DE QUE PESQUISA-AÇÃO ESTAMOS FALANDO? UMA ANÁLISE DA PRODUÇÃO ACADÊMICA NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO ESCOLAR 1. Mariangela Lima de Almeida

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DE QUE PESQUISA-AÇÃO ESTAMOS FALANDO? UMA ANÁLISE DA PRODUÇÃO ACADÊMICA NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO ESCOLAR 1. Mariangela Lima de Almeida"

Transcrição

1 90 DE QUE PESQUISA-AÇÃO ESTAMOS FALANDO? UMA ANÁLISE DA PRODUÇÃO ACADÊMICA NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO ESCOLAR 1 Mariangela Lima de Almeida Universidade Federal do Espírito Santo Resumo: Este artigo tem por objetivo discutir os enfoques epistemológicos da pesquisa-ação a partir do diálogo estabelecido com os autores/pesquisadores de dissertações e teses, no período de 1999 a 2008, na área da Educação Especial na perspectiva da inclusão escolar. Utiliza a pesquisa epistemológica como perspectiva de análise da produção científica. Toma a teoria da ação comunicativa Habermas como possibilidade de sustentação teórica, filosófica e sociológica para a pesquisa-ação. Os argumentos dos autores permitem situar, provisoriamente, os estudos em três grupos: pesquisa-ação técnico-científica; pesquisa-ação prático-colaborativa e pesquisa-ação críticoemancipatória. Observa-se que as fronteiras entre as perspectivas são fugazes, há distanciamentos, mas muitas aproximações, evidenciando o diálogo entre as abordagens. Palavras-chave: Pesquisa-ação; Inclusão Escolar; Produção Acadêmica. Introdução Num contexto de oposição ao positivismo enraizado na produção de conhecimentos até o século XIX, a pesquisa-ação se instaura na história da investigação social a partir de diferentes abordagens teóricoepistemológicas, configurando-se em diversas formas de produção de conhecimentos, consequentemente com diferentes intenções sociais, políticas e éticas. Esse panorama provocou-nos a problematizar os pressupostos da pesquisa-ação utilizados em dissertações e teses, produzidas em âmbito nacional, na área da Educação Especial na perspectiva da inclusão escolar. Buscamos sustentação na pesquisa epistemológica como perspectiva de análise da produção científica, que toma na filosofia seus princípios e na ciência seu objeto. Tem como função não só abordar os problemas gerais das relações entre filosofia e ciência, mas também como ponto de encontro entre elas. Nesses termos, A abordagem epistemológica permite analisar em forma articulada os aspectos instrumentais relacionados com os níveis teóricos e epistemológicos e com os pressupostos gnoseológicos e ontológicos que fazem referência à visão de realidade implícita em cada pesquisa (SÁNCHEZ GAMBOA, 2007, p. 64). Além disso, tomamos a teoria da ação comunicativa de Jürgen Habermas como eixo epistemológico e metodológico utilizando conceitos que se mostraram profícuos a construção de nosso estudo. A concepção de argumento é vista como forma reflexiva do agir comunicativo. Argumentos são meios 1 Este texto foi construído a partir das análises realizadas em nossa pesquisa de doutorado intitulada Uma análise da produção acadêmica sobre os usos da pesquisa-ação em processos de inclusão escolar: entre o agir comunicativo e o agir estratégico (ALMEIDA, 2010).

2 pelos quais o reconhecimento intersubjetivo de uma pretensão de validade de um proponente (proponent), levantada hipoteticamente, pode ser transformada em conhecimento (HABERMAS, 2003, p. 25). Na esfera do Discurso os argumentos são levantados a partir dos atos de fala dos sujeitos, com vistas a fundamentar pretensões de validade. Em nosso caso, as situações de Discurso se deram a partir dos atos de fala, expressos nos textos escritos de cada participante/autor das teses e dissertações. Realizamos as análises a partir de debates abertos pela via de Círculos Argumentativos. Os círculos tornaram-se momentos privilegiados para o exercício da escuta do outro; um espaço-tempo de debate e confronto de idéias, pressupondo o respeito e a ética discursiva. Esse espaço de debate discursivo possibilitou-nos a reflexão cooperativa acerca argumentos sobre a pesquisa-ação enquanto forma de produzir conhecimentos sobre os processos de escolarização dos alunos com deficiência na perspectiva da inclusão escolar. O percurso de construção do estudo iniciou-se com a pesquisa documental e bibliográfica, quando realizamos um levantamento das teses e dissertações defendidas até março de 2008 na área de Educação Especial/inclusão escolar. Como fonte de pesquisa, recorremos ao Banco de Teses e Dissertações do Portal Capes e às bibliotecas on-line das universidades brasileiras. Dos 50 estudos mapeados, conseguimos 45 textos completos. A partir daí, iniciamos a análise epistemológica dessa produção pela via dos princípios da ação comunicativa em Habermas. Para isso, construímos um quadro esquemático 2 que possibilitasse o diálogo entre os sujeitos/autores, tendo todos a [...] mesma oportunidade de falar sobre o assunto discutido (HABERMAS, 2002, p. 67). O diálogo com os autores foi nos possibilitando reconhecer que ao argumentar as bases teóricofilosóficas da pesquisa-ação, o pesquisador expressava uma determinada epistemologia e uma forma de conceber o conhecimento. Logo, observou-se que quando falamos de pesquisa-ação, o campo é minado, como nos diz Desroche (2006, p. 41), que sugere: [...] para se evitar, se possível, as minas por meio de alguns balizamentos [...] torna-se prudente discutir algumas conotações e variações que a pesquisa-ação possui no campo da investigação em ciências humanas e sociais. Desse modo, este artigo constitui-se a partir de nossa tese de doutorado e tem por objetivo discutir os enfoques epistemológicos da pesquisa-ação a partir do diálogo estabelecido com os autores/pesquisadores. Focalizamos alguns eixos de análise: a constituição do problema de investigação; a relação sujeito e objeto; as relações estabelecidas entre os participantes; a compreensão da realidade e a concepção de ciência. Em sendo assim, o diálogo a partir de tais eixos, permitiu-nos encontrar marcas que sinalizam para diferentes abordagens da pesquisa-ação. Ressaltamos que, não buscamos um enquadramento estanque das pesquisas, pois a composição dos grupos é móvel e dinâmica. Na esfera habermasiana, não há verdades últimas e sim consensos provisórios. Nossa discussão com os autores busca trazer à tona contornos da produção de conhecimentos que, possam elucidar questões que desafiam pesquisadores e profissionais que se enveredam pela pesquisa-ação, na busca de 91 2 O quadro elaborado para esse momento, a partir dos princípios do esquema paradigmático (SÁNCHEZ-GAMBOA, 2007), busca reconstruir a lógica entre pergunta e resposta, focalizando: Nível técnico (instrumentos de coleta, organização e tratamento dos dados); Nível metodológico (tipo de pesquisa-ação e as bases teórico-epistemológicas); Nível teórico (núcleo conceitual básico, autores e clássicos); pressupostos epistemológicos e filosóficos (concepção de ciência, relação sujeito-objeto, concepções ontológicas).

