Defesa da Previdência Social Pública: Uma responsabilidade dos AFRFB EIXO: 3

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Defesa da Previdência Social Pública: Uma responsabilidade dos AFRFB EIXO: 3"

Transcrição

1 Tese 04 TÍTULO: Defesa da Previdência Social Pública: Uma responsabilidade dos AFRFB EIXO: 3 AUTORES: JOSÉ DEVANIR DE OLIVEIRA - SINFISPAR JOAO CUNHA DA SILVA - SINDIFISP-SC SÍNTESE: o objetivo é ressaltar a importância da Previdência Social Pública Brasileira, enquanto provedora de benefícios e instrumento de política pública de distribuição de renda. EXPOSIÇÃO: O Estado de Bem Estar, em forma embrionária, remonta ao início do capitalismo, mas foi a partir as primeiras décadas do século XX originando dos governos social-democratas ou de correntes euros-comunistas defendendo a universalização de políticas sociais no intuído de uma maior ampliação do conceito de cidadania. O conceito se baseia no fundamento de que todo cidadão deve ter direitos sociais indissociáveis, isto é, todo individuo deve ter direito, desde seu nascimento, a um conjunto de bens e serviços que deveriam ser fornecidos diretamente através do Estado ou indiretamente, mediante seu poder de regulamentação sobre a sociedade civil. A rede dos direitos inclui saúde, educação, auxilio ao desempregado, renda mínima e outras garantias. Não se trata apenas de um simples conjunto de políticas sociais, mas sim a mobilização em larga escala do aparelho do Estado em uma sociedade capitalista para executar medidas orientadas diretamente ao bem-estar de sua população. O Estado de Bem Estar Social não pode ser confundido com políticas sociais apenas porque ele deve gerar autonomia do cidadão frente ao Estado. Por isso diz-se que no Brasil não há Estado de Bem Estar Social. Pesquisadores ressaltam que: o que temos aqui são políticas sociais extremamente precárias e restritivas, enquanto que, o Estado de Bem Estar Social vincula-se diretamente aos direitos de cidadania. O grande momento de estruturação da proteção social brasileira ocorreu no ano de 1988, quando a Constituição Cidadã deu à previdência social o status de direito social.

2 Com a promulgação da nova Constituição, dá-se origem ao conceito de Seguridade Social, com a introdução da Previdência Social e do direito à assistência médica e assistência social. A Constituição de 1988 veio dar forma às propostas que já vinham sendo discutidas na sociedade desde o final da década de 70 e significou o ápice do processo de universalização. A Constituição vem garantir a ampliação da cobertura da proteção social para segmentos até então desprotegidos. A introdução de um piso de valor igual ao salário mínimo, a eliminação das diferenças de tipos e valores dos benefícios previdenciários entre trabalhadores rurais e urbanos...(marques, 1997, p.157). Para os neoliberais, defensores do Estado Mínimo, a responsabilidade pelo crescimento do déficit fiscal do governo e do aumento do Custo Brasil, estaria no aumento das despesas da previdência a qual foi impulsionada após os novos direitos advindos da nova constituição. Prosperou no início dos anos de 1990 diversas propostas de reforma da Previdência Social Brasileira inspirada no modelo chileno de capitalização 1. Com o início do Plano Real e principalmente com a superação das despesas com benefícios sobre a arrecadação líquida a partir do ano 1995 (ANFIP, 2002), novamente as discussões sobre a reforma da previdência voltaram ao cenário. Após longas negociações políticas foi aprovada em 1998 a Emenda Constitucional nº 20, atingindo, através da introdução do Fator Previdenciário, futuros aposentados e pensionistas do Regime Geral de Previdência Social alem de restringir também direitos dos servidores públicos. Novas propostas de reforma, instrumentalizadas pelas Emendas Constitucionais nº41/2003, nº47/2005 e outras normas infraconstitucionais, atingiram duramente os servidores públicos impondo a contribuição dos inativos, retirando o direito a integralidade e paridade da remuneração com os ativos e limitando um teto máximo para as futuras aposentadorias, sendo que o complemento dos benefícios deverá ser feito em regime de capitalização. Argumentam os representantes do capital de que a Reforma Previdenciária é fundamental por causa do déficit (suposto) da Previdência e o significativo envelhecimento da população brasileira. 1 No regime de capitalização os benefícios do segurado são resultados de uma contribuição compulsória ao longo da vida e depositados em uma conta única em que renderá juros periodicamente.

3 Dissemina-se a falácia de que urge dar sustentabilidade à Previdência Pública através de garantias ao conjunto de segurados e às futuras gerações, referendando-se novas propostas de reforma, a saber: adoção de idade mínima para as aposentadorias por tempo de contribuição; elevação do prazo de contribuição exigido para aposentadorias por idade; alteração da Legislação prevendo que os homens com 65 anos e mulheres com 60 anos de idade possam se aposentar somente com um tempo de contribuição mínimo; equiparação de gênero, reduzindo a diferença de 05 anos para homens e mulheres; desvinculação do salário mínimo do piso previdenciário,; modificação da Lei elevando a idade mínima para acesso ao benefício assistencial de 65 para 70 anos de idade; revisão dos critérios e do valor de concessão das pensões por morte; E outras maldades que estão por vir. Em contraposição a tais argumentos falaciosos sustentamos que o déficit da previdência não resulta somente da incompatibilidade entre receitas e despesas, mas há outras causas que entravam o modelo atual: Remanejamento das contribuições sociais para outras áreas por meio da desvinculação das receitas da União; reduzida participação do orçamento fiscal no financiamento da Seguridade Social; renúncias fiscais provocadas pela isenção fiscal às entidades sem caráter assistencial (pilantropicas disfarçadas de filantrópicas); sonegação fiscal crescente; precarização das relações de trabalho com elevação do número de trabalhadores não-contribuinte; queda da massa salarial; desmonte do Estado; reduzida capacidade contributiva devida aos baixos salários; Contabilização tendenciosa (maquiagem dos dados). Outra questão que merece reflexão são as mudanças no planejamento da ação fiscal resultante da unificação da SRP com a SRF e que com a

