Portaria Ministerial nº 241, de 13 de março de 1989

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1 Portaria Ministerial nº 241, de 13 de março de 1989 Normas para registro, movimentação e controle dos recursos oriundos da fonte 050 O MINISTRO DE ESTADO DO EXÉRCITO, de acordo com o artigo 57 das Instruções Gerais para as Publicações do Ministério do Exército (IG 10-43), aprovadas pela Portaria Ministerial nº 890, de 26 de setembro de 1985 e com o que propõe a Secretaria de Economia e Finanças, RESOLVE: 1. Aprovar as NORMAS PARA REGISTRO, MOVIMENTAÇÃO E CONTROLE DOS RECURSOS ORIUNDOS DA FONTE 050, que com esta baixa. 3. Determinar que a presente Portaria entre em vigor na data de sua publicação, ficando revogadas as disposições em contrário. LEONIDAS PIRES GONÇALVES Ministro do Exército

2 2 NORMAS PARA REGISTRO, MOVIMENTAÇÃO E CONTROLE DOS RECURSOS ORIUNDOS DA FONTE FINALIDADE Regular, no âmbito do Ministério do Exército (MEx), o registro, a movimentação e o controle dos recursos oriundos da fonte 050 (Recursos diretamente arrecadados Tesouro). 2. REFERÊNCIAS a. Decreto nº , de 29 de abril de 1980 Dispõe sobre Órgãos Autônomos do Ministério do Exército com autonomia administrativa e financeira, assegurada pelo Decreto nº , de 08 de fevereiro de 1974 e dá outras providências. b. Portaria Ministerial nº 422, de 30 de abril de 1981 Aprova as Instruções Gerais para o Funcionamento e Atividades dos Arsenais de Guerra, como Órgãos Autônomos (IG 10-34). c. Instrução Normativa da Secretaria da Receita Federal (SRF) nº 099, de 29 de dezembro de 1981 Disciplina o recolhimento das rendas dos Arsenais de Guerra, Órgãos Autônomos do Ministérios do Exército. d. Decreto-lei nº 2.025, de 30 de maio de 1983 Institui a Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Ministério do Exército. e. Instrução Normativa da Secretaria da Receita Federal (SRF) nº 69, de 15 de julho de 1983 Disciplina o recolhimento da Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Ministério do Exército. f. Portaria Ministerial nº 175, de 28 de fevereiro de 1984 Aprova as Instruções Gerais para a Aplicação dos Recursos Financeiros oriundos da Arrecadação da Taxa de Fiscalização de Produtos Controlados (IG 10-64). g. Normas de Execução nº 13 da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), de 09 de novembro de 1988 Define os procedimentos de registro do recolhimento de Receitas Federais na Conta Única do Tesouro Nacional e do DARF correspondente, através do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal SIAFI. 3. OBJETIVOS a. Estabelecer normas para o registro, a movimentação e o controle dos recursos oriundos da fonte 050. b. Determinar procedimentos a serem adotados pelos órgãos responsáveis por essas atividades. 4. ORIGEM DOS RECURSOS a. Renda dos Arsenais Produtos comercializados, prestação de serviços, convênios e contratos firmados (Órgão Gestor: Departamento de Material Bélico - DMB). b. Taxa de Fiscalização de Produtos Controlados (TFPC) solicitantes e beneficiários dos serviços de fiscalização. Multas e juros de mora aplicados pela inobservância de dispositivos legais (Órgãos Gestor: Departamento de Material Bélico DMB). 5. MOVIMENTAÇÃO DE RECURSOS