3 compreender/intervir nos processos de escolarização de alunos com deficiência no contexto da inclusão escolar. 92 Um diálogo com a produção acadêmica pela via dos processos argumentativos em Habermas: as diferentes perspectivas de pesquisa-ação Habermas (1987) desenvolve a teoria sobre os interesses que orientam os processos de elaboração do conhecimento, sustentando a idéia de que se o processo de produção de conhecimentos não se reduz as técnicas e procedimentos. Logo, indagávamos os interesses que guiam os pesquisadores quando se utilizam da pesquisa-ação para produzir conhecimentos acerca dos processos de inclusão escolar. Desse modo, quando falamos em pesquisa-ação, precisamos discutir o sentido epistemológico que lhe imprimimos. A partir do pensamento habermasiano, Grundy (apud FRANCO; LISITA, 2004) identifica três modalidades de pesquisa-ação. Ao exporem seus argumentos sobre os elementos metodológicos e epistemológicos de seus estudos no Círculo Argumentativo, os autores revelam características constitutivas da pesquisa-ação, o que nos permitiu situar, provisoriamente, os estudos em três grupos: Pesquisa-ação técnico-científica (abordagem empírico-analítica): 08 estudos. Pesquisa-ação prático-colaborativa (abordagem hermenêutico-fenomenológica): 26 estudos. Pesquisa-ação crítico-emancipatória (abordagem crítico-emancipatória): 11 estudos. É válido ressaltar que, as fronteiras entre as abordagens são fugazes. Geralmente os estudos possuem características de duas ou três perspectivas. Sánchez Gamboa (2007, p. 37) destaca que [...] não existem abordagens metodológicas totalmente definidas, ou puras, por isso é comum que em muitas investigações se encontrem mescladas [...]. Recomenda que a classificação dos estudos considere a abordagem predominante, geralmente explícita na parte correspondente à metodologia. Procuramos, então, reconhecer as marcas que se sobrepõem em cada conjunto de estudos. A pesquisa-ação de inspiração empírico-analítica Do enfoque empírico-analítico, proveniente das ciências positivistas, temos a pesquisa-ação técnica. O produto desse tipo de pesquisa se faz por informações objetivas, com prescrições que se permita elaborar um prognóstico para a situação (HABERMAS, 1987). Assim, é orientada por leis e regras de equilíbrio e normalidade. A busca pela neutralidade é mantida, pela tentativa de distanciamento do pesquisador e participantes, logo a separação entre conhecimentos e interesses. Nos estudos que demarcam suas opções próximas a essa abordagem, observamos que o problema de investigação é construído pelo pesquisador a partir de suas reflexões e análises da literatura científica, como podemos observar no relato de um dos autores: Fundamentalmente, parece necessário produzir conhecimento sobre como deve ser formado o professor especializado [...]. Na possibilidade de enfrentar todos os desafios, e em função da necessidade de melhor delimitar o problema do presente estudo, optamos pela

4 investigação da formação voltada especificamente para o professor do ensino regular, para atuar na Educação Básica, levando em consideração a perspectiva da inclusão escolar (ED 11, 2002, p. 33). No conjunto de estudos desse grupo, não se presentifica a necessidade de negociação do problema de pesquisa. O investigador/autor identifica-o e planeja a intervenção. O ator participa das ações propostas pelo pesquisador. A participação aplicada descrita por Desroche (2006) apresenta características próximas a pesquisa-ação técnica, na qual a pesquisa é feita para os atores (profissionais), mas não por eles. Na relação sujeito-objeto, há uma preocupação em garantir instrumentos de coletas de dados através de questionários e testes. Observamos que o objeto-participantes (professores, alunos, familiares, etc.), em alguns casos, é reduzido a dados, classificados por variáveis como idade, tempo de profissão, formação, dentre outras, em situações experimentais monitoradas. ED 34 (2000, p. 70) argumenta que em seu estudo, a partir do [...] qual através de dois surveys foi realizada a caracterização dos professores itinerantes da área de deficiência física e suas ações pedagógicas, e a caracterização da população de crianças com deficiência física inseridas nas escolas regulares do município [...]. Observa-se que muitos desses estudos têm como objeto a formação continuada de professores, a partir de intervenções pela via de cursos e capacitações propiciadas pelo investigador, com vistas a mudança de concepções. Investigar se a capacitação, mudaria as concepções dos professores em relação à inclusão (ED 21, 2002, p. 37). Para isso, prioriza-se o controle/acompanhamento das intervenções a partir de instrumentos de préteste e pós-teste. De acordo com Barbier (2002), esse é um modelo experimental da pesquisa-ação, do tipo cartesiano, geralmente associado ao aperfeiçoamento docente. O estudo ED 21 (2002, p. 67) nos mostra essa marca da pesquisa-ação técnica: Após a primeira entrevista, foi então realizada a primeira palestra que contava com um pré e um pós teste, para verificar a retenção dos conteúdos trabalhados. Nesse tipo de pesquisa-ação, com algumas exceções, observamos o distanciamento entre pesquisador e atores do contexto. Logo, a relação entre os participantes é imprimida pelo pesquisador que direciona a ação, geralmente a partir de um programa de intervenção previamente planejado, o objetivo detêm-se sua a implementação e a avaliação. Os focos de ação nesse conjunto de pesquisas sinalizam a ênfase no problema, que pode ser solucionado a partir da intervenção. A autora da pesquisa ED 21 (2002) indaga: Até que ponto uma intervenção (pedagógica/metodológica) com os professores do ensino regular poderia melhorar as atitudes frente aos educandos com necessidades educativas especiais? Assim, a relação entre o momento de compreensão e vivência da realidade não são contemplados nos objetivos/questões de investigação. A concepção de ciência está relacionada a concepção de causalidade, na qual [...] a relação causal se explicita no experimento, na sistematização e controle dos dados empíricos e através das análises estatísticas e teóricas (SÁNCHEZ-GAMBOA, 1998, p. 118). O relato escrito de um dos autores nos mostra-se essa concepção: O objetivo principal do estudo foi identificar, descrever e analisar 93

5 estratégias de inserção da temática da inclusão escolar na organização curricular de cursos de formação de professores (ED 11, 2002, p. 34). 94 A pesquisa-ação de inspiração hermenêutica-fenomenológica No movimento de ir além da mera representação da realidade, a abordagem hermenêuticofenomenológico procura compreender e interpretar os fenômenos. Na pesquisa-ação, a busca é pela aproximação sujeito e objeto, assumindo a colaboração como essencial ao processo de intervenção para descobrir os sentidos da realidade. Nesse panorama, Grundy (apud FRANCO; LISITA, 2004) nos fala da pesquisa-ação prático-colaborativa. Nossas análises revelaram uma grande preocupação do pesquisador com as metodologias de apoio voltadas a parceria, que possibilitem o movimento de conhecer e compreender a realidade. A neutralidade do pesquisador é substituída pela partilha das ações, que por sua vez são individuais ou em pequenos grupos. Nos estudos dessa perspectiva, observamos duas vertentes quanto ao problema de investigação. Em alguns, o problema parece ser definido a priori e comunicado aos participantes da pesquisa, aproximando-se da perspectiva técnica como podemos observar no relato do Estudo ED 10 (1999): O processo iniciou-se com o esclarecimento dos objetivos da pesquisa para a escola e principalmente para a professora da turma (p. 70). Outros deixam claro que, a partir dos contatos iniciais com o campo, o pesquisador busca negociar ou flexibilizar o problema de pesquisa a partir das demandas dos atores da prática. A proposta inicial do estudo consistia em identificar na intervenção de professores de Educação Física do ensino básico [...]. Todavia, à medida que se efetivou contato com o campo de investigação, novas questões delinearam-se (ED 18, 2005, p. 54). Nesse tipo de investigação, o pesquisador e os profissionais se reúnem para identificar potenciais problemas, suas causas e possíveis intervenções. O problema é definido após o diálogo entre os envolvidos, no qual se busca um entendimento mútuo. Na relação sujeito-objeto, há a prioridade do sujeito que interpreta os fenômenos. Observamos que nessas pesquisas, há uma grande preocupação com a fase de conhecer/compreender a realidade. Alguns estudos buscam sustentação teórico-metodológica em outras perspectivas de pesquisa, para ancorar essa compreensão dos contextos. ED 19 (2005) fundamenta-se na concepção das redes de significações na primeira fase da pesquisa, num movimento de mergulhar no contexto em busca de compreendê-lo. Segundo Sánchez Gamboa (1998), para superar o nível das aparências, o pesquisador precisa da interpretação e da reflexão, com objetivo de desvendar o que está intrínseco nos fenômenos. É o movimento que a autora do estudo citado procura: No terceiro momento, o da análise dos dados, era possível um trabalho [...] de ir e vir no corpus, em um diálogo contínuo com a teoria, de forma a permitir a apreensão do processo de transformação que estava acontecendo (FERREIRA-ROSSETTI, apud ED 19, 2005, p. 43). O método, nessa perspectiva de pesquisa-ação, é a compreensão e a busca é pelos significados. O interesse prático, que orienta esse tipo de investigação, motiva resultados que

