INTERNET EXPLORER INFORMÁTICA

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1 1. CONCEITOS DE INTERNET E INTRANET 2. CONCEITOS BÁSICOS E MODOS DE UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS, FERRAMENTAS, APLICATIVOS E PROCEDIMENTOS ASSOCIADOS A INTERNET/INTRANET FERRAMENTAS E APLICATIVOS COMERCIAIS DE NAVEGAÇÃO, DE CORREIO ELETRÔNICO, DE GRUPOS, DE DISCUSSÃO, DE BUSCA E PESQUISA CONCEITOS DE PROTOCOLOS, WORLD WIDE WEB, ORGANIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO PARA USO NA INTERNET, ACESSO A DISTÂNCIA A COMPUTADORES, TRANSFERÊNCIA DE INFORMAÇÃO E ARQUIVOS, APLICATIVOS DE ÁUDIO, VÍDEO, MULTIMÍDIA, USO DA INTERNET EM EDUCAÇÃO, NEGÓCIO, MEDICINA E OUTROS DOMÍNIOS CONCEITOS DE PROTEÇÃO E SEGURANÇA NOVAS TECNOLOGIAS E OUTROS PRIMEIROS PASSOS A Internet é a uma rede mundial de computadores conectados entre si, que se caracteriza pela forma descentralizada como atua. Oferece serviços de comunicação de dados, como acesso remoto, transferência de arquivos, correio eletrônico, Web e muitos outros. A utilização da Internet na área biomédica foi a grande notícia do final do século vinte. Ela permite compartilhar, instantaneamente, resultados de testes com novos medicamentos, pesquisas, estudos de casos e colabora tremendamente no desenvolvimento das ciências biomédicas. Além disso, ela alarga as fronteiras do próprio conhecimento, tornando, por exemplo, a medicina e ciências afins mais eficientes. Graças à Internet, os profissionais da área da saúde estão mais próximos das notícias médicas, das informações, dos resultados de pesquisas, da bibliografia, de novos equipamentos e, assim, de seus clientes, das suas investigações e de seus alunos. HISTÓRIA DA INTERNET Na década de 60, em plena Guerra Fria, temendo as conseqüências de um ataque nuclear, o Departamento de Defesa (DoD) dos Estados Unidos iniciou o 3 desenvolvimento de uma rede de computadores que não pudesse ser destruída por bombardeios e fosse capaz de ligar pontos estratégicos, como centros de pesquisa e tecnologia. A idéia culminou na ARPAnet (ARPA = Advanced Research Projects Agency), que era uma rede sem centro, que permitia que todos os computadores tivessem o mesmo status, e que os dados trafegassem em qualquer sentido, em rotas intercambiáveis. No ano de , a ARPA apresentou ao mundo um novo aplicativo, desenvolvido pelo engenheiro Ray Tomlinson, que permitia o envio de mensagens individuais, de pessoa para pessoa. Atualmente chamamos esse serviço pelo nome de (ou correio eletrônico). Com dezenas de novos pedidos para fazer parte da rede e centenas de sugestões para aperfeiçoá-la, foi necessário unificar a linguagem de todos os sistemas conectados. Esse conjunto de regras foi escrito em conjunto pela equipe de Bob Kalin, da ARPA, e por especialistas da Universidade de Stanford, liderados por Victon Cerf. O documento desenvolvido em se chamava Protocolo de Controle de Transmissão, ou em inglês Transmission Control JorotocollInternet Protocol (TCP/IP). O número de conexões foi crescendo em proporção geométrica, e, no momento em que havia 200 instituições conectadas na rede, o nome "protocolo" foi abolido e passou a se chamar apenas "Internet". Em , a Fundação de Ciência Nacional dos Estados Unidos criou a NSFnet (NSF= National Science Foundation), constituída por uma série de redes destinadas à educação e investigação. Baseada nos protocolos da ARPAnet, a NSFnet construiu uma infra-estrutura que conectava instituições de ensino e pesquisa. Ao mesmo tempo, foram formadas estruturas regionais, que permitiam a ligação das diferentes instituições à rede nacional, inserindo a comunidade acadêmica na Internet. No início dos anos 90, a Internet ultrapassou a marca de um milhão de usuários e teve início a utilização comercial da rede. Empresas pioneiras (como, por exemplo, Compuserve e America Onfine) montam redes próprias de comunicação, conectadas à Internet, e passam a cobrar do público em geral pelo acesso à rede. Em 1993, quatro anos após o início do desenvolvimento do conceito de World Wide Web (WWW) pelos cientistas do laboratório nuclear suíço CERN, coordenados pelo cientista Tim Berners-Lee, o Centro Nacional para Aplicações em Supercomputadores (NCSA), sediado em Chicago (EUA), lançou o primeiro browser gráfico: o Mosaic. A partir do lançamento do NCSA Mosaic, o crescimento da Internet tornou-se espantoso, agregando a sua rede servidores e usuários de todos os locais do mundo. Em maio de 1995, uma portaria conjunta do Ministério das Comunicações e do Ministério da Ciência e Tecnologia criou a figura do provedor de acesso privado no Brasil, liberando a operação comercial da Internet no Brasil. Atualmente o Brasil conta com mais de 12 milhões de internautas, segundo estimativas do (http://www.ibope.com.br/eratings/). SERVIÇOS DA INTERNET A capacidade de os computadores trocarem informações entre si, não importando onde estiverem, usando uma rede de conexões, permite aos usuários da Internet usufruírem de uma série de serviços. A Internet oferece serviços com finalidades, atuação e detalhes técnicos específicos, que são resumidamente descritos a seguir. World Wide Web (WWW) - teia de alcance mundial A World Wide Web, também conhecida como WWW, Web ou W3, é o serviço mais popular disponível na Internet, a ponto de muitas pessoas confundirem a Web com a própria Internet. A Web é uma coleção de servidores que contém páginas com elementos hipertexto e multimídia (textos, imagens, animações, sons e vídeos) que compõem os sites ou websites (locais da Web). A principal característica da Web é o seu caráter hipertextual, ou seja, as páginas são interligadas entre si de forma não linear, por vínculos denominados links ou hyperlinks, que, quando acessados, levam o usuário a

2 outra parte da mesma página ou a outros documentos localizados em outros servidores ao redor do mundo. Esse procedimento de clicar com o mouse sobre um link (que pode ser uma palavra sublinhada, um botão, uma imagem ou ícone) e ser levado a outra página, é conhecido informalmente como navegar ou surfar na Web. Para acessarmos a Web, é necessário que tenhamos instalado em nosso computador um navegador da Web (Web Browser, como, por exemplo, o Internet Explorer (Microsoft) ou Netscape (AOL Netscape), e que saibamos o endereço da página que desejamos visualizar. Os documentos da Web possuem um endereço único e exclusivo conhecido por URL (Uniforni Resource Locator - Localizador Uniforme de Recursos), que é composto da seguinte forma: * indica que o endereço corresponde a uma página da Web o www: letras não obrigatórias, mas presentes na maioria dos endereços - saude: nome do site e, geralmente, corresponde à empresa ou instituição à qual pertence - gov: extensão que indica a categoria em que o site se enquadra (governamental, comercial, educacional, etc.) - br: indica o país onde está localizado o computador que hospeda o site (e não a nacionalidade da empresa ou instituição responsável por ele) Em geral, cada site da Web possuí uma página de entrada, a homepage, a partir da qual o usuário escolhe que áreas deseja visitar. As páginas da Web são documentos de hipertexto, programados em uma linguagem chamada HTML (Hyper Text Markup Language - Linguagem de Marcação de Hipertexto) e transferidos do computador hospedeiro para o cliente através do protocolo de transferência de hipertexto (HyperText Transfer Protocol -HTTP), conhecido pelo prefixo hup:11. Alguns elementos que formam uma página Web: (electronic mail) - correio eletrõnico Sistema de computação que permite a troca de mensagens escritas entre um usuário de um computador e um ou mais receptores, semelhante à troca de cartas. Os provedores de acesso disponibilizam uma conta de para o usuário, o que corresponde a uma porção do disco rígido de seu servidor para uso exclusivo na recepção de mensagens. Deste modo, tanto a transmissão como a recepção de mensagens são realizadas pelo computador hospedeiro (provedor). Assim, ao se conectar com o servidor, é verificada a presença ou não de mensagens novas. Existindo correspondência, elas são enviadas para o computador do usuário (Ver capítulo 8). Além de textos, é possível enviar fotos, sons, programas, vídeos e materiais de todos os tipos que possam ser convertidos em arquivos binários. Para enviar uma mensagem pelo , é necessário indicar o nome do destinatário e seu endereço eletrônico. Esses endereços contêm o nome do usuário, o símbolo e os dados do domínio do provedor de serviços (nome, tipo de sistema e país). Exemplo: lapnet.com.br - rodrigo: nome do usuário arroba - lapnet: nome do provedor - com: tipo de sistema - br: país Teleconferências (Chat) A teleconferência, também conhecida como Chat - que em português significa bate-papo -, permite a comunicação com outros usuários da Internet em tempo real ("conversar" de forma instantânea) via teclado, entre computadores ligados à rede. 4 O serviço de Chat permite ao usuário se conectar a um servidor, que se encontra dividido em "salas" (ou "canais") e que, na verdade, subdivide tematicamente assuntos dos mais variados possíveis. As pessoas se identificam por apelidos (nicknames). Por meio desse serviço, o usuário pode realizar conversas públicas ou privadas com outros usuários. Existem milhares de servidores ("lugares") disponíveis para realizar esse tipo de comunicação. Pode-se usar os bate-papos via Web (webchats) pelo acesso a um site que ofereça tal serviço, sem a necessidade de ter um programa especial, utilizando apenas o seu navegador. As teleconferências também são possíveis por meio de vários programas, tais como o Microsoft Chat, que faz parte do pacote Internet Explorer e vem incoporado ao Windows, ou por meio do mirc, um aplicativo shareware bastante completo, que oferece muitas funções avançadas (Ver capítulo 11). Listas de Discussão As Listas de Discussão (Mailing Lists, Discussion Lists) funcionam como um periódico que é enviado por diretamente à caixa postal eletrônica do assinante. Cada lista de assinantes tem um tópico específico. O usuário se associa àquelas que apresentam tópicos pelos quais tem interesse (Ver Capítulo 9). Grupos de Notícias Os Grupos de Notícias (newsgroups), também conhecidos como Grupos de Discussão, são espaços virtuais ou foros, onde os usuários mantêm discussões sobre um tema específico. Utilizam o envio e o recebimento de mensagens públicas, disponíveis para todos (Ver Capítulo 10). Vídeoconferências Comunicação entre duas ou mais pessoas, que se realiza em tempo real na Internet, fia qual é transmitido vídeo, através de uma câmara especial (webcam), e som, através de um microfone comum. Para realizar uma videoconferência, é necessário ter um programa específico, como o Microsoft NetMeeting ou o CUSeeMe. FTP - Protocolo de transferência de arquivos O FTP (File Transfer Protocol) é um sistema utilizado na transferência de arquivos entre dois computadores conectados à Internet. Apresenta um conjunto de comandos que permitem descarregar ("baixar" ou "fazer download") da Internet milhares de documentos e programas. Pode-se também fazer upload de uma página da Web, de um micro no qual ela foi montada para o servidor onde ela ficará hospedada. Um programa de FTP mostra a árvore de diretórios de um computador remoto. Muitas vezes, os aplicativos são gratuitos e podem ser acessados; outras vezes, a cópia de arquivos não é permitida. Os servidores FTP públicos são conhecidos como "login anonymous". Permitem que qualquer um faça a conexão como "anônimo", sem possuir uma conta especial ou uma senha. Os arquivos disponibilizados para download estão localizados em uma pasta pública (\pub). A utilização do FTP pode ser realizada a partir de um browser (navegador) Web, dando cliques em links que se conectam com sites FTP. Também é possível inserir o endereço FTP diretamente na caixa de endereço na forma de um URL que começa com "fip:11" e, em seguida, o endereço da Internet do site FTP. Para fazer o upload de arquivos é necessária a utilização de um programa FTP, como, por exemplo, o CUTEFTP (http:llwww.cuteftp.com) ou o WS-FTP PRO (hupww~ipswitch.com). Telnet - Rede de teletipos A Telnet (Teletype Network) é um serviço que permite ao usuário a conexão em tempo compartilhado com computadores remotos. Diferente da Web, entretanto, a Telnet não suporta uma interface gráfica. Emprega obscuros comandos no teclado, como manter pressionada a tecla Ctrl e outras teclas simultaneamente, o que pode frustrar e dificultar a sua utilização após ter utilizado a elegância e simplicidade da Web. Para superar essas dificuldades, os administradores de muitos dos sites Telnet estão disponibilizando os seus serviços via Web. Existem recursos na Internet - como catálogos de bibliotecas e serviços de informações

