1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS"

Transcrição

1 PLANO DE CURSO

2 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Habilitação Técnica de Nível Médio em Produção de Áudio e Vídeo - Eixo A Tecnológico Produção Cultural e Design de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio instituído pela Resolução CNE/CEB nº 03/08 fundamentada no Parecer CNE/CEB nº 11/08, atende ao disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) Lei Federal nº 9.394/96, no Decreto Federal nº 5.154/04, nas Resoluções CNE/CEB nºs 04/99 e 04/10 e nos Pareceres CNE/CEB nºs 16/99 e 07/10, na Lei Federal nº 6.615/78 e no Decreto Federal nº /79, alterado pelos Decretos Federais nº /87 e nº /88 que regulam a profissão do Radialista, no Regimento das Unidades Educacionais Senac São Paulo e demais normas do sistema de ensino. Segundo pesquisas internas recentes, as novas Tecnologias da Informação e Comunicação transformaram a Sociedade de Conhecimento, impulsionando a produção audiovisual brasileira. Os meios de comunicação de massa, sobretudo o rádio e a televisão, expandiram seus horizontes e métodos de produção com o desenvolvimento da Internet e o surgimento de um novo cenário mundial. Tal fenômeno provoca o aparecimento de novas demandas para o setor produtivo audiovisual, decorrentes tanto da diversidade dos formatos televisivos, quanto da expansão do cinema nacional e do aumento do número de produtoras, gerando transformações no segmento da radiodifusão 1. Para ilustrar a importância desse novo cenário, enquanto o telefone levou 70 anos para atingir 50 milhões de usuários no mundo, o rádio demorou 38 anos, a televisão precisou de 13 anos e a internet de apenas cinco anos 2. Estima-se que exista cerca de 74 milhões de usuários de Internet no Brasil 3, um número significativo considerando que em 2001 eram apenas 18 milhões. O site Youtube - maior plataforma de vídeo online recebe, em média, 48 horas de vídeo por minuto e mais de3 bilhões de visualizações por dia 4. Vale destacar a importância do mercado audiovisual composto por Rádio, TVs aberta e por assinatura e Cinema que movimenta 71,49% do total da verba publicitária no Brasil, totalizando mais de 18,1 bilhões de reais por ano; o mercado de telefonia celular, já que o Brasil possui mais de 210,5 milhões de assinantes 5, que podem ser considerados potenciais 1 Id. 2 Fonte: Super Interessante, A Sociedade da Informação. Disponível em: < Acessado em: 20/06/ Fonte: Ibope Nielsen Online Disponível em: <http://www.tobeguarany.com/internet_no_brasil.php> Acessado em 01/07/ Fonte: Blog Oficial Youtube. Disponível em: <http://youtube-global.blogspot.com/2011/05/thanks-youtube-community-for-twobig.html> Acessado em 08/07/ Fonte: Anatel. Disponível em: < Acessado em: 08/06/

3 consumidores de conteúdo audiovisual; e as mais de empresas 6 que atuam na produção cinematográfica, de vídeos e de programas de televisão registradas na Agência Nacional de Cinema ANCINE. É nesse novo cenário do mercado audiovisual, que o Plano de Curso Técnico em Produção de Áudio e Vídeo do Senac-SP aprovado conforme Portaria Senac/GDE nº 63/2006 publicada no DOE de 17/10/2006 pela Portaria CEE/GP nº 424/2006, passa por revisão e atualização, adaptando-se às mudanças provocadas pela incorporação de novas tecnologias e de novas plataformas de mídias, e às orientações da reconfiguração do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos do MEC Ministério da Educação 7 formará profissionais competentes tecnicamente e responsáveis socialmente, que dominem habilidades específicas para atuar no mercado profissional de forma empreendedora. Considerando esses aspectos, a Instituição oferece esta habilitação técnica de nível médio, em consonância com sua Proposta Pedagógica, respeitando valores éticos, políticos e estéticos e mantendo seu compromisso com a qualidade, o trabalho, a ciência, a tecnologia e as práticas sociais relacionadas com os princípios da cidadania responsável e da sustentabilidade ambiental. O Senac SP se propõe a permanente atualização do Plano de Curso, a fim de acompanhar as transformações tecnológicas, legais e socioculturais, especialmente, aquelas voltadas à área de produção audiovisual, com o objetivo de formar profissionais alinhados com a realidade e as mudanças inerentes a esse segmento ao longo do tempo. 2. REQUISITOS DE ACESSO Para matrícula na habilitação técnica de nível médio, o candidato deve ter no mínimo 18 anos, ou completar até o final do curso, e ter no mínimo Ensino Médio completo. Documentos necessários: Requerimento de Matrícula. Documento de Identidade (RG) (cópia simples). Certificado ou Histórico Escolar de conclusão do Ensino Médio (original e cópia simples ou cópia autenticada). 6 Fonte: Agência Nacional do Cinema. 7 Disponível em: <http://catalogonct.mec.gov.br/et_producao_cultural_design/et_producao_cultural_design.php> Acessado em: 01/07/

4 Para matrícula nas qualificações técnicas de nível médio quando realizadas independentes da habilitação, o participante deve ter, no mínimo, 18 anos no ato da matrícula, ou completar até o final da qualificação, e ter no mínimo, Ensino Fundamental completo. Documentos necessários: Requerimento de Matrícula. Documento de Identidade (RG) (cópia simples). Certificado ou Histórico Escolar de conclusão do Ensino Fundamental (original e cópia simples ou cópia autenticada). As inscrições e as matrículas serão efetuadas conforme cronograma estabelecido pela Unidade, atendidos os requisitos de acesso e nos termos regimentais. Antes de iniciar o período de matrículas, a Unidade poderá realizar palestras informativas sobre a habilitação técnica e as respectivas qualificações que fazem parte de seu itinerário formativo. A Unidade poderá admitir processo seletivo, quando julgar necessário, aplicando procedimentos/instrumentos que avaliem os conhecimentos e habilidades adquiridos pelo candidato no ensino Fundamental/Médio, desde que relacionados com as competências essenciais ao desenvolvimento do curso. 3. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO O Técnico em Produção de Áudio e Vídeo é o profissional habilitado a exercer funções e atividades ligadas à produção de conteúdos audiovisuais, podendo atuar em empresas de radiodifusão e telecomunicações, agências de publicidade, provedores de internet, laboratórios de desenvolvimento e pesquisa, produtoras independentes e estúdios de gravação. Este profissional deve estar sintonizado com as inovações tecnológicas e as transformações da linguagem audiovisual, estando apto a executar roteiro de operações em Áudio, Vídeo e Multimídia, selecionando componentes, materiais e equipamentos, com base nas suas características tecnológicas e de acordo com as necessidades artísticas. Participa de equipes de captação, edição, finalização e transmissão de produtos audiovisuais em mídias eletrônicas e digitais. É capaz de intermediar locações, cenografia e iluminação; além de atuar em produção de vídeos, eventos culturais, DVDs e CD-ROMs, de sistemas internos de áudio e vídeo, de páginas eletrônicas para Internet com transmissões por streaming ou on demand. Apto a planejar, organizar e produzir a edição de imagens e a inserção de 4

5 vinhetas eletrônicas, de trilhas sonoras e de textos, além de criar e roteirizar peças multimídias interativas, empregando conhecimentos de fotografia, computação gráfica e de tratamento de som e imagem digitais para cinema, propaganda, televisão e outras mídias. Para tanto, no decorrer do curso deve mobilizar e articular com pertinência os saberes necessários à ação eficiente e eficaz, integrando suporte científico, tecnológico e valorativo que lhe permita: Buscar atualização constante e autodesenvolvimento, por meio de estudos e pesquisas no mercado nacional e internacional para propor inovações; identificar e incorporar, criticamente, novos métodos, técnicas e tecnologias às suas ações e responder às situações cotidianas e imprevisíveis com flexibilidade e criatividade. Assumir postura condizente com os princípios que regem as ações dos profissionais do eixo tecnológico de Produção Cultural e Design, atuando em equipes multidisciplinares e relacionando-se adequadamente com outros profissionais, clientes e fornecedores envolvidos no processo de trabalho, contribuindo de forma efetiva para atingir os objetivos estabelecidos no seu campo de trabalho. Gerenciar seu percurso profissional, com iniciativa e empreendedorismo, visualizando oportunidades de trabalho e possibilidades em diversos setores para projetar seu itinerário formativo, seja prestando serviços em organizações ou na condução do seu próprio negócio. Atuar com responsabilidade, comprometendo-se com os princípios da ética, da sustentabilidade ambiental, da preservação da saúde e do desenvolvimento social, orientando suas atividades por valores expressos no ethos profissional, resultante da qualidade e do gosto pelo trabalho bem feito. Para atender as demandas do processo produtivo, o Técnico em Produção em Áudio e Vídeo deverá constituir, além das competências já desenvolvidas nas qualificações técnicas que integram o itinerário formativo desta habilitação, as seguintes competências: Criar e produzir pautas, conteúdo, casting, locações, cenários, sons e imagens em obras audiovisuais, por meio da captação, edição e finalização de sons e imagens, considerando o público-alvo, os recursos operacionais e financeiros, a linguagem e a tecnologia, dentro dos padrões técnicos e estéticos dos diferentes meios de comunicação, como rádio, TV e mídias digitais, incluindo a organização de sistemas operacionais e de transmissão de sinais eletrônicos digitais com qualidade profissional. Elaborar projetos de comunicação audiovisual, roteiros técnicos, mapas de programação, de distribuição e de veiculação de produções audiovisuais, organizando a produção para a otimização dos recursos operacionais, financeiros, materiais e humanos 5

