VAPOR BARATO EM TERRA ESTRANGEIRA: POSSIBILIDADES TRANSFORMATIVAS DOS GÊNEROS DO DISCURSO

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1 VAPOR BARATO EM TERRA ESTRANGEIRA: POSSIBILIDADES TRANSFORMATIVAS DOS GÊNEROS DO DISCURSO Davi José ROSA & Hélio Márcio PAJEÚ UFSCar - & Vapor Barato Oh, sim eu estou tão cansado mas não pra dizer que não acredito mais em você com minhas calças vermelhas meu casaco de general cheio de anéis vou descendo por todas as ruas e vou tomar aquele velho navio eu não preciso de muito dinheiro graças a Deus e não me importa Oh minha honey baby baby honey baby Oh, sim eu estou tão cansado mas não pra dizer que estou indo embora talvez eu volte um dia eu volto quem sabe? mas eu quero esquecê-la eu preciso Oh minha grande Oh minha pequena Oh minha grande obsessão Oh minha honey baby honey baby (SALOMÃO, 1983, p. 149) 1

2 Introdução O contexto da década de 1960 apresentava uma revolução juvenil de instabilidade ideológica e estética, de intensa discussão política e cultural, em que parte dos jovens urbanoestudantis brasileiros se imbuíam do contexto mundial, como o Maio de 1968 em Paris e o movimento hippie na Califórnia, para manifestar seus anseios de novas atitudes transgressoras. Ao movimento que arquitetava as diversas manifestações libertárias de jovens, que aconteceram nos anos finais da década de 1960, influenciados também pela geração beat (On the Road, do beatinik Jack Kerouak, em 1957) e sua oposição à sociedade de consumo vigente desde a década anterior, prezava pela busca de outro tipo de vida, mais alternativo, underground e à margem do oficial, deu-se o nome de contracultura. O movimento hippie, concentrado na região portuária de São Francisco (Estados Unidos) em tempos de guerra, por volta de 1968, circunscrito por uma axiologia e anseios alhures a ideologia oficial, pregava a paz, o amor e a harmonia integrando uma das vertentes da contracultura da época. As calças militares bocas de sino, tachinhas, bordados, brilhos, cabelos longos, misticismo oriental, pantalonas, saias longas até o chão e roupas coloridas, faziam parte dos costumes desse período que também adotava o comportamento alternativo de liberdade sexual, respeito à terra e o uso de drogas. As cassações, o exílio, a tortura, a censura eram intensos no período brasileiro de Ditadura Militar, desde 1964, juntamente com a repressão das passeatas, da irreverência anárquica, dos festivais de música e do Tropicalismo, movimento que misturava as manifestações da cultura popular, a arte de vanguarda e a crítica social. Entre os seus participantes de tendência musical, destacam-se os compositores Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Zé, o maestro Rogério Duprat, a banda Mutantes, os letristas José Carlos Capinan, Torquato Neto e as cantoras Nara Leão e Gal Costa. É neste contexto que é concebida Vapor Barato, a qual será analisada nesse trabalho sob a inserção noutro gênero do discurso, o filme Terra Estrangeira, de Walter Salles e Daniela Thomas (1995). 2

