Diálogo Homem-Máquina Documento técnico nº4. Edição de Junho de 2009

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1 Diálogo Homem-Máquina Documento técnico nº4 Edição de Junho de 2009

2 A biblioteca técnica da Schneider Electric é muito vasta tendo um elevado número de publicações sobre os mais variados temas : - Automatismos Industriais, Supervisão e Comunicação - Distribuição Eléctrica O Centro de Formação em Portugal optou desde há muito por traduzir e adaptar algumas destas publicações de modo a enriquecer as suas acções de formação com informação mais técnica. Esta publicação pretende complementar as acções de formação nas áreas da automação industrial/comunicação/diálogo homem-máquina. Nota: Declinamos toda a responsabilidade derivada da utilização das informações e esquemas reproduzidos na presente publicação bem como por eventuais erros ou omissões, contidos na presente publicação. Esta publicação corresponde à compilação e adaptação de diversos documentos relativos ao Diálogo Homem-Máquina da Schneider Electric. Fátima Borges (Engª) Centro de Formação da Schneider Electric Portugal 2

3 Índice 1 Introdução Função diálogo homem-máquina Informações de diálogo homem-máquina Estrutura de uma aplicação de diálogo Diferentes fases para a construção geral de um projecto com diálogo Homem-Máquina Interfaces de diálogo homem-máquina Comando e sinalização tudo ou nada Visualização e introdução de dados numéricos Terminais/ecrãs Servidor Web integrado Computadores Industriais ipc s Magelis Smart ipc Magelis Compact ipc Magelis Smart BOX, Magelis Compact PC BOX, Magelis Flex PC BOX Supervisão Glossário

4 1 Introdução Documento Técnico Diálogo Homem-Máquina Numa função de diálogo homem-máquina, o operador tem um papel extremamente importante neste processo. Em função das informações de que dispõe, o operador deve efectuar acções que permitam o bom funcionamento das máquinas e das instalações, mas que não ponham em causa a segurança e a disponibilidade de serviço. É indispensável que a qualidade da concepção das interfaces e da função de diálogo seja tal, que garanta aos operadores uma condução segura do processo em toda e qualquer circunstância. 1.1 Função diálogo homem-máquina As soluções actuais de sistemas automatizados, requerem o acesso à informação certa, no lugar certo e no momento certo. O objectivo do diálogo homem-máquina, (HMI-Interface Homem-Máquina), é permitir a comunicação entre o homem e a máquina de um modo simples para o operador utilizando as várias soluções existentes no mercado. O diálogo homem-máquina envolve sinais que tanto podem ser do tipo lógico como analógico. Este é estabelecido através de elementos que permitam a intervenção directa do operador (teclados, botoneiras, sinalizadores, consolas de visualização e comando e sistemas avançados de supervisão). A máquina informa assim o operador, através de sinalizadores sonoros ou luminosos e de monitores, sobre o seu estado de funcionamento. O operador tem deste modo uma maior facilidade de análise e diagnóstico ao nível da instalação ou da máquina, evitando-se desta forma erros de actuação. 1.2 Informações de diálogo homem-máquina O diálogo homem-máquina utiliza dois fluxos de informação que circulam no sentido: máquina-homem; homem-máquina. Estes dois fluxos são simultaneamente independentes e associados: - independentes, porque podem apresentar níveis de riqueza diferentes. É quem concebe o automatismo que define estes níveis, em função das necessidades do processo e do utilizador (por ex. sinais tudo ou nada do operador para a máquina, mensagens alfanuméricas ou sinópticos animados da máquina para o operador), - associados, porque a intervenção do operador numa interface de comando se traduz a nível do automatismo, por uma acção bem definida e pela emissão de uma informação que depende da boa execução, ou não, desta acção. A intervenção do operador pode ser voluntária (paragem da produção, modificação de dados, etc.), ou consequência de uma mensagem emitida pela máquina (alarme, fim de ciclo, etc). 4

