OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS DOS MUNICÍPIOS E LEI

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1 PALESTRA OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS DOS MUNICÍPIOS E LEI Teresina, 06/2013 Delegacia da em Teresina-PI

2 OS MUNICÍPIOS E AS OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS Delegacia da em Teresina-PI

3 OS MUNICÍPIOS E A RFB Tributos de natureza declaratória: Contribuição Previdenciária: Os municípios apresentam a GFIP - Guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social, em que declaram os valores de folha de pagamento e a devida contribuição calculada. PASEP: informado na DCTF - Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais do município. Nessas declarações, os municípios indicam além do débito, o valor que já foi extinto por pagamento. A RFB promove a cobrança dos saldos declarados pelo município, enviando-os à PFN se não pagos. Delegacia da em Teresina-PI

4 OBRIGAÇÕES PREVIDENCIÁRIAS Delegacia da em Teresina-PI

5 OBRIGAÇÕES PREVIDENCIÁRIAS Consignar em dotações orçamentárias próprias os valores necessários à quitação das Contribuições Previdenciárias. Conforme a Legislação vigente, pelo descumprimento da obrigação acessória, o Auto de Infração é lavrado no ente público municipal, sendo cabível a representação administrativa aos Tribunais de Contas, sugerindo a responsabilização do Gestor por ato de IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA. Delegacia da em Teresina-PI

6 OBRIGAÇÕES FAZENDÁRIAS PASEP BASE DE CÁLCULO: RECEITAS CORRENTES ARRECADADAS E TRANSFERÊNCIAS CORRENTES E DE CAPITAL RECEBIDAS ALÍQUOTA: 1% VENCIMENTO: dia 25 do mês subsequente CÓDIGO DO DARF: 3703 Delegacia da em Teresina-PI

7 OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS DECLARAÇÕES A SEREM PRESTADAS À RFB GFIP O QUE É? Guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social. FINALIDADE: PRAZO DE ENTREGA: Delegacia da em Teresina-PI Utilizada para a prestação das informações relativas às contribuições previdenciárias devidas e para preenchimento do CNIS. mensalmente, até o dia 10 do mês p subsequente ao de ocorrência dos fatos geradores.

8 OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS DECLARAÇÕES A SEREM PRESTADAS À RFB DIRF O QUE É? FINALIDADE: PRAZO DE ENTREGA: Declaração do Imposto Retido na Fonte É a declaração feita pela FONTE PAGADORA, com o objetivo de informar à do Brasil o valor do imposto de renda e/ou contribuições retidos na fonte, relativos aos rendimentos pagos ou creditados para seus beneficiários. Último dia útil do mês de fevereiro do ano subsequente ao pagamento do rendimentos pago aos beneficiários. Delegacia da em Teresina-PI

9 OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS DECLARAÇÕES A SEREM PRESTADAS À RFB DCTF O QUE É? FINALIDADE: PRAZO DE ENTREGA: Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais Utilizada para a prestação das informações relativas aos tributos e contribuições apurados pelas Pessoas Jurídicas no mês correspondente.(pasep) Até o 15º (décimo quinto) dia útil do 2º (segundo) mês subsequente ao mês de ocorrência dos fatos geradores. Delegacia da em Teresina-PI

10 RETENÇÃO X BLOQUEIO DO FPM BLOQUEIO É o ato pela qual o Tesouro Nacional suspende o repasse do FPE/FPM, quando da não regularidade dos pagamentos dos débitos correntes ou dos parcelamentos mantidos com a RFB. O bloqueio é solicitado pela RFB, mas é operacionalizado pelo Tesouro. O mesmo vale para a liberação. Antes do Bloqueio, a DRF efetua vários contatos com os municípios, buscando demonstrar alternativas para sua regularização. Bloqueio Automático: ocorre por falta de pagamento do Pasep. Delegacia da em Teresina-PI

11 BLOQUEIO MUNICÍPIOS E A RFB RETENÇÃO X BLOQUEIO DO FPM Os valores não são utilizados para quitar débitos, ficam indisponíveis até que o município se regularize. Atenção: a pedido do representante legal, os recursos bloqueados poderão ser utilizados para quitação dos débitos previdenciários (previsão dada pelo art. 17 da lei /2013) O município bloqueado deixa de receber os repasses daí em diante. Uma vez regularizado, cessa o bloqueio, e os valores não recebidos são totalmente liberados pelo Tesouro. Previsão Constitucional (art. 160 CF/1988) e legal (art. 56 Lei 8.212/1991) Delegacia da em Teresina-PI