3 Morbeza de Vapor Barato Vapor Barato é uma canção brasileira composta em 1968 por Waly Salomão e Jards Macalé, responsáveis pela sua letra e música, respectivamente, e marca a primeira parceria desta dupla de compositores. Na época da ditadura, o mero porte de uma bagana de fumo dava cana. E eu acabei no Carandiru, em São Paulo, por uma bobeira" (SALOMÃO, 2003, p. 28), fala Waly Salomão em entrevista para o Jornal da Tarde, do fato que inspirou o poema e a composição da música de Jards Macalé. Ele ressalta ainda, numa entrevista reunida por Bressane à Revista TRIP, que naquele período "usavam aquelas roupas, eram hippies, malvistos pelas pessoas. Waly pegou aquele sentimento, aquela vontade de partir, estou tão cansado, e colocou na letra. Lembro que ele sempre chegava em casa aos berros" (BRESSANE, 2008, p. 123). JC Vapor Barato é uma gíria que se refere à maconha. Quem é a honey baby da música? WS 1 Não posso negar que, também, tem essa conotação. Vapor é uma gíria para maconha e barato é o que você consegue com o uso da planta. Além desse sentido, foi a bordo de um vapor que, pela primeira vez, vi o mar de Salvador. [...] (ARAÚJO, 2008, p ). Na maioria dos centros urbanos da época, havia um espaço alternativo para que os remanescentes da contracultura se reunissem, se enturmassem, lançassem moda, seus modos de se expressar e suas gírias. Muitos saiam das suas cidades em busca de uma república hippie, levando a vida na flauta, instrumento obrigatório na bagagem dos andarilhos, na verdadeira acepção da palavra. Nutria-se também a ideia de pegar um velho navio, ou seja, pagar a passagem com a lavagem de pratos ou com as tarefas da cozinha, carregando mochila nas costas, pedindo carona, dormindo ao relento e acampando nas praias desertas, resquícios da filosofia hippie, conforme nos descreve o professor Paulo Sérgio do Carmo (CARMO, 2000, p. 118). 1 Waly Salomão em entrevista ao Jornal do Comércio do Recife,

4 Segundo Severiano e De Mello (1998, p. 179) os compositores de Vapor Barato, incluídos no hall dos artistas malditos, desenvolveram o movimento chamado de Morbeza Romântica, uma combinação de morbidez com beleza, que eles afirmam caracterizar o repertório romântico da música brasileira. Macalé pôs uma melodia na letra de Waly e logo Vapor Barato se tornou o hino dos hippies, especialmente aos que frequentavam o Píer de Ipanema. A canção com o título alusivo aos vapores de cannabis sativa que impregnavam os ares do Píer, e uma letra, segundo Waly, direta, frontal, oposta a tendência liricista e nebulosa que predominava, dizendo o que era possível naquele momento de desencanto, Vapor Barato, dá uma ideia do estilo adotado pela dupla. (SEVERIANO; DE MELLO, 1998, p. 179). O Píer de Ipanema ( ) era uma armação com pilastras de madeira e tubulações de concreto, avançando entre 200 e 300 metros mar adentro, entre as ruas Farme de Amoedo e Teixeira de Melo, sem função de cais acostável, mas um emissário destinado a lançar detritos e esgoto no Oceano Atlântico. As tubulações provocavam ondas mais fortes, perfeitas para pranchas, o que atraia os surfistas, bem como levantava protestos dos moradores da região pela função antiecológica da construção que afugentava os praieiros. A areia dragada do mar e despejada na praia formava acolhedoras dunas artificiais, que também eram conhecidas como Dunas da Gal ou do Barato. Quando Gal Costa saía da sua casa na Farme de Amoedo para tomar sol na praia, ela estendia a toalha em cima do monte de areia ao lado do Píer. A homenagem era compreensível, segundo Calado (1997, p. 286), "já que a cantora era considerada além da musa da geração tropicalista, um símbolo sexual". O Píer tornou-se a praia hippie de Ipanema, um grande underground a céu aberto, o epicentro do desbunde e como tal, frequentado por gente de todo o tipo, como nos relata Ruy Castro: Cantava-se, tocava-se violão e fumava-se baseado nas dunas, que, por isso, passaram a ser chamadas de dunas do barato Vapor Barato, a música de Macalé e Waly, feita ali, era uma dupla homenagem a fumaça da maconha e dos navios que passavam ao largo. (CASTRO,1999, p. 298). 4

