Gestão, acesso e fomento à Cultura

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1 Gestão, acesso e fomento à Cultura Texto introdutório e questões inspiradoras Data: 17/02/2014 Local: Centro de Estudos Helênicos, Areté.

2 I. Programação Roda de Conversa: Gestão, acesso e fomento à Cultura Data: Espaço Areté 9h00-12h30 1. Apresentação do Panorama Geral e moderação João Paulo Ribeiro Capobianco, presidente do Conselho Diretor do IDS. 2. Expositores Eduardo Saron Mestre em Administração com foco em cidades criativas e pós-graduado pela USP em Turismo Cultural. Há onze anos atua no Itaú Cultural, responsável pelos projetos culturais. Atualmente, é diretor superintendente do instituto, secretário Geral da Associação Nacional de Entidades Culturais Não Lucrativas (ANEC), conselheiro da Fundação Bienal e do Centro Cultural São Paulo. Célio Turino Formado em História, especialista em Administração Cultural e escritor. Foi secretário municipal de Cultura de Campinas de 1990 a 1992, diretor do Departamento de Programas de Lazer na Secretaria de Esportes, na gestão de Marta Suplicy, e secretário na Secretaria da Cidadania Cultural do Ministério da Cultura entre 2004 e 2010, período em que criou o Programa Cultura Viva, que marca uma mudança de paradigma na elaboração de políticas públicas para a Cultura no Brasil. O Programa criou mais de 3000 Pontos de Cultura espalhados em mais de mil municípios do Brasil. Cláudia Sousa Leitão Formada em Direito e Educação Artística pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e com doutorado em Sociologia pela Sorbonne. É professora do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas e Sociedade da UFC e conselheira do Programa Cultura Viva. Foi secretária de Estado da Cultura do Ceará entre 2003 e 2006, quando realizou diversas reformas na formulação e avaliação das políticas públicas. Implementou o Sistema Estadual de Cultura no Ceará, o que lhe rendeu o primeiro lugar do Prêmio Cultura Viva, do Ministério da Cultura, na categoria Gestão Pública. Em 2011, foi nomeada secretária de Economia Criativa do MinC.

3 II. Texto Preparatório: Gestão Cultural O tema da Gestão Cultural versa em especial sobre Fomento e acesso à cultura. Este texto elaborado pela Equipe Executiva do Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS) tem como objetivo buscar subsídios que contribuam para a construção de diretrizes e propostas para o tema no contexto do Eixo Cultura e Fortalecimento da Diversidade e Subeixos Gestão cultural; Acesso à cultura e ao conhecimento e Apoio e fomento cultural da Plataforma Brasil Democrático e Sustentável. A cultura constitui um dos elementos essenciais da transformação da realidade. O século 21 foi caracterizado por Claudia Leitão, ex-secretária de Cultura do Ceará 1, como o século do lazer, cultura e entretenimento durante entrevista concedida em 2011 ao site Produção Cultural. Afirma ainda que o mundo se culturalizou, as relações se culturalizaram, a economia se culturalizou. O Ministério da Cultura (MinC) define Cultura em três dimensões: expressão simbólica; direito de cidadania e campo potencial para o desenvolvimento econômico com sustentabilidade. Fica clara a relação de transversalidade existente entre cultura, educação, economia, qualidade de vida e sustentabilidade. Na Plataforma Brasil Democrático e Sustentável, a interface acontece entre o eixo Cultura e Fortalecimento da Diversidade e os eixos 1 Professora de mestrado em Políticas Públicas da Universidade Federal do Ceará-UFCE

