Folha. Resinosas Diversas (cont.) Encontros Distritais dos Clubes da Floresta. (pág. 20) Número 23 Ano VI Abril/Junho 2003

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1 Número 23 Ano VI Abril/Junho 2003 Folha olhaviva Jornal dos Clubes da Floresta do Projecto Prosepe Floresta com Vida Resinosas Diversas (cont.) Encontros Distritais dos Clubes da Floresta (pág. 20)

2 Abeto Branco, Abies alba to: Adriano Nave Espruce-europeu, Piceas abies Sumário 2 Resinosas Diversas (cont) Eles fizeram... Nós contamos... Diga... III Olímpiadas da Floresta II Noite Prosepiana Encontros Distritais Click... I C H A T É C N I C A olhaviva ornal dos Clubes da Floresta do Projecto Prosepe Floresta com Vida Número 23 Ano VI Abril/Junho 2003 Propriedade: NICIF Núcleo de Investigação Científica de Incêndios Florestais, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, Aeródromo da Lousã, Chã do Freixo Lousã, Tel.: / Fax: Director: Luciano Lourenço Equipa de redacção: Graça Lourenço, Adriano Nave, Ana Carvalho, Mafalda Silva Fotografias: Membros dos Clubes da Floresta, Adriano Nave e Ana Carvalho Design e Composição: Adriano Nave Impressão: Ediliber, Lda. Tiragem: 1000 exemplares Periodicidade: Trimestral Distribuição Gratuita Depósito Legal: /97. 2 FOLHA VIVA

3 RESINOSAS DIVERSAS (cont.) Por Mafalda Silva Abeto-Branco (Género Abies) A Abies alba é a que melhor se adapta às condições ecológicas de Portugal. Chega a atingir 50 m de altura, com tronco esbranquiçado, pequenas bolsas de resina e ramos verticilados. Folhas perenes de 15 a 30 mm de comprimento, de coloração verde brilhante na página superior e branca na inferior, sendo a extremidade de forma arredondada. As pinhas erectas, cilíndricas e alongadas, de 10 a 18 cm de comprimento, são castanhas na maturação com exsudação de resina. A semente é triangular de cor castanha-rosada. Nível montano e sub-montano, de maior influência atlântica. Destacam-se exemplares no Parque da Pena em Sintra, na Mata do Bussaco e vários perímetros florestais do Estado no norte e centro. É de referir que a sub-família das Abietoídeas engloba três géneros botânicos distintos: Abies, Píceas e Pseudotsuga (ver Folha Viva, nº 20). Espruces (Género Picea) Árvores cónicas que podem atingir alturas muito elevadas, existindo exemplares que chegam aos 65m. O ritidoma é castanho-avermelhado, descamável. Os ramos principais são curtos. Os raminhos são de cor castanho-avermelhada, geralmente glabros. Os gomos têm cerca de 6 mm e são pontiagudos. As folhas, que vão até 5 cm, são quadrangulares, rígidas e agudas e verde-escuras. A pinha de 10 a 18 cm é cilíndrica, castanha na maturação. Originária da América do Norte, da costa do Pacífico,vegetando onde a humidade atmosférica é elevada. Em território português o seu fomento limita-se a exemplares em alguns Parques e Matas Nacionais. É uma espécie que encontra nas zonas ecológicas sub-montano e montano, de maior influência atlântica, condições mais favoráveis à sua cultura. Pertencem à sub-família das Abietoídeas, como os Abetos e a Pseudotsuga. Abeto Branco, Abies alba Espruce-europeu, Piceas abies FOLHA VIVA 3

