Documento Conclusões Seminário Juventude em Acção Rumo a 2020

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Documento Conclusões Seminário Juventude em Acção Rumo a 2020"

Transcrição

1

2 Documento Conclusões Seminário Juventude em Acção Rumo a Participação, Cultura e Criatividade Existem diferentes formas de participação na democracia e várias formas de utilização do programa Juventude através de consultas locais, regionais e nacionais. A participação pode ainda rever-se na educação não-formal através do reconhecimento de competências. Foi identificado pelos jovens que os formulários são muito exigentes, nomeadamente na acção 1.2. Melhorar a organização o SVE, mais formações nacionais para líderes nacionais e locais e maior divulgação do Programa para a Juventude, sendo dada prioridade às associações Juvenis (RNAJ) para aceder ao Programa. É identificado que a cultura nacional não ajuda os jovens a participar o que deve ser melhorado tendo em conta os ganhos que representa para a sociedade a participação juvenil, havendo outros canis de promoção da participação e de formação para o Programa. Foi destacada a importância de haver animadores territoriais para apoiar candidaturas e usar a escola como veículo principal o Programa Juventude em Acção, através do Ministério da Educação. A juventude é vista como um aliado e há diferentes formas de a utilizar. Consultar e envolver os jovens a nível local, regional e nacional. Criação de um documento estratégia Participação em projectos inovadores nas cidades. Valorização potencial das indústrias criativas. Ciência como factor de competitividade e desenvolvimento. Projectos da sociedade civil. Diagnosticar a participação política esbatendo os preconceitos dos jovens. Com uma atitude diferente tudo pode ser diferente e mudar o Mundo através de uma mudança civilizacional. Na participação foi identificado pelos grupos de trabalho que deve ser dado prioridade às associações juvenis, sendo elas o expoente máximo de participação, ao Programa Juventude. A cultura de Portugal não ajuda à mobilidade dos jovens, havendo uma responsabilidade de todos os agentes ligados ao associativismo. Haver um conselheiro, provedor, padrinho pessoa pública que ajudasse a ser referência na divulgação/apoio do Programa.

3 Criar uma bolsa de Animadores Territoriais que acompanhariam e divulgariam os projectos de participação e criatividade (desde a candidatura até ao momento do relatório final. Cruzamento do Programa com as Escolas (antigamente havia os placards) e fazer chegar às escolas o programa o Dia do Associativismo e da Juventude. Na participação em projectos de voluntariado haver uma maior intervenção dos agentes associativos, no envio e acompanhamento (visitas prévias). Importância para as associações do intercâmbio com a sociedade civil e política e importância do voluntariado. Intercâmbios nacionais (mobilidade nacional). A vida não será mais a mesma. Realização pessoal dos jovens, uma nova visão de vida, do mundo, da Europa (eixo pessoal). Se queremos resultados diferentes, temos que fazer as coisas diferentes. Aspectos a melhorar: Formulários complexos, repetitivos e em inglês Formação para líderes Maior divulgação do Programa Sistematizar a informação num site específico Listagem das associações internacionais Sucesso Erasmus diferente sucesso PJA (os pais )

4 2. Inclusão Social, Diversidade e Voluntariado É reconhecido os benefícios para o voluntariado e para a sociedade. Sendo reconhecido os benefícios do voluntariado para a sociedade e para a inclusão social, sendo as escolas um veiculo importante de cidadania activa. Existe, ainda, pouca consciência social para a participação em voluntariado, sendo este muito importante para o desenvolvimento de competência e para uma cidadania activa. As associações juvenis são vistas como um espaço privilegiado Escolas, perspectiva da inclusão social, participação e inclusão activa. Foi identificado que existe, ainda, pouca consciência social para participar. O voluntariado permite o desenvolvimento de competência para a cidadania. O associativismo juvenil é um espaço privilegiado para o voluntariado, devendo ser promovida uma cultura do voluntariado. Nos grupos de trabalho foi identificado que o Programa é visto como uma ferramenta que promove a inclusão e que quebra barreiras. Sendo considerado que há pouca formação, pouco desenvolvimento dos projectos. Enunciam maior acompanhamento da Agência Nacional na fiscalização pedagógica e não punitiva: ideia do feedback da concretização do projecto, premiar os melhores projectos a nível de majoração para futuras candidaturas; financiamento diário nos intercâmbios que se assume como um problema actual; mapas comités; realização de um Boletim trimestral da Agência Nacional; incrementar a formação dentro do Programa; implementar a troca de experiências e a formação local e comunitária. A FNAJ defende que seja dada prioridade às associações juvenis RNAJ na divulgação das candidaturas e haver co-gestão dos projectos. Foi considerado como aspectos mais positivos do Programa Juventude em Acção o facto de facilitar a dinâmica juvenil, sendo uma boa oportunidade para jovens e as associações promoverem os seus projectos. Tem a vantagem de cativar os jovens para o movimento associativo. Ajuda os jovens a conhecerem um mundo para além daquele que os rodeia, quebrando barreiras, muitas vezes, intimidadoras, como a barreira da linguagem. Torna as diferenças iguais, permitindo perceber como vivem os jovens noutros países.

5 Os aspectos menos positivos do Programa Juventude em Acção, tendo em conta a temática são a pouca formação, o que se torna num problema particularmente para as associações que ainda não têm experiência no Programa. Foram identificadas como dificuldades a língua, a majoração de resultados, mais acompanhamento da agência, fiscalização pedagógica Pouco acompanhamento na implementação do projecto. Um maior acompanhamento permitiria perceber se os projectos estavam a ser implementados conforme o desenho dos projectos fiscalização pedagógica dos projectos. No final dos projectos, não há retorno sobre a qualidade dos mesmos. A qualidade de projectos anteriores poderia ser uma maisvalia para uma candidatura futura. Não publicação da pontuação atribuída aos projectos que foram submetidos a candidatura, tanto os aprovados como os não aprovados. Quanto a sugestões e considerações para 2020 propõem-se manter a acções existentes no Programa Juventude em Acção. Incrementar a formação no âmbito do Programa e facilitar o contacto entre as associações. Criar uma publicação periódica da Agência para divulgação do Programa, nomeadamente através da divulgação de projectos, boas práticas, entre outros. Sendo as associações juvenis um dos principais promotores do programa e a FNAJ uma estrutura representativa destas associações: tornar as associações juvenis uma prioridade na aprovação de projectos deste programa. Deve ser promovida a inclusão social de crianças e jovens provenientes de contexto socioeconómicos mais vulneráveis, tendo em vista a igualdade de oportunidades e reforço da coesão social.

6 3. Emprego e Empreendedorismo Nos debates protagonizados ficou estabelecido que o empreendedorismo é um conceito que ultrapassa a esfera económica e em que se deve ter a devida cautela quanto aos perigos do individualismo. Empreender implica ideia de projecto. Educação formal e não formal. Rever financiamentos YouthPass competência e emprego Nos grupos de trabalho foi destacado a pouca visibilidade do YouthPass e a falta de reconhecimento das empresas, pelo que deveriam ser promovidas as visitas a empresas pelos projectos. Foi focada a importância de valorizar mais as parcerias locais e criar bolsas de parceiros a nível das associações nacionais. Preparação logística mais eficiente. Dar mais apoio às associações que estão a começar. Apoiar a intergeracidade (jovens( terceira idade). Apoiar o emprego que é o capital futuro. Expositar competências em articulação com o emprego e o Programa Juventude em Acção. Abranger mais o mundo do trabalho e promover cursos de formação e seminários. Haver uma área específica para a educação não-formal e incluir nas escolas. SVE significar maior reconhecimento de competências para além do YouthPass. Por parte da Agência Nacional haver uma diminuição nos prazos de apreciação dos Projectos. Apoio a empresas criadas por jovens empreendedores e os mesmos poderem-se candidatar ao Programa Juventude. Falta de vontade de sair da sua cidade para fazer formação. Proposta de estágios e bolsa para jovens. São consideradas quatro as acções que devem continuar: SVE; intercâmbios; cursos de formação e a acção 3.1 países vizinhos. Os cursos de formação ministrados com áreas mais temáticas específicas criatividade e emprego.

