ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa"

Transcrição

1 ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa RESOLUÇÃO DE MESA Nº 839/2008 (publicada no DOAL nº 9263, de 28 de maio de 2008) Dispõe sobre as normas e procedimentos relativos aos recursos de informática, no âmbito da Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. A MESA DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, no uso de suas atribuições, RESOLVE: Art. 1.º Os recursos de informática da Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul atenderão ao estrito interesse de suas atividades e respeitarão os princípios de igualdade entre os usuários e universalização de acesso, atendendo às normas, aos critérios e aos fluxos estabelecidos na presente Resolução de Mesa. CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES Art. 2.º Para os fins desta Resolução de Mesa, serão adotadas as seguintes definições: I - Recursos de Informática: todos os equipamentos de informática, seus serviços, sistemas, conexões utilizadas, bem como dados e informações gerados e manipulados através dos computadores da Assembléia Legislativa, produzidos internamente, adquiridos e/ou autorizados; II - Usuário: qualquer servidor, Deputado da Assembléia Legislativa, estagiário, funcionário de empresa contratada ou auditor de outros órgãos da administração pública em caráter temporário devidamente identificado por um nome de rede ("login") e uma senha de uso exclusivo para acesso aos recursos de informática; III - Usuário eventual: qualquer cidadão não vinculado ao quadro funcional da Assembléia Legislativa, que, por motivos específicos e em caráter temporário, necessite de acesso restrito a algum dos recursos de informática da Casa; IV - Locais: os espaços físicos onde os usuários exercem suas atividades; V - Equipamento de Informática: todo e qualquer dispositivo de processamento e seus acessórios, incluindo microcomputadores, seus componentes, impressoras, "scanners", "switches", roteadores, etc.; VI - Sistemas de informática: todos os programas que são executados tanto nos servidores de rede como nas estações de trabalho dos usuários da Assembléia Legislativa devidamente licenciados e homologados pelo Departamento de Sistemas e Informática - DSI; VII - Aplicativos e Sistemas Homologados: Todo aplicativo com licença comercial, devidamente adquirido pela Assembléia Legislativa do RS, através do DSI e todo aplicativo com licença GPL (software livre), desde que analisado pela equipe técnica do DSI e atestado como compatível ao ambiente informatizado da ALRS; 1

2 VIII - Rede local: todo ambiente de rede interna ao complexo de prédios da Assembléia Legislativa, sendo composto de equipamentos de conexão e meios de conexão, que poderão ser cabos ou conexões sem fio; IX - Internet: designação genérica para a conexão entre diversas redes ao redor do mundo, cujo serviço mais conhecido é o acesso a sites WEB ("world wide web") através de navegadores ("browsers"); X - Intranet: designação para acesso a informações e sistemas internos da Assembléia Legislativa através do acesso WEB; XI - Correio eletrônico: serviço de troca de mensagens entre usuários, composto por programas de computador e servidores de rede, responsáveis pelo recebimento e envio de mensagens; XII - Espaço de armazenamento: conjunto de pastas disponibilizado em equipamentos servidores de rede nos quais o usuário pode salvar informações de trabalho; XIII - Correio eletrônico corporativo: é o sistema de correio eletrônico fornecido pela Assembléia Legislativa e identificado pelo sufixo CAPITULO II DOS USUÁRIOS Art. 3.º O cadastramento de usuários será procedido pelo DSI, a partir de solicitação efetuada pelo responsável do local. 1.º As permissões de acesso serão definidas pela chefia, de acordo com a necessidade de serviço, sendo o acesso concedido somente aos recursos e sistemas necessários para a sua consecução; 2.º O DSI efetuará o cancelamento imediato de todas as permissões de acesso do usuário, quando ato administrativo publicado no Diário Oficial da Assembléia Legislativa produzir o seu afastamento definitivo do Quadro de Pessoal. 3.º As mudanças de setor ou atribuições dos usuários, bem como os casos de afastamento definitivo não decorrentes de atos publicados no Diário Oficial da Assembléia Legislativa, deverão ser comunicados ao DSI pelo responsável do local. 4.º O DSI consultará periodicamente o Departamento de Recursos Humanos com o objetivo de manter atualizada a situação dos usuários, quanto ao seu exercício efetivo nesta Casa, e providenciará os ajustes necessários. Art. 4.º Todas as solicitações e comunicados referidos no art. 3.º devem ser feitos por escrito, através de formulário eletrônico na intranet, correio eletrônico corporativo ou memorando, com o local e respectivo responsável devidamente identificados. Art. 5.º Ao receber seu "login" e senha, o usuário assinará o Termo de Compromisso de Utilização dos Recursos de Informática, constante no Anexo Único da presente Resolução de Mesa, atestando estar ciente das normas estabelecidas, que estarão disponíveis na intranet. Art. 6.º Cabe aos responsáveis pelos locais orientar e supervisionar seus subordinados, promovendo a adequada utilização dos recursos de informática. 2

3 Parágrafo único. Constatado o uso inadequado ou indevido, a ocorrência deverá ser imediatamente comunicada à Administração da Assembléia Legislativa, para as providências cabíveis. CAPÍTULO III DO ATENDIMENTO E SUPORTE Art. 7.º O DSI manterá o serviço de atendimento centralizado para esclarecimento de dúvidas, chamados de suporte e manutenção aos usuários. Art. 8.º O horário padrão para atendimento de ocorrências de suporte de informática é das 8 horas e 30 minutos as 18 horas e 30 minutos, salvo prévio agendamento junto à diretoria do DSI para atividades de cunho institucional. Art. 9.º Todo e qualquer atendimento de suporte será registrado em sistema informatizado e somente poderá ser prestado aos equipamentos patrimoniados e aos aplicativos e sistemas homologados pelo Departamento de Sistemas e Informática. Art. 10. O DSI realizará manutenções corretivas e preventivas na infra-estrutura de informática, mediante prévio agendamento e ampla divulgação. CAPÍTULO IV DO EMPRÉSTIMO E MONTAGEM DE EQUIPAMENTOS PARA EVENTOS Art. 11. O DSI fornecerá equipamentos "datashow", "notebooks" e telões para a realização de eventos internos e externos às dependências da Assembléia Legislativa. 1.º Os equipamentos são fornecidos mediante agendamento por ordem de solicitação e preenchimento de termo de responsabilidade de utilização por funcionário devidamente identificado, ficando a solicitação condicionada à disponibilidade dos equipamentos. 2.º A Superintendência Administrativa e Financeira - SAF deverá autorizar previamente o empréstimo de equipamentos para utilização em eventos externos às dependências da Assembléia Legislativa. 3.º No caso de eventos ocorridos nas dependências da Assembléia Legislativa, a montagem e teste dos equipamentos será realizada pelo DSI no período de segunda a sexta-feira, das 8 horas e 30 minutos as 18 horas e 15 minutos. 4.º No caso de eventos realizados nas dependências da Assembléia Legislativa que se estenderem após o horário das 18 horas e 30 minutos, os equipamentos fornecidos ficarão sob a guarda do responsável, devendo ser devolvidos ao DSI no próximo dia útil. 5.º A operação e/ou assistência às apresentações durante o evento será de responsabilidade do solicitante, salvo eventos institucionais promovidos pela Presidência, ocorridos em horário de expediente, em que o DSI oferecerá operação e/ou assistência, desde que anteriormente solicitado por memorando ou correio eletrônico corporativo. 3