5 Papel do operador Documento Técnico Diálogo Homem-Máquina O diálogo homem-máquina reúne todas as funções de que o operador necessita para comandar e vigiar o funcionamento de uma máquina ou de uma instalação. Conforme as necessidades e a complexidade do processo, o operador pode ter de executar: - tarefas que correspondem ao desenrolar normal do processo: comandar a colocação em serviço e a paragem, podendo estas duas fases incluir eventualmente procedimentos de arranque ou de paragem confiados ao automatismo, executados manualmente, ou em modo semi-automático sob a responsabilidade do operador; - tarefas ligadas a ocorrências imprevistas: detectar uma situação anormal e encetar uma acção correctiva antes que a evolução desta situação provoque o agravamento das perturbações (por ex. em caso de pré-alarme de sobrecarga de um motor, restabelecer as condições normais de carga antes que o relé de protecção dispare); - fazer face a uma falha do sistema, parando a produção ou passando para um modo de funcionamento gradual que substitua a totalidade ou parte dos comandos automáticos por comandos manuais para manter a produção; garantir a segurança das pessoas e dos equipamentos intervindo, se necessário, nos dispositivos de segurança. A análise destas tarefas demonstra a importância do papel do operador. Em função das informações de que dispõe, pode ser levado a tomar decisões e medidas fora do âmbito dos procedimentos de condução em condições normais e que influenciam directamente a segurança e disponibilidade das instalações. O sistema de diálogo não deve pois, limitar-se a um simples meio de troca de informações entre o homem e a máquina. Deve igualmente ser concebido de modo a facilitar a tarefa do operador e a permitir-lhe uma condução segura em quaisquer circunstâncias. Qualidade na concepção do diálogo A qualidade de concepção do diálogo de exploração pode avaliar-se pela facilidade com que o operador se apercebe de uma determinada ocorrência, a compreende e a eficácia com que pode reagir a essa mesma ocorrência. Aperceber-se: Qualquer mudança das condições de funcionamento de uma máquina traduz-se geralmente pela modificação ou pelo aparecimento de uma informação num sinalizador, um visor ou um ecrã. O operador deve aperceber-se desta ocorrência sejam quais forem as condições ambientes (iluminação, etc). Existem diversos meios de lhe chamar a atenção: sinalizadores pisca-pisca, mudança de cor, sinal sonoro, protecção contra reflexos, etc. Compreender: Para evitar quaisquer riscos de acções prejudiciais para a segurança, a informação recebida pelo operador deve ser suficientemente legível e precisa, para poder ser imediatamente interpretada e explícita. A ergonomia de leitura dos constituintes é tão importante quanto a concepção da função: 5

6 sinalizador luminoso: respeito da cor prescrita pelas normas, cadências de intermitência lenta ou rápida nitidamente diferenciadas, etc; visor: textos precisos na língua do operador, distância de legibilidade adequada, etc; ecrã: emprego de símbolos normalizados, da zona referida na mensagem, etc. Reagir: Consoante o teor da mensagem transmitida pela máquina, o operador pode ter de intervir rapidamente, accionando um ou vários botões de pressão ou teclas. Esta acção é facilitada por: etiquetagem clara: para identificar facilmente botões e teclas, marcando os botões de pressão com símbolos normalizados; - ergonomia cuidada: com botões de pressão grandes, teclas de efeito táctil, etc. 1.3 Estrutura de uma aplicação de diálogo Uma aplicação é o conjunto entre o operador e o processo automatizado. A sua realização é baseada em diferentes critérios: - comando do automatismo; - seguimento da produção/processo; - manutenção correctiva; - etc. Os critérios ligados ao utilizador, são: - ergonomia; - nível de intervenção (protecção de certas informações, ecrãs,...); - etc. Os critérios de realização da aplicação autómato, são: - estrutura do programa; - estrutura dos dados; - colocação em serviço; - evolução. Estas características necessitam de uma estruturação da aplicação. Uma aplicação será composta por um conjunto de páginas, podendo ser organizadas em menus, tais como se apresenta no exemplo abaixo. Exemplo de ecrãs: 6

7 Para desenvolver uma aplicação é necessário dispôr de softwares de programação do diálogo homemmáquina. Estes softwares que funcionam geralmente em ambiente Windows, permitem-nos o desenvolvimento da aplicação de acordo com o pretendido ao nível do operador e do programa do automatismo. Softwares de desenvolvimento de uma aplicação de diálogo. Os softwares propõem uma biblioteca de objectos gráficos animados, tais como: gráficos de barras, indicadores de medida, selectores, potenciómetros, curvas de tendências e uma biblioteca de símbolos do tipo bitmap (objectos não animados). Exemplo de objectos gráficos disponíveis na biblioteca 7

