SOCIEDADE PARAENSE DE GASTROENTEROLOGIA

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1 SOCIEDADE PARAENSE DE GASTROENTEROLOGIA R E S U M O S

2 Caros Colegas, Belém, cidades das mangueiras, do açaí, do tacacá e de tantos outros encantos, os recebe de braços abertos para o XI Congresso Norte Nordeste de Gastroenterologia DO FUNCIONAL AO ORGÂNICO. Trabalhamos arduamente para oferecer a todos uma programação bem atualizada na área da Gastroenterologia e que contará com a participação de renomados palestrantes nacionais e internacionais. Além disso, teremos a XIII Jornada Brasileira de Câncer Gástrico, o tradiocional Gastropará, que será o VII, que vem acompanhado do V Gastroped e III Gastronutri. Vamos juntos fazer um congresso de amigos novos e antigos, trocar experiências, aprender, despertar o interesse dos mais jovens e o mais importante conviver em harmonia, para o nosso bem estar. Acredito que todos sairemos engrandecidos deste Congresso. Agradecemos por sua presença. Dra. Ana Paula Pinto Waknin Presidente da SPG

3 Dr. José Roberto de Almeida Presidente da Federação Brasileira de Gastroenterologia Presidente do XI Congresso Norte Nordeste de Gastroenterologia Membros da Comissão Organizadora e Científica Local Dra. Ana Paula Pinto Waknin Dra. Ana Paula R. Guimarães Dra. Betânia Cavalcante Dr. Erivaldo Maués Dr. Geraldo Ishak Dr. Marcos Moreno Dr. Mauro Pantoja Dr. Octávio Gomes de Souza Jr Dr. Paulo Assumpção Dr. Pedro Mufarrej Hage Dra. Rejane Cavalcante Dra. Rosa Gusmão Dr. Tárik Valente Científica Regional Dr. Agostinho de Paiva Masullo - AM Dra. Carla Leite Minomo - SE Dr. Fábio Gomes Teixeira - MA Dr. Gláucio Nóbrega Souza - PB Dra. Joceli Oliveira dos Santos - PI Dr. Jônio Arruda Luz - TO Dr. Laércio Tenório Ribeiro - AL Dra. Karla Ramos Melo Oliveira - BA Dr. Roberto Luiz Silva Oliveira - RN Dr. Sérgio Pessoa - CE Dr. Uyapuran Torres Medeiros - PE Diretoria da Sociedade Paraense de Gastroenterologia Dra. Ana Paula Pinto Waknin - Presidente da SPG Dra.Betânia Cavalcante Dr. Geraldo Ishak Dr. Paulo Assumpção Dr. Tárik Valente

4 Mangal das Garças R E S U M O S Vasos Marajoara Mangal das Garças

5 HÉRNIA INTERNA ABDOMINAL PÓS GASTROPLASTIA EM Y DE ROUX: UM ESTUDO DE CASO Raíssa da Fonseca Ramosde Queiroz; Waldônio de Brito Vieira; Tarik Olivar de Nunes Valente; Karen Margarete da Silva Franco ; Natália da Fonseca Ramos de Queiroz ; Robson Tadachi Moraes de Oliveira. Instituição: Universidade Federal do Pará, Hospital Amazônia, Centro Universitário do Estado do Pará, Universidade do Estado do Pará, Hospital Ophir Loyola; Universidade do Estado do Pará. Introdução:Hérnias internas abdominais são protrusões de órgãos abdominais, geralmente intestino delgado(id),através de abertura peritoneal ou mesentérica anormal,congênitas ou adquiridas(pós traumatismos ou procedimentos cirúrgicos).atualmente as hérnias internas adquiridas têm incidência crescente, em razão do aumento de intervenções cirúrgicas, como a cirurgia bariátrica ou gastroplastia.objetivo: Relatar um caso de abdome agudo intestinal, por hérnia interna transmesentérica resultante de procedimento videocirúrgico de gastroplastia em y de roux.métodos:avaliação clínica de paciente e prontuário e revisão de literatura. Base de dados Medline/Pubmed e Scielo;Resultados:ISF,23 anos,feminino,procedente de Belém,deu entrada no serviço de urgência do Hospital Amazônia(17/11/13, Belém PA)com dor abdominal difusa de início há 10 dias,tipo cólica,moderada intensidade, periumbilical,associada a náuseas,vômitos e anorexia.houve piora da dor nas últimas 48 horas com distensão abdominal e vômitos, além de parada na eliminação de gases e fezes,motivando a procura de atendimento.histórico de gastoplastia há 3 anos.exame físico:abdome flácido,normotenso,doloroso a palpação em hipogástrio e ruidos hidroaéreos aumentados.hemograma:leucocitose discreta(11.900/mm³)e neutrofilia(segmentados 93% /mm³).Radiologia:moderada quantidade de líquido livre na cavidade abdominal.distensão liquida de alças intestinais de delgado, medindo até 4,0 cm de diâmetro,acumuladas em flanco esquerdo,espessamento de válvulas coniventes e imagem sugestiva de torção de segmento de alça/mesentério próximo à entero-enteroanastomose.segmentos distais do ID colabados e ausência de gás na ampola retal.tc sugestiva de obstrução do ID por hérnia interna.confirmação vídeolaparoscopica,com achado de hérnia interna transmesentérica decorrente da ruptura da sutura mesentérica,pós gastroplastia,ocorrida na altura da entero-entero anastomose prévia(gastroplastia em y de roux).sendo realizada a limpeza da cavidade,lise de bridas e enterorrafia, com redução da hérnia e fechamento do orifício mesentérico.ato operatório sem intercorrências.durante internação hospitalar, em pós-operatório(po),paciente evoluiu sem dor.alta hospitalar no 2 dia PO,em21/11/13, com transito intestinal normalizado.conclusão:orienta-se para a necessidade de uma intervenção clínico-cirurgica imediata nos pacientes com histórico de cirurgia bariátrica e quadro abdominal característico no pós operatório tardio de gastroplastias INCIDÊNCIA DE OBSTRUÇÃO DE SONDA NASOENTERAL EM UM HOSPITAL PARTICULAR EM BELÉM-PA. Lorena Barros Bianchini; Pedro Hage; Andrey Beltrão Duarte Fernandes; Erica Georgia Melo Braga; Erika Silva Spessirits ; Juliana Mauri Furlaneto; Instituições: Cesupa, Hospital Amazônia INTRODUÇÃO: O adequado suporte nutricional por sonda nasoenteral (SNE) tem papel importante na evolução de pacientes graves e naqueles impossibilitados da administração de nutrição via oral. A obstrução da SNE é um problema comum e tem muitas causas, como: entupimento por alimentos ou outras partículas sólidas, ou impactação de abertura distal contra a mucosa gastrointestinal. São causas raras de obstrução da sonda nasoenteral a auto- amarração do tubo e a presença de parasitas na SNE. OBJETIVO: Analisar a incidência de obstrução de sonda nasoenteral em pacientes internados com dieta enteral, no ano de 2008 a 2011, no hospital Amazônia em Belém-PA. MÉTODO DE ESTUDO: Realizou-se um estudo transversal a partir da análise de 320 pacientes com sonda NE internados no Hospital Amazônia em Belém - Pará, no ano de 2008 a 2011.RESULTADOS: No hospital Amazônia de 2008 a 2011 foram internados 320 pacientes com sonda nasoenteral para dieta e destes 187 tiveram sondas obstruídas, que perfaz a taxa de incidência de 58,43% de obstrução. Essas não puderam ser desobstruídas e tiveram que ser trocadas. Os motivos mais comuns foram falta de lavagem da sonda pós dieta enteral e tempo prolongado de sonda NE aguardando realização de gastrectomia.discussão: A taxa de obstrução de SNE para dieta no Hospital Amazônia é maior do que a encontrada na literatura (média de 2,8%), no entanto as principais causas relacionadas a obstrução são compatíveis com os resultados dessa pesquisa. Contudo, a incidência geral de obstrução de sonda muito elevada, demonstra que a manipulação equivocada da sonda pela enfermagem e familiares foi o grande ponto favorável a sua troca, fato este, ocorrendo algumas vezes no mesmo paciente. Após introdução de protocolo e atualização da educação continuada com a enfermagem e familiares, houve significativa redução do fato obstrução de sonda.conclusão: A incidência de obstrução da sonda nasoenteral do Hospital Amazônia é alta, porém após protocolo de manipulação houve melhora deste evento, mas ainda elevado em relação a literatura pesquisada.

6 INCIDENCIA DE FÍSTULA EM PACIENTES SUBMETIDOS A CIRURGIA BARIATRICA PELA TÉCNICA DO BYPASS GÁSTRICO, EM UM HOSPITAL PRIVADO, NA CIDADE DE BELEM-PA. Marielle de Nazaré Gonçalves de Lima e Silva; Edson Yuzur Yasojima; Lorena Torres Giacomin; Tayana Aguiar Gomes; Vinícius Cortês Viana; Amanda Teixeira Labelle Castanheira; Instituição: Centro Universitário do Estado do Pará INTRODUÇÃO: A obesidade tem aumentado a prevalência no mundo. No Brasil, aproximadamente 51 % da população está acima do peso e 17% da população encontra-se em estado de obesidade. Esta acomete principalmente o sexo masculino (54%) e a faixa etária de 35 a 44 anos (16,6%).Um dos tratamentos mais eficazes para a obesidade é a cirurgia bariátrica, sendo esta, realizada mais de pela população obesa. A cirurgia bariátrica é um procedimento que visa o tratamento da obesidade e das doenças associadas ou agravadas por ela. A técnica mais utilizada no Brasil (cerca de 75% das cirurgias) é a Bypass gástrico, uma gastroplastia com desvio intestinal em Y de Roux. Dentre as complicações desta técnica temos a fístula que acomete 1,8 % das cirurgias bariátricas realizadas no mundo. OBJETIVO: Analisar a incidência de fístula em pacientes que foram submetidos a cirurgia bariátrica com utilização da técnica bypass gástrico no hospital Amazônia em Belém PA. METODOLOGIA: Foi realizado um estudo transversal a partir da analise em 788 cirurgias bariátrica com a técnica Bypass gástrico por videolaparoscopia realizadas no Hospital Amazônia em Belém - Pará, de julho de 2006 até dezembro de RESULTADOS: Foram diagnosticados 6 (0,76%) casos de fistulas nas 788 cirurgias realizadas. Sendo que, 3 fístulas foram tratadas cirurgicamente e outras 3, clinicamente, com jejum prolongado e NPP periférica. DISCUSSÃO: a taxa de fístula nos pacientes operados no Hospital Amazônia é menor do que a encontrada na literatura e a conduta relacionada ao seu tratamento é compatível com os trabalhos de Gumbs AA e Carrodeguas L, portanto, é não condizente com os dados desse trabalho. CONCLUSÃO: A incidência de fístula no serviço de cirurgia bariátrica do hospital Amazônia é baixa, em concordância com a literatura TRATAMENTO CONSERVADOR DE FÍSTULA BILIAR NO TRAUMA ABDOMINAL FECHADO: RELATO DE CASO. MORAES L.A.; GONÇALVES T.T.;OLIVEIRA C.G; ALMEIDA J.P.O; COSTA R.A.L; MASCARENHAS JUNIOR M.F Instituição: Hospital Universitário João de Barros Barreto Introdução: As fístulas são comunicações anormais entre duas superfícies epitelizadas e seu surgimento representa uma séria complicação. Em função disso há poucos problemas cirúrgicos que necessitem mais atenção do que uma fístula digestiva. Até 85% ocorrem como complicação pós-operatória, especialmente em situações de emergência. Acontecem normalmente entre o quinto e o décimo dia pós-operatório. Qualquer circunstância que haja um defeito ou crie condições que interfira com a cicatrização normal pode levar a fístula digestiva. Objetivo: relatar caso de paciente com fístula biliar de tratamento conservador após trauma abdominal fechado. Metodologia: Paciente do sexo masculino, 10 anos, admitido no HUJBB procedente do Pronto-Socorro Municipal no 28º PO de Laparotomia Exploradora por trauma abdominal fechado. Apresentava dreno túbulo-laminar em hipocôndrio direito com débito bilioso. Realizou colangiografia pelo dreno onde se observa pequena fístula de via biliar periférica. Paciente apresentou boa evolução, com diminuição do débito da fístula. Recebeu alta hospitalar com débito desprezível e programado retorno ambulatorial. Conclusão: Fístulas digestivas envolvem controle clínico rigoroso e em muitos casos requerem intervenção cirúrgica. Em caso de fístulas com baixo débito e fora do transito intestinal, pode-se adotar conduta expectante evoluindo com fechamento espontâneo.