4 Pseudotsuga (Género Tsuga) A pseudotsuga menziessii, também conhecida como pinheiro-do-oregon, pertence à família das Pínaceas. É uma árvore resinosa, de folhagem persistente e grande porte, capaz de atingir mais de 90 m de altura. Como características principais salienta-se a rectilinearidade do tronco, com ritidoma (casca protectora) mais ou menos acinzentado e com bolsas de resina nas árvores mais jovens. Possui uma copa cónica, ampla e com numerosos ramos. As pinhas, surgem na parte terminal dos raminhos do ano anterior e possuem entre 5 a 10 cm de comprimento e 2 a 5 cm de largura. Em Portugal, esta espécie pode ser encontrada nas regiões de nível montano e sub-montano do centro e norte do país, nomeadamente em inúmeros núcleos e povoamentos das Serras de Sintra, Lousã, Estrela, Gerês, Caramulo, entre outros locais. (ver Folha Viva nº20) O registo da pseudotsuga mais alta do mundo, ocorreu em Riderwood no Estado de Washington, referente a um exemplar com 99 m de altura. Na Europa, os exemplares mais velhos, com cerca de 150 anos, têm 50 a 60 m de altura. Em Portugal atingem os 50 metros. Pseudotsuga, Pseudotsuga menziessii Pseudotsuga, Pseudotsuga menziessii 4 FOLHA VIVA

5 Criptoméria-do-japão, Cryptomeria japonica Criptoméria-do-Japão (Género Cryptomeria) Aspecto cónico ou piramidal e estreitas. No estado silvestre podem atingir a altura de 50 m. O ritidoma é castanho-alaranjado, espesso, fibroso, deprendendo-se em tiras. Os ramos são irregulares e verticilados. Os raminhos apresentam-se esparsamente ramificados, com frequência pêndulos. As folhas, por sua vez, são de forma helicoidal, verde-brilhantes. As pinhas encontram-se em posição terminal nos raminhos mais robustos, que dão sementes castanho-escuras, com cerca de 6 mm. Ascendência oriental, sendo originária do Japão e sul da China. Existem muitos bosquetes distribuídos pelas regiões do Oeste e Sul da Europa, como ornamentais.ocupa extensas manchas nas ilhas dos Açores. No Japão é a espécie florestal mais cultivada. Ocupa uma área de cerca de ha, cerca de 50% da área total de resinosas. FOLHA VIVA 5

6 Sequoia Sempre-Verde (Género Sequoia) Folhagem persistente, cónica enquanto jovem, ficando colunares, com tronco volumoso, frequentemente com rebentos na base. O ritidoma é castanho-avermelhado-escuro. Os raminhos são irregularmente verticilados, verdes. Gomos envolvidos por escamas castanhas. Folhas com inserção helicoidal, com raminhos principais e laterais. As pinhas globosas e ovóides encontram-se nos pequenos ramos e as sementes com cerca de 1,5 mm são aladas e castanho-claras. Originária da Califórnia. Em Portugal a Sequoia sempervirens encontra-se mais difundida que a gigante, existindo belos exemplares na Serra de Sintra, na Mata do Bussaco, Quinta das Lágrimas em Coimbra, etc. Muitas delas atingem m de altura e perímetros de tronco que rondam os 4 a 5 m. É a árvore mais alta do mundo, existindo exemplares com mais de 100 m de altura. É conhecida por "Redwood". Sequoia Sempre-Verde, Sequoia sempervirens 6 FOLHA VIVA

7 Larício (Género Larix) São árvores de grande porte, podendo atingir os m de altura. De fuste direito e forma cónica, tem dois tipos de ramos: compridos com agulhas inseridas isoladamente em espiral, e curtos com agulhas reunidas em rosetas. A floração acontece na primavera na altura da rebentação das folhas, a maturação das pinhas dá-se no outono e a disseminação das sementes no inverno ou na primavera. A sua área natural é nos Alpes, Carpatos, nas planícies da Polónia, e em algumas partes das montanhas do norte da Morávia. Em Portugal qualquer uma destas árvores vegeta bem em altitudes superiores a 800 m, principalmente no norte e centro do país. As sub-espécies de Larix são: Alpina; Sudestas e Tratas. A Sudestas é a que obtém melhores resultados na Europa. Larício-europeu, Larix decidua Larício-europeu, Larix decidua Fonte: Fonte: Teixo (Género Taxus) É uma espécie de folhas persistentes, com tronco frequentemente longo e sinuoso, canelado e casca avermelhada que se destaca em lâminas. A copa é ampla ou cónica, constituída por numerosos ramos grossos, compridos e flexíveis. As folhas são lineares, achatadas, abruptamente agudas. A floração é dióica. As sementes são envoltas por um arilo vermelho com cerca de 1 cm, com forma ovóide a globosa parecendo bagas quando maduras. Distribui-se por toda a Europa, sudoeste da Ásia, norte de África e América do Norte. Em Portugal Continental, está em extinção e apenas podemos observar exemplares em regime espontâneo, nas serras do Gerês e Estrela. ( ver Folha Viva nº 21) Pode alcançar os 1000 anos de vida, o que a torna numa das resinosas europeias de maior longevidade. FOLHA VIVA 7