4 RFB o que se percebe e uma ênfase maior na distribuição dos Auditores-Fiscais oriundos da Previdência nas atividades relacionadas aos chamados tributos internos e aduana. Percebemos que as contribuições previdenciárias, com uma origem e a finalidade especifica de prover recursos destinados a fazer frente às demandas dos benefícios, esta sendo relegada a um segundo plano numa escala de importância na administração tributaria. Este problema tem origem na imposição da cultura vigente na extinta SRF em detrimento da cultura da fiscalização previdenciária (ex: uma auditoria com característica mais restrita em lugar de uma auditoria plena) e também pela ausência de AFRFB oriundos da Previdência na estrutura da alta direção na RFB. Os Delegados e os Chefes de Fiscalização da Receita Previdenciária ocuparam apenas o espaço de adjuntos nas Delegacias da RFB e em muitos lugares não foram convidados a ocupar qualquer cargo de decisão. Não há uma consciência clara sobre a importância da fiscalização/arrecadação das contribuições previdenciárias não apenas como mais um tributo e sim como uma contribuição que, historicamente, tem sido o alicerce do sistema de seguridade social no Brasil. Tudo isto contribui para uma possível queda na arrecadação previdenciária ou que a eficácia do sistema de arrecadação fique comprometida. E este quadro pode vir a justificar por parte do próprio governo a necessidade de uma reforma previdenciária, novamente, retirando direitos e conquistas históricas dos trabalhadores. CONCLUSÃO: Na realidade, em nome da eficiência almejada, aliena-se o patrimônio estatal, contratualiza-se a Administração Pública, flexibilizam-se direitos sociais. Não é por acaso que, a Previdência Social é a que mais vem duramente sentindo os efeitos da reforma de Estado, com as constantes e profundas alterações no Sistema Previdenciário brasileiro, restringindo-se os direitos conquistados com a Carta Magna. Os ataques reformistas redundam em drásticas supressões dos direitos previdenciários, tais como: substituição do tempo de serviço pelo tempo de contribuição, instituição de novos critérios para obtenção do acidente de trabalho e salário-maternidade, criação de pedágio para aposentadoria proporcional e muitas outras exclusões de benefícios. A desigualdade no Brasil permanece alarmante. Contudo, há que se ressaltar que os dados ainda incipientes de redução das desigualdades devem-se às transferências de recursos governamentais, através do diversos programas sociais

5 (bolsa-família), mas, principalmente, do pagamento dos benefícios previdenciários e assistenciais (LOAS). RESOLUÇÃO: Os AFRFB, conscientes de sua responsabilidade social, reafirmam que o movimento sindical da categoria, através da entidade resultante do processo de unificação das entidades representativas, deve defender os seguintes princípios: a) A Previdência Social pública, um dos mecanismos mais eficientes de transferência de renda e justiça social, tal como preconiza a Constituição Federal, é de responsabilidade do Estado, a quem compete promover a proteção social; b) A viabilização da Previdência Social, enquanto política pública, que almeja a efetivação do direito social passa pela construção de uma verdadeira cultura previdenciária que materialize o conceito de Seguridade Social; c) O controle social e a participação popular é peça fundamental para reverter à situação de um Estado privatizante e neoliberal, que ignora as demandas sociais cristalizadas na Carta Magna e considera a Previdência Social um Seguro Social; d) Atuar com diligencia em todos os processos de reformas previdenciária e/ou tributaria, dispensando especial atenção aos riscos para o financiamento da Seguridade Social; e) Atuar com o objetivo de construir uma sociedade emancipatoria na qual as políticas sociais sejam mecanismos de distribuição de renda, produzidas e distribuídas coletivamente. A presente RESOLUCAO devera ser encaminhada para a Comissão de Sistematização do Estatuto da unificação das entidades para apreciação. FONTES DE CONSULTAS: ASSOCIAÇÃO Nacional dos Auditores Fiscais da Previdência Social Fundação ANFIP de Estudos da Seguridade Social. Seguridade Social e Estado Mínimo Brasília: ANFIP, BOSCHETTI, Ivanete. Seguridade Social e Projeto Ético Político do Serviço Social. A Assistência Social no Brasil: um Direito entre Originalidade e Conservadorismo. Brasília: UNB, DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Parcerias na Administração Pública: Concessão, Permissão, Franquia, Terceirização e Outras Formas. São Paulo: Atlas, 1999.

6 MALLOY, J.M. A política de Previdência Social no Brasil. Rio de Janeiro: Biblioteca de saúde e sociedade, v.13, MARQUES, R.M. A proteção social e o mundo do trabalho. São Paulo: Bienal, PEREIRA, Luiz Carlos Bresser. A Reforma do Aparelho do Estado nos anos 90: Lógica e Mecanismos de Controle. Cadernos MARE da Reforma do Estado nº 1, Brasília, SALES, Ana Paula Correa de. A efetividade das normas constitucionais de direito fundamental no Estado Democrático de Direito. Disponível na Internet: < Acesso em

CARTILHA DO SUBSÍDIO

CARTILHA DO SUBSÍDIO CARTILHA DO SUBSÍDIO Cléa da Rosa Pinheiro Vera Mirna Schmorantz A Direção do SINAL atenta às questões que dizem com a possibilidade de alteração da estrutura remuneratória das carreiras de Especialista

Leia mais

Reforma Previdenciária e Sustentabilidade Fiscal

Reforma Previdenciária e Sustentabilidade Fiscal MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria do Tesouro Nacional Reforma Previdenciária e Sustentabilidade Fiscal Joaquim Vieira Ferreira Levy Secretário do Tesouro Nacional Brasil: Pilares do Crescimento Responsabilidade

Leia mais

Seguridade Social e Dívida Pública Maria Lucia Fattorelli i

Seguridade Social e Dívida Pública Maria Lucia Fattorelli i Seguridade Social e Dívida Pública Maria Lucia Fattorelli i Uma das mais importantes conquistas sociais alcançadas com a Constituição Federal de 1988 foi a institucionalização da Seguridade Social, organizada

Leia mais

A Seguridade Social em Risco: Desafios à Consolidação dos Direitos e à Implantação do SUAS

A Seguridade Social em Risco: Desafios à Consolidação dos Direitos e à Implantação do SUAS 1 A Seguridade Social em Risco: Desafios à Consolidação dos Direitos e à Implantação do SUAS Conferência realizada no 34 0 Encontro Nacional do Conjunto CFESS/CRESS Manaus, 4 a 7 de setembro de 2005 2

Leia mais

PROJETO DE LEI N o 7.633, DE 2006 (Apensado: PL 2.951, de 2008)

PROJETO DE LEI N o 7.633, DE 2006 (Apensado: PL 2.951, de 2008) COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI N o 7.633, DE 2006 (Apensado: PL 2.951, de 2008) Modifica dispositivos da Lei nº 7.998, de 11 de janeiro de 1990, que Regula o Programa

Leia mais

Saúde pública de qualidade para cuidar bem das pessoas: direito do povo brasileiro

Saúde pública de qualidade para cuidar bem das pessoas: direito do povo brasileiro Saúde pública de qualidade para cuidar bem das pessoas: direito do povo brasileiro Objetivos da 15ª. Reafirmar, impulsionar e efetivar os princípios e diretrizes do SUS- saúde como DH Mobilizar e estabelecer

Leia mais

GOVERNOS INTENSIFICAM ATAQUES AOS NOSSOS DIREITOS! A

GOVERNOS INTENSIFICAM ATAQUES AOS NOSSOS DIREITOS! A BOLETIM DA REDE Nº 97 08/04/2016 GOVERNOS INTENSIFICAM ATAQUES AOS NOSSOS DIREITOS! A nossa resposta deve ser na luta e com greve! A nossa indignação deve ultrapassar os muros das Escolas e UMEIs diante

