MÓDULO II Introdução ao Estatuto da Criança e do Adolescente AULA 04

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MÓDULO II Introdução ao Estatuto da Criança e do Adolescente AULA 04"

Transcrição

1 MÓDULO II Introdução ao Estatuto da Criança e do Adolescente AULA 04 Por Leonardo Rodrigues Rezende 1 1. Apresentação O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa 24 anos este ano, mas sua história é mais antiga, pois importantes discussões que levaram à sua elaboração tiveram início em meados dos anos 1980, juntamente com acontecimentos determinantes para mudanças de paradigmas em relação à infância e à adolescência. Dentre eles, destacam-se a realização das Semanas Ecumênicas do Menor, a criação do Movimento Nacional de Meninos e Meninas de Rua no Brasil, em 1985, a chacina da Candelária no RJ e a promulgação da Constituição Federal de 1988, cujo artigo 227 atribui à família, à sociedade e ao Estado a responsabilidade de se constituírem como um sistema responsável pela efetivação dos direitos das crianças e dos adolescentes. O ECA é composto por 267 artigos, divididos em dois livros: o primeiro, que corresponde do artigo 01 ao 85, tratando de questões gerais, ou seja, como a Lei deve ser entendida e qual é o alcance dos direitos que ela elenca. Esse livro também destaca os cinco direitos fundamentais da população infanto-adolescente. O segundo, conhecido como parte especial, que corresponde do artigo 86 ao 267, traz as normas gerais que regem a política de enfrentamento às situações de violação ou ameaça aos direitos da criança e do adolescente. 1 Bacharel em Ciências Sociais, ênfase em Sociologia Rural, Licenciatura Plena em Ciências Sociais, Especialista em Gestão, Educação e Política Ambiental e concluinte da Especialização em Direitos Humanos pela Universidade Federal de Pernambuco.

2 Nessa parte também estão descritas as diretrizes da política de atendimento, as medidas de proteção e socioeducativas, o acesso à justiça e os crimes e infrações administrativas. A partir do Estatuto, crianças e adolescentes brasileiros, sem distinção de raça, cor ou classe social, passaram a ser reconhecidos como sujeitos de direitos e deveres, considerados como pessoas em desenvolvimento a quem se deve prioridade absoluta do Estado. 2. O surgimento O Estatuto da Criança e do Adolescente-ECA surgiu em 13 de julho de 1990, fruto das lutas dos movimentos da sociedade civil organizada que reivindicou com ações propositivas a cidadania de crianças e adolescentes. É instituído pela Lei 8069, que regulamenta os direitos das crianças e dos adolescentes, sendo inspirado pela Constituição Federal de 1988, no art. 227, a qual antecede a Convenção dos Direitos das Crianças (1990) pela Assembleia Geral da Nações Unidas com toda integralização no âmbito internacional. O seu objetivo principal é a proteção dos menores de 18 anos, proporcionando a eles um desenvolvimento físico, mental, moral e social condizentes com os princípios constitucionais da liberdade e da dignidade, preparando para a vida adulta em sociedade. Com a criação do ECA, as nossas crianças e adolescentes, passaram a ter seus direitos fortalecidos, independente de raça, classe social, melhorando todos os aspectos de discriminação, assim como outras relevâncias: A prioridade do direito à convivência familiar e comunitária e, consequentemente, o fim de abrigamento indiscriminado; a priorização das medidas de proteção sobre as socioeducativas.

3 A integração e a articulação das ações governamentais e não governamentais na política de atendimento; a garantia do devido processo legal e da defesa ao adolescente a quem se atribua a autoria de ato infracional; 3. Avanços O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) mudou a maneira como a sociedade brasileira lida com o público infanto-juvenil. Antes do ECA, nossas crianças e adolescentes eram considerados sujeitos menores de idade e menores também no acesso a direitos. O ECA trouxe diversos avanços para o Brasil dentre eles a criação dos conselhos tutelares, o qual, antes do estatuto, não existia na história brasileira. Atualmente, quase 100% dos municípios têm conselhos tutelares. Dentre tantas conquistas que nossas crianças e adolescente tiveram com o surgimento do ECA, uma das foi a modificação do termo "menor", pois o referido possuía uma conotação pejorativa, antes do advento da Lei, agora usa-se o termo criança e adolescente, no qual criança é até 12 anos (incompletos) e adolescente de 12 a 17 anos incompletos. Outras importantes conquistas do Estatuto da Criança e do Adolescente, que marcam a ruptura com o velho paradigma da situação irregular são: 1. O ECA tornou-se uma ferramenta de garantia de direitos e de mobilização de milhares de pessoas no país em favor das crianças e dos adolescente; 2. Foi criado uma rede social de defensores da criança e do adolescente que até então nunca havia existido no país; 3. Foi montado um sistema de garantia de direitos que foi constituído ao longo desse tempo. Ainda precisa ser complementado e melhorado, mas já é bastante significativo. Possuímos Conselhos Municipais em 92% dos municípios, temos Conselhos Tutelares em quase 100% dos municípios, dezenas de Defensorias

4 Públicas e Juizados da Infância, Coordenadorias de Infância e da Juventude e outras dezenas de Varas e gestores de fundações. Se por um lado esse sistema é motivo de comemoração, por outro, ele ainda precisa melhorar muito. Outro motivo que temos para comemorar é a redução do trabalho infantil. É um dos bons exemplos de que, quando um país assume a responsabilidade de enfrentar um problema social, mobiliza governo, sociedade e entidades internacionais, consegue um resultado expressivo. Desde a década de 1990, o trabalho infantil caiu 30%, resultado da mudança cultural, onde o trabalho infantil deixou de ser visto como uma virtude e recebeu o status de violação de direitos e do estabelecimento de políticas de transferência de renda, tais como o Bolsa Família e o Bolsa Escola. Passados cerca de 24 anos do ECA, a efetiva implementação do estatuto continua sendo uma questão pertinente. Para que isso aconteça, é preciso que haja um grau maior de diálogo e articulação entre os componentes do Sistema de Garantia de Direitos, responsável pela operacionalização e efetivação das políticas públicas para as crianças e os adolescentes. Um dos atores fundamentais desse sistema é o Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente, que deve atuar na formulação e no controle das políticas públicas ligadas à infância e à adolescência, incluindo os programas de proteção e os socioeducativos previstos no estatuto. O referido conselho é um espaço de articulação entre as diversas secretarias que tem programas voltados para o público infanto-juvenil, além de ser responsável pela gestão dos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente, determinando as diretrizes para aplicação dos recursos. O Estatuto, tendo por fonte material o fenômeno da violência contra crianças e adolescentes e a chamada questão do menor, aparece como resposta humanitária à injustiça vivida por milhões de seres em situações de vulnerabilidade, pela precária situação da saúde, da educação, do desrespeito à liberdade, à dignidade e à convivência familiar e comunitária, possibilitando-lhes ascender ao status de cidadãos.

