CUIDAR OU SER RESPONSÁVEL? UMA ANÁLISE SOBRE A INTERGERACIONALIDADE NA RELAÇÃO AVÓS E NETOS

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1 UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS APLICADOS CESA MESTRADO ACADÊMICO EM POLÍTICAS PÚBLICAS E SOCIEDADE - MAPPS SÂMEA MOREIRA MESQUITA ALVES CUIDAR OU SER RESPONSÁVEL? UMA ANÁLISE SOBRE A INTERGERACIONALIDADE NA RELAÇÃO AVÓS E NETOS FORTALEZA - CE Abril / 2013

2 SÂMEA MOREIRA MESQUITA ALVES CUIDAR OU SER RESPONSÁVEL? UMA ANÁLISE SOBRE A INTERGERACIONALIDADE NA RELAÇÃO AVÓS E NETOS Dissertação apresentada ao Curso de Mestrado Acadêmico em Políticas Públicas e Sociedade da Universidade Estadual do Ceará, como requisito parcial à obtenção do grau de mestre em Políticas Públicas e Sociedade. Orientadora: Profa. Dra. Maria do Socorro Ferreira Osterne FORTALEZA - CE Abril / 2013

3 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação Universidade Estadual do Ceará Biblioteca Central Prof. Antônio Martins Filho Bibliotecário (a) Leila Cavalcante Sátiro CRB-3 / 544 A948c Alves, Sâmea Moreira Mesquita. Cuidar ou ser responsável? Uma análise sobre a intergeracionalidade na relação avós e netos / Sâmea Moreira Mesquita Alves CD-ROM 188f. : il. (algumas color.) ; 4 ¾ pol. CD-ROM contendo o arquivo no formato PDF do trabalho acadêmico, acondicionado em caixa de DVD Slin (19 x 14 cm x 7 mm). Dissertação (mestrado) Universidade Estadual do Ceará, Centro de Estudos Sociais Aplicados, Curso de Mestrado Acadêmico em Política e Sociedade, Fortaleza, Área de Concentração: Políticas Públicas. Orientação: Profª. Drª. Maria do Socorro Ferreira Osterne. 1. Velhice. 2. Relações internacionais. 3. Avosidade. 4. Família. I. Título. CDD:711.4

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6 AGRADECIMENTOS Em especial ao meu Deus, por me dar forças, iluminar e abençoar constantemente a trajetória da minha vida, mesmo nos momentos mais difíceis desta caminhada, confirmando sua presença, cuidado e planos em meu viver. Deus é fiel! Aos meus pais, Anastácio Moreira e Vera Lúcia (em memória), pelo amor, educação, zelo e incentivos para eu ir em frente e lutar pelos meus sonhos a fim de torná-los realidade. E, especialmente à você mãe querida que tanto apoiou meu crescimento pessoal e profissional. A profissão que hoje exerço dedico a você. Aos meus familiares, em especial a minha avó Dourinha, que me acolheu com todo o seu carinho e preocupação, contribuindo demasiadamente para que meus sonhos se realizassem. Aos meus manos, Anastácio Júnior e Rafael Alves, pelo carinho e compreensão em todos os momentos. Ao João Paulo, querido esposo e amigo, por todo o seu amor, companheirismo, compreensão, paciência, e, principalmente, por todo apoio que me concedeu, não só no percurso desta pesquisa, mas em toda nossa convivência. Obrigada por acompanhar minhas batalhas na procura do saber, compreendendo também as duras renúncias que necessitei fazer, neste período. O mérito dessa vitória é nosso! Às minhas queridas amigas de longas datas e que sempre torceram por mim, vibraram, incentivaram, elogiaram desde a minha aprovação no mestrado, e, também entenderam e perdoaram minhas ausências, são elas: Wládia Ribeiro, Elisângela Lino, Isabel Cristina e Fabrícia GIrão. Às amigas Ana Valesca, Andréa Cialdini e Herliene Cardoso, mestras que muito apoiaram e incentivaram mais esta etapa da minha trajetória acadêmica, desde o período da seleção. À minha turma, com a qual tive a oportunidade de estudar, viver momentos de tensões acadêmicas e também, muitas vezes, descontrair-me. Em especial à Eniana Pachêco e Ana Marques, queridas amigas do MAPPS, pela amizade conquistada nestes anos, pelo apoio em momentos difíceis, trocas de experiências tão valiosas para a elaboração desta pesquisa. Às profissionais da Coordenadoria de Habitação da Prefeitura Municipal de Maracanaú-Ce, Eva Cristina e Maria Silênia, grandes profissionais. Histórias vivas da urbe acima citada. À minha orientadora, Profª. Dra. Socorro Osterne, que me recebeu com muito carinho, dedicação e que muito contribuiu, com ricos momentos de orientação, na construção deste trabalho acadêmico. Sou grata por seu apoio e paciência.

