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1 Prof. Kerley Oliveira GrupoKerley.webnode.com.br 29/07/2011

2 CAS tanque de 65m 3 Distância segura 26,5 metros

3 30 m 15 m 25 m 40 m

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5 Acidentes Ambientais O Despertar da Consciência

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8 Caso Golfo do México - British Petroleum Gastos? U$ 3 milhões - indenizações U$ 350 milhões limpeza do mar (fracasso) U$ 650 milhões promover imagem de empresa verde Lobby junto ao congresso para não assinarem novas leis ambientais Caso Exxon Valdez - prejuízos a - US$ 2.2 bilhões - Limpeza do Golfo. b - US$ 700 milhões - Levantamentos periciais. c - US$ 300 milhões - Indenizações a particulares afetados pelo acidente. d - US$ 1 bilhão - Condenações criminais e civis nas ações promovidas pelas autoridades federais e estaduais. e - US$ 100 mil - Valor pago mensalmente ao governo do Alasca, como indenização por perdas comerciais após acidente. f - US$ 5, 3 bilhões pleiteados em indenizações.

9 14 de Março de 2001 Bacia de Campos Segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo), a principal causa da explosão foi um problema no fechamento de uma válvula. Custo da P-36 US$ 356 milhões VÍDEO Entre as deficiências do projeto, estão até a classificação da área onde se localizava o tanque que explodiu, que não era considerada como área de risco. VÍDEO

10 Na manhã de 19/11/1984, por volta das 5h35 ocorreu a explosão de uma nuvem de vapor e uma série de BLEVEs na base de armazenamento e distribuição de Gás Liqüefeito de Petróleo (GLP) da empresa PEMEX, localizada no bairro de San Juanico, Cidade do México. Morte de 650 pessoas, mais de feridos e destruição total da base. Cidade do México A catástrofe iniciou-se com o vazamento de gás devido à ruptura de uma tubulação de 8 polegadas de diâmetro que transportava o gás de uma das esferas para os reservatórios cilíndricos. A sala de controle da PEMEX registrou por volta das 5h30 uma queda de pressão em suas instalações e também em um duto localizado a 40 km de distância, porém, a sala de controle não conseguiu identificar a causa desta queda de pressão. A liberação aconteceu por 5-10 minutos, formando uma imensa nuvem de gás inflamável, a qual foi levada por um vento de destino sudoeste, ajudado pela inclinação do terreno, até encontrar a fonte de ignição e explodir. Neste caso, a fonte de ignição direta foi o flare instalado inadequadamente ao nível do solo pois, no entendimento da empresa, dado a força dos ventos no local, a instalação do flare a uma altura mais elevada comprometeria a sua eficiência.

11 Sevesso - Itália Por volta das 12h30 do dia 10/06/1976, numa planta industrial situada em Seveso, uma província de Milão, ocorreu a ruptura do disco de segurança de um reator, que resultou na emissão para a atmosfera de uma grande nuvem tóxica. Seveso O reator não possuía um sistema automático de resfriamento e como a fábrica se encontrava com poucos funcionários, já que paralisaria suas operações no final de semana, não foram desencadeadas ações de resfriamento manual do reator para minimizar a reação ocorrida. Desta forma, a emissão ocorreu durante cerca de 20 minutos, até que um operador conseguisse paralisar o vazamento. Toda a vegetação nas proximidades da planta morreu de imediato devido ao contato com compostos clorados. No total, hectares foram afetados. A região denominada Zona A, com uma área de 108 hectares possuía uma alta concentração da dioxina TCDD (240 µg/m²).

