MANUAL DE TRIBUTAÇÃO DA INDÚSTRIA

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1 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DE HIGIENE PESSOAL, PERFUMARIA E COSMÉTICOS - ABIHPEC MANUAL DE TRIBUTAÇÃO DA INDÚSTRIA Consultoria de Conteúdo: Lusia Angelete Data da Atualização: 15 de março de 2013 É PERMITIDA A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESDE QUE CITADA A FONTE. 1

2 INDICE MODULO 1 - SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL 3 1. Previsão Constitucional 3 2. Os tributos sobre as Atividades Empresariais 5 3. Sistemas Tributários Simplificados 5 MODULO 2 - IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO 6 1. Incidência 6 3. Alíquotas 6 4. Apuração 6 5. Obrigações Acessórias Comuns Tratamento dos lucros Distribuídos aos Sócios Lucro Presumido Lucro Real 26 MODULO 3 - PIS E COFINS Incidência Imunidade, Isenções e Não incidência Contribuintes sobre o faturamento Formas de Incidência sobre o faturamento Base de Cálculo sobre o faturamento e período de apuração Alíquotas sobre o Faturamento Recolhimento Apuração de Crédito No Regime Não Cumulativo Vendas e Aquisições na Zona Franca de Manaus Importação Obrigações Acessórias 86 MODULO 4 - IPI Incidência Alíquotas Base de Cálculo Apuração Suspensão do IPI Isenções do IPI Obrigações principais e Acessórias 120 MÓDULO 5 ENCARGOS TRABALHISTAS E PREVIDENCIARIOS Contribuições Previdenciárias Salário Maternidade Salário Família Encargos Trabalhistas 133 MODULO 6 - SIMPLES NACIONAL Conceito e Características Como Efetuar opção pelo Simples Nacional Cálculo e Recolhimento do Simples Nacional Créditos e Incentivos Fiscais Contribuição Previdenciária no Simples Nacional Incidência do Imposto de Renda Obrigações Acessórias Exclusão do Simples Nacional Parcelamento Especial do Simples Nacional Compensação e Restituição de Valores Pagos Indevidamente Fiscalização 182 MODULO 7 NOTA FISCAL ELETRONICA Introdução Empresas Obrigadas à utilização da NF-E Pré-Requisitos para Emissão da Nota Fiscal Eletrônica Emissão em Contingência 191 MODULO EXEMPLIFICATIVO 193 2

3 MÓDULO 1 SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL 1. PREVISÃO CONSTITUCIONAL A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios possuem autonomia para criar tributos e contribuições, dentre os previstos na Constituição Federal, no Capítulo I do seu Título VI Do Sistema Tributário Nacional. Observados os princípios constitucionais, os entes federativos podem instituir os seguintes tributos: Impostos: destinados ao custeio da administração pública, tendo em vista exclusivamente o interesse público. Taxas: cobradas em função do exercício do poder de polícia ou da utilização, ainda que potencial, de serviço público efetivo e divisível prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição. Contribuições de melhoria: exigidas para indenizar o Estado pelos gastos com obra pública que represente ganho para o contribuinte. Contribuições Sociais: objetivam o custeio da seguridade ou assistência social. Podem ser exigidas do empregador, da empresa e da entidade a ela equiparada sobre a folha de salários, a receita, o faturamento ou o lucro. Também pode ser exigida do trabalhador e demais segurados da previdência social e sobre receitas de concursos de prognósticos e do importador de bens ou serviços do exterior. Contribuições de intervenção no domínio econômico: cobradas como forma de intervenção do Estado nas atividades econômicas. Contribuições de interesse de categorias profissionais ou econômicas: exigidas para custeio da assistência social. Empréstimos compulsórios ou impostos extraordinários: cobrados para custeio de despesas extraordinárias, decorrentes de calamidade pública, de guerra externa ou sua iminência, ou no caso de investimento público de caráter urgente e de relevante interesse nacional. Os impostos, taxas e contribuições podem ser exigidos pelos três entes federativos (União, Estados e Distrito Federal e Municípios), segundo as suas atribuições, competências e limitações constitucionais. Nos quadros a seguir relacionamos os principais tributos integrantes do atual Sistema Tributário Brasileiro, segundo a competência legislativa: 3

4 COMPETÊNCIA LEGISLATIVA DA UNIÃO IMPOSTOS Imposto de Renda IR Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI Imposto sobre Operações de Crédito, Cambio e Seguro ou relativas a Títulos e Valores Mobiliários IOF Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural ITR Imposto de Importação II Imposto de Exportação IE CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS CONTRIBUIÇÕES INTERVENÇÃO DE Contribuição Social sobre o Lucro Líquido CSLL Contribuição sobre a Movimentação Financeira CPMF Contribuição Previdenciária INSS Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social COFINS Programa de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público PIS/PASEP Fundo de Garantia por Tempo de Serviço - FGTS Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (Salário Educação) Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico CIDE Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica - CONDECINE Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico destinada a financiar o Programa de Estímulo à Interação Universidade-Empresa para o Apoio à Inovação CONTRIBUIÇÕES DE Contribuições Sindicais INTERESSE DE Contribuições ao Serviço Social (SENAI, SENAC, SENAR, SEBRAE, SESI, CATEGORIAS SENAT, SEST, SESCOOP); PROFISSIONAIS OU Contribuições a Conselhos de Profissões ECONÔMICAS Contribuição à Direção de Portos e Costas (DPC) TAXAS Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental Taxa de Controle e Fiscalização de Produtos Químicos Taxa de Autorização do Trabalho Estrangeiro Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária Taxa de Avaliação das Instituições de Educação e Cursos de Graduação Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Exército Brasileiro Taxa de Fiscalização e Controle da Previdência Complementar Taxa de Fiscalização da Aviação Civil - TFAC Taxa de Classificação, Inspeção e Fiscalização de Produtos Animais e Vegetais e de Consumo nas Atividades Agropecuárias Taxa de Pesquisa Mineral - DNPM Taxa de Serviços Metrológicos - IMETRO Taxas de Outorgas (Radiodifusão, Telecomunicações, Transporte Rodoviário e Ferroviário, etc.) Fundo de Fiscalização das Telecomunicações - FISTEL Taxa Processual do Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante AFRMM Taxas ao Conselho Nacional de Petróleo - CNP Taxas de Saúde Suplementar Taxa de emissão de documentos Taxa de Cadastro no Ministério do Turismo Taxa de Fiscalização dos Mercados de Seguro e Resseguro, de Capitalização e de Previdência Complementar Aberta. 4

