Manifestações patológicas em Unidades de Atenção Primária à Saúde: informações para a gestão da manutenção

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Manifestações patológicas em Unidades de Atenção Primária à Saúde: informações para a gestão da manutenção"

Transcrição

1 Manifestações patológicas na construção Manifestações patológicas em Unidades de Atenção Primária à Saúde: informações para a gestão da manutenção Pathological manifestations in the Units for Primary Health Care: information for improving the maintenance management Maria Aparecida Steinherz Hippert (1); Thiago Thielmann Araújo (2); Mariana Barros Coutinho (3), Matheus Demolinare (4) (1) Professor Doutor, Mestrado em Ambiente Construído, UFJF (2) Engenheiro Civil, Mestrado em Ambiente Construído, UFJF (3) Graduanda, Arquitetura e Urbanismo, UFJF (4) Graduando, Engenharia Civil, UFJF Faculdade de Engenharia, 4a. plataforma, Campus Universitário, CEP , Juiz de Fora, Minas Gerais Resumo Unidades de Atenção Primária à Saúde (UAPS) são edificações que têm por finalidade o atendimento à população nas questões de saúde. Para atender a esta necessidade a administração pública, algumas vezes, faz a adaptação de construções existentes para este novo uso. Entretanto, estes espaços costumam apresentar várias manifestações patológicas decorrentes de problemas que não foram tratados de imediato ou mesmo devido à falta de inspeções periódicas. Tais inspeções são capazes de apontar os elementos que demandam manutenção preventiva, diminuindo, portanto, a realização de manutenções corretivas, mais onerosas. A partir destas considerações, o objetivo deste trabalho é apresentar as diretrizes para a elaboração de procedimentos de gestão que possam servir para apoiar a realização de uma manutenção mais adequada destas edificações. O método de pesquisa considera uma revisão bibliográfica que inclui os resultados de levantamento recente, realizado na cidade de Juiz de Fora, onde foram diagnosticadas as manifestações patológicas de 29 UAPS existentes no perímetro urbano bem como, entrevistas com os responsáveis pela manutenção das UAPS. Avaliações preliminares, realizadas junto a estes profissionais indicaram que a proposta poderá contribuir para uma melhor organização das atividades de gestão da manutenção e conseqüentemente para uma melhor qualidade dos espaços existentes nestas edificações. Palavra Chave: Manutenção, Unidades de Saúde, Manifestações patológicas Abstract Units for Primary Health Care (UAPs) are buildings that are intended to serve the population on health issues. To meet this need the government sometimes adapts existing spaces for this new use. However, these spaces often have multiple pathological manifestations, due to problems that were not treated right away or due to the lack of periodic inspections to these environments. Such inspections may pinpoint the elements that require preventive maintenance, therefore reducing the need for corrective maintenance, more expensive. This paper presents guidelines for developing management procedures to support a more adequate maintenance of these buildings. The research method considers a literature review that includes the results of a recent survey conducted in the city of Juiz de Fora, where pathological manifestations of 29 UAP existing in the urban were diagnosed, as well as interviews with those officers responsible for the maintenance of those UAPs. Preliminary assessments with these professionals indicate that the results may contribute to a better organization of maintenance management activities, and consequently to an improvement of existing spaces in those buildings. Keywords: Maintenance, Units for Primary Health Care, Pathological manifestations

2 1 Introdução Saúde é um bem universal e desejável, segundo a Declaração de Alma Ata (Cazaquistão) de 1978, e se apresenta como uma diretriz internacional. Para a Constituição da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 07 de abril de 1948 a saúde é um estado de completo bem estar físico, mental e social não se constituindo apenas na ausência de doenças ou enfermidades e é um direito de todos. A Atenção Primária em Saúde (APS) é um conceito que vem sendo difundido internacionalmente como a assistência referencial para as comunidades de acesso à saúde. Ele funciona como o primeiro nível de contato de indivíduos, da família e da comunidade com o sistema nacional de saúde de maneira a aproximar os serviços de saúde aos locais onde o povo vive e trabalha. As Unidades de Atenção Primária à Saúde (UAPS) devem ter prioridade na gestão do sistema, pois quando o funcionamento ocorre de forma adequada, a população pode solucionar a maior parte dos seus problemas de saúde nestes locais, fato este, capaz de melhorar inclusive, o funcionamento e a organização dos serviços de média e alta complexidade [1]. Para atender ao número de UAPS necessárias a administração pública, algumas vezes, faz a adaptação de construções existentes para este novo uso. Em Juiz de Fora encontram se disponíveis 58 UAPS sendo que várias delas funcionam em edificações remanescentes adaptadas dos antigos postos de saúde [2]. Entretanto, estes espaços costumam apresentar várias manifestações patológicas decorrentes de problemas que não foram tratados de imediato ou mesmo devido à falta de inspeções periódicas. Tais inspeções são capazes de apontar os elementos que demandam manutenção preventiva, diminuindo, portanto, a realização de manutenções corretivas, mais onerosas. Acresce ao problema, o desgaste natural das edificações de ambientes públicos, que têm demandas constantes e ininterruptas dos serviços, exigindo um maior grau de manutenção. A partir destas considerações, o objetivo deste trabalho é apresentar diretrizes para a elaboração de procedimentos de gestão que possam servir para apoiar a realização de uma manutenção mais adequada destas edificações. 2 Método de pesquisa O método de pesquisa considera uma revisão bibliográfica que inclui os resultados de levantamento recente, realizado na cidade de Juiz de Fora, onde foram diagnosticadas as manifestações patológicas de 29 UAPS existentes no perímetro urbano. Na sequencia, a fim de conhecer os procedimentos utilizados para a realização da manutenção nas UAPS da cidade, foram realizadas entrevistas não estruturadas, com 3 (três) profissionais, um da Secretaria de Saúde e dois da Secretaria de Obras. A Secretaria de Saúde é o órgão responsável pelo gerenciamento dos serviços de saúde da cidade, incluindo, assim, as Unidades de Atenção Primária à Saúde. Neste local, entrevistou se o gestor da manutenção que responde por estas atividades. Já a Secretaria de Obras é o órgão responsável pelo gerenciamento das obras públicas da cidade, incluindo a construção, ampliação, reforma e manutenção das unidades de saúde. Neste contexto, justifica se a entrevista com os engenheiros responsáveis pelo acompanhamento destas atividades.

3 De posse destas informações foram estabelecidas as diretrizes, objeto do presente estudo. 3 Manutenção de edifícios A manutenção de edifícios pode ser definida como o conjunto de atividades a serem realizadas para conservar ou recuperar a capacidade funcional da edificação e de suas partes a fim de atender às necessidades e segurança dos seus usuários [3]. Deste modo a previsão e o planejamento das possíveis intervenções ao longo da vida útil dos edifícios são fundamentais para reduzir o aparecimento de anomalias. Entretanto, o tema manutenção planejada, citado em conferências e seminários ainda não encontrou uma gama efetiva de contribuições em termos de aplicação com a definição de seu conteúdo e áreas de intervenção [4]. Para que as edificações possam permanecer por mais tempo em níveis satisfatórios de desempenho, torna se importante a realização de trabalhos com boa qualidade em todas as etapas do ciclo de vida da edificação (projeto, construção e uso e manutenção), bem como a aquisição de materiais e serviços que atendam às especificações técnicas. No entanto, apesar de todos estes cuidados, os materiais e as edificações se deterioram o que leva a execução de atividades de manutenção. Quanto mais tardia for realizada a manutenção de um edifício, maior será o seu custo e o comprometimento do desempenho da edificação. Segundo a lei de Sitter (ou lei da evolução dos custos), o impacto dos custos de um erro detectado em cada uma das etapas do ciclo de vida da edificação corresponderá a um custo que segue uma progressão geométrica de razão cinco, ou seja, as correções serão mais duráveis, efetivas, fáceis de serem executadas e econômicas se forem executadas mais cedo [5]. A manutenção deve ter início na etapa de projeto das edificações ([6], [7], [8]), onde são estabelecidos os procedimentos necessários à sua conservação e à sua recuperação, bem como sua capacidade de manutenabilidade principalmente para os sistemas cuja operação tenha forte impacto na segurança da instituição, correndo o risco de atingir o paciente [9]. O termo manutenabilidade pode ser definido como o grau de facilidade de um sistema, elemento ou componente em ser mantido ou recolocado no estado no qual pode executar suas funções requeridas, sob condições de uso especificadas, quando a manutenção é executada sobre condições determinadas, procedimentos e meios prescritos [10]. A consideração da manutenção a partir da etapa de projeto da construção é também compartilhada por Karmam ao afirmar que o físico encontra se associado ao funcional. Assim, quanto melhor for o projeto de um hospital mais eficiente e eficaz será a sua manutenção [11]. Na entrega da obra a empresa deve entregar o manual de operação, uso e manutenção da edificação para o usuário. Este manual é um documento que serve para esclarecer dúvidas dos usuários relativas às condições reais de apropriação do ambiente construído [12], reunindo as informações necessárias para orientar as atividades de operação, uso e manutenção. Deve ser desenvolvido com o propósito de fornecer informações técnicas sobre o funcionamento, manejo e manutenção do imóvel, incluindo seus acessórios, equipamentos, peças e materiais [13]. Serve para orientar sobre a forma correta de utilização do espaço para evitar transtornos e despesas desnecessárias.