7 Aos professores que compõem a banca examinadora deste trabalho por aceitarem o convite com toda gentileza e atenção, Prof. João Tadeu e Profª Adriana, bem como aos professores que participaram da banca de qualificação, contribuindo com suas colaborações e sugestões, as quais serviram para lapidar a pesquisa que ora apresento. Em especial, à Prof. Dra. Adriana Alcântara que colaborou demasiadamente em meus conhecimentos acadêmicos, incentivando e valorizando o presente trabalho desde que surgiam como pequenas sementes de gerontologia, durante minha graduação em Serviço Social. Registro aqui minha sincera admiração e estima. Sua participação na banca de qualificação significou uma bússola mestra no meu caminhar. Ao corpo docente do Mestrado Acadêmico em Políticas Públicas e Sociedade da UECE pelas trocas constituídas ao longo destes dois anos de vivência acadêmica. À Cristina Maria Pires, secretária do programa de pós-graduação do MAPPS, pelas palavras, por todos os esclarecimentos necessários, bem como pela atenção e carinho sempre a mim destinados. Às avós entrevistadas nesta pesquisa, sempre solícitas e receptivas a todas as nossas necessidades, com relação à realização deste estudo. Enfim, a todos que direta ou indiretamente contribuíram na realização desta investigação, participando comigo desta jornada. Muito Obrigada a todos!

8 O tempo pode apagar lembranças de um corpo ou de um rosto,mas nunca a memória daquelas pessoas que souberam fazer de um pequeno instante, um grande momento. (Charles Chaplin)

9 RESUMO Esta pesquisa partiu do objetivo central de ampliar o debate sobre as relações intergeracionais, mediante o recorte das velhas avós que cuidam de seus netos, compreendendo as características que estas assumem na reorganização do contexto familiar. Para tanto, foram delineados alguns objetivos específicos, a saber: explorar o significado da velhice, presente no pensamento das avós cuidadoras de netos, ante a realidade cotidiana enfrentada por este segmento populacional; desvendar o conceito de cuidador que permeia a realidade das avós que tomam para si a responsabilidade para com seus netos; e, por fim, conhecer a realidade dessas avós, analisando suas condições atuais de vida, bem como de quais benefícios e programas sociais esses sujeitos são usuários e/ou possíveis beneficiários. O local onde foi realizado o estudo denomina-se Residencial Vitória, moradia verticalizada, localizada no Município de Maracanaú-CE, Região Metropolitana de Fortaleza-CE. Para a coleta de dados, foram considerados os seguintes instrumentos metodológicos: entrevista áudiogravada (semiestruturada), realizada durante os meses de agosto e setembro do ano de 2012; análise de depoimento, história de vida (destaque para a história oral), observação direta e utilização do diário de campo. Trata-se de uma pesquisa de natureza qualitativa e do tipo bibliográfica, documental e de campo. Por meio deste trabalho, observa-se, destarte, que as relações compreendidas pela avosidade, no âmbito familiar moderno, ultrapassam a imagem que outrora ocupava o imaginário coletivo, ou seja, a das avós como meras transmissoras de legados geracionais. Assim sendo, elas assumem papel de protagonistas na vida dos netos, inclusive, no tocante ao seu sustento, independentemente da presença ou ausência dos genitores dessas crianças e/ou adolescentes, tomando para si obrigações com filhos adultos e netos. O vocábulo cuidado admite sentido mais amplo. Os avós passam a assumir significação de pais substitutos para os netos, inclusive, também, no campo das discussões. Palavras-chaves: Velhice. Relações Intergeracionais. Avosidade. Família.