8 Tuia-Gigante, Thuja plicata Tuia-Gigante, Thuja plicata Tuia-Gigante, Thuja plicata Tuia-Gigante (Género Thuja) Árvores cónicas estreitas com folhagem persistente e piramidais no estado silvestre, podendo neste caso atingir 65 m. Ritidoma castanho-avermelhado-escuro, com largas fissuras, descamando em placas. Os raminhos estão cobertos pelas bases foliares, achatados e com ramificação aplanada. Folhas opostas de 2-3 mm, ovadas, agudas e aromáticas. Falsas gálbulas, com cerca de 1,2 cm, ovóides a cónicas, castanhas na maturação. Cada escama, de cm, tem uma grossa protuberância na face interna. Sementes 2-3 por escama, elípticas, aladas. Teve a sua origem na China. Em Portugal foi introduzida em meados do século XIX e o maior exemplar que se conhece encontra-se no Parque da Pena, com 35 m de altura e 1,75 de diâmetro do tronco. O seu porte ovóide e fusiforme, faz dela uma espécie ornamental, muito frequente em jardins. 8 FOLHA VIVA

9 Araucaria, Araucaria bidwillii Araucaria, Araucaria heterophylla Araucaria-do-Chile, Araucaria araucana Fonte:www.esu.edu Araucárias (Género Araucaria) Principais espécies introduzidas em Portugal A. heterophylla A. bidwillii A. araucana Árvores com ramos verticilados, descendentes depois ascendentes nas extremidades e cimo arredondado. Os ramos e os botões estão cobertos pela base das folhas. Estas, estão dispostas em espiral, são aciculares ou escamosas, espessas e largas. As florescências masculinas e femininas podem encontrar-se em ramos diferentes e as pinhas são globosas,com escamas lenhosas em espiral e com uma só semente por escama. A. heterophylla, A. bidwillii, A. araucana, A. angustifolia, A. cunninghamii e A. columnaris, sendo as primeiras três as mais vulgares no país. Originária de Norfold,Austrália, habitualmente ornamental, de rápido crescimento.muito resistente aos ventos do mar e produtora de madeira de regular qualidade. Originária do Estado Norte Americano de Queensland. Possui ramos compridos e descaídos com copa larga e esférica. A semente é a base da alimentação dos aborígenes da Austrália. Originária do Chile com as folhas espessas e triangulares sobrepostas ao longo dos ramos fazendo lembrar telhas de um telhado. Araucaria, Araucaria heterophylla Araucaria, Araucaria bidwillii FOLHA VIVA 9

