DE QUE PESQUISA-AÇÃO ESTAMOS FALANDO? UMA ANÁLISE DA PRODUÇÃO ACADÊMICA NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO ESCOLAR 1. Mariangela Lima de Almeida

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1 90 DE QUE PESQUISA-AÇÃO ESTAMOS FALANDO? UMA ANÁLISE DA PRODUÇÃO ACADÊMICA NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO ESCOLAR 1 Mariangela Lima de Almeida Universidade Federal do Espírito Santo Resumo: Este artigo tem por objetivo discutir os enfoques epistemológicos da pesquisa-ação a partir do diálogo estabelecido com os autores/pesquisadores de dissertações e teses, no período de 1999 a 2008, na área da Educação Especial na perspectiva da inclusão escolar. Utiliza a pesquisa epistemológica como perspectiva de análise da produção científica. Toma a teoria da ação comunicativa Habermas como possibilidade de sustentação teórica, filosófica e sociológica para a pesquisa-ação. Os argumentos dos autores permitem situar, provisoriamente, os estudos em três grupos: pesquisa-ação técnico-científica; pesquisa-ação prático-colaborativa e pesquisa-ação críticoemancipatória. Observa-se que as fronteiras entre as perspectivas são fugazes, há distanciamentos, mas muitas aproximações, evidenciando o diálogo entre as abordagens. Palavras-chave: Pesquisa-ação; Inclusão Escolar; Produção Acadêmica. Introdução Num contexto de oposição ao positivismo enraizado na produção de conhecimentos até o século XIX, a pesquisa-ação se instaura na história da investigação social a partir de diferentes abordagens teóricoepistemológicas, configurando-se em diversas formas de produção de conhecimentos, consequentemente com diferentes intenções sociais, políticas e éticas. Esse panorama provocou-nos a problematizar os pressupostos da pesquisa-ação utilizados em dissertações e teses, produzidas em âmbito nacional, na área da Educação Especial na perspectiva da inclusão escolar. Buscamos sustentação na pesquisa epistemológica como perspectiva de análise da produção científica, que toma na filosofia seus princípios e na ciência seu objeto. Tem como função não só abordar os problemas gerais das relações entre filosofia e ciência, mas também como ponto de encontro entre elas. Nesses termos, A abordagem epistemológica permite analisar em forma articulada os aspectos instrumentais relacionados com os níveis teóricos e epistemológicos e com os pressupostos gnoseológicos e ontológicos que fazem referência à visão de realidade implícita em cada pesquisa (SÁNCHEZ GAMBOA, 2007, p. 64). Além disso, tomamos a teoria da ação comunicativa de Jürgen Habermas como eixo epistemológico e metodológico utilizando conceitos que se mostraram profícuos a construção de nosso estudo. A concepção de argumento é vista como forma reflexiva do agir comunicativo. Argumentos são meios 1 Este texto foi construído a partir das análises realizadas em nossa pesquisa de doutorado intitulada Uma análise da produção acadêmica sobre os usos da pesquisa-ação em processos de inclusão escolar: entre o agir comunicativo e o agir estratégico (ALMEIDA, 2010).

