Alternativas tecnológicas disponíveis. Variações de custo e de segurança das operações.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Alternativas tecnológicas disponíveis. Variações de custo e de segurança das operações."

Transcrição

1 DESTINAÇÃO E DISPOSIÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS Alternativas tecnológicas disponíveis. Variações de custo e de segurança das operações.

2

3 INTRODUÇÃO SUSTENTABILIDADE, GESTÃO AMBIENTAL E DE resíduos sólidos são assuntos em alta no meio empresarial. As novas leis e normas da área, e o aumento da fiscalização, potencializaram os riscos e oportunidades em torno desses temas. Uma boa estratégia neste sentido atualmente é, efetivamente, uma vantagem competitiva. Especificamente em relação à gestão de resíduos sólidos industriais, o tema se tornou base para o desenvolvimento de novos modelos de negócios, formando um mercado competitivo de empresas que fornecem soluções para a destinação ou disposição final ambientalmente adequada desses materiais. Se antes a disposição em valas de aterros era destino certo dos resíduos, agora se tem um leque de opções de destinação, que vão desde o coprocessamento em fornos de clínquer até a hidrólise térmica, que gera matéria-prima para a fabricação de adubos. O que varia são os custos e a segurança jurídica das operações. De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei Federal Nº /2010), 3

4 Quais são as diferenças entre destinação e disposição final ambientalmente adequada? DISPOSIÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA Consiste na distribuição ordenada de rejeitos em aterros, observando normas operacionais específicas de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública e à segurança e a minimizar os impactos ambientais adversos. Trata-se da última alternativa a ser adotada pelo gerador. Por rejeitos, entenda-se os resíduos sólidos que, depois de esgotadas todas as possibilidades de tratamento e recuperação por processos tecnológicos disponíveis e economicamente viáveis, não apresentem outra possibilidade que não a disposição final ambientalmente adequada; 4

5 DICA Diversas empresas estão desenvolvendo formas de reaproveitar seus próprios resíduos ou o de terceiros. Realize parcerias com seus fornecedores ou promova projetos internos para deixar de pagar pela destinação de resíduos, e diminuir os custos com a aquisição de matérias-primas, transformando seu resíduo numa delas. DESTINAÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA Consiste na reutilização, reciclagem, compostagem, recuperação, aproveitamento energético ou outras destinações, observando normas operacionais específicas de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública e à segurança e a minimizar os impactos ambientais adversos. Conforme a PNRS Política Nacional de Resíduos Sólidos, na gestão e gerenciamento de resíduos sólidos, deve ser observada a seguinte ordem de prioridade: não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento dos resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos. 5

6 Qual a diferença entre resíduo Classe I e Classe II? RESÍDUOS CLASSE I Estes resíduos são considerados perigosos à saúde ou ao meio ambiente, sendo identificados por apresentarem substâncias inflamáveis, reativas, corrosivas, tóxicas ou patogênicas. Exemplos: retalhos de couro curtido ao cromo, panos contaminados, embalagens vazias pós consumo de produtos químicos perigosos, etc. No Brasil, os resíduos sólidos são classificados conforme a Norma ABNT NBR :2004, que define 03 (três) classes: 6

7 DICA Desafie os setores de criação (design) e compras a vasculhar o mercado por opções de matérias-primas e insumos compostos por materiais não perigosos, bem como desenvolver produtos que gerem o mínimo possível de resíduos perigosos, os quais geram maior risco de causar danos ao meio ambiente e à saúde humana. RESÍDUOS CLASSE II Estes resíduos não são considerados perigosos, e subdividem-se em classe II A, cujas características podem ser a biodegradabilidade, combustibilidade ou solubilidade em água (não inertes), e classe II B, não solúveis (inertes). Exemplos: papel, papelão, plástico, retalhos de tecido sintético (PU, PVC), etc. - Resíduo perigoso classe I - Resíduo não inerte classe II A - Resíduo inerte classe II B. Os resíduos classe II são também denominados de não perigosos. 7

8 Quais são as alternativas tecnológicas para a destinação dos resíduos sólidos industriais? ATERROS INDUSTRIAIS Distribuição ordenada de resíduos em valas, instaladas e operadas de acordo com normas técnicas rigorosas, bem como em condições e restrições impostas pelo órgão ambiental responsável pelo licenciamento. Aspectos positivos Os aterros geralmente apresentam menor custo para a destinação de resíduos/rejeitos, do que alternativas tecnológicas disponíveis. Por ser a tecnologia mais utilizada até então, há diversas opções instaladas em todo o estado do Rio Grande do Sul, diminuindo os custos com logística. 8

9 Aspectos negativos Depositar o resíduo/rejeito num aterro não cessa a responsabilidade do gerador, de forma que, em havendo um dano ambiental, ele será responsabilizado solidariamente; O monitoramento do aterro é deficitário. Por exemplo, pode ocorrer rompimento da manta impermeabilizante e vazamento de percolado (efluente líquido), com detecção tardia; e ocorre a acumulação de passivo e, em caso de falência ou encerramento das atividades do empreendedor do aterro, a empresa pode ser chamada a promover a recuperação da área. 9

10 Quais são as alternativas tecnológicas para a destinação dos resíduos sólidos industriais? COPROCESSAMENTO em fornos de clínquer Os resíduos/rejeitos são utilizados como combustível em fornos para a fabricação de clínquer (cimento), e as cinzas geradas no processo são incorporadas no produto. Aspectos positivos Eliminação do passivo ambiental, pois 100% dos resíduos/rejeitos são transformados em combustível e matéria-prima para fabricação de cimento; A partir do momento em que os resíduos/rejeitos são entregues ao utilizador, cessa a responsabilidade do gerador; e monitoramento automatizado, permitindo a desativação automática do sistema, caso os padrões de emissões de gases desrespeitem aqueles permitidos. Aspectos negativos Custo mais elevado, em regra, se comparado com a alternativa tecnológica de aterro. 10

