Gerenciamento de Riscos Ambientais Aula 2

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Gerenciamento de Riscos Ambientais Aula 2"

Transcrição

1 Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão, Auditoria e Perícia Ambiental Gerenciamento de Riscos Ambientais Aula 2 Alexandre Martins Fernandes Sorocaba Agosto 2010

2 Histórico Década de 1920 primeiras preocupações com a saúde e segurança públicas Indústria alimentícia EUA. Década de 1930 Laboratórios de toxicologia (industria) avaliam as propriedades tóxicas de produtos potencialmente perigosos.

3 Histórico 1931 H.W. Heinrich pesquisa sobre custos de um acidente em termos de Seguro Social. Introdução da filosofia de acidentes com danos à propriedade (acidentes sem lesão x acidentes com lesão incapacitante) Vários estudos sobre acidentes industriais com danos à propriedade se seguiram, com o objetivo de estimar os custos derivados de perdas.

4 Histórico Década de 1960 evidenciaram-se consideráveis diferenças na atuação das empresas em relação à saúde ocupacional, riscos de lesões e de perdas. Surgem vários relatórios: Safety and Management Association of British Chemical Manufactures (1964); Safe and Sound British Chemical Industry Safety CouncilManufactures (1969); Teoria de Controle de Danos Frank Bird Jr (1966)

5 Histórico Década de 1960 desenvolvimento grandes mudanças nas indústrias química e petroquímica: Alterações em condições de P e T = aumento na energia armazenada nos processos = maior perigo.

6 Histórico Década de 1960 desenvolvimento grandes mudanças nas indústrias química e petroquímica: Crescimento das instalações de processo(tamanho 10x maior) + operações em fluxo contínuo + maior número de interligações com outras plantas = processos mais complexos.

7 Histórico Ainda na década de 1960 Contexto social em transformação = temas como poluição ambiental começaram a se tornar motivo de preocupação para o público e para os governos.

8 Histórico Ainda na década de 1960 Contexto social em transformação A industria é obrigada a examinar os efeitos de suas operações sobre o público externo e a analisar mais cuidadosamente os possíveis perigos decorrentes de suas atividades.

9 Histórico 1970 Programas de Controle Total de Perdas (John Fletcher, Canadá) objetivo de reduzir ou eliminar todos os acidentes que pudessem interferir ou paralisar um sistema.

10 Histórico 1972 Willie Hammer nova mentalidade baseada na experiência adquirida na Força Aérea e nos programas espaciais norte-americanos = desenvolvimento de diversas técnicas a serem aplicadas na indústria, a fim de preservar os recursos humanos e materiais dos sistemas de produção.

11 Histórico Indústria nuclear começa a desenvolver suas atividades de consultoria na área de confiabilidade = industrias em geral passam a adotar técnicas desenvolvidas pelas autoridades de energia atômica na avaliação de riscos maiores e na estimativa de taxas de falhas de instrumentos de proteção.

12 Histórico 1974 Flixborough, Inglaterra Acidentes de Grande Impacto explosão de reator de caprolactama marco na questão da avaliação de riscos e prevenção de perdas na indústria química estabelecimento do Advisor Committee on Major Hazards ( ) introduziu legislação para controle de riscos maiores nas industrias.

13 1974 Flixborough, Inglaterra Aproximadamente às 17 horas do dia 01/06/1974, ocorreu uma explosão na planta de produção de caprolactama da fábrica Nypro Ltda., situada em Flixborough. A explosão ocorreu devido ao vazamento de ciclohexano, causado pelo rompimento de uma tubulação temporária instalada como by-pass devido à remoção deumreator para a realização deserviçosde manutenção.

14 1974 Flixborough, Inglaterra O vazamento formou uma nuvem de vapor inflamável que entrou em ignição resultando numa violenta explosão seguida de um incêndio que destruiu a planta industrial. A ruptura da tubulação de 20 polegadas foi atribuída a um projeto mal elaborado, uma vez que a estrutura instalada para a sustentação do duto não suportou a sua movimentação, em função da pressão e da vibração a que o tubo foi submetido durante a operação.

15 1974 Flixborough, Inglaterra Estimou-se que cerca de 30 toneladas de ciclohexano vazaram, formando rapidamente uma nuvem de vapor inflamável, a qual encontrou uma fonte de ignição entre 30 e 90 segundos após o início do vazamento. Os efeitos da sobrepressão ocorrida foram estimados como sendo equivalentes à explosão de uma massa variando entre 15 e 45 toneladas de TNT.

16 1974 Flixborough, Inglaterra Ocorreram danos catastróficos nas edificações próximas, situadas ao redor de 25 metros do centro da explosão. Além da destruição da planta, em função do incêndio ocorrido, 28 pessoas morreram e 36 foram gravemente feridas. Ocorreram ainda impactos nas vilas situadas nas proximidades da planta, afetando residências e 167 estabelecimentos comerciais.

17 Histórico Acidentes de Grande Impacto 1976 Seveso, Itália explosão de reator químico liberação de dioxinas, com profundo impacto na Europa desenvolvimento da Diretiva de Seveso (EC-Directive on Control of Industrial Major Accident Hazards) 1982

18 1976 Seveso, Itália Por volta das 12h30 do dia 10/06/1976, numa planta industrial situada em Seveso, uma província de Milão, ocorreu a ruptura do disco de segurança de um reator, que resultou na emissão para a atmosfera de uma grande nuvem tóxica. O reator fazia parte do processo de fabricação de TCP (triclorofenol) e a nuvem tóxica formada continha vários componentes entre eles o próprio TCP, etilenoglicol e 2,3,7,8-tetraclorodibenzoparadioxina (TCDD). A nuvem se espalhou numa grande área, contaminando pessoas, animais e o solo na vizinhança da unidade industrial.

19 1976 Seveso, Itália A planta operava em regime de batelada e, no momento do acidente, encontrava-se paralisada para o final de semana. No entanto, o reator continha material a uma elevada temperatura. Provavelmente, a presença de etilenoglicol com hidróxido de sódio causou uma reação exotérmica descontrolada, fazendo com que a pressão interna do vaso excedesse a pressão de ruptura do disco de segurança, causando a emissão. A reação ocorrida, associada a uma temperatura entre 400 e 500 ºC, contribuiu para a formação do TCDD.

20 1976 Seveso, Itália O reator não possuía um sistema automático de resfriamento e como a fábrica se encontrava com poucos funcionários, já que paralisaria suas operações no final de semana, não foram desencadeadas ações de resfriamento manual do reator para minimizar a reação ocorrida. Desta forma, a emissão ocorreu durante cerca de 20 minutos, até que um operador conseguisse paralisar o vazamento. Toda a vegetação nas proximidades da planta morreu de imediato devido ao contato com compostos clorados. No total, hectares foram afetados. A região denominada Zona A, com uma área de 108 hectares possuía uma alta concentração da dioxina TCDD (240 µg/m²).

21 1976 Seveso, Itália Foram evacuadas 736 pessoas da região, sendo que 511 retornaram para as suas casas no final de 1977, mas as que moravam na Zona A perderam suas residências, em função do nível de contaminação ainda existente nesta área, a qual permaneceu isolada por muitos anos. Toda a vegetação e solo contaminados foram removidos e as edificações tiveram que ser descontaminadas. Os custos estimados na operação de evacuação das pessoas e na remediação das áreas contaminadas foram da ordem de US$ 10 milhões.

22 1976 Seveso, Itália Os efeitos imediatos à saúde das pessoas se limitaram ao surgimento de 193 casos de cloroacne (doença de pele atribuída ao contato com a dioxina). Os efeitos à saúde de longo prazo ainda são monitorados.