8 1.4 Diferentes fases para a construção geral de um projecto com diálogo Homem- Máquina 1ª fase : definição dos captores e accionadores (tipo e quantidade) 2ª fase : definição dos autómatos programáveis (processadores, módulos) 3ª fase : definição das redes de comunicação e do bus de terreno 4ª fase : definição da Interface Homem- Máquina Planeamento do projecto de diálogo Homem-Máquina Definição da lista das páginas: página inicial, sumário, página processo, janelas popup, gráficos,... Definição da navegação entre páginas : botões, zonas tácteis,... Padaria Definição das informações a visualizar nas páginas : sinalizadores, valores, curvas, diagramas, alarmes. Definição dos comandos a enviar ao autómato : botões, zona táctil, digitação de valores Dentro dos terminais de diálogo, encontramos ao nosso dispôr uma gama muito variada: ecrãs com teclas e campos alfanuméricos ou gráficos, tácteis com ou sem teclas. Através do software de programação, são criadas as várias páginas da aplicação (sumário, processo, gráficos, alarmes, receitas, ). As páginas ou mesmo alguns campos das páginas, podem ainda ser bloqueadas por password, de modo a proteger determinados parâmetros que possam ser críticos em relação ao processo. Estes terminais comunicam com os autómatos através de uma ligação série assíncrona integrada (RS 232 C, RS422/485), via porta USB ou em alguns casos via Ethernet. A utilização de um dos protocolos de comunicação (Unitelway, Modbus,...), assegura uma comunicação simplificada com os autómatos da Schneider Electric, podendo contudo comunicar com outros protocolos utilizados por outros fabricantes. Os protocolos terceiros (por exemplo: DF1, DH485, SNPX, Sysway, AS511/3964R, MPI/PPI) asseguram a ligação a outros autómatos propostos por outros fabricantes. 8

9 2 Interfaces de diálogo homem-máquina O diálogo homem-máquina sofreu uma grande evolução nos últimos anos. A função elementar associada ao botão de pressão foi enriquecida por interfaces de diálogo electrónicas permitindo que o seu desempenho seja melhorado. Podem ser personalizadas para que possam responder a novas funções, como por exemplo a parametrização ou a ajuda ao diagnóstico. Desde o simples botão de pressão até aos sofisticados sistemas de supervisão, a função de diálogo homem-máquina dispõe de uma vasta gama de interfaces. Oferece assim soluções perfeitamente adequadas, seja qual fôr o nível de diálogo necessário para a condução e vigilância óptimas de equipamentos de todos os tipos. A norma EN define o código de cores às quais devem estar conformes as lâmpadas e os botões de pressão, por exemplo : - Sinalização vermelha: Urgência condição perigosa necessitando de uma acção imediata (pressão fora dos limites de segurança, ruptura de acoplamento, etc); - Sinalização amarela: Anormal condição anormal podendo levar a uma situação perigosa (pressão fora dos limites normais, disparo de um dispositivo de protecção, etc); - Sinalização branca: Neutro informação geral (presença de tensão de rede, etc); - Botão de pressão vermelho: Urgência acção em caso de perigo (paragem de emergência, etc); - Botão de pressão amarelo: Anormal acção em caso de condições anormais (intervenção para colocar em funcionamento um ciclo automático interrompido, etc). 2.1 Comando e sinalização tudo ou nada Botões de pressão e sinalizadores O botão de pressão é uma interface utilizada para os comandos gerais de arranque e paragem, e para o arranque de comandos dos circuitos de segurança (paragem de emergência). Existem disponíveis com vários diâmetros: 16, 22 e 30 mm (Normas NEMA), ou ainda noutros diâmetros. Manipuladores Os manipuladores são particularmente destinados para o comando de deslocamentos sobre dois eixos, por exemplo os movimentos de translação/direcção ou de subida/descida. Geralmente permitem de 2 a 8 direcções, com 1 ou 2 contactos por direcção, com ou sem passagem pelo zero. Alguns destes manipuladores podem ser equipados com um contacto homem morto no fim da alavanca. 9