5 A partir dessa lei, foi estabelecido que todas as nossas crianças e adolescentes são sujeitos de direitos, dando a sociedade um olhar para a prioridade absoluta, pois considerando o artigo 4 do ECA É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do Poder Público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade, e à convivência familiar e comunitária. Defendemos o contínuo aperfeiçoamento do estatuto. Não o consideramos um marco legal "imexível". Várias alterações já foram feitas no ECA, tentando melhorar aquilo que se apresentava como lacuna ou até mesmo com uma certa impropriedade. Um exemplo concreto disso foi a Lei de Adoção, aprovada recentemente. Ela melhora o estatuto em vários pontos, tanto nos procedimentos de adoção quanto nos de acolhimento institucional. No que diz respeito ao sistema socioeducativo, temos hoje em tramitação no Congresso Nacional um projeto de lei que institui o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo. Ele aprimora várias coisas do estatuto, como o cumprimento de medida de internação. O único direito restrito ao adolescente é o de ir e vir. Ele tem que ter acesso à saúde, à educação, à profissionalização. O Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo SINASE 2 vai tornar mais concreto o que deve ser feito nos casos de aplicação de medidas socioeducativas, inclusive as responsabilidades que o gestor tem na oferta desses cuidados. 2 O Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo- SINASE representa um instrumento que norteia a aplicação e execução das medidas socioeducativas no Brasil, ao mesmo tempo em que indica a aplicação das medidas em meio aberto como a melhor alternativa para a inserção social dos adolescentes. O SINASE foi originalmente instituído pela Resolução nº 119/2006, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente - CONANDA, e foi recentemente aprovado pela Lei nº , de 18 de janeiro de 2012,

6 4. Dificuldades que o ECA enfrenta Apesar das recentes mudanças no estatuto aprovadas no Congresso, ainda falta efetivar as medidas na prática. Infelizmente, em muitos estados inclusive Pernambuco, as crianças e adolescentes ainda não são prioridades. Os conselhos tutelares ainda continuam abandonados e funcionam de forma precária, falta estrutura nas delegacias especializadas no atendimento de crianças e a pobreza decorrente da ausência de políticas públicas as colocam em situação de vulnerabilidade social. Muitas estão fora da escola e outras são exploradas para sustentar suas famílias, enquanto provedoras do lar. O Estatuto da Criança e do Adolescente ainda continua sofrendo uma série de críticas por parcela da sociedade que ainda resiste às mudança de paradigma em relação à criança e ao adolescente. Sem nunca terem lido o Estatuto, muitas pessoas falam frases do tipo: Por causa do Estatuto, o menor pode praticar crimes sem ser punidos. Depois do Estatuto, os pais perderam o poder sobre os filhos, dentre tantas outras. Desde a promulgação do ECA, um grande esforço para a sua implementação vem sido feito nos âmbitos governamental e nãogovernamental. A crescente participação do terceiro setor nas políticas sociais, fato que ocorre com evidência a partir de 1990, é particularmente forte na área da infância e da juventude. A constituição dos conselhos dos direitos, uma das diretrizes da política de atendimento apregoada na lei, determina que a formulação de políticas para a infância e a juventude deve vir de um grupo formado paritariamente por membros representantes de organizações da sociedade civil e membros representantes das instituições governamentais. No entanto, a implementação integral do ECA ainda representa um desafio para todos aqueles envolvidos e comprometidos com a garantia dos direitos da população infanto-juvenil.

7 Segundo Antonio Carlos Gomes da Costa em um texto intitulado O Desfio da Implementação do Estatuto da Criança e do Adolescente, denomina de salto triplo os três pulos necessários à efetiva implementação da lei. São eles: 1. Mudanças no panorama legal: os municípios e estados precisam se adaptar à nova realidade legal. Muitos deles ainda não contam, em suas leis municipais, com os conselhos e fundos para a infância. 2. Ordenamento e reordenamento institucional: colocar em prática as novas institucionalidades trazidas pelo ECA: conselhos dos direitos, conselhos tutelares, fundos, instituições que executam as medidas sócio-educativas e articulação das redes locais de proteção integral. 3. Melhoria nas formas de atenção direta: É preciso aqui mudar a maneira de ver, entender e agir dos profissionais que trabalham diretamente com as crianças e adolescentes. Estes profissionais são historicamente marcados pelas práticas assistencialistas, corretivas e muitas vezes repressoras, presentes por longo tempo na historia das práticas sociais do Brasil. Com isto, há ainda um longo caminho a ser percorrido antes que se atinja um estado de garantia plena de direitos com instituições sólidas e mecanismos operantes. No entanto, pode-se dizer com tranquilidade que avanços importantes vêm ocorrendo nos últimos anos, e que isto tem um valor ainda mais significativo se contextualizado a partir da própria história brasileira, uma história atravessada mais pelo autoritarismo que pelo fortalecimento de instituições democráticas. Neste sentido, a luta pelos direitos humanos no Brasil é ainda uma luta em curso, merecedora da perseverança e obstinação de todos os que acreditam que um mundo melhor para todos é possível.

8 ATIVIDADE: 1. De acordo com o artigo 19 do ECA que diz: Toda criança ou adolescente tem direito a ser criado e educado no seio da sua família e, excepcionalmente, em família solidária, em ambiente livre da presença de pessoas dependentes de substâncias entorpecentes. Com relação a isso e a partir das suas perspectivas de atuação profissional, analise se em sua comunidade estão sendo efetivados/respeitados esse direito.

9 Referências: BRASIL, Presidência da Republica, Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à fome. Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária. Brasília, GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social. Orientações Técnicas para o acolhimento Institucional e Familiar de Crianças e Adolescentes. Campo Grande MG, BRASIL, Estatuto da criança e do adolescente. Lei de 13 de julho de COSTA, Antonio Carlos Gomes da. Texto intitulado O Desfio da Implementação do Estatuto da Criança e do Adolescente. MOVIMENTO TORTURA NUNCA MAIS DE PERNAMBUCO, Experiência de Acolhimento em Família Solidária. Recife PE, 2013.

