por um determinado servidor. Um terceiro tipo de serviço fornece um serviço consolidado em que o SP controla a rede bem como a infra-estrutura de alojamento. Alguns exemplos de elementos presentes num SLA são os seguintes Tempo máximo de pesquisa; Downtime, não programado, do servidor de correio electrónico. Em todos estes ambientes operacionais, a natureza dos serviços fornecidos, os objectivos de desempenho e disponibilidade e os mecanismos usados para monitorizar o desempenho dos serviços é diferentes, mas os componentes dos SLA são relativamente semelhantes.

23 Capítulo 3 Estado da Arte Neste capítulo são apresentadas soluções actuais, disponíveis no mercado, para a monitorização de SLAs IP. 3.1 Nagios O Nagios é uma ferramenta open source para monitorização de sistemas de rede, desenhada para correr em ambientes Unix e licenciada nos termos da licença GNU GPL (General Public License) versão 2, sendo por isso um software livre. Faz a monitorização de serviços de rede como o SMTP (Simple Mail Transfer Protocol), POP3 (Post Office Protocol versão 3), HTTP (Hypertext Transfer Protocol), NNTP (Network News Transfer Protocol), ICMP (Internet Control Message Protocol), SNMP (Simple Network Management Protocol), FTP (File Transfer Protocol), SSH (Secure Shell) e DNS (Domain Name System) bem como a monitorização de recursos (como carga do processador ou utilização de disco) de diversos tipos de equipamentos como servidores (Windows ou Unix), routers, switches ou impressoras. O Nagios, tal como indicado em [4] e [5], apresenta informação ou através de um pagina Web, apresentada na Figura 3.1, ou através de ou mesmo por SMS de acordo com os parâmetros definidos pelo administrador da rede que está a ser monitorizada. 9

24 10 Estado da Arte Figura 3.1 Nagios: Interface Gráfica, em [6] A interface Web apresenta informação diversificada, desde um sumário da situação geral, Figura 3.2, à apresentação de serviços problemáticos, estado de serviços, Figura 3.3, procurando apresentar a informação de forma estruturada e individualizada, apresentando por exemplo quem foi informado e que tipo situação ocorreu, Figura 3.4. Geralmente as condições de serviço encontram-se divididas em três categorias: Funcionamento normal (apresentação gráfica a verde na página Web); Aviso (apresentação gráfica a amarelo na página Web); Situações críticas (apresentação gráfica a vermelho na página Web). Figura 3.2 Nagios: Sumário, em [6]

