AUDIOLEITURA. Web rádios para pessoas com deficiência visual. Instrutores: Fernando de Paula Zamboni e Leondeniz Candido de Freitas

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1 AUDIOLEITURA Web rádios para pessoas com deficiência visual Instrutores: Fernando de Paula Zamboni e Leondeniz Candido de Freitas Ementa: Criação e manutenção de web rádios. Montagem, produção e edição de áudio, através de software livre, com o auxílio de leitores de tela. Web Rádios produzidas e operadas exclusivamente por pessoas com deficiência visual, de maneira totalmente autônoma. Este minicurso pretende mostrar como isso é possível com o auxílio de leitores de tela e ferramentas acessíveis. As Web Rádios, principalmente no campo da deficiência visual, compõem um excelente meio de disseminar a informação e o acesso à leitura. Currículos: Fernando de Paula Zamboni: Músico, graduando em música com especialidade em Canto Lírico pela UFPEL Universidade Federal de Pelotas, RS; técnico em informática e programador em Delphi, PHP e outras linguagens. Possui também curso de Radialista Locutor pelo Senac; trabalha com revenda de hospedagem e streaming (para rádios online). É autodidata em programas de editoração de áudio, trabalhando com isso há mais de 10 anos, inclusive ministrando cursos presenciais e on line nessa área. Leondeniz Candido de Freitas: Técnico Judiciário, Assistente de Gabinete do Desembargador Ricardo Tadeu Marques da Fonseca, do Tribunal Regional do Trabalho do Paraná; formado em Direito, especialização em Direito Trabalhista em andamento; formação técnica em informática e atuação paralela no desenvolvimento e manutenção de sites e blogs. Experiência em criação e manutenção de web rádios desde 2003.

2 INTRODUÇÃO Até meados da década de 90, o rádio era um veículo de comunicação baseado na difusão de informações sonoras, por meio de ondas eletromagnéticas, em diversas frequências. Com o surgimento da Internet, tornou-se possível também trazer o rádio para as ondas digitais, o que expandiu os limites de alcance de uma emissora. Ele pode ser caracterizado como um meio essencialmente auditivo, o que permite às pessoas com deficiência visual ter pleno acesso a seu conteúdo. O rádio, entre os meios de comunicação em massa, pode ser considerado o mais popular e o de maior alcance da população, não só no Brasil, mas também em todo o mundo, isso pela capacidade que temos de ouvir a mensagem sonora e falada simultaneamente sem a necessidade de interromper as nossas atividades e dedicarmo-nos exclusivamente à audição. Segundo dados do Ministério das Comunicações, o Brasil conta com aproximadamente emissoras de rádio, distribuídas aproximadamente em 50% para AM e FM. O envolvimento das pessoas cegas no universo do rádio se deu muito antes da chegada da Internet. Podemos destacar o locutor Marco Aurélio, da Rádio Globo, que exerce sua profissão desde a década de 80. Todavia, com as facilidades advindas da tecnologia, muitos tiveram acesso a esse universo, tornando possível, hoje, que qualquer pessoa, com ou sem deficiência, mantenha uma web rádio a partir de sua própria casa. Na web, a primeira experiência brasileira que pôde aproximar as pessoas cegas dessa atividade, foi a Rádio Dosvox, cuja programação é semanal, e produzida exclusivamente por pessoas com deficiência visual e motora, ou pessoas e entidades parceiras do projeto DOSVOX, em atividade voluntária. A gestão da Rádio é comunitária, dirigida por uma comissão administrativa que garante a qualidade da programação e é escolhida por eleição direta pela comunidade DOSVOX. Nessa rádio não existe uma difusão através de ondas hertzianas. É um lugar na Internet onde uma programação em áudio, usando o estilo de rádio, tem sempre um toque dinâmico e experimental e visando o interesse do público deficiente visual, é armazenada ou referenciada. É o que chamamos de rádio on-demand, categoria que tem crescido muito nos últimos anos. O que se pretende abordar neste curso, entretanto, é a modalidade streaming. Conforme será demonstrado, uma pessoa pode criar, desenvolver e manter uma web rádio, transmitindo para a Internet a partir de qualquer lugar, apenas com o uso de um computador, microfone e conexão com a rede.