4 CAPÍTULO V DA INFRA-ESTRUTURA DE CABEAMENTO DE REDE Art. 12. A infra-estrutura de cabeamento de rede consiste no conjunto de recursos necessários para levar ao usuário pontos de acesso à rede de computadores (lógica), de energia elétrica estabilizada e rede de vídeo analógico (canais de TV). Art. 13. Qualquer solicitação de alteração da disposição física dos pontos de acesso ou instalação de novos, deverá ser encaminhada pelo responsável do local ao DSI, através de correio eletrônico corporativo, memorando ou formulário eletrônico na intranet.". 1.º Recebida a solicitação a que se refere o "caput" e aberta a respectiva Ordem de Serviço, o DSI realizará estudo técnico propondo a melhor solução possível, considerando os padrões utilizados e o impacto na infra-estrutura da Casa. 2.º Os custos decorrentes da solução proposta serão estimados e enviados, via correio eletrônico corporativo, ao solicitante, que deverá encaminhar o orçamento à SAF, requerendo autorização para a execução do serviço. 3. Os valores referentes ao serviço realizado e os materiais utilizados serão debitados da cota do local, através do sistema de cotas, quando ocorrer o encerramento do serviço. As mudanças ocasionadas por razões institucionais, tais como troca de legislatura, troca de função, mudança de local e acréscimo de estrutura, deverão passar pela análise da Superintendência Administrativa e Financeira, podendo ter seu débito realizado na cota institucional. 4.º No caso da impossibilidade de débito no sistema de cotas por insuficiência de saldo, o valor será debitado no primeiro dia útil do mês seguinte. Art. 14. O acesso à rede sem fio de computadores, nas áreas de cobertura, deverá ser solicitado ao DSI, que efetuará avaliação técnica para a execução do serviço. Art. 15. É proibida a utilização da rede estabilizada de energia elétrica para a conexão de qualquer equipamento que não seja integrante do sistema informatizado da Assembléia Legislativa. Parágrafo único. A vedação prevista no "caput" inclui equipamentos que emitam sinal de rádio, tais como Pontos de Acesso ("Access Points") e telefones sem fio de qualquer freqüência. CAPÍTULO VI DO USO DOS EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA E SOFTWARES Art. 16. A distribuição de equipamentos de informática para a área Administrativa e Parlamentar será determinada pela SAF, de acordo com a necessidade de cada Departamento, Coordenadoria, Gabinete e Comissão Técnica e considerando a disponibilidade de recursos de informática, tais como, computadores, pontos de rede lógica e capacidade da rede elétrica estabilizada, etc. 4

5 Art. 17. Compete ao DSI a preparação, instalação, desinstalação e movimentação dos equipamentos de informática da Assembléia Legislativa. Art. 18. Compete ao usuário zelar pela integridade física dos equipamentos de informática colocados à sua disposição, evitando submetê-los a condições de risco, mantendo os afastados de líquidos, alimentos ou qualquer material ou utensílio que possa danificálos,devendo comunicar imediatamente ao DSI qualquer anormalidade ou defeito. Art. 19. Compete ao DSI realizar, de forma periódica e sempre que necessário, auditoria nos equipamentos de propriedade da Assembléia Legislativa visando manter o controle sobre os ativos de informática (inventário de "hardware" e "software"), bem como a manutenção da segurança da Rede; Art. 20. A utilização dos equipamentos de informática e "softwares" deve limitar-se exclusivamente às atividades parlamentares ou de apoio administrativo. Art. 21. Fica proibida a instalação de equipamentos ou "softwares" de propriedade particular na rede interna da Assembléia Legislativa, salvo autorização expressa da Superintendência Administrativa e Financeira. Parágrafo único. Os equipamentos de propriedade particular em desacordo com estas normas permanecem em atividade até que se possa substituí-los por equipamentos da ALERGS. CAPÍTULO VII DO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS Art. 22. Cada sistema (com exceção de aplicativos de uso comum) deverá possuir, obrigatoriamente, um usuário responsável, denominado gestor do sistema, que poderá ser o diretor ou o coordenador do local onde o sistema é utilizado, ou servidor por estes designado. 1.º Nos casos em que o universo de atuação do sistema for mais amplo, envolvendo diversos locais da Casa, e não esteja definido um responsável pelas atividades abrangidas, poderá ser designado um Comitê Gestor do sistema. 2.º O prazo para o cumprimento da norma estabelecida neste artigo será de 60 (sessenta) dias após a publicação desta Resolução de Mesa. Art. 23. Constituem atribuições do gestor ou comitê gestor do sistema: I - centralizar o recebimento das demandas dos usuários e definir quais são relevantes e compatíveis com o trabalho desenvolvido no departamento; II - repassar as demandas do sistema para o DSI conforme procedimento definido no Guia de Serviços; III - analisar as demandas em conjunto com o DSI e definir a prioridade de cada uma; IV - assinar um Termo de Aceite referente às alterações solicitadas e à solução proposta pela equipe técnica do DSI; V - homologar o sistema e assinar um Termo de Homologação quando do atendimento das demandas pela equipe técnica do DSI; VI - autorizar o acesso ao(s) sistema(s) ou designar um servidor para essa função. 5

6 Art. 24. As prioridades de desenvolvimento dos diversos sistemas da Casa serão definidas pela SAF, com a elaboração de um planejamento anual de projetos. Art. 25. Nos casos em que o responsável por uma área entender ser necessário agregar "softwares" à sua estrutura parlamentar ou administrativa, deverá encaminhar solicitação ao DSI, conforme procedimento definido no Guia de Serviços, cabendo a este emitir parecer técnico que será submetido à SAF. Art. 26. Os serviços de desenvolvimento de novos aplicativos ou sistemas ("softwares"), quando contratados externamente, deverão atender, obrigatoriamente, as seguintes condições: I - compatibilidade com a plataforma tecnológica (sistemas operacionais, linguagem de desenvolvimento e banco de dados) utilizada pela Assembléia Legislativa; II - a propriedade do sistema desenvolvido deverá ser da Assembléia Legislativa; III - entrega mediante instalação nos servidores da Assembléia Legislativa; IV - transferência total da tecnologia do sistema para a Assembléia Legislativa, através do fornecimento dos códigos-fonte documentados e do repasse do conhecimento e da metodologia utilizada no desenvolvimento, incluindo o treinamento específico para os analistas de sistemas da Assembléia Legislativa. Art. 27. Na implantação de sistemas de informação, compete ao DSI: I - fornecer treinamento aos usuários, quando o sistema for desenvolvido pela Assembléia Legislativa; e II - acompanhar o treinamento aos usuários, que será de responsabilidade do contratado, na forma estabelecida pelo gestor do contrato, quando o sistema for desenvolvido por terceiros. Art. 28. O usuário deverá inserir nos sistemas somente dados atualizados e corretos, sendo o conteúdo de sua exclusiva responsabilidade. Parágrafo único. Para o cumprimento do disposto no "caput", cada usuário, ao acessar o sistema, se identificará de forma única através de um nome de usuário ("login") e uma senha, pessoais e intransferíveis. CAPÍTULO VIII DA ADMINISTRAÇÃO DOS BANCOS DE DADOS Art. 29. A administração do sistema gerenciador de banco de dados será de responsabilidade exclusiva do DSI. Art. 30. O gestor do sistema, o comitê gestor, ou autoridade superior poderão, mediante autorização expressa da Mesa, encaminhar por escrito ao DSI solicitações de cópia de informações de uma base de dados, ressalvados os dados considerados sigilosos. CAPÍTULO IX DA INTERNET E DA INTRANET Art. 31. Qualquer solicitação de publicação e/ou modificação relativa aos "sites" da Assembléia Legislativa deverá ser encaminhada ao DSI: 6