25 Estado da Arte 11 Figura 3.3 Nagios: Estado dos serviços, em [6] Figura 3.4 Nagios: Alertas, em [6]

26 12 Estado da Arte O Nagios utiliza o conceito de objectos. Como objectos entende todos os elementos que estão envolvidos na lógica de monitorização e notificação. Esses objectos são Hosts equipamentos físicos da rede (servidores, workstations, routers, switches e impressoras identificados por um endereço (IP (Internet Protocol) ou MAC (Media Acess Control)), podendo ter um ou mais serviços associados e ter uma relação pai/filho com outros hosts. Podem ser associados nos chamados Host Groups de forma a permitir uma visualização mais simplificada do seu estado ou configurações na interface Web; Serviços Associados a hosts representam recursos destes como carga do processador, utilização de disco, ou serviços oferecidos como HTTP, FTP, SSH, DNS podendo também eles ser agrupados em Service Groups com o mesmo efeito dos Host Groups; Contactos Pessoas que estão envolvidos no processo de notificação, onde está englobado métodos de notificação, tipos de notificação a receber. Também podem ser agrupados em Contact Groups de forma a facilitar a definição de utilizadores a notificar; Períodos de Tempo Engloba períodos de monitorização de hosts e serviços e de notificação a contactos; Comandos Utilizados para indicar ao Nagios que programas ou scripts deve executar. Aqui encontram-se os hosts, service checks e as notificações. Ao contrário de outras ferramentas de monitorização o Nagios apresenta uma estrutura modular, utilizando programas externos, criados geralmente por elementos da comunidade, que adicionam novas funcionalidades de monitorização, informação e notificação, melhorando o desempenho do Nagios e tornando-o uma ferramenta mais poderosa. Esses programas são denominados de plugins, e podem ser obtidos em [7] e [8]. Estes plugins são executados quando é necessário verificar o estado de um host ou serviço retornando os resultados para o Nagios, que por sua vez processa esses resultados e toma as medidas necessárias, como por exemplo notificar contactos. Desde que o plugin tenha sido criado, o Nagios pode testar tudo aquilo que possa ser medido electronicamente, desde temperatura e humidade de salas de servidores, a muitos outros tipos de informação desde que essa informação possa ser avaliada a partir de um computador. O Nagios realiza vários testes distinguindo esses testes entre host check e service check. Um host check, realiza testes simples como um ping para verificar e testar a atingibilidade de máquinas específicas, sendo realizado em intervalos de tempo regulares (definindo para isso as opções ceck_interval e retry_interval nas definições de host) ou então apenas quando lhe é solicitado. Por exemplo, se um dos serviços monitorizados estiver acessível, é assumido que a máquina onde está a correr também está disponível e este tipo de testes é descartado. Os hosts verificados podem encontrar-se em um de três estados possíveis: UP; DOWN; UREACHABLE. Estes estados traduzem as informações (OK, WARNING, UNKNOWN e CRITICAL) que são retornadas pelos plugins que são quem realiza este tipo de testes.

27 Estado da Arte 13 Já um service check testa individualmente serviços como o HTTP, o SMTP e o DNS, mas também a carga do processador e os processos a correr nas máquinas. Tal como um host check pode ser feito em intervalos de tempo regulares ou apenas quando é solicitado. Um teste possível consiste em verificar, para um dado serviço, se a porta que ele utiliza se encontra aberta e se ele se encontra à escuta nela. Para verificar se um serviço está realmente a funcionar o Nagios testa serviços de forma mais aprofundada. Os serviços podem encontrar-se em um de quatro estados possíveis: UP; WARNING; UNKNOWN; CRITICAL. O Nagios pode monitorizar os hosts e os serviços de forma activa ou passiva. Os chamados active checks são o método mais comum para fazer a monitorização, podendo ser iniciados por um processo do Nagios ou então executados regularmente. Quando o Nagios necessita de verificar o estado de um host ou serviço executa um plugin indicando a informação que é preciso verificar. Esse plugin verifica o estado operacional do host ou serviço e retorna os resultados para o Nagios, que os processa realizando depois as acções necessárias. Os passive checks pelo contrário não são executados pelo Nagios mas sim por aplicações/processos externos que submetem os resultados obtidos ao Nagios para serem processados. Este tipo de verificação é útil para a monitorização de serviços de natureza assíncrona ou que se encontram localizados atrás de uma firewall não podendo dessa forma serem verificados activamente. Exemplos de serviços deste tipo incluem os SNMP traps e alertas de segurança. Possui um sistema de notificação, apresentado na Figura 3.5, podendo-se configurar grupo de contacto (que contém um ou mais contactos individuais) que deve ser informado para um determinado host ou serviço, horas a que essas notificações podem e devem ser feitas ou se simplesmente as notificações podem ser descartadas. Tem em atenção que um contacto pode ser membro de mais do que um grupo de contacto pelo que antes de enviar notificações remove todas as notificações duplicadas para um contacto. Para além de permitir controlar quando é que os host e service checks podem ser realizados, ou quando as notificações podem ser enviadas, o Nagios também permite programar quando um host ou serviço pode ser desligado para, por exemplo, realizar operações de manutenção.