3 exclusivas - que estão apenas, ou principalmente, disponíveis via Telnet. É necessário um programa específico para rodar sessões da Telnet. Esse programa está presente no Windows. Para executá-lo, é preciso clicar em Iniciar Executar, digitar telnet na caixa de diálogo. Abrir e dar um clique em OK. E encontrado também no site Tucows: (http:llwww.tucows.com/). SEGURANÇA E PRIVACIDADE E VÍRUS Muitos olham a Internet como o modelo do negócio do futuro. Antes que isso possa acontecer plenamente, os usuários terão que se sentir seguros na transmissão de dados pessoais, como o número de cartão de crédito. Devido à própria tecnologia, os dados passam por diversos computadores antes de chegar ao destinatário, havendo assim possibilidade de serem interceptados. Apesar dessa prática não ser muito comum, os esforços para tentar evitar esse tipo de situação têm sido tremendos e grandes quantias de dinheiro têm sido gastas para tornar a Internet 100% segura. Segurança A segurança é conseguida através de uma tecnologia chamada encriptação. Um software codifica uma mensagem (cifra) no computador de origem, que posteriormente é decodificada (decifra) pelo computador receptor. Desse modo, se os dados forem interceptados no caminho, não poderão ser visualizados, pois trafegam na Internet de forma criptografada. Atualmente existem duas tecnologias de encriptação que são amplamente utilizadas no comércio eletrônico: a SSL (Secure Sockets Layer - desenvolvida pela Netscape) e a SET (Secure Eletronic Transactions - desenvolvida pela Mastercard e Visa). Nas páginas da Web em que os dados são criptografados, o endereço do site (visível na barra de endereços do browser) não começará com e sim com https:ll. Isso acontece porque os servidores seguros utilizam um protocolo especial chamado HTTPS (Secure Hyper Text Transfer Protocol - Protocolo Seguro de Transferência de Hipertexto), que garante o sigilo das informações. Além disso, durante a navegação nestas páginas aparecerá um ícone de segurança na barra de Status do navegador (no Internet Explorer representado por um cadeado e no Netscape, por uma chave), Para aumentar a segurança das transações na Internet e a proteção dos dados pessoais, é importante que o usuário utilize sempre a última versão disponível do browser e que instale todas as atualizações disponibilizadas pelo fabricante. É recomendável também a instalação de um firewall -software que bloqueia o tráfego de informações não autorizadas pelo usuário. Entre os mais populares estão: o Norton Personal Firewall (http://www.symantec.com), e os freewares Zone alarms Sygate Personal Firewall (http://www.sygate.com/). Privacídade A Internet está se tornando o meio de transmissão de comunicações mais utilizado. No entanto, ela não é regulamentada. Com o crescimento exponencial da Internet, as entidades governamentais estão examinando esse problema com cada vez maiores preocupações. Como a regulamentação de milhares de computadores não é, em termos práticos, uma tarefa muito fácil, os usuários e detentores de conteúdos na Internet estão cada vez mais sujeitos à invasão da privacidade por parte de pessoas com conhecimentos tecnológicos. Uma forma de o usuário comum se precaver passa pela utilização da tecnologia de encriptação nos documentos mais sensíveis. Para isso tem ao seu dispor o PGP (Pretty Good Privacy) (http:www.pgpi.org), uma tecnologia de encriptação que, através de software, cifra a mensagem utilizando a chave pública do destinatário. Ao receber a mensagem encriptada o destinatário utiliza a sua chave privada para decifrar a mensagem (Ver também segurança do Capítulo 8). Vírus Como a Internet está sendo cada vez mais utilizada como meio de troca de arquivos entre usuários, o risco de "ser infectado" por um vírus informático tem aumentado consideravelmente. Um vírus é um programa que ataca arquivos e redes, muitas vezes só fazendo aparecer uma mensagem estranha na tela, outras vezes provocando 5 danos aos arquivos ou até ao hardware (Ver glossário). Para prevenir contra um ataque dos tão indesejados vírus, é importante averiguar se o arquivo é de origem segura, mas, acima de tudo, executar um programa antivírus atualizado, que poderá ser descarregado livremente da Internet. Para diminuir os riscos de contaminação no seu computador bastam alguns cuidados simples: Instalar um antivírus no micro e atualizá-lo no mínimo uma vez por semana. Nunca abrir disquetes sem submetê-los ao antivírus. Não abrir arquivos anexados ao se não souliber do que se trata e principalmente se tiverem as terminações: ".exe", com", vbs", ".bat" e ".asp". Se utilizar o Office /XP, ligar a opção "Segurança de Macro" (menu Ferramentas lopções na aba Segurança > Segurança de Macro). Depois de apagar um suspeito ou contaminado na pasta de entrada, apagá-lo também na pasta de mensagens eliminadas. Endereços para a aquisição de antivírus: McAfee: Norton: Panda Software: Tend Micro: Dr. Solomon: Sophos: etrust EZ: Endereços para a obtenção de antivírus gratuito: s-freeware SAIBA ONDE PROCURAR Seu botão de pesquisa se liga a algumas ferramentas de busca, mas você não tem que usar apenas estas. Elas foram selecionadas por seu provedor por razões comerciais e podem não ser as melhores ferramentas para todas as suas pesquisas. Os diferentes diretórios e ferramentas de pesquisa são bons para obietivos diferentes. Tente as mesmas buscas neles para verificar qual traz os melhores resultados para suas pesquisas. Os diretórios são compilados por seres humanos que cadastram os sites nas seções apropriadas. Isto significa que você pode pesquisar uma determinada categoria ou digitar palavras-chave para uma pesquisa. Embora, multas vezes, evitem as combinações irrelevantes, os diretórios podem ser pequenos e trazer resultados menos abrangentes que as ferramentas de busca. Estas rodam automaticamente, visitando um enorme número de sites e newsgroups, atualizando constantemente seu conteúdo. Elas pesquisam combinações de palavras, em vez de conteúdo e isto pode resultar em uma grande quantidade de documentos irrelevantes. Uma boa maneira de descobrir qual ferramenta de busca produz melhores resultados para uma busca especifica é usar uma ferramenta de meta busca como o Miner Ela envia sua pesquisa a 8 outros sites de busca ao mesmo tempo, e então lhe mostra os resultados. Não é incomum ter uma pesquisa em que uma ferramenta de busca resulta em nenhuma combinação enquanto outra traz centenas. O Miner é uma maneira rápida de encontrar o que parece se ajustar melhor à sua pesquisa em particular. Você pode, até, determinar a ordem na qual sua busca será enviada para as ferramentas de busca. Como todas as ferramentas de busca, o Miner tem uma excelente seção de ajuda, que explica em detalhes como é o seu funcionamento. Talvez, o melhor conselho seja:

4 Na outra ponta da escala destas ferramentas de busca gigantescas, estão algumas mais específicas. Elas podem ser úteis se você deseja limitar sua pesquisa a uma área geográfica ou a provedores específicos como universidades ou organizações médicas. Recursos geograficamente especificos concentram-se em uma área determinada do mundo. Grandes diretórios como o Yahoo! têm seções específicas para os países (no Brasil, A maioria dos países e continentes tem ferramentas de busca que são especificas para eles como, por exemplo, para a Inglaterra, Euroferret UK Max UK Plus Para o Brasil temos o Cadê Alguns combinam seleções geográficas com outros critérios. O Diretório Acadêmico inglês tem a opção de somente pesquisar páginas da Web da Internet Acadêmica da Grã-Bretanha. No Brasil temos o Brasil Faculdades /brasilfaculclades.com.br. Para alguns tipos de informações, sites acadêmicos são um bom ponto de partida. Assim como fornecem informações abrangentes, precisas e atualizadas, eles costumam ter links para outros sites considerados valiosos. Excelentes pontos de partida para isto são: No mundo: The Pinakes - o nome que foi dado ao catálogo da Biblioteca de Alexandria é o mesmo deste portal para a Internet acadêmica. ; BUBL - atua como um serviço de informações para a comunidade acadêmica da Grã-Bretanha. Existem links daqui para sites que tratam de todos os assuntos The Scholariy Societies - um projeto de uma universidade canadense, que lista e fornece links de sociedades escolares sobre todos os assuntos em qualquer lugar do mundo hffp:llwww.lib.uwaterloo.ca/society/overview.htmi. No Brasil: No site você pode acessar um guia com sites de faculdades diversas em todo o país. Guias da Web Você geralmente escolhe um livro, filme ou peça a partir das recomendações de outras pessoas. Na Web existe uma infinidade de guias que fazem resenhas de sites. Estes podem ser de organizações de mídia como da BBC ou Globo, grupos de estudantes, organizações que promovem uso familiar da Internet e de sites pessoais. As home pages dos provedores de acesso e das ferramentas de pesquisa, freqüentemente, incluem uma seção de guia abaixo de seus cabeçalhos como Novidades. Tais guias são úteis como uma introdução geral à Internet já que eles destacam sites que valem a pena. Os guias diferem das ferramentas de busca já que eles julgam a qualidade das informações. A inclusão de um site quer dizer que ele é recomendado. por exemplo, é um guia de sites na web. Como nos portais acadêmicos, porque começar arranhando o assunto quando você pode usar as buscas de outros que têm mais tempo, experiência e especialização. APRENDA A PROCURAR A linguagem é tão cheia de ambigüidades que nem sempre é entendida pelas pesquisas de computadores. Tanto quanto usar o site de pesquisa certo, você também tem que pensar em como colocar as palavras-chave para ajudar a ferramenta de busca a reconhecer o que você está realmente procurando. Muitas ferramentas de pesquisa permitem que você limite sua pesquisa e inclua ou exclua coisas usando, por exemplo, a simples opção 6 de combinar qualquer, ou todas as palavras-chave. Os detalhes estão nas respectivas seções de help. Ferramentas diferentes oferecem diferentes opções para refinar a pesquisa. Se você está obtendo muitas, ou poucas combinações, gaste um pouco de tempo verificando as seções de ajuda. Uma maneira comum é usar as palavras como a seguir: Pesquisa de uma única palavra-chave: escola Esta pesquisa retornará todos os objetos contendo a palavra escola. Pesquisa booleana: escola e primária Esta pesquisa retornará todos os objetos que contêm ambos as palavras em qualquer lugar no objeto e em qualquer ordem. Pesquisa booleana negativa: escola e não primária Esta pesquisa retornará todos os objetos que contêm a palavra escola e não contêm a palavra primaria. Pesquisa de frase: "escola primária" Esta pesquisa retornará todos os objetos que contêm escola primária como uma frase. Se você usar uma meta busca, ela tentará traduzir sua sintaxe de busca para aquela que será reconhecida por cada ferramenta para a qual a busca está sendo enviada. Ferramentas de busca como AltaVista permitem que você faça uma pergunta em português comum e, então, oferecem uma série de tópicos para serem pesquisados. Isto permite que você vela como suas palavras estão sendo interpretadas. Por exemplo, em resposta à questão O que são flores? É entendido que o pesquisador está interessado em poesia e a maioria das opções estão relacionadas a isto, mas também, são oferecidos links para informações sobre flores e endereços de floriculturas. O resultado de uma outra pesquisa, feita em Inglês, no Ask Jeeves (wwwai.com) partindo da pergunta: How do bees flies? (como as abelhas voam?). FAÇA AS FERRAMENTAS DE BUSCA TRABALHAREM A SEU FAVOR Os sites de busca fazem mais do que apenas pesquisar. Estão todos eles tentando atrair visitantes, para que possam se gabar de um enorme número de usuários para mostrar aos anunciantes. Eles conseguem isso oferecendo algo extra, que esperam fazer com que os usuários voltem e, freqüentemente, tentam obter informações sobre você neste processo. A maioria tem uma política de privacidade bastante clara e compromete-se a não vender seus detalhes pessoais aos anunciantes. É claro que nada impede que você invente identidades para se registrar nestes sites. Você pode personalizar as home pages dos sites de busca para que elas reflitam seus interesses. Você pode, também, obter contas de grátis, assinar newsletters que manterão você atualizado, por exemplo, nas últimas notícias, programação de TV ou resultados de loterias. Um dos melhores "extras" oferecidos é a opção de tradução do AltaVista. Você pode usá-la para traduzir frases ou cartas própr' as, ou para traduzir uma página inteira da Web. O serviço de tradução está em ou selecione a opção translate que aparece com os resultados de busca do AltaVista. Faça as coisas importantes trabalharem a seu favor