5 COMPETÊNCIA LEGISLATIVA DOS ESTADOS E DO DISTRITO FEDERAL IMPOSTOS Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicações - ICMS Imposto de Transmissão Causas Mortis e Doação de Bens e Direitos ITCMD Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores IPVA TAXAS Taxa de Combate a Incêndios Taxa de Licenciamento Anual de Veículo Taxa de Registro de Documentos e Livros Taxas do Registro Público de Empresas Taxas de Serviços Estaduais COMPETÊNCIA LEGISLATIVA DOS MUNICÍPIOS E DO DISTRITO FEDERAL IMPOSTOS Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza ISS Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana IPTU Imposto de Transmissão Intervivos de Bens Imóveis e Direitos Reais sobre Imóveis e Cessão de Direitos sobre a sua Aquisição - ITBI CONTRIBUIÇÕES DE MELHORIA Contribuição para Custeio da Iluminação Pública TAXAS Taxa de Coleta de Lixo Taxa de Conservação e Limpeza Públicas Taxa de Licenciamento para Funcionamento e Alvará Municipal Taxa de Publicidade Taxa de Inspeção Sanitária 2. OS TRIBUTOS SOBRE AS ATIVIDADES EMPRESARIAIS Em relação às atividades econômicas, as empresas estão obrigadas ao pagamento dos seguintes tributos: TRIBUTOS E ATIVIDADES COMÉRCIO INDÚSTRIA SERVIÇOS Específicos ICMS IPI e ICMS ISS Comuns IR, CSLL, PIS e COFINS e INSS (no caso do Simples Nacional). Se a empresa exercer mais de uma atividade, estará sujeita aos impostos específicos de cada atividade. 3. SISTEMAS TRIBUTÁRIOS SIMPLIFICADOS A Constituição Federal, em seu artigo 179, estabelece que a União, o Distrito Federal e os Municípios devem dispensar, às microempresas e as empresas de pequeno porte (MPE), tratamento jurídico diferenciado, visando incentivá-las pela simplificação de suas obrigações administrativas, creditícias, tributárias e previdenciárias ou pela eliminação ou redução destas. Atendendo a Constituição Federal, a Lei Complementar 123/2006 instituiu o SIMPLES NACIONAL - Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte, através do qual são cobrados os impostos e contribuições incidentes sobre as atividades econômicas das empresas. 5

6 MODULO 2 - IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO 1. INCIDÊNCIA O Imposto de Renda foi introduzido no Brasil pela Lei 4.625/1922. Atualmente a incidência está prevista no artigo 153, inciso III, da Constituição Federal e o Decreto 3.000/1999 regulamenta a cobrança do Imposto de Renda em todas as modalidades. A Contribuição Social Sobre o Lucro CSLL foi instituída pela Lei 7.689/1988 com o objetivo de custear a seguridade social e encontra-se regulamentada pela Instrução Normativa SRF 390/2004. O Imposto de Renda e a CSLL são administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil FATOS GERADORES O fato gerador do Imposto de Renda é a aquisição da disponibilidade econômica ou jurídica: a) da renda, ou seja do produto do capital, do trabalho ou da combinação de ambos; b) de proventos de qualquer natureza, ou seja os acréscimos patrimoniais não compreendidos na letra anterior. A incidência do imposto independe da denominação da receita ou do rendimento, da localização, da condição jurídica ou nacionalidade da fonte, da origem ou da forma de percepção. O Imposto de Renda se sujeita, também, ao princípio da progressividade, ou seja, respeitada a capacidade contributiva, será mais oneroso para os contribuintes com maior renda. A CSLL é exigida sobre os lucros das pessoas jurídicas de direito privado e se submete às normas constitucionais específicas das contribuições sociais. À CSLL são aplicadas as mesmas normas de apuração e de pagamento estabelecidas para o Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ), mantidas a base de cálculo e as alíquotas previstas na legislação específica. 3. ALÍQUOTAS O Imposto de Renda da pessoa jurídica será calculado à alíquota de 15%. Será devido, ainda, um adicional de 10%, quando a base de cálculo superar o limite de: R$ ,00 na apuração mensal (regime de estimativa); R$ ,00, na apuração trimestral; ou R$ ,00, na apuração anual. A alíquota da CSLL é de 9% para as empresas em geral e de 15% para entidades financeiras e equiparadas. 4. APURAÇÃO Em relação aos resultados auferidos pelas pessoas jurídicas, a legislação do Imposto de Renda e da CSLL estabelece 3 formas distintas de apuração, quais sejam: LUCRO REAL forma geral de tributação baseada no resultado apurado na contabilidade; LUCRO PRESUMIDO forma simplificada de apuração, opcional para empresas com receita anual de até R$ ,00 e não obrigadas ao lucro real; LUCRO ARBITRADO forma obrigatória para as empresas que não preencherem as condições das demais formas de tributação. ATENÇÃO: As empresas optantes pelo SIMPLES NACIONAL pagam o IRPJ e a CSLL juntamente com os demais tributos e contribuições federais. 6