28 14 Estado da Arte Figura 3.5 Nagios: Notificações, em [6] 3.2 Cacti O Cacti é uma ferramenta open source para monitorização de redes. Para poder ser utilizado necessita que o sistema tenha instalado RRDTool, MySQL, PHP e um servidor Web como, por exemplo, o Apache, e pode ser instalada quer em ambientes Unix quer em ambientes Windows. Os seus pontos fortes passam pela facilidade de configuração, ter uma interface Web flexível, ter um fórum público com uma comunidade bastante activa, o que permite a introdução de novas funcionalidades e melhoramentos, partilha de templates entre utilizadores e a integração com outras ferramentas como o NTOP. Tal como indicado em [9] e [10] o seu funcionamento passa por três princípios: Obtenção de dados; Armazenamento de dados; Apresentação de dados.

29 Estado da Arte 15 Figura 3.6 Cacti: Princípios de Funcionamento A obtenção de dados é feita utilizando uma ferramenta denominada Poller que é executada a partir do programa responsável pelo agendamento de operações num sistema operativo. Em Unix o crontab. Devido à complexidade dos sistemas actuais, elas possuem diversos tipos de equipamentos como routers, switchs, servidores, UPS (Uninterruptible Power Supply), entre outros. Para obter dados deste conjunto de equipamentos o Cacti usa o SNMP, podendo monitorizar todos os equipamentos que são capazes de utilizar SNMP. A configuração desta ferramenta pode ser feita a partir da interface. Para o armazenamento dos dados o Cacti utiliza o RRDTool. O RRD (Round Robin Database) é um sistema que permite armazenar e apresentar dados como largura de banda da rede, temperatura de máquinas e carga do servidor de forma rápida e fácil uma vez que armazena esses dados de uma forma compacta utilizando para o efeito funções de consolidação como o AVERAGE; MAXIMUM, MINIMUM e LAST. A partir da interface gráfica do Cacti é possível fazer toda a gestão da monitorização da rede. Tal como se apresenta na Figura 3.7 pode-se adicionar equipamentos para monitorizar, tendo a possibilidade de indicar informações como descrição, hostname (endereço IP ou hostname que será resolvido por DNS), template para gráficos (listas de gráficos para serem usados neste host) e opções de disponibilidade e conectividade, como definição de Ping (método, porta e tempo de timeout), opções de SNMP (versão, porta e tempo de timeout) ou opções relacionadas com segurança.

30 16 Estado da Arte Figura 3.7 Cacti: Equipamentos, em [11] A apresentação de dados também é baseada no RRDTool e na sua função de criação de gráficos que combinada com o servidor Web permite que os gráficos criados sejam acedidos a partir de um qualquer browser ou plataforma. Quase tudo no Cacti está relacionado com gráficos e no menu da interface gráfica encontra-se o item Graph Management para fazer a gestão e listagem de todos os gráficos disponíveis. Criam-se, modificam-se ou apagam-se gráficos para os equipamentos introduzidos. Possuí diversas opções desde a escolha de tipos de gráfico, variáveis, sendo que a maior parte das opções já se encontram configuradas no template do gráfico. Pode-se, por exemplo, apresentar os gráficos hierarquicamente, usando para o efeito árvores de gráficos, tal como apresentado na Figura 3.8.

31 Estado da Arte 17 Figura 3.8 Cacti: Árvore de gráficos, em [11] Permite gestão de utilizadores, tal como apresentado na Figura 3.9, indicando, nome, nome de utilizador, palavra passe e outros parâmetros como as permissões de visualização de equipamentos e gráficos a que um utilizador pode aceder. Figura 3.9 Cacti: Gestão Utilizadores, em [11] Uma grande vantagem do Cacti, que o distingue dos demais é a utilização de templates. Estes templates permitem facilitar a configuração de recolha de dados, sem que para isso interesse o equipamento que os irá disponibilizar. O Cacti usa três tipos de template, para dados, gráficos e para hosts.