2 pelos quais o reconhecimento intersubjetivo de uma pretensão de validade de um proponente (proponent), levantada hipoteticamente, pode ser transformada em conhecimento (HABERMAS, 2003, p. 25). Na esfera do Discurso os argumentos são levantados a partir dos atos de fala dos sujeitos, com vistas a fundamentar pretensões de validade. Em nosso caso, as situações de Discurso se deram a partir dos atos de fala, expressos nos textos escritos de cada participante/autor das teses e dissertações. Realizamos as análises a partir de debates abertos pela via de Círculos Argumentativos. Os círculos tornaram-se momentos privilegiados para o exercício da escuta do outro; um espaço-tempo de debate e confronto de idéias, pressupondo o respeito e a ética discursiva. Esse espaço de debate discursivo possibilitou-nos a reflexão cooperativa acerca argumentos sobre a pesquisa-ação enquanto forma de produzir conhecimentos sobre os processos de escolarização dos alunos com deficiência na perspectiva da inclusão escolar. O percurso de construção do estudo iniciou-se com a pesquisa documental e bibliográfica, quando realizamos um levantamento das teses e dissertações defendidas até março de 2008 na área de Educação Especial/inclusão escolar. Como fonte de pesquisa, recorremos ao Banco de Teses e Dissertações do Portal Capes e às bibliotecas on-line das universidades brasileiras. Dos 50 estudos mapeados, conseguimos 45 textos completos. A partir daí, iniciamos a análise epistemológica dessa produção pela via dos princípios da ação comunicativa em Habermas. Para isso, construímos um quadro esquemático 2 que possibilitasse o diálogo entre os sujeitos/autores, tendo todos a [...] mesma oportunidade de falar sobre o assunto discutido (HABERMAS, 2002, p. 67). O diálogo com os autores foi nos possibilitando reconhecer que ao argumentar as bases teóricofilosóficas da pesquisa-ação, o pesquisador expressava uma determinada epistemologia e uma forma de conceber o conhecimento. Logo, observou-se que quando falamos de pesquisa-ação, o campo é minado, como nos diz Desroche (2006, p. 41), que sugere: [...] para se evitar, se possível, as minas por meio de alguns balizamentos [...] torna-se prudente discutir algumas conotações e variações que a pesquisa-ação possui no campo da investigação em ciências humanas e sociais. Desse modo, este artigo constitui-se a partir de nossa tese de doutorado e tem por objetivo discutir os enfoques epistemológicos da pesquisa-ação a partir do diálogo estabelecido com os autores/pesquisadores. Focalizamos alguns eixos de análise: a constituição do problema de investigação; a relação sujeito e objeto; as relações estabelecidas entre os participantes; a compreensão da realidade e a concepção de ciência. Em sendo assim, o diálogo a partir de tais eixos, permitiu-nos encontrar marcas que sinalizam para diferentes abordagens da pesquisa-ação. Ressaltamos que, não buscamos um enquadramento estanque das pesquisas, pois a composição dos grupos é móvel e dinâmica. Na esfera habermasiana, não há verdades últimas e sim consensos provisórios. Nossa discussão com os autores busca trazer à tona contornos da produção de conhecimentos que, possam elucidar questões que desafiam pesquisadores e profissionais que se enveredam pela pesquisa-ação, na busca de 91 2 O quadro elaborado para esse momento, a partir dos princípios do esquema paradigmático (SÁNCHEZ-GAMBOA, 2007), busca reconstruir a lógica entre pergunta e resposta, focalizando: Nível técnico (instrumentos de coleta, organização e tratamento dos dados); Nível metodológico (tipo de pesquisa-ação e as bases teórico-epistemológicas); Nível teórico (núcleo conceitual básico, autores e clássicos); pressupostos epistemológicos e filosóficos (concepção de ciência, relação sujeito-objeto, concepções ontológicas).

