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1 negócios mais. suplemento Este suplemento é da responsabilidade editorial do departamento comercial da Cofina Media, é parte integrante do Jornal de Negócios nº 2505, de 22 de maio de 2013, e não pode ser vendido separadamente MERCADOS Campanha promove papel made in Portugal SUSTENTABILIDADE Da gestão florestal á reciclagem de papel VEJA MAIS EM NEGOCIOS.PT Pasta e Papel Das florestas à produção de pasta e papel e à distribuição, o sector afirma-se cada vez mais como um motor das exportações nacionais, colocando as empresas portuguesas entre as maiores do mundo.

2 Pasta e Papel Jornal de Negócios Quarta-Feira, 15 de Maio de 2013 Suplemento Comercial? Um sector sustentável A área da floresta nacional abrange uma parcela de 38% da sua superfície total. É uma proporção muito elevada em relação ao resto dos países, em particular da Europa. A floresta, seja ela plantada ou natural, é essencial para o nosso bem-estar, ajudando-nos a manter o nosso equilíbrio mental e saúde. A sua gestão sustentável é necessária para a manutenção da biodiversidade e dos serviços dos ecossistemas. Pode mesmo constituir um instrumento de conservação com uma relação custo/benefício positiva, se fora visto de forma mais abrangente. Zonas de exploração comercial mais intensivas podem, por exemplo, servir como zonas de tamponamento entre áreas protegidas. De acordo com a FAO, a gestão sustentável da floresta define-se como a sua administração e uso de forma a manter a sua biodiversidade, produtividade, capacidade de regeneração, vitalidade e potencial para suprir, hoje e no futuro, funções ecológicas, económicas e sociais relevantes, ao nível local, nacional e global, que não causem problemas a outros ecossistemas. A certificação credível e independente da floresta é a sua principal linha de defesa. Os seus padrões oferecem uma lista de itens que devem ser respeitados para se conseguir uma gestão sustentada da floresta. P O R T U G A L N O TOP 3.º MAIOR PRODUTOR EUROPEU DE PASTAS QUÍMICAS, COM 9,2% NA PRODUÇÃO DESTE TIPO DE PASTA. 4.º MAIOR PRODUTOR EUROPEU DA GLOBALIDADE DAS PASTAS, COM UMA FATIA DE 6,3% DO TOTAL. 1.º PRODUTOR EUROPEU E O 6.º A NÍVEL MUNDIAL DE PAPEL FINO NÃO REVESTIDO (UWF), COM 16,1% DA PRODUÇÃO TOTAL. 11.º MAIOR PRODUTOR EUROPEU DA GLOBALIDADE DE PAPÉIS E CARTÕES, COM 2,2% DO TOTAL. A área florestal detida pelas empresas nacionais, certificada pelo Sistema Português para a Certificação da Gestão Florestal Sustentável (PEFC) e pelo Forest Stewardship Council (FSC), tem vindo a aumentar nos últimos anos. A indústria desenvolveu práticas de gestão que têm permitido, por exemplo, diminuir o consumo de água por tonelada produzida, os efluentes e as emissões de CO2 e outros gases com efeito de estufa. Na realidade, cerca de 86% da produção total de Pasta e Papel em Portugal é certificada pela ISO e 18% pela ferramenta de Auditoria de Gestão Ecológica (EMAS) da Comissão Europeia. Esta evolução foi acompanhada por constantes investimentos ambientais. Hoje, segundo a Celpa, 100% dos produtos papeleiros têm certificação de qualidade nos processos e 80% desses produtos são certificados ambientalmente. Uma das principais características desta indústria é o seu elevado grau de auto-suficiência energética, com a produção a ultrapassar o consumo em mais de 34% em 2011, e a elevada utilização de energia verde com base em biomassa florestal. Na realidade, os produtos da indústria papeleira portuguesa são os maiores responsáveis pelo aumento