12 Seveso Foram evacuadas 736 pessoas da região, sendo que 511 retornaram para as suas casas no final de 1977, mas as que moravam na Zona A perderam suas residências, em função do nível de contaminação ainda existente nesta área, a qual permaneceu isolada por muitos anos. Toda a vegetação e solo contaminados foram removidos e as edificações tiveram que ser descontaminadas. Os custos estimados na operação de evacuação das pessoas e na remediação das áreas contaminadas foram da ordem de US$ 10 milhões. Os efeitos imediatos à saúde das pessoas se limitaram ao surgimento de 193 casos de cloroacne (doença de pele atribuída ao contato com a dioxina). Os efeitos à saúde de longo prazo ainda são monitorados. Vítimas

13 Flixborough - Inglaterra Aproximadamente às 17 horas do dia 01/06/1974, ocorreu uma explosão na planta de produção de caprolactama da fábrica Nypro Ltda., situada em Flixborough. A explosão ocorreu devido ao vazamento de ciclohexano, causado pelo rompimento de uma tubulação temporária instalada como by-pass devido à remoção de um reator para a realização de serviços de manutenção. O vazamento formou uma nuvem de vapor inflamável que entrou em ignição resultando numa violenta explosão seguida de um incêndio que destruiu a planta industrial. A ruptura da tubulação de 20 polegadas foi atribuída a um projeto mal elaborado, uma vez que a estrutura instalada para a sustentação do duto não suportou a sua movimentação, em função da pressão e da vibração a que o tubo foi submetido durante a operação. Flixborough - Inglaterra Estimou-se que cerca de 30 toneladas de ciclohexano vazaram, formando rapidamente uma nuvem de vapor inflamável, a qual encontrou uma fonte de ignição entre 30 e 90 segundos após o início do vazamento. Os efeitos da sobrepressão ocorrida foram estimados como sendo equivalentes à explosão de uma massa variando entre 15 e 45 toneladas de TNT. Ocorreram danos catastróficos nas edificações próximas, situadas ao redor de 25 metros do centro da explosão. Além da destruição da planta, em função do incêndio ocorrido, 28 pessoas morreram e 36 foram gravemente feridas. Ocorreram ainda impactos nas vilas situadas nas proximidades da planta, afetando residências e 167 estabelecimentos comerciais.

14 Flixborough - Inglaterra Vila Socó Cubatão - Brasil Por volta das 22h30 do dia 24/02/1984 moradores da Vila Socó (atual Vila São José), Cubatão/SP, perceberam o vazamento de gasolina em um dos oleodutos da Petrobrás que ligava a Refinaria Presidente Bernardes ao Terminal de Alemoa. A tubulação passava em região alagadiça, em frente à vila constituída por palafitas. Na noite do dia 24, um operador alinhou inadequadamente e iniciou a transferência de gasolina para uma tubulação (falha operacional) que se encontrava fechada, gerando sobrepressão e ruptura da mesma, espalhando cerca de 700 mil litros de gasolina pelo mangue.

15 Vila Socó Cubatão - Brasil Muitos moradores visando conseguir algum dinheiro com a venda de combustível, coletaram e armazenaram parte do produto vazado em suas residências. Com a movimentação das marés o produto inflamável espalhou-se pela região alagada e cerca de 2 horas após o vazamento, aconteceu a ignição seguida de incêndio. O fogo se alastrou por toda a área alagadiça superficialmente coberta pela gasolina, incendiando as palafitas. Vila Socó Cubatão - Brasil O número oficial de mortos é de 93, porém algumas fontes citam um número extra oficial superior a 500 vítimas fatais (baseado no número de alunos que deixou de comparecer à escola e a morte de famílias inteiras sem que ninguém reclamasse os corpos), dezenas de feridos e a destruição parcial da vila.