7 Simplificação dos formulários e dos relatórios finais, mais facilitadores (não se consegue explicar a realidade). Guia de 2011 que ainda não está em português. Justificação de reprovação mais específica para as associações entenderem o porquê da reprovação. Inclusão Social: Diversidade e Voluntariado Reduzir os riscos de exclusão é a melhor forma de promover a qualidade do ambiente social e, por conseguinte, a verdadeira qualidade de vida de todos os dias. A exclusão e a inclusão exigem muito do voluntário O ambiente social e cultural em que vivemos é pouco próprio do desenvolvimento da diversidade social O associativismo juvenil como espaço privilegiado do exercício do voluntariado De que forma o programa Juventude em Acção contribui para a inclusão social, diversidade e voluntariado? A importância de troca de experiências e conhecimentos. Abertura a novas ideias. Encontro de novas soluções. Crescimento pessoal e desenvolvimento e promoção local/comunitário A interculturalidade, percepção de diferenças culturais, evolução cultural, criação de novas culturas Esbatimento ou diminuição de assimetria da sociedade/elo de ligação entre vários grupos sociais Desenvolvimento de competências e implicação pessoal dos participantes, repercutir os valores do programa após a técnica do projecto. Proposta à Agência Divulgar mais o programa Alterar/simplificar os formulários Aumentar idade do SVE Maior capacitação dos técnicos da Agência Nacional Realização de mais acções de participação em parceria com municípios para jovens e líderes juvenis Estabelecer novos limites e regras. A Agência Nacional não é uma agência de viagens Priorização de projectos na área da inclusão social Maior diversidade cultural - o comité de selecção Actualizar os conteúdos no site da Agência Tradução de todos os guias e formulários para português

8 Participação, Cultura e Criatividade Promover-necessidade de maior divulgação do Programa Prioridades das primeiras associações jovens ao programa - Experiências -Importância para as associações juvenis, da participação, importância da sociedade civil e política e importância do voluntariado vida não será mais a mesma. - Entidade de acompanhamento(viver cá para conviver) - Sistematizar informação através de um site para chegar aos processos (quem não está na associação) - Listagem de associações juvenis - Erasmus têm sucesso e este não (os pais vêem mais como educação/emprego) sugestão -. - O Padrinho- pessoa pública - Bolsa de animadores territoriais (como os dos Europe Direct) - Articulação com as escolas (informação nos placards). Exemplo: Alemanha chama ao 12º ano Educação não formal em voluntariado - Erasmus Alma Project 2º Painel (3º Grupo) Inclusão Social, Diversidade e Voluntariado - O programa dá boas orientações quebram barreiras, língua - Menos positivo fazer formação às associações que não têm experiência - Maior acompanhamento durante o projecto tanto antes como durante. - Boas práticas - Feedback depois do processo, pedagogia para os projectos - Majoração de bons projectos para o futuro prémios/galas Propostas: - mostrar as acções - Boletim trimestral - FNAJ co-gerir o programa - A FNAJ ajudar a informar

9 - Prioridade às associações juvenis - Agência Nacional tem poucos técnicos. Deve haver outros técnicos no país. Onde não há agências, é complicado. Se houver necessidade mandar técnico. - Desenvolvimento de Competências 3º Painel (2º grupo). Empreendedorismo Controverso (Ligação com o emprego) /Privilegiar o colectivo - Empreender Pesar colectivo - Juntar esforços para diminuir emprego - Jovens passam a não ter visibilidade (empresas desconhecem) - Educação não formal é fantástica -Ideias: - Nos processos- os participantes fazerem visitas às empresas e valorizar isso nas comunidades - Peso parcerias nacionais - Preparação logística (linguística) - Intergeracionalidade - Acção específica incentiva criação de empresas e emprego ( e capacitar para o futuro que acabou) - Expor Competências (emprego) - 4 Acções voluntariado 1.1,2.0, 3.1, 4.3 (formação) - Cursos formação mais para áreas relacionadas com emprego - Simplificação dos formulários e relatórios finais - Estratégia Europa 2020 Reforçar mecanismos de certificação Youth Pass e outras competências - Materialização às empresas - Industria Ideia Estágios a nível europeu e depois para criar projectos 2. Emprego e Empreendedorismo

10 Ideia do conceito mais lato do que económico com profundo impacto na acção associativa Grupos Ideia - o empreendedorismo deve ser em prol do sentido colectivo e integrado social e cultural de empreendedorismo social Ideia que actividades associativas é por inerência geradora de emprego e capacita para o emprego. Competências ganhas, currículo reconhecido. Deve manter-se as acções para jovens ou criar mais para a actividade empreendedora. Dar oportunidade a quem tem ideias, a quem está a começar. Ligação a continuar a trabalhar Dinâmica de Projecto Vários tipos de empreendedores e vários projectos a que podem candidatar Anunciar rácio de financiamentos Mais visibilidade ao youth pass para que este seja visível eficiente junto das empresas Mais apoios às acções que estão a começar Envolver empresas-visitas, autofinanciamento Valorizar parcerias locais Criar bolsas parceiros/empresas Associativo Estágios Europeus Bolsas para criar projectos Importância à Intergeracionalidade Expositar competências Linhas de apoio a jovens empreendedores Linhas específicas para projectos educação não formal a intervir nas escolas Emprego e Empreendedorismo Grupo 1 - Bolsa de Parceiros entre associações - Preparação logística mais eficiente (maior dificuldade na língua) - Divulgação/Publicitação não está a ser feita (escola) - Agência Nacional deve dar mais apoio principalmente para as associações que estão a começar - Envolver mais as classes idosas intergeracionalidade - Criar uma acção específica incentivo à criação de emprego e empresas direccionada especificamente aos jovens ((60/70% de financiamento para a constituição de uma empresa) Grupo 2

11 - Arranjar nova medida no Juventude em Acção para expor melhor as competências técnicas adquiridas durante o projecto para assim puderem ser reconhecidas pelas empresas e eventualmente propício na oportunidade de emprego expositor de competências Grupo 3-4 acções (sub-acções) que devem permanecer e serem reforçadas SVE 2.0 Intercâmbio 1.1 Cursos de Formação 4.3 Países Vizinhos Cursos de Formação ministrados para áreas temáticas mais específicas e vocacionadas para a informação sobre emprego (cursos sobre agricultura, electrónica) - Simplificação dos formulários e relatórios finais (não se consegue explorar a realidade - relatórios finais nem objectividade nos formulários de candidatura) - Guia PJA de 2011 ainda não está disponível em português - Justificação de reprovação a candidaturas mais específica, detalhada, por forma a melhorar. Não da forma como é feito neste momento). Grupo 4 Estratégia Europa 20/20 - Reforço dos mecanismos de certificação (YP) criados outros necessários de certificação - criação de sub-programas, acção específica de acção não formal (escolas 3º ciclo) - SVE Devem valer como certificados as competências obtidas pelo voluntário para além do YP Devem ser mais apoiadas em Bruxelas os projectos mais vocacionados para o emprego Geral - Pagamento demorado das tranches (associações que ficaram a dever a formadores ou directores de associações que tiveram que pedir empréstimos)