da área florestal verificada no último século em Portugal. SECTOR DA PASTA E DO PAP EL Motor das exportações Com uma taxa de cobertura das importações próxima dos 40%, o sector da pasta e do papel continua a expandir-se para fora da Europa As exportações da indústria de pasta e papel atingiram, no ano passado, os 2122 milhões de euros. O sector é um exportador líquido, com uma taxa de cobertura das importações próxima dos 40%. Portugal exporta papel para mais de 120 países, e cada vez mais para fora da Europa. Depois de ter investido na expansão do parque industrial, o sector da pasta e do papel tem aumentado a sua produção. Estimativas da Associação da Indústria Papeleira (Celpa) referem que a produção de papel terá crescido entre 1,0% e 1,6% no ano passado. As exportações de pasta e de papel aumentaram 1,3% e 1,7%, respectivamente. A indústria de pasta e papel portuguesa apresenta um dos mais elevados Valores Acrescentados em Portugal - mais de 70% - devido a valorizar e trabalhar matérias-primas nacionais e exportar 90% dos seus produtos. Para além disso é uma actividade económica que utiliza e desenvolve tecnologias de ponta. Em Portugal, segundo a Celpa, estão instaladas algumas das fábricas de papel mais evoluídas e de maior dimensão da Europa. Também a maior máquina de papel de escritório do Mundo e fábricas de pasta de referência. Além disso, 70% da energia que utilizam é renovável, enquanto a média europeia não ultrapassa os 58%. As empresas associadas da Celpa são responsáveis pela gestão directa de cerca de hectares, ou seja, 2,3% do território nacional. Mercado de pasta em alta Em 2012, a procura total de pastas branqueadas ascendeu a 43,6 milhões de toneladas, o que corresponde a um crescimento de cerca de 2,5% face ao ano anterior. A procura caiu na Europa Ocidental, Estados Unidos da América e Japão, tendo crescido nas outras geografias, com destaque particular para a China, cuja taxa de crescimento ascendeu a 10%. Ainda em Dezembro de 2012, os produtores anunciaram um aumento de 20 dólares no preço de tonelada de pasta, fixando o preço de venda da pasta BEKP em 800 dólares. Já no decorrer do mês de Fevereiro de 2013, foi anunciado um novo aumento de 20 dólares. Em termos médios, durante o primeiro trimestre de 2013, o preço de mercado da pasta BEKP foi de cerca de 788 dólares por tonelada. Ao longo de 2013 deverão entrar em funcionamento produtores com capacidade para mais de 2,2 milhões de toneladas de papéis tissue, sendo que mais de 60% desta capacidade será localizada na China. No primeiro trimestre de 2013 o mercado da pasta de papel registou quebra ligeira de cerca de 0,3% da procura total de pastas hardwood, que ascendeu a cerca de 6,9 milhões de toneladas. A procura proveniente da China decresceu cerca de 3,1%, enquanto que na Europa Ocidental e nos Estados Unidos da América se verificaram crescimentos de 1,7% e de 7,6%, respectivamente. O nível de entregas face à capacidade de produção de pasta hardwood de eucalipto atingiu 92%. O mercado mundial de papéis gráficos, por seu lado, tem sido fortemente afectado pela conjuntura económica adversa que condiciona o consumo. Os papéis finos não ficaram naturalmente imunes a este quadro, apresentando uma quebra tanto na Europa como nos EUA, não compensada pelos ganhos nos mercados emergentes. A redução de capacidade efectuada durante 2011 por alguns grupos do sector, por perda de competitividade, teve um efeito positivo sobre o mercado, cuja taxa de ocupação se situou nos 92%, tanto na Europa como nos EUA.