3 Nosso curso não pretende exaurir a abrangência desse universo, mas oferecer conceitos e demonstrar a utilização das principais ferramentas de criação e manutenção de uma web rádio. O principal objetivo é apresentar um contexto onde a pessoa com deficiência visual possa trabalhar com total autonomia e independência em todas as fases do projeto. STREAMING Streaming significa literalmente "fluxo de mídia", e é uma forma de se reproduzir mídia diretamente de um site ou dispositivo virtual (como um sistema de rádios on line), sem a necessidade de ter o arquivo no computador. Os dados se reproduzem na forma de "fluxo contínuo", isto é, são reproduzidos imediatamente quando obtidos, e obtidos para serem reproduzidos, quase que simultaneamente. A única "retenção" de dados que acontece, temporariamente, é o conteúdo do cache da reprodução. Existem duas formas básicas de streaming: Streaming ao vivo: Os dados são transmitidos a partir de uma fonte, para um servidor e, deste servidor, retransmitidos em grande escala para um grande número de ouvintes conectados. É a forma de transmissão usada pela maioria das rádios na Internet: A transmissão ocorre quase que em tempo real, tendo um "delay" (atraso), que pode variar de 2 a 40 segundos, dependendo de diversos fatores. Contudo, o que diferencia esse tipo de streaming do que vamos falar posteriormente é justamente a forma: No streaming ao vivo existe um fluxo contínuo de dados em duas partes no transmissor, e na fonte receptora. Streaming on demand: Significa literalmente "streaming à pedido". É um tipo de streaming usado pela maioria dos sites que disponibilizam músicas online, como também por algumas rádios que trabalham na modalidade "podcasting": Os arquivos são gravados previamente, disponibilizados em um servidor e o usuário, no caso o ouvinte, conecta na hora que tem disponibilidade, e ouve o conteúdo ali postado. Para fazer streaming, de ambas as formas, primeiramente é necessário um servidor, geralmente com grande capacidade de link (Largura de banda), para disponibilizar e transferir o conteúdo aos ouvintes. No caso do streaming on demand, podemos simplesmente contratar um plano de hospedagem web em um servidor de boa qualidade e disponibilizar os arquivos, sabendo previamente qual a largura de banda deste servidor, espaço em disco que ele vai fornecer, tráfego e, obviamente, ler com atenção os termos de uso para verificar se o servidor permite uso de fluxo contínuo de dados. No caso do streaming ao vivo, sobre o qual falaremos mais neste material, precisamos, além de escolher apenas um bom servidor, escolher servidor que tenha a capacidade de receber e

4 retransmitir dados de streaming ao vivo. Para isso, um conjunto inteiro de softwares, tanto no servidor como no cliente, deve trabalhar em sincronia. Necessidades do cliente: 1) O programa de DJ usado pelo transmissor da rádio, (no caso, nesta apostila trabalharemos com o Zararadio, ótimo programa de automação para rádios on line). 2) O programa de transmissão do fluxo de dados (streaming) existem diversos programas para fazer "streaming", citamos aqui o exemplo de alguns, com uma breve descrição: Shoutcast DSP: O mais popular transmissor freeware para rádios on line, tendo diversas funcionalidades básicas mas, que já podem nos auxiliar a transmitir de uma forma barata e eficaz. Ele é capaz de transmitir nos formatos Mp3 e AAC. Windows Media Encoder: É o programa criado pela Microsoft para transmitir em formato Windows Media, um formato que também popularizou em muito as rádios Web por ter uma qualidade excelente, e usando uma baixa taxa de fluxo de dados (KBPS). Real Producer Plus: Programa criado pela real networks ainda quando o formato real media era o mais popular para streaming de dados. Ele permite transmissão de dados em formato Real Media, (áudio e vídeo), usando pouca banda e preservando em muito a qualidade. Contudo esse formato não é mais tão popular e muitas rádios não o utilizam mais por haver necessidade de, no computador do ouvinte, ter o Codec e um programa específico para que ele possa ouvir a rádio. Simplecast: Um programa pago, mas excelente, que é capaz de transmitir em Windows Media, Mp3, OGG, AAC e outros formatos. Contudo, a acessibilidade deste programa não é muito boa. A maioria das rádios usa Simplecast para transmitir seus dados, principalmente por essa característica de transmitir em diversos formatos de áudio. Necessidades do servidor: Além de uma banda que suporte grande fluxo contínuo de dados, o servidor ainda deverá ter instalado o programa que vai receber os dados do cliente e retransmitir para seus ouvintes. Existem vários programas de servidor, para fazer a retransmissão dos dados, podemos citar por exemplo: Shoutcast: Programa sobre o qual falaremos abaixo, que é Freeware, e é capaz de receber e retransmitir grande fluxo de dados para rádios on line. Icecast: Menos popular, mas com mais funcionalidade, além de um Delay menor para a transmissão.

5 Windows Media Services: O programa criado pela Microsoft, e que roda em servidores Windows e pode retransmitir o formato Windows Media, também criado pela Microsoft. Após atendermos todos esses requisitos, passamos então à configuração e transmissão de nossa rádio, no caso, aqui, nos atendo somente ao Shoutcast e Shoutcast DSP. Servidor: Primeiramente, contratamos um plano de Streaming em um servidor Shoutcast. Para isso, é necessário entender inicialmente que os planos de Streaming têm algumas características específicas da rádio Web, diferentes de quando contratamos um plano de hospedagem padrão, conforme explicitado a seguir: Taxa de bits: A taxa usada para a transmissão de nossa rádio. Essa taxa, além da qualidade, afeta também a largura de banda usada, tanto no ponto de transmissão quanto no servidor. Lembrando que essa taxa é em bits, não em bytes, da mesma forma que qualquer cálculo de uso de banda na Internet. Então, se contratarmos uma taxa de 64 KBPS em um servidor, devemos lembrar que nossa conexão deve ser capaz de transmitir a 64 KBPS (Kilobits por segundo), em fluxo contínuo, e que isso significa que, na realidade, estamos transmitindo a 64/8, ou seja, 8 kilobytes por segundo de fluxo contínuo, calculando em bytes e não em bits. Além disso, a conexão do ponto transmissor deve ter no mínimo duas vezes e meia o valor contratado como bit rate de transmissão, ou não teremos uma rádio estável. Sockets: Os Sockets são "receptores" que respondem ao ouvinte que tenta conectar em nossa rádio com um "ok" ou com um "error". A maioria dos servidores vende planos diversificados também com diferenças de quantidade de sockets, ou seja, espaço para 100 ouvintes, 200, etc. Quanto mais Sockets contratados (Espaços para ouvintes), mais caro será o plano de rádio e mais memória será usada no servidor. Obviamente haverá mais capacidade de ouvintes para nossa rádio. Contudo, alguns servidores vendem planos de "ouvintes ilimitados". Nesse caso, trata-se de uma propaganda enganosa, já que o número real de ouvintes nunca é ilimitado, e sim, limitado pela capacidade do servidor, memória e largura de banda. O contratante só vai saber qual é seu limite, quando contratar um plano desses, no caso de tentar usar e não conseguir. Outra questão que se deve observar ao contratar um servidor de rádio é o Ping, (Packet Internet Group). O Ping é um tipo de teste que indica a velocidade que o servidor demora para responder a um grupo de pacotes de dados que lhe foram enviados. Em nossa experiência com Web rádios, pudemos constatar que servidores com Pings mais altos que