7 ESTEATOSE HEPÁTICA EM INDIVÍDUOS DIABÉTICOS X NÃO DIABÉTICOS Nelba Maria Alves Macêdo Lima; Valeria Maria de Siqueira Gomes; Larissa Nobre Lins; Teófanes Melo Silva. Instituição: Secretaria Municipal de Saúde de Maceió; Universidade Federal de Alagoas INTRODUÇÃO: A esteatose hepática, que se caracteriza por acúmulo de lípides no fígado, é um estágio da doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA), esta pode variar de um quadro esteatose até evoluir para cirrose, hepatite crônica e carcinoma hepatocelular.apesar de ser uma condição de elevada prevalência, sua frequência em nosso meio é pouco conhecida em determinados grupos de risco como diabéticos, porém tem sido considerada a doença hepática mais comum no mundo ocidental e está aumentando de maneira considerável, principalmente entre obesos, pois a DHGNA está fortemente associada à dislipidemia, obesidade e diabetes mellitus do tipo 2.A EH pode ser diagnosticada através da ultrassonografia (USG), que tem sido considerada um bom método para avaliação de esteatose por se tratar de um método não invasivo, de fácil acesso e de baixo custo. OBJETIVO: Avaliar a prevalência de esteatose hepática (EH) em indivíduos diabéticos, comparando-a com a prevalência em indivíduos não diabéticos.material E MÉTODOS: Foram avaliadas duas populações: 55 adultos de ambos os sexos sem Diabetes Mellitus (DM) e 41 adultos de ambos os sexos com diagnóstico prévio de DM. Para todos os pacientes foi calculado o Índice de Massa Corpórea (IMC) [Valores de Referência: Abaixo do peso IMC<18,5; Saudável IMC entre 18,5 e 24,9; Sobrepeso IMC entre 25,0 e 29,9 e Obesidade IMC>30,0] e solicitada a USG abdominal para diagnóstico da EH. Foram excluídos os pacientes com alcoolismo, tireoideopatias, hepatopatias crônicas, doenças autoimunes e nefropatias. Os dados foram tabulados no Microsoft Office Excel 2007.RESULTADOS: As populações estudadas englobaram ambos os sexos e possuíram média de idade semelhante. Na população com DM, à USG abdominal, 83% apresentaram algum grau de EH, sendo 46,3% de grau leve, 29,2% moderado e 7,3% acentuado. De acordo com o IMC, 61% foram considerados obesos e apenas 7,3% estiveram na faixa de eutrofia. Já na população não diabética, todos os indivíduos eram obesos e 69% apresentaram EH à USG abdominal. CONCLUSÃO: A prevalência de EH na população de indivíduos diabéticos foi de 83%, em contraste aos 69% da população não diabética. No entanto, devido à alta prevalência de indivíduos obesos em associação com DM, pode-se inferir a associação de ambas as condições para o surgimento da EH nesses indivíduos. Conclui-se que a obesidade isolada é altamente preditora de EH e a concomitância de diabetes nessa população aumenta consideravelmente o surgimento da doença PREVALÊNCIA DE ESTEATOSE HEPÁTICA À ULTRASSONOGRAFIA ABDOMINAL EM INDIVÍDUOS DIABÉTICOS Nelba Maria Alves Macêdo Lima; Valeria Maria de Siqueira Gomes; Larissa Nobre Lins; Teófanes Melo Silva Instituição: Secretaria Municipal de Saúde de Maceió; Universidade Federal de Alagoas INTRODUÇÃO: Esteatose Hepática (EH) é uma condição do fígado causada pelo acúmulo de gordura. Quanto maior e mais prolongado for esse acúmulo, maiores são os riscos de lesão hepática e de Esteato-Hepatite ou Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica, podendo evoluir em cerca de 20% dos casos, para Cirrose Hepática. Sabe-se que a principal causa de EH é o consumo de bebidas alcoólicas, porém obesidade, diabetes mellitus tipo 2, hiperlipidemia e algumas drogas também são fatores determinantes dessa doença.o diagnóstico pode ser feito pela alteração de enzimas hepáticas e pela ultrassonografia (USG) de abdômen. OBJETIVO: Avaliar a prevalência de EH detectada por USG em indivíduos diabéticos de uma comunidade do município de Maceió-AL, no período de abril a dezembro de MATERIAL E MÉTODOS: Foram avaliados 41 adultos de ambos os sexos com diagnóstico prévio de Diabetes Mellitus (DM). Para todos os pacientes foi calculada a medida do Índice de Massa Corpórea (IMC) [Valores de Referência (VR): Abaixo do peso IMC<18,5; Saudável IMC entre 18,5 e 24,9; Sobrepeso IMC entre 25,0 e 29,9 e Obesidade IMC>30,0] e solicitada a USG abdominal para diagnóstico da EH. Os pacientes foram submetidos a dosagens séricas de glicemia de jejum (VR: normal<100) e pós-prandial (VR: normal<140), alanina transaminase (ALT) (VR: normal<32), aspartato transaminase (AST) (VR: normal<31), triglicerídeos (VR: normal<150) e colesterol total (VR: normal<200). Foram excluídos pacientes com alcoolismo, tireoideopatias, hepatopatias crônicas, doenças autoimunes e nefropatias. Os dados foram tabulados no Microsoft Office Excel RESULTADOS: Na população estudada, 58,5% eram do sexo feminino e a media de idade foi de 47,2 anos. À USG abdominal, 83% apresentaram algum grau de EH, sendo 46,3% de grau leve, 29,2% moderado e 7,3% acentuado. De acordo com o IMC, 61% foram considerados obesos e 7,3% estiveram na faixa de eutrofia. Os exames laboratoriais evidenciaram alterações da glicemia de jejum em 36,5% dos pacientes, da glicemia pós-prandial em 80,4%, dos triglicerídeos em 73%, do colesterol total em 46,3%, AST em 26,8% e ALT em 19,5%. CONCLUSÃO: Desta forma, nota-se que a prevalência de EH encontrada na população estudada foi de 83%, valor acima do encontrado na literatura nacional. No entanto, mais da metade dos pacientes eram concomitantemente diabéticos e obesos, sendo esta associação os principais fatores de risco para EH. Sugere-se, portanto, a investigação de EH em diabéticos não obesos.

8 ÓBITOS PRECEDIDOS DE INTERNAÇÕES POR COLELITÍASE E COLECISTITE NO MUNICÍPIO DE BELÉM PA, NO PERÍODO DE JANEIRO DE 2013 A DEZEMBRO DE 2013 Paulo Cesar Barreto Filho; Diego Barros Florenzano de Sousa; Luna do Carmo Varela Natália Rodrigues Eugêniom ); Raíssa Leão de Andrade; Silvana Martins Quaresma Instituição: Centro Universitário do Estado do Pará; Santa Casa de Misericórdia do Pará; Introdução: Para a saúde pública, as doenças do trato biliar são de grande relevância, dentre elas, 95% são atribuíveis à colelitíase. A maioria de pessoas acometidas podem viver por décadas sem sintomatologia alguma. Existem dois tipos principais de cálculos biliares que são de colesterol ou de sais de cálcio da bilirrubina. O excesso de colesterol impede a sua solubilização pelos sais biliares, causando uma deficiência neste processo, este lipídio se agrega formando o cálculo, acontecendo de forma semelhante com os sais de cálcio insolúveis anormais na bilirrubina não conjugada. Assim, estas são as principais causas de irritação física e química, e obstrução da vesícula biliar, sendo assim principal causa de colecistite (LUZ, 2012). Objetivos: Esta pesquisa tem como objetivo quantificar o número de óbitos por colelitíase e colecistite de pacientes que estavam internados no município de Belém PA, durante o período de Janeiro de 2013 a Dezembro de Metodologia: O presente estudo é caracterizado por ser do tipo primário, observacional, transversal, retrospectivo, analítico e de prevalência. A fonte de dados foi o DATASUS (Departamento de Informática do SUS), na área de informações de saúde, com direcionamento para área de epidemiologia e de morbidade, e pelo banco de dados do SIAB (Sistema de Informações da Atenção Básica).Não houve necessidade de submissão ao CEP, porém, foi respeitado o Código de Ética em Pesquisa e Resolução 196/96. Resultados: Foi analisada uma população de pacientes cadastrados no SIAB residentes no município de Belém PA durante o período referido. Encontrou-se então, pacientes que foram internados por colelitíase e colecistite. Dos quais 24 foram a óbito por complicações das referidas patologias. Conclusão: Assim, a colelitíase e colecistite foram responsáveis por 0,29% internações na população de Belém. Dos quais, por complicações diversas ocasionou o óbito de 0,79% destes pacientes internados, relativamente próximo a porcentagem de óbitos após internação no Pará, que é de 0,66%. Estas complicações geralmente são acarretadas pela progressão da inflamação pelos tecidos adjacentes, manifestando periotonite, sepse de cavidade abdominal e até formação de fístulas por formação de abscesso. Assim, a atenção ao momento a internação é a principal forma de prevenção do óbito INTERNAÇÕES SEGUIDAS DE ÓBITO POR DOENÇA ALCOÓLICA DO FÍGADO EM BELÉM-PA, DE JANEIRO A DEZEMBRO DE 2013 Luna Varela do Carmo; Fábio Brito Braga; Natália Rodrigues Eugênio; Raíssa Leão de Andrade; Paulo César Barreto Filho; Silvana Martins Quaresma Instituição: Centro Universitário do Estado do Pará Introdução: O espectro da doença hepática alcoólica (DHA) é bastante variável, englobando a Esteatose Hepática, Esteato-Hepatite e a Cirrose Hepática. A patogenia envolve a agressão hepática efetuada pelo álcool, através de sua metabolização em acetaldeído, formação de radicais livres, peroxidação lipídica e condução de endotoxinas para a circulação portal. Esses processos levam à liberação de citocinas inflamatórias e diapedese, culminando com uma resposta imune local, que, por perpetuação do hábito, agrava o quadro clínico do paciente (MATOS, Luís, 2013). Objetivo: Identificar o número de óbitos por DHA em pacientes internados em Belém no ano de Metodologia: Estudo primário, transversal, retrospectivo e de prevalência. Os dados foram coletados pelo sistema DATASUS (Departamento de Informática do SUS), na seção de internações e óbitos, com especificações pelos pesquisadores. Não houve necessidade de submissão ao CEP, mas prezou-se pelo respeito ao Código de Ética em Pesquisa e Resolução 196/96. Resultados: No ano de 2013, foram registradas internações hospitalares em Belém, das quais 142 pacientes apresentaram a DHA como causa principal e 31 evoluíram a óbito. Neste período a região Norte totalizou 110 óbitos pela doença, destes, 45 ocorreram em solo paraense. Conclusão: A DHA foi responsável por 0,14% do total de internações hospitalares na cidade de Belém do Pará no ano de 2013 e apresentou um índice de letalidade de cerca de 21,8% dos pacientes acometidos. Em 2013, o Pará foi o estado da região Norte que mais apresentou casos de óbito após a internação por DHA, com destaque para a capital. Com base nos dados expostos, nota-se a importância do registro clínico sobre o etilismo nas consultas médicas e adequada abordagem para prevenir o surgimento ou agravamento das possíveis doenças relacionadas a este hábito.