5 Tente todos os sites de busca e gulas mencionados neste capítulo com a mesma pesquisa e veja os diferentes resultados: Imprima as seções de ajuda e dicas de buscas avançadas das ferramentas de pesquisa que você mais gostar; Experimente incluir e excluir palavras das pesquisas e ver como isto afeta seus resultados. Tente colocar sua frase entre " " (aspas) e compare estes resultados com uma pesquisa com a mesma frase sem as aspas duplas; Personalize sua horne page do Yahoo! ou do Miner para ver como funciona; Veja em e compare as ferramentas de busca, descubra mais sobre como pesquisar na Web ou acesse tutoriais de pesquisas. Registre-se para receber uma newsletter gratuita para mantê-lo atualizado com o desenvolvimento das ferramentas de busca. SOFTWARES PARA O USO DA INTERNET PROGRAMAS DE NAVEGAÇÃO NA INTERNET (BROWSERS) São programas para obter acesso a itens disponíveis na WWW. Interpretam os dados de um site indicado, exibindo na tela do computador textos, sons, imagens e animações. Os Navegadores Web (browsers) permitem examinar as inúmeras fontes de informação, comunicação e software que estão na Internet e navegar por elas. Os dois browsers mais populares são o Microsoft Internet Explorer e o Netscape Navigator, os quais apresentam funções similares e tornam a navegação pela Web um processo simples e agradável, além de rápido e eficiente. Por ser o mais empregado, descrevem-se detalhes para o uso do Microsoft Internet Explorer. INTERNET EXPLORER CONCEITOS BÁSICOS Resultou da evolução de um sistema criado em 1969 para facilitar a troca de informações militares entre cientistas e pesquisadores localizados em diversas partes do mundo. Uma rede simples de apenas quatro computadores foi então desenvolvida, chamada de DARPANET. O sistema obteve sucesso, em contava com computadores, tendo mudado de nome para ARPANET, e sua utilização não era somente para informações importantes, os usários começaram a enviar mensagens eletrônicas por meio de caixas de correio pessoais. Em , a rede cresceu tanto, que o setor militar mudou-se para uma rede exclusiva, chamada MILNET. Em , uma empresa governamental americana (Fundação Nacional de Ciências), criou a NSFNET capaz de interligar cinco centros de supercomputadores e tornar suas informações disponíveis a toda instalação educacional, que já era uma idéia da ARPANET. O sistema foi eficiente a ponto de ser preciso sofrer uma reforma de infraestrutura em , devido ao grande número de pessoas que utilizavam a NSFNET. 7 Passou a ser acessível para qualquer instituição educacional, pesquisador acadêmico, funcionário do governo ou organização internacional de pesquisa. Durante muito tempo permaneceu restrita à comunidade acadêmica, sendo liberada nos últimos três anos ao público em geral. No Brasil, a rede chegou em para uso de pesquisadores, em seguida espalhando-se pelas universidades. Mas foi em 1995, que diversas empresas passaram a vender o acesso à rede, possibilitando assim a conexão dos consumidores. Atualmente a Internet é uma grande teia, que integra equipamentos de todos os tipos e tamanhos, multiplicando o poder de cada um por milhares de vezes. Não se pode quantificar com precisão o número de usuários, estima-se em torno de 60 milhões, crescendo dia após dia. FORMAS DE CONEXÃO Os computadores da Internet (chamados Servidores), não são microcomputadores e sim computadores de grande porte, tendo como base os sistemas operacionais UNIX ou AIX. Dessa maneira a conexão de um microcomputador com um servidor Internet deverá ser feita através de um intermediário que possui equipamento capaz de conversar (conectar) com o sistema operacional de grande p orte (chamado de Provedor Internet). Para conectar-se a um provedor de Internet é necessário um linha telefônica convencional (de preferência uma linha digital) e um modem, a conexão provedor servidor Internet é feita através de cabos, conhecida como Link ou Canal. A velocidade do Link é muito importante, pois dela dependerá a velocidade de comunicação entre o provedor Internet e o servidor o qual está conectado. Um provedor Internet fornece acesso simultâneo a diversos usuários, isto significa que quanto maior o número de usuários, maior o número de informações que circulam pelo link (Canal), tornando lenta a conexão individual, pois a velocidade do Link será dividida. Outro fator que deve ser levado em consideração é a velocidade do modem que fará a conexão com o provedor Internet, atualmente variando de bps a bps ou maior. A velocidade de comunicação é muito importante, e depende do tipo de cabo de conexão e velocidade do canal. Os cabos de conexão podem ser comuns, tornando a navegação lenta, ou de fibra ótica para uma navegação mais rápida. A velocidade do canal tem valores de 64 kbps, 128 kbps, 256 kbps, 512 kbps e 1Mbps. Sabendo-se a quantidade de usuários simultâneos que o provedor pode ter, obteremos a relação linha/link que determinará a rapidez do provedor Internet. É necessário o software de comunicação Internet (Trumpet Winsock) e o software de navegação chamado de browser (Netscape, Mosaic, Internet Explorer, etc...) RECURSOS DA INTERNET TELNET Telnet é a ferramenta que permite aos usuários conectar-se a outro computador na internet e usá-lo como se estivesse diretamente conectado a ele. Para usar o telnet é necessário ter permissão de acesso, geralmente na forma de uma conta no sistema em questão. FTP (FILE TRANSFER PROTOCOL Protocolo de Transferência de Arquivo) Troca de arquivos entre dois computadores ligados na Internet. Esses arquivos podem ser programas shareware, atualizações de produtos, sendo que alguns são permitidos apenas a usuários autorizados. Esse ato de busca de arquivo é chamado de Download. (Correio Eletrônico) Utilizado para troca de mensagens particulares com qualquer pessoa que faça parte da rede mundial,

6 sendo que somente o destinatário poderá ler, pois cada computador tem um endereço na rede. O sistema utilizado é o de caixa postal, portanto a mensagem ficará em uma caixa postal no provedor Internet do destinatário. USENET Usenet é outra maneira de trocar mensagens, porém abertas a todos os usuários. Contém diversas áreas chamadas de newsgroups ou conferência As conferências são classificadas em 6 tipos: ALT Alternativas COMP Computadores NEWS Notícias REC Lazer em geral SCI Ciências SOC Sociedade IRC (INTERNET RELAY CHAT) Permite o bate-papo ao vivo entre usuários da Internet, sendo dividido em áreas de conversação chamadas de canais, onde usuários com interesses comuns se comunicam. INTERNET EXPLORER WWW (WORLD WIDE WEB TEIA MUNDIAL) Sistema gráfico utilizado na Internet, onde o acesso é feito através de páginas interativas conduzindo o usuários a outras páginas e assim por diante. Essas páginas são chamadas de Home Pages ou Páginas HTML Atualmente na Internet diversas instituições possuem páginas WWW, como bibliotecas, museus, universidades e até mesmo usuários. Os servidores WWW são diferentes em termos de estrutura dos servidores Internet, pois possuem um endereço diferente, todo os endereços de WWW (páginas gráficas) começam com também conhecidos como endereços URL Há vários servidores WWW responsáveis por índices das home pages, facilitando assim a localização de uma determinada página com a função procura (Net Search) por uma palavra chave ou tópico de assunto. O acesso a páginas WWW é feita através de programas chamados de browser tais como: Mosaic, Netscape, Internet Explore, devendo ser utilizado um ambiente gráfico tipo Windows, OS2, etc... Barra de Menu Exibe o endereço atual da página e permite alteração Barra de Título Este ícone indica o recebimento de dados quando animado Barra de Ferramentas Páginas da WEB Hyperlink Barra de Status Barra de Rolagem O Explorer é um programa (navegador, Browser) usado para visualizar documentos no formato HTML. Ele é capaz de interpretar os documentos HTML, exibindo-os de maneira interativa com o usuário. Possui recursos específicos para facilitar e agilizar a navegação na WWW. Descrição do ícones da barra de ferramentas: Botões Voltar e Avançar Permite avançar para a página seguinte ou retornar para a anterior. Botão Parar Cancela o carregamento da página. 8 inicial. Botão Atualizar Carrega novamente a página exibida. Botão Página Inicial Retorna para a página definida como Botão Localizar Acessa programas de busca. Botão favoritos Permite o acesso aos sites definidos como favoritos, agilizando a busca.

7 Botão Imprimir Imprime a página atual. Botão fonte Permite alterar o tipo, tamanho e estilo de letra evisualizada. Botão Correio Para acessar mensagens de e newsgroups. Botão Editar Permite a alteração ou criação de páginas WEB. Outros Elementos da tela do Explorer. Barra de Título Indica o nome da página aberta e do programa. Barra de Menu Contém os menus das funções do programa. Barra de Rolagem Permite acessar áreas não visíveis na tela, através da rolagem da página. Barra de Status Indica o andamento das operações, bem como o seu término. Hyperlink Através de uma palavra ou símbolo destacado, permite o acesso rápido a outras páginas. Ao passar com o mouse em cima do hyperlink, este assume a forma de mãozinha. MICROSOFT INTERNET EXPLORER Para iniciar o Microsoft Internet Explorer, deve-se clicar duas vezes sobre o ícone que se encontra sobre a sua área de trabalho. Do lado superior direito da janela do browser, encontra-se o logotipo do Windows. Sabemos que o browser está conectado a um computador remoto (conhecido como Servidor) quando este símbolo está em movimento. Após estabelecer esse contato, o browser descarrega esses dados para o computador local, podendo então ser visualizados na tela. Esse processo poderá ser influenciado por diversos fatores, entre os quais: a velocidade do seu modem, a velocidade do link do seu provedor de serviços da Internet, o tamanho do arquivo que está sendo descarregado, o número de computadores conectados ao mesmo servidor e o tráfego (número de usuários) na Internet. Embaixo da janela do browser, à esquerda, encontramos um indicador de status, onde se poderá observar o progresso das trocas que estão sendo efetuadas entre o seu computador e o computador remoto. Navegando através da barra de ferramentas (TooIbar) Digite aqui o endereço (URL) do site que você quer visitar. Uma vez digitado, pressione "Enter" Existe um conjunto de botões na barra de ferramentas do browser (topo da janela) que permitem diferentes funções: Voltar/Back: volta para a última página visitada. Avançar/Forward: avança para a página seguinte. Parar/Stop: interrompe o carregamento da página. Atualizar/Refresh: volta a carregar a página que está na tela. Muitas vezes os elementos da página não são descarregados corretamente devido a uma interrupção na comunicação. Página inicial/horne: retorna para a página que tem pré-definida como página inicial no browser. Pesquisar/Search: pressionando este botão, o usuário poderá utilizar um conjunto de diretórios e mecanismos de pesquisa da Internet para encontrar um determinado tema. 9 Favoritos/Favorites: aqui o usuário poderá arquivar e encontrar endereços que deseja visitar novamente. Para colocar um favorito, basta estar no site cujo endereço pretende guardar e clicar o menu "Favoritos", escolhendo em seguida "Adicionar". Histórico/History: local onde são registrados e armazenados os endereços da Web que já foram visitados. Para acessar algum deles, você simplesmente terá que clicar sobre o endereço do site correspondente. O Histórico é organizado por dias e pastas. Passado algum tempo (determinado pelo usuário), esses registros se apagam. Correio/Mali: abre o programa cliente para operar algumas funções do correio eletrônico (Outlook Express). Imprimir/Print: permite a impressão da página que se encontra visível. NETSCAPE O pacote Netscape é composto pelo Netscape Navigator (navegador), Netscape Mail (programa de correio eletrônico), Netscape Instant Messenger (programa de mensagens instantâneas), Netscape Composer (editor de documentos HTML) e o Netscape Address Book (livro de endereços). As últimas versões que utilizam o motor Mozilla (de código fonte disponível ao público) somente estão disponíveis em inglês e podem ser copiadas a partir do seguinte endereço: OUTROS NAVEGADORES WEB Além do Internet Explorer e do Netscape Navigator, existem dezenas de navegadores Web diferentes, que podem ser copiados da Internet. Os mais conhecidos são: Opera - (http://www.opera.com). Mais popular dos browsers alternativos, é um programa pequeno que permite uma navegação muito rápida, com várias janelas ao mesmo tempo, ordenadas uma ao lado da outra. É possível personalizar a interface do programa através de peles (skins), botões e painéis. Funciona a partir de computadores PC 386 com 6 MB de memória (na versão sem suporte a Java). Custa US$ 39,00 para registrar, após o primeiro mês de uso gratuito. Neoplanet - (http:llwww.neoplanet.com/site/products/index.html). Apresenta um visual bastante diferente, sendo possível personalizá-lo pelo uso de peles. Gratuito, requer o Microsoft Internet Explorer versão 4.O ou superior. NetCaptor - (http://www.netcaptor.com). Abre várias janelas ao mesmo tempo e alterna a leitura das páginas como se elas estivessem num fichário. Shareivare (US$ 29,95), gratuito por 30 dias. PolyWeb - (http://www.psibersoft.com/software.htm). É um programa que permite navegar por diversos sites ao mesmo tempo, todos dispostos e rodando na mesma tela, como se fosse uma TV com inúmeros canais. O PoIyWeb é leve, tem poucos comandos, é fácil de usar e é gratuito. PLUG-INS São programas auxiliares que fornecem capacidades adicionais ao navegador (browser), como visualizar, ouvir ou salvar arquivos especialmente formatados. A maioria dos plug-ins está disponível gratuitamente na Internet. Estes programas devem ser descarregados (download) e constantemente atualizados, pois freqüentemente surgem novas versões. Os mais empregados são: Adobe Acrobat Reader Um grande número de sites na Web disponibiliza documentos no formato PDF (Portable Document Format). Para serem lidos ou impressos, esses arquivos necessitam de um programa de controle de impress~o-1 o Acrobat. Os documentos PDF são compostos por textos e imagens de alta qualidade que possuem a mesma aparência dos documentos impressos. Além disso, os arquivos apresentam tamanho reduzido, podendo ser facilmente distribuídos através da Internet.