10 ABSTRACT This study started from the central objective of broadening the debate on intergenerational relations, by clipping the old grandparents caring for their grandchildren, including the features that these assume the reorganization of the family context. Thus, we outlined some specific objectives, namely: to explore the meaning of old age, in this thought Grannies caregivers of grandchildren, before the daily reality faced by this population segment; unravel the concept of caregiver pervading reality of grandparents who take on the responsibility to his grandchildren, and, finally, to know the reality of these grandparents, analyzing their current life conditions, as well as social programs and benefits which these subjects are users and / or potential beneficiaries. The place where the study was conducted is called Victory Residential, housing vertically located in the municipality of Maracanaú-EC Metropolitan Region of Fortaleza-CE. To collect data, we considered the following methodological tools: áudiogravada interview (semistructured), held during the months of August and September of the year 2012, analysis of evidence, life history (especially oral history), direct observation and use of the field diary. This is a qualitative research and the type literature, documentary and field. Through this work, it is observed, Thus, the relations understood by avosidade within modern family, beyond the image that once occupied the collective imagination, ie the Grannies as mere transmitters of generational legacy. Thus, they assume leading role in the lives of grandchildren, including with regard to their livelihood, regardless of the presence or absence of the parents of these children and / or adolescents, taking on obligations to adult children and grandchildren. The term care supports the broadest sense. Grandparents are taking on significance of surrogate parents to their grandchildren, including also in the field of discussion. Keywords: Old age. Intergenerational Relationships. Avosidade. Family.

11 LISTA DE FIGURAS Figura 01: Localização de Maracanaú na Região Metropolitana de Fortaleza Figura 02: Ave conhecida como Maracanã Maracanaú Figura 03: Residencial Vitória Figura 04: Área de Desenvolvimento Local de Maracanaú Figura 05: Distribuição das Intervenções Figura 06: Placa de identificação do Residencial Figura 07: Residencial Vitória com maquete Figura 08: Mapa das Áreas de Risco do Município Figura 09: Frente do empreendimento Figura 10: Visão aérea dos blocos Figura 11: Visão aérea completa do empreendimento Figura 12: Visão aérea do Salão de Festas e Área de Lazer Figura 13: Salão de Festas do Residencial Vitória Figura 14: Área de Lazer do Residencial Vitória

12 LISTA DE QUADROS Quadro 01: Faixa Etária Geral Quadro 02: Titularidade do Cadastro Quadro 03: Escolaridade da População Cadastrada Quadro 04: Atividades e Situações Profissionais

13 LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS CAIXA Caixa Econômica Federal CNPQ Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. FAR- Fundo de Arrendamento Residencial. HABITAFOR Fundação de Desenvolvimento Habitacional de Fortaleza IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas IDH Índice de Desenvolvimento Humano IDI Índice de Desenvolvimento Infantil IDM - Índice de Desenvolvimento Municipal IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicados MAPPS Mestrado Acadêmico de Políticas públicas NOB Norma Operacional Básica OMS - Organização Mundial de Saúde PUC Pontifícia Universidade Católica de São Paulo SEINFRA Secretaria de Infra Estrutura de Maracanaú SUAS Sistema Único de Assistência Social UECE- Universidade Estadual do Ceará UVA Universidade Vale do Acaraú