6 são projetados para auxiliar com a interpretação e a linguagem consensual a interação dos sujeitos (HABERMAS, 1987). Contudo, observamos que alguns autores ao trazerem para seus estudos outras metodologias para esse momento da pesquisa (estudo do tipo etnográfico, rede de significações), parecem conceber a pesquisa-ação como momento exclusivo de intervenção. Esse retrato da pesquisa-ação sinaliza sua trajetória dessa perspectiva de investigação, que em muitos momentos focaliza a ação em detrimento da pesquisa. As relações entre os participantes da pesquisa são marcadas pela parceria. A investigação proposta nesta pesquisa apresenta as características da pesquisa-ação colaborativa, na qual o pesquisador e professores trabalham juntos em todas as fases da investigação (ED 14, 2004, p. 83). Logo o foco da ação está na compreensão mútua, nos sentidos que constituem a realidade. O estudo ED 5 (2007, p. 198) prioriza a participação de todos, que argumenta: É hora de rever essa escola, que se quer inclusiva [...]. Uma maneira de enfrentar a questão pode ser a realização de uma pesquisa-ação, em uma escola, em que participem os professores e funcionários, num mesmo movimento de compreender e transformar a realidade vivenciada. Observamos assim, uma forte marca nessa abordagem da pesquisa-ação: a colaboração entre pesquisadores acadêmicos e investigadores da prática. Essa tendência mostra movimentos de muitos grupos de pesquisa no campo da Educação nos últimos anos no Brasil. Pimenta (2005) nos coloca que esse é um modelo construtivo-colaborativo da pesquisa-ação, na qual estratégias de ação e de investigação são concebidas ao mesmo tempo ao longo do processo investigativo, pela via da parceria entre universidade e escola-campo de pesquisa. Pode-se, assim, observar que a concepção de ciência nos estudos desse grupo de pesquisas-ações, consiste na compreensão dos fenômenos educacionais em suas diversas manifestações, no caso dos textos analisados, a interpretação dos processos de inclusão dos alunos com deficiência. Essa compreensão busca propiciar ao pesquisador o entendimento necessário para que possa fazer-ser parte do contexto pesquisado, para então intervir/colaborar com processos de mudança. 95 Pesquisa-ação de inspiração crítica-dialética Habermas (1987) nos diz que há um interesse crítico-emancipador que tem origem nas ciências críticodialéticas. Seu método é a reflexão, que se organiza para desenvolver a crítica e alimentar a práxis. A pesquisa-ação crítico-emancipatória sustenta-se nesse enfoque, no qual estabelece uma relação interacional, crítica e socialmente construída entre sujeito-objeto. O poder da emancipação está no grupo e é guiada por interesses coletivos. A definição do problema ocorre a partir de processos de negociação com os profissionais do contexto investigado. Observa-se que, embora os pesquisadores da academia tenham previamente uma temática de pesquisa, o problema vai se constituindo na fase de compreensão e vivência no campo. Algumas pesquisas realizam estudos prévios e/ou exploratórios com essa intenção de construção do problema a partir das demandas do contexto. O fato de termos como tema a prática docente, formação continuada e pesquisa e

7 utilizarmos a pesquisa-ação colaborativa como abordagem teórico-metodológica, levou-nos a, desde o primeiro momento de contato e planejamento [...] com objetivo de buscar formas de suscitar o problema, que, segundo Barbier (2004, p. 54), emerge de um grupo em crise, em um contexto preciso: [...] o pesquisador não o provoca, mas constata-o [...] (ED 12, 2007, p. 51). Desse modo, a pesquisa-ação nessa abordagem visa promover a práxis emancipatória e a consciência crítica, que se apresenta na política, bem como em ações concretas para promover a mudança. A relação sujeito-objeto no processo de conhecimento é vista como uma construção que tem como ponto de partida o relato de experiências, documentos, discursos, textos, entrevistas, representações a respeito da ação e do fazer (experiências elaboradas), que se apresentam como expressões de uma totalidade complexa. Vemos assim, a preocupação em contextualizar o objeto a partir de seus contextos. Essa modalidade de pesquisa tornou-se pertinente dada suas condições de interferir na realidade, buscando transformá-la conforme as necessidades, expectativas do grupo e condições histórico-culturais do contexto. (ED 29, 2005, p. 18) Os pesquisadores analisam seus objetos de investigação a partir dos contextos institucionais, sociais, políticos, e não focalizando somente o contexto pedagógico e/ou educativo, como prioriza a pesquisaação prático-colaborativa. Busca compreender os processos de transformação, suas contradições e suas potencialidades (SÁNCHEZ GAMBOA, 2008, p. 6). Desse modo, as relações entre os participantes ocorre a partir da interação e da parceria, com ênfase na crítica construída coletivamente. A construção de grupos de estudos e reflexão possibilitou aos profissionais identificarem tensões e dificuldades no trabalho educativo, permitiu-lhes, por meio da auto-reflexão crítica e partilhada, apontar dispositivos de mudança necessários à ressignificação de suas práticas (ED 31, 2004, p. 244). Observamos que o foco da ação está na emancipação mútua e na práxis coletiva. [...] é um exercício dialético de (re)construção da ação, relativamente libertador de imposições e coerções, o que torna o grupo responsável por sua própria emancipação (ED 29, 2005, p. 28). A ação, categoria epistemológica fundamental que marca a concepção de ciência nesse grupo de pesquisas, manifesta-se com força transformadora que, tem na práxis eixo fundamental de transformação em critério de verdade e de validade científica. O produto dessas pesquisas se dá na crítica que, revela tensões e conflitos. Desse modo, a dialética compreender-intervir ocorre a partir da indagação auto-reflexiva, que empreendem os participantes em situações sociais, com o objetivo de [...] melhorar a racionalidade e a justiça de suas próprias práticas sociais ou educativas, assim como a compreensão de suas práticas e das situações em que estas estão inseridas (CARR; KEMMIS, apud ED 31, 2004, p. 68). 96

8 Das implicações histórico-contextuais das pesquisas-ações às múltiplas possibilidades de diálogo Os argumentos expostos no Círculo Argumentativo pelos autores dos estudos, desencadearam várias reflexões acerca das diversas possibilidades de sustentação teórico-epistemológica para a pesquisaação: Haveria uma evolução histórica dos três tipos de pesquisa, assim como observamos na produção científica em Educação 3? Os enfoques estariam relacionados à tradição teórico-metodológica das universidades, grupos de pesquisa e/ou a formação do orientador? Historicamente, as demandas e objetos da educação influenciam a opção pelo tipo de pesquisa-ação? Observamos que dentro do período que encontramos as pesquisas ( ), os três grupos de pesquisa aparecem ao longo desse tempo, sem sobressair um ou outro tipo. Ao localizarmos as instituições de ensino superior na qual cada conjunto de pesquisas pertence, evidenciamos que as pesquisas-ações técnicas estão concentradas em três universidades, a perspectiva prático-colaborativa é encontrada em dez universidades e a crítico-emancipatória em cinco. Esses dados sinalizam que as condições da produção da pesquisa são marcadas pela presença de professores formados dentro de determinadas tradições teóricas, além da organização curricular de cada universidade, como nos diz Sánchez-Gamboa (1998). Além disso, o próprio movimento da pesquisa qualitativa no país mostra o incremento de pesquisas que buscam aproximar as universidades às práticas escolares, pela via da colaboração. Outro fato de suma importância são os movimentos desencadeados pelas políticas sociais e econômicas nas políticas educacionais, que ao longo da história constroem os problemas, fazendo os debates girarem em torno das propostas de solução para esses problemas. Portanto, ao assistirmos, em âmbito internacional, no final da década de 80 os grandes debates em torno do currículo e da formação profissionais, observamos o nascimento de uma nova pesquisaação, conduzida, sobretudo, a partir dos estudos de Carr e Kemmis. Possui caráter de implicações dos docentes, e princípios de ação social que busca conduzir a uma verdadeira democratização no processo de pesquisa. Nos últimos anos, as questões relacionadas a diversidade e heterogeneidade dos contextos escolares, em concomitância com as discussões sobre temáticas trazidas pelo chamado paradigma pós-moderno, como a complexidade e os hibridismos, lançam à pesquisa-ação novas perspectivas epistemológicas, defendidas por André Morin (pesquisa-ação integral) e por René Barbier (pesquisa-ação existencial). No Brasil, muitos pesquisadores têm proposto diálogos entre as abordagens colaborativa e crítica, que são denominadas pesquisa-ação colaborativo-crítica. É o caso das pesquisas empreendidas pelos grupos de pesquisa coordenados por Pimenta (2005) na USP e por Jesus (2005) na UFES. Nessa perspectiva, [...] os facilitadores externos entram em relação colaborativa com os práticos e ajudam a articular suas próprias preocupações, a planejar as ações estratégicas para mudanças, a detectar os problemas e os efeitos das mudanças [...] (JESUS; ALMEIDA; SOBRINHO, 2005, p. 4); assumindo a crítica reflexiva como condição imanente à transformação das práticas educacionais. Vale destacar que, conforme enfatiza Franco (2005), que nem toda pesquisa-ação colaborativa é 97 3 Sánchez-Gamboa (1998) constata em sua pesquisa epistemológica da produção acadêmica no Estado de São Paulo que, as abordagens empírico-analíticas vão perdendo força a partir da década de 80, ao mesmo tempo em que as abordagens as fenomenológicas e crítico-dialética conquistam maior espaço na produção.