3 compreender/intervir nos processos de escolarização de alunos com deficiência no contexto da inclusão escolar. 92 Um diálogo com a produção acadêmica pela via dos processos argumentativos em Habermas: as diferentes perspectivas de pesquisa-ação Habermas (1987) desenvolve a teoria sobre os interesses que orientam os processos de elaboração do conhecimento, sustentando a idéia de que se o processo de produção de conhecimentos não se reduz as técnicas e procedimentos. Logo, indagávamos os interesses que guiam os pesquisadores quando se utilizam da pesquisa-ação para produzir conhecimentos acerca dos processos de inclusão escolar. Desse modo, quando falamos em pesquisa-ação, precisamos discutir o sentido epistemológico que lhe imprimimos. A partir do pensamento habermasiano, Grundy (apud FRANCO; LISITA, 2004) identifica três modalidades de pesquisa-ação. Ao exporem seus argumentos sobre os elementos metodológicos e epistemológicos de seus estudos no Círculo Argumentativo, os autores revelam características constitutivas da pesquisa-ação, o que nos permitiu situar, provisoriamente, os estudos em três grupos: Pesquisa-ação técnico-científica (abordagem empírico-analítica): 08 estudos. Pesquisa-ação prático-colaborativa (abordagem hermenêutico-fenomenológica): 26 estudos. Pesquisa-ação crítico-emancipatória (abordagem crítico-emancipatória): 11 estudos. É válido ressaltar que, as fronteiras entre as abordagens são fugazes. Geralmente os estudos possuem características de duas ou três perspectivas. Sánchez Gamboa (2007, p. 37) destaca que [...] não existem abordagens metodológicas totalmente definidas, ou puras, por isso é comum que em muitas investigações se encontrem mescladas [...]. Recomenda que a classificação dos estudos considere a abordagem predominante, geralmente explícita na parte correspondente à metodologia. Procuramos, então, reconhecer as marcas que se sobrepõem em cada conjunto de estudos. A pesquisa-ação de inspiração empírico-analítica Do enfoque empírico-analítico, proveniente das ciências positivistas, temos a pesquisa-ação técnica. O produto desse tipo de pesquisa se faz por informações objetivas, com prescrições que se permita elaborar um prognóstico para a situação (HABERMAS, 1987). Assim, é orientada por leis e regras de equilíbrio e normalidade. A busca pela neutralidade é mantida, pela tentativa de distanciamento do pesquisador e participantes, logo a separação entre conhecimentos e interesses. Nos estudos que demarcam suas opções próximas a essa abordagem, observamos que o problema de investigação é construído pelo pesquisador a partir de suas reflexões e análises da literatura científica, como podemos observar no relato de um dos autores: Fundamentalmente, parece necessário produzir conhecimento sobre como deve ser formado o professor especializado [...]. Na possibilidade de enfrentar todos os desafios, e em função da necessidade de melhor delimitar o problema do presente estudo, optamos pela

4 investigação da formação voltada especificamente para o professor do ensino regular, para atuar na Educação Básica, levando em consideração a perspectiva da inclusão escolar (ED 11, 2002, p. 33). No conjunto de estudos desse grupo, não se presentifica a necessidade de negociação do problema de pesquisa. O investigador/autor identifica-o e planeja a intervenção. O ator participa das ações propostas pelo pesquisador. A participação aplicada descrita por Desroche (2006) apresenta características próximas a pesquisa-ação técnica, na qual a pesquisa é feita para os atores (profissionais), mas não por eles. Na relação sujeito-objeto, há uma preocupação em garantir instrumentos de coletas de dados através de questionários e testes. Observamos que o objeto-participantes (professores, alunos, familiares, etc.), em alguns casos, é reduzido a dados, classificados por variáveis como idade, tempo de profissão, formação, dentre outras, em situações experimentais monitoradas. ED 34 (2000, p. 70) argumenta que em seu estudo, a partir do [...] qual através de dois surveys foi realizada a caracterização dos professores itinerantes da área de deficiência física e suas ações pedagógicas, e a caracterização da população de crianças com deficiência física inseridas nas escolas regulares do município [...]