9 INTUSSUSCEPÇÃO NO ADULTO: CONDIÇÃO RARA Myriam Ruth da Silva Magalhães; Tarik Olivar de Nunes Valente; Cristine Bessa Gondim Maia; Kelly Kerolayne Marinho Marques ; Leonnan Pinho Botelho de Sá Oliveira; Lucianna Serfaty de Holanda. Instituição: Centro Universitário do Estado do Pará INTRODUÇÃO: Intussuscepção é a invaginação de um segmento proximal através do lúmen de uma porção intestinal distal. A fisiopatologia foi atribuída às contrações intestinais arrítmicas, constituindo importante causa de obstrução intestinal em crianças, não frequente nos adultos, comum no sexo masculino. O quadro clínico é variável e os exames radiológicos auxiliam no diagnósticos. O tratamento comumente resulta em ressecções dos segmentos intestinais envolvidos. RELATO DE CASOS: No período de , no Hospital Amazônia, da Beneficência Nipo Brasileira da Amazônia, Belém-Pará, ocorreram 3 casos de intussuscepção intestinal em adultos, do sexo masculino, com idade de 23, 33 e 40 anos. Os pacientes apresentaram quadro clínico semelhante, sugestivo de oclusão intestinal, com dor e distensão abdominal, variando de 1 a 4 dias de sintomas. Ao raio X abdominal, apenas um paciente apresentou imagem em alvo, sendo os outros dois com quadro obstrutivo. O tratamento instituído foi a laparotomia exploradora com redução manual da intussuscepção, todas em intestino delgado, realizado enterectomia com enterro anastomose terminal em 2 casos e 1 resolvido apenas com a redução da intussuscepção. Os pacientes tiveram boa evolução pósoperatória. DISCUSSÃO: A intussuscepção intestinal, embora comum na pediatria, é rara em adultos, responsável por 5% de todos os casos e por 1% das obstruções intestinais. No adulto tem etiologia definida em cerca de 80 a 90% dos casos, com as neoplasias sendo a principal causa e a relação entre homens e mulheres é de 3:1, confirmando prevalência em nossa observação. CONCLUSÃO: Apesar de rara, a intussuscepção no adulto é uma entidade clínica que deve ser lembrada em casos de oclusão ou sub-oclusão intestinal, o médico deve estar atento aos sinais sugestivos do caso nos exames de imagem, não retardando o tratamento cirúrgico APENDICECTOMIA VIDEOLAPAROSCOPICA: ANÁLISE DE 650 CASOS. Ozita Lamara Lobo Ferreira; Tarik Olivar de Nunes Valente; Monique de Almeida Pinto; Heitor Bastos Neves; Juliana Fonseca Araújo; Aline da Silva Amoras Instituição: Centro Universitário do Estado do Pará A apendicectomia é o tratamento de escolha para os casos de apendicite aguda e a evolução das técnicas operatórias faz da videocirurgia boa opção terapêutica. Objetivo - Analisar os achados clínicos e demográficos de 650 pacientes com apendicite aguda, bem como a viabilidade e evolução intra e pós-operatória das apendicectomias videolaparoscópicas neles realizadas. Métodos - Foram estudados todos os pacientes com diagnóstico confirmado de apendicite submetidos à cirurgia videolaparoscópica no Hospital da Beneficência Nipo-Brasileira da Amazônia, no período de agosto de 2000 a dezembro de 2013, com a utilização de protocolo para a coleta de dados. Ele incluía dados demográficos, aspectos clínicos e de achados físicos para o diagnóstico, resultados do leucograma, aspectos técnicos do procedimento cirúrgico, posição do apêndice, fase de infla- mação apendicular, operações associadas realizadas, tempo operatório, complicações pós-operatórias e a recuperação pós-operatória. Resultados - Observou-se que a maioria dos pacientes encontrava-se entre a segunda e terceira décadas e a apendicite era mais comum nos homens. Dor em fossa ilíaca direita, febre, náuseas e vômitos ocorreu em 65% e 85% apresentaram leucocitose. A disposição anatômica apendicular mais encontrada foi pélvica em 82% dos casos, seguida da retrocecal com 8%, da retrocecal-subserosa com 6% e da subserosa com 4%. Em 10% dos casos foram realizadas operações associadas. A média de tempo operatório foi de 45 minutos, com taxa de conversão de 3%. Não foram observadas complicações intra-operatórias e as pós-operatórias foram de 6%. O tempo de internação ficou na média de 36,5 horas. O retorno às atividades habituais ocorreu em média de 5 dias. Conclusão A apendicectomia videocirurgia é procedimento seguro, eficaz com restabelecimento rápido dos pacientes, devendo ser sempre pensada quando for tratado quadro de apendicite aguda em qualquer idade.

10 COLECISTITE AGUDA LITIÁSICA E APENDICITE AGUDA: RELATO DE CASO DE ABDOME AGUDO INFLAMATÓRIO CONCOMITANTE Pedromar Valadares Melo; Joyce Carolina Silva dos Anjos; Nívea Emília Portilho Gomes; Thiago Afonso Carvalho Celestino Teixeira; Vinícius Araújo Reis; Marco Aurélio da Costa Serruya. Instituição: Universidade Federal do Amapá Introdução: Colecistite aguda relaciona-se com cálculos biliares em 90% a 95% dos casos e a obstrução do ducto cístico é o evento principal na gênese da colecistite aguda. Apendicite é a emergência cirúrgica geral mais comum e deve ser considerada como diagnóstico diferencial em todos os casos de dor abdominal aguda e a presença dessas patologias concomitantes é incomum.objetivo: Descrever um relato de caso de abdome agudo inflamatório com colecistite e apendicite associadas, descrito no Hospital São Camilo, município de Macapá, estado do Amapá, em 2014, com diagnóstico pré-operatório de colecistite litiásica. Metodologia: Trata-se de um relato de caso com a concomitância de duas etiologias de abdome agudo no mesmo paciente. Procedeu-se ao acompanhamento clínico, análise de exames complementares, tratamento cirúrgico e pós-operatório de uma paciente com colecistite e apendicite aguda atendida pelo serviço de Cirurgia Geral. Os dados foram coletados do prontuário e de entrevista com o paciente em consulta de acompanhamento após sua aceitação em participar de tal pesquisa realizada revisão de prontuário. Resultados: Paciente S. S. S. C, 37 anos, solteira, nulípara, natural de Macapá. Deu entrada no pronto atendimento no dia 10/03/14 com história de dor abdominal em quadrante superior direito.ao exame físico: estado geral sem alterações, abdome globoso, normotenso, doloroso à palpação profunda em hipocôndrio direito com sinal de Murphy positivo e descompressão brusca negativa. Foi realizado o exame de ultrassonografia de abdome com diagnóstico de colecistopatia litiásica sem outras alterações. Foi avaliada por um cirurgião que indicou o procedimento cirúrgico: colecistectomia videolaparoscópica, com os achados cirúrgicos de vesícula biliar túrgida com paredes espessadas e apêndice cecal hiperemiado, aumentado de tamanho e friável, com presença de fibrina e líquido periapendicular, e ceco de implantação alta, elevando a localização do apêndice. Foi submetida à colecistectomia e apendicectomia laparoscópica sem intercorrências. Apresentou boa evolução e recebeu alta hospitalar no 3º dia pós-operatório sem queixas. Conclusão: A presença concomitante de colecistite e apendicite é incomum. O quadro clínico e o exame físico podem ser semelhantes nos casos de implantação alta do ceco elevando a posição do apêndice.a videocirurgia permite um inventário adequado da cavidade peritoneal, o diagnóstico e a resolução dessas patologias quando associadas CISTOADENOMA MUCINOSO DE APÊNDICE: RELATO DE CASO COM DIAGNÓSTICO PRÉ-OPERATÓRIO Pedromar Valadares Melo; Nívea Emília Portilho Gomes; Joyce Carolina Silva dos Anjos; Vinícius Araújo Reis; Thiago Afonso Carvalho Celestino Teixeira; Marco Aurélio da Costa Serruya; Instituição: Universidade Federal do Amapá Introdução: O cistoadenoma mucinoso é um achado raro, sua incidência é de 0,2 a 0,3% após apendicectomias o que corresponde a 0,2-0,5% de todos os tumores do trato gastrointestinal. O diagnóstico pré-operatório é difícil devido à falta de especificidade dos sintomas, sendo que até 60% dos diagnósticos são feitos durante laparotomias por outras causas. Objetivo: Ressaltar a possibilidade do diagnóstico de cistoadenoma mucinoso em espécimes apendiculares que simulem mucocele de apêndice em exames de imagem pré-operatórios. Metodologia: Trata-se de um relato de caso de cistoadenoma mucinoso descrito no Hospital São Camilo, em 2013 no município de Macapá, com diagnóstico pré-operatório. Foi realizado acompanhamento clínico, análise de exames complementares e tratamento cirúrgico de um paciente com diagnóstico de mucocele de apêndice pela tomografia computadorizada de abdome. Os dados foram coletados do prontuário e de entrevista com o paciente durante sua internação após sua aceitação em participar de tal pesquisa. Resultados: Paciente do sexo feminino, branca, 46 anos, natural de Baião-Pará procurou ambulatório de ginecologia com quadro de dor pélvica, contínua de moderada intensidade, que piorava em ortostase e que dificultava a deambulação há 2 meses. Em agosto de 2013 procurou o cirurgião devido dor localizada e persistente na fossa ilíaca direita. Exame físico geral sem anormalidades, abdome globoso constitucional, flácido, dor leve a palpação em FID, sem massas palpáveis. Foi solicitada ultrassonografia abdominal com resultado de hidrossalpinge e TC de abdome evidenciando formação expansiva cística tubuliforme na localização do apêndice cecal sugestiva de Mucocele. Foi submetida a Laparotomia exploradora com apendicectomia com achado intra-operatório de apêndice distendido, com conteúdo liquido em seu interior. Realizada congelação intra-operatória: ausência de malignidade na amostra analisada. Paciente evoluiu sem intercorrências e recebeu alta hospitalar no 4 dia de pós-operatório. Em seguimento da paciente o resultado da patologia foi de cistoadenoma mucinoso de apêndice. Conclusão: O cistoadenoma mucinoso além de ser uma patologia incomum, apresenta quadro clínico variado, algumas vezes semelhante à apendicite aguda. O diagnóstico pré-operatório, como nesse caso, pode permitir a escolha da técnica adequada e evitar complicações graves como o pseudomixoma peritoneal.