32 18 Estado da Arte Os templates de dados são usados para definir os parâmetros para a obtenção dos dados, desde tipo, métodos e intervalos de actualização. Os templates de gráficos definem um esqueleto de um gráfico, ou seja, como é que os dados recolhidos irão ser visualizados com parâmetros que vão desde tipo de dados a visualizar, formato de imagem, resolução, escala entre outros. Um template para host associa os templates de dados e gráficos mais convenientes para um determinado tipo de equipamento, seja ele router, switch ou servidor. Pode-se utilizar templates já presentes no Cacti, ou então criar-se templates próprios com os parâmetros que se acharem mais convenientes ou então exportar templates criados por outros utilizadores. Isso é possível devido ao facto do Cacti permitir importar e/ou exportar templates a partir da interface gráfica. Outra funcionalidade existente é o PHP Script Server, ferramenta que permite a recolha de dados a partir de scripts PHP, que pela sua natureza torna o processo de pesquisa e recolha de dados bem mais rápido e eficiente. Tal como acontece com os templates, também aqui existe a possibilidade de utilizar scripts que já vêm instalados (o Cacti já possuí dois scripts para recolha de dados sobre espaço em disco e utilização de processadores) ou então scripts próprios que um utilizador cria para recolher a informação que pretende em um determinado equipamento. 3.3 Opsview O Opsview Community, [12] é uma ferramenta open source para monitorização de redes, servidores e aplicações, distribuída sob a licença GPL versão 2. Fornece uma interface Web para administração, configuração e visualização de sistemas, Figura Figura 3.10 Opsview: Interface Gráfica, em [13]

33 Estado da Arte 19 A particularidade desta ferramenta é ela ser baseada e construída a partir de tecnologia e ferramentas open source já existentes, entre as quais encontram-se: Perl Linguagem de programação principal do Opsview; Catalyst Framework para desenvolvimento de aplicações Web, baseado no padrão de arquitectura de software MVC (Model-view-controller); MySQL Base de dados; Apache Servidor Web; Nagios: Que providencia a base das capacidades de monitorização do Opsview; Net-SNMP: Para suporte SNMP; RRDTool Para grafismo. O Opsview corre em Linux, tendo suporte para as distribuições CentOS, Debien, Red Hat e Ubuntu, bem como para o sistema operativo Solaris. Para além disso suporta tecnologias de virtualização como o VMware Player, Server e ESX, Parallels, Xen Hypervisor e KVM Hypervisor. Suporta o uso de agentes de monitorização para a recolha de dados de equipamentos localizados remotamente. Os mais comuns são o SNMP, o NRPE (Nagios Remote Plugin Executor) e o NSClient++, usado para plataformas Microsoft Windows, sendo que um qualquer agente que seja compatível com o Nagios deve funcionar com o Opsview. Uma vez que o Nagios encontra-se integrado nesta solução, o Opsview utiliza a quase totalidade dos conceitos do Nagios em termos de hosts, services, host checks, service checks, active checks e passive checks. Os estados de serviço (OK, CRITICAL, WARNING E UNKOWN) e de host (UP, DOWN E UNREACHABLE) também são os mesmos. A diferença encontra-se no conceito de service group. No Nagios um service group é uma lista de serviços associados a um host, já no Opsview um service group é um conjunto de service checks sem qualquer associação a um host, pelo que o Opsview não tem nenhum tipo de configuração para um service group do Nagios. Tal como o Nagios utiliza plugins para a realização de active checks, sendo estes os responsáveis por verificar se um equipamento ou sistema se encontra a funcionar ou não, podendo ser utilizados múltiplas vezes em serviços diferentes. Entre os plugins que o Opsview destaca encontram-se o check_disk para verificação de espaço livre em disco e o check_http que verifica as respostas de um URL. A partir da interface Web, tal como é mostrado na Figura 3.11 e descrito em [13], é possível um conjunto de acções que passam pela visualização de hosts e serviços, de forma organizada e hierárquica, resultados de service checks, gráficos de desempenho de serviços, visualização de alertas, configuração de hosts, service checks, associação de service checks com hosts, adição de host templates, adição de utilizadores e mapa da estrutura da rede, tal como mostrado na Figura 3.12.

