Serviço Auxiliar CAUC. Hiromi Cristina Santos Doi Agosto/2015

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1 Serviço Auxiliar CAUC Hiromi Cristina Santos Doi Agosto/2015

2 Apresentação CAUC

3 Serviço Auxiliar - CAUC O Serviço Auxiliar de Informações para Transferências Voluntárias (CAUC) foi CAUC instituído pela IN nº 2/2012 em Convênio. A sigla CAUC foi mantida. substituição ao antigo Cadastro Único de FUNÇÃO A STN presta um serviço para facilitar e agilizar o processo de verificação de parte dos requisitos fiscais. Dos 22 requisitos, 13 são refletidos no Serviço Auxiliar. OBJETIVO Simplificar a verificação do atendimento dos requisitos fiscais.

4 Características do Serviço Auxiliar - CAUC O art. 1º da IN nº 2/2012 assim dispõe: FACULTATIVO Fica instituído o Serviço Auxiliar de Informações para Transferências Voluntárias - CAUC, de caráter facultativo. A critério de cada ente federativo, a comprovação desses requisitos fiscais perante os órgãos e entidades concedentes de recursos federais pode ocorrer pela apresentação da respectiva documentação impressa.

5 Características do Serviço Auxiliar - CAUC REFLETE O CAUC apenas espelha registros de informações que estiverem disponíveis nos cadastros de adimplência ou sistemas de informações financeiras, contábeis e fiscais geridos pelo Governo Federal. O CAUC não é um cadastro de inadimplentes. STN A Secretaria do Tesouro Nacional é responsável pelo controle de apenas 5 requisitos fiscais refletidos no CAUC.

6 Serviço Auxiliar - CAUC a) Regularidade quanto a Tributos e Contribuições Federais e à Dívida Ativa da União b) Regularidade quanto a Contribuições Previdenciárias c) Regularidade quanto a Contribuições para o FGTS d) Regularidade em relação à Adimplência Financeira em Empréstimos e Financiamentos concedidos pela União e) Regularidade perante o Poder Público Federal São os requisitos fiscais a serem satisfeitos para habilitar o ente a receber recursos federais: Estão consolidados no art. 38 da PIM 507/11; u) Inexistência de situação de vedação ao recebimento de transferências voluntárias v) Data da celebração da transferência não coincidente com o período de 3 meses que antecede os pleitos eleitorais 01 É estabelecido no art. 73, inciso VI da Lei nº 9.504/1997.

7 Serviço Auxiliar - CAUC 1.1 Regularidade quanto a Tributos, a Contribuições Previdenciárias Federais e à Dívida Ativa da União 1.3 Regularidade quanto a Contribuições para o FGTS; 1.4 Regularidade em relação à Adimplência Financeira em Empréstimos e Financiamentos concedidos pela União; 4.4 Regularidade previdenciária

8 Serviço Auxiliar - CAUC A partir de maio de 2015, o Serviço Auxiliar não exibe mais o item "1.2 - Regularidade quanto a Contribuições Previdenciárias", e o item 1.1 passa a ter nova redação e a atestar também a Regularidade Previdenciária. Tais alterações se devem às mudanças ocorridas na Certidão de Débitos Relativos a Créditos Tributários Federais e à Dívida Ativa da União, em virtude da edição da Portaria RFB/ PGFN nº , de 02/10/2014. Certidão: Poder executivo -> todos os órgãos vinculados ao poder executivo. Outros Poderes -> regularidade do órgão consulente. Validade da Certidão: A validade que consta no CAUC corresponde a data indicada na certidão emitida pelo último órgão.