14 SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS LISTA DE QUADROS LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS RESUMO...7 CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO...14 CAPÍTULO 2 O OBJETO DE PESQUISA E AS ESTRATÉGIAS METODOLÓGICAS: CONHECENDO A REALIDADE DAS FAMÍLIAS DO RESIDENCIAL VITÓRIA A aproximação com o objeto Breve apresentação do município de Maracanaú O Projeto Salgadinho Perfil dos atores da pesquisa Retrato social dos moradores Trilha metodológica percorrida Compartilhando algumas impressões de campo Sobre as informantes: As avós Os domicílios...69 CAPÍTULO 3 DEBATE SOBRE A FAMÍLIA CONTEMPORÂNEA A família no cotidiano da luta pela sobrevivência Organização familiar: da diversidade dos modelos aos dias atuais Famílias brasileiras: História e dinamismo A modernidade e suas conseqüências na família A fluidez nas relações: a participação dos avós no contexto familiar...93 CAPÍTULO 4 ABORDAGENS SOBRE A TEMÁTICA VELHICE Velhices: entre conceitos e preconceitos Sob as lentes do estereótipo Laços intergeracionais Avosidade: o tornar-se avó Cultura e natureza feminina...144

15 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS ANEXOS APÊNDICE Termo de Consentimento Roteiro de Entrevista...188

16 14 1 INTRODUÇÃO No século atual, o envelhecimento torna-se um acontecimento sensível, comum e preocupante, tanto para o mundo desenvolvido quanto para o subdesenvolvido. Segundo registros do IBGE (2010), de maneira geral se observa que o crescimento da população envelhecida é mais intensificado nos países em desenvolvimento, conquanto este contingente ainda seja, proporcionalmente, bastante inferior ao identificado nos países desenvolvidos. Identificado como fenômeno mundial, o crescimento da população denominada velha é alarmante em números absolutos e relativos. Registrado em todo o mundo, desde o início do século XX, a elevação do número de pessoas do segmento em estudo instiga pesquisadores, desta temática, a incluírem nas discussões (de caráter científico e político) a condição e as implicações que permeiam o fenômeno da condição de avó, no cenário atual, que inclui a assistência entre as gerações, ou, conforme expressa Camarano (1999), a dialética entre dependência/interdependência entre as gerações (P.86). Contextualizando a dinâmica populacional brasileira em âmbito mundial, pode-se destacar o indicador social chamado índice de envelhecimento, cujo valor medido para o Brasil indicou 51,8, número bem próximo do índice de envelhecimento mundial, que resultou em 48,2, conforme dados do IBGE (2012). Ainda analisando o caso do Brasil, relevante é destacar o fato de que este assume posição intermediária, demonstrando uma população de velhos, correspondente a 8,6 % da população total, em relação aos países da América Latina. Tanto no Brasil, quanto em outros países, o grupo da população que mais cresce refere-se ao segmento envelhecido. A estimativa é de que a população brasileira, maior de 60 (sessenta) anos, seja de 14,2% em Diferentemente de outrora, gradativamente, o Brasil deixa de ser considerado um país de jovens. Num futuro próximo, a Nação brasileira deverá enfrentar, portanto, um grande desafio oriundo do crescente envelhecimento populacional. Conforme registros do censo IBGE (2010), a expressividade dos grupos etários no total da população no ano de 2010 está inferior a que foi observada em 2000 para todas as faixas com idade até 25 anos, enquanto os demais grupos etários