10 Balizas e colunas luminosas As balizas e colunas luminosas são elementos de sinalização óptica ou sonora utilizados para serem visualizados a uma grande distância. Balizas : Comportam um só elemento luminoso, vidro ou flash, incolor ou de cor verde, vermelha, laranja ou azul. Colunas : Apresentam uma composição variável por agrupamento de elementos: vidros, flash ou avisador sonoro. Estes elementos montam-se facilmente. A norma IEC define os códigos de cores correspondentes às mensagens que devem ser afixadas : Sinalização luminosa : - Vermelho: urgência (acção imediata) ; - Amarelo/Laranja: anormal (vigilância e/ou intervenção); - Verde: condição normal (opcional); - Azul: acção obrigatória (necessita de uma acção do operador); - Branco: vigilância (opcional). Botões e sinalizadores para ligação aos circuitos impressos A gama de diâmetro 22 mm existe em versão ligação aos circuitos impressos : Estes produtos são destinados à realização de suportes de diálogo em quantidades repetitivas e com um esquema idêntico. As cabeças de comando e de sinalização são as mesmas da gama standard. Os blocos eléctricos, específicos para estas versões, são munidos de saídas de contactos e permitem a sua soldadura sobre um circuito impresso. Botões de pressão e Led s de cabeça quadrada : Estes aparelhos instalam-se com um passo de mm (3/4 polegada) em locais com um diâmetro de 16 mm. Permitem realizar painéis de comando reduzidos quando o espaço disponível é pequeno, podendo também ser associados a teclados. Sinalizações luminosas com díodos electroluminosos: Os sinalizadores a LED são particularmente recomendados logo que o espaço disponível seja reduzido ou a quantidade de elementos de sinalização seja elevada (potência dissipada baixa). Estes apresentam inúmeras vantagens: excelente comportamento aos choques, vibrações e sobretensões, longa duração de vida (> h) e consumos baixos, permitindo assim uma compatibilidade directa com as saídas dos autómatos programáveis. 10

11 A gama Harmony (marca Telemecanique): A foto abaixo representa um extrato da gama de comando e sinalização tudo ou nada Harmony. Estes produtos distinguem-se entre outros factores por: - simplicidade: montagem fácil e segura; - a tecnologia a LED s é utilizada para todas as funções luminosas; - flexibilidade: de construção modular, os produtos podem evoluir acompanhando a evolução do automatismo; - robustez: performances mecânicas largamente acima dos níveis normativos; - compacidade: as dimensões são as mais pequenas do mercado; - as múltiplas possibilidades de ligação. 2.2 Visualização e introdução de dados numéricos Em numerosas aplicações pode ser necessário vigiar parâmetros com uma precisão maior do que a proporcionada pelos sinalizadores. Para satisfazer esta necessidade, existem ao nosso dispôr visores numéricos e alfanuméricos. Visores numéricos Os visores numéricos permitem a sinalização clara de resultados de medições (temperaturas, pressões,...), contagem (quantidade de peças produzidas,...), posições de peças móveis, etc. São compatíveis com as saídas dos autómatos programáveis. Visor 1 dígito Estes visores têm um diâmetro de 22 mm, com LED de 7 segmentos e constituem um complemento à gama de botões e sinalizadores. Existem em 2 versões de entradas: decimal + BCD, em que o valor visualizado segue directamente o valor da entrada; BCD + latch, em que o valor visualizado é actualizado e memorizado pelo sinal de validação (sinal latch). Esta versão permite multiplexagem. 11

12 Terminais de diálogo evoluídos O desenvolvimento da electrónica e das telecomunicações permitiram o aparecimento de interfaces de diálogo e de comunicação apresentando funções enriquecidas e conviviais. Estas interfaces permitem em particular a parametrização dos produtos, a leitura de informações relativas a um accionador, como por exemplo o consumo de corrente, a sua temperatura, a sua velocidade, etc. O operador pode também escolher a língua preferida para efectuar uma operação de parametrização preliminar. As versões codificadas em BCD, permitem fazer introduções ou modificações simples e fáceis de dados numéricos. As informações saídas destes teclados podem ser exploradas directamente pelas unidades de tratamento. Painéis de controlo específicos integrados nos produtos As ferramentas específicas de diálogo integradas nos produtos permitem um melhor desempenho adaptado às necessidades de regulações de exploração e igualmente permitem uma assistência eficaz ao diagnóstico. Exemplo dos painéis que equipam o Altivar ATV 71 da Telemecanique Características principais - Ecrã gráfico com afixação personalizada. - Texto e teclado disponível em 6 línguas (inglês, chinês, alemão, espanhol, francês e italiano) com possibilidades de extensão a outras línguas. - Botão de navegação para facilmente navegar pelos menus. - Menu Simply Start para arrancar rapidamente e beneficiar o mais breve possível de todas as performances do equipamento (Altivar 71). - Afixação em permanência dos parâmetros de funcionamento do motor. Exemplo de mensagens do Altivar ATV 71 12