7 4.1. PERÍODOS DE APURAÇÃO O IRPJ e a CSLL são apurados trimestralmente, com fatos geradores no final de cada trimestre civil (31 de março, 30 de junho, 30 de setembro e 31 de dezembro) e pagos após o período de apuração. No lucro real, a pessoa jurídica também pode optar pela apuração anual que abrange o período de 1º de janeiro a 31 de dezembro. Nesse caso, o IRPJ e a CSLL serão pagos mensalmente, de forma antecipada, a partir de fevereiro do próprio ano, com confronto entre o valor devido e o valor pago no fim de cada ano. Fusão, Cisão, Incorporação e Encerramento de Atividades. No caso de fusão, cisão, incorporação ou encerramento de atividades, o período de apuração compreenderá o espaço de tempo decorrido entre o dia seguinte do último período e a data do evento. A incorporadora deve observar o mesmo período de apuração da incorporada, exceto nos casos em que a incorporada e a incorporadora estiverem sobre o mesmo controle societário desde o ano anterior ao evento OPÇÃO PELA FORMA DE APURAÇÃO A forma de tributação, exceto no caso do SIMPLES NACIONAL, é indicada com o pagamento da primeira quota ou quota única do IRPJ devido no primeiro período de apuração de cada ano. As pessoas jurídicas em inicio de atividades ou resultantes de incorporação, fusão ou cisão, a partir do segundo trimestre do ano-calendário, poderão manifestar a sua opção por meio do pagamento da quota relativa ao trimestre ou ao mês de apuração correspondente ao início de atividade. Opção Fora do Prazo O pagamento em atraso do imposto não impede a opção pelo regime tributário, desde que acrescido de juros e multa de mora. No entanto, a pessoa jurídica não poderá optar fora do prazo de pagamento, caso a Receita Federal do Brasil tenha iniciado, junto à empresa, qualquer procedimento fiscal relativo ao ano da apuração. Renovação da Opção A opção pelo sistema de tributação do IRPJ e da CSLL, exceto pelo SIMPLES NACIONAL, deve ser renovada a cada ano e tem validade a partir do primeiro dia de janeiro, ou do mês de inicio de atividade, até o dia 31 de dezembro do ano da opção. Essa escolha vincula, obrigatoriamente, a opção pelo PIS e pela COFINS nos regimes cumulativos ou não cumulativos. Opção Irretratável Como regra, tendo a pessoa jurídica optado por uma forma de tributação, fica impedida de modificá-la no mesmo ano-calendário. Isso porque, a opção é irretratável, ou seja, não pode ser alterada até o final do respectivo ano RECOLHIMENTO O IRPJ e a CSLL sobre o Lucro Presumido, o Lucro Arbitrado e o Lucro Real Trimestral são pagos até o último dia útil do mês seguinte ao trimestre de apuração. No Lucro Real Anual os recolhimentos devem ser mensais, até o ultimo dia útil do mês seguinte ao da apuração. Havendo diferença no Ajuste Anual, o IRPJ e CSLL devidos sobre o Lucro Real Anual serão recolhidos até o ultimo dia útil do mês de março do ano seguinte ao da apuração. 7

8 Parcelamento O IRPJ e a CSLL sobre o Lucro Presumido, o Lucro Arbitrado e o Lucro Real Trimestral podem ser parcelados em até 3 parcelas mensais, iguais e sucessivas, observado que: 1. o vencimento de cada parcela ocorre no ultimo dia útil de cada um dos meses após o trimestre; 2. o pagamento parcelado está sujeito à incidência de juros, a partir da 2ª parcela; 3. o valor de cada parcela não pode ser inferior a R$ 1.000,00; 4. não se admite o parcelamento do valor devido em virtude de fusão, cisão, incorporação ou extinção da pessoa jurídica, que deve ser quitado até o ultimo dia útil do mês seguinte ao evento. A segunda e terceira parcelas do IRPJ ou da CSLL serão acrescidas de juros: Equivalentes à Taxa SELIC, acumulada mensalmente, a partir do primeiro dia do segundo mês seguinte ao do encerramento do trimestre de apuração até o último dia do mês anterior ao do pagamento; e 1% no mês do pagamento. ATENÇÃO: A opção pela apuração anual do Lucro Real não permite o parcelamento porque os tributos são pagos em doze meses. A diferença do ajuste anual também deverá ser paga em quota única. Códigos do DARF As empresas não financeiras devem recolher o IRPJ e a CSLL no DARF Documento de Arrecadação de Receitas Federais, emitido em 2 vias e com os seguintes Códigos: IRPJ CSLL LUCRO PRESUMIDO LUCRO REAL TRIMESTRAL - Empresas não obrigadas ao LR Empresas obrigadas ao LR 0220 LUCRO REAL ANUAL - Empresas não obrigadas ao LR Recolhimentos Mensais Ajuste Anual Empresas obrigadas ao LR Recolhimentos Mensais Ajuste Anual Deduções do Valor a Pagar do IRPJ Pode ser deduzido do IRPJ devido sobre o Lucro Presumido, Lucro Arbitrado ou Lucro Real: a) o IR/Fonte retido por antecipação sobre as receitas integrantes da base de cálculo trimestral, tais como: (1) Receitas de serviços caracterizadamente de natureza profissional; (2) Rendimentos pagos em cumprimento de decisão da Justiça Federal, mediante precatório ou requisição de pequeno valor; (3) Juros e indenizações por lucros cessantes; (4) Rendimentos de aplicações financeiras de renda fixa e de renda variável; (5) Juros sobre o capital próprio; 8

9 (6) Multas, vantagens ou indenizações por rescisão de contrato, exceto se tiverem finalidade de reparação de dados patrimoniais; b) o IRPJ Retido por Órgãos Públicos Federais; c) o IRPJ Retido por Estados, Distrito Federal e Municípios; d) o IRPJ Retido na Fonte por Entidades da Administração Pública Federal; e) o IRPJ pago por antecipação (ganho de capital em renda variável). Os valores retidos somente são compensados se a receita auferida também integrar a respectiva base de cálculo. Se o valor retido na fonte ou pago pelo contribuinte for maior do que o imposto devido no período de apuração trimestral ou anual, a diferença a maior poderá ser compensada com o imposto devido nos períodos subsequentes. A retenção na fonte quando for maior do que o valor devido no trimestre ou no ano denomina-se Imposto de Renda negativo de períodos anteriores ou diferença negativa da CSLL de períodos anteriores, conforme o caso Deduções do Valor a Pagar da CSLL Do valor devido no trimestre ou no ano, pode ser deduzida a CSLL retida por Órgãos Públicos Federais ou por órgãos estaduais, distritais ou municipais, por Órgão Público Federal e Entidades da Administração Pública Federal ou por pessoas jurídicas de natureza privada. Aplicam-se à CSLL retida na fonte às normas de compensação do Imposto de Renda retido. Bônus de Adimplência Fiscal Às empresas no lucro real ou presumido, em dia com os tributos e contribuições administrados pela SRF, será concedido o Bônus de Adimplência Fiscal para dedução do valor CSLL a pagar. O Bônus não se aplica à pessoa jurídica que, nos últimos cinco anos calendários, incidiu em qualquer das seguintes hipóteses, em relação a tributos e contribuições administrados pela Secretaria da Receita Federal: I - lançamento de ofício; II - débitos com exigibilidade suspensa; III - inscrição em dívida ativa; IV - recolhimentos ou pagamentos em atraso; V - falta ou atraso no cumprimento de obrigação acessória. O Bônus corresponde a 1% da base de cálculo anual da CSLL pelo Lucro Presumido e é descontado do valor da CSLL devido no ano ou no último trimestre do ano. A parcela do bônus que não puder ser aproveitada no período de apuração pode ser deduzida nos anos-calendário subsequentes, da seguinte forma: a) em cada trimestre, no caso de pessoa jurídica com apuração trimestral; b) no ajuste anual, no caso de pessoa jurídica com apuração anual. ATENÇÃO: É vedado o ressarcimento ou outra forma de compensação do Bônus REGIMES DE APURAÇÃO DA RECEITA Como regra geral, as receitas são tributadas pelo regime de competência, ou seja, os impostos e contribuições incidirão sobre as receitas auferidas, independentemente do respectivo recebimento. Esse regime deve ser obrigatoriamente adotado para o Lucro Real e o Lucro Arbitrado. Para fins exclusivos de tributação, a legislação do IRPJ reconhece o regime de Caixa nos seguintes casos: 9