6 por meio da aplicação de estratégias e ferramentas de gerenciamento técnico e administrativo, nos formatos legais usuais, de contratos de produção e autorização de uso de imagem e espaços. Relacionar as novas tecnologias da informação e comunicação à construção de enredos e narrativas audiovisuais para a construção de formatos, linguagens, personagens e cenas em diferentes mídias, considerando as possibilidades e limites das tecnologias em uso, utilizando recursos de computação gráfica por meio de repertório ou acervo iconográfico da cultura contemporânea. Comunicar-se com os profissionais das equipes de produção por meio de vocabulário técnico específico de forma a estabelecer diálogos fluentes com segurança sobre os aspectos técnicos da produção audiovisual que envolvam seu trabalho, aplicando normas e leis pertinentes, como as referentes à conduta ética, e adequar as possibilidades oferecidas por leis de incentivo fiscal à produção na área. Atuar em equipes multidisciplinares, de maneira integrada, eficiente e responsável, respeitando regras de convivência, garantindo o bom relacionamento profissional com os colegas envolvidos nas diferentes funções em uma produção audiovisual e respondendo às demandas inerentes aos processos de produção e distribuição de produtos culturais voltados à informação, serviços, educação, publicidade e entretenimento em diferentes plataformas de mídias. Pesquisar e analisar ideias, fatos e expectativas para a produção em diferentes mídias, produzindo e interpretando texto, imagem e som com o uso de recursos tecnológicos, equipamentos e ferramentas eletrônicas atualizadas, selecionando a mídia adequada correlacionando características e tendências do mercado com fatores políticos, econômicos, sociais, culturais e tecnológicos. Os perfis profissionais de conclusão das qualificações técnicas de nível médio atendem aos dispositivos legais e destacam competências específicas relacionadas com as funções em que se desdobram as atividades dos radialistas, conforme segue: O Radialista - Assistente de Estúdio, de acordo com a regulamentação da profissão 8, é responsável pela ordem e sequência de encenação, programa ou gravação dentro de estúdio, coordena os trabalhos e providencia para que a orientação do diretor do programa ou do diretor de imagens seja cumprida; providencia cartões, ordens e sinais dentro do 8 Todas as Qualificações Técnicas propostas neste Plano de Curso utilizaram como referência a regulamentação da profissão da FITERT Federação dos Radialistas para fundamentar o perfil do egresso. Disponível em: < legislacao-profissional.html> Acessado em: 23/06/2011 6

7 estúdio que permitam emissão ou gravação do programa. O perfil do egresso desta Qualificação Técnica prevê o desenvolvimento das seguintes competências: Assessorar profissionais, convidados e atividades no estúdio de TV, durante ensaios, gravações e transmissões ao vivo, fazendo com que a orientação do diretor do programa ou de imagens seja cumprida, auxiliando nas marcações dos apresentadores e/ou atores, organizando o estúdio. O Radialista - Contrarregra, de acordo com a regulamentação da profissão, realiza tarefas de apoio à produção, providenciando a obtenção e guarda de todos os objetos móveis necessários à produção, O perfil do egresso desta Qualificação Técnica prevê o desenvolvimento das seguintes competências: Organizar os objetos de cena no estúdio ou locação na fase de pré-produção, armazenando-os de acordo com as necessidades específicas de cada elemento após cada gravação, oferecendo suporte à produção. O Radialista - Operador de Câmera, de acordo com a regulamentação da profissão, opera câmeras, inclusive as portáteis ou semiportáteis, sob orientação técnica do diretor de imagens. O perfil do egresso desta Qualificação Técnica prevê o desenvolvimento das seguintes competências: Operar câmeras para a obtenção de tomadas em estúdios e externas, de acordo com campo de visão, área do objeto que compõe a cena, o número de sujeitos incluídos, ângulo, função e movimento de câmera, a partir da interpretação de roteiros/scripts e de instruções do diretor de televisão, interagindo com os demais integrantes da equipe. O Radialista - Cenógrafo, de acordo com a regulamentação da profissão, projeta o cenário, de acordo com o produtor e o diretor de programa; executa plantas baixa e alta do cenário; desenha os detalhes em escala para a execução do cenário; indica as cores do cenário; orienta e dirige a montagem dos cenários e orienta o contrarregra quanto aos adereços necessários ao cenário. O perfil do egresso desta Qualificação Técnica prevê o desenvolvimento das seguintes competências: Conceber e executar projetos de cenografia, com base na interpretação de roteiros e scripts, visando sua adequação à narrativa audiovisual e dimensionando seus materiais. Confeccionar maquetes considerando conhecimentos sobre história da arte e arquitetura e aplicando técnicas para a utilização de materiais para a confecção de cenários. O Radialista - Diretor de Imagens (TV), de acordo com a regulamentação da profissão, seleciona as imagens e efeitos que devem ser transmitidos e/ou gravados, orientando os Câmeras, quanto ao seu posicionamento e ângulo de tomadas. Coordena os trabalhos de som, imagens, gravação, telecine, efeitos etc., supervisionando e dirigindo toda a equipe 7

8 operacional durante os trabalhos. O perfil do egresso desta Qualificação Técnica prevê o desenvolvimento das seguintes competências: Selecionar e comutar duas ou mais fontes de imagem como câmeras, videoteipes e materiais gráficos, a serem organizadas em um roteiro de corte, tendo como base a interpretação de roteiros e scripts de acordo com a linguagem da produção audiovisual. Coordenar equipes de operadores de câmera e seus assistentes, operadores de videoteipe ou sistemas automatizados, em estúdios ou externas, observando as características e exigências de qualidade do produto final. O Radialista - Editor de Videoteipe (VT), de acordo com a regulamentação da profissão, edita os programas gravados em videoteipe ; maneja as máquinas operadoras durante a montagem final e edição; ajusta as máquinas; determina, conforme orientação do diretor de programa, a melhor edição. O perfil do egresso desta Qualificação Técnica prevê o desenvolvimento das seguintes competências: Editar imagens e sons a partir de materiais brutos, na forma de arquivos de dados ou fitas magnéticas, observando as características e exigências de qualidade do produto final e plataforma de mídia de exibição. O Radialista Iluminador, de acordo com a regulamentação da profissão, coordena e opera todo o sistema de iluminação de estúdios ou de externas, zelando pela segurança e bom funcionamento do equipamento. Elabora o plano de iluminação de cada programa ou série de programas. O perfil do egresso desta Qualificação Técnica prevê o desenvolvimento das seguintes competências: Elaborar e/ou executar projetos de iluminação em ambiente interno ou externo, com base na interpretação de roteiros e scripts, envolvendo diferentes estilos de tratamento pictórico e dramático. Operar o sistema de iluminação em gravações, considerando: limitações de estúdio e externas; uso de microfones ocultos; cenários tridimensionais; câmeras; sujeitos em movimento; iluminação mista (artificial e natural), com base em conhecimentos sobre a intensidade da luz e temperatura das cores. O Radialista - Assistente de Produção, de acordo com a regulamentação da profissão, é responsável pela obtenção dos recursos materiais necessários à realização dos programas, bem como pelos locais de encenação ou gravação, pela disponibilidade dos estúdios e das locações, inclusive instalação e renovação de cenários. O perfil do egresso desta Qualificação Técnica prevê o desenvolvimento das seguintes competências: 8