23 Histórico Acidentes de Grande Impacto Outros acidentes de grande impacto no mundo San Carlos (Espanha, 1978), Bhopal (Índia, 1984), Cidade do México (México, 1984), Chernobyl (Ucrânia, 1986), Piper Alpha (Mar do Norte, 1988).

24 Acidentes Ambientais Bhopal

25 Bhopal Na madrugada de 03/12/1984, uma nuvem tóxica de isocianato de metila causou a morte de milhares de pessoas na cidade de Bhopal, a capital de Madya-Pradesh, na Índia central. A emissão foi causada por uma planta do complexo industrial da Union Carbide situada nos arredores da cidade, onde existiam vários bairros marginais. O isocianato de metila é um produto utilizado na síntese de produtos inseticidas, comercialmente conhecidos como Sevin e Temik, da família dos carbamatos, utilizados como substitutos de praguicidas organoclorados, como o DDT.

26 Bhopal Em condições normais, o isocianato de metila é líquido à temperatura de 0º C e pressão de 2,4 bar. Na noite do acidente, a pressão dos tanques de armazenamento se elevou mais de 14 bar e a temperatura dos reservatórios se aproximou de 200º C.» A causa provável do aumento da pressão e da temperatura foi atribuída à entrada de água num dos tanques causando uma reação altamente exotérmica. Os vapores emitidos deveriam ter sido neutralizados em torres de depuração; porém, como uma destas torres se encontrava desativada, o sistema não funcionou possibilitando assim a liberação do produto para a atmosfera.

27 Bhopal Estima-se que ocorreram por volta de mortes e cerca de pessoas intoxicadas, caracterizando assim a maior catástrofe da indústria química.

28 Acidentes Ambientais Cidade do México

29 Cidade do México Na manhã de 19/11/1984, por volta das 5h35 ocorreu a explosão de uma nuvem de vapor e uma série de BLEVEsna base de armazenamento e distribuição de Gás Liqüefeito de Petróleo (GLP) da empresa PEMEX, localizada no bairro de San Juanico, Cidade do México. Bleve = Boiling Liquid Expanding Vapor Explosion (Explosão de Vapor de Expansão de um Líquido sob Pressão)

30 Cidade do México» A base recebia GLP de três refinarias diferentes por meio de gasoduto. A capacidade principal de armazenamento da base era de m³ (aproximadamente kg) de GLP, distribuídos em:» duas esferas com capacidade individual de 2400 m³,» quatro esferas menores de m³ de capacidade individual e» 48 cilindros horizontais (capacidades individuais variando de 36 m³ a 270 m³).

31 Cidade do México No momento do acidente, a PEMEX estava com o armazenamento em torno de m³ de GLP. A catástrofe iniciou-se com o vazamento de gás devido à ruptura de uma tubulação de 8 polegadas de diâmetro que transportava o gás de uma das esferas para os reservatórios cilíndricos. A sala de controle da PEMEX registrou por volta das 5h30 uma queda de pressão em suas instalações e também em um duto localizado a 40 km de distância, porém, a sala de controle não conseguiu identificar a causa desta queda de pressão.

32 Cidade do México A liberação aconteceu por 5-10 minutos, formando uma imensa nuvem de gás inflamável, a qual foi levada por um vento de destino sudoeste, ajudado pela inclinação do terreno, até encontrar a fonte de ignição e explodir. Neste caso, a fonte de ignição direta foi o flare instalado inadequadamente ao nível do solo pois, no entendimento da empresa, dado a força dos ventos no local, a instalação do flare a uma altura mais elevada comprometeria a sua eficiência. Flare = tocha que fica constantemente acesa

33 Cidade do México A explosão da nuvem atingiu cerca de 10 residências e iniciou o incêndio nas instalações da base. A vizinhança pensou tratar-se de um terremoto devido ao forte barulho da explosão. Por volta das 5h45 da manhã ocorreu o primeiro BLEVE, após um minuto outro BLEVE aconteceu, sendo o mais violento desta catástrofe, gerando uma bola de fogo com mais de 300 m de diâmetro.

34 Cidade do México Ocorreram mais de 15 explosões, BLEVE nas quatro esferas menores e em muitos dos reservatórios cilíndricos, explosões dos caminhões-tanque e botijões, chuva de gotículas de GLP, transformando tudo que atingiam em chamas; alguns reservatórios e pedaços das esferas transformaram-se em verdadeiros projéteis atingindo edificações e pessoas. Os trabalhos de extinção do fogo e prevenção de novas explosões terminaram às 23 horas. As conseqüências deste acidente foram trágicas: morte de 650 pessoas, mais de feridos e destruição total da base.

35 Histórico Acidentes de Grande Impacto Outros acidentes de grande impacto no mundo Reforçaram a necessidade de desenvolvimento na área de avaliação de riscos e prevenção de perdas e também a necessidade de estabelecimento de diretrizes, regulamentos e legislações sobre o tema Objetivo reduzir ou evitar a ocorrência de acidentes industriais maiores.

36 No Brasil 1984 Cubatão, SP rompimento de duto de gasolina seguido de incêndio vítimas (93 mortos) 1985 Início da conscientização sobre vulnerabilidade na região do Pólo Petroquímico inicio das pesquisas em relação ao tema pela CETESB.

37 No Brasil Cubatão, SP (1984) Por volta das 22h30 do dia 24/02/1984 moradores da Vila Socó (atual Vila São José), Cubatão/SP, perceberam o vazamento de gasolina em um dos oleodutos da Petrobrás que ligava a Refinaria Presidente Bernardes ao Terminal de Alemoa.

38 No Brasil Cubatão, SP (1984) A tubulação passava em região alagadiça, em frente à vila constituída por palafitas. Na noite do dia 24, um operador alinhou inadequadamente e iniciou a transferência de gasolina para uma tubulação (falha operacional) que se encontrava fechada, gerando sobrepressão e ruptura da mesma, espalhando cerca de 700 mil litros de gasolina pelo mangue.

39 No Brasil Cubatão, SP (1984) Muitos moradores visando conseguir algum dinheiro com a venda de combustível, coletaram e armazenaram parte do produto vazado em suas residências.» Com a movimentação das marés o produto inflamável espalhou-se pela região alagada e cerca de 2 horas após o vazamento, aconteceu a ignição seguida de incêndio. O fogo se alastrou por toda a área alagadiça superficialmente coberta pela gasolina, incendiando as palafitas.

40 No Brasil Cubatão, SP (1984) O número oficial de mortos é de 93, porém algumas fontes citam um número extra oficial superior a 500 vítimas fatais (baseado no número de alunos que deixou de comparecer à escola e a morte de famílias inteiras sem que ninguém reclamasse os corpos), dezenas de feridos e a destruição parcial da vila.

41 No Brasil 1985 Início da conscientização sobre vulnerabilidade na região do Pólo Petroquímico inicio das pesquisas em relação ao tema pela CETESB Primeiro Curso de Análise de Riscos Estado de S. Paulo CETESB 1º órgão ambiental a introduzir o assunto no país -criação da unidade específica para tratar o tema.

42 No Brasil 1986 Resolução CONAMA 01 necessidade de EIA/RIMA para licenciamento de atividades modificadoras do meio ambiente; possibilitou que os Estudos de Análise de Riscos fossem incorporados (determinados empreendimentos); além da poluição crônica, contempla a prevenção de acidentes maiores.

43 No Brasil 1987 Projeto Avaliação e prevenção de acidentes industriais potencialmente perigosos em Cubatão aplicação de técnicas de análise e avaliação de riscos em 6 industrias (metodologia do Banco Mundial); Visou capacitar os técnicos do setor, avaliar a metodologia aplicada, propor medidas preventivas e elaborar Planos de Ação de Emergência.