9 necessariamente crítica. Observamos que, na área da Educação Especial/ inclusão escolar, alguns estudos de pesquisa-ação colaborativa não trazem a crítica como foco. Diante desse cenário, no que tange às abordagens emancipatória, integral e existencial, observamos algumas aproximações: a crítica ao positivismo das ciências sociais; a ideia de mudança, de transformação dos atores e de sua realidade; o empreendimento de estabelecer ações colaborativas no processo de pesquisa; a busca pela interação constante entre sujeito e objeto e a abordagem compreensiva do fenômeno. Além disso, evidenciamos, conforme afirmam Miranda e Resende (2005, p. 516), que [...] a pesquisa-ação, mais do que uma abordagem metodológica, é um posicionamento diante de questões epistemológicas fundamentais, como a relação entre sujeito e objeto, teoria e prática [...]. No entanto, devemos estar atentos, pois, ainda que haja semelhanças entre as abordagens, o pesquisador deverá sempre refletir sobre sua forma de ver a realidade, a educação, a deficiência, a inclusão escolar e a prática educativa. Pois conforme destacam Cochran-Smitth e Lytle (apud ZEICHNER; DINIZ, 2005), se a pesquisa-ação vem sendo implementada de formas muito distintas, ela reflete diferentes compromissos políticos e ideológicos, portanto diferentes conhecimentos, atendendo a diferentes interesses. Ao sinalizarmos o fechamento, provisório, deste texto, gostaríamos de fazer uma breve consideração acerca dos desafios e possibilidades desse tipo de análise da produção científica. O diálogo entre nós, autores, provocou um desafio enquanto autores comprometidos com a prática investigativa na área: aprofundar nossas lentes a partir de um processo de auto-reflexão crítica e coletiva, em busca dos elementos ocultos às nossas práticas de pesquisa que, por sua vez, determinam as decisões do fazer, bem como, no conhecimento que produzimos. A partir desse debate reflexivo-crítico, desejamos que sua continuidade possa evidenciar caminhos de como poderemos daqui em diante seguir enquanto pesquisadores comprometidos com a teoria e com a prática educativa que almeja a inclusão de todos na escola pública. Um debate cooperativo que, busque reconhecer as vantagens e as desvantagens de nossas escolhas, mas que isso não signifique desprezar uma ou outra perspectiva. Numa analogia a Habermas (2004, p. 32), [...] existem tipos diversos de teorias que empregam métodos diferentes e gozam de diferentes vantagens e desvantagens. Por isso, a escolha de um tipo não implica necessariamente um desprezo pelos demais. 98 Referências: ALMEIDA, M. L. Uma análise da produção acadêmica sobre os usos da pesquisa-ação em processos de inclusão escolar: entre o agir comunicativo e o agir estratégico f. Tese (Doutorado em Educação) Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, BARBIER, R. A pesquisa-ação. Trad. Lucie Didio. Brasília: Liber Livro, DESROCHE, H. Pesquisa-ação: dos projetos dos autores aos projetos de atores e vice-versa. In: THIOLLENTE, M. (Org.). Pesquisa-ação e projeto cooperativo na perspectiva de Henri Desroche.

10 99 São Carlos: EdUFSCar, 2006, p FRANCO, M. A. S.; LISITA, V. Action Research:limits and possibilities in teacher education. British education index (BEI), Brotherton Library - University, p. 1-15, FRANCO, M. A. S. Pedagogia da pesquisa-ação. Educação e pesquisa, São Paulo, USP, v. 31, n. 3, p , set./dez HABERMAS, J. Conhecimento e interesse. Trad. José N. Heck. Rio de Janeiro: Guanabara, Agir comunicativo e razão destranscendentalizada. Trad. Lucia Aragão. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, Teoria de la accion comunicativa: Critica de la razon funcionalista. Version de Manuel Jimenez Redondo, v. 2. Madrid: Taurus, A ética da discussão e a questão da verdade. Trad. Marcelo Brandão Cipolla. 1. ed. São Paulo: Martins Fontes, JESUS, D. M.; ALMEIDA, M. L.; SOBRINHO, R. C. Pesquisa-ação-crítico-colaborativa: implicações para a formação continuada e a inclusão escolar. Anais... Minicurso apresentado na 28ª Reunião Anual da Anped, Caxambu, MIRANDA, M. G.; RESENDE, A. C. A. Sobre a pesquisa-ação na educação e as armadilhas do praticismo. Revista brasileira de educação. v. 11, n. 33, set/dez, 2006, p PIMENTA, S. G. Pesquisa-ação crítico-colaborativa: construindo seu significado a partir de experiências com a formação. Educação e pesquisa, São Paulo, v. 03, n. 31, p , SÁNCHEZ GAMBOA, S. Epistemologia da pesquisa em educação. Campinas: Praxis, Pesquisa em educação: métodos e epistemologias. Chapecó: Argos, Abordagens científicas e interesses humanos (Habermas). In: Disciplina de epistemologia e pesquisa educacional, Unicamp, Programa de Pós-Graduação em Educação, ZEICHNER, K. M.; PEREIRA-DINIZ, J. E. Pesquisa dos educadores e formação docente voltada para a transformação social. Cadernos de pesquisa, v. 35, n. 125, p , maio/ago

principalmente na UFES (três), na UFSCar (dois) e a UERJ (dois). Em 2005 a produção tem ápice com doze estudos em diferentes universidades.

principalmente na UFES (três), na UFSCar (dois) e a UERJ (dois). Em 2005 a produção tem ápice com doze estudos em diferentes universidades. A PRODUÇÃO CIENTÍFICA EM EDUCAÇÃO ESPECIAL/INCLUSÃO ESCOLAR NA PERSPECTIVA DA PESQUISA-AÇÃO: REFLEXÕES A PARTIR DE SEUS CONTEXTOS Mariangela Lima de Almeida UFES Agência Financiadora: FAPES Num contexto

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA Profª. Ms. Marilce da Costa Campos Rodrigues - Grupo de estudos e pesquisas em Política e Formação Docente: ensino fundamental

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

ANÁLISE PARADIGMÁTICA DE UMA PESQUISA-AÇÃO

ANÁLISE PARADIGMÁTICA DE UMA PESQUISA-AÇÃO ANÁLISE PARADIGMÁTICA DE UMA PESQUISA-AÇÃO Resumo SANTOS, Vanderlei Siqueira dos PUCPR irvanderlei@marista.org.br ANDREOLI, Fabiana De Nadai PUCPR Fabiana.andreoli@pucpr.br PINTO, Neuza Bertoni PUCPR neuzard@uol.com.br

Leia mais

Sumário. Prefácio: A dimensão freireana na Educação Ambiental Philippe Pomier Layrargues... 7

Sumário. Prefácio: A dimensão freireana na Educação Ambiental Philippe Pomier Layrargues... 7 5 Sumário Prefácio: A dimensão freireana na Educação Ambiental Philippe Pomier Layrargues... 7 Educação ambiental crítico transformadora no contexto escolar: teoria e prática freireana Juliana Rezende

Leia mais

Palavras-Chave: Educação Especial, Formação Continuada, Gestores Públicos, Plano de ação.

Palavras-Chave: Educação Especial, Formação Continuada, Gestores Públicos, Plano de ação. CURSO DE GESTORES PÚBLICOS DE EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO ESCOLAR NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO: OS PLANOS DE AÇÃO COMO DISPARADORES DE MUDANÇA Carline Santos Borges Merislandia Paulo Da

Leia mais

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES:

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: A Teoria das Organizações em seu contexto histórico. Conceitos fundamentais. Abordagens contemporâneas da teoria e temas emergentes. Balanço crítico. Fornecer aos mestrandos

Leia mais

Na casa da mãe, na casa da avó: um estudo sobre a circulação de crianças.

Na casa da mãe, na casa da avó: um estudo sobre a circulação de crianças. Na casa da mãe, na casa da avó: um estudo sobre a circulação de crianças. Camila Cerqueira dos Santos SILVA (FE/UFG) camilacerqueira@hotmail.com Ivone Garcia BARBOSA (FE/UFG) ivonegbarbosa@hotmail.com

Leia mais

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE.