. Observa-se que muitos desses estudos têm como objeto a formação continuada de professores, a partir de intervenções pela via de cursos e capacitações propiciadas pelo investigador, com vistas a mudança de concepções. Investigar se a capacitação, mudaria as concepções dos professores em relação à inclusão (ED 21, 2002, p. 37). Para isso, prioriza-se o controle/acompanhamento das intervenções a partir de instrumentos de préteste e pós-teste. De acordo com Barbier (2002), esse é um modelo experimental da pesquisa-ação, do tipo cartesiano, geralmente associado ao aperfeiçoamento docente. O estudo ED 21 (2002, p. 67) nos mostra essa marca da pesquisa-ação técnica: Após a primeira entrevista, foi então realizada a primeira palestra que contava com um pré e um pós teste, para verificar a retenção dos conteúdos trabalhados. Nesse tipo de pesquisa-ação, com algumas exceções, observamos o distanciamento entre pesquisador e atores do contexto. Logo, a relação entre os participantes é imprimida pelo pesquisador que direciona a ação, geralmente a partir de um programa de intervenção previamente planejado, o objetivo detêm-se sua a implementação e a avaliação. Os focos de ação nesse conjunto de pesquisas sinalizam a ênfase no problema, que pode ser solucionado a partir da intervenção. A autora da pesquisa ED 21 (2002) indaga: Até que ponto uma intervenção (pedagógica/metodológica) com os professores do ensino regular poderia melhorar as atitudes frente aos educandos com necessidades educativas especiais? Assim, a relação entre o momento de compreensão e vivência da realidade não são contemplados nos objetivos/questões de investigação. A concepção de ciência está relacionada a concepção de causalidade, na qual [...] a relação causal se explicita no experimento, na sistematização e controle dos dados empíricos e através das análises estatísticas e teóricas (SÁNCHEZ-GAMBOA, 1998, p. 118). O relato escrito de um dos autores nos mostra-se essa concepção: O objetivo principal do estudo foi identificar, descrever e analisar 93

5 estratégias de inserção da temática da inclusão escolar na organização curricular de cursos de formação de professores (ED 11, 2002, p. 34). 94 A pesquisa-ação de inspiração hermenêutica-fenomenológica No movimento de ir além da mera representação da realidade, a abordagem hermenêuticofenomenológico procura compreender e interpretar os fenômenos. Na pesquisa-ação, a busca é pela aproximação sujeito e objeto, assumindo a colaboração como essencial ao processo de intervenção para descobrir os sentidos da realidade. Nesse panorama, Grundy (apud FRANCO; LISITA, 2004) nos fala da pesquisa-ação prático-colaborativa. Nossas análises revelaram uma grande preocupação do pesquisador com as metodologias de apoio voltadas a parceria, que possibilitem o movimento de conhecer e compreender a realidade. A neutralidade do pesquisador é substituída pela partilha das ações, que por sua vez são individuais ou em pequenos grupos. Nos estudos dessa perspectiva, observamos duas vertentes quanto ao problema de investigação. Em alguns, o problema parece ser definido a priori e comunicado aos participantes da pesquisa, aproximando-se da perspectiva técnica como podemos observar no relato do Estudo ED 10 (1999): O processo iniciou-se com o esclarecimento dos objetivos da pesquisa para a escola e principalmente para a professora da turma (p. 70). Outros deixam claro que, a partir dos contatos iniciais com o campo, o pesquisador busca negociar ou flexibilizar o problema de pesquisa a partir das demandas dos atores da prática. A proposta inicial do estudo consistia em identificar na intervenção de professores de Educação Física do ensino básico [...]