6 300 MS não são boas escolhas para fazer Streaming. Um servidor bom para Streaming deverá ter duas características: 1) Um Ping com no máximo 240 MS. 2) Os pontos de rotas até esse servidor respondendo sem problemas. Para testar as rotas, podemos usar simplesmente o Tracerout, que consta em ambos os sistemas Windows e linux, e pode nos mostrar se há falhas ou não nos pontos de rota. Shoutcast DSP: Nesse material, iremos auxiliá-lo a instalar e usar o Shoutcast DSP, programa que roda em conjunto com o Winamp e pode transmitir para um servidor Shoutcast. Primeiramente, devemos ter o Winamp instalado. Com o Winamp instalado, faremos o seguinte: Instalando o shoutcast DSP: O SHOUTcast DSP Plugin deve ser instalado com o Winamp DESLIGADO. Primeiramente, execute o arquivo e instale na pasta do Winamp o instalador reconhece automaticamente a pasta onde o Winamp está instalado e finalize a instalação. Configurando o SHOUTcast DSP Plugin: Inicialize o Winamp, pressione ALT + S. Se esse atalho não funcionar, use ALT+O, que vai cair diretamente nas preferências. Agora, procure na lista que vai aparecer pelo item "efeito/dsp". Geralmente já está abaixo da posição atual do cursor. Lá estará instalado o Plugin Nullsoft SHOUTcast Source DSP. Selecione-o basta dar Tab até cair em outra lista e clique em Configure Active Plug-in. Na janela do SHOUTcast Source teremos quatro abas, nas quais você pode navegar usando as setas quando estiver nelas, ou mesmo usando Control + TAB. Primeiramente procure pela aba Output (Saída). Deixe marcado Output 1, em Connection Address, coloque o endereço do servidor e a porta (em Port) contratada pelo servidor. A seguir lembre-se da senha (password) que você definiu quando da contratação do serviço e coloque no campo Password. Deixe selecionado a opção Automatic Reconnection çon Connection Failure (Reconectar automaticamente se desconectar). Em Yellow Pages você pode disponibilizar música e artista que estão tocando em sua rádio deixando a opção Enable Titles Updates selecionada; em Description coloque o nome da sua rádio e em Genre (gênero) escolha o gênero desta. A aba Encoder corresponde à qualidade de som que você emitirá aos seus ouvintes. Lembramos que o máximo que você pode usar corresponde à qualidade contratada no

7 servidor. Por exemplo: Se você contratou 64 K, poderá usar menos, ou até no máximo 64 K. No caso de tentar usar mais, a maioria dos servidores derruba a conexão automaticamente, ou mesmo suspendem o serviço por algum tempo, também automaticamente. Finalmente a aba Input (entrada) permite que você utilize o microfone, o próprio Winamp ou a entrada de linha como método transmissor. No caso como trabalhamos com Zararadio neste tutorial, usamos a entrada de linha e configuramos o dispositivo "Stereomix" do nosso sistema. Zararadio O Zararadio é um software livre e gratuito destinado à automação de rádios e pode ser utilizado tanto em rádio difusão quanto em web rádios. Para obtermos um bom resultado, é aconselhável que a máquina onde o Zararadio será usado tenha, no mínimo, duas placas de som com boa qualidade, uma para trabalhar com o leitor de telas e os sons padrão do Windows e outra exclusiva para o próprio Zararadio. O elemento principal do Zararadio é a lista de reprodução. Esta lista mostra uma sequência de arquivos de som e/ou comandos que são reproduzidos ou executados um a um. Para criar uma nova lista de reprodução, basta pressionar CTRL + N. A lista é mostrada em um quadrado na parte inferior direita da janela do programa e é ali que devemos adicionar cada item de reprodução. Para isso, devemos acionar o menu listas e, em seguida, adicionar arquivos. É possível, ainda, embaralhar a ordem das faixas de reprodução, através do atalho CTRL + K. O Zararadio é capaz de ler os seguintes tipos de arquivos: WAV: Formato de som que pode estar com qualquer tipo de compressão, sendo reproduzido de forma normal. Formato de arquivo de som com qualquer tipo de bitrate, tanto variável, quanto constante, que será reproduzido de forma normal; Formato livre de som, e os arquivos WMA (formato de som do Windows) que também são reproduzidos de forma normal; Playlists (.lst,.m3u e.pls): Ao figurarem numa lista, funcionam como um comando e quando aparecem uma vez acionados, abrem uma nova lista (que começará a ser tocada a partir da primeira música listada), fechando a lista anterior;