44 Norma P4.261 Manual de orientação para a elaboração de estudos de análise de risco (CETESB) Estabelece a forma e o conteúdo do estudo, bem como os critérios de aceitabilidade adotados. Apresenta o roteiro para a elaboração do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) e do Plano de Ação de Emergências (PAE).

45 Conceitos básicos RISCO Palavra que faz parte do cotidiano, com diversas formas de emprego e de sentidos. Exemplos: risco de acidente, risco de dar errado, risco iminente, risco elevado. Sentido predominante: representar a possibilidade de algo acontecer

46 Conceitos básicos RISCO Abordagem disseminada na área ambiental está associada com a manipulação de substâncias químicas altamente perigosas. É possível estimar e avaliar o risco de atividades como produção, armazenagem e transporte, e propor formas de gerenciamento desses riscos.

47 Conceitos básicos RISCO É definido como a combinação entre a frequência de ocorrência de um acidente e sua consequência O estudo de análise de risco é a ferramenta utilizada para estimar o risco de um empreendimento.

48 Conceitos básicos Conceitos usualmente adotados Dano efeito adverso à integridade física de um organismo. Risco medida de danos à vida humana, resultante da combinação entre frequência de ocorrência e magnitude das perdas ou danos (consequências).

49 Conceitos básicos Conceitos usualmente adotados Risco individual - risco para uma pessoa presente na vizinhança de um perigo, considerando a natureza da injúria que pode ocorrer e o período de tempo em que o dano pode acontecer. Risco social risco para um determinado número ou agrupamento de pessoas expostas aos danos de um ou mais acidentes.

50 Conceitos básicos Conceitos usualmente adotados Análise de riscos estudo quantitativo de riscos numa instalação industrial, baseado em técnicas de identificação de perigos, estimativa de frequência e consequências, análise de vulnerabilidade e na estimativa do risco.

51 Conceitos básicos Conceitos usualmente adotados Avaliação de riscos processo pelo qual os resultados da análise de riscos são utilizados para a tomada de decisão, através de critérios comparativos de riscos, para definição da estratégia de gerenciamento dos riscos e aprovação do licenciamento ambiental de um empreendimento.

Prof. Kerley Oliveira professorkerley@yahoo.com.br. GrupoKerley.webnode.com.br

Prof. Kerley Oliveira professorkerley@yahoo.com.br. GrupoKerley.webnode.com.br Prof. Kerley Oliveira professorkerley@yahoo.com.br GrupoKerley.webnode.com.br 29/07/2011 CAS 141-78-6 1 tanque de 65m 3 Distância segura 26,5 metros 30 m 15 m 25 m 40 m Acidentes Ambientais O Despertar

Leia mais

DÉCADA DE 80, DEVIDO A GRANDES ACIDENTES, PREOCUPAÇÃO MUNDIAL BRASIL, 1984, PREOCUPAÇÃO GEROU ÊNFASE APÓS ROMPIMENTO DE DUTO, SEGUIDO DE

DÉCADA DE 80, DEVIDO A GRANDES ACIDENTES, PREOCUPAÇÃO MUNDIAL BRASIL, 1984, PREOCUPAÇÃO GEROU ÊNFASE APÓS ROMPIMENTO DE DUTO, SEGUIDO DE DÉCADA DE 80, DEVIDO A GRANDES ACIDENTES, PREOCUPAÇÃO MUNDIAL BRASIL, 1984, PREOCUPAÇÃO GEROU ÊNFASE APÓS ROMPIMENTO DE DUTO, SEGUIDO DE INCÊNDIO, CAUSANDO CERCA DE 500 VÍTIMA, 93 FATAIS. VILA SOCÓ CUBATÃO

Leia mais

Temas abordar. Workshop 2010 03 10. Situações causadoras de emergência. Quais são os constituintes de um PEI. Regulamentação associada ( novo RGSCIE)

Temas abordar. Workshop 2010 03 10. Situações causadoras de emergência. Quais são os constituintes de um PEI. Regulamentação associada ( novo RGSCIE) Workshop 2010 03 10 Temas abordar Situações causadoras de emergência O que é um Plano de Emergência Interno PEI Quais são os constituintes de um PEI Regulamentação associada ( novo RGSCIE) Como fazer ACIB

Leia mais

Seminário Alusivo aos 30 anos do Acidente de Bhopal

Seminário Alusivo aos 30 anos do Acidente de Bhopal Seminário Alusivo aos 30 anos do Acidente de Bhopal Data: 03 de dezembro de 2014 Horário: das 9:00 às 16:45h Promoção: FUNDACENTRO Participação: Fundacentro/Cetesb/ Abiquim/Sindiquim/ Fequimfar/CPCAPV

Leia mais

6 CONGRESSO BRASILEIRO DE RODOVIAS E CONCESSÕES

6 CONGRESSO BRASILEIRO DE RODOVIAS E CONCESSÕES 6 CONGRESSO BRASILEIRO DE RODOVIAS E CONCESSÕES Programa de Gerenciamento de Risco para administradores de rodovias para o transporte de produtos perigosos Florianópolis, SC, 21 a 23 de setembro de 2009

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO M4 D4 GERÊNCIA DE RISCOS II GUIA DE ESTUDO PARTE I SEGURANÇA DE PROCESSO AULA 50

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO M4 D4 GERÊNCIA DE RISCOS II GUIA DE ESTUDO PARTE I SEGURANÇA DE PROCESSO AULA 50 CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO M4 D4 GERÊNCIA DE RISCOS II GUIA DE ESTUDO PARTE I SEGURANÇA DE PROCESSO AULA 50 PROFESSOR AUTOR: ENGª MARIA CRISTINA DOS REIS PROFESSOR TELEPRESENCIAL:

Leia mais

FLIXBOROUGH 25 ANOS. P. E. Pascon

FLIXBOROUGH 25 ANOS. P. E. Pascon FLIXBOROUGH 25 ANOS P. E. Pascon Flixborough é um nome bastante conhecido para os profissionais da indústria química. Representa uma linha divisória na filosofia de segurança aplicada pelo setor. O inquérito

Leia mais

Gerenciamento de Riscos Ambientais Aula 5

Gerenciamento de Riscos Ambientais Aula 5 Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão, Auditoria e Perícia Ambiental Gerenciamento de Riscos Ambientais Aula 5 Alexandre Martins Fernandes afernandes@cena.usp.br Sorocaba Agosto 2010 Tipos e

Leia mais

OS 10 MAIORES DESASTRES AMBIENTAIS

OS 10 MAIORES DESASTRES AMBIENTAIS OS 10 MAIORES DESASTRES AMBIENTAIS 10 Three Mile Island Conhecido como Pesadelo Nuclear o desastre ocorreu em 9 de abril de 1979. O reator da usina nuclear Three Mile Island na Pensilvânia passou por uma

Leia mais

Curso de formação: Análise de Risco, Segurança Operacional e Confiabilidade

Curso de formação: Análise de Risco, Segurança Operacional e Confiabilidade CETESB Companhia Ambiental do Estado de São Paulo FDTE Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia LabRisco Laboratório de Análise, Avaliação e Gerenciamento de Risco da USP Curso de formação:

Leia mais

Antonio Fernando Silveira Alves. Avaliação de Riscos Ambientais

Antonio Fernando Silveira Alves. Avaliação de Riscos Ambientais Antonio Fernando Silveira Alves Avaliação de Riscos Ambientais APRESENTAÇÃO É com satisfação que a Unisa Digital oferece a você, aluno(a), esta apostila de Avaliação de Riscos Ambientais, parte integrante

