Desafíos para la formación profesional en América Latina y Caribe

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1 Fórum de supervisores e formação profissional: relato de uma experiência político-acadêmica e pedagógica na Faculdade de Mauá - SP 1 Maria Liduína de Oliveira e Silva 2 Rodrigo José Teixeira 3 Modalidad de trabajo: Eje temático: Presentación de experiencias profesionales y metodologías de intervención Desafíos para la formación profesional en América Latina y Caribe 1. Introduçao O presente trabalho objetiva, a partir de uma experiência, refletir sobre o Fórum de Supervisores de Estágio como um significativo espaço político-acadêmico e pedagógico na implementação da política de estágio supervisionado do Curso de Serviço Social da Faculdade de Mauá (FAMA), em São Paulo. O Fórum de Supervisores de Estágio se configura como uma importante estratégia de afirmação do projeto de formação e de profissão, proporcionando, por excelência, um lócus de diálogo transversal, intersetorial e interdisciplinar nas áreas de intervenção profissional junto às políticas sociais, bem como, na efetivação da relação teoria, prática e pesquisa, uma vez que este Fórum, além da interface da formação com a intervenção, materializa o espírito de investigação, seja do profissional, seja do estagiário ou mesmo do docente. O Projeto Pedagógico do Curso de Serviço Social da FAMA tem por base as Diretrizes Curriculares do Ministério da Educação e Cultura MEC (2002), sobretudo, as da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social ABEPSS (1996). As Diretrizes Curriculares da ABEPSS adota uma concepção de estágio supervisionado, bem como, prevê uma política de estágio e, nesse sentido, o Fórum de Supervisores é um dos braços dessa política. É sob essa perspectiva que será relatada a experiência deste Fórum, como um espaço político-acadêmico e pedagógico que potencializa a direção social e política da formação profissional do assistente social. 1 Ponencia presentada en el XIX Seminario Latinoamericano de Escuelas de Trabajo Social. El Trabajo Social en la coyuntura latinoamericana: desafíos para su formación, articulación y acción profesional. Universidad Católica Santiago de Guayaquil. Guayaquil, Ecuador. 4-8 de octubre Assistente Social, doutora em Serviço Social, professora da Universidade Federal de São Paulo, Santos, São Paulo, Brasil 3 Assistente Social, mestre em Serviço Social, professor da Universidade Camilo Castelo Branco, São Paulo, Brasil. 1

2 Cabe salientar que a pesquisa foi realizada no primeiro semestre de 2008, quando estes pesquisadores atuavam, como docentes supervisores acadêmicos, no setor de estágio supervisionado da Faculdade de Mauá. 2. Forum de supervisores de estágio: história e metodologia. No primeiro semestre de 2004, o Curso de Serviço Social da FAMA pela primeira vez instalou a disciplina Estágio Supervisionado I e atendendo a Política de Estágio e as Diretrizes da ABEPSS foi criado o Fórum de Supervisores de Estágio, em 07 de junho desse mesmo ano. Assim, esse Fórum teve inicio com a primeira turma de alunos do Curso de Serviço Social, sendo implementado pelo Setor de Estágio, conjuntamente com a disciplina de estagio supervisionado I, II, III e IV, como um espaço de dialogo, discussão e reflexão com os supervisores de campo e acadêmicos sobre as questões relacionadas ao par indissociável: estágio e supervisão no processo de formação profissional. Na época - como hoje - já se compreendia que o Fórum tem um diferencial, uma capacidade de impulsionar o projeto de formação na relação com o projeto de profissão. Sua metodologia participativa está organizada de modo que os encontros ocorrem toda segunda terça-feira de cada mês, sendo composto pelos supervisores de campo, pelo professor da disciplina de estágio e pela coordenadora do Setor de Estágio do Curso de Serviço Social. Nesses encontros, os temas discutidos são propostos e eleitos pelo grupo, por meio de um planejamento realizado no início de cada semestre, bem como, é pensado com a participação de convidados para enriquecer o debate, quando necessário. Vale ressaltar que o Fórum é um espaço aberto, não possui um número fixo de profissionais nos encontros e ao término do semestre faz-se uma avaliação não somente do aluno, mas também do supervisor, do Fórum, do Setor de Estágio e dos encontros realizados no decorrer do semestre. 2