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE. TRABALHO DOCENTE: POR UMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA, TRANSFORMADORA E EMANCIPATÓRIA OLIVEIRA, Marinalva Luiz de Prefeitura da Cidade do Recife GT-22: Educação Ambiental Resumo Este trabalho tem o objetivo

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PLANO DE ENSINO PERÍODO LETIVO/ANO 2009 Programa: Pós-Graduação stricto sensu em Educação/PPGE Área de Concentração: Sociedade,

Leia mais

Encontro: 20 e 21 de Setembro. Prof. Esp. Angélica Viriato Ortiz Alves

Encontro: 20 e 21 de Setembro. Prof. Esp. Angélica Viriato Ortiz Alves Encontro: 20 e 21 de Setembro Prof. Esp. Angélica Viriato Ortiz Alves 1 RAÍZES - Habilidades, Qualidades, Valores 2 TRONCO: Nome / Formação 3 GALHOS/FOLHAS: Projetos para o futuro 4 FLORES: Projetos em

Leia mais

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ (IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ Resumo O presente trabalho objetiva apresentar uma pesquisa em andamento que

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: BACHARELADO SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO = 07 (SETE)

Leia mais

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR GLEICE PEREIRA (UFES). Resumo Com o objetivo de apresentar considerações sobre a formação do bibliotecário escolar, esta pesquisa analisa o perfil dos alunos do Curso

Leia mais

Profª Ms. Ana Paula de Aguiar 1 Profª Esp. Ana Cristina Pereira Diniz 2 Diálogos Abertos sobre a Educação Básica. Relato de experiência.

Profª Ms. Ana Paula de Aguiar 1 Profª Esp. Ana Cristina Pereira Diniz 2 Diálogos Abertos sobre a Educação Básica. Relato de experiência. PROEJA FIC/PRONATEC: RELATO DO DIAGNÓSTICO DO PERFIL SÓCIO- CULTURAL DO EDUCANDO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DE DUAS ESCOLAS DA REDE MUNICIPAL DE GOIÂNIA Profª Ms. Ana Paula de Aguiar 1 Profª Esp.

Leia mais

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com 1 COMO COLOCAR AS TEORIAS ESTUDADAS NA FORMAÇÃO DO PNAIC EM PRÁTICA NA SALA DE AULA? REFLEXÕES DE PROFESSORES ALFABETIZADORES SOBRE O TRABALHO COM O SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL Cláudia Queiroz Miranda

Leia mais

Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica)

Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica) GRUPO PAIDÉIA FE/UNICAMP Linha: Episteduc Coordenador: Prof. Dr. Silvio Sánchez Gamboa Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica) Os projetos de pesquisa se caracterizam

Leia mais

A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA

A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA Sumaya Mattar Moraes Mestranda na Área de Linguagem e Educação da FEUSP Esta pesquisa coloca em pauta

Leia mais

A Pesquisa Crítica de Colaboração- aspectos teóricos-metodológicos da pesquisa

A Pesquisa Crítica de Colaboração- aspectos teóricos-metodológicos da pesquisa O BRINCAR NO PROCESSO DE REFLEXÃO CRÍTICA ENTRE PESQUISADORAS E COORDENADORAS DE CRECHES Resumo ABREU, Maritza Dessupoio de 1 - UFJF GOMES, Lilian Marta Dalamura 2 - UFJF SCHAPPER, Ilka 3 - UFJF Grupo

Leia mais

O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE.

O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE. O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE. Joelma Carvalho Vilar(UFS) 1 Cleverton dos Santos(UFS) 2 Érica Santos de Jesus(UFS) 3 Vera Lúcia Mendes de Farias(UFS)

Leia mais

A GESTÃO DEMOCRÁTICA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

A GESTÃO DEMOCRÁTICA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO BÁSICA A GESTÃO DEMOCRÁTICA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO BÁSICA Adriano Ribeiro¹ adrianopercicotti@pop.com.br Resumo: A gestão democrática do Projeto Político-Pedagógico na escola

Leia mais

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná.

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. O Curso de Formação de Docentes Normal, em nível médio, está amparado

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais

ANÁLISE DAS DISSERTAÇÕES E TESES QUE ABORDARAM OS JOGOS E BRINCADEIRAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

ANÁLISE DAS DISSERTAÇÕES E TESES QUE ABORDARAM OS JOGOS E BRINCADEIRAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL ANÁLISE DAS DISSERTAÇÕES E TESES QUE ABORDARAM OS JOGOS E BRINCADEIRAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL CLIMENIA MARIA LACERDA DE OLIVEIRA Núcleo de Estudos e Pesquisas: Trabalho Docente, Formação de Professores e

Leia mais

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: que lugar é este?

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: que lugar é este? Universidade do Sul de Santa Catarina UNISUL maria.schlickmann@unisul.br Palavras iniciais... As reflexões que apresento neste texto são um recorte de estudo que venho realizando na minha tese de doutorado.

Leia mais

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal.

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal. A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA MUNICIPAL RECANTO DO BOSQUE: LIMITES E POSSIBILIDADES PARA UMA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA A PARTIR DO SUBPROJETO DA EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESEFFEGO/UEG.

Leia mais

A AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL NA PÓS-GRADUAÇÃO E O PROCESSO DE ORIENTAÇÃO

A AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL NA PÓS-GRADUAÇÃO E O PROCESSO DE ORIENTAÇÃO A AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL NA PÓS-GRADUAÇÃO E O PROCESSO DE ORIENTAÇÃO RESUMO Maria Lucia Indjaian Universidade Presbiteriana Mackenzie Marcos T.Masetto Universidade Presbiteriana Mackenzie Este trabalho

Leia mais

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA Núbia Vieira TEIXEIRA; Solange Martins Oliveira MAGALHÃES Mestrado - Programa de Pós - Graduação em Educação - FE/UFG vitenubia@yahoo.com.br;solufg@hotmail.com

Leia mais

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense Projeto de Extensão Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense 1.0 - JUSTIFICATIVA Considerando que a Extensão Universitária tem entre as suas

Leia mais

UMA ANÁLISE DAS TESES E DISSERTAÇÕES NO PORTAL DA CAPES: A EDUCAÇÃO ESPECIAL EM FOCO 1

UMA ANÁLISE DAS TESES E DISSERTAÇÕES NO PORTAL DA CAPES: A EDUCAÇÃO ESPECIAL EM FOCO 1 UMA ANÁLISE DAS TESES E DISSERTAÇÕES NO PORTAL DA CAPES: A EDUCAÇÃO ESPECIAL EM FOCO 1 Mary Ellen Silva Santos Angélica Marcelino Diana Araújo Souza Nathália Araújo Patrícia Alves Ivania Reis 2 RESUMO

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Rosana Maria Gessinger Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS rosana.gessinger@pucrs.br Valderez Marina

Leia mais

Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault

Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault Eixo temático 2: Formação de Professores e Cultura Digital Vicentina Oliveira Santos Lima 1 A grande importância do pensamento de Rousseau na

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PEDAGOGIA Disciplina: Comunicação e Expressão Ementa: A leitura como vínculo leitor/texto através do conhecimento veiculado pelo texto escrito. Interpretação:

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Prática: 15 h/a Carga Horária: 60 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

Estágio Supervisionado: Pesquisa e Mobilização de Saberes na Construção da Identidade Docente

Estágio Supervisionado: Pesquisa e Mobilização de Saberes na Construção da Identidade Docente Estágio Supervisionado: Pesquisa e Mobilização de Saberes na Construção da Identidade Docente CARVALHO, Ademar de Lima 1 RESSUMO O presente texto tem por objetivo apresentar uma reflexão sobre o Estágio

Leia mais

Michele M. Granzotto ** Valdir Pretto ***

Michele M. Granzotto ** Valdir Pretto *** A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DE FILOSOFIA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO DE PEDAGOGIA * Michele M. Granzotto ** Valdir Pretto *** Resumo: Este estudo foi construído a partir de uma pesquisa realizada na própria

Leia mais

O PROFESSOR ITINERANTE E A INCLUSÃO EDUACIONAL : a prática pedagógica no estado de Pernambuco.