13 2.3 Terminais/ecrãs Documento Técnico Diálogo Homem-Máquina A diferença dos terminais integrados nos produtos, relativamente a estes produtos, é que estes são produtos genéricos e podem ser associados a uma qualquer aplicação. A sua aplicação resume-se sobretudo para a fase de colocação em serviço e de exploração. Segundo o tipo de terminal e o software de concepção associado, eles podem também ter um papel importante no que respeita à manutenção. Os terminais comunicam com o processo através de um bus de comunicação standard, fazendo parte integrante da cadeia de diálogo. Para ilustrar as inúmeras variantes de terminais existentes, mencionamos aqui a gama Magelis da Telemecanique. Estes terminais gráficos (com ecrã táctil LCD de 5.7 a 12.1 e com teclado ou ecrã táctil de 10.4 ) permitem um acesso simples às soluções gráficas de pilotagem e/ou de condução dos sistemas automatizados. As comunicações apresentam excelentes desempenhos, sendo possível a sua ligação directa sobre a rede Ethernet TCP/IP. A configuração dos terminais é feita através de um software de programação, em conformidade com o programa do autómato. As teclas de funções, de efeito táctil, ou não, podem ser configuradas para obter diversos modos de comando: por impulsos, com encravamento selectivo. Podem também ser encravadas pelo automatismo. As trocas entre o terminal de comando e o automatismo fazem-se por ligação série assíncrona, ponto-aponto ou multiponto, com os protocolos standard (Modbus, Unitelway, Ethernet, ). Particularidades significativas - Concebidos para ambientes industriais severos. - Compactos e robustos. - Comando seguro, apresentando uma ergonomia com teclado ou ecrã táctil. - Manutenção e diagnóstico possível via Web. - Comando à distância via Ethernet. - Acesso possível às informações de diagnóstico dos terminais de diálogo através de páginas HTML. - Telediagnóstico. - Envio automático de mensagens electrónicas ( s). - Possibilidades de ligação do autómato (diversos fabricantes possíveis). - Comunicação OPC (diversos fabricantes possíveis). - Possibilidade de VB Script. - Conceito de diálogo homem-máquina inovador. - Estações de comando descentralizadas. - Acesso centralizado às estações locais, pequenas salas de comando. - Utilização possível a nível mundial graças à possibilidade de serem programados em várias línguas diferentes. 13

14 Algumas referências da gama Magelis Magelis XBT N Estes terminais têm como funções principais: - visualizar os dados vindos do automatismo; - modificar parâmetros do automatismo; - comandar um processo. Magelis XBT R/RT Estes terminais são matriciais. Apresentam 4 a 10 linhas de afixação, de 5 a 33 caracteres. Podem conter símbolos semi-gráficos. Possuem teclas e podem ter password. Magelis XBT GT Terminais gráficos com ecrã a cores. São ecrãs tácteis, apresentando-se disponíveis com as seguintes dimensões: 3.8, 5.7, 7.4, 10.4, 12.1 e 15 polegadas. Magelis XBT GK Terminais gráficos com teclas e/ou ecrã táctil, disponível nos tamanhos: 5.7 e 10.4 polegadas. 14

15 Magelis XBT GTW Terminais gráficos com ecrã táctil, disponível nos tamanhos: 8.4 e 15 polegadas. Características principais dos terminais gráficos Magelis XBT G de ecrã táctil - Ecrãs LCD. - Representação de variáveis alfanuméricas, objectos bitmap, gráficos de barras, botões, lâmpadas, data e hora, pirilampos, teclado popup. - Curvas com histórico. - Histórico de alarmes incorporado. - Comunicação Ethernet integrada 10 BASE T (RJ 45). - Protocolos telecarregáveis Unitelway, Modbus, Modbus TCP/IP. - Compatibilidade com todos os autómatos Schneider Electric e diversos de terceiros. - Software de programação e configuração Vijeo Designer. - Cartão Compact Flash. - Tensão de alimentação 24 Vcc. 15