3 2.1. Temáticas abordadas no Fórum de Supervisores O Fórum de Supervisores de Estágio - como todo fórum - é um espaço político, público e aberto de reunião, um lugar de debates temáticos, caracterizado pela formação de um ângulo em que os supervisores de campo e acadêmico colaboram e protagonizam esse espaço. Nesse sentido, várias temáticas já foram abordadas buscando construir a identidade do Fórum como um espaço político-acadêmico e pedagógico e essa identidade, por sua vez, é sempre retomada, (re) construída, e afirmada de acordo com o amadurecimento dos debates, com o surgimento de novas demandas e com as conjunturas dos campos de estágio, do mercado de trabalho e da academia. Foi realizado um levantamento temático nas atas de reunião do Fórum nos quatro anos (junho 2004 a 2008) de sua existência, sendo detectado uma enorme diversidade de temas já discutidos que vão desde a apresentação da política de estágio até o debate sobre supervisão, ética e projeto ético-político profissional dos assistentes sociais, passando pelos temas: concepção de estagio supervisionado, o que é supervisão? a construção da identidade de supervisor e sua relação com o aluno e a instituição, projetos profissionais versus projetos institucionais, Serviço Social na contemporaneidade, planejamento, proposta pedagógica da faculdade, plano de estágio, indicadores de avaliação dos supervisores e da auto-avaliação dos estagiários, troca de experiência da prática de estágio entre Portugal e Brasil, relatório semestral, perfil dos estagiários, suas expectativas, crescimento profissional, posturas éticas, conflitos de relacionamentos, ansiedades e dificuldades demonstradas frente ao aprendizado do exercício profissional, Jornada de estágio, relatos de experiências na Semana do Serviço Social da faculdade, demandas enfrentadas pela categoria profissional frente às condições da realidade e à própria organização interna e outras como o ensino à distância, o exame de proficiência, a precarização continuada do ensino fundamental e médio que fazem o aluno chegar à faculdade com sérias deficiências, ética e Serviço Social, o aperfeiçoamento dos convênio e contratos de estagiários e o mercado de trabalho para os assistentes sociais, as implementação do eixo estágio supervisionado a partir das Diretrizes Curriculares da ABEPSS, dentre outros. Enfim, são discussões que impulsionam a formação no contexto da supervisão e funcionam como fio condutor do Fórum, desencadeando uma série de outros temas e de atividades. 3

4 Nesse levantamento feito, temáticas como a supervisão de estágio, o papel do supervisor e do estagiário, a identidade do supervisor e sua relação com o estagiário, questões éticas e o Projeto Ético-político Profissional, além de ganharem transversalidade nos debates, foram recorrentes ao longo dos quatros anos porque ocupam centralidade na formação, bem como porque, semestralmente, existem entrada e saída de supervisores conforme a abertura e/ou fechamento de campos de estagio Dimensionando o número de campos, de estagiários e de supervisores. O Setor de Estágio Supervisionado do Curso de Serviço Social da FAMA, no primeiro semestre de 2008 período da realização desta pesquisa, por meio da realização do perfil de alunos e de campos de estágio 4, que faz semestralmente, identificou a existência de: 58 (cinqüenta e oito) alunos realizando estágio, 26 (vinte seis) campos de estágios e 33 (trinta e três) assistentes sociais supervisores. Dos 58 alunos-estagiários, 19 (dezenove) estão no 5º período; 15 (quinze) no 6º período e 24 (vinte e quatro) no 7º período. Os 58 estagiários estão distribuídos em 26 (vinte e seis) campos de estágio em diferentes espaços sócio-institucionais. Esses espaços, obrigatoriamente, se caracterizam pela presença de profissional assistente social, pelo estabelecimento de convênio com a Unidade de Ensino e por permitirem ao alunoestagiário desenvolver suas atribuições no processo de ensino aprendizagem. Os 26 campos de estágio estão divididos nas áreas de atuação do Serviço Social, sendo que 07 (sete) estão na área da assistência social; 06 (seis) estão na área da saúde; 06 (seis) na área da criança e adolescente; 02 (dois) na área da habitação; 02 (dois) em empresas; 02 (dois) na área de pesquisa e 01 (um) na área da Previdência Social. Os 33 (trinta e três) supervisores de campo são assistentes sociais que realizam a supervisão direta dos 58 estagiários nos espaços sócio-institucionais, sendo que esses profissionais estão distribuídos da seguinte maneira: 11 (onze) na assistência social; 06 (seis) na saúde; 07 (sete) em criança e adolescente; 04 (quatro) na Habitação; 02 (dois) em empresa; 02 (dois) em pesquisa e 01 (um) na Previdência Social. Percebe-se que há 4 Cabe salientar que o estágio supervisionado na Faculdade de Mauá, se inicia no 5º período, e é concomitante ao componente curricular Estágio Supervisionado até o 8º semestre. Antes desse período não é permitido ao aluno a realização de estágio, conforme as diretrizes da ABEPSS. 4