8 ROT: nada mais são que Playlists, podendo conter indicações para arquivos Mp3, Wav comandos, ou outras rotações; SEC: Playlists que são formadas por uma lista de indicações que, tal qual as rotações, podem conter qualquer tipo de arquivo, sendo reproduzidos na sequência a partir da qual estão listados e podem ser bastante úteis, por exemplo, para a programação de blocos de comerciais; STOP: Usado para parar a reprodução (esse comando também pode ser inserido diretamente num arquivo.m3u, a partir do bloco de notas, o que é considerado bastante útil numa programação do Zararadio feita para rodar 24 horas); PLAY: para iniciar a reprodução, sendo interessante apenas quando aplicados em eventos imediatos (esse comando também pode ser inserido diretamente num arquivo.m3u, a partir do bloco de notas, o que pode ser útil numa programação do Zararadio feita para rodar 24 horas); PAUSE: Quando acionados produzem um silêncio num período determinado, indicado na sua criação (ou introdução); Para criá-lo, deve-se usar o comando lista adicionar pausa ; e sua duração deve estar entre 0 e 3600 segundos (esse comando também pode ser inserido diretamente num arquivo.m3u, a partir do bloco de notas, o que pode ser útil numa programação do Zararadio feita para rodar 24 horas); DIR: Ao serem acionadas, tocam uma faixa aleatória, a partir da pasta indicada, ou de uma de suas subpastas. As faixas não são repetidas, até que todas tenham sido executadas, ou seja, enquanto todas não houverem sido tocadas, nenhuma será repetida (esse comando também pode ser inserido diretamente num arquivo.m3u, a partir do bloco de notas, colocando-se um.dir no final do caminho da pasta; TXT, HTM ou HTML: Comando que mostra uma pequena janela com o texto contido no arquivo. Eventos: É um recurso do Zararadio que permite programar dia, hora, minuto e segundo para que algo aconteça. Pode ser a reprodução de um arquivo de comercial, vinheta, programas previamente gravados, pause, play, stop, etc. Para manusear os eventos, deve-se pressionar um botão cuja representação gráfica é um relógio. Então, abre-se uma janela onde cada evento tem na sua esquerda um tique, que serve para ativar ou desativar os eventos individualmente. Para criar um novo evento, basta

9 pressionar o botão novo, quando aparecerá uma janela de diálogo onde as possíveis configurações são: Data: indica o dia e a hora em que o evento será executado pela primeira vez. Será reproduzido todos os dias, na hora escolhida, até que chegue o dia e hora da expiração (momento em que o evento deixa de existir). [Para criar eventos não sujeitos à expiração, basta deixar desmarcada a caixa expiração, o que já é padrão]. Na periodicidade, apesar de um evento tocar uma vez por dia na hora escolhida, é possível programá-lo para tocar a cada hora, selecionando a caixa "todas as horas". Ainda é possível fazer a programação para apenas algumas horas, selecionando a caixa outras horas, quando aparecerá a opção para que se marque as horas desejadas. Os minutos não podem ser alterados, e serão os mesmos marcados na opção de início do evento independente do tipo de periodicidade escolhido, restando a possibilidade de editar o campo dos minutos horas e segundos a partir do modelo hora:minutos:segundos para qualquer um dos eventos a serem programados. Um evento pode estar sujeito a atrasos, ou ser imediato. Quando chega a hora marcada para sua execução, podem acontecer duas coisas: se ele está sujeito a atrasos, esperará até que chegue ao fim, a faixa que está sendo executada; se o Zararadio estiver em Stop, ficará aguardando indefinidamente, até que haja uma alteração para play. Porém, quando for imediato, será interrompido o arquivo em execução no momento e será iniciado o evento. Se o Zararadio estiver em Stop, passará automaticamente para play e começará a reproduzir o evento. Também é possível definir a prioridade. Imagine que esteja programado um evento com duração de 30 minutos, com um evento e indicativos a cada 5 minutos. Com essa programação, durante o evento, teríamos seis indicativos seguidos. Para evitar isso, o Zararadio tem um mecanismo que permite que sejam descartados eventos nesses casos. Um evento pode ter prioridade baixa ou alta. Quando um evento está sendo executado e chega a hora de outro evento, podem acontecer duas coisas: que o evento novo tenha menor prioridade que aquele que está tocando no momento e, neste caso, o evento novo não tocaria, sendo descartado ou, se o evento em questão tiver