10 Taxodio (Cipreste-de-folha-caduca) (Género Taxodium) A Taxodium distichum, que é a espécie mais vulgar, caracteriza-se por ser uma árvore de grande porte (até 50 m no estado silvestre), de folhagem caduca, cónica estreita, ficando larga e abobadada ao envelhecer. O ritidoma é claro, castanho-avermelhado, fibroso e fissurado, descamando em tiras. Ramos erectos ou divergentes. Gomos com escamas. Folhas alternas, lineares, planas, verde-claras, página inferior com uma banda acizentada de cada lado da nervura. Originária do sul dos Estados Unidos, vegeta principalmente nos terrenos pantanosos dos rios Mississipi, assim como nas áreas húmidas da Flórida e do Texas. Pelo facto de se desenvolver,normalmente,em terrenos pantanosos e húmidos, as raízes produzem grossas excrescências, muitas vezes em grande número, designadas por "pneumatóforos", permitindo assim a respiração das raízes emergidas. Taxódio, Taxodium distichum Zimbro-Comum, Juniperus communis Fonte: Fonte: Zimbro-Comum (Género Juniperus) O Juniperus communis é um arbusto ou pequena árvore até 15 m de altura, cónicas quando jovens e por fim muito largas. O tronco tem uma coloração castanho-avermelhada. Os raminhos são delgados, triangulares, castanho-claros. Folhas lineares pequenas até 2 cm de comprimento, verdes na página inferior e com uma faixa branca na superior. O fruto é semelhante a uma baga, não ultrapassando 1 cm de diâmetro, negro-azulada quando madura. Em Portugal encontra-se acima dos 1000 m de altitude nas regiões pedregosas das Serras do Gerês e da Estrela. Do fruto podem ser extraídas substâncias de forma a adequá-las a produtos medicinais, sendo também utilizada na preparação de bebidas alcoólicas. 10 FOLHA VIVA

11 Cedro-de-Espanha, Juniperus oxycedrus Cedro-de-Espanha, Juniperus oxycedrus Fonte: Oxicedro ou Cedro-de-Espanha (Género Juniperus) O Juniperus oxycedrus corresponde a arbustos ou árvores pequenas que não ultrapassam 14 m de altura. Ritidoma cinzento-avermelhado. Os raminhos são robustos e as folhas todas juvenis semelhantes à espécie anterior, mas com duas faixas brancas na página superior. A gálbula encontra-se individualizada, um pouco maior que a do zimbro comum, inicialmente avermelhada e quando madura amarelada. No nosso país é espontâneo no Norte e Centro interiores, no litoral do Alentejo e na ilha da Madeira. O oxicedro tem várias subespécies, originárias da bacia mediterrânica, Ásia Menor e ilha da Madeira. Sabina-da-Praia (Género Juniperus) A forma do Juniperus phoenicea encontra-se habitualmente moldada pelos ventos mas quando erecto pode apresentar forma cónica e atingir 8 m de altura. O tronco é acastanhado. Os pequenos ramos são roliços, com cerca de 1 mm de diâmetro, escamosos. As raras folhas juvenis são aciculares e as adultas escamiformes de cor verde-escura. A gálbula em forma de baga é castanho-avermelhada ou amarelada quando madura. Espécie oriunda da região mediterrânica e da costa atlântica de Portugal. É espontânea em todo o litoral sobretudo em solos arenosos e soltos. O seu interesse resume-se à possibilidade de utilização no revestimento das areias litorais. Sabina-da-Praia, Juniperus phoenicea Fonte: Fonte:www.uib.es/depart/dba/botanica FOLHA VIVA 11

12 Cedro-do-Buçaco (Cupressus lusitanica) Apresenta ritidoma castanho e esfoliação em tiras,com ramos divergentes,mais ou menos pendentes nas extremidades.as folhas têm vértices agudos e levantados e as gálbulas globosas a elipsóides têm 1-1.5cm de diâmetro e são inicialmente cinzento-azuladas e por fim castanhas e lustrosas,6-8 escamas. Nativa do México e Guatemala. Plantada como ornamental e pela madeira no S da Europa. Cipreste-Comum (Cupressus sempervirens) Árvore fusiforme ou piramidal até 30m.Ritidoma castanho-acinzentado fissurado.ramos erectos ou divergentes.folhas opostas,decussadas até 1mm,verde-escuras.Estróbilos masculinos amarelos com 4-8 mm de diâmetro.as gálbulas são de 2,5-4 cm oblongas e verdes.a deiscência do pólen faz-se em Março. Nativa do SE da Europa e plantada noutras regiões do S da Europa como ornamental e pela madeira. As espécies com forma copada sãoplantadas com mais frequência constituindo uma característica notável da paisagem mediterrânea. Cedro-do-Buçaco, Cupressus lusitanica Cedro-Bastardo, Cupressus sempervirens 12 FOLHA VIVA