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4 Jornal de Negócios Quarta-Feira, 15 de Maio de 2013 Suplemento Comercial? Pasta e Papel Aposta na diferenciação de mercados A dinâmica do sector da celulose e papel parece imparável, mesmo num período em que o país atravessa uma das suas piores crises de sempre JOSÉ MIGUEL DENTINHO A pasta de papel portuguesa BEKP é considerada das melhores pastas a nível mundial devido às excelentes características morfológicas e químicas da fibra de madeira do Eucalipto Globulus e ao elevado nível de sofisticação do parque industrial português. Devido à sua elevada qualidade, o consumo da pasta tem-se estabilizado dentro da Europa. Mesmo assim, verificou-se uma variação positiva ao longo do ano passado no negócio de pasta branqueada. Para além disso, houve um ligeiro incremento no preço médio de venda do papel. Como a capacidade de produção nacional tem crescido de forma significativa nos últimos anos, evolução com grande expressividade em 2009, onde cresceu mais de 50% e à maturidade do mercado Europeu de papel, esta indústria teve de diversificar destinos para as exportações nacionais, orientando as vendas para fora do nosso continente. Essa aposta levou a que Portugal tenha exportado papel para 120 países e que algumas zonas do planeta se tenham tornado mercados com valor significativo para o sector. É o caso dos Estados Unidos de América, Médio Oriente e Norte de África. Como cerca de 90% da produção nacional se destina aos mercados externos e a maior parte da matéria-prima é produzida em Portugal, mais de 70% do valor acrescentado da fileira é nacional. PRINCIPAIS UNIDADES INDUSTRIAIS DO SECTOR EUROPAC KRAFT VIANA Produz papel krafliner. GRUPO PORTUCEL SOPORCEL CACIA Produz pasta de eucalipto branqueada (kraft). GRUPO PORTUCEL SOPORCEL SETÚBAL Produz pasta de eucalipto branqueada (kraft) e papel de impressão e escrita não revestidos. GRUPO PORTUCEL SOPORCEL FIGUEIRA DA FOZ Produz pasta de eucalipto branqueada (kraft) e papel de impressão e escrita não revestidos. CELULOSE DA BEIRA INDUSTRIAL Produz pasta de eucalipto branqueada (kraft). CELTEJO Produz pasta de eucalipto e pinho branqueadas (kraft). CAIMA INDÚSTRIA DE CELULOSE Produz pasta de eucalipto e pinho branqueadas (sulfito). RENOVA Papéis de uso doméstico e sanitário. Fonte: Celpa IMPORTÂNCIA DO SECTOR DE PASTA E PAPEL EM TERMOS ECONÓMICOS Em 2011, as empresas associadas da CELPA foram responsáveis por: Mais de 3,3 mil postos de trabalho directo. Largas dezenas de milhares de postos de trabalho indirecto no sector primário. Um volume de negócios superior a 2 mil milhões de euros. 3% do Valor Acrescentado Bruto nacional, 1% do PIB nacional e 4,5% do PIB industrial. 5,6% do total das exportações portuguesas de mercadorias e bens. Infelizmente há ainda algumas fragilidades no abastecimento nacional da matéria-prima principal do sector, o eucalipto, por causa dos incêndios e do envelhecimento das áreas florestadas. No entanto, a actual eficácia de resposta aos fogos, o crescente conhecimento silvícola e uma cada vez mais cuidadosa gestão florestal, ajudaram o sector a encarar o investimento de forma mais optimista. É uma actividade económica que utiliza e desenvolve tecnologia de ponta. Em Portugal estão instaladas as maiores e mais evoluídas fábricas de papel da Europa. Também unidades industriais de produção de pasta de referência europeia, como a Celbi. Os novos equipamentos, instalados pelas empresas nacionais, mostram a indiscutível vitalidade do sector industrial da pasta de papel em Portugal. Foi o caso daquele que foi feito pela Portucel Soporcel na sua fábrica de papel de Setúbal, que representou um investimento de 550 milhões de euros. Com a entrada em funcionamento da maior máquina de papel de escritório do Mundo, com uma capacidade de produção de toneladas/ano, o grupo elevou a produção de papel do grupo para 1,5 milhões de toneladas anuais. Com a entrada em funcionamento desta unidade, a Portucel/Soporcel tornou-se líder europeu