16 3 Servidor Web integrado Documento Técnico Diálogo Homem-Máquina As classes de serviço Transparent Ready tornam possível identificar os serviços providenciados por cada dispositivo: - diagnóstico, visualização e controlo de serviços através de tecnologias Web. - serviços de comunicação Ethernet. O serviço de classes Transparent Ready simplifica a escolha de dispositivos e assegura a sua operacionalidade na arquitectura. 16

17 O acesso aos servidores Web para fins de personalização e de configuração é conseguido através de softwares: O Factory Cast está disponível nos autómatos com Ethernet. Factory Cast : contém funções de diagnóstico remotas usando um simples browser de Internet. 17

18 Permite: - acesso à aplicação e aos sistemas de diagnóstico; - visualização e regulação numérica ou gráfica dos dados; - envio de correio electrónico ( ); - possível personalização e criação de páginas web para diagnósticos adequados às necessidades. Factory Cast HMI: contém além das funções de diagnóstico do Factory Cast, funções HMI integradas no módulo do autómato. Características: - Base de dados e aquisição de dados do autómato (1.000 variáveis) em tempo real; - Cálculos para pré-processamento de dados; - Gestão avançada de alarmes com envio de correio electrónico; - Registo de dados em bases de dados relacionais (SQL, Oracle, MySQL); - Um servidor web personalizável para uma interface adequada às necessidades. Factory Cast Gateway: oferta composta por uma gateway com inteligência web tudo em um, integrado num invólucro independente. - Interfaces de comunicação em rede e ligações série Modbus ou Unitelway; - Função de acesso remoto, servidor RAS; - Função de notificação de alarmes por correio electrónico; - Função de personalização Web. Servidor Web Factory Cast A Schneider Electric possui uma gateway Ethernet/Modbus, com supervisão remota e notificação por . O FactoryCast Gateway é uma oferta que consiste num equipamento standard, possibilitando o acesso remoto às variáveis do equipamento série e servidor de páginas Web parametrizáveis pelo utilizador. É a resposta para os clientes que querem ligar os seus equipamentos série (RS485) Modbus numa infraestrutura TCP/IP e ter um acesso remoto a esses equipamentos. Actua como um Router entre a rede Ethernet TCP/IP e os dispositivos Modbus série. Possui capacidade RAS (Remote Access Service), acesso à distância via ligação PPP (RTC,GSM, ISDN & xdsl modems suportados). Possibilita ao utilizador personalizar as páginas incorporadas do servidor WEB. Notificação por com as variáveis do processo a ser notificado. Compatível com qualquer equipamento série escravo Modbus RS

19 Encontram-se na figura seguinte alguns serviços de comunicação disponíveis: 30- Avançado Comunicação I/O Scanning Global Data Network FDR Extended PLC topo de gama 20- Regular Comunicação 10- Básico Comunicação Modbus Messaging Faulty Device Network Endereçamento IP Mobdus Messaging Mobdus Device Eq. simples Gama baixa PLC Eq. Intelig. Gama Média PLC 19

20 4 Computadores Industriais ipc s Os PC industriais caracterizam-se por uma concepção robusta o que permite o seu funcionamento sem falhas num meio industrial em presença de perturbações electromagnéticas e climáticas severas. Os PCs industriais podem ser compactos ou modulares para uma adaptação perfeita às necessidades do cliente. As figuras abaixo representam parte da oferta da Schneider Electric: ecrãs externos A diferença entre um Computador Industrial (ipc - Industrial PC) e um terminal de diálogo, anteriormente exposto, é o facto do ipc ser um conjunto único, ou seja, teclado (ou Touch-Screen), CPU e Display (CRT ou LCD) num único corpo. São produtos modulares, compostos por uma unidade de comando (Control Box) e de um ecrã que deverá ser montado, antes da colocação em serviço. A Control Box pode ser utilizada sózinha com um monitor vídeo e um teclado externo. Nomalmente, por serem aplicados em controlo ou supervisão de máquinas ou processos, estas interfaces são resistentes à água, poeira, temperatura e vibração, o que resulta num altíssimo factor de MTBF (Minimun Time Between Failures) para o processo. Seguindo de perto as evoluções tecnológicas do mundo informático (PC s), a Schneider Electric, possui uma gama completamente renovada de PC s industriais, para responder às necessidades mais amplas das aplicações de interface Homem-Máquina. Adaptadas aos ambientes industriais, de acordo com o conceito Transparent Ready, os terminais ipc, respondem ao duplo objectivo de simplificação da oferta e de segmentação das aplicações cliente. Beneficiando das últimas evoluções da Microsoft Windows, nomeadamente a abertura e uma ergonomia evoluída, tal como os microprocessadores Intel Pentium M, permitem que a gama da Schneider Electric de ipc s, tenha características excepcionais. Existem 3 versões de unidades centrais. Duas versões são modulares, o que facilita a manutenção. As versões modulares são compostas por um bloco de alimentação, um bloco unidade central (CPU) e um bloco para cartas de extensão. Em relação aos ecrãs, existem também diversos modelos: - ecrã LCD de 12 ou 15, táctil ou não, com ou sem teclado estanque. 20