12 RETENÇÃO X BLOQUEIO DO FPM RETENÇÃO É o ato pela qual o Tesouro Nacional, conforme previsto em lei, vincula parte do repasse do FPE/FPM, ao pagamento dos débitos ou parcelamentos com a União e suas autarquias. É forma de quitação dos débitos e só pode ser realizada nos casos em que lei específica a autorizou expressamente. Esses casos são normalmente oriundos dos acordos de parcelamento de débitos com a União. O município, quando adere ao parcelamento, autoriza, por força de dispositivo legal, que as parcelas sejam quitadas por retenção. Delegacia da em Teresina-PI

13 RETENÇÃO X BLOQUEIO DO FPM RETENÇÃO Em alguns desses parcelamentos há autorização para quitação, por retenção, também de débitos correntes que surjam durante a vigência do acordo de parcelamento. A finalidade é a prevenção da inadimplência e da geração de novos débitos. Delegacia da em Teresina-PI

14 PARCELAMENTOS DE DÉBITOS Convencional: Trata-se da Legislação Geral de Parcelamento (Lei ). 60 meses. Lei 8.212/91 Art 58 Lei 8.620/93 Lei Complementar 77/93 Um parcelamento para cada tributo. MP 1.571/97 MP 1.608/98 ->Lei 9.639/98 MP 1.891/99 - MP 1.969/99 Simplificado: Essa opção tem como fundamento a lei , MP 2.043/2000 com simplificações. MP 2.060/2000 Modalidade aberta MP para 2.129/2001 os municípios, /MP 2.187/2001 para débitos inferiores a R$ ,00. Lei /2003 (PAES) Lei /2005 (MP do Bem) Caso o conjunto de débitos supere esse valor, o município MP 303/2006 (PAEX) pode organizá-los em conjuntos de valor inferior e promover os Lei /2009 respectivos parcelamentos. Não há limite de quantidade de parcelamentos. Delegacia da em Teresina-PI

15 PARCELAMENTOS DE DÉBITOS Especiais: Em distintas ocasiões foram abertos parcelamentos especiais, Lei com 8.212/91 prazo Art certo 58 para adesão e regras específicas. Lei 8.620/93 Lei Complementar 77/93 Nem todos os débitos podem ser incluídos (limite de vencimento). MP 1.571/97 MP 1.608/98 ->Lei 9.639/98 MP 1.891/99 - MP 1.969/99 Essas regras não são gerais MP 2.043/2000 e permanentes. Sua eficácia se restringe ao contexto de cada MP 2.060/2000 um desses parcelamentos, enquanto perdure. MP 2.129/2001 /MP 2.187/2001 Lei /2003 (PAES) Últimos parcelamentos especiais: Lei de 2009 MP 589 de 2012 Lei /2005 (MP do Bem) MP 303/2006 (PAEX) Lei /2009 Lei de 2013 (conversão da MP 589) Delegacia da em Teresina-PI

16 PARCELAMENTOS DE DÉBITOS NOVO PARCELAMENTO ESPECIAL LEI nº de 2013 Abrangência Prazo para Adesão Novas regras Novos benefícios Pagamento e rescisão Controle fiscal Delegacia da em Teresina-PI

17 DÉBITOS ABRANGIDOS PARCELAMENTOS DE DÉBITOS Lei nº de 2013 Delegacia da em Teresina-PI MUNICÍPIOS E A RFB Lei 8.212/91 Art 58 Lei 8.620/93 CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA Lei Complementar 77/93 Parte patronal, terceiros, SAT Parte Segurado MP 1.891/99 - MP 1.969/99 MP 2.043/2000 Competências até fevereiro de 2013 (vencidas até março de 2013) MP 2.129/2001 /MP 2.187/2001 Lei /2003 (PAES) Débitos constituídos ou não, inscritos ou não em dívida Lei /2005 (MP do Bem) ativa, ainda que em fase de execução fiscal já ajuizada, MP 303/2006 (PAEX) ou que tenham sido objeto de parcelamento anterior Lei /2009 ainda não quitado Regulamentação Port Conj PGFN/RFB 03 de 2013