16 Vila Socó Cubatão - Brasil Goiânia, set de 1987 Acidente Radiológico

17 VÍDEO Diadema, SP 24 março 2009

18 Cubatão Rompimento de um duto de gasolina seguido de incêndio. Cerca de 500 vítimas, das quais 93 fatais

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21 Data Local Atividade Produto Causa Conseqüências 16/4/47 Texas City, USA Navio Nitrato de Amônia Explosão 4/1/66 Feyzin, França Estocagem Propano Explosão seguida de incêndio (BLEVE) 1/6/74 Flixborough, UK Planta de Caprolactama 10/7/76 Seveso, Itália Planta de processo Ciclohexano Explosão Incêndio 552 mortes 3000 feridos 18 mortes, 81 feridos Perdas de US$ 68 milhões 28 mortes, 104 feridos Perdas de US$ 412 milhões TCDD Explosão Contaminação de grande área, devido a emissão de dioxina 6/3/78 Portsall, UK Navio Petróleo Encalhe ton. Perdas de US$ 85,2 milhões 11/7/78 San Carlos, Espanha Caminhão-tanque Propeno VCE 216 mortes, 200 feridos 19/11/84 Mexico City Estocagem GLP BLEVE Incêndio 3/12/84 Bhopal, Índia Estocagem Isocianato de metila 650 mortes, 6400 feridos Perdas de US$ 22,5 milhões Emissão tóxica 4000 mortes e intoxicados 28/4/86 Chernobyl, Rússia Usina nuclear Urânio Explosão pessoas evacuadas 3/6/89 Ufa, Rússia Duto GLN Explosão 645 mortes e 500 feridos 24/3/89 Alasca, USA Navio Petróleo Encalhe aves mortas 11/3/91 Catzacoala Planta de processo 22/4/91 Guadalajara, México Cloro Vazamento Explosão Duto Gasolina Explosão 300 mortes Perdas de US$ 150 milhões 15/2/96 Mill Bay, UK Navio Petróleo Falha operacional toneladas de óleo derramado 2300 pássaros mortos

22 Data Local Atividade Produto Causa Conseqüências 21/9/72 Rio de Janeiro Estocagem GLP BLEVE 37 mortes, 53 feridos 26/3/75 Rio de Janeiro Navio Petróleo Colisão Vazamento de ton. 9/1/78 São Sebastião Navio Petróleo Colisão Vazamento de ton. 31/5/83 Porto Feliz Estocagem Resíduos organoclorados Colisão de veículo 14/10/83 Bertioga Duto Petróleo Queda de rocha no duto 25/02/84 Cubatão Duto Gasolina Corrosão Erro humano Vazamento de 500 ton. Contaminação de rio/poços Vazamento de ton. Impactos em manguezal Vazamento de 1200 m 3 Incêndio - 93 mortes 25/1/85 Cubatão Duto Amônia Rompimento Evacuação de pessoas 18/3/85 São Sebatião Navio Petróleo Colisão Vazamento de ton. Contaminação de praias/ilhas 10/10/91 Santos Estocagem Acrilonitrila Explosão e Incêndio Poluição do ar e do mar 25/2/92 Cubatão Indústria Cloro Vazamento 300 kg 37 intoxicados 26/7/98 Santos Navio Óleo combustível Colisão Vazamento de 40 ton. Contaminação de praias 3/9/98 Santos Armazenamento DCPD Explosão Incêndio 8/9/98 Araras Caminhão-tanque Gasolina/Óleo diesel Explosão Incêndio Contaminação/fogo no Estuário de Santos 55 mortes 14/03/01 Bacia de Campos Exploração Petróleo Falha de operação 11 mortes. Multa de R$ 100 milhões. 27/03/09 Diadema - SP Armazenamento Vários produtos químicos Explosão Incêndio Evacuação de pessoas e incêndio. Jan 2007 Doze mil desabrigados em Miraí e Muriaé depois de acidente com barragem da mineradora Rio Pomba. Multa de R$ 75 milhões.

23 (Duarte, 2008)

24 (Duarte, 2008) (Duarte, 2008)

25 (Duarte, 2008) (Duarte, 2008)

26 3/12/84 - Bhopal, Índia 4000 mortes, intoxicados

27 Perguntas para reflexão: Por que continuam a ocorrer acidentes, alguns de grande gravidade, em grandes empresas que investem grandes somas em prevenção? Por que muitos operadores, qualificados e altamente capacitados, cometem falhas humanas que eles próprios, estupefatos, não podem compreender como cometeram?