O PROFESSOR ITINERANTE E A INCLUSÃO EDUACIONAL : a prática pedagógica no estado de Pernambuco. O PROFESSOR ITINERANTE E A INCLUSÃO EDUACIONAL : a prática pedagógica no estado de Pernambuco. Autora: Maria José de Souza Marcelino. Orientador: Professor Dr. Washington Luiz Martins (UFPE). Instituto

Leia mais

PROJETOS DE ENSINO I DA JUSTIFICATIVA

PROJETOS DE ENSINO I DA JUSTIFICATIVA I DA JUSTIFICATIVA PROJETOS DE ENSINO O cenário educacional atual tem colocado aos professores, de modo geral, uma série de desafios que, a cada ano, se expandem em termos de quantidade e de complexidade.

Leia mais

Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Itaberaí. Projeto de Estágio Supervisionado Obrigatório: Práxis pedagógica e formação docente

Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Itaberaí. Projeto de Estágio Supervisionado Obrigatório: Práxis pedagógica e formação docente Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Itaberaí Projeto de Estágio Supervisionado Obrigatório: Práxis pedagógica e formação docente Itaberaí 2012 Sebastião Alonso Júnior Diretor da Unidade

Leia mais

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP ALVES, Crislaine 1; CARVALHO, Daiane 1; CRUZ, Júlia 1, FÉLIX, Michelle 1; FERREIRA, Juliane

Leia mais

AVALIAÇÃO: Uma prática constante no processo de ensino e aprendizagem. Palavras-chave: Avaliação. Ensino e aprendizagem. Docente. Prática pedagógica

AVALIAÇÃO: Uma prática constante no processo de ensino e aprendizagem. Palavras-chave: Avaliação. Ensino e aprendizagem. Docente. Prática pedagógica AVALIAÇÃO: Uma prática constante no processo de ensino e aprendizagem Resumo Maria Rita Leal da Silveira Barbosa * Angélica Pinho Rocha Martins ** É sabido que a prática de avaliação é uma intervenção

Leia mais

TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO: A CONSTITUIÇÃO DE UM CORPUS DE PESQUISA Moema Gomes Moraes PUC-GO/UFG Agência Financiadora: CAPES PROSUP

TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO: A CONSTITUIÇÃO DE UM CORPUS DE PESQUISA Moema Gomes Moraes PUC-GO/UFG Agência Financiadora: CAPES PROSUP TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO: A CONSTITUIÇÃO DE UM CORPUS DE PESQUISA Moema Gomes Moraes PUC-GO/UFG Agência Financiadora: CAPES PROSUP Resumo O propósito deste trabalho é apresentar o processo de constituição

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA EM SERVIÇO DE PROFESSORAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA PESQUISA-INTERVENÇÃO EM ESCOLA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO.

FORMAÇÃO CONTINUADA EM SERVIÇO DE PROFESSORAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA PESQUISA-INTERVENÇÃO EM ESCOLA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO. 1 FORMAÇÃO CONTINUADA EM SERVIÇO DE PROFESSORAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA PESQUISA-INTERVENÇÃO EM ESCOLA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO. Autora: MERLI, Angélica de Almeida - UNINOVE - angel.almeida@uninove.edu.br

Leia mais

Indisciplina escolar: um breve balanço da pesquisa em educação. Juliana Ap. M. Zechi FCT/UNESP

Indisciplina escolar: um breve balanço da pesquisa em educação. Juliana Ap. M. Zechi FCT/UNESP Indisciplina escolar: um breve balanço da pesquisa em educação Juliana Ap. M. Zechi FCT/UNESP Complexidade do assunto e multiplicidade de interpretações que o tema encerra. Ações mais assemelhadas à indisciplina

Leia mais

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 Sandra M. Zákia L. Sousa 2 As demandas que começam a ser colocadas no âmbito dos sistemas públicos de ensino, em nível da educação básica, direcionadas

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE SERVIÇO SOCIAL INTRODUÇÃO AO SERVIÇO SOCIAL EMENTA: A ação profissional do Serviço Social na atualidade, o espaço sócioocupacional e o reconhecimento dos elementos

Leia mais

OS DIRETORES DAS ESCOLAS ESTADUAIS DE PRESIDENTE PRUDENTE SP E SUAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS SOBRE ESCOLA PÚBLICA E SUA ATUAÇÃO

OS DIRETORES DAS ESCOLAS ESTADUAIS DE PRESIDENTE PRUDENTE SP E SUAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS SOBRE ESCOLA PÚBLICA E SUA ATUAÇÃO Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1022 OS DIRETORES DAS ESCOLAS ESTADUAIS DE PRESIDENTE PRUDENTE SP E SUAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS SOBRE ESCOLA PÚBLICA

Leia mais

Suas atividades terão como horizonte a escola, de modo particular, a escola em que você atua!

Suas atividades terão como horizonte a escola, de modo particular, a escola em que você atua! PROJETO-INTERVENÇÃO O curso de formação de gestores escolares que estamos realizando orientase por dois eixos básicos: a) a educação compreendida como direito social a ser suprido pelo Estado; b) a gestão

Leia mais

APRENDENDO A ENSINAR: A SALA DE AULA COMO UM ESPAÇO DE REFLEXÃO

APRENDENDO A ENSINAR: A SALA DE AULA COMO UM ESPAÇO DE REFLEXÃO APRENDENDO A ENSINAR: A SALA DE AULA COMO UM ESPAÇO DE REFLEXÃO PAIXÃO LINHARES 1, MARÍLIA e MACEDO REIS 2, ERNESTO 1 Laboratório de Ciências Físicas, UENF 2 Coordenação de Física, CEFET-Campos Palavras

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA: UM ESTUDO SOBRE O CURRÍCULO NA FORMAÇÃO EM LICENCIATURA EM MATEMÁTICA NO ESTADO DO MARANHÃO Mauro Guterres Barbosa Universidade Estadual do Maranhão - UEMA

Leia mais

Metodologia de Ensino; Cultura Corporal; Ciclos de Escolarização. SOARES, C. L.; TAFFAREL, C. N. Z.; VARJAL, E; et al. São Paulo, Cortez, 1992.

Metodologia de Ensino; Cultura Corporal; Ciclos de Escolarização. SOARES, C. L.; TAFFAREL, C. N. Z.; VARJAL, E; et al. São Paulo, Cortez, 1992. METODOLOGIA DO ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA. Aline Fabiane Barbieri Metodologia de Ensino; Cultura Corporal; Ciclos de Escolarização. SOARES, C. L.; TAFFAREL, C. N. Z.; VARJAL, E; et al. São Paulo, Cortez,

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE PEDAGOGIA, Licenciatura REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente documento

Leia mais

GESTÃO EDUCACIONAL: REFLEXÃO SOBRE O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

GESTÃO EDUCACIONAL: REFLEXÃO SOBRE O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO GESTÃO EDUCACIONAL: REFLEXÃO SOBRE O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Ana Paula Martins Costa Graduanda de Pedagogia- UEPB Aline Carla da Silva Costa - Graduanda de Pedagogia- UEPB

Leia mais

Geyso D. Germinari Universidade Estadual do Centro-Oeste

Geyso D. Germinari Universidade Estadual do Centro-Oeste O ENSINO DE HISTÓRIA LOCAL E A FORMAÇÃO DA CONSCIÊNCIA HISTÓRICA DE ALUNOS DO 6º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM A UNIDADE TEMÁTICA INVESTIGATIVA Geyso D. Germinari Universidade Estadual

Leia mais

ANÁLISE BIBLIOMÉTRICA E EPISTEMOLÓGICA DA PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO EM EDUCAÇÃO FÍSICA: ESTUDOS DE CASO

ANÁLISE BIBLIOMÉTRICA E EPISTEMOLÓGICA DA PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO EM EDUCAÇÃO FÍSICA: ESTUDOS DE CASO 1 ANÁLISE BIBLIOMÉTRICA E EPISTEMOLÓGICA DA PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO EM EDUCAÇÃO FÍSICA: ESTUDOS DE CASO Rosana Helena Nunes 1 (UNICAMP rosananunes03@gmail.com) RESUMO: O objetivo da comunicação oral é

Leia mais

DIMENSÃO TÉCNICO OPERATIVA DO SERVIÇO SOCIAL

DIMENSÃO TÉCNICO OPERATIVA DO SERVIÇO SOCIAL DIMENSÃO TÉCNICO OPERATIVA DO SERVIÇO SOCIAL PROFESSORA: DENISE CARDOSO O serviço social é uma especialização do trabalho coletivo, inserido na divisão sóciotécnica do trabalho, cujo produto expressa-se