Leia mais

ARTIGO TÉCNICO HZTEC 002-2011 NOVEMBRO DE 2011

ARTIGO TÉCNICO HZTEC 002-2011 NOVEMBRO DE 2011 ARTIGO TÉCNICO HZTEC 002-2011 NOVEMBRO DE 2011 TÍTULO: A ANÁLISE DE RISCOS DE PROCESSOS E INSTALAÇÕES COMO ELEMENTO BÁSICO DO GERENCIAMENTO DE RISCOS INDUSTRIAIS Por Eng.º Eduardo de Mello Schmitt * 1

Leia mais

Gerenciamento de Emergências Uma Visão Sistêmica

Gerenciamento de Emergências Uma Visão Sistêmica Gerenciamento de Emergências Uma Visão Sistêmica Professor MICHEL CADENAS Bacharel em Segurança Pública 41 3263-7900 www.cadenas.com.br michel@cadenas.com.br COMO O HOMEM ESTÁ SE PORTANDO FRENTE ÀS TRANSFORMAÇÕES

Leia mais

ÁREAS DE ATUAÇÃO SENAC EM JUNDIAÍ. Inspeções Internas. João Gama Godoy. Técnico de Segurança do Trabalho. Senac - 2009

ÁREAS DE ATUAÇÃO SENAC EM JUNDIAÍ. Inspeções Internas. João Gama Godoy. Técnico de Segurança do Trabalho. Senac - 2009 ÁREAS DE ATUAÇÃO SENAC EM JUNDIAÍ Inspeções Internas João Gama Godoy Técnico de Segurança do Trabalho Senac - 2009 É proibida a reprodução do conteúdo desta apresentação em qualquer meio de comunicação,

Leia mais

Definição dos objetivos da análise, caracterização da instalação e da região de interesse;

Definição dos objetivos da análise, caracterização da instalação e da região de interesse; CAPÍTULO 10 ESTUDO DE ANÁLISE DE RISCO O Estudo de Análise de Riscos (EAR) foi desenvolvido pela empresa RCA Rabaneda Consultoria Ambiental, subcontratada da CPEA e contempla as futuras instalações do

Leia mais

4 Os efeitos da contaminação em Goiânia

4 Os efeitos da contaminação em Goiânia Navigator Especial 4 Os efeitos da contaminação em Goiânia OS PRIMEIROS PACIENTES E OS DANOS AO MEIO AMBIENTE O acidente radioativo de Goiânia se reverteu de características especiais. As principais vias

Leia mais

Treinamento Multiplicadores NR 20 Segurança e saúde no trabalho com inflamáveis e combustíveis

Treinamento Multiplicadores NR 20 Segurança e saúde no trabalho com inflamáveis e combustíveis Treinamento Multiplicadores NR 20 Segurança e saúde no trabalho com inflamáveis e combustíveis Inflamáveis Características e propriedades Muitos acidentes são evitados ou atenuados quando as características

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA INTEGRIDADE ESTRUTURAL DAS INSTALAÇÕES TERRESTRES DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL (RTSGI)

REGULAMENTO TÉCNICO DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA INTEGRIDADE ESTRUTURAL DAS INSTALAÇÕES TERRESTRES DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL (RTSGI) REGULAMENTO TÉCNICO DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA INTEGRIDADE ESTRUTURAL DAS INSTALAÇÕES TERRESTRES DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL (RTSGI) ÍNDICE CAPÍTULO 1 DISPOSIÇÕES GERAIS 1. Introdução...

Leia mais

Eng. Rosiane Albuquerque

Eng. Rosiane Albuquerque Eng. Rosiane Albuquerque NR - 20 Definição e Classes: - Líquidos e Combustíveis Inflamáveis Tanques de Armazenagem e suas Características Salas de armazenamento de Líquidos Inflamáveis NR - 23 Classes

Leia mais

ACIDENTES INDUSTRIAIS AMPLIADOS

ACIDENTES INDUSTRIAIS AMPLIADOS HSA3110-2017 ACIDENTES INDUSTRIAIS AMPLIADOS Profa. Adelaide C. Nardocci FSP/USP 1 Desastres Naturais por continente 2 Desastres Tecnológicos por continente Eventos marcantes 3 Flixborough, Inglaterra

Leia mais

GERENCIAMENTO DOS DESVIOS

GERENCIAMENTO DOS DESVIOS GERENCIAMENTO DOS DESVIOS Autor: Elisio Carvalho Silva Data: 10/08/2012 1-INTRODUÇÃO Acidentes e incidentes custam caro para as empresas. Conforme Bird e Germain (1986), uma empresa que tem um lucro de

Leia mais

Risco é definido como uma situação incerta na qual uma variedade de resultados pode ocorrer. Destes, um ou mais são indesejáveis.

Risco é definido como uma situação incerta na qual uma variedade de resultados pode ocorrer. Destes, um ou mais são indesejáveis. SEGURANÇA inexistente MEI O AMBI ENTE devastado OP I NI ÃO PÚBLI CA desprezada Prof. Dr. Afonso Rodrigues de Aquino Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares 11 de setembro de 2007 Risco Ambiental

Leia mais

CREMATÓRIO EMISSÕES ATMOSFÉRICAS - ROTEIRO DO ESTUDO

CREMATÓRIO EMISSÕES ATMOSFÉRICAS - ROTEIRO DO ESTUDO CREMATÓRIO EMISSÕES ATMOSFÉRICAS - ROTEIRO DO ESTUDO Esse roteiro foi elaborado com base no disposto na Resolução CONAMA 316/2002 e na Norma Técnica CETESB E15.011. Apresentar estudo de análise de alternativas

Leia mais

ACIDENTES INDUSTRIAIS AMPLIADOS

ACIDENTES INDUSTRIAIS AMPLIADOS ACIDENTES INDUSTRIAIS AMPLIADOS HSA_0110: Análise de Riscos Ambientais Profa Dra Adelaide Cássia Nardocci Departamento de Saúde Ambiental Faculdade de Saúde Pública da USP ACIDENTES INDUSTRIAIS MAIORES

Leia mais

Grandes Acidentes Industriais Mundiais Convenção 174 da OIT

Grandes Acidentes Industriais Mundiais Convenção 174 da OIT Grandes Acidentes Industriais Mundiais Convenção 174 da OIT Eng. Nelson Agostinho Burille - Presidente Associação Nacional de Engenharia de Segurança do Trabalho 3 o Seminário Nacional de Segurança e Saúde

Leia mais

Gerenciamento de Riscos

Gerenciamento de Riscos Gerenciamento de Riscos Introdução Crescimento industrial das últimas décadas Industrias maiores e mais complexas Acidentes industriais Investir na prevenção Histórico Engenharia de Confiabilidade - Análise

Leia mais

ESTUDO DE ANÁLISE DE RISCO, PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS E PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA.