5 No fim do verão de 1973, a suspeita de cortesia do governo Médici para aquela república independente do Píer já estava entregue aos turistas. Em 1974, concluíram-se as obras do emissário, as dunas foram aplainadas e o Píer explodido, com o que se evaporaram todos afinal, segundo ainda Ruy Castro (1999) "era um vapor barato". O pesquisador Celso Favaretto (2002, p. 127), assegura que nesta canção se manifestam os signos fortes da estética do comportamento, surgida dos desdobramentos do tropicalismo, em que se articulam sofisticação técnica, experimentalismo e nova sensibilidade. Gal a Todo Vapor Sempre gostei de música: quando viajava para Coroa Azul, além de ler, ouvia a Rádio Nacional. Sei tudo de Lupicínio, de Herivelto Martins, Noel Rosa. Mas produzir foi bastante de supetão. Até hoje não entendo como Vapor barato virou sucesso e teve uma espécie de perenidade... Ninguém vai acreditar se eu disser que foi por falta de dinheiro que não impedi Gal Costa de gravar a música pela primeira vez, em um compacto duplo, juntamente com Sua estupidez, de Roberto Carlos. Não podia me dar ao luxo de recusar: mas achava a letra subliterata [...] (BRESSANE, 2008, p. 118) O trecho acima citado pertence à coleta de depoimentos selecionados de Waly Salomão, pelo escritor e jornalista Ronaldo Bressane, no especial sobre liberdade da Revista TRIP, em Setembro de 2008, cinco anos após a morte do compositor. Vapor Barato foi gravada por Gal Costa num compacto duplo (Philips), por volta do início de 1971, juntamente com as músicas Você não entende nada de Caetano Veloso, Sua estupidez de Roberto e Erasmo Carlos, e Zoilógico de Gilberto Gil e Capinam. A canção rearranjada e incluída na trilha sonora do filme Terra Estrangeira de Walter Salles e Daniela Thomas, sobre a qual trataremos adiante, é uma regravação da cantora no Long Play (LP) Fa-tal Gal a Todo Vapor, de Entre as músicas deste mais recente álbum que misturam clássicos e músicas Pop da época, também consta a regravação de Sua estupidez. 5

6 O disco do show Fa-tal Gal a Todo Vapor (Philips, 1971) tem a direção de Roberto Menescal, arranjos de Lanny Gordin, capa e cenário (experimentos de visualidade) de Luciano de Figueiredo e Oscar Ramos, direção geral de Waly Salomão e foi reeditado em Compact Disc (CD) no ano de 1993, conforme dados e discografia descrita por Calado (1997, p ). O título Fa-tal do LP da intérprete foi extraído do poema homônimo do poeta Waly Salomão, no livro Me segura qu eu vou dar um troço, publicado no início da década de Gal a todo Vapor estreou no Teatro Teresa Raquel no Rio de Janeiro, um grande acontecimento do ano de 1972, que a transformou em musa e mito sensual da turma do Píer. Segundo Caetano Veloso (VELOSO, 1997, p.456) que acabara de chegar do exílio, o show concebido e dirigido por Waly era o dínamo das energias criativas brasileiras e todos os artistas, cineastas, jornalistas e jovens em geral reconheciam isso. Terra Estrangeira O filme Terra Estrangeira de Walter Salles e Daniela Thomas se passa no ano de 1990 no Brasil, Portugal e Espanha e marca a retomada do Cinema Brasileiro na mesma década. Após a morte de sua mãe, com a implantação do pacote econômico por Fernando Collor de Mello, e de uma tentativa frustrada como ator, Paco (Fernando Alves Pinto) decide contribuir ao tráfico de jóias e pedras preciosas, transportando-as num violino até Portugal, para seguir viagem até a cidade natal de sua mãe, San Sebastian na Espanha. Alex (Fernanda Torres) é garçonete em Lisboa e namora Miguel (Alexandre Borges), contrabandista e músico. Depois do assassinato do seu namorado pela não entrega da encomenda incumbida, Alex vende seu passaporte, rouba a outra encomenda do mesmo traficante chamado Ígor (Luis Melo) que Paco guardava e a doa para um desconhecido. Ao descobrir o roubo e a doação do violino-encomenda em Lisboa, Paco e Alex se unem e fogem do traficante num Peugeot rumo à fronteira da Espanha. Lá, eles são interceptados por Ígor e o comprador num restaurante. Alex dá uma garfada no pescoço e uma garrafada na cabeça de 6