11 HIDRÓLISE térmica Diversos resíduos/rejeitos são combinados, formando um blend, e sofrem processo de tratamento térmico. O produto resultante deste processo é utilizado como matéria-prima por outros segmentos industriais, como o de fabricação de fertilizantes. Aspectos positivos Eliminação do passivo ambiental, pois os resíduos/rejeitos são utilizados como matéria-prima para a fabricação de outros produtos; A partir do momento em que os resíduos/rejeitos são entregues ao utilizador, cessa a responsabilidade do gerador sobre eles; Aspectos negativos Custo mais elevado, em regra, se comparado com a alternativa tecnológica de aterro; As empresas que prestam este serviço apresentam restrições quanto ao recebimento dos resíduos, certas vezes se negando a recebê-los em razão das condições em que se encontram. A capacidade de recebimento das empresas que prestam este serviço é sazonal, isto é, em determinados períodos se negam a receber ou diminuem a quantidade passível de remessa; e É gerado percolado (efluente líquido), e em caso de eventual dano ambiental, o gerador pode vir a responder, tal qual responderia num vazamento de chorume por uma vala de aterro. 11

12 Quais são as alternativas tecnológicas para a destinação dos resíduos sólidos industriais? TRATAMENTO TÉRMICO e geração de energia Consiste na incineração dos resíduos sólidos industriais, aproveitando-se do poder calorífero da operação para a geração de energia elétrica ou vapor. Aspectos positivos Eliminação do passivo ambiental, pois os resíduos/rejeitos são incinerados e, em regra, a cinza resultante do processo possui valor comercial e é reprocessada; e Monitoramento automatizado, permitindo a desativação automática do sistema, caso os padrões de emissões de gases desrespeitem aqueles permitidos. Aspectos negativos No Rio Grande do Sul não existem plantas de tratamento térmico instaladas, em especial pela FEPAM não ser favorável à tecnologia, o que aumenta os custos de logística; Custo mais elevado, em regra, se comparado com a alternativa tecnológica de aterro; Apesar da redução no volume do resíduo/rejeito em aproximadamente 90% (noventa por cento), caso as cinzas não sejam comercializadas, há geração de passivo. 12

13

14 Qual a documentação exigida por Lei para a remessa de resíduos para destinação ou disposição final? Toda a vez que houver remessa de resíduos para fora do estabelecimento, deve ser emitida nota fiscal, seja a operação de venda ou de doação. O documento deverá descrever os tipos e as quantidades de resíduos que estão sendo destinados. No caso de resíduos classe I (perigosos), a nota fiscal deve possuir uma série de informações adicionais, conforme a Resolução Nº 420/2004 da ANTT Agência Nacional de Transportes Terrestres, tais como o número ONU e o nome apropriado para embarque. 14

15 Além da nota fiscal, a remessa de resíduos sólidos industriais perigosos exige a emissão de MTR Manifesto de Transporte de Resíduos, conforme a Portaria Nº 24/2009 da FEPAM Fundação Estadual de Proteção Ambiental. É imprescindível também que seja verificada a regularidade ambiental de quem irá receber os resíduos, em especial o licenciamento ambiental. Recomenda-se, inclusive, a realização de auditorias ambientais nestes prestadores de serviços. 15

16 Quais são as exigências para o transporte de resíduos sólidos? O transporte dos resíduos sólidos classe II (não perigosos) não possui regras específicas. O transporte de resíduos sólidos classe I (perigosos), por sua vez, deve respeitar o disposto na Resolução Nº 420/2004 e na Portaria Nº 34/2009 da FEPAM, que trata do MTR. Observe também, para o caso do transporte rodoviário de resíduos perigosos, se os veículos estão devidamente licenciados junto ao órgão ambiental competente, e promova rotinas de inspeção para verificar as condições de transporte. 16

17 ? 17

18 Como deve ser realizado o correto armazenamento dos resíduos sólidos? O armazenamento temporário de resíduos sólidos industriais na unidade fabril deve observar as disposições das normas ABNT NBR N :1992 e :1990, que tratam, respectivamente, de resíduos perigosos e não perigosos. Entre as disposições das normas, por exemplo, consta que os resíduos classe I (perigosos) devem ser armazenados em local com piso impermeável, proteção quanto à ação das chuvas e ventos, devidamente sinalizado e com acesso restrito. 18

19 DICA Indiferentemente da alternativa tecnológica adotada, orienta-se a celebração de contratos com os prestadores de serviço, que definam com clareza os direitos e deveres das partes, bem como a implementação de uma rotina de verificação periódica da regularidade ambiental, e a realização de auditorias. 19

20 Para mais informações sobre este assunto, entre em contato com nossos especialistas, será um prazer ajudá-lo Rua Gal. Emílio Lúcio Esteves, º andar Centro Taquara, RS

DESTINAÇÃO E DISPOSIÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS

DESTINAÇÃO E DISPOSIÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS DESTINAÇÃO E DISPOSIÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS Alternativas tecnológicas disponíveis. Variações de custo e de segurança das operações. Copyright Ecovalor Consultoria

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MUNICÍPIO DE CANOAS

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MUNICÍPIO DE CANOAS TERMO DE REFERÊNCIA PLANO DE GERENCIAMENTO INTEGRADO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGIRS 1 JUSTIFICATIVA O presente Termo de Referência tem por fim orientar a elaboração do PGIRS. 2 OBJETIVO O objetivo do PGIRS

Leia mais

1. OBJETIVO 2. APLICAÇÃO 3. REFERÊNCIAS 4. DEFINIÇÕES E ABREVIAÇÕES GESTÃO DE RESÍDUOS

1. OBJETIVO 2. APLICAÇÃO 3. REFERÊNCIAS 4. DEFINIÇÕES E ABREVIAÇÕES GESTÃO DE RESÍDUOS Versão: 03 Página 1 de 6 1. OBJETIVO Estabelecer as diretrizes para a segregação, coleta e transporte interno, armazenamento temporário, transporte e destinação dos resíduos sólidos gerados, de acordo

Leia mais

Panorama sobre resíduos sólidos

Panorama sobre resíduos sólidos Panorama sobre resíduos sólidos Brasil Dinamarca: Cooperação em Meio Ambiente Setembro de 2009 Principais conceitos (proposta do setor industrial) Resíduos sólidos: qualquer material, substância, objeto

Leia mais

Perguntas frequentes Resíduos Sólidos. 1) Quais são os tipos de resíduos frequentemente gerados em plantas industriais?

Perguntas frequentes Resíduos Sólidos. 1) Quais são os tipos de resíduos frequentemente gerados em plantas industriais? Perguntas frequentes Resíduos Sólidos 1) Quais são os tipos de resíduos frequentemente gerados em plantas industriais? Resíduos industriais: gerados nos processos produtivos e instalações industriais.