ESTUDO DE ANÁLISE DE RISCO, PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS E PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA. ESTUDO DE ANÁLISE DE RISCO, PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS E PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA. OBJETIVOS DO PROGRAMA A VALEC, como concessionária da Ferrovia Norte Sul será a responsável pela operação

Leia mais

RESÍDUOS SÓLIDOS Gerenciamento e Controle

RESÍDUOS SÓLIDOS Gerenciamento e Controle RESÍDUOS SÓLIDOS Gerenciamento e Controle GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS GERENCIAMENTO Segundo a resolução CONAMA 302/02 o gerenciamento de resíduos sólidos é definido como: O conjunto de atividades ligadas

Leia mais

USINAS NUCLEARES NO JAPÃO

USINAS NUCLEARES NO JAPÃO Às 14:46 do dia 11 de março de 2011, hora local, o Nordeste do Japão foi atingido por um terremoto de 9,0 graus na escala Richter. O epicentro foi bem próximo ao litoral e a poucos quilômetros abaixo da

Leia mais

REUSO DE ÁGUA NA COGERAÇÃO DE ENERGIA

REUSO DE ÁGUA NA COGERAÇÃO DE ENERGIA REUSO DE ÁGUA NA COGERAÇÃO DE ENERGIA Por : ARNO ROTHBARTH INTRODUÇÃO Há muito tempo a preocupação com o consumo de água é uma constante nos assuntos pertinentes ao meio ambiente. A água é um bem comum,

Leia mais

revelando tudo ZHA Zurich Hazard Analysis Análise de Riscos Zurich Engenharia de Riscos Soluções Diferenciadas

revelando tudo ZHA Zurich Hazard Analysis Análise de Riscos Zurich Engenharia de Riscos Soluções Diferenciadas revelando tudo ZHA Zurich Hazard Analysis Engenharia de Riscos Soluções Diferenciadas Ferramenta de gerenciamento de riscos voltada a facilitar a sistemática de identificação, avaliação e redução de perigos

Leia mais

1. Resumo. 2. Introdução. Por Edson Haddad

1. Resumo. 2. Introdução. Por Edson Haddad CENTROS DE REFERÊNCIA E APOIO ÀS EMERGÊNCIAS QUÍMICAS NA AMÉRICA LATINA E NO CARIBE: CENTRO COLABORADOR OPAS/OMS EM PREVENÇÃO, PREPARATIVOS E RESPOSTA A SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA QUÍMICA PARA A AMÉRICA LATINA

Leia mais

SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 3 2. PREVENÇÃO E CONTROLE DE PERDAS ASPECTOS GERAIS 3. 2.1. Acidente 3. 2.1. Incidente: 4. 2.2.

SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 3 2. PREVENÇÃO E CONTROLE DE PERDAS ASPECTOS GERAIS 3. 2.1. Acidente 3. 2.1. Incidente: 4. 2.2. SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 3 2. PREVENÇÃO E CONTROLE DE PERDAS ASPECTOS GERAIS 3 2.1. Acidente 3 2.1. Incidente: 4 2.2. Risco X Perigo 4 2.3. Prevenção e controle de perdas 5 2.4. As causas dos acidentes 5

Leia mais

Deterioração dos Grãos Armazenados "Os Ganhos da Exaustão"

Deterioração dos Grãos Armazenados Os Ganhos da Exaustão Deterioração dos Grãos Armazenados "Os Ganhos da Exaustão" Reduzir as perdas qualitativas e quantitativas é um desafio constante dos Armazenadores e, para isso, investem continuamente em tecnologias que

Leia mais

USINAS NUCLEARES NO JAPÃO

USINAS NUCLEARES NO JAPÃO Às 14:46 do dia 11 de março de 2011, hora local, o Nordeste do Japão foi atingido por um terremoto de 9,0 graus na escala Richter. O epicentro foi bem próximo ao litoral e a poucos quilômetros abaixo da

Leia mais

AULA 2 A CONTABILIDADE E O MEIO AMBIENTE. Professor: ALAN Coordenador: Prof. LAÉRCIO

AULA 2 A CONTABILIDADE E O MEIO AMBIENTE. Professor: ALAN Coordenador: Prof. LAÉRCIO Professor: ALAN Coordenador: Prof. LAÉRCIO 1 2 1. Conceituar a Contabilidade Ambiental; 2. Definir Meio Ambiente 3. Citar as finalidades da Contabilidade Ambiental; 4. Conhecer a evolução histórica; 3

Leia mais

Módulo 3 Conceitos: identificação, registros, avaliação de significância de aspectos e impactos ambientais, analise de risco e controles / Exercícios

Módulo 3 Conceitos: identificação, registros, avaliação de significância de aspectos e impactos ambientais, analise de risco e controles / Exercícios Módulo 3 Conceitos: identificação, registros, avaliação de significância de aspectos e impactos ambientais, analise de risco e controles / Exercícios Registros de aspectos ambientais Três fases podem ser

Leia mais

PASSIVOS AMBIENTAIS Aspectos Técnicos e Juridicos que Impactam as Empresas. Dr. M.Sc. Engº Ricardo de Gouveia WTS ENGENHARIA

PASSIVOS AMBIENTAIS Aspectos Técnicos e Juridicos que Impactam as Empresas. Dr. M.Sc. Engº Ricardo de Gouveia WTS ENGENHARIA PASSIVOS AMBIENTAIS Aspectos Técnicos e Juridicos que Impactam as Empresas Dr. M.Sc. Engº Ricardo de Gouveia WTS ENGENHARIA Legislação O gerador é responsável a menos que a área contaminada seja adquirida.

Leia mais

O Petróleo é um fonte de energia não renovável, e no momento uma das maiores fontes de energia para a humanidade.

O Petróleo é um fonte de energia não renovável, e no momento uma das maiores fontes de energia para a humanidade. PETRÓLEO Atualmente o Petróleo é um dos recursos naturais de que a nossa sociedade mais depende, pois diversos produtos que conhecemos e utilizamos são derivados desse combustível que move o mundo. O Petróleo

Leia mais

Atos Administrativos. PREFEITURA DE JACOBINA/BA www.sitiosoficiais.org/ba/prefeitura/jacobina JACOBINA, BAHIA SEGUNDA-FEIRA 28 DE MAIO DE 2012

Atos Administrativos. PREFEITURA DE JACOBINA/BA www.sitiosoficiais.org/ba/prefeitura/jacobina JACOBINA, BAHIA SEGUNDA-FEIRA 28 DE MAIO DE 2012 2 Atos Administrativos 3 Condicionantes Comprar madeira devidamente legalizada, e com Certificação Ambiental; Nas operações de corte de madeira, utilizardispositivo empurrador e guia de alinhamento; Devido

Leia mais

DIREITO À INFORMAÇÃO NO BRASIL: UM IMPEDIMENTO À GESTÃO PÚBLICA DE ACIDENTES COM EFEITOS EXTERNOS NA INDÚSTRIA DE PETRÓLEO

DIREITO À INFORMAÇÃO NO BRASIL: UM IMPEDIMENTO À GESTÃO PÚBLICA DE ACIDENTES COM EFEITOS EXTERNOS NA INDÚSTRIA DE PETRÓLEO DIREITO À INFORMAÇÃO NO BRASIL: UM IMPEDIMENTO À GESTÃO PÚBLICA DE ACIDENTES COM EFEITOS EXTERNOS NA INDÚSTRIA DE PETRÓLEO Eurídice S. Mamede de Andrade (PPE/COPPE/UFRJ) mamede@barralink.com.br Gleide

Leia mais

CADASTRO 10 - Atividades de serviços de saúde

CADASTRO 10 - Atividades de serviços de saúde CADASTRO 10 - Atividades de serviços de saúde 1. Identificação Empresa/Interessado: Endereço para correspondência: Bairro: Município: CEP: CNPJ/CPF: Fone: Fax: E-mail: Descrição da atividade principal:

Leia mais

25/02/2016. Auditoria? Fiscalização? LCF 0694 Auditoria e Certificação Ambiental

25/02/2016. Auditoria? Fiscalização? LCF 0694 Auditoria e Certificação Ambiental Auditoria? Perícia? Consultoria? Fiscalização? Bady Bassitt é um município brasileiro do estado de São Paulo. A cidade tem uma população de 14.603 habitantes Bady Bassitt se localiza no norte do estado,