7 Ígor, Paco é atingindo por um tiro do comprador de diamantes e o casal continua a fuga, rompendo a fronteira internacional rumo à San Sebastian na Espanha. Vapor Barato é peça original de Terra Estrangeira, integrando parte da música do filme composta por José Miguel Wisnik, em citações e modificações incidentais rearranjadas para a obra e sobre o fonograma do álbum Fa-tal Gal a todo Vapor. A canção também compõe parte do roteiro para a filmagem, da fala da personagem Alex e na sua fusão ecoada com a canção interpretada por Gal Costa, que faz com que a cena na qual ela aparece, seja uma das mais emblemáticas imagens da fotografia do filme. A canção apresentada na epígrafe deste trabalho, que se arma como nosso objeto de compreensão, acusa uma forma de ingresso inusitada dentro da obra fílmica, conforme nos relata o cineasta através de Strecker: Era a penúltima cena do filme a ser filmada e a Daniela saiu do set para preparar o último lugar de filmagem. Nesse momento, a gente estava preparando a cena, preparando o carro. Passei, e a Fernanda Torres estava cantarolando Vapor Barato [ ] Foi puro acaso. Aí me lembrei novamente da questão da aproximação da música popular, de casa e de tudo. Falei: o final do filme é esse. Jamais teria encontrado aquilo sozinho. Quando a Daniela chegou de volta ao set, achou que tínhamos enlouquecido. (STRECKER, 2010, p. 109) Ainda segundo Strecker (2010), o acidente foi determinante e propicia a chave para a resolução da trama, traduzindo o sentimento de reconciliação dessa geração perdida com seu país, por meio de sua maior expressão cultural: a música. Daniela Thomas, dramaturga, diretora, cenógrafa e figurinista, a quem Walter Salles se refere na citação acima, também é a roteirista do filme. No roteiro escrito por ela, pelo diretor do longa-metragem e por Marcos Bernstein, a canção é citada nalgumas tomadas para filmagem que iremos nos utilizar para analisar, pela ótica de Mikhail Bakhtin, o enunciado das sequencias do filme em que a letra da canção se insere como elemento da arquitetônica do filme. 7

8 O Casamento de Dois Gêneros Tanto Vapor Barato quanto Terra Estrangeira se tratam de duas obras estéticas que tomam feitio na composição de dois gêneros do discurso secundários que segundo Bakhtin aparecem em circunstâncias de uma comunicação cultural, mais complexa e relativamente mais evoluída, principalmente escrita: artística, científica, sociopolítica. Durante o processo de sua formação, esses gêneros secundários absorvem e transmutam os gêneros primários (simples) de todas as espécies, que se constituíram em circunstâncias de uma comunicação verbal espontânea (BAKHTIN, 1997, p. 264). Em seu trabalho intitulado Os Gêneros do Discurso, o teórico (1997) concentra-se no ensejo de compreender como cada domínio de uso da língua organiza e estabiliza de forma parcialmente estável os seus enunciados, que ele denomina de gêneros do discurso. Nessa empreitada ele os observa sob duas complexas perspectivas: os gêneros primários e os secundários. Portanto, não se podem considerar os gêneros apenas como tipos textuais, pois tal redução os faz perecer. Eles não podem ser compreendidos, senão, circunscritos por uma combinatória diversidade multiforme de atividades arranjadas, provisoriamente, nas mais infindas dimensões das esferas culturais em que se dão os jogos de linguagem intermediados por enunciados concretos e únicos. Eles se arquitetam por contornos interativos que se cumprem pelo discurso e evoluem a partir das atividades da vida, e assim, não poderiam ser considerados apenas como classes de textos, pois tal definição parece não dar conta de abarcar a pluralidade de sentidos que eles mobilizam. (PAJEÚ; MUSSARELLI, 2012, p. 97). Os gêneros do discurso, enquanto atividades humanas relativamente estáveis estão relacionadas com a utilização da língua por meio de enunciados. Eles não são formas da língua, mas do enunciado, que recebem uma expressividade determinada, típica, própria do gênero dado e envolvem em variadas circunstâncias e temas típicos da comunicação verbal, entre as significações da palavra e a realidade concreta, que revelam estratos e aspectos da personalidade e de estilos individuais que se relacionam de formas variáveis. 8