5 um número considerável de assistentes sociais supervisores de campo (33) para o número de estagiário (58), a relação é menor do que 02 (dois) estagiários para um supervisor de campo, o que qualifica o processo ensino-aprendizagem permitindo ao profissional realizar mais vezes momentos personalizados de supervisão de campo. Verifica-se que há maior concentração de campos de estágio e de assistentes sociais supervisores de campo, respectivamente, nas áreas de assistência social e saúde, sendo 07 (sete) campos, 11 profissionais e 06 (seis) campos, 06 (seis) profissionais. Esses dados corroboram com a pesquisa realizada pelo conjunto CFESS/CRESS de 2005, na qual identifica que a assistência social e a saúde são as duas áreas que mais empregam os profissionais assistentes sociais Concepção de estágio supervisionado nas Diretrizes Curriculares da ABEPSS. Os aspectos legais que normatizam o estágio curricular, nomeadamente, são: o Art. 82 o da LDB, Lei N o de 20/12/96, o Decreto de 18/8/82, modificado pelos Decretos de 21/03/84 e de 26/11/96, Lei N o de 07/12/77, alterada pela Lei N o de 23/03/94, que indicam que os estágios devem ser planejados, executados, acompanhados e avaliados de conformidade com os currículos, programas e calendários escolares (Lei 6.494/77, Art. 1, 3 ). Além dessas normativas legais, no interior do Serviço Social tem como pressuposto as Diretrizes Curriculares da ABEPSS, as quais estabelecem o estágio supervisionado como uma atividade curricular obrigatória, pela natureza interventiva da profissão. O estágio configura-se com a inserção do aluno no espaço sócio-institucional, isto é, nos campos de estágio, cujo objetivo é capacitá-lo para o exercício profissional, o que, necessariamente, pressupõe supervisão sistemática, direta e presencial. Essa supervisão será realizada conjuntamente pelo assistente social que trabalha na instituição e pelo professor supervisor acadêmico, através de reflexão, orientação, acompanhamento e sistematização da atividade cotidiana do estagiário, tendo como base o Plano de Estágio. Estas supervisões obedecem à Lei de Regulamentação da Profissão (lei 8.662/93), o Código de Ética Profissional (1993) e as Diretrizes Curriculares da ABEPSS (1996). 5

6 Sob essa perspectiva, o estágio supervisionado ganhou um novo vulto, exige um outro olhar sobre o ensino-aprendizagem da prática profissional, uma vez que uma das preocupações tanto da ABEPSS como do CFESS (Conselho Federal do Serviço Social), é com a dimensão interventiva da profissão, articulando os níveis de competência éticopolítico, teórico-metodológico e técnico-operativo juntamente com a dimensão investigativa, que também deve ser inerente a prática de estágio e a prática do assistente social. Assim, o estágio ganhou centralidade na formação profissional. É com essa concepção que o Curso de Serviço Social da FAMA busca implementar uma política de estágio em consonância com as diretrizes Curriculares, de modo que o estágio tenha organicidade na matriz curricular e não fique reduzido as disciplinas de estágio, mas está imbricado em todas as disciplinas ao longo da formação acadêmico profissional O Fórum de Supervisores no contexto da formação e do Projeto Ético-Político da profissão. O Fórum de Supervisores de Campo da Faculdade de Mauá, como um espaço políticopedagógico está inserido nas tramas do projeto ético-político profissional do Serviço Social. É no contexto do Movimento de Reconceituação, dos Congressos Brasileiros de Assistentes Sociais, das lutas articuladas do Conjunto CFESS/CRESS, da ABEPSS e da Executiva Nacional de Estudantes de Serviço Social (ENESSO), assim como do Código de Ética (1993), da Lei de Regulamentação da Profissão (1993) e das Diretrizes Curriculares da ABEPSS de 1996, que toma corpo um Projeto Ético-político Profissional do Serviço Social que está diretamente vinculado a projetos societários mais amplos, cuja base de sustentação é a teoria social marxista (MARTINELLI, 2006, p. 16). Projeto este que está ligado à transformação da sociedade e imprime uma direção social às ações profissionais à favor da classe trabalhadora, partindo de uma abordagem teóricometodológica com vistas à teoria social de Marx. Assim, o compromisso desse projeto visa à plena expansão dos indivíduos sociais. Conseqüentemente, o projeto profissional vincula-se a um projeto societário que propõe a construção de uma nova ordem social (NETTO, 1999, p. 104). 6