18 DÉBITOS ABRANGIDOS PASEP MUNICÍPIOS E A RFB PARCELAMENTOS DE DÉBITOS Lei nº de 2013 Lei 8.212/91 Art 58 Lei 8.620/93 Lei Complementar 77/93 Fatos geradores ocorridos até 28 de fevereiro de 2013 (vencidos até março MP 1.891/99 de 2013) - MP 1.969/99 MP 2.043/2000 Débitos constituídos ou não, inscritos ou não em dívida ativa, ainda que MP 2.129/2001 em fase /MP de 2.187/2001 execução fiscal já ajuizada, ou que tenham sido Lei /2003 objeto de (PAES) parcelamento anterior ainda não quitado Lei /2005 (MP do Bem) MP 303/2006 (PAEX) Regulamentação Port Conj PGFN/RFB 04 de 2013 Lei /2009 Podem ser incluídos os débitos dos órgãos (incluindo as Câmaras) e das autarquias e fundações públicas Delegacia da em Teresina-PI

19 LEI de 2013 PARCELAMENTO DOS DÉBITOS DE CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS (Port. Conj. PGFN/RFB nº 03 de 2013) PRAZO PARA OPCÃO MUNICÍPIOS E A RFB Até 30 de agosto de 2013 É desnecessária nova opção para os optantes pela MP 589/2013. Para estes, o pedido será considerado efetuado, para todos os efeitos, em 27/05/2013. ABRANGÊNCIA Competências até fevereiro de 2013 (vencidas até março de 2013) Delegacia da em Teresina-PI

20 LEI de 2013 PARCELAMENTO DOS DÉBITOS DE CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS (Port. Conj. PGFN/RFB nº 03 de 2013) REDUÇÕES DE ENCARGOS LEGAIS PREVISTAS Para fins de redução serão aplicados os seguintes percentuais de redução: 100% multas de mora ou de ofício; 50% juros de mora; 100% encargos legais da dívida ou dos honorários advocatícios, quando se tratar de débito inscrito em DAU. Delegacia da em Teresina-PI

21 LEI de 2013 PARCELAMENTO DOS DÉBITOS DE CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS (Port. Conj. PGFN/RFB nº 03 de 2013) Débitos em discussão administrativa: Implica desistência da impugnação ou do recurso interposto e, cumulativamente, renúncia a quaisquer alegações de direito sobre as quais se fundamentam as referidas impugnações ou recursos administrativos Para sua inclusão, a relação de processos objeto de desistência de litígio administrativo deve ser preenchida no Dipar, mesmo quando assinalada a opção sim neste formulário. Delegacia da em Teresina-PI

22 LEI de 2013 PARCELAMENTO DOS DÉBITOS DE CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS (Port. Conj. PGFN/RFB nº 03 de 2013) Débitos em discussão judicial: MUNICÍPIOS E A RFB Somente integrarão o parcelamento se o sujeito passivo desistir expressamente, de forma irretratável e irrevogável, total ou parcialmente, até a data do pedido, da ação judicial proposta e, cumulativamente, renunciar a quaisquer alegações de direito sobre as quais se fundamentam tais processos e ações judiciais. Delegacia da em Teresina-PI

23 LEI de 2013 PARCELAMENTO DOS DÉBITOS DE CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS (Port. Conj. PGFN/RFB nº 03 de 2013) Débitos em discussão judicial: MUNICÍPIOS E A RFB O ente político deverá comprovar perante a RFB que houve o pedido de extinção dos processos com julgamento do mérito, nos termos do inciso V do art. 269 do CPC, mediante apresentação da 2ª via da petição de renúncia protocolada no respectivo Cartório Judicial, ou de certidão deste que ateste o estado do processo, cuja cópia deverá ser anexada ao requerimento do parcelamento. Delegacia da em Teresina-PI

24 LEI de 2013 PARCELAMENTO DOS DÉBITOS DE CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS (Port. Conj. PGFN/RFB nº 03 de 2013) PARCELAMENTOS ANTERIORES Migração dos Pedidos formulados nos termos da MP 589/2013: Os optantes pela MP 589/2013 terão os débitos incluídos neste parcelamento automaticamente migrados para o parcelamento da lei /2013, sem necessidade de nova opção. Delegacia da em Teresina-PI

25 LEI de 2013 PARCELAMENTO DOS DÉBITOS DE CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS (Port. Conj. PGFN/RFB nº 03 de 2013) PARCELAMENTOS ANTERIORES Inclusão de outros parcelamentos anteriores: Os demais parcelamentos (simplificados, não incluídos na MP 589/2013) poderão ser incluídos no parcelamento da lei /2013. Nesse caso, deve ser apenas apresentado Dipar, na forma do anexo I, com expressa desistência do (s) parcelamento (s) anterior (es), sendo esta irretratável e irrevogável. Delegacia da em Teresina-PI

