Clientes em foco. Conferência NFPA-APSEI Quem faz a diferença

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1 P O R T U G A L E D I Ç Ã O 7 5 Dezembro 2012 Clientes em foco Conferência NFPA-APSEI 2012 Quem faz a diferença

2 índice ficha técnica P O R T U G A L editorial Nesta Edição E D I Ç Ã O 7 5 Dezembro 2012 Clientes em foco Conferência NFPA-APSEI 2012 Quem faz a diferença E D I T O R I A L 03 M E N S A G E M Um voto de confiança no futuro 04 NACIONAL Vencer novos desafios 06 Securitas como Integrador de Sistemas 08 Projecto INOVA Securitas 10 Simulacro de Evacuação Geral V I G I L Â N C I A E S P E C I A L I Z A D A Especialização e Conhecimento fazem toda a diferença 16 Embaixada de França 32 Estamos satisfeitos com a Securitas 39 H O M E N A G E M Reconhecimento a Colaboradores 47 D E S T A Q U E Quem faz a diferença 52 C U L T U R A Igor Silva: Profissão e Arte 57 Carlos Pires: Sentimentos que Falam 59 Vigilante Carlos Duarte vence Concurso Fotográfico 60 E V E N T O S Securitas no VI Portugal Masters 62 Securitas apoia modalidade de badmington 64 Mini-basquetebol volta ao Concelho 66 Vodafone Meia Maratona RTP Rock n Roll 67 R E S P O N S A B I L I D A D E S O C I A L Securitas apoiou corrida Sempre Mulher 69 1.ª Corrida Solidária Bosch 71 P A T R O C Í N I O Campanha SOS Cagarro 73 I N T E R N A C I O N A L Como os Holandeses viajam em segurança 75 Reorganização Internacional 77 Valores e Ética da Securitas 78 Plataforma My Securitas 82 Capa: Vigilante Carlos Duarte, no El Corte Inglés, Gaia FICHA TÉCNICA Revista Securitas Portugal PROPRIEDADE Securitas - Serviços e Tecnologia de Segurança S.A. SEDE Rua Rodrigues Lobo, n.º 2 Edifício Securitas Linda-a-Velha EDIÇÃO Direcção de Marketing DIRECTOR Firmino Fonseca DESIGN, PRODUÇÃO DE CONTEÚDO E ACOMPANHAMENTO GRÁFICO RH Positivo IMPRESSÃO E ACABAMENTO Multitema - Partners for Printing FOTOGRAFIA José Oliveira Ribeiro TIRAGEM exemplares PERIODICIDADE Semestral DISTRIBUIÇÃO Gratuita aos Colaboradores da Securitas e a Clientes Alvarás: MAI, N.º 22A ( ); N.º 22B e C ( ); N.º 22D ( ). Proibida a reprodução total ou parcial sem autorização prévia da Securitas - Serviços e Tecnologia de Segurança S.A. A actividade da Segurança Privada tem beneficiado de uma evolução significativa nos últimos anos, sendo actualmente percepcionada de forma mais abrangente e realista por parte dos diversos stakeholders. A Direcção de Segurança de uma Empresa ou Instituição deixou de ser considerada unicamente como um Centro de Custos, passando a ser olhada como um Centro de Benefício do Negócio. Efectivamente, os potenciais prejuízos que podem advir de uma situação de risco que infelizmente se concretize, podem ser significativamente reduzidos se tiver sido escolhida uma solução de segurança holística, que compreenda as componentes humana, física e electrónica, sem esquecer os procedimentos que devem suportar a respectiva implementação. Actualmente, o mercado procura serviços personalizados, a gestão de topo está mais preocupada com as questões de segurança, a utilização de tecnologia é essencial na solução global apresentada, a análise de risco e as auditorias de segurança são parte integrante de suporte às decisões a tomar, e os níveis de insegurança têm vindo a acentuar-se. A Securitas acompanha de perto todas estas tendências, sendo, a nível nacional, a empresa mais bem preparada para dar resposta ao leque de desenvolvimentos aqui enumerados. O período extremamente desafiante que o País atravessa, por todas as razões conhecidas, exige fornecedores de Serviços de Segurança credíveis. A Securitas está na linha da frente para, em conjunto com os seus Clientes, encontrar soluções eficientes, com um custo justo e de excelente qualidade, sustentadas pela nossa marca que, nos últimos 46 anos, tem sabido merecer a confiança dos seus Clientes, independentemente da sua actividade ou dimensão. Aproveito esta oportunidade para desejar a todos um Feliz Natal e um Ano Novo repleto de saúde, sucesso e felicidade.u Firmino Fonseca Director de Marketing 2 3

3 mensagem RIGOR NA GESTÃO Um voto de confiança no futuro O exercício económico de 2012 caracterizou-se como um dos mais difíceis de que temos registo. A situação socio-económica do país apresenta uma trajectória, desde 2008, que se mostra cada vez mais difícil inflectir, pois depende de vários factores, internos e externos, alguns dos quais não estão ao alcance da independência e soberania do Governo do País. A forte contracção económica que atravessamos produziu consequências mais ou menos profundas em todos os sectores de actividade, não passando ao lado do sector da Segurança Privada. As empresas tiveram necessidade de proceder a reestruturações constantes para poderem responder a perdas de volume de vendas, significativas, e esmagamento das margens operacionais. Quero, no entanto, aproveitar este momento para transmitir um voto de confiança no futuro, apesar de sabermos que 2013 vai continuar a ser muito exigente. Vamos continuar a ter necessidade de promover reajustamentos, sermos rigorosos ao nível dos actos de gestão e acomodar as consequências impactantes, resultantes do ciclo económico negativo que ainda teremos em 2013, com reflexos nos orçamentos dos nossos Clientes. Esperança no Futuro Os factores que fundamentam a minha esperança no futuro baseiam-se nas seguintes linhas de força: Manteremos a decisão de continuar a investir nos eixos que suportam a nossa estratégia, formação e inovação; A crise terá um efeito positivo, promoverá uma selecção natural dos nossos concorrentes e separará o trigo do joio ; Identifico nas autoridades com responsabilidade na fiscalização do sector, em particular a Autoridade das Condições de Trabalho e a Polícia de Segurança Pública, uma vontade determinada em interromper a germinação e desenvolvimento de empresas que envergonham a actividade de segurança privada; nam, tratamos como a Família Securitas. Termino, desejando, a todos os Colaboradores e respectivas Famílias, um Feliz Natal e um ano de 2013 com esperança, repleto de saúde e alegria.u Jorge Couto Administrador-Delegado A Securitas sofreu igualmente este impacto no negócio e, infelizmente, tivemos de redimensionar o nosso quadro de pessoal para podermos garantir a sustentabilidade da empresa. Como é óbvio, todos nós sentimos amargo e tristeza no momento da inexorável tomada de decisão de saída de alguns colegas de trabalho que, ao longo da sua relação laboral com a empresa, concorreram em conjunto para a afirmação e credibilização dos serviços que prestamos aos nossos Clientes. Acredito firmemente que a Securitas tem a melhor equipa de todo o sector e que todos transportam os valores pelos quais pautamos o nosso dia-a-dia, e que estão na base da nossa cultura; Temos uma estratégia muito objectiva e concreta, com pilares simples e processos robustos, na qual todos nos revemos; Acredito que iremos, todos, procurar melhorar permanentemente a nossa contribuição, para que possamos prestar os melhores serviços do mercado aos nossos Clientes, tentando, contínua e proactivamente, acrescentar valor às nossas soluções de segurança; Não acredito que o Estado continue, sistematicamente, a promover o dumping no sector. Tenho esperança que chegue o momento em que o Estado actue, no sentido de exigir e garantir que se observe o cumprimento das vinculações legais e regulamentares, em vigor no nosso quadro legal. Gostaria de convidar todos os Colaboradores da Securitas a terem a mesma convicção e a mesma fé, de que o futuro possa ser melhor e que, no mais curto espaço de tempo, possamos voltar a ter connosco os Colegas que tiveram de nos deixar ao longo do corrente ano e, mais, que possamos regressar ao crescimento e, assim, receber a bordo mais Clientes e mais Colaboradores para fazerem parte da nossa estrutura que, como muitos desig- 4 5

4 nacional MOTIVAÇÃO Vencer novos desafios As grandes mudanças a que estamos a assistir à nossa volta transmitem-nos sentimentos vários, quer de desconforto, de inquietude, mas para outros, estas mudanças significam mais esperança e vontade de vencer novos desafios que podem até galvanizar a nossa motivação. Como Sportinguista, não resisto a contar um pequeno episódio que aconteceu há poucos dias comigo. No encontro com um amigo, também ele grande e convicto Leão, dizia-me Já viste a extraordinária campanha que a nossa equipa está a fazer este ano? Confesso que pensei tratar-se de uma piada de mau gosto ou humor negro! E questionei-o sobre o comentário. Então não sabes? Estamos em primeiro lugar na liga de honra! Na primeira liga o Sporting está a realizar uma das mais fracas exibições da sua história, enquanto na liga de honra está nos lugares cimeiros. Este episódio elucida a forma como nos posicionamos face à realidade que nos rodeia, encarando por vezes as dificuldades como obstáculos muito difíceis de superar, ou como oportunidades e desafios aliciantes. Esta pequena história serve para ilustrar a forma como o mesmo acontecimento pode gerar abordagens muito diferentes. Os enormes desafios que o nosso país tem pela frente, devem ser um incentivo para que tenhamos uma atitude muito activa e empenhada face ao trabalho. Trabalhar com qualidade e utilizar todo o potencial humano a níveis elevados é agora uma oportunidade que devemos agarrar com toda a energia. Todos nós, tornamo-nos cada vez mais fortes, quando fazemos o nosso melhor. A Securitas atravessa grandes desafios. Com efeito, na sequência das recentes alterações operadas no Grupo, estão a ser disponibilizados novos serviços ao Cliente e a melhorar muito outros serviços já existentes. Tal caminho está a ser percorrido com a utilização plena dos Recursos Humanos internos, com muita determinação e empenho de todos os Colaboradores. As palavras de ordem têm de ser: flexibilidade, polivalência, adaptação à mudança, entreajuda e motivação. Agora que se avizinha um novo ano, há que clarificar vários aspectos do nosso trabalho, em especial: Cada colaborador deve ter presente o que espera realizar no imediato e durante o novo ano, discutindo com a sua chefia directa estes aspectos, numa perspectiva de melhoria contínua; Ter bem presente e clara a importância do trabalho de cada um; Compreender e apoiar os Colegas na resolução das dificuldades. Questionar sempre: como posso melhorar o meu trabalho e o da equipa onde estou inserido. Ambiente Mobilizador Estamos genuinamente empenhados em criar um ambiente mobilizador e atraente. Para que tal aconteça, é muito importante que trabalhemos com gosto pelas nossas tarefas, com paixão e determinação. Temos a obrigação, no âmbito das competências da função que estamos a desempenhar, de tornar o trabalho mais acessível e gratificante, para podermos ser mais produtivos e, desta forma, aumentarmos a coesão da equipa onde estamos integrados. Muito provavelmente, os próximos tempos serão caracterizados por ajustamentos estruturais na economia. O pouco dinamismo do mercado, com poucas oportunidades, devido à redução da actividade económica, deverá manter-se ou mesmo acentuar-se. Neste contexto, muito provavelmente, terão vantagem as empresas que conseguirem lidar melhor com as mudanças e conseguirem a sua rápida incorporação. Não é fazendo mais do mesmo que se conseguem resultados diferentes. É fundamental que as equipas focalizem todos os Colaboradores nos objectivos comuns, para que a energia possa ser mais concentrada e, consequentemente, trazer melhores resultados para os nossos Clientes e para a empresa. No próximo ano será dada importância ainda mais relevante à formação interna. Com esta acção pretende-se a actualização de competências e a preparação dos recursos humanos para novos desafios. Temos de estar preparados para o rápido ajustamento face às exigências do mercado, que até pode ser traduzido pela redução de alguns serviços e o crescimento de outros. Para que este movimento seja feito com sucesso e agilidade é necessário que os Colaboradores estejam prontos e possuam as qualificações necessárias. Estamos esperançados que a acção de fiscalização que está a ser levada a cabo pela Autoridade para as Condições de Trabalho, juntamente com a Tutela, ao nível da fiscalização do sector da Segurança Privada, produza frutos rapidamente, obrigando ao cumprimento das leis e afastando da actividade as empresas incumpridoras das mais elementares regras e que com as suas más práticas lesam o Estado, os seus Trabalhadores e os Clientes. Com a concretização das alterações à legislação de Segurança Privada, como foi anunciado recentemente, esperamos e desejamos que as mesmas contribuam para fortalecer o sector, as empresas, os Colaboradores e para a elevação dos standards na indústria, com vantagens claras para os Clientes e para o mercado. Gostaria de endereçar uma palavra calorosa de boas-vindas aos novos colegas da Área de Tecnologia e Inovação, para que se sintam bem na empresa. A sua contribuição é muito importante para que, em conjunto com os restantes colegas da Vigilância Especializada e da Vigilância Mobile, consigamos dar mais um passo em frente na diversificação e no enriquecimento de soluções para os Clientes. Desejo a todos os Colaboradores e respectivas Famílias, Festas Felizes e um Ano Novo pleno de realizações pessoais e profissionais.u Jorge Martins Director de Recursos Humanos 6 7

5 nacional CONFERÊNCIA NFPA-APSEI Securitas como Integrador de Sistemas Como empresa líder em Portugal, a Securitas foi um dos patrocinadores da Conferência NFPA- -APSEI Fire & Security 2012, onde teve oportunidade de receber no seu stand muitos participantes, a quem elucidou sobre as suas capacidades como Integrador de Sistemas. A NFPA-APSEI Fire & Security 2012 decorreu nos dias 3, 4 e 5 de Dezembro, no Centro de Congressos do Estoril, subordinada ao tema Tendências e Tecnologias na Proteção e Segurança de Pessoas e Bens. Foram três dias de debate técnico, intercâmbio de experiências e conhecimentos, formação e oportunidades de negócio. Nesta conferência, a Securitas deu especial destaque à sua área de negócio Tecnologia e Inovação, que oferece ao mercado soluções inovadoras na vertente da Segurança Electrónica, suportadas por propostas diferenciadoras. A actividade da Área de Tecnologia e Inovação inclui o fornecimento, instalação e manutenção de Sistemas de Detecção e Extinção de Incêndio, Sistemas de Videovigilância, Sistemas de Detecção de Intrusos e Sistemas de Controlo de Acessos. Como complemento, o apoio da Central Receptora de Alarmes (CRA), tirando partido das novas tecnologias da informação e comunicação de dados, é vital para a gestão mais adequada da segurança que é oferecida. A capacidade de resposta rápida a sinais de alarme ou o visionamento remoto, são factores chave para mitigar possíveis consequências. A Assistência Técnica é também um factor determinante na qualidade do serviço global prestado pela Securitas. O elemento de maior diferenciação é o facto da Securitas, como Integrador de Sistemas e único Interlocutor, estar em posição de garantir aos seus Clientes soluções globais mais eficazes. Tudo isto é sustentado pela marca Securitas que, como empresa pioneira do sector de Segurança Privada em Portugal, tem demonstrado ser um parceiro merecedor da confiança que lhe é atribuída pelos seus Clientes.u 8 9