17 15 elevaram suas participações na última década. O alargamento do topo da pirâmide etária pode ser verificado pelo crescimento da participação relativa da população com 65 anos ou mais. A predominância da população feminina entre os velhos é comprovada em registros do IBGE (2012) 1. Segundo a pesquisa, a razão de sexo da população deste segmento etário é bastante diferenciada, sendo bem elevado o índice de mulheres. No Brasil, em 2000, o percentual de mulheres equivalia a 55,1% da população envelhecida; já em 2011 este valor aumentou para 55,7%. Isto significa que enquanto em 2000, para cada 100 mulheres velhas havia 81,6 homens velhos; atualmente, a proporção é de 79,5 para o mesmo número de mulheres. No tocante à esperança de vida feminina, por meio de dados do IBGE, constatou-se que, em 1980, esta era de 65 anos, ou seja, 6,4 mais elevada do que a masculina. Já em 2000, este diferencial aumentou para 8,7 anos, em virtude da mais acentuada diminuição da mortalidade entre o sexo feminino 2. Em média, no Brasil, as mulheres vivem oito anos a mais do que os homens. Convém citar que fatores como a diminuição da taxa de natalidade, bem como a elevação da expectativa de vida e a rapidez do processo de envelhecimento do Brasil cooperam para um novo perfil populacional. Tal situação deixa um alerta para gestores da esfera pública, pesquisadores e, por que não dizer, para o próprio núcleo familiar. Com efeito, pode-se projetar o Brasil com a chamada Revolução da Terceira Idade, abordada por Giddens (2005) ao destacar a idéia de que: [...] Quase todos os países desenvolvidos testemunharão o envelhecimento de suas populações nas próximas décadas. Peter Peterson descreveu essa mudança como uma aurora grisalha (1999). Atualmente, uma em cada sete pessoas no mundo desenvolvido tem mais de 65 anos. Em 30 anos, irá subir para uma em quatro [...]. O número de muitos velhos (acima de 85 anos) está se expandindo mais rapidamente do que o de jovens velhos. Daqui a meio século, o número de pessoas acima de 85 anos terá crescido seis vezes mais. Esse processo é algumas vezes chamado de envelhecimento dos idosos. (P. 145). 1 Dados referentes ao Censo do IBGE ano Para o ano de 2000, foi estimada uma esperança de vida de 64,6 e 73,4 anos para os sexos masculino e feminino, respectivamente, de acordo com números do Ipeadata.

18 16 Esse crescimento contínuo da população com idade igual ou superior a 65 anos apresenta uma preocupação de ordem mundial e apregoa a realização de pesquisas sobre a temática da velhice. Nessa realidade, ampara-se o interesse em desenvolver esta investigação. Na opinião de Debert (1999): A preocupação da sociedade com o processo de envelhecimento deve-se, sem dúvida, ao fato de os idosos corresponderem a uma parcela da população cada vez mais representativa do ponto de vista numérico. Contudo, explicar por razões de ordem demográfica a aparente quebra da conspiração do silêncio em relação à velhice é perder a oportunidade de descrever os processos por meio dos quais o envelhecimento se transforma num problema que ganha expressão e legitimidade, no campo das preocupações sociais do momento. Considerar que as mudanças nas imagens e nas formas de gestão do envelhecimento são puros reflexos de mudanças na estrutura etária da população é fechar o acesso para a reflexão sobre um conjunto de questões que interessa pesquisar. (P.12). Vale frisar que trabalhos e pesquisas envolvendo a temática velhice ainda possuem pouca visibilidade na literatura especializada, bem como no debate profissional das diversas áreas do conhecimento. A representação numérica desta faixa etária; todavia, desperta interesse em âmbito público (Estado) e privado (comunidade e esfera doméstica) pelo fato de eles, os velhos, estarem cada vez mais presentes no cotidiano da sociedade, no enfrentamento das expressões da questão social 3, muitas vezes, participando deste cenário como atores principais da vida real. Conforme Fraiman (1991), a partir de 1950, os estudos referentes à velhice ganharam destaque, em virtude da transição demográfica dos Estados Unidos, bem como de vários países europeus. Assim sendo, o campo da Gerontologia adquiriu novos espaços, como relevante área de conhecimento do desenvolvimento humano. Já no Brasil, estudos que versam sobre a velhice emanam desde a década de Foi neste período, segundo Alcântara (2004), que este segmento auferiu maior 3 Questão social apreendida como o conjunto das expressões das desigualdades da sociedade capitalista madura, que tem uma raiz comum: a produção social é cada vez mais coletiva, o trabalho torna-se mais amplamente social, enquanto a apropriação de seus frutos mantém-se privada, monopolizada por uma parte da sociedade. (IAMAMOTO, 2004, p.27).