MÓDULO V Experiência de acolhimento em família solidária Aula 08. 1. Acompanhamento dos casos na modalidade de proteção em Família Solidária

MÓDULO V Experiência de acolhimento em família solidária Aula 08. 1. Acompanhamento dos casos na modalidade de proteção em Família Solidária MÓDULO V Experiência de acolhimento em família solidária Aula 08 Por Leonardo Rodrigues Rezende 1 1. Acompanhamento dos casos na modalidade de proteção em Família Solidária Os casos encaminhados à modalidade

Leia mais

RELATO DA PRÁTICA INOVADORA NA ASSISTÊNCIA SOCIAL

RELATO DA PRÁTICA INOVADORA NA ASSISTÊNCIA SOCIAL RELATO DA PRÁTICA INOVADORA NA ASSISTÊNCIA SOCIAL 1. NOME DA PRÁTICA OU IDÉIA INOVADORA Projeto De Volta Pra Casa - Linha de Cuidado Aplicada à Assistência Social - Fortalecendo a Convivência Familiar

Leia mais

Rua do Atendimento Protetivo. Municipalino:

Rua do Atendimento Protetivo. Municipalino: Rua do Atendimento Protetivo Municipalino: Esta é a Rua do Atendimento Protetivo. Esta rua tem como missão fundamental resgatar os direitos das crianças e dos adolescentes que foram violados ou ameaçados

Leia mais

Jornada Pedagógica Pastoral 2011. Divane Nery

Jornada Pedagógica Pastoral 2011. Divane Nery Jornada Pedagógica Pastoral 2011 Divane Nery Uma Breve História dos Direitos da Criança e do Adolescente no Brasil Por Gisella Werneck Lorenzi* Até 1900 Final do Império e início da Republica Não se tem

Leia mais

ESTATUDO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

ESTATUDO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE ESTATUDO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (*) ANGELA GUADAGNIN A sociedade de forma organizada conquistou na constituição que os direitos das crianças e adolescentes fossem um dever a ser implantado e respeitado

Leia mais

RESOLUÇÃO N 124/2006. O Conselho Municipal de Assistência Social de Porto Alegre, no uso das atribuições que lhe confere a Lei Complementar n 352/95,

RESOLUÇÃO N 124/2006. O Conselho Municipal de Assistência Social de Porto Alegre, no uso das atribuições que lhe confere a Lei Complementar n 352/95, RESOLUÇÃO N 124/2006 O Conselho Municipal de Assistência Social de Porto Alegre, no uso das atribuições que lhe confere a Lei Complementar n 352/95, RESOLVE: Aprovar a utilização das definições de Programas

Leia mais

CREAS - Institucional. O que é o CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social)?

CREAS - Institucional. O que é o CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social)? CREAS - Institucional O que é o CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social)? Considerando a definição expressa na Lei nº 12.435/2011, o CREAS é a unidade pública estatal de abrangência

Leia mais

O CRAS E A POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

O CRAS E A POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL O CRAS E A POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Mario de Souza Martins 1 Silvane Marcela Mazur 2 Resumo: A assistência social se debate entre o assistencialismo e o direito: a Igreja Católica pratica a caridade

Leia mais

O ADOLESCENTE INFRATOR E OS DESAFIOS DA POLÍTICA DE ATENDIMENTO À INFÂNCIA E À ADOLESCÊNCIA INSTITUCIONALIZADA.

O ADOLESCENTE INFRATOR E OS DESAFIOS DA POLÍTICA DE ATENDIMENTO À INFÂNCIA E À ADOLESCÊNCIA INSTITUCIONALIZADA. O ADOLESCENTE INFRATOR E OS DESAFIOS DA POLÍTICA DE ATENDIMENTO À INFÂNCIA E À ADOLESCÊNCIA INSTITUCIONALIZADA. ANTONIO GANDINI JÚNIOR Núcleo de Estudo e Pesquisa: Política e Gestão da Educação Doutorando

Leia mais

Estatuto da Criança e do adolescente

Estatuto da Criança e do adolescente Luiz Octávio O. Saboia Ribeiro Juiz Auxiliar da CGJ Estatuto da Criança e do adolescente PROTEÇÃO INTEGRAL Os espinhos que me ferem são frutos dos arbustos que plantei. (Lord Byron) Art. 227. É dever da

Leia mais

Comissão Municipal Interinstitucional de Enfrentamento à Violência contra Crianças e Adolescentes

Comissão Municipal Interinstitucional de Enfrentamento à Violência contra Crianças e Adolescentes 1 Comissão Municipal Interinstitucional de Enfrentamento à Violência contra Crianças e Adolescentes PLANO MUNICIPAL DE ENFRENTAMENTO ÀS VIOLÊNCIAS CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES Ponta Grossa Paraná 2013

Leia mais

PROJETO CONHECENDO ABRIGOS

PROJETO CONHECENDO ABRIGOS Centro de Apoio Op era cional da In fâ ncia, Juven tude e Educaçã o PROJETO CONHECENDO ABRIGOS 1. Introdução O abrigo é uma medida de proteção provisória, prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente,

Leia mais

Experiência: Pacto nacional pelo enfrentamento da violência contra as mulheres

Experiência: Pacto nacional pelo enfrentamento da violência contra as mulheres Experiência: Pacto nacional pelo enfrentamento da violência contra as mulheres Presidência da República Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres Responsável: Aparecida Gonçalves, Subsecretária

Leia mais

A importância do diagnóstico municipal e do planejamento para a atuação dos Conselhos dos Direitos do Idoso. Fabio Ribas Recife, março de 2012

A importância do diagnóstico municipal e do planejamento para a atuação dos Conselhos dos Direitos do Idoso. Fabio Ribas Recife, março de 2012 A importância do diagnóstico municipal e do planejamento para a atuação dos Conselhos dos Direitos do Idoso Fabio Ribas Recife, março de 2012 Uma pauta para nosso diálogo: 1)Desafios para o fortalecimento

Leia mais

SIM SENHOR, NÃO SENHOR: desvelando o significado dos processos educativos para a realidade dos adolescentes em conflito com a lei

SIM SENHOR, NÃO SENHOR: desvelando o significado dos processos educativos para a realidade dos adolescentes em conflito com a lei SIM SENHOR, NÃO SENHOR: desvelando o significado dos processos educativos para a realidade dos adolescentes em conflito com a lei Ivana Marques dos Santos Silva Universidade Federal Rural de Pernambuco

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº de 2009. (Do Sr. Chico Lopes) Art. 1º - Fica criada a profissão de Educador e Educadora Social, nos termos desta Lei.