. Todavia, à medida que se efetivou contato com o campo de investigação, novas questões delinearam-se (ED 18, 2005, p. 54). Nesse tipo de investigação, o pesquisador e os profissionais se reúnem para identificar potenciais problemas, suas causas e possíveis intervenções. O problema é definido após o diálogo entre os envolvidos, no qual se busca um entendimento mútuo. Na relação sujeito-objeto, há a prioridade do sujeito que interpreta os fenômenos. Observamos que nessas pesquisas, há uma grande preocupação com a fase de conhecer/compreender a realidade. Alguns estudos buscam sustentação teórico-metodológica em outras perspectivas de pesquisa, para ancorar essa compreensão dos contextos. ED 19 (2005) fundamenta-se na concepção das redes de significações na primeira fase da pesquisa, num movimento de mergulhar no contexto em busca de compreendê-lo. Segundo Sánchez Gamboa (1998), para superar o nível das aparências, o pesquisador precisa da interpretação e da reflexão, com objetivo de desvendar o que está intrínseco nos fenômenos. É o movimento que a autora do estudo citado procura: No terceiro momento, o da análise dos dados, era possível um trabalho [...] de ir e vir no corpus, em um diálogo contínuo com a teoria, de forma a permitir a apreensão do processo de transformação que estava acontecendo (FERREIRA-ROSSETTI, apud ED 19, 2005, p. 43). O método, nessa perspectiva de pesquisa-ação, é a compreensão e a busca é pelos significados. O interesse prático, que orienta esse tipo de investigação, motiva resultados que

6 são projetados para auxiliar com a interpretação e a linguagem consensual a interação dos sujeitos (HABERMAS, 1987). Contudo, observamos que alguns autores ao trazerem para seus estudos outras metodologias para esse momento da pesquisa (estudo do tipo etnográfico, rede de significações), parecem conceber a pesquisa-ação como momento exclusivo de intervenção. Esse retrato da pesquisa-ação sinaliza sua trajetória dessa perspectiva de investigação, que em muitos momentos focaliza a ação em detrimento da pesquisa. As relações entre os participantes da pesquisa são marcadas pela parceria. A investigação proposta nesta pesquisa apresenta as características da pesquisa-ação colaborativa, na qual o pesquisador e professores trabalham juntos em todas as fases da investigação (ED 14, 2004, p. 83). Logo o foco da ação está na compreensão mútua, nos sentidos que constituem a realidade. O estudo ED 5 (2007, p. 198) prioriza a participação de todos, que argumenta: É hora de rever essa escola, que se quer inclusiva [...]. Uma maneira de enfrentar a questão pode ser a realização de uma pesquisa-ação, em uma escola, em que participem os professores e funcionários, num mesmo movimento de compreender e transformar a realidade vivenciada. Observamos assim, uma forte marca nessa abordagem da pesquisa-ação: a colaboração entre pesquisadores acadêmicos e investigadores da prática. Essa tendência mostra movimentos de muitos grupos de pesquisa no campo da Educação nos últimos anos no Brasil. Pimenta (2005) nos coloca que esse é um modelo construtivo-colaborativo da pesquisa-ação, na qual estratégias de ação e de investigação são concebidas ao mesmo tempo ao longo do processo investigativo, pela via da parceria entre universidade e escola-campo de pesquisa. Pode-se, assim, observar que a concepção de ciência nos estudos desse grupo de pesquisas-ações, consiste na compreensão dos fenômenos educacionais em suas diversas manifestações, no caso dos textos analisados, a interpretação dos processos de inclusão dos alunos com deficiência. Essa compreensão busca propiciar ao pesquisador o entendimento necessário para que possa fazer-ser parte do contexto pesquisado, para então intervir/colaborar com processos de mudança. 95 Pesquisa-ação de inspiração crítica-dialética Habermas (1987) nos diz que há um interesse crítico-emancipador que tem origem nas ciências críticodialéticas. Seu método é a reflexão, que se organiza para desenvolver a crítica e alimentar a práxis. A pesquisa-ação crítico-emancipatória sustenta-se nesse enfoque, no qual estabelece uma relação interacional, crítica e socialmente construída entre sujeito-objeto. O poder da emancipação está no grupo e é guiada por interesses coletivos. A definição do problema ocorre a partir de processos de negociação com os profissionais do contexto investigado. Observa-se que, embora os pesquisadores da academia tenham previamente uma temática de pesquisa, o problema vai se constituindo na fase de compreensão e vivência no campo. Algumas pesquisas realizam estudos prévios e/ou exploratórios com essa intenção de construção do problema a partir das demandas do contexto. O fato de termos como tema a prática docente, formação continuada e pesquisa e