19 17 atenção por parte de geriatras, gerontólogos, movimentos sociais e universidades (...). (P.13). Abordar o assunto velhice, compreender algumas definições terminológicas, tais como o que significam Gerontologia e Geriatria, são providências de suma relevância, tanto para o pesquisador, quanto para o leitor. Convém frisar que não há conformidade entre estas definições. Dessa forma, esta investigação se pauta na análise expressa por Neri (2005), ao esclarecer que: [...] Gerontologia é o campo multi e interdisciplinar que visa à descrição e á explicação das mudanças típicas do processo do envelhecimento e de seus determinantes genéticos-biológicos, psicológicos e socioculturais. Interessa-se também pelo estudo das características dos idosos, bem como pelas várias experiências de velhice e de envelhecimento ocorridas em diferentes contextos socioculturais e históricos. Abrange aspectos do envelhecimento normal e patológico. Compreende a consideração dos níveis atuais de desenvolvimento e do potencial para o desenvolvimento. (...) A gerontologia também comporta interfaces com áreas profissionais dentre as quais se destacam a clínica médica, a psiquiatria, a geriatria, a fisioterapia, a enfermagem, o serviço social, o direito, a psicologia clínica e a psicologia educacional, das quais derivam soluções para problemas individuais e sociais, novas tecnologias, evidências e hipóteses para a pesquisa. [...] o campo da Geriatria compreende a prevenção e o manejo das doenças do envelhecimento. É uma especialidade em Medicina e também em Odontologia, Enfermagem e Fisioterapia, que se desenvolvem á medida que aumenta a população de adultos mais velhos e idosos portadores de doenças crônicas e de doenças típicas da velhice, em virtude do aumento da longevidade desses segmentos populacionais. (pp 95-96) A pouca literatura, ou seja, a escassez de material para o estudo desta temática, bem como o desprestígio cultural e no âmbito das discussões, foram alguns dos fatores que contribuíram para as motivações e inspirações de se dar continuidade a este ensaio, cada vez mais, ampliando informações sobre a categoria pelo qual se nutre verdadeira paixão, desde a graduação, passando pela especialização, e, agora no mestrado: velhice. Vale salientar que, inicialmente, nas primeiras disciplinas da graduação em Serviço Social, ou seja, no decorrer das disciplinas de Pesquisa (I e II) a visão da pesquisadora em alusão já se desenhava para este objeto de estudo. Posteriormente, durante as disciplinas de Estágio Supervisionado (I e II), os quais foram realizados no Fórum Clóvis Beviláqua, no Setor de Serviço Social de Atendimento às Varas de Família, foram proporcionadas vivências e muitos momentos reflexivos no tocante à

20 18 condição do velho, na sociedade atual. Tais vivências produziram inquietações que nortearam a elaboração do trabalho final monográfico, da graduação do curso de Serviço Social, realizado na Universidade Estadual do Ceará - UECE. Foi com suporte nessas instigações empíricas, bem como da leitura de teóricos especializados (em velhice e família), que surgiram os questionamentos que demarcaram a formulação do projeto de pesquisa para o Mestrado Acadêmico de Políticas Públicas e Sociedade da UECE. Cabe ressaltar aqui que, no decorrer deste trabalho, adota-se o termo velho pelo fato de se compreender que este corresponde ao sujeito do processo definido como velhice. Esta situação foi muito bem ponderada por Alcântara (2010), quando a autora acentua que esta opção decorre do fato de esta categoria redimensionar com maior clareza as representações pelas quais a velhice vem passando. (P. 15). Ainda sobre este assunto, Alcântara (2010) revela: Na sociedade brasileira, percebo que, existe um certo melindre para pronunciar a palavra velho, pois parece que soa como insulto, o que não é difícil de compreender, uma vez que a juventude é uma categoria privilegiada, apresentando-se como um padrão valorizado, em oposição à desvalorização da velhice. (P. 15). Durante esta investigação, a circunstância há pouco exposta por Alcântara (2010) foi identificada nas falas e reações das entrevistadas. Não se restringiu, todavia, a estas, haja vista que se identificou também tais comportamentos de negação ou eufemismo da velhice na equipe técnica social da Coordenadoria de Habitação do Município de Maracanaú-CE, bem como na comunidade onde residem os sujeitos desta busca de teor acadêmico. Esta negação da velhice e/ou imagens negativas da velhice foram também abordadas de forma poética por grandes ícones da literatura, tais como: Rubem Alves, Cecília Meireles, Vinícius de Moraes, Leonardo Boff, dentre outros, os quais são compartilhados nos anexos deste estudo. Caracterizado por intensas mudanças culturais, éticas, econômicas, sociais e ainda no plano do comportamento humano, num Brasil cada vez mais urbano, ainda permanece o consenso em torno da família como espaço privilegiado para a prática de valores e solidariedade.