Leia mais

um novo foco para as mudanças

um novo foco para as mudanças reforma da previdência um novo foco para as mudanças Durante o Fórum Técnico Reforma da Previdência, a professora Eli Iola, em sua exposição, retoma a história da implantação do sistema previdenciário

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2013

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2013 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2013 Institui o Programa Nacional de Incentivo à Educação Escolar Básica Gratuita (PRONIE). O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei institui o Programa Nacional de

Leia mais

Torre de Babel. Luis Flavio Sapori. Nota sobre a I Conseg

Torre de Babel. Luis Flavio Sapori. Nota sobre a I Conseg Nota sobre a I Conseg Luís Flávio Sapori é doutor em Sociologia pelo Instituto Universitário de Pesquisa do Rio de Janeiro, professor e coordenador do curso de Ciências Sociais da Universidade Católica

Leia mais

Agências Executivas. A referida qualificação se dará mediante decreto do Poder Executivo. Agências Reguladoras

Agências Executivas. A referida qualificação se dará mediante decreto do Poder Executivo. Agências Reguladoras Agências Executivas A Lei nº 9.649/98 autorizou o Poder Executivo a qualificar, como agência executiva aquela autarquia ou fundação pública que celebre contrato de gestão com o Poder Público. A referida

Leia mais

O RPPS: Uma Perspectiva Internacional. Heinz P. Rudolph Economista Financeiro Líder Banco Mundial Brasilia, 14 de Outubro de 2014

O RPPS: Uma Perspectiva Internacional. Heinz P. Rudolph Economista Financeiro Líder Banco Mundial Brasilia, 14 de Outubro de 2014 O RPPS: Uma Perspectiva Internacional Heinz P. Rudolph Economista Financeiro Líder Banco Mundial Brasilia, 14 de Outubro de 2014 Fonte: Banco Mundial O Brasil é um país jovem... (ainda) com o gasto previdenciário

Leia mais

CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE CONFERÊNCIAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL 2015

CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE CONFERÊNCIAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL 2015 CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE CONFERÊNCIAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL 2015 2015 uma década de existência do SUAS Decisão política de priorização, na agenda federal, da atenção às populações mais vulneráveis, do

Leia mais

Aspectos Gerais sobre a Aplicação da Lei 11.738/08 a. Ericksen Prätzel Ellwanger Assessor jurídico da FECAM

Aspectos Gerais sobre a Aplicação da Lei 11.738/08 a. Ericksen Prätzel Ellwanger Assessor jurídico da FECAM Aspectos Gerais sobre a Aplicação da Lei 11.738/08 a partir da ADI 4167 Ericksen Prätzel Ellwanger Assessor jurídico da FECAM A Lei 11.738/2008 A Lei nº 11.738, de 17/7/2008, instituiu o piso salarial

Leia mais

EDUCAÇÃO FISCAL PARA A CIDADANIA. Superintendência da Receita Federal em Minas Gerais

EDUCAÇÃO FISCAL PARA A CIDADANIA. Superintendência da Receita Federal em Minas Gerais EDUCAÇÃO FISCAL PARA A CIDADANIA POR QUE EXISTE TRIBUTO? QUEM TEM O PODER DE COBRAR TRIBUTO? COMO DEVEM SER APLICADOS OS RECURSOS ARRECADADOS? O QUE A POPULAÇÃO PODE FAZER PARA CONTROLAR A APLICAÇÃO DOS

Leia mais

PAUTA CAMPANHA SALARIAL CONJUNTA

PAUTA CAMPANHA SALARIAL CONJUNTA INDICATIVOS 1 E 2 PAUTA CAMPANHA SALARIAL CONJUNTA CAMPANHA SALARIAL 2014: 1. Reabertura de Negociação: Antecipação do Reajuste 2015; 2. Indenização de Fronteira; 3. Indenização de Transporte. - PEC nº

Leia mais

Formação dos integrantes do Conselho de Planejamento e Orçamento Participativos (CPOP)

Formação dos integrantes do Conselho de Planejamento e Orçamento Participativos (CPOP) Formação dos integrantes do Conselho de Planejamento e Orçamento Participativos (CPOP) Conceitos gerais de gestão pública: princípios e regras da administração pública, processos de licitação, contratos

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br Quinto constitucional Antonio Pessoa Cardoso* Quinto constitucional é o mecanismo que confere vinte por cento dos assentos existentes nos tribunais aos advogados e promotores; portanto,

Leia mais

O ORÇAMENTO PÚBLICO AO ALCANCE DO CIDADÃO

O ORÇAMENTO PÚBLICO AO ALCANCE DO CIDADÃO O ORÇAMENTO PÚBLICO AO ALCANCE DO CIDADÃO Denise Rocha Assessora de Política Fiscal e Orçamentária São Luís - MA 23 a 27 de agosto de 2004 1ª ETAPA - ENTENDENDO O ORÇAMENTO PÚBLICO A importância do orçamento

Leia mais

EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 41/03

EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 41/03 EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 41/03 1. NOVAS REGRAS PARA OS SERVIDORES QUE INGRESSAREM NO SERVIÇO PÚBLICO APÓS A PROMULGAÇÃO DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA EC Nº 41/03. a) Principais Características. - fim da paridade

Leia mais

A educação pública e sua relação com o setor privado: implicações para a democracia educacional 1

A educação pública e sua relação com o setor privado: implicações para a democracia educacional 1 A educação pública e sua relação com o setor privado: implicações para a democracia educacional 1 RESUMO O texto trata das implicações para a educação das parcerias entre o público e o privado, nas quais

Leia mais

PRINCÍPIOS e recomendações para um novo modelo previdenciário

PRINCÍPIOS e recomendações para um novo modelo previdenciário Confederação Confederação Confederação Confederação Confederação da Agricultura e Nacional do Nacional da Nacional das Nacional do Pecuária do Brasil Comércio Indústria Instituições Transporte Financeiras

Leia mais

Resolução Sindical sobre Trabalho e Meio Ambiente

Resolução Sindical sobre Trabalho e Meio Ambiente Resolução Sindical sobre Trabalho e Meio Ambiente Reunidos na 2 Assembleia Sindical sobre Trabalho e Meio Ambiente, no Rio de Janeiro, Brasil, de 11 a 13 de junho de 2012, organizada por Sustainlabour,

Leia mais

- Estabelecimento de um concurso de remoção periódico (como por exemplo uma vez por ano) e outro extraordinário, que se realizaria

- Estabelecimento de um concurso de remoção periódico (como por exemplo uma vez por ano) e outro extraordinário, que se realizaria SUMÁRIO Esta tese visa propor ações para recuperar a autonomia e autoridade do Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil, na defesa do interesse público. INTRODUÇÃO Inicialmente vale esclarecer a diferença

Leia mais

EIXO I - IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA NACIONAL DE CULTURA