6 nacional nacional PROPOSTAS DE 2012 Projecto INOVA Securitas Todas as propostas apresentadas no âmbito do Projecto INOVA Securitas 2012 foram devidamente analisadas, pelo Comité de Avaliação nomeado para o efeito. ALMADA FORUM Simulacro de Evacuação Geral 2012 No âmbito da manutenção das condições de autoproteção do Almada Forum, realizou-se, no passado dia 7 de Novembro, um Simulacro de Evacuação Geral deste Centro Comercial. Após análise detalhada destas propostas, foi considerado que nenhuma tinha cumprido plenamente os critérios definidos inicialmente. Muitas das propostas eram interessantes, mas o seu conteúdo já está a ser implementado em projectos que a Securitas Portugal tem vindo a desenvolver, ou em projectos que o Grupo Securitas a nível internacional está a aplicar nas suas subsidiárias, incluindo Portugal. Assim sendo, não foi possível ao Comité de Avaliação atribuir prémios às propostas recebidas, visto que não cumpriam com todos os critérios de avaliação pré-definidos. Em 2013, será lançado de novo o Projecto INOVA Securitas, para todos os Colaboradores da Empresa. Contamos com a sua participação!u Da esquerda para a direita: Vigilante Chefe Hugo Silva, Gestor de Segmento Miguel Ventura, Operations Manager Luis Correia, Centre Manager Dr.ª Sara Santos e Chefe de Grupo Emanuel Domingos 10 11

7 O exercício permitiu avaliar os procedimentos de protecção, rotinas de alarme e alerta, e a activação do Plano de Emergência Interno do Centro Comercial e a sua integração com as Autoridades Locais, de forma a preservar a segurança de Lojistas, Clientes e pessoal afecto ao Almada Forum. Neste simulacro estiveram envolvidas cerca de 560 pessoas, entre os quais elementos da Corporação de Bombeiros Voluntários de Cacilhas, da Divisão da PSP de Almada e do Serviço Municipal da Proteção Civil de Almada. No decorrer do simulacro, foram aplicados na íntegra os procedimentos de emergência internos, bem como os de activação de apoio das Entidades externas de socorro e evacuação, tendo o exercício superado o tempo inicialmente previsto.u 12

8 SECURITAS clientes ESCOLA PROFISSIONAL BENTO DE JESUS CARAÇA NO SIMULACRO DO FORUM ALMADA Alunas do Curso de Higiene e Segurança no Trabalho e Ambiente, da Escola Profissional Bento de Jesus Caraça (EPBJC), do Seixal, estiveram presentes no Simulacro Geral efectuado no Forum Almada. A participação em actividades extracurriculares, como a colaboração no Simulacro organizado pelo Almada Fórum, tem sido uma das características que distingue o projecto educativo da EPBJC, de aproximar o aluno à realidade. Olhar o aluno como um todo, respeitando a sua identidade, o seu enquadramento socio- -cultural e torná-lo um profissional activo e atento às mudanças da nossa sociedade, é o objectivo desta Escola Profissional. O curso de Técnico de Higiene e Segurança no Trabalho e Ambiente (nível IV) foi um dos primeiros cursos da área profissional, criado há mais de 20 anos na EPBJC, que já formou cerca de 300 técnicos nesta área. Este curso tem como principal objectivo qualificar e certificar o formando para o exercício da actividade de Segurança, Higiene e Ambiente no Trabalho, propondo medidas de prevenção e protecção contra riscos profissionais. Neste contexto, importa que sejam formados profissionais competentes, promovendo uma cultura de segurança, prevenindo acidentes de trabalho e protegendo a saúde e segurança dos trabalhadores. Importa ainda que, no desempenho das suas funções, o Técnico de Higiene e Segurança no Trabalho esteja ciente das suas responsabilidades, dignificando a profissão e tendo sempre presente a sua deontologia profissional.u É um curso homologado pela Autoridade para as Condições de Trabalho, com horas, e que confere aos alunos a dupla certificação. 14

9 vigilância especializada EL CORTE INGLÉS COM SECURITAS HÁ 11 ANOS Especialização e conhecimento fazem toda a diferença O El Corte Inglés, Grandes Armazéns SA (ECIGA), desde o início da sua actividade em Portugal, que se verificou no ano de 2001, recorreu à Securitas para garantir a segurança da sua loja de Lisboa. Actualmente, a Securitas presta também serviços de Vigilância Especializada na loja El Corte Inglés de Vila Nova de Gaia e nas várias lojas Supercor, bem como no Centro de Oportunidades, localizado no Dolce Vita Tejo. Falámos sobre esta parceria com os dois Responsáveis pela Segurança do El Corte Inglés: Fausto Vidal, Delegado de Segurança de Lisboa; e Arlindo Vasconcelos, Delegado de Segurança de Vila Nova de Gaia. Trocámos também impressões com alguns dos Responsáveis da Securitas pela Segurança do El Corte Inglés, em Lisboa e Vila Nova de Gaia. Fausto Vidal, Delegado de Segurança de Lisboa FAUSTO VIDAL DELEGADO DE SEGURANÇA DE LISBOA Securitas Portugal - O El Corte Inglés é Cliente de serviços de Vigilância da Securitas em Portugal, nomeadamente na sua loja de Lisboa, há 11 anos. Como tem decorrido esta parceria? Fausto Vidal - Tem corrido bem. Quer a Securitas, quer o El Corte Inglés ganharam. As exigências de segurança quando o El Corte Inglés veio para Portugal eram um pouco diferentes das actuais, porque, entretanto, foram evoluindo. A Securitas, ao longo destes 11 anos, percebeu as necessidades do El Corte Inglés e adaptou os seus Vigilantes às funções exigidas, sempre com um excelente e constante diálogo entre as duas empresas. Embora uma postura de uma certa rigidez seja necessária, pretendemos que os Vigilantes mantenham a amabilidade perante os nossos Clientes. Há situações que exigem muita sensibilidade e bom senso. O Vigilantes têm de ser quase psicólogos, pois têm de lidar com situações de instabilidade, que muitas vezes provêm de pessoas de que menos se espera. Esta boa parceria é extensível ao Centro de Oportunidades, localizado no Dolce Vita Tejo, na Amadora; e às lojas Supercor da Beloura, Parque das Nações, e esperamos que também vá ser um sucesso no mais jovem Supercor localizado no Restelo Business Center. SP - A segurança numa entidade retalhista, como o El Corte Inglés, é certamente complexa. Qual a importância do factor segurança, neste ambiente? FV - É muito importante porque os Clientes têm de sentir que estão num lugar seguro. A segurança tem de ser notada, mas sem se impor de uma forma ostensiva. Transportámos para Portugal o que temos por orientação em Espanha: o Vigilante tem de ter punho de ferro e luva de pelica, o que significa que tem de se moldar a cada situação específica, o que nem sempre é fácil. Portanto, as suas funções exigem uma boa capacidade sócio-comportamental. Tem de saber como lidar com cada Cliente sem ferir susceptibilidades. O El Corte Inglés tem características próprias, não é um centro comercial tradicional, mas sim um espaço comercial único e aberto, que responde de uma forma personalizada aos seus Clientes em todas as suas áreas comerciais. Por isso, a actuação de cada Vigilante tem de estar adaptada à cultura da nossa empresa. SP - Considera que a Securitas se envolve no aconselhamento de medidas de segurança que possam ser de interesse para o El Corte Inglés? FV - As medidas de segurança enquadram-se no âmbito da política de segurança do El Corte Inglés e a nível ibérico. Entre ambas as partes são concertadas as medidas a serem implementadas tanto em Portugal como em Espanha. As sugestões de ambas as empresas são também discutidas, chegando-se a um consenso mais equilibrado sobre o que é conveniente implementar no terreno. E as acções são igualmente concertadas, de forma a encontrarmos com 16 17

10 a Securitas as melhores soluções em termos de segurança. SP - Como antevê, no que respeita às actividades económicas, em geral, a evolução das necessidades de segurança, a nível nacional, num futuro próximo? FV - A situação sócio-económica das famílias portuguesas tende a agravar-se, pelo que prevejo um clima de aumento de instabilidade e insegurança, que se pode fazer repercutir nas actividades económicas, em geral. SP - O El Corte Inglés em Lisboa impôs-se como uma referência no sector do retalho. Quais os factores que foram marcantes para alcançar este sucesso? FV O sucesso deve-se a um novo conceito de comércio de retalho que agradou aos portugueses, de encontrar num único espaço uma escolha muito alargada de produtos de qualidade, acessíveis a todas as bolsas. E à qualidade de atendimento por parte dos nossos Colaboradores, que recebem uma especial formação. Todas as chefias estagiaram em Espanha, durante vários meses, para se integrarem no espírito e cultura do ECIGA. Deve- -se também ao facto dos nossos Clientes se sentirem bem e descontraídos num ambiente seguro, enquanto percorrem os vários andares e departamentos do edifício. Tanto os nossos Colaboradores, como os Vigilantes, estão focados em ser o mais prestáveis possível, o que é um reflexo da cultura do Grupo ECIGA. A postura do Vigilante é muito importante para nós, dado que é o primeiro momento de contacto com o Cliente e a última imagem que retém, pois é o Vigilante que encontra na entrada e saída da loja. O Vigilante é de facto a primeira e a última pessoa que os nossos Clientes contactam. Mesmo que durante o tempo que estejam dentro das nossas instalações lhes seja prestado um atendimento de excelência, é fundamental que o tenham igualmente tanto na chegada como na altura de deixarem a loja. Por isso, à Securitas não podia deixar de ser solicitada essa excelência de postura, por parte dos Vigilantes que trabalham connosco, o que tem acontecido. SP - Tal como qualquer outra entidade no mundo dos negócios, o El Corte Inglés irá certamente evoluir no futuro, como entidade retalhista. Quais pensa virão a ser os principais desenvolvimentos nessa evolução? FV - Universidades estrangeiras têm estudado o porquê da longevidade e continuidade do sucesso do Grupo ECI, que tem ultrapassado todas as previsões em termos de ciclos. Este sucesso é certamente devido à qualidade de atendimento prestado ao Cliente. O El Corte Inglés dá particular importância à fidelização do Cliente, conseguida através da satisfação das suas necessidades e pelo tratamento especial prestado a cada Cliente. Paralelamente, temos um cuidado extremo na resposta a qualquer reclamação/sugestão dos Clientes, uma vez que se trata de uma oportunidade de podermos mostrar realmente a nossa diferença.u 18 19

11 vigilância especializada ARLINDO VASCONCELOS DELEGADO DE SEGURANÇA DE VILA NOVA DE GAIA Securitas Portugal - A Securitas presta serviços ao El Corte Inglés, em Gaia, desde Quais os principais factores que levaram à escolha da Securitas como empresa fornecedora dos serviços? Arlindo Vasconcelos, Delegado de Segurança de Vila Nova de Gaia Arlindo Vasconcelos - Genericamente, podia dizer o seguinte: a Securitas é detentora de uma imagem forte no mercado internacional, sendo reconhecida em Portugal como líder do mercado. É um parceiro privilegiado do Grupo El Corte Inglés com uma presença elevada nas nossas lojas em Espanha, tendo-se afirmado de forma a que, naturalmente, viesse a ser seleccionada para integrar as soluções de segurança nas lojas que o El Corte Inglés tem em Portugal. A Securitas é detentora de uma dimensão assinalável, é-lhe reconhecida excelência, uma gestão profissionalizada e flexibilidade, o que contribuiu para conjugar os nossos interesses numa loja desta dimensão. São factores mais que suficientes para que no momento de opção o quadro fosse favorável para a Securitas. A decisão foi tomada ao nível do Departamento Central de Segurança, em Madrid. Esses factores contribuíram decisivamente para essa escolha. Não fui eu que estive na base da contratação da Securitas, mas os argumentos que estou a utilizar são seguramente aqueles que estiveram na base da decisão do El Corte Inglés. À semelhança do que se verificou em Lisboa, a opção foi feita também para a loja de Vila Nova de Gaia. A Securitas está aqui desde o início de 2005, embora as instalações tenham sido só inauguradas em Maio de 2006, pois acompanhou toda a fase de obra. SP - O que espera de uma empresa prestadora de serviços de segurança, em particular no momento actual, caracterizado por uma maior vulnerabilidade e potenciais situações de conflito? AV - Todos conhecemos a actual situação que vivemos no nosso País, temos vulnerabilidades do ponto de vista social, que levam ao incremento de conflitos vários. O que se espera é que hajam respostas adequadas por parte da empresa que nos presta serviços de segurança. Estamos perante grandes desafios que se colocam às empresas de segurança e a empresas que se situam neste sector de actividade do El Corte Inglés. As vulnerabilidades de natureza social e as potenciais situações de conflito, convocam-nos para desafios conjuntos nos domínios da protecção de pessoas e bens, com níveis elevados de resposta. Estou certo que a Securitas e os seus Colaboradores estarão à altura do que são as grandes responsabilidades perante cenários mais adversos. A perspectiva do incremento da pequena criminalidade, nomeadamente em áreas comerciais, implicará o aprofundamento da resposta, tendo em vista reduzir as respectivas consequências. Esses conflitos estão lentamente a eclodir. Temos ideia que o povo português é de brandos costumes, mas na situação actual estão a emergir outro tipo de fenómenos, antes não usuais. O que pensamos é que podem eclodir cenários adversos, o incremento da pequena criminalidade, nomeadamente pequenos furtos nas áreas de supermercado, pela incapacidade dos con- sumidores poderem ter o que usualmente lhes era acessível. Como estrutura interna de segurança e juntamente com a Securitas a empresa que nos presta serviços de segurança em outsourcing há a necessidade de percebermos o fenómeno e estarmos preparados para reagir a esta realidade, quer a nível das ocorrências em loja, quer no maior nível de tensões que são transpostas para todo o tipo de relacionamentos. SP - Considera que a especialização e o conhecimento são mais-valias relevantes que o fornecedor deve incorporar na solução de segurança? AV - Constituem de facto uma mais-valia. As soluções de segurança devem ser adaptadas às mais diversas realidades. Para nós, que operamos no mercado da Distribuição, interessa-nos que o prestador de serviços de segurança conheça 20 21