4 3.1 Manutenção corretiva e manutenção preventiva A norma brasileira [3] define três tipos de manutenção: rotineiras, preventivas e corretivas. As manutenções rotineiras englobam serviços constantes, simples e padronizados, de forma que sejam necessários apenas equipamentos e pessoas que permanentemente utilizem as edificações, como, por exemplo, a higienização de componentes e de áreas comuns. Já as manutenções preventivas se caracterizam pelos serviços cuja realização deve ser programada antecipadamente, priorizando os seguintes itens: solicitações dos usuários, estimativas da durabilidade dos sistemas, elementos ou componentes das edificações em uso, gravidade e urgência, bem como os relatórios de verificações periódicas sobre os estados de degradação. Por fim, as manutenções corretivas respondem à demanda de ações ou intervenções imediatas com o objetivo de permitir a continuidade no uso dos sistemas, elementos ou componentes das edificações. Além disto devem evitar graves riscos ou prejuízos ao patrimônio, aos usuários e aos proprietários. 4 Gestão da manutenção A gestão da manutenção de edifícios se refere a todas as atividades de gestão que determinam os objetivos, a estratégia e as responsabilidades que dizem respeito à manutenção [14]. Um sistema de manutenção é um conjunto de procedimentos organizados para gerenciar os serviços de manutenção [3]. A gestão deste sistema deve considerar a tipologia da edificação, o uso efetivo da mesma, o tamanho e a complexidade do ambiente construído, incluindo considerações relacionadas à localização e implicações com o entorno. Um sistema de gestão da manutenção com uma abordagem baseada e estruturada em procedimentos organizados é importante para que seja melhor administrado o conjunto de informações relativas à manutenção [15]. Um programa de manutenção deve conter vários documentos que orientem a execução das atividades de manutenção bem como registros das ações realizadas [3]: Manual de uso, operação e manutenção das edificações conforme ABNT NBR 14037; Manual dos fornecedores dos equipamentos e serviços; Programa da manutenção; Planejamento da manutenção contendo o previsto e o efetivo, tanto do ponto de vista cronológico quanto financeiro; Contratos firmados; Catálogos, memoriais executivos, projetos, desenhos, procedimentos executivos dos serviços de manutenção e propostas técnicas; Documentos mencionados na ABNT NBR 14037:2011 Anexo A, em que devem constar a qualificação do responsável e os comprovantes da renovação; Documentos de atribuição de responsabilidade de serviços técnicos; Relatório de inspeção; Registros de serviços de manutenção realizados; Ata das reuniões de assuntos afetos à manutenção Já [12] estabelece em relação à manutenção a necessidade de especificação de:

5 IX Congreso Internacional sobre Patología y Recuperación de Estructuras procedimentos gerais de manutenção para a edificação como um todo e procedimentos específicos para a manutenção de componentes, instalações e equipamentos; um programa de manutenção preventiva de componentes, instalações e equipamentos relacionados à segurança e salubridade da edificação; identificação de componentes da edificação mais importantes em relação à freqüência ou riscos decorrentes da falta de manutenção, descrevendo as consequências prováveis da não realização das atividades de manutenção. Os procedimentos de manutenção de componentes e instalações dizem respeito, no caso das UAPS, àqueles necessários aos elementos presentes na mesma, tais como: telhado, estrutura, piso, parede (incluindo a necessidade de bate macas), teto, esquadrias, peitoris e soleiras, portões e grades, louças e metais, instalações elétricas, hidráulicas, telefonia, etc. 5 As UAPS de Juiz de Fora Afim de conhecer a situação das UAPS de Juiz de Fora foram recuperados os resultados de pesquisa anteriormente realizada [16]. Ela teve por objetivo identificar as patologias existentes nas edificações e apontar as suas possíveis causas. O estudo contemplou a avaliação de 29 UAPS, de um total de 58 unidades existentes à época da pesquisa, na zona urbana da cidade. Foram geradas várias fichas de inspeção, bem como aproximadamente 7200 fotos. A maioria das UAPS são edificações adaptadas de outras já existentes e que foram construídas no sistema convencional padrão: estrutura de concreto armado, alvenaria de tijolo cerâmico com pintura ou revestida com cerâmica e piso variando entre cerâmico, cimentado, pedra, PVC e madeira. Com exceção da madeira, estes são os tipos de pisos recomendados para os ambientes de saúde segundo o órgão regulamentador, a ANVISA. Algumas destas UAPS, depois de entrarem em funcionamento, sofreram intervenções para serem ampliadas, aumentando o número de atendimentos, adaptando se à legislação em vigor da ANVISA e das resoluções do estado de Minas Gerais, ou seja, passaram por reformas. Entretanto, a pesquisa considerou somente a questão da manutenção nas edificações e não a construção de novos espaços conforme o conceito de manutenção anteriormente apresentado. Porém, a adaptação das edificações a um uso diferente do inicialmente previsto trouxe alguns problemas como, por exemplo, a necessidade de colocação de grades externas nas janelas, por questão de segurança, mas que passou a impedir a abertura da janela, comprometendo a circulação de ar no interior do ambiente, o que provocou também uma série de manifestações patológicas, como mofo e umidade. Além desta, várias outras manifestações patológicas e anomalias puderam ser identificadas, como componentes de portas e janelas mal fixados, além de fiações expostas que comprometiam diretamente a segurança dos usuários e da edificação. No total, foi gerado um banco de dados com informações sobre materiais e anomalias de 682 internos das UAPS. Os resultados das vistorias realizadas podem ser encontrados em [16], [17] e [18]. Um exemplo das anomalias encontradas para os pisos, paredes e tetos é apresentado nos Quadros 1 a 3.

6 TIPO DE PISO Cerâmico Cimentado Pedra Natural Policloreto Vinila (PVC) de Quadro 1: Anomalias encontradas nos pisos das UAPS ANOMALIAS ENCONTRADAS Deterioração, Desgaste, Descolamento, Deterioração da pintura, Estufamento, Manchas, Quebras, Trinca Deterioração, Desgaste, Empoçamento, Manchas, Mofo, Trinca Deterioração Deterioração, Desgaste, Descolamento, Trinca Deterioração, Desgaste TIPO DE PAREDE Pintura Azulejo Quadro 2: Anomalias encontradas nas paredes das UAPS ANOMALIAS ENCONTRADAS Descascamento, Deterioração, Eflorescência, Empolamento, Estufamento, Fissuras, Infiltração, Manchas, Mofo, Umidade Danificação Ausência de Azulejo, Azulejo Quebrado, Bolor, Danificação, Deterioração, Eflorescência, Fenda, Fissura TIPO DE TETO Gesso Forro de PVC Pintura Quadro 3: Anomalias encontradas nos tetos das UAPS ANOMALIAS ENCONTRADAS Bolor, Buraco, Degradação, Descascamento, Desplacamento, Empolamento, Fissura Infiltração, Mofo, Trinca, Umidade Infiltração, Fenda, Forro Fletido Bolor, Danificação, Descolamento, Desplacamento, Deterioração, Empolamento, Fissura, Infiltração, Umidade 5.1 O processo de manutenção Através das entrevistas, pode se constatar que a determinação das unidades a passarem por intervenções de manutenção tem grande interferência política. No entanto, o setor de Atenção Primária normalmente transfere à coordenação geral da Secretaria de Saúde os pedidos de manutenção solicitados pelos usuários das unidades. Para a definição da estratégia de ação frequentemente é levado em consideração o nível de demanda destas, ou seja, o número de bairros que ela abrange e, consequentemente, a quantidade de pessoas atendidas. Assim, quanto maior a demanda de uma unidade, possivelmente mais rápido seria o atendimento à solicitação desta. No tocante à forma de execução das intervenções nas edificações, identificou se que elas são de responsabilidade da Secretaria de Obras, seja para o atendimento a problemas menores como troca de lâmpadas e correção de vazamentos, seja para intervenções maiores, como, por exemplo, a pintura das edificações, reformas e ampliações.

7 Quanto às primeiras, a Secretaria de Obras disponibiliza uma equipe que percorre as unidades solucionando os problemas emergenciais. Entretanto, esta equipe, responsável por solucionar as intervenções mais simples e emergenciais não é capaz de suprir toda a demanda da Secretaria de Saúde. Já em relação às intervenções maiores, é aberto um processo licitatório. Entretanto, estes processos de manutenção, de reforma e de ampliação das unidades de saúde, demandam um tempo maior para serem concretizados. Além disto, ocorre a aquisição de serviços e materiais de má qualidade visto que são adquiridos segundo a lei, pelo menor preço. A manutenção descrita tem o foco na manutenção corretiva. A manutenção preventiva é realizada para alguns serviços específicos como limpeza de caixa dágua, detetização e desratização. Além disto, as UAPS não possuem manual do usuário e nem um plano de manutenção embora os entrevistados concordem com a sua importância, especialmente como relação às informações de como manter a edificação. Finalmente, sobre as manutenções das UAPS de maneira geral, os entrevistados citaram, além da falta de tempo disponível e de mão de obra, a carência de uma estratégia de ação bem definida e de orientações sobre procedimentos adequados para executar as atividades que se fazem necessárias. 6 Diretrizes para a elaboração de procedimentos de gestão da manutenção A implantação de um sistema de gestão da manutenção nas UAPS demanda uma mudança de estratégia, de atuar de forma corretiva para programada. Para isto, é necessário o comprometimento da administração pública com relação à infraestrutura material, técnica, financeira e de recursos humanos para a melhor gestão destes espaços. Esta mudança envolve a participação de diversos agentes, o uso de documentos (projetos, cadastros, manuais), o desenvolvimento de novos processos (vistorias técnicas, execução de procedimentos de manutenção preventiva e corretiva) e aplicação de ferramentas gerenciais (cronogramas, check lists). Neste sistema, os agentes poderiam ser assim divididos: gestores de manutenção atuam como administradores e equipe de apoio do sistema de manutenção; projetistas de manutenção profissional do ramo de AEC com conhecimento na área para elaboração de procedimentos de manutenção preventiva e corretiva; equipes de execução da manutenção dimensionadas baseando se no volume de serviços a serem executados. Estas dividem se em: equipe própria para realização dos pequenos serviços como troca de lâmpadas, substituição de assentos sanitários, pinturas em pequenas áreas, etc. Serviços mais especializado, que exige maior formação, tais como, manutenção estrutural, correção de grandes fissuras e trincas seriam realizadas por mão de obra especializada. Quanto aos documentos, faz se necessário a elaboração de um manual do usuário contendo recomendações de uso para os frequentadores das unidades, pacientes e funcionários. Isto porque os dados levantados permitiram verificar que muitas das ocorrências que surgem nas UAPS se devem a falta de informação dos usuários quanto aos cuidados a serem observados na utilização das instalações físicas destas unidades. Um exemplo de recomendação de uso para piso cerâmico pode ser visualizado no Quadro 4.