PROJETO DE LEI Nº de 2009. (Do Sr. Chico Lopes) Art. 1º - Fica criada a profissão de Educador e Educadora Social, nos termos desta Lei. PROJETO DE LEI Nº de 2009 (Do Sr. Chico Lopes) Dispõe sobre a criação da profissão de educador e educadora social e dá outras providências. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º - Fica criada a profissão

Leia mais

Módulo 02 Professor Paulo Afonso Garrido de Paula 1

Módulo 02 Professor Paulo Afonso Garrido de Paula 1 Módulo 02 Professor Paulo Afonso Garrido de Paula 1 Vídeo Aula 1 2 O Direito da Criança e do Adolescente Vamos tratar do direito da criança e do adolescente. Uma primeira observação: quando se afirma a

Leia mais

CNAS. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Especial dos Direitos Humanos (2007-2015) 2015)

CNAS. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Especial dos Direitos Humanos (2007-2015) 2015) Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária (2007-2015) 2015) MARCO LEGAL A CRIANÇA E O ADOLESCENTE COMO SUJEITOS DE DIREITOS

Leia mais

Nilson João Espindola Secretário de Assistência Social. DECRETO Nº. 1426, DE 29 DE AGOSTO DE 2012, com base na Lei Municipal nº. 2.755/2007.

Nilson João Espindola Secretário de Assistência Social. DECRETO Nº. 1426, DE 29 DE AGOSTO DE 2012, com base na Lei Municipal nº. 2.755/2007. 2014 PLANO DE AÇÃO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE PALHOÇA Gestão 2012/2014 CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE PALHOÇA Gestão 2012/2014 Avenida

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO N. DE DE DE 2011.

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO N. DE DE DE 2011. CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO N. DE DE DE 2011. Dispõe sobre a atuação dos membros do Ministério Público na defesa do direito fundamental à convivência familiar e comunitária de crianças

Leia mais

DECLARAÇÃO DE GENEBRA 1924

DECLARAÇÃO DE GENEBRA 1924 LEVANTAMENTO DO MARCO LÓGICO E LEGAL DAS MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS - UNIDADE DE INTERNAÇÃO 1. Marco Lógico Publicação/Origem NORMATIVAS INTERNACIONAIS DECLARAÇÃO DE GENEBRA 1924 DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS

Leia mais

Módulo 01 Professor Antonio Carlos Gomes da Costa 1

Módulo 01 Professor Antonio Carlos Gomes da Costa 1 Módulo 01 Professor Antonio Carlos Gomes da Costa 1 Vídeo Aula 1 2 A Constituição Federal de 1988 e o Estatuto da Criança e do Adolescente O contexto da Constituição Federal de 1988 foi inspirado nau idéia

Leia mais

Carta de recomendações para o enfrentamento às violências na primeira infância

Carta de recomendações para o enfrentamento às violências na primeira infância Carta de recomendações para o enfrentamento às violências na primeira infância Rio de Janeiro, 2 de abril de 2015 A todas as pessoas que atuam na promoção e defesa dos direitos das crianças A Rede Nacional

Leia mais

Estatuto da criança e do adolescente

Estatuto da criança e do adolescente Estatuto da criança e do adolescente LIVRO II PARTE ESPECIAL TITULO I DA POLITICA DE ATENDIMENTO O art. 86 do ECA assim define a política de atendimento: A política de atendimento dos direitos da criança

Leia mais

NORMATIVAS INTERNACIONAIS

NORMATIVAS INTERNACIONAIS LEVANTAMENTO DOS MARCOS LÓGICOS E LEGAIS DE MSE LIBERDADE ASSISTIDA 1. Marco Lógico Publicação/Origem NORMATIVAS INTERNACIONAIS DECLARAÇÃO DE GENEBRA 1924 DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Declaração

Leia mais

PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Proposta de ações para elaboração do Plano Estadual da Pessoa com Deficiência Objetivo Geral: Contribuir para a implementação

Leia mais

Cibelle do Carmo Rodrigues 1 Elaine Aparecida de Souza 2 Luciana Pavowski Franco Silvestre 3 Tailana Lia Sebastião 4

Cibelle do Carmo Rodrigues 1 Elaine Aparecida de Souza 2 Luciana Pavowski Franco Silvestre 3 Tailana Lia Sebastião 4 ENCONTRO DOS TRABALHADORES DO SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL DA REGIONAL DE PONTA GROSSA 2014 COMO RESULTADO DO PROCESSO DE ASSESSORIA E MONITORAMENTO Cibelle do Carmo Rodrigues 1 Elaine Aparecida

Leia mais

Adolescentes no Brasil Um olhar desde o Direito

Adolescentes no Brasil Um olhar desde o Direito PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS SECRETARIA NACIONAL DE PROMOÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Adolescentes no Brasil Um olhar desde o Direito Novembro / 2013 Art. 227/CF

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 101 DE 17 DE MARÇO DE 2005 (*)

RESOLUÇÃO Nº 101 DE 17 DE MARÇO DE 2005 (*) RESOLUÇÃO Nº 101 DE 17 DE MARÇO DE 2005 (*) Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente Dispõe sobre os Procedimentos e critérios para a aprovação de projetos a serem financiados com recursos

Leia mais

PROGRAMA MPT NA ESCOLA: AÇÃO SOCIAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PROGRAMA MPT NA ESCOLA: AÇÃO SOCIAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL PROGRAMA MPT NA ESCOLA: AÇÃO SOCIAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL (ASFORA, R. V. S.) - Raphaella Viana Silva Asfora/Autora ¹ Escola Superior da Magistratura do Estado da Paraíba,Tribunal de Justiça da Paraíba,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 18, 5 DE JUNHO DE 2014.

RESOLUÇÃO Nº 18, 5 DE JUNHO DE 2014. RESOLUÇÃO Nº 18, 5 DE JUNHO DE 2014. Dispõe sobre expansão e qualificação do Serviço de Proteção Social aos Adolescentes em Cumprimento de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto de Liberdade Assistida

Leia mais

Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais

Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais Estatuto da Criança e do Adolescente: 18 anos, 18 Compromissos A criança e o adolescente no centro da gestão municipal O Estatuto

Leia mais

ESTADO DO CEARÁ MINISTÉRIO PÚBLICO DE CONTAS junto ao Tribunal de Contas do Estado do Ceará

ESTADO DO CEARÁ MINISTÉRIO PÚBLICO DE CONTAS junto ao Tribunal de Contas do Estado do Ceará 5. COMBATE ÀS DROGAS E AS SUAS CONSEQUÊNCIAS No que se refere aos programas de enfrentamento às drogas do Governo do Estado, tido pela Lei n 14.983/2011 (Lei de Diretrizes Orçamentárias 2012) como meta

Leia mais

Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente

Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente Resolução 113/Conanda/2006 Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente Resolução 113/Conanda/2006 Centro de Defesa dos Direitos

Leia mais

Núcleo de Pesquisa e Extensão do Curso de Direito NUPEDIR VII MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA (MIC) 25 de novembro de 2014