12 perfeitamente este tipo de actividade, as soluções mais adequadas a este segmento, de forma a que os resultados sejam os pretendidos. Quando solicitamos a prestação de serviços na área da segurança, ela terá de ser especializada e deter o know-how deste sector específico. A empresa de segurança não pode vir para um espaço comercial com estas características aprender a lidar com as situações. O El Corte Inglés tem uma cultura própria, pelo que a empresa que nos presta serviço tem de a conhecer e agir em conformidade. No caso particular da segurança nas lojas El Corte Inglés, o conhecimento da nossa cultura é de extraordinária importância. Acresce a isto tudo a formação compatível com os interesses do Cliente, adequada às suas necessidades, para além da formação genérica. Assim, a especialização na área da segurança é para nós um factor essencial, o que a Securitas detém. As soluções de segurança terão em vista responder, por um lado, às exigências de protecção de pessoas e bens e, por outro lado, colaborar no desígnio estruturante desta empresa que é a qualidade que se exige em matéria de atenção ao Cliente. Neste contexto, é muito relevante que os Colaboradores apresentem competências próprias, orientadas no processo geral de formação e disponibilidade para interiorizar as nossas exigências na qualidade de serviço ao Cliente. Dir-se-á, então, que competências de ordem técnica, como por exemplo a incorporação e operação de sistemas de videovigilância; e de ordem comunicacional, como é o contacto com o Cliente, tornarão a prestação do serviço mais eficiente, podendo, desta forma, afirmar-se que a especialização e o conhecimento são mais-valias que fazem toda a diferença. SP - A Securitas tem sabido corresponder às expectativas do El Corte Inglés, em termos da qualidade dos serviços prestados, da capacidade de resposta demonstrada, de parceria efectiva baseada no princípio win-win em que ambas as partes saem a ganhar? AV - Temos aqui uma relação duradoura que vem de há imensos anos, em Espanha e em Portugal também, o que significa que a Securitas tem sabido dar resposta às exigências do Grupo El Corte Inglés, caso contrário a relação já teria tomado outro rumo. Portanto, a Securitas tem conseguido responder ao nosso elevado grau de exigência, o que para nós faz toda a diferença, em relação à nossa concorrência, no atendimento que prestamos ao Cliente. Este é o nosso pilar. Assim, a Securitas tem de acompanhar esta postura. Os serviços prestados pela Securitas são de qualidade, garantindo uma capacidade de resposta ao nível das nossas exigências, o que muito prezamos. Para nós, é fundamental que as respostas se mantenham a um nível elevado. E aceitamos, de bom grado, a superação das expectativas. O prestador de serviços de segurança tudo deverá fazer para enriquecer a qualidade da resposta, não descurando os aspectos relacionados com a formação, satisfazendo o nosso quadro geral de exigência. A Sala de Controlo exige um conhecimento de um número alargado de matérias, o parque de estacionamento tem características própias em termos de segurança. Os Vigilantes que estão nas portas de entrada, em que há o primeiro momento da verdade, têm de ter uma formação apropriada e características próprias, de forma a que consigam interagir tranquilamente e mantenham um diálogo construtivo com os nossos Clientes, bem como conhecimentos para que possam prestar toda a informação que lhes seja solicitada. E também características que lhe permitam solucionar incidentes nas entradas e saídas, como são os sistemas anti-furtos, associados aos alarmes que estão nos produtos. Às vezes há esquecimentos que provocam incidentes na saída de loja. A intervenção do Vigilante é essencial, pois, num quadro de stress, podem provocar sérios problemas. Como o nosso pilar é a satisfação do Cliente, é fundamental que os Vigilantes saibam resolver este tipo de situações, pois uma actuação desajustada irá incrementar o problema, pelo que a actuação dos Vigilantes da Securitas tem de ter em conta estas variantes. Temos uma parceria efectiva que julgo enquadrar-se, perfeitamente, no princípio win-win, favorável a ambas as partes

13 GESTOR DE FILIAL VíTOR MIRA LISBOA Rematando e falando em nome do El Corte Inglés, posso referir que estamos satisfeitos com o serviço que nos tem sido prestado pela Securitas. Nesta perspectiva a parceria é ganhadora, pois existem laços fortes de interesses entra as partes, no sentido da satisfação mútua, daí a relação duradoura. SP - Quais os factores que têm levado ao sucesso do El Corte Inglés, como entidade retalhista? AV - O ADN do El Corte Inglés, como especialista no relacionamento com o Cliente, em paralelo com a diferenciação no atendimento e a variedade de marcas e produtos para todas as classes sociais e tipos de necessidades está na origem do nosso sucesso. Além de outras de grande prestígio, temos marcas próprias de qualidade mais acessíveis. Para conseguir este posicionamento, torna-se, contudo, fundamental realizar investimentos permanentes na formação de todos os Colaboradores. O Cliente reconhece-nos como especialistas, é este o ponto fulcral da nossa Organização. Dando um exemplo: o Cliente quer ir para a neve, pensando onde se deve dirigir, reconhece que o Corte Inglés é especialista. O Norte de Portugal conhece bem o El Corte Inglés, pois antes de existirem as instalações de Gaia, conhecia as de Vigo. Há um reconhecimento da diferenciação de atendimento, que não encontra em qualquer outro espaço comercial. Este é o nosso primeiro pilar, depois é o sortido, como se diz em Espanha, a variedade de marcas e produtos. Tomo como exemplo a compra de um fato, independentemente da estatura, o Cliente encontra-o aqui. O Grupo El Corte Inglés, seguindo a política global do Grupo, tem um forte Departamento de Formação, de maneira a garantir que os nossos valores sejam colocados em prática. Incluímos nesta formação a qualidade de serviço ao Cliente, específica da nossa Organização. SP - Quais são as suas previsões sobre como se desenvolverá o negócio do retalho especializado, num futuro próximo? AV - A situação do mercado tem a realidade que conhecemos, que limita previsões de crescimentos interessantes nos próximos anos. Isolando os factores macroeconómicos de índole ocasional, a tendência do retalho especializado é de crescente importância, num mundo de consumidores mais exigentes e informados.u >> O El Corte Inglés é um dos maiores Grupos de Empresas de Distribuição da Europa, líder no mercado em Espanha. Actualmente, possui uma equipa com mais de Colaboradores, distribuídos pelos mais de 80 centros em toda a Espanha. >> A presença em Portugal é uma forte aposta do Grupo, que inaugurou a sua primeira loja em Lisboa, a 21 de Novembro de 2001, contando ali agora com cerca de Colaboradores. >> A expansão deu-se com a abertura do Supercor da Quinta da Beloura, em 2004, e do Centro de Gaia-Porto, em >> Desde aí, abriu dois Centros de Oportunidades, no Centro Comercial Dolce Vita Tejo e no Complexo Nassica de Vila do Conde, no ano A loja Supercor do Porto foi inaugurada em 2010 e as de Coimbra e Aveiro em Seguiram-se as lojas Supercor do Parque das Nações e do Restelo. Vítor Mira, Gestor de Filial, é responsável por alguns dos principais Clientes da Securitas em Lisboa. Entre estes, encontra-se o El Corte Inglés, que iniciou actividades no nosso País, há 11 anos. Com ele trocámos impressões sobre pormenores ligados à gestão deste Cliente. Securitas Portugal - O El Corte Inglés em Lisboa é Cliente da Securitas há 11 anos. Quais os principais desafios que se colocam no dia-a-dia, na gestão de segurança deste Cliente? Vitor Mira - Os desafios colocados no Cliente El Corte Inglés (ECI) estão directamente relacionados com os seguintes factores: Cultura do Cliente; Tipologia e dinâmica do espaço; Operação - gestão de ocorrências, várias e variadas. A exigência deste Cliente na qualidade, em vários âmbitos da prestação do serviço, é um desafio muito salutar para a equipa de profissionais da Securitas no ECI, que responde ao mesmo tempo de forma positiva e com dedicação, facto que permite contribuir para a contínua boa imagem do ECI e da Securitas. Naturalmente, e não menos importante, considero a experiência adquirida como um factor diferenciador, que não pode ser desassociado do sucesso da operação, ajustado ao valor essencial que o ECI tem como fundamental para o seu negócio o atendimento ao Cliente. O enquadramento da prestação de serviço, no que refere ao Security, está estabelecido nos procedimentos e directrizes acordados por ambas as empresas, sendo do conhecimento de todos, o que nos permite concentrar na motivação da equipa de trabalho, no sentido de atingirmos os objectivos estabelecidos e garantirmos a segurança dos Clientes, Trabalhadores e da instalação. Considero que trabalhar com o ECI é um desafio permanente, que nos leva a evoluir e a ser imaginativos na procura da melhor solução, estando a Securitas à altura das expectativas criadas junto do Cliente. SP - Os Recursos Humanos, sempre importantes, são também neste caso da maior relevância. A Formação dada aos Vigilantes contribui efectivamente para a qualidade do serviço prestado ao ECI? VM - O factor humano na nossa Organização é essencial, pelo que a Securitas dá grande importância à formação profissional dos nossos Vigilantes. Para além da formação exigida pela legislação em vigor, aos Vigilantes que efectuam serviço no ECI é ministrada uma formação especifica, para a qual temos o contributo, muito positivo, da Direcção de Segurança do ECI, procurando assim valorizar e estimular os Vigilantes para o desempenho das suas funções. SP - Quais os factores, de parte a parte, que têm contribuido para o sucesso desta parceria? VM - A relação comercial/operacional com o ECI teve início em 2001, estando sustentada na confiança, no conhecimento dos valores e culturas de ambas as Organizações, nas experiências partilhadas, na necessária proximidade no contacto tendo em conta as características/necessidades deste Cliente, e na capacidade de resposta da Securitas às solicitações do ECI, factores que nos permitem manter os níveis de qualidade de prestação de serviço exigidos.u 24 25

14 LISBOA LISBOA CHEFE DE GRUPO RUI PEREIRA VIGILANTE ANABELA GOUVEIA Securitas Portugal - Há quanto tempo está na Securitas e desde quando exerce o cargo de Chefe de Grupo no El Corte Inglés? Rui Pereira - Na Securitas e no El Corte Inglés estou há sete anos, vim logo para aqui, mas como Vigilante. Sou Chefe de Grupo há dois anos. Tenho agora muito mais responsabilidades. SP - Gosta de trabalhar no ambiente do retalho? Cliente, que neste caso é o Delegado de Segurança, garantindo a satisfação dos mesmos. Um dos grandes e frequentes desafios é o de representar o El Corte Inglés perante os seus Clientes, que são muito exigentes. SP - Pela sua experiência, o que aconselharia aos Colegas que venham a desempenhar funções no Segmento do Retalho? RP - Primeira coisa: o Cliente tem sempre razão. Em segundo lugar, conhecer bem o seu local de trabalho e as funções que ali desempenha. Por exemplo, saber onde se situam os equipamentos de segurança e prevenção. Securitas Portugal - Há quanto tempo é Vigilante na Securitas e há quanto tempo desempenha funções no El Corte Inglés? Anabela Gouveia - Há um ano e quatro meses que estou na Securitas, e entrei logo para aqui. SP - Gosta de trabalhar no ambiente do retalho? AG - Sim. Gosto do ambiente, de lidar com vários tipo de pessoas, porque nunca estou parada, temos sempre coisas para fazer. Gosto também dos meus Colegas, somos como uma família. que venham a desempenhar funções no Segmento do Retalho? AG - Isto é um trabalho que requer muita responsabilidade e, por isso, atenção. É necessário especial cuidado com todas as nossas atribuições, de forma a que o trabalho seja bem feito e assim satisfazer o nosso Cliente e bem representar a Securitas.u RP - Sim. Gosto do movimento e da ligação com todo o tipo de pessoas, desde os Colaboradores do El Corte Inglés, aos seus Clientes, passando pelos Colegas. Há muita diversidade de situações que exigem de nós várias posturas, o que para mim é aliciante. SP - Quais os principais desafios a que tem de fazer face, no dia-a- -dia do seu trabalho? RP - Gerir pessoas constitui por si um grande desafio, que é diário. Cabe-me a mim definir as posições de cada Vigilante e orientar a função de cada um deles. Tenho de fazer a ligação entre a Securitas e o Solidariedade é outro aspecto fundamental, pois estamos num espaço aberto em que temos de agir muitas vezes com o apoio de Colegas, por isso tem de haver companheirismo entre nós. Não nos podemos nunca esquecer que trabalhamos em equipa, envergamos a mesma farda, representamos a mesma empresa e servimos o mesmo Cliente. Todos sabemos as dificuldades que enfrentamos, mas há que manter o elevado padrão de desempenho e profissionalismo, tendo fé em dias melhores. Agradeço a todos os Colegas que comigo trabalham pela sua dedicação e disponibilidade. Gostaria de aproveitar a oportunidade para desejar um bom Natal a toda a equipa e restantes Colegas da Securitas, bem como, em particular, a este nosso Cliente.u SP - Quais os principais desafios a que tem de fazer face, no dia-a-dia do seu trabalho? AG - Temos de confirmar as compras feitas pelos Colaboradores do El Corte Inglés, conferir o talão de qualquer compra que façam. Confirmamos também outro tipo de documentos, tais como autorizações de acesso a entidades externas, nomeadamente no que se refere a acções de solidariedade aqui efectuadas, obras e outro tipo de trabalhos feitos por essas mesmas entidades. Somos responsáveis também pelos pertences pessoais dos Colaboradores do El Corte Inglés. E também por outro tipo de procedimentos internos relacionados com a segurança. SP - Pela sua experiência, o que aconselharia aos colegas 26 27