8 Disponível: Licença: livre RealPlayer Basic O ReaIPlayer é um aplicativo desenvolvido pela Real Networks, que permite a execução de arquivos multimídia dos mais diversos formatos, tanto aqueles que estejam armazenados no disco rígido quanto aqueles existentes na rede. A tecnologia Streaming (ou "transmissão em tempo real") utilizada pelo ReaIPlayer permite que a informação chegue ao seu computador de forma particionada, porém continuada. Caso essa tecnologia não estivesse presente, seria necessário esperar que todo o arquivo de dados chegasse ao seu computador para depois ouvi-lo. Disponível: Licença: livre QuickTime Quíck Time É um software empregado para ver vídeos através da Internet e executar diversos formatos multimídia (gráficos, vídeos, sons, etc.). Auxilia na apresentação de seqüências animadas ou de vídeos sincronizados com o som. O módulo VR do QuickTime também possibilita observar vistas de 360' de objetos, paisagens, ambientes, etc. Disponível: Licença: livre Shockwave e Flash Plug-in gratuito, desenvolvido pela empresa Macromedia, é um dos formatos padrões para animações com som. Em é possível encontrar jogos on-line e apresentações feitas com o software. A tecnologia Flash, também da Macromedia, permite executar conteúdos interativos e multimídia em páginas da Web. Os conteúdos desenvolvidos para ambos possuem tamanho pequeno, desenho atraente e muita versatilidade. Na versão 5 ou posterior do Internet Explorer, a tecnologia Macromedia já está incluída. Disponível: Licença: livre WinZip O WinZip é o software de compactação mais popular da atualidade. Ele passa a ser indispensável, no momento em que a maioria dos arquivos presentes na Internet encontram-se compactados no padrão Zip. Como o tamanho dos arquivos é reduzido, diminui-se o tempo gasto para efetuar uma transferência de arquivos. O WinZip trabalha conjuntamente com o Windows Explorer e com programas clientes de . Disponível: Licença: shareware (US$ 29,00) Windows Media Player O Windows Media Player é um dos componentes do Windows Millennium Edition que permite escutar música no computador, converter trilhas de um CD musical em arquivos MP3, executar vídeos e conferências, transferir arquivos MP3 para um dispositivo portátil, criar listas de música para execução de forma automática, etc. O Windows Media Player vem instalado automaticamente no sistema operacional e para abri-lo deve-se dirigir a Iniciar/Programas/Windows Media Player. Disponível: t.asp Licença: livre OUTROS PROGRAMAS ÚTEIS A utilização de boas ferramentas de busca é tarefa obrigatória para os internautas que não querem perder tempo à toa. Existem programas essenciais que permitem usufruir o máximo do poder de utilização dos sites favoritos. Copernic É uma ferramenta que permite acionar vários serviços de busca da Web, como AltaVista, Google, Excite, WebiCrawIer, lnfoseek, Yahoo!, Lycos e outros definidos pelo usuário. Além de armazenar os resultados obtidos no disco rígido, organiza-os e remove as duplicatas automaticamente. As páginas correspondentes aos resultados da bu~ca podem ser descarregadas para o computador para que possam ser acéssadas offiline, poupando o tempo de conexão. Além de pesquisar informações na Web o Copernic permite executar buscas em Grupos de Notícias e catálogos de s. O Coperníc conta com uma versão em português que faz buscas em sites brasileiros. É possível também traduzir os resultados, inclusive para o português. O Copernic pode ser descarregado a partir do endereço: Para realizar uma pesquisa basta clicar em Search. Após, deve-se selecionar a categoria desejada, digitar as palavraschave a serem pesquisadas, selecionar o tipo de pesquisa e clicar em Search Now. A versão gratuita pesquisa em 80 fontes de informação, que se encontram subdivididas em 2000 categorias, enquanto que as versões pagas (Copernic Plus e Copernic Pro) oferecem mais de 1000 fontes distribuídas em 90 categorias. Um programa que executa serviços semelhantes ao Copernic é o Bullseye (http:l/www.intelliseek.com/prodlbullseye/bullseye.ht m), que aciona mais de mecanismos de busca em diversas categorias e filtra os resultados. As versões mais recentes permitem buscas por língua e região geográfica. ICQ O lcq (em inglês,"i seek you") é um programa de mensagens instantâneas que permite ao usuário se comunicar com seus colegas e amigos em tempo real. Para procurar por uma pessoa conhecida na rede ICQ, basta simplesmente inserir o número de lcq dele/a, ou nome, ou apelido, ou endereço de . Assim que sua lista de contatos estiver configurada, você será notificado quando seus amigos estiverem on-line, permitindo então iniciar um chat, enviar mensagens instantâneas, arquivos, URI-s e até jogar jogos on-line. Disponível: Licença: livre BabyIon transfator Dicionário de fácil utilização que permite a tradução de diversos idiomas para o português e vice-versa. Além disso, efetua conversões entre diversos sistemas monetários e de medidas. Pode ser descarregado pelo acesso ao endereço: Disponível: Licença: shareware (US$ 44,95) Alexa O Alexa é um programa que trabalha acoplado ao browser, criando uma pequena barra de ferramentas neste, e permite que o usuário obtenha maiores informações sobre o site que está sendo visitado no momento. Entre essas informações, podemos destacar: número de páginas do site, avaliações feitas por outros usuários, a entidade mantenedora, posição no ranking dos sites mais visitados do mundo, freqüência com que é atualizado e links para sites do mesmo assunto. O uso do 10

9 Alexa em sites nacionais é um tanto limitado, pois a base de informações sobre eles ainda é pequena. Usuários do Netscape Navigator, a partir da versão 4.5, e do Internet Explorer, a partir da versão 5.O, já possuem uma versão reduzida do Alexa no próprio browser. No Netscape, basta clicar sobre o botão 'Relacionados' ('What's related', na versão em inglês), enquanto que no Internet Explorer é necessário clicar no menu Ferramentas/Mostrar links relacionados. Disponível: Distribuição: livre O DESENVOLVIMENTO E SUAS PRINCIPAIS APLICAÇÕES Atualmente o consócio Internet2 conta com o apoio e a participação não só do grupo inicial de universidades, mas também de centros de pesquisa, agências do governo e membros da indústria dedicados ao desenvolvimento de novas tecnologias Internet de alto desempenho. A proposta do grupo é desenvolver novas aplicações avançadas, como teleimersão, telemedicina, laboratórios virtuais, educação à distancia, entre outras. Quando falamos em imagens, e imagens médicas não podem ter perda de precisão do conteúdo, no caso da telemedicina é possível ter resultados de exames médicos sendo transmitidos, processados e analisados por uma, duas ou mais equipes médicas, proporcionando um diagnóstico em conjunto, o que irá facilitar e ajudar muito os estudos e pesquisas desta área. Várias dessas aplicações para redes de alta velocidade já estão sendo desenvolvidas na Internet sendo que muitas delas já se encontram em fase de teste. Além disso, esses novos serviços devem permitir a utilização da Internet de forma mais eficiente, segura e apropriada para o tráfego multimídia que essas novas aplicações requerem. A Internet2, já está testando diversas aplicações para Redes de Alta Velocidade. Algumas principais aplicações são: Bibliotecas digitais: Muitas bibliotecas já iniciaram o processo de digitalização dos seus acervos. Com documentação, para futura possibilidade de acesso, segurança financeira e também para evitar contato manual com documentos raros, visto que a umidade das mãos podem prejudica-los. A biblioteca do Vaticano já está adotando este procedimento, colocando alguns documentos raros a disposição da Internet. Assim como as livrarias estão se tornando virtuais, as bibliotecas também serão. Intervenções cirúrgicas à distância: Este procedimento não é executado com freqüência, em função da ausência de garantias de que todas as partes da transmissão chegarão ao seu destino, porque alguns pacotes podem desviar-se e, por exemplo, uma instrução de comando de posicionamento de um bisturi desde que alterada, pode causar efeitos altamente desagradáveis, perigosos e desastrosos. A Internet2, por garantir alta taxa de transmissão em tempo real, além da rapidez, permitirá ainda segurança total nesta intervenção pela qualidade de serviço que ela vai oferecer (QoS). Análises laboratoriais à distância: Um pesquisador enviará pelo correio uma amostra para análise laboratorial em um super microscópio eletrônico, reservando para tal dia, X minutos de uso remoto do equipamento. Na hora marcada, via Internet, ele comandará o microscópio, analisando a amostra enviada, podendo mexer no foco, brilho, contraste e posição das lentes, tendo todas as possibilidades de análise que teria caso o estivesse manejando pessoalmente. Monitoramento da saúde: Um usuário de marcapasso poderá instalar em sua casa, escritório, etc., sensores que captam informações enviadas pelo marca-passo. Caso estes sensores detectem algo anormal, acionarão, via Internet, os computadores dos médicos ou do hospital, enviando via mail os dados recebidos do marca-passo, de modo que ao chegarem para atender o paciente, os médicos já terão todos os dados da anormalidade fornecidos pelo aparelho. A lentidão da Internet atual não favorece esse tipo de aplicativo, previsto pela Internet2. Novas formas de trabalho em grupo, com desenvolvimento de tecnologias de presença virtual e colaboração em 3D. 11 Telemedicina, incluindo diagnóstico e monitoração remota de pacientes. É claro que algumas, particularmente aquelas que utilizam imagens como meio de diagnóstico, são as mais prontamente beneficiadas. Assim os setores de radiologia, dermatologia, patologia ultra-sonografia, entre outras, são bastante propícios para o estabelecimento de protocolos de transmissão de dados à distância com finalidades de diagnóstico. Ensino à distância: Aulas poderão ser ministradas em vários pontos remotos, com vídeo e áudio trafegando nos vários sentidos com grande rapidez. Atualmente, numa teleconferência para vários pontos, se dois ou mais pontos falarem ao mesmo tempo, só recebemos ruídos, o que será eliminado com recursos da Internet2. CÓPIA DE SEGURANÇA - BACKUP BACKUP - utilizado para gerar uma cópia de segurança de um ou mais arquivos em um disco flexível. As cópias de segurança geradas por este comando só podem ser apagadas se os arquivos copiados forem antes restaurados ao seu estado original. O MICROSOFT BACKUP desempenha a mesma função do comando externo BACKUP, porém no modo gráfico, ou seja, ao ser acionado, o MSBACKUP apresenta ao usuário uma tela, tal como as telas do DOSSHELL, que traz informações sobre como o usuário deve proceder para iniciar sua cópia de segurança. Nesta tela pode-se observar um campo chamado restaurar. Este campo, quando acionado, utiliza o comando externo RESTORE, para restaurar ao estado original, os arquivos gerados via BACKUP. O MSBACKUP pode, também, ser utilizado através do Windows. Neste caso o Windows mostrará, também no modo gráfico, uma tela diferente da tela apresentada quando o mesmo é acionado através do MS-DOS, porém, o efeito produzido, nos dois casos, será o mesmo. OUTLOOK - CORREIO ELETRÔNICO Correio Eletrônico ou , é um dos serviços mais utilizados na Internet. O usuário deixa de enviar suas cartas pelos métodos tradicionais e passa a utilizar a tecnologia, enviando-as pelo computador. Sendo a velocidade a principal vantagem, pois em segundos a mensagem por pode alcançar seu destino do outro lado do planeta. Além da mensagem, podemos enviar sons, imagens, vídeos e até mesmo programas anexados a mensagens. Outro benefício do é o custo, sendo o mesmo sem importar o destino. Por outro lado, como desvantagens, não podemos enviar volumes, ou comunicar-se com outra pessoa que não tenha endereço eletrônico. Endereços de correio eletrônico podem parecer complexos, mas eles são objetivos e lógicos. A palavra Host conceitua uma ou mais máquina conectada à Internet. Também são chamados de Sites, sendo que vários deles formam um domínio. Um endereço de tem a mesma função que endereços escritos em um envelope, pois o carteiro eletrônico precisa saber a quem deve entregar a carta e quem está enviando. Em por exemplo, tudo que existe a direita do (em inglês este símbolo quer dizer at significando em ) se refere ao domínio, ou o computador real onde minha conta está registrada, e o que está a esquerda identifica o usuário daquele endereço. Lendo o endereço da direita para a esquerda, teremos o seguinte: br.com.uol, significando que o domínio está no Brasil (br), tem caráter comercial (com), e está no computador da empresa uol (uol). Outras terminações e seus significados: - com - organização comercial - edu - instituição educacional