3 a. Recolhimento de Receitas 3 1) UNIDADES SIAFI ON LINE a) As importâncias de que tratam as presentes normas deverão ser recolhidas pelos próprios adquirentes do bens e/ou serviços à conta do tipo C do Arsenal ou Região Militar (RM), respectivamente, quando se tratar de rendas dos Arsenais ou prestação de serviços de fiscalização de produtos controlados e multas inerentes. b) Os Arsenais ou as RM deverão apropriar as receitas recebidas, através de Nota de Lançamento (NL) com os códigos de evento Banco, Agência e C/C C e , promovendo, diariamente, as transferências dos recursos para sua Conta Única através de Guia de Recebimento (GR) com o código do evento , C/C 999 e Ordem Bancária para o Banco (OBB) com o código de evento , após compensada a GR, recolher as importâncias ao Tesouro Nacional, devendo a UG arrecadadora registrar, através do SIAFI: (1) Ordem Bancária a favor da UG (Secretaria de Programação Financeira), gestão 00001, utilizando o evento (2) DOCUMENTO DE ARRECADAÇÃO DE RECEITAS FEDERAIS (DARF), com a utilização de Transação DARF que conterá numeração de Nota de Lançamento (NL) informada pela própria UG, para fins de registro automático no sistema. 2) UNIDADES SIAFI OFF LINE a) As UG que se utilizam do SIAFI no grau off line, continuarão a recolher suas receitas através do DARF, no Banco do Brasil S/A. b) Destinação dos Recursos (1) As receitas referentes às rendas dos Arsenais de Guerra Fonte 050 serão, mensalmente, destinadas conforme estabelece o número 9, da letra f, itens 1), 2) e 3) das IG (2) As Receitas referentes à cobrança da TFPC serão, mensalmente, destinadas conforme estabelece o número 5 das IG c) Distribuição de Recursos (1) No Numerário - A Diretoria de Contabilidade (D Cont) sub-repassará, até o dia 10 de cada mês, à Secretaria de Economia e Finanças Unidade Gestora (SEF-UG), os recursos provenientes das rendas dos Arsenais de Guerra e da cobrança de TFPC. - A SEF-UG, mediante empenho e pagamento da despesa, transferirá, até o dia 15 de cada mês, ao Fundo do Exército (F Ex), os recursos referentes às Rendas dos Arsenais de Guerra e cobrança da TFPC. (2) Do Crédito - A SEF-UG será contemplada no Programa de Trabalho do Ministério do Exército com recursos orçamentários destinados às despesas referentes aos Arsenais e ao sistema de fiscalização dos produtos controlados. - O FEx, com base em proposta do DMB, procederá, através de Nota de Movimentação de Crédito (NC), a distribuição dos recursos provenientes dos Arsenais e Taxas de Fiscalização de Produtos Controlados, até o limite do numerário disponível no mês e informado pela D Cont. 6. PRESCRIÇÕES DIVERSAS a. Os Arsenais de Guerra deverão informar ao DMB, até o terceiro dia útil do mês subsequente, através de radiograma (Anexo A), o montante dos recolhimentos efetuados no mês anterior.

4 4 b. As RM deverão consolidar e remeter ao DMB, via radiograma (Anexo A), até o quinto dia útil do mês subsequente, o montante dos recursos recolhidos, efetuados no mês anterior. c. As RM deverão consolidar e remeter ao DMB, via radiograma (Anexo A), até o quinto dia útil do mês subsequente, o montante dos recursos recolhidos pelos usuários, relativos aos serviços prestados pelos integrantes da rede de fiscalização de produtos controlados, no mês anterior. d. Caso a arrecadação das receitas previstas nestas normas ultrapasse o valor estabelecido no Programa de Trabalho do M Ex, o Órgão Gestor deverá solicitar à SEF-Unidade Orçamentária, os créditos adicionais correspondentes ao excesso de arrecadação. c. A seqüência de operação dos recursos da fonte 050 pode ser visualizada nos fluxogramas a seguir indicados, para: UNIDADES OFF LINE Anexo B UNIDADES ON LINE Anexo C

5 MODELO ANEXO A 5 DMB BRASÍLIA - DF INFORCOL NCr$ ( ) FONTE 050 MÊS PT

6

7 MODELO ANEXO B FLUXOGRAMA SIMPLIFICADO - RENDA DOS ARSENAIS E DA TAXA DE FISCALIZAÇÃO DE PRODUTOS CONTROLADOS UNIDADES OFF LINE UG Informar sua Arrecadação (RM e Arsenais) DMB Contribuinte recolhe ao BB via DARF (3 vias) BB Arsenais Fica 1ª via Crédito Conta Única Sub-repassa SEF/UG Empenho F Ex NC RM DARF (D Cont) Numerário e paga DMB até dia 10 do mês subsequente

8 MODELO ANEXO C 8 FLUXOGRAMA SIMPLIFICADO RENDA DOS ARSENAIS E DA TAXA DE FISCALIZAÇÃO DE PRODUTOS CONTROLADOS UNIDADES ON LINE DMB Contribuinte UG UG Recolhe registra transf. numerário Conta-Única Arsenais Numerário numerário para Conta Sub-repassa SEF/UA Empenha F Ex NC RM à UG na conta Única do Tes. ( D CONT) Numerário até e paga DMB C Nac. (D Cont) dia 10 do mês subsequente

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