12 - Falta de interesse dos jovens em saírem da sua região, do seu país, e conseguir assim a entrada no mercado de trabalho - Barreira linguística (não tem razão de ser) Grupo 5 - Informação correcta sobre as acções (ex. SVE o voluntário quando chega apercebe-se que o projecto nada tem a ver com a informação prestada) - Simplificação burocrática dos procedimentos (candidatura, etc.) - Dinamização dos preços de apreciação e decisão sobre os projectos candidatos - Profunda ligação ao mundo do trabalho local (levar os jovens às empresas locais e no estrangeiro fazer o mesmo) - Empresas criadas por jovens empreendedores (industria criativa, lazer e investigação) poderiam também ser parceiros e/ou candidatos ao PJA. Grupo 6 - Dificuldades de trabalhar com a Agência Nacional (falta de informação por parte de quem deve ajudar os jovens nas candidaturas) - Valorizar o SVE divulgar junto das empresas

13

FICHA DO PROJECTO. Desporto para todos. Fundação Aragão Pinto - IPSS

FICHA DO PROJECTO. Desporto para todos. Fundação Aragão Pinto - IPSS FICHA DO PROJECTO Desporto para todos Nome do Projecto: Sport For All - Desporto e Inovação Objectivos do projecto:. Envolvimento de jovens na criação de um programa inovador de prevenção e integração

Leia mais

A Eurodesk é uma rede com acesso à informação europeia para os jovens e para os profissionais da área de juventude.

A Eurodesk é uma rede com acesso à informação europeia para os jovens e para os profissionais da área de juventude. www.eurodesk.eu O que é? A Eurodesk é uma rede com acesso à informação europeia para os jovens e para os profissionais da área de juventude. No sítio da rede Eurodesk podes aceder às tuas oportunidades.

Leia mais

ANO INTERNACIONAL DA JUVENTUDE

ANO INTERNACIONAL DA JUVENTUDE Os Jovens merecem um grande compromisso da nossa parte: acesso pleno à educação, atenção adequada na saúde, oportunidades de emprego e participação plena na vida pública. Ban Ki-moon Secretário Geral das

Leia mais

Geografia A. * Análise de Notícias. Escola ES/3 de Carvalhos Março 2007

Geografia A. * Análise de Notícias. Escola ES/3 de Carvalhos Março 2007 Escola ES/3 de Carvalhos Março 2007 Geografia A * Análise de Notícias Natureza das notícias: socio-económica Localização temporal: actualidade Localização espacial: Europa Jornal: Expresso Data de edição:

Leia mais

Recomendações Encontro Nacional de Juventude 2015

Recomendações Encontro Nacional de Juventude 2015 Recomendações Encontro Nacional de Juventude 2015 O Conselho Nacional de Juventude (CNJ) organizou, de 30 de outubro a 1 de novembro de 2015, em Cascais, na Escola de Hotelaria e Turismo do Estoril, o

Leia mais

A DIMENSÃO CULTURAL DA UNIÃO EUROPEIA NO MUNDO FUNDOS E PROGRAMAS. Lisboa, 16 de Maio de 2006

A DIMENSÃO CULTURAL DA UNIÃO EUROPEIA NO MUNDO FUNDOS E PROGRAMAS. Lisboa, 16 de Maio de 2006 APGC Associação Portuguesa de Gestão Cultural CIEJD - Centro de Informação Europeia Jacques Delors CNC - Centro Nacional de Cultura CultDigest - Gestão Cultural A Política Cultural da União Europeia, a

Leia mais

CONCLUSÕES GT CIDADÃOS COM DEFICIÊNCIA

CONCLUSÕES GT CIDADÃOS COM DEFICIÊNCIA CONCLUSÕES GT CIDADÃOS COM DEFICIÊNCIA Fiscalizar os prazos para adaptações previstas no Decreto lei 163 e aplicação de coimas. Campanha de sensibilização para comerciantes, etc. Publicação quais os seus

Leia mais

O Plano de Desenvolvimento Social

O Plano de Desenvolvimento Social O Plano de Desenvolvimento Social Introdução O Plano de Desenvolvimento Social (PDS) é um instrumento de definição conjunta e negociada de objectivos prioritários para a promoção do Desenvolvimento Social

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres

Leia mais

SEMINÁRIO REDE SOCIAL: PLANEAR PARA INTERVIR SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: GERADORES DE UM FLUXO CONTINUO DE INFORMAÇÃO

SEMINÁRIO REDE SOCIAL: PLANEAR PARA INTERVIR SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: GERADORES DE UM FLUXO CONTINUO DE INFORMAÇÃO SEMINÁRIO REDE SOCIAL: PLANEAR PARA INTERVIR SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: GERADORES DE UM FLUXO CONTINUO DE INFORMAÇÃO CONCEITO Sistema de informação Sistema, tanto manual como automático, composto por pessoas,

Leia mais

Eixos Estratégicos Objectivos Estratégicos Objectivos Operacionais Acções. 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias

Eixos Estratégicos Objectivos Estratégicos Objectivos Operacionais Acções. 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias 1. Oferta Formativa 1.1. Dinamizar e consolidar a oferta formativa 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias 1.1.2. Promover o funcionamento de ciclos de estudos em regime

Leia mais

PROJECTO DE DELIBERAÇÃO N.º 15/IX ADOPTA MEDIDAS PARA A NÃO DISCRIMINAÇÃO DE CIDADÃOS COM DEFICIÊNCIA OU INCAPACIDADE

PROJECTO DE DELIBERAÇÃO N.º 15/IX ADOPTA MEDIDAS PARA A NÃO DISCRIMINAÇÃO DE CIDADÃOS COM DEFICIÊNCIA OU INCAPACIDADE PROJECTO DE DELIBERAÇÃO N.º 15/IX ADOPTA MEDIDAS PARA A NÃO DISCRIMINAÇÃO DE CIDADÃOS COM DEFICIÊNCIA OU INCAPACIDADE A igualdade dos cidadãos é um direito fundamental que a Constituição da República Portuguesa

Leia mais

AÇÃO 2 COOPERAÇÃO PARA A INOVAÇÃO E O INTERCÂMBIO DE BOAS PRÁTICAS

AÇÃO 2 COOPERAÇÃO PARA A INOVAÇÃO E O INTERCÂMBIO DE BOAS PRÁTICAS AÇÃO 2 COOPERAÇÃO PARA A INOVAÇÃO E O INTERCÂMBIO DE BOAS PRÁTICAS Acção 1 1 AÇÃO 2 COOPERAÇÃO PARA A INOVAÇÃO E O INTERCÂMBIO DE BOAS PRÁTICAS A B Parcerias Estratégicas na área da Educação, Formação

Leia mais

Relatório de Avaliação

Relatório de Avaliação PDS Plano de Acção 2005 Relatório de Avaliação Rede Social CLAS de Vieira do Minho Introdução Este documento pretende constituir-se como um momento de avaliação e análise do trabalho que tem vindo a ser

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE PSICOGERONTOLOGIA - APP PROPOSTA DE PROGRAMA PARA O TRIÉNIO 2012 2014