7 I - através da Superintendência de Comunicação Social, quando se tratar do "site" institucional da Assembléia Legislativa; e II - através da SAF, quando se tratar do "site" da intranet. CAPÍTULO X DA UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS E DAS PENALIDADES Seção I Do Uso da Rede Local e Intranet Art. 32. O acesso à rede local e à intranet será efetuado mediante identificação única pelo nome de usuário ("login") e senha de acesso. Art. 33. Com relação ao uso da rede local e da intranet, compete ao DSI: I - empregar mecanismos de segurança para controle de licenças de uso e bloqueio da instalação de "softwares" não-licenciados, bem como o bloqueio a alterações da configuração dos equipamentos de informática; II - empregar mecanismos de segurança e contingência visando garantir a disponibilidade e a recuperação nos equipamentos servidores de rede da Assembléia Legislativa. Art. 34. A instalação de novos sistemas ("softwares", ferramentas e serviços facilitadores) que utilizem a rede local ou intranet deve ser realizada pelo DSI, mediante prévia solicitação e análise de seu impacto para todos os usuários. Parágrafo único. O impacto dos novos sistemas no desempenho e no custo de manutenção da rede será analisado pelo DSI, de forma a garantir a preservação do desempenho da rede e evitar aumento não previsto nos custos. Seção II Do Uso da Internet Art. 35. A internet é uma ferramenta colocada à disposição dos usuários com a finalidade de aprimorar e otimizar seu trabalho na Assembléia Legislativa e deve ser usada com responsabilidade e bom senso. Art. 36. Todo acesso à internet deve ser registrado para efeitos de controle administrativo e de segurança. Parágrafo único. A requisição de acesso aos registros de que trata o "caput"deverá ser precedida de autorização expressa da Mesa. Art. 37. Com relação ao uso da internet, compete ao DSI: I - manter sistemas de controle de acesso à internet que permitam o monitoramento, o armazenamento, a filtragem e, se necessário, o bloqueio dos acessos feitos, para fins de segurança, auditoria e estatísticas de utilização; e II - emitir relatórios periódicos com as estatísticas de acesso, enviando-os à Administração Superior, para análise ou outras providências. 7

8 Art. 38. Quando constatado o acesso a "sites" inapropriados, deverá o DSI comunicar o fato a administração superior para as devidas providências. Parágrafo único. Para os fins desta Resolução de Mesa, são considerados inapropriados os "sites" que veiculem qualquer conteúdo pornográfico, segregacionista, violento e que faça apologia ao uso de drogas ou que atente contra a moral e os bons costumes. Art. 39. Caso seja detectado algum "site" bloqueado, cujo conteúdo esteja relacionado às atividades legislativas e/ou administrativas, ele será desbloqueado pelo DSI mediante comunicação a sua central de atendimento. Art. 40. O recebimento de arquivos via internet ("download") deverá ser restrito a assuntos relacionados às atividades parlamentares ou administrativas, podendo ter sua prioridade considerada inferior à de outros serviços. Art. 41. O acesso à internet por parte dos usuários far-se-á, exclusivamente, através dos recursos da rede local, ou seja, pelos meios de comunicação contratados pela Assembléia Legislativa. Parágrafo único. É vedada a instalação de qualquer equipamento que possibilite o acesso à internet no interior dos prédios da Assembléia Legislativa. Seção III Do Uso do Correio Eletrônico Art. 42. Cada usuário, a critério da Administração e de acordo com a necessidade de serviço, poderá ter acesso a uma caixa postal de correio eletrônico corporativo da Assembléia Legislativa, identificada pelo sufixo Art. 43. As caixas postais poderão ser individuais, identificadas sempre pelo nome.sobrenome do usuário, ou coletiva, identificada pela denominação do departamento ou serviço que oferece. Art. 44. As caixas postais de correio eletrônico disponibilizadas aos usuários somente poderão ser utilizadas para transmitir e receber informações relacionadas às atividades parlamentares e administrativas da Casa. Parágrafo único. A utilização de "webmail" (acesso a caixas postais via internet) pressupõe as mesmas responsabilidades e cuidados aplicáveis a à caixa postal funcional. Art. 45. As caixas postais terão uma limitação de espaço para mensagens (cota), calculada a partir da disponibilidade de espaço de armazenamento nos computadores servidores de rede do DSI, sendo que o usuário que ultrapassar esta cota ficará automaticamente impedido de enviar novos " s", devendo, para liberação, efetuar a exclusão de mensagens que não sejam mais necessárias. Art. 46. O tamanho máximo por mensagem enviada ou recebida, incluindo arquivos anexados, será limitado de acordo com a capacidade de processamento dos computadores 8

9 servidores de rede do Departamento de Sistemas e Informática DSI, sendo que as mensagens que ultrapassarem este limite serão automaticamente bloqueadas. Art. 47. Os anexos às mensagens enviadas e recebidas não poderão conter arquivos de música, vídeo, programas executáveis ou outros que caracterizadamente não estejam relacionados às atividades parlamentares ou administrativas ou que ponham em risco a segurança do ambiente de rede da Assembléia Legislativa. Art. 48. As mensagens enviadas e recebidas serão verificadas quanto à presença de vírus, e as que estiverem infectadas serão bloqueadas. Art. 49. O aumento ou revisão dos limites estabelecidos estarão sempre vinculados ao aumento ou revisão da capacidade da infra-estrutura do correio eletrônico (atualização dos servidores de rede e aumento de espaço para armazenamento de mensagens). Seção IV Do Uso Proibido Art. 50. São consideradas atividades proibidas sujeitas a às penalidades previstas nos códigos civil e penal: I - utilizar ou divulgar material que viole direitos de propriedade intelectual de qualquer pessoa ou companhia, como marca registrada, nome comercial, segredo empresarial, domínio na internet, patentes, desenho industrial ou qualquer outro material não autorizado expressamente pelo autor, que viole direito de propriedade industrial, artística ou literária; II - instalação de qualquer "software" sem o devido licenciamento, seja a partir de "CD- ROM", disquetes e/ou instalação de arquivos oriundos da internet. III - criar, transmitir, distribuir, armazenar ou tornar disponível através da estrutura de informática da Assembléia Legislativa qualquer material que viole leis e regulamentações vigentes; IV - fazer cópia não autorizada de material protegido por direitos autorais, incluindo músicas, textos, imagens, livros ou em outras fontes protegidas por direitos autorais; Seção V Do Uso Indevido Art. 51. É considerado uso indevido dos recursos de informática da Assembléia Legislativa, sujeito a penalidades: I - alterar as configurações dos equipamentos, salvo autorização expressa da Administração da Casa, mediante solicitação ao DSI; II - instalar qualquer tipo de equipamento ou "software" não contratado ou cadastrado pela Assembléia Legislativa; III - enviar, por correio eletrônico, mensagens não solicitadas ("spam"), ou que contenham vírus ou qualquer forma de rotinas de programação prejudiciais ou danosas às estações de trabalho e ao sistema de correio; e IV - outras atividades que possam afetar de forma negativa a Assembléia Legislativa, seus servidores, fornecedores ou parceiros. V - descumprir ou deixar de observar qualquer norma ou procedimento estabelecido nesta Resolução de Mesa; 9