4 Educação para a sociedade do século 21, Qualidade de vida e segurança para todos os brasileiros e Economia para uma sociedade sustentável. Em meio à diversidade do universo que a palavra Cultura pode abranger, e do que pode significar, é inegável que a produção cultural é prática central tanto no âmbito das relações e identidade humanas, como para a indústria gerada por ela - no mundo, a economia criativa representa 10% do PIB mundial, e no Brasil, esta cifra fica em torno de 7 e 8% do PIB. 2 A importância da dimensão econômica ampliou-se: hoje tem representação expressiva de geração de renda, de empregos e de reconhecimento internacional. O orçamento destinado à cultura em 2013 é o maior de sua história, segundo dados do MinC, de cerca de 3,5 bilhões reais. 3 No ano passado, o orçamento destinado a esse Ministério foi de 2,1 bilhões. Houve, portanto, uma variação positiva de 66% em Mesmo com esse aumento e colocando-o em perspectiva com outros ministérios, como Educação, com orçamento em 2013 de 81,2 bilhões; Agricultura, com 10,5 bilhões, e Comunicações, com 5,3 bilhões, percebe-se que o recurso não é tão farto quanto poderia ser. Diante de um cenário de crescimento e maior valorização da produção cultural, vê-se que a destinação orçamentária da União é insuficiente. Fato esse atrelado à falta de políticas públicas que democratizem e promovam a distribuição igualitária para as diversas ações culturais. Cabe ao MinC alocar os recursos e criar políticas para apoiar estas expressões Dentre a legislação vigente sobre esse tema, destacam-se a Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91, popularmente chamada de Lei Rouanet), a Lei do Audiovisual (Lei nº 8.685/93) e também por editais periódicos para projetos específicos. Vale esclarecer que o Brasil tem um sistema misto de financiamento da Cultura 4 : 1) recursos públicos a fundo perdido investimento realizado sem expectativa de retorno; 2) recursos incentivados, por meio da legislação de incentivo fiscal e e-2013.html 4 IDS. Subsídios para políticas públicas de cultura no Brasil versão de 6 de agosto de 2013

5 3) recursos privados de empresas, mediante patrocínio corporativo e normalmente ligados a estratégias de marketing das empresas. Com a dura tarefa de contemplar diversas formas de expressão, questionam-se os critérios pelos quais as leis de incentivo e fomento dão apoio aos artistas. Partindo-se do pressuposto que o dinheiro público deve contemplar o maior número de cidadãos, deve-se avaliar quem poderá se beneficiar mais deste recurso concedido. Para o jornalista Joseh Silva, integrante da Agência Popular Solano Trindade, da periferia da Zona Sul de São Paulo, além dos editais e isenções fiscais, que podem se tornar soluções paliativas, é preciso criar condições para que a produção artística se sustente para além da duração dos recursos e, ainda, criar um sistema perene de fomento à cultura. Você tem que estar, no mínimo, equiparado tecnologicamente, afirmou Silva. Os produtores culturais buscam sua sustentabilidade econômica. No entanto, é necessário que se criem condições adequadas a partir de um cenário isonômico e um quadro de igualdade de oportunidades por meio de critérios bem estabelecidos, segundo o jornalista. Dificuldade em estabelecer critérios: duas situações recentes A cultura transformada em produto comercial e de consumo de massa pode, em determinados casos, perder sua função educativa como agente de mudança e sua função criativa, como aquela que estimula novos pensamentos e novas criações. Torna-se, em uma situação ou na outra, difícil definir critérios claros que tenham como finalidade assegurar o benefício social da cultura. O caso recente da aprovação de captação, via Lei Rouanet, para três estilistas famosos, de montantes entre 2 e 2,8 milhões de reais, para apresentarem suas coleções em semanas da moda, é um bom exemplo da tensão que ocorre em relação ao incentivo à cultura 5. Enquanto alguns apoiam essa iniciativa, alegando que a moda fora, finalmente, reconhecida como vetor cultural, outros criticam a isenção fiscal para um evento que obtém aporte financeiro da iniciativa privada e oferece pouco acesso à população. 5

6 O infográfico apresentado pela Folha de São Paulo, em , traz dados sobre a captação via Lei Rouanet 6 : Figura 1 - Captação via Lei Rouanet Considerando os dados acima, nota-se que os maiores captadores são instituições ligadas a grandes empresas, sejam elas públicas ou privadas. Segundo a Folha de São Paulo, em 2012, grandes espetáculos como "O Rei Leão" e "A Família Addams" tiveram autorização para captar R$ 28 milhões. E a Mancha Verde, torcida organizada do Palmeiras, teve aprovação de R$ 1,2 milhão para organizar seu Carnaval 7. O que se questiona nesses exemplos,não é a aprovação dos projetos em si, mas a garantia da contrapartida social, ou seja, o acesso de grande parte da população a esses eventos. Eduardo Saron, diretor superintendente do Itaú Cultural, explica que para as próximas décadas 8, o mundo contemporâneo exigirá mais parcerias do que enfrentamentos. Só dá para