26 LEI de 2013 PARCELAMENTO DOS DÉBITOS DE CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS (Port. Conj. PGFN/RFB nº 03 de 2013) EFEITOS DO PEDIDO Vedação à retenção referente a débitos de parcelamentos anteriores incluídos neste parcelamento. Suspensão da exigibilidade dos débitos incluídos no parcelamento. Concessão de certidão positiva com efeitos de negativa em favor do ente municipal, após cumpridos os requisitos legais. Delegacia da em Teresina-PI

27 Delegacia da em Teresina-PI MUNICÍPIOS E A RFB LEI de 2013 PARCELAMENTO DOS DÉBITOS DE CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS (Port. Conj. PGFN/RFB nº 03 de 2013) PRERROGATIVAS DA RFB A concessão do parcelamento implica autorização pelo município para que a RFB retenha diretamente do FPM o valor correspondente: às prestações mensais do parcelamento às obrigações previdenciárias correntes do meses anteriores ao do recebimento do FPM, vencidas e não pagas. A retenção será efetuada no mês seguinte ao vencimento da obrigação vencida e não paga.

28 LEI de 2013 PARCELAMENTO DOS DÉBITOS DE CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS (Port. Conj. PGFN/RFB nº 03 de 2013) PRERROGATIVAS DA RFB MUNICÍPIOS E A RFB Acesso direto, mediante entrega obrigatória, pelo município, até 30 de abril do ano seguinte ao exercício correspondente: à contabilidade entregue ao Tribunal de Contas; à folha de pagamento. - Apuração de ofício do valor da obrigação corrente, em caso de não apresentação da GFIP. Delegacia da em Teresina-PI

29 LEI de 2013 PARCELAMENTO DOS DÉBITOS DE CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS (Port. Conj. PGFN/RFB nº 03 de 2013) PRESTAÇÕES E FORMA DE PAGAMENTO A 1ª prestação será paga a partir do primeiro decêndio do terceiro mês subsequente ao do pedido. Para os pedidos migrados da MP 589 de 2013, a primeira parcela ocorrerá em 10/08/2013. Delegacia da em Teresina-PI

30 Delegacia da em Teresina-PI MUNICÍPIOS E A RFB LEI de 2013 PARCELAMENTO DOS DÉBITOS DE CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS (Port. Conj. PGFN/RFB nº 03 de 2013) PRESTAÇÕES E FORMA DE PAGAMENTO O valor da parcela corresponderá a: 0,5 % da média mensal da RCL, enquanto não consolidado o pedido; 1% da média mensal da RCL OU 1/240 do valor consolidado, o que for menor. A RCL a ser considerada será: Para as prestações com vencimento de janeiro a março: a do segundo ano anterior;

31 Delegacia da em Teresina-PI MUNICÍPIOS E A RFB LEI de 2013 PARCELAMENTO DOS DÉBITOS DE CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS (Port. Conj. PGFN/RFB nº 03 de 2013) PRESTAÇÕES E FORMA DE PAGAMENTO A RCL a ser considerada será: para as prestações com vencimento de janeiro a março: a do segundo ano anterior; Para as prestações com vencimento de abril a dezembro: a do ano imediatamente anterior. Para fins de cálculo das parcelas mensais, os municípios obrigam-se a encaminhar à RFB, até o último dia útil do mês de fevereiro de cada ano, o demonstrativo de apuração da RCL de que trata o, podendo as informações ser revistas de ofício.

32 LEI de 2013 PARCELAMENTO DOS DÉBITOS DE CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS (Port. Conj. PGFN/RFB nº 03 de 2013) RESCISÃO DO PARCELAMENTO O parcelamento será rescindido nas seguintes hipóteses: I - falta de recolhimento de diferença não retida no FPE ou no FPM por 3 (três) meses consecutivos ou alternados; II - inadimplência de débitos referente às contribuições previdenciárias com competência igual ou posterior a março de 2013, por 3 (três) meses consecutivos ou alternados; Delegacia da em Teresina-PI