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE PSICOGERONTOLOGIA - APP PROPOSTA DE PROGRAMA PARA O TRIÉNIO 2012 2014 Plano de Acção da APP para o triénio 2012-201 Documento de trabalho para contributos Proposta I da APP 2012-201 ASSOCIAÇ PORTUGUESA DE PSICOGERONTOLOGIA - APP PROPOSTA DE PROGRAMA PARA O TRIÉNIO 2012 201

Leia mais

Tópicos de Agenda a reter:

Tópicos de Agenda a reter: Tópicos de Agenda a reter: Educação Não Formal Intercâmbios Serviço Voluntário Europeu Participação Democrática Cidadania Ativa Diálogo Estruturado O QUE SERÁ O ERASMUS+ 2014-2020? Educação Formal Educação

Leia mais

Normas de Participação no Concurso Jovens Talentos - «Almada, Cidade Educadora»

Normas de Participação no Concurso Jovens Talentos - «Almada, Cidade Educadora» Normas de Participação no Concurso Jovens Talentos - «Almada, Cidade Educadora» 1. Disposições Gerais A Câmara Municipal de Almada promove o «Concurso Jovens Talentos 2012 - Almada, Cidade Educadora» com

Leia mais

PLANO DE FORMAÇÃO SETEMBRO A DEZEMBRO 2011

PLANO DE FORMAÇÃO SETEMBRO A DEZEMBRO 2011 PLANO DE FORMAÇÃO SETEMBRO A DEZEMBRO 2011 INDICE: Quem somos? Oferta formativa Curso Acções Formativas CURSO DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES ESTES MIÚDOS SÃO IMPOSSÍVEIS!!! - GESTÃO DE COMPORTAMENTOS

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO AO ASSOCIATIVISMO

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO AO ASSOCIATIVISMO REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO AO ASSOCIATIVISMO NOTA JUSTIFICATIVA O associativismo seja de carácter desportivo, cultural ou juvenil, apresenta-se como uma importante dimensão da vida das comunidades

Leia mais

REGULAMENTO PREÂMBULO

REGULAMENTO PREÂMBULO REGULAMENTO PREÂMBULO A Câmara Municipal do Porto, através do Pelouro da Educação, Organização e Planeamento, reconhece a importância das Associações de Jovens na mobilização e participação cívica em diferentes

Leia mais

Projectos de I&DT Empresas Individuais

Projectos de I&DT Empresas Individuais 1 Projectos de I&DT Empresas Individuais Sistema de Incentivos à Investigação e Desenvolvimento Tecnológico (SI I&DT) Projectos de I&DT Empresas Dezembro de 2011 2 s Enquadramento Aviso n.º 17/SI/2011

Leia mais

Lisboa 2014 FICHA DE CANDIDATURA

Lisboa 2014 FICHA DE CANDIDATURA Lisboa 2014 Refª: 148 Janela 1750 Grupo de Trabalho dos Bairros e Zonas de Intervenção Prioritária (BIP/ZIP) Rua Nova do Almada, nº 2-3º Andar 1100-060 Lisboa Telefone: 21 322 73 60 Email - bip.zip@cm-lisboa.pt

Leia mais

Local, Regional, Nacional. Faro Local Falta de interesse dos alunos paa estes temas. Falta de mo vação

Local, Regional, Nacional. Faro Local Falta de interesse dos alunos paa estes temas. Falta de mo vação Timestamp Tipo de Organização/ Entidade área de intervenção concelho abrangência 12-04-2012 16:46 Projeto Escolhas inclusão social 2. Interculturalidade/ Solidariedade Inter-Geracional OBSTÁCULOS/ DESAFIOS

Leia mais

AÇÃO 1 APRENDIZAGEM E MOBILIDADE JUVENIL

AÇÃO 1 APRENDIZAGEM E MOBILIDADE JUVENIL AÇÃO 1 APRENDIZAGEM E MOBILIDADE JUVENIL Acção 1 1 CAPA da KA1 Acção 1 2 AÇÃO 1 APRENDIZAGEM E MOBILIDADE JUVENIL A Intercâmbios de Jovens B C D Serviço Voluntário Europeu Mobilidade de profissionais activos

Leia mais

Ficha de Caracterização de Projecto

Ficha de Caracterização de Projecto Ficha de Caracterização de Projecto Projecto +Skillz E5G Programa Escolhas Promotor: Associação Mais Cidadania 2 A. IDENTIFICAÇÃO GERAL DA ENTIDADE Projecto Projecto +Skillz E5G Promotor: Associação Mais

Leia mais

Resposta e fundamentação dos critérios de seleção

Resposta e fundamentação dos critérios de seleção Para aceder à versão editável clique AQUI Programa Operacional Entidade: NIF: Nº Qualidade e diversidade de parcerias ou protocolos com instituições, empresas ou outros agentes a nível regional ou nacional,

Leia mais

CADERNO APFN Apostar na Família Construir o Futuro

CADERNO APFN Apostar na Família Construir o Futuro CADERNO APFN 5 Apostar na Família Construir o Futuro Fevereiro 2002-1 - DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS DA APFN Acreditamos que: 1. A vida humana deve ser respeitada, reconhecida e protegida desde o momento da

Leia mais

«Erasmus+» - Perguntas mais frequentes

«Erasmus+» - Perguntas mais frequentes COMISSÃO EUROPEIA NOTA INFORMATIVA Estrasburgo/Bruxelas, 19 de novembro de 2013 «Erasmus+» - Perguntas mais frequentes (ver também IP/13/1110) O que é o «Erasmus+»? O «Erasmus+» é o novo programa da União

Leia mais

III Montra de Oportunidades de Lamego: exemplo de cooperação e empreendedorismo!

III Montra de Oportunidades de Lamego: exemplo de cooperação e empreendedorismo! III Montra de Oportunidades de Lamego: exemplo de cooperação e empreendedorismo! Boletim Informativo n.º 31 abril 2012 SUMÁRIO III MONTRA DE OPORTUNIDADES pág.: 1 LIFE 2.0- CONCURSO pág.: 2 EDUCAÇÃO&EMPREENDEDORISMO

Leia mais

Centro Social e Paroquial de São Nicolau Plano Estratégico 2014 2016

Centro Social e Paroquial de São Nicolau Plano Estratégico 2014 2016 Centro Social e Paroquial de São Nicolau Plano Estratégico 2014 2016 Com a Comunidade fazemos a ponte; porque a ponte é uma passagem para muitas margens. Maio 2014 Missão O CSPSN, enquanto Centro Comunitário,

Leia mais

CO SELHO DA U IÃO EUROPEIA. Bruxelas, 3 de Outubro de 2011 (06.10) (OR.en) 14552/11 SOC 804 JEU 53 CULT 66. OTA Secretariado-Geral do Conselho

CO SELHO DA U IÃO EUROPEIA. Bruxelas, 3 de Outubro de 2011 (06.10) (OR.en) 14552/11 SOC 804 JEU 53 CULT 66. OTA Secretariado-Geral do Conselho CO SELHO DA U IÃO EUROPEIA Bruxelas, 3 de Outubro de 2011 (06.10) (OR.en) 14552/11 SOC 804 JEU 53 CULT 66 OTA de: Secretariado-Geral do Conselho para: Delegações n.º doc. ant.: 14061/1/11 REV 1 SOC 759