10 VI - acessar, criar, transmitir, distribuir, armazenar ou tornar disponível através da estrutura de informática da Assembléia Legislativa qualquer material cujo conteúdo seja considerado inapropriado, conforme parágrafo único do art. 42. Seção VI Das Penalidades Art. 52. Qualquer infração ao disposto nesta Resolução de Mesa sujeitará o infrator à advertência e, em caso de reincidência, à suspensão temporária ou definitiva do acesso aos recursos de informática da Assembléia Legislativa, sem prejuízo das demais sanções cabíveis. CAPÍTULO XI DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 53. Os casos omissos nesta Resolução de Mesa serão resolvidos pela SAF. Art. 54. Esta Resolução de Mesa será amplamente divulgada no âmbito da Assembléia Legislativa. Parágrafo único. A Administração procederá na realização de cursos, treinamentos, palestras ou outras formas de comunicação, objetivando orientar o usuário quanto ao correto uso dos recursos de informática disponibilizados. Art. 55. Esta Resolução de Mesa entra em vigor na data de sua publicação. Sala de Reuniões, em 27 de maio de ANEXO ÚNICO Termo de Compromisso de Utilização dos Recursos de Informática Eu,, declaro que tomei conhecimento dos termos da Resolução de Mesa nº da Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, estando ciente de todas as responsabilidades que a mim competem como usuário dos recursos de informática desta Casa, bem como das penalidades a que estarei sujeito em caso de inobservância das normas estabelecidas. Porto Alegre, em de de. Assinatura FIM DO DOCUMENTO 10

RESOLUÇÃO N.º 116, DE 19 DE JUNHO DE 2013

RESOLUÇÃO N.º 116, DE 19 DE JUNHO DE 2013 RESOLUÇÃO N.º 116, DE 19 DE JUNHO DE 2013 Dispõe sobre a utilização dos recursos de informática, das redes da internet, da intranet e do correio eletrônico no âmbito da Justiça Militar do Estado do Rio

Leia mais

MANUAL DE NORMAS DA EMBRAPA

MANUAL DE NORMAS DA EMBRAPA Sumário 1. Objetivo 2. Campo de aplicação 3. Documentos de Referência 4. Definições 5. Condições gerais 6. Condições de Acesso aos Recursos 7. Autenticação de Usuários 8. Recursos de Hardware e Software

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 81, DE 26 DE MARÇO DE 2009

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 81, DE 26 DE MARÇO DE 2009 Publicada no Boletim de Serviço Nº 4, em 7/4/2009. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 81, DE 26 DE MARÇO DE 2009 Disciplina o uso dos recursos de tecnologia da informação do Supremo Tribunal Federal e dá outras providências.

Leia mais

Portaria n. 1017, de 13 de maio de 2008.

Portaria n. 1017, de 13 de maio de 2008. O Presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região, no uso de suas atribuições legais, e CONSIDERANDO a necessidade de estabelecer diretrizes e padrões para garantir um ambiente tecnológico controlado

Leia mais

Manual de Normas e Procedimentos de Segurança da Informação

Manual de Normas e Procedimentos de Segurança da Informação Manual de Normas e Procedimentos de Segurança da Informação Objetivo: Definir responsabilidades e orientar a conduta dos profissionais e usuários de informática da FECAP na utilização dos recursos computacionais,

Leia mais

PORTARIA/INCRA/P/N 70, DE 29 DE MARÇO DE 2006. (DOU nº 62, DE 30 DE MARÇO DE 2006)

PORTARIA/INCRA/P/N 70, DE 29 DE MARÇO DE 2006. (DOU nº 62, DE 30 DE MARÇO DE 2006) PORTARIA/INCRA/P/N 70, DE 29 DE MARÇO DE 2006. (DOU nº 62, DE 30 DE MARÇO DE 2006) Disciplina a utilização dos recursos de Tecnologia da Informação nas unidades do Instituto Nacional de Colonização e Reforma

Leia mais

ATO Nº 195/2011. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

ATO Nº 195/2011. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, ATO Nº 195/2011 Institui a Norma de Segurança dos Recursos de Tecnologia da Informação - NSRTI, do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO,

Leia mais

Política de Controle de Acesso Lógico

Política de Controle de Acesso Lógico 144 Data de Revisão: Revisão n. Política de Controle de Acesso Lógico 1 Apresentação Este documento e seus anexos definem as normas a serem seguidas no CJF relativas ao acesso lógico, aos ativos e aos

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (modelo )

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (modelo ) POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (modelo ) A Política de segurança da informação, na A EMPRESA, aplica-se a todos os funcionários, prestadores de serviços, sistemas e serviços, incluindo trabalhos executados

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO PRESIDÊNCIA PORTARIA CNMP-PRESI N.030, DE 07 DE ABRIL DE 2010.

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO PRESIDÊNCIA PORTARIA CNMP-PRESI N.030, DE 07 DE ABRIL DE 2010. CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO PRESIDÊNCIA PORTARIA CNMP-PRESI N.030, DE 07 DE ABRIL DE 2010. Dispõe sobre critérios de uso e segurança dos recursos de Tecnologia da Informação do Conselho Nacional

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Coordenadoria do Campus de Ribeirão Preto Seção Técnica de Informática. Política de Informática CCRP

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Coordenadoria do Campus de Ribeirão Preto Seção Técnica de Informática. Política de Informática CCRP Política de Informática CCRP Índice 1. DISPOSIÇÕES GERAIS... 2 2. ESPECIFICAÇÃO E AQUISIÇÃO DE NOVOS EQUIPAMENTOS... 2 3. INSTALAÇÃO DE SOFTWARES... 2 4. DESENVOLVIMENTO, MANUTENÇÃO E BACKUP DE SISTEMAS

Leia mais

A- SUBPROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA JURÍDICA ATO NORMATIVO Nº 706/2011-PGJ, DE 29 DE JULHO DE 2011 (Protocolado nº 80.329/11)

A- SUBPROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA JURÍDICA ATO NORMATIVO Nº 706/2011-PGJ, DE 29 DE JULHO DE 2011 (Protocolado nº 80.329/11) A- SUBPROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA JURÍDICA ATO NORMATIVO Nº 706/2011-PGJ, DE 29 DE JULHO DE 2011 (Protocolado nº 80.329/11) Texto compilado até o Ato (N) nº 791/2013 PGJ de 11/10/2013 Estabelece normas

Leia mais

REGULAMENTO DO USO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DO IESUR INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE RONDÔNIA

REGULAMENTO DO USO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DO IESUR INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE RONDÔNIA REGULAMENTO DO USO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DO IESUR INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE RONDÔNIA Tem o presente regulamento a função de nortear as ações e procedimentos necessários ao bom funcionamento

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC Código: NO01 Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região Comitê de Segurança da Informação Secretaria de Tecnologia da Informação Núcleo de Segurança da Informação Revisão: 00 Vigência:20/04/2012 Classificação:

Leia mais

RESOLUÇÃO SEPLAG Nº 71, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2003

RESOLUÇÃO SEPLAG Nº 71, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2003 RESOLUÇÃO SEPLAG Nº 71, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2003 Dispõe sobre padronização e utilização dos Serviços de Correio Eletrônico Oficial dos Órgãos e Entidades do Poder Executivo da Administração Pública Estadual

Leia mais

3.2 SSI: formulário de Solicitação de Serviço à Informática - SSI, disponível na Intranet (Portal Corporativo Record).

3.2 SSI: formulário de Solicitação de Serviço à Informática - SSI, disponível na Intranet (Portal Corporativo Record). 1. OBJETIVOS Regulamentar o processo a ser seguido pelos usuários para liberação de ferramentas e recursos de Tecnologia da Informação, visando otimizar e agilizar as solicitações de forma que não gere

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO BASEADO NA NORMA ABNT 21:204.01-010 A Política de segurança da informação, na FK EQUIPAMENTOS, aplica-se a todos os funcionários, prestadores de serviços, sistemas e

Leia mais

CÂMARA DE VEREADORES DE ITAQUI - RS PALÁCIO RINCÃO DA CRUZ

CÂMARA DE VEREADORES DE ITAQUI - RS PALÁCIO RINCÃO DA CRUZ ORDEM DE SERVIÇO Nº 01-2012 O Presidente,Vereador LAURO LUIZ HENDGES, no uso das atribuições que lhe confere o Art. 35, inciso V do Regimento Interno, Considerando a necessidade de regulamentar a utilização