11 COLANGITE AGUDA EM GRÁVIDA: RELATO DE CASO. Pedromar Valadares Melo; Joyce Carolina Silva dos Anjos; Nívea Emília Portilho Gomes; Marco Aurélio da Costa Serruya ; Vinícius Araújo Sousa Reis ; Thiago Afonso Carvalho Celestino Teixeira. Instituição: Universidade Federal do Amapá Introdução: Colangite é uma infecção bacteriana ascendente do sistema ductal biliar com obstrução mais comumente consequente a coledocolitíase,com clínica incluindo icterícia, febre e calafrios, dor abdominal, conhecida como Tríade de Charcot. É a segunda causa não obstétrica que requer abordagem cirúrgica na gestação, sendo a colelitíase responsável por 90% dos casos. Objetivo: Descrever um de caso de colangite em grávida, descrito no Hospital São Camilo, município de Macapá, estado do Amapá, em 2014 submetida a colecistectomia videolaparoscópica com colangiografia intraoperatória e drenagem de vias biliares. Metodologia: Tratase de um relato de caso. Procedeu-se ao acompanhamento clínico, análise de exames complementares, tratamento cirúrgico e pósoperatório em 15 dias de uma paciente com colangite em grávida atendido pelo serviço de Cirurgia Geral. Os dados foram coletados do prontuário e de entrevista com o paciente em consulta de acompanhamento após sua aceitação em participar de tal pesquisa Realizada revisão de prontuário. Resultados: Paciente A.C.J.S.S, 22 anos, casada, natural de Macapá, na 12º semana de gestação. História de 16 meses de dor pós-prandial em hipocôndrio direito associada a êmese apresentando piora nos últimos 3 meses acrescido na última semana de febre, icterícia, colúria. Ao exame físico apresentava mal estado geral, consciente, orientada, desidratada, ictérica (++/4), taquicárdica, febril, normotensa. Ultrassonografia de abdome com vesícula biliar distendida com paredes espessadas, apresentando cálculos, medindo em média 7 mm, sem outras alterações. Submetida a colecistectomia laparoscópica com colangiografia intraoperatória (28/02/2014) com achado de dilatação de vias biliares extra-hepáticas, sem falhas de enchimento sugerindo cálculos, com sinais sugestivos de papilite. Após discutir o caso com endoscopista presente na sala para possível realização de papilotomia endoscópica e single stage, optou-se pela drenagem da via biliar com dreno transcístico para abreviar o tempo cirúrgico. Apresentou boa evolução e recebeu alta hospitalar no 3º dia pós-operatório. Submetida a colangiografia pós-operatória no dia 12/03/14 sem alterações. Conclusão: Na colangite aguda em grávidas, a intervenção cirúrgica precoce, preferencialmente videolaparoscópica, com disponibilidade de abordagem endoscópica concomitante da via biliar, pode reduzir riscos e complicações graves, melhorando o prognóstico dessas pacientes TRATAMENTO CIRÚRGICO VIDEOLAPAROSCÓPICO DE INSULINOMAS Daniel Pereira Rezende de Almeida; Andre Takashi Oti; Valéria de Queiroz Moura ; Ana Carolina Castro Oliveira; José Claudio Rodrigues Filho; Caroline Moura Uliana Instituição: Centro Universitário do Estado do Pará INTRODUÇÃO: Insulinoma é um tumor pancreático raro que causa hipersecreção de insulina, com uma incidência anual de 4 em cada 1 milhão de pessoas. Ocorre habitualmente entre a quinta e a sexta décadas de vida, e com maior frequência nas mulheres (2:1). O quadro clínico é caracterizado pela tríade de Whipple. O manejo via videolaparoscopia de insulinomas tornou-se cada vez mais popular, testes de localização no pré-operatório são especialmente importantes em cirurgia minimamente invasiva, pois a localização do tumor determina a abordagem cirúrgica. Além disso, por o tumor não poder ser palpado, a ultrassonografia intraoperatória laparoscópica desempenha um papel crucial na localização das lesões e determina sua relação anatômica com o ducto pancreático e os vasos sanguíneos ao redor. Após a remoção bem sucedida do insulinoma, a maioria dos pacientes são curados de sua doença. A taxa de cura é de aproximadamente 89-96% e a maioria destes casos são lesões solitárias benignas. MÉTODOS: Foram estudados um homem e uma mulher, com idade de 33 e 21 anos, respectivamente, com quadro clínico compatível com insulinoma, sendo proposta, após comprovação de imagem, enucleação da lesão por videolaparoscopia, com ultra-sonografia intraoperatória. OBJETIVOS: Relatar a aplicabilidade da videolaparoscopia com ultra-sonografia intra-operatória em dois casos diagnosticados e tratados cirurgicamente. RESULTADOS: Foram operados no Hospital da Beneficência Portuguesa de SP, no ano de 2006 e 2007, dois casos de insulinomas por videolaparoscopia. Um paciente do sexo masculino com 33 anos e uma paciente feminina de 21 anos. Os dois pacientes apresentavam a tríade de Whipple no pre operatório, sendo os nódulos pancreáticos, respectivamente de 2 cm e 2,5 cm, detectados por RNM. Ambos foram submetidos a enucleação por vídeolaparoscopia, facilitada pela sua localização, parede anterior de corpo pancreático e pela utilização de ultrassonografia intraoperatória. A paciente do sexo feminino evoluiu com fístula pancreática no 5 dia pós operatório sendo realizado tratamento conservador (drenagem mantida desde o intra-operatório). Ambos evoluíram com remissão dos sintomas associados a hipoglicemia no pós-operatório, com tempo médio de alta com 5 dias. O resultado no histopatológico confirmou tratar-se de insulinoma nos 2 casos. CONCLUSÃO: A ressecção de tumores pancreáticos pequenos, sobretudo os insulinomas, por videolaparoscopia é factível e viável, com boa recuperação no pósoperatório.

12 INCIDÊNCIA DE TROMBOEMBOLISMO PULMONAR EM PACIENTES SUBMETIDOS A CIRURGIA BARIÁTRICA EM HOSPITAL PRIVADO, BELÉM-PARÁ. Priscila da Silva Jadão; Tárik Olívar De Nunes Valente; Ulysses Teixeira da Silva; Ziloci Ferreira Dos Santos Júnior; Eunice Augusta de Oliveira Souza; Carla Caroline Guedes Instituição: Centro Universitário do Estado do Pará INTRODUÇÃO: Atualmente cerca de 67% dos norte-americanos apresentam sobrepeso ou obesidade e na maioria dos países europeus a prevalência se encontra entre 40% e 50%. As indicações para a realização de cirurgia bariátrica adotadas pelo ministério da saúde, válidas para adultos entre 18 e 65 anos são as seguintes: adultos com IMC 40kg/m2 sem comorbidades, adultos com IMC 35kg/m2 com uma ou mais comorbidades associadas. As complicações no pós-operatório de cirurgia bariátrica são inerentes a condição clínica do paciente e ao ato cirúrgico, presença de doenças associadas, cirurgia abdominal anterior, a experiência do cirurgião e da instituição que disponibiliza o procedimento. OBJETIVO: Avaliar a incidência de tromboembolismo pulmonar (TEP) em pacientes submetidos a cirurgia bariátrica, em um hospital privado, na cidade de Belém Pará. MATERIAL E MÉTODOS: Foram realizadas no período de 2006 a 2013, no Hospital Amazônia da Beneficência Nipo Brasileira, na cidade de Belém do Pará, 788 cirurgias bariátricas pela técnica do By Pass gástrico por videolaparoscopia, sendo registrado 4 casos de TEP. RESULTADOS: 4 casos de TEP, em 788 cirurgias bariátricas, 3 em pacientes do sexo feminino (43, 46 e 51 anos) e 1 caso em paciente do sexo masculino (55 anos). O IMC das mulheres era respectivamente de 43, 42 e 46, e das três pacientes duas eram hipertensas e fumantes. No caso do sexo masculino o paciente era diabético e hipertenso e já havia colocado um Stent cardíaco 4 anos antes da cirurgia, com IMC igual a 51, não fumante. CONCLUSÃO: Considerando o número de cirurgias realizadas a incidência de TEP foi considerada baixa, com forte associação não só com o procedimento cirúrgico mas também as comorbidades evidenciadas pelos pacientes como hipertensão, diabetes e tabagismo ANÁLISE DO CONTROLE GLICÊMICO EM RATOS WISTAR ALBINOS APÓS CIRURGIA EXPERIMENTAL DE DUODENECTOMIA PARCIAL EM COMPARAÇÃO COM CONTROLE. Lohrane Rosa Bayma ; Moisés Hamoy; Renan Reis Caldas; Ana Luiza Prieto Farinassi; Brenda Gonçalves Maciel; Jonathan Souza Sarraf Instituição: Universidade Federal do Pará Introdução: O Diabetes Mellitus tipo II (DMII) é uma doença crônica relacionada com o aumento dos níveis de glicose devido à resistência a insulina ou à produção insuficiente da mesma. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) cerca de 346 milhões de pessoas são afetadas pelo DMII, número que tende a ser duplicado até 2030, sendo essa doença responsável por cerca de 5% das mortes no mundo. Atualmente, a terapêutica para DMII ainda é insatisfatória, logo diversos tratamentos alternativos para o controle glicêmico vêm sendo propostos, dentre eles, a cirurgia de duodenectomia parcial, realizada no âmbito experimental. A possível eficiência deste procedimento baseia-se na redução dos níveis do hormônio gastric inhibitory polypeptide (GIP) e aumento do glucagon-like peptide-1 (GLP-1), alterações responsáveis pela redução glicêmica. Objetivo: Analisar a eficácia da cirurgia de duodenectomia parcial no controle glicêmico. Metodologia: Foram utilizados dois ratos Wistar albinos, sendo um para procedimento cirúrgico e outro para controle em condições semelhantes. No animal para o procedimento foi realizada a abertura da cavidade peritoneal, exposição de vísceras e localização do estômago e duodeno. Em seguida, os terços medial e distal do duodeno foram isolados, sem que as vias biliares e pancreáticas fossem obstruídas. Retirou-se 1 centímetro de região duodenal, com posterior entero-anastomose das bordas restantes com fio 6.0 absorvível. Realizou-se o fechamento da cavidade peritoneal e aplicação de antibiótico subcutâneo, alojando os animais em biotério comum com alimentação e hidratação adi libidum. Após sete dias do procedimento foram injetados 2 ml de solução aquosa de sacarose, na concentração 2,2 g/ml via gavagem com cânula endoesofágica. As taxas glicêmicas foram medidas com glicosímetro a cada 15 minutos durante 1 hora. A análise dos dados foi realizada com auxílio do Excel Resultados: Apesar da obtenção inicial de maiores índices glicêmicos no animal operado, as análises sucessivas revelaram um melhor controle da glicemia, atingindo valores menores que o animal controle. Conclusão: O maior índice glicêmico inicial do rato operado provavelmente está relacionado a erros metodológicos, os quais devem ser corrigidos, porém, apesar dessa limitação, o animal operado obteve um melhor controle da glicemia, evidenciando resultados satisfatórios do procedimento.