15 GAIA GESTOR DE FILIAL ANTóNIO FONSECA António Fonseca ingressou na Securitas em 2003, sendo actualmente Gestor de uma das Filiais da Securitas no Porto, nos segmentos da Indústria e do Retalho. No contexto das suas responsabilidades no segmento de Retalho, obtivémos a sua opinião sobre temas relacionados com as suas funções. Securitas - Como encara as suas responsabilidades como Gestor de uma das Filiais da Securitas no Porto? António Fonseca - Com o sentido de responsabilidade que uma Organização como a Securitas estará à espera de um Gestor de Filial. Quando uma empresa define que a forma mais adequada de se organizar é através de uma organização horizontal, cujo centro da gestão do negócio é o Gestor de Filial, este tem inevitavelmente de ser capaz, em toda a sua forma de estar e agir, de incorporar os valores e a cultura da Organização. Seja com os Clientes, Vigilantes, Clientes Internos ou Fornecedores. É uma responsabilidade imensa. Exige perceber as expectativas de todas as partes com quem interagimos que não são poucas, e, sempre com os objectivos da empresa em mente, procurar as soluções adequadas para que todos permaneçam satisfeitos na relação comercial, profissional, laboral, etc.. Felizmente, este tipo de responsabilidade atribuída, em sintonia com a organização interna, permite-nos, não só ao nível profissional, mas também pessoal, um desenvolvimento constante. E a obtenção desse resultado é muito reconfortante, motivante e tende a elevar os níveis de autoconfiança. Por outro lado, sou convicto que a maturidade ou experiência, se preferirmos assim, ao ser algo que também favorece muito a absorção dos princípios, dos valores e da cultura, acaba sempre por trazer muito retorno às Organizações. É perfeitamente inequívoco que a Securitas confia, valoriza e aposta no futuro e nas pessoas. Está, de uma forma constante, à vista de todos. E, assim sendo, torna-se estimulante trabalhar, desempenhar estas funções e assumir as responsabilidades. SP - Quais os principais desafios que se colocam na gestão de um Cliente tão exigente quanto o El Corte Inglés? A Securitas está à altura de poder corresponder a esses desafios? AF - Todos os Clientes são exigentes. E é bom que assim o sejam. Lançam-nos desafios que nos permitem procurar novas soluções. E assim conseguimos evoluir e destacarmo-nos da concorrência. Por isso, na exigência eu não vejo objectivamente os problemas, mas sim as oportunidades. Concretamente ao nível do El Corte Inglés, o desafio é diferente, especialmente pela dimensão e tipologia da operação. As ocorrências a que estamos sujeitos, as interacções que nos tocam, a dinâmica do espaço e a gestão de uma equipa de trabalho com várias dezenas de pessoas são características muito sui generis e que não encontramos em qualquer instalação. Mas a Securitas tem muitos recursos não só humanos e técnicos, aqui querendo referir-me também e muito especialmente à experiência consolidada e partilhável de outras instalações, que nos dão confiança para aceitar os desafios que este Cliente nos coloca. Ainda assim, há que incorporar, na nossa operação e gestão, os valores que o El Corte Inglés tem como fundamentais para o seu negócio, não só na loja de Gaia, mas também nos Supercor e Bricor. A qualidade dos produtos e serviços prestados, a atenção ao Cliente e a experiência de compra mais agradável do mercado são alguns exemplos desses valores. E, como tal, os nossos serviços de segurança são constantemente avaliados e refinados, para que nunca tendam a ser descurados por força dos valores do Cliente, e vice-versa. Estou convencido que a Securitas está à altura destes desafios, da mesma forma que sempre esteve desde o início da relação. SP - Gosta de ser responsável pela gestão de Clientes que não se contentam com soluções meramente standardizadas? Neste contexto, a Securitas é diferente, na procura da optimização das soluções que propõe aos seus Clientes? AF - Cada Cliente é um Cliente. E a sua visão é diferente, naturalmente, pois todos os negócios são diferentes. Até podem, muitas vezes, operar num mesmo sector de actividade o retalho é um bom exemplo, mas as culturas e visões tendem sempre a ser distintas. Constata-se, não só na condução do seu negócio em si, mas particularmente quando nos transportamos para a esfera da avaliação da segurança das suas pessoas, bens e espaços. Daí que as soluções meramente standardizadas estão, na minha óptica, condenadas ao fracasso. Na segurança podem resultar durante algum tempo, mas vão terminar sempre por uma revisão dos processos e sistemas implementados. Penso não haver qualquer dúvida de que a Securitas é uma excelente parceira quando falamos na procura da optimização das soluções que propõe aos seus Clientes. Pelo conhecimento que temos do nosso mercado e, beneficiando do vasto contacto com os próprios mercados dos nossos Clientes, estamos sempre numa condição privilegiada para adaptar e inovar. Somos uma empresa extremamente flexível, quando se trata de avaliar a solução de segurança existente e a reverter para algo mais funcional, tendo em conta o próprio desenvolvimento do Cliente. Seja na redefinição de tarefas dos Vigilantes, dos horários, implementação de soluções integradas tecnológicas ou até no desenvolvimento de soluções à medida, mesmo as ainda pouco ou não experimentadas em Portugal no âmbito da segurança. E temos intermináveis exemplos disso. Tudo porque é uma empresa em constante desafio.u 28 29

16 GAIA GAIA VIGILANTE CHEFE JOÃO CONSTANTINO BUMBA VIGILANTE RAQUEL PEREIRA Securitas Portugal - Há quanto tempo entrou na Securitas e há quanto tempo desempenha funções no El Corte Inglés? João Bumba - Foi em 2001, há 11 anos, que entrei ao serviço da Securitas. Comecei a trabalhar na Tabaqueira, em Albarraque, como Chefe de Grupo, e depois quando abriu o El Corte Inglés em Lisboa, exerci lá funções como Chefe de Grupo, durante quatro anos. Depois vim para a loja de Gaia para dar formação aos colegas da Securitas recrutados na zona. Estou aqui desde Fevereiro de 2006, apanhei a fase de finalização da obra e acabei por ficar neste Cliente. SP - Gosta de trabalhar no ambiente do retalho? JB - Gosto bastante, pela diversidade de Clientes, cada um com a sua forma de ser. SP - Quais os principais desafios a que tem de fazer face, no dia-a- -dia do seu trabalho? JB - A minha principal função é gerir e motivar a equipa, que conta com 26 pessoas, dando apoio, resolvendo questões, seguindo as normas de execução do serviço acordadas entre a Securitas e o El Corte Inglés. Os desafios que enfrento são o de diminuir a incidência de furtos dentro da loja, estar preparado para situações de eventual emergência, o que é muito valorizado por este nosso Cliente. SP - Pela sua experiência, o que aconselharia aos colegas que venham a desempenhar funções no Segmento do Retalho? JB - Primeiramente, que tenham gosto por esta actividade específica. É necessário um desempenho com profissionalismo, credibilidade e disponibilidade para servir, querer ser útil. Desta forma cumprimos os objectivos de qualidade da Securitas, bem como correspondemos às necessidades e exigências do Cliente. Aproveito para saudar os meus colegas, na expectativa de que continuem a gostar do seu trabalho, porque um serviço bem desempenhado contribui para a satisfação do Cliente e para a realização pessoal de cada um, com benefícios para todos. Gostaria também de aproveitar a oportunidade para desejar um bom Natal a todos.u Securitas Portugal - Há quanto tempo é Vigilante na Securitas e há quanto tempo desempenha funções no El Corte Inglés? Raquel Pereira - Estou na Securitas e no El Corte Inglés de Gaia há sensivelmente quatro meses. SP - Gosta de trabalhar no ambiente do retalho? RP - Gosto muito, porque além dos Colegas e dos Chefes que estão sempre a ajudar, é fácil e agradável trabalhar cá. SP - Quais os principais desafios a que tem de fazer face, no dia-a-dia do seu trabalho? RP - Estou na parte da recepção dos Colaboradores do El Corte Inglés, onde tenho várias funções, como o controlo de entradas e saídas internas e externas, a responsabilidade de guardar os seus pertences e lidar com os Clientes da loja, no que se refere aos perdidos e achados. Sem trabalho de equipa não se consegue atingir os objectivos. SP - Pela sua experiência, o que aconselharia aos colegas que venham a desempenhar funções no Segmento do Retalho? RP - O mais importante é estarmos atentos, sermos responsáveis e organizados.u 30 31

17 vigilância especializada CONTRIBUIÇÃO POSITIVA DA SECURITAS Embaixada de França A Securitas tem dado uma contribuição positiva para a qualidade das recepções e demais eventos da Embaixada de França em Portugal. Conversámos sobre segurança, incidindo nos serviços ali prestados pela Securitas, e também sobre a relação entre ambos os países. Securitas Portugal - A Securitas presta serviços na Embaixada de França em Portugal, nomeadamente nos principais eventos que aí decorrem. Porque foi escolhida a Securitas para prestar estes serviços? Embaixada de França - Tendo em conta a boa reputação da Securitas, em matéria de segurança, a Embaixada de França tem por hábito recorrer aos serviços desta empresa para que esta zele pela segurança nos eventos e nas recepções que se realizam no Palácio de Santos, onde se situa a Embaixada. A Embaixada de França dá uma grande importância à qualidade das suas recepções, por estas servirem de montra do nosso país em Portugal. Estas recepções têm de ser irrepreensíveis e isso também passa pelo próprio acolhimento que é feito à entrada do palácio, quer pelo pessoal da Embaixada, quer pelos Vigilantes da Securitas SP - Os Serviços da Embaixada estão satisfeitos com os serviços prestados pela Securitas? Que importância é dada à qualidade, postura e aprumo dos Vigilantes Securitas? Embaixada de França - As recepções começam logo à entrada do Palácio de Santos, por isso, a segurança e o acolhimento dos convidados é de uma grande relevância. Os Vigilantes que estão sistematicamente presentes, à entrada, devem estar totalmente aptos para esta tarefa de receber os convidados e para garantir a segurança destes, bem como do recinto onde se dão as recepções. Com a satisfação da Embaixada, os Vigilantes da Securitas têm dado uma contribuição positiva para a qualidade das nossas recepções. Congratulamo-nos com o seu profissionalismo e o pessoal da Embaixada tem o prazer de recorrer aos serviços prestados por estes Vigilantes, para as suas recepções. SP - Qual a importância que a Embaixada atribui ao factor segurança? Embaixada de França - A segurança é uma das prioridades tidas em conta pelas Embaixadas Francesas no mundo. Instruções pormenorizadas são dadas para que os recintos destas e as suas visitas sejam bem controlados. A preocupação prende-se obviamente com a segurança dos recintos, das pessoas que trabalham neles, bem como das visitas e dos convidados. Esta preocupação decorre das instruções que são dadas pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros aos Embaixadores e aos seus Colaboradores. Pedimos sempre que os Vigilantes da Securitas respeitem estas instruções, para que seja sempre mantido um alto nível de segurança dentro da Embaixada de França em Lisboa. SP - Como se caracteriza a presença Francesa em Portugal? Os Franceses sentem-se bem em Portugal? Embaixada de França - A comunidade de franceses em Portugal conta com inscrições, pessoas registadas no Consulado de França, em Lisboa, e as restantes registadas no Porto. Estima-se que o número de franceses que não estão inscritos é mais ou menos equivalente. Esta comunidade é composta por um grande número de pessoas com dupla nacionalidade. Esta população tem um nível socio-profissional elevado. Mais de metade das pessoas inscritas no activo são quadros superiores, profissões intelectuais e empreendedores. A quase totalidade desta comunidade trabalha no sector terciário, onde o número de mulheres é quase equiparável ao número de homens. Muitos dos franceses, com nacionalidade francesa, confessam ter-se instalado em Portugal pela qualidade de vida do país. Por outro lado, a França é um grande parceiro económico de Portugal: A França é o terceiro parceiro comercial de Portugal. Em 2010, as exportações francesas para Portugal atingiram os 4 mil milhões de euros e as importações francesas oriundas de Portugal também foram de 4 mil milhões de euros. Em 2010, Portugal foi para a França o décimo oitavo Cliente e o vigésimo primeiro Fornecedor. A França é um dos principais investidores no país: em 2009, ocupou o sexto lugar em stock, o primeiro em transações brutas e o quarto em transações líquidas

18 A esta familiariedade histórica, cultural e humana pode acrescentar-se uma cumplicidade objectivamente geopolítica. Os três eixos da política externa portuguesa estão em consonância com as prioridades francesas. Portugal é um país atlântico: a nossa pertença comum à NATO, a nossa missão de combater o tráfico no Oceano Atlântico e de preservar nele a segurança, a nossa cooperação em matéria de política marítima europeia e a nossa vontade comum de valorizar a faixa atlântica constituem interesses comuns e duradouros. SP - Quais as principais iniciativas de colaboração Franco- -Portuguesa, nas áreas da Segurança e Defesa? Mais de 400 filiais de empresas francesas estão instaladas em Portugal, em quase todos os sectores de actividade, empregando cerca de trabalhadores. SP - Várias Entidades Francesas contribuem para a divulgação da vertente cultural Francesa, em Portugal. Gostaria de desenvolver um pouco este tema? Embaixada de França - A França dispõe, em Portugal, de uma vasta rede de estabelecimentos que se encarregam de divulgar a língua e a cultura francesas: O Instituto Francês de Portugal (IFP), cuja missão é difundir a língua e a cultura francesas, sendo um espaço privilegiado para o diálogo franco-português e para a criação artística contemporânea. O IFP acolhe a Alliance Française, a Nouvelle Librairie Française e o Instituto Cultural Romeno, possui uma sala de espectáculos, o auditório Philippe Fridman, uma mediateca, espaços de convívio e de exposições e uma cafetaria. Em todo o país, a língua francesa é ensinada através da rede de Alliances Françaises (a Alliance Française actua em Portugal através de 14 centros instalados de Norte a Sul do país). Os liceus franceses de Lisboa e do Porto também dão o seu contributo para esta difusão da cultura francesa. SP - Como caracteriza as relações Franco-Portuguesas? Embaixada de França - A instauração da democracia e a adesão de Portugal à CEE, em 1986, celebraram o reencontro do país com o continente europeu e com a França, país com o qual as relações se intensificaram ainda mais. A intensa circulação de obras literárias francesas, no século XIX, deixou marcas no país. Durante a ditadura e no período da transição democrática, a França serviu de modelo de referência para a liberdade de expressão e o debate de ideias. A emigração para França fez da comunidade portuguesa e luso- -descendente a primeira comunidade de origem estrangeira em território francês, que se estima ser formada por pessoas. Na área da Defesa, as Forças Armadas (FA) dos nossos dois países são destacadas conjuntamente nas operações internacionais, quer no quadro da ONU, quer da UE, ou da NATO. Portanto, a nossa cooperação tem com objectivo alcançar a interoperabilidade entre as nossas FA. Esta interoperabilidade obtém-se pelos exercícios, treinos e formações comuns. Na área da Segurança, a cooperação policial franco-portuguesa, em matéria de segurança interna, exerce-se prioritariamente através das redes de cooperação policial internacional (Interpol, Europol e Schengen), mas também através do canal bilateral que existe por intermédio do adido de segurança interna, dependente do Ministério do Interior Francês, assistido por um oficial de ligação, mais especializado no âmbito da criminalidade organizada e do tráfico de estupefacientes. Este dispositivo de delegacões da direcção da cooperação internacional está sediado em 84 Embaixadas no mundo, cobrindo 157 países. A cooperação bilateral vai consolidar-se através de acordos bilaterais em matéria de segurança interna e de protecção civil. A França e Portugal preparam um acordo de cooperação sobre segurança interna. Este acordo visa a realização de seminários, de acções de formação e de estudos comparativos, a redacção de manuais de boas práticas, de formação ou de qualquer outro projecto considerado importante no âmbito da cooperação policial da União Europeia, e a prevenção e luta contra o terrorismo e a criminalidade organizada. Um outro está também em curso no âmbito da protecção civil.u 34 35