9 Providenciar os elementos necessários à produção, considerando todos os aspectos de uma produção audiovisual, desde o desenvolvimento da ideia do projeto e da contratação do elenco até a supervisão das gravações e a checagem dos processos. Elaborar, sugerir, apurar e produzir pautas e conteúdos para programas de rádio e TV e produções audiovisuais, providenciando os recursos materiais necessários, as locações e os estúdios para gravação, acompanhando a pré-produção, a produção e a pósprodução. 4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR A organização curricular do curso Técnico em Produção de Áudio e Vídeo está estruturada em dez módulos e, compreende em seu itinerário formativo, oito Qualificações Técnicas de Nível Médio: Radialista Assistência de Estúdio (módulo I e II) Radialista Contrarregra (módulo I e III) Radialista Operação de Câmera (módulo I e IV) Radialista Cenografia (módulo I e V) Radialista - Direção de Imagens TV (módulo I e VI) Radialista Edição de Videoteipe (VT) (módulo I e VII) Radialista Iluminação (módulo I e VIII) Radialista Assistência de Produção (módulo I e IX) O aluno somente poderá cursar os Módulos II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX e X após a conclusão com aprovação no Módulo I. Cada Qualificação Técnica compreende o Módulo I e um dos Módulos de II a IX, que compõe o itinerário do curso. O Módulo X é obrigatório para a conclusão da habilitação. O módulo I mais dois módulos entre II e IX e o módulo X compreendem a Habilitação Técnica. 9

10 M Ó D U L O S Carga Horária I Fundamentos de Áudio e Vídeo 80 II Radialista Assistência de Estúdio 168 III Radialista Contrarregra 168 IV Radialista Operação de Câmera 220 V Radialista - Cenografia 188 VI Radialista - Direção de Imagens TV 188 VII Radialista Edição de Videoteipe (VT) 220 VIII Radialista Iluminação 220 IX Radialista Assistência de Produção 168 X Produção de Áudio e Vídeo 384 Observação: A carga horária total do curso tem variação além das 800 horas mínimas exigidas para a habilitação de acordo com a opção do aluno na composição de seu itinerário de formação. Módulo I Fundamentos de Áudio e Vídeo propicia a ambientação do aluno na área e propõe situações de aprendizagem que promovam a mobilização de saberes e habilidades para o desenvolvimento do senso crítico e estético para analise de produções audiovisuais. Este módulo é pré-requisito para os demais, devendo ser realizado isoladamente e no início do curso. Módulo II Radialista Assistência de Estúdio são desenvolvidas competências para atuar como assistente de estúdio, estimulando o desenvolvimento de habilidades de assistência e acompanhamento de processos em gravações de programas em estúdio. Pode ser desenvolvido isoladamente ou concomitante com os módulos III, IV, V, VI, VII, VIII e IX. Módulo III Radialista Contrarregra são desenvolvidas competências para atuar como contrarregra, pesquisando objetos, de acordo com o período histórico e a concepção visual do projeto, fornecedores e as formas de armazenamento, apoiando a equipe de produção. Pode ser desenvolvido isoladamente ou concomitante com os módulos II, IV, V, VI, VII, VIII e IX. 10

11 Módulo IV Radialista Operação de Câmera são desenvolvidas competências para atuar como operador de câmera, capturando imagens em estúdio e externas, com os ângulos, enquadramentos e movimentos de câmera propostos por roteiro/script e pelo diretor de imagens. Pode ser desenvolvido isoladamente ou concomitante com os módulos II, III, V, VI, VII, VIII e IX. Módulo V Radialista Cenografia são desenvolvidas competências para atuar como cenógrafo, por meio da criação, concepção, projeção e montagem de cenários para gravações de produções audiovisuais e espetáculos. Pode ser desenvolvido isoladamente ou concomitante com os módulos II, III, IV, VI, VII, VIII e IX. Módulo VI Radialista Direção de Imagens TV são desenvolvidas competências para atuar como diretor de TV, que vão desde a seleção de imagens até os efeitos que devem ser transmitidos e/ou gravados, orientando os operadores de câmera quanto ao seu posicionamento e ângulo de tomadas e coordenando a execução de trabalhos de gravação ou transmissão de imagens televisivas em emissoras de TV ou produtoras independentes. Pode ser desenvolvido isoladamente ou concomitante com os módulos II, III, IV, V, VII, VIII e IX. Módulo VII Radialista Edição de Videoteipe (VT) são desenvolvidas competências para atuar como editor de áudio e vídeo, por meio da seleção e tratamento imagens e sons de acordo com o roteiro/script, em ilhas de edição analógicas ou digitais, montando e finalizando vídeos, comerciais, programas, vinhetas, telejornais e matérias para produções audiovisuais. Pode ser desenvolvido isoladamente ou concomitante com os módulos II, III, IV, V, VI, VIII e IX. Módulo VIII Radialista Iluminação são desenvolvidas competências para atuar como iluminador, em ambientes internos e externos, coordenando e operando todo o sistema de iluminação e aplicando medidas preventivas de segurança e bom funcionamento dos equipamentos. Pode ser desenvolvido isoladamente ou concomitante com os módulos II, III, IV, V, VI, VII e IX. Módulo IX Radialista Assistência de Produção TV são desenvolvidas competências para atuar como assistente em produções de áudio e vídeo, auxiliando a equipe na obtenção dos meios materiais necessários, no desenvolvimento de pautas e conteúdos e nos ensaios e gravação das obras audiovisuais. Pode ser desenvolvido isoladamente ou concomitante com os módulos II, III, IV, V, VI, VII e VIII. 11

12 Módulo X Produção de Áudio e Vídeo são desenvolvidas competências para atuar como Técnico em Produção de Áudio e Vídeo, coordenando todos os aspectos da produção, desde o desenvolvimento da ideia/roteiro, passando pela contratação do elenco, até a organização das gravações, administrando os recursos operacionais e financeiros, sempre de forma ética e respeitando a legislação vigente. Deve ser desenvolvido isoladamente após a conclusão com aprovação do Módulo I e no mínimo duas Qualificações Técnicas entre os Módulos II, III, IV, V, VI, VII, VIII e IX. COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS A SEREM DESENVOLVIDAS NOS MÓDULOS Módulo I - Fundamentos de Áudio e Vídeo Identificar o impacto das transformações sócio-históricas da comunicação, por meio das expressões artísticas e dos avanços tecnológicos visando a compreensão dos atuais processos comunicativos na sociedade contemporânea Reconhecer o papel do profissional da área de audiovisual e a importância de uma rede de contatos, considerando as especificidades de cada envolvido nas diferentes funções em uma produção para atuar em equipes multiprofissionais de maneira integrada. Distinguir os principais gêneros e formatos audiovisuais considerando os aspectos técnicos e estéticos, o meio de transmissão e o público-alvo, selecionando a linguagem adequada para cada produção. Módulo II Radialista Assistência de Estúdio Organizar as atividades no estúdio, coordenando a sequência de apresentação de elenco e/ou convidados, e intermediando a relação estúdio e switcher em gravações ou transmissões ao vivo, a fim de providenciar o cumprimento das informações e orientações dadas pelo diretor do programa ou pelo diretor de imagens. Sinalizar para o apresentador ou elenco, por meio de cartões, ordens e sinais, o tempo que falta para o programa entrar no ar, quanto tempo falta para acabar, quando uma entrevista ou atração deve ser encerrada e para qual deve se dirigir. Módulo III - Radialista Contrarregra Auxiliar a equipe de produção e os departamentos de cenografia e arte na montagem de cenários e na produção e confecção de adereços de acordo com a narrativa audiovisual. Acompanhar os ensaios e as gravações, organizando os objetos de cena, apoiando o produtor ou diretor de arte na composição da linguagem visual, atuando na mudança de cenário e figurino. 12

13 Organizar e armazenar os adereços e objetos de cena em condições adequadas, responsabilizando-se por sua manutenção e devolução, garantindo a integridade dos elementos cênicos. Módulo IV Radialista Operação de Câmera Garantir o bom funcionamento de equipamentos e acessórios, tomando os cuidados necessários de montagem, transporte e manuseio, para salvaguardar o bom desenvolvimento do projeto audiovisual, bem como a própria segurança e da equipe. Operar diferentes tipos de câmeras de vídeo, utilizando adequadamente seus componentes mecânicos e eletrônicos, bem como os diversos tipos de lentes, de modo a atender às necessidades das produções. Manipular os reguladores de intensidade e cor de luz e os recursos correspondentes à nitidez da imagem, de forma a obter imagens adequadas em luminosidade e foco, ou obter efeitos subjetivos, para pontuar a obra audiovisual. Viabilizar material audiovisual para o processo de edição, por meio da análise técnica e acompanhamento. Módulo V Radialista Cenografia Pesquisar referências visuais estéticas, históricas e arquitetônicas, a partir da decupagem e análise técnica do roteiro ou projeto, e materiais considerando o produto audiovisual ou evento, para a composição da cenografia. Elaborar e apresentar projetos cenográficos, em maquetes ou na forma digital, utilizando software de construção e de planejamento para o desenvolvimento de cenários, alinhando suas atividades com as de direção de arte de modo a garantir adequada harmonia da obra audiovisual e sua relação com o texto, elenco, iluminação e figurino. Criar elementos visuais para o projeto cenográfico como cores, formas, texturas e iluminação, selecionando criticamente os elementos a serem aplicados, com base em pesquisas sobre as características das tintas, tecidos cênicos e estética da iluminação cênica, de forma a garantir a adequada compreensão da narrativa audiovisual. Criar objetos e adereços cenográficos, considerando os elementos de composição da imagem como enquadramentos, ângulos e movimentos de câmera de vídeo e suas relações de proporção com o cenário para composição da linguagem do produto final. Planejar e acompanhar a implantação do projeto cenográfico, coordenando a equipe de assistentes na execução de projetos, identificando e aplicando medidas de segurança do trabalho e saúde ocupacional, para a montagem e desmontagem do cenário. 13