10 - gov - governo - mil - militar - org - outras organizações - net - recursos de rede A mensagem contém um cabeçalho com várias informações úteis, incluindo a rota percorrida para encontra o destinatário, sendo necessária se porventura algo de errado ocorrer com a entrega, sendo devolvida a sua caixa postal. O cabeçalho conterá para onde a mensagem foi, até onde conseguiu ir e por que motivo ocorreu o erro, facilitando a correção do problema. UTILIZAÇÃO DO CORREIO ELETRÔNICO Usando um software cliente de , o usuário cria uma mensagem, a esta mensagem anexa uma fotografia digitalizada. Dependendo do software utilizado, este pode comprimir o arquivo antes de anexá-lo à mensagem de forma a levar menos tempo para enviar. O software cliente contata o computador servidor do provedor de acesso à Internet através de um modem ou de uma conexão de rede. O software cliente conecta-se a uma parte do software denominado servidor SMTP (Simple mail transfer protocol ), o servidor reconhece que foi contatado, e o cliente indica ao servidor que existe uma mensagem a ser enviada a um determinado endereço. O SMTP responde envie agora ou ocupado, tente mais tarde, caso seja enviado a mensagem para o servidor o cliente solicita uma confirmação que este recebeu a mensagem. O servidor solicita a outra parte do software (servidor de nome de domínio), como rotear a mensagem pela Internet, analisando o nome de domínio (parte do endereço após o para localizar o servidor de do destinatário, informando ao SMTP o melhor caminho para a mensagem. Quando a mensagem chega ao servidor SMTP de destino, este a transfere para outro servidor denominado POP (post office protocol), guardando a mensagem até que o destinatário a solicite. Usando o seu software cliente de o destinatário entra no servidor POP com seu nome de usuário e senha e então solicita ao servidor para verificar se há mensagens. O servidor POP recupera a mensagem armazenada e a transmite ao software cliente, permitindo assim a leitura da mensagem. SEGURANÇA Privacidade na INTERNET A questão Segurança da Informação é uma preocupação mundial desde o início da era da informação até nossos dias. Um dos métodos utilizados desde o império romano até hoje é a criptografia, que através de uma simples tabela de conversão, uma letra é substituída por outra, ou seja, o texto é reescrito de maneira ilegível. Utilizando este método a mensagem esta protegida, caso seja inteceptada, pois somente será descriptografada no destino por quem conhece a fórmula. Com o advento da Internet, surgiram vários softwares destinados a assegurar os dados que circulam pela Internet. Na Internet, os problemas mais comuns, são a interceptação de mensagens eletrônicas ( s), para ler ou alterar o conteúdo, espionagem em redes, roubo ou alteração de dados, inserção de vírus em documentos. Assim, cada vez mais está sendo aprimoradas ou desenvolvidas novas técnicas que tendem a segurança dos dados que circulam pela rede mundial principalmente, destacando-se neste segmento as seguintes empresas: Bradeso, Certisign, Computer Associetes, Datasafe Data Security, Hitech, Lotus, IBM, McAfee, etc... ACESSO A REDES DE COMPUTADORES COMUNICAÇÃO DE DADOS FUNDAMENTOS TELECOMUNICAÇÃO: É a ciência e a técnica de transmissão e ou recepção de qualquer informação à distância. A informação é representada por sinais elétricos e através das radiações eletromagnéticas propagam-se por diversos meios de condução. Os sinais utilizados em telecomunicações podem ser de telefonia (voz), telegrafia, telex, rádio, TV ou dados. Para que estes sinais alcancem o destino proposto, interligando dois ou mais pontos, isto é, podendo e permitindo realizar a essência das telecomunicações, são necessários os meios, nos quais se propagam estes sinais. Meios mais utilizados em telecomunicações: - Par de fios - 2 condutores - Cabo de pares - até 3600 pares - Cabos coaxiais - freqüências altas - baixa atenuação - blindagem canais/par de tubo - Fibras óticas - freqüência na faixa de Hz (luz) - atenuação baixa - Ar - rádio enlace - Satélite - capacidade: 24 mil canais TELEPROCESSAMENTO: É a utilização dos recursos computacionais à distância para processamento de informações através de um meio de transmissão qualquer. As principais fatores que levam à utilização do teleprocessamento: - Grandes comunidades de usuários necessitam fazer uso dos dados e dos recursos computacionais à distância. - Órgãos vitais de uma empresa estão situados geograficamente distantes. - Aproveitamento do tempo ocioso do computador. - Partilhamento do processador através da técnica de multiprogramação. Tipos de teleprocessamento: - ON-LINE: os terminais remotos estão conectados diretamente à configuração central e tendo acesso a programas ou informações em tempo real; - OFF-LINE: as transmissões são feitas entre terminais e unidades periféricas, sendo os dados acumulados para posterior processamento. TRANSMISSÃO DE DADOS: O sinal de dados é do tipo binário digital, desta forma assume dois valores: 0 = zero ou 1 = um. A unidade de informação é o BIT - Binary digit. Nível 1 Nível 0 Bit 1 Bit 0 12 Duas unidades são normalmente utilizadas para medir a velocidade de transmissão dos sinais digitais: - Baud: é o número de sinais transmitidos em uma linha de comunicação em 1 segundo, ou ainda, é o número de estados do sinal por segundo. Quando o sinal

11 é codificado em quatro estados 1 baud será igual a 2 bits por segundo. - BPS: é o número de bits transmitidos por segundo. Pode ser de 300, 1200, 4800, 9600 BPS. MODULAÇÃO É o processo pelo qual se imprime uma informação em uma onda portadora pela variação de um de seus parâmetros - amplitude, freqüência ou fase. O processo de retirar a informação da onda portadora é a demodulação. - Amplitude: intensidade da onda em seu máximo. A amplitude da onda portadora é modificada de acordo com a variação do sinal da informação. O sinal resultante é um tom interrompido de acordo com a informação modulada. O bit 1 corresponde ao tom e o bit 0 à ausência do tom. É pouco usada por ser sensível a ruídos e interferências. - Freqüência: número de ciclos que ocorrem por unidade de tempo. Medida em Hertz (HZ). A freqüência da onda portadora é modificada de acordo com a variação do sinal de informação, ou seja, freqüência superior para bit 0 e inferior para 1. Resiste bem a ruídos, tem alto rendimento e exige equipamentos pouco sofisticados. - Fase: relacionada com quando os ciclos ocorrem. Medida em graus. A fase da portadora varia de acordo com os dados a serem enviados. Ao bit 1 corresponde a fase de referência e ao bit 0, a fase oposta à fase de referência. Tem custo de implementação alto, porém tem boa tolerância a ruídos. Esquema de tipos de modulação da onda portadora: CARACTERÍSTICAS DE TRANSMISSÃO Troca de fase em 180 Pelo tipo de canal utilizado: - Simplex: o canal leva informações em apenas um sentido de transmissão, como o teletipo. - Semi-duplex ou Half-Duplex: o canal transmite a informação em ambas as direções mas não simultaneamente, como nos terminais de vídeo. - Duplex ou Full-Duplex: o canal transmite a informação em ambas as direções simultaneamente. Pelo modo de transmissão: - Serial: os bits que compõem a informação são transmitidos um a um. - Paralela: cada elemento de um caracter é transmitido ao longo de seu próprio canal, de modo que o caracter é transmitido instantaneamente. Pela forma de transmissão: Assíncrona: ou start-stop, é utilizada em terminais sem buffer. É caracterizada por velocidades baixas, até 1200 bps, de baixo custo, onde cada caracter é enviado um por vez. É orientada a byte. Start Caracter Stop Bit 0 Bit 1 Síncrona: os bits de um caracter são seguidos imediatamente pelo próximo, não havendo elementos start-stop. É enviado um ou mais caracteres de sincronismo no início do bloco, e um caracter indicando 13 fim de bloco. A detecção de erro é executada ao final de cada bloco. Sincronismo Bloco de Informação MEIOS DE TRANSMISSÃO Fim de bloco Check Meio de transmissão é a conexão física entre as estações da rede. Geralmente eles diferem com relação à faixa passante, potencial para conexão ponto a ponto ou multiponto, limitação geográfica devido à atenuação característica do meio, imunidade a ruído, custo, disponibilidade de componentes e confiabilidade. A escolha do meio de transmissão adequado às aplicações é extremamente importante não só pelos motivos mencionados acima, mas também pelo fato de que ele influencia diretamente no custo das interfaces com a rede. Qualquer meio físico capaz de transportar informações eletromagnéticas é possível de ser usado em redes locais. Os mais comumente utilizados são: - Par trançado: dois fios são enrolados em espiral de forma a reduzir o ruído e manter constantes as propriedades elétricas do meio através de todo o seu comprimento. A transmissão pode ser tanto analógica quanto digital. A faixa passante é notavelmente alta, podendo as taxas de transmissão chegar até a ordem de alguns poucos megabits por segundo, dependendo da distância, técnica de transmissão e qualidade do cabo. Um para trançado pode chegar até várias dezenas de

12 metros com taxas de transmissão de alguns megabits por segundo. A desvantagem é sua susceptibilidade à interferência e ruído, incluindo cross-talk de fiação adjacente. Em sistemas de baixa freqüência a imunidade é tão boa quanto a do cabo coaxial. Muito utilizado em rede de anel. Outra aplicação típica é a ligação ponto a ponto entre terminais e computadores e entre estações da rede e o meio de transmissão. - Cabo coaxial: é uma forma de linha de transmissão que possui um condutor interno circundado por um condutor externo; tendo, entre os condutores, um dielétrico, que os separa. O condutor externo é por sua vez circundado por outra camada isolante. Existe uma grande variedade de cabos coaxiais, cada um com características específicas. Alguns são melhores para transmissão em alta freqüência, outros têm atenuação mais baixa, outros são mais imunes a ruídos e interferência, etc. Os cabos de mais alta qualidade não são maleáveis e são difíceis de instalar, mas cabos de baixa qualidade podem ser inadequados para altas velocidades e longas distâncias. O cabo coaxial, ao contrário do par trançado, mantém uma capacitância constante e baixa independente do comprimento do cabo, evitando assim vários problemas técnicos, podendo oferecer velocidades da ordem de megabits por segundo, sem necessidade de regeneração de sinal e sem distorções ou ecos. Pode ser usado em ligações ponto a ponto ou multiponto. A maioria dos sistemas com transmissão em banda básica utilizam o cabo com impedância característica de 50-ohm, ao invés do cabo de ohm utilizado em Tvs a cabo e nas redes em banda larga. É o meio mais utilizado em redes locais. - Fibra Ótica: a transmissão é realizada pelo envio de um sinal de luz codificado, dentro do domínio de freqüência do infravermelho, a Hz, através de um cabo ótico. O cabo consiste de um filamento de sílica ou plástico, por onde é feita a transmissão da luz. Ao redor do filamento existe uma outra substância de baixo índice de refração, que faz com que os raios sejam refletidos internamente, minimizando assim as perdas de transmissão. É imune a interferência eletromagnética e a ruídos e, por não irradiar luz para fora do cabo, não se verifica cross-talk. Ela vai permitir uma isolação completa entre o transmissor e o receptor, fazendo com que o perigo de curto elétrico entre condutores não exista. Apresenta uma atenuação independente da freqüência, permitindo assim uma velocidade de transmissão bastante alta (virtualmente ilimitada). Em laboratório já foram obtidas taxas de alguns gigabits por segundo. Pode ser usada tanto em ligações ponto a ponto quanto em ligações multiponto. - Outros: radiodifusão, infra-vermelho e microondas, sob circunstâncias especiais. EQUIPAMENTOS DE UMA REDE DE DADOS MEIOS FÍSICOS: Os meios físicos incorporam diferentes tecnologias, principalmente em função do avanço e do desenvolvimento das telecomunicações: - linhas metálicas abertas; - cabos de pares; - cabos coaxiais; - fibras óticas. ONDAS HERTZIANAS: Proporcionam uma variedade significativa de meios de transmissão. As diferentes formas e maneiras de como se comportam as ondas no espectro de freqüências determinam essa pluralidade de formas. Mesmo assim pode-se definir dois tipos globais de sistemas: - Sistema terrestre; - Sistema Global. HOST: A CPU ou Host torna-se um componente da rede quando o computador central dispõe de hardware para as funções de controle da comunicação de dados. FRONT-END: É um processador voltado especificamente ao controle de comunicação da rede, ele assume esta função no lugar da CPU central (Host). Nos sistemas de grande 14 porte situa-se próximo às CPU s e é interligado através de canais especiais onde a transmissão é paralela. O Front-end é comumente chamado de UCC (Unidade de Controle de Comunicação). As UCC s possuem memória e software especializado que na maioria dos casos é carregado pelo sistema operacional da CPU central. MODEM: Modem é a contração de modulador e demodulador. É o equipamento responsável pela modulação do sinal de dados criando um sinal analógico compatível com a rede telefônica. É conectado ao equipamento terminal de dados através da interface RS Esses modems podem ser analógicos ou digitais. Características: - Síncronos ou assíncronos; - 2 ou 4 fios; - Semi-duplex ou duplex; - Velocidade de 300 a BPS; - Com DRA (Dispositivo de Resposta Automática). CONCENTRADORES OU MULTIPLEXADORES: Normalmente os concentradores remotos atuam como um derivador do sinal que chega da CPU. Já os concentradores inteligentes identificam no sinal da CPU o endereço correspondente ao terminal que está sendo requisitado e entrega a informação à saída secundária correspondente. Estes concentradores fazem em alguns casos o papel de UCC remota. Já o multiplexador distribui fatias de tempo só aos terminais ativos, é endereçável, possui memória e bufferiza os dados do terminal. TERMINAL: É o dispositivo periférico mais comum. Permite a interface entre o usuário e a CPU. Suas características variam em função do tamanho da tela, disposição do teclado e velocidade de operação. A quantidade de funções executadas por um terminal é que determina sua inteligência. Os terminais dividem-se em duas categorias, mais comumente usadas em teleprocessamento: - Teleimpressoras; - Vídeos alfanuméricos. As teleimpressoras são terminais de baixa velocidade cuja função única é a saída de dados. As mais usadas são matriciais e de linha. Os terminais podem possuir buffers e serem endereçáveis. Os terminais de vídeo são compostos de teclado e vídeo, operam a uma velocidade de 600 a 4800 BPS e dividem-se em: - Terminais burros: não possuem buffer e não são endereçáveis; - Semi-inteligentes: possuem buffer e são inteligentes; - Terminais inteligentes: micros com interface de comunicação para ligação à rede. - Terminais especializados: são aqueles projetados para aplicações científicas como controle de processos usados em siderurgia, terminais de caixa em bancos, etc. PROTOCOLOS: Protocolo é o conjunto de regras segundo as quais entidades de mesma natureza, fisicamente separadas, interagem-se. Um protocolo de comunicação consiste basicamente de: - sintaxe: estrutura dos comandos e respostas; - semântica: conjunto de pedidos possíveis de serem formulados, ações a serem tomadas e respostas válidas; - seqüência em que os eventos podem ocorrer. As entidades de mesma natureza podem ser: - circuitos; - modems; - terminais; - concentradores; - computadores; - processos; - pessoas. As funções básicas de um protocolo são: - Controle de transferência de dados - Verificação e recuperação de registros - Códigos de informação e transferência - Sincronização.