Leia mais

PORTARIA Nº 196, DE 5 DE JULHO DE 2006

PORTARIA Nº 196, DE 5 DE JULHO DE 2006 Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca A Biblioteca da Presidência da República

Leia mais

REGULAMENTO PARA UTILIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE REDE E EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA

REGULAMENTO PARA UTILIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE REDE E EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA INSTITUTO FEDERAL SUL-RIO-GRANDENSE REGULAMENTO PARA UTILIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE REDE E EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA O Campus Passo Fundo do Instituto Federal Sul-rio-grandense, através do Centro de Informática,

Leia mais

PRESIDÊNCIA 29/07/2013 RESOLUÇÃO Nº 106/2013

PRESIDÊNCIA 29/07/2013 RESOLUÇÃO Nº 106/2013 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL PRESIDÊNCIA 29/07/2013 RESOLUÇÃO Nº 106/2013 Assunto: Estabelece normas

Leia mais

PORTARIA N. TC-0614/2011

PORTARIA N. TC-0614/2011 PORTARIA N. TC-0614/2011 Dispõe sobre a política de segurança e utilização dos recursos de tecnologia da informação e política de governança do sítio e intranet do Tribunal de Contas do Estado de Santa

Leia mais

PORTARIA TRT 18ª GP/SGP Nº 034/2012 O DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 18ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e

PORTARIA TRT 18ª GP/SGP Nº 034/2012 O DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 18ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e PORTARIA TRT 18ª GP/SGP Nº 034/2012 O DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 18ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regulamentares, e tendo em vista o que consta do Processo

Leia mais

ATO CONJUNTO PGJ-CGMP N. 01, DE 02 DE SETEMBRO DE 2013

ATO CONJUNTO PGJ-CGMP N. 01, DE 02 DE SETEMBRO DE 2013 ATO CONJUNTO PGJ-CGMP N. 01, DE 02 DE SETEMBRO DE 2013 Disciplina o uso do correio eletrônico (e-mail) do Ministério Público do Estado de Goiás e dá outras providências. O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA,

Leia mais

REGULAMENTAÇÃO Nº 1, DE 10 DE FEVEREIRO DE 2011.

REGULAMENTAÇÃO Nº 1, DE 10 DE FEVEREIRO DE 2011. REGULAMENTAÇÃO Nº 1, DE 10 DE FEVEREIRO DE 2011. Regulamenta o uso do correio eletrônico institucional e normatiza as regras para criação e exclusão de caixas postais institucionais. TÍTULO I DO OBJETIVO

Leia mais

O Prefeito Constitucional de Picuí/PB, usando de suas atribuições legais,

O Prefeito Constitucional de Picuí/PB, usando de suas atribuições legais, DECRETO Nº 012, de 05 de agosto de 2009. DISPÕE SOBRE O USO DOS SERVIÇOS DE ACESSO À INTERNET AOS ÓRGÃOS E DEPARTAMENTOS QUE INTEGRAM A ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL DE PICUÍ E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Prefeito

Leia mais

RESOLUÇÃO DA REITORIA Nº 003/2002, DE 29 DE JULHO DE 2002

RESOLUÇÃO DA REITORIA Nº 003/2002, DE 29 DE JULHO DE 2002 RESOLUÇÃO DA REITORIA Nº 003/2002, DE 29 DE JULHO DE 2002 Define políticas, normas e procedimentos que disciplinam a utilização de equipamentos, recursos e serviços de informática do Unilasalle. O Reitor

Leia mais

TÍTULO I CAPÍTULO I DA UTILIZAÇÃO

TÍTULO I CAPÍTULO I DA UTILIZAÇÃO ORDEM DE SERVIÇO Nº 01, Amparo, 09 abril de 2013. DISPÕE SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DA UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS DE INFORMÁTICA E REDES DA PREFEITURA MUNICIPAL DE AMPARO, VISANDO ESTABELECER UMA POLÍTICA DE

Leia mais

PORTARIA-TCU Nº 344, DE 09 DE NOVEMBRO DE 2009

PORTARIA-TCU Nº 344, DE 09 DE NOVEMBRO DE 2009 PORTARIA-TCU Nº 344, DE 09 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre regras gerais de uso da rede de computadores, de dispositivos portáteis e de demais recursos de TI do Tribunal de Contas da União. O PRESIDENTE

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 323/GDGCA.GP, DE 31 DE OUTUBRO DE 2006

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 323/GDGCA.GP, DE 31 DE OUTUBRO DE 2006 TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 323/GDGCA.GP, DE 31 DE OUTUBRO DE 2006 O PRESIDENTE DO TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, Considerando a necessidade

Leia mais

RESOLUÇÃO GP/DG N. 7, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2014

RESOLUÇÃO GP/DG N. 7, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2014 TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO RESOLUÇÃO GP/DG N. 7, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2014 Institui a Política de Segurança da Informação e Comunicação (POSIC-TRT3) no âmbito do Tribunal Regional do Trabalho

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 40, DE 30 DE ABRIL DE 2010.

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 40, DE 30 DE ABRIL DE 2010. AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 40, DE 30 DE ABRIL DE 2010. Regulamenta a utilização dos serviços corporativos disponíveis na rede de computadores da ANAC. A DIRETORA-PRESIDENTE

Leia mais

NORMA CONTROLE DO PARQUE DE INFORMÁTICA

NORMA CONTROLE DO PARQUE DE INFORMÁTICA CONTROLE DO PARQUE DE INFORMÁTICA Data: 17 de dezembro de 2009 Pág. 1 de 13 SUMÁRIO SUMÁRIO 2 1. INTRODUÇÃO 3 2. FINALIDADE 3 3. ÂMBITO DE APLICAÇÃO 3 4. PADRONIZAÇÃO DOS RECURSOS DE T.I. 4 5. AQUISIÇÃO

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO BASEADO NA NORMA ABNT 21:204.01-010 A Política de segurança da informação, na empresa Agiliza Promotora de Vendas, aplica-se a todos os funcionários, prestadores de

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC 1786/2015 - Quinta-feira, 06 de Agosto de 2015 Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região 1 FL. 2 Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região Comitê de Segurança da Informação Secretaria de Tecnologia

Leia mais

MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LUCAS DO RIO VERDE CONTROLE INTERNO

MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LUCAS DO RIO VERDE CONTROLE INTERNO 1/7 1) DOS OBJETIVOS: 1.1) Estabelecer as normas de uso e segurança de recursos de Tecnologia da Informação; 1.2) Orientar os usuários para a melhor utilização dos recursos computacionais; 1.3) Definir

Leia mais

PRESIDÊNCIA 29/07/2013 RESOLUÇÃO Nº 105/2013

PRESIDÊNCIA 29/07/2013 RESOLUÇÃO Nº 105/2013 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL PRESIDÊNCIA 29/07/2013 RESOLUÇÃO Nº 105/2013 Assunto: Estabelece normas

Leia mais

Normas e procedmentos de utilização de laboratórios de informática, salas de multimeios e multimeios móvel

Normas e procedmentos de utilização de laboratórios de informática, salas de multimeios e multimeios móvel Normas e procedmentos de utilização de laboratórios de informática, salas de multimeios e multimeios móvel Ficam definidas as seguintes normas e procedimentos de utilização dos recursos de informática

Leia mais

Capítulo I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Capítulo I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS RESOLUÇÃO TC Nº 17, DE 22 DE OUTUBRO DE 2014. Dispõe sobre a Política de Uso Aceitável dos Recursos de Tecnologia da Informação do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco. O DO ESTADO DE PERNAMBUCO,

Leia mais

PORTARIA Nº 1.063, DE 04 DE MARÇO DE 2016.