7 fazer, e fazer bem feito, se fizer de maneira convergente e isso significa boas políticas públicas; significa empresários compromissados, não só em fazer bem feito o seu produto e entregar com custos acessíveis ou justos, mas sim empresários compromissados com o seu país; significa também as pessoas, a sociedade também compromissada com o seu país, argumentou o produtor cultural. Real dimensão da cultura A falta de dados atualizados sobre as produções e expressões artísticas, ou seja, dos números da Cultura, dificulta a análise de um cenário real da dimensão cultural do país. Isso também implica no obstáculo em se criar projeções e políticas públicas para dar conta das carências. Esse é um desafio! Os últimos levantamentos oficiais sobre Cultura são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2010 (referente à Indústria da Cultura) e do Ministério da Cultura (referente ao uso e quantidade de aparelhos culturais por região) de As tentativas de censo são esparsas e não estão centralizadas em uma base de dados universal. O Plano Nacional de Cultura (PNC), instituído pela Lei federal nº , de , estabeleceu 53 metas para 2020, dentre as quais as três primeiras abordam a formação de um Sistema Nacional de Cultura, a atualização de informações e indicadores culturais e o levantamento da cartografia e expressões culturais por todo país. A publicação das Metas do Plano Nacional de Cultura aconteceu em dezembro de Segundo dados da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic), feita pelo IBGE em 2012, 10,7% (594) dos municípios do país têm salas de cinema. Cerca de 25% (1.390) dos municípios contam com museus, e bibliotecas públicas estão presentes em 97% (5.400) dos municípios (IBGE, 2012,p.88, gráfico 28). O estado do Amapá está classificado em penúltimo no ranking de Unidades Federativas que dispõem de bibliotecas, mas apresenta em 100% de seu território grupos artísticos de manifestação tradicional popular (IBGE, 2012, p.100). Neste quesito, a região Nordeste se destaca e onde há maior recorrência desta manifestação cultural, em 73,6% do território. Os dados do acesso à cultura no Brasil reproduzem a concentração socioeconômica e a desigualdade regional do país, mas também reafirmam a capacidade de reinvenção e adaptabilidade do povo que forma e é formado por essa cultura. Um exemplo positivo de política pública aconteceu na Secretaria da Cultura do Estado do

8 Ceará, que criou o Sistema Estadual de Cultura (SIEC) (Lei estadual nº /2006). Ela também implantou no estado o Plano Estadual de Cultura, resultado de uma caravana que durou um ano e oito meses e fez o levantamento das expressões artísticas e um censo dos artistas pelo território cearense. Passaram pelos rincões do estado a fim de compreender a diversidade regional e, por fim, centralizar essas informações em um sistema único SIEC. Figura 2 - Mapa do Sistema Estadual de Cultura do Ceará - SIEC Democratização do consumo de cultura O primeiro artigo da declaração universal da UNESCO (2002) sobre a Diversidade Cultural aborda o princípio de preservação que devemos sustentar diante das várias facetas culturais brasileiras: fonte de intercâmbios, de inovação e de criatividade, a diversidade cultural é para o gênero humano tão necessária como a diversidade biológica para a natureza. O diretor do Itaú Cultural, Saron, acredita que a Cultura deve buscar, não somente a sustentabilidade econômica, como também um legado. (...) A sustentabilidade talvez do ponto de vista ambiental mesmo, no sentido do seguinte: o que desta conexão, desta condição de conhecimento, eu estou deixando de perene e de legado? O aumento da frequência das práticas artísticas e culturais deve ser o reflexo de políticas que estimulem a fruição, a formação de público e que ampliem a oferta de bens culturais.