7 O Fórum de Supervisores de Campo da Faculdade de Mauá está inserido no processo de construção desse Projeto Ético-político Profissional, na medida em que visa aprimorar o ensino do trabalho do assistente social, fortalecendo os profissionais que exercem o papel de supervisores, por meio da discussão de textos e palestras de profissionais convidados, identificando as fragilidades dos alunos e buscando formas de superá-las; criando mecanismos de avaliação que dêem visibilidade ao que foi o aprendizado no processo de estágio, contribuindo para o aprimoramento das disciplinas do curso, e sendo também, um espaço de atualização dos profissionais na medida em que se faz formação, se socializa informações e estratégias. Mas, acima de tudo, é na dinâmica estabelecida entre os supervisores, os estagiários e os docentes, que o Fórum assume e concretiza o Projeto Ético-politico Profissional, uma vez que garante à liberdade de expressão, a construção coletiva dos planos de estágio e das avaliações semestrais envolvendo alunos, professores e supervisores, a democracia nas decisões, a preocupação com os preceitos da ética profissional e a articulação e o fortalecimento dos profissionais e alunos para uma participação ativa nos eventos e movimentos da faculdade, da comunidade, da categoria, dos estudantes e da sociedade. Esta vivência partilhada entre os atores envolvidos no processo ensino-aprendizado do fazer profissional permite experienciar momentos democráticos, igualitários e de trocas na formação, bem como, proporciona a construção das dimensões teórico-metodológico, técnico-operativo e ético-político, em uma vivência que pode ser considerada como um embrião da sonhada nova ordem social que o Projeto Ético-politico profissional procura manter e consolidar como direção social da profissão. 3. Conclusão. O Fórum de Supervisores de Estágio está consolidado junto a Faculdade, aos supervisores de campo, aos discentes e docentes do curso, no entanto, ao longo de quatro anos de existência, deparou-se com limites e avanços. Dois grandes limites são enfrentados: o primeiro deles é o número reduzido de supervisores, haja vista que muitos profissionais não são liberados pelos locais de trabalho, o que dificulta uma participação efetiva, regular e continua. O segundo é a mudança semestral dos supervisores de campo, em razão da abertura e/ou fechamento de campos de estágios, causando assim 7

8 um rodízio de supervisores participantes do Fórum que leva à necessidade de retomar temas já abordados ou à descontinuidade do trabalho desenvolvido ao longo de ano inteiro. Embora, existam estes limites, a concreticidade do Fórum já é um avanço, pois, ele é permanente e tem funcionamento regular. As reuniões ocorrem toda segunda terça feira do mês. Esta regularidade permite uma sustentabilidade de modo que o Fórum já está enraizado na cultura da Faculdade e dos supervisores de estágios. Além disso, o Fórum, como um braço da Política de Estágio, constitui-se em um diferencial, um espaço políticoacadêmico e pedagógico que potencializa informação, formação e a relação teoria, prática e pesquisa. O Fórum também proporciona reflexões a cerca das condições e/ou das inadequações dos campos de estágio, o que, muitas vezes, têm levado ao fechamento de alguns campos de estágio que não estão em sintonia com a Política de Estágio e com o Projeto de formação e de profissão. Outro importante avanço é que o espírito crítico e coletivo do Fórum fortalece os supervisores, levando-os a perceber que as dificuldades, as fragilidades e o isolamento do dia-a-dia devem ser superados nas lutas e nas resistências. Para concluir, o Fórum de Supervisores de Estágio expressa um espaço políticoacadêmico e pedagógico a serviço da política de estágio supervisionado na consolidação do projeto de formação e, conseqüentemente, do Projeto Ético-político do Serviço Social. 8

9 Referências ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENSINO E PESQUISA EM SERVIÇO SOCIAL (ABEPSS). Diretrizes Gerais para o Curso de Serviço Social. In.Formação Profissional: trajetórias e desafios. São Paulo, Cortez, 1997 (Cadernos ABESS) CONSELHO FEDERAL DE SERVIÇO SOCIAL. Código de Ética Profissional de 13 de março de In: Conselho Regional de Serviço Social, 7ª região. Coletânea de Leis, 3ª edição, FAMA. Política de Estágio do Curso de Serviço Social. Mimeo. São Paulo: MARTINELLI, M. L. Reflexões sobre o Serviço Social e o projeto ético-político profissional. Revista Emancipação. Ponta Grossa, Paraná, n. 01, ano 06, UEPG, NETTO, J. P. A Construção do Projeto Ético-Político do Serviço Social frente à Crise Contemporânea. Capacitação em Serviço Social e Políticas Sociais. módulo I cadernos CEAD, Brasília: CFESS,

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