na produção de papéis finos de impressão e escrita não revestidos (UWF) e reforçou a sua capacidade exportadora. Criou, também, 350 postos de trabalho directos. Outro exemplo foi a ampliação da Celbi, que permitiu a passagem gradual da produção de 300 mil toneladas para as 600 mil toneladas de pasta por ano, um investimento de cerca de 450 milhões de euros. A entrada em funcionamento da fábrica de papel tissue da AMS Goma-Camps, que consome pasta fornecida pela Celtejo através de pipeline, em 2009, ou de uma máquina de nova máquina de papel tissue (MP 3) pela Fapajal, com uma capacidade de produção de t/ano, são outros exemplos da vitalidade do sector. Também foram realizados investimentos ao nível da produção de energia eléctrica, em centrais dedicadas e em cogeração. Os mais representativos são a central de cogeração a gás natural em Setúbal do Grupo Portucel Soporcel, central a gás natural em Viana do Castelo da Gescartão, centrais termoeléctricas dedicadas a biomassa na Figueira da Foz e em Constância entre o Grupo Altri e a EDP, e centrais de cogeração de biomassa em Setúbal e Cacia, do Grupo Portucel/Soporcel. Estes são equipamentos representativos do estado evolutivo da tecnologia da industria papeleira, operados por equipas experimentadas às quais as empresas deram a adequada formação. Na sua construção também se teve em consideração, desde os estudos iniciais, o seu impacte ambiental.

5 Jornal de Negócios Quarta-Feira, 15 de Maio de 2013 Suplemento Comercial? FAPA JAL Produtora triplicou vendas O B J E C T I V O S A Fapajal - Fábrica do Papel do Tojal, alcançou 24,2 milhões de euros de vendas consolidadas, incluindo a venda de energia fabricada em cogeração em Desde a sua privatização, em 2005, a empresa tem vindo a crescer de forma notável, mesmo durante a época de crise que atravessamos. Em 1999, a Fapajal facturava um pouco mais de 5,5 milhões de euros e empregava 52 pessoas. Hoje tem 116 colaboradores e prevê realizar 27 milhões de euros até ao final deste ano. Esta empresa foi fundada alguns anos após o terramoto de Teve, até hoje, várias designações e fabricou diversos tipos de papel. A atestá-lo está, por exemplo, a citação de Teodoro, personagem do livro O Mandarim, de Eça de Queiroz, que, no final do século XIX, e como amanuense do Ministério do Reino, lançava frases fáceis sobre papel do Tojal. A partir de 1995 dedicou-se exclusivamente à produção de papel tissue, a partir de pasta virgem, em bobinas-mãe vendidas a transformadores nacionais e estrangeiros. Em 1974 a Fapajal foi nacionalizada e, no final de 1999, privatizada. O seu novo conselho de administração desenvolveu, desde essa altura, grandes projectos de investimento para adequar a Fapajal ao século XXI. Hoje, a empresa fabrica papéis crepados tissue a partir de pasta virgem em duas máquinas de papel. Produz também papéis tissue e liso a partir de pasta reciclada, fabricada internamente para consumo próprio. A Fapajal transforma uma fatia crescente de papel em produto acabado, destinado aos mercados institucional e da restauração (away- -from-home), incluindo seca-mãos folha a folha em vários formatos, lisos e laminados, produtos bobinados para higiene e limpeza de vários tipos, guardanapos de vários tipos e formatos e toalhas de mesa e toalhetes. O excedente de bobinasmãe é vendido a transformadores estrangeiros e nacionais e tem, geralmente, como destino a exportação. Com instalações nos arredores de Lisboa, a empresa tem, assim, uma situação privilegiada de acesso ao mercado e aos portos exportadores de Lisboa e Sines. A Fapajal detém certificações ambientais e de qualidade. O seu objectivo é fabricar produtos de qualidade superior, ter um rápido serviço pós-venda para a solução de eventuais problemas apoiada no seu laboratório de controlo de qualidade e analisar alternativas de produtos de boa relação qualidade/preço, junto do grande cliente institucional, defende Helen Gray de Castro, administradora da empresa. Hoje, a Fapajal coloca, dependendo dos