8 Quadro 4: Recomendações de uso para piso cerâmico CUIDADOS A SEREM OBSERVADOS EM PISOS CERÂMICOS Na lavagem, não se deve utilizar bomba de pressurização de água bem como vassouras de piaçava ou escovas de cerdas duras pois podem danificar o sistema de rejuntamento. Peças pontiagudas também podem danificar o revestimento, causando o lascamento nas placas, é aconselhável evitar o contato abrasivo. É o caso também ao transportar eletrodomésticos, móveis e materiais pesados. Não se deve arrasta los sobre o piso para que sejam evitados os riscos, desgastes e lascamentos. O aparecimento de fungos e bolores nos rejuntes é combatido com a máxima ventilação do ambiente em áreas muito úmidas como os banheiros. Manchas podem ser causadas também pelo contato direto de vasos de planta sobre o revestimento. O novo processo de manutenção se inicia com a elaboração de um programa de manutenção a partir de um planejamento que considere a organização no tempo dos serviços de manutenção a serem realizados, sua periodicidade, a especificação de procedimentos, relação de materiais a serem adquiridos e utilizados, mão de obra necessária para a realização dos procedimentos e atribuição das responsabilidades ao longo do processo. Este programa funcionaria como uma diretriz a ser seguida indicando o que deve ser feito, quando e por quem. Uma lista preliminar dos itens (sistemas/elementos/componentes) de manutenção a serem realizados pode ser baseada na norma de manutenção [3] e nos casos identificados na pesquisa de campo já citada (Quadro 5). Para cada um dos itens faz se necessário o planejamento e levantamento das características dos itens de manutenção, da sua demanda de manutenção, mão de obra, custos e periodicidade. Como estas informações inicia se o processo de manutenção. O levantamento das características dos itens e a sua demanda de manutenção pode ser realizado através de inspeções com o uso de check lists que facilitam o levantamento das informações em campo. Definidos os itens devem ser elaborados os orçamentos envolvendo a mão de obra e o custo de suas atividades. Quanto à periodicidade podem ser usados os prazos de garantias indicados na norma de desempenho [3]. A mudança da manutenção corretiva para a preventiva demandará algum tempo e durante este período os dois tipos de manutenção deverão ocorrer em paralelo. Para a manutenção corretiva deverá ser realizado um processo para identificação de falhas a partir de inspeções previstas no programa de manutenção, bem como a partir de reclamações dos usuários, funcionários ou mesmo pela identificação de anomalias. A partir das falhas levantam se os procedimentos necessários para a sua solução no que diz respeito às suas causas bem como com relação aos serviços a serem realizados. Um exemplo de uma Metodologia de reparo de manchas de piso cerâmico pode ser visto no Quadro 6.

9 Quadro 5: Organização da manutenção Sistema Desratização e desinfecção Equipamentos de incêndio Equipamentos industrializados Iluminação de emergência Elementos/Componente Esquadrias Estrutural Fachada Impermeabilização Instalções elétricas Jardim Rejuntamento e vedações Revestimento parede Revestimento piso Revestimento teto Sistema de automação Sistema de cobertura Sistemas hidrossanitários Vidros e seus sistemas de fixação Sistema de proteção contra descargas atmosféricas Alumínio Ferro Lajes, vigas e pilares Tomadas, interruptores e pontos de luz Especiais (PVC, etc) Pedras Cerâmico Cimentado Especiais (PVC, textil, etc) Pedras Especiais (PVC, etc) Automação de portões Dados, informática, voz, telefonia, video, TV e segurança perimetral Bombas Caixas de esgoto, de gordura e de águas servidas Metais, acessórios e registros Ralos, grelhas, calhas e canaletas Reservatórios Tubulações

10 Quadro 6: Metodologia de reparo de manchas de piso cerâmico TIPO DE ANOMALIA Manchas METODOLOGIA DE REPARO PARA PISO CERÂMICO 1º Identificar a origem da mancha e elimina la; 2º Remover o máximo possível de material manchante da superfície; 3º Identificar e aplicar produto removedor da mancha conforme informado pelo fabricante. 4º Caso a mancha não consiga ser removida mediante estes procedimentos, provavelmente, ela será permanente. 5º Caso seja necessário, fazer a troca do revestimento cerâmico. 7 Considerações Finais A etapa de manutenção, no ciclo de vida da edificação é de extrema importância para o prolongamento da sua vida útil e seu bom desempenho. Ressalta se que o foco dos trabalhos deve ser a prevenção, através da realização da manutenção preventiva não esperando pela deterioração dos elementos construtivos para se iniciar uma ação de reparação. Embora esta estratégia de atuação ainda não seja prática comum nas UAPS analisadas faz se necessária a sua adoção de maneira que os benefícios por ela trazidos possam ser obtidos. As UAPS fazem parte da rede de assistência à saúde do município e estas edificações precisam estar em boas condições físicas de maneira a garantir um adequado atendimento à população que procura pelos serviços por elas oferecidos. Este trabalho, a partir de uma revisão bibliográfica e realização de entrevistas, estudou as UAPS para que pudessem ser estabelecidas diretrizes para uma a implantação e operacionalização da manutenção preventiva nas mesmas. Os resultados apontam para uma série de problemas oriundos da adaptação de edificações para finalidade diversa da inicialmente prevista bem como uma série de manifestações patológicas devido à deficiências na etapa de uso e manutenção. Sabe se que a gestão de espaços públicos envolve não somente aspectos técnicos mas também, sociais e políticos e as UAPS se inserem neste contexto e são influenciadas por estas questões. Porém, chamar a atenção para a importância de se considerar a manutenção, na etapa de desenvolvimento de um novo projeto ou adaptação de edificações existentes e mesmo, na etapa de uso manutenção faz se necessária a fim de se ter edificações em condições adequadas ao uso que se destina. Avaliações preliminares, realizadas junto aos profissionais responsáveis pela manutenção indicaram que a proposta poderá contribuir para uma melhor organização das atividades de gestão da manutenção e conseqüentemente para uma melhor qualidade dos espaços existentes nestas edificações. Referências [1] Ministério da Saúde. Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde. O SUS de A a Z garantindo saúde nos municípios. Brasilía: Ministério da saúde; 2009.

11 [2] Pereira P S. Programa de Manutenção de Edifícios para as Unidades de Atenção Primária à Saúde de Juiz de Fora. Dissertação (Mestrado em Ambiente Construído). Juiz de Fora: [3] Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 5674: Manutenção de Edifícios. Requisitos para o sistema de gestão de manutenção. Rio de Janeiro: [4] Gasparoli P, Scaltritti M. Inspections and Maintenance Programmes for the Conservation of Historic Architecture some Critical Issues Related to Degradation and Durability. In: Proceedings of the international conference durability of building materials and components. Porto: FEUP, [5] Helene P, Figueiredo E P. Manual de reparo, proteção e reforço de estruturas de concreto. São Paulo: Ed. Rehabilitar; [6] Succar B. Building information modeling framework: A research and delivery foundation for industry stakeholders. Automation in Construction 2009; 18: [7] SANCHES I D, FABRICIO M M. A importância do projeto na manutenção de HIS. In: Anais Simpósio Brasileiro de Gestão e Economia da Construção SIBRAGEC. João Pessoa: ANTAC, [8] Antunes G B S, Calmon J L. Manutenção de Edifícios: Importância no Projeto e Influência no Desempenho Segundo a Visão dos Projetistas. In: Anais CONPAT Assunción, Paraguai: [9] Pujadas F Z A. Inspeção Predial. Ferramentas de Avaliação da Manutenção. In: Anais XIV COBREAP Congresso Brasileiro de Engenharia de Avaliações e Perícias. Bahia: [10] Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR : Edifícios habitacionais de até cinco pavimentos. Desempenho. Parte 1. Rio de Janeiro: [11] Karman J et al. Manutenção hospitalar preditiva e preventiva. 1ed. São Paulo: Pini, [12] Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 14037: Manual de operação, uso e manutenção das edificações Conteúdo e recomendações para elaboração e apresentação. Rio de Janeiro, [13] ARCO Incorporadora. Grupo Promobarna. Manual do Proprietário Disponível em: <http://www.arcoincorporadora.com.br/hotsite/village/manual/manual%20do%20propr ietario.pdf>. Acesso em: out/2012. [14] Silva J A M. Gestão da Manutenção de Edifícios Análise de processos e especificação do sistema de suporte Dissertação (Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores). Coimbra, Portugal: [15] Sanches I D A. Gestão da manutenção em EHIS. Dissertação (Mestrado). São Carlos: [16] Hippert M A S, Paiva A F. Proposta de um plano de gestão de manutenção para as Unidades Básicas de Saúde de Juiz de Fora. Juiz de Fora: 2011 (Programa BIC UFJF). [17] Barbosa M T G, Ladeira R V M. Unidade de atendimento primária à saúde x patologias: realidade e perspectivas. In: Anais VII Congresso Internacional sobre Patologia e Reabilitação de Estruturas CINPAR. Fortaleza, [18] Hippert M A S, Moreira A C G. Proposta de um plano de gestão de manutenção para as Unidades Básicas de Saúde de Juiz de Fora. Juiz de Fora: 2011 (Programa Recém doutor UFJF).