EIXO I - IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA NACIONAL DE CULTURA III CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE CULTURA APRESENTAÇÃO DOS 04 (QUATRO) EIXOS A SEREM DISCUTIDOS NA CONFERÊNCIA EIXO I - IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA NACIONAL DE CULTURA Foco Nacional: Impactos da Emenda Constitucional

Leia mais

Contextualizando a Economia Solidária 1

Contextualizando a Economia Solidária 1 Contextualizando a Economia Solidária 1 O nascimento da Economia Solidária Caracterizado pela propriedade privada dos meios de produção e pela acumulação de riquezas por meio do lucro, que proporciona

Leia mais

SEGURIDADE E PREVIDÊNCIA NO BRASIL

SEGURIDADE E PREVIDÊNCIA NO BRASIL SEGURIDADE E PREVIDÊNCIA NO BRASIL Subseção DIEESE/CUT-Nacional São Paulo, 02 de agosto de 2014 Sindicato dos Trabalhadores(as) na Administração Pública e Autarquias no Município de São Paulo - SINDSEP

Leia mais

SELEÇÃO DE ESTÁGIO - DIREITO

SELEÇÃO DE ESTÁGIO - DIREITO SELEÇÃO DE ESTÁGIO - DIREITO - Verifique se este caderno contém 20 questões objetivas e 2 temas de redação. Caso contrário, reclame ao fiscal da sala outro caderno. - A resposta deve ser marcada com caneta

Leia mais

As mudanças na Previdência Social: a gestão FHC e os desafios do Novo Governo.

As mudanças na Previdência Social: a gestão FHC e os desafios do Novo Governo. As mudanças na Previdência Social: a gestão FHC e os desafios do Novo Governo. Sandra Almeida 1 Consultora Legislativa da Câmara dos Deputados Área de Previdência Social No presente texto faz-se uma retrospectiva

Leia mais

A Prática na Unimed João Pessoa

A Prática na Unimed João Pessoa A Prática na Unimed João Pessoa 27º Encontro Nacional de Núcleos de Desenvolvimento Humano e Comitês Educativos Unimed do Brasil São Paulo, Julho/2015 COOPERATIVISMO E GOVERNANÇA Princípios e Características

Leia mais

ELEIÇÕES 2008 A RELAÇÃO ENTRE VEREADORES, ADMINISTRAÇÕES PETISTAS E O MOVIMENTO SINDICAL SUGESTÕES

ELEIÇÕES 2008 A RELAÇÃO ENTRE VEREADORES, ADMINISTRAÇÕES PETISTAS E O MOVIMENTO SINDICAL SUGESTÕES ELEIÇÕES 2008 A RELAÇÃO ENTRE VEREADORES, ADMINISTRAÇÕES PETISTAS E O MOVIMENTO SINDICAL 1) INTRODUÇÃO SUGESTÕES Ao longo dos seus vinte e oito anos e com a experiência de centenas de administrações que

Leia mais

Entenda o PL 7.168/2014 de A a Z

Entenda o PL 7.168/2014 de A a Z Entenda o PL 7.168/2014 de A a Z O Projeto de Lei 7.168/2014 avança na construção de um novo Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil. Ele trata das relações entre Estado e OSCs e estabelece

Leia mais

OS REGIMES PREVIDENCIÁRIOS. Prof. Ms. Danilo César Siviero Ripoli

OS REGIMES PREVIDENCIÁRIOS. Prof. Ms. Danilo César Siviero Ripoli OS REGIMES PREVIDENCIÁRIOS Prof. Ms. Danilo César Siviero Ripoli No Brasil, existem 2 regimes previdenciários: A) REGIME PÚBLICO: RGPS Regime Geral de Previdência Social, o regime previdenciário próprio

Leia mais

MINUTA DE REGIMENTO INTERNO DA RFB APRECIAÇÃO E PROPOSTAS DA DS/RIO

MINUTA DE REGIMENTO INTERNO DA RFB APRECIAÇÃO E PROPOSTAS DA DS/RIO MINUTA DE REGIMENTO INTERNO DA RFB APRECIAÇÃO E PROPOSTAS DA DS/RIO Diante da exigüidade de tempo para a apresentação de sugestões, o grupo de trabalho da DS/RIO restringiu-se à análise do Capítulo IV

Leia mais

ONG S E ASSOCIAÇÕES. Aproveite bem todas as dicas, fotos e textos deste guia, pois eles são muito importantes.

ONG S E ASSOCIAÇÕES. Aproveite bem todas as dicas, fotos e textos deste guia, pois eles são muito importantes. ONG S E ASSOCIAÇÕES PARA COMEÇAR Você tem vontade de participar mais do que acontece ao seu redor, dar uma força para resolver questões que fazem parte da rotina de certos grupos e comunidades e colocar

Leia mais

O Sr. ÁTILA LIRA (PSB-OI) pronuncia o seguinte. discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores. Deputados, estamos no período em que se comemoram os

O Sr. ÁTILA LIRA (PSB-OI) pronuncia o seguinte. discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores. Deputados, estamos no período em que se comemoram os O Sr. ÁTILA LIRA (PSB-OI) pronuncia o seguinte discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, estamos no período em que se comemoram os vinte anos de promulgação da Constituição Cidadã de

Leia mais

MANIFESTO CONTRÁRIO À CONSTITUIÇÃO DE ORGANIZAÇÕES SOCIAIS (OS) NA EDUCAÇÃO ESTADUAL FÓRUM GOIANO DE EJA APROVADA

MANIFESTO CONTRÁRIO À CONSTITUIÇÃO DE ORGANIZAÇÕES SOCIAIS (OS) NA EDUCAÇÃO ESTADUAL FÓRUM GOIANO DE EJA APROVADA MANIFESTO CONTRÁRIO À CONSTITUIÇÃO DE ORGANIZAÇÕES SOCIAIS (OS) NA EDUCAÇÃO ESTADUAL FÓRUM GOIANO DE EJA APROVADA O Fórum Goiano de Educação de Jovens e Adultos, constituído desde 29 de novembro de 2002,

Leia mais

DOCUMENTO FINAL 7ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DE CEARÁ

DOCUMENTO FINAL 7ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DE CEARÁ DOCUMENTO FINAL 7ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DE CEARÁ EIXO 1 DIREITO À SAÚDE, GARANTIA DE ACESSO E ATENÇÃO DE QUALIDADE Prioritária 1: Diminuir o tempo de contribuição para aposentadoria dos profissionais da

Leia mais

Contribuição Previdenciária Área Rural e SENAR DRF LAURO DE FREITAS/BA

Contribuição Previdenciária Área Rural e SENAR DRF LAURO DE FREITAS/BA Contribuição Previdenciária Área Rural e SENAR DRF LAURO DE FREITAS/BA 1 Receita Federal do Brasil - RFB Estrutura na 5ª Região Fiscal (Bahia e Sergipe) 6 Delegacias, 3 Inspetorias e 2 Alfândegas DRF Lauro

Leia mais

ESPERAMOS QUE SEJA DESTA VEZ...