10 1) Fornecimento de bens e serviços a pessoas jurídicas de direito público ou empresa sob seu controle, empresas publicas, sociedades de economia mista ou sua subsidiaria, cuja receita será reconhecida no mês do recebimento; 2) Atividades imobiliárias relativas a loteamento de terrenos, incorporação imobiliária, construção de prédios destinados à venda, bem como a venda de imóveis construídos ou adquiridos para revenda, cuja receita é o montante recebido das unidades vendidas, inclusive as variações monetárias de crédito e obrigações, em função da taxa de câmbio ou de índices ou coeficientes aplicáveis; 3) Rendimentos e ganhos líquidos produzidos por aplicação financeira de renda fixa e de renda variável que serão tributados por ocasião do resgate; 4) Resultados positivos ou negativos incorridos nas operações realizadas em mercados de liquidação futura serão reconhecidos por ocasião da liquidação do contrato, inclusive nas hipóteses de cessão ou de encerramento antecipado da posição. 5) Variações cambiais são tributadas na liquidação da operação. Nesse caso, a empresa poderá optar pelo regime de competência no mês de janeiro de cada ano, através da DCTF; 6) Contratos de construção por empreitada ou de fornecimento a preço predeterminado de bens ou serviços a serem produzidos, cuja receita será considerada em função da percentagem ou da produção executada. Atenção: Para efeitos de cálculo do PIS, da COFINS e da CSLL serão adotados os critérios previstos na legislação de Imposto de Renda Adoção do Regime de Caixa no Lucro Presumido As empresas no Lucro Presumido podem optar pelo regime de caixa que consiste em tributar as receitas por ocasião do recebimento. A opção pelo regime de tributação da receita vincula, obrigatoriamente, o Imposto de Renda, a CSLL, o PIS e a COFINS e abrange todo o ano calendário. Para adotar o regime de caixa, a empresa no Lucro Presumido deve observar as seguintes condições: a) Emitir Nota Fiscal de venda de bens, direitos ou de prestação de serviços quando da entrega do bem/direito ou da conclusão dos serviços; b) Indicar em registro individual, no Livro Caixa, a Nota Fiscal a que corresponder cada recebimento; c) A pessoa jurídica com escrita contábil pode dispensar o Livro Caixa e controlar os recebimentos de suas receitas em conta específica, indicando a Nota Fiscal do correspondente recebimento; d) Os adiantamentos, por conta de venda de bens ou direitos ou da prestação de serviços, devem ser computados como receita do mês em que se der o faturamento, a entrega do bem ou do direito ou a conclusão dos serviços, o que primeiro ocorrer; e) Os valores recebidos, a qualquer título, do adquirente do bem ou direito ou do contratante dos serviços deverão ser considerados como recebimento do preço ou de parte deste, até o seu limite; f) O cômputo da receita em período de apuração posterior ao do recebimento sujeita a pessoa jurídica ao pagamento do imposto e das contribuições com o acréscimo de juros de mora e de multa, de mora ou de ofício; g) Os rendimentos auferidos em aplicações de renda fixa e os ganhos líquidos em aplicações de renda variável são acrescidos à base de cálculo do Imposto de Renda por ocasião da alienação, resgate ou cessão do título ou aplicação. 10

11 A empresa do Lucro Presumido que adotar o regime de caixa e, por opção ou obrigatoriedade, substituí-lo pelo regime de competência, deverá reconhecer, no mês de dezembro do anocalendário anterior àquele em que ocorrer a mudança de regime, as receitas auferidas e ainda não recebidas. Se a mudança ocorrer no curso do ano, por conta de exclusão do lucro presumido, a pessoa jurídica optante pelo regime de caixa deverá oferecer a receita à tributação no período anterior à mudança, estando proibida de deduzir os custos associados a essas receitas, na apuração do lucro real. Em qualquer situação, as variações monetárias ativas dos direitos de crédito e das obrigações do contribuinte, em função da taxa de câmbio, serão consideradas quando da liquidação da correspondente operação. No entanto, é possível optar pela tributação dessas receitas pelo regime de competência no mês de janeiro de cada ano. Essa opção é efetivada na DCTF. MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 263 de 28 de Agosto de 2006 ASSUNTO: Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica - IRPJ EMENTA: LUCRO PRESUMIDO. REGIME DE CAIXA. CHE QUE PRÉ-DATADO. DUPLICATAS. Para fins de apuração da base de cálculo do lucro presumido calculado pelo regime de caixa, os pagamentos por meio de cheques pré-datados serão considerados à vista, uma vez que o cheque, ainda que apresentado para pagamento antes do dia indicado como data de emissão é pagável no dia da apresentação. O cheque não permite estipulação de prazo para pagamento, é ordem de pagamento à vista. As receitas provenientes de duplicatas descontadas e de transações relativas à troca de duplicatas de clientes por duplicatas de terceiros com vencimento futuro deverão ser tributadas à medida do recebimento, no caso de a pessoa jurídica ser optante pelo regime de tributação com base no lucro presumido e adotar o regime de caixa Variações Cambiais Para determinação da base de cálculo do IRPJ e da CSLL, do PIS/Pasep e da COFINS, a pessoa jurídica pode reconhecer as variações monetárias de seus direitos de crédito e obrigações, em função da taxa de câmbio, quando da liquidação da correspondente operação. O contribuinte deve efetuar o acompanhamento individualizado de cada operação, a fim de apurar os valores que devem compor a base de cálculo do IRPJ e da CSLL, do PIS/PASEP e da Cofins e o controle no Livro de Apuração do Lucro Real (Lalur). Tratamento a Partir de 2011 A partir do ano-calendário de 2011, o direito de efetuar a opção pelo regime de competência deve ser exercido no mês de janeiro, na DCTF e somente poderá ser adotado nos casos de elevada oscilação da taxa de cambio. Para esse fim, considera-se elevada oscilação da taxa de câmbio, a que for superior ao percentual determinado pelo Poder Executivo. A opção ou sua alteração será comunicada no mês posterior à oscilação elevada da taxa de cambio CRITÉRIOS ACEITOS PARA AVALIAÇÃO DOS ESTOQUES A pessoa jurídica deve promover o levantamento físico e a avaliação de seus estoques de mercadorias, de produtos em elaboração, de matérias-primas etc. Os critérios de levantamento e avaliação de estoques previstos na legislação do Imposto de Renda devem ser utilizados por todas as pessoas jurídicas, independentemente do regime de tributação (lucro real lucro presumido SIMPLES NACIONAL). A avaliação de estoques e o inventário físico devem ser realizados no final de cada período de apuração trimestral e anual (inclusive no SIMPLES NACIONAL). No lucro real, se a empresa 11