MANUTENÇÃO CORRETIVA EM UNIDADES DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE NA CIDADE DE JUIZ DE FORA

MANUTENÇÃO CORRETIVA EM UNIDADES DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE NA CIDADE DE JUIZ DE FORA MANUTENÇÃO CORRETIVA EM UNIDADES DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE NA CIDADE DE JUIZ DE FORA Priscila Souza Pereira (1) ; Maria Aparecida Steinherz Hippert (2) ; José Gustavo Francis Abdalla (3) (1) Mestre em

Leia mais

Plano de Manutenção e Conservação de Edificações

Plano de Manutenção e Conservação de Edificações Plano de Manutenção e Conservação de Edificações PLANO DE MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DE EDIFICAÇÕES Apresentação Este plano, preparado pela União das Faculdades de Alta Floresta, mantenedora da Faculdade

Leia mais

Para o desenvolvimento dos trabalhos e elaboração do presente laudo, foram executados os seguintes passos:

Para o desenvolvimento dos trabalhos e elaboração do presente laudo, foram executados os seguintes passos: 1. PRELIMINARES 1.1 Objetivo Constitui objetivo do presente trabalho a constatação do estado de conservação do Apartamento n 82 do Edifício Vivien Tereza, situado à Rua Domingos de Moraes, nº 348, Vila

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO ORIENTATIVO PARA REVITALIZAÇÃO DOS CENTOS DE SAÚDE. Julho 2011 Revisão 02

RELATÓRIO TÉCNICO ORIENTATIVO PARA REVITALIZAÇÃO DOS CENTOS DE SAÚDE. Julho 2011 Revisão 02 RELATÓRIO TÉCNICO ORIENTATIVO PARA REVITALIZAÇÃO DOS CENTOS DE SAÚDE Julho 2011 Revisão 02 2 INTRODUÇÃO Os Centros de Saúde incluídos nesta categoria são unidades que foram construídas recentemente e que

Leia mais

PROJETO DE QUALIFICAÇÃO DA INFRAESTRUTURA DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE DE BELO HORIZONTE

PROJETO DE QUALIFICAÇÃO DA INFRAESTRUTURA DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE DE BELO HORIZONTE DOCUMENTO COMPLEMENTAR 05 PROJETO DE QUALIFICAÇÃO DA INFRAESTRUTURA DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE DE BELO HORIZONTE RELATÓRIO TÉCNICO ORIENTATIVO PARA REVITALIZAÇÃO DOS CENTROS DE SAÚDE ÍNDICE A. INTRODUÇÃO...

Leia mais

RELATÓRIO DE INSPEÇÃO PREDIAL

RELATÓRIO DE INSPEÇÃO PREDIAL RELATÓRIO DE INSPEÇÃO PREDIAL Agosto/2011 CONDOMÍNIO VISION Engº Claudio Eduardo Alves da Silva CREA nº: 0682580395 F o n e / F a x : ( 1 1 ) 2 6 5 1-5918 R. C e l. B e n to J o s é d e C a r v a lh o,

Leia mais

Verificar a estanqueidade da válvula de descarga, torneira automática e torneira A cada 5 anos. Limpar o crivo do chuveiro

Verificar a estanqueidade da válvula de descarga, torneira automática e torneira A cada 5 anos. Limpar o crivo do chuveiro TABELA DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA ITEM DESCRIÇÃO PERIODICIDADE Esquadrias de Alumínio Limpeza geral esquadria (zona urbana ou rural) 1 vez ao ano. Limpeza geral esquadria (zona marítima ou industrial) 1

Leia mais

ABNT NBR 15575 Edifícios habitacionais de até 5 (cinco) pavimentos Norma de Desempenho. Perícias judiciais

ABNT NBR 15575 Edifícios habitacionais de até 5 (cinco) pavimentos Norma de Desempenho. Perícias judiciais ABNT NBR 15575 Edifícios habitacionais de até 5 (cinco) pavimentos Norma de Desempenho Perícias judiciais IBAPE SP - AGOSTO 2011 1 NORMAS TÉCNICAS Zona de fronteira Direito Engenharia 2 Norma de Desempenho

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA COORDENADORIA DE MANUTENÇÃO LISTA DE VERIFICAÇÕES SERVIÇOS PREVENTIVOS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA COORDENADORIA DE MANUTENÇÃO LISTA DE VERIFICAÇÕES SERVIÇOS PREVENTIVOS LOCAL: SETOR/ENDEREÇO: PERÍODO: RESPONSÁVEL PELAS INFORMAÇÕES: LISTA DE VERIFICAÇÕES SERVIÇOS PREVENTIVOS SISTEMAS HIDROSSANITÁRIOS PERÍODICIDADE SERVIÇOS PREVENTIVOS STATUS SEMANA 01 DIÁRIO Verificação

Leia mais

ANÁLISE DAS PATOLOGIAS EXISTENTES NO CONJUNTO HABITACIONAL MONTE CARLO PRESIDENTE PRUDENTE

ANÁLISE DAS PATOLOGIAS EXISTENTES NO CONJUNTO HABITACIONAL MONTE CARLO PRESIDENTE PRUDENTE Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 187 ANÁLISE DAS PATOLOGIAS EXISTENTES NO CONJUNTO HABITACIONAL MONTE CARLO PRESIDENTE PRUDENTE Gabriella Fernandes

Leia mais

REVESTIMENTO CERÂMICOS

REVESTIMENTO CERÂMICOS SEMINÁRIOS DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS DE ENGENHARIA REALIZAÇÃO: IBAPE NACIONAL E IBAPE PR Dias 18 e 19 de setembro de 2014 Foz do Iguaçu-PR II Seminário Nacional de Perícias de Engenharia PERÍCIAS EM FACHADAS

Leia mais

PROPOSTA DE UM PLANO DE MANUTENÇÃO PREDIAL PREVENTIVA PARA UM EDIFICIO RESIDENCIAL.

PROPOSTA DE UM PLANO DE MANUTENÇÃO PREDIAL PREVENTIVA PARA UM EDIFICIO RESIDENCIAL. RESUMO PROPOSTA DE UM PLANO DE MANUTENÇÃO PREDIAL PREVENTIVA PARA UM EDIFICIO RESIDENCIAL. Rodrigo Miguel Campos (1), Alexandre Vargas (2). UNESC Universidade do Extremo Sul Catarinense (1)rodrigomcampos@unesc.net,

Leia mais

VAZAMENTOS E INFILTRAÇÕES

VAZAMENTOS E INFILTRAÇÕES VAZAMENTOS E INFILTRAÇÕES Um dos maiores inimigos das estruturas, tanto de concreto, aço ou madeira é a umidade, ela age no local por anos silenciosamente e quando damos conta lá está um enorme prejuízo

Leia mais

INCIDÊNCIAS PATOLÓGICAS EM FACHADAS E ÁREAS COMUNS DE EDIFICAÇÕES PARA ENSINO CASO DO CAMPUS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

INCIDÊNCIAS PATOLÓGICAS EM FACHADAS E ÁREAS COMUNS DE EDIFICAÇÕES PARA ENSINO CASO DO CAMPUS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ INCIDÊNCIAS PATOLÓGICAS EM FACHADAS E ÁREAS COMUNS DE EDIFICAÇÕES PARA ENSINO CASO DO CAMPUS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ RESUMO PADARATZ, Ivo J. (1); CANOVA, José A. (2); DE MORI, Luci M. (3);

Leia mais

Patologia em Revestimentos de Fachada

Patologia em Revestimentos de Fachada PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES Revestimentos de 1 Nome:Fernando Marques Ribeiro Matricula: 27667 Docente: Orlando Carlos B. Damin Artigo: Fonte: Editora: Ordem dos Engenheiros Região Norte / 2011 Autores: Ana

Leia mais

Prefeitura Municipal de Bom Despacho Estado de Minas Gerais Secretaria Municipal de Administração

Prefeitura Municipal de Bom Despacho Estado de Minas Gerais Secretaria Municipal de Administração 1. INTRODUÇÃO: Prefeitura Municipal de Bom Despacho Anexo V Laudo de Vistoria Predial Terminal Rodoviário de Passageiros de Bom Despacho O presente Laudo Técnico de Vistoria Predial foi solicitado pela

Leia mais

Reformas e manutenção. Engº Marcos Velletri Engº Ricardo Gonçalves. Realização:

Reformas e manutenção. Engº Marcos Velletri Engº Ricardo Gonçalves. Realização: Reformas e manutenção Engº Marcos Velletri Engº Ricardo Gonçalves Atualização da normalização nacional ABNT NBR 15575 DESEMPENHO DE EDIFICAÇÕES Eng. Ricardo S. F. Gonçalves ABNT NBR 15575:2013 NORMA DE

Leia mais

INSPEÇÃO PREDIAL: ESTUDO DE CASO DE UM EDIFÍCIO RESIDENCIAL, CRICIÚMA - SC

INSPEÇÃO PREDIAL: ESTUDO DE CASO DE UM EDIFÍCIO RESIDENCIAL, CRICIÚMA - SC RESUMO INSPEÇÃO PREDIAL: ESTUDO DE CASO DE UM EDIFÍCIO RESIDENCIAL, CRICIÚMA - SC Anderson dos Santos Costa (1), Evelise Chemale Zancan (2); UNESC Universidade do Extremo Sul Catarinense (1)andersoncric@hotmail.com.br,