13 Utilização económica e social As espécies resinosas tratadas revestem-se de variados interesses comerciais. Encontram o seu valor na madeira de qualidade. A sua plantação fazse, habitualmente em estradas e parques, funcionando como ornamentais. Muitas espécies são utilizadas para construção, marcenaria, caixotaria, pasta de papel, etc. A qualidade das madeiras varia em função das técnicas florestais usadas, das espécies utilizadas, da altitude, do clima, etc. Algumas encontram o seu interesse na indústria da celulose, como é o caso da Sequóia pela produção de uma pasta de fibra longa de elevada qualidade. A maior parte das espécies resinosas tem aplicação para mobiliário e outros materiais de variados usos, tais como tonéis, barris, vasilhame, fósforos, palitos, etc. Abeto-argelino, Abies numidica Curiosidades históricas O nome das Sequóias foi dado em homenagem a um chefe índio da tribo Cherokee denominado Sequoia que morreu em 1843 com 73 anos, e que se tornou célebre por ter criado uma escrita própria para o seu povo. A partir das árvores excepcionais que existem no país, poder--se-íam apanhar as sementes necessárias para, em viveiros, se criarem as plantas precisas onde depois são multiplicadas através de processos vegetativos. Por sua vez, o teixo tem a sua origem no sudoeste da China, irradiando para o continente europeu durante o Período Terciário. Segundo Spjut (citado por Thomas e Polwart, 2003), o Taxus baccata surgiu como uma espécie híbrida resultante do cruzamento entre uma espécie russa já extinta (T. contorta) e espécies relíquia do Terciário que se espalhavam para norte a partir do norte de África. Com variadas alterações ao longo dos tempos, o teixo encontra-se actualmente em extinção praticamente por toda a Europa. No entanto, possui excelentes propriedades terapêuticas utilizadas desde da Antiguidade para preparar os mais variados xaropes e tratamentos. Actualmente, as substâncias activas do teixo são utilizadas na investigação científica e no tratamento de várias formas de cancro. FOLHA VIVA 13

14 As condições ambientais A nível vegetativo, os abetos estão melhor adaptados a solos calcários e siliciosos. São muito exigentes no que se refere à humidade atmosférica. Habitualmente constituem povoamentos puros, por vezes consociam-se também com faias (Fagus silvatica). Por sua vez, a criptoméria encontra condições óptimas em climas pluviosos e solos húmidos. Por isso, é frequente encontrar-se nos Açores dadas as suas características climáticas. No continente consegue encontrar condições idênticas, em zonas com maior influência atlântica, como se verifica nas regiões do litoral a norte do Mondego, a nível basal e sub-montano, como são exemplo alguns exemplares no Bussaco. As espécies de larícios assumem uma vertente de protecção do solo, pelo que a sua plantação é frequente nos espaços urbanos. Salienta-se, ainda, que entre duas espécies do género Larix, foi obtido na Escócia um híbrido (Larix eurolepsis) fértil e bastante vigoroso, de características intermédias entre os seus progenitores, cuja introdução no nosso país poderá interessar, pelo menos a título experimental. O fomento das Píceas foi incluído nos programas de arborização do Projecto do Banco Mundial, por se reconhecer o interesse desta cultura florestal, não só pela excelente adaptação a certas condições ecológicas, como também pelo seu rápido crescimento e qualidade da madeira. No nosso país a sequoia sempervirens encontra boas condições vegetativas, nas zonas de maior influência atlântica. Foi introduzida sobretudo como ornamental, mas adapta-se bem nas serras do Norte e Centro do país, onde tem capacidades para o repovoamento florestal. A sua preferência vai para os solos frescos e climas de influência oceânica, com humidade elevada e chuvas abundantes, sendo intolerante ao ensombramento, mas suportando um coberto ralo. Teixo, Taxus baccata Cedro-do-Buçaco, Cupressus lusitanica 14 FOLHA VIVA