12 possuir Registro Permanente de Estoques integrado e coordenado com a contabilidade 1, é permitido o levantamento físico de estoques apenas no final de cada ano. No inventário físico, o estoque deve ser determinado: a) em quantidade, por contagem física; b) em preço; c) em valor pela multiplicação do preço pela quantidade Mercadorias, Matérias-primas e Bens em Almoxarifado As mercadorias, as matérias-primas e os bens em almoxarifado serão avaliados pelo custo de aquisição que compreende, além do preço pago, os gastos com transporte e seguro até o estabelecimento do contribuinte, os tributos devidos na aquisição ou importação e os gastos com desembaraço aduaneiro. Não estão incluídos os impostos recuperáveis através de créditos na escrita fiscal. Custo de Aquisição = Valor pago + seguro + frete + impostos não recuperáveis + desembaraço aduaneiro Exemplo: Compra de óleos essenciais para fabricação de shampoos: Custo do produto ,00 IPI (5%) 1.500,00 Total da Nota Fiscal ,00 ICMS destacado 5.400,00 Frete 3.000,00 Seguro 300,00 Custo de aquisição: (31.500, , ,00) , ,00 = ,00 A legislação tributária determina a apropriação do custo de aquisição: 1) Empresas com Registro Permanente de Estoques: a) pelo Método PEPS Primeiro a Entrar Primeiro a Sair; b) pelo custo médio; ou c) pelo preço de venda menos margem de lucros. 2)Empresas sem Registro Permanente de Estoques: utilizar o método das compras mais recentes (PEPS): ESTOQUE FÍSICO = QUANTIDADE X CUSTO DE AQUISIÇÃO DAS COMPRAS MAIS RECENTES Produtos em Fabricação e Acabados Os produtos em fabricação ou acabados devem ser avaliados pelo custo de produção. O custo de produção dos bens ou serviços vendidos compreenderá, obrigatoriamente: 1 O Sistema de Escrituração Fiscal Digital também poderá ser adotado para esse efeito se permitir o controle permanente de estoques. 12

13 a) o custo de aquisição de matérias-primas e quaisquer outros bens ou serviços aplicados ou consumidos na produção, avaliados segundo os critérios da legislação; b) o custo do pessoal aplicado na produção, inclusive de supervisão direta, manutenção e guarda das instalações de produção; c) os custos de locação, manutenção, reparo e encargos de depreciação de bens aplicados na produção; d) os encargos de amortização diretamente relacionados com a produção; e) os encargos de exaustão dos recursos naturais utilizados na produção; f) as quebras e perdas razoáveis, de acordo com a natureza do bem e da atividade, ocorridas na fabricação, no transporte e manuseio; g) as quebras ou perdas de estoque por deterioração, obsolescência ou pela ocorrência de riscos não cobertos por seguros, desde que comprovadas: (a) por laudo ou certificado de autoridade sanitária ou de segurança, que especifique e identifique as quantidades destruídas ou inutilizadas e as razões da providência; (b) por certificado de autoridade competente, nos casos de incêndios, inundações ou outros eventos semelhantes; (c) mediante laudo de autoridade fiscal chamada a certificar a destruição de bens obsoletos, invendáveis ou danificados, quando não houver valor residual apurável. ATENÇÃO: A aquisição de bens de consumo eventual, cujo valor não exceda a cinco por cento do custo total dos produtos vendidos no período de apuração anterior, poderá ser registrada diretamente como custo. MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DECISÃO Nº 275 de 02 de Dezembro de 1998 EMENTA: QUEBRAS E PERDAS O valor das quebras ou perdas razoáveis, de acordo com a natureza do bem e da atividade, ocorridas na fabricação, no transporte e manuseio, integrará o custo de produto. Entende-se por razoável aquilo que está conforme a razão, valendo a adoção de uma média, levantada entre empresas que operam no mesmo ramo. O custo de produção será apropriado, na contabilidade, pelos seguintes métodos: 1) Empresa com Sistema de Custos Integrado e Coordenado com a Escrituração 2 : Avaliar o estoque pelo: (1) Custo médio ponderado de produção; (2) Custo das produções mais recentes (PEPS); ou (3) Preço de Venda Margem de Lucro (sujeito à comprovação) Exemplo: Fabricação de Shampoo: 2 Considera-se sistema de contabilidade de custo integrado e coordenado com o restante da escrituração aquele: I - apoiado em valores originados da escrituração contábil (matéria-prima, mão-de-obra direta, custos gerais de fabricação); II - que permite determinação contábil, ao fim de cada mês, do valor dos estoques de matérias-primas e outros materiais, produtos em elaboração e produtos acabados; III - apoiado em livros auxiliares, fichas, folhas contínuas, ou mapas de apropriação ou rateio, tidos em boa guarda e de registros coincidentes com aqueles constantes da escrituração principal; IV - que permite avaliar os estoques existentes na data de encerramento do período de apropriação de resultados segundo os custos efetivamente incorridos. 13