21 19 Apesar de ser concebida como uma categoria historicamente determinada, a família é sempre alvo de mudanças, fato que chama a atenção, principalmente, no tocante à constituição dos novos arranjos familiares, em que se pode focalizar aqui a significativa presença dos avós do século XXI. O modo de ser e viver a avosidade vem se transformando ao longo do tempo. Na atualidade, os avós oferecem aos seus netos muito mais que simples proteção, pois se tornam cuidadores integrais e, até mesmo, legais, de seus netos. Ao ressaltar as relações intergeracionais, Vitale (2005) faz menção à figura das avós, no contexto de modificações dos laços familiares, os quais demandam novas exigências à imagem dessas avós que surgem como protagonistas no panorama das relações familiares. No último século, a sociedade passou por diversas transformações. Muitas dessas mudanças impactaram, e ainda impactam, a população envelhecida da sociedade, na atualidade. Vale lembrar que estas estão relacionadas ao contexto familiar, o qual, conforme exprime Szymanski (2003), tende a se ajustar, constantemente, ao cotidiano enfrentado, marcado pela fluidez das relações, de modo geral. Nesta ambiência de modernidade, Giddens (1991) adverte para a noção de que a vida social e os laços que ela envolve estão profundamente entrelaçados com os sistemas abstratos de mais longo alcance. (P.108). Na óptica do autor, a modernidade altera radicalmente a natureza da vida social cotidiana e afeta os aspectos mais pessoais da existência humana. É relevante destacar a idéia de que circunstâncias diversas, como desemprego, falta de recursos financeiros, gravidez precoce, envolvimento com drogas, separações conjugais e outras situações, são alguns dos fatores que tem contribuído para o retorno dos filhos à casa dos pais. Na verdade, essa situação muda o sistema de solidariedade, e a própria estrutura da família muda de eixo, já que outras gerações (netos e /ou bisnetos) entram em cena. Sabe-se que transformações sociais afetam também a instituição família, a qual desenvolve novas características em sua organização, em sua composição, como também nas formas de relações entre seus membros, as quais, paulatinamente,