10 prioridade alta também, ele será executado de acordo com o modo programado, independente do evento anterior. No caso de um evento com possibilidades de atraso, é possível indicar-se em minutos o tempo máximo que ele pode esperar. Por exemplo, se um evento com possibilidades de atraso está programado para as 13 horas e 15 minutos, com espera máxima de 5 minutos, quando chegar 13 horas e 20 minutos sem que ele tenha sido executado, desaparecerá da janela de eventos próximos, não sendo executado nessa ocasião. Pode-se, também, definir quais dias da semana o evento será reproduzido. É possível modificar-se um ou vários parâmetros de um evento, após a seleção desse evento na lista, ou a partir de um duplo clique sobre um dos eventos. Ainda é possível se eliminar um ou vários eventos, a partir dos comandos de seleção no Windows. Os botões abrir/salvar permitem que seja guardada a lista de eventos num arquivo, para que seja possível sua recuperação mais tarde, ou para levá-la para outro computador. Ao fechar o Zararadio, todavia, a lista de eventos fica armazenada automaticamente no registro do Windows, sendo restaurada quando voltamos a abrir o programa. Porém, é aconselhável que quando se faça alguma alteração nos eventos, fechemos o programa para abri-lo em seguida, pois se houver algum travamento inesperado no computador (inclusive por queda de energia) ou no Zararadio, essas alterações na lista de eventos não são mantidas no registro. É possível, ainda, utilizar o Zararadio para retransmitir o conteúdo veiculado por outra Web rádio. Este recurso é muito usado em transmissões em cadeia, quando duas ou mais rádios estabelecem parcerias para transmissões de um evento ou programa específico. Para introduzir uma conexão com uma Web rádio na lista de reprodução, vá até o menu Lista, Adicionar Rádio de Internet e, na janela de diálogo que se abrirá, no primeiro campo deve ser colocado o tempo que se deseja que o Zararadio permaneça conectado com a rádio. No segundo campo, deve ser colocado o endereço real da rádio, que não pode ser um endereço terminado em.m3u, PLS ou ASX, pois estes apenas apontam para listas de reprodução, servindo somente para gerar um atalho para os internautas que pretendam ouvir a rádio. Estes arquivos, quando são abertos num editor de textos, mostram o endereço real da transmissão. Atenuador: Enquanto está sendo reproduzida uma lista, é possível dar um fade (ou atenuar o som) da lista com o atalho T durante as locuções, sendo totalmente configurável

11 nas opções do Zararadio, o volume de fade (ou atenuador) das músicas para o momento da locução e a determinação do tempo aproximado que durará conforme a variação do volume. Estes parâmetros alteram tanto os fades, quanto o botão localizado na barra de ferramentas inferior. Vinhetas numéricas: É possível configurar vinhetas numéricas de 1 a 9 para serem reproduzidas quando pressionamos estes números no teclado alfanumérico. Para isso, basta acessarmos o menu vinhetas e, em seguida, a opção editar vinhetas. Na subjanela que se abre, podemos selecionar cada item, de 1 a 9, e adicionar um arquivo com a vinheta. Durante a programação, ao pressionarmos um número, será reproduzida a respectiva vinheta de acordo com a configuração que consta no editor de vinhetas. Configurações Acessando o menu ferramentas e, em seguida, o submenu opções, temos acesso às abas de configuração do Zararadio, às quais oferecemos uma breve síntese: A opção fundir, configura o modo em que são sobrepostas as músicas. Podese trabalhar de dois modos diferentes com o detector automático de fim de música, quando o Zararadio entra nos segundos finais de uma música (valor determinado pelo campo sobrepor arquivos) detectará automaticamente o volume a partir do limite indicado na barra deslizante. Quando este volume for atingido, começará a tocar a próxima música, fazendo uma sobreposição, que durará aproximadamente o tempo configurado em sobrepor arquivos. Estando desmarcada a caixa detectar fim de músicas, o Zararadio pulará para a música seguinte, quando faltarem os segundos indicados em sobrepor arquivos, para que termine. Os valores de sobrepor e fundir são os valores considerados por padrão para todas as músicas. Porém, é possível dar um valor de sobreposição diferente para cada música. Para isso, basta renomear o arquivo, adicionando ao final ~sobreposição (o caracter ~ pode ser obtido ao pressionar-se Alt mais 126), onde a sobreposição é um número natural ou real. A opção de senha permite a ativação de proteção para as opções comuns do diálogo de opções, assim como para os eventos. Com essa opção ativa, ao se tentar entrar nessa janela de diálogo, aparecerá uma janela onde será pedida a senha, ficando bloqueado o acesso, quando esta não estiver correta. O mesmo acontecerá com o botão de ativar/desativar eventos, com a janela de