14 Produção em Setembro Outubro Matéria prima - Óleo essencial 9.700, Sal 100,00 75,00 - Glicerina 3.500, ,00 - Outros 2.700, ,00 Mão de Obra 4.000, ,00 Custos fixos 3.700, ,00 Custo total , ,00 Quantidade produzida Preço médio por unidade 2,37 2,27 Avaliação do estoque de produção: - método custo médio ponderado: (23.700,00/10.000, ,00/8000)/ 2 = 2,29 - método PEPS: 2,37 - método margem de lucro: - preço de venda: 6,90 - margem de lucro: 70% - preço de venda-margem de lucro: 6,90 (6,90 x 70%) = 2,07 2) Empresa Sem Sistema de Custos Integrado e Coordenado com a Escrituração: Avaliar o estoque mediante arbitramento, adotando os seguintes parâmetros: a) Produtos Acabados: 70% do maior preço de venda no período (incluído o ICMS); b) Produtos em Elaboração: 80% dos produtos acabados ou 1,5 do maior custo de matériasprimas. Como maior preço de venda no período deve ser considerado o constante na nota fiscal sem exclusão do ICMS. Isso porque esse imposto integra o preço, constituindo-se o destaque por indicação para fins de controle. Exemplo: Custo de produção - maior preço de venda no período: 70% de 6,90 = 4,83 Práticas Proibidas na Avaliação de Estoques Para fins da legislação tributária, não é permitido efetuar: a) Reduções globais de valores inventariados, nem formação de reservas ou provisões para fazer face à desvalorização dos estoques; b) Depreciações estimadas ou mediante provisões para oscilação de preços; c) manutenção de estoques básicos ou normais a preços constantes ou nominais; d) despesas com provisão mediante ajuste ao valor de mercado, se este for menor, do custo de aquisição ou produção dos bens existentes na data do balanço. Atenção: Qualquer outra forma de avaliação de estoques adotada na contabilidade deve se ajustada no cálculo dos tributos. 14

15 5. OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS COMUNS As empresas submetidas à incidência do Imposto de Renda e da Contribuição Social são obrigadas a cumprir diversas obrigações acessórias, relativas à apuração desses tributos, como a seguir examinado ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL As empresas devem manter escrituração contábil completa. Entende-se por escrituração completa a mantida através do Livro Diário, escriturado de acordo com as normas legais pertinentes. O livro Diário deve ser autenticado pela Junta Comercial ou pelo Registro Civil de Pessoas Jurídicas e conter Termos de Abertura e de Encerramento, assinados por contabilista habilitado e pelo representante da empresa. Se a escrituração do Livro Diário for resumida, devem ser mantidos registros auxiliares que ajudem a identificar as operações nele lançadas. A falta de escrituração sujeita o infrator ao arbitramento do lucro. Quando utilizada a escrituração mecanizada ou sistema de processamento eletrônico de dados, deverá existir livro próprio para transcrição das Demonstrações Financeiras e registro do plano de contas e/ou histórico codificado Princípios, Métodos e Critérios de Escrituração. A contabilidade deve ser realizada de acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade. As Normas Internacionais, incorporadas à legislação brasileira pela Lei , de 28 de dezembro de 2007, também devem ser observadas pelas: a) sociedades anônimas, independentemente do porte; b) sociedades de GRANDE PORTE não constituídas sob a forma de ações. Para esse efeito, considera-se de grande porte a sociedade (a regra não se aplica ao empresário) cujo ativo total (dinheiro em caixa, aplicações financeiras, estoques, bens, direitos e outros ativos) seja superior a R$ ,00 ou com receita bruta anual superior a R$ ,00. Nesse caso, a sociedade deve realizar os ajustes exigidos pela Lei /2008 a fim de não afetar a apuração do lucro real. Contabilidade não Centralizada No caso de pessoas jurídicas que possuírem filiais, sucursais ou agências os resultados devem ser consolidados na matriz. É permitida a manutenção de contabilidade não centralizada, desde que se incorpore, ao final de cada mês, na escrituração da matriz, os resultados de cada uma delas. Regime de Competência As receitas e despesas devem ser contabilizadas, exclusivamente, pelo regime de competência Empresas no Lucro Real As empresas tributadas pelo Lucro Real estão obrigadas a encaminhar ao Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), anualmente, até o último dia útil do mês de junho do ano seguinte, a Escrituração Contábil Digital (ECD). Nos casos de extinção, cisão parcial, cisão total, fusão ou incorporação, a ECD deverá ser entregue pelas pessoas jurídicas extintas, cindidas, fusionadas, incorporadas e incorporadoras até o último dia útil do mês subsequente ao do evento. A partir do seu sistema de contabilidade, a empresa gera um arquivo digital, elaborado de acordo com o 15

16 Manual de Orientação do Leiaute da ECD 3. Este arquivo é submetido ao Programa Validador e Assinador PVA fornecido pelo Sped. A ECD compreende a versão digital dos seguintes livros: 1. Livro Diário e seus auxiliares, se houver; 2. Livro Razão e seus auxiliares, se houver; 3. Livro Balancetes Diários, Balanços e fichas de lançamento comprobatórias dos assentamentos neles transcritos. A apresentação dos livros digitais dispensa: 1. a escrituração do Livro Razão ou fichas para resumir ou totalizar, por conta ou subconta, os lançamentos efetuados no Diário; 2. a obrigatoriedade de transcrever no Livro Diário o Balancete ou Balanço de Suspensão ou Redução do Imposto pelas empresas que optarem pela apuração do Lucro Real Anual. Os livros contábeis e documentos deverão ser assinados digitalmente, utilizando-se de certificado de segurança mínima tipo A3, emitido por entidade credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas (ICP-Brasil), a fim de garantir a autoria, a autenticidade, a integridade e a validade jurídica do documento digital. Ao receber a ECD, o SPED extrai um resumo (requerimento, Termo de Abertura e Termo de Encerramento) e o disponibiliza para a Junta Comercial competente. Apos o pagamento das respectivas taxas, a Junta Comercial analisa o requerimento e o Livro Digital, gerando: Autenticação do livro; Indeferimento; Sob exigência Empresas no Lucro Presumido As empresas no Lucro Presumido podem escriturar o livro Caixa para atender a legislação tributária. Mas essa opção não substitui a contabilidade para os efeitos das demais normas legais vigentes no país como, por exemplo, a legislação societária, a legislação trabalhista e a lei de falências. Para que o livro Caixa seja aceito pela fiscalização tributária, deve conter toda a movimentação financeira da empresa, inclusive a bancária, de acordo com os efetivos recebimentos e pagamentos. Por movimentação financeira entende-se o registro de: Valores que circularem pelo Caixa interno; Valores que circularem em conta corrente bancária; Aplicações e resgates em investimentos de renda fixa e de renda variável; Outros valores integrantes do saldo financeiro. O Livro Caixa não necessita de autenticação do órgão de fiscalização, mas deve ser encadernado com os Termos de Abertura e de Encerramento assinados por contabilista habilitado e pelo representante da empresa. 3 Anexo à Instrução Normativa RFB 787, de 19 de novembro de