Leia mais

INSPEÇÃO PREDIAL Eng Flávia Zoéga Andreatta Pujadas out/2008

INSPEÇÃO PREDIAL Eng Flávia Zoéga Andreatta Pujadas out/2008 INSPEÇÃO PREDIAL Eng Flávia Zoéga Andreatta Pujadas out/2008 INSPEÇÃ ÇÃO O PREDIAL Norma de Inspeção Predial 2007 IBAPE/SP É a avaliação isolada ou combinada das condições técnicas técnicas, de uso e de

Leia mais

Patologia em fachadas com revestimentos cerâmicos

Patologia em fachadas com revestimentos cerâmicos Manifestações patológicas na construção Patologia em fachadas com revestimentos cerâmicos Pathology on facades with ceramic coatings Galletto, Adriana (1); Andrello, José Mario (2) Mestre em Engenharia

Leia mais

Segurança em edificações existentes construídas há mais de 15 anos. Eng. Valdemir Romero

Segurança em edificações existentes construídas há mais de 15 anos. Eng. Valdemir Romero Segurança em edificações existentes construídas há mais de 15 anos Eng. Valdemir Romero Agenda Objetivos Ações propostas Justificativas Riscos Agenda Objetivos Ações propostas Justificativas Riscos Segurança

Leia mais

DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS A SEREM EXECUTADOS

DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS A SEREM EXECUTADOS Secretaria de Transportes, Obras e Urbanismo Departamento de Engenharia DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS A SEREM EXECUTADOS Obra: Conclusão das obras de melhoria da infraestrutura e revitalização do Parque Ambiental

Leia mais

QUALIDADE E DESEMPENHO: A CONTRIBUIÇÃO DO MANUAL DO USUÁRIO

QUALIDADE E DESEMPENHO: A CONTRIBUIÇÃO DO MANUAL DO USUÁRIO QUALIDADE E DESEMPENHO: A CONTRIBUIÇÃO DO MANUAL DO USUÁRIO HIPPERT, Maria Aparecida S. (1); MATTOS JR, Victor Hugo C. (2); CÂNDIDO, Lidiane R. (3) (1) Universidade Federal de Juiz de Fora, (32) 21023405,

Leia mais

RESPONSABILIDADE DA CONSTRUTORA E GARANTIA

RESPONSABILIDADE DA CONSTRUTORA E GARANTIA RESPONSABILIDADE DA CONSTRUTORA E GARANTIA A San Juan Empreendimentos Imobiliários Ltda responderá pelo prazo de 05 (cinco) anos a contar término da obra, pela solidez e segurança da edificação. Portanto,

Leia mais

Relatório de reforma. Edifício XXXXX

Relatório de reforma. Edifício XXXXX Laudo Relatório de reforma Edifício XXXXX Elaborado por: Luís Ricardo Pinheiro Lima Página 1 de 8 1. IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO PRESTADORA DO SERVIÇO (CONTRATADA) Empresa: Pinheiro Lima Engenharia Ltda.

Leia mais

ANEXO II - LAUDO DE VISTORIA. Vistoria realizada em: / / Responsável Técnico: IMOVEL: 1. Endereço:

ANEXO II - LAUDO DE VISTORIA. Vistoria realizada em: / / Responsável Técnico: IMOVEL: 1. Endereço: ANEXO II - LAUDO DE VISTORIA Vistoria realizada em: / / Responsável Técnico: CARACTERIZAÇÃO DO BEM IMOVEL: 1. Endereço: 2. Proteção legal: Tombamento Municipal Tombamento Estadual Tombamento Federal Preservado

Leia mais

Analise das normas: 1) ABNT NBR 5674 - Gestão da manutenção 2) ABNT NBR 12680 - Gestão das reformas. Ronaldo Sá Oliveira

Analise das normas: 1) ABNT NBR 5674 - Gestão da manutenção 2) ABNT NBR 12680 - Gestão das reformas. Ronaldo Sá Oliveira Analise das normas: 1) ABNT NBR 5674 - Gestão da manutenção 2) ABNT NBR 12680 - Gestão das reformas Ronaldo Sá Oliveira ABNT NBR 15575:2013 NORMA DE DESEMPENHO CE-02:140.02 INSPEÇÃO PREDIAL ABNT NBR 14037:2011

Leia mais

ESPAÇO CORPORATIVO SILVA BUENO - CSB 261

ESPAÇO CORPORATIVO SILVA BUENO - CSB 261 ESPAÇO CORPORATIVO SILVA BUENO - CSB 261 RELATÓRIO DE ANDAMENTO DAS OBRAS PERÍODO MAIO DE 2015 Andamento das obras no período Obras no Ático: Início da instalação de luminárias iniciado; Conclusão das

Leia mais

situação e ambiência códice AII - F01 - PF denominação Fazenda Todos os Santos localização Estrada Sacra Família do Tíngua, nº.

situação e ambiência códice AII - F01 - PF denominação Fazenda Todos os Santos localização Estrada Sacra Família do Tíngua, nº. Parceria: denominação Fazenda Todos os Santos códice AII - F01 - PF localização Estrada Sacra Família do Tíngua, nº. 300 Graminha município Engenheiro Paulo de Frontin época de construção século XIX estado

Leia mais

PLANO DE MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DE EDIFICAÇÕES DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE

PLANO DE MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DE EDIFICAÇÕES DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE PLANO DE MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DE EDIFICAÇÕES DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE 2010 PLANO DE MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DE EDIFICAÇÕES Apresentação Este plano, preparado pela União

Leia mais

NOVOS PACOTES DE ASSISTÊNCIA RESIDENCIAL - A partir de 16/06/2015

NOVOS PACOTES DE ASSISTÊNCIA RESIDENCIAL - A partir de 16/06/2015 NOVOS PACOTES DE ASSISTÊNCIA RESIDENCIAL - A partir de 16/06/2015 Para as contratações e renovações, a partir de 16/06/2015, os planos disponíveis serão: a) Serviço para casa (Plus Casa) Plus Casa Chaveiro

Leia mais

Coordenadoria de. Manutenção. Manual de Procedimentos Administrativos da Coordenadoria de Manutenção

Coordenadoria de. Manutenção. Manual de Procedimentos Administrativos da Coordenadoria de Manutenção Coordenadoria de Manutenção Manual de Procedimentos Administrativos da Coordenadoria de Manutenção Sumário 1. INTRODUÇÃO 3 2. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL E FUNCIONAL 3 3. ORGANOGRAMA: 3 4. ATRIBUIÇÕES E COMPETÊNCIAS

Leia mais

Má execução de obras de Engenharia com estudo de casos

Má execução de obras de Engenharia com estudo de casos Má execução de obras de Engenharia com estudo de casos Engª MsC Silvania Miranda do Amaral Engenheira Civil e de Segurança do Trabalho Especialista em Georreferenciamento Mestre em Engenharia Civil Má

Leia mais

PATOLOGIAS NOS SISTEMAS DE REVESTIMENTOS DE FACHADAS

PATOLOGIAS NOS SISTEMAS DE REVESTIMENTOS DE FACHADAS Setembro, 2009 PATOLOGIAS NOS SISTEMAS DE REVESTIMENTOS DE FACHADAS 1 O QUE NÃO QUEREMOS: O QUE NÃO QUEREMOS, MESMO!! 2 NUNCA!!!! JAMAIS! 3 NA MINHA OBRA NÃO! Fonte:FUMEC É CADA UMA... 4 JÁ? TÃO CEDO...

Leia mais

CICLO DE PALESTRAS OBRAS EM CONDOMÍNIOS: PRECAUÇÕES E RESPONSABILIDADES

CICLO DE PALESTRAS OBRAS EM CONDOMÍNIOS: PRECAUÇÕES E RESPONSABILIDADES CICLO DE PALESTRAS OBRAS EM CONDOMÍNIOS: PRECAUÇÕES E RESPONSABILIDADES INSPEÇÃO PREDIAL CHECK UP E PREVENÇÃO DE ACIDENTES IBAPE/SP Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo

Leia mais

NBR 16.280 - OBRAS NAS UNIDADES AUTÔNOMAS

NBR 16.280 - OBRAS NAS UNIDADES AUTÔNOMAS NBR 16.280 - OBRAS NAS UNIDADES AUTÔNOMAS Com a vigência da NBR 16.280, norma elaborada pela ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas, e cujo escopo foi tratado na Circular AABIC de 11/04/2014, os

Leia mais

GARANTIA. Introdução. Prezado Cliente,

GARANTIA. Introdução. Prezado Cliente, GARANTIA Introdução Prezado Cliente, Este Termo tem como objetivo lhe orientar sobre os prazos de garantia dos componentes e s de seu imóvel, e como solicitar a Assistência Técnica Venax Construtora. Os

Leia mais

LAUDO TÉCNICO DE INSPEÇÃO PREDIAL ENGENHARIA DIAGNÓSTICA

LAUDO TÉCNICO DE INSPEÇÃO PREDIAL ENGENHARIA DIAGNÓSTICA LAUDO TÉCNICO DE INSPEÇÃO PREDIAL ENGENHARIA DIAGNÓSTICA SUMÁRIO 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS 1.1 Dos dados 1.2 Identificação do imóvel 1.3 Tipologia 2. OBJETIVOS 2.1 Critérios utilizados 2.2 Nível de inspeção

Leia mais

INSPEÇÃO PREDIAL. Eng. Civil Flávia Zoéga Andreatta Pujadas archeo@uol.com.br

INSPEÇÃO PREDIAL. Eng. Civil Flávia Zoéga Andreatta Pujadas archeo@uol.com.br INSPEÇÃO PREDIAL Eng. Civil Flávia Zoéga Andreatta Pujadas archeo@uol.com.br INSPEÇÃO PREDIAL e sua EVOLUÇÃO 1º Inspeção Predial: Vistoria técnica da edificação para constatação das anomalias existentes