19 GESTOR DE FILIAL LUíS DUARTE CHEFE DE GRUPO CARLOS DUARTE Há 35 anos na Securitas, Luís Duarte é actualmente Gestor da Filial Banca, Seguros e Representações Diplomáticas - - Lisboa. Colocámos-lhe algumas questões específicas sobre esta última área de actuação: Securitas Portugal - Como caracteriza os serviços de segurança que são prestados em Embaixadas e Consulados? Luis Duarte - Os serviços efectuados nas Embaixadas e Consulados, exigem muita responsabilidade. Em particular, a selecção dos nossos Vigilantes é muito cuidada, sendo que aspectos como integridade, postura, capacidade linguística, conhecimento dos hábitos e costumes dos Países em questão, são extremamente importantes, a fim de se poder prestar um serviço de excelência. SP - Acima de tudo, o que espera uma Embaixada ou um Consulado de uma empresa prestadora de Serviços de Segurança? Luis Duarte - Em primeiro lugar, que seja uma empresa sólida com provas dadas no mercado, e que seja de confiança, que penso ser um factor essencial em serviços desta natureza. Por outro lado, como já referi, os Vigilantes devem ter um conjunto de características que efectivamente acrescentem valor à actividade do Cliente. SP - Porque considera que, a nível internacional, a Securitas tenha uma presença tão significativa neste tipo de Clientes? Luis Duarte - A nível internacional, o Grupo Securitas está presente em 53 Países, o que lhe confere uma experiência muito vasta, que é compartilhada entre as várias subsidiárias. Este know-how fortalece o conhecimento que temos e que, naturalmente, é incorporado nos serviços que prestamos. A credibilidade e o profissionalismo são também factores muito relevantes na escolha dos prestadores de serviços, por parte de Embaixadas e Consulados.u Securitas Portugal - Quando iniciou a sua actividade na Securitas? Carlos Duarte - Eu represento a Securitas, desde Agosto de Iniciei a minha actividade na Embaixada de França, passando pelo Instituto Francês de Portugal. A Embaixada de França é o Cliente aonde há mais tempo presto serviços. SP - Como caracteriza o trabalho que presta na Embaixada? CD - É sobretudo um trabalho de controlo de acessos, vigilância a pessoas que entram e que saem: fornecedores, prestadores de serviços, convidados. Também, devido às características do espaço, é necessária particular atenção relativamente ao seu património. SP - Quais considera serem as características pessoais mais importantes, para o serviço que presta na Embaixada? CD - Tendo em conta o perfil do Cliente e o tipo de serviço que nos é solicitado, creio que as características mais importantes para um bom desempenho têm a ver com a apresentação, como recomenda o Manual do Vigilante; idoneidade, o domínio da língua Francesa, entre outras, a simpatia, a postura, tudo isto numa portaria que requer extrema atenção, criatividade e dinamismo.u 36 37

20 v i gi lâ n c i a e sp e c i a l i z ad a VIGILANTE JOÃO ASSUNÇÃO GERENTE E DIRECTOR-GERAL DA EUGSTER/FRISMAG Estamos satisfeitos com a Securitas Securitas Portugal Quando iniciou a sua actividade na Securitas? João Assunção - Iniciei a minha actividade na Securitas em 2004, portanto há oito anos. SP - Como caracteriza o trabalho que presta na Embaixada? JA - O trabalho desempenhado na Embaixada é de muita responsabilidade. Gosto de fazer um trabalho profissional, que seja efectivamente uma mais-valia para o Cliente. SP - Quais considera serem as características pessoais mais importantes, para o serviço que presta na Embaixada? JA - As características pessoais mais importantes são o sentido de responsabilidade, a educação no relacionamento com as pessoas e ter sempre uma boa apresentação.u A Eugster/Frismag, empresa pertencente ao Grupo suíço com o mesmo nome, tem uma unidade de produção no nosso país, em Torres Vedras. Ali fomos falar com o seu Gerente e Director- -Geral, Eng.º João Cachatra, sobre questões relacionadas com a segurança e a actividade desta empresa direccionada para o fabrico de pequenos electrodomésticos, destinados ao consumidor doméstico. Securitas Portugal - A Securitas é responsável pela segurança da Eugster/Frismag, desde O que se espera de um prestador de serviços de segurança e porque foi escolhida a Securitas? Eng.º João Cachatra - A nossa parceria com a Securitas iniciou- -se em 2005 com a prestação de serviços de Vigilância Mobile, associada a sistemas de Detecção de Intrusão. Na altura tínhamos o serviço de portaria assegurado por funcionários da nossa empresa, mas, como alguns estavam a aproximar-se da idade da reforma, equacionámos a hipótese de contratar um serviço profissional externo para o garantir. Como já havia uma colaboração com a Securitas que considerávamos positiva, decidimos, numa primeira fase, que um turno passasse a ser assegurado pela Securitas, perspectivando a evolução dessa prestação para a entrega total do serviço de Portaria à Securitas. Consultámos na altura o mercado, mas foi para nós óbvia a decisão pela Securitas para prestar esse serviço global. A credibilidade e idoneidade que a Securitas tem foi um factor primordial na nossa escolha. Actualmente e desde então, a nossa empresa possui uma solução de Segurança Integrada, que combina o Serviço de Vigilância Especializada 24 horas, com sistemas de Detecção de Intrusão. O que esperamos de um prestador de serviços na área da segurança é que nos dê exactamente uma sensação de segurança, aliada a procedimentos que de facto a assegurem, perante nós, 38 39

21 nacional os nossos Clientes, Fornecedores e outro tipo de Organizações. Sendo o serviço de Portaria o primeiro momento de contacto com a nossa Empresa, pretendemos que o mesmo seja uma experiência positiva. A Securitas tem tido também a capacidade de se adaptar e reagir adequadamente às situações, bem como de nos oferecer a possibilidade de evoluirmos em matéria de segurança. SP - A Eugster/Frismag optou por implementar uma solução de Segurança Integrada na sua fábrica. Quais as vantagens desta solução, relativamente à solução mais tradicional, de Vigilância pura? JC - Digamos que o conceito não foi pensado assim logo de início, começámos até com a segurança electrónica e seguidamente com Vigilância Mobile, como já referi, e só depois o conceito total, incluindo a Vigilância Especializada. Pensamos, hoje em dia, que os sistemas se complementam e que nos dão um elemento acrescido de segurança. Foi assim que evoluímos e pensamos que é uma mais-valia termos todas as componentes, além de que, desde sempre, foi para nós evidente que deveríamos ter um único interlocutor nesta matéria. SP - Qual a importância que a Eugster/Frismag atribui ao factor segurança? JC A segurança é muito importante para nós e sempre esteve ligada ao próprio desenvolvimento da nossa empresa, que tem 23 anos de existência, e em ligação com a evolução da nossa gama de produtos, que actualmente têm um grande valor acrescentado. Os nossos Clientes são empresas conceituadas, pelo que a mensagem que temos de lhes transmitir é que os produtos que para eles produzimos estão seguros. Qualquer problema a este nível, seria um factor de risco adicional relativamente aos postos de trabalho da nossa empresa. E temos de garantir que não se verifiquem ameaças aos postos de trabalho que temos. SP - A Eugster/Frismag está satisfeita com os serviços prestados pela Securitas? JC Naturalmente que sim, caso contrário já teríamos desenca- deado um processo de alteração da situação. Estamos satisfeitos, pois a Securitas sempre deu resposta às nossas necessidades, sempre houve entre nós um relacionamento cordial, quer do ponto de vista técnico, quer comercial. No que se refere mais propriamente ao serviço, agrada-nos o perfil dos Vigilantes da Securitas que aqui temos, o seu profissionalismo, postura e qualidade. No news is good news, não temos tido qualquer queixa, o que nos garante que há satisfação no atendimento, efectuado pelos Vigilantes. A preocupação da Securitas em efectuar inspecções periódicas, reforçando o grau de satisfação, é importante para nós. A relação custo/benefício para este nível de serviço de qualidade está de acordo com as nossas expectativas. SP - Qual a principal actividade e os principais produtos da Eugster/Frismag? Somos uma empresa Portuguesa, mas pertencente a um Grupo com sede na Suíça alemã que, apesar de ser de estrutura familiar, tem uma presença internacional. A actividade do Grupo é a fabricação de pequenos electrodomésticos, direccionados ao consumidor doméstico. Começámos com máquinas de café e, actualmente, temos também sistemas de passar a ferro. Os vários produtos que produzimos são destas duas gamas. O Grupo é um fabricante OEM (Original Equipment Manufacturer), sem marca própria, prestando serviços de produção a marcas muito conceituadas. Quem efectivamente fabrica somos nós, mas os produtos são comercializados pelas marcas. O Grupo especializou-se de tal forma em máquinas de café que, não só prestamos o serviço de produção a essas marcas, como fornecemos a vertente de projecto. Em Portugal e na China o Grupo dedica-se praticamente só à produção. Na Suíça, as três fábricas ali existentes, possuem as duas áreas: de fabrico e projecto. O Grupo Eugster/Frismag é líder mundial, ao nível das gamas mais elevadas de máquinas de café: máquinas de cápsulas, tipo Nespresso, e máquinas automáticas de café para uso doméstico. Em Portugal temos ainda, e só no 40 41

22 nosso país, a produção dos sistemas de passar a ferro, que contam com duas gamas de produtos: tábuas de passar a ferro a vapor e estações de vapor. A marca Laurastar é do nosso Cliente suíço, que comercializa estes sistemas. Ao nível das máquinas de café temos Clientes como a Krups, Philips, Bosh, Siemens, AEG, Electrolux, Nespresso, entre outros. Temos mais Clientes, não tão conhecidos em Portugal, mas que são líderes de máquinas automáticas de café no mercado alemão, tais como a Jura e a Mellita, com produtos topo de gama. Em Portugal não temos duas áreas: Vendas e Projecto. É através da Suíça que as encomendas são feitas, pois é ali que está situada a área Comercial. Em relação à fábrica em Portugal, somos, como referi, uma empresa com mais de 20 anos de actividade, que foi crescendo ao longo dos anos. Temos actualmente 650 Colaboradores. Dada a sazonalidade de alguns produtos, há alguma flutuação nos postos de trabalho, principalmente no que se refere às máquinas de café, cujo pico é no Natal. Em termos médios andamos à volta dos 570 postos de trabalho. SP - O sucesso não acontece por acaso e neste período de austeridade económica que o país atravessa, a Eugster/Frismag mantém o seu crescimento. Quais os factores que mais têm contribuído para o seu sucesso? Fundamentalmente, a grande fonte de sucesso é a capacidade empresarial do nosso empreendedor Suíço (Sr. Arthur Eugster), cuja visão assenta e consubstancia-se no topo tecnológico. Sempre apoiados na capacidade de projecto do Grupo Eugster/Frismag, com as suas equipas de engenheiros, que se situam ao mais alto nível tecnológico. Esta postura permite-nos estar em mercados de alta exigência, como é o caso do alemão e do Centro e Norte da Europa, que não são tão afectados pela conjuntura económica, bem como mercados como a Rússia e a Austrália. No que se refere ao nosso país, o sucesso deve-se ao facto da equipa portuguesa estar à altura da exigência da visão e estratégia delineada pelo Grupo, e do nível tecnológico desenvolvido pelas suas equipas de Projecto. SP - A Eugster/Frismag, especializada no fabrico das célebres máquinas de café Nespresso, poderá procurar oportunidades noutros produtos/mercados? Como antevê o desenvolvimento da Eugster/ /Frismag num futuro próximo? A Nestlé, quando introduziu e desenvolveu o inovador conceito Nespresso, baseado numa máquina de café expresso em cápsulas, e criou essa marca para a comercializar, integrando um serviço personalizado apoiado pelo Clube Nespresso, recorreu à Eugster/Frismag para a produção da máquina de café desse tipo. Durante muitos anos estabeleceu uma parceria com a nossa empresa em termos de exclusividade. Actualmente não somos o único fabricante, mas somos o principal, em termos de Grupo. Em Portugal, essa parceria durou 10 anos, durante o período de 2001 a No final do século XX, fabricávamos essencialmente para a Krups, que era do Grupo Moulinex e que passou a pertencer ao Grupo SEB que, por sua vez, passou a adquirir os produtos na Ásia. Foi para nós o período mais crítico, razão pela qual o Grupo Eugster/Frismag decidiu passar para Portugal uma parte do fabrico das máquinas Nespresso. Actualmente, as máquinas Nespresso são principalmente produzidas na Suíça e na China. E, a partir de 2006, a unidade de produção de Portugal passou a produzir as máquinas automáticas de café e os sistemas de passar a ferro, nas percentagens de, respectivamente, 75 e 25 por cento. Esta é a fotografia da nossa actividade. Penso que há muito a desenvolver nas máquinas automáticas de café, em termos de electrónica e interface com o utilizador. Vejo, por isso, uma consolidação nesta área em Portugal. Há outro segmento das máquinas de café industriais, dirigidas ao mercado empresarial, em que verificamos uma tendência de desenvolvimento, de forma que, através do grande know-how que o nosso Grupo possui, vislumbramos fazer evoluir as máquinas automáticas de café domésticas para outro patamar, que é este mercado industrial/empresarial.u >> O Grup Eugster/Frismag tem a sua sede em Romanshorn, na Suíça de língua alemã. A actividade do Grupo multinacional remonta a 1976, altura em que o seu fundador e ainda principal accionista, Arthur Eugster, criou a sua primeira empresa ligada à produção de electrodomésticos, com a inestimável colaboração do seu irmão e sócio, Markus Eugster. >> As suas cinco unidades de produção, três localizadas na Suíça, uma na China e uma em Portugal, Torres Vedras, empregam um total de aproximadamente Colaboradores, com um volume de negócios de várias centenas de milhões de euros. >> Em Portugal, a Eugster & Frismag, Electrodomésticos Lda., iniciou a sua actividade em >> A empresa Portuguesa, à semelhança do Grupo a que pertence, possui um Sistema de Gestão da Qualidade, assegurado por um Departamento específico e segundo padrões do mais alto nível