anos, entre 30% a 50% da sua produção nos mercados externos, em países como Espanha, França e Reino Unido, e no Norte de África e Caraíbas. Conquista do maior distribuidor nacional de produtos away- -from-home em Melhoria de uma parceria activa, incluindo o desenvolvimento de produtos específicos. A parceria tem-se amplificado ano após ano. Mais que triplicar as vendas entre 2008 e 2013, apesar da crise devastadora no sector, na Península Ibérica. Desenvolvimento de um processo para fixação de uma baixa percentagem de carbonato na folha de papel tissue, melhorando as características e reduzindo o custo de produção. Testes industriais comprovaram o sucesso da aplicação e a patente foi requisitada. Pub

6 Pasta e Papel Jornal de Negócios Quarta-Feira, 15 de Maio de 2013 Suplemento Comercial? Celpa desenvolve campanha internacional Paper From Portugal, decorreu na Alemanha, França, Reino Unido, Bélgica, Holanda e Espanha F E R PA P E R A campanha More Forests Better Future foi promovida pela associação da indústria papeleira portuguesa (Celpa), nos últimos dois anos, com o objectivo de eliminar preconceitos sobre a indústria da pasta e do papel, clarificar o seu contributo para o crescimento da floresta e demonstrar a sustentabilidade dos produtos papeleiros portugueses. Com a assinatura Paper From Portugal, a campanha teve como alvo os principais mercados internacionais do sector, cobrindo a Alemanha, França, Reino Unido, Bélgica, Holanda e Espanha. O contributo do sector da pasta e do papel para o crescimento e a sustentabilidade da floresta, a qualidade e responsabilidade ambiental dos produtos papeleiros e o seu peso e importância no conjunto das exportações europeias, são alguns dos pontos focados na campanha. A Celpa é a organização que representa os interesses da indústria portuguesa de pasta, papel e cartão. As nove empresas associadas na Celpa respondem por 100% da produção nacional de pastas para papel e cerca de 90% da produção de papel e cartão. Juntas, transformam mais de sete milhões de metros cúbicos de madeira por ano e gerem cerca de 200 mil hectares de floresta. Pub Aposta na inovação na distribuição de papel Empresa factura mais de 2 milhões de euros por ano, desenvolvendo a sua actividade como distribuidora e agente de fabricantes internacionais A Ferpaper está há mais de 10 anos no mercado da distribuição do papel em Portugal. Com uma equipa com vasta experiência neste ramo de negócio, esta empresa factura mais de 2 milhões de euros por ano, desenvolvendo a sua actividade como distribuidora e agente de fabricantes internacionais. Ao nível da distribuição coloca, à disposição dos clientes, todos os tipos de papel: de fotocópia, para jornal e revista, papel offset estucado e de obra de livro. A Ferpaper faz ainda o interface entre as indústrias do papel e os clientes, acompanhando, passo a passo, todo o percurso da encomenda. Actualmente, o negócio de distribuição de papel representa cerca de 90% da sua actividade e o agenciamento 10%. Esta empresa tenta contribuir para a modernização do sector da distribuição de papel, adoptando e tirando partido das novas tecnologias, e apostando também na prestação de um serviço inovador e de qualidade. Em 2009, a Ferpaper trouxe, para Portugal, um novo tipo de papel para obra de livro, com uma gramagem mais baixa, que permite fazer livros com menor espessura e significativamente mais leves em termos de peso. Esta estratégia afectou o volume de papel vendido pela empresa, mas representou vantagens, em termos de custos, para os clientes. Segundo Fernando Lameirão, administrador da Ferpaper, com esta decisão, tomada com base na previsão da quebra de mercado devida ao período conturbado da economia que atravessamos, criámos armas para os editores sobreviverem. Estamos também a defender o nosso mercado, como forma de sobreviver à crise. Este tipo de papel, de pasta mecânica e não química, é produzido na Escandinávia e posteriormente armazenado na Ferpaper, antes de ser comercializado em Portugal.