Leia mais

Vícios e Garantias. Responsabilidades na construção civil. Carlos Pinto Del Mar

Vícios e Garantias. Responsabilidades na construção civil. Carlos Pinto Del Mar Vícios e Garantias Responsabilidades na construção civil Carlos Pinto Del Mar 2014 Vícios Garantias (legal e contratual) Vida útil Manutenção Manuais ABNT NBR 15575 (Norma de Desempenho) 2013 - Carlos

Leia mais

AVALIAÇÃO DAS MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS DA UMIDADE DE EDIFICAÇÕES EM CIDADES DO VALE DO JEQUITINHONHA E MUCURI MG

AVALIAÇÃO DAS MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS DA UMIDADE DE EDIFICAÇÕES EM CIDADES DO VALE DO JEQUITINHONHA E MUCURI MG AVALIAÇÃO DAS MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS DA UMIDADE DE EDIFICAÇÕES EM CIDADES DO VALE DO JEQUITINHONHA E MUCURI MG Michele Batista Ramalho michelebatram@hotmail.com Rede de Ensino Doctum R. Gustavo Leonardo,

Leia mais

Papel do construtor e do incorporador para atendimento às garantias. Eng. Karina Haddad

Papel do construtor e do incorporador para atendimento às garantias. Eng. Karina Haddad Papel do construtor e do incorporador para atendimento às garantias Eng. Karina Haddad Normas ABNT e manuais do setor Normas ABNT ABNT NBR 15575 Norma de Desempenho (válida para os projetos aprovados a

Leia mais

Orçamento Projeto de Arquitetura

Orçamento Projeto de Arquitetura São Paulo, 19 de Outubro de 2012 Orçamento Projeto de Arquitetura Cliente Empreendimento De Alphaville Urbanismo S.A. Av. Nações Unidas, 8501, 9º Andar São Paulo, SP Alphaville Bauru Arq. Márton Gyuricza

Leia mais

Desenvolver o conhecimento da construção civil enfatizando as atividades referentes ao acabamento de edificações.

Desenvolver o conhecimento da construção civil enfatizando as atividades referentes ao acabamento de edificações. Detalhes da Disciplina Código ENG2333 Nome da Disciplina CONSTRUÇÃO CIVIL II Carga Horária 60 Créditos 4 As fases de obra fina da construção de um edifício. Instalações prediais na fase de acabamento.

Leia mais

Relatório de Vistoria de Patologias Prediais

Relatório de Vistoria de Patologias Prediais Campus Prof. João David Ferreira Lima CEP 88040-900 Trindade Florianópolis Santa Catarina Brasil 55 (048) 3721-5100 Relatório de Vistoria de Patologias Prediais Centro de Ciências Biológicas Bloco J, Bloco

Leia mais

Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia, Crea-BA RELATÓRIO VISTORIA Nº. 007/2012

Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia, Crea-BA RELATÓRIO VISTORIA Nº. 007/2012 , Crea-BA RELATÓRIO DE VISTORIA Nº. 007/2012 Salvador, 03 de abril de 2012. , Crea-BA RELATÓRIO DE VISTORIA 1 - SOLICITANTE: Vereadora Aladilce Souza Membro da Frente Parlamentar Mista em defesa de Itapuã,

Leia mais

VIMOS SOLICITAR A ANALISE DO PROJETO ARQUITETÔNICO TRATA-SE DE UM CONJUNTO RESIDENCIAL VERTICAL COM AS SEGUINTES CARACTERISTICAS:

VIMOS SOLICITAR A ANALISE DO PROJETO ARQUITETÔNICO TRATA-SE DE UM CONJUNTO RESIDENCIAL VERTICAL COM AS SEGUINTES CARACTERISTICAS: Á PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO LEOPOLDO EM ANEXO. VIMOS SOLICITAR A ANALISE DO PROJETO ARQUITETÔNICO TRATA-SE DE UM CONJUNTO RESIDENCIAL VERTICAL COM AS SEGUINTES CARACTERISTICAS: - 12 EDIFICIOS COM 10

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO O

MEMORIAL DESCRITIVO O MEMORIAL DESCRITIVO O presente memorial tem por objetivo estabelecer requisitos técnicos, definir materiais e padronizar os projetos e execuções da obra localizada na Rua Jorge Marcelino Coelho, s/n, Bairro

Leia mais

Residencial Recanto do Horizonte

Residencial Recanto do Horizonte MEMORIAL DESCRITIVO Residencial Recanto do Horizonte FUNDAÇÃO E ESTRUTURA As Fundações serão executadas de acordo com o projeto estrutural, elaborado de acordo com as normas técnicas pertinentes e baseadas

Leia mais

Imprensa Oficial da Estância de Atibaia Sábado, 7 de setembro de 2013 - nº 1524 - Ano XVII - Caderno C - Volume V de V

Imprensa Oficial da Estância de Atibaia Sábado, 7 de setembro de 2013 - nº 1524 - Ano XVII - Caderno C - Volume V de V Prefeitura da Estância de Atibaia 201 Comércio - Precário Definição: Edificações inacabadas, deficiências aparentes, construídas com tijolos ou blocos. Coberta de telha ou laje pré moldada sem acabamento,

Leia mais

Rua Dante Francisco Zattera, Quadra 4907, lote 14, Loteamento Cidade Nova II. Bairro Distrito Industrial Caxias do Sul RS

Rua Dante Francisco Zattera, Quadra 4907, lote 14, Loteamento Cidade Nova II. Bairro Distrito Industrial Caxias do Sul RS MEMORIAL DESCRITIVO: APRESENTAÇÃO DO EMPREENDIMENTO: LOCALIZAÇÃO: Rua Dante Francisco Zattera, Quadra 4907, lote 14, Loteamento Cidade Nova II. Bairro Distrito Industrial Caxias do Sul RS DESCRIÇÃO: Edifício

Leia mais

PERÍCIAS EM ENGENHARIA DE IMPERMEABILIZAÇÃO

PERÍCIAS EM ENGENHARIA DE IMPERMEABILIZAÇÃO PERÍCIAS EM ENGENHARIA DE IMPERMEABILIZAÇÃO JOÃO CASSIM JORDY (1); LUIZ CARLOS MENDES (2) (1) Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), Rua São Bento n.º 1, 12º andar, Rio de Janeiro, RJ, Brasil,

Leia mais

manual DE uso, OPERAÇÃO E manutenção DAS EDIFICAÇõES Orientações para Construtoras e Incorporadoras

manual DE uso, OPERAÇÃO E manutenção DAS EDIFICAÇõES Orientações para Construtoras e Incorporadoras manual DE uso, OPERAÇÃO E manutenção DAS EDIFICAÇõES Orientações para Construtoras e Incorporadoras O U T U B R O/2013 CENÁRIO fotografi a: Erivelton Viana A Câmara Brasileira da Indústria da Construção

Leia mais

LAUDO TÉCNICO DE INSPEÇÃO PREDIAL

LAUDO TÉCNICO DE INSPEÇÃO PREDIAL LAUDO TÉCNICO DE INSPEÇÃO PREDIAL Conselho Regional de Psicologia da 2 Região - CRP-02 I. INTRODUÇÃO: O presente Laudo Técnico de Inspeção Predial foi solicitado pelo Conselho Regional de Psicologia da

Leia mais

ANEXO II PLANILHA ORÇAMENTÁRIA

ANEXO II PLANILHA ORÇAMENTÁRIA ANEXO II PLANILHA ORÇAMENTÁRIA ITEM DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS QUANTIDADE UNIDADE PREÇO UNITÁRIO PREÇO TOTAL 1 Taxas e emolumentos 01 vb Placa da obra 01 vb Documentações técnicas da obra 01 vb Instalações

Leia mais

PAREDES EXTERNAS EM CONCRETO ARMADO MOLDADO IN LOCO COMO SOLUÇÃO PARA EDIFÍCIOS VERTICAIS

PAREDES EXTERNAS EM CONCRETO ARMADO MOLDADO IN LOCO COMO SOLUÇÃO PARA EDIFÍCIOS VERTICAIS I CONFERÊNCIA LATINO-AMERICANA DE CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL X ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO 18-21 julho 2004, São Paulo. ISBN 85-89478-08-4. PAREDES EXTERNAS EM CONCRETO ARMADO MOLDADO

Leia mais

Manutenção geral. Fazer teste de funcionamento e alternar os ventiladores d. Manutenção Geral dos sistemas, conforme instruções do fornecedor.

Manutenção geral. Fazer teste de funcionamento e alternar os ventiladores d. Manutenção Geral dos sistemas, conforme instruções do fornecedor. Anexo A (informativo) Modelo para a elaboração do programa de manutenção preventiva Formatado: Superior: 1,75 cm A.1 Sugestão das verificações para um edifício hipotético Este Anexo apresenta exemplos

Leia mais

A cobertura pode ser feita com telhas que podem ser metálicas, de barro ou ainda telhas asfálticas tipo shingle.

A cobertura pode ser feita com telhas que podem ser metálicas, de barro ou ainda telhas asfálticas tipo shingle. CONCEITO Light (LSF estrutura em aço leve) é um sistema construtivo racional e industrial. Seus principais componentes são perfis de aço galvanizado dobrados a frio, utilizados para formar painéis estruturais

Leia mais

II SEMINÁRIO DE ENGENHARIA DIAGNÓSTICA EM EDIFICAÇÕES

II SEMINÁRIO DE ENGENHARIA DIAGNÓSTICA EM EDIFICAÇÕES Painel 2 VISTORIAS E INSPEÇÕES PREDIAIS SEGURANÇA DAS ESTRUTURAS DAS EDIFICAÇÕES 01 1. RAZÕES PARA AS VISTORIA 1. DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS TÉCNICOS DE INSPEÇÕES 3. PROCEDIMENTOS PREVENTIVOS

Leia mais

ENDEREÇO: Estrada de Itapecerica Nº 2.100.