ESPERAMOS QUE SEJA DESTA VEZ... ESPERAMOS QUE SEJA DESTA VEZ... Na reunião do Conselho Universitário (COU) no último dia 27 de junho, em votação, não foi acatado o pedido de paridade conclamado pelos discentes, técnicos, alguns professores

Leia mais

A CONSTITUIÇÃO DO FÓRUM PERMANENTE DA PESSOA IDOSA NA REGIÃO DOS CAMPOS GERAIS

A CONSTITUIÇÃO DO FÓRUM PERMANENTE DA PESSOA IDOSA NA REGIÃO DOS CAMPOS GERAIS 8. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA A CONSTITUIÇÃO DO FÓRUM PERMANENTE DA PESSOA IDOSA NA REGIÃO DOS CAMPOS GERAIS Maria Iolanda de Oliveira 1 Rita de

Leia mais

O Prefeito do Município de João Pessoa, Estado da Paraíba, faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte lei:

O Prefeito do Município de João Pessoa, Estado da Paraíba, faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte lei: www.leismunicipais.com.br LEI Nº 12.211, DE 27 DE SETEMBRO DE 2011. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO FUNDO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA POPULAR EMPREENDEDORA E SOLIDÁRIA DO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA

Leia mais

Financiamento da Educação Plano Nacional de Educação PL 8035/2010

Financiamento da Educação Plano Nacional de Educação PL 8035/2010 Financiamento da Educação Plano Nacional de Educação PL 8035/2010 Profª Cleuza Rodrigues Repulho Dirigente Municipal de Educação de São Bernardo do Campo/ SP Presidenta da Undime Projeto de Lei 8035/ 2010

Leia mais

As organizações sociais e o contrato de gestão

As organizações sociais e o contrato de gestão As organizações sociais e o contrato de gestão Nina Novaes Coutinho Resumo Este trabalho visa mostrar a importância da Organização Social para o desenvolvimento social. Para tanto, o trabalho apresenta

Leia mais

LEI Nº 9.548, DE 22 DE ABRIL DE 2015. A CÂMARA MUNICIPAL DE GOIÂNIA, Estado de Goiás, aprova e eu, PREFEITO MUNICIPAL, sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 9.548, DE 22 DE ABRIL DE 2015. A CÂMARA MUNICIPAL DE GOIÂNIA, Estado de Goiás, aprova e eu, PREFEITO MUNICIPAL, sanciono a seguinte Lei: 1 Gabinete do Prefeito LEI Nº 9.548, DE 22 DE ABRIL DE 2015 Institui o Programa Municipal de Parcerias Público-Privadas, cria a Comissão Gestora de Parcerias Público-Privadas de Goiânia e dá outras providências.

Leia mais

O NOVO SISTEMA PREVIDENCIÁRIO PARA O SERVIDOR PÚBLICO

O NOVO SISTEMA PREVIDENCIÁRIO PARA O SERVIDOR PÚBLICO O NOVO SISTEMA PREVIDENCIÁRIO PARA O SERVIDOR PÚBLICO MEIRELES 1, Jéssica Maria da Silva KATAOKA 2, Sheila Sayuri Centro de Ciências Sociais Aplicadas /Departamento de Finanças, Contabilidade e Atuária

Leia mais

Breve Diagnóstico Financeiro- Atuarial dos RPPS de Pernambuco

Breve Diagnóstico Financeiro- Atuarial dos RPPS de Pernambuco Universidade Federal de Pernambuco Breve Diagnóstico Financeiro- Atuarial dos RPPS de Pernambuco Cícero Rafael B Dias Atuário Mestre em Economia Doutorando em Estatística 15 de outubro de 2013 AGENDA:

Leia mais

Artigo para uso exclusivo do IPEC.RJ REGISTRO CONTÁBIL DAS SUBVENÇÕES PARA INVESTIMENTOS E O TRATAMENTO FISCAL E SOCIETÁRIO

Artigo para uso exclusivo do IPEC.RJ REGISTRO CONTÁBIL DAS SUBVENÇÕES PARA INVESTIMENTOS E O TRATAMENTO FISCAL E SOCIETÁRIO www.ipecrj.com.br CONTABILIZANDO A LEITURA nº 01 Dia 05/JUL/2010 REGISTRO CONTÁBIL DAS SUBVENÇÕES PARA INVESTIMENTOS E O TRATAMENTO FISCAL E SOCIETÁRIO ANTES DA INTRODUÇÃO: HOMENAGEM A GEBARDO Acho importante,

Leia mais

DO CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE) Bom-dia, Excelentíssimo. Senhor Ministro-Presidente, bom-dia aos demais integrantes

DO CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE) Bom-dia, Excelentíssimo. Senhor Ministro-Presidente, bom-dia aos demais integrantes O SR. FRANCISCO BATISTA JÚNIOR (PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE) Bom-dia, Excelentíssimo Senhor Ministro-Presidente, bom-dia aos demais integrantes da nossa Mesa que, neste momento, estão dividindo

Leia mais

A GESTÃO DA FORÇA DE TRABALHO NO SETOR PÚBLICO SOB O PRISMA PREVIDENCIÁRIO. Marcus Vinícius de Souza Maria Thais da Costa Oliveira Santos

A GESTÃO DA FORÇA DE TRABALHO NO SETOR PÚBLICO SOB O PRISMA PREVIDENCIÁRIO. Marcus Vinícius de Souza Maria Thais da Costa Oliveira Santos A GESTÃO DA FORÇA DE TRABALHO NO SETOR PÚBLICO SOB O PRISMA PREVIDENCIÁRIO Marcus Vinícius de Souza Maria Thais da Costa Oliveira Santos Painel 46/162 Uma visão de longo prazo da Força de Trabalho no setor

Leia mais

ECONOMIA SOLIDÁRIA E CIDADANIA ATIVA NAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE BELO HORIZONTE Renata Adriana Rosa

ECONOMIA SOLIDÁRIA E CIDADANIA ATIVA NAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE BELO HORIZONTE Renata Adriana Rosa ECONOMIA SOLIDÁRIA E CIDADANIA ATIVA NAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE BELO HORIZONTE Renata Adriana Rosa Historiadora, Especialista em Políticas Públicas, responsável, nesta gestão, pela chefia de gabinete da

Leia mais

Desafios para Sustentabilidade do RPPS da União. Brasília, 15 de outubro de 2014 raul_velloso@uol.com.br

Desafios para Sustentabilidade do RPPS da União. Brasília, 15 de outubro de 2014 raul_velloso@uol.com.br Desafios para Sustentabilidade do RPPS da União Brasília, 15 de outubro de 2014 raul_velloso@uol.com.br jan/05 mai/05 set/05 jan/06 mai/06 set/06 jan/07 mai/07 set/07 jan/08 mai/08 set/08 jan/09 mai/09