Núcleo de Pesquisa e Extensão do Curso de Direito NUPEDIR VII MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA (MIC) 25 de novembro de 2014 O ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL E O DIREITO À CONVIVÊNCIA COM A FAMÍLIA Graciele Benisch 1 Deise Josene Stein 2 SUMÁRIO: 1 INTRODUÇÃO. 2 ASPÉCTOS HISTÓRICOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE. 3 MEDIDAS DE ACOLHIMENTO

Leia mais

PRÁTICAS PSICOLÓGICAS E POLÍTICAS PÚBLICAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL:ALGUMAS INTERROGAÇÕES

PRÁTICAS PSICOLÓGICAS E POLÍTICAS PÚBLICAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL:ALGUMAS INTERROGAÇÕES 137 PRÁTICAS PSICOLÓGICAS E POLÍTICAS PÚBLICAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL:ALGUMAS INTERROGAÇÕES Lilian Rodrigues da Cruz Márcio André Schiefferdecker Universidade de Santa Cruz do Sul Resumo O trabalho investiga

Leia mais

ANEXO 1. Programas e Ações do Ministério da Educação - MEC. 1. Programas e Ações da Secretaria da Educação Básica SEB/2015

ANEXO 1. Programas e Ações do Ministério da Educação - MEC. 1. Programas e Ações da Secretaria da Educação Básica SEB/2015 ANEXO 1 Programas e Ações do Ministério da Educação - MEC 1. Programas e Ações da Secretaria da Educação Básica SEB/2015 Docência em Educação Infantil A oferta de curso integra a política nacional de formação

Leia mais

O TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL NO ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES Alicia Santolini TONON 1 Juliene AGLIO 2

O TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL NO ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES Alicia Santolini TONON 1 Juliene AGLIO 2 1 O TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL NO ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES Alicia Santolini TONON 1 Juliene AGLIO 2 RESUMO: Este artigo apresenta uma reflexão sobre a violência

Leia mais

X CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS HUMANOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE PROPOSTAS DE ÂMBITO ESTADUAL:

X CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS HUMANOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE PROPOSTAS DE ÂMBITO ESTADUAL: X CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS HUMANOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE PROPOSTAS DE ÂMBITO ESTADUAL: EIXO I A 1. Implementar ações de informação permanente e intersetorial, objetivando a promoção dos

Leia mais

como Política Pública de Estado

como Política Pública de Estado como Política Pública de Estado Brasil 27 estados 5.565 municipios 190 milhoes ha 60 milhoes de 0 a 18 anos. Constituicao Federal de 1988 Art. 227. É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar

Leia mais

II CAPACITAÇÃO DE CONSELHEIROS TUTELARES E DE DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

II CAPACITAÇÃO DE CONSELHEIROS TUTELARES E DE DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE II CAPACITAÇÃO DE CONSELHEIROS TUTELARES E DE DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE SEDESE Belo Horizonte, 25 de Outubro de 2012. ABUSO E EXPLORAÇÃO SEXUAL INFANTO-JUVENIL Maria de Lurdes Rodrigues Santa

Leia mais

JOVEM HOMOSSEXUAL substituir por JOVENS GAYS, LÉSBICAS, BISSEXUAIS E TRANSGÊNEROS (GLBT) ou por JUVENTUDE E DIVERSIDADE SEXUAL

JOVEM HOMOSSEXUAL substituir por JOVENS GAYS, LÉSBICAS, BISSEXUAIS E TRANSGÊNEROS (GLBT) ou por JUVENTUDE E DIVERSIDADE SEXUAL JOVEM HOMOSSEXUAL substituir por JOVENS GAYS, LÉSBICAS, BISSEXUAIS E TRANSGÊNEROS (GLBT) ou por JUVENTUDE E DIVERSIDADE SEXUAL OBJETIVOS E METAS 1. Prover apoio psicológico, médico e social ao jovem em

Leia mais

Carta de Princípios dos Adolescentes e Jovens da Amazônia Legal

Carta de Princípios dos Adolescentes e Jovens da Amazônia Legal Carta de Princípios dos Adolescentes e Jovens da Amazônia Legal A infância, adolescência e juventude são fases fundamentais no desenvolvimento humano e na formação futura dos cidadãos. No plano social,

Leia mais

TERMO DE COMPROMISSO FIRMADO PERANTE O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARÁ PELOS CANDIDATOS A PREFEITOS MUNICIPAIS DE BELÉM, NAS ELEIÇÕES 2012.

TERMO DE COMPROMISSO FIRMADO PERANTE O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARÁ PELOS CANDIDATOS A PREFEITOS MUNICIPAIS DE BELÉM, NAS ELEIÇÕES 2012. TERMO DE COMPROMISSO FIRMADO PERANTE O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARÁ PELOS CANDIDATOS A PREFEITOS MUNICIPAIS DE BELÉM, NAS ELEIÇÕES 2012. O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARÁ, daqui por diante

Leia mais

Plano Nacional pela Primeira Infância 2011-2022. Proposta da Rede Nacional Primeira Infância

Plano Nacional pela Primeira Infância 2011-2022. Proposta da Rede Nacional Primeira Infância Plano Nacional pela Primeira Infância 2011-2022 Proposta da Rede Nacional Primeira Infância Por que um Plano Nacional pela Primeira Infância? As crianças são a prioridade absoluta na Constituição Federal

Leia mais

Fórum Nacional de Prevenção e erradicação do Trabalho Infantil. Estratégias para o Enfrentamento ao Trabalho Infantil em 2016

Fórum Nacional de Prevenção e erradicação do Trabalho Infantil. Estratégias para o Enfrentamento ao Trabalho Infantil em 2016 Fórum Nacional de Prevenção e erradicação do Trabalho Infantil Estratégias para o Enfrentamento ao Trabalho Infantil em 2016 FNPETI Criado em 1994 é um movimento permanente de articulação, mobilização

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE ANÁPOLIS-CMDCA

CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE ANÁPOLIS-CMDCA CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE ANÁPOLIS-CMDCA RESOLUÇÃO Nº. 007/11, de 29 DE NOVEMBRO DE 2011. Dispõe sobre a Captação de Recursos através do Fundo da Infância e Adolescência

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E COMBATE AO CRIME ORGANIZADO

COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E COMBATE AO CRIME ORGANIZADO COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E COMBATE AO CRIME ORGANIZADO PROJETO DE LEI N o 2.785, DE 2011 Altera a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 - Estatuto da Criança e do Adolescente, para assegurar a convivência

Leia mais

Políticas Setoriais Secretarias Municipais: Saúde, Assistência Social, Educação, Direitos Humanos(quando houver). Participações Desejáveis

Políticas Setoriais Secretarias Municipais: Saúde, Assistência Social, Educação, Direitos Humanos(quando houver). Participações Desejáveis PARÂMETROS PARA A CONSTITUIÇÃO DAS COMISSÕES INTERSETORIAIS DE ACOMPANHAMENTO DO PLANO NACIONAL DE PROMOÇÃO, PROTEÇÃO E DEFESA DO DIREITO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA

Leia mais

ENFRENTAMENTO AO TRÁFICO DE PESSOAS: DESAFIO PARA O GOVERNO BRASILEIRO E PARA A EDUCAÇÃO.