Leia mais

VIABILIDADE AMBIENTAL E ECONÔMICA DA RECUPERAÇÃO ENERGÉTICA DE RESÍDUOS POR MEIO DE COMBUSTÍVEL DERIVADO DE RESÍDUO - CDR

VIABILIDADE AMBIENTAL E ECONÔMICA DA RECUPERAÇÃO ENERGÉTICA DE RESÍDUOS POR MEIO DE COMBUSTÍVEL DERIVADO DE RESÍDUO - CDR VIABILIDADE AMBIENTAL E ECONÔMICA DA RECUPERAÇÃO ENERGÉTICA DE RESÍDUOS POR MEIO DE COMBUSTÍVEL DERIVADO DE RESÍDUO - CDR CONFERÊNCIA WASTE TO ENERGY 2014 MARILIA TISSOT DIRETORA EXECUTIVA VIABILIDADE

Leia mais

SUMÁRIO. Daniel Bortolin02/02/2015 ÍNDICE: ÁREA. Número 80 Título. Aprovação comunicada para Cintia Kikuchi/BRA/VERITAS; Fernando Cianci/BRA/VERITAS

SUMÁRIO. Daniel Bortolin02/02/2015 ÍNDICE: ÁREA. Número 80 Título. Aprovação comunicada para Cintia Kikuchi/BRA/VERITAS; Fernando Cianci/BRA/VERITAS Aprovado ' Elaborado por Daniel Bortolin/BRA/VERITAS em 02/02/2015 Verificado por Cintia Kikuchi em 02/02/2015 Aprovado por Americo Venturini/BRA/VERITAS em 02/02/2015 ÁREA QHSE Tipo Procedimento Regional

Leia mais

Priscila Boer Mazaro. Ciclo de Vida dos Resíduos Industriais

Priscila Boer Mazaro. Ciclo de Vida dos Resíduos Industriais Priscila Boer Mazaro A ESTRE É O LÍDER INCONTESTÁVEL A ESTRE é a maior companhia brasileira do setor de serviços ambientais 18.300 Empregados 40.000 TONS/DIA Todos os tipos de resíduos 4.522 CLIENTES

Leia mais

Transbordo: procedimento de repasse de transporte de resíduos;

Transbordo: procedimento de repasse de transporte de resíduos; TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CENED ALUNA: CAROLINA SEGASPINI BOTEJO KRIESER CURSO: GESTÃO DE RESÍDUOS URBANOS PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS PARA SISTEMA AEROPORTUÁRIO DATA:20.08.2010 OBJETIVO

Leia mais

Município de Capanema - PR

Município de Capanema - PR LEI Nº. 1.557, DE 20 DE MAIO DE 2015. Dispõe sobre a política municipal de resíduos sólidos do Município de Capanema e dá outras providências. A Câmara Municipal de Capanema, Estado do Paraná, aprovou

Leia mais

Rev Modificação Data Autor Validação. Especialidades: Coordenadores das Especialidades CREA UF Matrícula Valido

Rev Modificação Data Autor Validação. Especialidades: Coordenadores das Especialidades CREA UF Matrícula Valido Rev Modificação Data Autor Validação Especialidades: Coordenadores das Especialidades CREA UF Matrícula Valido Especialidades: Autores do Documento CREA / UF Matrícula valido Sítio GERAL Área do sítio

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS Diretoria de Licenciamento Ambiental Coordenação Geral de Transporte, Mineração

Leia mais

FISPQ Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico Nome do produto: DUPLIPLATE CLEANER 1212

FISPQ Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico Nome do produto: DUPLIPLATE CLEANER 1212 Página 1 de 12 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO - DUPLIPLATE CLEANER - Código interno: 1212 - - Nome do fabricante: Eurostar Produtos Graficos e Comunicação Visual Ltda - Endereço: Estrada Jaguari, nº.621 -

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ Nº: 059 Data da última revisão: 04/05/2013 Nome do Produto: Betugrout Super 1) IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Betugrout Super Código do Produto:026050100. Nome da Empresa:Betumat

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUIMICO - FISPQ

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUIMICO - FISPQ DE PRODUTO QUIMICO - FISPQ INDÚSTRIA QUIMICA LTDA FISPQ nº: LH 003 Página 1 de 7 Data da última revisão:9/12/2010 1. Identificação do produto e da empresa - Nome do produto: OIRAD ph 200 - Código interno

Leia mais

A M B I E N TA I S PA R A

A M B I E N TA I S PA R A CARTILHA A B T G B O A S P R Á T I C A S A M B I E N TA I S PA R A A I N D Ú S T R I A GRÁFICA 2 CARTILHA ABTG - BOAS PRÁTICAS AMBIENTAIS PARA A INDÚSTRIA GRÁFICA 1 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO 04 1 Licenciamento

Leia mais

LEGISLAÇÃO - LEGISLAÇÃO BRASILEIRA

LEGISLAÇÃO - LEGISLAÇÃO BRASILEIRA LEGISLAÇÃO - LEGISLAÇÃO BRASILEIRA VEJA A NOVA LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA PARA PCBS RETIRADA DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS: LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA: - Portaria Interministerial (MIC/MI/MME) 0019 de

Leia mais

Segurança com Pr P odutos o Q u Q ími m cos

Segurança com Pr P odutos o Q u Q ími m cos Segurança com Produtos Químicos Assuntos a serem Abordados 1. Conceitos e Definições; 2. Pré Avaliação do Produto Químico (Compra); 3. Armazenamento de Produto Químico; 4. Resíduo / Licença Ambiental;

Leia mais

ULTRAVIOLETA DESINFECÇÃO DE ÁGUA E EFLUENTES COM RAIOS. Sistema de decantação. Fenasan 2013. tratamento de água e efluentes

ULTRAVIOLETA DESINFECÇÃO DE ÁGUA E EFLUENTES COM RAIOS. Sistema de decantação. Fenasan 2013. tratamento de água e efluentes revista especializada em tratamento de DESINFECÇÃO DE ÁGUA E EFLUENTES COM RAIOS ULTRAVIOLETA Sistema de decantação Ação dos decantadores em tratamento de água Fenasan 2013 9 772236 261064 junho/julho-2013

Leia mais

DESTINAÇÃO FINAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS: EXPERIÊNCIAS NO SUL DO BRASIL Geólogo Pedro Julio Schnack Especialista em Tratamento de Resíduos Industriais NOVEMBRO - 2009 Gestão de Resíduos SólidosS

Leia mais

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO ANEXO 09 DIRETRIZES AMBIENTAIS MÍNIMAS

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO ANEXO 09 DIRETRIZES AMBIENTAIS MÍNIMAS ANEXO 09 DIRETRIZES AMBIENTAIS MÍNIMAS 1 Sumário 1. INTRODUÇÃO... 3 2. Adequação às Normas e Legislações Vigentes... 3 3. Definições de Obrigações e Responsabilidades... 3 4. Diretrizes Mínimas Exigidas...