14 Módulo VI Radialista - Direção de Imagens TV Organizar um roteiro de corte com análise e seleção das diversas fontes, considerando conceitos e princípios de eixo de ação e de continuidade e reconhecendo as diversas escolas da arte e do pensamento como subsídio para o trabalho de criação e exploração da estética audiovisual. Instruir a equipe de produção e técnica para o pré-corte ou preview, mobilizando conhecimentos e habilidades sobre roteiro de cortes e sobre o uso do equipamento, de modo a garantir a qualidade do produto final. Operar equipamentos para a seleção e corte de vídeo (switcher), de forma a preservar as características originais das fontes a serem selecionadas, contribuindo para a clareza e precisão da mensagem. Posicionar e orientar, em estúdio ou externa, os operadores de câmera, com base na interpretação de roteiros e scripts; habilidades no uso de equipamentos de radiocomunicação e intercomunicação e na coordenação de equipes. Conhecer o processo de transmissão de áudio e vídeo através de microondas, satélites ou dados para veiculação de produções gravadas ou ao vivo. Módulo VII Radialista Edição de Videoteipe (VT) Analisar e selecionar materiais de áudio e vídeo, explorando possibilidades de montagem dos elementos sonoros e imagéticos, operando ferramentas de edição como suporte para a organização da narrativa audiovisual a partir do timecode ou outros sinais de referência. Digitalizar e editar imagens e sons, estabelecendo cortes conforme a estrutura, a ordem e a duração das partes a serem editadas, com base na interpretação de roteiros e scripts, garantindo a compreensão da mensagem e a estética audiovisual a partir do material bruto em arquivos de dados ou fita magnética. Criar legendas e títulos utilizando o recurso de gerador de caracteres, incluindo trilhas e efeitos sonoros e aplicando efeitos de transição de sons e imagens para compor a narrativa audiovisual. Equalizar e finalizar áudio e vídeo, fazendo tratamento de sons e imagens, gerando o arquivo ou fita máster em diferentes formatos de mídia para a veiculação da produção audiovisual. 14

15 Módulo VIII - Iluminação Elaborar e executar projetos de iluminação em ambientes internos e externos, a partir da interpretação de roteiros e scripts, relacionando o espaço tridimensional com as características dessa iluminação. Determinar e empregar equipamentos e acessórios de iluminação no set de gravação, a partir da leitura de roteiros e identificação do gênero da obra audiovisual, garantindo a harmonia do projeto de áudio com a marcação de câmera, a fim de evitar a interferência física de equipamentos de iluminação. Implementar as medidas de controle adequadas a cada situação, atendendo às normativas técnicas e de segurança pertinentes, especialmente no tocante as prioridades previstas na NR10 a fim de garantir a segurança dos envolvidos na operação das instalações e do meio ambiente. Utilizar adequadamente os recursos de iluminação, lâmpadas, rebatedores de luz, gelatinas e gobos metálicos ou de vidro, considerando as propriedades da luz e os efeitos emocionais das cores e suas aplicações, e valendo-se dos instrumentos de medida de intensidade de luz e de temperatura de cor. Módulo IX - Radialista Assistência de Produção Utilizar o roteiro para providenciar os recursos materiais necessários à realização da gravação, disponibilizando-o para todos os integrantes da equipe. Pesquisar locações, casting, músicas, sons e imagens, considerando as características do gênero e do público alvo, para a transformação do roteiro em um produto audiovisual. Realizar a pré-produção, contemplando agendamento, recepção de convidados, assinatura da autorização de uso de imagem; checklist dos materiais necessários, dando assistência ao produtor. Executar a decupagem do material bruto, fazendo a pré-seleção de sons e imagens, auxiliando o produtor e o editor com as informações necessárias para a edição da obra audiovisual. Elaborar formulários e relatórios do dia de gravação, colaborando com a análise técnica do roteiro, acompanhando o recebimento e a distribuição dos elementos requisitados na ordem do dia, facilitando a comunicação do produtor com a equipe e com o elenco. Acompanhar e marcar o tempo das gravações de matérias externas, sendo responsável pelos arquivos ou fitas com o material bruto gravado para a edição, auxiliando nas gravações e nas transmissões de programas gravados ou ao vivo. 15

16 Módulo X - Produção de Áudio e Vídeo Elaborar, analisar e executar projetos de produtos de comunicação audiovisual desde o planejamento estratégico à avaliação, incluindo orçamento e captação de recursos para avaliar a viabilidade técnica e financeira do projeto. Construir roteiros técnicos a partir da interpretação de roteiros e/ou scripts, estabelecendo cronogramas de trabalho, com base em conhecimentos sobre o perfil da equipe, o funcionamento de equipamentos de áudio e vídeo e a terminologia da legislação vigente, considerando as etapas de produção, pós-produção, transmissão e arquivamento de material. Criar produtos audiovisuais nos diferentes gêneros e formatos, com base nos aspectos operacionais, de linguagem e estrutura, considerando os equipamentos de captação, processamento e acabamento de imagens e sons. Acompanhar a edição e pós-produção de obras em áudio e vídeo, orientando a seleção das sequências sonoras e superposições de imagens para compor a narrativa audiovisual proposta pelo roteiro. Planejar a programação, distribuição e veiculação de produto audiovisual, com base em pesquisas de audiência e dados estatísticos que permitam a análise do perfil de consumo e da oferta de mídia na sociedade contemporânea. Criar e produzir pautas, conteúdo, casting, locações, cenários, sons e imagens em obras audiovisuais, atendendo aos padrões técnicos e estéticos dos diferentes meios de comunicação, como rádio, TV e mídias digitais, considerando público-alvo, recursos operacionais e financeiros, linguagem e tecnologia. Indicações Metodológicas As indicações metodológicas que orientam este curso, em consonância com a Proposta Pedagógica do Senac São Paulo, pautam-se pelos princípios da aprendizagem com autonomia e do desenvolvimento de competências profissionais, entendidas como a capacidade de mobilizar, articular e colocar em ação valores, conhecimentos e habilidades necessários para o desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas pela natureza do trabalho 9. As competências profissionais descritas na organização curricular foram definidas com base no perfil profissional de conclusão, considerando processos de trabalho de complexidade 9 Esta é a definição de competência profissional presente nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico Resolução CNE/CEB nº 04/99. 16

17 crescente, relacionados com a comercialização de bens e serviços. Tais competências desenham um caminho metodológico que privilegia a prática pedagógica contextualizada, colocando o aluno frente a situações problemáticas que possibilitem o exercício contínuo da mobilização e a articulação dos saberes necessários para a ação e a solução de questões inerentes à natureza do trabalho neste segmento. A incorporação de tecnologias e práticas pedagógicas inovadoras previstas, como o trabalho por projeto, atende aos processos de produção da área, às constantes transformações que lhe são impostas e às mudanças socioculturais relativas ao mundo do trabalho. Propicia aos alunos a vivência de situações desafiadoras que levam a um maior envolvimento, instigando-os a decidir, opinar, debater e construir com autonomia o seu desenvolvimento profissional. Permite, ainda, a oportunidade de trabalho em equipe, assim como o exercício da ética, da responsabilidade social e da atitude empreendedora. As situações de aprendizagem previstas para o curso têm como eixo condutor um Projeto que será construído no decorrer dos módulos, por etapas, considerando as especificidades de cada módulo. O trabalho por projeto favorece o desenvolvimento das competências previstas em cada módulo, na medida em que considera contextos similares àqueles encontrados nas condições reais de trabalho e estimula a participação ativa dos alunos na busca de soluções para os desafios que dele emergem. Estudo de casos, proposição de problemas, pesquisa em diferentes fontes, contato com empresas e especialistas da área, seminários, visitas técnicas, trabalho de campo e simulações de contextos compõem o repertório do trabalho por projeto, que será especificado no plano dos docentes, a ser elaborado sob a coordenação da Área Técnica da Unidade e registrado em documento próprio. Cabe ressaltar que, na mediação dessas atividades, o docente deve atuar no sentido de possibilitar a identificação de problemas diversificados e desafiadores, orientando a busca de informações, estimulando o raciocínio lógico e a criatividade e incentivando respostas inovadoras. Deve, também, criar estratégias que propiciem avanços, tendo sempre em vista que a competência é formada pela prática e que esta se dá em situações concretas. Ao final de cada módulo os alunos deverão apresentar um produto de comunicação que representará a síntese dos processos vivenciados e dos estudos realizados, ficando o modo de apresentação a critério da Unidade. As situações de aprendizagem serão especificadas no plano de trabalho dos docentes, elaborado sob a coordenação da área técnica, e registradas em documento próprio. 17