34 20 Estado da Arte Figura Opsview: Estado de host e serviços, em [13] Figura 3.12 Opsview: Mapa da rede, em [14]

35 Estado da Arte 21 O Opsview já vem com service checks pré-definidos e agrupados em templates. A partir destes pode fazer monitorização de aplicações, bases de dados, rede, serviços de rede, sistemas operativos e SNMP. Alguns dos templates encontram-se em [15] destacando-se a monitorização de: Aplicações o Alfresco; o Servidor Web Apache; o Atlassian; o Servidor aplicações Jboss; o Serviços OpenSimulator. Negócio o Monitores SLA que fornecem estatísticas sobre disponibilidade. Servidores de Bases de dados o MySQL; o Oracle; o PostgreSQL. Rede o o Conectividade de rede Equipamentos de rede Cisco Serviços de rede o Servidores DNS; o Protocolos ; o Servidores LDAP. Sistemas Operativos o Sistemas Unix e Linux; o Servidores VMware ESX; o Servidores Microsoft Windows. SNMP o o o Processamento de SNMP traps; Routers, firewalls e switches Cisco; MIB-II.

36 22 Estado da Arte 3.4 OpenNMS O OpenNMS (Network Management System), [16], é uma plataforma open source de gestão e monitorização de redes empresariais. Desenvolvida sob o modelo de gestão de redes FCAPS (Fault, Configuration, Accounting, Performance, Security) é distribuída sobre a licença GPL. O OpenNMS é escrito em Java, para além de utilizar para base de dados o PostgreSQL e o RRDTool, mais concretamente o JRobin (porta Java para o RRDTool), para ferramenta gráfica e suporta os sistemas operativos Red Hat, Debian, Fedora, Mandriva, SuSE, Solaris, Mac OS X e Microsoft Windows. As suas funcionalidades passam pela determinação de disponibilidade e latência de serviços, recolha, armazenamento e apresentação de dados recolhidos, gestão de eventos (como por exemplo SNMP traps), alarmes e notificações. Figura 3.13 OpenNMS: Interface Gráfica, em [17] Tal como indicado em [18], o OpenNMS está focalizado nos recursos dos serviços da rede como, acessos a páginas Web e bases de dados, DNS e DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol), apesar de providenciar informação mais tradicional noutras ferramentas de gestão e monitorização de redes, como informação sobre switches, routers entre outros. Utiliza dois meios para recolha de dados. O primeiro é através dos chamados monitors que se conectam a um recurso da rede e realizam um teste para verificar se ele responde correctamente. Se tal não acontecer um evento é gerado. O segundo meio é através da utilização dos denominados collectors, que recolhem dados SNMP. Os dados podem ser recolhidos por SNMP, JMX (Java Management Extensions) e HTTP.

37 Estado da Arte 23 Para recolher dados o OpenNMS, tal como descrito em [19] primeiro tem de descobrir os elementos que tem de monitorizar. A esses elementos dá-lhe o nome de interface, sendo que uma interface é identificada por um endereço IP e os serviços são mapeados em interfaces. Se mais do que uma interface estiver num mesmo equipamento então elas são agrupados em um nó. A descoberta faz-se primeiro detectando o endereço IP a monitorizar e depois descobrindo quais os serviços que são suportados por esse endereço IP. Os eventos gerados são de dois tipos, os gerados internamente pelo OpenNMS e os gerados externamente por SNMP traps. São caracterizados por parâmetros como descrição e gravidade. Os diferentes níveis de gravidade, tal como apresentado em [20] que um evento pode tomar são: Critical: Numerosos equipamentos da rede são afectados pelo evento; Major: Um equipamento encontra-se em baixo; Minor: Parte de um equipamento, seja serviço ou interface parou de funcionar; Warning: Evento que pode requerer atenção; Normal: Apenas informativo, não necessitando de realização de acções; Cleared: Indicação que um erro anterior foi corrigido e um serviço ou interface foi restaurado; Indeterminate: Impossibilidade de associação de evento com um nível de gravidade. O OpenNMS também possui a funcionalidade de notificação. Caso ocorra um determinado evento, uma notificação é enviada para um utilizador ou grupos de utilizadores ou para a interface gráfica ou por . A informação contida pela notificação passa por endereço IP, serviço, mensagem de erro entre outras. Figura OpenNMS: Alertas e Notificações, em [17] Tal como nas outras ferramentas apresentadas, pode-se configurar utilizadores ou grupos de utilizadores com diferentes permissões de acesso a elementos da rede, dados e notificações, sendo que uma das particularidades é a possibilidade de configurar o OpenNMS para suportar autenticação LDAP (Lightweight Directory Access Protocol), [21].