12 programar eventos, com os botões de reproduzir e eliminar eventos. Também é possível configurar a proteção para apenas alguns dos itens mencionados. A opção de detectar silêncio, permite que sejam detectados tempos de silêncio nas músicas executadas, e, quando isso acontece, o Zararadio pula para a próxima música. Leve em conta que essa função só funciona para músicas mal gravadas (com silêncios), não tendo efeito algum nas falhas do sistema operacional. A opção de fade (ou atenuador), cujo atalho é t, permite que se configure o volume de fade nas músicas para o momento de uma locução. Também permite a determinação do tempo aproximado que durará a variação do volume. Esses parâmetros alteram tanto os fades, quanto o botão localizado na barra de ferramentas inferior. As Opções gerais permitem que sejam configuradas várias opções no Zararadio: O nome da emissora é o texto que aparece na barra de ferramentas na janela principal. O idioma define a língua utilizada na interface com o usuário. A opção Ativar inicio automático, faz com que o Zararadio entre em modo play, ao ser aberto. A opção Ativar controle automático de ganho AGC, quando marcada, mantém o som num volume constante. O normal é deixar marcada a caixa, abrir a última lista ao iniciar, sendo indicado sua desativação, somente quando se trabalha com listas auxiliares muito grandes, que demoram muito para carregar. A opção Confirmação para fechar, fará uma pergunta se o usuário quer realmente sair do programa, sempre que a opção Fechar for acionada. Por padrão, ao se dar um duplo clique num dos itens da lista, este recebe a cor verde, indicando que será o próximo para a reprodução. Ao ser ativada a opção Reproduzir arquivos com um duplo clique, um tema será reproduzido imediatamente ao receber um duplo clique. Quando a opção Desativar os eventos em instâncias secundárias está marcada, as instâncias secundárias do Zararadio serão abertas com os eventos desativados. A opção Permitir a abertura de mais de uma instância, permite ou impede que o Zararadio seja aberto em novas instâncias.

13 Gravação e edição de áudio Para trabalhar com rádio Web, ou mesmo com áudio leitura, é necessário a escolha de um programa bom e acessível para a obtenção do material em áudio. Existem diversos programas para este fim Soundforge, Acid, Audacity e muitos outros. Neste curso iremos trabalhar com uma tecnologia disponibilizada pelo próprio sistema Dosvox, (O gravador de som do Dosvox), e também com um outro programa, relativamente acessível e Open Source o Audacity. Primeiro, falaremos brevemente sobre como é armazenado o áudio em um computador: Existem diversas formas de armazenar áudio em um PC, (Formatos de áudio), cada uma com características específicas que as tornam a escolha ideal para os mais variados fins. Por exemplo: Para Streaming on Demand, podemos usar os formatos Real Audio (.rm) ou Windows Media (wma), de baixa quantidade de bytes e boa qualidade para este fim. Para armazenar músicas no computador, com qualidade boa, podemos usar os formatos Wave ou Mp3, sendo o Mp3 de qualidade excelente e bom por usar menos recursos do computador para seu armazenamento. Minigrav O Minigrav é o utilitário para gravação de áudio do sistema Dosvox. Ele pode ser utilizado para produzir materiais de pequeno e médio porte, como gravações de até uma hora, ou mesmo algumas vinhetas, com efeitos. Ele é capaz de gravar indeterminadamente. Contudo, a edição de áudio, que utiliza muitos recursos, dependerá do tamanho do arquivo, quantidade de memória, HD e outros aspectos para ter sua total funcionalidade. Iniciando o Minigrav: O gravador de som do Dosvox pode ser iniciado através da opção M (Multimídia) e G (Gravador de som). Ao iniciar, temos primeiramente que definir certos parâmetros de nossa gravação, são eles: Nome do arquivo: O nome do arquivo em que ficará armazenada nossa gravação. Por padrão, o formato será Wave, portanto, se você quer criar um Mp3 terá de colocar a extensão.mp3 ao final do nome. O Minigrav não edita diretamente Mp3, ou seja, primeiro

14 ele precisa desconverter o arquivo (No caso do arquivo já existente), e depois reconverter quando da hora de salvar, para o formato Mp3. Qualidade: CD, rádio ou telefone essa questão simplifica um dos parâmetros mais importantes da edição de áudio, denominado "Sampling rate", ou, taxa de amostragem. A taxa de amostragem define a quantidade de dados (O tamanho da onda) do nosso arquivo. A qualidade de CD do gravador do Dosvox é KHZ, a de rádio corresponde à , e a de telefone, a Stéreo ou Mono: Define se nosso áudio será estéreo, (2 canais, direito e esquerdo) ou mono (apenas um). Respondemos essa pergunta com a letra S (Para estéreo) ou M (para mono). Após esses procedimentos, podemos teclar Enter e iniciar nossa gravação. Ao teclar ESC, o gravador pergunta se queremos já salvar o arquivo gravado. Podemos responder que sim se é uma gravação definitiva, ou não para realizar mais edições. Dentro do gravador, temos algumas opções de edição úteis para a confecção de vinhetas e audiolivros, as quais iremos explorar: 1. Recortes no áudio: Não raro após uma gravação, precisamos cortar partes do arquivo, (Ruídos, erros, início e fim, etc). No Minigrav, é muito fácil fazer isso: 1) Cortando do início até o cursor: Usando a opção T, podemos por o áudio para tocar e parar (Com barra de espaços), no ponto em que queremos recortar. Se necessário, voltar ou avançar um pouco com as setas direita/esquerda para definir corretamente o ponto. Posteriormente, damos Esc para sair dessa opção e teclamos "A". O sistema vai perguntar A: Remove antes do cursor; D, depois; T, tudo; M, Remove entre o cursor e ponto memorizado. Nesse caso, usamos a opção A. 2. Removendo do cursor até o final: Basta fazer o processo inverso do que fizemos agora. Colocamos o áudio para tocar com a opção T, podemos (para não ser necessário escutar todo o material), posicionar o cursor no final do áudio com a tecla End e depois usar page up para retornar mais rapidamente a um ponto que queremos remover. Localizando-o, damos Esc e depois usamos as opções "A", e "D", para remover tudo que tem depois do cursor. 3. Marcando um bloco: Caso se tenha um trecho no meio do áudio o qual precisamos remover, podemos fazer o seguinte: 1) Colocamos para tocar com a opção T.