7 utilizarmos a pesquisa-ação colaborativa como abordagem teórico-metodológica, levou-nos a, desde o primeiro momento de contato e planejamento [...] com objetivo de buscar formas de suscitar o problema, que, segundo Barbier (2004, p. 54), emerge de um grupo em crise, em um contexto preciso: [...] o pesquisador não o provoca, mas constata-o [...] (ED 12, 2007, p. 51). Desse modo, a pesquisa-ação nessa abordagem visa promover a práxis emancipatória e a consciência crítica, que se apresenta na política, bem como em ações concretas para promover a mudança. A relação sujeito-objeto no processo de conhecimento é vista como uma construção que tem como ponto de partida o relato de experiências, documentos, discursos, textos, entrevistas, representações a respeito da ação e do fazer (experiências elaboradas), que se apresentam como expressões de uma totalidade complexa. Vemos assim, a preocupação em contextualizar o objeto a partir de seus contextos. Essa modalidade de pesquisa tornou-se pertinente dada suas condições de interferir na realidade, buscando transformá-la conforme as necessidades, expectativas do grupo e condições histórico-culturais do contexto. (ED 29, 2005, p. 18) Os pesquisadores analisam seus objetos de investigação a partir dos contextos institucionais, sociais, políticos, e não focalizando somente o contexto pedagógico e/ou educativo, como prioriza a pesquisaação prático-colaborativa. Busca compreender os processos de transformação, suas contradições e suas potencialidades (SÁNCHEZ GAMBOA, 2008, p. 6). Desse modo, as relações entre os participantes ocorre a partir da interação e da parceria, com ênfase na crítica construída coletivamente. A construção de grupos de estudos e reflexão possibilitou aos profissionais identificarem tensões e dificuldades no trabalho educativo, permitiu-lhes, por meio da auto-reflexão crítica e partilhada, apontar dispositivos de mudança necessários à ressignificação de suas práticas (ED 31, 2004, p. 244). Observamos que o foco da ação está na emancipação mútua e na práxis coletiva. [...] é um exercício dialético de (re)construção da ação, relativamente libertador de imposições e coerções, o que torna o grupo responsável por sua própria emancipação (ED 29, 2005, p. 28). A ação, categoria epistemológica fundamental que marca a concepção de ciência nesse grupo de pesquisas, manifesta-se com força transformadora que, tem na práxis eixo fundamental de transformação em critério de verdade e de validade científica. O produto dessas pesquisas se dá na crítica que, revela tensões e conflitos. Desse modo, a dialética compreender-intervir ocorre a partir da indagação auto-reflexiva, que empreendem os participantes em situações sociais, com o objetivo de [...] melhorar a racionalidade e a justiça de suas próprias práticas sociais ou educativas, assim como a compreensão de suas práticas e das situações em que estas estão inseridas (CARR; KEMMIS, apud ED 31, 2004, p. 68). 96