13 A IMPORTÂNCIA DO EPPLON COMO FATOR PROTETOR DA CAVIDADE PERITONEAL Jonathan Souza Sarraf; Jorge Alberto Langbeck Ohana; Luis Eduardo Werneck de Carvalho; Alana Valeria Matos Besteiro (; Jessé Moreira Soares; Mariana de Souza Dias Instituição: Universidade Federal do Pará; Centro Universitário do Estado do Pará, Oncológica Brasil Introdução: Mucocele de apêndice cecal (Epplon) é entidade clínica rara, sendo encontrada em 0,07 a 0,3% das apendicectomias realizadas, sendo confirmada apenas no intra-operatório. Acima de 50% das vezes são achados incidentais. São conseqüentes à obstrução. Histologicamente Higa a divide em hiperplasia local ou difusa da mucosa, cistoadenoma mucinoso e cistoadenocarcinoma mucinoso. Atinge mais as mulheres com idade superior a 55 anos. O quadro clínico é absolutamente inespecífico, podendo mesmo ser assintomático. Dor em cólica crônica ou intermitente, dor leve na FID, alteração do hábito intestinal, anemia, hematoquezia e até mesmo sinais de hematúria.o diagnóstico é feito geralmente no intra-operatório e, raras vezes em achados de ultrasson (US) ou raios-x simples. A tomografia computadorizada (CT) poderá demonstrar a presença de mucocele. O tratamento é limitado a apendicectomia com os cuidados habituais pertinentes ao achado. Objetivo: Relatar um caso de formação de Epplon de apêndice cecal e correlaciona-lo como fator protetor da cavidade peritoneal. Relato de Caso: Apresentamos caso de paciente do sexo feminino, AMFL, de 65 anos de idade, doméstica. Apresentava dor hipogástrica a seis meses, de moderada intensidade, tipo cólica, que se irradiava para a região lombar à direita. Não havia relação com a alimentação e negava anorexia e perda de peso. Há dois meses apresentou massa em FID com expansão para o FD. Avaliação urológica normal. Colonoscopia e clister opacos e normais. As alterações se evidenciaram ao US e à CT ambas demonstrado massa cística em FID, de aproximadamente 8 cm de diâmetro. À laparotomia exploradora evidenciou-se presença de volumosa massa cística de apêndice cecal, livre de bloqueios, poupando a base do órgão. Realizada apendicectomia. Ao exame da peça observou-se presença de muco viscoso translúcido, ocupando a luz do órgão que tinha completa deterioração de sua mucosa. O exame histopatológico constatou tratar-se de hiperplasia mucosa do apêndice cecal. O pós-operatório transcorreu sem anormalidades e continuamos a acompanhála após 10 anos, tendo excelente evolução clínica. Conclusão: Podemos concluir que a formação de Mucocele ou Epplon na cavidade peritoneal é de valor sinequanon para a proteção da mesma, sendo achados como o encontrado em nosso relato de grande relevância para a afirmação deste fatores protetores dentro do sistema digestivo HEMORRAGIA DIGESTIVA OBSCURA CAUSADA POR NEUROFIBROMATOSE JEJUNAL Jonathan Souza Sarraf ; Jorge Alberto Langbeck Ohana; Luis Eduardo Werneck de Carvalho; Alana Valeria Matos Besteiro; Jessé Moreira Soares; Mariana de Souza Dias Instituição: Universidade Federal do Pará, Oncológica Brasil, Centro Universitário do Estado do Pará Introdução: Os tumores do Intestino delgado são relativamente raros, porém de grande variedade, podendo ser benignos, aqueles com Ectopias Tissulares, Hamartomas, Malígnos e os Metastáticos. Destacamos neste trabalho os tumores nervosos que podem apresentar-se como Schawanomas, Ganglioneuromas e NeuroFibromas. Estes tipos de tumorações podem causar compressões intestinais, invaginações e Hemorragias. A Neurofibromatose é doença de base familiar de herança autossômica dominante comprovada e ocasiona o aparecimento de neurofibromas, foco de nosso relato, e apresenta-se de maneira esporádica na população. Os neurofibromas formados podem ser Tipo I (Doença de Von Reckiinghausen, ligada ao cromossomo 17) ou do Tipo II (tumores do VIII nervo ligado ao cromossomo 22). Os neurofibromas do Tipo I costumam apresentar sangramentos digestivos, em sua grande maioria sangramento digestivos altos, cerca de 80 a 90% dos casos, e em menor grau sangramento obscuros, cerca de 1 a 5%, além de manifestações como Hematêmese, Melena, Hematoquezia e sangue ocultos nas fezes, cerca de 50 a 100 ml/dia. Objetivos: Abordar os aspectos variados da Neurofibromatose Jejunal com apresentações de sangramento obscuro, através de relato de caso cirúrgico. Relato de Caso: RMCV, 43 anos, mulher, solteira, Belém. Admitida de urgência com DOR epigástrica, náuseas, vômitos alimentares, tontura e lipotímia. Melena há 36 horas. Portadora de doença de Von Recklinhause. Paciente apresentou piora clínica e foi feita reposição volêmica após novos sangramentos. Após exames de Arteriografia (selding) AMS com imagem suspeita foi encaminhada para Laparotomia Exploradora. Na Laparotomia exploradora com Incisão mediana foram encontradas duas tumorações extra-luminais em jejuno alto, intestino delgado apresentando demasiadamente hemorrágico em sua luz. Foi realizada Enterectomia + entero-enteroanastomose. A macroscopia da peça foi encaminhada para Histopatológico, sendo este apresentado posteriormente com resultado de Tumor estromal benigno em parede de Intestino delgado, com distúrbio circulatório focal. Paciente evoluiu em UTI durante 72 horas, após melhora clínica satisfatória recebeu alta hospitalar no sétimo dia pós-operatório e não apresentando sintomas posteriores. Conclusão: Podemos perceber a importância de tumores intestinais na apresentação de quadros hemorrágicos de difícil diagnóstico clínico, cursando normalmente com cirurgias para verificação de patologias intra-abdominais.