28 Sem números, o risco é uma questão de pura coragem Peter L. Bernstein R = 0 Uma sociedade incapaz de aceitar riscos também não receberá benefício algum (HEWIT, 2002). Por outro lado, o risco sempre pode ser gerenciado, atuando-se na sua freqüência de ocorrência, nas conseqüências ou em ambas. EAR Angra 3: 10-8

29 Você deseja uma válvula que não vaze e faz todo o possível para desenvolvê-la. Mas no mundo real, só existem válvulas que vazam. Você tem que determinar o grau de vazamento que pode tolerar Wernher von Braun ERROS E SEGURANÇA Estatisticamente, se cometem milhões de erros operacionais antes que um evento mais grave ocorra

30 Quantidade de eventos TEORIA DE HEINRICH Acidentes Acidente grave Incidentes graves Incidentes situações registradas Condi situações observadas Condições latentes MODELO REASON

31 MODELO REASON MODELO REASON

32 MODELO REASON CONDIÇÕES LATENTES X BARREIRAS Organização Local de trabalho Pessoal Defesas Acidente Decisões gerenciais condições de trabalho Erros e violações Regulamentos Treinamento Tecnologia e processos organizacionais Fonte: James Reason Trajetória das condições latentes

33 CONCEITO DE SEGURANÇA É IMPORTANTE ESCLARECER: a eliminação de todos os acidentes é impossível; as falhas continuarão ocorrendo, apesar dos mais profícuos esforços de prevenção; não há atividade humana ou sistema feito pelo homem que esteja totalmente livre de riscos e de erros; os riscos e erros são aceitáveis em um sistema implicitamente seguro, sempre que estiverem sob controle; A VISÃO ANTIGA DA SEGURANÇA Enfoque Tradicional (ultrapassado): Orientado às causas que causou o acidente?; Buscar culpados quem causou o acidente?; Castigo e punição pelo não cumprimento das obrigações de segurança; Identifica: O QUE? / QUEM? / QUANDO?, mas Não identifica: PORQUE? / COMO? ESSA VISÃO FOI ABANDONADA, ELA NÃO FUNCIONA!

34 A EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO O DILEMA GERENCIAL Recursos Níveis gerencias Recursos Proteção Produção Encontrar equilíbrio entre investimentos na Segurança e na Produção.

35 Análise custo-benefício Balanço entre o custo de diferentes alternativas e o risco resultante de cada uma delas Custos Baseline risk (máxima exposição) Redução marginal do risco por unidade de investimento Custo muito alto 10E-2 10E-5 10E-7 Risco residual (upper bound estimate) CUSTOS DAS OCORRÊNCIAS

36 Os erros... são como os mosquitos Para combatê-los... PROJETO FALHO TREINAMENTO INADEQUADO METAS CONFLITANTES DEFESAS INADEQUADAS... É preciso drenar o pântano onde se alimentam

37 PERFORMANCE HUMANA As conseqüências operacionais das interações entre os seres humanos e a tecnologia são muito freqüentemente ignoradas, dando lugar ao erro humano; Se considera que o erro humano é um fator que contribui para a maioria dos eventos dos acidentes; Mesmo o pessoal competente comete erros; Os erros devem ser aceitos como um componente normal em qualquer sistema onde os seres humanos interagem com a tecnologia; Resposta: Percepção de Risco 74

38 Resposta: Percepção de Risco - Gráfico de sangue 76

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44 Aceitabilidade de Riscos Valores: - sociais bungee jumping - éticos ceder seu lugar no ônibus - ambientais fogueira na mata - econômicos poupança Collor

45 Percepção de Risco As pessoas tendem a ser particularmente resistentes à idéia de que se encontram em risco diante de um perigo. A maioria das pessoas considera que se encontra diante de um perigo menor que a média dos outros, e que tem menor possibilidade de sofrer ou causar um acidente. Exercício Colocar em ordem crescente de risco de morte Meteoro Leucemia Beber 1 garrafa vinho/dia Corrida de carros Fumar (20 cig/dia) Transporte químico Jogar futebol

46 Exercício Colocar em ordem crescente de risco de morte Meteoro 6.0x10-11 Transporte químico - 2.0x10-8 Jogar futebol - 4.0x10-5 Beber 1 garrafa vinho/dia - 7.5x10-5 Leucemia - 8.0x10-5 Corrida de carros - 1.2x10-3 Fumar (20 cig/dia) - 5.0x10-3 Percepção de Risco Atividade Pobreza Fumo ( 1 pacote /dia homem) Homem solteiro Mulher solteira Fumo ( 1 pacote /dia mulher) Desemprego ( 1 ano) Abuso de álcool Dirigir automóvel Fumante passivo Beber água clorada Anos Perdidos