23 GESTOR DE FILIAL JORGE AMADO SUPERVISOR PAULO VEIGA Jorge Amado, Gestor da Filial Multinacionais-Indústria, Lisboa, é responsável pela segurança da Eugster/Frismag. No âmbito dessas competências, obtivemos a sua opinião sobre os serviços prestados a esta empresa nossa Cliente e a outras entidades abrangidas por esta Filial. Securitas Portugal - Como caracteriza as suas responsabilidades como Gestor de Segurança de empresas na área das Multinacionais-Indústria, Lisboa? O Supervisor Paulo Veiga, entre os Clientes da região que tem a seu cargo, tem a responsabilidade da coordenação dos Vigilantes que prestam serviço na Eugster/Frismag, sendo o interlocutor preferencial com este nosso Cliente, fazendo a ligação com a Securitas. Falámos sobre o seu percurso na nossa empresa e sobre a Eugster/Frismag. Jorge Amado - Nas Multinacionais, os processos de mudança, que acontecem com alguma frequência, têm geralmente origem na casa- -mãe. Estes processos são implementados com celeridade, aumentando o grau de responsabilidade de quem gere o Cliente. Esperam da nossa parte, um compromisso de responsabilidade condizente com as expectativas e necessidades criadas. O estar próximo do Cliente é muito importante, possibilitando desenvolver as melhores Soluções de Segurança para cada instalação, acrescentando valor e uma maior especialização nos serviços. Neste capítulo, a ligação entre Gestor de Filial / Supervisor / Vigilante, é essencial. SP - Acha que a Securitas é diferente na capacidade de resposta que pode oferecer a estas Empresas? JA - Inequivocamente que sim! A experiência acumulada ao longo destes anos, permite-nos dar respostas positivas a todos os desafios. A implementação de soluções de Segurança Integrada, compreendendo meios humanos e técnicos, diferencia-nos da maioria das ou- tras Empresas de Segurança. Aliadas a este factor, temos a competência, proactividade e atitude dos nossos Vigilantes, nosso principal activo, sempre acompanhados pelos Supervisores. SP - Estes Clientes são naturalmente muito exigentes. Como encara esses níveis de exigência e os desafios que se apresentam neste contexto? JA - Dada a conjuntura actual, verifica-se um aumento da preocupação com a segurança. Com a nossa especialização e com as Soluções de Segurança preconizadas para cada instalação, podemos encarar os futuros desafios com optimismo. Se, por um lado, a nossa actividade se torna mais exigente; por outro, é um permanente desafio às nossas capacidades. SP - Em particular, no que respeita à Eugster/Frismag, o que lhe apraz referir sobre a parceria que tem sido desenvolvida com este Cliente? JA - Temos uma relação sólida e de confiança, ou seja, uma relação win-win, construída passo a passo. Em 2008, o Cliente confiou-nos a segurança das suas instalações com oito horas diárias de Vigilância Humana. No início de 2012, ampliámos os Serviços de Vigilância Humana para as 24 horas. Neste momento, estamos a evoluir para uma Solução de Segurança Integrada, com implementação de Sistemas de Videovigilância. Esta solução vai permitir aumentar os níveis de segurança já existentes. A Eugster/Frismag tem bem definidos os seus objectivos em termos de segurança, para a sua instalação. Queremos continuar a merecer a sua confiança, elevando continuamente os níveis de segurança, proporcionando assim valor acrescentado à actividade do Cliente.u Securitas Portugal - Porque escolheu a Securitas há 13 anos? Paulo Veiga - Verificou-se um episódio caricato. Vim a Lisboa fazer formação numa empresa concorrente e desisti a meio do curso, por achar o conteúdo da formação muito fraco e os valores prometidos inicialmente não corresponderem à verdade. Alguns dias depois, um amigo meu, que trabalhava no IFP - Instituto de Emprego e Formação Profissional, informou-me que a Securitas estava a recrutar candidatos para Bragança. Desloquei-me ao Porto, fiz a entrevista e iniciei a formação na semana seguinte. Logo depois da formação, fui colocado no IFP de Bragança, durante quatro anos. Passado esse tempo, solicitei transferência para Lisboa. Estive a trabalhar durante um ano como Vigilante, tendo sido mais tarde promovido a Supervisor. Com a segmentação da Empresa, passei para a Filial Multinacionais/Indústria, em 2006, onde permaneço até hoje. SP - Como encara as responsabilidades que tem, no trabalho diário junto dos seus Clientes? PV - A função de Supervisor exige uma total disponibilidade e uma enorme responsabilidade. Temos de estar preparados para resolver todos os problemas que nos podem surgir a qualquer hora, no menor espaço de tempo. A capacidade de antecipação que precisamos de ter é essencial. SP - No caso específico da Eugster/Frismag, o que considera serem os elementos mais importantes para prestar um serviço de qualidade? PV - A nossa dedicação total ao Cliente, motivação e espírito de entreajuda e de equipa. É necessário mantermos os nossos Vigilantes motivados, para que prestem o serviço de excelência a que temos habituado os nossos Clientes. Temos todos de trabalhar em equipa, com vista a responder com a maior brevidade a todos os desenvolvimentos no Cliente, e só com uma estrutura bastante sólida isso é alcançável. SP - Gosta dos níveis de exigência colocados pela Eugster/Frismag? PV - Claro que sim. Os Clientes com um grau elevado de exigência, como a Eugster/Frismag, ajudam a que o trabalho seja efectuado com muito mais rigor e precisão. Quanto mais exigente é o Cliente maior é o desafio e é para isso que trabalhamos todos os dias. O nosso principal objectivo é oferecer um serviço de elevada qualidade aos nossos Clientes.u 44 45

24 homenagem VIGILANTE ELISABETE LOURENÇO Na Eugster/Frismag, trocámos impressões com a nossa Vigilante Elisabete Branco Lourenço, que ali desempenha funções. 25/30/35/40 ANOS DE SERVIÇO Reconhecimento a Colaboradores Relativamente aos Colaboradores que atingiram, no ano de 2011, 25, 30, 35 e 40 anos ao serviço da Securitas, decorreu na nossa Sede um evento de homenagem, no passado dia 27 de Setembro. Securitas Portugal - Há quanto tempo desempenha funções neste Cliente? Elisabete Lourenço - A tempo inteiro, há um ano, mas desde há dois anos para cá que tenho assegurado o período de férias, em substituição de colega. Na Securitas estou ao serviço desde o ano de 1999, com o cargo de Vigilante e exerci funções em vários Clientes até vir para a Eugster/Frismag. SP - Como encara as responsabilidades que tem nas suas funções? EL - Entendo que tudo o que é das minhas atribuições e que tenha sido estabelecido com o Cliente, devo fazer da melhor forma e zelando os seus interesses. É exactamente para isso que aqui estou. SP - Do que é que gosta mais no trabalho que executa diariamente? EL - Principalmente ter contacto com as pessoas, desde Clientes a Fornecedores, nomedamente transportadoras, e com os Colaboradores da Empresa, especialmente estes, pois precisamos diariamente uns dos outros. SP - Que conselhos daria aos Colegas que venham a iniciar funções na Securitas, na área dos Serviços de Vigilância? EL - Primeiro que tudo, terem em consideração que prestamos serviço a um Cliente e, como tal, temos de aliar as normas da Securitas, que regem o nosso trabalho, com as normas do Cliente. Só assim se pode prestar um serviço de qualidade. Se mantivermos sempre esta postura, que é a correcta, dificilmente teremos algo que nos possa ser apontado. Esta atitude é garantia da satisfação do Cliente e da Securitas, pois não haverá lugar a reclamações do serviço prestado.u Idênticos eventos foram realizados no Porto, no Algarve e nas Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores, juntando os homenageados de cada uma destas zonas, que atingiram os vários escalões de antiguidade. Algumas cerimónias de reconhecimento, abrangeram igualmente os Colaboradores dos referidos anos de serviço completados em Colaboradores das Filiais de Lisboa e Setúbal Publicamos aqui os seus nomes, expressando, em nome da Securitas, gratidão pelo seu contributo e dedicação, desejando-lhes muito sucesso pessoal e profissional, no futuro. 46

25 LISBOA e SETÚBAL Anos 35 Anos 25 Anos José Matos Ferreira Alfredo José Marques Alves António José Costa Esteves José Luís Dias Neves Rogério António Pinela José Albérico Franca Gomes Luís Manuel Felino Barbosa Orlando Jorge Cruz Godinho Norberto Jesus Freitas Vitor Manuel Lopes Jorge Berta Sabrosa Cruz Alves Fernando Jesus Peres Stelio Henriques Amaral Osório Carlos Armando Correia Neves Francisco José Cochicho Pelaio José Filipe Vestias Palhinhas Agostinho Jesus Silva Gonçalves Carlos Alberto Pinto Santos Portugal Manuel José Fernandes Pimenta Morais José Adelino Ribeiro Lopes Joaquim Branco Gamas Silva José António Miranda Leandro Ana Graciela Carvão Andrade Lima REGIÃO NORTE 2011 Armando Barata Gonçalves António José Varela Rijo Carlos Alberto Velosa Alves Isabel Maria Costa Alves Araújo Ferreira 40 Anos João Rodrigues Gonçalves Paulo Renato Santos Constantino José Jorge Sanches Luís Filipe Costa Pereira Silva Belmiro Durbeck Bruno Amândio Simão Lopes Vicente Francisco António Barreto Valadas Alberto Henrique Fernandes João Manuel Coimbra Delgado Silva José Joaquim Pereira Pena Francisco Xavier Matos S. S. Pereira Francisco José Mendes Amaral Humberto José Silva Augusto Teresa Maria R. F. Esteves Alves Alberto Paiva Correia Rui Paulo Silva Araújo Francisco Manuel Neves Wahnon José Joaquim Silva Fernandes Amélia Cristina Simões Lopes Firmino Lopes Costa Nunes Fonseca Maria Vitória Martinho A. Estrela Torres 25 Anos José Eduardo Martins Barbosa António Silva Mendes Delfim António Lopes Machado Maria Isabel Silva Novo Manuel Martins Pires Nujo Ana Paula Rodrigues Martinho 30 Anos José Pereira Costa Francisco Mendes Gonçalves Maria Adelaide Fernandes Leite Orlando Silva Sá Diaquino Cardoso Guerra Resende Fernando Florêncio Pinheiro Matos Francisco Marques Almeida José Carlos Gonçalves Gil 35 Anos Manuel Neves Acúrcio

26 30 Anos Jorge Pereira Cunha Joaquim Abel Senare Praça José António Vital Nunes 35 Anos Isidro Gonçalves Monteiro Adília Lucina Nunes Santos REGIÃO Colaboradores da Região NORTE Norte 2012 REGIÃO NORTE 2012 ALGARVE 25 Anos José Carlos Silva Pimenta José Joaquim Teixeira Machado Augusto Abílio Cardoso Simão António Mário Batista Guedes Silva Maria Lúcia Morais Fernandes Torres Manuel Joaquim Coelho Soares Eduardo Jorge Pereira Ribeiro Américo Manuel Teixeira Coelho Jaime Augusto Moreira Ramos António Luís Sousa Cardoso Francisco José Pinto Ferreira Fátima Maria Pereira Silva Sérgio Manuel Rocha Moreira Nicolau Ferreira Paiva Fernando Costa António Abel Ferreira S. Oliveira José Maria Alves Oliveira Serafim Prado Correia Valdemar Deus Cardoso Vieira Manuel Ferreira Silva Júlio César Soares Domingos José Correia Teixeira Jerónimo José Rocha Coelho Hermínio Gomes Mateus Carlos Manuel Marques Santos António Manuel Albuquerque Lopes Adelino Oliveira Cação Ribeiro 25 Anos Jorge Xavier Fernando Morais Vítor Dâmaso Paulo Tomé 50 51

27 destaque SECURITAS QUEM FAZ A DIFERENÇA Dedicamos este espaço aos Colaboradores que na Securitas fazem a diferença, pelo seu empenho e dedicação, qualidades que se revelam e expressam, a nível humano e profissional, numa prática quotidiana louvável, reconhecida pelos nossos Clientes. Publicamos aqui algumas das cartas e s que deles recebemos, agradecendo e louvando a prestação e especial postura de Colaboradores da Securitas, desejando que este exemplo seja seguido por outros Colegas. Alguns dos louvores reproduzimos na íntegra e outros resumimos, pois não nos é possível publicá-los na sua totalidade. Em carta dirigida ao nosso Administrador-Delegado, um Cliente do Forum Algarve deixou expressos os seus agradecimentos ao Vigilante Chefe Luis Casanova e ao Vigilante Adriano Pereira, ali a prestarem serviço, pelo auxílio prestado quando a sua viatura, que se encontrava no parque de estacionamento daquele Centro Comercial, ficou sem bateria. Sublinhou a sua simpatia e educação, bem como eficiência na assistência prestada. Da esquerda para a direita: Vigilante Adriano Pereira, Supervisor Arnaldo Castro, Director de Operações Forum Algarve Francisco Magalhães, Vigilante Chefe Luís Casanova e Gestor de Filial Maurílio Soares 53