15 dro-do-buçaco, Cupressus lusitanica Espruce-europeu, Piceas abies A sequoia-gigante é bastante resistente ao frio e à seca. Em termos de solo a sua preferência vai para os ácidos e frescos. Constitui por vezes povoamentos consociados com a Pinus ponderosa, P. lambertiana, Abies magnífica, etc. Na Mata Nacional de Valverde, em Alcácer do Sal, existe uma plantação de Taxodium num vale, que se encontra praticamente inundado durante todo o ano, com bom aspecto vegetativo. É uma espécie a fomentar no país em solos pantanosos ou pouco drenados, devido ao excepcional desenvolvimento da espécie e boa qualidade da madeira. No nosso país a tuia-gigante encontra boas condições ecológicas, principalmente, no centro e norte a nível montano e sub-montano, como comprovam inúmeros exemplares e povoamentos existentes em perímetros florestais do Estado e parques públicos: Sintra, Bussaco, Lamego, Bom Jesus de Braga, etc. Pensa-se que esta espécie poderia ser fomentada nas zonas serranas do norte e centro de Portugal, não só pelo seu rápido crescimento, mas também pela qualidade da madeira, com múltiplas utilizações. O Teixo é uma espécie bem adaptada aos climas temperados frios e no nosso país, surge associado às zonas de nível montano, a altitudes superiores a 1000 metros. Prefere zonas húmidas como bosques ou fundos de vales. É resistente às baixas temperaturas de Inverno mas pouco tolerante às geadas fora de época e embora assuma preferência por solos calcários, também se desenvolve nos siliciosos. No decorrer dos tempos, o teixo foi alvo de uma pressão excessiva na produção de madeira ou utilização pelo gado o que acabou por impedir a sua regeneração natural e o crescimento. A população do teixo tem vindo a diminuir nos últimos 4000 anos e actualmente está catalogada como espécie rara e ameaçada de extinção, principalmente na Península Ibérica, na Noruega, Polónia e Bulgária. Todas as partes constituintes do teixo são tóxicas, à excepção das bagas vermelhas (arilhos). O teixo apresenta um elevado nível de toxicidade capaz de provocar a morte, inclusivamente ao homem. Bibliografia: CABRAL, Francisco Caldeira; TELLES, Gonçalo Ribeiro (1999), A Árvore em Portugal, Assírio e Alvim, Lisboa. FABIÃO, António Manuel D. (1996), Árvores e Florestas, 2ª edição, Colecção Euroagro, Publicações Europa-América, Lisboa. FOREY, Pamela, Árvores, Colecção Pequenos Guias da Natureza, Plátano, Lisboa. GOES, Ernesto (1991), A Floresta Portuguesa, sua importância e descrição das espécies de maior interesse, Portucel. HUMPHRIES, C. J.; PRESS, J. R.; SUTTON, D. A. (1996), Árvores de Portugal e Europa, Guias Fapas, Clássica Artes Gráficas, Porto. FOLHA VIVA 15

16 eles fizeram... nós contamos eles fizeram... nós contamos No dia 2 de Junho, os nossos amigos do Clube da Floresta O Camaleão da Escola E.B. 2,3 Dr. António Sousa Agostinho, tiveram uma visita de estudo muito divertida. Deslocaram-se ao ZooMarine e parece que gostaram muito da experiência de contactar com os animais marinhos e com as plantas que embelezavam o local. Dias depois, a partir das fotografias tiradas por todos, fez-se um relatório e uma montagem. Os Azevinhos, da Escola EB 2,3 Prof. Dr. Carlos Alberto Ferreira de Almeida, contaram com actividades lúdicas das quais constaram: participação na acção de formação Jardins de Aves promovido pelo espaço Visionarium de Santa Maria da Feira, onde os alunos construíram ninhos para aves e os colocaram no espaço exterior do Europarque; organização de uma visita de estudo a uma zona florestal do mesmo concelho Guimbras. Todas as actividades registaram uma forte adesão e empenho por parte dos alunos com a vontade de continuarem nos anos seguintes. 16 FOLHA VIVA