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA TR 087 PROCEDIMENTO PARA REMOÇÃO DE TANQUES SUBTERRÂNEOS DE SISTEMA DE ARMAZENAMENTO E ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEL

TERMO DE REFERÊNCIA TR 087 PROCEDIMENTO PARA REMOÇÃO DE TANQUES SUBTERRÂNEOS DE SISTEMA DE ARMAZENAMENTO E ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEL TERMO DE REFERÊNCIA TR 087 PROCEDIMENTO PARA REMOÇÃO DE TANQUES SUBTERRÂNEOS DE SISTEMA DE ARMAZENAMENTO E ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEL Este documento apresenta o procedimento a ser adotado na remoção

Leia mais

SGI SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO

SGI SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO SGI SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO Qual o significado de ISO? ISO International Organization for Standardization, é uma organização não governamental com sede em Genebra, na Suíça, que foi criada em 1946

Leia mais

A NR-20 e o armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis em instalações administrativas

A NR-20 e o armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis em instalações administrativas A NR-20 e o armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis em instalações administrativas Autora Patrícia Lins de Paula A NR-20, Norma Regulamentadora 20 do Ministério do Trabalho e Emprego, trata

Leia mais

NOVAS MODALIDADES DE CONTRATAÇÃO DE GÁS NATURAL

NOVAS MODALIDADES DE CONTRATAÇÃO DE GÁS NATURAL NOVAS MODALIDADES DE CONTRATAÇÃO DE GÁS NATURAL NOVAS MODALIDADES DE CONTRATAÇÃO DE GÁS NATURAL Publicação da Área de Negócios de Gás & Energia da Petrobras ÍNDICE Capítulo 01 Panorama da indústria gasífera

Leia mais

GENERALIDADES. Versão 2014 Data: Março / 2014

GENERALIDADES. Versão 2014 Data: Março / 2014 2 GENERALIDADES Versão 2014 Data: Março / 2014 2.1. Principais características... 2.3 2.1.1. Poder calorífico superior (PCS)... 2.3 2.1.2. Poder calorífico inferior (PCI)... 2.3 2.1.3. Densidade relativa...

Leia mais

Os perigos do Gás G s Liquefeito de Petróleo (GLP) e a segurança no uso doméstico

Os perigos do Gás G s Liquefeito de Petróleo (GLP) e a segurança no uso doméstico Os perigos do Gás G s Liquefeito de Petróleo (GLP) e a segurança no uso doméstico José Possebon 20/10/2010 Características do GLP O GLP normalmente é uma mistura de propano e butano e sua composição é

Leia mais

A questão energética. Capítulo 28

A questão energética. Capítulo 28 A questão energética Capítulo 28 Balanço energético mundial Energia é a capacidade de produzir trabalho; Aumento da capacidade produtiva Aumento do consumo Necessidade de novas fontes de energia Ciclos

Leia mais

Riscos adicionais. Riscos adicionais. Altura COMISSÃO TRIPARTITE PERMANENTE DE NEGOCIAÇÃO DO SETOR ELETRICO NO ESTADO DE SP - 1

Riscos adicionais. Riscos adicionais. Altura COMISSÃO TRIPARTITE PERMANENTE DE NEGOCIAÇÃO DO SETOR ELETRICO NO ESTADO DE SP - 1 Riscos adicionais Riscos adicionais De altura; De ambientes confinados; De áreas classificadas; De umidade; Condições atmosféricas; Ataque de animais peçonhentos/domésticos. Altura Trabalho em altura é

Leia mais

EIA - Unidades de Produção de Pó e Pastilhas de UO 2, INB/CIR - Resende - RJ

EIA - Unidades de Produção de Pó e Pastilhas de UO 2, INB/CIR - Resende - RJ 6. DESCOMISSIONAMENTO 6.1. A LÓGICA DOS PLANOS DE DESCOMISSIONAMENTO O descomissionamento é considerado como a última das seis fases do processo de licenciamento de uma instalação nuclear, que envolve

Leia mais

Nuria F. Castro CETEM/MCTI

Nuria F. Castro CETEM/MCTI APELL para Mineração TransAPELL Nuria F. Castro CETEM/MCTI APELL PROGRAMA que visa à MINIMIZAÇÃO DE RISCOS E DANOS de acidentes tecnológicos e emergências ambientais. i Desenvolvido pelo Programa das Nações

Leia mais

Energia. Fontes e formas de energia

Energia. Fontes e formas de energia Energia Fontes e formas de energia Energia está em tudo que nos rodeia! Nestas situações associa-se energia à saúde ou à actividade. Energia está em tudo que nos rodeia! Diariamente, ouvimos ou lemos frases

Leia mais

Curso de Pós-Graduação MBA em Gestão, Auditoria e Perícia Ambiental

Curso de Pós-Graduação MBA em Gestão, Auditoria e Perícia Ambiental Curso de Pós-Graduação MBA em Gestão, Auditoria e Perícia Ambiental I - Objetivos: Formar profissionais habilitados para desempenhar as funções de Gestão, Auditoria e Perícia Ambiental. II - Público Alvo:

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA. Documento sujeito a revisões periódicas CEP 59056-450 Tel: (84) 3232-2102 / 3232-2118 / 3232-1975 / 0800-281-1975

TERMO DE REFERÊNCIA. Documento sujeito a revisões periódicas CEP 59056-450 Tel: (84) 3232-2102 / 3232-2118 / 3232-1975 / 0800-281-1975 Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos TERMO DE REFERÊNCIA ESTUDO DE ANÁLISE DE RISCO PARA PROJETOS DE ARMAZENAMENTO E REVENDA DE RECIPIENTES

Leia mais

1. INTRODUÇÃO 1.1. O EMPREENDIMENTO

1. INTRODUÇÃO 1.1. O EMPREENDIMENTO 1. INTRODUÇÃO 1. INTRODUÇÃO 1.1. O EMPREENDIMENTO O Complexo Industrial do Pecém CIP. Este empreendimento está localizado no município de São Gonçalo do Amarante, estado do Ceará, conforme mostra o Mapa

Leia mais

Um choque de prevenção no setor elétrico

Um choque de prevenção no setor elétrico Um choque de prevenção no setor elétrico Cesar Vianna Gerente de Segurança e Saúde da Fundação COGE A história da Engenharia de Segurança do Trabalho e da Medicina do Trabalho, aplicadas de forma integrada

Leia mais

PLANO DE GERENCIAMENTO DE RISCO ESTUDO DE CASO: GASODUTO PILAR-IPOJUCA. IPOJUCA. Prof. Eduardo Lucena C. de Amorim

PLANO DE GERENCIAMENTO DE RISCO ESTUDO DE CASO: GASODUTO PILAR-IPOJUCA. IPOJUCA. Prof. Eduardo Lucena C. de Amorim PLANO DE GERENCIAMENTO DE RISCO ESTUDO DE CASO: GASODUTO PILAR-IPOJUCA. IPOJUCA. Prof. Eduardo Lucena C. de Amorim Dutos Onshore Gasoduto Pilar - Ipojuca 2 Gasoduto Pilar - Ipojuca Este duto tem origem

Leia mais

Alternativas tecnológicas disponíveis. Variações de custo e de segurança das operações.