Leia mais

O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL

O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL 1 O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL A segurança social tem que ser entendida na dupla perspectiva de direito social dos cidadãos, que compete ao Estado garantir, e de princípio

Leia mais

APOSENTADORIA INTEGRAL X INTEGRALIDADE

APOSENTADORIA INTEGRAL X INTEGRALIDADE APOSENTADORIA INTEGRAL X INTEGRALIDADE Alex Sandro Lial Sertão Assessor Jurídico TCE/PI alex.sertao@tce.pi.gov.br Até o advento da EC nº 41/03, era direito do servidor público aposentar-se com base na

Leia mais

Nº 36 de 2014 - CN (Mensagem nº 365 de 2014, na origem) 1. PROJETO DE LEI

Nº 36 de 2014 - CN (Mensagem nº 365 de 2014, na origem) 1. PROJETO DE LEI PROJETO DE LEI Nº 36 de 2014 - CN (Mensagem nº 365 de 2014, na origem) ROL DE DOCUMENTOS 1. PROJETO DE LEI 2. EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS 3. MENSAGEM 4. LEGISLAÇÃO CITADA PROJETO DE LEI Nº 36, DE 2014 Altera

Leia mais

I Mostra de Profissões Colégio Estadual Barbosa Ferraz

I Mostra de Profissões Colégio Estadual Barbosa Ferraz I Mostra de Profissões Colégio Estadual Barbosa Ferraz Profissional de Serviço Social Definição da profissão O Serviço Social foi regulamentado, no Brasil, em 1957, mas as primeiras escolas de formação

Leia mais

Reformas Políticas: aperfeiçoando e ampliando a Democracia

Reformas Políticas: aperfeiçoando e ampliando a Democracia Reformas Políticas: aperfeiçoando e ampliando a Democracia Pedro Pontual Pesquisador da Equipe de Participação Cidadã/Observatório dos Direitos do Cidadão do Instituto Pólis Apresentação O Observatório

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL Nº 1925, DE 23 DE MAIO DE 2005, Págs 54 e 56 LEI Nº 1367, DE 17 DE MAIO DE 2005. Regulamentada pelo Decreto nº 198/06 Cria o Fundo Municipal de Desenvolvimento da Economia Popular

Leia mais

Eixos da Campanha Salarial 2011 Definidos na reunião do Setor das IFES

Eixos da Campanha Salarial 2011 Definidos na reunião do Setor das IFES Eixos da Campanha Salarial 2011 Definidos na reunião do Setor das IFES Contra qualquer reforma que retire direitos dos trabalhadores. Regulamentação/Institucionalização da negociação coletiva no setor

Leia mais

PROJETOS DE GERAÇÃO DE TRABALHO E RENDA, UMA INSERÇÃO INFORMAL NO MERCADO, SOBRE POSSIBILIDADES DE INCLUSÃO SOCIAL

PROJETOS DE GERAÇÃO DE TRABALHO E RENDA, UMA INSERÇÃO INFORMAL NO MERCADO, SOBRE POSSIBILIDADES DE INCLUSÃO SOCIAL PROJETOS DE GERAÇÃO DE TRABALHO E RENDA, UMA INSERÇÃO INFORMAL NO MERCADO, SOBRE POSSIBILIDADES DE INCLUSÃO SOCIAL Luana Vianna dos Santos Maia Tatiane da Fonseca Cesar Resumo: O artigo apresentou uma

Leia mais

Apostilas OBJETIVA Técnico do Seguro Social INSS Instituto Nacional do Seguro Social - Concurso Público 2015. Índice

Apostilas OBJETIVA Técnico do Seguro Social INSS Instituto Nacional do Seguro Social - Concurso Público 2015. Índice Índice Seguridade Social - Origem e evolução legislativa no Brasil... 02 Organização e Princípios Constitucionais... 08 INSS... 12 SUS... 22 DRT... 31 Fontes, vigência, hierarquia, interpretação e integração...

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 164-03/2015

PROJETO DE LEI Nº 164-03/2015 PROJETO DE LEI Nº 164-03/2015 Dispõe sobre a criação do Conselho Municipal do Idoso e do Fundo Municipal dos Direitos do Idoso. LUIS FERNANDO SCHMIDT, Prefeito Municipal de Lajeado, Estado do Rio Grande

Leia mais

Finanças Públicas Estaduais: uma breve análise do impacto da Lei de Responsabilidade Fiscal sobre alguns indicadores orçamentários

Finanças Públicas Estaduais: uma breve análise do impacto da Lei de Responsabilidade Fiscal sobre alguns indicadores orçamentários Revista Economia & Tecnologia (RET) Volume 10, Número 2, p. 71-80, Abr/Jun 2014 Finanças Públicas Estaduais: uma breve análise do impacto da Lei de Responsabilidade Fiscal sobre alguns indicadores orçamentários

Leia mais

DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO NUDECON. Núcleo de Defesa do Consumidor. Comissão de proteção e defesa do Consumidor SUPERENDIVIDADO

DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO NUDECON. Núcleo de Defesa do Consumidor. Comissão de proteção e defesa do Consumidor SUPERENDIVIDADO DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO NUDECON Núcleo de Defesa do Consumidor Comissão de proteção e defesa do Consumidor SUPERENDIVIDADO O QUE É SUPERENDIVIDAMENTO? Impossibilidade global do devedor

Leia mais

TEXTO: SISTEMA DE GARANTIA DE DIREITOS HUMANOS.

TEXTO: SISTEMA DE GARANTIA DE DIREITOS HUMANOS. TEXTO: SISTEMA DE GARANTIA DE DIREITOS HUMANOS. O envelhecimento digno é considerado um Direito Humano a ser garantido e preservado pelo Estado e pela Sociedade. Assim, a consolidação desse direito requer

Leia mais

O que é o esocial? Empregado

O que é o esocial? Empregado CICLO DE PALESTRAS O que é o esocial? É uma nova forma de registro de informações, também conhecida como folha de pagamento digital que unificará todos os sistemas. Empregado O Ato Declaratório Executivo

Leia mais

Defesa dos Serviços e Trabalhadores Públicos Brasileiros e o. Não Pagamento da Dívida Pública

Defesa dos Serviços e Trabalhadores Públicos Brasileiros e o. Não Pagamento da Dívida Pública Defesa dos Serviços e Trabalhadores Públicos Brasileiros e o Não Pagamento da Dívida Pública O endividamento público vem pautando a vida do povo brasileiro sob diversas formas, especialmente a partir da

Leia mais

POLÍTICA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO

POLÍTICA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO REITORIA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO POLÍTICA

Leia mais

As diversas opções de aposentadoria para os Servidores Públicos Federais

As diversas opções de aposentadoria para os Servidores Públicos Federais As diversas opções de aposentadoria para os Servidores Públicos Federais Secretaria de Estudos, Pesquisas e Políticas Públicas e Secretaria de Formação Política e Sindical. SINDICATO DOS TRABALHADORES

Leia mais

MÓDULO II Introdução ao Estatuto da Criança e do Adolescente AULA 04

MÓDULO II Introdução ao Estatuto da Criança e do Adolescente AULA 04 MÓDULO II Introdução ao Estatuto da Criança e do Adolescente AULA 04 Por Leonardo Rodrigues Rezende 1 1. Apresentação O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa 24 anos este ano, mas sua história

Leia mais

Brasil: Fenômeno cultural - Legado português: sociedade patrimonialista, individualista, hierárquica e dividida.