9 Requisitos Fiscais Refletidos no CAUC REQUISITO FISCAL 1.1 Regularidade quanto a Tributos, a Contribuições Previdenciárias Federais e à Dívida Ativa da União 1.3 Regularidade quanto a Contribuições para o FGTS 1.4 Regularidade em relação à Adimplência Financeira em Empréstimos e Financiamentos concedidos pela União COMPROVAÇÃO Certidão Negativa de Débitos relativos a Créditos Tributários Federais e à Dívida Ativa da União Certificado de Regularidade do FGTS - CRF Informação prestada pela STN VALIDADE Vencimento constante na certidão Vencimento constante na certidão Diário 1.5 Regularidade perante o Poder Público Federal Informação do cadastro mantido no SISBACEN Registro no CADIN

10 Requisitos Fiscais Refletidos no CAUC REQUISITO FISCAL COMPROVAÇÃO VALIDADE 2.1 Regularidade quanto à Prestação de Contas de Recursos Federais Recebidos Anteriormente 3.1 Publicação do Relatório de Gestão Fiscal (RGF) 3.2 Publicação do Relatório Resumido de Execução Orçamentária ( RREO) 3.3 Encaminhamento das Contas Anuais Consulta ao SIAFI e/ou ao SICONV SISTN: Até 2014 SICONFI: A partir de 2015 SISTN: Até 2014 SICONFI: A partir de 2015 SISTN: Contas até 2012 SICONFI: Contas a partir de 2013 Diário Quadrimestral (30/5, 30/9, 30/1) ou Semestral (30/7, 30/1) Bimestral (30/3, 30/5, 30/7, 30/9, 30/11 e 30/1) Anual Municípios: 30/4 Estados e DF: 31/5

11 Requisitos Fiscais Refletidos no CAUC REQUISITO FISCAL DOCUMENTAÇÃO VALIDADE 4.1 Exercício da Plena Competência Tributária 4.2 Aplicação Mínima de Recursos em Educação Declaração do chefe do executivo + comprovante de remessa da declaração ao TC SISTN: Até 2014 SICONFI: A partir de 2015 Extrato do SIOPE Anual Municípios: 30/4 Estados e DF: 31/5 Anual Municípios: 30/4 Estados e DF: 31/5 4.3 Aplicação Mínima de Recursos em Saúde Extrato do SIOPS Anual 30/ Regularidade Previdenciária Certificado de Regularidade Previdenciária CRP expedido pela Secretaria de Políticas de Previdência Social do MPS Vencimento constante no Certificado

12 Acesso ao CAUC O acesso ao CAUC é disponibilizado no site do Tesouro Nacional Abrir o menu Responsabilidade Fiscal Clicar em CAUC 12 Ou, no menu ACESSO RÁPIDO, clicar em CAUC

13 Acesso ao CAUC O CAUC possui 3 opções de consulta Descrição das consultas I) Informações específicas do órgão I representante do ente federado (consulta ao CNPJ principal ); I) Informações do conjunto de CNPJ s II dos órgãos da Administração Direta; I) Informações específicas de um órgão III ou de uma entidade (da Administração Direta ou Indireta).

14 Acesso ao CAUC QUANDO USAR CADA CONSULTA? ( 4º e 5º, art. 38, PIM 507) CONVENENTE TIPO DE CONSULTA ÓRGÃO REPRESENTANTE DO ENTE CONSULTA I (CNPJ Principal) ENTIDADE DA ADM. DIRETA CONSULTA I (CNPJ Principal) CONSULTA III (CNPJ Adm. Direta) ENTIDADE DA ADM. INDIRETA CONSULTA III (CNPJ Adm. Indireta)

15 Funcionalidades ao CAUC Clicando-se na logo do órgão responsável, há o redirecionamento automático para a sistema originário da informação refletida no sequencial. 2.1 Regularidade quanto à Prestação de Contas de Recursos Federais recebidos anteriormente. Clicando-se no título do sequencial, a informação nele refletida é detalhada. [*] Os sequenciais marcados com [*] não necessariamente estão inadimplentes, apenas não puderam ser comprovados. Nesses casos, o requisito fiscal deve ser comprovado à vista de documentos impressos.

16 Funcionalidades ao CAUC EXEMPLO: DETALHANDO AS INFORMAÇÕES DO SEQUENCIAL Clicando-se no título do sequencial, a informação nele refletida é detalhada. 2 A depender do sequencial, a informação pode ser detalhada ainda mais.