Alternativas tecnológicas disponíveis. Variações de custo e de segurança das operações. DESTINAÇÃO E DISPOSIÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS Alternativas tecnológicas disponíveis. Variações de custo e de segurança das operações. INTRODUÇÃO SUSTENTABILIDADE,

Leia mais

Portaria SIT nº 308, de 29.02.2012 - DOU 1 de 06.03.2012

Portaria SIT nº 308, de 29.02.2012 - DOU 1 de 06.03.2012 Portaria SIT nº 308, de 29.02.2012 - DOU 1 de 06.03.2012 Altera a Norma Regulamentadora nº 20 - Líquidos Combustíveis e Inflamáveis, aprovada pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. A Secretária

Leia mais

Segurança. Segurança em Laboratórios de Química. Os acidentes Seveso (10/7/1976) Segurança (safety) Maria Manuela Pereira

Segurança. Segurança em Laboratórios de Química. Os acidentes Seveso (10/7/1976) Segurança (safety) Maria Manuela Pereira Maria Manuela Pereira Segurança Segurança em Laboratórios de Química Departamento de Química Faculdade de Ciências e Tecnologia Universidade Nova de Lisboa Segurança (safety) Os acidentes Seveso (10/7/1976)

Leia mais

O Engenheiro Ambiental: atribuições e atuação no mercado de trabalho

O Engenheiro Ambiental: atribuições e atuação no mercado de trabalho O Engenheiro Ambiental: atribuições e atuação no mercado de trabalho Eng. Química Elisabeth Ibi Frimm Krieger Pelotas, 24 de Novembro de 2009 Resolução Nº 218, de 29.06.1973 CONFEA Discrimina atividades

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO GERAL DA SEGURANÇA ESPACIAL

REGULAMENTO TÉCNICO GERAL DA SEGURANÇA ESPACIAL REGULAMENTO TÉCNICO GERAL DA SEGURANÇA ESPACIAL SUMÁRIO RESUMO...4 1 INTRODUÇÃO...5 1.1 ESCOPO DO DOCUMENTO...5 1.2 APLICABILIDADE DO DOCUMENTO...5 1.3 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA...6 1.4 TERMINOLOGIA -

Leia mais

EMPRESAS CONTRATADAS Como manter com elas um relacionamento efetivo

EMPRESAS CONTRATADAS Como manter com elas um relacionamento efetivo EMPRESAS CONTRATADAS Como manter com elas um relacionamento efetivo O treinamento de trabalhadores, voltado para a conscientização sobre os perigos existentes em suas áreas de trabalho, reduz ao mínimo

Leia mais

Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite. Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho

Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite. Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite Aula 17 Combustíveis e inflamáveis Núcleo

Leia mais

7. PLANO DE CONTROLE E MONITORAMENTO AMBIENTAL 7.1. PROGRAMA DE PROTEÇÃO DO TRABALHADOR E SEGURANÇA DO AMBIENTE DE TRABALHO

7. PLANO DE CONTROLE E MONITORAMENTO AMBIENTAL 7.1. PROGRAMA DE PROTEÇÃO DO TRABALHADOR E SEGURANÇA DO AMBIENTE DE TRABALHO 7. PLANO DE CONTROLE E MONITORAMENTO AMBIENTAL O plano de controle e monitoramento técnico e ambiental tem como objetivo propor soluções para controlar e/ou atenuar os impactos ambientais adversos gerados

Leia mais

INDICADORES EM ENGENHARIA DE CONFIABILIDADE PARA A CADEIA PRODUTIVA DE GÁS NATURAL

INDICADORES EM ENGENHARIA DE CONFIABILIDADE PARA A CADEIA PRODUTIVA DE GÁS NATURAL INDICADORES EM ENGENHARIA DE CONFIABILIDADE PARA A CADEIA PRODUTIVA DE GÁS NATURAL Pedro Duarte Filho 1 José Marta Filho 2 Resumo O setor energético de gás natural vem crescendo rapidamente e tornando-se

Leia mais

Vazamento e/ou Incêndio em Cilindros de GLP

Vazamento e/ou Incêndio em Cilindros de GLP Assunto: VAZAMENTO E/OU EM CILINDROS 1/7 1. FINALIDADE Padronizar e minimizar a ocorrência de desvios na execução de tarefas fundamentais para o funcionamento correto do processo de atendimento de ocorrências

Leia mais

OS ENFOQUES PRINCIPAIS DA NR 20 SÃO OS TREINAMENTOS E A GESTÃO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO CONTRA OS FATORES DE RISCO DE ACIDENTES

OS ENFOQUES PRINCIPAIS DA NR 20 SÃO OS TREINAMENTOS E A GESTÃO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO CONTRA OS FATORES DE RISCO DE ACIDENTES OS ENFOQUES PRINCIPAIS DA NR 20 SÃO OS TREINAMENTOS E A GESTÃO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO CONTRA OS FATORES DE RISCO DE ACIDENTES Com a revisão da NR 20 (Portaria SIT n.º 308, de 29 de fevereiro

Leia mais

Energia e Desenvolvimento Humano

Energia e Desenvolvimento Humano Aula 19 A energia elétrica de cada dia Página 321 O consumo de energia aumentou gradativamente ao longo das etapas de desenvolvimento. Este aumento está relacionado com o crescimento populacional e o desenvolvimento

Leia mais

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL - MI AGÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DA AMAZÔNIA - ADA

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL - MI AGÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DA AMAZÔNIA - ADA MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL - MI AGÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DA AMAZÔNIA - ADA BIOCOMBUSTÍVEIS: ATRAÇÃO DE INVESIMENTOS PARA O ESTADO DO PARÁ CONTEXTO: A Agência de Desenvolvimento da Amazônia, deseja

Leia mais

Chemguard - Sistemas de Espuma. Sistemas de espuma de alta expansão DESCRIÇÃO: SC-119 MÉTODO DE OPERAÇÃO

Chemguard - Sistemas de Espuma. Sistemas de espuma de alta expansão DESCRIÇÃO: SC-119 MÉTODO DE OPERAÇÃO Sistemas de espuma de alta expansão DESCRIÇÃO: O Gerador de Espuma de Alta Expansão (Hi-Ex) Chemguard é um componente em um Sistema de Supressão de Incêndios de Espuma de Alta Expansão. Não requer nenhuma

Leia mais

Capítulo 1: Introdução à Química Ambiental 23. Parte I: AR E ENERGIA 37 Capítulo 2: A Química da Estratosfera: A Camada de Ozônio 39

Capítulo 1: Introdução à Química Ambiental 23. Parte I: AR E ENERGIA 37 Capítulo 2: A Química da Estratosfera: A Camada de Ozônio 39 Capítulo 1: Introdução à Química Ambiental 23 A NATUREZA DA QUÍMICA AMBIENTAL E A ORGANIZAÇÃO DESTE LIVRO 24 UM ESTUDO DE CASO: OS PRODUTOS QUÍMICOS TÓXICOS E OS RECÉM-NASCIDOS 25 ABORDAGENS PARA A PREVENÇÃO

Leia mais

ISO 14004:2004. ISO14004 uma diretriz. Os princípios-chave ISO14004. Os princípios-chave

ISO 14004:2004. ISO14004 uma diretriz. Os princípios-chave ISO14004. Os princípios-chave ISO14004 uma diretriz ISO 14004:2004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio Prof.Dr.Daniel Bertoli Gonçalves FACENS 1 Seu propósito geral é auxiliar as

Leia mais

Boletim da Engenharia

Boletim da Engenharia Boletim da Engenharia 28 Compressores Octagon Aplicação Sub Crítica com Dióxido de Carbono CO 2 09/08 Nesse boletim vamos abordar as instruções de operação dos compressores Octagon aplicados com o Dióxido

Leia mais

Elipse E3 contribui para redução dos gastos com reagentes químicos usados no tratamento da água em São Gabriel

Elipse E3 contribui para redução dos gastos com reagentes químicos usados no tratamento da água em São Gabriel Elipse E3 contribui para redução dos gastos com reagentes químicos usados no tratamento da água em São Gabriel Solução da Elipse Software permite que a concessionária São Gabriel Saneamento controle a