38 24 Estado da Arte 3.5 Zabbix O Zabbix é uma ferramenta open source, distribuída sob os termos da licença GNU GPL versão 2, para gestão de rede, com o objectivo de monitorizar o estado de vários serviços de rede, bem como servidores ou outro tipo de hardware. Tal como descrito em [22] é caracterizado como sendo um sistema de monitorização semi-distribuído com gestão centralizada. A sua organização encontra-se dividida em 3 módulos principais Base de dados, para armazenamento de dados, podendo ser utilizado MySQL, PostgreSQL, SQLite ou Oracle; Servidor, para proceder a monitorização directa de equipamentos e serviços; Interface Gráfica, para interacção com os restantes módulos baseada em PHP e JavaScript. Figura 3.15 Zabbix: Organização As suas funcionalidades são: Suporte para sistemas operativos Linux, AIX, FreeBSD, OpenBSD e Solaris; Agentes nativos para a maioria das versões de sistema operativo Unix e Microsoft Windows para monitorização de estatísticas como carga do processador, utilização da rede, espaço em disco; Monitorização de SNMP (todas as versões), SMTP ou HTTP e equipamentos IPMI (Intelligent Platform Management Interface); Capacidade de visualização gráfica dos testes efectuados; Notificações; Utilização de templates. A interface gráfica permite várias opções de visualização que vão desde um simples gráfico até mapas de rede para além de apresentar um conjunto de informações que vão desde estado do Zabbix, estado do sistema, problemas ocorridos e mais um conjunto extenso

39 Estado da Arte 25 de informações sobre sistemas operativos, serviços, estado de servidores, routers e páginas Web. A partir dela, tal como nas diversas ferramentas já apresentadas, pode-se gerir utilizadores, métodos de autenticação, permissões e configurar as notificações a enviar em caso de ocorrência de problemas. No caso do Zabbix o método mais comum de notificação é o . Figura 3.16 Zabbix: Interface Gráfica, em [23] O Zabbix utiliza o conceito de item, entidade que guarda os dados monitorizados. Sem items a informação não pode ser obtida. Existem dois tipos de, os chamados passive items, em que o servidor conecta-se ao agente de cada vez que pretende testar um item, e os active items, em que pelo contrário é o agente que se conecta ao servidor fazendo download da lista de items a testar e informando periodicamente o servidor com os novos dados obtidos. Possuí diversos tipos de categorias que vão desde Zabbix agent (entidade a que o servidor se conecta para recolher dados), simple check, SNMP agent (para recolha de dados SNMP), entre outros. Host é uma entidade que agrupa items, pode ser um switch, servidor, máquina virtual ou um sítio Web, identificado por nome, grupo (importante uma vez que no Zabbix as permissões só podem ser dadas a grupos de hosts e não a hosts individuais) e endereço IP. Para testar hosts utiliza o conceito de triggers, definindo os parâmetros de teste para verificar a ocorrência de problemas. Para o envio de notificações, tem-se de configurar no Zabbix aquilo que ele define como actions, que basicamente são o conjunto de acções que o servidor Zabbix deve tomar em caso de problemas. Define-se a mensagem a enviar, a quem se envia a mensagem, o tipo de problema ocorrido e tipo de operações devem ser efectuadas.

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