7 Pub R E C I PAC 700 empresas associadas Negócio do papel e cartão desta organização nacional eleva-se a mais de cinco mil milhões de euros A Recipac associa cinco organizações que representam 700 empresas do sector do papel e cartão, com um volume de negócios anual de cinco mil milhões de euros. Empregam, actualmente, mais de 20 mil pessoas. Esta associação faz parte do Sistema Integrado de Gestão de Resíduos de Embalagens (SIGRE), onde representa a Fileira do Papel e Cartão nacional. Foi fundada em Setembro de 1996 como associação sem fins lucrativos e criada por organizações que, no seu conjunto, representam toda a cadeia de valor do sector de Papel e Cartão. Nela incluem-se os fabricantes de matérias-primas, como as pastas de fibra virgem e de papel para reciclar, os fabricantes de papel e papel de embalagem, os produtores de embalagem e os retomadores. Representa e defende, junto de qualquer organismo nacional ou internacional, os interesses colectivos das empresas produtoras ou recuperadoras de papel ou cartão ou que fabriquem embalagens num ou noutro material, para a recolha e valorização das embalagens usadas de papel, de cartão e de resíduos de papel. Outro dos seus objectivos é garantir, através dos seus agentes económicos, a retoma e reciclagem de todas as embalagens de papel/cartão que cumpram as especificações técnicas em vigor. Os membros da organização Fazem parte da RECIPAC as seguintes associações: AEPSA Associação das Empresas Portuguesas para o Sector do Ambiente (www.aepsa.pt); AFCAL Associação dos Fabricantes de Embalagens de Cartão para Alimentos Líquidos (www.afcal.pt); ANIPC Associação Nacional dos Industriais de Papel e Cartão (www.anipc.pt); APIGRAF Associação Portuguesa das Indústrias Gráficas, de Comunicação Visual e Transformadoras do Papel e Cartão (www.apigraf.pt); CELPA Associação da Indústria Papeleira (www.celpa.pt). O CICLO DE VIDA DO PAPEL E CARTÃO Os papéis para reciclar são uma fonte importante de matéria-prima e constituem uma mais-valia para Portugal. Em 2011 recolheram-se, em Portugal, cerca de 779 mil toneladas de papel e cartão para reciclar, das quais a fracção embalagem representou aproximadamente 490 mil toneladas, registando esta componente uma taxa de reciclagem superior a 70%. O ciclo de vida do papel e cartão tem início na matéria-prima que lhe dá origem, a árvore. Mas não termina depois de o material produzido ser utilizado, porque o papel pode ser reciclado várias vezes. O seu ciclo de vida assenta essencialmente em 7 etapas: 1 - GESTÃO FLORESTAL SUSTENTÁVEL - As árvores são plantadas para um dia serem colhidas e utilizadas pela Indústria. 2 - PRODUÇÃO DE PASTA - Transformação da madeira em pasta papeleira. 3 - PRODUÇÃO DE PAPEL - Transformação da pasta papeleira em papel. Nesta fase podem entrar no processo os papéis usados para reciclagem. 4 - TRANSFORMAÇÃO DE PAPEL/CARTÃO - Corte, impressão e acabamento do papel em diferentes formatos, de acordo com as suas diversas utilizações: envelopes, caixas, sacos, etc. 5 - CONSUMO - O papel/cartão é utilizado pelos consumidores, em forma de livros, cartas, jornais, revistas, bilhetes de cinema, sacos para compras e outras embalagens. 6 - RECOLHA - Depois de recolhidos, os resíduos são seleccionados e triados, seguindo para os pulpers para reciclagem. 7 - RECICLAGEM - O ciclo é fechado com o processo de reciclagem, onde o papel usado gera papel novo.