Leia mais

INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA

INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA FACTORES CRÍTICOS DE SUCESSO DE UMA POLÍTICA DE INTENSIFICAÇÃO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO EMPRESARIAL EM PORTUGAL E POTENCIAÇÃO DOS SEUS RESULTADOS 0. EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS

Leia mais

Ficha de Caracterização de Entidade/Projecto Emprega o Futuro

Ficha de Caracterização de Entidade/Projecto Emprega o Futuro Ficha de Caracterização de Entidade/Projecto Emprega o Futuro 2 A. IDENTIFICAÇÃO GERAL DA ENTIDADE Projecto(s) Emprega o Futuro Programa Escolhas 4ª Geração Promotor(es): ISU - Instituto de Solidariedade

Leia mais

Selo Europeu para as Iniciativas Inovadoras na Área do Ensino/Aprendizagem das Línguas

Selo Europeu para as Iniciativas Inovadoras na Área do Ensino/Aprendizagem das Línguas Selo Europeu para as Iniciativas Inovadoras na Área do Ensino/Aprendizagem das Línguas (16ª edição) REGULAMENTO Preâmbulo Encorajar mais pessoas a aprender mais línguas tem uma importância óbvia para a

Leia mais

A colaboração entre as ONGD e as Empresas na promoção do desenvolvimento Internacional. Possíveis Termos de Engajamento

A colaboração entre as ONGD e as Empresas na promoção do desenvolvimento Internacional. Possíveis Termos de Engajamento A colaboração entre as ONGD e as Empresas na promoção do desenvolvimento Internacional Possíveis Termos de Engajamento Introdução A conjuntura actual Insustentabilidade do sistema de financiamento a projectos

Leia mais

Sistema de Apoio às Ações Coletivas (SIAC)

Sistema de Apoio às Ações Coletivas (SIAC) Eixo Prioritário I Competitividade, Inovação e Conhecimento Sistema de Apoio às Ações Coletivas (SIAC) Impulso Jovem Aviso de Abertura de Convite Público para Apresentação de Candidaturas Sistema de Apoio

Leia mais

IERA um projeto gerador de oportunidades. 30 de junho de 2015 celso guedes de carvalho

IERA um projeto gerador de oportunidades. 30 de junho de 2015 celso guedes de carvalho IERA um projeto gerador de oportunidades 30 de junho de 2015 celso guedes de carvalho um projeto da Região A criação da IERA foi um desafio estratégico assumido por 14 parceiros comprometidos com a promoção

Leia mais

inovar Ajudamos http://www.adi.pt

inovar Ajudamos http://www.adi.pt Ajudamos a inovar http://www.adi.pt Promover a inovação e o desenvolvimento tecnológico facilitando o aprofundamento das relações entre o mundo da investigação e o tecido empresarial português A Agência

Leia mais

Relatório Consulta Jovem2020. Universidade do Algarve. Dezembro, 2012 PARCEIROS:

Relatório Consulta Jovem2020. Universidade do Algarve. Dezembro, 2012 PARCEIROS: Relatório Consulta Jovem2020 Universidade do Algarve Dezembro, 2012 PARCEIROS: Contextualização Data: 18 de Dezembro 2012 Horário: das 20h30 às 00h00 (3h30m) Local: Sede da Associação Académica da Universidade

Leia mais

Programa para o Departamento de Engenharia Cerâmica e do Vidro Mário Guerreiro Silva Ferreira

Programa para o Departamento de Engenharia Cerâmica e do Vidro Mário Guerreiro Silva Ferreira Programa para o Departamento de Engenharia Cerâmica e do Vidro Mário Guerreiro Silva Ferreira. 2011-2014 1 Programa de acção Um programa de acção para qualquer unidade orgânica deve atender aos objectivos

Leia mais

Abordagens comuns do empreendedorismo:

Abordagens comuns do empreendedorismo: Abordagens comuns do empreendedorismo: principalmente do ponto de vista económico, administrativo, organizacional, sociológico, observando as partes da realidade, em detrimento do ponto de vista psicológico,

Leia mais

1º Call for Ideas. Artigo 1º. Artigo 2º. [Type text] [Type text] [Type text] - Criação do Próprio Emprego, Negócio ou Empresa - Regulamento.

1º Call for Ideas. Artigo 1º. Artigo 2º. [Type text] [Type text] [Type text] - Criação do Próprio Emprego, Negócio ou Empresa - Regulamento. 1º Call for Ideas - Criação do Próprio Emprego, Negócio ou Empresa - Regulamento Artigo 1º Âmbito 1. O 1º Call for Ideas Criação do Próprio Emprego, Negócio ou Empresa é um programa de candidaturas para

Leia mais

Guião de Ajuda. Inscrição. Instituto Português da Juventude Departamento de Associativismo

Guião de Ajuda. Inscrição. Instituto Português da Juventude Departamento de Associativismo Guião de Ajuda Inscrição Instituto Português da Juventude Departamento de Associativismo ÍNDICE Títulos Pág. Apresentação do Roteiro do Associativismo 3 Aceder ao Roteiro do Associativismo 4 Inscrever/Atualizar

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES 2011

PLANO DE ACTIVIDADES 2011 PLANO DE ACTIVIDADES 2011 MARÇO DE 2011 Este documento apresenta os objectivos estratégicos e as acções programáticas consideradas prioritárias para o desenvolvimento da ESE no ano 2011. O Plano de Actividades

Leia mais

Rede Social do Concelho de Pampilhosa da Serra

Rede Social do Concelho de Pampilhosa da Serra Rede Social do Concelho de Pampilhosa da Serra O Plano de para o ano de 2006 constitui-se enquanto instrumento de trabalho tendo sido construído com base no Plano Desenvolvimento Social. Apresenta um conjunto

Leia mais

Local, Regional, Nacional. Falta de apoios financeiros Falta de formação de todos os agentes desportivos

Local, Regional, Nacional. Falta de apoios financeiros Falta de formação de todos os agentes desportivos Timestamp Tipo de Organização/ Entidade área de intervenção concelho abrangência 12-04-2012 16:46 Projeto Escolhas inclusão social Pouca informação disponivel 1. Associativismo / Voluntariado / Participação

Leia mais

Política de Cidades Parcerias para a Regeneração Urbana

Política de Cidades Parcerias para a Regeneração Urbana Política de Cidades Parcerias para a Regeneração Urbana Aviso de Abertura de Concurso para Apresentação de Candidaturas de Programas de Acção PRU/2/2008 Grandes Centros Política de Cidades - Parcerias

Leia mais

A importância do animador sociocultural na Escola Agrupamento de Escolas de Matosinhos Sul

A importância do animador sociocultural na Escola Agrupamento de Escolas de Matosinhos Sul 1 A importância do animador sociocultural na Escola Agrupamento de Escolas de Matosinhos Sul Margarida Soares (*) O Agrupamento de Escolas Matosinhos Sul tem três animadores socioculturais afectos ao Projecto

Leia mais

Divisão de Assuntos Sociais

Divisão de Assuntos Sociais Divisão de Assuntos Sociais Programa de Apoio às Entidades Sociais de Odivelas (PAESO) Índice Pág. Preâmbulo 1 1. Objectivos 2 2. Destinatários 2 3. Modalidades de Apoio 2 3.1. Subprograma A - Apoio à

Leia mais

Checklist sobre processos de reestruturação

Checklist sobre processos de reestruturação Checklist sobre processos de reestruturação Comissão Europeia Comissão Europeia Direcção-Geral do Emprego, dos Assuntos Sociais e da Igualdade de Oportunidades Unidade F.3 Manuscrito concluído em Fevereiro

Leia mais

REGULAMENTO. Preâmbulo

REGULAMENTO. Preâmbulo REGULAMENTO Preâmbulo O espírito de iniciativa, a criatividade, a capacidade de detectar e aproveitar oportunidades, de assumir o risco e formar decisões, constituem premissas essenciais para o sucesso

Leia mais

AGENDA. Da Globalização à formulação de uma estratégia de Crescimento e Emprego para a União Europeia.