15 2) No início do ponto que queremos remover, damos barra de espaços para parar de tocar, e, posteriormente, usamos a letra "M", para memorizar a posição do cursor. 3) Vamos com as setas, page-down ou mesmo tocando, até o final da parte que queremos remover. 4) Teclamos Esc e posteriormente opção A, e "M". O gravador vai remover o material contido entre a posição que memorizamos e o ponto em que estamos no áudio. Efeitos: O Minigrav trabalha com os efeitos de Fade, Reverb, Volume, Delay e Echo (Eco). Para aceder à opção de efeitos, basta teclar E. O efeito de volume aumenta ou diminui o volume do áudio em 25%, cada vez que é aplicado. Os efeitos Reverb e Delay, quando utilizados, usam as configurações definidas na opção C para se aplicarem ao áudio. Os efeitos de Fade são aplicados a partir da posição do cursor. Por exemplo: Fade out é aplicado do cursor até o fim; Fade in, é aplicado do início do áudio até o cursor, de forma bem intuitiva. Mixagem: Uma das questões mais importantes para se montar uma vinheta é fazer uma boa mixagem com a música que será usada como "background" (Música de fundo). Para isso, abrimos a música no Minigrav, e posicionamos o cursor, através da opção Tocar, no início do ponto onde vamos mixar algo. Posteriormente, teclamos "M" (Misturar). O sistema vai perguntar qual o arquivo de som a misturar. Precisamos de um arquivo já previamente gravado, em Wave ou Mp3. Teclamos o nome do arquivo, e o sistema vai perguntar: Adição, Mistura ou Fundo sonoro. Se quisermos adicionar um arquivo no ponto atual, (Sem misturar), teclamos A; se quisermos misturar os dois sons sem alterar os volumes, teclamos M; ou, querendo transformar nosso arquivo em um fundo sonoro para o que está sendo mixado, teclamos F. No caso do F, o programa pede os valores para os volumes. O ideal é deixar em branco o primeiro, e colocar um valor entre 20 ou 30 DB a menos no segundo (Digitando os números). O programa, depois disso, vai perguntar se desejamos misturar o som no início, no cursor ou no final. Respondemos de acordo com a necessidade (Usamos, por exemplo, cursor para uma vinheta na qual queremos que a música toque um pouco, para depois entrar a voz). Audacity: 1. Apresentação

16 O Audacity é um editor de áudio livre e fácil de usar, disponível para Windows, Mac OS X e GNU/Linux. Com ele é possível gravar sons e editá-los, alterando a velocidade ou timbre de uma gravação, cortando, copiando e colando trechos do próprio som ou de outras fontes, tudo isso em formato Ogg Vorbis, MP3 e WAV, além é claro da adição de efeitos, que fica a critério do usuário. O Audacity, como grande parte dos aplicativos, possui uma infinidade de ferramentas e utilizações. Neste tutorial estaremos vendo as ferramentas mais básicas e também mais necessárias do Audacity. 2. Iniciando o Audacity Logo que iniciamos este aplicativo, visualizamos suas ferramentas mais básicas e uma prévia de sua utilização. Com o cursor do mouse podemos verificar a funcionalidade de cada ferramenta ali presente, apenas sobrepondo o cursor e aguardando a descrição. Também podemos navegar nos menus, para conhecer suas opções. 3. Gravando seu próprio áudio Após dar uma verificada rápida pela interface do Audacity, está na hora de aprendermos a utilizá-lo. Para tal, precisamos escolher entre criar um elemento de som ou apenas importar algum já existente. 3.1 Produzindo Para podermos iniciar o processo de gravação, precisamos criar um novo arquivo. Para isso, utilizamos Control + N. Clique na esfera vermelha logo acima para iniciar instantaneamente a gravar o áudio, ou, simplesmente aperte a tecla R. O áudio em gravação somente será interrompido se o usuário assim lhe requisitar, pressionando no botão quadrado amarelo para interromper, (ou apertando a tecla S), ou nos dois traços azuis para pausar (Tecla P). Pronto, você acabou de gravar uma faixa de áudio! Para reproduzi-la clique no triângulo verde logo abaixo das ferramentas (Tecla barra de espaços). 4. Importando um arquivo de som Antes de explicar o processo de importação, precisamos tornar clara sua definição. Importar um arquivo de áudio é utilizar um arquivo já pronto de áudio em sua própria codificação. Como exemplo temos arquivos MIDI, MP3 e etc.