8 Das implicações histórico-contextuais das pesquisas-ações às múltiplas possibilidades de diálogo Os argumentos expostos no Círculo Argumentativo pelos autores dos estudos, desencadearam várias reflexões acerca das diversas possibilidades de sustentação teórico-epistemológica para a pesquisaação: Haveria uma evolução histórica dos três tipos de pesquisa, assim como observamos na produção científica em Educação 3? Os enfoques estariam relacionados à tradição teórico-metodológica das universidades, grupos de pesquisa e/ou a formação do orientador? Historicamente, as demandas e objetos da educação influenciam a opção pelo tipo de pesquisa-ação? Observamos que dentro do período que encontramos as pesquisas ( ), os três grupos de pesquisa aparecem ao longo desse tempo, sem sobressair um ou outro tipo. Ao localizarmos as instituições de ensino superior na qual cada conjunto de pesquisas pertence, evidenciamos que as pesquisas-ações técnicas estão concentradas em três universidades, a perspectiva prático-colaborativa é encontrada em dez universidades e a crítico-emancipatória em cinco. Esses dados sinalizam que as condições da produção da pesquisa são marcadas pela presença de professores formados dentro de determinadas tradições teóricas, além da organização curricular de cada universidade, como nos diz Sánchez-Gamboa (1998). Além disso, o próprio movimento da pesquisa qualitativa no país mostra o incremento de pesquisas que buscam aproximar as universidades às práticas escolares, pela via da colaboração. Outro fato de suma importância são os movimentos desencadeados pelas políticas sociais e econômicas nas políticas educacionais, que ao longo da história constroem os problemas, fazendo os debates girarem em torno das propostas de solução para esses problemas. Portanto, ao assistirmos, em âmbito internacional, no final da década de 80 os grandes debates em torno do currículo e da formação profissionais, observamos o nascimento de uma nova pesquisaação, conduzida, sobretudo, a partir dos estudos de Carr e Kemmis. Possui caráter de implicações dos docentes, e princípios de ação social que busca conduzir a uma verdadeira democratização no processo de pesquisa. Nos últimos anos, as questões relacionadas a diversidade e heterogeneidade dos contextos escolares, em concomitância com as discussões sobre temáticas trazidas pelo chamado paradigma pós-moderno, como a complexidade e os hibridismos, lançam à pesquisa-ação novas perspectivas epistemológicas, defendidas por André Morin (pesquisa-ação integral) e por René Barbier (pesquisa-ação existencial). No Brasil, muitos pesquisadores têm proposto diálogos entre as abordagens colaborativa e crítica, que são denominadas pesquisa-ação colaborativo-crítica. É o caso das pesquisas empreendidas pelos grupos de pesquisa coordenados por Pimenta (2005) na USP e por Jesus (2005) na UFES. Nessa perspectiva, [...] os facilitadores externos entram em relação colaborativa com os práticos e ajudam a articular suas próprias preocupações, a planejar as ações estratégicas para mudanças, a detectar os problemas e os efeitos das mudanças [...] (JESUS; ALMEIDA; SOBRINHO, 2005, p. 4); assumindo a crítica reflexiva como condição imanente à transformação das práticas educacionais. Vale destacar que, conforme enfatiza Franco (2005), que nem toda pesquisa-ação colaborativa é 97 3 Sánchez-Gamboa (1998) constata em sua pesquisa epistemológica da produção acadêmica no Estado de São Paulo que, as abordagens empírico-analíticas vão perdendo força a partir da década de 80, ao mesmo tempo em que as abordagens as fenomenológicas e crítico-dialética conquistam maior espaço na produção.

9 necessariamente crítica. Observamos que, na área da Educação Especial/ inclusão escolar, alguns estudos de pesquisa-ação colaborativa não trazem a crítica como foco. Diante desse cenário, no que tange às abordagens emancipatória, integral e existencial, observamos algumas aproximações: a crítica ao positivismo das ciências sociais; a ideia de mudança, de transformação dos atores e de sua realidade; o empreendimento de estabelecer ações colaborativas no processo de pesquisa; a busca pela interação constante entre sujeito e objeto e a abordagem compreensiva do fenômeno. Além disso, evidenciamos, conforme afirmam Miranda e Resende (2005, p. 516), que [...] a pesquisa-ação, mais do que uma abordagem metodológica, é um posicionamento diante de questões epistemológicas fundamentais, como a relação entre sujeito e objeto, teoria e prática [...]