ENDEREÇO: Estrada de Itapecerica Nº 2.100. PARECER TÉCNICO DAS ANOMALIAS ENCONTRADAS NA EDIFICAÇÃO DE GARANTIA POR PARTE DA CONSTRUTORA. 1ªPARTE TORRES 1 a 3. CONDOMÍNIO: Brink Condomínio Clube. ENDEREÇO: Estrada de Itapecerica Nº 2.100. CIDADE/UF:

Leia mais

NORMA PARA PROCEDIMENTOS TÉCNICOS DE ENTREGA E RECEBIMENTO DE OBRAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL

NORMA PARA PROCEDIMENTOS TÉCNICOS DE ENTREGA E RECEBIMENTO DE OBRAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL NORMA PARA PROCEDIMENTOS TÉCNICOS DE ENTREGA E RECEBIMENTO DE OBRAS DA CONSTRUÇÃO CIVIL NORMA PARA PROCEDIMENTOS TÉCNICOS DE ENTREGA E RECEBIMENTO DE OBRAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL COORDENAÇÃO: Octavio Galvão

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO. Residencial Nihal Rua Aragão Bozano, 131 Lotes 2, Quadra 57, Torres, RS

MEMORIAL DESCRITIVO. Residencial Nihal Rua Aragão Bozano, 131 Lotes 2, Quadra 57, Torres, RS MEMORIAL DESCRITIVO Residencial Nihal Rua Aragão Bozano, 131 Lotes 2, Quadra 57, Torres, RS 1. LOCALIZAÇÃO: O empreendimento localiza-se à Rua Aragão Bozano,131 Lotes 2, Quadra 57, Praia Grande, Torres/RS.

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO/TÉCNICO

MEMORIAL DESCRITIVO/TÉCNICO MEMORIAL DESCRITIVO/TÉCNICO PROPRIETÁRIO: Prefeitura Municipal de Carmo de Minas. ENDEREÇO: Rua Luiz Gomes, nº. 150, Bairro: Centro, CEP: 37472-000. CNPJ: 18.188.243/0001-60. ENDEREÇO DA OBRA: Rua Euclides

Leia mais

PROGRAMA HABITACIONAL NOVO PRODUTO

PROGRAMA HABITACIONAL NOVO PRODUTO PROGRAMA HABITACIONAL NOVO PRODUTO Produto Aquisição de empreendimentos habitacionais na planta Sem custos de comercialização para o construtor Recursos do Fundo do Novo Programa Habitacional Público Alvo:

Leia mais

PERÍCIA DE INFILTRAÇÃO EM BANHEIRO DE EDIFÍCIO

PERÍCIA DE INFILTRAÇÃO EM BANHEIRO DE EDIFÍCIO PERÍCIA DE INFILTRAÇÃO EM BANHEIRO DE EDIFÍCIO JOÃO CASSIM JORDY (1) (1) Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), Rua São Bento nº 1, 16º andar, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, e-mail: jordy@inpi.gov.br

Leia mais

ENGº DANIEL GARCIA DE GARCIA LAUDO DE VISTORIA TÉCNICA - FORO DA COMARCA PELOTAS

ENGº DANIEL GARCIA DE GARCIA LAUDO DE VISTORIA TÉCNICA - FORO DA COMARCA PELOTAS ENGº DANIEL GARCIA DE GARCIA LAUDO DE VISTORIA TÉCNICA - FORO DA COMARCA PELOTAS PORTO ALEGRE MARÇO DE 2013 DADOS DO SERVIÇO: Cliente: DEAM - TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL FORO DA

Leia mais

MANUAL DO LOCATÁRIO. Guia ilustrado com tudo sobre a sua nova locação

MANUAL DO LOCATÁRIO. Guia ilustrado com tudo sobre a sua nova locação MANUAL DO LOCATÁRIO Guia ilustrado com tudo sobre a sua nova locação TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE SEU NOVO LAR VISTORIA E OCUPAÇÃO MANUTENÇÕES E BENFEITORIAS PAGAMENTO E REAJUSTE DESOCUPAÇÃO DO

Leia mais

RECEBIMENTO DE OBRA. Eng. Civil Flávia Zoéga Andreatta Pujadas Presidente do IBAPE/SP gestão 2014/2015 archeo@uol.com.br. IBAPE/SP www.ibape-sp.org.

RECEBIMENTO DE OBRA. Eng. Civil Flávia Zoéga Andreatta Pujadas Presidente do IBAPE/SP gestão 2014/2015 archeo@uol.com.br. IBAPE/SP www.ibape-sp.org. RECEBIMENTO DE OBRA Eng. Civil Flávia Zoéga Andreatta Pujadas Presidente do IBAPE/SP gestão 2014/2015 archeo@uol.com.br Inspeção Predial Eng. Civil Flávia Zoéga Andreatta Pujadas Presidente do IBAPE/SP

Leia mais

Regras, Coberturas e Serviços Assistência Casa

Regras, Coberturas e Serviços Assistência Casa Regras, Coberturas e Serviços Assistência Casa - 1 - Assistência 24h residencial para execução de reparos emergenciais, como: hidráulica, elétrica, desentupimento, chaveiro, quebra-galho e conexão telefônica

Leia mais

Norma de Desempenho. Conceitos e Histórico NBR 15575:2013

Norma de Desempenho. Conceitos e Histórico NBR 15575:2013 NBR 15575:2013 Eng Roberto Gonçalves Dias Conceitos e Histórico Conceito de : Origem na exigências de segurança estrutural na Segunda Guerra Mundial Evolução nos Congressos da Construção Civil em 1962

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTOS Mod.: 00.76 Folha Timbrada Revisão 01 Mar/2011

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTOS Mod.: 00.76 Folha Timbrada Revisão 01 Mar/2011 ORÇAMENTO C/BDI Itens Descrição dos Serviços Unid. Quant. 1. DEMOLIÇÕES Preço Unitário R$ Preço Total R$ 1.1 De paredes de tijolos m³ 20 60,66 1.213,20 1.2 De alvenaria de pedra m³ 5 70,16 350,80 1.3 De

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO SUBSTITUIÇÃO DA COBERTURA DA CASA DE PASSAGEM DO MUNICÍPIO DE CAÇADOR

MEMORIAL DESCRITIVO SUBSTITUIÇÃO DA COBERTURA DA CASA DE PASSAGEM DO MUNICÍPIO DE CAÇADOR MEMORIAL DESCRITIVO SUBSTITUIÇÃO DA COBERTURA DA CASA DE PASSAGEM DO MUNICÍPIO DE CAÇADOR 1 SUMÁRIO SUMÁRIO 2 MEMORIAL DESCRITIVO 3 I. DADOS FÍSICOS LEGAIS 3 II. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 3 III. SERVIÇOS

Leia mais

NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 16280. Reforma em edificações - Sistema de gestão de reformas - Requisitos PRIMEIRA EDIÇÃO 18/03/2014

NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 16280. Reforma em edificações - Sistema de gestão de reformas - Requisitos PRIMEIRA EDIÇÃO 18/03/2014 NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 16280 PRIMEIRA EDIÇÃO 18/03/2014 VÁLIDA A PARTIR DE 18/04/2014 Reforma em edificações - Sistema de gestão de reformas - Requisitos Prefácio Introdução 1 Escopo 2 Referências 3

Leia mais

Quadra 5 Piscina x x x Ver tabela 6 Solidez/ Segurança x Ver tabela da Edificação 3

Quadra 5 Piscina x x x Ver tabela 6 Solidez/ Segurança x Ver tabela da Edificação 3 Sistema 6 meses 1 ano 2 anos 3 anos 5 anos Observações Esquadrias de x x x Ver tabela Alumínio 3 Esquadrias de x Ver tabela Madeira 3 Esquadrias de x Ver tabela Ferro 3 Revestimentos x x x Ver tabela de

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AMBIENTE CONSTRUÍDO PRISCILA SOUZA PEREIRA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AMBIENTE CONSTRUÍDO PRISCILA SOUZA PEREIRA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AMBIENTE CONSTRUÍDO PRISCILA SOUZA PEREIRA PROGRAMA DE MANUTENÇÃO DE EDIFÍCIOS PARA AS UNIDADES DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE DA CIDADE DE

Leia mais

RESIDENCIAL MIRANTE DO PARQUE

RESIDENCIAL MIRANTE DO PARQUE RESIDENCIAL MIRANTE DO PARQUE 1 Estrutura Acabamento externo: TORRE 5 100% executado 98% executado - Revestimento fachada; 100% concluído - Aplicação de textura; 100% concluído - Execução do telhado; 100%

Leia mais

Copiar padrão ABNT. NBR 5674 - Manutenção de edificações Requisitos para o sistema de gestão de manutenção

Copiar padrão ABNT. NBR 5674 - Manutenção de edificações Requisitos para o sistema de gestão de manutenção Sumário Prefácio Introdução 1. Escopo 2. Referências normativas 3. Definições 3.1 Edificação 3.2 Serviço de manutenção 3.3 Sistema de manutenção 3.4 Previsão orçamentária 4. Requisitos para um sistema

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO DA OBRA (Versão resumida)

MEMORIAL DESCRITIVO DA OBRA (Versão resumida) MEMORIAL DESCRITIVO DA OBRA (Versão resumida) TAMANHO E DEPENDÊNCIAS DO IMÓVEL Definido com o Corretor de Imóveis da negociação em conjunto com nosso Escritório de Arquitetura parceiro: FRAN Arquitetura

Leia mais

OBRA: EDIFÍCIO RESIDENCIAL MIRABELLO LOCALIZAÇÃO: Coronel Luiz Caldeira, Itacorubi, Florianópolis/SC. EMPRESA: BEO CONSTRUÇÕES LTDA.