17 5.2. OBRIGAÇÕES FISCAIS ACESSÓRIAS Levantamento e Escrituração do Inventário As empresas tributadas pelo Lucro Real e as optantes pelo Lucro Presumido ou pelo SIMPLES NACIONAL são obrigadas a arrolar, no livro Registro de Inventário, os estoques de produtos, matérias primas, material de embalarem, bens em almoxarifado etc. A escrituração deve ser consolidada na matriz da pessoa jurídica, no final de cada ano. As empresas obrigadas à Escrituração Fiscal Digital EFD, na forma do Convenio ICMS 143/2008, são dispensadas da elaboração, registro e autenticação do Livro Registro de Inventário Declarações Fiscais As empresas tributadas pelo Lucro Real, Lucro Presumido ou Lucro Arbitrado devem apresentar, por meio eletrônico, com assinatura digital: a) Anualmente: a Declaração de Informações Econômico Fiscais das Pessoas Jurídicas DIPJ. A DIPJ é entregue até o último dia útil do mês de junho, contendo informações do anocalendário imediatamente anterior; b) Mensalmente: a DCTF Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais, para prestar informações sobre os tributos e contribuições federais devidos, bem como sobre os créditos vinculados. Multa pela Falta ou Erro na Declaração A partir da Lei , de 27 de dezembro de 2012, a falta ou o erro em qualquer declaração, demonstrativo ou escrituração digital exigido pela Secretaria da Receita Federal do Brasil se sujeita às seguintes multas: Situação Multa Atraso por empresa sujeita ao lucro presumido (*) R$ 500,00 Atraso por empresa tributada pelo lucro real ou arbitrado (*) R$ 1.500,00 Por não atender a intimação para apresentar a declaração, o demonstrativo, a escrituração ou para prestar esclarecimentos R$ 1.000,00 por mês de atraso. nos prazos estipulados pela autoridade fiscal (**) Declaração, demonstrativo ou escrituração com informações inexatas, incompletas ou omitidas (**) 0,2%, não inferior a R$ 100,00 sobre o faturamento do mês anterior. (*) Será reduzida à metade quando a apresentação for anterior a qualquer procedimento de oficio. (**) Empresas no SIMPLES NACIONAL têm desconto de 70% no valor dessas multas Conservação de Documentos e Arquivos Magnéticos A pessoa jurídica deve manter em boa guarda e ordem, enquanto não decorrido o prazo decadencial e prescritas eventuais ações que lhes sejam pertinentes, todos os livros de escrituração obrigatórios determinados pela legislação fiscal específica, bem assim os documentos e demais papéis que servirem de base para escrituração comercial e fiscal. As pessoas jurídicas que utilizarem sistemas de processamento eletrônico de dados para registrar negócios e atividades econômicas ou financeiras, escriturar livros ou elaborar documentos de natureza contábil ou fiscal, ficam obrigadas a manter, à disposição da Secretaria 17

18 da Receita Federal, os respectivos arquivos digitais e sistemas, pelo prazo de 10 anos. São passíveis de exame, pela autoridade tributária, os documentos do contribuinte mantidos em arquivos magnéticos ou assemelhados, encontrados no local da verificação, que tenham relação direta ou indireta com a atividade por ele exercida. O prazo de apresentação a ser concedido pelo Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil (AFRFB) deverá ser de, no mínimo, 20 dias, podendo ser prorrogado por igual período, em despacho fundamentado, atendendo a requerimento circunstanciado e por escrito da pessoa jurídica. A inobservância dessa determinação poderá acarretar: a) multa de cinco por cento sobre o valor da operação correspondente, aos que omitirem ou prestarem incorretamente as informações solicitadas, limitada a um por cento da receita bruta da pessoa jurídica no período; b) multa equivalente a dois centésimos por cento por dia de atraso, calculada sobre a receita bruta da pessoa jurídica no período, até o máximo de um por cento dessa, aos que não cumprirem o prazo estabelecido para apresentação dos arquivos e sistemas. Atenção: A manutenção de documentos microfilmados não dispensa a apresentação dos arquivos magnéticos, quando solicitados pela fiscalização. No caso de extravio, deterioração ou destruição de livros, fichas, documentos ou papéis de interesse da escrituração, a pessoa jurídica fará publicar, em jornal de grande circulação do local de seu estabelecimento, aviso concernente ao fato e deste dará minuciosa informação, dentro de 48 horas, ao órgão competente do Registro de Comércio, com cópia para a Secretaria da Receita Federal. Dispensa Não serão exigidos os arquivos magnéticos de registros contábeis e fiscais para os contribuintes obrigados à transmissão ao SPED das mesmas informações Regime de Tributação Transitória O Regime de Tributação Transitória foi instituído para garantir a neutralidade tributária dos ajustes decorrentes da harmonização das normas contábeis brasileiras com as normas internacionais de contabilidade. Não terão efeitos para fins de apuração do IRPJ, da CSLL do PIS e da COFINS, as alterações introduzidas pela Lei , de 28 de dezembro de 2007, e pelos art. 37 e 38 da Lei , de 2009, que modificarem o critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na escrituração contábil, para apuração do lucro líquido do exercício definido no art. 191 da Lei 6.404, de 15 de dezembro de O RTT consiste na identificação dos ajustes contábeis às normas internacionais e seus reflexos fiscais, visando à manutenção da neutralidade tributária. Ou seja, os lançamentos contábeis não podem modificar a base de cálculo do tributos. Por exemplo, a Lei /07 determina a utilização taxas de depreciação baseadas na vida útil econômica do bem. A legislação fiscal fixa as taxas de depreciação por estimativa. Assim, cabe à empresa verificar a diferença entre as taxas e ajustar a base de cálculo do Imposto de Renda e da CSLL para considerar dedutível apenas os valores fixados pela legislação fiscal. ATENÇÃO: Segundo a Lei /2009, as disposições da lei tributária que prescreverem, conduzirem ou incentivarem a utilização de métodos ou critérios contábeis ou que determinarem ajustes, lançamentos ou registros diferentes das Normas Contábeis, inclusive para os casos abrangidos pela Lei /2007, serão escriturados em livros ou registros auxiliares ou em livros fiscais, sem modificação da escrituração mercantil ou das demonstrações contábeis exigidas na forma da Lei 6.404/