Leia mais

A DIDÁTICA NUMA ABORDAGEM FREIREANA Maria da Conceição Bizerra 196

A DIDÁTICA NUMA ABORDAGEM FREIREANA Maria da Conceição Bizerra 196 A DIDÁTICA NUMA ABORDAGEM FREIREANA Maria da Conceição Bizerra 196 Introdução O presente estudo tem por objetivo refletir sobre o ensino da didática, inspirado no pensamento de Paulo Freire, no contexto

Leia mais

ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13

ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13 ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13 I CICLO DE ESTUDOS INTERDISCIPLINARES (1º e 2º semestres): FUNDAMENTOS DA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO EMENTÁRIO: O I Ciclo do Curso de Pedagogia do UniRitter desenvolve os fundamentos

Leia mais

A FILOSOFIA E TECNOLOGIAS: FORMAÇÃO E OPINIÃO PÚBLICA CRÍTICA

A FILOSOFIA E TECNOLOGIAS: FORMAÇÃO E OPINIÃO PÚBLICA CRÍTICA A FILOSOFIA E TECNOLOGIAS: FORMAÇÃO E OPINIÃO PÚBLICA CRÍTICA Elvio de Carvalho Graduado em Filosofia pela UFSM/RS. Membro do projeto Formação Cultural. helviocarvalho@hotmail.com Valmir da Silva Acadêmico

Leia mais

ABRINDO ESPAÇOS PARA A FORMAÇÃO DE EDUCADORES AMBIENTAIS NUMA ABORDAGEM TRANSDISCIPLINAR

ABRINDO ESPAÇOS PARA A FORMAÇÃO DE EDUCADORES AMBIENTAIS NUMA ABORDAGEM TRANSDISCIPLINAR ABRINDO ESPAÇOS PARA A FORMAÇÃO DE EDUCADORES AMBIENTAIS NUMA ABORDAGEM TRANSDISCIPLINAR Autora: Lívia Costa de ANDRADE- liviacandrade@uol.com.br Orientadora: Sandra de Fátima OLIVEIRA sanfaoli@gmail.com.br

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA: REPRESENTAÇÕES DOS PROFESSORES APLICADOS AOS SABERES NO COTIDIANO ESCOLAR PARA O ENSINO MÉDIO. Resumo

EDUCAÇÃO FÍSICA: REPRESENTAÇÕES DOS PROFESSORES APLICADOS AOS SABERES NO COTIDIANO ESCOLAR PARA O ENSINO MÉDIO. Resumo EDUCAÇÃO FÍSICA: REPRESENTAÇÕES DOS PROFESSORES APLICADOS AOS SABERES NO COTIDIANO ESCOLAR PARA O ENSINO MÉDIO Marcelo José Taques * Ilma Célia Ribeiro Honorato** Resumo O presente estudo tem como principal

Leia mais

PROCESSO DE CRIAÇÃO E EXPANSÃO DA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO-SENSU EM EDUCAÇÃO/EDUCAÇÃO ESPECIAL NO BRASIL

PROCESSO DE CRIAÇÃO E EXPANSÃO DA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO-SENSU EM EDUCAÇÃO/EDUCAÇÃO ESPECIAL NO BRASIL PROCESSO DE CRIAÇÃO E EXPANSÃO DA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO-SENSU EM EDUCAÇÃO/EDUCAÇÃO ESPECIAL NO BRASIL SILVA, Régis Henrique dos Reis - NUPEFI/CEPAE/UFG SILVA, Sarah Maria de Freitas Machado - ESEFEGO/UEG

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

Seminário Cenário Contemporâneo: Polêmicas e Desafios ao Serviço Social

Seminário Cenário Contemporâneo: Polêmicas e Desafios ao Serviço Social Seminário Cenário Contemporâneo: Polêmicas e Desafios ao Serviço Social Seminário Cenário Contemporâneo: Polêmicas e Desafios ao Serviço Social PALESTRA 03: Investigação em Serviço Social: para quê, a

Leia mais

PRÁTICAS DE ENSINO E DE PESQUISA NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO E A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO

PRÁTICAS DE ENSINO E DE PESQUISA NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO E A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO PRÁTICAS DE ENSINO E DE PESQUISA NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO E A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO Marília Marques Mira SME-Curitiba 1 Área Temática: Formação de Professores Resumo: O texto aborda resultados de pesquisa

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR NO ENSINO MÉDIO. - práticas, saberes e habitus -

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR NO ENSINO MÉDIO. - práticas, saberes e habitus - EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR NO ENSINO MÉDIO - práticas, saberes e habitus - Fabíola Santini Takayama do Nascimento Mestranda em Educação da PUCGOIÁS e Técnica em Assuntos Educacionais do IFG - Campus Inhumas

Leia mais

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula INTRODUÇÃO Josiane Faxina Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Câmpus Bauru e-mail: josi_unesp@hotmail.com

Leia mais

A formação de professores/as e as possibilidades de mudança advindas da reflexão crítica 1

A formação de professores/as e as possibilidades de mudança advindas da reflexão crítica 1 A formação de professores/as e as possibilidades de mudança advindas da reflexão crítica 1 Leanna Evanesa ROSA Rosane Rocha PESSOA Faculdade de Letras - UFG leannarosa@yahoo.com.br Palavras-chave: língua;

Leia mais

A FORMAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA: O PIBID COMO ESPAÇO DE TRABALHO COLETIVO. Palavras-chave: Licenciatura, Educação Física, Escola, Trabalho Coletivo.

A FORMAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA: O PIBID COMO ESPAÇO DE TRABALHO COLETIVO. Palavras-chave: Licenciatura, Educação Física, Escola, Trabalho Coletivo. A FORMAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA: O PIBID COMO ESPAÇO DE TRABALHO COLETIVO Bruna de Paula,CRUVINEL(FEF); Jehnny Kellen Vargas Batista, QUEIROZ (FEF); Lorrayne Bruna de CARVALHO (FEF); Karine Danielly L. M.

Leia mais

Saberes da Docência Online

Saberes da Docência Online Saberes da Docência Online Edméa Santos Professora do PROPED-Faculdade de Educação da UERJ E-mail: mea2@uol.com.br Web-site: http://www.docenciaonline.pro.br/moodle http://www.proped..pro.br/moodle Fones

Leia mais

A PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO NA FORMAÇÃO DO EDUCADOR INFANTIL

A PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO NA FORMAÇÃO DO EDUCADOR INFANTIL A PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO NA FORMAÇÃO DO EDUCADOR INFANTIL Rita Melissa Lepre RESUMO: Neste breve artigo relataremos um extrato de uma pesquisa realizada com educadoras infantis que teve como tema as contribuições

Leia mais

MEDIAÇÃO E CRIAÇÃO DE ELOS MEDIADORES NO DESENVOLVIMENTO DA LEITURA E DA ESCRITA: A EXPERIÊNCIA DE UM 2º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL.

MEDIAÇÃO E CRIAÇÃO DE ELOS MEDIADORES NO DESENVOLVIMENTO DA LEITURA E DA ESCRITA: A EXPERIÊNCIA DE UM 2º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL. MEDIAÇÃO E CRIAÇÃO DE ELOS MEDIADORES NO DESENVOLVIMENTO DA LEITURA E DA ESCRITA: A EXPERIÊNCIA DE UM 2º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL. RICOMINI, Ingrid da Silva; GIROTTO, Cyntía Graziella Guizelim Simões.