9 Os gêneros na perspectiva bakhtiniana (1997) refletem as condições específicas e as finalidades de campos inseparáveis que se fundem pelo conteúdo temático, estilo e pela sua construção composicional, marcados numa esfera de comunicação. Esta tríade se mistura indissoluvelmente na arquitetônica do enunciado e seus elementos são marcados pela particularidade de uma esfera da comunicação e da interação social, bem como da singularidade dos sujeitos falantes. Assim, todo e qualquer gênero discurso possui um estilo, uma forma composicional e um tema. Bakhtin nos leva a assimilá-los, respectivamente, como sendo: a) o modo de dizer e de dar acabamento aos discursos; b) os aspectos organizativos do texto, por exemplo, a língua, no caso dos discursos verbais; e c) os atos humanos, o sentido. (PAJEU; MUSSARELLI, 2012, p. 98). É a comunicação cultural mais complexa que determina o gênero secundário. Nela os enunciados têm um estilo individual e a inter-relação entre os gêneros primários e secundários à sua formação no processo histórico esclarecem a sua natureza e o problema da correlação entre língua, ideologias e visões de mundo por meio dos graus variáveis de alteridade no emprego consciente e decalcado daquilo que assimilamos, reestruturamos e modificamos (BAKHTIN, 2003). A leve alusão ao enunciado do outro ocupa uma posição definida numa dada esfera de comunicação verbal relativa a uma determinada questão, que confere à fala um aspecto dialógico em que nenhum tema puramente pelo objeto poderia conferir-lhe, e muito menos a nossa posição discursiva sem correlacioná-la com outras posições. As diversas formas típicas de se dirigir a alguém e às concepções de destinatário são particularidades que determinam a diversidade dos gêneros do discurso. A variedade dos gêneros do discurso pressupõe a variedade dos escopos intencionais daquele que deseja tornar o seu discurso inteligível e nos dita o tipo de articulações composicionais tomadas e que compõe o contexto do enunciado como comunicação. Transversalmente por um sistema da língua que se utiliza, de enunciados anteriores ou de outros aos quais se mantém vínculos de relação numa cadeia complexa, o sujeito falante já supõe que o ouvinte conheça as características estruturais e as fronteiras claramente delimitadas do seu enunciado (BAKHTIN, 1997). 9

10 O ouvinte que recebe e compreende a significação do discurso adota, cedo ou tarde, uma atitude responsiva ativa durante o processo de audição e compreensão do discurso, que o torna locutor que se materializa numa preparação para uma resposta, encontrando um eco no discurso ou na tomada de posição do ouvinte. A resposta transparecerá nas tonalidades dialógicas do sentido preenchidas no enunciado, da expressividade, do estilo, nos matizes da composição, nas estruturas do gênero e no intuito que o locutor quer dizer (BAKHTIN, 2003). Neste sentido, olharemos para absorção da música Vapor Barato no filme Terra Estrangeira, a fim de compreender o processo de transformação dos gêneros do discurso ao procurar evidenciar tais mudanças a partir da unidade temática, do estilo e da forma composicional. Deste modo nos deparamos em três momentos nos quais a canção integra a narrativa do filme, que nomeamos de: Num Restaurante da Fronteira, Rompendo Fronteira em Fuga Internacional e Carro a Todo Vapor nas Dunas com a Gal. Num Restaurante da Fronteira Paco e Alex, ao perceberem a presença da polícia, na fronteira, decidem parar para comer, em meio à fuga para a Espanha. Nessa tomada interna do restaurante, a câmera acompanha o percurso da atendente em pé que caminha atrás do balcão do restaurante e se declina até a mesa em que se encontram os protagonistas sentados, no momento da refeição. Até o corte da tomada para a cena externa, revezam-se closes frontais nos rostos das personagens. Alex come um naco de pão resistente e dá um vigoroso gole de vinho que escorre pelo queixo, que ela limpa com as costas da mão direita. Seguimos a sequência pela descrição do roteiro do filme: 147. RESTAURANTE/INT./DIA Alex e Paco estão comendo no restaurante vazio. Alex está especialmente bela, sorridente. Come com grande apetite, e sente-se que Paco percebe e gosta disso. Agora ela bebe um copo de vinho com tanta vontade que o líquido escorre pela sua boca. Paco sorri. PACO - Eu nunca pensei que você fosse assim. Alex sorri mais ainda, levanta os ombros. 10