17 Tópicos Específicos CAUC

18 Vigência das Legislações Reguladoras das Transferências Voluntárias IN STN 01/97 PIM MP/MF/CGU 127/08 PIM MP/MF/CGU 507/11 30/05/ /01/2012 A Portaria Interministerial MP/MF/CGU 507/11 regula os convênios celebrados a partir de 01/01/2012. Contudo os convênios anteriores a essa data ainda são regulados pelas legislações vigentes à época.

19 Responsabilidade de Ex-gestores A PIM MP/MF/CGU 507/11 prevê a suspensão de inadimplências decorrentes da não prestação de contas de convênios, desde que sejam adotadas as medidas adequadas. Contudo é importante notar que essa salvaguarda só se aplica às inadimplências decorrentes da não prestação de contas das transferências voluntárias, que se refletem no sequencial 2.1 do CAUC. 2.1 Regularidade quanto à Prestação de Contas de Recursos Federais recebidos anteriormente

20 Responsabilidade de Ex-gestores O art. 72 da PIM MP/MF/CGU 507/11 dispõe que a autoridade competente suspenderá imediatamente o registro da inadimplência se: O administrador seja outro que não o faltoso; As justificativas que demonstrem o impedimento de prestar contas e as medidas adotadas para o resguardo do patrimônio público sejam apresentadas ao concedente; A instauração de tomada de contas especial seja solicitada pelo novo administrador ao concedente; Sejam inseridos os documentos que contenham as justificativas e medidas adotadas no SICONV.

21 Possibilidade de Suspensão das Inadimplências Algumas ações são salvaguardadas quanto à necessidade de cumprimento dos requisitos fiscais para fins de recebimento das transferências voluntárias, a saber: Ações de Educação; Ações de Saúde e LRF, art. 25, 3º Ações de Assistência Social. Ações Sociais e Ações em Faixa de Fronteira. Lei 10522/02 (Lei do CADIN), art. 26

22 Possibilidade de Suspensão das Inadimplências Contudo a suspensão das inadimplências condiciona-se a dois fatores: 1 A transferência voluntária é um ato discricionário da União 2 O exame para o enquadramento compete ao concedente Assim dispõe o art. 5º da PIM 507/11: Assim dispõe o art. 1º da PIM 507/11: 5º A União não está obrigada a celebrar convênios. Art. 5º Ao concedente caberá promover: (...) c) análise de enquadramento e seleção das propostas apresentadas pelos órgãos ou entidades da administração pública, direta ou indireta, de qualquer esfera de governo, consórcio público ou entidade privada sem fins lucrativos, com vistas à celebração de convênio;

23 Efeito das Sanções sobre os Entes Subnacionais Os convenentes alegam, com frequência, que a suspensão das transferências voluntárias, tendo em vista o não cumprimento dos requisitos fiscais estabelecidos, acarreta grave prejuízo social aos entes subnacionais. Gráfico 1 Transferências da União (2014) 98,69% 1,31% Tabela 1 Transferências da União (2014) Transferências 2013 % Obrigatórias e outras trans ferências Convênios e Contratos de Repasse ,69% ,31% Total dos Valores Pagos ,00% Fonte: Estudo Interno STN Obrigatórias e outras Voluntárias Fonte: Estudo Interno STN. Contudo levantamento da STN aponta que, em 2014, apenas 1,31% do total das transferências da União aos entes subnacionais foram realizadas por meio de convênios e contratos de repasse.

24 Efeito das Sanções sobre os Entes Subnacionais Gráfico 2 Transferências da União por Convênios e Contratos de Repasse (2014) - Estados e Municípios (AC-MT) AC AL AM AP BA CE DF ES GO MA MG MS MT 0% 1% 2% 3% 4% 5% Gráfico 3 Transferências da União por Convênios e Contrato de Repasse (2014) - Estados e Municípios (PA-TO) PA PB PE PI PR RJ RN RO RR RS SC SE SP TO 0% 1% 2% 3% 4% 5% Obs. 1: Os percentuais referem-se a quanto das transferências da União para os Estados e Municípios foram realizadas por meio de Convênios e Cont. de Repasse. Obs. 2: Os Gráficos 2 e 3 informam as transferências aos Estados e a todos os Municípios neles localizados.

25 Hiromi Cristina Santos Doi

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