17 eles fizeram... nós contamos eles fizeram... nós contamos Foi organizado pelo Clube da Floresta Raízes da Escola Secundária Marquesa de Alorna, em Almeirim, um Dia Aberto sobre a Vida para passar a mensagem de que a gestão adequada dos Recursos Naturais e a Defesa da Biodiversidade são essenciais para a continuidade da vida na Terra. Poupar recursos naturais implica consumir menos, reutilizar e reciclar e, por isso, mais uma vez se apelou à utilização do Ecoponto e se indicaram os procedimentos adequados. O clube da Floresta Os Mochos do Verde Pinho da E.B. 2,3 de Guilherme Stephens da Marinha Grande, encerraram as suas actividades de um modo original: organizaram um convívio entre os seus membros para comemoração dos 7 anos de aderência ao PROSEPE. No Dia Mundial do Ambiente os alunos do Clube da Floresta Milhafre, da E.B.2 de Albergaria-a-Velha, aventuraram-se com uma adaptação do Caça ao Tesouro, actividade que, inserida numa quermesse, possibilitou à comunidade escolar, com entusiasmo e movimento, alargar os seus conhecimentos para a protecção do ambiente. Este clube rematou as suas actividades com uma visita à Quinta das Frias onde passaram bons momentos de contacto com a Natureza ao mesmo tempo que conheceram espécies florestais de rara beleza. FOLHA VIVA 17

18 DIGA... DIGA... Nós somos o Clube da Floresta Chapoupa de Atouguia da Baleia e a actividade que mais gostamos do 2º período foi uma saída de campo na zona da albufeira do rio de S. Domingos. Fomos levados a esse local com os objectivos de sermos sensibilizados para a necessidade de reflorestamento, para sermos alertados para a importância da preservação da biodiversidade e para conhecermos o papel desempenhado pelas plantas. Colhemos alguns exemplares de flores, para na escola se iniciar a construção de um herbário que terá espécies recolhidas nas saídas de campo. Foi muito interessante! Vimos da Escola Secundária de Albergaria-a-Velha e somos do Clube da Floresta Os Mochos. No dia 11 de Junho fomos em visita à Reserva Natural das Dunas de São Jacinto, em Aveiro. O dia foi fantástico: passeámos ao longo das dunas e estivemos em contacto com a natureza, onde aí foi possível alargar os nossos conhecimentos relativos às espécies vegetais e faunísticas existentes na região. 18 FOLHA VIVA

19 III Olimpiadas da Floresta As III Olimpíadas da Floresta (2002/2003) surgiram a partir da necessidade vital de educar e sensibilizar para a conservação das áreas florestais, o que deve constituir uma referência e preocupação comum das populações, devendo ter primordial adesão na Escola. Organizadas conjuntamente pela Escola Básica Integrada de Vila Boim, Escola Básica Integrada Diogo Lopes de Sequeira de Alandroal, Escola Básica 2,3/S Dr. Hernâni Cidade de Redondo e Escola Básica 2 D. João IV de Vila Viçosa, as Olimpíadas contaram, durante a primeira fase, com a participação de 87 Escolas, com 6634 alunos de 18 distritos e das duas regiões autónomas, num saldo bem superior ao do ano anterior. A fase final das Olimpíadas, que se realizou no dia 19 de Março, englobou ainda diversas actividades, donde sobressai uma exposição de trabalhos realizados pelos Clubes da Floresta e a realização do logotipo da iniciativa, promovido pelas escolas organizadoras.terminaram a 4 de Abril de 2003 com a divulgação dos resultados da fase final. II Noite Prosepiana No dia 16 de Maio pelas 21 horas, realizou-se a II Noite Prosepiana do Pinhal, no auditório da Biblioteca Municipal de Proença-a- Nova. Divulgaram-se as actividades dos Clubes da Floresta, no sentido de transmitir a necessidade de proteger e preservar as nossas florestas e alertar para a sua importância económica, social e ambiental. Esta iniciativa fez-se a partir da apresentação de peças de teatro, danças e outros espectáculos para transmitir a mensagem relativa à protecção da floresta e do nosso ambiente. Estiveram presentes cerca de 120 alunos e a APPACDM de Castelo Branco. Marcaram presença o Coordenador Nacional do Prosepe ProfessorDoutor Luciano Lourenço e o Coordenador Distrital Dr. Alexandre Milheiro. FOLHA VIVA 19