18 PLANO DE REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO PROFISSIONAL SUPERVISIONADO O estágio é um ato educativo, tendo como objetivo proporcionar a preparação para o trabalho produtivo e para vida cidadã do educando, sempre desenvolvido em ambientes de trabalho que envolva atividades relacionadas com a natureza do curso, nos termos da legislação vigente. Este curso não prevê estágio profissional supervisionado, ficando a critério da Direção da Unidade autorizar a sua realização como uma atividade opcional do aluno, acrescida à carga horária total do curso. O estágio não obrigatório e opcional do aluno poderá ser realizado desde que o aluno esteja matriculado, frequente regularmente o curso e tenha no mínimo 18 anos. O aluno que optar pelo estágio poderá iniciá-lo a partir da conclusão com aprovação do módulo I. Mesmo não sendo obrigatório, o estágio será orientado e supervisionado por um responsável da parte concedente e acompanhado por docente orientador indicado pelo Senac, que se responsabilizará pela sua avaliação e pela verificação do local destinado às atividades do estágio, procurando garantir que as instalações e as atividades desenvolvidas sejam adequadas para a formação cultural e profissional do educando. Os estágios poderão ser desenvolvidos em organizações privadas ou públicas onde as atividades relacionadas as competência previstas neste plano de curso se façam necessárias, desde que ofereçam as condições essenciais ao cumprimento de sua função educativa, de maneira a evitar situações em que o aluno seja compelido a assumir responsabilidades de profissionais já qualificados e, dessa forma, desenvolvendo as atividades compatíveis com as previstas no Termo de Compromisso. Serão aplicados estratégias e instrumentos de avaliação do desempenho do aluno, com registros em formulário próprio de acompanhamento do estágio, com anotações diárias feitas pelo estagiário e validadas pelo supervisor do campo de estágio. O estágio não poderá exceder 06 horas diárias e 30 horas semanais, devendo constar do respectivo Termo de Compromisso. A carga horária do estágio deverá ser de, no mínimo, 10% do total de horas da habilitação ou, no mínimo, o mesmo percentual da respectiva qualificação técnica e o aluno poderá concluí-lo até a data de término do curso estabelecida no Termo de Compromisso firmado entre o aluno ou seu responsável legal, a parte concedente e o Senac, que indicará as condições para sua realização. Periodicamente o aluno deverá apresentar ao docente orientador do estágio, relatório das atividades realizadas. 18

19 Um relatório final deverá ser entregue até 30 dias após o término do curso, devidamente assinado pelo supervisor do estágio. Para realização do estágio há necessidade dos seguintes documentos: Acordo de Cooperação entre a Unidade Senac que oferecer o curso e a parte concedente que oferecer o campo de estágio. Este documento deverá definir as responsabilidades de ambas as partes e todas as condições necessárias para a realização do estágio. Plano de Atividades do estagiário, elaborado em acordo com aluno, parte concedente e o Senac, incorporado ao termo de Compromisso. Termo de Compromisso de Estágio, consignando as responsabilidades do estagiário e da parte concedente, firmado pelo seu representante, pelo estagiário e pela Unidade Senac, que deve zelar pelo cumprimento das determinações constantes do respectivo termo. Seguro de Acidentes Pessoais para os estagiários, com cobertura para todo o período de duração do estágio pela parte concedente e, alternativamente, assumida pelo Senac. A apólice deve ser compatível com valores de mercado, ficando também estabelecidos no Termo de Compromisso. Durante a realização do estágio devem ser elaborados: Relatório de Estágio, segundo orientações do supervisor. Ficha de Acompanhamento de Estágio com registros diários feitos pelo estagiário e com visto do supervisor. O aluno ao qual for concedida a oportunidade do estágio opcional e que realizar, integralmente, as horas e atividades previstas no respectivo Termo de Compromisso terá apostilado no verso do seu Certificado ou Diploma o estágio realizado. Caso não cumpra o mínimo de horas e de atividades previstas, não terá direito a qualquer aditamento em seu documento de conclusão. 5. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES As competências anteriormente adquiridas pelos alunos, relacionadas com o perfil profissional de conclusão do Técnico em Produção de Áudio e Vídeo, podem ser avaliadas para o aproveitamento de estudos, nos termos da legislação e das normas vigentes. Assim, podem ser aproveitados no curso os conhecimentos e experiências adquiridos: 19

20 Em cursos, módulos, etapas ou certificação profissional técnica de nível médio, mediante comprovação e análise da adequação ao perfil profissional de conclusão e, se necessário, com avaliação do aluno. Em cursos de formação inicial e continuada ou qualificação profissional, no trabalho ou por outros meios informais, mediante avaliação do aluno. O aproveitamento, em qualquer condição, deverá ser requerido antes do início do módulo ou da competência correspondente e em tempo hábil para deferimento pela direção da unidade e devida análise por parte dos docentes, aos quais caberá a avaliação das competências e a indicação de eventuais complementações. 6. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO A avaliação da aprendizagem será contínua e cumulativa, priorizando aspectos qualitativos relacionados ao processo de aprendizagem e ao desenvolvimento do aluno observado durante a realização das atividades propostas, individualmente e/ou em grupo, tais como pesquisas, relatórios de atividades e visitas técnicas, estudo de casos e do meio, diagnóstico ou prognóstico sobre situações de trabalho e produtos gerados pelos projetos desenvolvidos. A avaliação deve se pautar por critérios e indicadores de desempenho, pois, considera-se que cada competência traz em si determinado grau de experiência cognitiva, valorativa e comportamental. Assim, pode-se dizer que o aluno adquiriu determinada competência quando seu desempenho expressar esse patamar de exigência qualitativa. Para orientar o processo de avaliação, torná-lo transparente e capaz de contribuir para a promoção e a regulação da aprendizagem, é necessário que os indicadores de desempenho sejam definidos no plano de trabalho docente e explicitados aos alunos desde o início do curso a fim de direcionar todos os esforços da equipe técnica, dos docentes e do próprio aluno, para que ele alcance o desempenho desejado. Desse modo, espera-se potencializar a aprendizagem e reduzir ou eliminar o insucesso. Isso porque a educação por competência implica em assegurar condições para que o aluno supere dificuldades de aprendizagem diagnosticadas durante o processo educacional. A autoavaliação será estimulada e desenvolvida por meio de procedimentos que permitam que o aluno acompanhe seu progresso e pela identificação de pontos a serem aprimorados, considerando-se que esta é uma prática imprescindível à aprendizagem com autonomia. 20

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO Plano de Curso Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 15 de Junho de 2010 Número do Plano: 143 Eixo Tecnológico: Ambiente, Saúde e Segurança

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS A Especialização Técnica de Nível Médio em Custos Eixo Tecnológico Gestão e Negócios, atende ao disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) Lei Federal

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS A

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS A 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS A Especialização Técnica de Nível Médio em Meio Ambiente para Técnico é um curso que compõe o itinerário formativo da Habilitação Técnica de Nível Médio em Técnico em Segurança

Leia mais

CONTABILIDADE. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO

CONTABILIDADE. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CONTABILIDADE Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 30 de novembro de 2006 Número do plano: 108 Área do plano: Gestão Plano de curso para:

Leia mais

PLANO DE CURSO. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - SENAC SÃO PAULO

PLANO DE CURSO. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - SENAC SÃO PAULO PLANO DE CURSO Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 01 de fevereiro de 2012 Número do Plano: 165 Eixo Tecnológico: PRODUÇÃO CULTURAL

Leia mais

NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - SENAC SÃO PAULO CNPJ:

NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - SENAC SÃO PAULO CNPJ: PLANO DE CURSO Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 01 de fevereiro de 2012 Número do Plano: 165 Eixo Tecnológico: PRODUÇÃO CULTURAL

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Especialização Técnica de Nível Médio em Prótese sobre Implante A compõe o itinerário formativo da Habilitação Técnica de Nível Médio em Prótese Dentária, Eixo Tecnológico