ENFRENTAMENTO AO TRÁFICO DE PESSOAS: DESAFIO PARA O GOVERNO BRASILEIRO E PARA A EDUCAÇÃO. ENFRENTAMENTO AO TRÁFICO DE PESSOAS: DESAFIO PARA O GOVERNO BRASILEIRO E PARA A EDUCAÇÃO. Larissa Gabrielle Braga e Silva 1 Orientadora: Profª Maria Helena Morra 2 RESUMO O Brasil é um país de faces contraditórias

Leia mais

ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE, DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA

ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE, DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE, DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA MACEDO, Emosanelle Modesto Monteiro 1 SILVA, Ana Paula Bezerra da 2 SILVA, Helizete Bezerra da 3 TRAJANO, Renata Marques Diniz 4 DIAS,

Leia mais

Avanços e Perspectivas dos Direitos da Criança com Ênfase na Área da Saúde

Avanços e Perspectivas dos Direitos da Criança com Ênfase na Área da Saúde Avanços e Perspectivas dos Direitos da Criança com Ênfase na Área da Saúde Falar dos direitos da criança implica necessariamente um resgate do maior avanço em âmbito jurídico e político-ideológico relacionado

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE BAURU ESTADO DE SÃO PAULO Secretaria Municipal do Bem-Estar Social

PREFEITURA MUNICIPAL DE BAURU ESTADO DE SÃO PAULO Secretaria Municipal do Bem-Estar Social Padrão Normativo da Rede de Proteção Social Especial de Média Complexidade Serviço Especializado de Abordagem Social Administração: Rodrigo Antonio de Agostinho Mendonça Secretária do Bem Estar Social:

Leia mais

TEXTO: SISTEMA DE GARANTIA DE DIREITOS HUMANOS.

TEXTO: SISTEMA DE GARANTIA DE DIREITOS HUMANOS. TEXTO: SISTEMA DE GARANTIA DE DIREITOS HUMANOS. O envelhecimento digno é considerado um Direito Humano a ser garantido e preservado pelo Estado e pela Sociedade. Assim, a consolidação desse direito requer

Leia mais

PLANO DE GOVERNO TULIO BANDEIRA PTC 36

PLANO DE GOVERNO TULIO BANDEIRA PTC 36 PLANO DE GOVERNO TULIO BANDEIRA PTC 36 GESTÃO PÚBLICA Garantir ampla participação popular na formulação e acompanhamento das políticas públicas; Criação do SOS Oprimidos, onde atenda desde pessoas carentes

Leia mais

Crianças e adolescentes em situação de rua. Compreensões teóricas e possibilidades de atendimento na perspectiva interdisciplinar

Crianças e adolescentes em situação de rua. Compreensões teóricas e possibilidades de atendimento na perspectiva interdisciplinar Crianças e adolescentes em situação de rua Compreensões teóricas e possibilidades de atendimento na perspectiva interdisciplinar Eduardo Rezende Melo - colóquio NECA - junho 1 Sumário Crianças e adolescentes

Leia mais

Rede de Atenção à. Pessoa em Situação de Violência

Rede de Atenção à. Pessoa em Situação de Violência Rede de Atenção à Pessoa em Situação de Violência AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE Art. 198 da CF/ 1988: A ações e os serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA REDE ESCOLAR EM CURITIBA PR: A LUTA PELA IGUALDADE DE DIREITOS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL RESUMO

A IMPORTÂNCIA DA REDE ESCOLAR EM CURITIBA PR: A LUTA PELA IGUALDADE DE DIREITOS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL RESUMO A IMPORTÂNCIA DA REDE ESCOLAR EM CURITIBA PR: A LUTA PELA IGUALDADE DE DIREITOS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL Daiane Fernandes Giorgi de Paula 1 Simone Patricia Batista de Camargo

Leia mais

PROJETO DE LEI N O, DE 2004

PROJETO DE LEI N O, DE 2004 PROJETO DE LEI N O, DE 2004 (Do Sr. Wladimir Costa) Dispõe sobre o atendimento educacional especializado em classes hospitalares e por meio de atendimento pedagógico domiciliar. O Congresso Nacional decreta:

Leia mais

Brasil. 5 O Direito à Convivência Familiar e Comunitária: Os abrigos para crianças e adolescentes no

Brasil. 5 O Direito à Convivência Familiar e Comunitária: Os abrigos para crianças e adolescentes no Introdução A convivência familiar e comunitária é um dos direitos fundamentais 1 garantidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA, 1990). A lei ainda enfatiza que: Toda criança ou adolescente

Leia mais

Resumo. Palavras- chave: Imputabilidade. Maioridade. Redução. Introdução. 1 Dos Direitos fundamentais da criança e adolescente

Resumo. Palavras- chave: Imputabilidade. Maioridade. Redução. Introdução. 1 Dos Direitos fundamentais da criança e adolescente Imputabilidade da Criança e do Adolescente Luciana C. Padilha Resumo Observa-se em países desenvolvidos que os indicadores de educação positivos e em crescimento estão intimamente ligados a repressão da

Leia mais

01 Direito da Criança e do Adolescente

01 Direito da Criança e do Adolescente 01 Direito da Criança e do Adolescente Constitui-se em um direito dos pais ou responsáveis, assegurado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, a) adentrar no prédio escolar até as salas de aula em qualquer

Leia mais

RESOLUÇÃO SMAS Nº 20 DE 27 DE MAIO DE 2011.

RESOLUÇÃO SMAS Nº 20 DE 27 DE MAIO DE 2011. RESOLUÇÃO SMAS Nº 20 DE 27 DE MAIO DE 2011. Cria e regulamenta o protocolo do serviço especializado em abordagem social, no âmbito das ações da proteção social especial de média complexidade da Secretaria

Leia mais

INCLUSÃO SOCIAL E A POLÍTICA PÚBLICA DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS (SCFV).