PORTARIA Nº 1.063, DE 04 DE MARÇO DE 2016. PORTARIA Nº 1.063, DE 04 DE MARÇO DE 2016. Altera os Anexos 1 e 3 da Portaria nº 4.772/2008, a qual institui a Política de Segurança da Informação no âmbito do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região.

Leia mais

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA GABINETE DO REITOR

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA GABINETE DO REITOR INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002, de 02 de julho de 2008. FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA GABINETE DO REITOR Regulamenta o uso apropriado dos recursos de Tecnologia da Informação e Comunicação

Leia mais

NORMA GERAL DE SEGURANÇA E USO DE RECURSOS COMPUTACIONAIS E DE REDE - INTERNET

NORMA GERAL DE SEGURANÇA E USO DE RECURSOS COMPUTACIONAIS E DE REDE - INTERNET 02/IN02/CGSIC/IFTM 00 - / /2013 29/08/2013 1/10 ORIGEM Esta é uma norma complementar à Política de Segurança da Informação e Comunicação (POSIC), a qual foi elaborada pela Diretoria de Tecnologia de Informação

Leia mais

NORMAS PARA UTILIZAÇÃO DA REDE SETUR

NORMAS PARA UTILIZAÇÃO DA REDE SETUR NORMAS PARA UTILIZAÇÃO DA REDE SETUR GETAD/TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1-OBJETIVO Esta norma estabelece os critérios e procedimentos relacionados à utilização da REDE SETUR por todos os servidores, estagiários

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Grupo PETRA S.A. Departamento de Tecnologia da Informação POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Início da Vigência: 01/Maio/2010 Propriedade do Grupo PETRA S.A. 1. INTRODUÇÃO Este documento foi elaborado

Leia mais

Autores: Regina Mainente Ricardo Pereira da Silva Superintendente Controlador Interno Ano de 2015

Autores: Regina Mainente  Ricardo Pereira da Silva Superintendente Controlador Interno Ano de 2015 Autores: Regina Mainente Superintendente Ricardo Pereira da Silva Controlador Interno Ano de 2015 Índice 1. Apresentação... 03 2. Introdução... 04 3. Para que serve a Segurança da Informação... 05 4. Pilares

Leia mais

ANEXO I Solicitação de acesso à rede corporativa (S.A.R.C) Poder Executivo do (RS) Cadastramento Bloqueio Desbloqueio Exclusão Justificativa Nome: Setor: Função: CPF: Identidade: Matricula: Ramal: Nome

Leia mais

FACULDADE PROCESSUS Recredenciamento da Faculdade Processus - PORTARIA Nº- 1.394, DE 23/11/2012, D.O.U nº 227 de 26/11/2012, Seção 1 P. 17.

FACULDADE PROCESSUS Recredenciamento da Faculdade Processus - PORTARIA Nº- 1.394, DE 23/11/2012, D.O.U nº 227 de 26/11/2012, Seção 1 P. 17. REGULAMENTO INTERNO DO USO E ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS COMPUTACIONAIS E DA REDE DA FACULDADE PROCESSUS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Este ato tem como objetivo definir o uso e administração

Leia mais

Regulamento dos Laboratórios de Informática UNIFACS - Universidade Salvador

Regulamento dos Laboratórios de Informática UNIFACS - Universidade Salvador Regulamento dos Laboratórios de Informática UNIFACS - Universidade Salvador 1) Objetivos Os Laboratórios de informática da UNIFACS se destinam à prática do ensino, pesquisa e à elaboração de trabalhos

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO Portaria nº 1108/2011-GR Ementa: Regulamenta os procedimentos para o uso do Correio Eletrônico Institucional e

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DA PARAÍBA PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA

MINISTÉRIO PÚBLICO DA PARAÍBA PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA MINISTÉRIO PÚBLICO DA PARAÍBA PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA APGJ n. 005/2013 Estabelece as diretrizes básicas para o funcionamento do Comitê Estratégico de Tecnologia da Informação no âmbito do Ministério

Leia mais

Institui a Política de Segurança da Informação da Advocacia-Geral da União, e dá outras providências.

Institui a Política de Segurança da Informação da Advocacia-Geral da União, e dá outras providências. PORTARIA No- 192, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2010 Institui a Política de Segurança da Informação da Advocacia-Geral da União, e dá outras providências. O ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO, no uso de suas atribuições

Leia mais

POLÍTICA DE USO DE CORREIO ELETRÔNICO da SECRETARIA DA SAÚDE DO ESTADO DO CEARÁ

POLÍTICA DE USO DE CORREIO ELETRÔNICO da SECRETARIA DA SAÚDE DO ESTADO DO CEARÁ POLÍTICA DE USO DE CORREIO ELETRÔNICO da SECRETARIA DA SAÚDE DO ESTADO DO CEARÁ 1. OBJETIVO Definir os requisitos e as regras de segurança para o uso do correio eletrônico (e-mail) no âmbito da SESA (Secretaria

Leia mais

SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS

SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO PO - PSI 1ª 1/9 ÍNDICE 1. OBJETIVO... 2 2. ALCANCE... 2 3. ÁREA GESTORA... 2 4. CONCEITOS/CRITÉRIOS GERAIS... 2 5. DIRETRIZES... 3 6. RESPONSABILIDADES... 3 6.1 Todos

Leia mais

REGULAMENTO DE CONCESSÃO E DE UTILIZAÇÃO DO E-MAIL INSTITUCIONAL DO IF FARROUPILHA

REGULAMENTO DE CONCESSÃO E DE UTILIZAÇÃO DO E-MAIL INSTITUCIONAL DO IF FARROUPILHA REGULAMENTO DE CONCESSÃO E DE UTILIZAÇÃO DO E-MAIL INSTITUCIONAL DO IF FARROUPILHA REGULAMENTAÇÃO Nº 1, DE 29 DE JANEIRO DE 2014. Regulamenta o uso do correio eletrônico institucional e normatiza as regras

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 22/2007, DE 19 DE JULHO DE 2007

RESOLUÇÃO Nº 22/2007, DE 19 DE JULHO DE 2007 RESOLUÇÃO Nº 22/2007, DE 19 DE JULHO DE 2007 Normatiza a utilização dos recursos de tecnologia da informação e comunicação da Fundação Universidade Regional de Blumenau FURB, na forma do Anexo. O PRESIDENTE

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA DA CPRH Nº. 004/2014

INSTRUÇÃO NORMATIVA DA CPRH Nº. 004/2014 INSTRUÇÃO NORMATIVA DA CPRH Nº. 004/2014 O Diretor Presidente da Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos CPRH, no uso de suas atribuições legais conferidas pelo Decreto nº. 30.462 de 25 de

Leia mais

POLÍTICA DE USO E DE NAVEGAÇÃO NA REDE INTERNA DA DBC E DA REDE MUNDIAL DE COMPUTADORES INTERNET

POLÍTICA DE USO E DE NAVEGAÇÃO NA REDE INTERNA DA DBC E DA REDE MUNDIAL DE COMPUTADORES INTERNET POLÍTICA DE USO E DE NAVEGAÇÃO NA REDE INTERNA DA DBC E DA REDE MUNDIAL DE COMPUTADORES INTERNET Esta Política dispõe sobre as normas de utilização relativas ao acesso aos recursos disponíveis da rede

Leia mais

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Art. 1º - A Diretoria de Tecnologia de Informação e Comunicação DTIC da Universidade FEDERAL DO ESTADO DO RIO

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA DA FACULDADE CENECISTA DE RIO BONITO FACERB. Localização. Serviços DA ORGANIZAÇÃO