AGENDA. Da Globalização à formulação de uma estratégia de Crescimento e Emprego para a União Europeia. PORTUGAL A INOVAR O Desafio do Desenvolvimento Regional AGENDA Da Globalização à formulação de uma estratégia de Crescimento e Emprego para a União Europeia. Objectivos Plano Tecnológico, a resposta portuguesa

Leia mais

PRÉMIOS EUROPEUS DE PROMOÇÃO EMPRESARIAL MANUAL OPERACIONAL

PRÉMIOS EUROPEUS DE PROMOÇÃO EMPRESARIAL MANUAL OPERACIONAL 2015 PRÉMIOS EUROPEUS DE PROMOÇÃO EMPRESARIAL 2015 MANUAL OPERACIONAL Prémios Europeus de Promoção Empresarial 2015 2/13 ÍNDICE 1. DEFINIÇÃO E JUSTIFICAÇÃO... 3 1.1. Um prémio que reconhece a excelência

Leia mais

Encontro Os Jovens e a Política

Encontro Os Jovens e a Política Encontro Os Jovens e a Política Grupo de Trabalho de Política Local 2 Recomendações às Organizações de Juventude - Promover a formação de líderes e dirigentes associativos juvenis. 3 Recomendações ao Governo

Leia mais

Regulamento. 5. O Concurso 50/50, promovido pelo ACM, IP, lançado pela primeira vez em 2015, assume um carácter experimental.

Regulamento. 5. O Concurso 50/50, promovido pelo ACM, IP, lançado pela primeira vez em 2015, assume um carácter experimental. Regulamento PARTE I ENQUADRAMENTO GERAL Artigo 1º Âmbito 1. O Alto Comissariado para as Migrações, I.P. (doravante ACM, I.P.) propõe a dinamização de um concurso de ideias, denominado Concurso 50/50, destinado

Leia mais

PROGRAMA DE EMPREENDEDORISMO 12ª Classe

PROGRAMA DE EMPREENDEDORISMO 12ª Classe república de angola ministério da educação PROGRAMA DE EMPREENDEDORISMO 12ª Classe 2º Ciclo do Ensino Secundário Geral Ensino Técnico-Profissional FASE DE EXPERIMENTAÇÃO Ficha Técnica Título Programa de

Leia mais

Presidente do Instituto Politécnico da Guarda

Presidente do Instituto Politécnico da Guarda Pós-Graduações A formação ao longo da vida é hoje uma necessidade indiscutível que constitui uma oportunidade a não perder por parte da instituição. A aposta nas pós-graduações deve ser incrementada, e

Leia mais

RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO E AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU

RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO E AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU PT PT PT COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 13.12.2010 COM(2010) 731 final RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO E AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU Relatório de Actividades EURES 2006-2008,

Leia mais

Projecto de Lei nº 68/XII. Lei de Bases da Economia Social

Projecto de Lei nº 68/XII. Lei de Bases da Economia Social Projecto de Lei nº 68/XII Lei de Bases da Economia Social A Economia Social tem raízes profundas e seculares na sociedade portuguesa. Entidades como as misericórdias, as cooperativas, as associações mutualistas,

Leia mais

RESULTADOS DO CONCURSO NACIONAL DE BOAS PRÁTICAS NA ADMINISTRAÇÃO LOCAL 2007/2008 CATEGORIA A ADMINISTRAÇÃO AUTÁRQUICA E MODERNIZAÇÃO

RESULTADOS DO CONCURSO NACIONAL DE BOAS PRÁTICAS NA ADMINISTRAÇÃO LOCAL 2007/2008 CATEGORIA A ADMINISTRAÇÃO AUTÁRQUICA E MODERNIZAÇÃO RESULTADOS DO CONCURSO NACIONAL DE BOAS PRÁTICAS NA ADMINISTRAÇÃO LOCAL 2007/2008 CATEGORIA A ADMINISTRAÇÃO AUTÁRQUICA E MODERNIZAÇÃO Nota de Abertura Em 2007/2008 teve lugar a 2.ª edição do Concurso Nacional

Leia mais

PROVERE PROGRAMAS DE VALORIZAÇÃO ECONÓMICA DE RECURSOS ENDÓGENOS

PROVERE PROGRAMAS DE VALORIZAÇÃO ECONÓMICA DE RECURSOS ENDÓGENOS PROVERE PROGRAMAS DE VALORIZAÇÃO ECONÓMICA DE RECURSOS ENDÓGENOS VALORIZAÇÃO DOS RECURSOS SILVESTRES DO MEDITERRÂNEO - UMA ESTRATÉGIA PARA AS ÁREAS DE BAIXA DENSIDADE DO SUL DE PORTUGAL CARACTERIZAÇÃO

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 468/XI/2ª CRIA A REDE NACIONAL DE BIBLIOTECAS PÚBLICAS

PROJECTO DE LEI N.º 468/XI/2ª CRIA A REDE NACIONAL DE BIBLIOTECAS PÚBLICAS Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 468/XI/2ª CRIA A REDE NACIONAL DE BIBLIOTECAS PÚBLICAS Exposição de motivos A importância das Bibliotecas Públicas As Bibliotecas Públicas são um serviço público essencial

Leia mais

PROGRAMA DO XIX GOVERNO CONSTITUCIONAL

PROGRAMA DO XIX GOVERNO CONSTITUCIONAL PROGRAMA DO XIX GOVERNO CONSTITUCIONAL 1 Na concretização destas políticas dar-se-á seguimento à execução do actual Plano para a Integração dos Imigrantes onde o Governo contará com os contributos da sociedade

Leia mais

Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo

Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo As associações são a expressão do dinamismo e interesse das populações que entusiasticamente se dedicam e disponibilizam em prol da causa pública. As associações

Leia mais

Programa Municipal de Intervenção Vocacional EU PERTENÇO AO MEU FUTURO 12º ANO. FAQ s - Lista de Questões Frequentes

Programa Municipal de Intervenção Vocacional EU PERTENÇO AO MEU FUTURO 12º ANO. FAQ s - Lista de Questões Frequentes Programa Municipal de Intervenção Vocacional EU PERTENÇO AO MEU FUTURO 12º ANO FAQ s - Lista de Questões Frequentes 1 - Já escolhi o curso superior quero frequentar. Devo ainda assim inscrever-me no Programa

Leia mais

SEMINÁRIO RUCI - MARKETING E BRANDING REGIONAL

SEMINÁRIO RUCI - MARKETING E BRANDING REGIONAL A ADAE E AS DINAMICAS DE DESENVOLVIMENTO LOCAL - IDENTIDADE, TURISMO, ANIMAÇÃO, ECONOMIA, SOCIAL, CULTURAL, FORMAÇÃO.. SEMINÁRIO RUCI - MARKETING E BRANDING REGIONAL Antonio Lucas Presidente da ADAE ADAE

Leia mais

PARECER N.º 1O/CITE/91. Assunto: Anúncios de Emprego e outras formas de publicidade - Discriminação em função do sexo