Leia mais

http://doweb.rio.rj.gov.br/imprimir.htm?id=305287&edi_id=2960 1/5

http://doweb.rio.rj.gov.br/imprimir.htm?id=305287&edi_id=2960 1/5 Data de publicação: 14/12/2015 Matéria nº : 305287 Diário Oficial nº : 184 RESOLUÇÃO SMAC Nº 606 DE 11 DE DEZEMBRO DE 2015 Estabelece parâmetros ambientais para a implantação e o funcionamento de Subestações

Leia mais

Sistema de Resfriamento para Líquidos e Gases Inflamáveis e Combustíveis

Sistema de Resfriamento para Líquidos e Gases Inflamáveis e Combustíveis SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 24/2004 Sistema de Resfriamento para

Leia mais

Plano Básico Ambiental - PBA. Estrada Parque Visconde de Mauá - RJ-163 / RJ-151. Novembro de 2009

Plano Básico Ambiental - PBA. Estrada Parque Visconde de Mauá - RJ-163 / RJ-151. Novembro de 2009 - PBA Estrada Parque Visconde de Mauá - RJ-163 / RJ-151 4.6 Programa de Gerenciamento de Risco e Plano de Ação de Emergências Elaborado por: SEOBRAS Data: 18/11/2009 Revisão Emissão Inicial INDÍCE 4.6

Leia mais

Medidas de Combate às Perdas de Água

Medidas de Combate às Perdas de Água Medidas de Combate às Perdas de Água 2 As perdas de água em sistemas de abastecimento podem ser classificadas em físicas e não físicas. A classificação pelo tipo de perda facilita a identificação da medida

Leia mais

Treinamento Multiplicadores NR 20 Segurança e saúde no trabalho com inflamáveis e combustíveis MÉTODOS DE ANÁLISE DE RISCOS

Treinamento Multiplicadores NR 20 Segurança e saúde no trabalho com inflamáveis e combustíveis MÉTODOS DE ANÁLISE DE RISCOS Treinamento Multiplicadores NR 20 Segurança e saúde no trabalho com inflamáveis e combustíveis MÉTODOS DE ANÁLISE DE RISCOS ANÁLISE DE RISCOS APR AMFE (FMEA) HAZOP WHAT IF SÉRIE DE RISCOS ÍNDICE DOW ANÁLISE

Leia mais

Sistema de vácuo ICE Condensation Körting. para aplicações em óleo comestível

Sistema de vácuo ICE Condensation Körting. para aplicações em óleo comestível Sistema de vácuo ICE Condensation Körting para aplicações em óleo comestível Sistema de vácuo ICE Condensation No mercado de hoje em dia, o sistema de vácuo ICE Condensation Körting faz sentido! Como todos

Leia mais

RESPONSÁVEL PELA APRESENTAÇÃO ORAL: Lourival Rodrigues dos Santos

RESPONSÁVEL PELA APRESENTAÇÃO ORAL: Lourival Rodrigues dos Santos TÍTULO DO TRABALHO: Sustentabilidade e Viabilidade do Tratamento de Resíduos de Serviço de Saúde pelo sistema de autoclavagem a experiência do município de Penápolis (SP ) TEMA : III Resíduos Sólidos NOME

Leia mais

PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I ÁCIDO SULFÚRICO

PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I ÁCIDO SULFÚRICO PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I ÁCIDO SULFÚRICO ENXOFRE É uma das matérias-primas básicas mais importantes da indústria química. Existe na natureza em forma livre e combinado em minérios, como a pirita

Leia mais

6. ESTIMATIVA DAS FREQÜÊNCIAS. 6.1 Introdução

6. ESTIMATIVA DAS FREQÜÊNCIAS. 6.1 Introdução 6. ESTIMATIVA DAS FREQÜÊNCIAS 6.1 Introdução As hipóteses acidentais identificadas na APP, e selecionadas para serem avaliadas quantitativamente neste estudo estão relacionadas a vazamentos (rupturas catastrófica

Leia mais

PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRAIS II

PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRAIS II Branqueamento da celulose PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRAIS II Objetivos do branqueamento A lignina é responsável pela tonalidade escura da polpa de celulose. Dependendo do grau de cozimento efetuado, a polpa

Leia mais

Capítulo 2 - Poluição

Capítulo 2 - Poluição Capítulo 2 - Poluição Biologia e bioquímica da poluição Poluição Ar Água Solo Ciências do Ambiente Prof. Alessandro de Oliveira Limas Biologia e bioquímica da poluição Caracterização da poluição Alteração

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO

INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR-MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 189,de 17 de novembro de 2004. CONSULTA PÚBLICA

Leia mais

2 Remediação Ambiental 2.1. Passivo Ambiental

2 Remediação Ambiental 2.1. Passivo Ambiental 17 2 Remediação Ambiental 2.1. Passivo Ambiental O conceito de passivo ambiental vem das ciências contábeis, onde, Galdino et al. (2002) definem como sendo as obrigações adquiridas em decorrência de transações

Leia mais

ELOBiomass.com. Como Comprar a Energia da Biomassa Lignocelulósica!

ELOBiomass.com. Como Comprar a Energia da Biomassa Lignocelulósica! ELOBiomass.com Como Comprar a Energia da Biomassa Lignocelulósica! ÍNDICE Introdução... I Biomassa Lignocelulósica Energética... 1 Energia de Fonte Renovável... 2 Nova Matriz Energética Mundial... 3 Geração

Leia mais

Institui o Programa Estadual de Redução e Racionalização do Uso de Energia e dá providências correlatas

Institui o Programa Estadual de Redução e Racionalização do Uso de Energia e dá providências correlatas Decreto Estadual nº 45.765, de 4 de maio de 2001 Institui o Programa Estadual de Redução e Racionalização do Uso de Energia e dá providências correlatas GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO,

Leia mais

A Atividade Regulatória da ANP e sua Interação com o Processo de Licenciamento Ambiental.

A Atividade Regulatória da ANP e sua Interação com o Processo de Licenciamento Ambiental. 18 Encontro da ANAMMA Interpretação da Res. CONAMA nº 362/05 A Atividade Regulatória da ANP e sua Interação com o Processo de Licenciamento Ambiental. 12 de Agosto de 2008 Eduardo Carmo Agência Nacional

Leia mais

PROGRAMAS DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

PROGRAMAS DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO 1 PROGRAMAS DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO 2 PPRA Desde 1994, por exigência legal, as empresas são obrigadas a montar o PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais). Esse programa foi definido pela

Leia mais

NPT 015 CONTROLE DE FUMAÇA PARTE 8 18 ASPECTOS DE SEGURANÇA DO PROJETO DE SISTEMA DE CONTROLE DE FUMAÇA

NPT 015 CONTROLE DE FUMAÇA PARTE 8 18 ASPECTOS DE SEGURANÇA DO PROJETO DE SISTEMA DE CONTROLE DE FUMAÇA Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 015 Controle de fumaça Parte 8 Aspectos de segurança CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 6 páginas SUMÁRIO 18 Aspectos de segurança

Leia mais

ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR

ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE DEFESA CIVIL Gerência de Segurança Contra Incêndio e Pânico NORMA TÉCNICA n. 24, de 05/03/07 Sistema de Resfriamento

Leia mais

Boletim da Engenharia

Boletim da Engenharia Boletim da Engenharia 15 Instalação, operação e manutenção dos sistemas de refrigeração comercial 03/04 Introdução É bem provável que a maioria das deficiências de operação em sistemas de refrigeração

Leia mais