22 20 passam a se diferenciar do modelo de família nuclear burguês, presente no período de colonização. Assim sendo, a instituição família encontra-se em constante mudança e dinamismo, em decorrência da própria estrutura e da conjuntura da sociedade, que refletem as multifacetadas expressões da questão social. Ocorre que tais acontecimentos refletem na população velha que, perante a reorganização familiar, assume novas outra configuração nas relações intergeracionais. Ocorre que, na atualidade, tais acontecimentos refletem na população velha, aqui representada pelas avós, as quais, ante a reorganização familiar, passam a assumir características mais amplas no que se refere a cuidar de netos, ao bancarem, além de suas despesas, o custo de manutenção de filhos e, principalmente, de seus netos, conforme dados do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (IPEA). Nesta pesquisa, verificou-se que tal situação, talvez, derive muito mais da falta de opção do que mesmo de escolha para estas personagens reais num cenário cotidiano de famílias monoparentais 4, composta por avós e netos. Na intelecção de SIingly (2010), a família é, assim, apanhada entre as exigências da vida comum e da existência individual, entre infantes, adolescentes e adultos, estando sujeita a tensões que atingem também a população mais velha. Referido autor destaca que a família contemporânea é caracterizada por um duplo movimento, pois, na medida em que é privada, é simultaneamente, pública. Portanto, a família, como espaço em que as pessoas acreditam proteger sua individualidade, é também alvo de intervenções do Estado nas relações com seus membros. Releva salientar o fato de que, em estudos da história da família e da criança, a figura dos avós podia exercer relevante papel social no âmbito familiar. Mascaro (1997) destaca o fato de que, no Império Romano, as famílias abastadas confiavam sua casa de campo e seus filhos aos cuidados da avó ou de uma parente idosa, virtuosa e responsável. (P.27). O aumento do número de netos que vivem com os avós, sendo, portanto, criados e/ou até mesmo sustentados por eles, é fato registrado, inclusive, pelo estudo Perfil dos Idosos Responsáveis pelos Domicílios no Brasil /IBGE (2002). 4 O reconhecimento e a definição da família monoparental, como família natural, podem ser observados no dispositivo 25, da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, o qual dispõe que: entende-se por família natural a comunidade formada pelos pais ou qualquer deles e seus descendentes.

23 21 Ao vivenciar uma situação que, muitas vezes, lhe surge como inesperada, a população mais velha adquire novo lugar na sociedade contemporânea, ou seja, a de cuidador 5 dos netos, com tendência a reunirem as características maternas e ou paternas nesta relação. Com efeito, faz-se necessário destacar a amplitude que o vocábulo cuidado vem assumindo. É válido mencionar que o ato de cuidar passa a ser considerado inerente ao gênero feminino por motivos históricos e culturais, as quais ainda nos dias de hoje acompanham o ser mulher. Assim, o ambiente doméstico e as funções ligadas à esfera privada foram, desde muito tempo, atribuídas ao sexo feminino, como sendo natural e vinculada às características da maternidade, conforme considerações de Beauvoir (1980). Esta circunstância a que estão expostos os avós do século XXI caracteriza a família como espaço de mudanças também entre gerações, no qual os avós participam diretamente da organização desta nova estrutura familiar, de modo a ocupar um lugar de destaque no modelo de organização da família brasileira, bem como na sociedade. Desse modo, pode-se perceber que a presença dos avós nas famílias de hoje insere-se num âmbito de modificações dos laços familiares, os quais lhes demandam novas exigências. Vale frisar que as atuais imagens do envelhecimento, as quais anunciam mudanças sociais e redefinem identidades, clamam por uma rediscussão sobre as categorias família e velhice, bem como acerca da dependência/interdependência entre gerações, segundo alerta Camarano (1999). O despertar para o estudo da temática velhice, na pesquisa em alusão, pelo recorte das avós, com idade igual ou superior a 60 anos, que cuidam de seus netos como já explicitado decorre do fato de se nutrir paixão pela temática ora desenvolvida. Daí a decisão de se continuar as investigações deste objeto de estudo, iniciadas ainda na graduação. O cenário eleito para esta pesquisa foi o empreendimento denominado Residencial Vitória, local onde foram beneficiadas com unidade habitacional, do tipo verticalizada (ou seja, apartamentos), 80 famílias de baixa renda, residentes, a maioria, anteriormente às margens do riacho Salgadinho, o qual está situado no Município de Maracanaú-CE. O projeto desenvolvido com estas famílias recebeu o mesmo nome do Riacho (Projeto Salgadinho), o qual, mediante atividades 5 Relevante é frisar aqui a dimensão que assume a palavra cuidado ou a expansão nos papéis das avós na atualidade, conforme enfatizado por Dellman-Jenkins, Blanemeyer e Olesh (2002).

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