20 ENCONTROS AVEIRO 11 DE ABRIL O Encontro Distrital realizou-se integrado no âmbito da Feira Expoflorestal, realizado em Albergariaa-Velha, no Parque da Senhora do Socorro. Com a exposição A floresta e o Homem, o encontro teve por objectivo sensibilizar para a temática florestal; fomentar o espírito crítico e criativo dos alunos; utilizar o trabalho vencedor para editar calendários de bolso a promover na Expoflorestal, expor todos os trabalhos na Expoflorestal. A segunda actividade do encontro assentava na visita à Expoflorestal, com a apresentação do vídeo show A Floresta nas Escolas, trabalhos desenvolvidos pelos clubes Hedera Helix, Os Troncos, Chapim Real e Pinha Radical, e o lançamento de um CD-ROM educativo Vamos Passear na Floresta. 20 FOLHA VIVA

21 DISTRITAIS BRAGA 9 DE MAIO Para assinalar o III Encontro deste distrito os Clubes da Floresta reuniram-se em Esposende. Estiveram presentes 32 clubes, com cerca de 1200 alunos e 120 professores da maioria dos concelhos do distrito. Os principais objectivos centraram-se em estabelecer relações entre os participantes e a floresta, reconhecer os trabalhos dos clubes e professores, proporcionar intercâmbio de experiências e dar a conhecer o concelho de Esposende. As actividades abraçadas contaram com percursos pedestres e fichas/ questionários de observação; almoço no Monte S.Lourenço; outras actividades diversas como ginástica, aeróbica, danças, desfiles e canções da responsabilidade dos clubes. FOLHA VIVA 21

22 LEIRIA DE MAIO Decorreu em S. Martinho do Porto. O primeiro dia contou com a montagem de uma exposição com os trabalhos desenvolvidos, tendo lugar a sua inauguração no dia seguinte. O dia 11 ficou marcado pelo acampamento dos clubes nessa mesma área e integrou actividades como desfile na avenida principal, visita dos clubes à exposição e confraternização entre os participantes. O dia do encontro, propriamente dito, constou de jogos tradicionais e prova de canoagem, assim como outras actividades de confraternização. VISEU 21 DE MAIO Esta iniciativa decorreu em Vouzela, mais propriamente junto à Escola Secundária que se encontra «enquadrada num meio florestal espectacular», segundo o clube As Andorinhas. De mochila às costas, iniciou-se um percurso rumo à Sr.ª do Castelo, inserido no Jogo da Orientação, num percurso assinalado com perguntas e respostas sobre a floresta. Depois do almoço continuou a diversão e a sensibilização para a protecção da floresta. PORTO 9 DE MAIO O Encontro Distrital foi em Miramar (Vila Nova de Gaia) e iniciou-se com a demonstração de socorros a náufragos pelos Bombeiros Voluntários de Valadares e da Aguda. Os alunos visitaram o Parque das Dunas da Aguda/Centro de Educação Ambiental das Ribeiras de Gaia e de tarde, no Auditório dos Bombeiros Voluntários de Valadares, realizou-se uma apresentação com o tema Prevenção e Segurança Rodoviária a cargo da Escola Segura. O encerramento fez-se com a actuação de um grupo de dança e com a distribuição de lembranças às escolas participantes. No total, estiveram presentes 514 alunos e 49 professores. 22 FOLHA VIVA

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24 CLICK FOLHA VIVA CLICK...

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