Leia mais

NORMA TÉCNICA. 1. Finalidade

NORMA TÉCNICA. 1. Finalidade 1. Finalidade Disciplinar os procedimentos administrativos e operacionais para o correto gerenciamento de resíduos gerados em operações portuárias, manutenção de máquinas e equipamentos e atendimento a

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE LEI Nº 12.305/2010 - DECRETO NO. 7.404/2010

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE LEI Nº 12.305/2010 - DECRETO NO. 7.404/2010 MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS LEI Nº 12.305/2010 - DECRETO NO. 7.404/2010 BASE LEGAL Lei nº 12.305/2010 - Decreto No. 7.404/2010 Lei nº 11.445/2007 - Política Federal

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico Nome do produto: Cloreto de Zinco

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico Nome do produto: Cloreto de Zinco 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E EMPRESA Nome comercial: Cloreto de Zinco Código interno de identificação do produto: A023 Nome da Empresa: Endereço: Estrada Municipal Engenheiro Abílio Gondin Pereira, 72

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE (PMPA) SECRETARIA MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE (SMAM) TERMO DE REFERÊNCIA

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE (PMPA) SECRETARIA MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE (SMAM) TERMO DE REFERÊNCIA TERMO DE REFERÊNCIA PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS (PGIRS) 1. DADOS GERAIS 1.1. Identificação do Empreendedor - Identificação - Endereço Completo 1.2. Profissional de Contato - Identificação

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE (PMPA) SECRETARIA MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE (SMAM) TERMO DE REFERÊNCIA

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE (PMPA) SECRETARIA MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE (SMAM) TERMO DE REFERÊNCIA TERMO DE REFERÊNCIA PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DA SAÚDE (P- GRSS) 1. DADOS GERAIS 1.1. Identificação do Empreendedor - Identificação - Endereço Completo - Telefone de Contato - Correio

Leia mais

1 - Abastecimento de água 1. O estabelecimento utiliza água da rede pública?

1 - Abastecimento de água 1. O estabelecimento utiliza água da rede pública? QUESTIONÁRIO PARA DIAGNÓSTICO DE ASPECTOS AMBIENTAIS E MANEJO DE RESÍDUO DAS UNIDADE DE SAÚDE. A) Aspectos Ambientais Avaliação da estrutura Responda os itens abaixo com a seguinte legenda: Sim = S Não

Leia mais

PROJETO DE LEI N., DE 2015 (Do Sr. DOMINGOS NETO)

PROJETO DE LEI N., DE 2015 (Do Sr. DOMINGOS NETO) PROJETO DE LEI N., DE 2015 (Do Sr. DOMINGOS NETO) Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para gestão e aproveitamento dos resíduos da construção civil e dá outras providências. O CONGRESSO NACIONAL

Leia mais

Certificado de Movimentação de Resíduos de Interesse Ambiental (CADRI)

Certificado de Movimentação de Resíduos de Interesse Ambiental (CADRI) Certificado de Movimentação de Resíduos de Interesse Ambiental (CADRI) Página 1 / 4 O que é CADRI? O CADRI (Certificado de Movimentação de Resíduos de Interesse Ambiental) e também conhecido como certificado

Leia mais

RESPONSÁVEL PELA APRESENTAÇÃO ORAL: Lourival Rodrigues dos Santos

RESPONSÁVEL PELA APRESENTAÇÃO ORAL: Lourival Rodrigues dos Santos TÍTULO DO TRABALHO: Sustentabilidade e Viabilidade do Tratamento de Resíduos de Serviço de Saúde pelo sistema de autoclavagem a experiência do município de Penápolis (SP ) TEMA : III Resíduos Sólidos NOME

Leia mais

Disciplina: GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Professora: Viviane Japiassú Viana GERENCIAMENTO PARTE 4. Disposição final de resíduos sólidos

Disciplina: GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Professora: Viviane Japiassú Viana GERENCIAMENTO PARTE 4. Disposição final de resíduos sólidos GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOSS PARTE 4 Disposição final de resíduos sólidos Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos Disposição final De acordo com a Resolução CONAMA 358/05, disposição final de

Leia mais

- Endereço: Av. Engenheiro Antonio Francisco de Paula Souza Nº. 1137. - E-mail: policlean@uol.com.br Site: www.policlean.com.br

- Endereço: Av. Engenheiro Antonio Francisco de Paula Souza Nº. 1137. - E-mail: policlean@uol.com.br Site: www.policlean.com.br DE PRODUTO QUIMICO - FISPQ INDÚSTRIA QUIMICA LTDA Nome do Produto: ALGICI FISPQ nº: TP 001 LGICIDA OIRAD Aut. Funcionamento M.S. nº: 300.304-6 Página 1 de 8 Data da última revisão:16/9/2010 1. Identificação

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DA AGRICULTURA, DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E MEIO AMBIENTE

SECRETARIA MUNICIPAL DA AGRICULTURA, DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E MEIO AMBIENTE SECRETARIA MUNICIPAL DA AGRICULTURA, DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E MEIO AMBIENTE LICENÇA OPERAÇÃO/REGULARIZAÇÃO LO - Nº 14/2015 DEMA A Secretaria Municipal da Agricultura, Desenvolvimento Econômico e Meio

Leia mais

CREMATÓRIO EMISSÕES ATMOSFÉRICAS - ROTEIRO DO ESTUDO

CREMATÓRIO EMISSÕES ATMOSFÉRICAS - ROTEIRO DO ESTUDO CREMATÓRIO EMISSÕES ATMOSFÉRICAS - ROTEIRO DO ESTUDO Esse roteiro foi elaborado com base no disposto na Resolução CONAMA 316/2002 e na Norma Técnica CETESB E15.011. Apresentar estudo de análise de alternativas

Leia mais

LEGISLAÇÃO BRASILEIRA

LEGISLAÇÃO BRASILEIRA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART 225 - Todos tem o direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial a sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder

Leia mais

Considerando que o descarte de embalagens plásticas de óleo lubrificante pós-consumo para o solo ou cursos de água gera graves danos ambientais;

Considerando que o descarte de embalagens plásticas de óleo lubrificante pós-consumo para o solo ou cursos de água gera graves danos ambientais; RESOLUÇÃO N 037/2009 - SEMA Dispõe sobre a coleta, armazenamento e destinação de embalagens plásticas de óleo lubrificante pós-consumo no Estado do Paraná. O Secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 257, DE 30 DE JUNHO DE 1999 * Revogada pela Resolução 401, de 4 de novembro de 2008.