33 LEI de 2013 PARCELAMENTO DOS DÉBITOS DE CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS (Port. Conj. PGFN/RFB nº 03 de 2013) RESCISÃO DO PARCELAMENTO III - constatação, caracterizada por lançamento de ofício após 30 de agosto de 2013, de diferença de débito correspondente à obrigação previdenciária abrangida pelo parcelamento de que trata esta Portaria, salvo se integralmente pago no prazo de 60 (sessenta) dias, contado da ciência do lançamento ou da decisão definitiva na esfera administrativa ou judicial; ou IV - falta de apresentação das informações relativas ao demonstrativo de apuração da RCL. Delegacia da em Teresina-PI

34 LEI de 2013 PERGUNTAS MAIS FREQUENTES 1) SUSPENSÃO IMEDIATA DA RETENÇÃO DA MP 589 A retenção da prestação de 2% (dois por cento) será suspensa de imediato. Considerando que a finalidade de previsão de migração foi de oferecer facilidades para os entes, devemos considerar que todos irão migrar. Na remota hipótese de algum contribuinte apresentar manifestação em contrário no final do prazo, cobrar-seão as parcelas em atraso. Para os optantes migrados, a primeira retenção de 0,5% ocorrerá somente em 10 de agosto de Delegacia da em Teresina-PI

35 LEI de 2013 PERGUNTAS MAIS FREQUENTES 2) INCLUSÃO DE OUTROS PARCELAMENTOS ANTERIORES A migração automática é somente para aqueles débitos incluídos no parcelamento da MP nº 589, de Para inclusão de débitos objeto de outros parcelamentos não haverá a necessidade de formalização de novo pedido. Entretanto, é necessária (e suficiente) a apresentação do Termo de Desistência de Parcelamentos Anteriores e de novo Dipar, que serão juntados ao processo de opção da MP nº 589, de Delegacia da em Teresina-PI

36 LEI de 2013 PERGUNTAS MAIS FREQUENTES 3) INCLUSÃO DE DÉBITOS EM COBRANÇA (NÃO INCLUÍDOS EM PARCELAMENTOS) Na hipótese de existência de débitos de competências 11/2012 a 02/2013 em cobrança (não foram objeto de parcelamento), haverá necessidade de apresentação de Dipar para inclusão destes novos débitos, mas não haverá necessidade de formalização de novo pedido. Delegacia da em Teresina-PI

37 LEI de 2013 PERGUNTAS MAIS FREQUENTES 4) POSSIBILIDADE DE APRESENTAÇÃO DA DESISTÊNCIA DE MEDIDA JUDICIAL NÃO APRESENTADA ANTERIORMENTE O ente político que teve o parcelamento da MP nº 589, de 2012, migrado e não desistiu do processo judicial até o dia 28 de março de 2013, poderá protocolar e juntar cópia da desistência da discussão judicial e novo Dipar. Delegacia da em Teresina-PI

38 LEI de 2013 PERGUNTAS MAIS FREQUENTES 5) APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTAÇÃO DO NOVO GESTOR Nos casos em que o pedido de parcelamento nos termos da MP nº 589, de 2012, tenha sido solicitado ainda no ano de 2012, será necessário juntar novos documentos comprobatórios da competência do representante legal, mesmo que o mesmo representante tenha assinado todos os formulários/documentos. Isso é necessário porque os anos de 2012 e 2013 compreendem legislaturas diferentes. Delegacia da em Teresina-PI

39 LEI de 2013 PERGUNTAS MAIS FREQUENTES 6) PROCEDIMENTO PARA INCLUSÃO DE DÉBITOS SUSPENSOS POR IMPUGNAÇÃO OU RECURSO ADMINISTRATIVO O ente político deve relacionar no Dipar o número de todos os processos administrativos que estão pendentes de julgamento administrativo, para que se configure a desistência da impugnação ou do recurso. A relação de processos objeto de desistência de litígio administrativo deve ser preenchida, mesmo quando assinalada a opção sim do Dipar. Delegacia da em Teresina-PI

40 LEI de 2013 PERGUNTAS MAIS FREQUENTES 6) INCLUSÃO DE DÉBITOS NÃO CONFESSADOS O ente político deverá retificar as GFIP para incluir débitos ainda não confessados até 30/08/2013. Vantagens: Evitar representação fiscal para fins penais; Evitar auditoria fiscal; Garantir redução de multa e juros; Sanear problemas trabalhistas; Não oneração das parcelas a serem pagas. Delegacia da em Teresina-PI

41 PALESTRA Gratos pela atenção Eudimar Alves Ferreira Delegado-Adjunto RFB em Teresina Delegacia da em Teresina-PI Teresina, 06/2013

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