Brasil: Fenômeno cultural - Legado português: sociedade patrimonialista, individualista, hierárquica e dividida. Corrupção Brasil: Fenômeno cultural - Legado português: sociedade patrimonialista, individualista, hierárquica e dividida. Utilização do poder público em benefício privado: apego ao assistencialismo, clientelismo,

Leia mais

MAGNO ANTÔNIO CORREIA DE MELLO

MAGNO ANTÔNIO CORREIA DE MELLO ALTERAÇÕES NORMATIVAS DECORRENTES DE REFORMAS PREVIDENCIÁRIAS IMPLEMENTADAS OU PROPOSTAS, CLASSIFICADAS POR ASSUNTO, A PARTIR DA EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 20/98 - QUADRO COMPARATIVO - MAGNO ANTÔNIO CORREIA

Leia mais

Pronunciamento Exército 18.08.2014 (Senador Pedro Taques) Senhor Presidente, Senhores senadores, Amigos que nos acompanham na TV Senado,

Pronunciamento Exército 18.08.2014 (Senador Pedro Taques) Senhor Presidente, Senhores senadores, Amigos que nos acompanham na TV Senado, Pronunciamento Exército 18.08.2014 (Senador Pedro Taques) Senhor Presidente, Senhores senadores, Amigos que nos acompanham na TV Senado, Hoje minha palavra é dirigida a uma classe importante para o Brasil:

Leia mais

INOVAÇÕES LEGISLATIVAS: área de atuação das fundações e remuneração de dirigentes

INOVAÇÕES LEGISLATIVAS: área de atuação das fundações e remuneração de dirigentes INOVAÇÕES LEGISLATIVAS: área de atuação das fundações e remuneração de dirigentes AIRTON GRAZZIOLI Ministério Público do Estado de São Paulo Promotor de Justiça de Fundações de SP Art. 62, p. único: ÁREA

Leia mais

O CONCEITO DE EDUCAÇÃO PERMANENTE E EDUCAÇÃO AO LONGO DA VIDA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONSIDERAÇÕES PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO.

O CONCEITO DE EDUCAÇÃO PERMANENTE E EDUCAÇÃO AO LONGO DA VIDA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONSIDERAÇÕES PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. O CONCEITO DE EDUCAÇÃO PERMANENTE E EDUCAÇÃO AO LONGO DA VIDA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONSIDERAÇÕES PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Sandra Fernandes Leite Unicamp. Cristiane Teresa Dombosco

Leia mais

II Encontro Regional de Políticas Públicas para crianças e adolescentes vivendo e convivendo com HIV/Aids BENEFÍCIOS NEIDE GRAVATO DA SILVA ASSISTENTE SOCIAL DO CENTRO DE REFERENCIA EM AIDS DE SANTOS SMS/PMS

Leia mais

PREVIDENCIA SOCIAL ASPECTOS GERAIS SOBRE RPPS. RPPS Consult Consultoria e Assessoria em RPPS

PREVIDENCIA SOCIAL ASPECTOS GERAIS SOBRE RPPS. RPPS Consult Consultoria e Assessoria em RPPS PREVIDENCIA SOCIAL ASPECTOS GERAIS SOBRE RPPS RPPS Consult Consultoria e Assessoria em RPPS O que é Previdência Social? Previdência Social é que um seguro que o indivíduo faz durante o período em que está

Leia mais

CONSTRUÇÃO DO SUS Movimento da Reforma Sanitária

CONSTRUÇÃO DO SUS Movimento da Reforma Sanitária SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE CAPACITAÇÃO PARA APOIOS DO CONTROLE SOCIAL Mariângela de Assis Gomes Fortes CONSTRUÇÃO DO SUS Movimento da Reforma Sanitária Surgimento No Final dos anos de 1970 e início dos anos

Leia mais

CONSTITUIÇÃO FEDERAL 1988

CONSTITUIÇÃO FEDERAL 1988 MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL MPS SECRETARIA DE POLÍTICAS DE PREVIDÊNCIA SOCIAL SPPS DEPARTAMENTO DOS REGIMES DE PREVIDÊNCIA NO SERVIÇO PÚBLICO DRPSP COORDENAÇÃO-GERAL DE AUDITORIA, ATUÁRIA, CONTABILIDADE

Leia mais

PROVA 2 DISCURSIVA 1. a PARTE TEXTO 1

PROVA 2 DISCURSIVA 1. a PARTE TEXTO 1 PROVA 2 DISCURSIVA 1. a PARTE TEXTO 1 Para produzir a dissertação relativa ao Texto 1, que vale trinta pontos, faça o que se pede, usando as páginas correspondentes do presente caderno para rascunho. Em

Leia mais

MUDANÇA DO FATOR PREVIDENCIÁRIO APERFEIÇOANDO A PREVIDÊNCIA COM JUSTIÇA SOCIAL E EQUILÍBRIO FISCAL

MUDANÇA DO FATOR PREVIDENCIÁRIO APERFEIÇOANDO A PREVIDÊNCIA COM JUSTIÇA SOCIAL E EQUILÍBRIO FISCAL APERFEIÇOANDO A PREVIDÊNCIA COM JUSTIÇA SOCIAL E EQUILÍBRIO FISCAL www.pepevargas.com.br dep.pepevargas@camara.gov.br Reforma da Previdência de 1998: EC 20 - Visava compensar o desequilíbrio nas contas

Leia mais

FICHA BIBLIOGRÁFICA. Título: Perfil da Mulher Metalúrgica do ABC. Autoria: Subseção DIEESE/Metalúrgicos do ABC

FICHA BIBLIOGRÁFICA. Título: Perfil da Mulher Metalúrgica do ABC. Autoria: Subseção DIEESE/Metalúrgicos do ABC FICHA BIBLIOGRÁFICA Título: Perfil da Mulher Metalúrgica do ABC Autoria: Subseção DIEESE/Metalúrgicos do ABC Equipe técnica responsável: Fausto Augusto Junior; Zeíra Mara Camargo de Santana; Warley Batista

Leia mais

Três exemplos de sistematização de experiências

Três exemplos de sistematização de experiências Três exemplos de sistematização de experiências Neste anexo, apresentamos alguns exemplos de propostas de sistematização. Estes exemplos não são reais; foram criados com propósitos puramente didáticos.