14 QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES SUBMETIDOS À CIRURGIA BARIÁTRICA PELA TÉCNICA DE SLEEVE GASTRECTOMY VIDEOLAPAROSCÓPICA Nathalya Botelho Brito; Marcus Vinícius Henriques Brito ; Alberto Magalhães ; Caio Vinicius Botelho Brito. Instituição: Universidade do Estado do Pará Introdução: segundo a Organização Mundial de Saúde (2011), 65% da população mundial vive em países onde o sobrepeso e a obesidade mata mais que a desnutrição. Além disto, observou-se que a obesidade no mundo mais que dobrou desde 1980, e que em 2008, 1.5 bilhões de adultos, maiores de 20 anos, estavam com sobrepesoobjetivo: avaliar a qualidade de vida de pacientes submetidos à cirurgia bariátrica pela técnica de Sleeve Gastrectomy videolaparoscópica. Método: estudo transversal, realizado no primeiro trimestre de 2012 em 30 indivíduos com 12 meses de pós-operatório de cirurgia bariátrica. O trabalho foi conduzido por meio de um questionário próprio de coleta de dados baseado no protocolo BARIATRIC ANALYSIS AND REPORTING OUTCOME SYSTEM (BAROS, 1998). Resultados: dos pacientes estudados, 73% eram do sexo feminino, 30 a 39 anos, IMC inicial de 41,3 kg/m² e 28,5kg/m² após 12 meses de cirurgia, 3% de tabagistas e 73% de praticantes de atividade física no pós-operatório. 57% de perda de peso % do excesso de 50-74%, comorbidades maiores sendo hipertensão arterial sistêmica (43%) seguida de osteoartrite (20%), tendo 30% todas as maiores co-afecções resolvidas e outras melhoradas. 83% com auto-estima, 70% com disposição para atividades físicas, 37% com relacionamento social, 64% com disposição para o trabalho e 50% com interesse em sexo, todos estes aspectos muito melhorados e; 43% obtiveram resultado excelente da cirurgia. Conclusão: Na presente pesquisa, segundo os dados obtidos no protocolo BAROS, em pacientes submetidos à cirurgia bariátrica pela técnica de Sleeve gastrectomy por videolaparoscopia, 13 pacientes (43,3%) tiveram resultado excelente, 11 (36,6%) muito bom e 6 (20%) bom, após 12 meses de cirurgia. Não constando pacientes com resultado aceitável ou falha INCISÃO SUBCOSTAL BILATERAL EM CIRURGIA DE GASTRECTOMIA TOTAL Mariana de Souza Dias; Jorge Alberto Langbeck Ohana; Luis Eduardo Werneck de Carvalho; Alana Valeria Matos Besteiro;Aluizio Augusto Pereira Semblano; Brena Araújo da Silva de Souza Instituição: Universidade do Estado do Pará, Oncológica Brasil, Centro Universitário do Estado do Pará. INTRODUÇÃO: As incisões abdominais medianas são as mais utilizadas para cirurgias nas regiões do epigastro e do mesogastro, apesar das evidências de que outras incisões alternativas, como a incisão lateral paramediana e a incisão transversal, podem reduzir as chances de hérnias incisionais. Se necessário, como alternativa, alguns cirurgiões também preferem a incisão bilateral subcostal, incisão de Leclerc, que resulta em excelente exposição do estômago e do esôfago distal. OBJETIVO: Avaliar incisão bilateral subcostal como alternativa para pacientes em condições bem determinadas, a qual proporciona um campo de trabalho confortável ao cirurguião. MÉTODO: Avaliou-se a eficiência da incisão bilateral subcostal por meio da análise clínica do paciente no pós operatório e do campo de trabalho no momento da cirurgia. RELATO: Os autores apresentam uma alternativa já existente para realização de Gastrectomia por câncer gástrico, utilizando a via subcostal bilateral, incisão de Leclerc, a qual habitualmente não é realizada, sendo a eleita a incisão mediana xifoumbilical. A referida incisão é mais trabalhosa tanto na abertura quanto na síntese, mas, em pacientes com acentuada abertura do ângulo subcostal, poderá oferecer um campo de trabalho confortável, além de menos dor no pós-operatório por obedecer as linhas de força da pele. CONCLUSÃO: Paciente evoluiu com bom pós operatório, necessitando de menos analgésicos em relação aos pacientes submetidos ao mesmo procedimento, mas com incisões diferentes, também permanecendo menos tempo em no hospital TRATAMENTO DE DOENÇA HEMORROIDÁRIA COM BISTURI HARMÔNICO: ANÁLISE 535 CASOS. Ivy de Almeida Cavalcante; Tarik Olivar de Nunes Valente; Rafaela Mácola Marques; Alline Oliveira das Neves Mota; Lucianna Serfaty de Holanda; Raillkerson Romeu Lopes Instituição: Centro Universitário do Estado do Pará INTRODUÇÃO: A doença hemorroidária é uma enfermidade do canal anal, ocorrendo quando há congestão, dilatação e aumento dos corpos cavernosos formando grandes emaranhados vasculares, submucosos ou subcutâneos, flexíveis que se enchem de sangue constituindo os mamilos hemorroidários. Ocorrem mais em mulheres do que homens, em todas as faixas etárias, porém e mais incidente na quarta década de vida e mais raro na infância e adolescência. Nos EUA a incidência é em torno de 58% em pessoas acima de 40 anos1,2. OBJETIVO: Analisar os casos de hemorroidectomias operadas com bisturi harmônico em hospital privado na cidade de Belém-Pa. MATERIAL E MÉTODOS: Foram estudados 535 casos de hemorroidectomias realizadas pela técnica aberta (Morgan-Milligan) com bisturi harmônico, operados no Hospital da Beneficência Nipo-Brasileira da Amazônia, no período de outubro de 2005 a dezembro de 2013, com pacientes de ambos os sexos. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Foi encontrada uma distribuição quanto ao gênero de 60% de homens e 40% de mulheres, com faixa etária variando de 19 a 64 anos. Dos pacientes operados 95% não apresentaram dor no pós-operatório e 5% tiveram dor mínima a moderada, com completa cicatrização da ferida entre 4 a 8 semanas. Apenas 1 (um) caso apresentou hemorragia pós operatória necessitando de re-operação. Ozer, em 2008, comparou as duas técnicas de cirurgia aberta utilizando bisturi harmônico (caso) e bisturi elétrico (controle), reproduzindo os resultados acima encontrados, tais como: menor dor no pós-operatório e durante primeira defecação nos pacientes operados com bisturi harmônico; menor consumo de analgésicos dentre o grupo caso; menor presença de sangramentos no grupo operado com técnica harmônica e também menor tempo cirúrgico nos pacientes deste grupo. CONCLUSÃO: a utilização do bisturi harmônico é factível e viável, com recuperação mais rápida, melhor cicatrização e baixos índices de complicações.

15 INTERNAÇÕES POR DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL NO ESTADO DO PARÁ, DE JANEIRO A DEZEMBRO DE 2013 Autores: Luna Varela do Carmo; Fábio Brito Braga; Natália Rodrigues Eugênio; Raíssa Leão de Andrade; Paulo César Barreto Filho; Silvana Martins Quaresma Instituição: Centro Universitário do Estado do Pará Introdução: As Doenças Inflamatórias Intestinais (DII) compreendem a Doença de Crohn (DC), a Retocolite Ulcerativa (RU) e a Síndrome do Intestino Irritável, sendo apenas as duas primeiras quantificadas pelo DATASUS. DC e RU apresentam similaridades, como a etiologia multifatorial e a presença de diarréia no quadro clínico; e particularidades, como o fato de a primeira ser mais relacionada ao íleo terminal e cólon proximal, ao passo que a segunda é mais frequentemente restrita ao intestino grosso e mais relacionada a ocorrência de sangramento retal (ZATERKA & EISIG, 2011). Objetivo: Identificar o número de internações por Retocolite Ulcerativa e Doença de Crohn no Estado do Pará, no ano de Metodologia: Estudo primário, transversal, retrospectivo e de prevalência. Os dados foram coletados utilizando o sistema DATASUS (Departamento de Informática do SUS), na seção de internações, com especificações pelos pesquisadores. Não houve necessidade de submissão ao CEP, mas prezou-se pelo respeito ao Código de Ética em Pesquisa e Resolução 196/96. Resultados alcançados: No ano de 2013, a região Norte foi responsável por 265 casos registrados de DII. Desse total, o Estado do Pará apresentou 158 casos, com destaque para o município de Capitão Poço (n=80). Conclusão: O Pará foi o estado detentor do maior número de casos de DII registradas pelo sistema DATASUS na região Norte, apresentando cerca de 59,6% do total, com maior incidência no município de Capitão Poço, possuindo 50,6% dos casos registrados no estado ÓBITOS POR DIARREIA E GASTROENTERITE AGUDA DE ORIGEM INFECCIOSA PRESUMÍVEL NA FAIXA ETÁRIA DE 6 A 11 MESES POR OCORRÊNCIA NA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM, ESTADO DO PARÁ, NOS PERÍODOS DE 2008 E 2011 Autores: Jessika Rafaela Paixão Dias; José Joaquim De Oliveira Neves; Raissa Leão De Andrade Instituição: Centro Universitário do Estado do Pará INTRODUÇÃO: A Organização Mundial da Saúde caracteriza a diarréia como três ou mais evacuações líquidas ou semilíquidas em 24 horas, ou ainda uma única semilíquida contendo muco e sangue no período de 12 horas. A doença diarreica aguda (DDA) é uma das doenças mais comuns em crianças em todo o mundo, caracterizando-se pelo aparecimento abrupto. É importante ressaltar que a diarréia atinge pessoas de qualquer faixa etária, mas é na infância que esta afecção causa maior mortalidade (SCIELO, 2008).OBJETIVO: O estudo em questão tem como objetivo realizar uma comparação analítico-numérica entre óbitos por diarreia e gastroenterite aguda infecciosa presumível na faixa etária de 6 a 11 meses por ocorrência na região metropolitana de Belém, estado do Pará, nos períodos de 2008 e 2011, ressaltando a interferência do saneamento básico na redução da morbimortalidade infantil por enfermidades diarreicas.metodologia: Este estudo é do tipo primário, observacional, comparativo analítico-numérico, transversal, retrospectivo e controlado. Os dados foram coletados pelo Departamento de Informática do SUS (DATASUS), na área de informações de saúde, com direcionamento para a área de Estatísticas Vitais e para o banco de dados de Mortalidade 1996 a 2011, pelo CID-10, com ênfase para óbitos infantis. Tal análise baseia-se em uma comparação entre o número relativo de óbitos por diarreia e gastroenterite aguda de origem infecciosa presumível na faixa etária de 6 a 11 meses por ocorrência na Região metropolitana de Belém, estado do Pará, nos períodos de 2008 e RESULTADOS: O número relativo de notificações de óbitos por diarreia e gastroenterite aguda de origem infecciosa presumível na faixa etária de 6 a 11 meses por ocorrência na região metropolitana de Belém, estado do Pará, no período de 2008 foi de 26,47% em um total de 34 casos, enquanto que no período de 2011 tal número foi de 20% em um total de apenas 5 casos. CONCLUSÃO: Baseado nos dados obtidos, concluímos que houve uma significativa redução da morbimortalidade notificada nos períodos estudados, presumivelmente devido à expansão das condições de saneamento básico que vem ocorrendo nas últimas décadas no país, ou a uma subnotificação da doença, uma vez que o DATASUS depende de fontes para ser alimentado. uma significativa redução da morbimortalidade notificada nos períodos estudados, presumivelmente devido à expansão das condições de saneamento básico que vem ocorrendo nas últimas décadas no país, ou a uma subnotificação da doença, uma vez que o DATASUS depende de fontes para ser alimentado..