REGULAMENTO INTERNO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA DA FACULDADE CENECISTA DE RIO BONITO FACERB. Localização. Serviços DA ORGANIZAÇÃO REGULAMENTO INTERNO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA DA FACULDADE CENECISTA DE RIO BONITO FACERB Localização 2º andar do prédio da FACERB, ao lado do Auditório. Serviços O Laboratório de Informática é um

Leia mais

DTI DIRETORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

DTI DIRETORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DTI DIRETORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO POLÍTICA DE UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO ESPÍRITO SANTO 1 OBJETIVO: 1.1 A presente

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA Nº 003, DE 30 DE MARÇO DE 2012

PORTARIA NORMATIVA Nº 003, DE 30 DE MARÇO DE 2012 PORTARIA NORMATIVA Nº 003, DE 30 DE MARÇO DE 2012 Normatiza o uso do correio eletrônico institucional em atendimento à Resolução nº 34/2011- CS/IFB O REITOR PRO TEMPORE DO INSTITUTO FEDERAL DE BRASÍLIA,

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DE TI

POLÍTICA DE SEGURANÇA DE TI POLÍTICA DE SEGURANÇA DE TI 1 ÍNDICE 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS... 3 2. PROPÓSITO... 3 3. ABRANGÊNCIA... 3 4. DISPOSIÇÕES GERAIS... 4 5. DAS DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS... 6 6. DOS COMPROMISSOS... 8 7. DOS

Leia mais

REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA

REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA Título I Dos laboratórios de Informática Capítulo I - Da Organização Artigo 1º A área de Help Desk de TI executa a organização dos laboratórios de Informática

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa RESOLUÇÃO DE MESA N.º783/2007. (publicada no DOE nº 194, de 11 de outubro de 2007) Define as políticas para o uso

Leia mais

RESOLUÇÃO DE MESA Nº 495, DE 23 DE SETEMBRO DE 2015.

RESOLUÇÃO DE MESA Nº 495, DE 23 DE SETEMBRO DE 2015. RESOLUÇÃO DE MESA Nº 495, DE 23 DE SETEMBRO DE 2015. Estabelece a Política de Utilização dos Recursos de Tecnologia da Informação (TI) da Câmara Municipal de Porto Alegre (CMPA). A MESA DIRETORA DA CÂMARA

Leia mais

ARTEC FACULDADE DE IMPERATRIZ

ARTEC FACULDADE DE IMPERATRIZ POLÍTICA DE USO DE EQUIPAMENTO DE INFORMATICA Objetivo: Definir responsabilidades e orientar a conduta dos técnicos administrativos, alunos e professores da FACIMP na utilização dos recursos computacionais,

Leia mais

PORTARIA Nº 208 DE 24 DE DEZEMBRO DE 2009

PORTARIA Nº 208 DE 24 DE DEZEMBRO DE 2009 PORTARIA Nº 208 DE 24 DE DEZEMBRO DE 2009 Dispõe sobre a gestão dos recursos de informática no âmbito da Fundação Cultural Palmares, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO CULTURAL PALMARES

Leia mais

Laboratórios de Informática e Salas Internet

Laboratórios de Informática e Salas Internet -= Público =- Laboratórios de Informática e Salas Internet versão 2.4 10/06/2011 Sumário 1. Introdução... 4 2. Laboratórios de informática... 4 2.1. Objetivos... 4 2.2. Horário de funcionamento... 5 2.3.

Leia mais

EXPLORITAS ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA LTDA MANUAL DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

EXPLORITAS ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA LTDA MANUAL DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO EXPLORITAS ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA LTDA MANUAL DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Janeiro 2016 O NÃO CUMPRIMENTO DESTE MANUAL PODERÁ RESULTAR EM AÇÕES DISCIPLINARES APROPRIADAS, INCLUINDO ADVERTÊNCIAS, QUE PODERÃO

Leia mais

PORTARIA N O 02/2008 1 O /02/2008. CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES

PORTARIA N O 02/2008 1 O /02/2008. CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES PORTARIA N O 02/2008 1 O /02/2008. Normas para utilização e segurança dos recursos de informática na área administrativa. O Reitor, no uso de suas atribuições conferidas pelo Regimento da Universidade

Leia mais

PORTARIA Nº 7876. O PREFEITO DE JUIZ DE FORA, no uso das atribuições que lhe confere a Legislação vigente,

PORTARIA Nº 7876. O PREFEITO DE JUIZ DE FORA, no uso das atribuições que lhe confere a Legislação vigente, PORTARIA Nº 7876 Dispõe sobre a Norma PSI/N.0001 - Utilização da Estação de Trabalho, nos termos dos arts. 20 e 24, da Resolução nº 041/2010-SPDE. O PREFEITO DE JUIZ DE FORA, no uso das atribuições que

Leia mais

Regulamento LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA. 1 regimento interno - faculdade de artes dulcina de moraes

Regulamento LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA. 1 regimento interno - faculdade de artes dulcina de moraes Regulamento LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA 1 regimento interno - faculdade de artes dulcina de moraes Regulamento LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA I - DA NATUREZA Art. 1º. Este documento regulamenta e normatiza

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO DATA: 25/01/2016 VERSÃO 2.0 VERSÃO 2 25/01/2016 ÁLVARO BARBOSA SUMÁRIO I. INTRODUÇÃO... 3 II. PAPÉIS E RESPONSABILIDADES... 4 II.1 - COMITÊ EXECUTIVO... 4 II.2 - CONTROLES

Leia mais

FACULDADE CARLOS GOMES

FACULDADE CARLOS GOMES FACULDADE CARLOS GOMES MANTIDA PELA ARTE E MÚSICA LTDA. POLÍTICA DE USO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA FACULDADE CARLOS GOMES POLÍTICA DE USO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA E DA REDE Artigo 1º. Artigo 2º.

Leia mais

Política de Segurança Corporativa da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará

Política de Segurança Corporativa da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará Política de Segurança Corporativa da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará Agenda Projeto Realizado Política de Segurança da ALCE Próximos passos Projeto realizado Definição/Revisão da Política de

Leia mais

Tópico 28 e 29 Política de Segurança da Informação. Política de Segurança da Informação

Tópico 28 e 29 Política de Segurança da Informação. Política de Segurança da Informação Tópico 28 e 29 Política de Segurança da Informação Política de segurança da Informação. Metodologia de levantamento da política de segurança. Objetivos e responsabilidades sobre a implementação. Métodos

Leia mais

Estado do Piauí Tribunal de Contas

Estado do Piauí Tribunal de Contas RESOLUÇÃO TCE N O 08/2015, de 12 de março de 2015. Disciplina a utilização dos recursos de Tecnologia da Informação no Tribunal de Contas do Estado do Piauí O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO PIAUÍ, no

Leia mais

PORTARIA Nº 7.596, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2014.

PORTARIA Nº 7.596, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2014. PORTARIA Nº 7.596, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2014. Regulamenta as atribuições e responsabilidades da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicações do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região e dá

Leia mais

Capítulo I. Da Finalidade

Capítulo I. Da Finalidade Dispõe sobre o Regulamento do Serviço de Circulação do Sistema de Bibliotecas (SiBi), da Universidade Federal do Paraná (UFPR) aprovado em Reunião de Chefias em 26 de fevereiro de 2015. Capítulo I Da Finalidade

Leia mais

ORDEM DE SERVIÇO OS 002/DINFO/2014 29/10/2014. Art. 1º: Para fins de normatização da Política de Uso da Rede WIFI UERJ, com vistas a assegurar:

ORDEM DE SERVIÇO OS 002/DINFO/2014 29/10/2014. Art. 1º: Para fins de normatização da Política de Uso da Rede WIFI UERJ, com vistas a assegurar: A DIRETORIA DE INFORMÁTICA DINFO DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO -UERJ, no uso de suas atribuições legais, estabelece: Art. 1º: Para fins de normatização da Política de Uso da Rede WIFI UERJ,

Leia mais

PORTARIA N. 8.604, de 05 de novembro de 2013.