RESOLUÇÃO Nº 257, DE 30 DE JUNHO DE 1999 * Revogada pela Resolução 401, de 4 de novembro de 2008. RESOLUÇÃO Nº 257, DE 30 DE JUNHO DE 1999 * Revogada pela Resolução 401, de 4 de novembro de 2008. O Conselho Nacional do Meio Ambiente - Conama, no uso das atribuições e competências que lhe são conferidas

Leia mais

INDÚSTRIA MOVELEIRA E RESÍDUOS SÓLIDOS: IMPACTOS AMBIENTAIS RESUMO

INDÚSTRIA MOVELEIRA E RESÍDUOS SÓLIDOS: IMPACTOS AMBIENTAIS RESUMO 1 INDÚSTRIA MOVELEIRA E RESÍDUOS SÓLIDOS: IMPACTOS AMBIENTAIS RESUMO Tamires Toledo Fófano 1 Thaís Aparecida Cândida Balbino 2 Tatiane Teixeira Tavares 3 A fabricação de móveis, com variação de volume

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO VIAPOL LTDA Nome do Produto: DILUENTE POLIMAX FISPQ Nº: 093 Página: 1 de 6 Data: 05/11/12 Rev: 02

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO VIAPOL LTDA Nome do Produto: DILUENTE POLIMAX FISPQ Nº: 093 Página: 1 de 6 Data: 05/11/12 Rev: 02 Página: 1 de 6 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome: DILUENTE POLIMAX Empresa: Viapol Ltda Endereço: Rodovia Vito Ardito, 6.401 km 118,5 Complemento: Bairro: Jd. Campo Grande Cidade: Caçapava

Leia mais

A EVOLUÇÃO DA COLETA SELETIVA E RECICLAGEM DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO BRASIL

A EVOLUÇÃO DA COLETA SELETIVA E RECICLAGEM DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO BRASIL A EVOLUÇÃO DA COLETA SELETIVA E RECICLAGEM DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO BRASIL 1. Aspectos gerais A geração de lixo urbano no Brasil está em torno de 140,000 ton/dia, sendo que a estimativa dos órgãos

Leia mais

Tecnologias de Tratamento de Resíduos e Solos Contaminados

Tecnologias de Tratamento de Resíduos e Solos Contaminados Tecnologias de Tratamento de Resíduos e Solos Contaminados Prof. Dr. José Roberto de Oliveira jroberto@cefetes.br DEFINIÇÃO Define-se por "tratamento de resíduos sólidos" qualquer processo que altere as

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA

1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto Veda calha Código interno de identificação 00.00.000.000 Nome da empresa Endereço Aeroflex Indústria de Aerosol Ltda. Rod. BR 116 km 120 n 26640

Leia mais

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO Página 01/07 SEÇÃO 1.0 NOME DO PRODUTO LIMPA VIDROS NOME DO FABRICANTE ENDEREÇO Rua Dr. Fernão Pom peu de Cam argo, 1704/52 Jardim do Trevo - Cam pinas/sp - CEP: 13040-010 SEÇÃO 2.0 TIPO DE PRODUTO PREPARADO

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS LEI 12.305/2010

POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS LEI 12.305/2010 POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS LEI 12.305/2010 I RESUMO EXECUTIVO O que muda com a Lei 12.305/2010? Lixões a céu aberto e aterros controlados ficam proibidos. A Lei, determina que todas as administrações

Leia mais

O lançamento de Resíduos Industriais no trecho entre Resende e Volta Redonda

O lançamento de Resíduos Industriais no trecho entre Resende e Volta Redonda O lançamento de Resíduos Industriais no trecho entre Resende e Volta Redonda Janaina da Costa Pereira Torres janainacpto@gmail.com Lucas de Medeiros Figueira lucasfigueira.c4@gmail.com Danielle Alves de

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO RIO DE JANEIRO ATO DO PRESIDENTE

SECRETARIA DE ESTADO DO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO RIO DE JANEIRO ATO DO PRESIDENTE SECRETARIA DE ESTADO DO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO RIO DE JANEIRO ATO DO PRESIDENTE RESOLUÇÃO CONEMA Nº 56 DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013. ESTABELECE CRITÉRIOS PARA A INEXIGIBILIDADE DE

Leia mais

FISPQ FITA SILVER FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS

FISPQ FITA SILVER FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: FITA SILVER Categoria: Borracha e resinas sintéticas Nome da empresa: ATB Ind. e Com. de Adesivos S/A Endereço: Rua Marcelino Pinto Teixeira, 1268

Leia mais

Parecer Técnico GEDIN 096/2008 Processo COPAM: 0001/1977/121/2005 CRQ: PR69088D RESUMO

Parecer Técnico GEDIN 096/2008 Processo COPAM: 0001/1977/121/2005 CRQ: PR69088D RESUMO FUNDAÇÃO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE PARECER TÉCNICO Empreendedor: SOCIEDADE EMPREENDIMENTOS INDUSTRIA E COMERCIO S/A - SOEICOM Empreendimento: EMPRESA DE CIMENTOS LIZ S.A DN: Código Classe Atividade: Co-processamento

Leia mais

Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. - Instrumento da PNRS -

Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. - Instrumento da PNRS - Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos - Instrumento da PNRS - VISÃO para os Planos : 1 - conjunto de ações voltadas para a busca de soluções 2 - considerar as dimensões política, econômica, ambiental,

Leia mais

FISPQ Ficha de Informações de Segurança de Produto Quimico

FISPQ Ficha de Informações de Segurança de Produto Quimico Referência:FISPQ n 005 Emissão:01/02/2007 Revisão :00 SULFATO DE ALUMINIO ISENTO DE FERRO 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Sulfato de Alumínio Isento de Ferro Sólido Nome da Empresa:

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico Nome do produto: Telha Impermeabilizante Incolor Página: 01 / 07 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome: Telha Impermeabilizante Incolor Código

Leia mais

2- COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS INGREDIENTES Tipo de produto: Preparado

2- COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS INGREDIENTES Tipo de produto: Preparado FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NOME DO PRODUTO: MASSA ACRÍLICA. FISPQ nº: 001/2002 Página: 1/9 Data da última revisão: 29/04/2002 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome

Leia mais

Recuperação Energética de Resíduos Sólidos na Indústria de Cimento

Recuperação Energética de Resíduos Sólidos na Indústria de Cimento Recuperação Energética de Resíduos Sólidos na Indústria de Cimento Avanços na Implementação na Política Nacional de Resíduos CENÁRIO 28 empresas 15 grupos industriais 85 fábricas 51 Integradas 34 moagens

Leia mais

5. Criar mecanismos de incentivo para facilitar que as empresas atendam o PNRS.

5. Criar mecanismos de incentivo para facilitar que as empresas atendam o PNRS. 3.5. RESÍDUOS INDUSTRIAIS Diretrizes 01 : A principal diretriz da Política Nacional de Resíduos Sólidos para os resíduos sólidos industriais (RSI) é a eliminação completa dos resíduos industriais destinados

Leia mais

RESÍDUO SÓLIDO: UM PROBLEMA SOCIAL, AMBIENTAL E ECONÔMICO.

RESÍDUO SÓLIDO: UM PROBLEMA SOCIAL, AMBIENTAL E ECONÔMICO. RESÍDUO SÓLIDO: UM PROBLEMA SOCIAL, AMBIENTAL E ECONÔMICO. POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS LEI Nº 12.305/2010 DECRETO Nº 7.404/2010 O QUE MUDA COM A LEI 12.305/2010? Lixões a céu aberto e aterros

Leia mais

Proteção para os prestadores de primeiros socorros: evitar contato cutâneo e inalatório com o produto durante o processo.

Proteção para os prestadores de primeiros socorros: evitar contato cutâneo e inalatório com o produto durante o processo. 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: OIL TREATMENT Aplicação: Aditivo concentrado para óleo de motor. Fornecedor: Orbi Quimica Ltda. Avenida Maria Helena, 600 - Leme SP Brasil - CEP

Leia mais

A IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS NACIONAL E ESTADUAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS. Nelson R. Bugalho

A IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS NACIONAL E ESTADUAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS. Nelson R. Bugalho A IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS NACIONAL E ESTADUAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS Nelson R. Bugalho Vice-Presidente da CETESB Promotor de Justiça do Meio Ambiente e Urbanismo Mestre em Direito Penal Supraindividual

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE RESÍDUOS SÓLIDOS: UM PROBLEMA DE CARÁTER SOCIAL, AMBIENTAL E ECONÔMICO MODELO TECNOLÓGICO COM AÇÕES PARA A REDUÇÃO DA DISPOSIÇÃO FINAL DE RESÍDUOS Construção de Galpões de Triagem

Leia mais

LICENCIAMENTO AMBIENTAL

LICENCIAMENTO AMBIENTAL LO N : 0003/2015 A Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente, criada pela Lei Municipal n 368 de 20/05/77, no uso das atribuições que lhe confere a Lei n 6.938, de 31/08/81, que dispõe sobre

Leia mais

DOSSIÊ TÉCNICO. Avaliação de aspectos e impactos ambientais, legislação ambiental e gerenciamento de resíduos na indústria calçadista

DOSSIÊ TÉCNICO. Avaliação de aspectos e impactos ambientais, legislação ambiental e gerenciamento de resíduos na indústria calçadista DOSSIÊ TÉCNICO Avaliação de aspectos e impactos ambientais, legislação ambiental e gerenciamento de resíduos na indústria calçadista Iara Krause Reichert SENAI-RS Centro Tecnológico do Calçado Agosto 2007

Leia mais

Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Serviços de Lavagem, Lubrificação e Troca de Óleo de Veículos - Licença de Instalação (LI) -

Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Serviços de Lavagem, Lubrificação e Troca de Óleo de Veículos - Licença de Instalação (LI) - Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Serviços de Lavagem, Lubrificação e Troca de

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO FISPQ

SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO FISPQ Página: 1 / 7 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA - Identificação do Produto: Nome do produto ou Nome Comercial: Uso da Substância/Preparação: Desmoldante para fôrmas biodegradável. - Empresa/identificação

Leia mais

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS Página 1 de 6 Data: 03/2014 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA. Principal Uso: Desmoldante para fôrmas de moldagem de concreto. INFORMAÇÕES DA EMPRESA: Empresa: CONCRELAGOS CONCRETO LTDA. Endereço:

Leia mais

IVAN P RAMOS PRODUTOS QUÍMICOS

IVAN P RAMOS PRODUTOS QUÍMICOS Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico FISPQ Limpa Carpetes Worker 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Limpa Carpetes Worker Aplicação: Limpador de carpetes e tapetes

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUIMICO - FISPQ

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUIMICO - FISPQ Página 1 de 8 1. Identificação do produto e da empresa - Nome do produto: Cera Cinderela - Código interno de identificação do produto: LP 001 - Produto Notificado na ANVISA / MS: - Nome da empresa: POLICLEAN

Leia mais

LICENCIAMENTO AMBIENTAL NA INDÚSTRIA

LICENCIAMENTO AMBIENTAL NA INDÚSTRIA LICENCIAMENTO AMBIENTAL NA INDÚSTRIA Renato das Chagas e Silva Engenheiro Químico Departamento de Controle FEPAM LEI FEDERAL 6938/81 DECRETO FEDERAL 99274/90 BASE PARA GESTÃO AMBIENTAL obrigatoriedade

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ PROGRAMA DE GESTÃO SOCIOAMBIENTAL. Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (Modelo Sugestivo)

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ PROGRAMA DE GESTÃO SOCIOAMBIENTAL. Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (Modelo Sugestivo) MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ PROGRAMA DE GESTÃO SOCIOAMBIENTAL Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (Modelo Sugestivo) Comarca de xxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxx / 2013 1. IDENTIFICAÇÃO DO

Leia mais

Palestrante: Alexandre Vaz Castro

Palestrante: Alexandre Vaz Castro Palestrante: Alexandre Vaz Castro PERGUNTAS FREQUENTES Qual o papel do profissional da química na área de Meio Ambiente? Quaisasáreasdeatuação? Qualaformadeatuação? Quais as responsabilidades? Quais os

Leia mais

Poluição atmosférica decorrente das emissões de material particulado na atividade de coprocessamento de resíduos industriais em fornos de cimento.