11 ALEX - É, eu era assim... quer dizer, eu sou assim. Alex abre um vasto sorriso e começa a cantarolar um hino dos anos 70: Vapor Barato. ALEX - Ó, sim, eu estou tão cansada, mas não pra dizer que eu estou indo embora. Vou descendo por todas as ruas, e vou tomar aquele velho navio. Ó minha honey baby, baby! Eu não preciso de muito dinheiro, graças a Deus, e não importa, honey. Ó minha honey baby! (BERNSTEIN; SALLES, THOMAS, 1996, p.102-3). O restaurante vazio e o levantar dos ombros da personagem Alex, sugeridos no roteiro, não são mostrados pelas imagens, assim como o naco de pão enfiado na boca entre ela dizer eu era assim e eu sou assim, acompanhado do vinho à mesa, para seguir com olhos baixos até estou tão e se elevar para Paco. A câmera em close acompanha a fala das personagens, mantém-se em Paco contemplativo, quando Alex diz eu era assim e passa para ele quando acaba de cantar Oh, sim/eu estou tão cansado. O foco permanece em Alex até a ênfase na parte aquele velho navio da canção, seguida de uma discreta risada que funciona como intermédio à possível lembrança do navio emborcado visto pelas personagens, e a preparação da voz para o trecho Oh minha honey baby, num diálogo com a interpretação à Gal Costa. Nesse trecho, na região aguda cantada por Alex, a câmera se volta para o close no rosto de Paco, que ri e retorna para ela. É quando se retoma e ressalta o trecho da letra da canção eu não preciso, levantando o dedo indicador da mão direita na altura da boca e voltando os olhos para baixo. Alex continua cantando para Paco e descansa o olhar na mesa, antes de repetir o quase sussurrado e agudo Oh minha honey baby, que ao final encerra a tomada. O contexto do enunciado dessa sequência, que engloba a canção, apresenta mudanças categóricas que definem a passagem de um gênero a outro. Nestes gêneros secundários, canção e filme, verificamos a parcialidade e o mesmo conteúdo da letra (exceto na transcrição do roteiro para a filmagem da canção cantada), por meio de uma entonação peculiar dada por Fernanda Torres, com suas pausas e intenções co-reveladas e exibidas pelos diretores da obra, numa intenção da personagem em entreter Paco, diferente do desencanto do enunciado da letra original de Waly Salomão. Tal coloração na entonação dada pela atriz faz com que o 11