PORTARIA N. 8.604, de 05 de novembro de 2013. PORTARIA N. 8.604, de 05 de novembro de 2013. Altera a Política de Segurança da Informação no âmbito do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região. A PRESIDENTE DO, no uso de suas atribuições legais e

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INFORMÁTICA

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INFORMÁTICA REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INFORMÁTICA Aprovado pela Resolução CONSUNI nº 31/13, de 21/08/13. CAPÍTULO I DAS CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Este regulamento dispõe especificamente do Núcleo de Informática

Leia mais

Artigo 1º - Aprovar revisão da Política de Segurança da PRODEB, que com esta se publica.

Artigo 1º - Aprovar revisão da Política de Segurança da PRODEB, que com esta se publica. Classificação: RESOLUÇÃO Código: RP.2007.077 Data de Emissão: 01/08/2007 O DIRETOR PRESIDENTE da Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia - PRODEB, no uso de suas atribuições e considerando

Leia mais

FACULDADE DE DESENHO INDUSTRIAL DE MAUÁ FADIM REGULAMENTO INTERNO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA

FACULDADE DE DESENHO INDUSTRIAL DE MAUÁ FADIM REGULAMENTO INTERNO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA FACULDADE DE DESENHO INDUSTRIAL DE MAUÁ FADIM REGULAMENTO INTERNO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA O Laboratório de Informática oferece espaço e equipamento de informática para as atividades de ensino e pesquisa.

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça Superior Tribunal de Justiça RESOLUÇÃO STJ/GP N. 11 DE 12 DE NOVEMBRO DE 2015. Institui a política de segurança da informação do Superior Tribunal de Justiça e dá outras providências. O PRESIDENTE DO SUPERIOR

Leia mais

Política de uso de recursos tecnológicos, serviços de infraestrutura de rede de computadores e sistemas de apoio acadêmico do UniCEUB

Política de uso de recursos tecnológicos, serviços de infraestrutura de rede de computadores e sistemas de apoio acadêmico do UniCEUB Política de uso de recursos tecnológicos, serviços de infraestrutura de rede de computadores e sistemas de apoio acadêmico do UniCEUB Com o objetivo de prover a segurança, a disponibilidade e a integridade

Leia mais

2.3. Conta de correio eletrônico: identificação do proprietário de uma caixa postal.

2.3. Conta de correio eletrônico: identificação do proprietário de uma caixa postal. Número do Boletim: 121 Data do Boletim: 29/06/2015 00:00 4. Ato do Gestor de Segurança da Informação e Comunicações PORTARIA CSIC Nº 1, DE 19 DE JUNHO DE 2015 Estabelece as normas para uso do correio eletrônico

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE LEI Nº 9.461, DE 04 DE MARÇO DE 2011.

RIO GRANDE DO NORTE LEI Nº 9.461, DE 04 DE MARÇO DE 2011. RIO GRANDE DO NORTE LEI Nº 9.461, DE 04 DE MARÇO DE 2011. Dispõe sobre a simplificação do atendimento público prestado ao cidadão, ratifica a dispensa do reconhecimento de firma em documentos produzidos

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 764/GDGSET.GP, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2012. (*) Estabelece as diretrizes de segurança da informação no âmbito do Tribunal Superior do Trabalho. O PRESIDENTE

Leia mais

Diretrizes Gerais para uso dos recursos de Tecnologia da Informação

Diretrizes Gerais para uso dos recursos de Tecnologia da Informação DIRETRIZES GERAIS PARA USO DOS RECURSOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Data: 17 de dezembro de 2009 Pág. 1 de 6 SUMÁRIO SUMÁRIO 2 1. INTRODUÇÃO 3 2. FINALIDADE 3 3. ÂMBITO DE APLICAÇÃO 3 4. DIRETRIZES GERAIS

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA

REGIMENTO INTERNO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA REGIMENTO INTERNO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA "Este regulamento visa melhorar o aproveitamento dos recursos computacionais dos Laboratórios de Informática, satisfazendo ao máximo as necessidades de seus

Leia mais

INSTRUCAO NORMATIVA Nr. 003/07

INSTRUCAO NORMATIVA Nr. 003/07 INSTRUCAO NORMATIVA Nr. 003/07 Disciplina e normatiza os Uso dos Recursos Computacionais, no âmbito do Departamento de Obras e Serviços Públicos do Estado de Rondônia -DEOSP. O Diretor Geral do Departamento

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação e Utilização de Recursos da Rede

Políticas de Segurança da Informação e Utilização de Recursos da Rede Políticas de Segurança da Informação e Utilização de Recursos da Rede Índice 1 Introdução... 3 2 Política de cadastro e senhas... 5 3 Política de Utilização da Internet... 7 4 Política de Utilização de

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA

POLÍTICA DE SEGURANÇA POLÍTICA DE SEGURANÇA GADE SOLUTION Tatiana Lúcia Santana GADE SOLUTION 1. Conceituação: A informação é um dos principais patrimônios do mundo dos negócios. Um fluxo de informação de qualidade é capaz

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014 Versão: 01 Data de aprovação: 7 de outubro de 2014. Ato de aprovação: Resolução n.º 112 /2014 Unidade

Leia mais

REGULAMENTO E POLITICAS PARA O USO DA REDE DE COMPUTADORES DO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

REGULAMENTO E POLITICAS PARA O USO DA REDE DE COMPUTADORES DO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO REGULAMENTO E POLITICAS PARA O USO DA REDE DE COMPUTADORES DO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 1. INTRODUÇÃO O presente documento define o regulamento para o uso apropriado da rede de computadores

Leia mais

REGULAMENTO DE USO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA E DA BIBLIOTECA DIGITAL FEDERAÇÃO DE ESCOLAS FACUDADES INTEGRADAS SIMONSEN FEFIS

REGULAMENTO DE USO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA E DA BIBLIOTECA DIGITAL FEDERAÇÃO DE ESCOLAS FACUDADES INTEGRADAS SIMONSEN FEFIS REGULAMENTO DE USO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA E DA BIBLIOTECA DIGITAL FEDERAÇÃO DE ESCOLAS FACUDADES INTEGRADAS SIMONSEN FEFIS CAPÍTULO I DAS NORMAS E PROCEDIMENTOS GERAIS Art. 1 - Este Regulamento

Leia mais

Universidade Federal de Sergipe

Universidade Federal de Sergipe Universidade Federal de Sergipe Centro de Processamento de Dados Coordenação de Redes Regras de Acesso à Rede Sem Fio da UFS 1. DESCRIÇÃO A rede sem fio do projeto Wi-Fi UFS foi concebida para complementar

Leia mais

POLÍTICA DE UTILIZAÇÃO DA REDE/FEA

POLÍTICA DE UTILIZAÇÃO DA REDE/FEA POLÍTICA DE UTILIZAÇÃO DA REDE/FEA 1. OBJETIVO. A implantação de uma Política de Utilização de Rede, objetiva assegurar aos usuários da rede da FEA, não somente a prestação de serviços de alta qualidade,

Leia mais

Título I Dos laboratórios de Informática

Título I Dos laboratórios de Informática Título I Dos laboratórios de Informática Capítulo I - Da Organização Artigo 1 o O Centro de Processamento de Dados - CPD, ao qual os laboratórios de Informática da FAPAN estão subordinados, tem como principal

Leia mais