OBRA: EDIFÍCIO RESIDENCIAL MIRABELLO LOCALIZAÇÃO: Coronel Luiz Caldeira, Itacorubi, Florianópolis/SC. EMPRESA: BEO CONSTRUÇÕES LTDA. MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÕES OBRA: EDIFÍCIO RESIDENCIAL MIRABELLO LOCALIZAÇÃO: Coronel Luiz Caldeira, Itacorubi, Florianópolis/SC. EMPRESA: BEO CONSTRUÇÕES LTDA. ÍNDICE: 1. Características 2. Serviços

Leia mais

TOMADA DE PREÇO IIRS Nº 002/09-TP

TOMADA DE PREÇO IIRS Nº 002/09-TP TOMADA DE PREÇO IIRS Nº 002/09-TP COMUNICADO Nº 02 Segue respostas de esclarecimentos feitos por diversas empresas NOTA: TODOS OS COMUNICADOS FAZEM INTEGRAM O EDITA IIRS Nº 002/09 - TP 1 - Pergunta: Não

Leia mais

LEI Nº 1822, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2014. Revoga o Anexo I, e altera os Anexos II e III da Lei Municipal n 1.215/2009, e dá outras providências.

LEI Nº 1822, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2014. Revoga o Anexo I, e altera os Anexos II e III da Lei Municipal n 1.215/2009, e dá outras providências. LEI Nº 1822, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2014. Revoga o Anexo I, e altera os Anexos II e III da Lei Municipal n 1.215/2009, e dá outras providências. O Sr. Adriano Xavier Pivetta, Prefeito de Nova Mutum, Estado

Leia mais

4.2. Instalação de água: Já existe ramal de ligação do concessionário autorizado (CORSAN) até a edificação.

4.2. Instalação de água: Já existe ramal de ligação do concessionário autorizado (CORSAN) até a edificação. MEMORIAL DESCRITIVO Proprietário (a): PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO MIGUEL DAS MISSÕES; Obra: Projeto Arquitetônico de Reforma do Centro Administrativo; Cadastro Matrícula: Local: Rua 29 de Abril, nº 165

Leia mais

IMPORTÂNCIA DA MANUTENÇÃO PREDIAL PREVENTIVA. Hildebrando Fernandes Rocha CEFETRN. hildebrandofer@yahoo.com.br

IMPORTÂNCIA DA MANUTENÇÃO PREDIAL PREVENTIVA. Hildebrando Fernandes Rocha CEFETRN. hildebrandofer@yahoo.com.br IMPORTÂNCIA DA MANUTENÇÃO PREDIAL PREVENTIVA Hildebrando Fernandes Rocha CEFETRN. hildebrandofer@yahoo.com.br RESUMO As construções prediais estão em grande número em basicamente todas as partes do país.

Leia mais

Memorial Descritivo de Cliente

Memorial Descritivo de Cliente 1. DESCRIÇÃO DO EMPREENDIMENTO O empreendimento Residencial Peres será construído em um terreno situado na Av. Comendador Pedro Facchini, Centro, Lindóia. Será composto por 26 casas residenciais, sendo

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ÂNGELO MEMORIAL DESCRITIVO

PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ÂNGELO MEMORIAL DESCRITIVO PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ÂNGELO MEMORIAL DESCRITIVO Ampliação E.M.E.I. Manoel dos Santos Ribeiro Bairro José Alcebíades de Oliveira GENERALIDADES Execução por Empreitada Global O presente memorial

Leia mais

EQUIPE PROJETOS CONSTRUÇÕES LTDA

EQUIPE PROJETOS CONSTRUÇÕES LTDA CONSTRUÇÃO E INCORPORAÇÃO EQUIPE PROJETOS CONSTRUÇÕES LTDA INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE O EMPREENDIMENTO Nome: Endereço: Porto Oceânico Rua "C", Lote 13, Quadra 28, Lot. Cidade Balneária de Itaipu, Itaipu,

Leia mais

RESIDENCIAL MIRANTE DO PARQUE

RESIDENCIAL MIRANTE DO PARQUE RESIDENCIAL MIRANTE DO PARQUE 1 Estrutura Acabamento externo SUMÁRIO DO PROJETO TORRE 5: 100% executado 95% executado - Revestimento fachada; - 100% concluído - Aplicação de textura; - 95% concluído -

Leia mais

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE CANOINHAS SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE CANOINHAS SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO MEMORIAL DESCRITIVO Reforma Unidade de Saúde de Campo da Água Verde Local: Campo da Água Verde Canoinhas/SC CANOINHAS-SC ABRIL / 2014 SERVIÇOS PRELIMINARES E GERAIS... Este Memorial Descritivo tem a função

Leia mais

Placa de obra: Haverá a colocação em local visível de placa de obra, metálica, fixada em estrutura de madeira, conforme padrão fornecido SOP.

Placa de obra: Haverá a colocação em local visível de placa de obra, metálica, fixada em estrutura de madeira, conforme padrão fornecido SOP. MEMORIAL DESCRITIVO RECONSTRUÇÃO DO ALBERGUE JUNTO AO PRESIDIO ESTADUAL DE VACARIA RS. VACARIA RS. GENERALIDADES: Este Memorial Descritivo tem a função de propiciar a perfeita compreensão do projeto e

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa LEI Nº 11.052, DE 12 DE DEZEMBRO DE 1997. (atualizada até a Lei nº 11.294, de 29 de dezembro de 1998) Cria cargos

Leia mais

Sergio Luiz Mocarzel - Engenheiro Civil CREA 1982102452 RJ

Sergio Luiz Mocarzel - Engenheiro Civil CREA 1982102452 RJ Sergio Luiz Mocarzel, Engenheiro civil, portador da carteira do CREA- RJ 1982102452, vem por intermédio desta apresentar o Laudo de Vistoria da proposta 09/12/2014 e contratado em 15/02/2015. LAUDO DE

Leia mais

Eng. Paulo Sanchez Diretor da Sinco Engenharia Ltda. Caso Sinco na Implantação do BIM

Eng. Paulo Sanchez Diretor da Sinco Engenharia Ltda. Caso Sinco na Implantação do BIM Eng. Paulo Sanchez Diretor da Sinco Engenharia Ltda. Caso Sinco na Implantação do BIM BIM SINCO IMPLANTAÇÃO BIM CASOS DE SUCESSO SINCO BIM PROCESSO INTEGRADO Sinco Empresa 26 Anos no mercado da construção

Leia mais

Anexo I-A: Serviços de reforma no alojamento de menores da P. J. de Samambaia

Anexo I-A: Serviços de reforma no alojamento de menores da P. J. de Samambaia Serviços de reforma no alojamento de menores da P. J. de Samambaia MEMORIAL DESCRITIVO Anexo I-A: Serviços de reforma no alojamento de menores da P. J. de Samambaia Sumário 1.Considerações gerais...1 2.Serviços

Leia mais

Deliberação da Indicação de Administração Condominial da Mérito Consultoria de Imóveis S.C. Ltda

Deliberação da Indicação de Administração Condominial da Mérito Consultoria de Imóveis S.C. Ltda Apresentação Institucional da Construtora Tarjab e da Incorporadora Meritor; Apresentação Geral do Empreendimento; Informações sobre o status do Processo de Vistoria das Unidades e Área Comum; Deliberação

Leia mais

PLANO DE DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO LABORATÓRIO REGIONAL DE ENGENHARIA CIVIL 2014 MARÇO ABRIL MAIO JUNHO

PLANO DE DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO LABORATÓRIO REGIONAL DE ENGENHARIA CIVIL 2014 MARÇO ABRIL MAIO JUNHO MARÇO Curso: Projeto Geotécnico de Acordo com os Euro códigos Data: 10 a 14 de Março de 2014 Presencial: 250 Via internet: 200 ABRIL Curso: Reabilitação Não-Estrutural de Edifícios Data: 29 a 30 de Abril

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA SOLICITAÇÃO DE MODIFICAÇÕES EM APARTAMENTOS

PROCEDIMENTOS PARA SOLICITAÇÃO DE MODIFICAÇÕES EM APARTAMENTOS PROCEDIMENTOS PARA SOLICITAÇÃO DE MODIFICAÇÕES EM APARTAMENTOS Para solicitar modificações nos apartamentos, o cliente deverá vir até a empresa em horário comercial no setor de Projetos com sua carta de

Leia mais

Intervenção em Bens Culturais. Centro de Ensino Superior do Amapá (CEAP) Prof.: Msc. Dinah Tutyia

Intervenção em Bens Culturais. Centro de Ensino Superior do Amapá (CEAP) Prof.: Msc. Dinah Tutyia Intervenção em Bens Culturais Edificados Centro de Ensino Superior do Amapá (CEAP) Prof.: Msc. Dinah Tutyia O QUE É UM PROJETO DE INTERVENÇÃO NO PATRIMÔNIO EDIFICADO? Compreende-se por Projeto de Intervenção

Leia mais

1 Introdução. antes de mudar

1 Introdução. antes de mudar Introdução 1 Introdução antes de mudar Recebendo as chaves do imóvel, o proprietário deverá providenciar junto as concessionárias, as ligações de alguns serviços indispensáveis ao funcionamento de sua

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE Nome/Nº RE.PRO.023. Memorial Descritivo (7.3.2)

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE Nome/Nº RE.PRO.023. Memorial Descritivo (7.3.2) MEMORIAL DESCRITIVO COMERCIAL RESIDENCIAL MAHARA Rua Vinte e Quatro de Outubro, 67. Pág. 1 / 8 1 GENERALIDADES E DISPOSIÇÕES GERAIS O presente memorial descritivo tem por objetivo especificar o tipo, qualidade

Leia mais