INCLUSÃO SOCIAL E A POLÍTICA PÚBLICA DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS (SCFV). INCLUSÃO SOCIAL E A POLÍTICA PÚBLICA DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS (SCFV). Maria Mabel Nunes de Morais; Raiany Augusto Carvalho; Samara Pereira de Sousa; Édja Larissa Simão de Lacerda; Maria

Leia mais

O DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES

O DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES O DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Josefa Adelaide Clementino Leite 1 Maria de Fátima Melo do Nascimento 2 Waleska Ramalho Ribeiro 3 RESUMO O direito à proteção social

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO ASSISTENTE SOCIAL NOS PROJETOS SOCIAIS E NA EDUCAÇÃO - UMA BREVE ANÁLISE DA EXPERIÊNCIA DO PROJETO DEGRAUS CRIANÇA

A IMPORTÂNCIA DO ASSISTENTE SOCIAL NOS PROJETOS SOCIAIS E NA EDUCAÇÃO - UMA BREVE ANÁLISE DA EXPERIÊNCIA DO PROJETO DEGRAUS CRIANÇA A IMPORTÂNCIA DO ASSISTENTE SOCIAL NOS PROJETOS SOCIAIS E NA EDUCAÇÃO - UMA BREVE ANÁLISE DA EXPERIÊNCIA DO PROJETO DEGRAUS CRIANÇA Tamara Nomura NOZAWA 1 Telma Lúcia Aglio GARCIA 2 Edmárcia Fidelis ROCHA

Leia mais

Política Municipal para o Desenvolvimento Integral da Primeira Infância na Cidade de São Paulo

Política Municipal para o Desenvolvimento Integral da Primeira Infância na Cidade de São Paulo VIVER A CIDADE QUE A GENTE AMA. FAZER A SÃO PAULO QUE A GENTE QUER. Política Municipal para o Desenvolvimento Integral da Primeira Infância na Cidade de São Paulo A importância da primeira infância O desenvolvimento

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA-GERAL Processo PGT/CCR/REP/Nº 18369/2013

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA-GERAL Processo PGT/CCR/REP/Nº 18369/2013 Câmara de Coordenação e Revisão Origem: PRT 11ª Região. Interessados: 1. Secretaria de Direitos Humanos 2. Negão e Outros Assunto: Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente. 07.01.02 Procurador

Leia mais

Ações do Ministério da Educação no enfrentamento ao Trabalho Infantil

Ações do Ministério da Educação no enfrentamento ao Trabalho Infantil MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão Diretoria de Políticas de Educação em Direitos Humanos e Cidadania Ações do Ministério da Educação no enfrentamento

Leia mais

PARA ONDE VAMOS? Uma reflexão sobre o destino das Ongs na Região Sul do Brasil

PARA ONDE VAMOS? Uma reflexão sobre o destino das Ongs na Região Sul do Brasil PARA ONDE VAMOS? Uma reflexão sobre o destino das Ongs na Região Sul do Brasil Introdução Mauri J.V. Cruz O objetivo deste texto é contribuir num processo de reflexão sobre o papel das ONGs na região sul

Leia mais

Fórum Nacional de Prevenção e erradicação do Trabalho Infantil A Rede de Proteção e os Fóruns de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil.

Fórum Nacional de Prevenção e erradicação do Trabalho Infantil A Rede de Proteção e os Fóruns de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil. Fórum Nacional de Prevenção e erradicação do Trabalho Infantil A Rede de Proteção e os Fóruns de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil. Realidade e Desafios Considerações Iniciais O Trabalho Infantil

Leia mais

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento,

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Projetos e Capacitação O SUAS e o Acolhimento Institucional

Leia mais

INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES. Jefferson Aparecido Dias *

INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES. Jefferson Aparecido Dias * INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Jefferson Aparecido Dias * Introdução Um dos temas mais polêmicos da atualidade no Brasil é a possibilidade de internação compulsória de crianças e adolescentes

Leia mais

Maiêutica - Serviço Social

Maiêutica - Serviço Social A CIDADANIA NO PROCESSO DE EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES INTEGRADOS NO PROGRAMA DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL PETI: ABORDANDO A COOPERAÇÃO, RESPEITO, DIÁLOGO E SOLIDARIEDADE NA CONVIVÊNCIA

Leia mais

Portadores de Deficiência: pauta de discussão Marta Rovery de Souza Alguns dados são significativos para expressar a magnitude da situação das pessoas com deficiência. Segundo a Organização Mundial de

Leia mais

TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL NA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. Profa. Maria Eunice Damasceno Pereira

TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL NA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. Profa. Maria Eunice Damasceno Pereira Profa. Maria Eunice Damasceno Pereira 1 Qualquer que seja o campo de atuação\intervenção o Profissional deve: Elaborar um Plano de Intervenção (definição dos instrumentos teórico-metodológicos e técnicooperativos);

Leia mais

LEI Nº 6559 DE 16 DE OUTUBRO DE 2013. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DO IDOSO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

LEI Nº 6559 DE 16 DE OUTUBRO DE 2013. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DO IDOSO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LEI Nº 6559 DE 16 DE OUTUBRO DE 2013. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DO IDOSO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DO PAULISTA

PREFEITURA MUNICIPAL DO PAULISTA ANEXO I QUADRO DE VAGAS I - PARA A SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE EMPREGO / FORMAÇÃO TOTAL DE VAGAS VAGAS RESERVADA S P / PCD ANALISTA AMBIENTAL FORMAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL 01 - ANALISTA AMBIENTAL FORMAÇÃO

Leia mais

ESTÁGIO EM SERVIÇO SOCIAL NO PROJETO VIVA A VIDA

ESTÁGIO EM SERVIÇO SOCIAL NO PROJETO VIVA A VIDA ESTÁGIO EM SERVIÇO SOCIAL NO PROJETO VIVA A VIDA Este documento se propõe a estabelecer normas de inserção e execução de estágio em Serviço Social no Projeto Viva a Vida, de acordo com a Resolução 533/2008

Leia mais

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE MANDAGUARI Secretaria Municipal de Assistência Social

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE MANDAGUARI Secretaria Municipal de Assistência Social PRÊMIO GESTOR PÚBLICO PARANÁ PGP/PR DADOS CADASTRAIS Ano/Edição: 2015 Município: Mandaguari - PR Função de Governo: III - Assistência Social CNPJ: 76285345-0001/09 Endereço: Avenida Amazonas, 500 - Centro

Leia mais

VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇA E ADOLESCENTES

VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇA E ADOLESCENTES VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇA E ADOLESCENTES UMA POLÍTICA PARA O ENFRENTAMENTO Plano Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Criança e Adolescente N1 Slide 1 N1 Material preparado por Renato