47 Percepção de Risco Atividade Anos Perdidos Pobreza 10 Fumo ( 1 pacote /dia homem) 6,4 Homem solteiro 6 Mulher solteira 3 Fumo ( 1 pacote /dia mulher) 2,3 Desemprego ( 1 ano) 1,5 Abuso de álcool 0,65 Dirigir automóvel 0,5 Fumante passivo 0,14 Beber água clorada 0,0015 Um acidente constitui-se em uma seqüência de eventos fortuitos e não planejados, que geram conseqüências específicas e indesejadas, ao homem e ao meio ambiente, causando danos corporais, materiais e interrompendo a vida dos seres vivos. 94

48 Conceitos e Definições Imperícia Não sabe dirigir. Acidente Imprudência Sabe mas não tomou cuidado Negligência Não sabe e não tomou cuidado Incidente outros fatores (uma pedra se soltou e rompeu a mangueira do óleo de freio) Comunicação de Riscos

49 Ruídos na Comunicação

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53 Exemplos de ruídos na comunicação Matéria noticiada em um importante telejornal sobre a contaminação por solvente em poços de água de diversas residências, no município de Guarulhos. Na ocasião,o apresentador, ao tomar conhecimento da situação e do risco envolvido, tomou deliberamente a iniciativa de aconselhar aos moradores pela televisão, para que deixassem suas residências devido ao elevado risco de incêndio e explosão. Um repórter de um importante jornal perguntou a um dos técnicos qual seria o volume vazado naquela ocorrência. O técnico simplesmente respondeu que ainda não era possível calcular o volume. Na verdade ele queria dizer que somente após a efetiva avaliação da situação tal estimativa poderia ser feita. No dia seguinte o jornal trazia em sua primeira página a manchete: Quantidade incalculável de óleo é lançada ao mar.

54 Vazamento inflamável noite Angra jan 2010

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56 Conceitos e Definições Matematicamente, risco pode ser definido como sendo o produto da probabilidade de ocorrência de um evento, dentro de um período de tempo, pela magnitude dos danos que este evento possa causar a um indivíduo, aos trabalhadores, ao público, à propriedade privada ou pública ou ao meio ambiente. Deste modo, ele pode ser definido como R = F. M i i i R i = Risco associado ao evento indesejado tipo i; F i = a freqüência de acidente do tipo i; M i =a magnitude da conseqüência do acidente tipo i.

57 Como exemplo, vamos analisar dois casos: Uma instalação A pode gerar um acidente a cada mil anos com uma morte e outra instalação B pode gerar um acidente a cada um milhão de anos com mil mortes. Qual dos dois empreendimentos gera maior risco? R = F. M i i i R = F. M Instalação A: um acidente a cada anos com 1 morte F = 1 acidente a cada anos; M = 1 morte por acidente i i i R 1acidente 1morte = 1.000anos acidente 1morte R = 1.000anos mortes R = ano mortes R = 0,1% ano

58 R = F. M i Instalação B: um acidente a cada de anos com mortes F = 1 acidente a cada anos; M = mortes por acidente i i 1acidente 1.000mortes R = anos acidente 1morte R = 1.000anos mortes R = ano mortes R = 0,1% ano Instalação A um acidente a cada mil anos com uma morte mortes R = 0,1% ano Instalação B um acidente a cada um milhão de anos com mil mortes mortes R = 0,1% ano

59 Analisar dois casos: Uma instalação A pode gerar um acidente a cada um milhão de anos com uma morte e outra instalação B pode gerar um acidente a cada dez milhões de anos com dez mortes. Qual dos dois empreendimentos gera maior risco? Defenda um deles. R = F. M i i i Analisar três casos hipotéticos: Uma instalação Nuclear gera um risco de 10-8, uma hidroelétrica gera um risco de 10-6 e uma termelétrica Você precisa decidir entre uma das três para geração de energia. Ela será instalada em uma região de mata virgem onde a população mais próxima fica a 15 km. Qual dos três empreendimentos gera maior risco? Defenda um deles.