19 Procedimentos das Empresas Tributadas pelo Lucro Real Para reverter o efeito da utilização de métodos e critérios contábeis diferentes daqueles previstos na legislação tributária, a pessoa jurídica tributada pelo Lucro Real deverá: 1. utilizar os métodos e critérios da legislação societária para apurar, em sua escrituração contábil, o resultado do período antes do Imposto de Renda, deduzido das participações; 2. utilizar os métodos e critérios contábeis aplicáveis à legislação tributária para apurar o resultado do período, para fins fiscais; 3. determinar a diferença entre os valores apurados nos itens 1 e 2; e 4. ajustar, exclusivamente no Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR), o resultado do período, apurado nos termos do item 1, pela diferença apurada no item 3, sem prejuízo dos demais ajustes exigidos ou autorizados pela legislação vigente. A demonstração do RTT à Secretaria da Receita Federal era feita no aplicativo Controle Fiscal Contábil de Transição FCONT. Mas, a partir de 2013, as informações serão prestadas no e- LALUR. Procedimentos das Empresas no Lucro Presumido ou no Lucro Arbitrado As empresas tributadas pelo Lucro Presumido ou pelo auto arbitramento devem apurar a base de cálculo dos tributos de acordo com a legislação fiscal, independentemente da forma de contabilização determinada pelas alterações decorrentes da Lei , de Nesses casos, o contribuinte deverá manter memória de cálculo em relação aos ajustes de: a) Exclusão de valores referentes à receita auferida cuja tributação seja diferida para períodos subsequentes, em função de diferenças de métodos e critérios contábeis determinados pela legislação societária, em relação àqueles aplicáveis à legislação tributária; b) Adição de valores não incluídos na receita auferida cuja tributação foi diferida de períodos anteriores, em decorrência de diferenças de métodos e critérios contábeis determinados pela legislação societária, em relação àqueles aplicáveis à legislação tributária. Para essas empresas, os ajustes do RTT serão informados na própria DIPJ. Procedimentos em relação ao PIS e à COFINS Em relação ao PIS e à COFINS, as pessoas jurídicas sujeitas ao RTT devem apurar as respectivas bases de cálculo de acordo com a legislação de regência, inclusive na apuração dos créditos decorrentes do regime de não-cumulatividade. Nesses casos, serão efetuados os seguintes ajustes: a) Exclusão de valores referentes à receita auferida cuja tributação seja diferida para períodos subsequentes, em decorrência de diferenças de métodos e critérios contábeis determinados pela legislação societária, em relação àqueles aplicáveis à legislação tributária; b) Adição de valores não incluídos na receita auferida cuja tributação foi diferida de períodos anteriores, em decorrência de diferenças de métodos e critérios contábeis determinados pela legislação societária, em relação àqueles aplicáveis à legislação tributária. 19

20 6. TRATAMENTO DOS LUCROS DISTRIBUÍDOS AOS SÓCIOS Os lucros apurados pela pessoa jurídica a partir de são isentos de qualquer tributação. Esses lucros são declarados como rendimentos isentos ou não tributados nas declarações dos sócios, acionistas ou titular. Será considerado isento, o lucro contábil, que corresponde ao lucro apurado em Balanço Patrimonial levantado de acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade e a legislação fiscal vigente. A distribuição de lucros deve estar prevista nos estatutos sociais da empresa, inclusive em relação à forma e à periodicidade de pagamento. Não podem distribuir lucros ou atribuir quaisquer participações nos lucros, as empresas em débito não garantido com o FGTS, com as Fazendas Federal, Estadual ou Municipal e a Previdência Social. Essas regras são aplicáveis inclusive ao SIMPLES NACIONAL. Excesso de Lucros Distribuídos Será tratado como excesso de lucros: O valor distribuído acima dos limites admitidos; O valor total distribuído a maior, se não existir Reservas ou Lucros Acumulados de períodos anteriores. O valor distribuído em excesso, ainda que por conta de período de apuração não encerrado, será imputado à conta de Lucros Acumulados. Caso não exista saldo nessa conta ou saldo seja insuficiente, o excesso será tributado como renda do beneficiário, segundo a legislação do Imposto de Renda e do INSS vigente no período em que os valores foram distribuídos EMPRESAS NO LUCRO PRESUMIDO OU NO LUCRO ARBITRADO No caso de empresas tributadas pelo lucro presumido ou arbitrado é admitida a distribuição de lucro fiscal, assim considerado o valor correspondente à base de cálculo do Imposto de Renda deduzida dos impostos devidos pela pessoa jurídica (IRPJ, CSLL, PIS e COFINS). Essa forma de distribuição de lucros é adotada para as empresas que optaram pela escrituração do livro Caixa para atender a legislação tributária. No entanto, mesmo as empresas com contabilidade completa podem utilizar esse artifício para distribuir lucros isentos aos seus sócios. Nesse caso, se o lucro contábil apurado em Balanço for maior do que o lucro fiscal distribuído, a pessoa jurídica poderá distribuir a parte do lucro contábil excedente, observadas as normas contratuais, tributárias e societárias. Essa diferença também é isenta de tributação porque está comprovada no Balanço Patrimonial. Exemplo: Lucro presumido da indústria de cosméticos: Receita Bruta Trimestral: R$ ,00 Rendimentos de Aplicações Financeiras: (+) R$ 1.300,00 Juros Recebidos de Clientes (+) R$ 987,00 Lucro Presumido: (8% x ,00) , ,00 = R$ ,72 IRPJ Devido (-) R$ 2.856,56 CLLS Devida (-) R$ 1.713,93 PIS (0,65% x R$ ,00) (-) R$ 1.376,35 COFINS (3% x R$ ,00) (-) R$ 6.352,38 LUCROS FISCAIS ISENTOS PARA DISTRIBUIÇÃO = R$ 6.744,50 20

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