. No entanto, devemos estar atentos, pois, ainda que haja semelhanças entre as abordagens, o pesquisador deverá sempre refletir sobre sua forma de ver a realidade, a educação, a deficiência, a inclusão escolar e a prática educativa. Pois conforme destacam Cochran-Smitth e Lytle (apud ZEICHNER; DINIZ, 2005), se a pesquisa-ação vem sendo implementada de formas muito distintas, ela reflete diferentes compromissos políticos e ideológicos, portanto diferentes conhecimentos, atendendo a diferentes interesses. Ao sinalizarmos o fechamento, provisório, deste texto, gostaríamos de fazer uma breve consideração acerca dos desafios e possibilidades desse tipo de análise da produção científica. O diálogo entre nós, autores, provocou um desafio enquanto autores comprometidos com a prática investigativa na área: aprofundar nossas lentes a partir de um processo de auto-reflexão crítica e coletiva, em busca dos elementos ocultos às nossas práticas de pesquisa que, por sua vez, determinam as decisões do fazer, bem como, no conhecimento que produzimos. A partir desse debate reflexivo-crítico, desejamos que sua continuidade possa evidenciar caminhos de como poderemos daqui em diante seguir enquanto pesquisadores comprometidos com a teoria e com a prática educativa que almeja a inclusão de todos na escola pública. Um debate cooperativo que, busque reconhecer as vantagens e as desvantagens de nossas escolhas, mas que isso não signifique desprezar uma ou outra perspectiva. Numa analogia a Habermas (2004, p. 32), [...] existem tipos diversos de teorias que empregam métodos diferentes e gozam de diferentes vantagens e desvantagens. Por isso, a escolha de um tipo não implica necessariamente um desprezo pelos demais. 98 Referências: ALMEIDA, M. L. Uma análise da produção acadêmica sobre os usos da pesquisa-ação em processos de inclusão escolar: entre o agir comunicativo e o agir estratégico f. Tese (Doutorado em Educação) Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, BARBIER, R. A pesquisa-ação. Trad. Lucie Didio. Brasília: Liber Livro, DESROCHE, H. Pesquisa-ação: dos projetos dos autores aos projetos de atores e vice-versa. In: THIOLLENTE, M. (Org.). Pesquisa-ação e projeto cooperativo na perspectiva de Henri Desroche.

10 99 São Carlos: EdUFSCar, 2006, p FRANCO, M. A. S.; LISITA, V. Action Research:limits and possibilities in teacher education. British education index (BEI), Brotherton Library - University, p. 1-15, FRANCO, M. A. S. Pedagogia da pesquisa-ação. Educação e pesquisa, São Paulo, USP, v. 31, n. 3, p , set./dez HABERMAS, J. Conhecimento e interesse. Trad. José N. Heck. Rio de Janeiro: Guanabara, Agir comunicativo e razão destranscendentalizada. Trad. Lucia Aragão. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, Teoria de la accion comunicativa: Critica de la razon funcionalista. Version de Manuel Jimenez Redondo, v. 2. Madrid: Taurus, A ética da discussão e a questão da verdade. Trad. Marcelo Brandão Cipolla. 1. ed. São Paulo: Martins Fontes, JESUS, D. M.; ALMEIDA, M. L.; SOBRINHO, R. C. Pesquisa-ação-crítico-colaborativa: implicações para a formação continuada e a inclusão escolar. Anais... Minicurso apresentado na 28ª Reunião Anual da Anped, Caxambu, MIRANDA, M. G.; RESENDE, A. C. A. Sobre a pesquisa-ação na educação e as armadilhas do praticismo. Revista brasileira de educação. v. 11, n. 33, set/dez, 2006, p PIMENTA, S. G. Pesquisa-ação crítico-colaborativa: construindo seu significado a partir de experiências com a formação. Educação e pesquisa, São Paulo, v. 03, n. 31, p , SÁNCHEZ GAMBOA, S. Epistemologia da pesquisa em educação. Campinas: Praxis, Pesquisa em educação: métodos e epistemologias. Chapecó: Argos, Abordagens científicas e interesses humanos (Habermas). In: Disciplina de epistemologia e pesquisa educacional, Unicamp, Programa de Pós-Graduação em Educação, ZEICHNER, K. M.; PEREIRA-DINIZ, J. E. Pesquisa dos educadores e formação docente voltada para a transformação social. Cadernos de pesquisa, v. 35, n. 125, p , maio/ago

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