13 Os protocolos de linha apresentam características para se estabelecer uma comunicação entre dois pontos computadorizados distintos. As suas funções básicas podem ser definidas como: endereçamento, estabelecimento da conexão entre dois pontos, controle de erro, retransmissão e controle de fluxo. Os modernos sistemas de comunicação são projetados em forma de camadas ou modulares com o intuito de prevenir reprojetos de grandes sistemas quando partes do sistema são mudadas. Anteriormente os protocolos eram feitos para aplicações específicas, hoje são estruturados em multiníveis com hierarquia, isto é, cada nível é transparente aos demais. As vantagens de separar em multiníveis podem ser simplificadas abaixo: - separação em funções: facilita a implementação de sistemas de comunicação grandes e complexos; - divisão de responsabilidade: cada nível é responsável por uma classe de recurso, como, por exemplo: canal, processador, etc. - suporte evolucionário: cada nível é transparente ao outro, assim, uma mudança em um nível não requer uma mudança em todo o sistema. X-25 O protocolo X-25 do CCITT (Comitê Consultivo Internacional de Telefonia e Telegrafia) cobre as três camadas do modelo de referência OSI da ISO. A camada 1 (camada física) do protocolo X-25 define as características físicas, elétricas e mecânicas da interface terminal-rede. A camada 2 (camada de enlace de dados) abrande os procedimentos de detecção e correção de erros no circuito de acesso. A camada 3 (camada de rede) é responsável pelo estabelecimento das chamadas e gerência dos dados. O X-25 incorpora três definições: a conexão elétrica entre o terminal e a rede, o protocolo de transmissão ou ligação (link), e a implementação de circuitos virtuais entre os usuários da rede. Juntas, estas definições especificam uma conexão síncrona, full-duplex, entre os terminais e a rede. Os pacotes transmitidos desta forma podem conter dados ou comandos de controle. O formato dos pacotes, os controles de erro, e outros recursos são equivalentes às partes do protocolo HDLC (High-Level Data Link Control) definidas pela ISO. TCP/IP O TCP/IP (Transmission Control Protocol/Internet Protocol) foi desenvolvido para a rede ARPNET pelo Departamento de Defesa Americano. Atualmente, tem sido utilizado com grande sucesso em uma série de aplicações comerciais, particularmente para interconexão de diferentes redes locais (LAN). Os protocolos TCP e IP seguem os conceitos de redes em camadas, correspondendo aos níveis 4 (transporte) e 3 (rede) respectivamente do modelo OSI. BSC O protocolo BSC (Binary Synchronous Communication) é um protocolo orientado a caractere (byte) desenvolvido pela IBM, operando no modo semiduplex ou half-duplex. Esse protocolo pode operar basicamente com três códigos: EBCDIC, ASCII e Transcode. As mensagens podem ter qualquer tamanho, e são enviadas em unidades denominadas frames (quadros) opcionalmente precedidos de um cabeçalho. Como o BSC utiliza a transmissão síncrona, na qual os elementos da mensagem são separados por um intervalo de tempo específico, cada quadro vem delimitado por caracteres especiais que permitem aos equipamentos receptor e transmissor sincronizar seus clocks. SDLC/HDLC Os protocolos orientados a bit têm como característica, quanto aos controles, um tratamento a nível de bit. São eles o SDLC (Synchronous Data Link Control) e o HDLC (High Level Data Link Control). O SDLC é uma diretriz de comunicações que define o formato no qual as informações são transmitidas. Como o próprio nome indica, ele se refere a transmissões síncronas; também é um protocolo baseado em bits e 15 organiza as informações em unidades rigidamente estruturadas denominadas frames (quadros). O HDLC é um protocolo internacional muito utilizado para controle de transferência de informações, desenvolvido pela ISO. É um protocolo síncrono baseado em bits que se aplica à camada de link de dados (empacotamento de mensagens) do modelo OSI do ISO, que trata das comunicações entre computadores. Com o protocolo HDLC, as mensagens são transmitidas em unidades denominadas frames (quadros), cada um dos quais podendo conter uma quantidade variável de dados sempre organizados da mesma forma. REDES LOCAIS O termo "Rede de Processamento de Dados" já é um conceito antigo na informática. O uso distribuído de recursos de processamento de dados teve seu início há vários anos, quando o pesquisador norte-americano - hoje considerado o pai da Inteligência Artificial, John McCarty - introduziu o conceito de Compartilhamento de Tempo ou Timesharing. Em resumo, é a maneira de permitir que vários usuários de um equipamento o utilizem sem, teoricamente, perceberem a presença dos outros. Com essa idéia, surgiram vários computadores que operavam em rede ou com processamento distribuído. Um conjunto de terminais que compartilhavam a UCP - Unidade Central de Processamento - e a memória do equipamento para processarem vários conjuntos de informações "ao mesmo tempo". Naturalmente esses conceitos evoluíram e as maneiras de utilização de recursos de informática se multiplicaram, surgindo os mais diversos tipos de uso compartilhado desses recursos. O desenvolvimento das redes está intimamente ligado aos recursos de comunicação disponíveis, sendo um dos principais limitantes no bom desempenho das redes. Uma rede pode ser definida de diversas maneiras: quanto a sua finalidade, forma de interligação, meio de transmissão, tipo de equipamento, disposição lógica etc. Genericamente, uma rede é o arranjo e interligação de um conjunto de equipamentos com a finalidade de compartilharem recursos. Este recurso pode ser de diversos tipos: desde compartilhamento de periféricos caros até o uso compartilhado de informações (banco de dados etc.). Rede de micro computadores é uma forma de se interligar equipamentos (micros e seus recursos) para que seja possível a troca de informações entre os micros, ou que periféricos mais caros (como impressoras e discos rígidos) possam ser compartilhados por mais de um micro. TIPOS DE REDES O conceito de rede de micros, mais que os próprios micros, é muito recente. No entanto, está começando a crescer e já existem no mercado nacional vários sistemas para configurar redes de micros. Existem dois tipos básicos principais, saber: 1. Redes estruturadas em torno de um equipamento especial cuja função é controlar o funcionamento da rede. Esse tipo de rede tem, uma arquitetura em estrela, ou seja, um controlador central com ramais e em cada ramal um microcomputador, um equipamento ou periférico qualquer. 2. A outra forma mais comum de estruturação da rede é quando se tem os equipamentos conectados a um cabo único, também chamada de arquitetura de barramento - bus, ou seja, os micros com as expansões são simplesmente ligados em série por um meio de transmissão. Não existirá um controlador, mais sim vários equipamentos ligados individualmente aos micros e nos equipamentos da rede. Em geral, trata-se de uma placa de expansão que será ligada a outra idêntica no outro micro, e assim por diante. No primeiro caso básico, o hardware central é quem controla; no segundo caso, são partes em cada micro. Em ambas configurações não há limitação da rede ser local, pois a ligação entre um micro pode ser feita remotamente através de modems. Uma outra classificação de rede pode ser feita nos seguintes tipos: LAN- Rede local ou Local Area Network é a ligação de microcomputadores e outros tipos de computadores dentro de uma área geográfica limitada. WAN- Rede remota ou Wide Area Network, é a rede de computadores que utiliza meios de

14 teleprocessamento de alta velocidade ou satélites para interligar computadores geograficamente separados por mais que os 2 a 4 Km cobertos pelas redes locais. A solução por redes pode apresentar uma série de aspectos, positivos, como: - comunicação e intercâmbio de informações entre usuários; - compartilhamento de recursos em geral; - racionalização no uso de periféricos; - acesso rápido a informações compartilhadas; - comunicação interna e troca de mensagem entre processos; - flexibilidade lógica e física de expansão; - custo / desempenho baixo para soluções que exijam muitos recursos; - interação entre os diversos usuários e departamentos da empresa; - redução ou eliminação de redundâncias no armazenamento; - controle da utilização e proteção no nosso acesso de arquivos. Da mesma forma que surgiu o conceito de rede de compartilhamento nos computadores de grande porte, as redes de micros surgiram da necessidade que os usuários de microcomputadores apresentavam de intercâmbio de informações e em etapas mais elaboradas, de racionalização no uso dos recursos de tratamento de informações da empresa - unificação de informações, eliminação de duplicação de dados etc. Quanto ao objetivo principal para o qual a rede se destina, podemos destacar os descritos a seguir, apesar de na prática se desejar uma combinação desses objetivos. Redes de compartilhamento de recursos são aqueles onde o principal objetivo é o uso comum de equipamentos periféricos, geralmente, muito caros e que permitem sua utilização por mais de um micro, sem prejudicar a eficiência do sistema como um todo. Por exemplo, uma impressora poderá ser usada por vários micros que não tenham função exclusiva de emissão de relatórios (sistemas de apoio a decisão, tipicamente cujo relatórios são eventuais e rápidos). Uma unidade de disco rígido poderá servir de meio de armazenamento auxiliar para vários micros, desde que os aplicativos desses micros não utilizem de forma intensiva leitura e gravação de informações. Redes de comunicações são formas de interligação entre sistemas de computação que permitem a troca de informações entre eles, tanto em tempo real (on-line) como para troca de mensagens por meio de um disco comum. Esta Função é também chamada de correio eletrônico e, dependendo do software utilizado para controle do fluxo das mensagem, permite alcançar grandes melhorias de eficiência nas tarefas normais de escritório como no envio de memorandos, boletins informativos, agenda eletrônica, marcação de reuniões etc. Outro grupo é formado pelas redes remotas, que interligam microcomputadores não próximos uns dos outros. Este tipo de rede é muito aconselhado a atividades distribuídas geograficamente, que necessitam de coordenação centralizada ou troca de informações gerenciais. Normalmente, a interligação é feita por meio de linhas telefônicas. Ao contrário dos equipamentos de grande porte, os micros permitem o processamento local das informações e podem trabalhar independentemente dos demais componentes da rede. Pode-se visualizar, numa empresa, vários micros em vários departamentos, cuidando do processamento local das informações. Tendo as informações trabalhadas em cada local, o gerenciamento global da empresa necessitaria recolher informações dos vários departamentos para então proceder às análises e controles gerais da empresa. Esse intercâmbio de informações poderá ser feito de diversas maneiras : desde a redigitação até a interligação direta por rede. Além do intercâmbio de informações, outros aspectos podem ser analisados. Nesta empresa hipotética, poderia haver em cada unidade geradora de informações todos os periféricos de um sistema (disco, impressora etc.). Entretanto, alguns deles poderiam ser subutilizados, dependendo das aplicações que cada um processasse. Com a solução de rede, a empresa poderia adquirir menos equipamentos periféricos e utilizá-los de uma forma mais racional como por exemplo: uma impressora mais veloz poderia ser usada por vários micros que tivessem aplicações com uso de impressão. As possíveis desvantagens são decorrentes de opções tecnicamente incorretas, como tentar resolver um problema de grande capacidade de processamento com uma rede mal dimensionada, ou tentar com uma rede substituir as capacidades de processamento de um equipamento de grande porte. Essas possíveis desvantagens desaparecem se não existirem falhas técnicas, que podem ser eliminadas por uma boa assessoria obtida desde os fabricantes até consultorias especializadas. TOPOLOGIAS Outra forma de classificação de redes é quando a sua topologia, isto é, como estão arranjados os equipamentos e como as informações circulam na rede. As topologias mais conhecidas e usadas são: Estrela ou Star, Anel ou Ring e Barra ou Bus. A figura a seguir mostra os três principais arranjos de equipamento em redes. 16

15 A primeira estrutura mostra uma rede disposta em forma de estrela, onde existe um equipamento (que pode ser um micro) no centro da rede, coordenando o fluxo de informações. Neste tipo de ligação, um micro, para "chamar" outro, deve obrigatoriamente enviar o pedido de comunicação ao controlador, que então passará as informações - que poderá ser uma solicitação de um dado qualquer - ao destinatário. Pode ser bem mais eficiente que o barramento, mas tem limitação no número de nós que o equipamento central pode controlar e, se o controlador sai do ar, sai toda rede. A vantagem desse sistema é a simplificação do processo de gerenciamento dos pedidos de acesso. Por outro lado, essa topologia limita a quantidade de pontos que podem ser conectados, devido até mesmo ao espaço físico disponível para a conexão dos cabos e à degradação acentuada da performance quando existem muitas solicitações simultâneas à máquina centralizadora. A segunda topologia mostrada na figura é uma rede em anel que pode ser considerada como uma rede em bus, com as extremidades do cabo juntas. Este tipo de ligação não permite tanta flexibilidade quanto a ligação em bus, forçando uma maior regularidade do fluxo de informações, suportando por um sistema de detecção, diagnóstico e recuperação de erros nas comunicações. Esta topologia elimina a figura de um ponto centralizador, o responsável pelo roteamento das informações. As informações são transmitidas de um ponto para outro da rede até alcançar o ponto destinatário. Todos os pontos da rede participam do processo de envio de uma informação. Eles servem como uma espécie de estação repetidora entre dois pontos não adjacentes. Com vantagem, essa rede propicia uma maior distância entre as estações. Contudo, se houver um problema em um determinado micro, a transmissão será interrompida. A terceira topologia de rede mostrada na figura é denominada rede em bus ou barra, onde existe um sistema de conexão (um cabo) que interligará os vários micros da rede. Neste caso o software de controle do fluxo de informações deverá estar presente em todos os micros. Assim, quando um micro precisa se comunicar com outro, ele "solta" na linha de comunicação uma mensagem com uma série de códigos que servirá para identificar qual o micro que deverá receber as informações que seguem. Nesse processo, a rede fica menos suscetível a problemas que ocorram no elemento centralizador e sua expansão fica bem mais fácil, bastando aumentar o tamanho do cabo e conectar a ele os demais pontos. As formas analisadas são as principais em termos de conceito de formação da rede, porém, existe 4 uma série de tipos intermediários ou variações deles com estruturas diferentes das barras - de árvore, de estrela ou anel. Existem dispositivos que procuram diminuir alguns dos problemas relacionados acima, como meios físicos de transmissão - desde par trançado até fibra ótica, passando por cabo coaxial e a utilização da infra-estrutura de equipamento de comutação telefônica - PBX - para a interligação de equipamentos digitais. As possibilidades de ligação de micros em rede são muitas e em diversos níveis de investimentos. Mesmo que haja equipamentos de tecnologias diferentes - famílias diferentes -, algumas redes permitem que eles "troquem" informações, tornando-as mais úteis para a empresa como um todo. Uma aplicação mais interessante para usuários de grandes sistemas é a possibilidade de substituir os terminais burros por microcomputadores "inteligentes". Essa troca poderá trazer benefícios ao tratamento da informação, pois o usuário acessa o banco de dados no mainframe e traz para o seu micro as informações que necessita, processando-as independentemente, em certos casos com programas mais adequados ao tipo de processamento desejado - planilha eletrônica, por exemplo. Quando uma empresa mantém um precioso banco de dados num computador (de grande porte ou não), ele somente será útil se as pessoas que dirigirem a empresa tiverem acesso a essas informações para que as decisões sejam tomadas em função não de hipóteses mas sobre a própria realidade da empresa, refletida pelas informações contidas no banco de dados. Por exemplo, a posição do estoque de determinado produto poderá levar a perdas de recursos quando esta informação for imprecisa; ou então, uma estimativa errônea de despesas poderá comprometer decisões de expansão e crescimento da empresa. Havendo possibilidade de comunicação entre um computador central e um micro de um gerente financeiro, os dados e informações podem ser usados com maior segurança e as decisões mais conscientes. Para os PC existem uma tendência para uma arquitetura não - estrela com duas características importantes. Um ou mais dos micros da rede com maior capacidade, isto é, um equipamento baseado num ou 80386, que é chamado servidor da rede que normalmente é formado por 10 a 20 PC. Outra característica é o surgimento dos PC sem unidades de disco (Diskless). Esta estação de trabalho com vídeo, memória, teclado e conexão de rede terá um custo baixo