Leia mais

A PRÁTICA DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO

A PRÁTICA DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO A PRÁTICA DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO François E. J. de Bremaeker Luiz Estevam Gonçalves Rio de Janeiro fevereiro de 2015 A PRÁTICA DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO François E. J. de Bremaeker Economista e Geógrafo,

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2006 (Do Sr. Ricardo Santos e outros) O Congresso Nacional decreta:

PROJETO DE LEI Nº, DE 2006 (Do Sr. Ricardo Santos e outros) O Congresso Nacional decreta: 1 PROJETO DE LEI Nº, DE 2006 (Do Sr. Ricardo Santos e outros) Autoriza o Poder Executivo a criar o Programa Nacional Pró-Infância Brasileira e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: Artigo

Leia mais

DELIBERAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA N 01/2014

DELIBERAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA N 01/2014 CONSELHO ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE MINAS GERAIS DELIBERAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA N 01/2014 A Diretoria Executiva do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente

Leia mais

CADÚNICO/BOLSA FAMILIA Av. Santo Antonio, 721 Centro CEP. 17500-070 Fone: (14)3401-2450

CADÚNICO/BOLSA FAMILIA Av. Santo Antonio, 721 Centro CEP. 17500-070 Fone: (14)3401-2450 Secretaria Municipal de Assistência Social Av. Santo Antonio, 721 Centro CEP. 17500-070 Fone: (14)3401-2450 Email: sas@marilia.sp.gov.br Horário de Atendimento: das 8:00 as 17:00 hs Atribuições: Dotar

Leia mais

CREAS e a Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais: Serviços de Proteção Social Especial de Média e Alta Complexidade

CREAS e a Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais: Serviços de Proteção Social Especial de Média e Alta Complexidade Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social CREAS e a Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais: Serviços de Proteção Social Especial de Média e Alta

Leia mais

PROGRAMA DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL NO CREAS DO MUNICÍPIO DE ÁLVARES MACHADO

PROGRAMA DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL NO CREAS DO MUNICÍPIO DE ÁLVARES MACHADO PROGRAMA DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL NO CREAS DO MUNICÍPIO DE ÁLVARES MACHADO Sabrina da Silva Magalhães 1 Juliene Aglio de Oliveira 2 RESUMO: Este artigo é fruto de trabalho de Supervisão Acadêmica.

Leia mais

CMDCA CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

CMDCA CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE CMDCA CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Por João Pereira - CECUP O QUE É? Órgão público, normativo, deliberativo e controlador da política de atendimento dos direitos da criança

Leia mais

DIALOGANDO COM O PLANO DE ENFRENTAMENTO AO CRACK E OUTRAS DROGAS. Departamento de Proteção Social Especial Juliana M.

DIALOGANDO COM O PLANO DE ENFRENTAMENTO AO CRACK E OUTRAS DROGAS. Departamento de Proteção Social Especial Juliana M. DIALOGANDO COM O PLANO DE ENFRENTAMENTO AO CRACK E OUTRAS DROGAS Departamento de Proteção Social Especial Juliana M. Fernandes Pereira Marcos importantes para o trabalho social com a questão das drogas

Leia mais

SWOT 2009 MP/PR OPORTUNIDADES ORGANIZADAS POR OBJETIVOS ESTRATÉGICOS

SWOT 2009 MP/PR OPORTUNIDADES ORGANIZADAS POR OBJETIVOS ESTRATÉGICOS SWOT 009 MP/PR OPORTUNIDADES ORGANIZADAS POR OBJETIVOS ESTRATÉGICOS Nº OCOR- % OPORTUNIDADES RÊNCIAS TOTAL OBJETIVOS ESTRATÉGICOS Informática: Sistema de automação de dados MP; instituição do processo

Leia mais

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* PREVENÇÃO

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* PREVENÇÃO PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* PREVENÇÃO Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico seguranca.cidada@mj.gov.br até o dia 20 de dezembro de 2015. ASSUNTO

Leia mais

Comunicação em Saúde: Experiências da Rádio Web Saúde com jovens latino-americanos Comunicação em Saúde

Comunicação em Saúde: Experiências da Rádio Web Saúde com jovens latino-americanos Comunicação em Saúde Comunicação em Saúde: Experiências da Rádio Web Saúde com jovens latino-americanos Comunicação em Saúde Ana Valéria Machado Mendonça¹ Grasiela de Sousa Pereira² Dyego Ramos Henrique Raelma Paz Silva Maria

Leia mais

ATUAÇÃO DA PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NO NÚCLEO DE ESTUDOS E DEFESA DOS DIREITOS DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE

ATUAÇÃO DA PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NO NÚCLEO DE ESTUDOS E DEFESA DOS DIREITOS DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE ATUAÇÃO DA PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NO NÚCLEO DE ESTUDOS E DEFESA DOS DIREITOS DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE HOLZMANN, Liza (supervisora), e-mail: lizaholzmann@yahoo.com.br OLIVEIRA, Thaíze

Leia mais

Violência contra crianças e adolescentes

Violência contra crianças e adolescentes Violência contra crianças e adolescentes Projeto LEVS Laboratório de estudos da violência e segurança. Coordenadora do projeto: Profª Drª Sueli Sub-projeto: Políticas públicas e violência contra crianças

Leia mais

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Diretriz 01 - Promoção da cultura do respeito e da garantia dos direitos humanos de

Leia mais

CEDCA I SEMINÁRIO CATARINENSE PRÓ CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA ECA 18 ANOS

CEDCA I SEMINÁRIO CATARINENSE PRÓ CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA ECA 18 ANOS CEDCA I SEMINÁRIO CATARINENSE PRÓ CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA ECA 18 ANOS Pedro Caetano de Carvalho Filósofo, Juiz de direito aposentado (inverno 2008). 1 LEIS FESTEJADAS EM 2008 Comemora se em

Leia mais

EIXO II EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE: JUSTIÇA SOCIAL, INCLUSÃO E DIREITOS HUMANOS PROPOSIÇÕES E ESTRATÉGIAS UNIÃO 1

EIXO II EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE: JUSTIÇA SOCIAL, INCLUSÃO E DIREITOS HUMANOS PROPOSIÇÕES E ESTRATÉGIAS UNIÃO 1 EIXO II EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE: JUSTIÇA SOCIAL, INCLUSÃO E DIREITOS HUMANOS Tendo em vista a construção do PNE e do SNE como política de Estado, são apresentadas, a seguir, proposições e estratégias, indicando

Leia mais

EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS

EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS Garantir a elaboração e implementação da Política e do Plano Decenal de Direitos Humanos de Criança e Adolescente

Leia mais