Leia mais

A OUTORGA ONEROSA DE ALTERAÇÃO DE USO

A OUTORGA ONEROSA DE ALTERAÇÃO DE USO ESTADO DA PARAÍBA PREFEITURA MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA Assessoria Técnica SEPLAM Sobre a Lei Nº 12.145, DE 08 DE SETEMBRO DE 2011. A OUTORGA ONEROSA DE ALTERAÇÃO DE USO REFERÊNCIAS LEGAIS Lei 10.257/01

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR N o 137, DE 2004

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR N o 137, DE 2004 COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR N o 137, DE 2004 Estabelece o Limite Máximo de Consumo, a Poupança Fraterna e dá outras providências. Autor: Deputado NAZARENO FONTELES Relator:

Leia mais

Oficina Cebes DESENVOLVIMENTO, ECONOMIA E SAÚDE

Oficina Cebes DESENVOLVIMENTO, ECONOMIA E SAÚDE RELATÓRIO Oficina Cebes DESENVOLVIMENTO, ECONOMIA E SAÚDE 30 de março de 2009 LOCAL: FLÓRIDA WINDSOR HOTEL No dia 30 de março de 2009, o Cebes em parceria com a Associação Brasileira de Economia da Saúde

Leia mais

PREVIDÊNCIA SOCIAL INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL

PREVIDÊNCIA SOCIAL INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL As conquistas mais definitivas da Previdência Social, como um sistema do trabalhador para o trabalhador, estão ligadas às lições aprendidas com os próprios segurados, no tempo e no espaço Extraído do Livro

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO: MESTRADO EM PLANEJAMENTO E GOVERNANÇA PÚBLICA GUSTAVO ADOLFO GOMES SCHOLZ DESAFIOS DA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR CURITIBA 2012 GUSTAVO

Leia mais

* DOCUMENTOS DE APOIO *

* DOCUMENTOS DE APOIO * E m A N Á L I S E * DOCUMENTOS DE APOIO * Nº 10 Dezembro 2006 Gabinete de Investigação e Projectos Reforma da Segurança Social Síntese Portugal dispõe de um Sistema Público de Segurança Social que se desenvolveu

Leia mais

Arquitetura e Engenharia

Arquitetura e Engenharia Arquitetura e Engenharia Originalmente: - Auditor Tributário (Nível superior); - Fiscal Tributário (Nível médio); Diversas Leis alteraram esses cargos: Nível de Escolaridade, Atribuições e - Técnico Tributário

Leia mais

Código de Ética e Conduta em Relações Comerciais Bridge Research

Código de Ética e Conduta em Relações Comerciais Bridge Research Código de Ética e Conduta em Relações Comerciais Bridge Research Missão Ser a referência no Brasil em soluções de pesquisa de mercado que utilizem tecnologia como uma plataforma para melhorar a decisão

Leia mais

Plano de lutas do XXIII CONSINTET-UFU 2015. Conjuntura. Conjuntura Nacional e Internacional

Plano de lutas do XXIII CONSINTET-UFU 2015. Conjuntura. Conjuntura Nacional e Internacional Plano de lutas do XXIII CONSINTET-UFU 2015 Conjuntura Que o SINTET-UFU e a FASUBRA inclua no seu calendário anual atividade esportiva para a sua categoria e Base. Que o SINTET-UFU garanta em seus fóruns

Leia mais

DIREITO SOCIAL À EDUCAÇÃO: ACESSO AO ENSINO SUPERIOR

DIREITO SOCIAL À EDUCAÇÃO: ACESSO AO ENSINO SUPERIOR DIREITO SOCIAL À EDUCAÇÃO: ACESSO AO ENSINO SUPERIOR Aluno: Luiz Fernando da Silva Sousa Coordenado pela professora Telma Lage Introdução Nosso grupo é voltado para o estudo dos direitos sociais com foco

Leia mais

O papel do controle social nas políticas públicas para idosos no Brasil

O papel do controle social nas políticas públicas para idosos no Brasil 15 O papel do controle social nas políticas públicas para idosos no Brasil Amarilis Maria Muscari Riani Costa Magali das Graças Machado Rafael de Oliveira Tavares Ruth Gelehrter da Costa Lopes Introdução

Leia mais

ISONOMIA ENTRE AS RENDAS, UMA QUESTÃO DE JUSTIÇA FISCAL!

ISONOMIA ENTRE AS RENDAS, UMA QUESTÃO DE JUSTIÇA FISCAL! ISONOMIA ENTRE AS RENDAS, UMA QUESTÃO DE JUSTIÇA FISCAL! O PROJETO ISONOMIA tem como objetivo extinguir os privilégios tributários das rendas provenientes do capital, incluindo todos os rendimentos obtidos

Leia mais

NOTA CONASEMS Regras para utilização dos recursos transferidos fundo a fundo

NOTA CONASEMS Regras para utilização dos recursos transferidos fundo a fundo NOTA CONASEMS Regras para utilização dos recursos transferidos fundo a fundo O Financiamento da Saúde, de acordo com a Constituição Federal de 1988, é responsabilidade das três esferas de Governo, com

Leia mais

AUDITEC- Auditoria Técnica Atuarial RELATÓRIO FINAL DE AVALIAÇÃO ATUARIAL MUNICÍPIO CACEQUI - RS

AUDITEC- Auditoria Técnica Atuarial RELATÓRIO FINAL DE AVALIAÇÃO ATUARIAL MUNICÍPIO CACEQUI - RS RELATÓRIO FINAL DE AVALIAÇÃO ATUARIAL MUNICÍPIO CACEQUI - RS Avaliação realizada em 31.12.2013 ÍNDICE GERAL 1ª PARTE 1.1. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1.2. HISTÓRICO 1.3. REGRAS DA PREVIDÊNCIA APLICADAS NA

Leia mais

Quase 10% dos brasileiros têm mais de 70 anos. Segundo o IBGE, em 40 anos o número de idosos deverá superar o de jovens

Quase 10% dos brasileiros têm mais de 70 anos. Segundo o IBGE, em 40 anos o número de idosos deverá superar o de jovens Um país de idosos Quase 10% dos brasileiros têm mais de 70 anos. Segundo o IBGE, em 40 anos o número de idosos deverá superar o de jovens A expectativa de vida do brasileiro aumentou mais de 20 anos em

Leia mais

APOIO À ORGANIZAÇÃO SOCIAL A PARTIR DO FORTALECIMENTO DO SINDICATO DOS TRABALHADORES RURAIS DE ALEGRE. Área Temática: Trabalho

APOIO À ORGANIZAÇÃO SOCIAL A PARTIR DO FORTALECIMENTO DO SINDICATO DOS TRABALHADORES RURAIS DE ALEGRE. Área Temática: Trabalho APOIO À ORGANIZAÇÃO SOCIAL A PARTIR DO FORTALECIMENTO DO SINDICATO DOS TRABALHADORES RURAIS DE ALEGRE Área Temática: Trabalho Responsável: Ana Cláudia Hebling Meira Instituição: Centro de Ciências Agrárias

Leia mais