Leia mais

FP 108501 FUNDAMENTOS DA GINÁSTICA

FP 108501 FUNDAMENTOS DA GINÁSTICA Ementas das Disciplinas de Educação Física Estão relacionadas abaixo, as ementas e a bibliografia dos diferentes eixos curriculares do Curso, identificadas conforme os ciclos de formação: Ciclo de Formação

Leia mais

PRÁTICAS DE LEITURAS SIGNIFICATIVAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

PRÁTICAS DE LEITURAS SIGNIFICATIVAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL PRÁTICAS DE LEITURAS SIGNIFICATIVAS NOS ANOS INICIAIS Resumo DO ENSINO FUNDAMENTAL MARTINS, Esilda Cruz UEPG maria.esilda@hotmail.com Eixo Temático: Práticas e Estágios nas Licenciaturas. Agência Financiadora:

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA DUCADORAS DE BERÇÁRIO: EM FOCO O TRABALHO EDUCATIVO COM A LINGUAGEM MOVIMENTO

ESTRATÉGIAS DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA DUCADORAS DE BERÇÁRIO: EM FOCO O TRABALHO EDUCATIVO COM A LINGUAGEM MOVIMENTO ESTRATÉGIAS DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA DUCADORAS DE BERÇÁRIO: EM FOCO O TRABALHO EDUCATIVO COM A LINGUAGEM MOVIMENTO NADOLNY, Lorena de Fatima PMC e UFPR lorenaedf@gmail.com GARANHANI, Marynelma Camargo-

Leia mais

Mídia, linguagem e educação

Mídia, linguagem e educação 21 3 22 Mídia, Linguagem e Conhecimento Segundo a UNESCO (1984) Das finalidades maiores da educação: Formar a criança capaz de refletir, criar e se expressar em todas as linguagens e usando todos os meios

Leia mais

INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL

INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL Jair Bevenute Gardas Isabel Corrêa da Mota Silva RESUMO A presente pesquisa objetiva um conhecimento amplo sobre a temática interdisciplinaridade, idealizando

Leia mais

CONCEPÇÃO DE CURRÍCULO EM CURSOS DE LICENCIATURA EM QUÍMICA: UM ESTUDO DE CASO

CONCEPÇÃO DE CURRÍCULO EM CURSOS DE LICENCIATURA EM QUÍMICA: UM ESTUDO DE CASO CONCEPÇÃO DE CURRÍCULO EM CURSOS DE LICENCIATURA EM QUÍMICA: UM ESTUDO DE CASO VAITEKA, SANDRA; FERNANDEZ, CARMEN Instituto de Química da Universidade de São Paulo, Brasil; Programa de Pós Graduação Interunidades

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 60 h Prática: 15 h Créditos: 4 A Biologia e o educador. Herança e meio, a hereditariedade. Reprodução humana. As funções vegetativas (digestão e alimentos,

Leia mais

ABORDAGENS PRAGMÁTICAS ATRIBUÍDAS ÀS PRÁTICAS SOCIAIS DE ESCRITA E LEITURA

ABORDAGENS PRAGMÁTICAS ATRIBUÍDAS ÀS PRÁTICAS SOCIAIS DE ESCRITA E LEITURA 110. ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA ABORDAGENS PRAGMÁTICAS ATRIBUÍDAS

Leia mais

sua terceira versão, o PNDH-3 lançado em 2009 governo do ex-presidente Lula (2003-2010).

sua terceira versão, o PNDH-3 lançado em 2009 governo do ex-presidente Lula (2003-2010). FORMAÇÃO CONTINUADA NA LIDA DO POLICIAL CIVIL: estudo sobre as estratégias de formação continuada de policiais civis para o atendimento aos grupos vulneráveis Bárbara Aragão Teodoro Silva UFMG Este pôster

Leia mais

Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais)

Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais) UFPR SETOR DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA EMENTAS DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais) 1º ANO

Leia mais

A REFLEXÃO CRÍTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Entre Práticas e Saberes. Alciane Gonçalves Barbosa - Graduanda em Pedagogia/UFPI

A REFLEXÃO CRÍTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Entre Práticas e Saberes. Alciane Gonçalves Barbosa - Graduanda em Pedagogia/UFPI A REFLEXÃO CRÍTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Entre Práticas e Saberes Alciane Gonçalves Barbosa - Graduanda em Pedagogia/UFPI Maria Antonia Alves Lima Graduanda em Pedagogia /UFPI Bárbara Maria Macedo

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS: A LEI NO PAPEL, A LEI NA ESCOLA Aline de Assis Augusto UFJF

EDUCAÇÃO INFANTIL E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS: A LEI NO PAPEL, A LEI NA ESCOLA Aline de Assis Augusto UFJF EDUCAÇÃO INFANTIL E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS: A LEI NO PAPEL, A LEI NA ESCOLA Aline de Assis Augusto UFJF Resumo A presente pesquisa se debruça sobre as relações étnico-raciais no interior de uma escola

Leia mais

FORMAÇÃO PARA ALÉM DO ENSINO NA DOCÊNCIA UNIVERSITÁRIA: REFLEXÕES ANCORADAS NA FORMAÇÃO CIDADÃ 1

FORMAÇÃO PARA ALÉM DO ENSINO NA DOCÊNCIA UNIVERSITÁRIA: REFLEXÕES ANCORADAS NA FORMAÇÃO CIDADÃ 1 FORMAÇÃO PARA ALÉM DO ENSINO NA DOCÊNCIA UNIVERSITÁRIA: REFLEXÕES ANCORADAS NA FORMAÇÃO CIDADÃ 1 Jacques Therrien, UFC - CNPq Sílvia Maria Nóbrega-Therrien, UECE Começamos este capítulo registrando uma

Leia mais

Palavras-chave: Ensino Superior. Formação Docente. Estágio de Docência.

Palavras-chave: Ensino Superior. Formação Docente. Estágio de Docência. ESTÁGIO DE DOCÊNCIA: TEMPO E ESPAÇO DE FORMAÇÃO DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO DE EDUCAÇÃO FÍSICA Costa, Daiene de Cássia Souza Resumo Este artigo apresenta parte de discussão teórica de dissertação de mestrado

Leia mais

A Educação Inclusiva, realidade ou utopia?

A Educação Inclusiva, realidade ou utopia? A Educação Inclusiva, realidade ou utopia? Gloria Contenças Marques de Arruda (Escola Municipal Luiz de Lemos) Baseado em informações dos conteúdos estudados, Michels (2006) diz que "[...] as reformas

Leia mais

Uma Análise da História da Matemática Apresentada nos Planos de Aulas para o Ensino Fundamental no Espaço da Aula do Portal do Professor (MEC)

Uma Análise da História da Matemática Apresentada nos Planos de Aulas para o Ensino Fundamental no Espaço da Aula do Portal do Professor (MEC) Uma Análise da História da Matemática Apresentada nos Planos de Aulas para o Ensino Fundamental no Espaço da Aula do Portal do Professor (MEC) Rosana Rodrigues da Silva 1 GD5 História da Matemática e Cultura

Leia mais

DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO

DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ROSINALDO PANTOJA DE FREITAS rpfpantoja@hotmail.com DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO RESUMO: Este artigo aborda o Projeto político pedagógico e também

Leia mais

Educação online e formação continuada de professores de música

Educação online e formação continuada de professores de música 1 Educação online e formação continuada de professores de música José Ruy Henderson Filho ruyh@bol.com.br Universidade do Estado do Pará Resumo. Este artigo apresenta os resultados finais da pesquisa de

Leia mais

Conexão na Escola, o princípio para a Construção de Conhecimentos.

Conexão na Escola, o princípio para a Construção de Conhecimentos. Conexão na Escola, o princípio para a Construção de Conhecimentos. Elizabeth Sarates Carvalho Trindade 1 Resumo: A utilização e articulação das tecnologias e mídias pela educação no processo de aprendizagem

Leia mais

CONTROLE SOCIAL: ESTUDOS E VIVÊNCIAS NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA - PR. PALAVRAS-CHAVE Democracia. Controle Social. Observatório Social.

CONTROLE SOCIAL: ESTUDOS E VIVÊNCIAS NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA - PR. PALAVRAS-CHAVE Democracia. Controle Social. Observatório Social. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( X ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA CONTROLE

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Formação de professor/pedagogo. Didática. Mediação. Práxis. Introdução

PALAVRAS-CHAVE Formação de professor/pedagogo. Didática. Mediação. Práxis. Introdução 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

DOCÊNCIA: POR UMA MUDANÇA DE PRÁTICA PEDAGÓGICA

DOCÊNCIA: POR UMA MUDANÇA DE PRÁTICA PEDAGÓGICA DOCÊNCIA: POR UMA MUDANÇA DE PRÁTICA PEDAGÓGICA Kátia Farias Antero professorakatiaantero@hotmail.com RESUMO: Há muitos anos o ensino em nosso país foi pautado por uma visão tradicionalista onde apenas

Leia mais

HIPERATIVIDADE E INDISCIPLINA: SEMELHANÇAS E DESSEMELHANÇAS - UMA ESCUTA DO PROFESSOR

HIPERATIVIDADE E INDISCIPLINA: SEMELHANÇAS E DESSEMELHANÇAS - UMA ESCUTA DO PROFESSOR HIPERATIVIDADE E INDISCIPLINA: SEMELHANÇAS E DESSEMELHANÇAS - UMA ESCUTA DO PROFESSOR Maria Célia Malheiros Knopp 1 Resumo Partindo do princípio que a indisciplina e a hiperatividade é um fato da realidade

Leia mais