PARECER N.º 1O/CITE/91. Assunto: Anúncios de Emprego e outras formas de publicidade - Discriminação em função do sexo PARECER N.º 1O/CITE/91 Assunto: Anúncios de Emprego e outras formas de publicidade - Discriminação em função do sexo I - Justificação - A discriminação no acesso ao emprego está ainda patente nos anúncios

Leia mais

A Cooperação Portuguesa para o Desenvolvimento: uma visão para o papel das ONGD Documento de Posição da Plataforma Portuguesa das ONGD Agosto de 2011

A Cooperação Portuguesa para o Desenvolvimento: uma visão para o papel das ONGD Documento de Posição da Plataforma Portuguesa das ONGD Agosto de 2011 A Cooperação Portuguesa para o Desenvolvimento: uma visão para o papel das ONGD Documento de Posição da Plataforma Portuguesa das ONGD Agosto de 2011 O presente documento tem por objectivo dar um contributo

Leia mais

A Educação Artística na Escola do Século XXI

A Educação Artística na Escola do Século XXI A Educação Artística na Escola do Século XXI Teresa André teresa.andre@sapo.pt Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular Caldas da Rainha, 1 de Junho de 2009 1. A pós-modernidade provocou

Leia mais

Projecto de Lei n.º 54/X

Projecto de Lei n.º 54/X Projecto de Lei n.º 54/X Regula a organização de atribuição de graus académicos no Ensino Superior, em conformidade com o Processo de Bolonha, incluindo o Sistema Europeu de Créditos. Exposição de motivos

Leia mais

Proposta de Regulamento de Apoio e Financiamento do Associativismo Desportivo

Proposta de Regulamento de Apoio e Financiamento do Associativismo Desportivo Proposta de Regulamento de Apoio e Financiamento do Associativismo Desportivo Dezembro 2007 Capítulo I Disposições gerais Artigo 1.º Âmbito e objecto 1. O presente regulamento visa definir as normas e

Leia mais

Regras de enquadramento do POPH. O presente documento técnico integra fichas de síntese das principais Tipologias de Intervenção do POPH.

Regras de enquadramento do POPH. O presente documento técnico integra fichas de síntese das principais Tipologias de Intervenção do POPH. Regras de enquadramento do POPH O presente documento técnico integra fichas de síntese das principais Tipologias de Intervenção do POPH. Este documento é orientativo da regulamentação do Programa, não

Leia mais

PROGRAMA PRODER COOPERAR EM PORTUGUÊS MISSÃO A CABO VERDE ENSINO TÉCNICO-PROFISSIONAL DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL. 14 a 19 de Novembro 2011

PROGRAMA PRODER COOPERAR EM PORTUGUÊS MISSÃO A CABO VERDE ENSINO TÉCNICO-PROFISSIONAL DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL. 14 a 19 de Novembro 2011 PROGRAMA PRODER COOPERAR EM PORTUGUÊS MISSÃO A CABO VERDE ENSINO TÉCNICO-PROFISSIONAL DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL 14 a 19 de Novembro 2011 QUEM NÃO SAI DE SUA CASA, CRIA MIL OLHOS PARA NADA A TERRAS DE

Leia mais

A inovação e essencial à competitividade

A inovação e essencial à competitividade Crédito A inovação e essencial à competitividade das empresas Financiamento para a inovação e desenvolvimento do sector agrícola, agro-alimentar e florestal sai reforçado no mais recente Quadro Comunitário

Leia mais

PEJ AÇORES. Associação Regional Parlamento Europeu dos Jovens Núcleo Açores

PEJ AÇORES. Associação Regional Parlamento Europeu dos Jovens Núcleo Açores CONTRIBUTO DA ASSOCIAÇÃO REGIONAL PARLAMENTO EUROPEU DOS JOVENS NÚCLEO AÇORES PARA O LIVRO BRANCO DO COMITÉ DAS REGIÕES SOBRE GOVERNAÇÃO A VÁRIOS NÍVEIS A (PEJ-A) responde ao desafio do Comité das Regiões

Leia mais

Comunicado de imprensa

Comunicado de imprensa Comunicado de imprensa A educação para a cidadania nas escolas da Europa Em toda a Europa, o reforço da coesão social e a participação activa dos cidadãos na vida social estão no centro das preocupações

Leia mais

E- Marketing - Estratégia e Plano

E- Marketing - Estratégia e Plano E- Marketing - Estratégia e Plano dossier 2 http://negocios.maiadigital.pt Indíce 1 E-MARKETING ESTRATÉGIA E PLANO 2 VANTAGENS DE UM PLANO DE MARKETING 3 FASES DO PLANO DE E-MARKETING 4 ESTRATÉGIAS DE

Leia mais

Associação Espaço Mundo Associação de Apoio ao Estudante Africano APEAL ARAL-Associação Associação de Residentes do Alto do Lumiar

Associação Espaço Mundo Associação de Apoio ao Estudante Africano APEAL ARAL-Associação Associação de Residentes do Alto do Lumiar REFERÊNCIA: 081 DESIGNAÇÃO: ALL ARTES - Espaço MuDança BIP/ZIP em que pretende intervir: 25. Cruz Vermelha 26. Pedro Queiróz Pereira ENTIDADES: Promotoras: Parceira: Associação Espaço Mundo Associação

Leia mais

Lisboa 2014 FICHA DE CANDIDATURA

Lisboa 2014 FICHA DE CANDIDATURA Lisboa 2014 Refª: 008 Tempos Livres em Segurança Grupo de Trabalho dos Bairros e Zonas de Intervenção Prioritária (BIP/ZIP) Rua Nova do Almada, nº 2-3º Andar 1100-060 Lisboa Telefone: 21 322 73 60 Email

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL TEIXEIRA GOMES

ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL TEIXEIRA GOMES Inovação e Qualidade Plano de Ação Estratégico - 2012/2013 ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL TEIXEIRA GOMES PROJECTO DE INTERVENÇÃO PLANO DE ACÇÃO ESTRATÉGICO 2012/2013 Escola de Oportunidades e de Futuro Telmo

Leia mais

Centro de Informação Europeia Jacques Delors. Oferta formativa

Centro de Informação Europeia Jacques Delors. Oferta formativa Oferta formativa 2009/2010 Centro de Informação Europeia Jacques Delors DGAE / Ministério dos Negócios Estrangeiros Curso de Formação «A Cidadania Europeia e a Dimensão Europeia na Educação» Formação acreditada,

Leia mais

ALTERAÇÕES 35-98. PT Unida na diversidade PT 2011/0371(COD) 7.6.2012. Projeto de parecer Silvia-Adriana Țicău (PE487.940v01-00)

ALTERAÇÕES 35-98. PT Unida na diversidade PT 2011/0371(COD) 7.6.2012. Projeto de parecer Silvia-Adriana Țicău (PE487.940v01-00) PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão da Indústria, da Investigação e da Energia 2011/0371(COD) 7.6.2012 ALTERAÇÕES 35-98 Projeto de parecer Silvia-Adriana Țicău (PE487.940v01-00) sobre a proposta de regulamento

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO CONSULTORIA E AUDITORIA ALIMENTAR AUDITOR LÍDER ISO

PÓS-GRADUAÇÃO CONSULTORIA E AUDITORIA ALIMENTAR AUDITOR LÍDER ISO PÓS-GRADUAÇÃO CONSULTORIA E AUDITORIA ALIMENTAR AUDITOR LÍDER ISO 22000:2005 Lead Auditor Training course ENTIDADES PARCEIRAS SGS PORTUGAL SOCIEDADE GERAL DE SUPERINTENDÊNCIA, S.A. O Grupo SGS Société