Leia mais

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO Plano de Curso Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 02 de Março de 2009 Número do Plano: 129 Eixo Tecnológico: Informação e Comunicação

Leia mais

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO Plano de Curso Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 02 de Março de 2009 Número do Plano: 129 Eixo Tecnológico: Informação e Comunicação

Leia mais

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO Plano de Curso Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 12 de Fevereiro de 2010 Número do Plano: 139 Eixo Tecnológico: Ambiente, Saúde e Segurança

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FOTOGRAFIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais O presente

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Habilitação Técnica de Nível Médio em Multimídia Eixo Tecnológico A Produção Cultural e Design, de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos instituído pela Resolução

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Habilitação Técnica de Nível Médio em Informática Eixo Tecnológico A Informação e Comunicação, de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio instituído

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Habilitação Técnica de Nível Médio em Computação Gráfica Eixo A Tecnológico Informação e Comunicação, de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos instituído pela Resolução

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Especialização Técnica de Nível Médio em Prótese sobre Implante A compõe o itinerário formativo da Habilitação Técnica de Nível Médio em Prótese Dentária, Eixo Tecnológico

Leia mais

LOGÍSTICA. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO. 01. Nome do Curso: Habilitação Técnica de Nível Médio em Logística

LOGÍSTICA. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO. 01. Nome do Curso: Habilitação Técnica de Nível Médio em Logística LOGÍSTICA Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 30 de novembro de 2006 Número do Plano: 111 Área do Plano: Gestão Plano de Curso para: 01.

Leia mais

PLANO DE CURSO. Qualificação Técnica de Nível Médio de Assistente Administrativo Carga Horária: 160 horas

PLANO DE CURSO. Qualificação Técnica de Nível Médio de Assistente Administrativo Carga Horária: 160 horas PLANO DE CURSO Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 19 de Julho de 2011 Número do Plano: 160 Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS A Habilitação Técnica de Nível Médio em Computação Gráfica Eixo Tecnológico Informação e Comunicação, de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio instituído

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS A Habilitação Técnica de Nível Médio em Logística Eixo Tecnológico Gestão e Negócios, de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos instituído pela Resolução CNE/CEB

Leia mais

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO Plano de Curso Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 27 de Julho de 2009 Número do Plano: 135 Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios HABILITAÇÃO

Leia mais

Nome da Instituição : SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC-SP. 01. Nome do curso: Habilitação Profissional de Técnico em Publicidade

Nome da Instituição : SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC-SP. 01. Nome do curso: Habilitação Profissional de Técnico em Publicidade Nome da Instituição : SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC-SP CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 02 de janeiro de 2001 Número do Plano: 12 Área do Plano: Comunicação PLANO DE CURSO PARA: 01. Nome

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS A

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS A 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS A Habilitação Técnica de Nível Médio em Arte Dramática Eixo Tecnológico Produção Cultural e Design de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, instituído pela Resolução

Leia mais

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO Plano de Curso Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 27 de Julho de 2009 Número do Plano: 134 Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação

Leia mais

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO Plano de Curso Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 19 de Julho de 2011 Número do Plano: 158 Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação

Leia mais

Nome da Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO

Nome da Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO Nome da Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 21 de agosto de 2006 Número do Plano: 99 Área do Plano: Áreas Secundárias: Gestão Comércio,

Leia mais

Nome da Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - SENAC SÃO PAULO

Nome da Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - SENAC SÃO PAULO Nome da Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 21 de agosto de 2006 Número do Plano: 98 Área do Plano: Áreas Secundárias: Gestão Comércio,

Leia mais

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO Plano de Curso Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 08 de Maio de 2009 Número do Plano: 132 Eixo Tecnológico: Produção Cultural e Design

Leia mais

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR MATRIZ CURRICULAR Carga Horária Semestral por Disciplina Disciplinas 1º semestre 2º semestre 3º semestre 4º semestre 5º semestre 6º semestre 7º semestre 8º semestre Total Obrigatórias Optativas Fundamentos

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Centro de Comunicação e Letras Curso de Propaganda, Publicidade e Criação PLANO DE ENSINO

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Centro de Comunicação e Letras Curso de Propaganda, Publicidade e Criação PLANO DE ENSINO PLANO DE ENSINO CÓDIGO 042 CÓD. CURSO CÓD. DISC. 12035351 CRÉDITOS UNIDADE CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS CURSO PROPAGANDA, PUBLICIDADE E CRIAÇÃO DISCIPLINA LINGUAGEM DO SOM E DA IMAGEM II (Áudio/Vídeo)

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS PLANO DE CURSO 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS A Habilitação Técnica de Nível Médio em Programação de Jogos Digitais Eixo Tecnológico Informação e Comunicação, de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos

Leia mais

Este plano de curso é válido para turmas iniciadas a partir de 31/01/2004, autorizado pela Portaria CEE/GP- 24 de 31/01/2004.

Este plano de curso é válido para turmas iniciadas a partir de 31/01/2004, autorizado pela Portaria CEE/GP- 24 de 31/01/2004. Este plano de curso é válido para turmas iniciadas a partir de 31/01/2004, autorizado pela Portaria CEE/GP- 24 de 31/01/2004. 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS JUSTIFICATIVA Bases Legais A habilitação profissional

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS A Especialização Técnica de Nível Médio em Enfermagem Instrumentação Cirúrgica compõe o itinerário formativo da Habilitação Técnica de Nível Médio em Enfermagem, Eixo Tecnológico

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Habilitação Técnica de Nível Médio em Design de Interiores Eixo A Tecnológico Produção Cultural e Design, de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos instituído pela

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL A Agência de Certificação Ocupacional (ACERT) é parte integrante da Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM) Centro de Modernização e Desenvolvimento da Administração

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS BARROS MELO PROCESSO SELETIVO PARA ALUNOS/ESTÁGIARIOS EDITAL

FACULDADES INTEGRADAS BARROS MELO PROCESSO SELETIVO PARA ALUNOS/ESTÁGIARIOS EDITAL FACULDADES INTEGRADAS BARROS MELO PROCESSO SELETIVO PARA ALUNOS/ESTÁGIARIOS EDITAL A Profª. Ivânia Maria de Barros Melo dos Anjos Dias, Diretora Geral das Faculdades Integradas Barros Melo, no uso de suas

Leia mais

PLANO DE CURSO. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - SENAC SÃO PAULO

PLANO DE CURSO. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - SENAC SÃO PAULO PLANO DE CURSO Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 09 de abril de 2012 Número do Plano: 169 Eixo Tecnológico: GESTÃO E NEGÓCIOS HABILITAÇÃO

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS Cultura Brasileira 1º PERÍODO O fenômeno cultural. Cultura(s) no Brasil. Cultura regional e

Leia mais

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO. Nome do Curso: Habilitação Técnica de Nível Médio em Farmácia

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO. Nome do Curso: Habilitação Técnica de Nível Médio em Farmácia Plano de Curso Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 17 de Abril de 2007 Número do Plano: 114 Área do Plano: Saúde Plano de Curso para:

Leia mais

CARGA HORÁRIA: 80 h/a PERÍODO: 5

CARGA HORÁRIA: 80 h/a PERÍODO: 5 PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA DISCIPLINA: CRIAÇÃO E PRODUÇÃO EM TV CÓDIGO: COS 1049 A02 CARGA HORÁRIA: 80 h/a PERÍODO: 5 CURRÍCULO: 2015/1 DOCENTE: Me. Alvaro de Melo Filho 1. EMENTA Redação, produção

Leia mais

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO Plano de Curso Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 08 de Dezembro de 2010 Número do Plano: 148 Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Especialização

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Habilitação Técnica de Nível Médio em Processos Fotográficos A Eixo Tecnológico Produção Cultural e Design, de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos instituído

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE COMUNICAÇÃO, TURISMO E ARTES Coordenação de Jornalismo

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE COMUNICAÇÃO, TURISMO E ARTES Coordenação de Jornalismo UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE COMUNICAÇÃO, TURISMO E ARTES Coordenação de Jornalismo REGIMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM JORNALISMO Capítulo I Da concepção de estágio O Estágio visa oportunizar

Leia mais

Missão. Objetivo Geral

Missão. Objetivo Geral SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO Curso: CINEMA E AUDIOVISUAL Missão O Curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Estácio de Sá tem como missão formar um profissional humanista, com perfil técnico e artístico

Leia mais

Nome da Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO. 01. Especialização Técnica de Nível Médio em Contabilidade Financeira

Nome da Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO. 01. Especialização Técnica de Nível Médio em Contabilidade Financeira Nome da Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 07 de agosto de 2006 Número do Plano: 94 Área do Plano: Gestão Plano de Curso para: 01. Especialização

Leia mais

A essa altura, você deve estar se perguntando qual é a diferença entre cinema e vídeo, audiovisual e multimídia, não é mesmo?