28 À Central de Segurança do Forum Aveiro, um Cliente daquele Centro Comercial manifestou igualmente por carta a sua admiração e agradecimento à equipa da Securitas ali em serviço, sob a orientação do Vigilante Acácio Soares, pela devolução de uma bolsa que deixara esquecida num dos estabelecimentos do Forum Aveiro, facto que o impressionou muito favoravelmente. Por parte do Hospital Beatriz Ângelo, unidade hospitalar situada em Loures, foi dirigido ao Gestor de Filial e Responsável pelo Segmento Saúde, Luis Silva, uma referência elogiosa a toda a equipa da Securitas que ali presta serviço, por parte da Responsável pelo Serviço de Gestão Hoteleira, Marisa Raposo, que tem a seu cargo a segurança daquele Hospital. Destaque também foi dado ao empenho contínuo do Responsável de Segurança Wilson Reis e do Supervisor José Pires. Da esquerda para a direita: Supervisor do Cliente José Pires, Vigilante Rogério Fontes, Gestor da Filial Adm. Pública e Saúde Luís Silva, Vigilante João Freire, Responsável Adjunto dos Serviços Gestão Hoteleira Dr. Miguel Teixeira, Responsável dos Serviços Gestão Hoteleira Dr.ª Marisa Raposo, Coordenador/Chefe Grupo Wilson Reis, Vigilante Alegria Fernandez, Vigilante Alexandre Reis, Vigilante Arlindo Caldeira, Vigilante José Mendes e Vigilante José Santos Coordenadora do Serviço de Gestão Hoteleira SGHL - Sociedade Gestora do Hospital de Loures, SA Avª Carlos Teixeira, Loures Portugal T F Ext.: Tlm.: O Chefe de Estado Maior da Zona Militar dos Açores, através de carta, exprimiu os seus agradecimentos pelo apoio prestado pela equipa da Securitas destacada para as comemorações do Dia do Exército, sublinhando o espírito de cooperação sempre demonstrado por todos os elementos que a constituíram

29 cultura O Serviço de Finanças Lisboa 2 deu-nos conhecimento de um de uma contribuinte, que quis expressamente elogiar o atendimento atencioso e simpático que lhe foi prestado pela nossa Vigilante Ana Afonso, realçando a sua dedicação no esclarecimento dos utentes daquele serviço. EM DESTAQUE NA CULTURA.SUL Igor Silva: Profissão e Arte RESUMO DE LOUVORES Numa perspectiva de reconhecer o talento existente na Securitas, destacamos o caso de alguns dos nossos Vigilantes que, por mérito próprio, merecem realce. Equipa da Securitas e Vigilante Ana Pinto - Cliente: Carris Relativamente ao nosso Cliente Carris, recebemos dois s distintos: um por parte da Dr.ª Maria Gabriela Pereira, Responsável da Área DLT/Apoio Geral, que tem a seu cargo a segurança daquela empresa nossa Cliente, agradecendo a toda a equipa da Securitas pelo excelente trabalho e prontidão, no âmbito das comemorações do aniversário da Carris. O outro proveio de uma utente da Carris, pelo atendimento gentil e atencioso que lhe foi prestado pela nossa Vigilante Ana Pinto, no Posto Mob do Colégio Militar (Benfica), em Lisboa. Encarregado de Segurança André Santos e Equipa da Securitas - - Cliente: CascaiShopping Através de carta, o Director daquele Centro Comercial, fez-nos chegar documento de Cliente em que elogiou a simpatia e eficiência do nosso Vigilante, pela forma como tratou a queixa relativa ao desaparecimento da sua carteira. Na carta, o Director do Cascaishopping expressou também o seu agradecimento aos restantes elementos da equipa da Securitas que ali presta serviços de Vigilância Especializada. Chefe de Grupo Tiago Pereira - - Cliente: Centro Educativo da Madeira O Director do Centro Educativo da Madeira endereçou, ao Gestor de Filial da Securitas naquela Região Autónoma, um de louvor ao excelente e dedicado trabalho do Chefe de Grupo Tiago Pereira. Vigilante Daniel Glória - Cliente: Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Sotavento Algarvio A Área de Suporte daquela instituição bancária, em carta de reconhecimento pelo desempenho deste nosso Vigilante, enviada para a nossa Sede, refere que, além de estar perfeitamente integrado naquela estrutura, é um profissional pontual, responsável, educado, receptivo a qualquer pedido e sempre disponível para qualquer solicitação. Vigilante Miguel Rosa Santos Cliente: Izibuild A Gerente da Loja de Oeiras daquela empresa nossa Cliente enviou-nos uma carta de recomendação, salientando o profissionalismo e qualidades do Vigilante Miguel Santos que ali presta serviço. Dedica-se de uma forma elevada, demonstrando eficiência, assiduidade e pontualidade, capacidade de adaptação, simpatia e prontidão, segundo deixou expresso. Vigilante Ana Afonso Cliente: Serviço de Finanças Lisboa 2 Mais um utente daquele Serviço, enviou um , dirigido ao Responsável da Repartição de Finanças, para dignificar o trabalho desempenhado pela nossa Vigilante Ana Afonso, pelo modo como ajuda os contribuintes, de que foi testemunha. Deixou igualmente expressos os parabéns à Securitas pela louvável postura desta nossa Colaboradora. Vigilantes Marta Maurício e Dália Francisco Cliente: SRS Advogados Desta Sociedade de Advogados recebemos um louvor ao desempenho das duas Vigilantes da Securitas pela prestação de um serviço de qualidade, assente no esforço, dedicação e lealdade, tendo sido igualmente reconhecido o seu profissionalismo, simpatia e empenhamento no cumprimento das suas atribuições. Vigilantes Adão Leite, Pedro Silva, António Castro, e Superviso João Pais Cliente: Swedwood Portugal A Swedwood Portugal, unidade industrial da IKEA, através de do Responsável de Segurança, expressou os seus agradecimentos pela competência, dedicação e entusiasmo dos nossos Vigilantes, bem como pelo entusiasmo e profissionalismo demonstrados pelo nosso Supervisor.u O nosso Vigilante Igor Silva foi capa da publicação Cultura.Sul no passado mês de Outubro, tendo-lhe sido ali dedicada uma página sob o título Igor Silva no desafio aos ditâmes dos rótulos artísticos. Falámos com este nosso Colaborador que exerce funções na área da Vigilância Especializada. Trata-se de um artista versátil, como refere a Cultura.Sul. Igor Silva é muito mais que um escultor, do que um pintor ou do que um criador de ambientes, é um artista multifacetado, dotado de uma versatilidade que impõe mesmo a impossibilidade de enquadramento num único espaço artístico dentro das artes plásticas. Colocámos-lhe algumas questões, de forma a podermos conhecê-lo melhor e a sua visão no domínio da arte. Securitas Portugal - Quando iniciou o seu gosto pela arte? Igor Silva - O gosto designa em sentido figurado uma faculdade subjectiva, inata ou perfectível, a arte nasceu e cresceu comigo desde tenra idade, mais precisamente com dois anos de idade, ligada a manifestações de ordem comunicativa, influenciadas pelo meio socio-familiar e cultural na altura. SP - O que é para si a arte? IS - É uma pergunta difícil de responder, intrínseco ao homem, o processo de criação artística funciona como expressão da sua individualidade e relação com o todo. Porque cada pessoa tem uma experiência pessoal com o mundo artístico, assim, a Música a Literatura, a Escultura, a Pintura, a Dança, a Dramaturgia são expressões particularizadas do artista perante o mundo, há milhares de anos

30 cultura VIGILANTE POETA Carlos Pires: Sentimentos que Falam O nosso Vigilante Carlos Pires, que escreve desde os seus 15 anos, concretizou recentemente, com o apoio da Securitas, o sonho de publicar o seu livro de poesia intitulado Sentimentos que Falam. A arte é um meio de comunicação como tantas outras, de fazer o indivíduo ser melhor para o outro e para si mesmo, serve para provocar sonhos, mexer com pensamentos ideológicos ou não, emoções e, até mesmo causar estranheza, possibilita a recriação de um mundo mais justo e universal. SP - Quais as formas de arte em que trabalha e quais os seus temas preferidos? IS - Sou pintor, escultor e caricaturista, tenho preferência pela beleza natural humana e a especial relação do tipo de beleza com a moralidade. SP - Que conselhos daria a quem queira desenvolver o seu talento nesta área? IS - Entusiasme-se. Seja idealista. Queira consertar o mundo. Lute pela verdade. Faça com a arte um significado maior do que lutar pela sobrevivência. Com isso em mente, poderá dedicar-se a qualquer actividade que ela lhe gratificará a existência. O importante não é o sucesso nem a vitória. Leia a vida e obra de outros artistas, pratique, com vários materiais. SP - Qual o seu artista nacional e/ou internacional preferido, e porquê? IS - Pablo Picasso ( ). A sua potência criativa atirou- -o para o lugar cimeiro da arte do século XX. Uma era de génios globais e mediáticos, dos quais destaco também Albert Einstein (Físico). Picasso apoiou-se nos ombros de gigantes Granach, El Greco, Poussin, Velásquez, Goya, Ingres, Manet, entre outros. Eu vejo em Pablo Picasso a contrapartida pictórica da relatividade einsteiniana do espaço-tempo, o alquimista da metamorfose.u Transcrevemos um excerto das suas palavras de abertura do livro: ( ) aprendi a respeitar e a olhar a vida de uma forma mais positiva e a lutar pelos meus sonhos, as respostas que todos procuramos vamos encontrá-las ao longo da vida, basta estarmos atentos aos sinais que a vida nos dá e apenas viver, descobrir, sentir e acreditar que o amor e os sonhos, a amizade e o respeito são as bases que é preciso consolidar para podermos viver num mundo melhor. Publicamos também um dos poemas deste livro: A POESIA ESTÁ NO NOSSO CORAÇÃO! A Poesia está no nosso coração na nossa forma de viver e sentir é simplesmente a descoberta daquela emoção que não sabíamos que podia existir a Poesia está na nossa forma de saber dar e receber o que a vida tem de melhor a Poesia transforma a nossa maneira de ver o que existe para além da vida e do amor A Poesia não está apenas nas palavras que escrevemos ou falamos está na vida que construímos no caminho em que acreditamos a Poesia está no olhar de quem ama e deseja ser feliz e que deixe na terra ou no mar o amor criar a sua raiz u 58 59

31 cultura COM AZÁFAMA PRIMAVERIL Vigilante Carlos Duarte vence Concurso Fotográfico O Vigilante Carlos Duarte foi o vencedor da edição da Primavera do Concurso de Fotografia Captar Sintra A Biodiversidade das Estações, promovido pela Parques de Sintra Monte da Lua (PSML), no âmbito do Projecto BIO+Sintra. No passado mês de Agosto e depois de avaliados todos os trabalhos inscritos durante o período em que decorreu a edição da Primavera do concurso fotográfico Captar Sintra A Biodiversidade das Estações, de 18 de Março a 16 de Maio, o Júri do concurso decidiu atribuir o 1.º lugar ao nosso Vigilante Carlos Duarte, pela sua foto intitulada Azáfama Primaveril, captada no Parque da Pena. De Agosto até ao final do passado mês de Outubro, o Palácio de Monserrate expôs os três primeiros prémios e quatro menções honrosas. Os trabalhos vencedores estiveram igualmente em exposição na Casa Info Parques de Sintra, situada à entrada da Vila de Sintra. Carlos Duarte, como vencedor da edição da Primavera do concurso, recebeu como prémio a estadia de uma noite, para duas pessoas, com pequeno-almoço, num dos hotéis mais emblemáticos e românticos de Sintra, bem como o cartão anual de visitante da PSML e um vale FNAC no valor de 350 euros. A luz brilhante do sol primaveril, as novas cores e tonalidades desta época do ano, trazem na Primavera uma nova imagem à Serra, à fauna e à flora de Sintra e uma nova inspiração para fotógrafos amadores e profissionais, que poderão voltar a fotografar com um outro olhar o que de melhor Sintra tem para oferecer, foi o desafio que a Parques de Sintra Monte da Lua lançou aos visitantes dos parques que se encontram sob a sua gestão: Pena, Monserrate, Convento dos Capuchos, Castelo dos Mouros, Jardim da Condessa D Edla ou em qualquer das tapadas anexas. Este concurso de fotografia teve por principais objectivos: Contribuir para uma mudança comportamental por parte dos visitantes, com vista à redução da sua pegada de carbono e para a adopção de comportamentos mais sustentáveis Contribuir para sensibilizar para a importância da preservação da biodiversidade e dos valores naturais Mostrar os valores naturais de Sintra ao longo das várias estações do ano.u 60 61

32 eventos TORNEIO DE GOLF COM RECORDE DE ASSISTÊNCIA Securitas no VI Portugal Masters Como em edições anteriores, a Securitas prestou o seu apoio ao VI Portugal Masters, responsabilizando-se pela segurança deste torneio de golfe, um dos mais importantes da Europa, que decorreu no Oceânico Victoria Golf Club, em Vilamoura, de 10 a 14 do passado mês de Outubro. O Portugal Masters, considerado um dos principais torneios de golfe da Europa, conta sempre com a participação de golfistas de renome, exigindo um elevado nível de segurança, que tem sido assegurado pela Securitas, nos últimos seis anos. A edição deste ano da prova, com 2,2 milhões de euros em prémios, registou uma elevada assistência que totalizou espectadores, dos quais só no último dia, um recorde sem precedência numa prova nacional que, em parte, ficou a dever-se à participação dos três portugueses que terminaram o torneio o profissional Ricardo Santos e os amadores Pedro Figueiredo e Melo Gouveia. Fisher, que ocupou o segundo lugar da classificação; e menos duas que o neozelandês Michael Campbell, que se classificou em terceiro lugar. Ricardo Santos, com 278 pancadas ( ), seis abaixo do Par, foi o jogador português que obteve nesta prova a melhor classificação, a sua melhor de sempre.u O vencedor desta importante prova de golfe foi o irlandês Shane Lowry, com 270 pancadas ( ), 14 abaixo do Par; menos uma que o inglês Ross 62 63

33 eventos ASSOCIAÇÃO ACADÉMICA DE ESPINHO Securitas apoia modalidade de badmington Para a época de 2011/2012, a Securitas apoiou a modalidade de badmington da Associação Académica de Espinho (AAE). de Dezembro. E, no ano de 2012, nos torneios que decorreram de 24 a 26 de Fevereiro, em Sevilha; e a 12 e 13 de Maio, em Oviedo. Esta Associação possui várias equipas da modalidade, que têm participado não só em torneios nacionais, mas também internacionais. Entre estes últimos e no ano de 2011, destaca-se a presença de equipas da AAE no Internacionais CAR, que decorreu no nosso país de 2 a 4 de Dezembro; a participação, em Espanha, nos torneios de Gijon e Tordesilhas, disputados a 5 e 6 Ana Rita Amaral, campeã nacional de Sub17; Gabriela Pereira, vice-campeã de Sub15; Ana Marques e Inês Couto, ambas vice- -campeãs de Sub13; e João Oliveira, vice-campeão de Sub19 são atletas desta Associação Académica, que pelo seu elevado desempenho desportivo muito a prestigiam. Para a próxima época, a AAE pretende reforçar a formação a atletas jovens, numa perspectiva de excelência, visando a alta competição e a internacionalização, bem como desenvolver actividades no domínio do Desporto Escolar.u 64 65