Leia mais

S.R. DA EDUCAÇÃO E CULTURA. Despacho Normativo Nº 30/2002 de 23 de Maio

S.R. DA EDUCAÇÃO E CULTURA. Despacho Normativo Nº 30/2002 de 23 de Maio S.R. DA EDUCAÇÃO E CULTURA Despacho Normativo Nº 30/2002 de 23 de Maio Ao abrigo do disposto no n.º 6 da Resolução nº 76/2002, de 2 de Maio determino: É aprovado o Regulamento do programa Mobilidade e

Leia mais

REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DE MINISTROS DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR DA COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA (CPLP)

REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DE MINISTROS DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR DA COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA (CPLP) REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DE MINISTROS DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR DA COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA (CPLP) Lisboa, 29 de Agosto de 2009 DECLARAÇÃO FINAL Os Ministros responsáveis

Leia mais

ELEIÇÃO 2014 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA BRASIL 27 DO BRASIL QUE TEMOS PARA O BRASIL QUE QUEREMOS E PODEMOS DIRETRIZES GERAIS DE GOVERNO

ELEIÇÃO 2014 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA BRASIL 27 DO BRASIL QUE TEMOS PARA O BRASIL QUE QUEREMOS E PODEMOS DIRETRIZES GERAIS DE GOVERNO ELEIÇÃO 2014 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA BRASIL 27 DO BRASIL QUE TEMOS PARA O BRASIL QUE QUEREMOS E PODEMOS DIRETRIZES GERAIS DE GOVERNO CUMPRIR E FAZER CUMPRIR A CONSTITUIÇÃO 1. Cumprir e fazer cumprir a

Leia mais

O que esperar do SVE KIT INFORMATIVO PARTE 1 O QUE ESPERAR DO SVE. Programa Juventude em Acção

O que esperar do SVE KIT INFORMATIVO PARTE 1 O QUE ESPERAR DO SVE. Programa Juventude em Acção O QUE ESPERAR DO SVE Programa Juventude em Acção KIT INFORMATIVO Parte 1 Maio de 2011 Introdução Este documento destina-se a voluntários e promotores envolvidos no SVE. Fornece informações claras a voluntários

Leia mais

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO. Entre O INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO. e O SINDICATO DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO. Entre O INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO. e O SINDICATO DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO Entre O INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO e O SINDICATO DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA Considerando que: 1. A mudança política, social, cultural, económica e tecnológica,

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE GOVERNO DA PROVÍNCIA DE MAPUTO DIRECÇÃO PROVINCIAL DA JUVENTUDE E DESPORTOS DE MAPUTO 5. Realizações da instituição, Planos da Instituição e Serviços prestados ao Publico 5.1 NO

Leia mais

P L A N O D E A C T I V I D A D E S

P L A N O D E A C T I V I D A D E S Agência Regional de Energia e Ambiente do Norte Alentejano e Tejo P L A N O D E A C T I V I D A D E S = 2008 = Janeiro de 2008 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. ACTIVIDADES A DESENVOLVER NO ANO DE 2008... 5

Leia mais

Com a publicação dos novos Estatutos da Escola -Diário da República, 2ª série, nº 164, 25 de Agosto de 2009, por iniciativa do Conselho de Direcção,

Com a publicação dos novos Estatutos da Escola -Diário da República, 2ª série, nº 164, 25 de Agosto de 2009, por iniciativa do Conselho de Direcção, Com a publicação dos novos Estatutos da Escola -Diário da República, 2ª série, nº 164, 25 de Agosto de 2009, por iniciativa do Conselho de Direcção, iniciou-se um trabalho de reflexão e discussão, tendo

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DECISÃO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DECISÃO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 14.7.2004 COM(2004) 471 final 2004/0152 (COD) Proposta de DECISÃO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que cria o programa 'JUVENTUDE EM ACÇÃO' para o período

Leia mais

Plano de Comunicação/Divulgação Pós LIFE

Plano de Comunicação/Divulgação Pós LIFE O Plano de Comunicação/Divulgação Pós LIFE, visa dar a conhecer a forma como a CMMN pretende continuar a divulgar os resultados obtidos ao longo do projecto GAPS. Dividido em duas partes, a primeira tem

Leia mais

SEMINÁRIO OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES PARA AS EMPRESAS INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE FINANCIAMENTO DAS EMPRESAS OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES

SEMINÁRIO OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES PARA AS EMPRESAS INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE FINANCIAMENTO DAS EMPRESAS OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES SEMINÁRIO OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES PARA AS EMPRESAS INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE FINANCIAMENTO DAS EMPRESAS OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES Jaime Andrez Presidente do CD do IAPMEI 20 de Abril de 2006 A inovação

Leia mais

Criar uma cultura de segurança e saúde no trabalho na União Europeia

Criar uma cultura de segurança e saúde no trabalho na União Europeia Agência Europeia para a Segurança e a Saúde no Trabalho Criar uma cultura de segurança e saúde no trabalho na União Europeia Síntese do Relatório Anual 2005 ISSN 1725-7816 1. 2. 3. Síntese do Relatório

Leia mais

Cascais Desenvolve Alcabideche e São Domingos de Rana Comissão Social de Freguesia de São Domingos de Rana

Cascais Desenvolve Alcabideche e São Domingos de Rana Comissão Social de Freguesia de São Domingos de Rana Cascais Desenvolve Alcabideche e São Domingos de Rana Comissão Social de Freguesia de São Domingos de Rana Março 2015 (FEDER, Fundo de Coesão, FSE, FEADER e FEAMP) DESENVOLVIMENTO LOCAL DE BASE COMUNITÁRIA

Leia mais

EIXO I - IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA NACIONAL DE CULTURA

EIXO I - IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA NACIONAL DE CULTURA III CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE CULTURA APRESENTAÇÃO DOS 04 (QUATRO) EIXOS A SEREM DISCUTIDOS NA CONFERÊNCIA EIXO I - IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA NACIONAL DE CULTURA Foco Nacional: Impactos da Emenda Constitucional

Leia mais

Planeamento de Actividades e Orçamentos - 2012 -

Planeamento de Actividades e Orçamentos - 2012 - Planeamento de Actividades e Orçamentos - 2012 - WACT We Are Changing Together A WACT é uma Organização Não Governamental para o Desenvolvimento (ONGD), apolítica, laica, e sem fins lucrativos, com a missão

Leia mais

Plano Geral de Formação

Plano Geral de Formação Plano Geral de Formação 2 0 1 6 A Católica Business Schools Alliance é constituída por: Índice Mensagem de boas vindas Católica Business Schools Alliance 10 razões para nos escolher MBA Atlântico Oficina

Leia mais

Nós! - criação de Equipas Divulgação do Projecto x A divulgação iniciou-se apenas em Dezembro devido Locais de Voluntariado

Nós! - criação de Equipas Divulgação do Projecto x A divulgação iniciou-se apenas em Dezembro devido Locais de Voluntariado I Eio de Intervenção Grupos Vulneráveis (População Idosa) Ações Atividades Eecutado Iniciado mas eecutado Justificação para a não conclusão/eecução Projeto Menos Sós Mais Elaboração do Projecto Nós! -

Leia mais