16 TERAPIA BIOLÓGICA COM INFLIXIMABE NA DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL: AVALIAÇÃO DA RESPOSTA TERAPÊUTICA NO PRIMEIRO ANO DE TRATAMENTO. Arlene dos Santos Pinto; José Miguel Luz Parente; Daniela Calado Lima Costa; Emanuel Lobato Caldas de Oliveira ; Marco Philipe Teles Reis Pontes; Darla Viana Ramos. Instituição: Universidade Federal do Piauí Introdução: Infliximabe é um agente imunobiológico indicado para indução e manutenção de remissão clínica em pacientes com doença de Crohn (DC) com comportamentos estenosante e penetrante e nas formas moderadas a graves dos casos com comportamento inflamatório; bem como nas formas graves e fulminantes de retocolite ulcerativa idiopática (RCUI). Objetivo: Avaliar a resposta terapêutica após a indução de remissão e ao final do primeiro ano de tratamento.as principais indicações para terapia biológica com infliximabe foram doença fistulizante e falha terapêutica.resultados: Foram incluídos 40 pacientes. A idade variou entre 17 a 76 anos, sendo 17 (42,5%) do sexo masculino e 23 (57,5%) do sexo feminino. Os fenótipos raciais foram: 26 (65%) indivíduos com características miscigenadas, 13 (32,5%) brancos e um (2,5%) negro. Segundo a classificação de Viena para Doença de Crohn, os sujeitos da pesquisa apresentavam as seguintes características à época do diagnóstico: quanto à idade (A), 22 (73,3%) tinham idade <40 anos (A1) e 8 (26,7%) com 40 anos (A2); localização (L) da doença: L1 = 6 (20%), L2 = 12 (40%), L3 = 10 (33,3%) e L4= 2 (6,6%); quanto ao comportamento da doença (B), 12 (40%) pacientes tinham comportamento B1, 3 (10%) comportamento B2 e 15 (50%) comportamento B3. A média de pontos dos IADCs foram: 266 na semana 0, 138 (17-483; DP: 102) na semana 10, 83 (13-215; DP: 54) na semana 26 e e semana 52 foram, respectivamente 90% e 76,6%. A resposta clínica, indicada pela queda de 100 pontos do IADC após a fase de indução de remissão, na semana 26 e semana 52 foram, respectivamente 10% e 16,6%.Todos os pacientes apresentaram fechamento completo das fistulas ao término da indução da remissão. No que diz respeito à RCUI, os sujeitos da pesquisa apresentavam as seguintes características referente a localização da doença: retossigmoidite =3, colite esquerda =1 e pancolite = 6. As médias de pontos do Mayo Clinic na semna semanas 0, 6, 24 e 54 foram, respectivamente: 7, 4, 3 e 3. Remissão clínica após a fase de indução, na semana 26 e semana 52 ocorreu em 5, 6 e 6 pacientes, respectivamente. A resposta clínica, indicada pela queda de pontos do Mayo Clinic após a fase de indução de remissão, na semana 26 e semana 52 ocorreu em em 5, 6 e 8 pacientes, respectivamente. Conclusão: Neste estudo, observou-se elevadas taxas de remissão e resposta clínica na fase de indindução, que se mantiveram após o início de tratamento, em pacientes com DC e RCUI PERFIL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM HELICOBACTER PYLORI Katia Soares de Oliveira; Danielle Bruno Jardim; Cássia Maria Oliveira de Oliveira; Valesca de Souza Ueoka; Instituição: Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará; Centro Universitário do Pará, Centro Universitário do Estado do Pará Introdução:A infecção pelo Helicobacter pylori (HP) é uma das mais prevalentes entre os seres humanos, afetando aproximadamente metade da população mundial. Muitos estudos têm demonstrado que a infecção inicia-se na infância, especialmente nos países em desenvolvimento (Rodrigues; Corvelo, 2007). A transmissão do HP pode ocorrer, predominantemente, através do contato pessoa-pessoa, podendo ser por contaminação fecal-oral ou oral-oral. Na infância, o principal fator de risco é a baixa condição socioeconômica, envolvendo a qualidade da água ingerida, condições precárias de higiene e sanitárias e densidade de moradores que compartilham o mesmo quarto da casa (Corvelo; Ferrer, 2007). Outro fator de risco para a infecção em crianças, é a história positiva dos pais para doenças gástricas ou do trato digestivo superior ( Moraes e Silva, 2003).Objetivos: conhecer os aspectos clínicos e epidemiológicos dos pacientes com HP atendidos em Ambulatório de Gastroenterologia Pediátrica do Hospital Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará (HFSCMPA). Metodologia: estudo descritivo e de prevalência, obtido através da coleta de dados dos prontuários dos pacientes atendidos no referido Ambulatório no período de dezembro de 2006 a dezembro de 2012.Respeitando os critérios de inclusão e exclusão, foram incluídos no estudo 42 pacientes.resultados:dentre as características sócio-demográficas, a maioria dos pacientes eram do sexo feminino (54,76%), com idade entre 5 a 9 anos (52,38%) e eram procedentes da capital, Belém (57,14%).Em relação as características nutricionais predominaram os pacientes eutróficos ( 54,76%), e com estatura adequada para a idade (83,33%). A história familiar para infecção por HP foi negativa em 71, 43% dos casos. Dos sintomas observados houve prevalência em ordem decrescente de dor abdominal, vômito, halitose e náuseas. A sorologia IgG para HP foi positiva em 50% dos pacientes, porém em 26,19% dos casos não foi realizada ou apresentava resultado inconclusivo. À histopatologia, todos os pacientes apresentavam gastrite com predomínio de gastrite moderada.conclusão:os achados deste estudo se assemelham aos dados da literatura, exceto no que se refere a sorologia e a história familiar.

17 AVALIAÇÃO MANOMÉTRICA DE PACIENTES DISFÁGICOS Joffre Rezende Neto Instituição: Instituto de Gastroenterologia de Goiania INTRODUÇÃO: A manometria esofagiana vem sendo empregada rotineiramente na prática clínica como método de avaliação de sintomas esofagianos, notadamente a disfagia. A frequência dos achados manométricos em pacientes com disfagia pode variar conforme a região geográfica. OBJETIVO: Avaliar os achados manométricos em pacientes com disfagia atendidos no Instituto de Gastroenterologia de Goiânia (IGG). MÉTODOS: Foi realizada uma análise retrospectiva dos achados de manometrias esofagianas, em pacientes com disfagia, realizadas no Laboratório de Motilidade Digestiva do IGG, no período de janeiro de 2004 a junho de A manometria esofagiana computadorizada foi realizada com sistema de infusão continua com baixa complacência. Os critérios diagnósticos dos achados manométricos seguiu a classificação habitual (Spechler,Gut : ).RESULTADOS: Foram avaliados 224 pacientes. O exame manométrico foi considerado normal em 63 (28,1%) e anormal em 161 (72,9%). Acalasia idiopática ou esofagopatia chagásica foi encontrada em 121 (56%); espasmo esofagiano distal em 19(8,4%); peristalse hipertensiva (esôfago em quebra-nozes); peristalse débil ( motilidade ineficaz) em 10 (4,4%). Houve diagnóstico de possível disfagia lusória em um caso. CONCLUSÕES: A manometria esofagiana demonstrou alterações motoras em 70% dos pacientes com disfagia, sendo a confirmação diagnóstica de acalasia, o achado mais prevalente. O diagnóstico manométrico de espasmo esofagiano difuso em pacientes com disfagia é pouco comum ÓBITOS POR DOENÇAS DIARRÉICAS EM MENORES DE 28 DIAS - BELÉM, PARÁ, DE JANEIRO A DEZEMBRO DE 2013 Natália Rodrigues Eugênio; Rhomero Rouza; Luna Varela do Carmo; Paulo César Barreto Filho; Raissa Leão de Andrade ; Silvana Martins Quaresma Instituição: Centro Universitário do Estado do Pará INTRODUÇÃO: A doença diarréica aguda (DDA) é uma das doenças mais comuns em crianças em todo o mundo, caracterizandose pelo seu aparecimento abrupto. Importante ressaltar que a diarreia atinge pessoas de qualquer faixa etária, mas é na infância que esta afecção causa maior mortalidade. Ela figura como a terceira causa mais comum de doenças em crianças dos países em desenvolvimento e é responsável por cerca de um terço de todas as hospitalizações entre menores de cinco anos. O Manual de Monitoração da Doença Diarréica (MDDA) aponta as doenças diarréicas como umas das principais patologias responsáveis pelo desequilíbrio das condições de saúde que caracteriza a população infantil brasileira. No Estado do Pará, observa-se a DDA em primeiro lugar em morbidade infantil, com 15,7% por NV (CABRAL E PEREIRA, 2008). Objetivo:A presente pesquisa tem como objetivo analisasse da prevalência de óbitos por diarreia em RN menores de 28 dias, no município de Belém, Pará, de janeiro a dezembro de Metodologia: Este estudo é do tipo transversal, retrospectivo. Os dados foram coletados pelo DATASUS (Departamento de Informática do SUS), na área de informações de saúde, com direcionamento para a área de informações epidemiológicas e de morbidade e pelo banco de dados do SIAB (Sistema de Informações da Atenção Básica). Não houve necessidade de submissão ao CEP, contudo há respeito pelas Declarações de Nuremberg e Helsinque e a Resolução 466/12 do Conselho Nacional de Saúde. Resultados: Foram analisados dados de uma amostra de nascidos vivos, residentes no município de Belém, no ano de 2013, de janeiro a dezembro. Foram detectados 9 óbitos por causas diarreicas. Conclusões: A prevalência de óbitos, por diarreia, em RN<28 dias, foi de 0,15%, caracterizando aproximadamente 1,53 óbitos para cada 1000 nascidos vivos, corroborando dados disponibilizados pela OMS (Organização Mundial de Saúde), em que a diarréia é a terceira causa mais comum de morte em crianças. Entretanto, Belém apresenta uma prevalência maior que a preconizada pela OMS, que é a de 0,2 óbitos para 1000 NV. Mesmo com a alta prevalência, a notificação eventual associada ao tratamento caseiro gera a subnotificação, mascarando o número/dados das ocorrências de adoecimento por diarreia. Faz-se necessário o serviço de monitorização dos casos subnotificados e medidas educativas à sociedade, com o objetivo de aumentar o grau de conhecimento quanto a prevalência e tratamento adequado de doenças diarréicas.

18 ÓBITOS POR DIARRÉIA E GASTROENTERITE EM CRIANÇAS MENORES DE 1 ANO, NO MUNICÍPIO DE BELÉM, PA, DE JANEIRO A DEZEMBRO DE Natalia Rodrigues Eugenio ; Rhomero Salvio Assef Souza; Luna Varela do Carmo; Paulo César Barreto Filho; Raíssa Leão de Andrade; Silvana Martins Quaresma Instituição: Centro Universitário do Estado do Pará Introdução: Todos os anos, aproximadamente 2 milhões de crianças ao redor do mundo morrem de diarreia. Nos países mais pobres, a diarreia é a terceira causa mais comum de morte em crianças menores de 5 anos, ficando logo atrás de causas neonatais e de pneumonias. O número atual de morte por diarreia em todo o mundo corresponde a aproximadamente o mesmo número de morte por AIDS. Atualmente a taxa de mortalidade é de 0,2 óbitos por 1000 nascidos vivos, mas já chegou a ser de 11,9. (VICTORA, 2009) Objetivo: A presente pesquisa tem como objetivo analisar as internações e os óbitos por doenças diarreicas e gastroenterites, em crianças menores de 1 ano, no município de Belém, Pará, de janeiro a dezembro de Metodologia: Este estudo é do tipo transversal, retrospectivo. Os dados foram coletados pelo DATASUS (Departamento de Informática do SUS), na área de informações de saúde, com direcionamento para a área de informações epidemiológicas e de morbidade e pelo banco de dados do SIAB (Sistema de Informações da Atenção Básica). Não houve necessidade de submissão ao CEP, contudo há respeito pelas Declarações de Nuremberg e Helsinque e a Resolução 466/12 do Conselho Nacional de Saúde. Resultados:Foi analisado dados de uma amostra de nascidos vivos, residentes no município de Belém, no ano de 2013, de janeiro a dezembro. Foram detectadas 674 internações devido a doenças diarreicas e gastroenterites, desses casos houve 1 óbito. Conclusões:A prevalência de internações por doenças diarreicas foi de 11,5%, configurando que a cada 1000 nascidos vivos, aproximadamente 114 irão ser internados por causas diarreicas. Já a prevalência de óbitos, por doenças diarreicas, foi de 0,017%, caracterizando aproximadamente 0,2 óbito para cada 1000 nascidos vivos, corroborando dados disponibilizados pela OMS (Organização Mundial de Saúde), em que a diarréia é a terceira causa mais comum de morte em crianças. Observa-se que é um importante problema de saúde pública e que poderia ser controlada com eficácia através da reidratação oral INTERNAÇÕES POR DIARRÉIA E GASTROENTERITE EM CRIANÇAS MENORES DE 5 ANOS, NO PERÍODO DE JANEIRO A DEZEMBRO DE 2013,NO ESTADO DO PARÁ. Layssa Gabriela Morgado Brito; Fabiano José da Silva Boulhosa; Ana Carolina Paes Boulhosa; Emanuel Gonçalves de Lima Junior; Instituição: Centro Universitário do Estado do Pará Introdução: A doença diarreica aguda (DDA) é uma das principais causas de morbidade e mortalidade infantil nos países em desenvolvimento e um dos fatores que mais contribui para o agravamento do estado nutricional das crianças. Segundo o Manual de Monitorizaçao de Doenças Diarreicas, trata-se de uma síndrome clínica de diversas etiologias que se caracteriza por alterações do volume, consistência e freqüência das fezes, mais freqüentemente associada com a liquidez das fezes e o aumento no número de evacuações. Com grande freqüência costuma ser acompanhada de vômitos, febre, cólicas e dor abdominal. Diversos patógenos podem desencadear a diarréia aguda, como bactérias,vírus e protozoários. A frequência de cada patógeno varia segundo diferentes regiões geográficas, faixa-etária, condições higiênico-sanitárias e imunidade individual. Dados divulgados pelo Ministério da Saúde demonstraram que nas regiões Norte e Nordeste, entre 2000 e 2007, as doenças diarreicas foram responsáveis por mais de 50% dos óbitos em crianças menores de 5 anos no país. Objetivo: Analisar os casos de diarréia e gastroenterite por local de internação em crianças menores de 5 anos, no estado do Pará, no período de Janeiro a Dezembro de Metodologia : Trata-se de um estudo transversal e retrospectivo. Os dados foram coletados pelo DATASUS (Departamento de Informática do SUS). Não houve necessidade de submissão ao CEP, contudo há respeito pelas Declarações de Nuremberg e Helsinque e a Resolução 466/12 do Conselho Nacional de Saúde. Resultados : Foram identificadas internações por diarreias e gastroenterites em menores de 5 anos no período de 2013 no estado do Pará. Os maiores números de internações ocorreram em Belém, Ananindeua e Altamira. Conclusão: Embora os resultados encontrados não demonstrem o real número de crianças paraenses vitimadas pelas diarréias e gastroenterites no ano de 2013 (haja vista o difícil acesso aos serviços de saúde a que muitas estão submetidas), o número de internações registrados no período é significativo. A sua maior ocorrência está relacionada a precariedade de condições de higiene ambiental e pessoal. Faz-se necessário investimento maior no binômio combate-prevenção, havendo uma obrigação maior em trabalhos preventivos com o público alvo e vulnerável, as crianças.