9 Algumas iniciativas neste sentido são: VALE CULTURA: Sancionado pela presidente Dilma Rousseff em dezembro de 2012, o benefício financeiro de R$ 50,00 (cinquenta reais) concedido aos empregados que ganham até cinco salários mínimos visa estimular o consumo de bens exclusivamente culturais, de livros e CDs a ingressos, cursos e serviços de internet. Até o fim do mês de outubro, conforme anunciou a atual ministra da Cultura, Marta Suplicy, os primeiros trabalhadores já passarão a receber o cartão. A meta proposta pelo Plano Nacional de Cultura é de que até 2020 sejam 12 milhões de trabalhadores beneficiados. PROGRAMA CULTURA VIVA E PONTOS DE CULTURA: Cultura Viva é uma rede formada pela diversidade cultural brasileira que é sedimentada nos Pontos de Cultura, que são ações locais da sociedade espalhadas pelo Brasil. Estes Pontos de Cultura passam a ser potencializados, porque ganham apoio do governo no valor de até R$ 180 mil reais para que desenvolvam seus trabalhos. Esta definição foi dada pelo idealizador de ambos projetos e convidado da Roda de Conversa do IDS, Célio Turino, em uma entrevista concedida ao programa Pop Station Band. Até 2012 (dados do relatório Cultura em Números set/2012, do MinC 9 ), eram Pontos de Cultura pelo Brasil. A meta apresentada pelo Plano Nacional de Cultura é de que, até 2020, sejam 15 mil unidades, propiciando assim, a facilitação ao acesso e descentralização da cultura. ACESSO REMOTO À CULTURA: A internet, indiscutivelmente, tem cada vez mais consolidado seu papel propulsor de democratização do acesso à informação, cidadania e cultura. No Brasil já são mais de 83 milhões de internautas, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), executada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É uma maneira descentralizada de viabilizar o acesso a um novo mundo e além, como sugere o terceiro princípio da Agenda 21 da Cultura: Assegurar a liberdade cultural dos indivíduos e das comunidades é condição essencial da democracia. Na medida em que os números demonstram uma expansão da quantidade de internautas, há também um amadurecimento por parte de quem já está na rede. Via alternativa aos meios de comunicação tradicionais mediados, a internet está se consolidando como espaço autoral dos cidadãos e de construção de redes. PEC DA MÚSICA: Vale destacar que no dia 15 de outubro de 2013, a proposta de emenda à Constituição que isenta CDs e DVDs de tributos, chamada PEC da Música, será promulgada em 9

10 sessão solene no Congresso. Essa isenção fiscal foi comemorada por artistas e compositores, que afirmam que a medida irá baratear os custos da produção, principalmente para os artistas independentes, e também irá democratizar o acesso, uma vez que as gravadoras repassem o barateamento ao produto final 10. PLANO NACIONAL DO LIVRO E DA LEITURA (PNLL): Há 10 anos foi publicada e entrou em vigor a Política Nacional do Livro, Lei federal nº / , que tem dentre suas diretrizes: assegurar ao cidadão o pleno exercício do direito de acesso e uso do livro; o livro é o meio principal e insubstituível da difusão da cultura e transmissão do conhecimento, do fomento à pesquisa social e científica, da conservação do patrimônio nacional, da transformação e aperfeiçoamento social e da melhoria da qualidade de vida; promover e incentivar o hábito da leitura e capacitar a população para o uso do livro como fator fundamental para seu progresso econômico, político, social e promover a justa distribuição do saber e da renda. O Plano Nacional do Livro e da Leitura (PNLL) é uma iniciativa do Ministério da Educação e da Cultura na promoção do livro e do hábito de leitura na sociedade brasileira. A partir do mapeamento de uma série de ações desenvolvidas por instituição governamentais, de entidades do terceiro setor, diferentes estabelecimentos educacionais e tantos outros espaços, são analisadas algumas das capacidades do livro em influenciar a aquisição da capacidade de leitura, de promover acesso à cultura e ao exercício da cidadania plena 12. Política Nacional do Livro , que integra o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) 13 CAMPANHA DE DOAÇÃO DE LIVROS PARA O 4º FESTIVAL DO LIVRO E DA LITERATURA DE SÃO MIGUEL PAULISTA: A Fundação Tide Setubal dá início em 2 de setembro à Campanha de Doação de Livros para o 4º Festival do Livro e da Literatura de São Miguel Paulista, a ser realizado nos dias 7 e 8 de novembro, no bairro da zona leste da capital. Exemplares novos ou usados em boas condições podem ser entregues em mais de 20 pontos de coleta da cidade de São Paulo até 10 de outubro DE

11 Perguntas inspiradoras do debate: Diante desse cenário e dos desafios apresentados elaboramos algumas questões inspiradoras para nortear o debate: Quais são, hoje, as políticas de estímulo à economia da cultura existentes no Brasil que podem ser consideradas eficientes e equitativas? Em que medida essas políticas dialogam com os produtores independentes? Como conciliar o interesse de garantir o apoio para grandes projetos e o acesso pela população a esses eventos? Há saída para a questão do direito autoral num Brasil cada vez mais conectado à internet? Em que grau a legislação vigente impacta a Economia da Cultura? Quais os consensos até agora e caminhos possíveis? Como criar condições para que os produtores culturais conquistem sua sustentabilidade econômica para além da duração do apoio financeiro dos editais? Como se encontra a implementação do Sistema de Informação e Indicadores da Cultura Federal e nos Estados? Qual o maior desafio para essa implementação? O Plano Nacional da Cultura traz 53 metas. Dessas, quais foram efetivamente implantadas e o que falta para alcançá-las até 2020? Será possível atender ao Plano?

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