17 O processo de importação pode assemelhar-se muito ao processo de abrir um projeto já existente, com uma sutil diferença já mencionada a ferramenta "Abrir" só inicia projetos do próprio Audacity, ou seja, faixas de áudio com sua própria extensão, os.aup. Para importar uma faixa de som já existente, é necessário primeiramente clicar na ferramenta "Projeto", logo em seguida escolhendo a opção "Importar MIDI", se a faixa de som for em.mid, ou "Importar áudio" se for em outro formato, dentre os formatos que o Audacity trabalha, são eles: WAV, AIFF, AU, OGG e MP3. Usamos a tecla de atalho ALT + P para aceder ao menu projeto. 5. Editando Para editar uma faixa de áudio, o Audacity possui implementadas varias funções e efeitos distintos, variados e de fácil acesso. Iniciando um processo de edição, é preciso inicialmente selecionar o trecho que se pretende editar, simplesmente clicando e arrastando o cursor como em qualquer editor de texto e então escolher o método de edição que melhor convier. Podemos também usar as setas control home e Control end, bem como Shift para selecionar pontos no áudio. 5.1 Efeitos Para aceder às opções de efeitos, usamos ALT + S. Escolha o efeito desejado. No exemplo escolhemos o efeito "Phaser". Após ter escolhido essa opção, uma janela aparecerá requisitando que especifiquemos os parâmetros para a edição. São eles: Estágios, DRY/WET, Frequência, Fase Inicial, Profundidade e Feedback. Este efeito, o Phaser, divide em fases a tira de som, determinadas em "x" estágios, ou seja "x" fases. O medidor DRY/WET demarca o quão intenso deve ser o efeito, onde WET seria o mais "abafado" ou "molhado" e o DRY "sem efeito" ou "seco". Já o Frequência, compreende a frequência das ondas de som, ou seja quantos picos e quantos vales devem aparecer em cada estágio ou fase. A Fase inicial determina a curvatura da onda a ser criada e a Profundidade o quão intensa esta onda deve ser. Por fim o Feedback, que seria o retorno do som sobre ele mesmo, multiplicando assim o efeito. Mas essa é só uma das muitas possibilidades de edição deste programa, talvez não a mais utilizada, mas com certeza, poderia ser mais uma implementação de seu áudio. Mais um bom exemplo de efeito, seria o "Remover ruído" que funciona da seguinte forma: Selecionando o trecho em que existe apenas o ruído e em seguida clicando em "Remover ruído...", (Alt + S e em seguida descer com as setas até "remover ruido"). Uma

18 nova janela se abrirá e nela estarão descritos dois passos: Perceber Perfil de Áudio, Preview e Remover Ruído. Clicando em "Perceber Perfil de Ruído", o Audacity vai classificar o trecho de som que foi selecionado como ruído. Logo após, selecione toda a faixa de som e, agora, clique em "Remover Ruído". Removendo assim todo o som equivalente àquele identificado anteriormente, limpando o áudio. Para selecionar toda a faixa de som, podemos usar CTRL + A, estando na tela principal, e depois, retornamos ao efeito. Contudo, existe um pequeno problema, faixas de áudio limpas recentemente, costumam apresentar som metálico, que é corrigido rapidamente com um leve aumento de graves e uma leve amplificada, outros efeitos implementados pelo Audacity. 5.2 Manipulando seus dados A manipulação referida neste tópico seria justamente a mesma de um editor de texto, onde se pode selecionar, copiar algum trecho e colá-lo em alguma outra parte repetindo-o, ou simplesmente movendo de um lado a outro, recortando. Podendo apagar um trecho, comprimindo o resto da faixa automaticamente para que não haja espaços vazios em sua faixa ou então desfazer uma ação e refazê-la tudo isso com a utilização das mesmas teclas de atalho de um editor de texto comum. Muito bem, como uma situação de exemplo, copiaremos um trecho de áudio de uma faixa de áudio e colaremos logo após o fim desta faixa repetindo-o. 1. O trecho é copiado - Selecionamos o trecho e teclamos CTRL + C. 2. Colado ao fim da faixa, (CTRL + V). 6. Salvando e Exportando Ao concluir todas as modificações no áudio, devemos salvar o trabalho. Há duas maneiras de fazê-lo: Salvá-lo como projeto do Audacity (o que permitiria alterações posteriores da mesma faixa de áudio); Exportá-lo em algum formato para melhor ser acessado pelo público alvo (como especificado no inicio). 6.1 Exportando Para exportar a faixa de áudio para um formato em que seja possível escutá-la, devemos primeiramente escolher qual dos formatos melhor se encaixa em nossa

19 necessidade. Feito isso, escolha a mesma na ferramenta "Arquivo". No exemplo, o formato.wav foi escolhido. Usamos ALT + A e setas para selecionar a opção. Uma janela aparecerá, pedindo para que se informe o lugar para onde queremos exportar o áudio. Basta clickar no botão "Salvar", depois de nomear e escolher o local do arquivo. IMPORTANTE: Para exportar em MP3, pela primeira vez, será preciso um arquivo, o lame_enc.dll. O lame mp3 encoder está incluso no pacote do Dosvox e também no material que disponibilizaremos neste curso. 6.2 Salvando Para salvar, o processo é muito simples, justamente como o anterior, só que escolhendo "Salvar Como..." primeiramente, e logo em seguida especificando o local a ser salvo. Nota: o formato a ser salvo será em.aop, o formato padrão para projetos do Audacity.

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