16 e irá compartilhar os discos, impressoras e outros periféricos da rede. As redes em estrela continuarão a ser importantes quando a aplicação exigir um compartilhamento multiusuário com uma concorrência de uso de arquivos centralizados intensa. SERVIÇOS PÚBLICOS RENPAC Em operação desde , a Rede Nacional de Comutação de Dados por Pacotes (RENPAC), da Embratel, oferece ao mercado uma extensa gama de aplicações em comunicação de dados, tais como: ligação de departamentos de processamento de dados de uma empresa e suas filiais, espalhadas na mesma cidade ou em cidades de outros estados; formação de pequenas redes, como de hotéis para serviços de reserva e turismo; acesso a bancos de dados; entre outras modalidades tradicionais de comunicação de dados. O uso da RENPAC é aberto ao público em geral. Todos os computadores, de micros a mainframes, podem ligar-se à RENPAC, através da rede de telefonia pública. No caso dos micros, o usuário necessita de um software de comunicação de dados com o protocolo TTY ou X-25 (protocolo interno da RENPAC) e modem. Para os computadores de médio e grande porte, o usuário precisa, além do software específico de comunicação de dados, de um conversor que transforme o padrão de comunicação de seu equipamento para o protocolo X-25. O usuário pode se ligar à RENPAC utilizando, ainda, o acesso dedicado, ou seja, uma linha privada em conexão direta com a Rede. Além da assinatura para utilização do serviço, o usuário paga, também, uma tarifa pelo tempo de conexão à rede e pelo volume de informações trafegadas. TRANSDATA A Rede Transdata é uma rede totalmente síncrona para comunicação de dados abrangendo as maiores cidades do Brasil. A técnica de multiplexação por entrelaçamento de bits (bit interleaving) é usada para a multiplexação dos canais e formar um agregado de 64 Kbps. As velocidades de transmissão disponíveis para os usuários vão de 300 até 1200 bps (assíncrono) e 1200, 2400, 4800 e 9600 bps (síncronos). Os sinais gerados pelo Equipamento Terminal de Dados (ETD) são convertidos pelo Equipamento de Terminação de Circuito de Dados (ECD) para a transmissão pela linha privada de comunicação de dados. Esta transmissão é terminada no Centro de Transmissão ou no Centro Remoto subordinado a este. Nestes centros os sinais são demodulados em sinais de dados binários de acordo com as recomendações V.24 e V.28 do CCITT. Esses sinais são passados a equipamentos que fazem a multiplexação até 64 Kbps. A Transdata utiliza equipamentos de multiplexação por divisão de tempo (TDM) para multiplexação dos canais dos assinantes, possibilitando, entre outros, que os códigos usados pelos equipamentos terminais de dados seja transparente à rede. É um serviço especializado de CD baseado em circuitos privativos que são interconectados em modems instalados nas suas pontas pela Embratel e alugados (modem + linha) aos clientes. Conceituações: - configuração ponto-a-ponto a multiponto, local e interurbana; - serviço compreende manutenção dos meios de transmissão e modems; - inclui suporte técnico/comercial no dimensionamento, implantação, manutenção e ampliação. Características: - Circuitos dedicados: - ponto-a-ponto; - multiponto. - Classes de velocidades: - 300, 1200 bps - assíncrono; , 4800, 9600 bps síncrono. - Transparente a códigos e protocolos; - Modems fornecidos pela Embratel; - Abrangência maior que 1000 localidades. DATASAT Trata-se de um serviço de comunicação de dados de alta velocidade, via Brasilsat, que tanto pode distribuir dados emitidos de um ponto central para diversos pontos receptores, como a comunicação de dados ponto-a-ponto e multi-ponto que devem ser previamente identificados pelo gerador e o receptor de mensagem. INTERDATA Destinado a setores econômicos, financeiros, comerciais, industriais e culturais, permite o acesso de assinantes no Brasil a bancos de dados no exterior, e vice-versa, bem como a troca de mensagens entre computadores instalados em diversos países, com formas de acesso e protocolos compatíveis com os equipamentos existentes nas redes mundiais. DEA Através do DEA - Diretório de Assinantes da Embratel - o cliente tem acesso instantâneo, via telex ou microcomputador, a informações de mais de 50 mil empresas em todo o país. O DEA oferece vantagens para as empresas que utilizam mala-direta como técnica de marketing ou para comunicados importantes que requerem a garantia de endereços corretos. DIGISAT É um serviço internacional de aluguel de circuitos digitais via satélite em alta velocidade que permite o intercâmbio de dados, entre computadores, voz digitalizada, áudio e videoconferência, teleprocessamento, fac-símile, distribuição eletrônica de documentos e transferência de arquivos entre um ou mais pontos no Brasil e no exterior. FINDATA Permite aos usuários estabelecidos no Brasil o acesso a informações sobre o mercado financeiro mundial, armazenados nos bancos de dados Reuters no exterior. STM 400 É o Serviço de Tratamento de Mensagens da Embratel. Permite a troca de mensagens e arquivos, em qualquer ponto do País e do exterior, com segurança, rapidez e sigilo absolutos. Com o STM 400 é possível enviar mensagens para mais de 100 destinatários, simultaneamente. Nas comunicações internacionais, pode-se trocar informações com outros sistemas de tratamento de mensagens com os quais a Embratel mantém acordo comercial. Assim, o usuário pode participar da rede mundial de mensagens. AIRDATA O Airdata é o serviço de comunicação de mensagens e dados aeroviários que possibilita às empresas aéreas com escritórios no Brasil o intercâmbio de mensagens e dados com os seus escritórios, com outras companhias aéreas, bases de dados e centros de processamento interligados à rede mundial da Sita, Sociedade Internacional de Telecomunicações Aeronáuticas. DATAFAX É um serviço de fac-símile que permite o envio e a recepção de mensagem em âmbito nacional e internacional. Interligado a outros serviços similares no exterior, forma uma rede de abrangência mundial. As Mensagens são encaminhadas através de circuitos de dados de alta velocidade e com controle de erro, em que a qualidade do documento é verificada por toda a rede. INTERBANK Serviço internacional de dados bancários restrito a bancos que operam no Brasil e são associados à Swift, Society of Worldwide Interbank Financial Telecommunication. ALUGUEL DE SERVIÇOS DE DADOS INTERNACIONAL 17

17 Trata-se de um serviço similar ao Transdata. Com sua utilização, as empresas podem interligar terminais e computadores no Brasil a outros no exterior. 3 - CONCEITOS BÁSICOS E MODOS DE UTILIZAÇÃO DE UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS, FERRAMENTAS, APLICATIVOS E PROCEDIMENTOS DE INFORMÁTICA: TIPOS DE COMPUTADORES, CONCEITOS DE HARDWARE E SOFTWARE PROCEDIMENTOS, APLICATIVOS E DISPOSITIVOS PARA O ARMAZENAMENTO DE DADOS E PARA A REALIZAÇÃO DE CÓPIA DE SEGURANÇA (BACKUP) CONCEITOS DE ORGANIZAÇÃO E GERENCIAMENTO DE ARQUIVOS, PASTAS E PROGRAMAS, INSTALAÇÃO DE PERIFÉRICOS PRINCIPAIS APLICATIVOS COMERCIAIS PARA: EDIÇÃO DE TEXTOS E PLANILHAS, GERAÇÃO DE MATERIAL ESCRITO, VISUAL E SONORO E OUTROS 4 - CONCEITOS DOS PRINCIPAIS SISTEMAS COMERCIAIS E OUTROS Informática é a ciência que trata da informação. Derivada das palavras informação + automática, define, desta forma, o principal objetivo do uso de um computador. Podemos, para efeito didático, dividir a informática em duas áreas: 1 ) Hardware A parte física da informática ( placas, periféricos ). 2 ) Software A parte lógica da informática ( programas ). HARDWARE O primeiro componente de um sistema de computação é o hardware, que corresponde à parte material, aos componentes físicos do sistema; é o computador propriamente dito. COMPUTADOR ESQUEMA DE UM SISTEMA DE COMPUTADOR Qualquer máquina capaz de fazer três coisas: aceitar uma entrada estruturada, processá-la de acordo com regras preestabelecidas, e produzir uma saída com os resultados. Os computadores existentes hoje cobrem uma gama notável de tamanhos, formatos, capacidades e aplicações, e podem ser categorizados de várias maneiras - dentre as quais a classe, a geração e o modo de processamento. Classe: Os computadores podem ser classificados como supercomputadores, mainframes, superminicomputadores, minicomputadores, estações de trabalho ou microcomputadores. Se todos os outros fatores se mantiverem iguais (por exemplo, a idade da máquina), esta categorização servirá de indicação sobre a velocidade, o tamanho, o custo e a capacidade do computador. É importante lembrar que todas as estatísticas referentes à performance e à capacidade dos computadores são voláteis: os microcomputadores mais sofisticados de hoje são tão poderosos quanto os minicomputadores de alguns anos atrás. Geração: Os computadores de primeira geração que deixaram sua marca na história, como o UNIVAC, surgido no início da década de 1950, se baseavam em válvulas. Os computadores de segunda geração, que apareceram no início da década de 1960, usavam transistores no lugar de válvulas. Os computadores de terceira geração, que datam do final da década de 1960, usavam circuitos integrados no lugar dos transistores. Os computadores de quarta geração, surgidos em meados da década de , são aqueles, como os microcomputadores, nos quais a integração em larga escala (LSI ou large-scale integration) permitiu que milhares de circuitos fossem colocados num único chip. Espera-se que os computadores de quinta geração associem a integração em muito grande escala (VLSI ou very-large-scale integration) com abordagens sofisticadas ao uso da computação, como a inteligência artificial e um processamento verdadeiramente distribuído. Modo de processamento: Os computadores podem ser análogos ou digitais. Os computadores análogos, usualmente restritos aos empreendimentos científicos, representam os valores sob a forma de sinais que variam continuamente, e que podem assumir uma quantidade infinita de valores dentro de uma faixa limitada, a qualquer instante. Os computadores digitais, que para a maioria de nós são os únicos computadores conhecidos, representam os valores através de sinais discretos (distintos, separados) - os bits representam os dígitos binários 0 e 1. O hardware é composto por vários tipos de equipamentos, caracterizados por sua participação no sistema como um todo. Uma divisão primária separa o hardware em unidade central e periféricos. Tanto os periféricos como a UCP são equipamentos eletrônicos ou eletromecânicos. COMPONENTES BÁSICOS DE COMPUTADORES Características do hardware de um sistema: I - Unidade Central: * UCP - Unidade Central de Processamento: o "cérebro" da máquina, UCP ou CPU (Central Processing Unit); * Memória Principal ou Central: rápida, limitada, temporária e volátil. II - Periféricos ou Unidades de E/S - Entrada/Saída: * Memória Auxiliar, Secundária ou de Massa: mais lenta, com maior capacidade e teoricamente permanente: não volátil; * Dispositivos ou Unidades de Entrada: convertem informação em forma utilizável pela máquina; * Dispositivos ou Unidades de Saída: convertem informação utilizável pela máquina para formatos utilizáveis externamente 18