21 4.1 Magelis Smart ipc Esta gama representa o compromisso ideal entre o PC industrial e o terminal operador para aplicações cliente evolutivas em ambiente Windows. É o terminal ideal para arquitecturas Transparent Ready. - Simples, beneficiando do ambiente Microsoft Windows, para aplicações cliente standard, tais como o Internet Explorer, Outlook express, Excel e Word. - Acesso à Ethernet TCP/IP a 10/100 Mbps, o que lhe confere uma abertura total, tanto localmente como remotamente, para uma utilização, um diagnóstico e uma manutenção simplificada. - Um conforto de utilização devido à sua palete de navegação táctil. - Expansão simplificada dos equipamentos: 1 ou 2 portas Ethernet, 2 ou 4 portas USB e 1 ou 2 slots PCMCIA Magelis Compact ipc Os PC s industriais Magelis Compact ipc, estão adaptados às restrições dos ambientes industriais, combinando dimensões compactas, com elevado desempenho e abertura a aplicações sob Windows XP Pro. Estas Magelis são o prolongamento natural da gama dos terminais Smart ipc. Associados ao software de programação e configuração Vijeo Designer, os terminais Magelis XBT GT, Smart e Compact ipc, são garantias de uma flexibilidade total: escolha do material, escolha do sistema operativo com um software único permitindo a definição de todas as aplicações de diálogo, desde a mais simples até a mais evoluída. Valoriza as soluções máquina desde as mais simples às mais complexas, devido a: - Abertura às aplicações de interface Homem-Máquina e de supervisão, tal como a possibilidade de obter numerosas arquitecturas de automatismo graças à escolha de microprocessadores da Intel Pentium e da Microsoft Windows. - Uma comunicação adaptada ao ambiente máquina com 2 ligações Ethernet TCPIIP. O produto oferece ainda a possibilidade de ligação sem fios (Wireless). - Um ecrã beneficiando de um grande ângulo de visão, até 160º. - Cartas de extensão: PCI ou PCMCIA. 21

22 4.3 Magelis Smart BOX, Magelis Compact PC BOX, Magelis Flex PC BOX Logo que as interfaces de diálogo homem-máquina tenham que ser separadas da unidade central e funcionem sob ambiente Windows, a gama dos PC s industriais Magelis BOX, oferece uma variedade de soluções de potência gradual para responder às necessidades de diálogo homem-máquina e de SCADA, para aplicações de processo e das máquinas. - Redes: duas portas Ethernet (10/100/1G e 10/100). - USB: quatro portas USB para o armazenamento, e ligação HiFi. - Impressoras: numerosas impressoras suportadas. Execução das aplicações sob ambiente Windows: SCADA. - Exploração de dados multimédia: áudio, imagem, vídeo. - Utilização de todos os ficheiros Office, do tipo Word, Excel, Powerpoint,. - Outros softwares terceiros que funcionem sob Windows. - Integração em arquitecturas repartidas: arquitectura Cliente/Servidor. - Acesso às redes Intranet/Internet. A gama Magelis BOX é constituída por quatro unidades centrais (Embedded BOX Smart BOX, Compact PC BOX, Flex PC BOX, Flex PC BOX H) e duas famílias de ecrãs (Industrial Display Magelis idisplay, Front Panel Magelis ipc). As unidades centrais Smart BOX, Compact PC BOX e Flex PC BOX F/H integram funções de diagnóstico especialmente concebidas para facilitar a manutenção: - Vigilância da temperatura interna da unidade central e informações aos utilizadores, como por exemplo a emissão de um . 22

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