60 A ANÁLISE DE RISCO E A LEGISLAÇÃO NO BRASIL Inserção do Estudo de Análise de Riscos e Plano de Gerenciamento de Riscos dentro do processo de licenciamento ambiental Licença Prévia Estudo de Análise e Avaliação de Riscos Licença de Instalação Plano de Gerenciamento de Riscos Licença de Operação

61 Início Caracterização da região e do empreendimento Não Reavaliação do projeto Identificação dos perigos e cenários acidentais Estimativa dos efeitos físicos e vulnerabilidade Fim É possível reduzir os riscos? Sim Medidas para redução dos riscos Medidas para redução dos efeitos físicos Sim Existem efeitos que podem atingir o meio ambiente fora da instalação? Sim É possível reduzir os efeitos? Não Não Estimativa das freqüências Programa de Gerenciamento de Riscos Estimativa dos riscos Sim Riscos toleráveis? Não Metodologia para Elaboração do Estudo de Análise de Riscos Exemplos de Técnicas para Identificação dos Perigos Análise histórica de acidentes; Listas de verificação (Check list); Análise E se... (What If...?) Análise Preliminar de Perigos (APP); Análise de Falhas e Efeitos (AMFE); Análise de Perigos e Operabilidade (Hazard and Operability Analysis - HazOp); Análise de Árvore de Falhas (lógica Booleana); Análise de Árvore de Eventos (Consequências).

62 Estudo de caso Descarregamento de ácido sulfúrico

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65 VRD VRM VRC VRD VRB VRD Símbolos da Árvore de Falhas Evento intermediário resultante da ocorrência de uma série de outros eventos OR Gate. O evento ocorre se uma das entradas ocorrer Evento básico de falha Falhas ou eventos secundários, os quais não são investigados em detalhe. AND Gate. Todas as entradas tem que ocorrer para que o evento de saída aconteça Evento esperado de ocorrer como resultado de uma circunstância normal

66 Exemplo: Árvore de Falhas

67 Distância segura Distância segura

68 Saída do PHAST Saída do PHAST

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78 Risk Criteria for Land-use Planning in the Vicinity of Major Industrial Hazards (UK, 1989) Empreendimento Zona I Zona II Zona III Habitação Inaceitável Talvez Normalmente aceitável Comércio e indústria Aceitável Aceitável Aceitável Comércio e lazer Talvez Talvez Aceitável Empreendimentos Inaceitável Inaceitável Talvez muito vulneráveis HSE, Zona I - riscos acima de 10-5 ano -1 ; Zona II - riscos entre 10-6 e 10-5 ano -1 ; Zona III - riscos entre 3, e 10-6 ano -1. Redução dos Riscos

79 PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS As recomendações e medidas resultantes do estudo de análise e avaliação de riscos para a redução das frequências e consequências de eventuais acidentes devem ser consideradas como partes integrantes do processo de gerenciamento de riscos; Objetivo do Gerenciamento de Riscos O objetivo do PGR é prover uma sistemática voltada para o estabelecimento de requisitos contendo orientações gerais de gestão, com vista à prevenção de acidentes ambientais, razão pela qual deverá contemplar as seguintes atividades:

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81 Pontos Básicos na Comunicação de Risco Aceitar e envolver o público como um parceiro legítimo; Planejar cuidadosamente e avaliar a todo momento o Plano de Ação de Emergência junto com a comunidade; Escutar as preocupações do público em geral; Ser honesto e aberto; Falar claramente sobre os riscos e perigos; Colaborar com outros agentes importantes (por exemplo, corpo de bombeiros). Quem fará perguntas? Pessoas que moram ou trabalham nas proximidades da instalação, Empregados; Departamento de polícia, bombeiros, defesa civil, etc Organizações ambientais (ONGs); Jornalistas; Profissionais da área médica, educadores, outras companhias, etc. Perguntas estarão relacionadas principalmente a probabilidade de ocorrência de acidente, danos à saúde, recursos naturais e propriedades, segurança, infra-estrutura, programa de prevenção de acidentes, etc.

82 Prof. Kerley Oliveira GrupoKerley.webnode.com.br 163

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