18 UNIDADE CENTRAL A unidade central é composta em geral por circuitos eletrônicos (CI - Circuitos Integrados), e tem basicamente dois módulos: a Unidade Central de Processamento e a Memória Principal. UCP - UNIDADE CENTRAL DE PROCESSAMENTO O principal deles é a Unidade Central de Processamento - UCP ou CPU - Central Processing Unit, responsável pelo gerenciamento de todas as funções do sistema. Em um microcomputador a UCP, também chamada de microcomputador é um circuito integrado, um chip. A UCP é o centro do sistema de processamento de dados. Essa unidade é constituída de dois elementos básicos: a Unidade de Controle (UC) e a Unidade de Lógica e Aritmética (ULA). A função da UC é dirigir e coordenar as atividades das demais unidades do sistema. Todas as atividades internas de uma máquina são controladas pela UC. As funções da UC são: controle de entrada de dados, interpretação de cada instrução de um programa, coordenação do armazenamento de informações, análise das instruções dos programas, controle de saída de dados, decodificação dos dados, etc. A ULA tem como função realizar as operações aritméticas como a adição, subtração, divisão e multiplicação; e também as operações lógicas relacionais como deslocamento, transferência, comparação, classificação, etc. Quando um programa solicita uma operação matemática ao computador, a UC entrega para a ULA os dados envolvidos e a operação a ser utilizada. A ULA executa o cálculo e imediatamente devolve os dados para a UC e finalmente os dados são de alguma forma manipulados até chegar a um objetivo. MEMÓRIA PRINCIPAL A memória principal ou memória central é composta por dois tipos de circuitos: memória RAM ( Random Access Memory - Memória de Acesso Randômico) e memória ROM ( Read Only Memory - Memória Apenas de Leitura ). A memória RAM necessita de energia elétrica para manter as informações armazenadas, é volátil, isto é, se apaga quando o equipamento é desligado e é onde o computador armazena os programas e os dados durante o processamento. Já a memória ROM é gravada pelo fabricante do equipamento com programas que dão apoio ao sistema operacional, a BIOS ( Basic Input Output Service - Serviços Básicos de Entrada e Saída ); é tipicamente menor que a RAM e seu conteúdo é permanentemente gravado pelo fabricante do computador e não depende de energia para manter seu conteúdo. A RAM armazena linguagens, sistema Operacional, programas do usuário, dados para uso pelos 4 programas e dados sobre o estado do sistema. A ROM armazena linguagens, sistema operacional, programas essenciais para uso pelo usuário. Tipos de Memória Principal: * Memória Volátil- Conteúdo alterável, Gravação e Leitura: - RAM (Random Access Memory)- Memória de acesso randômico. Pode ser: - DRAM (Dynamic RAM) - RAM dinâmica, representa a maior parte da memória do computador. - SRAM (Static RAM) - RAM estática, mais rápida e usada como memória cache. - WRAM ( Windows RAM ) memória específica para ambiente gráfico - EDO RAM ( EXTEND DATA OUT ) Variação da DRAM em termos de arquitetura, sendo 30% mais rápida. - SDRAM ( Synchronous DRAM ) Atuando em sincronismo com o microprocessador, sendo mais rápida do que a EDO RAM, com tempo de acesso de 10 ns. - CACHE PIPELINE Memória intermediária entre o microprocessador e os periféricos de leitura e gravação, agilizando o processamento dos dados. Observação: A velocidade de leitura e gravação das dram variam de 50 ns a 80 ns, já as memórias utilizadas em cache variam de 15 ns a 20 ns ( nanosegundos), com exceção da SDRAM que é de 10 ns. * Memória Não-Volátil- Somente para leitura: - ROM (Read Only Memory)- Memória somente para leitura, conteúdo gravado durante a sua fabricação. - PROM (Programmable ROM)- ROM programável, conteúdo gravado em equipamento especial pelo usuário. - EPROM (Eraseble PROM)- PROM reprogramável após ter seu conteúdo apagado por raios ultravioleta. - EEPROM (Electrically EPROM)- ROM reprogramável por impulsos elétricos. Tipos de Memória: A memória convencional é composta pelos primeiros 640 Kb de memória no computador. Uma vez que o próprio DOS (Sistema Operacional em Disco) administra esta memória, não há necessidade de um gerenciador adicional de memória para usá-la. Todos os programas baseados em DOS exigem memória convencional. A área de memória superior são os 384 Kb acima da memória convencional de 640 Kb no computador. Esta área é utilizada pelo hardware do sistema, por exemplo, o adaptador de vídeo. Nos computadores e essa área pode ser usada para executar controladores de dispositivo e programas residentes em memória. A memória estendida é a memória de acesso aleatório acima de 1 MB em computadores 80286, e 80486, e, em geral, fica instalada na placa-mãe, podendo ser acessada diretamente pelo microprocessador. Esta memória exige um gerenciador (

19 HIMEM.SYS ) de memória estendida. O Windows e seus aplicativos exigem este tipo de memória. A memória alta são os primeiros 64 Kb da memória estendida. Em um computador com memória estendida, o DOS é instalado para ser executado na área de memória alta. Isto deixa mais memória convencional disponível para a execução de programas. A memória expandida é parte da memória estendida transformada através de um gerenciador de memória ( EMM386.EXE ). Utilizada por alguns aplicativos baseados no DOS, principalmente jogos. A memória cachê funciona como um buffer entre o processador e a memória. Sua tarefa é fornecer ao processador o que precisa de memória. Se não tiver o que o processador precisa, ela vai buscar na memória, passa a informação para o processador e faz uma cópia do conteúdo atual para o caso do processador precisar das informações novamente. A memória cachê interna é colocada dentro do chip da UCP, e tem entre 8 e 32 KB. A externa é composta por chips de SRAM ou PIPELINE alojados na placa-mãe e tem entre 8 KB e 1 Mb. Memória virtual são os espaços alocados pela UCP geralmente nos discos rígidos tratados como se fossem páginas de memória principal, só que bem mais lentos que esta por dependerem de leitura e gravação em discos. É também uma técnica que permite a aplicação trabalhar como se o sistema fosse dotado de uma grande memória principal uniforme embora, na realidade, ela seja bem menor, mais fragmentada e/ou parcialmente simulada por um meio de armazenamento secundário, ESQUEMATIZAÇÃO DA MEMÓRIA PRINCIPAL como um disco rígido. As aplicações acessam a memória através de endereços virtuais, que são traduzidos (mapeados) por componentes de hardware especiais em endereços físicos. No mercado existem ainda os cartões PCMCIA (Personal Computer Memory Card International Association - Associação Internacional de Cartões de Memória para Computadores Pessoais). O PCMCIA é um pequeno cartão, do tamanho de um de crédito, que pode funcionar como uma extensão de memória, placa fax/modem, disco rígido e placa padrão SCSI. Há três padrões para esse tipo de cartão, já estando previsto o quarto padrão (de tamanho reduzido em relação aos antecessores). Para usar é preciso que o computador tenha um conector PCMCIA, e em razão dos vários padrões, que seja um com múltiplos tipos. Unidades de medida de capacidade de memória ou de armazenamento: 1 byte = 1 caracter 1 Kbyte = 1 Kilobyte = bytes = caracteres = aprox. 1 mil 1 Mbyte = 1 Megabyte = bytes = caracteres = aprox. 1 milhão 1 Gbyte = 1 Gigabyte = bytes = caracteres = aprox. 1 bilhão 1 Tbyte = 1 Terabyte = 2 40 aprox. 1 trilhão de caracteres. 1 Pbytes = 1 Petabyte = 2 50 aprox. 1 quadrilhão Observação : A memória expandida é emulada em cima da memória estendida, usando-se o gerenciador EMM386.exe, ou seja tinhamos 2000 Mb de memória estendida, ao usarmos 2 Mb de expandida ficamos com 5 Mb de estendida. PERIFÉRICOS DE COMPUTADORES São os equipamentos periféricos destinados à concretização da comunicação entre as pessoas e a máquina. São eles as unidades de entrada e unidades de saída, dispositivos que complementam como periféricos o hardware da unidade central. Existem várias formas e tipos de unidades de entrada e saída. As mais comuns, e presentes em quase todos os micros, são o teclado (para entrada) e o monitor de vídeo (para saída). Outra unidade de saída padrão é a impressora, que por sinal foi historicamente a primeira a ser utilizada. MEMÓRIA AUXILIAR A memória auxiliar também é chamada de secundária, externa ou de massa; os mecanismos de acesso (gravação e/ou leitura) podem ser seqüenciais ou de acesso direto. As memórias auxiliares de acesso seqüencial são as que utilizam cartão perfurado, fita de papel perfurada e fita magnética. Todas as demais, na maioria discos, são memória de acesso direto. Tipos de Memória Auxiliar, Externa, Secundária ou de Massa: a) Papel Perfurado: - Cartão - Cartão perfurado, ultrapassados. - Fita - Fita de papel perfurada, ainda utilizada em alguns equipamentos industriais e telex. b) Magnética: - Discos - Discos magnéticos, a escolha mais comum.. Flexível - Disquete, disco flexível, floppy disk, camada magnética sobre plástico. Baixo custo, porém com baixa durabilidade e confiabilidade moderada.. Rígido - Disco rígido: camada magnética sobre metal. - Winchester - Disco rígido selado e portanto fixo. - Removível - Disco rígido removível, um ou vários discos montados, disk pack. - Cartucho - Disco rígido selado em cartucho removível para micros. Observação : É levado em consideração dois fatores para avaliarmos um winchester além da capacidade de armazenamento: 1) Tempo de Acesso aos dados, é medido em ms ( milesegundos ), sendo ídeal se inferior a 10 ms. 20

20 2) Taxa de transfêrencia dos dados, medida em kb/s e seus múltiplos, sendo ídeal uma taxa acima de 1,5 mb/s. - Fitas:.Carretel - Fita magnética, muitas variedades. A de maior uso é backup pelo baixo custo..cartucho - Fita moderna para backup de winchester usadas para micros e superminis..cassete - Fita cassete convencional usada apenas em micro muito pequeno e barato. Pouco confiável, baixo custo. c) De Bolha - Memórias de bolhas, alto custo, nãovolátil, compactada e ainda pouco usada. d) De Massa - Memória de massa em núcleos, custosa, não-volátil e atinge centenas de GB. e) Ótica: - Disco ótico; disco compactado; compact disk ou CD-ROM (compact-disc read-only-memory). Um meio de armazenamento caracterizado pela alta capacidade e pelo uso de técnicas óticas de laser em vez do eletromagnetismo para a leitura dos dados. Alcançam enormes densidades, virtualmente não se desgastam. Bastante usados em estações multimídia (som, imagem e informática integrados). Os CD-ROM chegam a comportar até 650 Mb de dados que podem ser acessados interativamente na tela do computador. Utilizado para produzir enciclopédias, dicionários e bibliotecas de software para uso em microcomputadores. Novas técnicas de compactação permitem condensar até páginas de texto num único CD. ESQUEMA DE INTERCÂMBIO DE DADOS ENTRE A MEMÓRIA PRINCIPAL ( RAM ) E A MEMÓRIA AUXILIAR ( DISCOS E FITAS ) MEMÓRIA AUXILIAR EM DISCO: Em geral, os discos são mais utilizados e os preferidos, a menos que a relação custo/benefício justifique outro dispositivo e para aplicações específicas com necessidades de backup. Usualmente o sistema deve ter pelo menos dois dispositivos auxiliares de memória, idealmente do mesmo tipo, para permitir que se copie um do outro, isto é, se efetue cópias de reserva. Nos micros o dispositivo padrão é o disquete, e fitas cassetes devem ser evitadas em aplicações que não as de lazer barato, por serem freqüentes os problemas de leitura e gravação. A dimensão típica do disquete é 5 1/4" ( cinco e um quarto de polegada ) ou 5,25", mas existem de 8" ( oito polegadas ) que estão em desuso - mais recentemente, os com invólucro rígido de 1,5", 3" e 3,5". A partir de , o padrão de disco flexível começou a se dividir entre de 5,25" slim (meia altura) e os de 3,5". Capacidades de armazenamento dos disquetes: - Disquete de 5,25" - 360KB (em dupla densidade - DD) e 1,2MB (em alta densidade - HD - High Density), ou 40 páginas de texto. - Disquete de 3,5" KB (em dupla densidade - DD) e 1,44MB (em alta densidade - HD), ou 48 páginas de texto. 21 A título de comparação, um CD-ROM de 650 Mb armazena páginas de texto. Um drive (leitora/gravadora de disquetes) de alta densidade (1,2MB) lê disquetes entre 128KB e 1,2MB, ou seja, da capacidade do drive para baixo. Já o drive de dupla densidade (360KB) lê disquetes entre 128KB e 360KB, não lendo, portanto disquetes de capacidade maior. O mesmo se aplica no caso do drive de 1,44 Mb de alta densidade em relação aos disquetes de 1,44 Mb (HD) e de Kb (DD). Atualmente em uso somente disquetes de 1,44 Mb. Os discos são divididos em trilhas concêntricas subdivididas por setores radiais. Essa divisão pode ser feita, fisicamente, por furos no próprio disco flexível ou, como é muito mais usual, ser realizada de forma lógica pelo sistema operacional. O processo de divisão em setores e trilhas é chamado de formatação ou inicialização do disco. O programa que formata o disco, na realidade, apaga o conteúdo do disco, verifica se o disco está com defeitos que impossibilitam ler ou gravar dados na sua superfície, e grava informações nos primeiros setores da primeira trilha, que são reservadas para conter informações especiais sobre o conteúdo do disco. A divisão lógica em trilhas e setores pode ser realizada em uma ou nas duas faces do disco e com diferentes densidades.

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