8 Jornal de Negócios Quarta-Feira, 15 de Maio de 2013 Suplemento Comercial? Pasta e Papel Vendas da Altri crescem para 543 milhões de euros Projectos de eficiência operativa sustentam crescimento do lucro líquido do grupo para os 52 milhões de euros, mais do dobro do registado no período anterior PRINCIPAIS INDICADORES DE 2012 RECEITAS TOTAIS: 543 milhões de euros (+12%) EXPORTAÇÕES: 418 milhões de euros (+12%) EBITDA: 143 milhões de euros (+27%) MARGEM EBITDA: 26,4% (3,1%) RESULTADO OPERACIONAL (EBIT): 94 milhões de euros (+55%) LUCRO LÍQUIDO: 52 milhões de euros (+131%) 910 mil toneladas de pasta de eucalipto produzidas (+7%) Celbi: 626 mil toneladas (+4%) Celtejo: 193 mil toneladas (+37%) Caima: 91 mil toneladas (-15%) 922 mil toneladas de pasta vendidas (+12%) 849 mil toneladas de pasta exportadas (92% das vendas) O Grupo Altri é um produtor europeu de referência de pasta de papel de eucalipto. Também está presente no sector de energias renováveis de base florestal, em unidades de cogeração industrial. As suas receitas totais atingiram, em 2012, 543 milhões de euros, o que representa um crescimento de 12% face às registadas em Actualmente, o Grupo Altri detém três fábricas de pasta de papel branqueada de eucalipto em Portugal, com uma capacidade instalada que, em 2012, ascendeu ao volume recorde de 910 mil toneladas. As receitas do grupo com este produto ascenderam a cerca de 452,7 milhões de euros, e representaram cerca de 83% do rendimento total da Altri. A receita líquida energética associada à cogeração e outros derivados florestais atingiu cerca de 28,2 milhões de euros, um decréscimo de cerca de 9% face ao valor do ano anterior. A evolução deveu-se exclusivamente ao aumento do preço de aquisição da energia eléctrica registado durante o ano de A empresa tem, em curso, um conjunto de pequenos projectos de optimização de eficiência operativa que permitirão, a médio prazo, aumentar ainda mais a sua capacidade produtiva. Em 2012, a principal unidade industrial da Altri, a Celbi, produziu 626 mil toneladas de pasta, mais 4% do que no ano anterior. Por seu turno, a Celtejo produziu 193 mil toneladas, mais 37% do que o alcançado no mesmo período do ano anterior. Já a produção da Caima decresceu 15% em 2012, para as 91 mil toneladas, devido a ter-se iniciado o projecto de conversão para pasta solúvel nesta unidade industrial, cuja conclusão se prevê para 2014/15. A estratégia florestal da Altri assenta no aproveitamento integral de todos os componentes disponibilizados pela floresta: pasta, licor ESTRUTURA ORGÂNICA DO GRUPO ALTRI negro e resíduos florestais. Actualmente, o grupo gere cerca de 84 mil hectares de floresta em Portugal, integralmente certificada pelo Forest Stewardship Council (FSC ) e pelo Programme for the Endorsement of Forest Certification (PEFC), dois reconhecidos mecanismos de certificação florestal a nível mundial. No ano passado, a Altri exportou cerca de 848 mil toneladas de pasta, um crescimento de cerca de 12% face ao ano anterior. A Europa Ocidental foi o principal parceiro comercial externo do grupo. Neste mercado foram realizadas 80% das suas vendas, que corresponderam à exportação de 735 mil toneladas de pasta de papel. Em termos de utilização da pasta, os produtores de papel de tissue foram os principais clientes da Altri, com uma quota de 40%. Todavia, os de pasta solúvel, localizados maioritariamente no mercado asiático, já representam 7% da sua base de clientes. A evolução registada nas vendas deste grupo, associada aos projectos de aumento da eficiência operativa já implementados, ajudaram a crescer o lucro líquido do exercício de 2012 para os 52 milhões de euros, mais do dobro do registado no período anterior. VENDAS DE PASTA POR REGIÃO MERCADO DE PASTA DE PAPEL Em 2012 a procura total de pastas branqueadas ascendeu a 43,6 milhões de toneladas, mais 2,5% do que no ano anterior. Segundo o Pulp and Paper Produts Council (PPPC), organização internacional do sector, a sua evolução foi negativa na Europa Ocidental, Estados Unidos da América e Japão, e positiva noutros mercado mundiais, com destaque para a China, onde a taxa de crescimento da procura ascendeu a 10%.