Poluição atmosférica decorrente das emissões de material particulado na atividade de coprocessamento de resíduos industriais em fornos de cimento. Poluição atmosférica decorrente das emissões de material particulado na atividade de coprocessamento de resíduos industriais em fornos de cimento. Benedito Costa Santos Neto

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA

1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto Massa epóxi Código interno de identificação 00.00.000.000 Nome da empresa Endereço Aeroflex Indústria de Aerosol Ltda. Rod. BR 116 km 120 n 26640

Leia mais

MOTORES ENERGIA AUTOMAÇÃO TINTAS. Preparação de tintas e vernizes, limpeza e descarte de embalagens visando à preservação Ambiental

MOTORES ENERGIA AUTOMAÇÃO TINTAS. Preparação de tintas e vernizes, limpeza e descarte de embalagens visando à preservação Ambiental MOTORES ENERGIA AUTOMAÇÃO TINTAS Preparação de tintas e vernizes, limpeza e descarte de embalagens visando à preservação Ambiental Versão 03 Novembro / 2009 A WEG aliada aos princípios de sustentabilidade

Leia mais

TÉCNICAS DE GESTÃO DE RESÍDUOS EM EMPRESAS DE REPARAÇÃO VEÍCULAR

TÉCNICAS DE GESTÃO DE RESÍDUOS EM EMPRESAS DE REPARAÇÃO VEÍCULAR 1 o SIMPÓSIO SINDIREPA-RS TÉCNICAS DE GESTÃO DE RESÍDUOS EM EMPRESAS DE REPARAÇÃO VEÍCULAR Felipe Saviczki - cntl.att@senairs.org.br Engenheiro Ambiental Técnico de Desenvolvimento - Área de Consultoria

Leia mais

1º SEMINÁRIO DA AGENDA AMBIENTAL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO

1º SEMINÁRIO DA AGENDA AMBIENTAL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO 1º SEMINÁRIO DA AGENDA AMBIENTAL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO Gestão de resíduos sólidos impactos ambientais negativos BASE LEGAL 1/2 Lei 11.107/05 - Consórcios Públicos

Leia mais

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS CIESP COTIA GMA GRUPO DE MEIO AMBIENTE RONALD FERFILA BRASIL E ESTADO DE SÃO PAULO Valor desconhecido Estima-se a geração de 2,9 milhões de toneladas por ano de resíduos perigosos

Leia mais

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO CONFORME ABNT-NBR14725:2009

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO CONFORME ABNT-NBR14725:2009 FISPQ nº: A0022 Página: 1/7 Data da última revisão: 28/11/12 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: Código do produto: 509-0036 Nome da Empresa: Endereço da Empresa: MASSA PARA MADEIRA

Leia mais

Curitiba, em 03 de dezembro de 2002, 181º da Independência e 114º da República. REGULAMENTO A QUE SE REFERE O DECRETO nº 6674/2002

Curitiba, em 03 de dezembro de 2002, 181º da Independência e 114º da República. REGULAMENTO A QUE SE REFERE O DECRETO nº 6674/2002 DECRETO Nº 6674-03/12/2002 Publicado no Diário Oficial Nº 6371 de 04/12/2002 Aprova o Regulamento da Lei n0 12.493, de 1999, que dispõe sobre princípios, procedimentos, normas e critérios referentes à

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico Nome do produto: Adesivo Multi Fio VerdePág.: (1 of 6) Ficha de Informações de Segurança 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Adesivo Multi Fio Verde Aplicação: Adesivo para grampo

Leia mais

1. CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS

1. CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS Página1 1. CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS Diversos autores vêm utilizando metodologias próprias de classificação de resíduos sólidos, tendo como referência a fonte de geração, o local de produção, os aspectos

Leia mais

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO CONFORME ABNT-NBR14725:2009

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO CONFORME ABNT-NBR14725:2009 FISPQ nº: A0035 Página: 1/7 Data da última revisão: 28/11/12 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: VERNIZ ACRÍLICO Código do produto: 509-0620 Nome da Empresa: Endereço da Empresa:

Leia mais

Elaboração Item 2 inclusão do PG-C-01 Programa Integrado de SSTMA Item 2 Codificação dos documentos de referência

Elaboração Item 2 inclusão do PG-C-01 Programa Integrado de SSTMA Item 2 Codificação dos documentos de referência Página 1 de 9 DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REV DATA ALTERAÇÃO OBSERVAÇÃO 00 01 20/05/2009 30/09/2009 16/12/09 Elaboração Item 2 inclusão do PG-C-01 Programa Integrado de SSTMA Item 2 Codificação dos documentos

Leia mais

GESTÃO DOS SISTEMAS DE LIMPEZA URBANA CONCEITOS

GESTÃO DOS SISTEMAS DE LIMPEZA URBANA CONCEITOS RESÍDUOS SÓLIDOS A palavra lixo é proveniente do latim lix, que significa cinza ou lixívia, ou do verbo lixare, que significa polir, desbastar, arrancar o supérfluo. GESTÃO DOS SISTEMAS DE LIMPEZA URBANA

Leia mais

2- Composição e informações Sobre Ingredientes:

2- Composição e informações Sobre Ingredientes: 1- Identificação do Produto e da Empresa: Nome do produto: Adesivo ADS 5. Empresa: Rua Sílvio Neves Martins 112 80B Vera Cruz Contagem MG. CEP 322260-680 Telefone: 0XX31 3363 1343 2- Composição e informações

Leia mais

PROJETOS. Principais aplicações:

PROJETOS. Principais aplicações: 1 PROJETOS 2 PROJETOS A Econsulting atua na atividade de desenvolvimento de projetos diversos relativos à área ambiental, sendo esta uma das atividades pioneiras da empresa e atingindo um número superior

Leia mais

2. COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS COMPONENTES QUÍMICOS

2. COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS COMPONENTES QUÍMICOS PÁGINA 1/5 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA NOME DO PRODUTO: PROPOOL ALGICIDA PLUS NOME DO FORNECEDOR:PROPISCINAS PRODUTO PARA PISCINAS Ltda. Rua Prefeito José Carlos, 400 Jd. Santa Júlia Itupeva-SP

Leia mais

PRODUÇÃO MAIS LIMPA (P+L) Vera Lúcia Pimentel Salazar Bióloga, Dr., PqC do Polo Regional Centro Sul/APTA vsalazar@apta.sp.gov.br

PRODUÇÃO MAIS LIMPA (P+L) Vera Lúcia Pimentel Salazar Bióloga, Dr., PqC do Polo Regional Centro Sul/APTA vsalazar@apta.sp.gov.br PRODUÇÃO MAIS LIMPA (P+L) Vera Lúcia Pimentel Salazar Bióloga, Dr., PqC do Polo Regional Centro Sul/APTA vsalazar@apta.sp.gov.br A Produção Mais Limpa (PML) é uma estratégia aplicada na produção e nos

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA

1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto Pasta esmerilhar válvulas Código interno de identificação 00.00.000.000 Nome da empresa Endereço Aeroflex Indústria de Aerosol Ltda. Rod. BR 116

Leia mais

Instrução Normativa nº 017, de 23 de outubro de 2014.