19 AVALIAÇÃO DOS FATORES ASSOCIADOS A MORBIMORTALIDADE DOS PACIENTES SUBMETIDOS A CIRURGIAS DE GRANDE PORTE NO SERVIÇO DE CIRURGIA NO SERVIÇO DE CIRURGIA GERAL E DO APARELHO DIGESTIVO DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO JOÃO DE BARROS BARRETO. MOREIRA C.O.C; SANTOS J.P.C; OLIVEIRA C.G.; MARTINS E SILVA A.A.R.S ; BATISTA M.S ; GOMES L.A.L. Instituição: Serviço de Cirurgia Geral e do Aparelho Digestivo do HUJBB Introdução: A grande morbimortalidade observada em pacientes submetidos a cirurgia de grande porte trouxe a necessidade de se realizar um estudo que objetive identificar os principais fatores de morbidade e mortalidade desses pacientes e crias estratégias que possam ajudar a amenizar esses fatores, Objetivos: definir os fatores associados a morbimortalidade dos pacientes submetidos a cirurgias de grande porte no Serviço de Cirurgia geral e do Aparelho Digestivo do Hospital Universitário João de Barros Barreto. Metodologias: Análise do prontuário de 217 pacientes submetidos a cirurgia de grande porte entre julho de 2010 e junho de Resultados: Os dados mostram que a maior parte dos pacientes eram oncológicos sendo a neoplasia gástrica a mais prevalente. As complicações mais observadas foram a pneumonia e as fístulas, com associação estatística entre estas e a ocorrência de óbitos. Os óbitos também estiveram associados ao tempo de cirurgia, necessidade de hemotransfusão, internação em UTI, uso d antibiótico e a administração de NPP. Conclusões: A alta morbimortalidade dos pacientes pode ser induzida a partir de medidas profiláticas, como evitar tempo prolongado de internação, realização de fisioterapia respiratória pré e pós operatória, intervenção precoce em caso de complicações que exijam reabordagem cirúrgica e identificação precoce dos sinais e sintomas sugestivos de infecção possibilitando tratamento imediato das mesmas. A otimização e ampliação do sistema de saúde em relação a consultas e exames, permitindo um diagnóstico precoce de doenças, também podem contribuir nesse processo PERFIL DOS PACIENTES SUBMETIDOS À ANASTOMOSE ESÔFAGO-JEJUNAL PÓS- GASTRECTOMIA TOTAL NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO JOÃO DE BARROS BARRETO BARROSO I.S.; ISHAK G.; QUEIROZ A.R.; TEIXEIRA V.H.T.M; SANTOS J.P.C.S; LOPES J.C. Instituição: Serviço de Cirurgia Geral e do Aparelho Digestivo do HUJBB Introdução: Objetivo: Descrever a experiência do Serviço de Cirurgia Geral e do Aparelho Digestivo do HUJBB na anastomose esôfagojejunal após gastrectomia total, considerando a incidência de complicações e óbitos dos pacientes envolvidos no estudo e identificando os principais fatores associados desta morbimortalidade. Metodologias: Os dados foram obtidos através de revisão de prontuários de todos os pacientes submetidos a gastrectomia total com esôfagojejuno anastomose por neoplasia maligna no período de 01 de janeiro de 2012 a 01 de janeiro de 2013, no total de 18 pacientes. Resultados: Destes, 18 pacientes, 72% foram do sexo masculino com idade média de 56,6 anos e um tempo de evolução da doença, desde o aparecimento dos sintomas até a internação, em média de 16,7 meses. Estes indivíduos apresentaram parâmetros laboratoriais pré-operatórios com índices de hemoglobina de 11,5 mg/dl, hematócrito de 36,5 % e albumina de 3,4g/dl. O tipo de neoplasia mais comum foi a gástrica em 94%. Em relação ao tipo de anastomose, as suturas manuais foram realizadas em 56% dos casos sendo que das duas fístulas esofagojejunais diagnosticadas uma foi de anastomose mecânica e outra de anastomose manual. Conclusões: O trabalho apresentou uma prevalência de 11% de fístulas esofagojejunais, sendo compatível com a literatura apresentada, tornando-se a complicação mãos temível neste tipo de cirurgia, com mortalidade de 100% dos casos pesquisados.

20 PERFIL DO PACIENTE OSTOMISADO E PREVALÊNCIA DE COMPLICAÇÕES RELACIONADAS À RECONSTRUÇÃO INTESTINAL. ESTUDO EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO AZEVEDO I.U ; MOREIRA C.O.C; SILVA J.C.A; PEREIRA M.B.J; COSTA R.A.L ; MESQUITA A.A. Instituição: Serviço de Cirurgia Geral e do Aparelho Digestivo do HUJBB Introdução: Ostomia é uma exteriorização do intestino através de um orifício no abdome realizado cirurgicamente cuja proposta é o desvio temporário ou definitivo do conteúdo intestinal para uma bolsa externa. Sabe-se que este procedimento não é isento de complicações mesmo quando utilizada técnica cirúrgica adequada bem como a sua resolução com a reconstrução de trânsito intestinal. Objetivo: Pesquisar a prevalência de complicações nas cirurgias para reconstrução do trânsito intestinal (RTI) e o perfil desses pacientes no momento da cirurgia de ostomia. Metodologia: Foram analisados retrospectivamente 32 prontuários de pacientes com ostomia, que foram submetidos à reconstrução do trânsito intestinal de janeiro de 2011 a abril de Resultados: Houve 28 homens e 04 mulheres na amostra, com idade média de 30 anos. A indicação mais frequente para a ostomia foi representado por ferimento por arma de fogo (31,25%), seguido por ferimento por arma branca (9,37%); dos ostomizados 18,75% complicaram, sendo a fístula a complicação mais encontrada (66,67%). Das técnicas operatórias para a reconstrução do RTI o fechamento de alça foi a mais encontrada (28,12%), seguida de ileoileoanastomose, ileotransversoanastomose e colocoloanastomose cada uma representada por 21,87%. Da amostra 90,62% usaram antibióticos e destes 96,55% o fizeram na indução anestésica. A associação mais usada foi a de metronidazol e amicacina representada por 53,57%. Da amostra 40,62% apresentaram complicação referente à RTI, sendo a infecção de ferida operatória a mais comum (30,77%), seguida da fístula (23,08%). Apenas 9,37% foram a óbito. Conclusão: A reconstrução do trânsito intestinal não está isenta de complicações, podendo ser até fatais, nesse sentido faz-se necessário uma avaliação mais rigorosa da real necessidade da confecção de uma ostomia PERFIL DAS INTOXICAÇÕES EXÓGENAS POR HIPOCLORITO DE SÓDIO EM CRIANÇAS REGISTRADAS NO CENTRO DE INFORMAÇÃO TOXICOLÓGICA DE BELÉM EM Cristiane Tárciso Cunha da Silva; Pedro Pereira de Oliveira Pardal Instituição: Universidade Federal do Pará Introdução: O hipoclorito de sódio é um produto usado principalmente como alvejante e desinfetante, em contato com ácidos, a exemplo do suco gástrico, na ingestão, libera ácido hipocloroso, podendo causar irritação e corrosão da mucosa. A conduta em caso de exposição oral é a limpeza da cavidade oral com água ou soro fisiológico, não provocar vômitos, não realizar sondagem nasogástrica, não realizar lavagem gástrica e não administrar carvão ativado, deve-se proceder nas primeiras 24 horas uma endoscopia digestiva alta (EDA), diluição com água ou leite em pequenas quantidades, indicar demulcentes como hidróxido de alumínio e proceder assistência mediante orientações pós EDA. Objetivo: Identificar o perfil das intoxicações exógenas por hipoclorito de sódio em crianças registradas no Centro de Informações Toxicológicas (CIT) de Belém-PA no ano de Metodologia: Foram utilizados como fontes de dados os arquivos do sistema Epiinfo 5.1, contendo as informações referentes aos pacientes acometidos por intoxicação exógena por hipoclorito de sódio no ano de Resultados alcançados: Registraram-se 16 casos de intoxicação exógena por hipoclorito de sódio em crianças, 11 pertencentes ao gênero masculino e 05 ao feminino, numa média de 04 anos de idade. 08 das crianças intoxicados residem em Belém. Todos os acidentes utilizaram a via oral para a intoxicação. As manifestações clínicas encontradas foram vômito (em 03 crianças), sialorreia (02), hematêmese (01), desconforto respiratório (01), Dor abdominal (01) e náuseas (01). Todos os casos evoluíram a cura. Conclusão: O conhecimento do perfil em intoxicações exógenas por hipoclorito de sódio registrados no CIT-Belém se mostra importante por evidenciar a relevância do manejo clínico e endoscópico adequado para estes casos.

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