12 estilo desse gênero mude em relação à letra de Salomão. É inclusive nessa mudança entonativa que mexe no sentido do gênero filme. Deste modo, vê-se que tanto o estilo quanto a unidade temática aparecem numa outra tonalidade no filme, diferente do projeto de dizer de Salomão, que fundamenta a música e a interpretação de Gal Costa. Rompendo Fronteira em Fuga Internacional 155. CARRO/INT./DIA Dentro do carro: Alex continua a acelerar. Paco tenta manter os olhos abertos. A uns 300 metros está o posto policial e a fronteira com a Espanha. Apenas o velho que vimos anteriormente está no posto. O carro acelera cada vez mais, se aproximando da barreira um pedaço de madeira horizontal, suportado por uma estaca de aparência frágil. Ainda de dentro do carro, vemos o choque com a barreira, que voa em pedaços. Corta para Paco, que fecha os olhos. Alex olha para ele desesperada, chorando. ALEX - (gritando) Paco, não dorme! Não dorme! Não dorme que eu tô te levando pra casa. Alex com a mão direita afaga o rosto de Paco, que tenta esboçar um sorriso. ALEX - (baixo, sorrindo e chorando ao mesmo tempo) Isso, meu amor. Não dorme não, meu amor, que eu tou te levando pra casa. (chorando e cantando ao mesmo tempo) Talvez eu volte... Um dia eu volto, quem sabe... Mas eu preciso esquecê-la. Ó sim, eu estou tão cansado, mas não pra dizer que eu estou indo embora. A gente tá indo pra casa, meu amor. Eu tô te levando pra casa. Vou descendo por todas as ruas e vou tomar aquele velho navio. Um dia a gente chega em casa. Eu juro que um dia a gente chega em casa, meu amor. Eu não preciso de muito dinheiro, graças a Deus, e não importa honey. Ó minha honey baby, honey baby... (BERNSTEIN; SALLES; THOMAS, 1996, p ) 12

13 Figura 1: Alex e Paco em fuga Fonte: CARVALHO, 1997, p. 88. Na fuga do carro, que acaba de romper a fronteira entre Portugal e Espanha, Alex pilota, e Paco, com a mão ensanguentada sobre a barriga, está deitado sobre as coxas dela enquanto ela dirige. Ao cantar a música, o primeiro plano da câmera se mantém no enquadramento das personagens de forma frontal em Paco e de perfil em Alex. Enquanto ela pilota e canta Vapor barato para Paco, situada na primeira faixa vertical à esquerda, no restante da imagem predominam a paisagem e os veículos passantes pela janela do carro em movimento. Quando não se volta para ele, nas poucas alternâncias de enquadramento, é o momento em que pensa e pesa o teor das palavras ditas da canção. Quando o foco contempla Paco, a mão direita de Alex envolve e acaricia o seu rosto. Ao ouvir Alex cantar, no estilo encabulado nas regiões vocais agudas da canção, nós a relacionamos à interpretação de Gal Costa pela referência do alcance vocal e da primeira gravação em voz feminina. No trecho cantado mas eu preciso esquecê-la/eu preciso, um violino se torna audível e executa a música Vapor Barato, paralelo ao andamento diferente da letra cantada pela personagem. 13

14 Alex entoa vou/ descendo, a sua mão direita enquadrada no rosto de Paco quase foi retirada totalmente. Nesse momento, cessa-se o som do violino e inicia-se a voz de Gal Costa rearranjada no fonograma, ecoando-se a última frase de Alex na realização da mudança para o plano externo/aéreo do carro Peugeot. Na análise do enunciado dessa tomada do filme, confrontamos a mudança dos elementos que constituem os gêneros do discurso. Deparamo-nos com a interpretação de Fernanda Torres marcada sobre a letra da canção, na qual o estilo dado por ela enfatiza o consolo a Paco, o desespero diante da situação vivida e a incerteza perante o futuro, naquele carro em movimento. A divisão do texto sob a interpretação e os focos de atenção da personagem são decompostos na ação e servem como disparates de outros elementos da cena. O violino melancólico incidental paralelo ao canto de Alex não é um elemento neutro, já que foi o mesmo tipo de instrumento que serviu de esconderijo para o tráfico das pedras preciosas, e por causa da não entrega de um similar, no enredo do filme, as personagens se juntaram em fuga. O movimento dos lábios para o esboço de um sorriso do ator Fernando Alves Pinto, com a mão ensanguentada, que segura a outra com o antebraço, também manchado, de Alex, potencializa a confiança de Paco a caminho de casa. Vou/descendo é uma marca textual forte para cessar a trilha do violino dentro do carro, para a última aparição visual dos protagonistas no filme e para a mudança do ponto de vista do plano de enquadramento. Nesse mesmo ponto, temos a permanência do tema sobre a fuga das personagens e acompanhamos a mudança da música incidental do violino que acompanha a atriz, através do seu impacto silencioso. O ponto de vista no corte externo ao veículo e o início do registro vocal da personagem fora do quadro, remete a continuação da sequência interior e anterior do automóvel em movimento, e liga a narrativa da personagem através do seu canto audível que persiste. Neste sentido a forma composicional é totalmente renovada. 14