9 Pub Inapa aposta em novos mercados Depois de aposta recente em países como a Alemanha ou França, este grupo pretende investir mais em mercados emergentes A Inapa definiu o investimento nos segmentos de embalagem e comunicação visual como prioritário para o seu posicionamento estratégico. Trata-se de um alinhamento para as actividades futuras do grupo, que surge em consonância com a consolidação do seu plano de internacionalização. No que diz respeito ao segmento de embalagem, a Inapa, para além de Portugal, tem vindo a investir na Alemanha e em França. O mercado europeu de soluções e materiais de embalagem tem uma dimensão de grande relevo. Apresenta múltiplas sinergias com o da distribuição de papel e um enorme potencial de vendas cruzadas, quer para os clientes da área gráfica quer para os clientes do segmento de escritório. A par da distribuição de materiais de embalagem, a Inapa tem desenvolvido tecnologias e conceitos de embalagem únicos. Em resultado dessa abordagem ao mercado, o grupo antevê, nos próximos exercícios, um aumento do peso da área de distribuição de materiais e comercialização de soluções de embalagem nas suas vendas consolidadas. São resultantes, não só do alargamento deste segmento de negócio que representa já uma faturação de 52 milhões de euros a outras geografias em que a empresa opera, mas também do crescimento orgânico das unidades já existentes. A comunicação visual é o segmento de negócio que tem vindo a apresentar a maior taxa de crescimento na indústria gráfica, tanto pela vertente dos materiais de impressão como pelos consumíveis, venda de equipamentos de impressão, software e respectiva manutenção. Esta é uma tendência que tem vindo a verificar-se nos últimos anos, também no desempenho da Inapa, uma vez que a contribuição deste negócio para o volume total de facturação e rentabilidade do Grupo tem crescido. No decurso do exercício de 2012, o segmento de comunicação visual totalizou já uma facturação de perto de 30 milhões de euros, com o mercado alemão a representar uma das mais importantes geografias deste negócio. Na Alemanha, a Inapa é hoje o terceiro maior operador de comunicação visual, através da sua subsidiária Complott Papier Union e após a aquisição, em 2011, da FLS Bildsysteme Vertriebs. Na distribuição de papel, ainda o principal negócio do Grupo, os últimos três anos ficaram marcados, sobretudo, pela consolidação da sua posição nos mercados onde opera. Neste sector, salienta-se a compra do negócio de distribuição do Grupo Burgo, em Espanha, e o desinvestimento em activos que não são do seu core business, como a edição de livros e factoring ou uma operação de nicho do Reino Unido. Com estas acções, a Inapa concentrou-se em mercados onde detém uma posição de liderança, ultrapassando a fasquia da dimensão para o limiar mínimo de rentabilidade. A par da consolidação da posição do Grupo nas mais variadas geografias, e para além da operação em Angola, a Inapa assume, no seu plano estratégico, o aumento do seu peso em mercados emergentes que possam revelar-se interessantes para a expansão dos negócios do grupo. PUB FAPAJAL

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