34 eventos eventos CASA DO BENFICA DE SERPA Mini-basquetebol volta a concelho SECURITAS MARCOU A DIFERENÇA Vodafone Meia Maratona RTP Rock n Roll & Mini Maratona EDP A Securitas foi uma das empresas que apoiou o relançamento da modalidade de mini-basquetebol no concelho de Serpa. Mais uma vez, a Securitas marcou presença na Vodafone Meia Maratona RTP Rock n Roll & Mini Maratona EDP, evento que se realizou no dia 30 do passado mês de Setembro, domingo, na Ponte Vasco da Gama, com início às 10h30. A Casa do Benfica de Serpa, com o apoio de várias entidades e empresas, entre as quais a Securitas, trouxe esta modalidade de volta ao concelho. Suspensa praticamente durante quatro anos, por falta de condições para a sua realização, a época 2012/2013 de mini-basquetebol teve início no passado mês de Setembro, depois da Casa do Benfica de Serpa ter promovido uma acção de captação de jovens, com idades compreendidas entre os seis e os 11 anos, para a prática da modalidade. Os treinos realizam-se às terças e sextas-feiras, pelas 18 horas, no pavilhão da Escola Secundária de Serpa. A organização ofereceu o seguro desportivo aos jovens atletas.u Vários Colaboradores da Securitas juntaram-se para participar neste evento que, pela primeira vez na sua história de 12 anos, esgotou as inscrições, com 20 mil registos. As inscrições para a Mini Maratona EDP também esgotaram. O evento incluiu ainda a CTT Prova de Deficientes Motores em Cadeira de Rodas, com partida junto à Torre da GALP, no Parque das Nações, em Lisboa. Atletas e participantes percorreram 21 quilómetros, no âmbito da nova Meia Maratona de Portugal, que passou a designar-se por Meia Maratona Rock n Roll, rodeados de animação permanente, entretenimento e música ao vivo. Ao longo do percurso da prova encontravam-se 10 palcos com muita música. Monkey Flashback, Radiophone, October Flight, DJ Mega FM, Remote, DJ RR, Gonçalo Bilé, DJ RFM, Pitt Broken e Alberto Índio foram as bandas e os DJ que animaram e surpreenderam todos os participantes. No final das provas houve ainda um concerto com João Gil, Luís Represas e Xutos e Pontapés. Três atletas quenianos foram os vencedores desta corrida. Martin Lel conquistou o primeiro lugar, partilhando o pódio com Albert 66 67

35 r e sp o n s a b i l i d a d e s o ci al CAUSA SOLIDÁRIA Securitas apoiou Corrida Sempre Mulher Matebor e Titus Masai, respectivamente, ocupando o segundo e terceiro lugares. Hermano Ferreira superiorizou-se a Rui Pedro Silva, sendo o melhor português nesta prova, conseguindo os portugueses um lugar no top 10, ocupando o 9.º e 10.º lugares, respectivamente. Entre as senhoras, marcou presença a japonesa Mizuki Noguchi, campeã olímpica da maratona em Atenas, no ano de 2004, que não foi além da quarta posição. A queniana Priscah Jeptoo foi a vencedora da prova feminina, seguida da sua compatriota Margaret Muriuki, que terminou a competição em segundo lugar. Dulce Félix foi a melhor portuguesa em prova, conquistando o 3.º lugar no pódio. Paralelamente, decorreu a Mini Maratona EDP, com a vitória de Rafael Rucha, em masculinos, e a marchadora Ana Cabecinha, em femininos. O circuito Maratona Rock n Roll, criado pelo grupo Competitor, começou nos EUA, em 1998, com o objetivo de tornar uma simples corrida de atletismo num momento mais divertido e animado. Rapidamente, estendeu-se a países como a Espanha e Escócia. Este ano, foi a vez de se estrear em Portugal, aliando diversão e desporto. Foi esse o intuito de Carlos Móia, responsável pela organização e presidente do Meia Maratona Clube de Portugal, ao associar-se ao Competitor Group para trazer o conceito ao território nacional. A corrida Vodafone Meia Maratona RTP Rock n Roll vai prosseguir e a próxima prova será a Meia Maratona na Ponte 25 de Abril, no dia 24 de março de A organização garante que o conceito de juntar a música ao rock n roll vai manter-se.u À semelhança de anos anteriores, a Securitas foi um dos patrocinadores da última edição da Corrida Sempre Mulher, que se realizou no passado dia 11 de Novembro e teve início às 10h30, no Parque das Nações, na Zona Oriental de Lisboa. A edição deste ano da Corrida Sempre Mulher, cuja receita proveniente das taxas de inscrição reverteu a favor da Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama (APAMCM), contou com cerca de participantes, tendo sido angariados cerca de 77 mil euros. Pela sexta vez consecutiva, esta iniciativa solidária contou com a especial presença de Tony Carreira, na qualidade de Embaixador da Luta Contra o Cancro da Mama. A Presidente da APAMCM, Verónica Rufino, salientou a importância da prevenção, através do rastreio, desmistificando a fatalidade do cancro da mama. Leonor Beleza, presidente da Fundação Champalimaud (Centro do Cancro Champalimaud) esteve igualmente presente nesta edição da Corrida Sempre Mulher e também colocou o foco no rastreio, defendendo que é a maneira mais eficaz de salvar vidas e de conseguir que as mulheres vivam mais e melhor. Neste evento, com um percurso de cinco quilómetros percorridos a correr ou andar, as mulheres foram de facto as grandes protagonistas. Os homens também puderam participar na vertente de lazer, no entanto, como em outras edições, a corrida competitiva foi exclusiva à participação feminina. Em termos de competição, a prova contou com a presença de conceituadas atletas, entre as quais se destacaram Sara Pinho 68 69

36 r e sp o n sa b i l i da d e s o ci al SECURITAS APOIOU 1.ª Corrida Solidária Bosch A Securitas foi uma das empresas que apoiou a 1.ª Corrida Solidária Bosch, realizada no passado dia 4 de Novembro, em Aveiro, com fins solidários. que, depois de ter vencido a edição de 2011, voltou a ganhar a edição deste ano; Sandra Teixeira, uma das melhores corredoras de distâncias intermédias, conquistou o segundo lugar; e Ana Cabecinha, grande marchadora a nível mundial, ficou no terceiro lugar. O programa também foi pensado para receber os mais novos, já que incluiu o Espaço Criança com insufláveis e jogos, abrangendo todos os elementos de uma família. Todos os participantes receberam um kit composto por uma t-shirt, uma mochila, um boné e alguns brindes. E, no dia do evento, mediante a apresentação do número frontal, puderam viajar gratuitamente na CP, incluindo nos comboios regionais de Santarém, bem como na Carris, TST, Fertagus, Metro, Transtejo e Soflusa.u Mais concretamente, esta iniciativa teve como objectivo a angariação de fundos para três Instituições de Solidariedade Social, de mérito reconhecido: a Cáritas Portuguesa, a Associação de Solidariedade Social da Gafanha do Carmo e as Florinhas do Vouga. O Grupo Bosch em Portugal, conjuntamente com a Universidade de Aveiro, a Câmara Municipal de Aveiro, a Câmara Municipal de Ílhavo, a AIDA - Associação Industrial do Distrito de Aveiro e a colaboração técnica da Xistarca, promoveu esta corrida pedestre 70 71

37 patrocínio PROTECÇÃO DE ESPÉCIES EM VIAS DE EXTINÇÃO Campanha SOS Cagarro Sob o lema Proteja-o Ele precisa de si, a Campanha SOS Cagarro, lançada pelo Plano Regional de Educação e Sensibilização Ambiental (PRESAA), da Região Autónoma dos Açores, mereceu o apoio da Securitas, entre outras organizações locais. com uma extensão de aproximadamente 10 quilómetros, destinada a atletas federados e não federados, de idades superiores a 18 anos, sem distinção de sexo ou nacionalidade, mediante inscrição. A prova teve o seu início no centro de Ílhavo, passando pelo centro de Aveiro e terminando no Campus da Universidade de Aveiro. Em complemento, decorreu também uma caminhada de quatro quilómetros, com início e final no Edifício Central da Reitoria da Universidade de Aveiro. Para além dos troféus atribuídos ao absoluto masculino e feminino, bem como aos três primeiros atletas de cada escalão, a organização da prova distribuiu uma T-shirt e uma medalha, como prémios de participação, a todos os concorrentes que a concluíram.u Esta campanha tem como objectivo salvar o cagarro, ave em vias de extinção. De facto, o grande declínio que as suas populações mundiais registaram, nas últimas décadas, levam a considerar esta espécie como vulnerável, por isso é proibido capturar, deter ou abater ilegalmente estas aves e destruir ou danificar os seus habitats. Ao abandonarem os ninhos, as jovens aves são atraídas pelas luzes fortes, ficando desorientadas. No ano de 1991, a Câmara Municipal do Corvo promoveu a primeira iniciativa para minimizar o impacto causado pelas luzes artificiais, aprovando por unanimidade que a iluminação pública dos caminhos se mantivesse apagada nesse especial período do ano. Nasce assim a Campanha SOS Cagarro, criada no âmbito do projecto LIFE Conservação das Comunidades e Habitats das Aves Marinhas dos Açores. Actualmente, a Direcção Regional dos assuntos do Mar é a entidade que coordena e dinamiza esta campanha, incentivando a colaboração de várias organizações, entre as quais se encontra a Securitas, contribuindo para que esta importante iniciativa de conservação da natureza seja um exemplo bem sucedido de participação cívica. A degradação acentuada dos habitats, o stress alimentar e as luzes artificiais constituem obstáculos à sobrevivência desta espécie protegida. Sem a ajuda de campanhas de salvamento de cagarros, a taxa de mortalidade das aves que sofrem de queda devido aos factores anteriormente descritos seria da ordem dos 100%, pois a tendência quando caem é de se esconderem em locais escuros, conduzindo à morte por hipotermia, fome, predação e atropelamento. Em especial nos meses de Outubro e Novembro, período durante o qual as pequenas aves iniciam o primeiro voo em direcção ao mar, há que tomar algumas medidas simples, como sejam: desligar ou reduzir a iluminação pública nas zonas mais susceptíveis de queda, desligar ou reduzir a intensidade luminosa nos campos de jogos, recorrendo se necessário a escudos que impeçam que as luzes sejam direccionadas para cima, e aumentar a eficiência das campanhas de salvamento de cagarros acidentados em áreas críticas. O cagarro, ave marinha aparentada com o albatroz e a mais característica dos Açores, é também conhecido por cagarra-do-atlântico ou pardela de bico-amarelo. Possui plumagem escura, de cor castanha, na parte superior do dorso e asas, e clara na parte inferior, cabeça cinzento-acastanhada e cauda preta, bico forte com marcas a amarelo, pernas e patas rosadas. Os cagarros têm uma vida longa, podendo atingir os 40 anos de idade. Os seus cantos nocturnos são muito peculiares, alguns parecidos com o choro humano. Vivem quase toda a sua vida no mar, indo a terra apenas na época de reprodução e nidificação. A Região Autónoma dos Açores 72 73

38 i n t e r n a c i o n al é, a nível mundial, a zona mais importante para o cagarro, que está protegido por leis nacionais e internacionais. Sendo um local de nidificação, pensa-se que a população desta zona, mais de 180 mil casais reprodutores, represente 65% da população mundial da espécie, pelo que é fundamental conservar a população de cagarros nesta zona. Para além dos Açores, esta ave nidifica também nos arquipélagos da Madeira, Berlengas e Canárias.u PROCEDIMENTOS PARA SALVAR UM CAGARRO Em Outubro ou Novembro os jovens cagarros iniciam a sua migração para a zona tropical. São frequentemente encadeados pelos faróis dos automóveis, assim, muitos cagarros acabam por ser atropelados. Não é difícil evitar que isso aconteça. Se encontrar um cagarro ferido ou desorientado faça o seguinte: Arranje um caixote ou caixa de papelão, por exemplo uma caixa de sapatos, à qual se devem fazer fazer alguns furos, de forma a que possa respirar. DEPOIS: >> Aproxime-se lentamente do cagarro; >> Cubra-o com um casaco, manta ou toalha; se a cabeça do cagarro estiver coberta não há risco de levar bicadas; >> Segure-o com cuidado e coloque-o no caixote ou caixa com furos; >> Leve o cagarro para casa (no interior) e deixe-o dentro da caixa num local tranquilo (sem barulhos que o possam incomodar) e escuro. Em alternativa, entregue-o num posto da PSP, GNR, Polícia Marítima, Bombeiros ou Protecção Civil; >> Não alimente o cagarro para que não se habitue; >> Na manhã seguinte, dirija-se a um local perto do mar; >> Solte o cagarro, deixe-o pousado no chão e afaste-se do local; >> Ao fim de pouco tempo, o cagarro começará a voar e encontrará o seu caminho. SONDAGEM SECURITAS Como os Holandeses viajam em segurança nos Transportes Públicos Uma grande parte dos holandeses, mais precisamente 84 por cento, toma precauções no sentido de viajar, em transportes públicos, de uma forma segura. Por exemplo, aproximadamente 70 por cento viajam sempre com telemóvel e 75 por cento avisam pelo menos uma pessoa sobre o seu paradeiro. Enquanto viajam, um em quatro homens tenta não se destacar ou, como se diz em gíria, não dar nas vistas, em comparação com o que se verifica numa em cinco, no caso das mulheres. Estes são os resultados de uma sondagem efectuada pela Securitas na Holanda, a mais de utentes de transportes públicos. No âmbito desta sondagem, foi perguntado aos inquiridos o que faziam para garantir uma viagem em segurança. Os resultados mostraram que mais de uma em cinco pessoas escolhe não atraír demasiada atenção sobre si, numa percentagem de 25 por cento relativamente aos homens e 20 por cento em relação às mulheres. Segundo Marcel Reith, da Securitas, os homens são mais propensos a não chamar sobre si a atenção 74 3

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