15 Carro a Todo Vapor nas Dunas com a Gal 156. ESTRADA/EXT./DIA A voz de Gal Costa surge como um eco da canção entoada por Alex. No único plano aéreo do filme, o Peugeot é visto de cima, iluminado pela luz do entardecer, seguindo em direção a San Sebastian...(BERNSTEIN; SALLES; THOMAS, 1996, p 108). O único plano geral externo e aéreo do filme se inicia com o eco da voz de Gal Costa sobre o trecho Vou/descendo, cantado por Alex, do primeiro plano de dentro do carro em movimento. O eco da voz de Gal Costa sobre o trecho cantado pela personagem, sucessivamente à primeira emissão e efeito, vai perdendo o seu elo. A câmera persiste sobre o deslocamento do automóvel na estrada, no sentido Oriente para o Ocidente. Alex canta até eu não preciso de muito dinheiro/ graças a Deus /e não me importa, revezando sussurros, modulações e choro, entrelaçados à voz de Gal Costa e o som do seu violão. O canto de Alex depois de Oh minha honey baby é interrompido e dispara o violino no rearranjo do fonograma. Figura 2: Vapor Barato nas Dunas Fonte: CARVALHO, 1997, p

16 Nos focos de captação aérea que oscilam a aproximação do carro e seu entorno, o posicionamento do veículo varia nas faixas verticais da imagem, revelando a linha horizontal e a região costeira pelo qual atravessa. No mesmo trajeto aparece outro carro escuro estacionado, e dois carros claros cruzam em sentido contrário. As imagens do veículo em velocidade exibem a rodovia que apresenta fios e postes na faixa paralela ao terreno arenoso de vegetação dunar. Nessa sequencia, os elementos que constituem o gênero apontam a ligação entre o destino dos protagonistas e o trajeto do veículo. O eco da canção da personagem Alex foi escolhido pelo mesmo conteúdo de Vapor barato em estilo e gênero diferentes, como forma de situar as personagens em uma possibilidade de alternância dos sujeitos do discurso. Tal alternância dos sujeitos falantes não só determina a fronteira dos enunciados, mas também os emprenham de sentido por meio da apreensão do discurso de outrem. Com isso, o discurso citado se torna dono de uma dupla expressão: a que lhe pertence, ou seja, a do outro e a do enunciado que o recebe. Isso quer dizer que o discurso de outrem citado no texto toma a forma a qual permite os gêneros nos quais ele se inscreve, uma vez que estes possuem também estilos que refletem a individualidade de quem os concebe. Todavia, não permitem que estes discursos alheios percam sua faculdade de independência, mesmo quando aparecem na forma de uma citação mais frouxa. Deste modo, a alternância dos sujeitos do discurso permite certo grau de dialogismo dentro do texto próprio texto (PAJEÚ, 2010, p. 149). É exatamente a alternância dos sujeitos falantes que reorganiza a forma composicional, o estilo e a unidade temática e transforma a letra da canção Vapor Barato em diálogo, em trilha sonora, em elemento que constitui parte da forma arquitetônica. A música e a letra da canção interagem discursivamente com a vivência ética dos seus compositores, ao traçar uma totalidade dialógica com o local e o terreno de composição da mesma, a intérprete do fonograma e o período/desejo de exílio no Brasil. A fuga das personagens num carro escuro tripulado dialoga com outro estacionado na beira da estrada durante o trajeto e a polaridade dos carros que seguem em sentido contrário sobre as dunas. É como numa metáfora das navegações pelos veículos, já que o mar se apresenta nas imagens da costa e se situa entre os continentes e as cidades de San Sebastian, na Espanha, e a antiga São Sebastião do Rio de Janeiro no Brasil. 16

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