Instrução Normativa nº 017, de 23 de outubro de 2014. Instrução Normativa nº 017, de 23 de outubro de 2014. O diretor-presidente do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo - IDAF, usando das atribuições que lhe confere o artigo 48 do

Leia mais

LEGISLAÇÃO/NORMAS ABNT/CETESB - RESÍDUOS SÓLIDOS GERAIS. NBR 10005/04 - Procedimento para obtenção de extrato lixiviado de resíduos sólidos

LEGISLAÇÃO/NORMAS ABNT/CETESB - RESÍDUOS SÓLIDOS GERAIS. NBR 10005/04 - Procedimento para obtenção de extrato lixiviado de resíduos sólidos LEGISLAÇÃO/NORMAS ABNT/CETESB - RESÍDUOS SÓLIDOS GERAIS NBR 10004/04 - Resíduos Sólidos - Classificação NBR 10005/04 - Procedimento para obtenção de extrato lixiviado de resíduos sólidos NBR 10006/04 -

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÃO PARA PREENCHIMENTO DA PLANILHA TRIMESTRAL DE RESÍDUOS ENTREGA ANUAL DA SEMMA (JANEIRO DE CADA ANO)

MANUAL DE INSTRUÇÃO PARA PREENCHIMENTO DA PLANILHA TRIMESTRAL DE RESÍDUOS ENTREGA ANUAL DA SEMMA (JANEIRO DE CADA ANO) MANUAL DE INSTRUÇÃO PARA PREENCHIMENTO DA PLANILHA TRIMESTRAL DE RESÍDUOS ENTREGA ANUAL DA SEMMA (JANEIRO DE CADA ANO) CÓD. MAN01 ESCLARECIMENTOS INICIAIS Em nível municipal, além da necessidade de se

Leia mais

Soluções no transporte de resíduos industrial e comercial. Destino Final de Resíduos

Soluções no transporte de resíduos industrial e comercial. Destino Final de Resíduos Soluções no transporte de resíduos industrial e comercial Destino Final de Resíduos história A empresa foi fundada em 1987 com o antigo nome de Ituplast Comercial Ltda., e dedicava-se incialmente a reciclagem

Leia mais

Mesa Redonda: Situação atual e perspectivas de destinação final dos resíduos dos serviços de saúde de Belo Horizonte

Mesa Redonda: Situação atual e perspectivas de destinação final dos resíduos dos serviços de saúde de Belo Horizonte Mesa Redonda: Situação atual e perspectivas de destinação final dos resíduos dos serviços de saúde de Belo Horizonte Alice Libânia Feam - Fundação Estadual do Meio Ambiente Segundo a Política Nacional

Leia mais

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO Página 01/07 SEÇÃO 1.0 NOME DO PRODUTO NEUTRO CERTEC NOME DO FABRICANTE ENDEREÇO Rua Dr. Fernão Pompeu de Camargo, 1704/52 Jardim do Trevo - Campinas/SP - CEP: 13040-010 SEÇÃO 2.0 TIPO DE PRODUTO PREPARADO

Leia mais

1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 2- COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS INGREDIENTES 3- IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS

1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 2- COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS INGREDIENTES 3- IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS 20 de agosto de 2011 PÁGINA: 1 de 5 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Código Interno de Identificação do Produto: PA - Nome da Empresa: DORIGON INDÚSTRIA DE TENSOATIVOS LTDA. Endereço:

Leia mais

1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 2 COMPOSIÇÃO QUIMICA

1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 2 COMPOSIÇÃO QUIMICA Página 1 de 5 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Pó Químico Seco tipo BC 95 % para extinção de incêndio Classe de Extinção de Fogo: B (líquidos inflamáveis) e C (equipamentos elétricos)

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos. Seção I - Identificação do Produto e da Empresa

Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos. Seção I - Identificação do Produto e da Empresa Seção I - Identificação do Produto e da Empresa Nome do produto: DENVERMANTA ELASTIC TIPO IV Código do produto: Principais usos recomendados: Impermeabilização de edificações Nome da empresa: Denver Impermeabilizantes

Leia mais

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico - FISPQ

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico - FISPQ de Produto Químico - FISPQ PRODUTO: FITA DE POLIPROPILENO PARA ARQUEAÇÃO Página 1 de 10 Seção 1 Identificação do Produto e da Empresa Nome do produto: Fita de Polipropileno para arqueação Fornecedor Nome:

Leia mais

11º GV - Vereador Floriano Pesaro

11º GV - Vereador Floriano Pesaro PROJETO DE LEI Nº 496/2010 Dispõe sobre a destinação final ambientalmente adequada de resíduos sólidos produzidos p o r c e n t r o s c o m e r c i a i s denominados shoppings centers e similares, e dá

Leia mais

Resolução CONAMA n 362, de 23 de junho de 20050. (Publicação -Diário Oficial da União -27/06/2005)

Resolução CONAMA n 362, de 23 de junho de 20050. (Publicação -Diário Oficial da União -27/06/2005) Resolução CONAMA n 362, de 23 de junho de 20050 Dispõe sobre o Rerrefino de Óleo Lubrificante (Publicação -Diário Oficial da União -27/06/2005) O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA, no uso das competências

Leia mais

política nacional de resíduos sólidos conceitos e informações gerais

política nacional de resíduos sólidos conceitos e informações gerais política nacional de resíduos sólidos conceitos e informações gerais 1 Índice PALAVRA DO PRESIDENTE 03. Palavra do Presidente 04. Introdução 06. Resíduos Sólidos 07. Classificação dos Resíduos Sólidos

Leia mais

RESÍDUOS SÓLIDOS Gerenciamento e Controle

RESÍDUOS SÓLIDOS Gerenciamento e Controle RESÍDUOS SÓLIDOS Gerenciamento e Controle GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS GERENCIAMENTO Segundo a resolução CONAMA 302/02 o gerenciamento de resíduos sólidos é definido como: O conjunto de atividades ligadas

Leia mais