A essa altura, você deve estar se perguntando qual é a diferença entre cinema e vídeo, audiovisual e multimídia, não é mesmo? Pré-Vestibular Social Grupo SOA Suporte à Orientação Acadêmica Ela faz cinema Ela faz cinema Ela é demais (Chico Buarque) CINEMA Chegou o momento de escolher um curso. Diante de tantas carreiras e faculdades

Leia mais

PROGRAMA TRILHA SETRE NA TRILHA DAS ARTES CURSOS DE 400 HORAS. 1. Qualificação Social 100 horas

PROGRAMA TRILHA SETRE NA TRILHA DAS ARTES CURSOS DE 400 HORAS. 1. Qualificação Social 100 horas PROGRAMA TRILHA SETRE NA TRILHA DAS ARTES CURSOS DE 400 HORAS 1. Qualificação Social 100 horas INCLUSÃO DIGITAL - 30 horas (15 h de prática) Ementa: Introdução à informática, hardware e software. Descrição

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente

Leia mais

TÉCNICO DE ARTES GRÁFICAS

TÉCNICO DE ARTES GRÁFICAS Saída Profissional 03.01 TÉCNICO DE ARTES GRÁFICAS O Técnico de Artes Gráficas é um profissional qualificado, conhecedor do fluxo de produção gráfica, e apto para o exercício de profissões ligadas à composição,

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS PLANO DE CURSO 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Habilitação Técnica de Nível Médio em Paisagismo Eixo Tecnológico A Produção Cultural e Design, de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível

Leia mais

Critérios para obtenção do Registro Profissional

Critérios para obtenção do Registro Profissional Critérios para obtenção do Registro Profissional Os critérios para obtenção do registro profissional na categoria de radialista, é fruto de uma intensa discussão entre o sindicato e os trabalhadores da

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS BARROS MELO PROCESSO SELETIVO PARA ALUNOS/ESTÁGIARIOS EDITAL

FACULDADES INTEGRADAS BARROS MELO PROCESSO SELETIVO PARA ALUNOS/ESTÁGIARIOS EDITAL FACULDADES INTEGRADAS BARROS MELO PROCESSO SELETIVO PARA ALUNOS/ESTÁGIARIOS EDITAL A Profª. Ivânia Maria de Barros Melo dos Anjos Dias, Diretora Geral das Faculdades Integradas Barros Melo, no uso de suas

Leia mais

Contrata Consultor na modalidade Produto

Contrata Consultor na modalidade Produto Contrata Consultor na modalidade Produto PROJETO 914BRZ1134 EDITAL Nº 001/2014 1. Perfil: I - Consultoria para monitoramento e avaliação acerca de como se dá a apropriação de conteúdos, conceitos e novas

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Habilitação Técnica de Nível Médio em Publicidade Eixo Tecnológico A Produção Cultural e Design, de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos instituído pela Resolução

Leia mais

Universidade. Estácio de Sá. Comunicação

Universidade. Estácio de Sá. Comunicação Universidade Estácio de Sá Comunicação A Estácio Hoje reconhecida como a maior instituição particular de ensino superior do país, a Universidade Estácio de Sá iniciou suas atividades em 1970, como Faculdades

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS BARROS MELO PROCESSO SELETIVO PARA ALUNOS/ESTÁGIARIOS EDITAL

FACULDADES INTEGRADAS BARROS MELO PROCESSO SELETIVO PARA ALUNOS/ESTÁGIARIOS EDITAL FACULDADES INTEGRADAS BARROS MELO PROCESSO SELETIVO PARA ALUNOS/ESTÁGIARIOS EDITAL A Profª. Ivânia Maria de Barros Melo dos Anjos Dias, Diretora Geral das Faculdades Integradas Barros Melo, no uso de suas

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Habilitação Técnica de Nível Médio em Comunicação Visual Eixo A Tecnológico Produção Cultural e Design, de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos instituído pela

Leia mais

NORMAS DE ESTÁGIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA

NORMAS DE ESTÁGIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA 2015 SUMÁRIO 1 - DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 3 2 - OBJETIVO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO... 3 3 - ACOMPANHAMENTO E ORGANIZAÇÃO DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO... 4 4 - EXEMPLO DE ÁREAS PARA REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO...

Leia mais

REGULAMENTO CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL, RÁDIO E TV, BACHARELADO LABORATÓRIOS DIDÁTICOS ESPECIALIZADOS

REGULAMENTO CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL, RÁDIO E TV, BACHARELADO LABORATÓRIOS DIDÁTICOS ESPECIALIZADOS REGULAMENTO CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL, RÁDIO E TV, BACHARELADO LABORATÓRIOS DIDÁTICOS ESPECIALIZADOS DA CARACTERIZAÇÃO Art 1º. Os laboratórios didáticos especializados do Curso de Comunicação Social,

Leia mais

AULA I: O processo de produção audiovisual. Visão geral

AULA I: O processo de produção audiovisual. Visão geral AULA I: O processo de produção audiovisual Visão geral Etapas da criação audiovisual IDEIA Roteiro Projeto Captação Preparação Pré-Produção Filmagem Desprodução Finalização A PRODUÇÃO Fases: PRÉ-PRODUÇÃO

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS MISSÃO DO CURSO O Curso de Licenciatura em Artes Visuais busca formar profissionais habilitados para a produção, a pesquisa

Leia mais

REGIMENTO INTERNO LABORATÓRIO DE DESENVOLVIMENTO DE MATERIAL INSTRUCIONAL (LDMI)

REGIMENTO INTERNO LABORATÓRIO DE DESENVOLVIMENTO DE MATERIAL INSTRUCIONAL (LDMI) REGIMENTO INTERNO LABORATÓRIO DE DESENVOLVIMENTO DE MATERIAL INSTRUCIONAL (LDMI) UFPB Virtual 2013 Sumário CAPÍTULO I: Das Disposições Preliminares... 3 CAPÍTULO II: Do LDMI... 3 CAPÍTULO III: Do Coordenador

Leia mais

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Habilitação Técnica de Nível Médio em Comércio Exterior Eixo A Tecnológico Gestão e Negócios de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio, instituído

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O estágio

Leia mais

XLV PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO FNCE Belém do Pará

XLV PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO FNCE Belém do Pará XLV PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO FNCE Belém do Pará Educação Profissional em EAD; soluções para o Brasil remoto Francisco Aparecido Cordão facordao@uol.com.br EAD: dispositivos

Leia mais

PROGRAMA GERAL DO COMPONENTE CURRICULAR- PGCC 1

PROGRAMA GERAL DO COMPONENTE CURRICULAR- PGCC 1 Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado da Educação e da Cultura - SEEC UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE - UERN Pró-Reitoria de Ensino de Graduação PROEG Home Page: http://www.uern.br

Leia mais

Radionovela para e com deficientes visuais 1

Radionovela para e com deficientes visuais 1 Radionovela para e com deficientes visuais 1 Gabriela Rodrigues Pereira CAPPELLINI 2 Raquel PELLEGRINI 3 Christian GODOI 4 Centro Universitário do Monte Serrat, Santos, SP RESUMO Narrar histórias a deficientes

Leia mais

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia Área de Comunicação Produção Multimídia Curta Duração Produção Multimídia Carreira em Produção Multimídia O curso superior de Produção Multimídia da FIAM FAAM forma profissionais preparados para o mercado

Leia mais

PLANO DE CURSO. Qualificação Técnica de Nível Médio de Guia de Turismo Regional Carga Horária: 540 horas

PLANO DE CURSO. Qualificação Técnica de Nível Médio de Guia de Turismo Regional Carga Horária: 540 horas PLANO DE CURSO Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 29 de fevereiro de 2012 Número do Plano: 167 Eixo Tecnológico: Turismo, Hospitalidade

Leia mais

Universidade Federal da Bahia

Universidade Federal da Bahia + Universidade Federal da Bahia Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Prof. Milton Santos UFBA NOVA BACHARELADOS INTERDISCIPLINARES 2010 ÁREA DE CONCENTRAÇÃO EM XXXXXXXX + IDENTIFICAÇÃO DA PROPOSTA

Leia mais

REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO

REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO 2013 1.1.1 Estágio Curricular Supervisionado As novas diretrizes curriculares (2013) estabeleceram

Leia mais

RÁDIO E TV TÉCNICO EM ATUAÇÃO NO MERCADO

RÁDIO E TV TÉCNICO EM ATUAÇÃO NO MERCADO O CEET - Centro Estadual de Educação Técnica Vasco Coutinho é uma Instituição de Ensino criada e mantida pelo Governo do Estado do Espírito Santo e transferido através da lei n 9.971/12, para Secretaria

Leia mais

EMISSÃO DE PARECER TÉCNICO. Deliberação CEE 105/2010 e Indicação CEE 108/2010

EMISSÃO DE PARECER TÉCNICO. Deliberação CEE 105/2010 e Indicação CEE 108/2010 1 EMISSÃO DE PARECER TÉCNICO Deliberação CEE 105/2010 e Indicação CEE 108/2010 Parecer Técnico 2 O parecer técnico, elaborado por especialista vinculado à instituição de ensino credenciada pelo CEE, deve

Leia mais

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ISE

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ISE DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1 Do estágio curricular supervisionado A modalidade de Estágio Supervisionado é uma importante variável a ser considerada no contexto de perfil do egresso. A flexibilidade prevista

Leia mais

As diversas fases da produção publicitária e institucional

As diversas fases da produção publicitária e institucional As diversas fases da produção publicitária e institucional Roteiro Projeto Preparação Pré-produção Filmagem Desprodução Finalização Projeto Uma vez finalizado o roteiro pela agência, o produtor (da produtora)

Leia mais

Palavras-chave: 1. Artes; 2. Audiovisual 3. Educação; 4. Rádio; 5. Vídeo

Palavras-chave: 1. Artes; 2. Audiovisual 3. Educação; 4. Rádio; 5. Vídeo Artes Audiovisuais: Estratégia cooperativa na modalidade Educação Jovem e Adulta - EJA STEFANELLI, Ricardo 1 Instituto Federal de Educação Tecnológica de São Paulo RESUMO O presente trabalho na disciplina

Leia mais

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA 1 CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INTRODUÇÃO A PUBLICIDADE E PROPAGANDA... 4 02 HISTÓRIA DA ARTE... 4 03 COMUNICAÇÃO

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.958, DE 31 DE MARÇO DE 2010

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.958, DE 31 DE MARÇO DE 2010 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.958, DE 31 DE MARÇO DE 2010 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Cinema

Leia mais

APRESENTAÇÃO O CURSO

APRESENTAÇÃO O CURSO APRESENTAÇÃO A Especialização em Áudio para Rádio, TV e Cinema destina-se para quem quer trabalhar com broadcast e/ou radiodifusão, mercado em franca ascensão no Brasil. Além da microfonação, fundamental

Leia mais

I PRÊMIO CRIAR FTC. Etapas do regulamento

I PRÊMIO CRIAR FTC. Etapas do regulamento I PRÊMIO CRIAR FTC O I Prêmio Criar FTC se destina a estimular a técnica e a criatividade na realização dos diversos formatos de propaganda, assim como a valorização dos alunos de todos os semestres e

Leia mais

Regimento do Estúdio de Cinema Almeida Fleming e do Laboratório de Edição do Curso de Bacharelado em Cinema e Audiovisual

Regimento do Estúdio de Cinema Almeida Fleming e do Laboratório de Edição do Curso de Bacharelado em Cinema e Audiovisual Regimento do Estúdio de Cinema Almeida Fleming e do Laboratório de Edição do Curso de Bacharelado em Cinema e Audiovisual 1. Das Disposições Preliminares 1.1 Esta resolução tem como objetivo normatizar

Leia mais

Curadoria e montagem de exposições de arte: um campo de diversas profissões

Curadoria e montagem de exposições de arte: um campo de diversas profissões Curadoria e montagem de exposições de arte: um campo de diversas profissões As oportunidades de trabalho e as novas profissões ligadas à arte contemporânea têm crescido muito nos últimos anos, impulsionadas

Leia mais

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO

Plano de Curso. Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO Plano de Curso Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 19 de Julho de 2011 Número do Plano: 157 Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA. Produção de Áudio. 72 5º semestre

PROGRAMA DE DISCIPLINA. Produção de Áudio. 72 5º semestre Faculdade Anísio Teixeira de Feira de Santana Autorizada pela Portaria Ministerial nº 552 de 22 de março de 2001 e publicada no Diário Oficial da União de 26 de março de 2001. Endereço: Rua Juracy Magalhães,

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

Laboratórios do Curso de Comunicação Social Publicidade e Propaganda

Laboratórios do Curso de Comunicação Social Publicidade e Propaganda Laboratórios do Curso de Comunicação Social Publicidade e Propaganda Os laboratórios do Curso de Comunicação Social Publicidade e Propaganda da UNIFOR estão concentrados em um núcleo composto de seis células.

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Informação e Comunicação Habilitação Profissional: Habilitação Profissional

Leia mais

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL (Publicidade e Propaganda)

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL (Publicidade e Propaganda) CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL (Publicidade e Propaganda) NÚCLEO DE TECNOLOGIA E COMUNICAÇÃO FACULDADE DA CIDADE DE MACEIÓ Regulamento de Funcionamento do Laboratório de Comunicação I INTRODUÇÃO: O Núcleo

Leia mais

Universidade. Estácio de Sá. Artes, Design e Moda

Universidade. Estácio de Sá. Artes, Design e Moda Universidade Estácio de Sá Artes, Design e Moda A Estácio Hoje reconhecida como a maior instituição particular de ensino superior do país, a Universidade Estácio de Sá iniciou suas atividades em 1970,

Leia mais

UM CAMINHO DE UMA PRODUÇÃO AUDIOVISUAL

UM CAMINHO DE UMA PRODUÇÃO AUDIOVISUAL UM CAMINHO DE UMA PRODUÇÃO AUDIOVISUAL Existem infinitas maneiras de organizar, produzir e finalizar uma obra audiovisual. Cada pessoa ou produtora trabalha da sua maneira a partir de diversos fatores:

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013 Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: COMUNICAÇÃO SOCIAL BACHARELADO MATRIZ CURRICULAR PUBLICIDADE E PROPAGANDA SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL

Leia mais

PORTARIA Nº 123 DE 28 DE JULHO DE

PORTARIA Nº 123 DE 28 DE JULHO DE PORTARIA Nº 123 DE 28 DE JULHO DE 2006. O Presidente, Substituto, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP, no uso de suas atribuições, tendo em vista a Lei nº 10.861,

Leia mais

I - ADMINISTRAÇÃO II - PRODUÇÃO

I - ADMINISTRAÇÃO II - PRODUÇÃO ANEXO AO DECRETO Nº 84.134 DE 30 DE OUTUBRO DE 1979 TÍTULOS E DESCRIÇÕES DAS FUNÇÕES EM QUE SE DESDOBRAM AS ATIVIDADES DOS RADIALISTAS. 1) RÁDIO - TV FISCAL I - ADMINISTRAÇÃO Fiscaliza as transmissões

Leia mais

Pós-Graduação em Marketing de Moda

Pós-Graduação em Marketing de Moda Pós-Graduação em Marketing de Moda Público alvo Indicado para profissionais com formação em Moda, Design, Marketing, Comunicação, Arquitetura, dentre outros, e que atuem ou desejem atuar na área de Moda,

Leia mais

Mestres 1 RESUMO. 4. Palavras-chave: Comunicação; audiovisual; documentário. 1 INTRODUÇÃO

Mestres 1 RESUMO. 4. Palavras-chave: Comunicação; audiovisual; documentário. 1 INTRODUÇÃO Mestres 1 Tiago Fernandes 2 Marcelo de Miranda Noms 3 Mariane Freitas 4 Tatiane Moura 5 Felipe Valli 6 Bruno Moura 7 Roberto Salatino 8 Conrado Langer 9 Prof. Msc. Luciana Kraemer 10 Centro Universitário

Leia mais

A Universidade Aberta do Brasil na UFABC contrata profissionais para atuação na Equipe Multidisciplinar e Equipe de Apoio Acadêmico:

A Universidade Aberta do Brasil na UFABC contrata profissionais para atuação na Equipe Multidisciplinar e Equipe de Apoio Acadêmico: A Universidade Aberta do Brasil na UFABC contrata profissionais para atuação na Equipe Multidisciplinar e Equipe de Apoio Acadêmico: Roteirista Período: 4 meses* Carga horária: 20 horas semanais Qtd. Vagas

Leia mais

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PRAÇA DA REPÚBLICA, 53 - FONE: 3255-2044 CEP: 01045-903 - FAX: Nº 3231-1518 SUBSÍDIOS PARA ANÁLISE DO PLANO DE CURSO

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PRAÇA DA REPÚBLICA, 53 - FONE: 3255-2044 CEP: 01045-903 - FAX: Nº 3231-1518 SUBSÍDIOS PARA ANÁLISE DO PLANO DE CURSO 1 CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PRAÇA DA REPÚBLICA, 53 - FONE: 3255-2044 CEP: 01045-903 - FAX: Nº 3231-1518 SUBSÍDIOS PARA ANÁLISE DO PLANO DE CURSO 1. APRESENTAÇÃO É com satisfação que apresentamos este

Leia mais